Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do RN lamenta Governo do Estado não ter liberado realização da Fenacam

NOTA SHRBS-RN SOBRE NÃO REALIZAÇÃO DA FENACAM

É com tristeza e surpresa que o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN) recebe a notícia com a decisão do Governo do Estado em não autorizar a realização da Feira Nacional do Camarão (Fenacam), evento previsto para o período de 17 a 20 de novembro deste ano.

Reconhecida nacional e internacionalmente, a Fenacam tem atraído a Natal nos últimos anos milhares de empresários, investidores, e especialistas neste segmento da economia que, por sua vez, movimentam a cadeia do turismo potiguar, leia-se hospedagem e alimentação, incrementando ainda mais a geração de renda no Rio Grande do Norte.

Em um momento tão difícil vivido em nosso estado com a pandemia do novo coronavírus, atitudes como esta do Governo apenas externam a pequenez e o pensamento reduzido de não se pensar em ações e estratégias para apoiar e fortalecer a economia potiguar.

Nós, do Sindicato, estamos solidários aos organizadores que, com muito esforço e dedicação, fazem a Fenacam ao longo desses anos e que, por uma decisão sem o devido debate, deixam de realizar o evento em nossa capital.

Atenciosamente,

Habib Chalita
Presidente SHRBS-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José de Arimatéia disse:

    Essa energumena vai acabar com o nosso pobre RN, assim como o PT acabou com o país. A cadeia do turismo, nosso principal produto, foi a mais prejudicada pelo fique em casa determinado por Fátima do PT, e para terminar de acabar ela não libera a realização da FENACAN. Qual o projeto de retomada do setor que o governo do RN tem para oferecer para a cadeia do turismo? Me solidarizo com todos os que estão sofrendo com perseguição desse desgoverno incompetente e perseguidor.

  2. Raphael disse:

    As pessoas não se solidarizam com as familias alheias e muito menos se preocupam com a sua, a pandemia não acabou e a governadora GRAÇAS A DEUS sabe disso..

    Fatima Bezerra ta certa

  3. Lucio disse:

    a galera está brincando, o vírus ainda está circulando entre nós e os caras estão colocando isso na conta da governadora.

  4. Herinque disse:

    Bg avisa para esses sem noção que o vírus não acabou e continua matando.

    • Manoel disse:

      Dia 15/11, 150 milhões de brasileiros serão obrigados a ir votar, pra isso pode aglomerar né

Principal feira de carcinicultura do Brasil não irá acontecer em novembro porque Governo do Estado não autorizou devido ao coronavírus

O Presidente FENACAM, Itamar de Paiva Rocha, emitiu comunicado informando que foi surpreendido através da Casa Civil do Governo do Rio Grande do Norte, dando conta que a Governadora Fátima Bezerra não autorizará a sua realização no ano de 2020. “Evidentemente, que pelas razões expostas e, diante da realidade atual, com a politização que vem permeando as decisões no enfrentamento da Covid-19, não há como precisar com segurança, qual outra data no primeiro semestre de 2021, seria aceita ou factível, pelo que, no nosso lúcido entendimento, só deveremos realizar esse importante evento da carcinicultura brasileira, no mês de Novembro de 2021 (Fenacam’21 – 16 à 19 / 11 / 2021), em Natal ou outra capital do Nordeste”, diz trecho. Leia abaixo íntegra de comunicado.

FENACAM’20- Comunicado às empresas expositoras e Congressistas.

Prezados Senhores (as),

A despeito do empenho, decisão e expectativa de realização da Fenacam’20 (17 à 20/11/20), fomos surpreendidos pelo comunicado oficial da Casa Civil do Governo do Rio Grande do Norte, dando conta que a Governadora Fátima Bezerra não autorizará a sua realização no ano de 2020, informando vagamente, conforme ofício nº 638/2020 – GAC, em anexo, que em outra data poderia apoiar e autorizar sua realização.

Evidentemente, que pelas razões expostas e, diante da realidade atual, com a politização que vem permeando as decisões no enfrentamento da Covid-19, não há como precisar com segurança, qual outra data no primeiro semestre de 2021, seria aceita ou factível, pelo que, no nosso lúcido entendimento, só deveremos realizar esse importante evento da carcinicultura brasileira, no mês de Novembro de 2021 (Fenacam’21 – 16 à 19 / 11 / 2021), em Natal ou outra capital do Nordeste.

Por isso, ao passo que lamentamos não podermos realizar a Fenacam’20, quando contrariando todas as expectativas, o setor carcinicultor já mostra sinais de retomada de crescimento, tanto com relação ao incremento da produção e preços, como de vendas no mercado interno, notadamente quando comparamos com o tratamento que vem sendo dado a abertura do comercio em geral e dos shoppings centers, em particular.

Diante ao exposto, vimos especialmente informar e assegurar às empresas que adquiriram estandes e aos participantes que fizeram inscrições através do nosso site, que iremos entrar em contato com todos, para acertar os detalhes dos respetivos ressarcimentos, ou da política de bônus na renegociação para a Fenacam’21 (16-19/11/21).

Na certeza de contarmos com a compreensão de todos, reafirmamos a nossa confiança no crescimento da carcinicultura brasileira, convidando a todos para apoiarem e participarem das ações da ABCC, em prol da ampliação do consumo no mercado interno e, naturalmente, no aumento da produção e retorno das exportações de camarão cultivado do Brasil.

