Educação

Escolas da rede pública de São Gonçalo recebem ações do programa Educação Conectada

O programa Educação Conectada fomenta ações para auxiliar que o ambiente escolar esteja preparado para receber a conexão de internet, destinar aos professores a possibilidade de conhecerem novos conteúdos educacionais e proporcionar aos alunos o contato com as novas tecnologias educacionais. Foto: Divulgação

As escolas da rede municipal de educação de São Gonçalo do Amarante/RN começaram a receber a instalação das redes de acesso à internet de alta velocidade, oferecidas por meio do Programa de Inovação Educação Conectada. As 52 escolas municipais realizaram adesão ao programa de apoio à universalização da internet e ao fomento do uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica.

Othon Militão, secretário municipal de Educação, ressalta a importância da tecnologia nas unidades de ensino. “O acesso à internet pelas escolas possibilita a realização de atividades pedagógicas por toda a comunidade escolar, sobretudo viabilizando o desenvolvimento do processo das aulas, sejam elas no formato presencial e/ou remoto, uma necessidade imposta pela pandemia. A tecnologia é uma ferramenta que proporciona condições para a pesquisa e ações pedagógicas na produção de conhecimento, melhorando a aprendizagem dos nossos estudantes”, destacou.

As ações desenvolvidas pelo Educação Conectada estão organizadas em quatro dimensões: visão, formação, recursos educacionais digitais e infraestrutura. Nesse sentido, o Programa fomenta ações para auxiliar que o ambiente escolar esteja preparado para receber a conexão de internet, destinar aos professores a possibilidade de conhecerem novos conteúdos educacionais e proporcionar aos alunos o contato com as novas tecnologias educacionais.

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Educação

Dez massacres em escolas foram evitados em 2021 no Brasil com apoio de agência americana, diz governo federal após caso no RN

Foto: Divulgação

O plano frustrado de dois adolescentes, de 14 e 15 anos, de invadir pelo menos duas escolas no Rio Grande do Norte e matar outros jovens num ataque impiedoso, com uso até de coquetel molotov, chamou atenção no último domingo (15), quando policiais civis do RN e de Goiás se anteciparam e conseguiram chegar até os garotos. No entanto, engana-se quem pensa que trata-se de um caso isolado. Isso porque, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), só este ano – que ainda não acabou –, já chega a dez o número de casos como o do último domingo, que poderiam ter acabado em tragédia, mas foram evitados pela polícia com o uso de inteligência integrada. A maioria, no primeiro semestre.

Segundo a pasta, as polícias têm conseguido se antecipar à ação desses jovens através do uso de informações levantadas pelo Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) da Secretaria de Operações Integradas (Seopi) e com a colaboração da Agência americana de Investigações de Segurança Interna (Homeland Security Investigations – HSI). No caso do RN, por exemplo, conversas foram flagradas entre dois primos, que falavam em incendiar colégios e “matar todo mundo”. Tudo através da internet.

Além do Rio Grande do Norte, segundo o MJSP, houve casos de massacres evitados em escolas do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Paraíba. Os planos foram arquitetados por jovens de 14 a 19 anos, no período de maio a agosto de 2021.

O MJSP reforçou ainda que, em parceria com o Departamento de Segurança Diplomática dos Estados Unidos, promoveu um seminário de “Identificação, Análise e Mitigação de Ameaças” no ambiente das escolas. A iniciativa, diz a pasta, apresentou técnicas de prevenção e repressão a ataques em escolas brasileiras para 500 policiais civis das unidades de inteligência e de investigação de todo o país.

Veja os casos citados pelo governo federal

Agosto

Investigações apontaram para as polícias civis do Rio Grande do Norte e de Goiás que quatro adolescentes planejavam invadir escolas para incendiá-las com alunos dentro. As conversas interceptadas mostraram que os garotos já tinham até escolhido as roupas que utilizariam no dia do ataque e que combinavam dias para testar explosivos, como coquetel molotov.

Restou-se apurado que, no caso, eram dois adolescentes, primos, por trás do plano criminoso. Eles foram localizados pelos policiais em casa: um em Campo Redondo, no Rio Grande do Norte, e outro em Itumbiara, em Goiás.

Julho

No dia 1° de julho, um ataque a uma escola pública de Santa Rita, na Paraíba, também foi impedido graças a dados obtidos pela Secretaria de Operações Integradas, segundo o MJSP. Na ocasião, a Polícia Civil paraibana conseguiu chegar à casa de um jovem de 14 anos, onde realizou busca e apreensão.

Junho

Em 1º de junho, um adolescente de 16 anos foi apreendido pela Polícia Civil do Paraná, na cidade de Palmas, após um reltório enviado pela HSI ao governo federal. Segundo a polícia, ele não só planejava ataques, como dizia ser uma espécie de mentor para jovens que pretendiam fazer atentados. Com eles, agentes encontraram fotos do autor do massacre de Suzano (SP), quando nove pessoas foram mortas.
Investigação: PF cumpre mandados de busca e apreensão em investigação de propina de R$ 250 mil na OAB-SP

Maio

O mês de maio, segundo constam os registros do MJSP, foi o mês do ano em que mais houve casos impedidos: foram pelo menos quatro.

Em 5 de maio, a Polícia Civil do Rio foi acionada após a Secretaria de Operações Integradas identificar que um adolescente de 15 anos da cidade de Cabo Frio divulgava em redes sociais que pretendia invadir um colégio da região para matar um professor e dois alunos. “Em depoimento, ele afirmou que planejava matar um professor e dois funcionários da escola, além de alunos e que utilizaria uma arma branca e coquetéis molotov.

A intenção seria atacar na hora do recreio”, disse a Polícia Civil em nota na ocasião. “Os policiais descobriram diversas mensagens escritas pelo jovem. Em uma delas, o adolescente diz ter começado a planejar a ação no dia 4 de maio e realizaria o ato dois dias depois dessa data”.

No Distrito Federal, no dia 20 de maio, o Ministério da Justiça e Segurança Pública enviou um relatório à Polícia Civil local sobre uma jovem, de 19 anos, que planejava realizar um atentado a uma escola. Ela foi detida e liberada após prestar depoimento. Com ela, foram encontradas armas falsas e uma máscara. Segundo as investigações, a jovem planejava executar o crime com o retorno das aulas presenciais do ano letivo.

Em 27 de maio, informações levantadas pela pasta conseguiram impedir mais um ataque, desta vez em escolas de Goiânia, em Goiás. Na ocasião, a Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na casa de um adolescente. No celular dele foram encontrados indícios de participação em grupos que planejavam atentados à escolas, e que faziam alusão a grupos extremistas.

No dia 28 de maio, Um dia depois, foi impedido um ataque a escolas em Minas Gerais, com a apreensão de um adolescente pela Polícia Civil.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Temos que mudar a legislação e colocar esses menores em cadeia comum.
    Deviam serem denunciados por atentado terrorista a apodrecer em uma cadeia destinada a menores. Mas teriam que pegar, por baixo, uns 20 anos em regime fechado.
    A LEGISLAÇÃO PENAL CLAMA POR MUDANÇAS PARA ACOMPANHAR O RITMO DE VIOLÊNCIA DA NOSSA SOCIEDADE.
    OBS: EU VOTEI E VOTO NO CAPITÃO BOLSONARO. 2022.

