A Unimed Natal, dentro dos alinhamentos que vem sendo feitos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) junto às operadoras de planos de saúde, está disponibilizando aos seus clientes um sistema de teleconsultas com 4 médicos e 2 psicólogos.
A metodologia foi implantada para reduzir a sobrecarga das unidades de saúde, evitar a exposição desnecessária de beneficiários ao risco de contaminação, sem deixar de atender à demanda de pacientes com sintomas suspeitos do novo Coronavírus. Eles são encaminhados, via Central de Atendimento, ou por agendamento feito pelo App do Beneficiário Unimed. Também é possível marcar a teleconsulta pelo: 3220 6400. O serviço, inicialmente, tem capacidade para realizar 360 atendimentos por dia.
Em relação às consultas eletivas, a cooperativa também segue as orientações da ANS. Não há proibição para realização de consultas ou exames eletivos. O momento, no entanto, exige cuidado e critério para que evitemos aglomerações. E é neste sentido que estamos recomendando aos nossos médicos cooperados e prestadores que organizem suas agendas para que os atendimentos sejam feitos com hora marcada e todos façam uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
Diante da Pandemia e do alto risco de infecção por Coronavírus, médico e paciente devem avaliar ainda a necessidade da realização de procedimentos tais como endoscopias, colonoscopias, postectomias, apendicectomias entre outros. Ressaltamos por fim que, urgências e emergências, se impõem por questões de vida, independentemente do que enfrentamos. Permanecemos à disposição mantendo ainda os atendimentos aos pacientes crônicos, oncológicos, cardiológicos e acompanhamento pré-natal, por exemplo.
Nosso compromisso, enquanto cooperativa médica, é cuidar da vida das pessoas. Estamos ao lado de cada um para que juntos possamos sair mais fortes desses desafios.
O Governo do Rio Grande do Norte continua o pagamento salarial do mês de abril nesta terça-feira (14) para os servidores ativos. Aqueles que ganham até R$ 4 mil receberam o valor integral, enquanto que para os que ganham acima desse foi depositado 30% do salário.
A fim de evitar aglomerações de pessoas em agências bancárias, uma das medidas preventivas de contágio pelo novo coronavírus, o Executivo Estadual decidiu antecipar e dividir em três dias o depósito dos salários dos servidores. Na última sexta-feira (10), receberam toda a categoria da Segurança Pública e os servidores ativos da Saúde com faixa salarial até R$ 4 mil, além de 30% para quem recebe acima desse valor.
Nesta quarta-feira (15), será depositado os salários dos inativos e pensionistas, também respeitando a integralidade do salário para a faixa até R$ 4 mil e 30% para acima desse valor.
Servidores lotados em pastas com recursos próprios receberão o salário integral no fim do mês, assim como os 70% restantes dos servidores que recebem acima de R$ 4 mil. O Governo ainda analisa a possibilidade de repetir a antecipação e o escalonamento em categorias para o restante do pagamento.
Meses atrasados e aposentados no governo Fátima são discriminados e esquecidos, diferente de governos sérios, onde a preocupação com os mais nescessitados é prioridade. Vergonha essa governadora.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse nessa segunda-feira (13) que o governo está próximo de completar um plano para reabrir a economia do país, que foi amplamente paralisada para desacelerar a propagação do novo coronavírus.
No briefing diário à imprensa, Trump afirmou que o número de mortes pelo vírus no país começou a diminuir, indicando que as iniciativas de distanciamento social haviam sido bem-sucedidas.
Os governadores estaduais, enquanto isso, parecem discutir planos para retomar a atividade econômica sem buscar informações do governo Trump.
Nove estados nas costas Leste e Oeste dos EUA disseram ontem que haviam começado o planejamento para a reabertura gradual de suas economias e a suspensão dos decretos para ficar em casa.
O vírus matou mais de 22 mil pessoas nos Estados Unidos e paralisou todos os deslocamentos e setores não essenciais.
À pergunta se os governadores ou o governo federal tomariam a decisão de reabrir escolas e empresas fechadas, o presidente respondeu que tem a autoridade final.
“O presidente dos Estados Unidos toma as decisões”, disse. “Dito isso, vamos trabalhar com os estados.”
Ao assumir em 1964 o cargo de Diretor Superintendente da Rádio Cabugi, Hemetério Gurgel entendeu que o Jornalismo era a saída para incrementar a audiência. E criou os “Ases da Notícia”, sob a direção do jornalista Cassiano Arruda e tendo como novos integrantes os Francisco Macedo, José Wilde, Adamires Furtado, Abmael Moraes, Souza Silva, Ewerton Alexandrino, Isa Freire, Nilson Freire, José de Sousa e eu. Os “Ases da Notícia” marcaram época no rádio potiguar. Quem viu e ouviu. Wellington Medeiros.
