O juízo da 2ª vara da Fazenda Pública de Mossoró recebeu a inicial de uma ação civil pública impetrada pela 7ª Promotoria de Justiça da cidade em desfavor da atual prefeita municipal. O mandato de Rosalba Ciarlini como governadora do Estado terminou em 31 de dezembro de 2014. A ação civil do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) foi ajuizada em setembro de 2016 e somente no último dia 30 de outubro, ela foi recebida a fim de ser processada.
Segundo o MPRN, a então governadora fez uso indevido da aeronave do Estado, deslocando-se de Natal a Mossoró várias vezes com o verdadeiro intuito de participar de atos de campanha em favor da candidata por ela apoiada para o cargo de prefeita de Mossoró, Cláudia Regina.
Segundo o promotor de Justiça Fábio de Weimar Thé, a conclusão quanto ao uso indevido do avião do Estado se deu a partir da comparação entre a agenda oficial da então governadora com as datas dos vôos e dos atos de campanha da candidata a prefeita Cláudia Regina.
O MPRN pugna pela condenação de Rosalba Ciarlini por ato de improbidade administrativa que causou dano ao erário e que feriu os princípios constitucionais da administração pública, estando sujeita às penas, dentre outras, de ressarcimento dos prejuízos causados, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e pagamento de multa.
Maria Inês Fini, presidente do Inep Foto: Givaldo Barbosa / Agência O Globo
O nome de Maria Inês Fini , presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira ( Inep ), foi descartado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, para o comando do Ministério da Educação . A declaração foi dada depois de os dois protagonizarem uma polêmica em torno de uma das questões do último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Antes disso, Maria Inês chegou a ser cogitada como uma possível ministra no novo governo.
– Essa pode esquecer. Ela não esteve à frente da prova do Enem? Tá fora. Cartão vermelho. Não tem amarelo, é vermelho direto – disse Bolsonaro, quando questionado sobre o nome da presidente da autarquia em entrevista concedida em frente ao condomínio em que mora na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
Bolsonaro criticou publicamente uma questão da prova de Linguagens do Enem deste ano, por abordar a natureza do “pajubá”, conjunto de expressões utilizado por gays e transexuais. As perguntas foram elaboradas por técnicos do Inep, sob a gestão de Maria Inês.
Depois das críticas de Bolsonaro, Maria Inês Fini afirmou em entrevista ao jornal espanhol “El País” que lamentava “leituras equivocadas” sobre a prova e garantiu que “não é o governo que manda no Enem”.
Além de Maria Inês, diversos outros nomes já foram especulados para o comando da pasta, como Stavros Xanthopoylos, um dos assessores de campanha de Bolsonaro para o tema, Vivianne Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, e Mozart Ramos, diretor do instituto.
O presidente eleito voltou a fazer críticas aos governos petistas e ainda afirmou que os problemas da educação são oriundos de “um marxismo que trava o Brasil”.
– A educação é um dos ministérios mais importantes. Há muito que ela está aparelhada. Há um marxismo lá dentro que trava o Brasil. Se alguém acha que eu estou errado, é só observar que nos 13 anos de PT dobrou-se o gasto com a área e ela foi lá pra baixo. Até a prova do Pisa, isso fica bem claro. Somos o último lugar em nota e a molecada não sabe fazer regra de três e taboada. Não é essa a forma adequada de educar.
Policiais Civis de Extremoz cumpriram, na tarde desta terça-feira (20), um mandado de prisão preventiva contra um homem de 32 anos. Ele é apontado como responsável por estuprar uma menor de 14 anos de idade, no município de Extremoz, em setembro deste ano.
A Polícia Civil tomou conhecimento dos fatos através de informações fornecidas pelo Conselho Tutelar de Extremoz. Em seu depoimento, a vítima informou que era agredida sexual e psicologicamente pelo próprio pai.
O homem foi autuado pelo crime de estupro de vulnerável e encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. É importante reafirmar que quem tiver quaisquer informações sobre crimes de abusos cometidos contra crianças e adolescentes, deve procurar a Delegacia de Polícia ou denunciar anonimamente através do número 181.
Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otavio de Noronha – Geraldo Magela/Agência Senado
O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), João Otavio de Noronha, minimizou o efeito em cascata do reajuste de 16,38% concedido aos juízes federais.
O assunto foi um dos temas tratados em almoço nesta terça-feira com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. Além de Noronha, participaram do encontro o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, e os ministros do TCU (Tribunal de Contas da União) José Múcio e Raimundo Carrero.
Na saída, Noronha disse que a reunião foi de esclarecimento do assunto a Guedes.“
Explicamos a ele que esse negócio de efeito vinculante é uma papagaiada, não existe”, disse. “A Constituição só vincula os tribunais superiores, 90 juízes.”