    1. Foi teu capitao que demitiu o ministro da Justiça, que iria mudar o Código Penal. Meus pêsames.

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Polícia

PF investiga adolescentes por plano de massacre em escolas do RN; outros dois estão na mira por ‘ato preparatório de terrorismo’

Dois adolescentes do Rio Grande do Norte são investigados por supostamente planejarem um massacre em escolas na cidade de Campo Redondo, a 147 quilômetros de Natal. Um deles mora na cidade onde aconteceria o atentado e o outro é de Itumbiara, interior de Goiás. Ambos são primos e são potiguares. Na ação, seriam utilizadas armas químicas, conhecidas como “coquetel molotov”. Segundo as investigações, há ainda outros dois adolescentes envolvidos e a investigação será conduzida pela Polícia Federal como ato preparatório de terrorismo.

A Polícia Civil do RN foi até a casa de um dos adolescentes e informou o caso aos pais. Os jovens têm entre 14 e 15 anos e segundo as investigações preliminares, se inspiram no massacre de Columbine, ocorrido em abril de 1999, quando 15 pessoas morreram numa escola do Colorado, nos Estados Unidos. As motivações dos adolescentes serão investigadas pela Polícia Federal. A operação foi coordenada pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI-MJSP), através do Laboratório de Operações Cibernéticas (CIBERLAB), contou com a participação da Agência de Investigações de Segurança Interna da Polícia de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (Homeland Security Investigations – HSI).

Matéria completa AQUI.

 

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Polícia

Polícia Civil do RN e GO identificam adolescentes que planejavam ataques a escolas com “coquetel molotov”

Policiais civis da 9ª Delegacia Regional de Polícia (9ª DRP) de Santa Cruz, em ação conjunta com a 6ª Delegacia Regional de Polícia de Itumbiara/GO e a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos de Goiás (DERCC), identificaram e localizaram, nesse domingo (15), adolescentes que planejavam ataques a escolas no município de Campo Redondo.

A operação, que foi coordenada pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI-MJSP), através do Laboratório de Operações Cibernéticas (CIBERLAB), contou com a participação da Agência de Investigações de Segurança Interna da Polícia de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (Homeland Security Investigations – HSI).

Segundo as investigações, pelo menos quatro adolescentes realizavam esse planejamento de invasão a duas escolas. Dentre eles, estão dois primos, um residente na cidade de Campo Redondo e outro em Itumbiara/GO. Na ação, seriam utilizadas armas químicas, conhecidas como “coquetel molotov”.

Ainda durante as investigações, apurou-se que os jovens já haviam escolhido pela internet as roupas que seriam utilizadas e, em seguida, testariam os equipamentos que seriam usados por eles durante a ação nas escolas.

As equipes se deslocaram até as residências e localizaram os adolescentes. Os responsáveis por eles foram acionados e os apresentaram na delegacia, onde houve a confirmação dos fatos apurados. Além disso, foi confirmado pelos familiares, que o adolescente residente em Itumbiara estaria com viagem marcada para interior do Rio Grande do Norte.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Opinião dos leitores

  1. Pois é, depois 16 anos com a petralhada ensinando q fumar maconha é uma das conquistas da educação, o q esperar dos milhões q foram doutrinados por professores psicopatas? A maioria dos jovens sem rumo e envolvidos no tráfico provém desse 16 anos de atraso educacional e o pior, professores militantes, miseravelmente, insistem em não profissionalizar os jovens.

  2. Não sabia que o governo incentivou a população a utilizar coquetel Molotov. Tem cada idiota petralha !

  3. Esse é o exemplo que esse ladrão miliciano e genocida vai deixar pro Brasil isso se deve a ele incentivar compras de armas a população e sobre cai nos adolescentes invés de investir a população a compras de armas incentive a compra de livros notebooks e crie mais vargas em universidades e instituições federais siga o exemplo do melhor presidente desse país oh genocida ladrão

    1. Kkkkkkkkkkkkk é muita inocencia! deuxa essas crianças te pegarem! Ai tu vai ver o que é não tef ums arma!

    2. O engraçado é que esses inocentes aí foram educados na base do GOVERNO do PT, mas a culpa é do presidente, não entendo como 16 anos de governo e o PT não criou uma educação digna, pq hein?

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Educação

Maioria das escolas que aderiu ao modelo cívico-militar registra redução da violência e de faltas

Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

O Ministério da Educação deve levar ainda neste ano o Programa de Escolas Cívico-Militares (PECIM) a mais 74 escolas. A meta é atingir 216 instituições de ensino até 2023. Embora seja custeado pelo governo federal, o programa depende da adesão das unidades da federação – até agora, são 22 – e cada secretaria estadual de educação participa da seleção das escolas que adotarão o novo modelo.

No ano passado, o governo federal destinou R$ 15 milhões para o programa, que contemplou aproximadamente 77 mil alunos. A preferência é por escolas com problemas de violência ou com um grande percentual de alunos em situação de vulnerabilidade.

Das 54 vagas abertas para o ano letivo de 2020, três não vingaram. Nas 51 restantes, o projeto parece ter sido bem-sucedido. Segundo um levantamento feito pelo MEC, 85% dos gestores relataram redução nas faltas e na evasão; 65% apontaram diminuição nos índices de violência escolar e 61% afirmaram que houve melhora na administração da escola. Para 77%, o ambiente de trabalho melhorou.

Na edição de 2021, escolas de 219 municípios demonstraram interesse em participar. Por causa da pandemia, entretanto, a implementação do programa atrasou e ainda não teve início. A expectativa é de que isso aconteça no segundo semestre. “Apesar desse impacto negativo nas atividades presenciais em sala de aula, as escolas adotaram eficazmente o acompanhamento das atividades acadêmicas por meio de buscas ativas pelos militares e profissionais de ensino”, informou, em nota, o Ministério da Educação.

De acordo com o coordenador-nacional do PECIM, o capitão de mar e guerra João Carlos Kuster Maia, os militares também atuaram durante o período de aulas remotas. Dentre outras atividades, afirma o capitão, “eles colaboraram nas atividades de organização administrativa e de ambientes da escola, na recuperação de instalações, manutenção de equipamentos, busca ativa de alunos – minimizando a evasão escolar -, no atendimento aos pais e responsáveis e no apoio à capacitação de servidores”, explica.

A ideia do programa é replicar a lógica das escolas militares, que apresentam um desempenho muito superior ao das demais escolas públicas. Mas o modelo implementado é diferente do adotado pelas instituições geridas pelas Forças Armadas e pela Polícia Militar: no PECIM, o sistema é híbrido. Não há substituição dos professores ou dos diretores das escolas, que continuam sendo civis, geralmente selecionados por concurso. A diferença é que a escola ganha o “reforço” de militares: coordenadores de gestão e monitores que se encarregam de cuidar da gestão da escola, de melhorar a disciplina dos alunos e de promover o civismo.

Dentro de sala de aula, o conteúdo segue inalterado, mas o modelo pedagógico será mais parecido com o das escolas militares. Conforme prevê o projeto: ele será baseado “nos padrões de ensino adotados pelos colégios militares do Comando do Exército, das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares”.