Foto ilustrativa: Nilcem Fernandes/Governo do Tocantins
Profissionais das forças de segurança e salvamento, portadores de doenças crônicas, caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 15 a 21 anos sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade serão público-alvo da segunda etapa da campanha contra influenza, que acontece de 16 de abril a 08 de maio. A Secretaria Municipal de Saúde de Natal vai disponibilizar as doses nas 63 salas de vacinação das unidades básicas (UBS) da cidade. A meta é imunizar cerca de 43 mil pessoas na segunda fase.
“Vale lembrar que a vacina age contra os principais tipos de gripe, que são Influenza A H1N1, Influenza A H3N2 e Influenza B. O imunobiológico não previne o novo coronavírus que provoca a doença COVID-19. Não há necessidade de todas as pessoas buscarem os postos nos primeiros dias, é preciso evitar aglomerações”, destaca Juliana Araújo, Diretora do Departamento de Vigilância em Saúde de Natal.
As pessoas com alguma comorbidade devem estar munidas de atestado médico para comprovar a existência da doença crônica. Os profissionais também precisam apresentar os crachás de trabalho ou documento que mostre vínculo empregatício para receber a imunização. Pela primeira vez o Ministério da Saúde inclui no público-alvo os caminhoneiros e motoristas de transportes coletivos.
A terceira fase da campanha contra Influenza será de 09 a 22 de maio, atenderá professores de escolas públicas e privadas, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, adultos de 55 a 59 anos e pessoas com deficiência.
SOBRE A CAMPANHA DE INFLUENZA 2020
A primeira da fase da campanha de Influenza foi destinada ao público idoso, a partir de 60 anos e aos profissionais da saúde. Natal conseguiu atingir a meta de idosos em apenas cinco dias vacinando 90% do público idoso. Para os profissionais da saúde foi destinada vacinação no próprio local de trabalho e/ou nos postos da Prefeitura.
Até o final da campanha o município estima atingir 250 mil pessoas em 2020.
Devidos aos efeitos da pandemia de covid-19, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta queda de 5,3% da economia brasileira este ano. A previsão para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi publicada hoje (14) pelo FMI no relatório Perspectiva Econômica Mundial (World Economic Outlook, no título em inglês).
No relatório divulgado em janeiro, antes dos efeitos da pandemia de covid-19 na economia brasileira, a previsão do FMI era que a economia brasileira cresceria 2,2% neste ano.
Para 2021, a previsão é de recuperação, com crescimento do PIB em 2,9%. A estimativa anterior para o próximo ano era 2,3%.
A previsão para América Latina e Caribe é de queda de 5,2% da economia, neste ano, e crescimento de 3,4%, em 2021.
“Entre os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento, todos os países enfrentam uma crise de saúde, um severo choque de demanda externa, um aperto dramático nas condições financeiras globais e uma queda nos preços das commodities, que terão forte impacto na atividade econômica dos exportadores de commodities”, diz o relatório.
A economia mundial deve apresentar queda de 3%, em 2020, e crescer 5,8% no próximo ano. Em janeiro, o FMI previa que a economia mundial cresceria 3,3% este ano. O FMI destaca que “foi uma revisão extraordinária em um período tão curto de tempo”.
As economias avançadas, como os Estados Unidos, a Alemanha e o Japão, entre outros, devem ter queda de 6,1% no PIB, neste ano, e crescer 4,5% em 2021.
O FMI destacou que políticas eficazes são essenciais para prevenir resultados piores. “As medidas necessárias para reduzir o contágio e proteger vidas afetarão a curto prazo a atividade econômica, mas também devem ser vistas como um investimento importante na saúde humana e econômica a longo prazo. A prioridade imediata é conter as consequências do surto de covid-19, especialmente aumentando as despesas com saúde para fortalecer a capacidade e os recursos do setor, adotando medidas que reduzam o contágio”, diz o FMI.
Ótimo era o ladrao condenado Lula doando dinheiro dos brasileiros para Cuba , Venezuela, vagabundo faça o seguinte; se mude para o paraíso Venezuela
Que bom ver seu desespero, estava melhor quando o Brasil era roubado pela quadrilha de corruptos.
Estava melhor quando o Brasil emprestava dinheiro as ditaduras pelo mundo a fundo perdido
Estava melhor quando descobríamos que ex ajudante de zoológico se tornou milionário sem trabalhar
Estava muito melhor quando a justiça pede satisfação para saber de onde vieram os R$ 234 milhões das aplicações bancárias de doma Marise, a ex primeira dama que nunca trabalhou
Estava melhor quando queriam liberar a maconha e a cocaína, mas não aceitam liberar a cloroquina para salvar vidas…
Seus princípios estão com problema
Rapaz , também não é assim . O mito Votei nele e me arrependo, também fez coisas boas . Não sejamos radicais como os esquerdistas .
Eu só quero ver quando a China, EUA , e Europa descobrir que a causa do Corona Vírus é a Globo.