Sobre o efeito nas finanças dos estados, que reajustam em cascata os salários de juízes estaduais, Noronha afirmou que cada ente tem que ser responsável por suas contas.
“Não pode querer transferir os problemas dos estados para a União, o estado tem que ter responsabilidade”, afirmou. “Não pode cada um ir atrás de um e de um e botar culpa no Supremo Tribunal Federal. Está na hora de cada tribunal assumir o seu papel na realidade de cada estado.”
Noronha afirmou que a expectativa é que o STF retire o auxílio-moradia dos juízes.
O intuito hoje é por fim ao auxílio-moradia, disse. “O aumento não cobre o auxílio, mas é hora de por fim ou normatizá-lo para outras formas.”
O ministro Luiz Fux, do STF, deve colocar o tema para votação do plenário assim que o reajuste for sancionado pelo presidente Michel Temer, concluindo a negociação política que viabilizou a aprovação do aumento no Congresso.
Ele admitiu que o reajuste sofre resistência da área econômica, inclusive de Guedes.“Se eu estivesse no lugar dele também seria contra, ministro da Economia não quer gasto para o Estado. Mas essa questão é política, foi tratada no Congresso Nacional e está com o presidente da República”.
Noronha afirmou ainda que o Judiciário está atento ao teto que limita o crescimento dos gastos e que as despesas com o reajuste serão remanejadas de outras áreas.“Sabemos das dificuldades do país. Todos apoiamos a reforma da Previdência. Você não pode ser contra aquilo que é necessário para a sobrevivência econômica do país.”
Mas a realidade é essa.
Juiz do RN quer ganhar igual a juiz de SP, RJ
PM e PC do RN quer ganha igual policial federal…..
….agora esquecem que o RN é um dos estads mais pobres do país
A gastronomia é um dos traços culturais que definem um pouco do que é um povo e sua vivência. Aqui, no Rio Grande do Norte, um dos pratos típicos mais consumidos nas praias é a ginga com tapioca, seja por norte-riograndenses ou por turistas. E a iguaria culinária está próxima se tornar Patrimônio Cultural Imaterial do RN.
Foi aprovada nesta terça-feira (20), durante reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa, o projeto de lei da socióloga e deputada estadual Márcia Maia que confere o título de patrimônio cultural do estado, assim como o Bolo de Rolo em Pernambuco; a Feijoada, no Rio de Janeiro; o “Queijo Minas”, em Minas Gerais e o Acarajé, na Bahia. Em Natal, a Ginga com Tapioca já é considerada patrimônio imaterial do município.
“A própria UNESCO, já inclui desde 2008, a gastronomia e a comida típica de países ou regiões na lista de patrimônio imaterial da humanidade. A forma com a qual as pessoas se alimentam, os preparos e o próprio alimento são parte das tradições e memória coletiva de um povo. Mostra um pouco da crença, da história, da condição de vida, enfim, marcas culturais. Por isso, a ginga com tapioca, assim como pratos em outros estados, merece ser reconhecida como patrimônio imaterial do nosso povo”, afirmou Márcia Maia.
Agora, o projeto segue sua tramitação nas demais comissões da Assembleia Legislativa, para só então, ser colocado em votação no plenário. Se aprovado pelos deputados, a medida passa pelo crivo do Governo do Estado antes de se tornar lei.
“A perpetuação da nossa cultura é de extrema importância, pois é a manutenção daquilo que somos enquanto povo, enquanto sociedade. Nossa origem, nossos hábitos e costumes, tudo isso precisa ser reconhecido para que possamos difundir e valorizar nossa memória e nossa história”, conclui a deputada.
Ginga com Tapioca
A iguaria potiguar é feita com pequenos peixes envolvidos em fubá e fritos com óleo de dendê, enquanto a tapioca feita com a goma preparada a partir da mandioca. É um dos pratos mais tradicionais da gastronomia potiguar e fonte de proteínas e carboidratos. Os relatos apontam para a praia da Redinha, na zona Norte de Natal, como berço da ginga com tapioca.
Entre os anos 1950 e 60, o casal Januário criou a receita para evitar o desperdício de filhotes de peixes esquecidos à beira mar após os barcos de pesca descarregarem os peixes maiores. O nome “ginga” teria nascido por causa do “gingado” dos peixes na rede de arrasto dos pescadores.
Impressionante o poder de criação das "leis" desta deputada. Só pensa em copiar coisas dos outros estados. Primeiro copiou o RJ na proibição dos canudos e agora esta matéria da ginga com tapioca. Hoooomi vá arrumar algo mais importante a se fazer presente na vida diária da grande maioria dos norte riograndenses.
Deveríamos manter apenas os deputados federais e senadores e extinguirmos os deputados estaduais e vereadores.
Eu pergunto: o que Brejinho precisa ter de diferente (em termos de lei) em relação a Monte Alegre, a não ser alguma matéria que poderia ser solucionada pelo próprio executivo municipal, mediante decreto?
