Economia

União gastou R$ 450 milhões com afastamento de servidores em grupo de risco

Desde que a pandemia da Covid-19 foi anunciada, há um ano, o gasto do Executivo federal com salário de servidores afastados por integrarem o grupo de risco ultrapassou os R$ 450 milhões. Até fevereiro de 2021, pelo menos 11.940 funcionários públicos foram impedidos de desenvolver suas atividades, tanto no presencial quanto em casa. Não há nenhuma ilegalidade na situação. A medida foi tomada como parte das ações de prevenção ao coronavírus, seguindo as diretrizes de segurança da saúde. Os trabalhos desse grupo, entretanto, normalmente não podem ser desenvolvidos em casa.

O levantamento é do (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, com base nos relatórios disponibilizados pelo Ministério da Economia no Portal de Dados Abertos do governo federal. O custo do afastamento varia conforme o salário do servidor e corresponde à remuneração total líquida dele nos meses ausentes.

Segundo nota da pasta comandada por Paulo Guedes, a decisão de afastá-los é “em função das medidas de prevenção ao contágio pelo coronavírus, enquanto durar a situação de emergência na saúde pública devido à pandemia, conforme orientações divulgadas pelo Ministério da Economia, na Instrução Normativa nº 109/2020“.

O texto determina que servidores poderão ter a frequência abonada nos seguintes casos: idade superior ou igual a 60 anos; comorbidades; grávidas ou lactantes; caso tenham filhos ou sejam responsáveis por menores em idade escolar ou inferior, nos locais onde aulas presenciais ou serviços de creche estiverem suspensos; coabitação com idosos ou pessoas com deficiência e integrantes do grupo de risco para a Covid-19. Além disso, o funcionário público também tem direito a abono quando houver o fechamento das repartições públicas do órgão ou entidade onde trabalha.

Entre os cargos com maiores baixas, estão os professores de magistério superior (1.473) – devido, principalmente, ao período em que as aulas foram suspensas, ainda sem trabalho on-line –, seguidos dos auxiliares de enfermagem (893) e dos agentes administrativos (782). Já em relação aos órgãos ligados ao Executivo federal, o Ministério da Saúde foi o mais prejudicado em relação à mão de obra. Foram 1.635 servidores públicos afastados. A Universidade do Maranhão fica em segundo lugar, com 1.106, seguida do Comando do Exército, em terceiro, com 724.

Custo global

As normas para afastamentos e licenças de servidores públicos federais estão previstas, em sua maioria, na Lei nº 8.112, de 1990. Pela regra, o funcionário tem cobertura caso se ausente por motivo de doença própria ou de alguém da família; afastamento do cônjuge ou companheiro; serviço militar; atividade política; prêmio por assiduidade; estudo no exterior; para tratar de interesses particulares; maternidade e paternidade; e até mesmo em casos de prisão preventiva.

A soma dos gastos com todos os tipos de afastamentos e licenças – como custos com servidores cedidos a outros órgãos ou que exercem o cargo fora da sede do órgão no Distrito Federal –, que constam nos relatórios mensais de abril de 2020 a fevereiro de 2021, período da pandemia, ultrapassa os R$ 18,5 bilhões. Em todo o ano de 2019, o montante ficou em R$ 12,2 bilhões.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Mas o que tem de professores de nível superior em botecos e tocando em bares não é brincadeira. Essa turma da esquerda só é esquerda para trabalhar. Hipocrisia danada.

    1. Professores são aula no sistema remoto, logo, estão trabalhando, a matéria fala de profissionais que não tem como trabalhar de casa, aprenda a ler.

    2. Corretíssimo HIPÓCRITAS, conforme mostra o texto, os professores passaram meses sem dar uma única aula, sequer remota, e ainda assim receberam todo mês. Quem tem que APRENDER A LER é quem critica seu comentário.

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Economia

Corte de salário e jornada e suspensão de contratos deverão atingir 3 milhões

A nova rodada do programa que permite às empresas cortarem jornada e salário e suspender contratos de trabalho deve ter custo total entre R$ 5,8 bilhões e R$ 6,5 bilhões para o governo, responsável por pagar um benefício emergencial aos trabalhadores. A estimativa considera que 2,7 milhões a 3,0 milhões de acordos serão firmados entre patrões e empregados nas duas modalidades, segundo documento obtido pelo Estadão/Broadcast.

Os dados constam em nota técnica produzida pela Subsecretaria de Políticas Públicas de Trabalho do Ministério da Economia em 9 de março de 2021. Os técnicos ainda podem refinar os números, sobretudo se o quadro de agravamento da pandemia de covid-19 indicar maior demanda pelo programa.

Como revelou o Estadão, o governo prepara reformulação no seguro-desemprego para poupar recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e conseguir direcioná-los ao benefício emergencial (BEm). O programa que permite os acordos para proteger empregos e aliviar o caixa das empresas deve ter duração de quatro meses.

Um desenho inicial do BEm previa que o governo bancaria com recursos públicos os primeiros dois meses de benefício, e os outros dois seriam uma antecipação do seguro-desemprego. No entanto, o governo mudou a estratégia e decidiu bancar integralmente os benefícios de quem tiver jornada e salário reduzido ou contrato suspenso, sem interferir no seguro-desemprego desse trabalhador, que manterá o direito de forma integral caso seja demitido após o fim do acordo.

O dinheiro do BEm sairá todo do FAT, mas sem necessidade de aportes adicionais pelo Tesouro Nacional. Com o aumento substancial da dívida pública em 2020, a equipe econômica tem buscado soluções para combater a crise da covid-19 que dependam menos de recursos obtidos via emissão de dívida pública. A economia obtida com a reformulação do seguro-desemprego abrirá espaço dentro do fundo para essas despesas.

Cenários
Os técnicos traçaram três cenários para o pagamento do BEm, agora chamado de “Bolsa Emergencial”. No cenário-base, que na visão do governo é o que tem mais chances de ocorrer, haveria 1,16 milhão de acordos de suspensão de contrato e 1,69 milhão de acordos de redução de jornada e salário (total de 2,85 milhões). Considerando o gasto médio esperado com cada trabalhador, o custo do programa ficaria em R$ 6,14 bilhões.

Na redução de jornada e salário, os acordos podem ser firmados com cortes de 25%, 50% ou 70%, nos mesmos moldes da primeira rodada do programa em 2020.

No cenário conservador, menos contratos são alvo de acordo, 1,1 milhão em suspensão e 1,6 milhão em redução de jornada e salário. A despesa ficaria em R$ 5,82 bilhões. Já no cenário agressivo, haveria 1,2 milhões de suspensões de contrato e 1,8 milhões de acordos de redução de jornada e salário, com custo de R$ 6,46 bilhões.

As projeções levaram em conta as adesões ao BEm no período de setembro a dezembro de 2020. Os técnicos usaram esse período, e não o do pico de acordos logo no início do programa, porque consideram que houve uma acomodação no número de empresas que precisam do instrumento para seguir operando sem prejuízos e sem precisar demitir seus funcionários.

No início da pandemia, ainda sem grandes informações sobre o modo de dispersão da doença, muitos Estados decretaram o fechamento geral de atividades, inclusive industriais, o que gerou forte demanda pelos acordos. Hoje, muitos governadores já atuam sob protocolos preestabelecidos, segundo os quais as restrições são mais severas para os setores de comércio e serviços e mais brandas na indústria, onde há mais condições de se manter protocolos de distanciamento.