A Prefeitura de Parnamirim divulgou nessa quinta-feira (9) o Plano Municipal de Contingência para Infecção Humana pelo Covid-19. O plano tem como objetivo, descrever as ações e as estratégias de prevenção e orientar a Rede de Serviços de Atenção à Saúde municipal para identificação, notificação e manejo oportuno de casos suspeitos e confirmados de Infecção Humana pelo Novo Coronavírus.
O Plano de Contingência do município de Parnamirim foi estruturado segundo quatro eixos e atividades e baseado nas recomendações de âmbito nacional e estadual. Os eixos são os seguintes:
Eixo 1 – Vigilância em saúde – Visa orientar a rede de serviços de atenção à saúde do município para atuação na identificação, notificação, investigação e manejo oportuno de casos suspeitos de COVID19, de modo a evitar e/ou mitigar os riscos de propagação do vírus.
Este eixo traz orientações e medidas adotadas sobre definição dos casos suspeitos, definição de casos prováveis, de casos excluídos, definição de caso confirmado por critério laboratorial ou por critério clínico-epidemiológico, além de orientações sobre casos descartados, notificações e notificação dos casos suspeitos.
Eixo 2 – Assistência à saúde – Orienta sobre o manejo clínico da Síndrome Gripal na Assistência Primária em Saúde (APS) e na Saúde Estratégia da Família (ESF)
Segundo o plano, a APS/ESF deve assumir papel resolutivo frente aos casos leves e de identificação precoce e encaminhamento rápido e correto dos casos graves, mantendo a coordenação do cuidado destes últimos.
O documento orienta ainda que a estratificação de intensidade da Síndrome Gripla é a ferramenta primordial para definir a conduta correta para cada caso, seja para manter o paciente na APS/ESF ou encaminhá-lo aos serviços de urgência e emergência (UPA). Somente os casos com maior gravidade, que necessitem de internação hospitalar, serão referenciados para estabelecimentos de saúde especializados.
Eixo 3 – Comunicação – O plano leva em consideração As estratégias de comunicação são um importante componente para todos os eventos de saúde e indispensáveis em eventos pandêmicos.
A propagação da informação, no momento exato e oportuno, em todos os níveis de gerenciamento de pandemias, é uma das mais eficazes ferramentas para minimizar seus impactos sociais e econômicos, maximizando resultados das ações de controle. O atendimento à imprensa é feito sempre por intermédio da Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal.
Eixo 4 – Gestão – De acordo com o plano, cabe à gestão a coordenação da preparação e resposta adequada, ordenada e integrada intra e interinstitucional, em tempo oportuno, frente a emergência em saúde pública. Nas diversas fases da pandemia necessita avaliar a existência de recursos para responder ao evento em questão, podendo necessitar de recursos adicionais e apoio complementar da esfera estadual e/ou federal.
Foto: Reprodução/New Deliverance Evangelistic Church
Um pastor evangélico dos Estados Unidos que havia contestado as orientações para manter distanciamento social durante a pandemia da Covid-19 e manteve os cultos na sua igreja morreu no último sábado (11). Gerald Glenn era o líder da igreja evangélica New Deliverance, na cidade de Chesterfield, no estado da Virgínia .
A congregação pentecostal divulgou a morte do líder religioso no domingo (12) em uma rede social.
Em uma fala aos membros de sua congregação no dia 22 de março, Glenn falou sobre o coronavírus. De acordo com a mídia local, ele afirmou: “Eu acredito firmemente que Deus é maior que esse vírus amedrontador. Os jornais da região também relataram que Glenn disse que seguiria pregando “a não ser que estivesse na cadeia ou no hospital”.
No dia 30 de março, por ordem do governo do estado, o líder religioso foi obrigado a ficar em casa, isolado.
A viúva de Glenn também foi infectada com o vírus. Em um texto em uma rede social, a filha do casal pediu para que as pessoas entendam a gravidade e severidade da doença. “Não é só sobre você, é sobre cada um ao redor de nós”, escreveu.
Nos EUA, um pastor pentecostal foi preso em março por seguir realizando cultos frequentados por centenas de pessoas.
Quem for medianamente informado sobre politica e partidos, sabe que as agremiações esquerdistas fundamental seus "princípios" com base na ideologia de Karl Marx ATEU convicto, que desconhecia Deus e odiava as instituições religiosas (na época não havia os Edir Macedo da vida). Portanto, esperar caridade, espírito fraterno, misericórdia e respeito aos mortos de petista é querer demais. Todos são lobos em pele de cordeiro.
Respeito nessa hora é fundamental . Que Deus receba esse cidadão na nova morada . Sua família está sentindo e nós não podemos tripudiar diante de um fato desse .
Quem não teve (ainda) parente contaminado ou morto acredita nos números falsos do governo. Essa é a estratégia. Só que a realidade, uma hora, se impõe.
