Na Venezuela, sistema educacional entra em falência e alunos desmaiam de fome nas escolas

Foto: ADRIANA LOUREIRO FERNANDEZ / NYT

Centenas de crianças lotaram o pátio de uma escola na Venezuela para rezar, junto com um bispo católico, por sua educação. Quinze minutos depois, quando o religioso terminou sua reza, cinco crianças haviam desmaiado. Duas delas precisaram ser removidas do local em ambulâncias.

Os desmaios na escola primária de Boca de Uchire se transformaram em algo regular, pois muitos alunos vão para as aulas sem ter tomado café da manhã ou jantado na noite anterior. Em outras escolas, os alunos procuram saber se haverá comida antes de decidir se comparecerão ou não às atividades do dia.

— Não é possível educar pessoas esqueléticas e famintas — disse Maira Marín, professora e líder sindical da cidade.

A devastadora crise econômica que toma conta da Venezuela há seis anos está afetando o sistema educacional do país. Outrora, a educação pública era a menina dos olhos dos venezuelanos e fazia com que o país tivesse uma das maiores mobilidades sociais da América Latina. Em um passado não tão longínquo, até mesmo crianças de áreas remotas tinham boas chances de ingressar nas melhores universidades do país.

A fome é apenas um dos vários problemas que as atrapalham neste momento. Milhões de venezuelanos abandonaram o país nos últimos anos, desfalcando o número de professores e estudantes. Muitos dos educadores que continuam na Venezuela se viram forçados a mudar de profissão, pois seus salários tornaram-se praticamente sem valor após anos de hiperinflação. Escolas que antes tinham milhares de alunos hoje têm menos de cem.

O colapso do sistema educacional do país não está apenas condenando uma geração inteira à pobreza, mas arrisca também fazer retroceder em décadas o desenvolvimento e reduzir severamente o potencial de crescimento, afirmam especialistas e professores.

— Uma geração inteira está ficando para trás — disse Luis Bravo, que pesquisa educação na Universidade Central da Venezuela, em Caracas. — O sistema educacional de hoje não permite que as crianças se tornem membros relevantes da sociedade.

O governo de Nicolás Maduro parou de divulgar suas estatísticas educacionais em 2014, mas visitas a mais de dez escolas em cinco estados, além de entrevistas com dezenas de pais e professores, indicam que o comparecimento à escola despencou neste ano. Muitos centros de ensino também estão fechando suas portas.

A situação é uma grande vergonha para o autoproclamado governo socialista, que há muitos anos prega a inclusão social. A situação contrasta com a de outros países nos quais dirigentes venezuelanos sempre disseram se inspirar — Cuba e Rússia. Tanto Moscou quanto Havana foram capazes de proteger seu ensino básico e os alunos durante os piores momentos das crises econômicas que enfrentaram nos anos 1990.

O comparecimento à escola começou a reduzir logo após Maduro chegar ao poder, em 2013. A queda no preço do principal produto de exportação da Venezuela, o petróleo, combinado aos fracassados esforços do governo para controlar o custo de vida fizeram com que a economia local ingressasse em uma recessão da qual ainda não conseguiu sair.

Algumas crianças venezuelanas estão ficando em casa porque muitas escolas pararam de fornecer refeições ou porque seus pais não podem mais arcar com os custos de uniformes, materiais escolares ou até mesmo com a passagem do ônibus. Outras se juntaram a seus pais em uma das maiores crises imigratórias recentes: segundo a ONU, cerca de quatro milhões de pessoas já abandonaram o país desde 2015.

De acordo com o sindicato nacional dos professores, milhares dos 550 mil educadores venezuelanos não compareceram às escolas em setembro, quando o ano letivo atual teve início. Eles abriram mão de seu salário mensal de US$ 8 (cerca de R$ 33,92) para tentar a sorte no exterior ou em minas ilegais de ouro , algo em ascensão no país.

No estado de Zulia, o mais populoso da Venezuela, cerca de 60% dos 65 mil professores abandonaram a profissão nos últimos anos, segundo estimativas do dirigente do sindicato local de professores, Alexander Castro:

— Eles nos dizem que preferem trabalhar pintando unhas por alguns dólares a trabalhar por um salário mínimo — disse Castro.

Para que as escolas continuem funcionando, os professores que permanecem geralmente ensinam todas as matérias ou juntam, em uma mesma sala, alunos de séries diferentes. Quase todas as 12 escolas visitadas reduziram suas jornadas de funcionamento. Algumas delas abrem apenas um ou dois dias na semana.

No vilarejo de Parmana, no centro do país, apenas quatro dos 150 alunos matriculados foram à escola em outubro. De idades variadas, os estudantes se sentavam na mesma sala sem eletricidade, praticando assuntos diversos desde o alfabeto até álgebra, ensinados por um único professor que buscava encorajá-los com um sorriso abatido.

O restante das crianças da região se juntou aos seus pais na agricultura e nos barcos de pesca para ajudar a alimentar suas famílias.

Recentemente, em Maracaibo, segunda maior cidade do país, um letreiro na fachada de uma escola sem eletricidade dizia: “Por favor, venham às aulas, mesmo sem uniformes”. Na entrada, as crianças perguntam aos professores se há comida antes de decidirem se irão ou não assistir às aulas.

Os banheiros da maior escola da cidade nem sequer funcionam mais. Projetada para atender a 3 mil alunos, hoje o centro de ensino tem apenas 100.

Em Santa Bárbara, subúrbio de Caracas, metade dos professores de uma escola não voltou às aulas em setembro. O diretor se viu forçado a convocar pais voluntários para que os alunos pudessem continuar a ter aulas. No outro lado da capital, em Rio Chico, metade das classes estão vazias por falta de estudantes e educadores. Quando os alunos chegam, perguntam primeiro sobre a merendeira, disseram os professores restantes.

As medidas populistas de Chávez, no entanto, focavam mais na quantidade de estudantes que na qualidade de sua educação. Conforme os cofres públicos se esvaziavam, seu programa educacional foi por água abaixo.

Mesmo frente à queda no comparecimento, Maduro continuou a afirma que seu governo estava focado nos gastos com a educação, apesar da “brutal guerra comercial” realizada por seus inimigos.

— Na Venezuela, nem sequer uma escola fechou ou irá fechar. Nenhuma sala de aula — disse o presidente, em um discurso televisionado em abril. — Nós nunca negaremos acesso à educação.

Para aumentar o número de professores, Maduro prometeu, em agosto, enviar milhares de integrantes do partido governista para as salas de aula. Especialistas em educação, no entanto, disseram que poucos desses militantes adicionarão algum valor pedagógico ou serão, de fato, enviados às escolas.

Ao mesmo tempo, o número de professores de verdade está diminuindo. A quantidade de graduados no principal centro de treinamento de professores do país, a Universidade Pedagógica Experimental Libertador, caiu 70% entre 2014 e 2018.

Ao, na prática, dolarizar a economia venezuelana, Maduro permitiu neste ano que muitos funcionários públicos conseguissem uma renda extra ao cobrar em dólares por seus serviços. Isso, no entanto, trouxe poucos benefícios para os professores da rede pública de ensino em lugares mais pobres, onde as famílias de alunos têm pouco acesso a moedas estrangeiras.

Em Boca de Uchire, a família Caruto parou de mandar suas crianças para a escola quando o refeitório não funciona.

