Política

Câmara aprova projeto que revoga a Lei de Segurança Nacional; texto vai ao Senado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (4) o projeto que revoga a Lei de Segurança Nacional e prevê punição para quem atentar contra o Estado democrático de Direito. Após aprovação do texto-base em votação simbólica, os deputados rejeitaram sugestões de modificação ao projeto, que, agora, será submetido ao Senado.

A proposta aprovada prevê até cinco anos de prisão para quem contratar empresas para disseminar notícias falsas que possam comprometer o processo eleitoral no país. Texto substitutivo da relatora Margarete Coelho (PP-PI), o projeto revoga a LSN, resquício da ditadura militar (1964-1985), que vem sendo usada com mais frequência nos últimos anos.

Reportagem publicada pela Folha mostrou que a Polícia Federal disse ter aberto 77 inquéritos com base na lei em 2019 e 2020, número que supera o registrado nos quatro anos anteriores, quando a corporação diz ter instaurado 44 inquéritos.

O ex-ministro da Justiça André Mendonça, hoje chefe da AGU (Advocacia-Geral da União), pediu que a PF investigasse jornalistas e opositores do governo Jair Bolsonaro, como o youtuber Felipe Neto.

O STF (Supremo Tribunal Federal) usou a mesma LSN para prender o deputado bolsonarista Daniel Silveira (PSL-RJ) e organizadores de manifestações antidemocráticas.

A discussão sobre a revogação da LSN foi retomada no início de abril pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Com a votação, o Congresso tenta se antecipar à análise da legislação pelo Supremo.
O substitutivo de Margarete tomou como base projeto apresentado em 2002 por Miguel Reale Júnior, então ministro da Justiça do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB, 1995-2002).

O texto insere um título dentro do Código Penal. A relatora retirou dispositivos relacionados a terrorismo, associação discriminatória e discriminação racial, que já possuem leis próprias. Também excluiu conspiração e crimes de atentado à autoridade.

Por outro lado, ela incluiu um capítulo sobre crimes contra o funcionamento das instituições democráticas no processo eleitoral. Um dos artigos inseridos pela deputada criminaliza a comunicação enganosa em massa.

O ato é descrito como “promover, ofertar, constituir, financiar, ou integrar, pessoalmente ou por interposta pessoa, mediante uso de expediente não fornecido diretamente pelo provedor de aplicação de mensagem privada, campanha ou iniciativa para disseminar fatos que sabe inverídicos capazes de colocar em risco a higidez do processo eleitoral, ou o livre exercício dos poderes constitucionais”.

Ou seja, pune quem contratar empresa que divulgar notícia que sabe ser falsa. A pena prevista é de reclusão de um a cinco anos e multa.

Outro dispositivo inserido trata da interrupção do processo eleitoral, como no caso de ataque hacker ao sistema da Justiça Eleitoral. A punição prevista é de três a seis anos de reclusão e multa.

Além disso, a relatora incluiu o crime de violência política, que seria restringir, impedir ou dificultar, com emprego de violência física, sexual, psicológica, moral ou patrimonial, o exercício de direitos políticos a qualquer pessoa em razão de seu sexo, orientação sexual, raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. A pena prevista é de de três a seis anos de reclusão e multa, além da pena correspondente à violência.

Margarete incluiu dispositivo que afirma não ser crime a manifestação crítica aos Poderes constituídos, nem a atividade jornalística ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais por meio de passeatas, reuniões, greves, aglomerações ou qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais. Essa era uma preocupação da oposição, que temia ter o direito de protestar tolhido.

O projeto também criminaliza a incitação à animosidade entre as Forças Armadas ou entre elas e Poderes legitimamente constituídos, as instituições civis ou a sociedade.

Além disso, Margarete acrescentou um dispositivo sobre abolição violenta do Estado democrático de Direito, que seria a tentativa, com emprego de violência ou grave ameaça, de abolir o Estado de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos Poderes constitucionais.

É o que buscaram, por exemplo, apoiadores do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a invasão do prédio do Capitólio, em janeiro. A pena prevista é de quatro a oito anos de reclusão, além da pena correspondente à violência.

A relatora estipulou ainda aumento das penas se o crime for cometido por funcionário público, que perderia o cargo ou função pública, ou por militar.

Na discussão do projeto, bolsonaristas criticaram a votação e disseram que o debate havia sido açodado.

“É uma lei que deve ser estudada, é fato, mas da forma açodada que essa lei vem para este plenário, nós não podemos aceitar”, disse Carlos Jordy (PSL-RJ).

“Se o objetivo da nova Lei de Segurança Nacional, ou Lei do Estado democrático de Direito, um termo que foi expressamente prostituído para poder alegar todo tipo de questões que estejam violando a própria democracia. Se é para torná-la melhor, ela deveria estar sendo melhorada, aprimorada. Da forma como está, traz consigo diversos dispositivos ruins da antiga Lei de Segurança Nacional e também traz questões muito piores para a nova legislação.”

Já a oposição defendeu a revogação da lei.

“Temos que acabar com a Lei de Segurança Nacional, aquilo que ainda vem da época sombria da nossa história que este país viveu, infelizmente, da ditadura, que alguns ensaiam, estimulam condutas para que volte e defendem como se aquilo fosse o melhor dos mundos, como se aquele período fosse democrático, não tivesse sido violento”, afirmou o deputado Alencar Santana (PT-SP) .

“Com base nessa lei, muitas pessoas foram punidas, injustamente. Eu acho que esse novo marco que nós podemos aprovar hoje é condizente com o Estado democrático que nós defendemos. O Judiciário vai ter melhores parâmetros para poder agir quando provocado. Não é justo que legislações como essas ainda sejam utilizadas”, acrescentou Santana.​

A votação dos destaques expôs um racha na esquerda. O PSOL considerou o texto aberto. “Sabemos bem, como esses tipos penais abertos, e aí eu quero me permitir divergir dos meus colegas da oposição, podem levar à criminalização, sim, de movimentos sociais”, afirmou a líder do partido na Câmara, Talíria Petrone (RJ). “Sabemos o quão seletivo é o estado penal, que cada vez mais é reforçado por esta Casa e cada vez mais é utilizado para perseguir os mesmos corpos de sempre.”

O deputado Orlando Silva (PC do B-SP) divergiu e negou que a lei fosse ser instrumento para perseguir o movimento social. “Não seríamos nós que iríamos escrever uma lei que perseguisse os movimentos sociais. Sem autorização, quero dizer que o PT também não o faria, o PSB também não o faria, o PDT, a Rede e tantos outros partidos, só para falar do nosso campo citei alguns deles, nós nunca iríamos subscrever uma lei que perseguisse movimentos sociais”, disse.

Silva disse que entendia a dificuldade de o PSOL explicar por que votou com o governo e o PSL, “mas o argumento não pode ser que a lei pode ser instrumento para perseguir movimento social”.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. A Câmara deveria aproveitar e aprovar o fim do foro privilegiado, que também é um resquício do Regime Militar.

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Televisão

BBB 21: Juliette confirma favoritismo e vence ‘Big dos Bigs’ com 90,15% dos votos

Juliette Freire, 31, é a grande vencedora do Big Brother Brasil 21 (Globo). A advogada e maquiadora paraibana, que vinha liderando há tempos as bolsas de apostas e enquetes, confirmou o favoritismo na final. Ela ficou com 90,15% dos 633.284.707 votos, contra 5,23% de Camilla de Lucas e contra 4,62% de Fiuk.