A China aprovou testes humanos em estágio inicial para duas vacinas experimentais que podem combater o novo coronavírus, que já matou mais de 100 mil pessoas em todo o mundo, informou a agência estatal Xinhua nesta terça-feira (14).
As vacinas estão sendo desenvolvidas pela Sinovac Biotech, listada na Nasdaq e sediada em Pequim, e pelo Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan, uma afiliada do estatal Grupo Farmacêutico Nacional da China.
Em março, a China recebeu autorização para outro teste clínico de um candidato a vacina contra a covid-19 desenvolvido pela Academia de Ciências Médicas Militares da China e pela empresa de biotecnologia CanSino Bio, logo após o grupo norte-americano Moderna informar que havia iniciado testes em humanos para a vacina com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos.
O engraçado é que as vacinas da China saem em tempo recorde, no entanto, a eficácia da cloroquina deverá passar por intensos "estudos científicos" que podem levar anos e anos para que a mesma seja liberada para uso com segurança. Eu não duvido que a patifaria de parte da indústria farmacêutica e da dita "comunidade científica tendenciosa" possua ligações estreitíssimas com a patifaria do mundo político globalizado. Dr. Lair Ribeiro já fala muito sobre isso.
Secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto de Almeida, estima que o novo projeto de auxílio financeiro a estados terá impacto nas contas públicas entre R$ 148 bilhões e R$ 222 bilhões em 2020. A projeção consta de nota técnica divulgada pelo Ministério da Economia neste fim de semana.
“Esse conjunto extraordinário de recursos será todo financiado por meio do aumento do endividamento público, pois não há novas fontes de receitas em nenhuma esfera do setor público consolidado”, alerta o texto assinado pelo secretário que dá nome ao projeto original, Plano Mansueto.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estimou que o impacto do novo texto será de R$ 35 bilhões. No entanto, cálculos inicias da equipe econômica indicaram que o projeto vai comprometer R$ 180 bilhões do orçamento de 2020.
Segundo a nota técnica do Ministério da Economia, o déficit primário do setor público este ano deve ser de aproximadamente R$ 500 bilhões, valor próximo a 7% do PIB. A equipe adverte para um crescimento excessivo do déficit e da dívida pública.
“Assim, é importante que qualquer novo impacto fiscal seja debatido de forma cuidadosa para evitar um crescimento excessivo do déficit primário e da dívida pública do setor público além do estritamente necessário para reduzir os impactos econômicos e sociais da crise do Coronavírus e garantir os recursos necessários para o sistema de saúde de todos os entes da Federação”, diz o texto assinado pelo secretário.
Plano Mansueto
Inicialmente, o PLP 149/2019, construído pelo secretário do Tesouro, garantia auxílio financeiro a estados em crise empenhados com o ajuste fiscal. Em contrapartida, os governos estaduais se comprometeriam a limitar os gastos permanentes. Com a pandemia do novo coronavírus, o escopo do projeto foi alterado para garantir apoio emergencial a todos os estados.
De acordo com o presidente da Câmara, o objetivo do projeto original do Plano Mansueto ia ser distorcido se a votação ocorresse agora. “Hoje nós vivemos uma nova realidade: todos os estados estão passando por dificuldades”, disse ele. O Plano Mansueto precisará ser enfrentado provavelmente no segundo semestre, estimou Maia, mas no curto prazo todos os estados precisam recompor receitas para enfrentar a crise decorrente do novo coronavírus.
O novo texto suspende a dívida dos estados e do DF com a União, acaba com a obrigação de cumprimento do teto de gastos e concede perdão de multas decorrentes da suspensão de pagamentos. Também é criada compensação, por três meses, para a queda de arrecadação com o ICMS e o ISS. O substitutivo foi lido pelo relator, deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), na última quinta-feira (9) e a votação está prevista para segunda-feira (13).
Cenários
O impacto do texto sobre as finanças públicas em 2020 será de pelo menos R$ 105 bilhões, estima o Tesouro Nacional no cenário mais conservador. No entanto, cada ponto do projeto incluiria outros bilhões na conta.
Deputados debatem, por exemplo, a extensão do projeto a prefeituras, o que não está contemplado pelo texto até o momento. Se os parlamentares incluírem a concessão de operações de crédito para os municípios com uma regra semelhante à dos estados, o Tesouro estima um acréscimo de R$ 39 bilhões no custo.
Para o pior cenário, de impacto de R$ 222 bilhões, a nota considera a inclusão de assuntos não relacionados com o combate à covid-19, que aparecem no
Disputa política
Enquanto autoridades buscam acordo em torno do projeto, bolsonaristas têm utilizado as redes sociais para defender o texto original. A narrativa dos apoiadores de Bolsonaro é de que os deputados, liderados por Rodrigo Maia, fazem alarmismos sobre a pandemia de covid-19 para conseguir mais recursos federais.