Embora os militares que atuam nas escolas sejam identificados como “voluntários”, eles também recebem um auxílio financeiro, que em boa parte dos casos gira em torno dos R$ 3.500. Quando preenchem a ficha de inscrição, os militares devem escolher quatro cidades ou regiões metropolitanas nas quais estão dispostos a trabalhar. Além de integrantes das orças armadas, o programa também permite a participação de policiais militares. Os militares são membros inativos das Forças Armadas, selecionados pelo Ministério da Defesa. O salário deles é bancado pelo governo federal.

O programa teve início em dezembro de 2019, quando o então ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou a implementação daquela que era uma das principais apostas da pasta: o Programa de Escolas Cívico-Militares (PECIM). Na ocasião, ele afirmou que as primeiras 54 escolas haviam sido selecionadas para participar do programa, fariam parte de um “piloto”. “O objetivo é ter um sucesso em todas elas para aí sim poder expandir rapidamente, para todo o Brasil, o modelo de escola cívico-militar”, disse ele.

Um ano e meio depois, Weintraub já deixou o cargo e a pandemia da Covid-19 prejudicou a rotina escolar. A fase do “rapidamente” ainda não chegou, mas, de acordo com o Ministério da Educação, os resultados preliminares são promissores.

Transição

Uma das escolas contempladas na primeira leva do programa foi o Colégio Estadual Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu (PR). Diretora da unidade, Valéria Ramirez Daniel diz que a transição foi positiva. “Não é uma militarização. É algo muito prático, e a gente está vendo a mudança no perfil dos alunos”, afirma.

O novo perfil da escola causou modificações na rotina: diariamente, os militares coordenam a chamada “ordem unida” – termo emprestado do jargão militar. A cerimônia inclui a execução do hino nacional, o hasteamento da bandeira e comunicados por parte da direção. Os alunos também aprendem comandos militares básicos, como a continência, a marcha e a cadência.

O capitão Carlos Alberto Rigotti, que trabalha na escola, afirma que essas atividades auxiliam os alunos a desenvolverem a disciplina e o respeito aos superiores – características que serão úteis em suas carreiras profissionais. “O nosso objetivo não é militarizar. É mais profundo: formar uma disciplina consciente. Queremos que os alunos sigam as regras e se tornem pessoas organizadas”, afirma ele. Rigotti, que passou para a reserva no Exército em 2015, está há um ano e meio no projeto.

Com o programa, a escola – que tem 1.036 alunos do sexto ao terceiro ano – recebeu 16 monitores e dois gestores militares militares. Rigotti é um deles. A grade foi estendida: são seis aulas por dia em vez de cinco. A escola passou a ter a disciplina Cidadania e Civismo – neste caso, por iniciativa do governo do Paraná. Nessa matéria, os professores civis e militares se alternam.

Uma das críticas ao projeto do governo federal é de que ele supostamente seria baseado em premissas incorretas: como boa parte das escolas militares tem mais recursos financeiros, e como essas unidades normalmente selecionam os alunos que vão receber, o desempenho superior não necessariamente se devia ao modelo militar de administração.

Na opinião da professora da PUC Rio Andrea Ramal, especialista em educação, as escolas cívico-militares podem ser eficazes em casos extremos, mas não devem ser vistas como a solução para a falta de qualidade de ensino de forma geral.

“Eu só utilizaria essa ideia de trazer militares para conseguir disciplina em casos extremamente graves, como escolas onde há furtos ou uso de tóxicos. Mas, se estivermos falando do cotidiano escolar como um todo, de uma escola sem problemas extremos, eu sou mais a favor do que diz a educação contemporânea”, avalia. Ela afirma que atualmente o foco dos educadores costuma ser na autonomia e no comprometimento dos alunos, mas sem o que ela denomina “repressão disciplinar”.

Para Luciano Blasius, que é policial militar e doutor em Educação, é preciso mais tempo para avaliar o resultado das escolas cívico-militares. Na visão dele, é preciso que os profissionais que lidam com educação – inclusive os militares – tenham formação e treinamento adequados, o que leva tempo. “Considerando que o lançamento do programa ocorreu próximo ao início da pandemia, acredito que os dados precisam ser olhados considerando possível divergência na situação de normalidade do cotidiano escolar”, diz ele.

Mas, para a diretora da escola em Foz do Iguaçu, as mudanças trazidas pela presença dos militares são visíveis. A começar pela disciplina. Valéria afirma que, com os monitores responsáveis pela disciplina dos alunos, os professores podem dar mais atenção ao ensino propriamente dito.

“Essa parte disciplinar demandava muito de toda a equipe pedagógica e direção. Agora a gente tem já essas pessoas que vão observar o que os alunos precisam. A escola é outra escola”, diz ela. A professora também notou um aumento significativo no número de famílias interessadas em matricular seus filhos na escola.

Outro princípio militar, o da hierarquia, também é praticado no Colégio Estadual Tancredo Neves: cada turma tem um aluno chefe e outro subchefe, que foram inicialmente escolhidos pela direção da escola, mas passarão a ser revezados a cada 15 dias, de forma que todos os alunos passem pelas funções. Esses líderes ajudam no controle da chamada, colaboram para a manutenção da disciplina e lideram a classe nos deslocamentos para os laboratórios e os espaços de educação física.

Rigor com a aparência nas escolas cívico-militares

Detalhado, o manual elaborado pelo Ministério da Educação para as escolas cívico-militares traz até mesmo regras sobre o corte de cabelo dos alunos. No caso dos meninos, “o cabelo deverá ser cortado de modo a manter nítidos os contornos junto às orelhas e o pescoço, de forma a facilitar a utilização da cobertura e harmonizar a apresentação facial”.

Embora o manual traga até mesmo o modelo da farda a ser usada pelos alunos – o que inclui uma boina –, a implementação tem sido gradual: só agora é que o Colégio Estadual Tancredo Neves vai substituir o seus uniformes. “Eles vão receber um conjunto de farda, um conjunto de agasalho e uma jaqueta de tactel”, explica Valéria.

Ainda segundo o manual, quando o aluno não puder comparecer, a família deve enviar uma justificativa à escola – no mesmo dia. Quando houver três faltas seguidas, a instituição de ensino precisa avisar o Conselho Tutelar.

Gazeta do Povo

 

Opinião dos leitores

  1. Essa pesquisa citada está baseada em opiniões. Não é uma aferição de qualidade, mas um simples relato. Não serve para se tirar conclusões. Além disso, é importante destacar que o recurso do governo federal não está chegando lá na ponta, em benefício das escolas participantes. Façam contato com essas 54 escolas e perguntem uma a uma.

  2. Fui militar. Pense numa bosta. O cara passa anos pisando em ovos para não melindrar superior mal caráter.

  3. Dê as mesmas condições, gratificações e critérios para agir e impor a disciplina baseado “nos padrões de ensino adotados pelos colégios militares do Comando do Exército, das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares”, para os professores nas escolas normais e terá melhores resultados do que esses.
    Pous Educação e Instruções são coisas bem distintas e diferentes.