Por isso, o período de setembro a dezembro de 2020 é considerado uma amostra mais fiel ao que deve suceder agora, em 2021, com o relançamento do programa. O governo tem recebido informações de que o maior demandante do novo BEm será o setor de serviços.

Os cálculos também levaram em conta projeções de qual deve ser a duração dos acordos por faixa de renda. Na nota, essa metodologia é defendida sob o argumento de proporcionar estimativas “mais ajustadas”. No ano passado, o governo destinou R$ 51,55 bilhões ao programa, mas foram utilizados R$ 33,5 bilhões.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Santa Hipocrisia Batman!
    Os Bolsominions não dizem que estão preocupados com os empregos e a renda das pessoas?
    Essa é a forma de ajudar a economia e as pessoas a manter o emprego e a renda que o governo do Bozo encontrou?

  2. Se torna necessário, salvou milhões de empregos ano passado. Agora a questão é a celeridade que esse socorro vai chegar, dessa vez tá demorando muito a se concretizar as coisas, ai os empresários ficam descrentes nessa ajuda e não conseguem esperar e demitem logo

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Política

Anulação de condenações de Lula pelo Supremo mobiliza lava-jatistas no Congresso

A anulação das condenações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mobilizou parlamentares e partidos defensores da Lava Jato no Congresso. Eles tentam articular projetos anticorrupção e lançar ofensivas contra o Supremo Tribunal Federal. A avaliação é a de que a repercussão negativa da decisão do ministro Edson Fachin (STF) perante parcela da sociedade trará de volta à tona discussões que haviam sido postas em segundo plano, como as PECs (Propostas de Emenda à Constituição) da prisão após condenação em segunda instância e do fim do foro privilegiado.

Uma das manifestações organizadas desse sentimento pró-Lava Jato é o Movimento Muda Senado, que ganhou destaque no início da legislatura, em 2019.

Ele perdeu espaço no ano passado, com os pedidos de impeachment de ministros do STF sendo arquivados em bloco e sem a perspectiva da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Lava Toga. “Eu vi que é quase impossível qualquer movimento de impeachment de ministros [do STF]. Então o caminho era um projeto de lei. Pedi para a minha assessoria e para a assessoria legislativa do Senado para trabalharmos em um projeto que mude a forma de atuação do Supremo, isso para evitar impeachment e CPI”, afirma o senador Marcos do Val (Podemos-ES).

Dois dias após a revogação da condenação de Lula, o senador apresentou um projeto de lei para mudar as regras referentes a decisões monocráticas dos ministros, como a de Fachin. O projeto de lei prevê que decisões desse tipo que reconheça ou anule atos penais só terão eficácia após a ratificação por órgão colegiado.

Do Val ressalta que sua proposta não configura uma tentativa de pressionar ou interferir no Supremo, além de não ser resultado de um “revanchismo” partidário. “Os senadores não estão satisfeitos com essas decisões e o brasileiro também não. Não estamos interferindo no STF, estamos apenas legislando. Essa é a nossa função”, afirmou. “E também não é questão partidária, porque o Lula é de esquerda, nada a ver com políticas partidárias. O fato é que uma decisão monocrática traz instabilidade jurídica, que resulta na falta de investimentos, em desemprego e lá na ponta vai ter um cidadão brasileiro passando necessidades”, disse.

Um dos líderes do Muda Senado, Álvaro Dias (Podemos-PR) acredita que a decisão de Fachin tenha sido estratégica no sentido de salvar a Lava Jato e não de inocentar Lula, que poderá continuar sendo julgado, agora no Distrito Federal. No entanto afirma que o momento pode sugerir uma nova janela para a discussão de mudanças, após um período de retrocessos. “O que estamos verificando é uma forte reação dos cúmplices da impunidade, que ganharam entusiasmo a partir de 2019 e colocaram barreiras [para mudanças]”, afirma o senador, que elenca como retrocesso a lei de abuso de autoridade e a desidratação das 10 medidas anticorrupção.

Dias cita que a principal pressão deve ser em torno do foro privilegiado, que acrescenta ser um “manto protetor de mais de mil autoridades” e que cria uma cumplicidade entre o Supremo e os parlamentares. “Só senadores podem julgar os ministros do Supremo, assim como só os ministros do Supremo julgam parlamentares”, completa.

Na Câmara, lava-jatistas saíram em defesa da operação e se organizam para retomar discussões paradas, como a PEC da Segunda Instância. O texto tem como propósito antecipar o trânsito em julgado —ou seja, quando se esgotam as possibilidades de recurso. A Constituição estipula que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”.

No final de 2019, o STF confirmou que um condenado só começa a cumprir pena após o trânsito em julgado do processo —antes, era permitida a prisão de quem já tinha sofrido condenação em segunda instância, caso de Lula, por exemplo. O ex-presidente foi beneficiado pela decisão do Supremo e solto em novembro de 2019, após 580 dias preso na sede da Polícia Federal em Curitiba. O petista cumpria pena pelo caso do tríplex de Guarujá (SP). Na época, a mobilização provocada pela soltura de Lula intensificou o debate sobre a PEC de Segunda Instância.

Uma comissão especial da Câmara foi instalada em dezembro de 2019 para debater o mérito da proposta, mas os trabalhos do colegiado foram interrompidos por causa da pandemia do coronavírus e aguardam a autorização do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para serem retomados. “Eu acho que a indignação gerada pelo fim da Lava Jato, como está sendo feita pelo STF, pode trazer de volta a mobilização para pressionar o Congresso a aprovar medidas anticorrupção —como a PEC da Segunda Instância. Que, aliás, só foi aprovada na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça] graças à pressão popular”, afirma o líder do Cidadania na Câmara, deputado Alex Manente (SP), autor da proposta.

Para ele, aprovar a PEC da Segunda Instância ajudaria a reduzir a sensação de impunidade no país. “Só aqueles que têm acesso a recursos econômicos conseguem chegar até as últimas instâncias postergando as suas condenações”, disse.

“Se tivéssemos a já PEC aprovada, não estaríamos vendo a anulação das condenações do ex-presidente Lula.”

O deputado Igor Timo (MG), líder do Podemos na Câmara, também sai em defesa da Lava Jato. “O legado da maior operação de combate à corrupção do país precisa ser preservado e ampliado, e os recentes ataques à agenda anticorrupção evidenciam que a legislação brasileira precisa ser atualizada e aperfeiçoada”, disse.

Ele defende projetos de congressistas do partido que propõem o endurecimento do combate à corrupção no país, entre eles uma proposta que torna imprescritíveis os crimes contra o erário e outra que transforma a corrupção em crime hediondo. “Com esses dois projetos, mais fim do foro [privilegiado] e a Segunda Instância você bloqueia basicamente as principais brechas usadas pelos corruptos para permanecerem em liberdade”, disse.

“Você retira a blindagem de autoridades com o fim do foro, combate a protelação judicial com a segunda instância e o fim da prescrição, e, com a corrupção sendo crime hediondo no Brasil, você obriga o cumprimento da prisão em regime fechado e sem direito à fiança. Os corruptos não terão para onde correr.”

A PEC do Foro Privilegiado também é citada por Vinicius Poit (SP), líder do Novo na Câmara, como crucial para manter a espinha dorsal da Lava Jato. “O ideal é que o deputado e o senador estejam sob o mesmo regime jurídico de todos os cidadãos, porque é isso que eles são: cidadãos que representam cidadãos”.

