Linha de crédito da AGN auxiliará adequação de escolas para retomada de aulas

Estabelecimentos de ensino particular poderão utilizar financiamento para implementar protocolos e medidas de bioprevenção para proteção da saúde da comunidade escolar

Diante da expectativa pelo retorno das aulas e a necessidade de adequação dos estabelecimentos de ensino particular a adotarem protocolos e medidas de bioprevenção para garantir a saúde da comunidade escolar, a Agência de Fomento do RN disponibilizará linha de crédito em condições em especiais para as instituições no processo de retomada.

A ação nasce da parceria entre a AGN-RN e o Sebrae no Rio Grande do Norte e integram o programa Reinicie, iniciativa de orientação a diversos setores da economia sobre o retorno das atividades com segurança em relação ao novo coronavírus (Covid-19). A linha será operacionalizada pela Agência de Fomento a partir de repasses de recursos do BNB.

Os financiamentos terão o limite de R$ 50 mil e juros de 2,7 % ao ano, pós-fixados, conforme variação do IPCA. O prazo para pagamento é de 24 meses com uma carência que pode chegar até 12 meses.

Para obter o financiamento, a empresa poderá oferecer como garantia através de avalista ou mesmo garantia real – imóvel, por exemplo. Nos dois casos, será possível solicitar o enquadramento no FAMPE – Fundo de Aval Complementar do SEBRAE e que garante até 80% da garantia necessária ao financiamento. Empresas limitadas podem ter os sócios como avalistas. No caso de empresas individuais, o avalista será um terceiro com renda comprovada.

A linha permitirá que as instituições de ensino promovam adequações no layout e possam adquirir equipamentos de proteção individual e coletiva, além de outros itens necessários à retomada das atividades administrativas, pedagógicas e de ensino. Para a diretora-presidente da AGN, Márcia Maia, a medida é importante para garantir a retomada das atividades de forma segura para profissionais, empreendedores, pais, responsáveis e alunos.

“É uma iniciativa que nasce da parceria com o Sebrae-RN e o diálogo com os empreendedores ligados à instituições de ensino que estão buscando assegurar todas as condições de biosegurança necessárias ao desenvolvimento das suas atividades. Nós, da Agência de Fomento, temos procurado permanentemente soluções para colaborar com a retomada dessa e outras atividades de maneira segura, consciente e forte”, afirmou a dirigente.

De acordo com pesquisa feita pelo Sebrae, 95% dos gestores de escolas já conhecem as normas estabelecidas, mas precisam de auxílio para implantá-las. A criação do instrumento de financiamento é desdobramento da reunião realizada na última segunda-feira (06), na qual AGN e Sebrae se reuniram com representantes de 80 escolas particulares para tratar de bioprevenção e ações para o processo de retomada das atividades de maneira segura e com apoio financeiro. As escolas serão contempladas ainda com um treinamento e receberão do SEBRAE um selo de biossegurança.

Reinicie

A campanha ‘Reinicie’, que tem a AGN como parceira, é desenvolvida pelo Sebrae ao lado do Governo do Estado e auxilia empreendimentos a adotarem protocolos de normas de bioprevenção e saúde neste momento de retomada das atividades. A iniciativa traz todo um arcabouço de suporte para implantar essas práticas de prevenção ao novo coronavírus no ambiente das empresas, visando à segurança e proteção tanto dos clientes quanto de funcionários, fornecedores e do próprio empresário.

A campanha ‘Reinicie’ envolve capacitações, consultorias e outras ferramentas, como cartilhas nas áreas de comércio, serviços, indústria e agronegócios, que serão disponibilizadas para download. O suporte contempla ainda vídeos explicativos, oficinas, palestras e orientações técnicas.

 

Entenda como será o ‘rodízio nas escolas de SP, com retomada presencial prevista a partir de 08 de setembro

Foto: Divulgação/Governo de SP

O governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (24) a retomada das aulas presenciais a partir do dia 8 de setembro em toda a rede de ensino do estado. A medida vale tanto para a rede pública quanto a privada, da educação infantil até o ensino superior.

O plano prevê um retorno geral em três fases, em conjunto para todas as cidades, e considera que na data estimada o estado estará na fase amarela de flexibilização da economia há pelo menos 28 dias. A proposta ainda estabelece uma série de protocolos de higiene e distanciamento que devem ser cumpridos pelas instituições.

Quem deve voltar às aulas?

Creches

Educação infantil

Educação básica

Ensino superior

Cursos técnicos e profissionalizantes

Quando Voltam

Plano de retomada das aulas presenciais no estado de São Paulo — Foto: Divulgação/Governo de SP

A previsão do governo é de que todo o estado volte a ter aulas presenciais no dia 8 de setembro. No entanto, os seguintes critérios precisam ser cumpridos para que ela se mantenha:

Permanência de todas as regiões do estado por 28 dias seguidos na fase amarela (ou superior) do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena.

Que no anúncio de atualização do plano pelo governo no dia 4 de setembro se confirme a estabilização das áreas na fase amarela (ou superior).

Que a rede pública e privada apresentem protocolos de planejamento para o retorno.

Todos os alunos voltam de uma vez?

Não. A volta será feita em esquema de rodízio de alunos definido pelas próprias escolas e dividida em três fases de retomada:

Primeira fase: somente 35% dos alunos de cada classe poderão frequentar as escolas a cada dia. Ou seja, em um dia vai um grupo, em outro dia, vai outro. Mas a Secretaria não informou qual modelo de rodízio as escolas devem se inspirar.

Objetivo é garantir um distanciamento de 1,5 metro entre os estudantes. O distanciamento tem exceções, como no caso da educação infantil e creches, em que não há como manter essa distância entre bebês e cuidadores.

Segunda fase: até 70% dos alunos poderão frequentar as escolas a cada dia.

Terceira fase: 100% dos alunos podem voltar às salas de aula.

O que define cada fase escolar?

Primeira fase: todas as regiões do estado deverão estar na fase amarela do Plano São Paulo por pelo menos 28 dias seguidos.

Segunda fase: 60% das regiões do estado deverão estar na fase verde do Plano São Paulo por pelo menos 14 dias seguidos.

Terceira fase: 80% das regiões deverão estar na fase verde do Plano São Paulo por pelo menos 14 dias.

Como deve ser o distanciamento?

Estudantes, professores e funcionários devem manter distanciamento de 1,5 metro entre si.

Horários de entradas e saídas serão organizados para evitar aglomeração, e serão preferencialmente fora dos horários de pico do transporte público.

Continuam proibidos: feiras, palestras, seminários, competições e campeonatos esportivos, comemorações e assembleias.

Intervalos e recreios devem ser feitos sempre em revezamento de turmas com horários alternados.

As atividades de educação física estão permitidas desde que se cumpra o distanciamento de 1,5 metro. Preferencialmente devem ser realizadas ao ar livre e com cuidando da higienização dos equipamentos.

Recomendado que o ensino remoto continue em combinação com a volta gradual presencial.

Como deve ser a higiene?

O uso de máscara é obrigatório para todos dentro da instituição e no transporte escolar.

Instituição deve fornecer equipamentos de proteção individual (EPIs) para os funcionários.

Bebedouro será proibido. Água potável deve ser fornecida de maneira individualizada. Cada um deverá ter seu copo ou caneca.

Banheiros, lavatórios e vestiários devem ser higienizados antes da abertura, depois do fechamento e a cada três horas.