  4. Esse tipo de escola realmente funciona, o problema é que o custo por aluno torna inviável a universalização. Tem ainda o fato que este tipo de ensino produz robozinho, com pouca criatividade. Veja os militares, passam anos na caserna, só na base do sim senhor, não senhor, no final, depois de quilômetros de pintura de meio, se aposentam com 50 anos e ficam na frente da TV coçando o saco, assistindo Sílvio Santos e esperando receber o soldo. Homi vão pelo menos trabalhar de Uber. É triste.

  5. Manda metade desse dinheiro para o mesmo número de escolas, dá essa gratificação de 3.500 reais para os professores que já recebem o seu piso e estrutura as escolas como fazem com essas militares e teremos uma nova educação. Lembrem-se que mesmo formado na escola militar, temos um debiloide peidão que faz -4+5=9.

    1. Pelas suas declarações, já se vê que você deve ser um parasitas vagabundo que defende a manutenção do fique em casa e não vão para a escola, somente para continuar a ganha de perna pra cima…

  6. A disciplina define o cidadão. Aqueles que levaram tapa na cara durante o governo Vargas eram os mesmos ativistas de hoje, que diz ser “questão de tempo tomar o poder”; algo diferente de ganhar. Estudem esquerdista!

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Política

Novo vereador de Natal, Pedro Gorki (PCdoB), liderou ocupações de escolas na capital

Foto: Francisco de Assis

A Câmara Municipal de Natal deu posse ao novo vereador de Natal Pedro Gorki (PCdoB) na manhã desta sexta-feira (09), em cerimônia no Plenário Érico Hackradt, na sede do Legislativo Municipal.

Gorki assume o mandato no lugar da vereadora Júlia Arruda (PCdoB), que está licenciada para assumir o cargo de titular da Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.

Pedro Lucas Gorki Azevedo de Oliveira nasceu no Bairro das Rocas, zona Leste de Natal, e é morador do bairro Cidade da Esperança, na zona Leste. Filho de ativistas da luta sindical e educacional, o jovem estudante começou sua militância no Movimento Estudantil em 2013, em meio às mobilizações contra o aumento da tarifa de ônibus em Natal e em defesa do passe livre para os estudantes.

No currículo, foi diretor de grêmios estudantis (Freinet e IFRN), liderou as ocupações de escolas no Rio Grande do Norte, presidiu a União Metropolitana de Estudantes Secundaristas – UMES e também a União Brasileira de Estudantes Secundaristas – UBES, quando conduziu, em 2019, uma série de movimentos estudantis que confrontaram a política educacional do atual Governo  Federal.

Íntegra aqui via CMN.

Opinião dos leitores

  1. A população é obrigada pelas escolhas partidárias a votar em pessoas sem um mínimo de visão de futuro e num contra golpe político decisões importantes ficarão nas mãos de pessoas completamente alheias à realidade da responsabilidade que assume. Tudo pela oportunidade de vencimentos sem o devido trabalho árduo que só os trabalhadores exercem.

  2. Safadeza política de Fátima Bezerra uma cadeira da Câmara Municipal de Natal é entregue a um acéfalo.
    Lamentável!

  3. Jogatina política de Fátima Bezerra uma cadeira da Câmara Municipal de Natal é entregue a um acéfalo.
    Lamentável!

  4. Vixi, é mais um baderneiro da política esquerdalha assumindo um cargo de vereador por godela, pois na urna levou peia.

    1. Natal está afundando com estas pessoas q elegem. Nao aguardem dias melhores com estas pessoas no poder.

  5. Interessante esse feito…Aluno ocupando escola/universidade p/evitar que tenham aulas…massa…esse é dos bons, o resto é genocida…kkkkkk

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Educação

Reabertura segura das escolas é urgente para garantir direitos de crianças e adolescentes, diz manifesto assinado por UNICEF, UNESCO e OPAS/OMS

Manifesto assinado por UNICEF, UNESCO e OPAS/OMS destaca indícios de melhora nos números da pandemia e destaca a urgência e necessidade de reabertura das escolas para garantir direitos de crianças e adolescentes.

Leia abaixo o manifesto:

Chegamos a julho de 2021, com o fim de mais um semestre escolar. Os números da pandemia da Covid-19 seguem preocupantes, mas existem indícios de melhora. Em muitos lugares, as atividades comerciais e de lazer foram há muito tempo retomadas. Contudo, a maioria das escolas continua fechada. Uma pesquisa recente realizada pelo instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec) para o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) mostra que apenas dois em cada dez estudantes brasileiros estão frequentando atividades escolares presenciais. Quando analisamos esse dado por classe social, as diferenças são enormes. Enquanto 40% dos filhos da classe A podem ter acesso a aulas presenciais, nas classes D e E, eles são somente 16%. A pandemia aprofundou o fosso das nossas desigualdades, e na educação o impacto é ainda maior.

A educação é um direito fundamental, que precisa ser preservado para todas as crianças e todos os adolescentes por igual. Mas, em casa, sem os recursos adequados para aprender – como um computador e acesso à internet de boa qualidade –, meninas e meninos em situação de pobreza e vulnerabilidade estão sendo deixados para trás. Muitos deles podem depender apenas de um celular para ter contato com professores e receber as atividades escolares. Mesmo com os esforços dos educadores, em novembro de 2020, o UNICEF apontou que mais de 5 milhões de crianças e adolescentes não tiveram acesso à educação – número equivalente ao cenário que o País tinha no início dos anos 2000.

Junto com todas as vidas perdidas, corremos o risco de perder o progresso alcançando com relação ao acesso de todas as crianças e todos os adolescentes a uma educação de qualidade, bem como de regredir duas décadas no acesso à educação básica. Somos um dos países em todo o mundo com o maior período de escolas fechadas. Como aponta o mapa de monitoramento interativo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em âmbito mundial, as escolas estiveram fechadas – total ou parcialmente – por uma média de 5,5 meses (22 semanas). Na maior parte dos países da América Latina, a média fica acima de 41 semanas. No Brasil, ela chega a 53 semanas. E isso, embora as escolas devam ser as últimas instituições a fechar e as primeiras a abrir – como ocorre em qualquer emergência humanitária.

O longo tempo de fechamento da maioria das escolas tem impactado profundamente não apenas a aprendizagem, mas também a saúde mental, a nutrição e a proteção de crianças e adolescentes. As escolas desempenham um papel primordial na vida de meninas, meninos e suas famílias. Elas são essenciais para o desenvolvimento de competências de interação social. Sem acesso à escola, crianças e adolescentes perdem o vínculo diário com colegas, professores e amigos, o que causa impactos profundos em sua saúde mental. A escola também tem um papel muito importante na proteção contra diferentes formas de violência – incluindo a violência doméstica, que aumentou na pandemia – e contra o trabalho infantil. Além disso, sem acesso à escola, metade das famílias com crianças e adolescentes diz ter ficado sem acesso à merenda escolar.

Uma reabertura segura e sustentável é urgente

Por todos esses impactos, chamamos atenção para a urgência de reabrir as escolas brasileiras, em segurança. Desde o início da pandemia, a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o UNICEF e a UNESCO vêm trabalhando em conjunto no desenvolvimento de protocolos para orientar o processo de reabertura das escolas, no Brasil e no mundo.