Pergunto mais uma vez: o que a Paraíba precisa ter de diferente (em termos de lei) em relação ao Rio Grande do Norte, a não ser alguma matéria que poderia ser solucionada pelo próprio executivo estadual, mediante decreto?
Não precisamos de legislativo municipal e estadual. Quanto ao controle das contas do executivo, toda a competência de controle externo ficaria a cargo dos tribunais de contas.
E o gelé de coco, grude de Extremoz, cavaco chinês, tem coco, cocada Preta, biquinho……..kkkkkkkkkk omi vão procurar o que fazer. Prefeitura e estado arrasados e vcs so coçando as virias. Kkkkkkkk
BG
É muita falta do que fazer, ainda bem que o povo está acordando para esses "políticos" descartáveis. Essa já levou cartão vermelho nas ultimas eleições de outubro.
Todo dia assaltos e assassinatos no RN, eu mesmo, assaltado a mão armada com minha esposa grávida em Parnamirim/RN, e os políticos discutindo sobre isso, que não deixa de ser importante, mas em um estado como está o nosso, com graves problemas, isso não devia nem está em pauta…
Um grupo de cientistas da Universidade Ben-Gurion do Neguev, em Israel, desenvolveu um método para converter excrementos humanos em um tipo de biocombustível renovável. De acordo com eles, a solução poderia ser utilizada para resolver problemas como falta de saneamento básico e energia.
Em estudo publicado no periódico científico Journal of Cleaner Production, os pesquisadores explicam que processo se chama “carbonização hidrotermal” e consiste no aquecimento dos dejetos em três temperaturas diferentes (180ºC, 210ºC e 240ºC) por períodos de 30, 60 e 120 minutos.
O calor esteriliza os excrementos humanos e os converte em uma substância sólida rica em carbono chamada hidrochar, que é segura e pode ter diferentes aplicações, desde aquecimento até fertilizante rico em nutrientes.
“Os excrementos humanos são considerados perigosos por seu potencial de transmitir doenças”, afirmou Amit Gross, pesquisador do Departamento de Hidrologia e Microbiologia Ambiental da Universidade Ben-Gurion, em anúncio.
“Ao mesmo tempo que é rico em matéria orgânica, com nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio, os dejetos humanos também contêm micropoluentes que podem causar problemas ambientais se não forem descartados ou reutilizados de forma correta.” Para o cientista, o método que desenvolveu com seus colegas resolveria esses dois problemas.
No Brasil
Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), os dois principais biocombustíveis líquidos usados no país são o etanol da cana-de-açúcar e o biodisel de óleos vegetais e gorduras animais. Por volta de 45% da energia e 18% dos combustíveis consumidos no Brasil são renováveis.
Apesar de crescer no âmbito dos biocombustíveis, o país ainda tem dificuldades em lidar com o saneamento básico: dados recentes do Instituto Trata Brasil mostram que 55% dos excrementos são despejados na natureza, o equivalente a 5,2 bilhões de metros cúbicos.
O país tem como meta universalizar serviços de saneamento até 2030.
O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) não vai mais emitir o carnê físico impresso com as taxas de licenciamento, IPVA e seguro DPVAT. A medida começa a vigorar no ano de 2019 e acompanha o modelo de gestão sustentável que preza pela redução do consumo de papel, além de diminuir custos institucionais relacionados a emissão de material impresso e postagem de correspondência.
Na prática os proprietários de veículos automotores do estado do Rio Grande do Norte deixam de receber em suas residências o carnê com os boletos de taxas e impostos veiculares já no próximo ano. A medida não impacta em nada no usuário, já que todos os boletos estarão disponíveis 24h no site do Detran, podendo o usuário emitir os documentos em qualquer hora do dia ou da noite.
Para ter acesso a página de emissão dos boletos do Detran é simples, basta que o usuário vá até o endereço eletrônico da instituição digitando www.detran.rn.gov.br. Com a página aberta, o cidadão clica no ícone “Consulta de veículos e boletos”. Logo em seguida é mostrada uma página onde é possível digitar a numeração da placa e do Renavam do veículo a ser consultado. Dessa forma é possível ter acesso ao ambiente online onde fica disponível os boletos referentes a taxa de licenciamento, IPVA, DPVAT, além de possíveis débitos de infrações de trânsito relacionadas ao veículo consultado.
O diretor-geral do Detran, Eduardo Machado, lembrou que é possível realizar a quitação do débito até mesmo sem a necessidade de imprimir o boleto. “O proprietário do veículo pode optar por quitar em uma agência do Pagfácil fornecendo a placa do veículo, dessa forma o débito será localizado, ou mesmo pode pagar pelo aplicativo do Banco do Brasil digitando a numeração do boleto exposto na tela do computador”, explicou.