O deputado defende ainda o projeto que reforma o Código de Processo Penal. Na avaliação dele, as mudanças podem ajudar a “racionalizar a estrutura recursal do processo e ajudar a evitar a repetição protelatória de questões já decididas.”

PEC da Segunda Instância

Transforma os atuais recursos extraordinário (STF) e especial (STJ) em ações revisionais extraordinária e especial –ou seja, antecipa o trânsito em julgado, ao eliminar as possibilidades desses recursos
Abrange todos os ramos do direito, não só o penal
Seria aplicada a novos processos, e não àqueles em curso
Status: comissão especial precisa votar o parecer do relator, Fábio Trad (PSD-MS)

PEC Foro Privilegiado

Veda a instituição de foro especial por prerrogativa de função nos casos de crimes comuns a ministros, congressistas e governadores, entre outros
Para infrações penais comuns, o foro especial seria mantido para o presidente, o vice-presidente, os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado e para o presidente do STF
Status: Remetida do Senado à Câmara em 2017; deputados, agora, tentam incluir a PEC na pauta

Projeto de lei 4459/20

Inclui no rol de crimes hediondos no Brasil o peculato, emprego irregular de verbas ou rendas públicas, corrupção passiva e ativa e tráfico de influência
Status: anexado a outro projeto que pode ser apreciado pelo plenário da Câmara dos Deputados

Projeto de lei 816/2021

Prevê que decisão monocrática de ministro do STF ou STJ que reconheça ou decrete nulidade de ato praticado em processo penal somente terá eficácia após sua ratificação por órgão colegiado
Status: proposta recém apresentada e seus autores buscam articulação para votação direto no plenário do Senado, uma vez que as comissões deixaram novamente de funcionar por causa da pandemia

Opinião dos leitores

  1. BG meu Lord !!
    Cadê o cachaceiro da 51??
    Ta calado.
    Deve tá prosiando com nhonho Botafogo.
    Kkkkkkkkkkkk

  2. Depois de criminosos corruptos inocentados, devemos oficializar as facções criminosas como partidos, pelo menos diminui os índices de violência nas comunidades que controlam. Infringiu a lei das facções, não tem stf que dê jeito, vai pro pau e pra morte. Agora procure direitos humanos. Rsrsrs

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Saúde

Mourão diz que governo falhou ao não fazer campanha pelo uso de máscara e contra aglomeração

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou nesta segunda-feira (15) que o governo federal deveria ter adotado desde o início da pandemia uma campanha de conscientização da população pelo uso de máscaras e contra aglomerações. Ele disse ainda que foi uma “falha” da administração federal não ter promovido esse tipo de ação.

“Eu julgo que nós deveríamos ter, desde o começo, tido uma campanha em nível federal —uma vez que as medidas locais pertencem aos gestores e isso é inconteste— mas uma campanha séria de conscientização da população. Não é uma questão de lockdown ou não lockdown, mas uma questão das pessoas entenderem que elas têm que se resguardar o máximo possível, evitando, vamos dizer, aglomerações com gente que desconhecem”, declarou Mourão, em entrevista ao canal MyNews.

“Uma coisa é você estar em reunião em família que todo mundo você sabe de onde veio, se teve doença, se não teve doença, se teve contato, se não teve contato. Outra coisa é você ir para ambiente onde não há nenhum tipo de controle. E isso a gente deveria ter falado o tempo todo. Assim como as próprias questões mais elementares, do uso de máscara, de lavar as mãos, do uso de álcool. Acho que isso foi uma falha nossa aqui do governo que a gente podia ter trabalhado melhor”, afirmou.

Questionado por que o governo cometeu essa falha, Mourão responsabilizou a área de comunicação do governo, a qual chamou de “claudicante.” “Essa questão da comunicação social, desde o começo do governo, tem sido claudicante. Essa é uma realidade, o governo tem inúmeros fatos extremamente positivos, que ele é incapaz de conseguir comunicar de forma organizada para a sociedade”, disse.

Ele afirmou ainda esperar que a troca da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), com a chegada do almirante Flavio Rocha, contribua para uma comunicação “mais profissional, eficiente e eficaz”. Rocha substituiu no cargo Fabio Wajngarten, que tinha o apoio da ala ideológica ligada ao presidente.

As declarações de Mourão ocorrem no momento mais duro da pandemia no Brasil, com recordes nas mortes diárias e vários estados com seus sistemas de saúde à beira do colapso. Além disso, elas vão na contramão do que tem feito o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desde a chegada da Covid-19 no Brasil. Bolsonaro tem um histórico de falas minimizando a pandemia, questionando a efetividade de máscaras e criticando qualquer política de isolamento social.

Ele também já colocou em dúvida a eficiência de vacinas e chegou a determinar que a Coronavac —imunizante desenvolvido por uma farmacêutica chinesa com o Instituto Butantan— não fosse adquirida pelo Ministério da Saúde. A Coronavac é considerada um trunfo político do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), um adversário político do Palácio do Planalto.

Recentemente, Bolsonaro tem tentado recalibrar seu discurso. Ele afirmou nas últimas semanas que nunca foi contrário a vacinas e defendeu a ampla imunização da população para a superação da Covid. Os ataques a governadores e prefeitos que promovem medidas de distanciamento social, como o fechamento de comércios, permanecem.

Questionado sobre se o país deveria ter adotado uma política nacional de isolamento para evitar mortes na pandemia, Mourão disse que o tema “é complicado” e que o Brasil é “muito desigual socialmente e regionalmente”. “Esta desigualdade afeta por demais nossa população. Uma grande parte precisa sair para rua todo dia para poder ganhar, usar um termo bem comum, ter o seu ganha-pão. A gente tem muita gente que vende o almoço para ter o jantar. A gente entende estas dificuldades e o presidente tem essa preocupação”, afirmou.

“Volto a dizer que [com] uma campanha de esclarecimento bem mais incisiva teríamos obtido resultados melhores. Agora, num país desigual, ocorreriam lamentavelmente a questão dos óbitos, principalmente nos mais idosos. Hoje quando conversamos com a classe médica, a grande preocupação é que esse ciclo que atravessamos tem atingido gente abaixo de 60 anos em quantidade significativa. E isso é extremamente preocupante.”

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Quem vive em.um.país sem governo, infelizmente tem que pagar muito caro.
    Jesus, salva o Brasil.

  2. Assisti a reportagem! Vi mais uma mídia tendenciosa tentando deturpar a realidade contra o atual Governo. O vice por sinal, já devia ter dado um corte logo no início das falácias que elas expunham quando a sem noção o chamou de Presidente. Mas logo adiante ele deixou claro que não era Presindete mas Vice. Ainda, em nenhum momento ele falou contra o Governo, como está no texto aqui escrito, pelo contrário, ele mostrou claramente que a responsabilidade foi tirada do Governo Federal em TODOS os aspectos, exceto despejar dinheiro para que os CANALHAS esbanjassem e mostrassem suas verdadeiras faces!!!!

  3. Tem que ser muito tapado para não ter capacidade de ver a realidade que está a um palmo à frente das venta!!!! A culpa pelas mortes e descontrole total é dos desgovernadores e imprefeitos que foram na onda do escritório do crime organizado-stf, aceitando a pecha que àquela facção os imputou como responsáveis por todos às ações relacionadas a pandemia, dando-os os meios para que fizessem o que sabem de melhor, com raras exceções, que roubar!!!!