Assim como ocorreu no BBB 20, a campeã foi a única remanescente do grupo Pipoca, formado por anônimos que se inscreveram para participar do reality show. Os dois oponentes, já famosos, foram convidados pela produção e faziam parte do grupo Camarote.

Nas redes sociais, os debates em torno do programa foram dominantes desde a estreia, em janeiro. Foram memes, discussões sobre quem deveria ser eliminado e muito engajamento das torcidas. Juliette se tornou a participante que mais movimentou as redes sociais.

 

Ela termina o programa com 1º lugar no Índice de Popularidade Digital, ranking é feito pela consultoria Quaest que avalia o desempenho dos brothers no Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Wikipedia e Google.

Um modelo estatístico os coloca em uma escala de popularidade de 0 a 100. Apesar de ter começado como uma das competidoras com menos seguidores na web e com IPD de 13,91, Juliette encerra sua participação no programa com 81,52.

Só no Instagram, onde tinha menos de 4.000 seguidores, ela acumulou mais de 23,7 milhões de seguidores no Instagram até a final. Ela só perde nesse quesito para uma das maiores musas que já passaram pelo programa, Sabrina Sato (BBB 3), superando até Grazi Massafera (BBB 5), que teve uma carreira artística de sucesso após o programa.

Juliette chamou a atenção desde que foi apresentada ao público nas chamadas da programação do BBB 21, em janeiro. Tanto que foi uma das escolhidas do grupo Pipoca para ganhar uma imunidade antes mesmo de o programa estrear (os outros foram Arthur e Lumena).

Fiuk, também finalista, foi outro que passou alguns dias com ela em uma casa separada dos demais participantes. Lá, Juliette passou a brincar com um suposto envolvimento entre os dois, mostrando um lado engraçado que conquistou de vez o público.

Além do público, porém, a paraibana não teve muitos aliados. Fiuk, que trocou beijos com outra participante, Thaís Braz, foi um dos que se afastaram dela quando eles conheceram os demais colegas. A relação que mais durou desse período foi com a youtuber Viih Tube, que era considerada manipuladora pelo público.

Por outro lado, Juliette estreitou laços com Lucas Penteado, Gilberto e Sarah, todos perseguidos por aqueles que foram considerados os vilões da edição: Karol Conká, Nego Di e Projota. Quando Penteado não aguentou a pressão e saiu, os remanescentes ficaram conhecidos como G3 e se tornaram queridinhos do público.

O grupo acabou se desfacelando após desentendimentos entre Sarah e Juliette. Como a primeira influenciava bastante Gil, o doutorando em economia acabou, em alguns momentos, falando mal da amiga, o que fez com que as torcidas de ambos rompessem.

Com a eliminação de Sarah, Gil e Juliette se reaproximaram, mas já era tarde. O afastamento temporário foi fator importante na eliminação dele, uma vez que a torcida de Juliette votou pela saída do pernambucano, com a orientação dos perfis oficiais da participante.

HISTÓRIA

Advogada de formação, Juliette nunca trabalhou na área, com exceção dos estágios. Durante a faculdade, ela passou a atuar como maquiadora profissional e começou a tirar seu sustento dessa atividade, uma vez que a família humilde não tinha como ajudá-la financeiramente.

Foi neste período que ela conheceu Deborah Vidjinsky, uma das melhores amigas, ex-sócia e atualmente uma das administradoras de suas redes sociais. As duas se conheceram há cerca de seis anos durante o trabalho em comum em um salão de João Pessoa.

As duas mantiveram juntas por alguns anos um estúdio de maquiagem na capital paraibana. “O foco dos atendimentos era evento social, como casamentos, formaturas e festas de 15 anos”, explicou Vidjinsky ao F5. “Em dias cheios atendíamos de 8 a 10 pessoas por maquiadora.”

A amiga diz que, desde então, Juliette já era como se mostrava na casa. “Sempre muito animada, falante e cantante no trabalho”, revela. “São momentos que eu tenho muito orgulho de ter dividido com ela e que nos farão muita falta.”

Isso porque, apesar dos bons momentos que viveram, tiveram que fechar o negócio em 2020, por causa da pandemia. “Um dos dias mais tristes foi quando precisamos desmontar e entregar as salas do nosso estúdio. Foi um sonho sendo desfeito”, lamenta.

“Nossa renda era somente da maquiagem. E sem eventos, sem cliente, sem dinheiro!”, lembra. “Ela não tinha outro suporte financeiro, e as reservas logo encerraram. Ficamos sem perspectiva alguma e ela foi a que mais sofreu o impacto. Precisou recorrer ao auxílio emergencial e chegou a passar uma temporada na casa da mãe. Foram seis meses de muito sufoco.”

Isso durou até a entrada no BBB 21. Fora da casa, Juliette já fechou contratos, ganhou músicas, convites para gravar com artistas consagrados e virou até personagem de game. “Nossa, ela vai pirar!”, diz a amiga. “Nem nos melhores sonhos ela imaginou que fosse ter tanta repercussão e tanto carinho das pessoas assim.”

A amiga afirma que não sabe dizer se algum dos flertes que ocorreram no programa irão prosperar depois. “Ela não foi para o programa pensando em relacionamento, pelo contrário, foi focada no prêmio, no jogo”, avalia. “Das vezes que falamos sobre isso ela deixava claro que não queria, porém, ninguém pode garantir né?”

Mas entrega que Juliette já tem tudo para subir ao altar. Um dos momentos mais felizes que elas viveram juntas foi na renovação dos votos de casamento de Vidjinsky. “Ela pegou o buquê”, entrega a amiga. “Eu acho até que dei uma ajudinha para isso acontecer (risos).”

No quesito profissional, Vidjinsky diz acreditar que Juliette deve tomar novos rumos quando sair do programa. “A maquiagem sempre vai fazer parte da vida dela, porém trabalhar novamente como maquiadora em estúdio, acho impossível”, diz.

“Ela sonhava tanto ser delegada quanto entrar no programa e vencê-lo. Como diz ela: ‘Foram 30 anos no anonimato, agora quero 30 anos sendo famosa!’. Acredito que ela vai curtir muito a nova fase.”

FOLHAPRESS

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Geral

COVID-19: Morre o ator Paulo Gustavo

Foto: Reprodução

Acaba de morrer, no hospital Copa Star, no Rio de Janeiro, o ator e humorista Paulo Gustavo.

Ele estava internado desde 13 de março com quadro de Covid-19.

Lauro Jardim, O Globo

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  1. A esquerdalha usa cadáveres para fazer política. Torcem por mortes e sofrimento. Egoísmo, ganância, insensibilidade, hipocrisia, deslealdade, desonestidade, desrespeito, desumanidade, intolerância e falta de educação são suas marcas registradas. E estão tentando capitalizar mais uma morte. É nojento.

    1. Essas “qualidades” todas estão expressas no discurso do teu MINTO. E os cadáveres já passam dos 410 mil…

  2. Grande artista, pena que foi na onda da esquerda e da Globo e só foi ao Hospital quando já estava com falta de ar, pulmões comprometidos. Se tivesse ido no início dos sintomas estaria salvo.