Lixo deve ser removido no mínimo três vezes ao dia.

Superfícies que são tocadas por muitas pessoas devem ser higienizadas a cada turno.

Ambientes devem ser mantidos ventilados com janelas e portas abertas, evitando toque em maçanetas e fechaduras.

Como monitorar a saúde?

Profissionais e estudantes que pertencem a grupos de risco para Covid-19 devem permanecer em casa e realizar atividade remotamente.

Recomendação para os pais medirem a temperatura de seus filhos antes de mandá-los para a escola. Caso esteja acima de 37,5°, deve ficar em casa.

Recomendação para que as instituições meçam a temperatura das pessoas a cada entrada.

Uma sala ou área deve ser separada na instituição para isolar pessoas que apresentem sintomas até que possam voltar para casa.

Plano de retomada das aulas presenciais no estado de São Paulo — Foto: Divulgação/Governo de SP

Como recuperar o aprendizado?

O governo de São Paulo afirma que será feita uma avaliação individual dos estudantes para a recuperação do conteúdo que não foi aprendido durante o período de ensino à distância.

Escolas também deverão investir em acolhimento socioemocional e em programas de recuperação para alunos com dificuldades nas matérias.

Segundo o governo, o programa de recuperação terá material didático, “apoiado pelo ensino híbrido e com foco em habilidades essenciais”.

Será oferecido em 2021 o 4º ano do Ensino Médio optativo para os estudantes que quiserem se preparar antes do ingresso no ensino superior.

Até quando vai o ano letivo?

Segundo o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, ainda não há definição se o ano letivo será estendido. A previsão do governo é de que na rede estadual as aulas sigam até fim de dezembro, sem prorrogação.

Para encerrar o calendário, as escolas precisam cumprir 800 horas de atividades obrigatórias no total, e o Ministério da Educação autorizou que as aulas remotas sejam incluídas na conta.

“Não precisa cumprir 200 dias desde que cumpra as 800 horas de ensino e permite a educação à distância [nessas horas]. O que precisamos ver é a contabilização do número de horas e o presencial vai fazer diferença se começar em setembro ou não. Todas as redes vão ter que comprovar isso, inclusive as particulares. Nós da rede estadual estamos trabalhando para fazer o maior esforço possível para garantir que a gente termine em dezembro. Mas essa análise só poderá ser feita quando a gente concretizar que retornamos em setembro”, disse o secretário em entrevista à GloboNews.

Rossieli reforçou ainda a necessidade de férias para profissionais e alunos.

“A recuperação não se dará neste ano. Não adianta só estender mais um mês, mais dois meses. Nós vamos fazer uma recuperação de dois anos, até o final de 2022. Para recuperar prejuízos de aprendizagem pós pandemia. Não tem mágica para curto prazo. É importante que nossos profissionais tenham 15 dias de férias de verdade, porque eles também estão atravessando momento de estresse. O aluno também está vivendo um momento diferente”, disse.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcelo disse:

    Voltar às aulas é loucura total no momento ! Vcs mandariam seus filhos e netos ? Sabendo que as crianças não vão conseguir manter a distância, sabendo que as mesmas vão ter contato com professores que poderiam estar infectados, e assim transmitir para os pais e avós , sabendo que seriam em dias alternados apenas ou seja , péssimo aprendizado para justificar somente o lado financeiro das escolas ? Os pais e mães são contra essa ideia que vem das escolas particulares , em conluio com parte do MEC. Jogada financeira !

  2. Gustavo disse:

    Aqui no RN o rodízio vai ser um dia vão os alunos, no outro o professor.

  3. Neco disse:

    Num dá idéia…

Escolas do ensino médio no DF podem reabrir em 18 de maio

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou nesta quarta-feira haver um plano em estudo para dar início à reabertura de escolas públicas e privadas do Ensino Médio no dia 18 de maio. A ideia é retomar as aulas nas regiões menos afetadas pelo novo coronavírus, impondo a obrigatoriedade do uso de máscaras para docentes e alunos.

Ibaneis informou que a data escolhida atende à necessidade do governo local de fazer licitações para comprar dois milhões de máscaras que serão distribuídas nas escolas. Ele também pretende exigir a instalação de lavabos nas entradas das instituições de ensino, para que todos os alunos possam higienizar as mãos na chegada. A estimativa é que a medida atinja cerca de 30% dos estudantes do Distrito Federal.

Na segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro pediu ao governador que reabrisse os colégios militares já na próxima semana. Ibaneis encomendou um estudo e avaliou copiar o modelo implantado na Alemanha, de retomar somente o ensino médio.

– As Secretarias de Educação e Saúde apresentaram um modelo adotado na Alemanha A ideia é começar pelo ensino médio porque você consegue ter a utilização de máscaras por ser um pessoal mais consciente e também se consegue fazer testes. Estamos preparado um conjunto de medidas de segurança. Vamos comprar dois milhões de máscaras para professores e alunos e comprar lavabos para as escolas.

O Globo

Conselho Nacional de Educação prepara documentos para orientar escolas

Foto: Divulgação/MCTIC

Aulas online contam ou não contam como dia letivo nas escolas? O conteúdo repassado por meio remoto pode ou não ser considerado dado pelos professores? Para orientar as redes de ensino e ajudar a responder a essas e outras questões, o Conselho Nacional de Educação (CNE) prepara uma resolução e um parecer sobre educação remota e retomada das aulas após a suspensão das atividades presenciais para o combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

De acordo com a conselheira do CNE, que está à frente da discussão das medidas, Maria Helena Guimarães de Castro, a intenção é que uma primeira versão das normas seja finalizada ainda esta semana para serem submetidos a consulta pública.

“Estados, municípios e conselhos [estaduais e municipais] estão tendo papel importantíssimo neste momento, que é inédito para Brasil e para o mundo. Ninguém sabe o que fazer”, diz a conselheira, que participou nessa quarta-feira (8) de seminário online, promovido pelo CNE, pelo movimento Todos pela Educação e o Banco Mundial.

“A grande dificuldade que o Brasil, assim como os demais países, está enfrentando é a situação imprevisível em uma área que não tem tradicionalmente a cultura do digital, do trabalho remoto ou da educação a distância. Isso é novo e complexo para quem está trabalhando com educação básica nas escolas públicas e particulares”, acrescenta.

Segundo Maria Helena, os documentos levarão em consideração a desigualdade brasileira em termos, por exemplo, de infraestrutura e de acesso a meios digitais e à internet. O documento irá esclarecer quais são os meios remotos pelos quais a escola poderá atuar. Eles vão desde a entrega física de materiais para as famílias e aulas pela TV e rádio às vídeoaulas transmitidas pela internet.

Outra questão abordada deverá ser como as escolas podem atuar no retorno dos estudantes às aulas regulares, orientando o tipo de avaliação que deverá ser feita para verificar se o conteúdo, caso tenho sido disponibilizado, foi aprendido ou não pela turma. “Momento extremamente delicado, muito sensível. Todos tiveram uma fase difícil de ruptura em relação ao cotidiano. Então, estamos chamando atenção para o acolhimento, que é muito importante, e para avaliações diagnósticas. Caberá às escolas e redes de ensino definir instrumentos de avaliação diagnóstica para ver até onde alunos conseguiram avançar”, explica Maria Helena.