— Eu não posso enviá-los para a escola com fome — disse José Luis Caruto, que está desempregado e é pai de duas crianças.

Sua irmã, Yuxi, de 17 anos, foi a última da família a parar de frequentar a escola, já que não conseguia arcar com os custos da passagem de ônibus. Ela tentou retomar seus estudos em um centro comunitário local, mas os professores pararam de aparecer na segunda semana de aula. Agora, ela passa os dias cuidando do filho de 1 ano.

— Eu quero aprender matemática, saber ler e escrever rapidamente. Eu tenho medo de não saber respoder quando o meu filho crescer e começar a fazer perguntas. Agora, no entanto, nós nem temos o que comer — disse Yuxi.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Braulino Francisco disse:

    É o começo de um Holocausto oficial autorizado por nossa Esquerda silenciosa. Ou seria um Holodomor bolivariano? Pobres crianças! Pobres pais que não têm de onde tirar alimento, roupas e remédios para os filhos. É uma tragédia humana. É muito triste.

  2. vilanir gurgel disse:

    Se o PT não saisse do poder em pouco tempo o Brasil ficaria assim.

  3. Francisco disse:

    Acho que é essa o modelo de escola que Fátima quer trazer pra cá, já que refutou a instalação de qualquer escola militar no estado do RN.

  4. Pedro disse:

    Onde estão os socialistas de araque, safados comunistas, petistas analfabetos e por aí vai? Sei que o cabeça (nove dedos) está na rua, com o tesão a mil, as contas nos paraísos fiscais repleta do que ele gosta (dinda) e tem um bando de bestas querendo defender o marginal.

  5. Triste Realidade disse:

    Essa é a realidade do socialismo, TODOS IGUAIS NA MAIS ABSOLUTA MISÉRIA!
    NUNCA foi diferente em lugar nenhum do mundo onde o socialismo virou forma de governo.
    Pobre povo venezuelano que se deixou ENCANTAR PELA MENTIRAS REPETIDAS de seu soberano e ditador que PROMETEU O CÉU e está entregando a MISÉRIA em todos os sentidos.

    • Neco disse:

      Todos iguais, nada, meu fi. Sempe tem os "mais iguais que os outros". A alta nomenklatura e seus associados vivem como nababos. Lá são os boliburgueses e enchufados.

  6. joaozinho disse:

    Esse deve ser a copia do programa assistencialista fome zero petista implantado na Venezuela. Muitas cotas, bolsa ração, educacao de primeira segundo a propaganda. Afinal, povo zumbi e morto nao tem fome. Nao demoraria tanto para acontecer aqui no país, pra os nossos doutrinadores educadores entenderem o resultado da desgraca da propaganda que eles tanto pregam como sendo boa. Aqui no RN, estes mesmos doutrinadores pedagogos nao quebram mais a porta da governadoria, sinal que estao felizes e nao podem reclamar da qualidade da educacao do RN e dos salarios. Enquanto isso Paloci delata mais alguns petista…

  7. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Era o exemplo que o FDP do ladrao condenado Lula Queria trazer para o nosso país , cadê que esses vermes PTralhas passeam ou querem turistar na VENEZUELA???

Ranking do Ideb gera “guerra virtual” entre escolas de Natal

Foto: Ilustrativa

O ranking com os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) divulgado pelo Ministério da Educação com a avaliação das escolas públicas e algumas escolas privadas tem gerado repercussão e guerra de provocações entre diretores de escolas em Natal. Para quem defendia o antigo ranking do Enem, que muitas vezes foi questionado por conta de escolas que manipulavam os números, chegando inclusive a criar dois CNPJ para figurar bem na avaliação, e foi extinto pelo Ministério da Educação, agora está querendo por em xeque os números do Ideb que continuaram ser divulgados como avaliação das escolas.

Alexandre Pinto, diretor do Colégio Ciências Aplicadas, lançou uma campanha pesada para derrubar a credibilidade do Ideb como comparativo entre as escolas. Ele reforça que o ranking do Ideb contou com 11 escolas particulares de Natal que teriam sido escolhidas por sorteio, enquanto que o ranking do Enem, o qual a escola liderou durante alguns anos congrega todas as instituições de ensino, mas deixou de existir em 2017 sem ser mais utilizado pelo próprio MEC.

O ranking atual do Ideb apontou a escola Over como o primeiro lugar pelo segundo ano seguido e lista as demais escolas particulares participantes. O diretor do Over, Carlos André defende a avaliação que foi criada e referendada pela ex-diretora do Inep e uma das criadoras do Enem, Maria Inês Fini, que afirmou que “o verdadeiro índice das escolas é o Ideb”, diz ela em vídeo que circula nas redes sociais.

Ainda segundo a versão do Over, o Ideb foi aberto a todas as escolas particulares que desejassem fazer e não apenas por sorteio e é o único método de avaliação referendado pelo MEC em utilização para medir os níveis de educação. Ainda segundo Carlos André, o MEC deixou de divulgar os dados do ranking do Enem por conta de denúncias que algumas escolas manipulavam os números para obterem resultados que não eram reais.

Resta saber agora se por que quem defendia o ranking do Enem, não aceita os índices do Ideb que tem a chancela oficial do MEC?

Veja vídeos abaixo: 

Over (aqui)

Ciências Aplicadas (aqui)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zuzu disse:

    Fizemos o q foi sugerido pelo "companheiro " minion arrependido, mas a roubalheira foi tão grande nos últimos anos que fica difícil encontrar escolas em nosso estado, com o mínimo de infraestrutura e ensino de qualidade.

  2. Alaca disse:

    Ranking do Enem, não levava em conta escolas que formavam turmas de "feras" para ter aprovação alta. É muito fácil fazer 40 tirar nota boa, agora 400 ou mais é mais ralado.

    • Delano disse:

      Pena que a governadora bloqueou a vinda de escolas militares. Ía deixar essas escolas que são as top de Natal no desespero, pela qualidade de ensino que traria. Infelizmente os jovens do RN foram tolhidos de um privilégio que seria um passo enorme pra seu sucesso na vida. Infelizmente!

    • Minion arrependido disse:

      Homi, se a educação militar fosse tão boa teríamos um presidente que ao menos soubesse ler e falar em público. Outro detalhe, quer modelo bom? Tire teu filho da escola privada e coloque na escola pública de um bairro pobre, participe do conselho escolar e cobre educação de qualidade.

    • Sales disse:

      Minion arrependido é igual ao sem dedo, burro. O cara ser contra escolas militares de Excelência deve comer capim

Governo do RN pede prorrogação de prazo para aderir a modelo cívico-militar em escolas; em alegação, informa que busca detalhes sobre como vai funcionar

Foto: Reprodução/RRTV

O portal G1-RN destaca que o governo do Rio Grande do Norte vai pedir a prorrogação do prazo para indicar escolas estaduais para aderir ao modelo cívico-militar proposto pelo governo federal. O prazo para o envio do ofício informando sobre a adesão termina nesta sexta-feira (27), mas o Estado alega que precisa de detalhes sobre como vai funcionar esse modelo antes de participar.

O Poder Executivo do RN solicitou as informações depois que a União emitiu o comunicado sobre o projeto. Segundo a Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (Seec), ainda não houve resposta do Ministério da Educação para este pedido.