Essas orientações mostram as medidas que devem ser adotadas para proteger a saúde de crianças, adolescentes, profissionais da educação e as famílias de todos. Os protocolos são organizados pela OMS em quatro níveis, de acordo com a situação da Covid-19 em cada lugar – sendo o nível 1 com poucos casos, e o 4, com maior transmissão. Para cada situação, há recomendações sobre as ações que devem ser tomadas no âmbito escolar. Mesmo no nível 4, os protocolos recomendam manter as escolas abertas sempre que possível, ainda que tomando todos os cuidados. A recomendação é fechá-las apenas em caráter de exceção.

Há uma clara orientação de sempre priorizar as escolas nas decisões sobre quando fechar e quando reabrir, bem como nos investimentos para isso. Existem muitos exemplos de sucesso de municípios brasileiros que adaptaram o funcionamento das escolas aos protocolos de segurança e, assim, continuaram garantindo o direito à educação para crianças e adolescentes.

Dentro da escola, é essencial adotar todos os protocolos de prevenção à Covid-19, como uso de máscaras (de acordo com o recomendado para cada idade), higienização das mãos, distanciamento social, etiqueta respiratória, ventilação dos espaços, limpeza e desinfecção dos ambientes, espaçamento das mesas e organização das turmas.

A reabertura pode incluir elementos de educação híbrida, uma combinação de educação presencial e a distância, e o rodízio de estudantes em grupos menores. Em caráter de exceção, onde não for possível serem ministradas aulas presenciais, as escolas devem ser mantidas abertas como pontos de apoio, para que famílias e estudantes possam retirar as atividades, acessar a internet e manter o vínculo com a própria escola. Todas as decisões devem envolver estudantes, famílias, educadores e toda a comunidade escolar. É preciso também revisar os currículos e rediscutir o financiamento da educação, de forma a reduzir as perdas cognitivas significativas decorrentes da pandemia.

Além de reabrir as escolas, é urgente ir atrás de cada criança, cada adolescente que não conseguiu continuar aprendendo na pandemia, ou que já estava fora da escola antes dela. Cabe aos municípios realizar a busca ativa desses estudantes, unindo esforços de diferentes áreas, incluindo educação, saúde, assistência social, as famílias e as lideranças comunitárias.

E é fundamental que o País invista fortemente na aquisição e na distribuição de vacinas contra a Covid-19, atendendo prioritariamente profissionais da linha de frente e dos serviços essenciais – como profissionais da saúde, da educação e da assistência social, entre outros. Temos de valorizar os esforços de cada um desses profissionais, que têm atuado de forma incansável para manter a aprendizagem de crianças e adolescentes, cuidar da saúde das pessoas e proteger meninas e meninos da violência.

Por fim, cada pessoa tem de fazer a sua parte para diminuir a circulação do novo coronavírus e conter a pandemia, investindo nas medidas não farmacológicas, usando máscaras, mantendo o distanciamento social, higienizando as mãos com frequência e seguindo as recomendações da ciência. Só assim todos, incluindo crianças, adolescentes e suas famílias, estarão seguros. E só assim será possível alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030.

Em agosto, começa um novo semestre letivo. É preciso agir agora e reabrir as escolas em segurança para garantir o direito de cada criança, adolescente e jovem brasileiro a uma educação de qualidade.

https://www.unicef.org/brazil/manifesto-unicef-unesco-opas-oms-reabertura-segura-das-escolas

Opinião dos leitores

  1. Vixi! Danou-se! Vai ter muito vagabundo disfarçado de professor que vai fazer greve em protesto a manifesto. O SINTE aqui já se pronunciou que os professores não devem voltar a lecionar. Se acostumaram com mais de 1,5 de pernas pra cima e querem continuar assim. O que eles menos querem e se preocupam é com a educação.

  2. Escola na visão da esquerda não serve pra educar, mas para doutrinar !!! Coloquem em prática o slogan “Mais livros, menos armas” ?

  3. Espero que alguns professores hipócritas e covardes, mais nunca abram a boca para falarem sobre desigualdade social e que o sistema favorece os mais ricos, vcs simplesmente detonaram o aprendizado dos menos favorecidos, por culpa de vcs a educação será sequelada por várias gerações.

  4. Digam isso aos sindicatos dos professores…por aqui se recusam à trabalhar nas escolas públicas…querem apenas ficar de maciota…

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Geral

Contra doutrinação no ensino, escolas da Flórida vão ensinar sobre perigos do comunismo e totalitarismo

Governador da Flórida, Ron DeSantis, quer combater doutrinação no ensino.| Foto: Divulgação/FLGOV

Uma lei aprovada nesta semana pelo governo da Flórida, nos EUA, vai tornar obrigatório o ensino sobre os riscos de regimes comunistas e totalitários. O tema será abordado em aulas de educação cívica de escolas e colégios do estado. Segundo o governo da Flórida, a intenção é ensinar às crianças que “governos comunistas e totalitários são maus”.

“Por que alguém fugiria através de águas infestadas de tubarões, saindo de Cuba, para vir para o sul da Flórida? Por que alguém deixaria um lugar como o Vietnã? Por que as pessoas deixariam esses países e arriscariam suas vidas para poder vir aqui? É importante que os alunos entendam isso”, disse o governador da Flórida, Ron DeSantis,  durante a assinatura do projeto.

Outra medida sancionada pela Flórida garante o direito de alunos de universidades estaduais a acessar ou expressar ideias e opiniões divergentes da maioria. A medida é uma ação direta contra a doutrinação ideológica, normalmente de cunho liberal, encontrada em muitas universidades americanas. “Costumava-se pensar que um campus universitário era um lugar onde você seria exposto a muitas ideias diferentes. Infelizmente agora, a norma é realmente esses ambientes são mais intelectualmente repressivos”, explicou o governador.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Se você oferecer boas escolas com bom ensino,se oferecer uma boa condição de moradia,ruas com saneamento e drenagem,bom transporte publico e não.explorar o.proximo,você ja estará fazendo a prevenção ou um socialismo espontâneo

    1. Se vc acredita que o socialismo realmente faz isso, ou você precisa estudar, ou ir morar na Argentina. Você infelizmente fou mais uma pessoa doutrinada a acreditar em conto de fadas…socislismo/comunismo, são como seitas impostas por demônios no poder, que jogam migalhas para o povo e repetem mentiras que as “minorias” querem ouvir, pois precisam dessas minorias como massa de manobra. Por isso Países como o próprio Brasil, que teve a esquerda no poder durante mais de uma década, só mentiu e nada fez de fato, pois se usassem nossas riquesas, como o Bolsonaro tem feito, para fazer o Brasil crescer e o povo “desmamar” e desenvolver, eles não teriam mais minorias para controlar. É assim em todos Países que caem nesta desgraça. Usam gente inocente que pouco sabe a respeito do modus operandi do sistema.