    1. O presidente nao tem nada com isso.ate pq .olha onde a culpa iele estava internado mana!!!! Ta doida .

    2. Preste queixa na PF ou no Ministério Público Federal e pare de chorar no blog.

  3. Lamentável .Ainda tem gente que ignora a doença maldita .Deus o receba na eternidade e conforte a família.

    1. Você é juiz dos vivos e dos mortos? Tenha mais cautela em fazer juízo de valor .

    2. Para de julgar, essa conta ele vai ter de acertar com Deus,não com vc .tapado!!!

    3. Verdade, Marcio. Zombou de Deus e chegou sua vez de prestar contas. Qual será o caminho de sua alma?

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Finanças

Melinda Gates pode se tornar a segunda mulher mais rica do mundo após divórcio

Foto: Frederic Stevens/Getty Images

A fortuna do casal Bill e Melinda Gates deve ser dividida igualmente em casos em que não há acordo pré-nupcial, segundo a legislação do Estado de Washington, nos Estados Unidos, onde o ‘casal 20’ da Microsoft vive desde que se casou em 1994, informa o jornal britânico The Guardian.

Melinda French Gates, que agora adotou o nome de solteira nas redes sociais, pode herdar fortuna do ex-marido avaliada em cerca de US$ 73 bilhões, já que o fundador da Microsoft possui, atualmente, patrimônio avaliado em US$ 146 bilhões, de acordo com o ranking anual da Forbes.

O primeiro lugar está com Françoise Bettencourt Meyers, a dona da marca L’Oreal e cuja fortuna é de US$ 83 bilhões. Assim, Melinda pode ser a segunda mulher mais rica do mundo, segundo o mesmo levantamento da Forbes.

Muito comum nos EUA, o acordo pré-nupcial é uma garantia legal assinada antes do casamento para impor condições e divisões de bens caso um casal venha a se divorciar. No caso do contrato de separação, as condições podem ser definidas pelos requerentes e não precisa da presença de autoridades para ser assinado.

Segundo o site TMZ, Melinda não pediu nenhum tipo de pensão e a divisão dos bens será concluída com o auxílio do tribunal americano.

Desde que Melinda e Bill anunciaram o divórcio nas redes sociais na segunda-feira, 3, não estava claro que fim teria a fortuna do casal. Além disso, também não foi anunciado o destino da Fundação Bill and Melinda Gates, instituição filantrópica que era dirigida pelos dois com o intuito de promover a ciência e a saúde no mundo.

“Nos últimos 27 anos, criamos três filhos incríveis e construímos uma fundação que trabalha em todo o mundo para permitir que as pessoas tenham vidas saudáveis e produtivas”, afirmou o comunicado do divórcio.

Link – Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. A terceira seria Luiza Brunet, mas deu errado.
    A feminista queria metade do que o namorado construiu, apenas isso.
    Queria saber onde essas moças guardam o discurso de independência e igualdade nessas horas.

  2. Como a maioria das mulheres mais ricas do mundo. Na lista da fortes quem domina sao as mulheres separadas q levaram consigo as suas partes das conquistas dos ex maridos

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Saúde

Bolsonaro assina decreto que antecipa pagamento do 13º para aposentados e pensionistas do INSS

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira o decreto que antecipa o pagamento do13º para aposentados e pensionistas da Previdência Social. A medida será públicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União. Normalmente, o pagamento do 13º ocorre em agosto e novembro.

Segundo o decreto, o pagamento ocorrerá em duas parcelas: a primeira, será paga entre os dias 25 de maio e 8 de junho. A segunda será paga com os benefícios do mês de junho, entre 24 de junho e 8 de julho.

A antecipação do 13º para os aposentados faz parte do pacote de medidas do governo para mitigar os efeitos da pandemia e estimular a atividade econômica. Em 2020, também houve antecipação do pagamento e a primeira parcela foi paga em abril e a segunda, em maio.

O objetivo do governo é aumentar a renda de aposentados e pensionistas para incentivas a movimentação da economia e favorecer a recuperação econômica. Nesta segunda-feira, em entrevista concedida no Palácio do Planalto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçou que a recuperação da economia está acontecendo “em V”, ou seja, retomando rapidamente os índices pré-pandemia.

A expectativa da equipe econômica é que sejam injetados R$ 52,7 bilhões com a antecipação do abono. Os principais beneficiados são idosos, doentes ou aqueles com invalidez. O governo destacou que a medida não tem impacto orçamentário, uma vez que haverá somente a antecipação do pagamento do benefício que já estava previsto para o final do ano.

O Globo

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Tecnologia

WhatsApp libera envio de dinheiro entre usuários pelo aplicativo no Brasil

Foto: Thomas White – 28.mai.2020/Reuters

O WhatsApp liberou nesta terça-feira (4) a função que permite receber e fazer pagamentos diretamente nas conversas, sem a cobrança de taxas. O recurso, chamado de WhatsApp Pay, começa a ser implementado gradualmente entre os usuários da plataforma nas próximas semanas.

Com isso, segundo o aplicativo, o usuário pode “enviar dinheiro para a família, pagar sua parte de um presente de aniversário da sua tia ou dividir a conta do almoço com os amigos”.

O WhatsApp Pay já havia sido aprovado pelo Banco Central em 30 de março, mas só agora a função chegou ao público.

Foram estabelecidos limites sobre os valores a serem transferidos. Os usuários podem enviar até R$ 1 mil por transação e receber 20 transferências por dia, com limite de R$ 5 mil por mês.

Para realizar uma transação, é preciso usar o PIN do Facebook Pay ou a biometria do celular, e todos os dados serão protegidos com criptografia.

No WhatsApp, o usuário poderá cadastrar um cartão de débito, um múltiplo com função débito ou ainda um pré-pago das bandeiras Visa ou Mastercard e emitido por um dos bancos participantes (Banco do Brasil, Banco Inter, Bradesco, Itaú Unibanco, Nubank, Mercado Pago e Sicredi). Todas as transações serão processadas pela Cielo.

O Brasil é o segundo país onde o serviço de mensagens lança transferências de dinheiro. Na Índia, maior mercado do WhatsApp, com 400 milhões de usuários, o Facebook obteve aprovação para iniciar os serviços financeiros em novembro.

Liberação pelo Banco Central

Em junho, o WhatsApp havia lançado seus serviços de pagamentos no Brasil, mas o Banco Central os suspendeu alguns dias depois, alegando que isso poderia prejudicar o sistema de pagamentos existente no país em termos de concorrência, eficiência e privacidade de dados.

Além de analisar a estrutura de rede de pagamentos que o Facebook usa, a autoridade monetária também exigiu que a rede social fosse uma empresa de serviços financeiros no Brasil regulada. O Facebook Pagamentos do Brasil se tornou um iniciador de pagamentos, com capital inicial de R$ 5 milhões.

Pagamentos para empresas

Mas o Banco Central ainda não deu sinal verde para que o WhatsApp lance pagamentos com comerciantes, serviço que deve ser pago, adicionando uma nova linha de receita para o WhatsApp. No ano passado, os pagamentos com cartão no Brasil totalizaram 2 trilhões de reais, um aumento de 8,2% em relação a 2019.

O diretor de operações, Matthew Idema, disse que as conversas com o Banco Central ainda estão em andamento e que o Facebook espera que o lançamento de pagamentos aos lojistas ocorra este ano, recusando-se a comentar se será um serviço cobrado.

“Para o WhatsApp, o lançamento de pagamentos é interessante porque aumenta o uso do aplicativo”, disse o executivo.

CNN Brasil com Reuters

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Turismo

Entidades do RN comemoram lei federal que prevê ajuda a setores de eventos e turismo e cobram mais medidas de incentivos do Estado e Prefeituras

Foto: arquivo/DT

O portal G1-RN destaca que entidades do turismo, eventos e hotelaria comemoraram a aprovação da lei que prevê ajuda para as empresas dos setores, que são considerados entre os mais afetados economicamente pela pandemia. A lei foi sancionada nesta terça-feira (4) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro com vetos – entre eles o trecho que zerava por 60 meses alíquotas de diversos tributos para o setor.