O governo federal quer implementar o sistema em 54 escolas, duas de cada unidade federativa do país. O processo de adesão é voluntário e são os estados que definem quais escolas devem fazer parte do projeto.

Porém, na edição piloto, em 2020, as instituições de ensino com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e em situação de vulnerabilidade social, em comparação com outras escolas do mesmo estado, têm preferência para a adequação.

O MEC tem um orçamento de R$ 54 milhões para o programa em 2020, R$ 1 milhão por escola. O dinheiro será investido no pagamento de pessoal em umas instituições e na melhoria de infraestrutura, compra de material escolar, reformas, entre outras pequenas intervenções.

Veja reportagem completa aqui.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico da Burra disse:

    O Estado do RN vai perder uma coisa boa para sua população, pelo simples fato do nosso governo estadual ser do PT!!! Eu acho é pouco, vão votar nesse partido sem compromisso com o Brasil, que tem apenas a ideia de implantar um regime socialista fajuto, que beneficia apenas aos representantes maiores!!! Aff. Não tou nem acreditando nisso!!!

  2. Rodrigo Duarte disse:

    O governo do RN é petista, ou seja, não querem nada de ordem e respeito, querem putaria e safadeza.

  3. joão gonçalves disse:

    esse povo do PT não tem jeito, morre de medo de militar…

Bolsonaro quer projeto que proíba ideologia de gênero nas escolas de ensino fundamental; em SP, Doria ordenou recolhimento de material


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) publicou no Twitter nesta terça-feira (3) que a questão de identidade de gênero é um assunto do Executivo e cabe ao MEC (Ministério da Educação) criar um projeto de lei para proibir que as questões de gênero não sejam abordadas nas escolas de ensino fundamental.

Bolsonaro respondeu a AGU (Advocacia Geral da União) que enviou ao STF (Superior Tribunal Federal) um parecer para a revogação de uma lei da cidade de Londrina, no Paraná, que proibiu o ensino da “ideologia de gênero” nas escolas municipais, de ensino fundamental, voltadas para crianças e adolescentes.

O R7 entrou em contato com o MEC e com a AGU, mas até o fechamento deste texto não teve retorno.

Material recolhido em São Paulo

O governador João Doria (PSDB) ordenou retirar, nesta terça-feira (3), material didático de alunos do 8º ano da rede estadual que trata sobre ideologia de gênero.

“Fomos alertados de um erro inaceitável no material escolar. Solicitei ao secretário de Educação o imediato recolhimento do material e apuração dos responsáveis”, escreveu Doria em sua conta no Twitter. O governador não cita qual é o texto, mas trata-se de um fragmento da apostila de Ciências do São Paulo Faz Escola, programa responsável pela implantação do Currículo Oficial do Estado, formatado em documentos que constituem orientações para o trabalho do professor em sala de aula e visa garantir base comum de conhecimento e competência.

O título do texto é “Sexo biológico, identidade de gênero e orientação sexual”. Uma das frases diz a respeito de identidade de gênero, identificada por dois tipos: cisgênero e transgênero. Depois, cita a orientação sexual, “entendida como a seta ou a direção onde aponta o desejo erótico de cada pessoa, podendo ser heterossexual, homossexual ou bissexual” – o material foi repreendido por Doria, que disse que “não concorda e nem aceita apologia à ideologia de gênero”.

Por meio de nota, a Secretaria da Educação informou que tomou conhecimento do material nesta terça, dizendo que os alunos atingidos fazem parte de menos de 10% da rede estadual. O órgão classificou o material como conteúdo impróprio para a respectiva idade e série, além de ser um “desarranjo com as diretrizes desta gestão”.

Foto: Reprodução

Segundo o órgão, o tema de identidade de gênero está em desacordo com a Base Nacional Comum Curricular, aprovada em 2017 pelo Ministério da Educação, e também com o Novo Currículo Paulista, aprovado em agosto de 2019. “O assunto extrapola os dois documentos, que tratam do respeito às diferenças e à multiplicidade de visões da nossa sociedade”, justificou.

Para barrar o material, a secretaria iniciou, ainda hoje, o recolhimento dos exemplares das escolas, assim como foi iniciada a apuração da responsabilidade pela aprovação do conteúdo. “As apostilas são elaboradas por servidores da rede estadual, desde 2009, que se utilizaram das fontes abertas que dispunham, no caso, de manual do Ministério da Saúde”, relatou.

O órgão informou, ainda, que “não houve prejuízo para a secretaria, uma vez que se trata da apostila complementar referente apenas ao 3º bimestre, além de se tratar de apostila consumível, ou seja, que já não seria reaproveitada por outros alunos”. A fim de barrar outro acontecimento desta natureza, Doria decidiu reestruturar todo o processo de produção das apostilas, e “já está contratando serviço de revisão externa para todos os materiais”.

O vereador Toninho Vespoli (PSOL) usou as redes sociais para contestar o governador. “Ao ler a apostila, vemos que o material fala, de forma correta, de identidade de gênero. O texto busca uma reflexão para o respeito e a tolerância. Quer dizer que ensinar as crianças sobre respeito ao outro é um erro?”, escreveu. O parlamentar disse, ainda, que Doria troca identidade de gênero por ideologia de gênero para agradar a turma do presidente da República.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junin disse:

    Concordo com o colega ! O país parado, jovens virando zumbis, insegurança total e o cara de c preocupado com tema como esse!!!!!??? Preocupado com taxa de Noronha, carteira de estudante, radares……isso é lá assuntopra o mandatário geral se importar???? Colocamos um menino no governo foi????

  2. Amon Carlos de Oliveira disse:

    O rapaz que odeia os ( Bolsonaros) deveria deixar o país e ir ser catador de alimentos no lixo da Venezuela, ou então terá que aguentar o presidente que foi eleito democraticamente pelo voto popular, simples assim. pegue o beco rapaz, respeite a opinião dos outros

  3. Cidadão disse:

    Noooooooosssssa❗️
    Ele ficou com raivinha❗️

  4. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Os ratos PTralhas choram ….

    • odeio os bostonaros disse:

      Vc e um bolsoidiota bolsogado bolsoinbecil bolsojumento bolsofacista bolsonazista bolsobaitola bolsoboiola bolsofresco

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Quem chora é quem não é petralha nem bozominion, como eu e muitos outros que não são cegos. O País cheio de problemas sérios a resolver e o Presidente "marcando passo" com temas como esse.

    • Iuri disse:

      Chora boyolada

Citando frase de Paulo Freire, governadora sanciona lei de liberdade de expressão nas escolas

FOTO: ELISA ELSIE/ASSECOM/RN

A governadora Fátima Bezerra sancionou hoje três leis direcionadas a melhorar o ambiente escolar e promover a Educação. Durante a abertura do seminário “Mobilização para aprendizagem no Ensino Médio”, que iniciou na manhã desta segunda-feira (05) e transcorrerá até terça-feira (06), no Holliday Inn, ela defendeu a liberdade de expressão nas escolas, o incentivo à leitura e à escrita e a valorização do idoso através do esporte e da educação, temas das leis de autoria dos deputados Francisco de Medeiros e Kleber Rodrigues.