O parecer e a resolução servirão como orientações para as redes e como regulamentação da medida do governo federal que autorizou que as escolas tenham este ano menos que 200 dias letivos, desde que cumpram 800 horas de ensino. A medida foi bem aceita pelos sistemas de ensino, mas deixou dúvidas sobre como esse calendário pode ser cumprido nas diferentes etapas. Os conselhos estaduais e municipais deverão também definir a melhor maneira de orientar as regiões em que estão inseridos.

Cronograma do Enem

Segundo Maria Helena, os documentos trazem um artigo específico sobre avaliações nacionais, como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “No nosso entendimento, deverão esperar o fim dessa pandemia, desse distanciamento, do fechamento das escolas para que sejam revistas as avaliações nacionais, inclusive o Enem, que deverá ser repensado do ponto de vista de seu cronograma”, diz.

O Ministério da Educação (MEC) decidiu manter as datas do Enem, divulgadas no ano passado. A edição impressa será aplicada nos dias 1º e 8 de novembro e a digital, nos dias 11 e 18 de outubro. De acordo com a pasta, o cronograma foi mantido para dar segurança aos estudantes de que o exame será realizado este ano.

O presidente do CNE, Luiz Roberto Curi, que também participou do seminário, ressalta que a resolução e o parecer do colegiado são temporários e devem ter vigência enquanto durarem os impactos do isolamento social e do fechamento das escolas. “Estamos falando de medidas temporárias, medidas que têm prazo para acabar”.

Prejuízos

A presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Cecilia Motta, defendeu que as escolas mantenham contato com as famílias e com os estudantes e que se esforcem para oferecer atividades, mesmo que não tenham a mesma qualidade das atividades presenciais e mesmo que depois seja necessário repor as aulas. “É uma maneira de minimizar as perdas que teremos, porque teremos, não há dúvida disso”.

Segundo Cecilia, que é secretária estadual de Educação de Mato Grosso do Sul, cada estado está tomando as medidas possíveis para a região lidar com a suspensão das aulas. Em Mato Grosso do Sul, as escolas estão buscando ofertar aos alunos desde aulas online até materiais para que possam trabalhar em casa. “Dois por cento dos estudantes não estão sendo atendidos de maneira nenhuma. Isso, para nós, é muito preocupante porque vemos a questão da desigualdade. São alunos [para os quais] temos de nos preparar para receber no retorno à escola”.

Ela defende, mesmo que não cheguem a 100% dos alunos, as atividades remotas. “Estamos preocupados com a aprendizagem. Mas o fato de a criança e o jovem, que ficavam oito horas, dez ou quatro horas na escola, chegarem em casa e não ter nada de atividade é uma questão muito delicada e perigosa. Mesmo não tendo a qualidade que a gente espera, existe a questão social. Os estudantes estão dentro de casa com atividade que está sendo cobrada pelo professor”.

Enquanto os estados são responsáveis prioritariamente pelo ensino médio, aos municípios cabe o ensino infantil e o fundamental. Com estudantes mais jovens, o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Martins Garcia, defende que, no processo de reorganização do calendário escolar, é necessário, primeiramente, esgotar todos os esforços para cumprir as 800 horas de maneira presencial.

“Não somos contra a EaD [educação a distância], somos a favor de encontrar elementos que respeitem os alunos no seu estágio de desenvolvimento e na forma de aprender”, diz Garcia, que ressalta a necessidade de apoio tecnológico, técnico e metodológico da União e dos estados às cidades brasileiras.

No Brasil, há suspensão de aulas em todos os estados para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. A medida não é exclusiva do país. No mundo, de acordo com os últimos dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que monitora os impactos da pandemia na educação, 188 países determinaram o fechamento de escolas e universidades, afetando cerca de 1,6 bilhão de crianças e jovens, o que corresponde a 91,3% de todos os estudantes no mundo.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tulii disse:

    BG ACIONE O PROCON PARA SABER QUANTO AS ME NSALIDADES E TRANSPORTE ALTERNATIVOS, SE É PRECISO PAGAR CEM POR CENTO , ABSURDO, ESCOLAS ECONOMUZAM AGua, emerfia, limpeza, e os pais pagando total.

RASTEIRA: Especialistas em Natal alertam para riscos até mesmo de morte de brincadeiras filmadas dentro de escolas

Foto: Reprodução

ALERTA. Nessa terça-feira (11), vídeos em que adolescentes aparecem brincando de derrubar uns aos outros no chão dentro de escolas começaram a circular novamente nas redes sociais e a preocupar pais e mães neste início de ano letivo. Especialistas ouvidos pelo G1 disseram que essas brincadeiras podem causar acidentes e levar à morte.

Em um desses registros, duas adolescentes aparecem dando uma rasteira em uma terceira. Em outros vídeos, a brincadeira é a chamada “roleta humana”, envolve três pessoas – uma delas é girada para trás pelos outros colegas. Em novembro do ano passado, uma adolescente de 16 anos morreu em Mossoró, Oeste potiguar, depois de bater a cabeça enquanto participava da brincadeira.

Leia reportagem completa aqui.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. joaozinho disse:

    Chamar isso de brincadeira é uma cortina pra esconder uma falta de amor com o proximo e ausencia de educacao familiar ou algum tipo de exemplo correto. Praticaram um tipo de bullying com a garota, publicaram o video em rede social pra humilharem; e so depois da repercussão negativa devido ao grande risco que colocaram a garota, estao agora minimizando o problema chamando apenas de brincadeira de mau gosto. Se fosse um adulto, ou um homem que humilhasse, provocasse uma lesao corporal leve ou grave, como seria tratado? como uma brincadeira? Essas nao sao amigas dessa garota. Basta imaginar como seria um porrete na cabeça do outro capaz de causar lesoes e depois as pessoas aparecendo rindo como se fosse algo normal. Doentes tambem estao as pessoas que diminuem a gravidade do fato.

    • José disse:

      Daqui a alguns anos vao lembrar, rindo, alegres, naquelas festas de ex-alunos regados a alcool e talvez algo mais, as lembranças felizes do colegial. E vao fazer um coracaozinho "sincero" com as maos simbolizando o colegio. …. e ensinar aos filhos que na epoca delas, era normal brincar de bater a cabeça no chao tentando evitar um traumatismo, e divulgar video cacetadas pra rirem varias de uma.

MEC inicia capacitação de profissionais para escolas cívico-militares

O Ministério da Educação (MEC) dá mais um passo para implementação das escolas cívico-militares, no país. Nesta terça-feira (10) começou a primeira capacitação do programa que contará com 216 escolas até 2023; 54 escolas somente no próximo ano. O modelo foi desenvolvido para promover um salto na qualidade educacional do Brasil.

Ao todo 170 profissionais da educação e representantes de estados e municípios estão reunidos em Brasília. Eles participam de palestras e oficinas sobre o projeto político-pedagógico das escolas, as normas de conduta, avaliação e supervisão escolar, além da apresentação das regras de funcionamento das escolas e as atribuições de cada profissional.

Segundo o MEC, o treinamento também objetiva abrir espaço para o aprimorar as diretrizes do programa. Ao promover grupos de trabalho, o ministério permitirá que os participantes façam sugestões ao modelo de forma a adequar a implementação das escolas às necessidades de cada local.

O evento é destinado a dois grupos envolvidos no programa: diretores e coordenadores de escolas e pontos focais de secretarias estaduais e municipais de Educação, que trabalharão como multiplicadores da informação em suas regiões.