  2. Bolsonaro é um inocente em acreditar que vai derrotar a ideología socialista-comunista já implantadas por professores filiados ao PT e membros dos sindicatos dos professores que são praticamente a mesma instuição só com algumas escolas militares que fundou no Brasil,ele precisa implementar essas materias da reportagem no ensino básico público:ensino fundamental e medio e universidades públicas do Brasil,a ideología socialista-comunista ainda permanece sendo implantada na pratica em todas as escolas do ensino básico e universidades públicas por professores petistas a ideología socialista que já está enraizada no enxergar da imagem do subconsciente da mente dos ex-alunos e alunos principalmente os mais humildes em todos os pequenos,medios e grandes municipios do Brasil mesmo depois de 5 años do fim da administração socialista-comunista do PT ainda continua a dominación ideológica da esquerda por professores sindicalistas e petistas que são irmãos com corpos siameses coligados

  3. DIFERENÇA ENTRE NAÇÕES E GRANDE , AQUI QUEREM ENSINAR OS MENINOS A SEREM ATÉ BAIOTLAS, JÁ PENSOU

  4. Correto a aprovação. Regimes totalitários como um todo, de esquerda ou de direita são um mau como um todo. Restringem a liberdade, ferem os direitos humanos e devem ser combatidos. Bem ou mal viver na democracia é ter o poder de escolha. Não vivi o regime totalitário no Brasil, mas tanto aqui como nos países latino americanos que passaram por essas experiências, temos muitos acontecimentos lamentáveis.

    1. Exatamente, nenhum projeto totalitarista é saudável, nem de direita nem de esquerda. Que os brasileiros que ainda sonham com ditadura reflitam sobre isso.
      Viva a democracia !!!

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Educação

MEC divulga escolas que receberão apoio do Programa Brasil na Escola no total de R$ 200 milhões aos estabelecimentos escolhidos; veja lista no RN

Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Educação divulgou nesta quinta-feira(24) a relação das escolas públicas selecionadas para receber ajuda técnica e financeira federal por meio do Programa Brasil na Escola (PBE). A pasta prevê destinar mais de R$ 200 milhões aos estabelecimentos de ensino municipais e estaduais já validados.

O apoio técnico e financeiro é um dos três eixos estruturantes do PBE, junto com a valorização de boas práticas e a inovação. Entre os objetivos do auxílio estão o aprimoramento das competências e habilidades de gestão escolar a partir do uso de informações educacionais e evidências científicas e o aperfeiçoamento da organização pedagógica e escolar, de modo a implementar projetos e rotinas que permitam a melhoria das aprendizagens e diminuição da reprovação.

A lista completa das escolas está disponível no site do ministério(AQUI).

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. O Governo Genocida cortou o orçamento da educação para comprar o centro e, consequentemente, impediu várias escolas públicas que ofertam os anos finais do ensino fundamental de participarem desse programa. Governo inimigo da ciência e da educação. CARNIFICINA

    1. Cabo DEL JEGUE, para pessoas da sua estirpe não existe escola.

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Segurança

Câmara de Natal derruba veto e mantém projeto de Ronda da Guarda Municipal nas escolas

Na tarde dessa terça-feira (01), a Câmara Municipal de Natal se reuniu em Sessão Ordinária Remota para apreciar vetos oriundos do Poder Executivo. Foi debatido e derrubado em plenário, o veto ao Projeto de Lei N°. 108/2019, de autoria do vereador Felipe Alves (PDT). A matéria trata da criação da Ronda da Guarda Municipal nas escolas públicas municipais da capital.

Segundo a Lei, a ronda deverá acontecer preferencialmente nos horários de entrada e de saída dos alunos, de acordo com o contingente da Guarda Municipal. “Essa matéria vem para regulamentar e legalizar algo que já existe, que é a Ronda Escolar, que serve para dar proteção às escolas, ao âmbito educacional, às crianças, aos trabalhadores e estudantes. Apresentamos essa matéria, para que essa Ronda Escolar não seja apenas um programa de governo, mas, sim seja uma ação do município, assegurada por uma Lei”, explicou o vereador Felipe Alves.

Os parlamentares também apreciaram o veto ao Projeto de Lei N°. 321/19, de autoria do vereador Preto Aquino (PSD), que proíbe a cobrança de tarifa para utilização de equipamentos esportivos, sejam quadras, campos ou ginásios, de propriedade do poder Público. A matéria, por sua vez, foi prejudicada, já que não houve votação mínima para a derrubada do veto.  “Não é cabível dentro de um centro desportivo ainda dizer que não tem uma pelada só para os moradores, que residem no bairro. A prefeitura poderia tomar de conta, mas a gente sabe das dificuldades. Coloquei esse projeto, e vou colocar novamente, com o objetivo de colaborar”, disse Preto.

Ainda foram debatidos pelos vereadores, outros três vetos, dos quais, dois foram mantidos. Um ao PL 43/2016, do vereador Raniere Barbosa (Avante), que tratava da proibição da limitação de dados de banda larga fixa oferecida na cidade e ao PL 197/2019 da vereadora Nina Souza (PDT), que institui a Semana Municipal de Atendimento Pactuado à População. Para finalizar, foi derrubado o veto ao PL 195/2019, do vereador Aroldo Alves (PSDB), que autoriza a Prefeitura a realizar a blindagem balística nas viaturas operacionais da Guarda Municipal. “É um reconhecimento da importância da Guarda Municipal para com a sociedade e que hoje é o grande braço armado do município”, comentou Aroldo Alves.

Opinião dos leitores

  1. Pois é, guarda municipal é para está nas escolas, nas praças, proximos as passarelas, parques, etc. Não ficarem guardados na prefeitura do Natal. Parabéns!!!

  2. Excelente!!!..Parabéns 👏👏
    Há várias escolas em bairros periféricos com o entorno extremamente violento e dominado por facções…
    A guarda vai garantir a segurança dos funcionários e dos alunos…
    Parabéns mesmo…👏👏👏

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Educação

Professores do Colégio Porto são convidados para contribuir com material didático adotado em escolas de destaque no país

Foto: Divulgação

O Colégio Porto foi bem avaliado e teve a sua performance elogiada pela equipe pedagógica do Bernoulli Sistema de Ensino, um dos mais reconhecidos do país, e parceiro da escola dentro da sua metodologia de educação. A boa avaliação rendeu até um convite para que duas professoras da equipe Porto – a de Filosofia, Yama Elice, e a de Sociologia, Kênnia Ísis – participem da atualização do material didático utilizado aqui e em várias instituições do Brasil.

A escola vem se destacando com uma metodologia de ensino inovadora e eficiente e uma equipe que reúne os melhores professores do Rio Grande do Norte. Além de buscar a excelência na questão do ensino e aprendizagem, o Colégio Porto também valoriza a formação dos alunos para a vida. O Porto foi uma das primeiras instituições potiguares a oferecer aulas on-line para os estudantes no início da pandemia e desenvolveu um sistema de ensino híbrido e síncrono, em que as aulas acontecem de forma presencial e remota ao mesmo tempo, sem prejuízos.

Um dos grandes parceiros da escola em sua didática é o Bernoulli Sistema de Ensino, que fornece aos estudantes do Colégio Porto soluções para ampliar o conhecimento, por meio do seu material didático e dos simulados para o ENEM.

Durante treinamento recente, a equipe pedagógica do Bernoulli elogiou a maneira como o Colégio Porto vem trabalhando. “É muito perceptível a qualidade do trabalho pedagógico do colégio, que consegue equilibrar resultado, performance e criatividade, com educação crítica, sempre calcado num princípio de metodologia ativa, de protagonismo do estudante”, disse o assessor pedagógico do Bernoulli, Márden de Pádua.