  4. Uma das poucas vozes sensatas neste governo . Se comporta como estadista e não como um moleque.

  5. Este é o Mourão fazendo a sua propaganda política, pensando em 2022, ou alguém tem dúvida.

  6. Presidente inepto e negacionista resulta nisso! Quantas mortes não foram causadas pq esse jumento só sabe falar asneira e querer defender a família corrupta dele!

    1. Negacionista é quem nega leitos de hospitais e ivermectina.

  7. Esse Mouraé outro idiota que só faz passar o pano pra família Bozo. A primeira vez que vejo ele fazendo algo diferente. Só fala asneiras, cúmplice e culpado pelas mortes, negacionista e idiota.

    Deus tarda…

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Saúde

Hotel em Brasília nega versão de Ludhmila Hajjar sobre ameaça

O hotel em que a cardiologista Ludhmila Hajjar se hospedou em Brasília negou na noite desta segunda-feira (15) que tenha havido tentativa de invasão do quarto da cliente. Em entrevistas à CNN Brasil e à Globo News, a médica havia afirmado ter recebido ameaças após reunião no domingo (14) com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em Brasília, para discutir a possibilidade de ela assumir o Ministério da Saúde no lugar no general Eduardo Pazuello.

“O B Hotel informa que durante toda a estadia de Ludhmila no hotel, período compreendido entre os dias 14 e 15 de março de 2021, nenhuma ocorrência foi relatada nas dependências do empreendimento e nenhuma queixa, sobretudo por parte da vítima, foi repassada para à administração”, afirmou o hotel, em nota divulgada por sua assessoria de imprensa.

“Além do exposto acima, o B Hotel esclarece ainda que após tomar conhecimento das alegações concedidas por Ludhmila, consultou imediatamente o circuito interno de câmeras e não encontrou nenhuma ‘anormalidade’ nas imediações da suíte ou em qualquer outra área do empreendimento. Funcionários e colaboradores do B Hotel também foram ouvidos e nenhuma ocorrência similar foi constatada.”

Na entrevista dada aos veículos de comunicação, Ludhmila afirmou ter deixado o hotel após as supostas ameaças. “Recebi ataques, ameaças de morte que duraram a noite, tentativas de invasão em hotel que eu estava, fui agredida, [enviaram] áudio e vídeo falsos com perfis, mas estou firme aqui e vou voltar para São Paulo para continuar minha missão, que é ser médica”, disse Ludhmila, que recusou o convite de Bolsonaro.

Na noite desta segunda, Bolsonaro confirmou, para o lugar de Pazuello, o nome do presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga.

Queiroga será o quarto a ocupar o cargo em 12 meses de pandemia. Antes de Pazuello, chefiaram a pasta os médicos Luiz Henrique Mandetta e, por 28 dias, Nelson Teich.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Acho que o hotel não iria falar que sim,pois isto mostraria o quanto é fragilizada a sua segurança.Mas a ameaça pode ser feita de forma camuflada,uma palavra dirigida de forma sútil.Te cuida,ou dizer algo semelhante,não física….,uma ameaça velada.
    Ela agora deveria ser mais explícita,pois a divulgação de mentirosa já está nos jornais e blogs da situação e até da oposicão.

  2. Achei fantasiosa isso , ela nem ministro era !na verdade tinha o perfil midiático de Mandetta queria somente aparecer !

  3. Essa indicação seria uma brejeira, um jabuti pra cima do PR.
    Deram com os burros n,agua de cara viu o pazuello presente na reunião, deveria está pensando que o PR estava dando uma rasteira.
    Essa senhora seria um mandeta piorado, é amiga de muitos políticos.
    PR viu logo que não daria certo, aliás recebeu por educação, mas já era indicação vencida.

  4. De fato está médica foi chamada para uma conversa, fato inconteste, mais a mesma perdeu uma oportunidade grande de ficar calada em vários momentos e situações, querer gerar fatos é extremamente feio e deselegante, ou será que ela vai sair contando o que faz na intimidade dos seus relacionamentos? Devia saber que mentiras tem pernas curtas e como ser feio falar em demasia e se promovendo.

  5. Neste caso cabe suas situações : Primeiro ela fazer um BO e apresentar todas as provas que ela relata na entrevista, inclusive divulgar os áudios e vídeos para o conhecimento de todos. Segundo o B hotel fazer um BO por falsa declaração e/ou notícia de fato não ocorrido, e deixar a polícia apresentar os resultados.
    De repente era quase uma desconhecida da população brasileira, aí do nada já é vítima, tem coisa que precisa ser explicada por essa doutora.

  6. Isso é o que chamo de esquerdista infiltrada. Já inventou um monte de coisinhas. Imagina se tivesse assumido!

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Saúde

Novo ministro da Saúde descarta lockdown como política contra Covid

O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou à CNN Brasil que lockdowns são utilizados em situações extremas, mas que não podem ser “política de governo”. Quarto ministro da pasta no governo Bolsonaro, o cardiologista afirmou ainda que, embora não haja um tratamento contra a Covid-19, os “médicos têm autonomia para prescrever”.

Queiroga foi anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), nesta segunda-feira (15), para ocupar o lugar de Eduardo Pazuello, que sai da pasta em meio a inquérito para apurar se houve omissão do ministro quanto à crise sanitária de Manaus. À Folha, no último domingo (14), o novo ministro afirmou que a cloroquina não seria parte de sua estratégia de enfrentamento da pandemia –como foi com Pazuello–, caso fosse ministro. A droga faz parte do que o governo Bolsonaro diz constituir tratamento precoce contra a Covid –algo que, segundo cientistas, não existe.

“A própria Sociedade Brasileira de Cardiologia não recomendou o uso dela nos pacientes, e nem eu sou favorável porque não há consenso na comunidade científica”, disse Queiroga. “Existem determinadas medicações que são usadas, cuja evidência científica não está comprovada, mas, mesmo assim, médicos têm autonomia para prescrever”, afirmou.

O ministro anunciado também afirmou que se deve chegar a um ponto comum em relação ao tratamento precoce “que permita contextualizar essa questão no âmbito da evidência científica e da ciência”. A queda do ex-ministro Nelson Teich ocorreu ao receber um ultimato de Bolsonaro para ampliar o uso da cloroquina em casos de Covid, apesar da falta de evidências sobre a droga à época.

Divergências também levaram à queda do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, entre elas questões relacionadas a medidas de distanciamento social. Questionado pela CNN Brasil sobre o lockdown, Queiroga afirmou: “esse termo de lockdown decorre de situações extremas. São situações extremas em que se aplica. Não pode ser política de governo fazer lockdown. Tem outros aspectos da economia para serem olhados”.

O novo ministro avaliou ainda que, “quanto mais eficiente forem as políticas sanitárias, mais rápido vai haver uma retomada da economia”.

Por fim, ele também falou sobre vacinas e sobre pedidos do presidente quanto a questão: “O presidente quer que questões operacionais sejam colocadas de maneira clara, de tal sorte que o conceito de que o Brasil sabe vacinar se repita, e a gente consiga vacinar a população, que é a maneira mais eficiente de prevenir a doença”.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Agora o general vai voltar para a caserna e fazer o que ele sabe muito bem: ordem unida e gritar com os praças. É a sua formação.