Os dois grupos iniciaram as atividades nesta terça-feira. O primeiro grupo tem programação até sexta-feira (13), enquanto o segundo encerra as atividades amanhã (11).

“O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares é uma parceria do MEC com o Ministério da Defesa. Cerca de 1.000 militares da reserva das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares da ativa vão atuar na gestão educacional das instituições. Em 2020, o MEC destinará R$ 54 milhões para levar a gestão de excelência cívico-militar para 54 escolas, sendo R$ 1 milhão por instituição de ensino”.

Ministério da Educação

Na Venezuela, sistema educacional entra em falência e alunos desmaiam de fome nas escolas

Foto: ADRIANA LOUREIRO FERNANDEZ / NYT

Centenas de crianças lotaram o pátio de uma escola na Venezuela para rezar, junto com um bispo católico, por sua educação. Quinze minutos depois, quando o religioso terminou sua reza, cinco crianças haviam desmaiado. Duas delas precisaram ser removidas do local em ambulâncias.

Os desmaios na escola primária de Boca de Uchire se transformaram em algo regular, pois muitos alunos vão para as aulas sem ter tomado café da manhã ou jantado na noite anterior. Em outras escolas, os alunos procuram saber se haverá comida antes de decidir se comparecerão ou não às atividades do dia.

— Não é possível educar pessoas esqueléticas e famintas — disse Maira Marín, professora e líder sindical da cidade.

A devastadora crise econômica que toma conta da Venezuela há seis anos está afetando o sistema educacional do país. Outrora, a educação pública era a menina dos olhos dos venezuelanos e fazia com que o país tivesse uma das maiores mobilidades sociais da América Latina. Em um passado não tão longínquo, até mesmo crianças de áreas remotas tinham boas chances de ingressar nas melhores universidades do país.

A fome é apenas um dos vários problemas que as atrapalham neste momento. Milhões de venezuelanos abandonaram o país nos últimos anos, desfalcando o número de professores e estudantes. Muitos dos educadores que continuam na Venezuela se viram forçados a mudar de profissão, pois seus salários tornaram-se praticamente sem valor após anos de hiperinflação. Escolas que antes tinham milhares de alunos hoje têm menos de cem.

O colapso do sistema educacional do país não está apenas condenando uma geração inteira à pobreza, mas arrisca também fazer retroceder em décadas o desenvolvimento e reduzir severamente o potencial de crescimento, afirmam especialistas e professores.

— Uma geração inteira está ficando para trás — disse Luis Bravo, que pesquisa educação na Universidade Central da Venezuela, em Caracas. — O sistema educacional de hoje não permite que as crianças se tornem membros relevantes da sociedade.

O governo de Nicolás Maduro parou de divulgar suas estatísticas educacionais em 2014, mas visitas a mais de dez escolas em cinco estados, além de entrevistas com dezenas de pais e professores, indicam que o comparecimento à escola despencou neste ano. Muitos centros de ensino também estão fechando suas portas.

A situação é uma grande vergonha para o autoproclamado governo socialista, que há muitos anos prega a inclusão social. A situação contrasta com a de outros países nos quais dirigentes venezuelanos sempre disseram se inspirar — Cuba e Rússia. Tanto Moscou quanto Havana foram capazes de proteger seu ensino básico e os alunos durante os piores momentos das crises econômicas que enfrentaram nos anos 1990.

O comparecimento à escola começou a reduzir logo após Maduro chegar ao poder, em 2013. A queda no preço do principal produto de exportação da Venezuela, o petróleo, combinado aos fracassados esforços do governo para controlar o custo de vida fizeram com que a economia local ingressasse em uma recessão da qual ainda não conseguiu sair.

Algumas crianças venezuelanas estão ficando em casa porque muitas escolas pararam de fornecer refeições ou porque seus pais não podem mais arcar com os custos de uniformes, materiais escolares ou até mesmo com a passagem do ônibus. Outras se juntaram a seus pais em uma das maiores crises imigratórias recentes: segundo a ONU, cerca de quatro milhões de pessoas já abandonaram o país desde 2015.

De acordo com o sindicato nacional dos professores, milhares dos 550 mil educadores venezuelanos não compareceram às escolas em setembro, quando o ano letivo atual teve início. Eles abriram mão de seu salário mensal de US$ 8 (cerca de R$ 33,92) para tentar a sorte no exterior ou em minas ilegais de ouro , algo em ascensão no país.

No estado de Zulia, o mais populoso da Venezuela, cerca de 60% dos 65 mil professores abandonaram a profissão nos últimos anos, segundo estimativas do dirigente do sindicato local de professores, Alexander Castro:

— Eles nos dizem que preferem trabalhar pintando unhas por alguns dólares a trabalhar por um salário mínimo — disse Castro.

Para que as escolas continuem funcionando, os professores que permanecem geralmente ensinam todas as matérias ou juntam, em uma mesma sala, alunos de séries diferentes. Quase todas as 12 escolas visitadas reduziram suas jornadas de funcionamento. Algumas delas abrem apenas um ou dois dias na semana.

No vilarejo de Parmana, no centro do país, apenas quatro dos 150 alunos matriculados foram à escola em outubro. De idades variadas, os estudantes se sentavam na mesma sala sem eletricidade, praticando assuntos diversos desde o alfabeto até álgebra, ensinados por um único professor que buscava encorajá-los com um sorriso abatido.

O restante das crianças da região se juntou aos seus pais na agricultura e nos barcos de pesca para ajudar a alimentar suas famílias.

Recentemente, em Maracaibo, segunda maior cidade do país, um letreiro na fachada de uma escola sem eletricidade dizia: “Por favor, venham às aulas, mesmo sem uniformes”. Na entrada, as crianças perguntam aos professores se há comida antes de decidirem se irão ou não assistir às aulas.

Os banheiros da maior escola da cidade nem sequer funcionam mais. Projetada para atender a 3 mil alunos, hoje o centro de ensino tem apenas 100.

Em Santa Bárbara, subúrbio de Caracas, metade dos professores de uma escola não voltou às aulas em setembro. O diretor se viu forçado a convocar pais voluntários para que os alunos pudessem continuar a ter aulas. No outro lado da capital, em Rio Chico, metade das classes estão vazias por falta de estudantes e educadores. Quando os alunos chegam, perguntam primeiro sobre a merendeira, disseram os professores restantes.

As medidas populistas de Chávez, no entanto, focavam mais na quantidade de estudantes que na qualidade de sua educação. Conforme os cofres públicos se esvaziavam, seu programa educacional foi por água abaixo.

Mesmo frente à queda no comparecimento, Maduro continuou a afirma que seu governo estava focado nos gastos com a educação, apesar da “brutal guerra comercial” realizada por seus inimigos.

— Na Venezuela, nem sequer uma escola fechou ou irá fechar. Nenhuma sala de aula — disse o presidente, em um discurso televisionado em abril. — Nós nunca negaremos acesso à educação.

Para aumentar o número de professores, Maduro prometeu, em agosto, enviar milhares de integrantes do partido governista para as salas de aula. Especialistas em educação, no entanto, disseram que poucos desses militantes adicionarão algum valor pedagógico ou serão, de fato, enviados às escolas.