Um outro ponto positivo é a possibilidade do proprietário pagas as taxas no banco de sua escolha. A medida implantada pelo Detran funciona para os débitos referentes ao licenciamento e IPVA do veículo. É só clicar no imposto que deseja efetuar o pagamento, e imediatamente é aberta uma nova tela com as opções de emissão de boleto direcionado ao Banco do Brasil ou as demais instituições bancárias.
O cancelamento da emissão do carnê físico impresso com as taxas de licenciamento, IPVA e seguro DPVAT implantada pelo Detran do Rio Grande do Norte já vigora na maioria do Detrans do país.
Agora é que os usuários vão pagarem multas, tanto pelo atraso de muitos não saberem de como agir, na espera do recebimento do carnê bem como serem multados pelos órgãos fiscalizadores (Detran/CPRE/Agentes do Transito dos Municipios) por não portarem os documentos de porte obrigatórios.
Mais uma fonte de receita que será paga pelos cidadãos.
Por que só criam dificuldades para os menos esclarecidos?
O futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, anunciou nesta terça-feira (20) que escolheu o delegado Maurício Valeixo para ser o novo diretor-geral da Polícia Federal (PF). Valeixo é superintendente da PF no Paraná, cargo que ocupa pela segunda vez.
O anúncio foi feito no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde funciona o gabiente de transição.
Moro também anunciou que a delegada da PF Érika Marena assumirá o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) do Ministério da Justiça.
A delegada está à frente da Superintendência da PF no Sergipe. Marena e Moro estiveram reunidos em Brasília nesta segunda-feira (19).
Operação Lava Jato
Durante rápido pronunciamento, Moro ressaltou que a missão de Valeixo será “fortalecer” a atuação da PF com foco no combate à corrupção e ao crime organizado.
O futuro ministro destacou, ainda, a importância de aproveitar na equipe do governo profissionais que atuaram na Operação Lava Jato.
“Eu sempre afirmei que seria eu um tolo se não aproveitasse pessoas que trabalharam comigo, especialmente no âmbito da Operação Lava Jato, que essas pessoas já provaram tanto a sua integridade quanto a sua eficiência”, disse Sérgio Moro durante o anúncio.
Moro disse que vai convidar o atual diretor-geral da PF, Rogério Galloro, para assumir alguma função no Ministério da Justiça e Segurança Pública.
“Conversei com dr. Galloro, agradeci a ele pelos serviços prestados e pretendo convidá-lo a ajudar em alguma função no âmbito do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, ele não sai por demérito”, afirmou.
O futuro ministro também declarou que poderá ter em sua equipe o delegado Márcio Anselmo, que também atuou na Lava Jato.
Controladoria-Geral da União
Moro definiu como uma “boa escolha” a manutenção de Wagner Rosário como ministro da Controladoria-Geral da União (CGU). A permanência do ministro no cargo foi confirmada nesta terça pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).
O futuro governo chegou a avaliar a possibilidade de incorporar a CGU ao Ministério da Justiça, porém optou por manter a estrutura separada e com o atual status ministerial.
Conforme o blog do jornalista Valdo Cruz, Bolsonaro quer Rosário em sintonia com Moro no combate à corrupção.
Maurício Valeixo
Maurício Leite Valeixo nasceu em Mandaguaçu (PR) e formou-se em direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).
Em Curitiba, o delegado atuou em fases da Lava Jato e coordenou a operação de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foi na gestão dele também que foi fechada a delação de Antônio Palocci com a Polícia Federal em Curitiba.
Antes de fazer parte dos quadros da PF, foi delegado da Polícia Civil, onde integrou o Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre), trabalhando no combate a organizações criminosas.
Em 1996 foi para a Polícia Federal. Como delegado, trabalhou na divisão que combate o tráfico internacional de drogas, foi diretor da diretoria de Inteligência, adido policial em Washington, nos Estados Unidos, e chefiou a Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor) – o posto número 3 da PF.
Érika Marena
Moro afirmou que a escolha da delegada Érika Marena para comandar o DRCI no Ministério da Justiça se deve ao conhecimento dela na área de cooperação jurídica internacional. O futuro ministro informou que seu objetivo é fortalecer a cooperação com outros países.
“Vimos, não só na Operação Lava Jato, mas em outros casos, como é comum a lavagem de dinheiro utilizando países do exterior, e essa então é uma área estratégica que se pretende fortalecer, ninguém melhor do que ela”, declarou.
Questionado sobre críticas em relação a atuação da delegada na Operação Ouvidos Moucos, Moro declarou que Érika tem “plena confiança”.
Érika respondeu pela operação, deflagrada em 2017, que investigou desvio de dinheiro de programas de ensino à distância na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Um dos alvos foi o então reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier, que se suicidou em um shopping de Florianópolis após a operação. A morte ocorreu 17 dias após ele ter ficado na prisão por um dia.