  2. Nada de novo, todo mundo sabia qual preço a pagar pra entrar, ser humilhado, muitas vezes perder o emprego e depois ser expulso pelo bobo da corte.

    O poder, mesmo que momentâneo, cega, principalmente os idiotas.

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Política

Aprovação: Álvaro tem 70,6%, Fátima 42,5% e Bolsonaro 35,8%

A pesquisa Consult/Sistema Tribuna de Comunicação também aplicou a sondagem sobre a avaliação dos desempenhos dos governos do presidente Jair Bolsonaro, da governadora Fátima Bezerra e do prefeito Álvaro Dias. A administração do prefeito Álvaro Dias tem a aprovação de 70,63% dos natalenses, enquanto 20,25% desaprovam e 9,13% não tem opinião formada.

O governo Fátima Bezerra tem a aprovação de 42.5% e a desaprovação de 49,63%, enquanto 7,88% não têm opinião formada.

O governo do presidente Jair Bolsonaro obteve a aprovação de 35,88% e a desaprovação de 56%. 8,13% não têm opinião formada.

A pesquisa também aplicou os questionários com sondagem sobre a classificação dos governos com relação à avaliação em termos de ótimo, bom, regular, ruim e péssimo.

A administração do prefeito Álvaro Dias tem 43,88% de bom, 7% de ótimo e 31,25% de regular. O índice de péssimo é de 8,75% e de ruim 6,88%.

Responderam não sabe 2,25%

O governo Fátima Bezerra ficou, em Natal, com 21,25% de bom, 3,25% de ótimo e 35,13% de regular; enquanto teve 18,88% de péssimo e 19,75% de ruim.

Afirma que não sabe 1,75%

Em Natal, a administração do presidente Jair Bolsonaro tem 18,75% de bom; 6,38% de ótimo e 24,63% de regular. O percentual de péssimo é de 33,25% e de ruim 13,88%, sendo que 3,13% responderam não sabe.

Desempenho contra a covid

A pesquisa também aplicou questionários específicos com relação aos desempenhos dos governos com relação no combate da covid-19. O trabalho do governo Jair Bolsonaro, especificamente no combate à covid-19, é apontado como bom por 16,88%, como ótimo por 3,25%, regular por 20%, ruim por 19,88% e péssimo por 37,25%, enquanto 2,75% não sabem.

O trabalho do governo Fátima Bezerra no combate à covid-19 é avaliado como bom por 30%, ótimo por 3%, regular por 33%, ruim por 16,88% e péssimo por 15,63% e “não sabe” 1,5%.

O trabalho do prefeito Álvaro Dias no combate à covid-19 é avaliado como bom por 47%, ótimo por 5%, regular por 30%, ruim por 8,38%, péssimo por 7,25% e não sabe 2,38%.

Diante da pegunta “aprova ou desaprova”, o trabalho dos governos no combate à covid-19 e na assistência à população, de acordo com a pesquisa Consult/ Sistema Tribuna de Comunicação, 61,88% desaprovam o desempenho do governo Jair Bolsonaro e 30% aprovam; 8,13% ficaram sem opinião formada.

Com relação ao trabalho do governo Fátima no combate à covid e assistência à população 49,13% aprovam e 42,5% desaprovam. 8,38% não têm opinião formada.

O trabalho da administração de Álvaro Dias no combate à covid e na assistência à população tem a aprovação de 69,75% e desaprovação 20%, enquanto 10,25% não têm opinião formada.

TRIBUNA DO NORTE

Opinião dos leitores

  1. já pode mandar fátima fazer as reformas na casa dela. porque ela vai precisar passar mais tempo em casa a partir de 2023.

  2. A imprensa hipócrita, cinicamente, critica a politização da doença, mas fica publicanfo pesquisas eleitoreiras.
    Imprensa local todas ligadas a politicos e partidos políticos.

  3. Pesquisa fajuta, paga pela Tribuna, que já foi cooptada pela governadora do PT. Olha, o prefeito de Natal está se sobressaindo no combate ao vírus. Quanto ao presidente, tem sido o melhor "governafor" que o RN já teve. Não fosse ele, esse estado já teria acabado. Quanto à que deveria estar governando, NADA fez até agora, em nenhum aspecto. Governo bisonho, apático e, ainda pior, que está destruindo o restinho da economia potiguar. Uma catástrofe.

    1. Não tem coragem de se identificar pra tá falando merda

  4. Seria bom que essa pesquisa fosse em todo o estado." ALVARO DIAS? QUEM?" Venha Alvirus, Fatinha e o povão do RN tão preparado pra te dar uma lapada….esse aí não faz nem cosquinha…..aliás, no RN não existe hoje adversário para Fátima!

    1. Se ficar puto é pior. Teremos mais 4 anos de Fátima Bezerra para desespero dos mimizentos

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Economia

SETURN afirma que empresas não têm condições financeiras de cumprir determinação para reestabelecer frota de ônibus na quantidade pré-pandemia

O Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município do Natal – SETURN – divulgou nota na qual informa não ter condições financeiras de reestabelecer a frota de ônibus na quantidade pré-pandemia.

O SETURN diz ainda que o desequilíbrio econômico-financeiro sistematicamente imposto às empresas operadoras do serviço de transporte por ônibus já era insustentável, desde a vertiginosa redução no número de passageiros em março de 2020 em função da pandemia do coronavírus. Confira a íntegra da nota abaixo:

NOTA

O Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município do Natal – SETURN – vem a público esclarecer que em razão da absoluta incapacidade financeira das empresas assumirem os custos com a ampliação da frota informou à STTU na segunda-feira, dia 15 de março, que não terá condições de cumprir a determinação do município para reestabelecer as 81 (oitenta e uma) linhas com 566 (quinhentos e sessenta e seis) veículos.

O reestabelecimento da frota na quantidade de ônibus pré-pandemia, mesmo com a redução de tributos executada pelo Estado do Rio Grande do Norte e Município do Natal, implica em um custo mensal de aproximadamente R$ 7 (sete) milhões de reais, como declarado pelo próprio prefeito do Município do Natal em entrevistas recentes. Assim, a inexistência de definição do Poder Judiciário ou da Prefeitura a indicar fonte de recursos para o custeio das operações inviabiliza a retomada de 100% da frota, especialmente quando o volume de passageiros nos últimos dias se encontra em 40% da média histórica.

O desequilíbrio econômico-financeiro sistematicamente imposto às empresas operadoras do serviço de transporte por ônibus já era insustentável, desde a vertiginosa redução no número de passageiros em março de 2020 em função da pandemia do coronavírus. Apesar de bem-intencionada, a imposição judicial para a operação das novas Ordens de Serviço, apenas piora as ações de enfrentamento à pandemia, ignora toda a autonomia administrativa do Poder Executivo Municipal para planejar e executar as ações do sistema de transporte público municipal. Com isso, o sistema de transporte que já opera em seu volume morto, deve ser levado ao colapso.

Portanto, o SETURN, que não é parte no processo judicial e sequer foi ouvido, aguarda uma definição do Município do Natal, Poder Judiciário, Ministério Público ou Defensoria Pública quanto os estudos de viabilidade econômica e respectiva a fonte de custeio extratarifária da operação do transporte público para poder executar a determinação recebida.