Ao mesmo tempo, o número de professores de verdade está diminuindo. A quantidade de graduados no principal centro de treinamento de professores do país, a Universidade Pedagógica Experimental Libertador, caiu 70% entre 2014 e 2018.

Ao, na prática, dolarizar a economia venezuelana, Maduro permitiu neste ano que muitos funcionários públicos conseguissem uma renda extra ao cobrar em dólares por seus serviços. Isso, no entanto, trouxe poucos benefícios para os professores da rede pública de ensino em lugares mais pobres, onde as famílias de alunos têm pouco acesso a moedas estrangeiras.

Em Boca de Uchire, a família Caruto parou de mandar suas crianças para a escola quando o refeitório não funciona.

— Eu não posso enviá-los para a escola com fome — disse José Luis Caruto, que está desempregado e é pai de duas crianças.

Sua irmã, Yuxi, de 17 anos, foi a última da família a parar de frequentar a escola, já que não conseguia arcar com os custos da passagem de ônibus. Ela tentou retomar seus estudos em um centro comunitário local, mas os professores pararam de aparecer na segunda semana de aula. Agora, ela passa os dias cuidando do filho de 1 ano.

— Eu quero aprender matemática, saber ler e escrever rapidamente. Eu tenho medo de não saber respoder quando o meu filho crescer e começar a fazer perguntas. Agora, no entanto, nós nem temos o que comer — disse Yuxi.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Braulino Francisco disse:

    É o começo de um Holocausto oficial autorizado por nossa Esquerda silenciosa. Ou seria um Holodomor bolivariano? Pobres crianças! Pobres pais que não têm de onde tirar alimento, roupas e remédios para os filhos. É uma tragédia humana. É muito triste.

  2. vilanir gurgel disse:

    Se o PT não saisse do poder em pouco tempo o Brasil ficaria assim.

  3. Francisco disse:

    Acho que é essa o modelo de escola que Fátima quer trazer pra cá, já que refutou a instalação de qualquer escola militar no estado do RN.

  4. Pedro disse:

    Onde estão os socialistas de araque, safados comunistas, petistas analfabetos e por aí vai? Sei que o cabeça (nove dedos) está na rua, com o tesão a mil, as contas nos paraísos fiscais repleta do que ele gosta (dinda) e tem um bando de bestas querendo defender o marginal.

  5. Triste Realidade disse:

    Essa é a realidade do socialismo, TODOS IGUAIS NA MAIS ABSOLUTA MISÉRIA!
    NUNCA foi diferente em lugar nenhum do mundo onde o socialismo virou forma de governo.
    Pobre povo venezuelano que se deixou ENCANTAR PELA MENTIRAS REPETIDAS de seu soberano e ditador que PROMETEU O CÉU e está entregando a MISÉRIA em todos os sentidos.

    • Neco disse:

      Todos iguais, nada, meu fi. Sempe tem os "mais iguais que os outros". A alta nomenklatura e seus associados vivem como nababos. Lá são os boliburgueses e enchufados.

  6. joaozinho disse:

    Esse deve ser a copia do programa assistencialista fome zero petista implantado na Venezuela. Muitas cotas, bolsa ração, educacao de primeira segundo a propaganda. Afinal, povo zumbi e morto nao tem fome. Nao demoraria tanto para acontecer aqui no país, pra os nossos doutrinadores educadores entenderem o resultado da desgraca da propaganda que eles tanto pregam como sendo boa. Aqui no RN, estes mesmos doutrinadores pedagogos nao quebram mais a porta da governadoria, sinal que estao felizes e nao podem reclamar da qualidade da educacao do RN e dos salarios. Enquanto isso Paloci delata mais alguns petista…

  7. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Era o exemplo que o FDP do ladrao condenado Lula Queria trazer para o nosso país , cadê que esses vermes PTralhas passeam ou querem turistar na VENEZUELA???

Ranking do Ideb gera “guerra virtual” entre escolas de Natal

Foto: Ilustrativa

O ranking com os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) divulgado pelo Ministério da Educação com a avaliação das escolas públicas e algumas escolas privadas tem gerado repercussão e guerra de provocações entre diretores de escolas em Natal. Para quem defendia o antigo ranking do Enem, que muitas vezes foi questionado por conta de escolas que manipulavam os números, chegando inclusive a criar dois CNPJ para figurar bem na avaliação, e foi extinto pelo Ministério da Educação, agora está querendo por em xeque os números do Ideb que continuaram ser divulgados como avaliação das escolas.

Alexandre Pinto, diretor do Colégio Ciências Aplicadas, lançou uma campanha pesada para derrubar a credibilidade do Ideb como comparativo entre as escolas. Ele reforça que o ranking do Ideb contou com 11 escolas particulares de Natal que teriam sido escolhidas por sorteio, enquanto que o ranking do Enem, o qual a escola liderou durante alguns anos congrega todas as instituições de ensino, mas deixou de existir em 2017 sem ser mais utilizado pelo próprio MEC.

O ranking atual do Ideb apontou a escola Over como o primeiro lugar pelo segundo ano seguido e lista as demais escolas particulares participantes. O diretor do Over, Carlos André defende a avaliação que foi criada e referendada pela ex-diretora do Inep e uma das criadoras do Enem, Maria Inês Fini, que afirmou que “o verdadeiro índice das escolas é o Ideb”, diz ela em vídeo que circula nas redes sociais.

Ainda segundo a versão do Over, o Ideb foi aberto a todas as escolas particulares que desejassem fazer e não apenas por sorteio e é o único método de avaliação referendado pelo MEC em utilização para medir os níveis de educação. Ainda segundo Carlos André, o MEC deixou de divulgar os dados do ranking do Enem por conta de denúncias que algumas escolas manipulavam os números para obterem resultados que não eram reais.

Resta saber agora se por que quem defendia o ranking do Enem, não aceita os índices do Ideb que tem a chancela oficial do MEC?

Veja vídeos abaixo: 

Over (aqui)

Ciências Aplicadas (aqui)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zuzu disse:

    Fizemos o q foi sugerido pelo "companheiro " minion arrependido, mas a roubalheira foi tão grande nos últimos anos que fica difícil encontrar escolas em nosso estado, com o mínimo de infraestrutura e ensino de qualidade.

  2. Alaca disse:

    Ranking do Enem, não levava em conta escolas que formavam turmas de "feras" para ter aprovação alta. É muito fácil fazer 40 tirar nota boa, agora 400 ou mais é mais ralado.

    • Delano disse:

      Pena que a governadora bloqueou a vinda de escolas militares. Ía deixar essas escolas que são as top de Natal no desespero, pela qualidade de ensino que traria. Infelizmente os jovens do RN foram tolhidos de um privilégio que seria um passo enorme pra seu sucesso na vida. Infelizmente!

    • Minion arrependido disse:

      Homi, se a educação militar fosse tão boa teríamos um presidente que ao menos soubesse ler e falar em público. Outro detalhe, quer modelo bom? Tire teu filho da escola privada e coloque na escola pública de um bairro pobre, participe do conselho escolar e cobre educação de qualidade.

    • Sales disse:

      Minion arrependido é igual ao sem dedo, burro. O cara ser contra escolas militares de Excelência deve comer capim

Governo do RN pede prorrogação de prazo para aderir a modelo cívico-militar em escolas; em alegação, informa que busca detalhes sobre como vai funcionar

Foto: Reprodução/RRTV

O portal G1-RN destaca que o governo do Rio Grande do Norte vai pedir a prorrogação do prazo para indicar escolas estaduais para aderir ao modelo cívico-militar proposto pelo governo federal. O prazo para o envio do ofício informando sobre a adesão termina nesta sexta-feira (27), mas o Estado alega que precisa de detalhes sobre como vai funcionar esse modelo antes de participar.