Moro classificou a morte como uma “tragédia” e isentou qualquer responsabilidade de Érika no caso.
“A delegada tem minha plena confiança, o que aconteceu em Florianópolis foi uma tragédia, algo muito trágico, e toda minha solidariedade aos familiares do reitor, mas foi um infortúnio imprevisto no âmbito de uma investigação, a delegação não tem responsabilidade quanto a isso”, disse o ministro.][
O deputado federal e futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), durante comissão na Câmara — Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta terça-feira (20) o nome do deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) como ministro da Saúde em seu governo.
O anúncio foi feito pelo Twitter após encontro de Bolsonaro com representantes das Santas Casas e deputados da Frente Parlamentar da Saúde.
Mandetta será o terceiro ministro do DEM no governo Bolsonaro. Além dele, já foram anunciados Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil e Tereza Cristina (DEM-MS) para a Agricultura.
Médico e ex-secretário de Saúde de Campo Grande, Mandetta está no segundo mandato de deputado federal e não disputou as eleições deste ano.
O nome do futuro ministro já vinha sendo especulado para assumir a Saúde há algumas semanas. O próprio presidente eleito chegou a declarar, no último dia 13, que Mandetta era um dos seus interlocutores para a área e que ele poderia ser o seu ministro da Saúde.
Com o apoio da grande maioria dos profissionais de saúde do Brasil, anuncio como futuro Ministro da Saúde, o Doutor Luiz Henrique Mandetta. pic.twitter.com/5ARJpAd60J
O futuro ministro compartilha com Bolsonaro críticas em relação ao programa Mais Médicos, criado em 2013 durante o governo de Dilma Rousseff.
Cuba anunciou a saída do programa na semana passada e, segundo Bolsonaro, o governo do país caribenho não concordou com as condições estabelecidas para a continuidade dos profissionais no Mais Médicos.
Em 2013, durante as discussões para aprovação no Congresso Nacional da medida provisória que criou o programa, Mandetta afirmou que os médicos cubanos eram “lançados como balança comercial” por seu país.
Ele ainda criticou o convênio do governo brasileiro com a Organização Pan-americana da Saúde (Opas), que intermediou a contratação dos cubanos, cuja maior parte dos salários fica com o governo de Havana.
“Será que a OPAS se presta à terceirizada da atividade fim, a gato, a navio negreiro no século XXI, simplesmente por causa dos 10% que ela embolsará pela parceria com o governo brasileiro?”, questionou o deputado na ocasião.
Bolsonaro tem repetido que as condições de trabalho dos cubanos no Mais Médico são comparáveis à “escravidão” e criticado o fato dos estrangeiros não ficarem com o salário integral recebido no Brasil.
Mandetta também já abordou em discurso na Câmara outro criticado atualmente por Bolsonaro: a possibilidade de trabalho no Mais Médicos sem revalidar o diploma obtido no exterior. O presidente eleito disse que é “injusto” e “desumano” destinar aos mais pobres atendimento médico “sem qualquer garantia” de qualidade.
“O governo entregará o bisturi para operar a sua mãe, o seu filho, a uma pessoa que não comprovará o seu conhecimento na área de medicina. E cria dois tipos de brasileiros, porque esses médicos a quem ele dará o bisturi não podem trabalhar no Sírio-Libanês, não podem trabalhar no Copa-D’Or. Eles podem trabalhar no Acre, no Amazonas, na periferia, no Nordeste, no Maranhão”, declarou Mandetta em 2013.
O futuro ministro ainda defendeu a “responsabilidade solidária” dos prefeitos que aderiram ao programa no caso de erros cometidos pelos profissionais que não revalidaram o diploma.
“Quando algum médico desse programa cometer um erro grave que leve alguém à morte, muito provavelmente o país de origem o chamará de volta, e nós ficaremos igual àquele caso do avião da GOL que caiu: os pilotos foram para os Estados Unidos, e ninguém foi responsabilizado”, afirmou.
Perfil
Mandetta nasceu em Campo Grande, município que se tornou a capital do Mato Grosso do Sul, estado criado em 1977. Caçula em uma família com cinco filhos, o futuro ministro seguiu a profissão do pai, o médico Hélio Mandetta.
Conforme o site do deputado, ele estudou no Colégio Dom Bosco, em Campo Grande, onde integrou a equipe de natação da escola. Aos 15 anos, fez intercâmbio nos Estados Unidos.
De volta ao Brasil, Mandetta cursou medicina na Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. Concluiu o curso em 1989 e, junto com a mulher Terezinha, retornou ao Mato Grosso do Sul.
Mandetta fez residência em ortopedia na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e ainda cursou uma especialização em ortopedia em Atlanta (EUA).
O site do futuro ministro ainda registra que ele trabalhou como médico em hospitais militares e na Santa Casa de Campo Grande.