Natal (RN), 15 de março de 2021
Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município do Natal – SETURN

Opinião dos leitores

  1. Grupp poderosíssimo, todo ano aumenta as passagens, trve época que aumentou 'n' vezes prometendo climatização e WiFi, em nenhuma das vezes cumpriu, exatamente, o que prometeu, são intocáveis.

    Deus sabe o que tem por trás dessas empresas .

    Sobre licitação: consegue barrar sempre, licitações desertas…

    Um dia a casa cai, como caiu em outras cidades e estados.

  2. Sem diminuir as aglomerações nos ônibus e demais meios de transporte sem vacinar o povo é impossível resolver no curto prazo o combate a Covid.
    CABE AOS GOVERNANTES UMA SOLUÇÃO.

  3. Empresa de ônibus é assim: quem manda é o Ministério Público Estadual, Ministério Público do Trabalho, Prefeitura Municipal, STTU, Sindicato dos Motoristas, Usuários… etc… etc… etc… e depois de tudo isso o dono da empresa.

  4. Tudo mentira nunca faturaram tanto como nessa pandemia bando de hipócritas inclusive já estão falando em uma nova onda de demissões.

  5. Parabéns seturn, está contribuindo com a disseminação da Covid em nosso Município. A sociedade pode ficar sem salário, mas os empresários não deve ficar sem lucrar muito. Sempre mostra aos políticos e ao judiciário que quem manda são eles.

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Judiciário

Inquérito contra Pazuello no STF deve ser encaminhado à 1ª Instância

De saída do Ministério da Saúde, Eduardo Pazuello deve ter inquérito aberto contra ele no STF (Supremo Tribunal Federal) remetido à 1ª Instância da Justiça, possivelmente à Justiça Federal de Brasília.

Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, foi confirmado, nesta 2ª feira (15.mar.2021), para assumir a pasta. O médico se reuniu com Bolsonaro no Palácio do Planalto. A expectativa é que a nomeação seja publicada 3ª feira (16.mar) no Diário Oficial da União.

O inquérito contra Pazuello foi aberto no Supremo a pedido da PGR (Procuradoria Geral da República). Apura a conduta do ministro que se despede do cargo diante do colapso na saúde pública de Manaus. A capital amazonense sofre com falta de oxigênio para pacientes com covid-19.

Entre as supostas atitudes apuradas, está a possível omissão do militar na tomada de providências para conter a emergência sanitária em Manaus. O relator do processo é o ministro Ricardo Lewandowski. Cabe a ele decidir se o caso sairá da Suprema Corte e, nesse caso, para onde ele vai.

Em fevereiro, Lewandowski ordenou que a Polícia Federal (Polícia Federal) ampliasse a investigação. Determinou que a autoridade policial colhesse depoimentos de funcionários do ministério e das secretarias de Saúde do Amazonas e da capital do Estado.

Os agentes também analisam documentos com informações sobre transporte de oxigênio e gastos com distribuição de medicamentos sem eficácia comprovada para tratamento precoce contra o coronavírus. O ministro negou qualquer omissão da União na crise sanitária.

Além da investigação sobre a crise em Manaus, a PGR apura, preliminarmente, se houve omissão do ministro da Saúde no enfrentamento da pandemia no Pará. Caso decida que há provas, um novo inquérito pode ser aberto no STF para investigar Pazuello.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Engraçado que o governador papou o dinheiro e o ministro leva a culpa. Vão catar coquinho bando de bestas.

  2. A pessoa aprovar um governo desastroso com esse, mostra cada vez mais que o nosso estado não sabe avaliar e votar corretamente. O PT não é um partido é uma facção criminosa querendo destruir o Brasil.

  3. Não vi o governador do Pará responder aos inquéritos por comprar ventiladores em casa de vinho e sem utilidade no tratamento da Covid-19, e o do Amazonas também não vai responder a nenhum inquérito por desvio de verba e na administração do comando da PANDEMIA, comando este determinado pelo STF em abril de 2020 e renovado em 2021.
    O governo federal só repassa o dinheiro, assim determinaram os demônios do apocalipse.

  4. Segura na Sela General da Logística e prepara o bolso para pagar Advogados. Pense numa roubada, tenho nem pena.

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Saúde

Brasil registra 10.111.954 pessoas recuperadas da Covid-19

O Brasil registrou nesta segunda-feira (15) mais 48.146 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 10.111.954 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 87,8% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é quase nove vezes superior ao número de casos ativos (1.128.369), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 97,3 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

  1. Atualmente estou fissurado em uma coisa: VACINA!

    Eu só penso no dia em que vou poder vacinar minha família e perder o pânico de perdê-los.

    Governadores e prefeitos tenham mais coragem!
    Batam de frente com esse governo irresponsável COMPREM!

    Manda vir, depois a gente vê o resto!

    1. Calma!
      Fatima ta comprando vários milhões de doses jája vc se vacina.
      Não tome vacina do governo irresponsável.
      Espere a de Fátima via consórcio Nordeste, essa é a boa.
      Vc e sua família devem esperar.
      Agora, compre umas redes novas pra família toda e espere deitado, que em pé cansa.
      Blz, seu boi tabaco??

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Saúde

Maioria dos natalenses considera que Prefeitura adotou melhor política de prevenção à Covid que o Governo do Estado

42% dos entrevistados na pesquisa Consult/Tribuna do Norte disseram que a Prefeitura do Natal adotou a melhor política de prevenção e atendimento à população em relação à Covid-19.

Já 35,5% consideram que foi o Governo do Estado. Outros 22,5% não souberam responder.

Opinião dos leitores

  1. Não se faz ciência por meio de pesquisa de opinião!
    Se fosse assim, nunca teríamos iniciado uma campanha de vacinação contra a febre amarela ou tomado outras decisões que contrariam a maioria da população que possui praticas e costumes errados e prejudiciais.
    Acordem para não serem manipulados com politicagem barata.
    É tempo de união e de salvar vidas e não de fazer politicagem barata tendo a vida das pessoas como moeda.
    TENHAM VERGONHA E CONSCIÊNCIA!

  2. É óbvio que se trata de mais um "funcionário" da governadora, gente que é paga para defendê-la. Por aqui tem vários. Mas, poderia citar alguma coisa que essa governadora fez pelo RN. Ao menos UMA ação.

  3. É inegável. Aliás, essa governadora apática, inepta e incompetente está destruindo o restinho do RN. Não há NADA de positivo que se possa atribuir a esse governo caótico. Não fosse a enorme quantidade de recursos enviados pelo governo federal, nem os salários dos servidores essa criatura estaria pagando. A propósito, não vai pagar os salários atrasados?

  4. Não tem comparação!
    Álvaro duzentas mil vezes melhor.
    Fatima tem que ser comparada ao prefeito de Manaus e ao governador da Amazônia.
    É por aí.

  5. Atualmente estou fissurado em uma coisa: VACINA!

    Eu só penso no dia em que vou poder vacinar minha família e perder o pânico de perdê-los.

    Governadores e prefeitos tenham mais coragem!
    Batam de frente com esse governo genocida e COMPREM!

    Manda vir, depois a gente vê o resto!

  6. Claro que o decreto do Prefeito é mais adequado. Ao mesmo tempo que combate o covid, prprocura preservar as atividades econômicas. O da Governadora é um desastre!