O que está em jogo, na verdade, é a “paternidade” de medidas de mitigação dos efeitos da pandemia. Ao repassar o dinheiro aos governadores, Bolsonaro não terá facilidade em se apropriar do bônus política das medidas – como aconteceu, por exemplo, no caso do auxílio emergencial de R$ 600.
Você já ouviu o termo "morrer de fome"? Acredita que pessoas podem morrer por causa tão "banal"? E depressão, suicídios, encargos AVC, falta de dinheiro para adquirir remédios e tratar doenças, será que pessoas também morrem por tais motivos? E latrocínios devidos a desespero por falta de dinheiro para prover o sustento da família? Olha, esse é o nível dessa gente que não se preocupa com o destino das pessoas, que usa o povo, principalmente os mais carentes, como massa de manobra para seus planos sórdidos.
Desenvolvido originalmente para combater o ebola, o medicamento antiviral remdesivir apresentou bons resultados em testes contra o Sars-Cov-2, vírus que causa a Covid-19. Dois estudos independentes relataram que a substância é eficaz para quebrar o ciclo de replicação do micro-organismo. Um deles, baseado em testes com um pequeno número de pessoas, mostrou índice alto de recuperação de pacientes que estavam internados em estado grave.
No fim de fevereiro, pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá, haviam descoberto que o remdesivir era eficaz contra o vírus da síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers), um coronavírus relacionado ao Sars-Cov-2. A substância é um dos vários medicamentos que estão tendo os ensaios clínicos acelerados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em pacientes com Covid-19 hospitalizados em diversos países.
Um dos hospitais que testam o medicamento é o Cedars-Sinai, nos Estados Unidos. Em um artigo publicado na revista The New England Journal of Medicine, pesquisadores dessa e de outras instituições nos EUA, na Europa, no Canadá e no Japão relatam que, em um pequeno grupo de pacientes internados em estado grave e tratados com a substância, 68% tiveram melhora clínica e 47% receberam alta hospitalar.
Jonathan Grein, diretor de Epidemiologia Hospitalar do Cedars-Sinai e um dos autores do estudo, explica que a terapia experimental foi fornecida aos pacientes por uso compassivo. Esse programa permite, nos Estados Unidos, acesso a tratamentos ainda não aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) quando um paciente tem uma condição com risco de morte e nenhuma outra opção está disponível.
A análise incluiu dados de 53 pacientes, que receberam pelo menos uma dose de remdesivir até 7 de março. Os resultados mostraram que 68% das pessoas tratadas com a substância apresentaram melhora no nível de suporte de oxigênio ao longo dos 18 dias de acompanhamento. Além disso, das 34 que foram intubadas e necessitaram de ventiladores mecânicos, 57% tiveram os tubos respiratórios retirados. Quase metade (47%) recebeu alta hospitalar.
“Atualmente não há tratamento comprovado para a Covid-19. Não podemos tirar conclusões definitivas desses dados, mas as observações sobre esse grupo de pacientes são esperançosas”, afirma Grein. “Estamos ansiosos pelos resultados de ensaios clínicos controlados para validar potencialmente essas descobertas.”
O pesquisador ressalta que programas de uso compassivo são menos rigorosos do que um estudo controlado randomizado — no qual se compara pacientes que estão recebendo o tratamento experimental àqueles que foram submetidos à terapia padrão. Porém, durante a pandemia de Covid-19, os dados de uso compassivo podem ajudar os cientistas a entender os riscos potenciais, além de dar uma ideia sobre a viabilidade de um tratamento experimental, destaca Grein. “É fundamental que a comunidade médica encontre um tratamento seguro e eficaz para a Covid-19 e que seja suportado por dados sólidos”, afirma o pesquisador.
“Ação direta”
Em outro estudo, publicado ontem na revista Journal of Biological Chemistry, pesquisadores da Universidade da Alberta relatam que o remdesivir é “altamente eficaz para interromper o mecanismo de replicação do coronavírus que causa a Covid-19”. Matthias Götte, chefe de microbiologia médica e imunologia da instituição, conta que dados de pesquisas anteriores deram esperança à equipe de que o mecanismo de ação da substância teria um bom efeito contra o novo coronavírus.
“Estávamos otimistas de que veríamos os mesmos resultados do vírus da Mers contra o Sars-Cov-2”, diz Matthias Götte. “Obtivemos resultados quase idênticos aos relatados anteriormente com a Mers. Portanto, vemos que o remdesivir é um inibidor muito potente das polimerases de coronavírus”, diz. Polimerases são enzimas usadas pelos vírus para se replicarem dentro das células dos hospedeiros. “Se você atingi-las, o vírus não pode se espalhar, por isso é um alvo muito lógico para o tratamento da Covid-19.”
No laboratório, os cientistas demonstram como o remdesivir confunde o vírus, imitando seus blocos de construção. “Conseguimos enganá-lo incorporando um inibidor de polimerase no coronavírus, de forma que ele não consegue se replicar”, explica o cientista.