O Poder Executivo do RN solicitou as informações depois que a União emitiu o comunicado sobre o projeto. Segundo a Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (Seec), ainda não houve resposta do Ministério da Educação para este pedido.

O governo federal quer implementar o sistema em 54 escolas, duas de cada unidade federativa do país. O processo de adesão é voluntário e são os estados que definem quais escolas devem fazer parte do projeto.

Porém, na edição piloto, em 2020, as instituições de ensino com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e em situação de vulnerabilidade social, em comparação com outras escolas do mesmo estado, têm preferência para a adequação.

O MEC tem um orçamento de R$ 54 milhões para o programa em 2020, R$ 1 milhão por escola. O dinheiro será investido no pagamento de pessoal em umas instituições e na melhoria de infraestrutura, compra de material escolar, reformas, entre outras pequenas intervenções.

Veja reportagem completa aqui.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico da Burra disse:

    O Estado do RN vai perder uma coisa boa para sua população, pelo simples fato do nosso governo estadual ser do PT!!! Eu acho é pouco, vão votar nesse partido sem compromisso com o Brasil, que tem apenas a ideia de implantar um regime socialista fajuto, que beneficia apenas aos representantes maiores!!! Aff. Não tou nem acreditando nisso!!!

  2. Rodrigo Duarte disse:

    O governo do RN é petista, ou seja, não querem nada de ordem e respeito, querem putaria e safadeza.

  3. joão gonçalves disse:

    esse povo do PT não tem jeito, morre de medo de militar…

Bolsonaro quer projeto que proíba ideologia de gênero nas escolas de ensino fundamental; em SP, Doria ordenou recolhimento de material


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) publicou no Twitter nesta terça-feira (3) que a questão de identidade de gênero é um assunto do Executivo e cabe ao MEC (Ministério da Educação) criar um projeto de lei para proibir que as questões de gênero não sejam abordadas nas escolas de ensino fundamental.

Bolsonaro respondeu a AGU (Advocacia Geral da União) que enviou ao STF (Superior Tribunal Federal) um parecer para a revogação de uma lei da cidade de Londrina, no Paraná, que proibiu o ensino da “ideologia de gênero” nas escolas municipais, de ensino fundamental, voltadas para crianças e adolescentes.

O R7 entrou em contato com o MEC e com a AGU, mas até o fechamento deste texto não teve retorno.

Material recolhido em São Paulo

O governador João Doria (PSDB) ordenou retirar, nesta terça-feira (3), material didático de alunos do 8º ano da rede estadual que trata sobre ideologia de gênero.

“Fomos alertados de um erro inaceitável no material escolar. Solicitei ao secretário de Educação o imediato recolhimento do material e apuração dos responsáveis”, escreveu Doria em sua conta no Twitter. O governador não cita qual é o texto, mas trata-se de um fragmento da apostila de Ciências do São Paulo Faz Escola, programa responsável pela implantação do Currículo Oficial do Estado, formatado em documentos que constituem orientações para o trabalho do professor em sala de aula e visa garantir base comum de conhecimento e competência.

O título do texto é “Sexo biológico, identidade de gênero e orientação sexual”. Uma das frases diz a respeito de identidade de gênero, identificada por dois tipos: cisgênero e transgênero. Depois, cita a orientação sexual, “entendida como a seta ou a direção onde aponta o desejo erótico de cada pessoa, podendo ser heterossexual, homossexual ou bissexual” – o material foi repreendido por Doria, que disse que “não concorda e nem aceita apologia à ideologia de gênero”.

Por meio de nota, a Secretaria da Educação informou que tomou conhecimento do material nesta terça, dizendo que os alunos atingidos fazem parte de menos de 10% da rede estadual. O órgão classificou o material como conteúdo impróprio para a respectiva idade e série, além de ser um “desarranjo com as diretrizes desta gestão”.

Foto: Reprodução

Segundo o órgão, o tema de identidade de gênero está em desacordo com a Base Nacional Comum Curricular, aprovada em 2017 pelo Ministério da Educação, e também com o Novo Currículo Paulista, aprovado em agosto de 2019. “O assunto extrapola os dois documentos, que tratam do respeito às diferenças e à multiplicidade de visões da nossa sociedade”, justificou.

Para barrar o material, a secretaria iniciou, ainda hoje, o recolhimento dos exemplares das escolas, assim como foi iniciada a apuração da responsabilidade pela aprovação do conteúdo. “As apostilas são elaboradas por servidores da rede estadual, desde 2009, que se utilizaram das fontes abertas que dispunham, no caso, de manual do Ministério da Saúde”, relatou.

O órgão informou, ainda, que “não houve prejuízo para a secretaria, uma vez que se trata da apostila complementar referente apenas ao 3º bimestre, além de se tratar de apostila consumível, ou seja, que já não seria reaproveitada por outros alunos”. A fim de barrar outro acontecimento desta natureza, Doria decidiu reestruturar todo o processo de produção das apostilas, e “já está contratando serviço de revisão externa para todos os materiais”.

O vereador Toninho Vespoli (PSOL) usou as redes sociais para contestar o governador. “Ao ler a apostila, vemos que o material fala, de forma correta, de identidade de gênero. O texto busca uma reflexão para o respeito e a tolerância. Quer dizer que ensinar as crianças sobre respeito ao outro é um erro?”, escreveu. O parlamentar disse, ainda, que Doria troca identidade de gênero por ideologia de gênero para agradar a turma do presidente da República.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junin disse:

    Concordo com o colega ! O país parado, jovens virando zumbis, insegurança total e o cara de c preocupado com tema como esse!!!!!??? Preocupado com taxa de Noronha, carteira de estudante, radares……isso é lá assuntopra o mandatário geral se importar???? Colocamos um menino no governo foi????

  2. Amon Carlos de Oliveira disse:

    O rapaz que odeia os ( Bolsonaros) deveria deixar o país e ir ser catador de alimentos no lixo da Venezuela, ou então terá que aguentar o presidente que foi eleito democraticamente pelo voto popular, simples assim. pegue o beco rapaz, respeite a opinião dos outros

  3. Cidadão disse:

    Noooooooosssssa❗️
    Ele ficou com raivinha❗️

  4. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Os ratos PTralhas choram ….

    • odeio os bostonaros disse:

      Vc e um bolsoidiota bolsogado bolsoinbecil bolsojumento bolsofacista bolsonazista bolsobaitola bolsoboiola bolsofresco

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Quem chora é quem não é petralha nem bozominion, como eu e muitos outros que não são cegos. O País cheio de problemas sérios a resolver e o Presidente "marcando passo" com temas como esse.

    • Iuri disse:

      Chora boyolada

Citando frase de Paulo Freire, governadora sanciona lei de liberdade de expressão nas escolas

FOTO: ELISA ELSIE/ASSECOM/RN

A governadora Fátima Bezerra sancionou hoje três leis direcionadas a melhorar o ambiente escolar e promover a Educação. Durante a abertura do seminário “Mobilização para aprendizagem no Ensino Médio”, que iniciou na manhã desta segunda-feira (05) e transcorrerá até terça-feira (06), no Holliday Inn, ela defendeu a liberdade de expressão nas escolas, o incentivo à leitura e à escrita e a valorização do idoso através do esporte e da educação, temas das leis de autoria dos deputados Francisco de Medeiros e Kleber Rodrigues.