O desempenho do Colégio Porto rendeu um convite para que as professoras de Filosofia, Yama Elice, e de Sociologia, Kênnia Ísis, contribuam como a atualização do material didático do sistema de ensino, que é adotado por algumas das escolas mais bem avaliadas do país. “Os professores do Porto estão atentos às grandes tendências pedagógicas atuais. Eles podem nos oferecer muito aprendizado”, disse Márden de Pádua.

Opinião dos leitores

  1. Colégio Top, Material Top e professores mais Tops ainda. Parabéns , Colégio Porto!

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Educação

Prefeitura do Natal cobra multa e juros das escolas que não puderam pagar ISS na pandemia

Foto: Cedida

A Prefeitura do Natal está cobrando multa e juros do ISS das escolas que não puderam funcionar e tiveram que dá desconto na pandemia.

Enquanto a Justiça obrigou as escolas a darem descontos e até mesmo renegociar do jeito que os pais pudessem pagar na pandemia em 2020

Em meio ao cenário pandêmico, há escolas que perderam 50% dos seus alunos.

Sem uma evolução positiva no cenário pandêmico , as escolas hoje estão sendo cobradas com multa e juros no meio do estrago do segmento.

Das instituições, esperava-se pelo menos a complacência do Município na situação das escolas que eram adimplentes até a pandemia.

“Sabemos que temos que pagar o ISS, agora juros e multa é penalizar quem teve que dá desconto, renegociar mensalidade e até parar de funcionar”, disse um representante do segmento.

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Educação

Alunos de escolas de Natal defendem, nas redes sociais, retorno das aulas presenciais

Carolina Barbalho, aluna do Colégio Porto. (Foto: Divulgação)

Estudantes do Colégio Porto e da Maple Bear Natal publicaram vídeos nas redes sociais na manhã desta sexta-feira (23) defendendo o retorno das aulas presenciais para os alunos de todos os níveis de ensino. Entre outros argumentos, os alunos destacaram o ambiente seguro das escolas, o desgaste mental provocado pelo prolongamento das aulas on-line e a garantia constitucional de acesso à educação. Nas postagens, as crianças e adolescentes usaram as hashtags #EscolasAbertasSim e #EducaçãoéEssencial para marcar o movimento.

A presidente do grêmio estudantil do Colégio Porto, Vitória Leal, destacou que o cansaço mental e o baixo rendimento no período de aulas remotas é inevitável, mesmo com todas as medidas tomadas pela escola para garantir o bem-estar dos adolescentes. “São muitas horas em frente ao computador, aliada a uma longa rotina de estudos que a gente tem diariamente. Em casa, nós temos muitas distrações e é muito mais complicado ter foco e dedicação”, detalhou.

O aluno José Morais, da 3ª série do Ensino Médio, enxerga uma inversão de valores em relação ao fechamento das escolas para aulas presenciais. “Qual o sentido em fechar um serviço essencial que, comprovadamente, não possui parcela de culpa no aumento de casos de covid-19? É triste ver que mesmo cumprindo todas as exigências de biossegurança, as escolas têm sido culpadas por razões resultantes da negligência”, apontou.

José Morais, aluno da 3ª série do Colégio Porto. (Foto: Divulgação)

O movimento dos alunos ocorre no contexto em leis municipal e estadual já colocam a educação no patamar de atividade essencial no RN, e projeto semelhante passou pela Câmara dos Deputados em Brasília. O Ministério Público Estadual também já se pronunciou em favor das aulas presenciais. Por outro lado, decretos do Governo do Estado e da Prefeitura do Natal divergem sobre o retorno para todos os níveis de ensino.

Clara Carneiro, aluna da 2ª série do Colégio Porto, entende que a pandemia afeta setores sociais e econômicos, mas argumenta que a educação é um direito garantido por lei e defende o retorno pela qualidade do ensino. “Um país precisa de vertentes educacionais sólidas e fixas para que, no futuro, o país possa continuar crescendo”, completou.

O pensamento de Clara é compartilhado também pela estudante Carolina Barbalho, que vai além e defende o direito de escolha dos alunos e da família em relação às atividades presenciais. “Se eles se sentem seguros e acreditam nas medidas de biossegurança, que eles tenham a opção de retornar”, ponderou. O aluno Newton Huck expõe a necessidade de convívio social no retorno às escolas. “Colégio é lugar de estabelecer relações sociais entre as pessoas e, dentro desse contexto de pandemia, em que as pessoas estão cada vez mais em casa, é necessária uma maior interação social”.

Alunos do fundamental se somam

E não é só os adolescentes do ensino médio que defendem a volta das aulas no ambiente escolar. Entre crianças, estudantes do ensino fundamental, a opinião também prevalece. É o caso de Sofia Barros, aluna do 7º ano da Maple Bear Natal. Segundo ela, há comprovação científica de que as crianças precisam de relações sociais para o seu desenvolvimento. A falta desse convívio está trazendo problemas de saúde. “Por falta de socialização, crianças e adolescentes vêm desenvolvendo grandes problemas como ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental. Por isso eu sou a favor que as aulas presenciais voltem”, defendeu.

Laura Porpino e Carolina Haderman, que são alunas do 6º ano, também falaram sobre a importância de frequentar o ambiente da escola para o ensino. “As aulas presenciais precisam voltar para melhorar o aprendizado e melhorar o desempenho dos alunos”, disse Laura. “É ruim ficar o dia inteiro em frente a uma tela de computador. Aulas presenciais são melhores”, afirmou Carolina.

Carolina Haderman, aluna do 6º ano do Maple Bear Natal. (Foto: Divulgação)

Decretos

As aulas presenciais na rede privada de Natal foram autorizadas nesta sexta-feira (23), depois da publicação de um novo decreto pela prefeitura da capital. De acordo com o documento, o retorno está autorizado para as escolas de ensino infantil, fundamental e médio, atendendo às regras estabelecidas em protocolo. Também ficou assegurado aos pais e responsáveis o direito de escolha entre as modalidades remota ou presencial, recomendando-se que sejam intercaladas as duas modalidades.

O Governo do Estado também publicou novo decreto que permite aulas em formato híbrido nas turmas até o 5º ano do ensino fundamental e na 3ª série do ensino médio, nas escolas da rede pública e privada. Os demais níveis permanecem em formato remoto.

Instagram da Maple Bear Natal: https://instagram.com/maplebearnatal
Instagram do Colégio Porto: https://instagram.com/colegio.porto

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Educação

Prefeitura firma parceria para implantação de protocolo de segurança nas escolas de Natal mirando retorno de atividades

Foto: Secom

A Prefeitura de Natal assinou nesta quinta-feira (22), uma parceria com o Sebrae-RN e Sesi-RN para executar o programa de Bioprevenção nas 146 unidades de ensino da Rede Municipal de Natal, com o propósito de oferecer consultoria e auxiliar à execução do Protocolo para Retorno das Atividades Escolares da Rede Municipal de Ensino, sendo Natal o município pioneiro desta parceria.

O município de Natal já começa a parceria com o diagnóstico de cada protocolo das 146 unidades escolares, já realizando visitas presenciais e formação dos servidores e funcionários. O passo final é a entrega do Certificado e Selo de Bioprevenção para cada unidade de ensino. A sede e os servidores da Secretaria Municipal de Educação também estão inseridos no programa.