Entre os benefícios estão:

  • possibilidade de renegociação de dívidas, tributárias ou não;
  • descontos de até 70%;
  • prazo de até 145 meses para quitação.

Os benefícios criados pela lei valem para:

  • empresas de congressos, feiras, eventos esportivos, sociais, promocionais ou culturais, feiras de negócios, shows, festas, festivais, simpósios ou espetáculos em geral, casas de eventos, casas noturnas, casas de espetáculos;
  • firmas da área de hotelaria em geral;
  • administradores de salas de cinema;
  • prestadores de serviços turísticos.

“Avaliamos positivamente a sanção do presidente Jair Bolsonaro ao primeiro pacote de medidas econômicas setoriais, não transversais, aos setores mais impactados pelas restrições impostas pelos governos no combate à pandemia, o de eventos e o turismo”, disse George Gosson presidente executivo do Natal Convention Bureau, entidade que congrega empresas do setor de eventos.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do RN (ABIH-RN), Abdon Gosson, também achou importante a medida, mas considerou que ela demorou demais a ser lançada.

De acordo com o Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurante e Similares do RN, o turismo, incluindo o segmento do turismo de eventos, empregam cerca de 120 mil pessoas no estado, explicou o presidente da Natal Convention Bureau. “As reduções estimadas nos negócios durante a pandemia são de quase 100% do setor de eventos e entre 65% e 70% do turismo”, disse George Gosson.

“Diante da gravidade da situação, aguardamos também pacotes de medidas econômicas de mesma natureza dos governos estadual e municipais. Elas são fundamentais para a sobrevivência das empresas e para a manutenção dos empregos”, afirmou George. Leia a matéria completa no G1-RN.

Opinião dos leitores

  1. O governo Bolsonaro está agindo, tentando minorar os efeitos da destruição feita por seus opositores, que NADA fazem de positivo pelo Brasil e usam o sofrimento do povo para sua politicagem. Vejam no RN, o que a governadora fez até agora? Por qualquer setor.

    1. Disse tudo! Pode ter certeza que os negacionistas da esquerda vão se manifestar com mi-mi-mi dizendo que é obrigação blá-blá-blá ! Os petralhas não se conformam que hoje temos um governo federal verdadeiramente voltado para os interesses do povo Brasileiro e não pra uma fatia de comunistas que nestas últimas décadas só fizeram sugar as riquezas do Brasil em detrimento do sofrimento dos mais pobres! Bolsonaro 2022 não tem pra ninguém!

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Saúde

Ex-ministro Mandetta afirma que Brasil implementou medidas depois do leite derramado e que Bolsonaro tinha suas próprias ideias sobre a covid

Foto: JEFFERSON RUDY/AGÊNCIA SENADO – 04.05.2021

Em suas primeiras palavras na CPI da Covid, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta aproveitou para fazer uma retrospectiva da chegada do novo coronavírus ao Brasil e as respectivas ações do ministério sob sua gestão para enfrentar a covid-19. Na fala inicial, Mandetta buscou enfatizar uma atuação integrada entre os Poderes e os entes federativos quando a pasta da Saúde estava sob seu comando. “Defesa intransigente da vida, SUS como meio para atingir, e a ciência como elemento de decisão. Esses foram os três pilares”, disse.

Mandetta iniciou sua fala, com quase uma hora de atraso, explicando como chegaram ao ministério as primeiras informações, em janeiro de 2020, sobre uma doença que tinha início na China e que aos poucos ia se alastrando pelo mundo. Ele contou que chamou todos os poderes para explicar a importância do combate à pandemia de forma unida. “Porque esse vírus não ataca indivíduos, ele ataca a sociedade.”

O ex-ministro explicou ainda as primeiras ações da pasta para conter a propagação do vírus no Brasil e teve de ser interrompido, após 20 minutos, pelo presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), que preferiu abrir espaço para as perguntas.

Renan Calheiros, relator da CPI, perguntou a Mandetta se, durante sua gestão, a recomendação para procurar os sistemas de saúde apenas quando sentissem sintomas graves de covid foi um erro.

Mandetta afirmou que não é verdade essa recomendação, e que a afirmação é usada numa “guerra de narrativas”. Segundo ele, as pessoas procuravam os hospitais preocupadas no início de 2020 com outras doenças. “Eram casos de outros vírus. Em casos de virose, a recomendação é que você observe o estado de saúde e não vá imediatamente ao hospital porque aglomera. E lá, sim, um caso positivo vai infectar todo mundo na sala de espera.”

“Todas as nossas recomendações foram assertivas, levando em conta a ciência. Todas foram comprovadas pelo decorrer da doença.”

De acordo com Mandetta, o decorrer da pandemia mostrou que algumas ações do ministério foram paralisadas. Mais tarde ele disse que as testagens em massa foram abandonadas por seus sucessores na Saúde, o desenvolvimento da telemedicina como porta de entrada para o sistema, o plano de acompanhamento dos infectados e a orientação de uma pesquisa sobre a cloroquina que “o próximo ministro fez uma portaria mesmo sem ter os resultados”.

Ele citou que sua gestão estimulou o uso de máscaras e o distanciamento, assim como pediu para as pessoas ficarem em casa. Mandetta citou ainda o esforço para obter respiradores e leitos de UTI para evitarem o colapso do sistema de Saúde.

Mandetta elogiou o SUS (Sistema Único de Saúde) e disse que ele é o melhor local para se imunizar a população. “Mas é preciso ter a vacina.”

Leite derramado

Ao falar sobre as medidas do governo para reduzir a transmissão da covid no país, Mandetta afirmou que sempre foram implementadas com atraso, sobretudo determinações de quarentena e lockdown. “Em relação a lockdown, o Brasil não fez nenhum lockdown. O Brasil implementou medidas depois do leite derramado, depois que a gente diz: ‘Vai entrar em colapso o sistema de saúde’. Então fecha. ‘Vai acabar o remédio.’ Então fecha”, disse o ex-ministro. “A gente foi sempre um passo atrás desse vírus.”

Resistência do presidente

Ele afirmou que a orientação de isolamento era essencial também no início da pandemia, mas faltou uma fala única do governo. “Nós fizemos as recomendações em três pilares: vamos preservar a vida, SUS e ciência. Eu vi vários que ficaram fora desse tripé.”

Questionado de onde partiu a resistência, ele disse que isso “ocorreu publicamente por vários atores”.

Ele afirmou que discordava do presidente da República, Jair Bolsonaro. “Nunca discuti com o presidente. Nunca tive discussão áspera, mas sempre as coloquei [suas discordâncias] de maneira muito clara.”

“Ali não era uma questão de diferenças políticas. Ali era um momento republicano.” Mandetta afirmou que conversava com governadores para que todos saíssem juntos da pandemia.

Mandetta afirmou que chegou a ficar constrangido com algumas situações e declarações feitas por Jair Bolsonaro. Como a defesa do medicamento cloroquina para doentes de covid-19.

“Nós seguíamos o que tínhamos de discutir, mas havia pelo lado do presidente uma outra visão, um outro caminho. Ele tinha suas próprias ideias. Não sei se vinham através de outros assessores. Era muito constrangedor ter que ficar explicando porque o ministério estava indo para um caminho e ele indo para o outro.”