Em seu estado, Mandetta foi dirigente de plano de saúde e secretário municipal. Ele presidiu a Unimed de Campo Grande entre 2001 e 2004 e, ao encerrar sua gestão, assumiu a secretaria de Saúde de Campo Grande.
O futuro ministro comandou a secretaria de 2005 a 2010, durante a gestão do então prefeito Nelsinho Traud. Mandetta era filiado ao MDB e migrou para o DEM para concorrer a deputado federal em 2010. Foi eleito com 78,7 mil votos e reeleito, quatro anos depois, com 57,3 mil votos.
Neste ano, Mandetta decidiu não disputar um terceiro mandato de deputado federal.
Sem concorrer a cargo eleitivo, Mandetta apoiou Bolsonaro durante a eleição presidencial. Após a vitória do candidato do PSL, publicou vídeo no Facebook no qual disse que foi um “alívio” saber que o eleitor “optou pela renovação” e declarou ter a certeza de que Bolsonaro fará um governo “democrático”, com o “poder técnico prevalecendo sobre o poder político”.
Ministros anunciados
Veja abaixo os ministros já anunciados por Bolsonaro:
Onyx Lorenzoni, deputado (Casa Civil);
Paulo Guedes, economista (Economia);
Augusto Heleno, general (Segurança Institucional);
Marcos Pontes, tenente-coronel (Ciência e Tecnologia);
Sérgio Moro, ex-juiz federal (Justiça);
Tereza Cristina, deputada (Agricultura);
Fernando Azevedo e Silva, general (Defesa);
Ernesto Araújo, diplomata (Relações Exteriores);
Wagner Rosário, atual ministro (Controladoria-Geral da União).
Acho bonitinho quando vejo quem votou em Bolsonaro dizendo que são só investigados…kkkkkkkkkkkkkk
Pra vc que trabalhou de graça, que era caixa dois de Bolsonaro, que era contra o sistema e a corrupção, meus mais sinceros pêsames.
Ah, sabe quem tbm vai entrar no trem da alegria? Zé Agripino!
ué , mas a esquerda não queria um condenado pra presidente ? Por enquanto o Mandetta é só investigado.
Vocês não entendem o raciocínio de quem defende o PT e Lula não? Se o condenado for do PT (incluindo Lula), mesmo com dezenas de provas, condenação em duas instâncias, dezenas de recursos negados: Ele é inocente e/ou perseguido político! Se não for do PT, basta a abertura do processo (ou uma simples denúncia sem provas) que o sujeito já é criminoso…
BG
Essa cafajestada ptRALHA ainda não acordou que seus bandidos de estimação vão todos para os presídios (de preferencia Federais) a partir de janeiro.
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (20) a Operação Pregadura, para combater crimes cometidos por líderes de uma organização criminosa que atua dentro e fora de estabelecimentos prisionais no país. Segundo a PF, o grupo investigado era responsável por comandar as ações da organização em todos os estados, “autorizando o ataque a agentes públicos, crimes de tortura, rebeliões e compra e venda de armas de fogo para a prática de crimes”.
“As decisões partiam normalmente de dentro da Penitenciária Estadual de Piraquara no Paraná e eram difundidas através de uso de telefones celulares e aplicativos de comunicação. Nas unidades prisionais em que as ordens não entravam com uso destes meios de comunicação eram utilizados bilhetes encaminhados por meio de visitantes”, diz a nota.
Os policiais federais estão cumprindo 10 mandados de busca e apreensão e 31 de prisão preventiva em endereços nos estados de Rondônia, do Rio Grande do Norte, de Roraima, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, do Paraná e de São Paulo.
O nome da operação policial (Operação Pregadura), faz referência a uma jogada de xadrez que impede a movimentação de peças pelo jogador adversário.
Uma estrutura inovadora com estética contemporânea. Assim é a Gridshell Dunas, uma construção desenvolvida no Laboratório de Estudos da Madeira (Labem), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que utiliza a madeira pinus e parafusos rosqueados em seu método construtivo. Gridshell Dunas é considerada a primeira iniciativa do modelo para pesquisa no Nordeste brasileiro.
Desenvolvida no mestrado da estudante Isabela Souza, no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil com foco em Materiais e Processos Construtivos, o projeto tem orientação da professora Edna Moura Pinto e co-orientação do professor Alfredo Manuel Dias (Universidade de Coimbra/Portugal).
Montada no estacionamento do Núcleo Tecnológico da UFRN, ao lado do Labem, a Gridshell Dunas segue o modelo de casca reticulada, comumente utilizada na Itália e na Espanha. “Essas estruturas podem ser projetadas em diferentes materiais, e aqui escolhemos a madeira. As principais características do método dizem respeito à ausência de necessidade do uso de pilares intermediários e o baixo consumo de material em relação à superfície de cobertura da estrutura. Por esse motivo, o método se adequa satisfatoriamente à construção de ambientes de convivência, como pavilhões de feiras”, explica a professora Edna Moura Pinto.