O evento, que discute a importância da gestão da educação para o avanço contínuo dos estudantes no Rio Grande do Norte, é realizado em parceria entre o Governo do Estado e o Instituto Unibanco, através do programa Jovem de Futuro. “O desafio é imenso. Não basta colocar a criança na escola. É preciso que a escola esteja preparada para garantir ao jovem o exercício da cidadania e o prepare para enfrentar o mercado de trabalho”, declarou a governadora para o público composto por cerca de 700 gestores, do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino.

Ao defender a liberdade de expressão nas escolas, Fátima citou uma frase célebre de Paulo Freire: “Se a Educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda”. A governadora declarou-se seguidora do pedagogo que revolucionou a prática de alfabetização, contribuindo consideravelmente para reduzir os índices de analfabetismo no Brasil. “Defendemos, sim, uma escola livre, democrática. Escola não é ambiente de intolerância. Escola é um território aberto, de livre opinião”.

Ela destacou que tem muitos sonhos quanto à Educação e está imbuída, junto com sua equipe, de concretizá-los. “Eu sonho, junto com vocês, educadores e educadoras, em avançar na escola em tempo integral. De aumentar, junto aos municípios, a rede de creches para crianças de 0 a 3 anos. E de melhorar a escola profissionalizante. Porque o nosso governo é o governo da inclusão”, descreveu.

A Lei 10.659/19 (proposta pelo deputado Francisco), que trata da liberdade de expressão nas escolas, está sendo chamada de “Lei da Escola Democrática”. Professor das redes municipais e estadual, ele explicou que a matéria foi amplamente discutida no âmbito escolar, com gestores, professores, estudantes e dirigentes do movimento estudantil, e tem por objetivo garantir o amplo debate em prol da Educação de qualidade. “A escola deve ser um ambiente democrático, onde seja propício o debate que caminhe para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, enfatizou.

O deputado Kleber explanou sobre as Leis 10.570/19 e 10.571/19, que institui a Semana do Livro e da Escrita e Semana Estadual do Esporte para a Pessoa Idosa, ambas para o mês de outubro, quando são comemorados o Dia do Idoso (01/10) e o Dia da Criança (12/10). “Essas leis são importantíssimas porque direcionam o olhar para a população de idosos, promovendo a qualidade de vida para a terceira idade. A Educação é a mola propulsora para o desenvolvimento de crianças e jovens”, destacou.

Além da governadora Fátima Bezerra, a abertura do seminário também contou com a participação do secretário da Educação Getúlio Marques, da secretária-adjunta Márcia Gurgel, e do Superintendente Executivo do Instituto Unibanco Ricardo Henriques. Este, por sua vez, falou sobre a importância da gestão para melhoria do aprendizado. “Nossa parceria atua por meio do aprimoramento contínuo da gestão da educação, desde a secretaria até o diretor da escola”, explicou.

O encontro está reunindo os técnicos da SEEC (Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Desporto e do Lazer), diretores regionais, assessores e coordenadores pedagógicos e diretores de escolas públicas. “Temos um compromisso com a aprendizagem dos nossos jovens. Diante disso, temos que ampliar o debate em busca de caminhos que devem ser traçados, para garantirmos que o jovem tenha acesso a uma educação de qualidade”, explicou o secretário Getúlio Marques.

JOVEM DO FUTURO – De acordo com dados do Censo Escolar 2018, o Estado do Rio Grande do Norte tem mais de 90 mil estudantes matriculados no Ensino Médio público, distribuídos em 318 escolas. O programa Jovem de Futuro atualmente está presente em 141 escolas estaduais que atendem mais de 49 mil estudantes e deve ser implantado em todas as 318 até 2020. Atualmente, o programa é implementado em parceria com as Secretarias de Educação dos estados de Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo, Goiás e Piauí.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ems disse:

    Essa liberdade vale para a direita ou é só pra quem segue a cartilha de Karl Marx ?

  2. Lampejao disse:

    A TABUADA QUE É BOM………….

  3. Antonio Turci disse:

    Liberdade para continuar fazendo a cabeça de nossos jovens com o marxismo ateu e degradador dos valores morais da sociedade. Liberdade de expressão vinda do PT jamais será saudável.

  4. Luiz Fernando disse:

    Essa "liberdade de expressão " não é nada mais do que implantar as idéias de esquerda, contribuindo cada vez mais para a desordem e a libertinagem.

  5. Rodrigo disse:

    Paulo Freire é o tipo de educação que tem Fátima gopi e seus comparsas, esquerdalhas

  6. Gilson disse:

    Já, já, os bozominions, que não conseguiram entrar na Federal, vão começar o festival de ignorância, kkk

  7. Luciana Morais Gama disse:

    Escola SEM PARTIDO já!!

  8. Ceará-Mundão disse:

    A adoção do método educacional desse senhor não trouxe grandes avanços à educação pátria. Ao contrário, os índices internacionais de aferição da qualidade da educação exibem o Brasil nas últimas colocações desses rankings. E nem é necessário recorrer a esses índices. Basta olhar ao redor e verificar como estamos mal. E não é por falta de recursos. Gastamos muito e gastamos mal. Muito mal.

Ex-prefeito na Grande Natal é denunciado por não prestar contas de verbas para escolas

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação de improbidade e uma denúncia contra o ex-prefeito de Extremoz, Klauss Francisco Torquato Rêgo, por não ter prestado contas de recursos recebidos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e que deveriam ser utilizado em melhorias nos colégios municipais, através do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), em 2015. Todos os detalhes no Justiça Potiguar clicando aqui

Por falta de soros contra raiva e venenos de animais peçonhentos, Hospital Giselda Trigueiro recomenda que escolas no RN cancelem aulas de campo

Foto: Reprodução

Sinal de alerta ligado. O portal G1-RN noticia nesta quinta-feira(18) que a direção do Hospital Giselda Trigueiro, referência no tratamento de doenças infectocontagiosas e no atendimento a pessoas atacadas por animais peçonhentos, solicitou que a Secretaria de Educação recomende às escolas públicas e privadas do Rio Grande do Norte que evitem aulas de campo aumentem a exposição dos alunos a animais peçonhentos como cobras, aranhas e escorpiões, e ainda transmissores de raiva, como morcegos, saguis, raposas, equinos, bovinos, suínos, cães, gatos e outros tantos. O motivo é a falta de soros na unidade. O ofício foi encaminhado à pasta na última terça-feira (16) e é assinado pelo diretor-geral do hospital, André Prudente.

Segundo a recomendação, enquanto houver desabastecimento dos soros contra venenos e contra a raiva a situação deve ser levada em consideração. Ainda segundo a recomendação, deve-se evitar visitas ecológicas, piqueniques, passeios ou quaisquer outras modalidades pedagógicas em matas ou parques, incluindo os urbanos.

Anos de 2002, 2003, 2011, 2012 e 2017: De Realengo a Goiânia, relembre outros casos de atiradores em escolas do país

O ataque a tiros a crianças numa escola de Suzano (SP), na manhã desta quarta-feira (13) já faz parte de uma sequência de casos similares no país.

Casos similares aconteceram em diferentes regiões do país, com atiradores (alunos ou não) dentro de escolas abrindo fogo contra estudantes e outras pessoas.

Relembre abaixo algumas dessas tragédias.