O médico declarou que a cloroquina não poderia ser defendida se não houvesse a certeza dos benefícios e dos riscos que ela oferecia. E garantiu que jamais, em sua gestão, o ministério sugeriu o uso do medicamento. “É falso que se não fizer bem, mal não faz”, explicou, fazendo referência a uma aspa usada algumas vezes por Bolsonaro.

Mandetta contou que muitas vezes Bolsonaro chegou a concordar com suas recomendações, mas “dois a três dias depois, ele agia de forma diferente, como se não tivesse entendido o que eu falava”.

De acordo com o ex-ministro, Bolsonaro deveria ter outra fonte, algum consultor, que dava a ele recomendações que não tinham a ver com o que sugeria seu ministério ou a OMS (Organização Mundial de Saúde). “Ele falava na cloroquina, falou em isolamento vertical, que nós não éramos favoráveis.”

Isolamento vertical é a estratégia, bastante defendida no início da pandemia, de deixar em casa apenas os grupos de risco: idosos e pessoas com comorbidades.

Mandetta reclamou que fez reunião com Bolsonaro nas quais seu filho, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos), estava tomando notas. Citou ainda a tentativa do governo de mudar a bula da cloroquina para citá-la como tratamento da covid. “Eu imagino que fora do Ministério da Saúde ele (Bolsonaro) conseguiu alguns aconselhamenos que os pautavam na pandemia.”

O médico, que é formado em ortopedia, disse que não sabe dizer de quem foi a ideia de mudar a bula da cloroquina.

Mandetta denunciou que por trás de médicos que defendem tratamentos com remédios sem eficácia há grandes interesses comerciais por trás. Ele afirmou que há profissionais que atendem virtualmente 50 pessoas por dias e ganham dinheiro com isso. “Tem que ter muito cuidado, a gente está lidando com a boa fé das pessoas.”

“Enquanto eu estive no Ministério da Saúde eu fiquei em cima do que é científico, rezando para que alguma coisa funcionasse. Rezei até para a cloroquina funcionar.”

Relação com a China

O depoente citou ainda a dificuldade que teve de enfrentar com a China por causa da má vontade com o país de integrantes do governo, como o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e dos filhos do presidente Bolsonaro.

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), questionou o ex-ministro se houve pressão, por parte de Bolsonaro, contra medidas de combate à proliferação da covid-19,: isolamento e quarentena. Mandetta negou.

“Não. {O ministério] Foi confrontado publicamente, e isso dava uma informação dúbia a sociedade. Nosso objetivo era dar uma informação e o presidente, outra. Mas diretamente a mim somente com os atos que ele executava”, disse.

O ex-ministro da Saúde assumiu, ainda, que o país poderia estar numa situação melhor que a atual. “O SUS podia mais. Poderíamos ter feito muito mais, poderíamos ter começado a vacinação em novembro.”

Carta a Bolsonaro

Em carta enviada a Bolsonaro, Mandetta afirmou que recomendou expressamente que “a presidência da República reveja posicionamento adotado acompanhando as recomendações do Ministério da Saúde, uma vez que a adoção de medidas em sentido contrário poderá gerar colapso do sistema de saúde e gravíssimas consequências da saúde da população brasileira”.

“Tudo o que eu podia fazer, nos termos de orientar, foi feito. Agora, ele tinha provavelmente outras pessoas falando que o ministro da saúde está errado, vá por esse caminho. É uma decisão dele”, completou.

O ex-ministro relembrou uma visita que fez com o presidente Bolsonaro em Águas Lindas (GO) em um hospital de campanha contra a covid-19.

“O combinado era chegar, olhar, o público bem separado, mas na hora que o helicóptero olhou e viu que o público estava na beirada, ele desceu do helicóptero e subiu a rampa e foi até as pessoas. Aí eu fui até a comitiva do governador Caiado. Quando ele volta de lá, vai em direção para dar um abraça ao governador Caiado e fala essa frase em tom de brincadeira: ah, vamos contaminar logo todo mundo. Mas o governador Caiado sacou muito rápido um frasco de um álcool em gel, cruzou em suas mãos e ainda passou um pouco nas mãos do presidente para dar aquela certa sensação ali. Foi uma coisa pontual”, contou.

Na época de sua demissão, Mandeta foi flagrado ao abraçar uma funcionária do ministério. O vídeo mostra imagens dos servidores se despedindo do então ministro. Questionado se foi um equívoco, respondeu que “não deveria (ter dado o abraço), mas era muita emoção naquele momento. Era uma equipe muito unida”, disse.

O senador governista Eduardo Girão (Podemos-CE) questionou o ex-ministro sobre remédios sem comprovação científica, como cloroquina e ivermectina, e se ele tem remorso por não ter deliberado sobre os medicamentos no tratamento contra a covid-19. Pouco depois, Marcos Rogério (PDT-RO), outro da tropa de choque do governo, fez praticamente a mesma pergunta.

“Aqui é ciência, aqui é estudo. Eu jamais na minha vida tomei decisões sem estudar. Nessa situação, que você tem uma doença que ainda não está determinada, a gente tem que acreditar nas bases de seu estudo. A base da medicina é ramo da filosofia, ali, diz que sem diagnóstico, não há tratamento. Não pode risco sem benefício. Do mesmo modo que bate na tecla da cloroquina, existe por exemplo pessoas que preconizam ivermectina, também sem fundamento cientifico”, alegou Mandetta.

Colapso em Manaus

Em resposta ao senador Eduardo Braga (MDB-AM), Mandetta afirmou que faltaram fiscais da vigilância sanitária em aeroportos do Brasil para evitar a entrada do vírus pelo espaço aéreo. A coordenação desse trabalho fica a cargo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O ex-ministro opinou que o colapso em Manaus, capital do Amazonas, que chegou a ficar sem oxigênio no início de 2021, ocorreu por problemas na gestão estadual e municipal, mas não por falta de dinheiro.

R7

Opinião dos leitores

  1. Tenho bastante óleo de peroba no meu comércio, ninguém esqueceu a despedida do mutreta do ministério, todos sem máscara, aglomeração, e abraços, um picareta.

  2. Esse ministro foi aquele que dizia para as pessoas NÃO procurarem tratamento, para ficarem em casa aguardando a falta de ar. É mais um que usa o sofrimento das pessoas para politicagem. Apenas o presidente age pensando no Brasil e o povo está vendo isso. As manifestações de 1° de maio mostraram sua popularidade. Por que seus opositores não se juntam todos e tentam fazer uma? Ia ser engraçado.

    1. Vai ver que é pq a oposição não quer aglomerar.
      Respeita as medidas protetivas!

  3. Está esclarecido porque temos 400 mil mortes por covid. O filho porra louca participava das reuniões com o ministério da saúde, segundo depoimento do Mandetta. Ficou claro que o vírus só matou 400 mil pessoas até hoje, com a ajuda do governo bolsonaro.

  4. ESSE MANDETA É MAIS UM ESQUERDOPATA QUERENDO ATRAPALHAR A ADMINISTRAÇÃO DO NOSSO PRESIDENTE, FOI NO PERÍODO DELE QUE ESTA SENDO INVESTIGADO POSSÍVEIS COMPRAS SUSPEITAS. TALVEZ PARA TENTAR ENCRIMINAR O PRESIDENTE BOSONARO.

  5. Só falou verdades e os senadores governistas só passaram vergonha. Achavam que estavam num bate papo de internet e foram devidamente respondidos com o sarcasmo que o momento permitiu. E é só o começo. Quero ver o Carluxo e o Dudu Bananinha se explicando.