O evento, que discute a importância da gestão da educação para o avanço contínuo dos estudantes no Rio Grande do Norte, é realizado em parceria entre o Governo do Estado e o Instituto Unibanco, através do programa Jovem de Futuro. “O desafio é imenso. Não basta colocar a criança na escola. É preciso que a escola esteja preparada para garantir ao jovem o exercício da cidadania e o prepare para enfrentar o mercado de trabalho”, declarou a governadora para o público composto por cerca de 700 gestores, do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino.

Ao defender a liberdade de expressão nas escolas, Fátima citou uma frase célebre de Paulo Freire: “Se a Educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda”. A governadora declarou-se seguidora do pedagogo que revolucionou a prática de alfabetização, contribuindo consideravelmente para reduzir os índices de analfabetismo no Brasil. “Defendemos, sim, uma escola livre, democrática. Escola não é ambiente de intolerância. Escola é um território aberto, de livre opinião”.

Ela destacou que tem muitos sonhos quanto à Educação e está imbuída, junto com sua equipe, de concretizá-los. “Eu sonho, junto com vocês, educadores e educadoras, em avançar na escola em tempo integral. De aumentar, junto aos municípios, a rede de creches para crianças de 0 a 3 anos. E de melhorar a escola profissionalizante. Porque o nosso governo é o governo da inclusão”, descreveu.

A Lei 10.659/19 (proposta pelo deputado Francisco), que trata da liberdade de expressão nas escolas, está sendo chamada de “Lei da Escola Democrática”. Professor das redes municipais e estadual, ele explicou que a matéria foi amplamente discutida no âmbito escolar, com gestores, professores, estudantes e dirigentes do movimento estudantil, e tem por objetivo garantir o amplo debate em prol da Educação de qualidade. “A escola deve ser um ambiente democrático, onde seja propício o debate que caminhe para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, enfatizou.

O deputado Kleber explanou sobre as Leis 10.570/19 e 10.571/19, que institui a Semana do Livro e da Escrita e Semana Estadual do Esporte para a Pessoa Idosa, ambas para o mês de outubro, quando são comemorados o Dia do Idoso (01/10) e o Dia da Criança (12/10). “Essas leis são importantíssimas porque direcionam o olhar para a população de idosos, promovendo a qualidade de vida para a terceira idade. A Educação é a mola propulsora para o desenvolvimento de crianças e jovens”, destacou.

Além da governadora Fátima Bezerra, a abertura do seminário também contou com a participação do secretário da Educação Getúlio Marques, da secretária-adjunta Márcia Gurgel, e do Superintendente Executivo do Instituto Unibanco Ricardo Henriques. Este, por sua vez, falou sobre a importância da gestão para melhoria do aprendizado. “Nossa parceria atua por meio do aprimoramento contínuo da gestão da educação, desde a secretaria até o diretor da escola”, explicou.

O encontro está reunindo os técnicos da SEEC (Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Desporto e do Lazer), diretores regionais, assessores e coordenadores pedagógicos e diretores de escolas públicas. “Temos um compromisso com a aprendizagem dos nossos jovens. Diante disso, temos que ampliar o debate em busca de caminhos que devem ser traçados, para garantirmos que o jovem tenha acesso a uma educação de qualidade”, explicou o secretário Getúlio Marques.

JOVEM DO FUTURO – De acordo com dados do Censo Escolar 2018, o Estado do Rio Grande do Norte tem mais de 90 mil estudantes matriculados no Ensino Médio público, distribuídos em 318 escolas. O programa Jovem de Futuro atualmente está presente em 141 escolas estaduais que atendem mais de 49 mil estudantes e deve ser implantado em todas as 318 até 2020. Atualmente, o programa é implementado em parceria com as Secretarias de Educação dos estados de Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo, Goiás e Piauí.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ems disse:

    Essa liberdade vale para a direita ou é só pra quem segue a cartilha de Karl Marx ?

  2. Lampejao disse:

    A TABUADA QUE É BOM………….

  3. Antonio Turci disse:

    Liberdade para continuar fazendo a cabeça de nossos jovens com o marxismo ateu e degradador dos valores morais da sociedade. Liberdade de expressão vinda do PT jamais será saudável.

  4. Luiz Fernando disse:

    Essa "liberdade de expressão " não é nada mais do que implantar as idéias de esquerda, contribuindo cada vez mais para a desordem e a libertinagem.

  5. Rodrigo disse:

    Paulo Freire é o tipo de educação que tem Fátima gopi e seus comparsas, esquerdalhas

  6. Gilson disse:

    Já, já, os bozominions, que não conseguiram entrar na Federal, vão começar o festival de ignorância, kkk

  7. Luciana Morais Gama disse:

    Escola SEM PARTIDO já!!

  8. Ceará-Mundão disse:

    A adoção do método educacional desse senhor não trouxe grandes avanços à educação pátria. Ao contrário, os índices internacionais de aferição da qualidade da educação exibem o Brasil nas últimas colocações desses rankings. E nem é necessário recorrer a esses índices. Basta olhar ao redor e verificar como estamos mal. E não é por falta de recursos. Gastamos muito e gastamos mal. Muito mal.

Ex-prefeito na Grande Natal é denunciado por não prestar contas de verbas para escolas

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação de improbidade e uma denúncia contra o ex-prefeito de Extremoz, Klauss Francisco Torquato Rêgo, por não ter prestado contas de recursos recebidos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e que deveriam ser utilizado em melhorias nos colégios municipais, através do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), em 2015. Todos os detalhes no Justiça Potiguar clicando aqui

Por falta de soros contra raiva e venenos de animais peçonhentos, Hospital Giselda Trigueiro recomenda que escolas no RN cancelem aulas de campo

Foto: Reprodução

Sinal de alerta ligado. O portal G1-RN noticia nesta quinta-feira(18) que a direção do Hospital Giselda Trigueiro, referência no tratamento de doenças infectocontagiosas e no atendimento a pessoas atacadas por animais peçonhentos, solicitou que a Secretaria de Educação recomende às escolas públicas e privadas do Rio Grande do Norte que evitem aulas de campo aumentem a exposição dos alunos a animais peçonhentos como cobras, aranhas e escorpiões, e ainda transmissores de raiva, como morcegos, saguis, raposas, equinos, bovinos, suínos, cães, gatos e outros tantos. O motivo é a falta de soros na unidade. O ofício foi encaminhado à pasta na última terça-feira (16) e é assinado pelo diretor-geral do hospital, André Prudente.

Segundo a recomendação, enquanto houver desabastecimento dos soros contra venenos e contra a raiva a situação deve ser levada em consideração. Ainda segundo a recomendação, deve-se evitar visitas ecológicas, piqueniques, passeios ou quaisquer outras modalidades pedagógicas em matas ou parques, incluindo os urbanos.

Anos de 2002, 2003, 2011, 2012 e 2017: De Realengo a Goiânia, relembre outros casos de atiradores em escolas do país

O ataque a tiros a crianças numa escola de Suzano (SP), na manhã desta quarta-feira (13) já faz parte de uma sequência de casos similares no país.