SALVADOR

Em 2002, um jovem de 17 anos matou duas colegas dentro da sala do colégio particular Sigma, na orla de Salvador, na Bahia, e foi preso em flagrante. À época, a delegada encarregada do caso afirmou que o revólver calibre.38 utilizado pelo garoto pertencia ao pai, que era perito policial.

O estudante sacou a arma que trazia dentro da mochila e atirou na estudante Vanessa Carvalho Batista, que estava sentada ao seu lado. Com um tiro no peito, a aluna, que cursava a oitava série, morreu na hora.

Após o disparo, ele caminhou seis metros dentro da sala de aula e também atirou em outra colega, Natasha Silva Ferreira.

Com três tiros no peito e na cabeça, a estudante foi socorrida por colegas e transportada para o Hospital São Rafael, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Amigos das duas estudantes atingidas pelos tiros informaram que o adolescente teria se revoltado com as colegas por causa de uma gincana. As duas teriam dado nota dois ao estudante em uma prova que valia cinco pontos. Inconformado com os critérios, ele teria prometido vingança.

TAIÚVA

Em janeiro de 2003, em Taiúva (a 363 km de São Paulo), Edmar Aparecido Freitas, 18, ex-aluno da escola estadual Coronel Benedito Ortiz, invadiu o pátio da instituição, atirou em alunos, professores e funcionários e depois se matou. Ele utilizou um revólver calibre.38, com o qual fez 15 disparos.

Ele deixou oito pessoas feridas, entre elas uma professora e o caseiro da escola. Uma pessoa morreu, e um aluno ficou paraplégico. O crime abalou a cidade de pouco mais de 5.000 habitantes.

REALENGO

Em abril de 2011, em Realengo (zona oeste do Rio), doze adolescentes –dez meninas e dois meninos– morreram no massacre da escola municipal Tasso da Silveira. Eles foram vítimas de Wellington Menezes de Oliveira, 23, que atirou contra as vítimas na sala de aula.

Ex-aluno da escola, Oliveira entrou na escola por volta das 8h30 e disse que buscaria seu histórico escolar. Depois, afirmou que daria uma palestra e, já em uma sala de aula, começou a atirar na direção dos alunos. Segundo a polícia, a ação durou cerca de cinco minutos. Além dos 12 mortos, outras 12 pessoas ficaram feridas –ao menos quatro em estado grave. Após o ataque, Oliveira cometeu suicídio.

O atirador usou dois revólveres e tinha muita munição. Além de colete a prova de balas, usava cinturão com armamento. Em anotações encontradas pela polícia em sua casa, o atirador pôs a culpa pelo massacre nos que o humilharam na escola na adolescência.

“Muitas vezes, aconteceu comigo de ser agredido por um grupo e todos os que estavam por perto debochavam, se divertiam com as humilhações que eu sofria sem se importar com meus sentimentos”, escreveu ele.

PIAUÍ

Em abril de 2011, um adolescente de 14 anos que se disse vítima de bullying matou um colega com golpes de faca no interior do Piauí. O caso ocorreu na zona rural da cidade de Corrente, no extremo sul do Estado.

O rapaz disse à polícia que era “agredido quase todos os dias física e verbalmente”. O menino era mais baixo e mais fraco do que o que morreu, que tinha 15 anos.

O ataque ocorreu no pátio da escola, quando os alunos esperavam pelo ônibus. Ao ser hostilizado, o adolescente partiu para cima do colega, desferindo um golpe na virilha e outro no pescoço. O corte atingiu a veia jugular e a vítima morreu praticamente na hora.

SÃO CAETANO DO SUL

Em setembro de 2011, em São Caetano do Sul (Grande São Paulo), um aluno de 10 anos de idade que estava no 4º ano atirou na professora Rosileide Queiros de Oliveira, 38, e depois se matou na escola Professora Alcina Dantas Feijão.

No momento do disparo, 25 alunos estavam na sala de aula. Em seguida, ele se retirou da classe e disparou contra sua própria cabeça. Ele usou um revólver calibre 38 do pai, que era então guarda civil.

A polícia investigou à época a hipótese de que o garoto sofria bullying e que isso teria motivado o ataque. A corporação chegou a afirmar que o menino era manco e sofria gozação dos colegas, mas recuou depois.

JOÃO PESSOA

Em abril de 2012, um adolescente de 16 anos atirou em outras três alunas de escola estadual de Santa Rita (região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba). O objetivo do rapaz era acertar um menino de 15 anos com quem havia discutido duas vezes.

Ele efetuou seis disparos com um revólver calibre 38. As adolescentes de 17 anos tiveram alta nos dias seguintes ao ataque.

Dois anos depois, no bairro de Mandacaru, na periferia de João Pessoa, um adolescente de 15 anos deu três tiros na barriga da estudante Maria Beatriz Souza Santana, 14, que havia sido sua namorada. O ataque aconteceu dentro da sala de aula da escola municipal Violeta Formiga.

GOIÂNIA

Um adolescente de 14 anos matou dois colegas e feriu outros quatro, em outubro de 2017, em Goiânia. O jovem utilizou uma pistola .40 da mãe, que assim como o pai é policial militar. Segundo a Polícia Civil, na época, o adolescente foi motivado por bullying.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Augusto Nobrega disse:

    Atiradores??? Atiradores são atletas do tiro esportivo o correto seria TERRORISTA.

Pesquisa Instituto Paraná: Maioria concorda com hino nacional nas escolas

O Instituto Paraná fez uma pesquisa sobre a polêmica envolvendo a carta do ministro da Educação, Ricardo Velez Rodriguez, com pedido para que alunos fossem filmados cantando o hino nacional.

Dos entrevistados, 62,4% concordaram com a iniciativa. Outros 26,6% discordaram e 8,5% não se manifestaram.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucio disse:

    Outro aproveitador lacaio dos Estados Unidos.
    Trump quer botar ele na Venezuela como fez com esse miliciano aqui no Brasil.
    Para tomar o Petróleo e dominar, assumindo o controle Militar do país.

  2. Lucio disse:

    Combater os famigerados auxílios, entre eles o auxílio moradia, ninguém fala, não é mesmo?
    Também não falam nos outros inúmeros privilégios dos juízes, promotores, Deputados, Senadores e Militares.
    Nem tampouco vão corrigir os supersalarios e cobrar dos Grandes devedores da União e do INSS.
    Atacar os pequenos e fracos é o modo como governos hipócritas e populistas tem de fingir que estão trabalhando pelo povo enquanto nega os bestas de plantão.
    Acordem!
    Esse governo fake usa laranjas para desfilar mentiras e atacar os pequenos, quando sabemos que a maior escola de formação ideológica hoje são as igrejas evangélicas que arrecadam milhões sem dar satisfações e prestar contas a ninguém

  3. Paulo disse:

    Ausência de politicas públicas, associada ao péssimo exemplo de gestores, políticos e magistrados são munição para destroçar qualquer nação e o hino nacional nas escola ajuda a lembra que o nosso país é o Brasil de cores verde e amarela e não vermelha!

  4. Ems disse:

    Pois é, uma minoria "lacradora" e barulhenta quer impor sua vontade a maioria !!!

Deputado federal general Girão critica “minoria hipócrita” e defende hino nas escolas: “canalhas”

 

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#brasilacimadetudo #governobolsonaro #generalgirãodeputadofederalrn #generalgirao #deputadogeneral #deusacimadetodos #patriaamadabrasil

Uma publicação compartilhada por General Girão Monteiro (@generalgirao) em

Através das redes sociais nessa terça-feira(26), o deputado federal general Girão Monteiro (PSL) saiu em defesa da orientação do Ministério da Educação (MEC) enviada as escolas do país.