  6. Muitos dos nossos conhecidos que foram vítimas ainda estariam entre nós, e muitos empregos teriam sido preservados se o presidente não tivesse retardado a providência de adquirir vacinas, como também se não tivesse realizado e estimulado tantos movimentos com aglomeração de pessoas sem respeito aos protocolos pela prevenção das vidas. Agora só nos resta rezar pelos que morreram e pelos que ainda vão morrer.

    1. A esquerda é cara de pau mesmo…
      Retardar as providências para comprar vacinas?
      Até quando a esquerda e a imprensa vão continuar espalhando fakenews???
      Em primeiro lugar, em julho de 2020, Bolsonaro firmou acordo com a Astrazeneca para a compra de 100 milhões de doses da vacina de Oxford.
      Isto é atrasar compras???
      Em segundo lugar, havia várias vacinas em desenvolvimento, tanto as que atualmente estão em uso quanto outras, ainda em desenvolvimento e outras que foram abandonadas porque não deram resultado.
      Qual ele deveria ter comprado???
      Deveria ter comprado várias vacinas não aprovadas?
      Bolsonaro, em setembro de 2020, assinou uma medida provisória para comprar 42 milhões de doses por meio do consórcio da OMS, Covax Facility (esse consórcio estava investindo em 10 vacinas diferentes, pois ninguém sabe o que vai dar resultado).
      O congresso só votou a medida provisória em fevereiro…
      Se houvesse vacina sobrando, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Japão, Canadá, China, Índia já teriam vacinado toda a população. Não há vacina sobrando.
      Você sabia que o Brasil já distribuiu 70 milhões de doses de vacina?
      E que o Japão só aplicou 2 milhões de doses?
      Que a França de Macron só aplicou 20 milhões de doses?
      Na Argentina, quem ganhou foi “haddad”. quantas doses já foram aplicadas lá?
      Umas 10 milhões.
      Abutre é o nome que se dá a quem tenta se alimentar de mortos…
      A esquerda tenta a qualquer custo tomar o poder.
      Para isso, não tem escrúpulo de pegar carona no corona…
      Há uma epidemia (mundial), que já matou 3,3 milhões de pessoas no mundo e querem colocar a culpa em Bolsonaro.
      Todos os argumentos da esquerda são furados.
      Ah, Bolsonaro não fez lockdown (mas o STF deixou nas mãos dos governadores e Prefeitos – ou seja, se eles não fizeram, coloque a culpa neles e não em Bolsonaro).
      Ah, Bolsonaro estimulou aglomerações (como assim? A população dá mais ouvido a Bolsonaro do que à Globo, a Ciro Gomes, a Dória? Então, Bolsonaro já está eleito).
      No começo, a esquerda madurenha, falava “somos 70%”.
      Se fosse verdade e os 70% tivesse ficado em casa, a epidemia teria acabado em 3 semanas.
      Mas das duas uma: ou a esquerda não é 70%, ou era 70% mas não ficou em casa.
      Esquerdista é bicho nojento e cara de pau.
      O esquerdista que fala mal de Bolsonaro é o primeiro a lotar barzinhos e boates…
      O esquerdista lota academias…
      Se metade do tempo que a Globo e políticos espertalhões passam falando mal de Bolsonaro usassem para conscientizar a população, talvez a situação fosse diferente…
      Mas qual moral tem Ciro Gomes e Dória?
      Se eles falarem para a população ficar em casa por duas semanas a população fica???
      Não fica.
      A Globo há 3 anos tenta emplacar sua ideologia nefasta e tenta derrubar o presidente democraticamente eleito. Por isso, não tem moral e a população não dá bola para ela.
      Nem para Ciro Gomes chorão nem para Dória aproveitador…
      Dória tentou passar a perna em Alckin em 2017…
      Desde 2019, ofende Bolsonaro, de olho na cadeira.
      Um verdadeiro estadista não tenta destruir seu país de olho na cadeira…

  7. Até bula de remédio, o genocida quis…
    Quantas centenas de pessoas, não morreram com essa brincadeira de cloroquina?
    Correto mesmo, seria afastar o miliciano e mandá-lo para Bangú.

    1. Vai chorando e torcendo. Tem até 2026. Essa CPI, a exemplo de tudo que inventaram até hoje, só serve de palanque pra Bolsonaro.

    2. Chora não BB , quer bubuzin quer? pq esse choro vai demorar viu rsrs

    3. Isso é só por enquanto.Com toda certeza vem mais atrocidades por aí .Esse presidente era pra está preso se o Brasil fosse um país sério .Mas aguardemos os fatos .A família Bozo vai passar .

    4. a esquerda é asquerosa…
      Usam a tática de Goebels. Repetir mentiras para ver se cola…
      O cara não sabe o que é um genocídio (sabe, mas faz de conta que não sabe) e ficam falando mal do presidente da República…
      Genocídios foram praticados na União Soviética, China e Cuba…
      Governos comunistas que mandaram matar milhões de pessoas.
      No Brasil temos uma pandemia…
      A esquerda e a imprensa são responsáveis pelos óbitos ao politizarem o assunto.
      Desde o início tentam se aproveitar da pandemia para se dar bem…
      A esquerda comemora cada óbito.
      Lula comemorou a chegada do coronavirus…
      Nas eleições, políticos faziam comícios… Onde estava o STF? O TSE? Renan Calheiros? Randolfe Rodrigues?
      Aí, agora, de repente, surgem muitos: “oooooohhh, a culpa é de Bolsonaro”.
      Bando de abutres tentando se aproveitar da desgraça alheia.
      São Paulo/Dória: 90 mil óbitos.
      Ceará de Ciro Gomes e Camilo Santana: 17 mil óbitos;
      Rio Grande do Norte governado por Fátima: 5.500 óbitos, muitos dos quais na fila esperando por uma UTI…
      Depois, de forma cínica, jogam a culpa em Bolsonaro…

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Saúde

Paulo Gustavo tem quadro irreversível, mas com sinais vitais, diz boletim

Foto: reprodução/Instagram

O ator e humorista Paulo Gustavo tem quadro irreversível, apesar de sinais vitais, segundo informou nesta terça-feira (4) a assessoria de imprensa do artista, com base no boletim médico.

“Após a constatação da embolia gasosa disseminada ocorrida no último domingo, em decorrência de fístula brônquio-venosa, o estado de saúde do paciente vem deteriorando de forma importante. Apesar da irreversibilidade do quadro, o paciente ainda se encontra com sinais vitais presentes.”

Fístula broncovenosa é uma abertura que ocorre entre os pulmões e as veias, o que acarretou a entrada de ar na corrente sanguínea do ator, a chamada embolia gasosa. Ainda segundo o boletim, essa entrada de ar foi disseminada, tendo afetado o sistema nervoso.

Internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, com quadro de Covid-19, Paulo Gustavo permanece no Serviço de Terapia Intensiva.

A piora significativa no quadro de saúde do ator aconteceu na noite de domingo (2). Paulo Gustavo vinha apresentando melhoras significativas, chegou a ter redução de sedativos e bloqueadores e interagir com médicos e também com o marido, Thales Bretas. À noite, no entanto, sofreu a embolia pulmonar.

“A família do ator continua agradecendo todo o carinho e pedindo orações dirigidas ao Paulo Gustavo, assim como às demais pessoas acometidas por essa doença terrível”, acrescenta a nota.