  7. Se fosse união a Desgovernadora não teria levado para o lado político e teria ajudado abrindo mais leitos de UTI, ao contrário disso sumiço na verba do governo federal que ela recebeu. É nisso que dar colocar uma incompetente no poder, o RN continua sofrendo com os governos anteriores e atuais. Só lamento ?

  8. Vamos ser sinceros : no tocante a pandemia a governadora deu uma surra em todos os sentidos no prefeito Álvaro Dias …. Vamos ser coerentes com as coisas e deixarmos de politicagem ,… a verdade tem que ser dita …. Fátima 10 X 0 em Álvaro

    1. E o que ela fez mesmo que 'deu uma surra'??? Cita apenas 3 exemplos…

  9. Fátima Bezerra 167 x 1 Álvaro Dias pra cuidar. Nesse momento precisamos de união e deixar às diferenças políticas de lado

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Saúde

Maioria da população de Natal aprova protocolo da ivermectina e azitromicina, revela pesquisa

61,5% dos entrevistados na pesquisa Consult/Tribuna do Norte divulgada nesta segunda-feira (15) avaliam como ‘certa’ a distribuição de medicamentos para evitar ou diminuir a força do coronavírus nas pessoas e adotar esses remédios (ivermectina e azitromicina) no protocolo de tratamento da doença.

Outros 8,63% avaliaram a adoção dos medicamentos como ‘muito certa’, enquanto 17,7% consideraram ‘errada’ e 2% ‘muito errada’. Pouco mais de 10% não souberam responder.

Perguntados sobre a posição do Governo do Estado ser contra a distribuição de medicamentos e protocolos médicos que indiquem a ivermectina e azitromicina, 61,38% dos entrevistados responderam que consideram o posicionamento do governo estadual ‘errado’, 3,38% ‘muito errado, enquanto 20,25% avaliam como ‘certo’ e 2,5% como ‘muito certo’. Já 12,5% disseram não saber.

Opinião dos leitores

  1. A medicina sabe, mas não sabe tudo. E com relação a Covid, sabe pouco. Entre os médicos não há consenso. Uns médicos dizem: "tome a, b, c, d, e.", outros dizem: "nao tome nada"
    Qual é o certo ? Morrem sem tomar nada ou tentar escapar, tomando tudo ?

  2. Um exemplo que poderia ser tomado por esse governo, seria o de uma cidade de MG , São Lourenço., que conseguiu zerar internações e mortes , por tomar medidas preventivas com ivermequitna /azitromicina ..e não de cidades com governos incompettentes que estão sob a mesma ideologia do daqui..pois ainda somos colônia ideológica dó comunismo barato lulista..vão morrer , infelizmente, muito mais…e a culpa será mais uma vez e de novo, .dos governos cuja ideologia comunista estão seguindo protocolo de genocidio e consequente derrubada do atual governo federal..minha opinião..!

  3. Poste lá no seu Instagram kkkkkkk
    Num é arrochado? Poste lá. Depois coloque a culpa da burrice nos militantes políticos.

  4. E dai? A maioria da população acredita em disco voador e em fantasmas . Com a palavra os cientistas. Não é pq a maioria acredita que a coisa existe ou funciona.

    1. Continue degustando capim q vc estará imunizado contra o bom senso contra a racionalidade e contra aquisição de inteligência. Arregoooooo.

  5. Já estão tentando manipular?
    O protocolo da Ivermectina associada a outos medicamentos para o tratamento é uma coisa. Agora o uso da Ivermectina como profilaxia do covid aí é outra bem diferente.
    Icentivar o uso da Ivermectina e reforcar o discurso de abertura do comércio é o que se vendeu e que é criminoso. Não adianta agora querer manipular com pesquisa. A conta chegou e qdo td isso passar, alguém vai ter que pagar.

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Economia

64,13% da população natalense é contra o fechamento do comércio, mostra pesquisa


Foto: Elisa Elsie

A maioria da população natalense (64,13%) é favorável a “permitir o funcionamento do comércio, prestadores de serviço, bares e restaurantes, com determinação de horário de funcionamento diferentes, dependendo das atividades”, segundo pesquisa exclusiva Consult/Sistema Tribuna de Comunicação, aplicada em Natal.

Além disso, o “fechamento das praias aos sábados e domingos e feriados” é apontado como certo por 56,75% dos natalenses e muito certo por 11,75%. Enquanto isso, o toque de recolher à noite nos dias úteis, e nos domingos e feriados é considerado como certo por 56,5% e muito certo por 7,13%. O levantamento pesquisa sai exatamente um dia antes da possível definição de novas medidas restritivas por parte do governo do Estado. Veja a pesquisa completa em reportagem da Tribuna do Norte.

Opinião dos leitores

  1. O povo quer trabalhar pra não ser demitidos e a familia não morrerem de fome.
    Infelizmente o governo do RN, não ajuda não da nada a ninguém, só tira.
    Sanguessugas!

  2. Atualmente estou fissurado em uma coisa: VACINA!

    Eu só penso no dia em que vou poder vacinar minha família e perder o pânico de perdê-los.

    Governadores e prefeitos tenham mais coragem!
    Batam de frente com esse governo irresponsável e COMPREM!

    Manda vir, depois a gente vê o resto!

  3. Na hora que o bolso apertar para os funcionários públicos eles mudaram de ideia bem rápido, o pobre coitado que trabalha todo santo dia pelo pão de cada dia é o que mais sofre nessa pandemia. Aquele que tem gordura boa não sabe o que é passar fome.

  4. Esses 36% que são a favor do fechamento são de SERVIDORES PÚBLICOS que seguem recebendo em dia sem irem ao trabalho, assim é fácil defender o lockdown do Governo do Estado

    1. Deixa de ser idiota jumento..São os servidores que estão ai na luta salvando vidas.. os nossos heróis..

    2. O comércio fechou pq o povo não respeita o distanciamento tão pouco tem hábitos de higiene, uso de máscaras etc. A culpa de todos, população mal educada paga o preço!!!!

    3. A idiotia é uma doença séria! Não cidadão, tem servidor público que não parou de trabalhar, mesmo com pandemia. Os que trabalham na saúde, os policiais, os agentes sanitários, os bombeiros, os professores. Quer que eu continue?

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Polícia

Felipe Neto é intimado a depor por ter chamado Bolsonaro de ‘genocida’


Foto: Reprodução Twitter e Reprodução Instagram

Felipe Neto recebeu nesta segunda-feira (15) uma intimação da Polícia Civil do Rio de Janeiro para comparecer à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática. Segundo ele contou no Twitter, onde mostrou a intimação, terá que responder por crime contra a segurança nacional por ter chamado o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de genocida. Em nota, a Polícia Civil disse que Felipe foi intimado após o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos – RJ) protocolar uma petição comunicando crime contra segurança nacional.

“Um carro da polícia acaba de vir na minha casa. Trouxeram intimação para que eu compareça e responda por crime contra segurança nacional porque chamei Jair Bolsonaro de genocida. Jair Bolsonaro de genocida. Carlos Bolsonaro foi no mesmo delegado que me indiciou por corrupção de menores. Sim, é isso mesmo”, disse Felipe, lembrando que, na semana passada, o vereador abriu uma queixa-crime contra a atriz Bruna Marquezine e ele por supostos crimes de difamação contra o presidente.

“A clara tentativa de silenciamento se dá pela intimidação. Eles querem que eu tenha medo, que eu tema o poder dos governantes. Já disse e repito: um governo deve temer seu povo, NUNCA o contrário. Carlos Bolsonaro, você não me assusta com seu autoritarismo. Não vai me calar”, afirmou Felipe.