“O brasileiro sempre amou a bandeira e o hino nacional, não só em época de Copa do Mundo. A minoria hipócrita tem se manifestado contra a orientação do MEC, infelizmente. Onde está o constrangimento em passar valores morais as nossas crianças? Canalhas! Vamos até a base”, disse o general.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ADAILTON RAMALHO disse:

    DEPUTADO QUERENDO APARECER

  2. ASV disse:

    Está se fazendo muito mimimi com essa história, creio que a maioria não é contra cantar o hino nacional, pelo contrário, apoia, mas essa de filmar e falar frase de campanha é que não pode. Gostaria muito que meu filho cantasse o hino todos os dias na escola, mas ser filmado e fazer propaganda política não.

  3. Olimpio disse:

    Esse tal de ECA só faz nossas crianças e adolescentes ficarem mais rebeldes. Há saudades do meu tempo que criança obedecia os mais velhos e adolescentes não se envolvia com a maldita droga.

  4. Acorda Brasil disse:

    Toda essa polêmica acerca de um pedido simples de que se entoasse o hino nacional nas escolas nos mostra que o Brasil pós PT está apodrecido e princípios e valores invertidos. Vai ser preciso um bom tempo até expurgar o lixo ideológico lulo-petista das mentes e corações dos Brasileiros.

  5. raimundo disse:

    a esquerda quer politizar tudo, o próprio Haddad assinou a exigência diária do hino e ninguém disse nada, basta ser qual quer ação deste governo que vira uma ladainha, cantar hino e ter disciplina nos colégios deveria ser ponto passivo entre direita e esquerda os símbolos nacionais como hino e bandeira devem ser saldados sim. vamos parar de mimi se não querem ajudar ao menos não atrapalhem

  6. Jorgensen disse:

    Canta quem quer…
    Eu fico calado…oooo hino sem pé nem cabeça, cantado na segunda e terceira pessoa

  7. Rogério Rocha disse:

    Existe tantos problemas em nosso sistema educacional e estamos perdendo tempo discutindo sobre um assunto tão desnecessário, só não concordo nesta questão de filmar e ter que enviar para o MEC, só faltou ter que postar na rede social e marcar o ministro, não vamos confundir disciplina com exagero e neste caso os dois lados estão de mais vamos ser mais ponderados, sem tanto amor.

  8. Cleber disse:

    Não generaliza, cidadão!
    Tem escolas publicas que os alunos e funcionários cantam sim o hino nacional, e algunhaa escolas particulares q não cantam. Depende da gestão escolar. Vá se informar!!

  9. Rafael disse:

    Deturpação pra variar. Ministro comentou que ficaria feliz em receber vídeos com crianças cantando o hino. Mas é isso mesmo, filmar criança pegando no corpo de um cara nu é normal pra essa gente. Já cantar o hino é um "absurdo".

  10. Fonseca disse:

    Muito bem Girão, essa corja do PT são uns doentes mentais, vão pra Cuba pelo amor de Deus e nos deixem em pazzzz, acabaram com o país e ainda querem meter o dedo na nova administração ? Cai fora Pt, Globo lixo e outras !

  11. João Maria Macedo disse:

    BG, amigo eu tive o orgulho e o prazer de servir o exército brasileiro no ano de 1981 no 16* batalhão de infantaria motorizada, todos os dias era hasteada a bandeira do brasil e cantávamos o Hino Nacional, do Exército e o da Bandeira era muito bonito, BG vou lhe confessar, até hoje quando eu escuto o hino nacional independente de onde for fico em pé em respeito a Bandeira e ao Hino Nacional e consequentemente muito emocionado, seria muito bom se não houvesse essa polêmica e todos os estudantes tivessem esse hábito com certeza todos só tinham a ganhar.

  12. Eudes Gurgel disse:

    A questão não é "não cantar o hino nacional" pois isto já ocorre nas escolas públicas, mesmo sem a existência de pavilhão para isso em decorrência da falta de estrutura. Quando se fez a reclamação foi diante da manifestação do Exmº Sr Ministro da Educação, por e-mail aos diretores na qual impunha, na hora do hino, filmar os educandos, o que é vetado pela ECA – Estatuto da Criança e Adolescentes, além de ter, na filmagem, de explanar ritos de saudação ao atual governo. O hino nacional faz parte da tradição escolar e da formação do educando, não só sobre os valores em respeitar sua pátria, sua nação, como também o de aprender a viver em determinados momentos comportamentos sociais que lhes serão cobrados ao resto da vida.

    • Carlos disse:

      Procure no YouTube um vídeo chamado "Sem Terrinhas". Se concordar com o que verá por lá. Volte e diga. Se não, peça desculpas a todos.

  13. costa disse:

    ESSE GENERAL CALADO E UM POETA.

    • Misericórdia disse:

      Poético deve ser financiar peça teatral para colocar home nu a frente de crianças;
      Poético deve ser jogar recurso público no lixo financiando artista sem arte, sem conteúdo, sem conceito moral e contra a familiar via lei rouanet (roubaagente);
      Poético deve ser apoiar corrupto e ditadores;
      Poético deve ser aplaudir o envio de recurso público aos ditadores de Cuba e da Venezuela e criticar a ajuda humanitária a um povo que não tem emprego e passa fome.

  14. LULADRÃO disse:

    Isso mesmo General. Lembro que nas escolas particulares sempre aconteceu o hasteamento da bandeira e o canto do hino nacional. Já nas escolas públicas essa demonstração cívica nunca aconteceu. Saber respeitar e admirar o hino do país e símbolos pátrios é obrigação de todo cidadão.

HINO: Com mensagem retificada, MEC anuncia nova carta para as escolas; gravação só ocorrerá para diretores que desejarem atender voluntariamente

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil – 02.01.2019

Após polêmica, ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, anuncia por meio da página do Ministério da Educação na internet que enviará nesta terça-feira (26) uma nova carta para as escolas, com um pedido de cumprimento voluntário para que seja lida no primeiro dia letivo deste ano.

A carta foi revisada a pedido do ministro, que reconheceu “o equívoco, tendo sido retirado o trecho também utilizado durante o período eleitoral”. Segundo o MEC, o texto a ser enviado será o seguinte:

“Brasileiros! Vamos saudar o Brasil e celebrar a educação responsável e de qualidade a ser desenvolvida na nossa escola pelos professores, em benefício de vocês, alunos, que constituem a nova geração.”

No e-mail em que a carta revisada será enviada, pede-se, ainda, que, após a sua leitura, professores, alunos e demais funcionários da escola fiquem perfilados diante da bandeira do Brasil, se houver na unidade de ensino, e que seja executado o Hino Nacional.

Ainda segundo informações do MEC, “para os diretores que desejarem atender voluntariamente o pedido do ministro, a mensagem também solicita que um representante da escola filme (com aparelho celular) trechos curtos da leitura da carta e da execução do Hino. A gravação deve ser precedida de autorização legal da pessoa filmada ou de seu responsável”. A atividade, de acordo com o Ministério, faz parte da política de incentivo à valorização dos símbolos nacionais.