“A materialização dessa pesquisa envolveu o apoio de diferentes agentes e a participação de alunos da pós-graduação da Engenharia Civil, graduação em Arquitetura, Centro de Tecnologia, Superintendência de Infraestrutura, Laboratório de Estudos da Madeira/ UFRN, a Escola Agrícola de Jundiaí, bem como o envolvimento da iniciativa privada e do terceiro setor, parceiros como o Estúdio Oito Engenharia e o Instituto de Inovação e Sustentabilidade”, comenta a mestranda Isabela Souza.
A Gridshell Dunas vem sendo planejada desde 2017. Foram feitas pesquisas, desenvolvimento de estrutura virtual em autocad e maquete até chegar à etapa de construção da grid, que cobre uma área de 20 metros quadrados.
O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil (PEC), Fagner Alexandre Nunes de França, destaca o quanto o trabalho desenvolvido representa inovação. “É muito pertinente e interessante o trabalho desenvolvido com a Gridshell no PEC. É algo inexistente em Natal, que poderia ser muito bem aplicado em restaurantes da cidade sem muito custo para o investidor”.
Para o professor João Inácio da Silva Filho, vice-diretor interino da Escola Agrícola de Jundiaí, é motivo de muita felicidade colaborar com o projeto. “É muito bom ver a Universidade desenvolvendo projetos inovadores para o Estado, juntando o terceiro setor e a academia. Temos vários departamentos unidos no desenvolvimento deste projeto, que é o primeiro do Nordeste. Esta inovação deve ser valorizada e incentivada para sua ampliação”, aponta o João Inácio.
Em nova etapa do projeto, a estrutura montada na UFRN receberá uma fundação com eucalipto para ser construída uma área de convivência, que vai contar com jardineiras. Será também uma área de visitação para outras universidades, que tenham interesse em pesquisar o método.
O inquérito que investiga o desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) Rogério Favreto foi remetido do Superior Tribunal de Justica (STJ) para o Supremo Tribunal Federal (STF). Em julho deste ano, Favreto na função de plantonista mandou soltar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Pela Constituição, desembargadores têm foro no STJ. Mas, no caso, há suspeita de que Favreto tenha participado de “ato orquestrado” envolvendo parlamentares petistas, que pediram o habeas corpus. Por isso, a relatora do caso no STJ, Maria Thereza de Asssis Moura, mandou o inquérito para o Supremo. Agora, o caso está nas mãos do ministro Luís Roberto Barroso.
O desembargador do TRF-4 Rogério Favreto — Foto: Sylvio Sirangelo/TRF4
O inquérito foi pedido pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pela suspeita do crime de prevaricação.
Dodge chamou a apresentação do habeas corpus de “ato orquestrado meticulosamente para, em detrimento da lei vigente, alcançar a soltura do réu, que havia sido negada pelas vias processuais lícitas e competentes”.
Segundo ela, a conduta de Favreto apresentou “elementos de ato ilícito praticado dolosamente com o objetivo de satisfação de sentimentos e objetivos pessoais, tipificado pela lei penal”.
O pedido de liberdade foi feito pelos petista Paulo Pimenta (RS), Paulo Teixeira (SP) e Wadih Damous (RJ).
O ex-presidente está preso desde 7 de abril deste ano, na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.
Lula foi condenado no processo do triplex, no âmbito da Operação Lava Jato, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, a uma pena de 12 anos e 1 mês de prisão em regime fechado.
Solta e prende
O caso também já está na Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tem um único procedimento para apuração dos atos de todos os magistrados envolvidos no episódio.
O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, marcou para 6 de dezembro depoimentos de quatro magistrados envolvidos – os desembargadores Rogério Favreto, João Pedro Gebran Neto e Thompson Flores Lenz, do TRF-4, e o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal, que deixou o cargo para ser ministro do governo Jair Bolsonaro (PSL).
Em 8 de julho, o desembargador Rogério Favreto concedeu habeas corpus pedido por deputados petistas alegando que um fato novo, a pré-candidatura à Presidência da República, o autorizava a tomar uma decisão durante o plantão judiciário.
O juiz Sérgio Moro, que estava em férias, deu uma decisão pedindo que a Polícia Federal não soltasse Lula até uma decisão da Oitava Turma do TRF-4, que havia autorizado a prisão após condenação em segunda instância.
Gebran, relator da Lava Jato no TRF-4, chegou a determinar que a decisão não fosse cumprida. Favreto, então, reiterou o entendimento.
Mas a palavra final, após uma guerra de decisões, foi do presidente do TRF-4, Thompson Flores, que decidiu manter a prisão, afirmando que a pré-candidatura de Lula já era fato público e notório. Por isso, segundo ele, não havia questão nova a ser decidida pelo plantonista.