G1

Opinião dos leitores

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Saúde

COVID: Prefeitura de Montes das Gameleiras manda fechar tudo

O prefeito de Monde das Gameleiras, Jailton Felix de Pontes, mandou fechar tudo na cidade em decreto publicado na segunda-feira (3), com validade até o dia 17 de maio.

Segundo o decreto, além da suspensão do funcionamento de serviços e atividades consideradas não essenciais, haverá toque de recolher iniciando às 18h e durando até as 5h do dia seguinte. Também foi proibido o consumo de bebida alcoólica em qualquer ambiente público.

Hotéis, pousadas, bares, conveniências, clubes, casas noturnas deverão estar fechados durante a vigência do decreto. Campos de futebol, quadras e ginásios poliesportivos também serão fechados.

Veja abaixo os detalhes do decreto da cidade de Monte das Gameleiras:

Opinião dos leitores

  1. Minha nossa!!!! Uma comunicação oficial, de uma prefeitura, cheia de erros de português? Que triste ver isso nesse país.

    1. Para um país de analfabetos isso é normal. Vejo isso todos os dias.
      E pode ter certeza que a grande maioria das pessoas, mesmo que procurem, não vão achar qualquer erro, simplesmente porque também não sabem escrever.

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Política

Depoimento de Pazuello na CPI da Covid é remarcado para o dia 19

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid adiou para o próximo dia 19 o depoimento do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Ele seria ouvido nesta terça-feira (4/5), mas informou que não iria ao Senado após contato com duas pessoas infectadas pela Covid.

Com isso, o depoimento do ex-ministro da Saúde Nelson Teich ficará para esta quarta-feira (5/5). A oitiva estava prevista para ocorrer nessa terça (4/5), mas foi remarcada após Pazuello.

Segundo o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), Pazuello teve contato com “dois coronéis auxiliares dele que estão com Covid”. “Entrará em quarentena e não poderá vir amanhã”, explicou Aziz.

O secretário-geral do Exército, Francisco Humberto Montenegro Junior, enviou comunicado sobre o contato de Pazuello com os dois servidores do Executivo federal. “Solicito a possibilidade de análise da situação e dar as providencias dadas cabíveis”, disse.

CPI da Covid

A CPI da Covid-19 tem o objetivo de investigar as ações e omissões do governo federal no enfrentamento à pandemia e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio, além de possíveis irregularidades em repasses federais a estados e municípios.

Nesta terça, os 18 senadores, entre titulares e suplentes, que integram a CPI ouviram o depoimento do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. Ele comentou sobre ações desenvolvidas por sua gestão frente ao Ministério da Saúde e discordâncias com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre medidas de isolamento social e uso de medicamentos no tratamento de pacientes da doença.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. E agora José.Está treinando,analisando o que já foi dito pelos antecessores,tem 3 opções: nada a declarar,ordens são para serem cumpridas missão,atestado médico.

  2. Já não existem mais Generais como antigamente. Uma vergonha para a tropa. Deveria assumir e dizer a verdade doa a quem doer. Infelizmente estamos nessa situação. O cara ter receio de encarar Renan Calheiros e o Presidente da CPI só pode ser muito fraco.

  3. General de 💩, frouxo!
    Imagine isso num confronto.
    Em um país sério, esse pintor de meio-fio já estaria preso.

  4. General frouxo, com medinho de uma CPI……imagina numa guerra.
    Mas ser frouxo e fracassado é pré requisito pra fazer parte da Bozolândia.
    To até agora esperando a intervenção militar, segundo as vacas do Bozo a manifestação do final de semana foi um sucesso e ate tinha grito de guerra “eu autorizo”, hoje é quarta feira e nada do Bozo ter coragem de botar as tropas na rua e fechar o STF……
    Blefador Frouxo

  5. PAREM DE DIZER QUE O PAZUELLO ESTÁ FUGINDO DA CPI!!! QUEM LEMBRA DO BOLSONARO NOS DEBATES SABE QUE A DIREITA NÃO FOGE DA RAIA!!!
    kkkkkkkkkkkkkkk

    1. Que debate? Kkkkkkk
      O capitão Bozofrouxo não compareceu a nenhum debate…sabia que seria ridicularizado…🤡🤡🤡

  6. Na despedida dele do ministério, usou toda a sua valentia e arrogância pra constranger um auxikiar perguntando coisas que tinha apenas na kbca dele e seu auxiliar demorou segundos pra responder. Agora, na hora dele ser indagado pra responder pelos atos, a valentia sumiu. Pediu prazo pra ver o que seus sucessores irão dizer, aprender termos tecnicos pra ver se cola, mas se não aprendeu em 9 meses, aprender em 15 dias?

    1. Fica de boca aberta mané, quem sabe caia alguma coisa e vc aproveite na sua cabeça.

  7. Cão que ladra, não morde.
    O povo desse governo é tudo frouxo.
    Morrem de medo de investigações.
    Mas nas redes sociais, são todos valentes.
    Está com medo do que?

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Política

Campanha contra a Covid-19, cloroquina e críticas a Paulo Guedes: o depoimento de Mandetta na CPI

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Por mais de sete horas, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta foi o primeiro a prestar depoimento na CPI da Covid-19, instalada para apurar ações e omissões do governo do presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia do novo coronavírus.

Aos senadores, Mandetta disse que o Palácio do Planalto não queria fazer uma campanha oficial contra a doença, afirmou que não partiu da pasta então comandada por ele a ordem para que o Exército produzisse compromidos de cloroquina, medicamento ineficaz no tratamento à infecção, e ainda fez críticas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, a quem chamou de “desonesto intelectualmente” e “muito pequeno para estar onde está”.

Nesta quarta-feira, 5, o colegiado ouvirá o ex-ministro Nelson Teich, que deixou o Ministério da Saúde menos de um mês após tomar posse.

Mandetta afirmou que as coletivas de imprensa diárias, concedidas por ele e sua equipe, foram idealizadas para que o Ministério da Saúde pudesse transmitir informações e orientações sobre o coronavírus, já que não havia um plano de comunicação do governo.

“Aquelas entrevistas, elas só existiam porque não havia plano de comunicação. O normal, quando se tem uma doença infecciosa, é você ter uma campanha institucional. Como foi, por exemplo, a Aids. Havia uma campanha onde se falava sobre a Aids, como pega, orientava as pessoas a usar preservativo. Era difícil para a sociedade brasileira fazer, mas havia uma campanha oficial. Não queriam fazer uma campanha oficial [contra a Covid-19]”, disse o ex-ministro.

Na primeira parte de seu depoimento, Mandetta foi questionado pelo relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), sobre a ordem para que o Laboratório Central do Exército produzisse comprimidos de cloroquina, remédio ineficaz no tratamento à Covid-19. Segundo o ex-ministro, não houve nenhuma recomendação do Ministério da Saúde.

“A ordem não partiu do Ministério da Saúde. A única coisa que o ministério fez era recomendar para o uso compassivo, aos pacientes graves, em uso hospitalar. Mesmo porque é uma droga em que a margem de segurança dela é estreita. Ela tem uma série de reações adversas. A automedicação com cloroquina e outros medicamentos poderia ser muito arriscada para as pessoas”, explicou.

Mandetta também fez críticas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, a quem chamou de “desonesto intelectualmente” e de “muito pequeno para estar onde está”. Para o ex-ministro da Saúde, Guedes é uma das vozes que influenciou o presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia.