Polêmica

O Ministério da Educação (MEC) mandou na segunda-feira (25) para todas as escolas do país um e-mail pedindo que as crianças sejam perfiladas para cantar o hino nacional e que o momento seja gravado em vídeo e enviado para o governo.

O e-mail pedia ainda que seja lida para elas uma carta do ministro Ricardo Vélez Rodríguez, que termina com o slogan do governo “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.”

A carta foi enviada para escolas públicas e particulares do país e muitos diretores chegaram a pensar se tratar de fake news ou vírus.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junior disse:

    Toda essa geração de corruptos que temos hoje no Brasil assistiu muita aula de Educação Moral e Cívica e OSPB, além terem cantando inúmeras vezes o Hino Nacional em suas escolas. O problema é outro: mau caratismo independente de ideologia.

  2. Cortez Pereira Junior disse:

    Tá totalmente errado. Para poder educar essa cambada de esquerdopatas tem que ouvir o Hino todos os dias antes de começar as aulas. É o minimo que as escolas publicas podem fazer, para essa juventude aprender a respeitar o nosso BRASIL.

  3. Ceará-Mundão disse:

    Será que agora essa cambada de esquerda acaba com o mimimi? Agora, se fosse prá por crianças apalpando um homem nu numa suposta peça teatral, prá fazer passeata por "Lula livre" ou contra o "gópi" ou prá participar de alguma manifestação "ele não", essa corja não veria qualquer problema. Mas, prá entoar o hino nacional e hastear o pavilhão nacional… Essa gente não pode ser considerada brasileira.

    • Sougaviao disse:

      Calma Ceará Mundão,
      Vc tem MT ódio no seu coração. Procure o Silas Malafaia pra curar seu coração odioso. Rsrsrs

    • Ceará-Mundão disse:

      Meu caro, leia seus próprios comentários (e os dos seus "cumpanhero") e veja quem são na verdade os que pregam a intolerância e o ódio. Aliás, vcs odeiam o nosso Brasil. A ponto, até mesmo, de repudiarem a execução do nosso hino nas escolas. Vcs não podem ser considerados brasileiros.

Bolsonaro promete combater “lixo marxista” nas escolas para tirar Brasil dos piores rankings de educação do mundo

Jair Bolsonaro se comprometeu mais uma vez a combater o “lixo marxista” das escolas. A declaração foi dada nesta segunda-feira(31), um dia antes de sua posse como presidente da república nesta terça-feira(1).

“Uma das metas para tirarmos o Brasil das piores posições nos rankings de educação do mundo é combater o lixo marxista que se instalou nas instituições de ensino.

Junto com o Ministro de Educação e outros envolvidos vamos evoluir em formar cidadãos e não mais militantes políticos.”

Só se consegue fazer isso oferecendo mais gramática e mais aritmética.

Com acréscimo de informações de O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo martins disse:

    Então vai ter que fazer uma faxina geral no Ministério da Educação. Pense num ambiente dominado pelo "lixo marxista"…

  2. Andrade disse:

    É burrice por cima de burrice. Incrível.

  3. Maria disse:

    Muito burro pelo amor de Deussss

  4. Marcos Aurélio disse:

    Exmo Sr Presidente da República Jair M. Bolsonaro, para melhorar a educação pública do nosso país, não precisa combater ideologias. Basta que o senhor determine que os Estados paguem, pelo menos, o teto salarial para os professores. Faça com que o congresso e o senado criem leis que fortaleçam o ensino público. Essa ideia de professores militantes é estória da Carochinha, o que temos na realidade são Escolas públicas sucateadas e professores (e funcionários), muito mal remunerados.
    Por que o senhor não remunera (ou faz remunerar), os professores (e funcionários) da rede pública, com a mesma remuneração dos professores das Escolas Militares? Já será um bom começo.

    • Aldemir disse:

      Remuneração no Brasil não diz nada… se fosse assim, deputados, vereadores, prefeitos e governadores seriam sinônimos de eficiência!

  5. Maria disse:

    Coitadinho, o bichinho é despreparado de tudo, que exemplo ele vai seguir? Ele só entende de aguçar o sentimento de guerra, quais as instituições que ele visitou fora as companhias militares, cadê que se preocupou em pensar em visitar países que apostaram na educação, a primeira coisa que o coisa pensou foi em mudar embaixada, isso trará o terrorismo para o Brasil, e o povo apoiando principalmente os evangélicos.

  6. João Amaral disse:

    É só bla bla bla…nada vindo de um presidente eleito com base em fakes vai nos intimidar. Vamos mostrar sempre a realidade do seu governo aos nossos alunos. Os professores vão resistir a tudo isso. Detalhe: nunca o Brasil foi comunista, apenas o capitalismo que nunca deu certo aqui.

  7. Dinarte Cavalcante disse:

    Tudo blá, blá, blá. Nada vai mudar, sabe por quê? Este NÃO É, e NUNCA SERÁ um país sério. É tudo pavolagem flácida para dormitar bovinos.

  8. Fran disse:

    Vai ser difícil. Terá de demitir todos os reitores e professores. Ou seja, vai precisar refundar as universidades federais e estaduais.

FOTOS: Associação Potiguar de Skate realiza o projeto SKATE PRA TODOS na escolas e conquista cada vez mais novos adeptos

Foto: Divulgação

A Associação Potiguar de Skate (APS) realiza o projeto SKATE PRA TODOS na escolas. Nos eventos, os jovens, sempre muito atentos nas explicações, aplaudem, entram na diversão e se empolgam ao conhecer a história do skate. E muitos têm o prazer de andar de Skate pela primeira vez.

A APS agradece aos diretores e professores das escolas que veem este esporte como uma prática saudável e uma ótima opção esportiva pra jovens e adultos.

A associação também faz agradecimento especial aos atletas Wesley, Pedro, Mário e Ilzeli, que estão sempre presentes abrilhantando ainda mais as palestras com suas manobras, e ajudando a conquistar cada vez mais pessoas a andar de skate.

Palestra SKATE PRA TODOS realizada na Escola Municipal Des. Silvino Bezerra Neto – Parnamirim/RN. Fotos: Divulgação.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Costa disse:

    Excelente. Parabéns Franklin, Zelo e toda a APS pelo trabalho de divulgação e organização do nosso esporte. Skateboard Na Veia Sempre!
    Paulo Costa, 47
    Skatista

  2. JEAN CARLOS disse:

    Não sou praticante desse esporte, mas fico indignado quando vejo o pessoal se arriscando nas ruas, por Natal não ter espaço adequado para a prática do esporte, diferente de outras cidades do Brasil á fora, o viaduto do baldo seria um excelente espaço para a prática do esporte e eventos culturais em geral, dança de rua, skate, apresentações teatrais, essa galera merece!

  3. Franklin Medeiros disse:

    Muito grato pela força a APS agradece de coração.

  4. Rodrigo Jorge disse:

    A pena é que Natal é a Única Capital do País que não possuí Pistas de Skate Públicas ou Privadas. Mossoró tem a única Pista Completa do RN.

  5. LAMPIÃO disse:

    ZELI, MEU IRMÃO!!!

  6. Wilton Barbosa disse:

    Parabéns pelo projeto.