Götte afirma que as descobertas do estudo, com resultados de pesquisas publicadas anteriormente em modelos celular e animal, significam que o remdesivir pode ser classificado como um “antiviral de ação direta” contra o Sars-Cov-2. Esse termo foi usado pela primeira vez para descrever novas classes de antivirais que interferem em etapas específicas do ciclo de vida do vírus da hepatite C (HCV).
De acordo com Götte, a descoberta dessa ação direta reforça a promessa de ensaios clínicos para o remdesivir em pacientes com Covid-19. Porém, ele alerta que os resultados obtidos em laboratório não podem ser usados para prever como o medicamento funcionará com as pessoas. “Temos que ser pacientes e aguardar os resultados dos ensaios clínicos randomizados”, destaca.
O Setor de Serviço Social do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) procura por parentes ou conhecidos de uma paciente, até o momento, identificada como Maria Aparecida, 50 anos. Vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), veio transferida da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro de Cidade da Esperança e está internada em um leito de enfermaria do segundo andar.
Mesmo com dificuldade para se comunicar, devido a um déficit de fala resultado do AVC, Aparecida conversou com o Serviço Social e contou que tem filhos e outros familiares morando no bairro de Felipe Camarão, nas proximidades da Liga Contra o Câncer da Avenida 6.
Qualquer informação que possa resultar na identificação de seus parentes ou amigos deve ser repassada ao Serviço Social do HMWG, através dos telefones 3232-7505 ou 3232-7533. O setor funciona de domingo a domingo, em plantões de 24h.
A foto que acompanha está notícia teve sua divulgação autorizada pela paciente.
Para outras informações: Assessoria de Imprensa 98717-7475
Nas últimas duas semanas, a África do Sul passou por uma situação excepcional que os médicos ainda não conseguem explicar: uma queda brusca e inesperada na taxa diária de novas infecções pelo novo coronavírus.
Um sinal claro disso está nos hospitais do país, que tinham se preparado para receber um volume alto de pacientes.
Os leitos e enfermarias estão prontos para eles, cirurgias não urgentes foram remarcadas e ambulâncias foram equipadas, enquanto equipes médicas vêm ensaiando protocolos sem parar e autoridades de saúde passam longas horas em reuniões pela internet preparando e ajustando seus planos de emergência.
Mas, até agora, contra a maioria das previsões, os hospitais sul-africanos permanecem tranquilos: o “tsunami” de infecções que muitos especialistas previram não se concretizou. Pelo menos, ainda não.
“É meio estranho, misterioso. Ninguém sabe ao certo o que está acontecendo”, diz Evan Shoul, especialista em doenças infecciosas de Johanesburgo.
Tom Boyles, outro médico de doenças infecciosas, do Hospital Helen Joseph, um dos maiores centros de saúde pública de Johanesburgo, também diz que todos estão “um pouco perplexos”.
“Estamos falado que é a calma antes da tempestade há cerca de três semanas. Estávamos preparando tudo aqui. E essa tempestade simplesmente não chegou. É estranho.”
Os especialistas em saúde alertam, no entanto, que é muito cedo para interpretar a falta de casos como um progresso significativo no combate à epidemia e estão preocupados com o fato de que isso pode até mesmo gerar um perigoso sentimento de complacência.
O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, sugeriu que as duas semanas de isolamento no país até agora são responsáveis por estes índices e prorrogou a vigência das restrições em todo o país, que deveriam terminar em uma semana, para o final do mês.
No entanto, outras países que também impuseram quarentenas não obtiveram resultados semelhantes.
Rastreamento de contatos agressivo
Na África do Sul, até 13 de abril, foram relatados 2.173 casos e 25 mortes por coronavírus. É o país mais afetado do continente até agora.
Quase cinco semanas se passaram desde o primeiro caso confirmado de covid-19 na África do Sul e, até 28 de março, o gráfico do número de novas infecções diárias seguiu uma curva ascendente acelerada.
Até então, tudo era semelhante ao que acontecia na maioria dos países onde os casos também haviam sido detectados nas mesmas datas.
Mas, naquele sábado, a curva caiu bruscamente: de 243 novos casos em um dia, para apenas 17. Desde então, a média diária ficou em cerca de 50 novos casos.
Será que o isolamento precoce e rígido da África do Sul e o trabalho agressivo de rastreamento de contatos com pessoas infectadas estão realmente funcionando? Ou é apenas uma pequena melhora antes de um desastre?
No final da semana passada, o presidente Ramaphosa disse que era “muito cedo para fazer uma análise definitiva”, mas considerou que, desde que a quarentena foi introduzida, o aumento diário de infecções diminuiu de 42% para “cerca de 4%”.
“Acho que quanto mais pessoas testamos, mais revelamos se isso é uma anomalia ou se é real”, disse Precious Matotso, especialista em saúde pública que monitora a pandemia na África do Sul em nome da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Medos de complacência
Na África do Sul, o argumento de que é cedo para tirar conclusões sólidas sobre a propagação do vírus é uma visão comum.