“Esse ministro era desonesto intelectualmente, uma coisa pequena, um homem pequeno para estar onde está”, disparou. “Quando esteve na Câmara, ele falou que [o ministro da Saúde] saiu com R$ 5 bilhões e não comprou vacina. Esse ministro não soube nem olhar o calendário para falar ‘puxa, enquanto ele estava lá, nem vacina havia”, acrescentou.

Em seu depoimento, Mandetta também disse que o titular da Economia “não ajudou nada”. “Pelo contrário, falava que já tinha mandado o dinheiro e que se virem. Vamos tocar a economia. Talvez tenha sido uma das vozes que tenha influenciado o presidente”, avaliou.

Jovem Pan

Opinião dos leitores

  1. Paulo Guedes é fraco,fraquíssimo,se não fosse Rogerio Marinho o Brasil estaria a deriva.Arrota conhecimento que não tem,muito presunçoso.

  2. O presidente preteriu o conhecimento técnico e científico do ministro Mandetta pra ser o maior aliado do vírus. Mas ainda pior que o presidente, são seus apoiadores que incondicionalmente como num transe semi coletivo, insistem em aplaudir os atos do “ídolo” mesmo que efeitos sejam desastrosos e irreversíveis, como nos casos de mortes. Criam o ambiente perfeito que está levando o Brasil rumo a tragédia humanitária vivida atualmente.

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Política

Câmara de Natal aprova projeto que torna bares e restaurantes essenciais

A Câmara Municipal de Natal aprovou durante sessão nesta terça-feira (4) o projeto que torna bares e restaurantes atividades essenciais durante a pandemia. A proposta é de autoria do vereador Aldo Clemente (PDT) e tem como objetivo estabelecer regras de funcionamento para o setor a partir de rígidos protocolos de segurança. O parlamentar justifica, no substitutivo ao Projeto de Lei Nº 166/2021, que o setor de restaurantes, bares e similares vem sendo um dos mais prejudicados pela pandemia, sendo este responsável pela geração de milhares de empregos.

“A aprovação desse projeto não é para a proliferação do vírus COVID, pelo contrário é para que sejam feitas as devidas fiscalizações. Nossa proposta é encontrar uma forma de proteger a vida da população, mas também o trabalhador, os salários e os empregos que já estão cada vez mais escassos. O setor vem sendo um dos mais prejudicados pela pandemia, sendo este responsável pela geração de milhares de empregos diretos e indiretos na capital”, disse Aldo Clemente.

O vereador de Natal destaca também a participação na arrecadação de impostos no Município. Ele alerta que o risco de falência desses estabelecimentos poderá impactar sobremaneira na arrecadação de impostos municipais. “A atividade turística movimenta hoje cerca de 65% da economia de Natal e os bares e restaurantes têm uma parcela significativa nessa área”, destacou o vereador.

O projeto, que já havia sido aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final da Câmara Municipal, também passou pelas Comissões de Saúde e de Indústria, Turismo, Comércio e Empreendedorismo da Casa. Com isso, a câmara municipal de Natal decidiu com 19 votos favoráveis e apenas 3 contrários pela aprovação da proposta. O projeto será encaminhado para o gabinete do prefeito Álvaro Dias (PSDB) para ser sancionado.

Opinião dos leitores

  1. GENOCIDAS …GENOCIDAS
    ALDO CLEMENTE, FELIPE ALVES, NINA, RANIERE, HERBERT, PAULINHO FREIRE, AROLDO ALVES, KLAUS , KLEBER FERNANDES, PRETO AQUINO, ANDERSON LOPES, PEIXOTO, ROBSON CARVALHO, CAMILA, ERIBALDO, TERCIO TINOCO, NIVALDO BACURAU, MILKLEY, LUCIANO NASCIMENTO, HERMES E ÉRICO…NATAL LEMBREM-SE DESSES CIDADÃOS. GENOCIDAS.
    UMA VERGONHA…BANCADA DE VEREADORES

  2. Coloquem também que segurança para a população é essencial, pq o cidadão natalense tá refém de bandidos.
    Os políticos têm suas seguranças e a população q paga seus impostos a cada dia mais insegura.
    Vejam as ocorrências no final de semana.
    Alguma coisa precisa ser feita.
    Governadora, bote os policiais p ronda nos bairros.

  3. Ótima notícia,Salvar empregos. E as aulas, quando nossos queridos professores e alunos serão essenciais?????

  4. Se o critério de avaliação do vereador esta pautado em tornar bares e restaurante essencial por conta dos empregos, faça também pra se tornar essencial “festas e eventos”, pois o setor sofre muito mais que bares e restaures e o desemprego ta bem maior.

  5. Projeto importantíssimo (SQN) e a pandemia do Covid19 agradece bastante pois agora terá mais locais para literalmente fazer a festa.

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Saúde

Conselho de Medicina pede na Justiça que leitos criados no RN para combate a Covid-19 sejam mantidos após pandemia

Foto: reprodução/Sesab

Diante da possibilidade do fechamento de leitos de UTI no Rio Grande do Norte, com a diminuição do número de casos de COVID-19, como ocorreu no final da primeira onda, por parte do Estado do Rio Grande do Norte, o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte – Cremern solicitou nos autos da Ação Civil Pública, que tramita na 4ª Vara Federal e ajuizada pelo Conselho, que os leitos abertos durante a pandemia fiquem tutelados na referida ação, o que garantirá que o fechamento dos leitos de UTI só será possível com autorização judicial.

Vale lembrar que através da ação do Cremern, 135 novos leitos de UTI foram abertos nos últimos anos. A Ação Civil Pública (Processo: 0004715-12.2021.4.05.8400) existe desde 2012 e neste período muitas negociações aconteceram com vários governos.

Nesta terça-feira (04), durante audiência, a Juíza Gisele Leite determinou que o Governo do Estado apresente informações sobre o que pretende reverter de UTI Covid-19 para UTI geral. A magistrada também marcou uma nova audiência para a manhã do próximo dia 17 de junho, com a finalidade de deliberar sobre o pleito. Também foi determinado que o município de Natal informe sobre qual o número de leitos de UTI Covid-19 existe e quais serão revertidos para UTI geral.

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Geral

Vice-presidente do escritório de advocacia Nelson Wilians visita Natal

Foto: reprodução

Natal recebeu na semana passada a visita de Fernando Cavalcanti, vice-presidente do Nelson Wilians Advogados, o maior escritório de advocacia da América Latina e que tem filial em nossa cidade desde 2008.

Para dar andamento a reestruturação administrativa do escritório iniciada há alguns meses, Fernando visitará todos os estados brasileiros e escolheu a nossa região para a primeira etapa do projeto (Natal e Recife).

Além disto, Natal é a cidade que Fernando elegeu para condução pessoal deste projeto. Periodicamente, junto com o sócio local do escritório, o Dr. Ângello Ribeiro, e a coordenadora Jamila Matos, estará na cidade para execução de uma série de ações que deixará a Filial de acordo com suas novas diretrizes administrativas e institucionais.

O time já está crescendo! Apenas no mês de abril foram contratadas 20 pessoas e a previsão serão mais 30 profissionais até o final de junho.

Opinião dos leitores

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Saúde

COVID: Brasil registra 2.966 óbitos e 77 mil novos casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta terça-feira (4):

– O país registrou 2.966 óbitos nas últimas 24h, totalizando 411.588 mortes;

– Foram 77.359 novos casos de coronavírus registrados, no total 14.856.888 milhões pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 13.442.996, com o registro de mais 77.359 pacientes curados. Outros 1.002.304 pacientes estão em acompanhamento.

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