Apesar de proibido na maior parte das salas de aula, celular ganha cada vez mais espaço nas escolas, mostra pesquisa

Apesar de proibido na maior parte das salas de aula do país, o uso do celular em atividades pedagógicas cresce ano a ano. Mais da metade dos professores dizem que utilizam o celular para desenvolver atividades com os alunos, que podem ser desde pesquisas durante as aulas, até o atendimento aos estudantes fora da escola. O uso não se restringe aos docentes: mais da metade dos estudantes afirmam que utilizaram o celular, a pedido dos professores, para fazer atividades escolares.

A Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras (TIC Educação 2017), divulgada esta semana, mostra que o percentual de professores que utilizam o celular para desenvolver atividades com os alunos passou de 39% em 2015 para 56% em 2017. O aumento aconteceu tanto nas escolas públicas, onde o percentual passou de 36% para 53%, quanto nas particulares, crescendo de 46% para 69%.

Cresce o uso do celular em atividades pedagógicas (Arquivo Agência Brasil)

Entre os alunos, o uso também aumentou. Em 2016, quando a pergunta foi feita pela primeira vez, 52% disseram já ter usado o aparelho para atividades escolares, a pedido dos professores. No ano passado, esse índice passou para 54%. Entre os alunos de escolas particulares, o percentual se manteve em 60%. Entre os das escolas públicas, aumentou de 51% para 53%.

Segundo a coordenadora da pesquisa, Daniela Costa, diante da falta de infraestrutura, sobretudo nas escolas públicas, o celular tem sido um importante instrumento de acesso à internet. Os dados mostram que 18% dos alunos usuários de internet utilizam apenas o celular para acessar a rede nas escolas urbanas – nas escolas públicas, esse índice é 22%, enquanto nas particulares, 2%. Metade dos estudantes de escolas particulares disse ter acesso à internet na escola. Entre os estudantes de escolas públicas, esse percentual é 37%.

“Mais de 90% das escolas proíbem o uso de celular na sala de aula. Mas, ainda assim, como a internet muitas vezes não funciona, sobretudo nas escolas públicas, utiliza-se o celular”, afirma Daniela. “Quando pensamos em crianças e adolescentes que fazem a tarefa só com celular, isso é complicado. Aqueles que têm acesso a mais dispositivos possivelmente têm mais oportunidade de conhecimento e aprendizagem”.

De acordo ainda com a pesquisa, 48% dos professores deram aulas expositivas com o auxílio de tecnologias e 48% solicitaram a realização de trabalhos por esses meios. Outros 40% solicitaram exercícios e 40%, trabalhos em grupos pela internet.

Nas escolas rurais, a situação é mais complicada – 36% disseram ter acesso à internet e 48% afirmaram que não há infraestrutura para acesso na região onde a escola está localizada. Em relação ao celular, 48% das escolas usam celulares em atividades administrativas, como acessar programas de gestão escolar ou mesmo para se comunicar com a Secretaria de Educação local, sendo que 42% desses aparelhos são pessoais e não custeados pelas escolas.

Na sala de aula

No Centro de Ensino Médio 01 do Paranoá, escola pública do Distrito Federal, os alunos não têm acesso à internet na sala de aula e, de acordo com a orientadora educacional Keila Isabel Ribeiro, a escola segue a Lei Distrital 4131/2008, que proíbe o uso de celulares em sala tanto em escolas públicas quanto em escolas particulares.

“A escola não oferece internet para os alunos. Tem laboratório, mas é pequeno, não atende nem à metade de um turma nossa, que tem de 45 a 47 alunos. O laboratório acaba sendo usado pelo aluno que precisa fazer alguma pesquisa no turno contrário ao das aulas e para fazer provas de dependência”, diz.

Keila observa que o celular é proibido na sala de aula, mas que cada professor tem autonomia. “Alguns são mais benevolentes, permitem o uso desde que não estejam dando aula, por exemplo. E tem aqueles com tolerância zero”. .

A professora de redação Veronica Araujo Leal, do Colégio Madre Carmen Salles, escola privada de Brasília, defende que a internet ajuda no aprendizado, mas é preciso ter alguns cuidados. “A gente leva à risca a proibição de uso de celular em sala de aula. Eu mesma, no entanto, abro um parêntese para fazer pesquisa. Eu aviso aos alunos para trazer os aparelhos e delimito um tempo para fazer pesquisa sobre determinada temática”.

O uso, segundo Veronica, é monitorado. “Eles são jovens, adolescentes, não podemos dar autonomia, deixá-los livres, porque ao mesmo tempo em que estão pesquisando, estão conversando na internet. Tem que verificar, passar entre as carteiras, é preciso estar atento”.

Pesquisa

A pesquisa foi feita pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

A coleta de dados em escolas localizadas em áreas urbanas ocorreu entre os meses de agosto e dezembro de 2017. Foram entrevistados presencialmente 957 diretores; 909 coordenadores pedagógicos; 1.810 professores de língua portuguesa, de matemática e que lecionam múltiplas disciplinas (anos iniciais do ensino fundamental); 10.866 alunos de 5º e 9º ano do ensino fundamental e 2º ano do ensino médio.

A partir de 2017, a pesquisa TIC Educação passou a coletar dados relativos a escolas localizadas em áreas rurais. Foram entrevistados pelo telefone e presencialmente 1.481 diretores ou responsáveis pela escola.

Agência Brasil

 

Comissão aprova instalação de internet WI-FI nas escolas em Natal

REUNIÃO COMISSÃO EDUCAÇÃO (7) REUNIÃO COMISSÃO EDUCAÇÃO (9)Fotos: Marcelo Barroso

Nesta segunda-feira (05), a Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Câmara de Natal deu parecer favorável ao projeto de lei apresentado pelo vereador Ubaldo Fernandes (PMDB) que dispõe sobre a instalação nas unidades de ensino da rede de escolas públicas municipais do sistema de internet WI-FI. Agora, a matéria será encaminhada para votação no plenário da Casa.

“Esta iniciativa já foi adota em várias cidades brasileiras e vem obtendo grandes resultados. Acredito que a instalação de WI-FI vai ajudar a ampliar a discussão de conteúdos trabalhados em sala de aula e divulgar o projeto político-pedagógico, além de proporcionar acesso gratuito aos alunos”, destacou a vereadora Eleika Bezerra (PSL), presidente da Comissão de Educação e relatora do projeto.

Também foi aprovado e encaminhado para votação um texto de autoria do vereador Maurício Gurgel (PSOL), com relatoria do vereador Joanilson Bezerra (PSDC), que proíbe a discriminação por uso de tatuagens no Serviço Público Municipal.

Por fim, a vereadora Amanda Gurgel (PSTU) solicitou à comissão o acompanhamento de sua emenda parlamentar que direciona recursos para a realização do Festival Natal tem Música, criado para prestigiar a música autoral potiguar. “A função do Legislativo é garantir recursos para ações e ao Executivo cabe executar, lógico. A gente fez a nossa parte e esperamos que a prefeitura faça a dela”, defendeu.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Txão Lindo disse:

    Homi, qual o "minino" que vai fazer pesquisa na escola? Nem la na faculdade os marmanjos usam pra pesquisar, "invagine" na escola…
    Ô legislativozinho cocô…

  2. Jk disse:

    É uma boa se for usado afins de estudo e pesquisa… Agora se for pra boyzada travar no XVIDEOS… aí não dá. kkkkkk