“É difícil prever qual caminho seguiremos: uma taxa de infecção alta, média ou baixa. Não temos evidências amplas”, diz Stavros Nicolaou, executivo da área de saúde que agora coordena parte da resposta do setor privado à pandemia.
“Pode haver sinais precoces positivos, mas meu medo é de que as pessoas comecem a se sentir tranquilas (e baixem a guarda), com base em dados limitados”, acrescenta ele.
Mas essa “calma antes de uma tempestade devastadora”, conforme descreveu o ministro da Saúde, Zweli Mkhize, na semana passada, está causando inúmeras especulações.
A suposição generalizada é de que o vírus, introduzido na África do Sul e em muitos outros países africanos em grande parte por viajantes mais ricos e visitantes estrangeiros, chegaria inevitavelmente a bairros mais pobres e supepopulosos e se espalharia rapidamente.
Segundo especialistas, essa continua a ser a próxima fase mais provável do surto, e várias infecções já foram confirmadas em vários municípios.
Mas médicos da África do Sul e de alguns países vizinhos notaram que os hospitais públicos ainda não viram qualquer indício de aumento nas internações por infecções respiratórias, o sinal mais provável de que, apesar das evidências limitadas, o vírus está se propagando em ritmo intenso.
Uma teoria diz que os sul-africanos podem ter uma certa proteção contra o vírus. Alguns alegam que isso pode ser devido a uma variedade de fatores médicos, desde a vacina obrigatória contra a tuberculose que todos recebem ao nascer até o impacto dos tratamentos antirretrovirais, ou o possível papel de diferentes enzimas em diferentes grupos populacionais. Mas essas suposições não foram verificadas.
“Essas ideias já existem há algum tempo. Ficaria surpreso se fosse o resultado de uma vacina. Essas teorias provavelmente não são verdadeiras”, diz Boyles.
O professor Salim Karim, principal especialista em HIV da África do Sul, acredita que essas são “hipóteses interessantes”, mas nada além disso. “Acho que ninguém no planeta tem as respostas”, afirma.
Shoul, entretanto, diz que o país ainda está se “preparando como se um tsunami estivesse chegando”. “O sentimento ainda é de grande expectativa e nervosismo”, afirma ele.
Incerteza
A verdade é que essa situação, diferente do acontece na maior parte do mundo, leva especialistas a considerar se não seria uma queda antes do que um médico chamou de possível “aumento astronômico” de novos casos.
Vários críticos manifestaram preocupações de que o sistema de saúde público tenha demorado a implementar um regime agressivo de testes e, atualmente, seja excessivamente dependente de clínicas particulares para detectar novas infecções.
Documentos internos do Departamento de Saúde aos quais a BBC teve acesso apontam para crescentes preocupações sobre má administração dos sistema público, em especial no que diz respeito à baixa testagem.
Mas essas preocupações pela crescente confiança de que a abordagem “baseada em evidências científicas” do governo para a pandemia também pode estar dando resultado.
A explicação para esta queda brusca é mui simples: a África do Sul não tem Plano Mansueto esperando ser aprovado pelos deputados em pleno ano eleitoral. Para os sul-africanos, debelar a pandemia é um alívio em todos os sentidos.
"ESPECIALISTA"
indivíduo que possui habilidades ou conhecimentos especiais ou excepcionais em determinada prática, atividade, ramo do saber, ocupação, profissão etc.
Há uns 10 ou 15 anos atrás não tínhamos os famosos "especialistas" ; que o leitor entenda a minha colocação, na verdade sabemos que sempre existiu, mas hj em dia eles determinam algo como verdade absoluta, verdade essa que vem sendo quebrada a cada dia que se passa, abrindo caminho para novas "verdades".
O que me ajuda é não seguir certos especialistas, infelizmente a grande maioria segue e por isso o desespero das pessoas se trabalha ou fica em casa.
Desejo a todos um bom dia e que Deus nos abençoe no enfrentamento dessa crise.
O Governo do RN, ciente dos prejuízos causados ao setor produtivo em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), resolveu reduzir em 12% a carga tributária da base do cálculo do ICMS incidente nas operações com energia elétrica da rede hoteleira potiguar.
“Proteger a saúde da população do nosso Estado tem sido nossa prioridade. Mas, não podemos esquecer que a pandemia afeta a saúde financeira de diversos setores e um dos mais prejudicados é a rede hoteleira. Portanto a redução de tributos nesse momento é uma solução, temporária, mas extremamente necessária, para que possamos diminuir os prejuízos”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.
A medida consta do Decreto 29.605, de 13 de abril de 2020, e visa promover condições mais favoráveis aos contribuintes do ICMS para que estes possam cumprir com suas obrigações tributárias, exceto a atividade de motel.