O prefeito Álvaro Dias destacou a importância do convênio que visa dar maior segurança sanitária à comunidade escolar municipal. “É muito importante o nosso convênio com o Sebrae e o Sesi porque vai nos ajudar a aperfeiçoar o protocolo que estamos estabelecendo nas escolas para proteger os alunos e também, mais importante, é que o Sebrae, em conjunto com a equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação, acompanhará toda a instalação e o cumprimento do protocolo”, afirmou o prefeito, ressaltando que a medida visa a proteção dos alunos da rede. “É um projeto fundamental para que as escolas voltem a funcionar com segurança”, finalizou.

Para a professora Cristina Diniz, a parceria do Sebrae e SESI é de fundamental importância para toda Rede Municipal de Ensino. “É um projeto que vai trazer uma contribuição social relevante. Os nossos centros de educação infantil e nossas escolas passarão a ter o selo e certificado de segurança, e colocarão em prática medidas preventivas para assegurar tranquilidade aos pais, alunos, professores e funcionários”.

“Fizemos um piloto em três escolas, que estão norteando a nossa atuação nas 72 escolas da primeira fase, somente aqui em Natal, mas queremos atender as 146 unidades, inclusive as unidades menores”, afirmou o presidente do Sebrae, Zeca Melo. “O projeto nasceu em função do êxito que nós tivemos com o projeto das escolas particulares de Natal”, ressaltou, afirmando que é o mesmo desenvolvido na rede privada de ensino. O projeto é custeado pelo Sebrae e pela Femurn, e executado pelo Sesi, também parceiro, sendo uma garantia de qualidade.

Com a efetivação de toda capacitação as unidades de ensino serão sinalizadas com uma comunicação visual adequada, oferecendo melhores condições para a segurança sanitária e saúde coletiva dos alunos, funcionários e servidores públicos.

Opinião dos leitores

  1. A prefeitura de Natal está agindo. Pelo que se vê, apenas a governadora Fátima continua sem qualquer atitude quanto ao COVID. Aliás, esse governo incompetente e sem atitude parece dinda não ter iniciado. Já passamos da metade do mandato e a governadora Fátima do PT NADA fez pelo RN. Em todos os setores.

  2. Uma esperança em Natal. E no estado, quando retornam as aulas? Quais medidas a governadora está adotando para voltarem as aulas na rede pública?

  3. Acho que o Biden não atendeu ao pedido de cantores e artistas nacionais, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Sônia Braga e Wagner Moura de os EUA não aceitarem acordo ambiental com o Brasil.

  4. Hum… mais de um ano de pandemia e a prefeitura ainda não tem protocolo adequado pra voltar as aulas presenciais? Só falta depois comprar álcool gel e outros produtos por emergência né? Sei…

    1. Chega a ser patético seus comentários, aproveita e pergunta para sua Governadora porque o Estado só comprou saco de lixo para a volta as aulas.

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Geral

NOVO DECRETO: Fátima informa que fica liberado o funcionamento de escolas públicas e privadas até o 5º ano

Em anúncio no fim da manhã de novo decreto estadual a ser publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira(22), a governadora Fátima Bezerra informa que fica liberado o funcionamento até o 5º ano, conforme escolha dos secretários de educação municipais, para escolas públicas e privadas que assumam total responsabilidade por essa decisão. As demais turmas continuam em ensino remoto. O decreto terá validade até 12 de maio.

Veja vídeo abaixo:

Opinião dos leitores

  1. A vagabundagem continua imperando no ensino público do RN. Os demais profissionais continuam trabalhando ou querem trabalhar mas são impedidos. Mas os professores não querem voltar ao trabalho e contam com a parceria dessa governadora incompetente e sem atitude, que nunca trabalhou na vida e sempre viveu às custas de política (começou em sindicato).

  2. A educação até o 5° ano é obrigação dos municípios. Talvez por isso essa governadora incompetente tenha liberado. Nas escolas do estado, NADA foi feito visando o retorno das aulas. Educação caótica de um governo catastrófico. O RN vai sendo destruído.

  3. Isso só demonstra que educação não é essencial para a governadora. Toda uma juventude do 2 grau sem aula por um ano, num prejuízo educacional e intelectual incalculavel. Não está preocupada com os alunos, apenas com professores, que poderiam facilmente se proteger com cuidados básicos.

  4. Mas que dr.g. de governadora é essa ?? Tenho 2 filhas uma vai e a outra não vai ? Vontade de chamar muito palavrões aqui, mas n adianta, nunca votei no PT, nem voto, não votarei e tenho raiva de quem vota ! Protocolo totalmente p idiota seguir, n vale nada isso !!!

  5. Lucis acredito que você ou a senhora não entendeu, se ela liberou até o 5 ano que responsabilidade dos municípios, pq então, liberar o fundamental e o mesio. Sabemos essa faixa é se responsabilidade do estado. Desculpe se fui rude…

  6. irresponsabilidade, crianças são assintomáticas, vão apenas trazer o vírus pra dentro de casa pra contaminar os parentes abaixo de 63 que não foram vacinados ainda!

  7. É fácil jogar a responsabilidade para os outros, amigos até o 5 ano é de responsabilidade dos municípios. Se vai liberar, libera geral… Ainda que esse governo Fátima tá acabando.

    1. Francisco você se responsabilizaria por uma tragédia anunciada?porque liberar aulas presenciais meio ao caos é uma tremenda loucura.Ela tá é certa.

    2. Justamente.Vc lembra quando o município de natal liberou aulas presenciais na rede privada mas os pais tinham que assinar um documento tirando qualquer responsabilidades das escolas caso o aluno contraisse covid?

  8. A governadora nao acompanhou a orientacao do Comitê Cientifico!! Logo ela que na tomada de decisoes dizia q levava em considedacao as orientacoes do Comitê. Bom, por essa decisao esta claro que nao.

    1. A governadora acatou sim as orientações do comitê científico.Voce deve está confundindo com as orientações do LAIS.

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Educação

Álvaro Dias sanciona lei que inclui escolas entre serviços essenciais durante a pandemia

Foto: Reprodução/DOM

O prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), sancionou nesta quarta-feira(07) uma lei aprovada pela Câmara de Natal que reconhece como serviço essencial os serviços educacionais em escolas públicas e privadas do município, durante a pandemia da Covid-19. Íntegra pode ser conferida AQUI.

Opinião dos leitores

  1. Se é serviço essencial as escolas não poderão fechar mais .nem nos sábados nem domingos e feriados.

  2. Parabéns aos vereadores que pela maioria atendeu ao apelo da população em mostar a importância da escola na vida dos natalenses.

  3. Parabéns ao prefeito. Enquanto isso, a governadora segue fechando TUDO. Empresas quebrando, empregos sumindo e arrecadação de impostos caindo. O RN descendo ao fundo do poço nas mãos desse governo caótico do PT.

  4. Álvaro Dias será nosso próximo governador com certeza!

    O RN grita por socorro, aguentar Rosalba, Robson Faria e agora Fátima e para acabar com qualquer estado, são muitos anos perdidos com má gestão.

    Varias empresar e industrias saíram ou fecharam nesse período e quem sofre e o povo com o desemprego.

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