Casos similares aconteceram em diferentes regiões do país, com atiradores (alunos ou não) dentro de escolas abrindo fogo contra estudantes e outras pessoas.

Relembre abaixo algumas dessas tragédias.

SALVADOR

Em 2002, um jovem de 17 anos matou duas colegas dentro da sala do colégio particular Sigma, na orla de Salvador, na Bahia, e foi preso em flagrante. À época, a delegada encarregada do caso afirmou que o revólver calibre.38 utilizado pelo garoto pertencia ao pai, que era perito policial.

O estudante sacou a arma que trazia dentro da mochila e atirou na estudante Vanessa Carvalho Batista, que estava sentada ao seu lado. Com um tiro no peito, a aluna, que cursava a oitava série, morreu na hora.

Após o disparo, ele caminhou seis metros dentro da sala de aula e também atirou em outra colega, Natasha Silva Ferreira.

Com três tiros no peito e na cabeça, a estudante foi socorrida por colegas e transportada para o Hospital São Rafael, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Amigos das duas estudantes atingidas pelos tiros informaram que o adolescente teria se revoltado com as colegas por causa de uma gincana. As duas teriam dado nota dois ao estudante em uma prova que valia cinco pontos. Inconformado com os critérios, ele teria prometido vingança.

TAIÚVA

Em janeiro de 2003, em Taiúva (a 363 km de São Paulo), Edmar Aparecido Freitas, 18, ex-aluno da escola estadual Coronel Benedito Ortiz, invadiu o pátio da instituição, atirou em alunos, professores e funcionários e depois se matou. Ele utilizou um revólver calibre.38, com o qual fez 15 disparos.

Ele deixou oito pessoas feridas, entre elas uma professora e o caseiro da escola. Uma pessoa morreu, e um aluno ficou paraplégico. O crime abalou a cidade de pouco mais de 5.000 habitantes.

REALENGO

Em abril de 2011, em Realengo (zona oeste do Rio), doze adolescentes –dez meninas e dois meninos– morreram no massacre da escola municipal Tasso da Silveira. Eles foram vítimas de Wellington Menezes de Oliveira, 23, que atirou contra as vítimas na sala de aula.

Ex-aluno da escola, Oliveira entrou na escola por volta das 8h30 e disse que buscaria seu histórico escolar. Depois, afirmou que daria uma palestra e, já em uma sala de aula, começou a atirar na direção dos alunos. Segundo a polícia, a ação durou cerca de cinco minutos. Além dos 12 mortos, outras 12 pessoas ficaram feridas –ao menos quatro em estado grave. Após o ataque, Oliveira cometeu suicídio.

O atirador usou dois revólveres e tinha muita munição. Além de colete a prova de balas, usava cinturão com armamento. Em anotações encontradas pela polícia em sua casa, o atirador pôs a culpa pelo massacre nos que o humilharam na escola na adolescência.

“Muitas vezes, aconteceu comigo de ser agredido por um grupo e todos os que estavam por perto debochavam, se divertiam com as humilhações que eu sofria sem se importar com meus sentimentos”, escreveu ele.

PIAUÍ

Em abril de 2011, um adolescente de 14 anos que se disse vítima de bullying matou um colega com golpes de faca no interior do Piauí. O caso ocorreu na zona rural da cidade de Corrente, no extremo sul do Estado.

O rapaz disse à polícia que era “agredido quase todos os dias física e verbalmente”. O menino era mais baixo e mais fraco do que o que morreu, que tinha 15 anos.

O ataque ocorreu no pátio da escola, quando os alunos esperavam pelo ônibus. Ao ser hostilizado, o adolescente partiu para cima do colega, desferindo um golpe na virilha e outro no pescoço. O corte atingiu a veia jugular e a vítima morreu praticamente na hora.

SÃO CAETANO DO SUL

Em setembro de 2011, em São Caetano do Sul (Grande São Paulo), um aluno de 10 anos de idade que estava no 4º ano atirou na professora Rosileide Queiros de Oliveira, 38, e depois se matou na escola Professora Alcina Dantas Feijão.

No momento do disparo, 25 alunos estavam na sala de aula. Em seguida, ele se retirou da classe e disparou contra sua própria cabeça. Ele usou um revólver calibre 38 do pai, que era então guarda civil.

A polícia investigou à época a hipótese de que o garoto sofria bullying e que isso teria motivado o ataque. A corporação chegou a afirmar que o menino era manco e sofria gozação dos colegas, mas recuou depois.

JOÃO PESSOA

Em abril de 2012, um adolescente de 16 anos atirou em outras três alunas de escola estadual de Santa Rita (região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba). O objetivo do rapaz era acertar um menino de 15 anos com quem havia discutido duas vezes.

Ele efetuou seis disparos com um revólver calibre 38. As adolescentes de 17 anos tiveram alta nos dias seguintes ao ataque.

Dois anos depois, no bairro de Mandacaru, na periferia de João Pessoa, um adolescente de 15 anos deu três tiros na barriga da estudante Maria Beatriz Souza Santana, 14, que havia sido sua namorada. O ataque aconteceu dentro da sala de aula da escola municipal Violeta Formiga.

GOIÂNIA

Um adolescente de 14 anos matou dois colegas e feriu outros quatro, em outubro de 2017, em Goiânia. O jovem utilizou uma pistola .40 da mãe, que assim como o pai é policial militar. Segundo a Polícia Civil, na época, o adolescente foi motivado por bullying.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Augusto Nobrega disse:

    Atiradores??? Atiradores são atletas do tiro esportivo o correto seria TERRORISTA.

Pesquisa Instituto Paraná: Maioria concorda com hino nacional nas escolas

O Instituto Paraná fez uma pesquisa sobre a polêmica envolvendo a carta do ministro da Educação, Ricardo Velez Rodriguez, com pedido para que alunos fossem filmados cantando o hino nacional.

Dos entrevistados, 62,4% concordaram com a iniciativa. Outros 26,6% discordaram e 8,5% não se manifestaram.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucio disse:

    Outro aproveitador lacaio dos Estados Unidos.
    Trump quer botar ele na Venezuela como fez com esse miliciano aqui no Brasil.
    Para tomar o Petróleo e dominar, assumindo o controle Militar do país.

  2. Lucio disse:

    Combater os famigerados auxílios, entre eles o auxílio moradia, ninguém fala, não é mesmo?
    Também não falam nos outros inúmeros privilégios dos juízes, promotores, Deputados, Senadores e Militares.
    Nem tampouco vão corrigir os supersalarios e cobrar dos Grandes devedores da União e do INSS.
    Atacar os pequenos e fracos é o modo como governos hipócritas e populistas tem de fingir que estão trabalhando pelo povo enquanto nega os bestas de plantão.
    Acordem!
    Esse governo fake usa laranjas para desfilar mentiras e atacar os pequenos, quando sabemos que a maior escola de formação ideológica hoje são as igrejas evangélicas que arrecadam milhões sem dar satisfações e prestar contas a ninguém

  3. Paulo disse:

    Ausência de politicas públicas, associada ao péssimo exemplo de gestores, políticos e magistrados são munição para destroçar qualquer nação e o hino nacional nas escola ajuda a lembra que o nosso país é o Brasil de cores verde e amarela e não vermelha!

  4. Ems disse:

    Pois é, uma minoria "lacradora" e barulhenta quer impor sua vontade a maioria !!!