Outro benefício que o Governo concede ao setor produtivo do Rio Grande do Norte por meio deste decreto é a prorrogação, para o dia 31 de maio de 2020, do prazo para o envio do Informativo Fiscal previsto no artigo 590 do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (RICMS) aprovado pelo Decreto Estadual nº 13.640, de 13 de novembro de 1997.
Parabéns governadora, excelentíssimo trabalho na condução do Estado, e principalmente agora durante essa crise sanitária e econômica sem precedentes na história do Estado.
Deus está ao seu lado.
Parece que depois do Covid o pagamento dos salários foi esquecido. Fatão deve estar aliviada. É mais um dinheirinho que sobra pra campanha e ao mesmo tempo fazer política com o dinheiro federal. Acho que Madalena Lucidez Arrependida vota nela dessa vez.
Jesus, já começou a campanha e já tem gente engajada, sei nem.o q dizer
Bom mesmo é o Desgoverno Funeral representado pelo Bolsonero!!!
A todo momento um erro cometido.
Se reduz pra um setor, q no momento não tem demanda alguma, tem q reduzir pra todos os demais.
Pq 2 pesos e 2 medidas?
Esse governo do PT não enxerga suas ideologias de outrora.
Esse é o "Desgoverno Trapalhão",diminui a alíquota de um segmento da economia que está de porta fechada,pq não diminui dos combustíveis,so tem phd nessse Desgoverno!!!
A PIADA do DIA.
Já está tudo fechado, não tem mais o que reduzir.
Cadê que Reduz para os postos de gasolina, farmacias e supermercados.
FORA FÁTIMA.
A PARAÍBA TE ESPERA.
Que nada! O governo do RN eh muito eficiente: o hospital de campanha da arena das dunas ficará pronto logo após o pico da epidemia! Parabéns pela eficiência!!!
Desfeita com o setor que mais emprega em Natal. Canalhice petralha
A pandemia do novo coronavírus e o isolamento social daqueles que podem ficar em casa estão mudando os hábitos de consumo dos brasileiros. Os gastos com cartões de crédito e de débito em supermercados aumentaram, em média, 25% em relação a janeiro e fevereiro. Nas farmácias, o avanço foi de 10%, segundo um levantamento da consultoria Elo Performance Insights. Outras pesquisas apontam alta das vendas de itens da cestas básica, higiene e limpeza.
Os dados levantados pela Elo consideram o período de 19 de março a 1º de abril (já sob o isolamento social para conter o avanço da epidemia de Covid-19 no país), comparando com as médias para os mesmos dias da semana registradas de 5 de janeiro a 22 de fevereiro deste ano (antes do primeiro caso de coronavírus no país).
Registros sobre quedas também permitem perceber como a Covid-19 está afetando setores específicos. O recuo nas vendas de materiais de construção, por exemplo, já chegava a 11% no primeiro dia de abril, já que obras não emergenciais foram adiadas. Nos postos de combustíveis, o faturamento dos cartões encolheu 31%, num momento em que muitos automóveis estão parados na garagem. Com shoppings e o varejo em geral de portas fechadas, gastos em lojas de departamento recuaram 54%. No segmento de vestuário, a queda alcança 78%.
No período avaliado, os dados mostram que o novo coronavírus deu uma rasteira no consumo em todo o país. Na média, o recuo nos gastos com cartões de débito era de 21% em 1º de abril — o pior dia foi 25 de março, com queda de 45%. No crédito, as baixas foram de 36% e 50%, respectivamente.
O consumo teve retração ainda maior nos estados de Rio e São Paulo, onde, em razão da maior concentração populacional, as medidas de distanciamento social são mais rígidas e há mais casos de coronavírus. Os gastos no cartão de débito caíram 26% em 1º de abril nos dois estados. No crédito, a redução foi de 40% na mesma data.
Para Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da GS&Malls, o Brasil regressou aos hábitos de consumo registrados em 2016, o pior momento da recessão econômica, quando ficaram preservados apenas gastos essenciais — justamente em supermercados e farmácias, e com artigos de limpeza e higiene em geral.
— Há dois movimentos paralelos que se somam. Um é a epidemia de coronavírus, o isolamento, o cuidado com a saúde. O outro é o impacto econômico dessa crise, as pessoas que já tiveram a renda reduzida e aquelas que temem perder renda ou até o emprego nos próximos meses — explica Marinho. — É parecido com o pior momento da recessão, com um consumidor receoso e aflito que opta por marcas mais baratas e corta qualquer extra.
O movimento do consumidor varia também conforme o momento do período de isolamento social e da variação regular de renda. No início do período de quarentena, por exemplo, em 19 de março, houve um aumento de 75% no faturamento de gastos com cartão de crédito em supermercados e de 60% em farmácias. No débito, o avanço foi de 50% e de 37%, respectivamente. Foi quando os brasileiros estavam estocando alimentos e medicamentos para cumprir o isolamento.
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