“Minha atribuição do termo ‘genocida’ ao Presidente se dá pela sua nítida ausência de política de saúde pública no meio da pandemia, o que contribuiu diretamente para milhares de mortes de brasileiros. Uma crítica política não pode ser silenciada jamais!”, disse o youtuber.

“STJ já arquivou processo de crime contra a segurança nacional por críticas ao Presidente, quando tentaram silenciar à força Marcelo Feller, justamente por chamar Bolsonaro de genocida. Ninguém será silenciado à força nesse país por criticar seu pai, Carluxo”, garantiu Felipe.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro divulgou uma nota sobre o caso. “A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) intimou Felipe Neto após o vereador Carlos Bolsonaro protocolar uma petição comunicando crime contra segurança nacional em que o presidente Jair Bolsonaro seria vítima. Após o intimado ser ouvido, o caso será encaminhado à Justiça”, afirmava o comunicado.

Procurada, a assessoria de Felipe Neto também se manifestou. “Por meio de sua assessoria de imprensa, Felipe Neto afirma que sua equipe jurídica está ciente do ocorrido e já está adotando todas as medidas cabíveis para cessar mais uma tentativa de silenciamento, fruto de uma clara perseguição da extrema-direita, obviamente desesperada pela ascendente perda de popularidade”, dizia a nota.

Entenda o caso

O vereador Carlos Bolsonaro disse na quinta-feira (11) ter aberto uma queixa-crime contra Felipe Neto e Bruna por supostos crimes de difamação contra o presidente. Para ilustrar seu post, Carlos usou uma cena de Bruna na série Nada Será Como Antes em que ela aparece nua e uma foto de Felipe fazendo careta.

Em seu post, Carlos citou o artigo 138 do Código Penal. “Art. 138 – Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena – detenção, de seis meses a dois anos, e multa. § 1º – Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga”, dizia o texto.  “Queixa-crime: encaminhamos queixa-crime contra Bruna Marquezine e Felipe Neto por supostos crimes contra o presidente da República. Ódio do Bem”, estava escrito na imagem postada pelo vereador com as fotos de Bruna e Felipe.

Quem – globo.com

Opinião dos leitores

  1. Se você quer que o Felipe Neto seja preso por xingar o presidente, você é tão hipócrita quanto o próprio Felipe Neto.

    1. O bozo quer ser chamado de lindo imperador salvador do Brasil muuuuuuuuuuu

  2. Pau que bate em Chico tem que bater em Francisco né?
    O deputado tá preso por insultar os ministros do STF, nada mais justo que moleque provar do mesmo veneno.

  3. Ta na hora de intimar a deputada Natalia Risonha, a vida dela é chamar Bolsonaro dw genocida

  4. Esse rapaz se encontra naquela situação que pode ser simplificada assim:
    Você não gosta de mim, mas sua filha gosta.

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Saúde

Pela primeira vez, RN ultrapassa 1 mil pacientes internados com Covid-19

O RN ultrapassou nesta segunda-feira (15) a marca de 1 mil pessoas internadas por Covid-19. É a primeira vez que isto ocorre deste o início da pandemia.

Segundo dados da Sesap, 1.016 pacientes confirmados com a doença estão internados, sendo 626 na rede pública e 390 na rede particular.

São 464 pacientes internados em leitos clínicos nas redes pública e privada, enquanto 552 estão internados em leitos críticos (UTI e semi-intensivo).

A ocupação de leitos críticos na rede privava é de 92% e na rede privada é de 100%, segundo o boletim epidemiológico nº 314, divulgado pela Sesap nesta segunda-feira (15).

Opinião dos leitores

  1. Atualmente estou com pensamento fixo em uma coisa: VACINA!

    Eu só penso no dia em que vou poder vacinar minha família e perder o pânico de perdê-los.

    Governadores e prefeitos deveriam ter mais coragem!
    Batam de frente com esse governo genocida e COMPRAR!

    Deus nos proteja enquanto isso!

    1. E os leitos?
      E os hospitais fechados?
      E o hospital de campanha?
      E os respiradores?
      E o aluguel das ambulâncias?
      E os ventiladores quebrados?
      E os desempregados?
      E o comércio quebrando?
      E o turismo naufragando?
      E os municípios abandonados por Fátima?
      E as propagandas mentirosas?(foram gastos 18 milhões)..
      E O POVO POTIGUAR MORRENDO A MÍNGUA SEM ASSISTÊNCIA POR FALTA DE GOVERNO ESTADUAL??
      Responda o povo quer saber.

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Saúde

Brasil ultrapassa 10 milhões de aplicações da 1ª dose de vacina contra covid


Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O Brasil vacinou pelo menos 10.014.374 pessoas com a 1ª dose de imunizantes contra a covid-19 até as 18h desta 2ª feira (15.mar.2021). Desses, 3.646.272 receberam a 2ª dose. Ao todo, foram 13.660.646 doses administradas no país.

O número de vacinados com a 1ª dose no país representa 4,7% da população brasileira. Os vacinados com as duas doses são 1,7%. Os dados são do CoronavirusBot, que compila dados das secretarias estaduais de saúde.

A quantidade de pessoas que receberam a 2ª dose no Brasil equivale a 36% dos que tomaram a 1ª dose. As vacinas que estão em uso são a CoronaVac e a de Oxford/AstraZeneca. Ambas são administradas em duas doses.

Proporcionalmente, o Amazonas foi o Estado que mais vacinou: 8,0% de sua população recebeu a 1ª dose. É seguido por São Paulo (6,2%) e Distrito Federal (5,5%).

Em números absolutos, São Paulo é o Estado que mais administrou primeiras doses. Foram: 2.884.407 aplicações. Equivale a 29% de todos os vacinados com a 1ª dose no país. Na sequência, aparece Minas Gerais e Rio de Janeiro (os vacinados em ambos os Estados representam 8% dos vacinados brasileiros).

São Paulo também lidera a aplicação da 2ª dose. Foram 1.098.261 os que receberam as duas unidades. São 38% dos paulistas que receberam a 1ª injeção e 2,4% da população estadual.

Mato Grosso do Sul tem a maior taxa de vacinados com as duas doses: 50% dos que tiveram a 1ª aplicação também tomaram a 2ª vacina. Também é o Estado em que mais habitantes receberam as duas unidades: 2,7% da população teve as duas aplicações.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Com uma lentidão dessa nós ESTAMOS LASCADOS…. … Um descaso total do governo federal para com o povo brasileiro … Dias difíceis esses nossos .?

  2. Fraco igual a caldo de biloca, não chegou sequer a 10% da população. Acredito que é o único país no mundo, que continua com a curva ascendente de mortes. Irresponsabilidade dos governantes e do povo também, cada um fazendo a sua parte.

  3. Fraco igual a caldo de biloca . Acredito que é o único país no mundo, que continua com a curva ascendente de mortes. Irresponsabilidade dos governantes e do povo também, cada um fazendo a sua parte.

  4. Os EUA alcançam esse número em quatro dias de vacinação.
    Total desinteresse desse desgoverno federal.
    Terrível.

    1. Quer que o governo federal compre vacinas sem a aprovação da ANVISA? Acha que aprovar vacina é como fazer um bolo? Mesmo solado, dá para comer.

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