O episódio gerou oito questionamentos apresentados no CNJ contra Favreto e os dois contra Moro, que foram unificados em uma única apuração.
Em defesa prévia, Moro disse que a soltura provocaria uma “situação de risco” que justificou sua atuação durante as férias. Favreto defendeu a decisão e rejeitou laços de amizade com Lula. O teor das informações prestadas por Gebran e Thompson Flores não foram tornados públicos.
A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana, definiu esquema especial para cobertura da festa de celebração de Nossa Senhora da Apresentação, padroeira da cidade, nesta quarta-feira (21).
Toda operação de trânsito, segundo o inspetor Carlos Eugênio, começa nesta terça-feira (20), às 23h, com a intervenção da Avenida do Contorno, trecho entre a Caixa Econômica e a Rua Quintino Bocaiúva, nos dois sentidos para celebração da Santa Missa na Pedra do Rosário. Ainda pela manhã, acontece a procissão saindo às 8h da Pedra do Rosário, seguindo pela Rua Quintino Bocaiúva, Praça André de Albuquerque até a antiga Catedral onde a imagem de nossa senhora permanecerá até o período da tarde.
À tarde, entre às 15h e 17h, os batedores da STTU farão também a cobertura da Procissão de Nossa Senhora da Apresentação saindo da antiga Catedral, passando pela Praça Sete de Setembro, Rua Felipe Camarão, Rua Mossoró, Av. Hermes da Fonseca, Rua Apodi, Av. Deodoro da Fonseca e chegando à Catedral Metropolitana, onde acontece missa campal com o Arcebispo Dom Jaime Vieira Rocha.
Para garantir a segurança dos religiosos todo trecho da av. Deodoro, entre a Ulisses Caldas e a Apodi, estará fechado ao trânsito. De acordo ainda com o inspetor Eugênio, toda a operação contará com 18 agentes de trânsito,12 batedores e 02 viaturas.
Nesta quarta-feira (21), feriado municipal em comemoração ao dia de Nossa Senhora da Apresentação, padroeira de Natal, o sistema de transporte público funcionará de forma diferenciada. É o que informa a Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU).
Segundo o órgão, as linhas de ônibus e opcionais irão operá com horários e itinerários programados para os domingos e aplicando a Tarifa Social. Ou seja, a passagem cai de R$ 3,65 para R$ 1,85 apenas para os pagamentos em dinheiro. Para os pagamentos com os cartões NatalCard, será cobrado o valor integral.
Em caso de dúvidas os usuários podem ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal.
Vários usuários do Facebook relataram nesta terça-feira dificuldades para acessar seus perfis na rede social. A instabilidade e lentidão para o carregamento dos conteúdos não ocorre somente no Brasil. Segundo a ferramenta “Downdetector” foram reportados problemas principalmente nos Estados Unidos, Europa e alguns países da América Latina.
Internautas reclamam também do funcionamento do Instagram, que apresenta lentidão no carregamento do conteúdo. A rede social para o compartilhamento de fotos pertence ao Facebook.
Como costuma acontecer nesses casos, o Twitter é o site utilizado por alguns usuários para relatar a dificuldade de acesso na outra rede social. Utilizando até memes, vários internautas brincaram com a instabilidade. A hashtag “FacebookDown” já é o assunto mais comentado no Twitter, com mais de 15 mil posts sobre o assunto.
“MAS QUE INTERNET É ESSA? / Ah não, foi só o facebook e instagram que caíram”, publicou um internauta.
“Fiz o post todo bonitinho aqui do meu trabalho, era uma novidade top pra lançarmos na rede, tava organizado lindo de emoticon e a gramática impecável, cliquei em publicar e os Facebook caiu. Não salvei e perdi o post”, relatou outro usuário.
Até o momento, a rede social não informou o motivo da instabilidade.
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou nesta terça-feira (20) pelo Twitter que Wagner de Campos Rosário continuará como ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) em sua gestão.
Wagner Rosário está no cargo desde maio do ano passado quando, na época, assumiu interinamente a pasta substituindo Torquato Jardim, que foi para o Ministério da Justiça.
Ex-secretário executivo da pasta desde 2016, Rosário também é servidor de carreira e ex-capitão do Exército. Tornou-se o primeiro servidor de carreira da CGU a assumir o cargo de secretário-executivo e ministro da pasta. Graduado em ciências militares, ele ainda tem na sua formação mestrado em corrupção e estado pela Universidade de Salamanca.
Equipe ministerial
Bolsonaro avisou que pretende reduzir de 29 para até 15 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras. Entre os já escolhidos estão Onyx Lorenzoni, para a Casa Civil; General Augusto Heleno, para a Defesa; Paulo Guedes, para a Economia; Tereza Cristina, para a Agricultura, e Sergio Moro, para a Justiça.
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