Atenciosamente,

Itamar de Paiva Rocha

Presidente FENACAM

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Josias disse:

    Fátima do PT ta acabando com o RN.

  2. Juliano bugueiro disse:

    Vai ter Carnatal?

  3. JAG disse:

    Era pra liberar, o COVID só pega nas escolas mesmo!

  4. Observando. disse:

    Vai ter festa do boi em outubro? Tambem não. Então tudo indo conforme script.

  5. Nordestino disse:

    Tem que cancelar mesmo, evento desse porte não tem a menor condição de ocorre diante do cenário de pandemia do coronavírus, não morre niguem se transferir o evento para maio do próximo ano .

  6. Antonio Turci disse:

    Governadora, que decepção a senhora está causando. Suas atitudes estão cada vez mais fragilizando nossa economia.

  7. Matheus disse:

    Os políticos do PT não conseguem fazer política equilibrada, de forma madura e consciente. Sempre tomam decisões importantes com base em critérios ideológicos, com raiva dos geradores de emprego e renda. Não há motivo para Fátima ter proibido a realização deste evento com as devidas medidas de segurança. Assim como também não há motivo para proibir o retorno das escolas privadas. Pobre RN.

ALARMANTE: O que ‘sinal de OK’ retratado como racista nas redes sociais revela sobre a ‘cultura de cancelamento’

Emmanuel Cafferty comemorou com as filhas e os netos o emprego ? que perdeu depois de cancelamento no Twitter. Foto: Arquivo Pessoal

No último dia 3 de junho, o americano Emmanuel Cafferty, de 47 anos, voltava para casa depois de mais um dia de trabalho. Sua rotina era passar entre 8 e 12 horas diárias em inspeções na rede subterrânea de gás e eletricidade da cidade de San Diego, na Califórnia. Era fim de tarde e fazia calor. No volante da caminhonete da empresa, ele mantinha a janela aberta, o braço esquerdo pendendo sobre a porta do veículo. Segundo Cafferty, ele estalava as juntas dos dedos da mão esquerda com displicência, o polegar alongando os demais dedos em direção à palma da mão, um tique que repetiu algumas vezes durante a entrevista com a BBC News Brasil.

“Foi nesse momento que um homem desconhecido, com um celular e uma conta de Twitter, virou minha vida de cabeça pra baixo”, contou Cafferty.

Fazia apenas uma semana que George Floyd, um homem negro e desarmado, havia sido morto por um policial branco em Minneapolis. As imagens do assassinato de Floyd causaram o que tem sido considerada a maior onda de protestos populares contra o racismo nos Estados Unidos. Nesse contexto, o estalar de dedos de Cafferty acabou interpretado por um motorista de outro veículo como um gesto específico, um símbolo usado por movimentos supremacistas brancos.

“Esse homem começou a buzinar e me xingar. Ele gritava: “Você vai continuar fazendo isso?” E sacou o celular para fotografar. Achei que eu talvez tivesse fechado ele no trânsito, por acidente. Mas estávamos os dois parados no semáforo, eu não estava entendendo nada”, relata Cafferty.

Duas horas após o incidente, seu supervisor telefonou para dizer que ele havia sido denunciado como racista nas redes sociais e estava sendo suspenso do trabalho, sem vencimentos. Uma hora mais tarde, seus colegas chegaram à sua casa para levar a caminhonete e o computador da empresa embora. Cinco dias depois, ele estava demitido.

“Foi assim que eu perdi o melhor emprego que já tive na vida”, diz Cafferty. Sem faculdade, filho de migrantes mexicanos, ele vivia sua versão do sonho americano. Ganhava US$ 41 por hora, o dobro do salário de seu emprego anterior, e tinha plano de saúde e de aposentadoria pela primeira vez na vida. Quando conseguiu a vaga, há seis meses, ele, as três filhas e os netos saíram para jantar em comemoração.

OK ou supremacia branca?

De acordo com Cafferty, ele não tinha ideia que o gesto a ele atribuído, comumente associado a “OK” nos Estados Unidos, pudesse ter conotação racista.

De acordo com a Anti-Defamation League, uma organização centenária que combate discursos de ódio, o símbolo de “OK” foi adotado em 2017 por usuários racistas em fóruns online como o 4chan. A própria organização recomenda cuidado na interpretação do sinal.

“Na esmagadora maioria das vezes, o gesto significa consentimento ou aprovação. Por isso, não se pode presumir que alguém que faça o gesto o esteja usando em um contexto de racismo, a menos que exista outra evidência contextual para apoiar esse entendimento. Desde 2017, muitas pessoas foram falsamente acusadas de ser racistas ou supremacistas brancas por usarem o gesto no seu sentido tradicional e inócuo”, alerta a organização.

É exatamente o que teria acontecido a Cafferty. Ou pior. “No meu caso, nem era um símbolo, só estava estalando os dedos. Mas um homem branco interpretou como um gesto parecido com OK, que seria racista e disse isso a meus chefes, também brancos, que decidiram acreditar nele, não em mim, que não sou branco”, afirmou exasperado, enquanto esfregava os braços para mostrar a cor de sua pele.

O autor da fotografia e do primeiro post contra Cafferty admitiu à equipe local da emissora americana NBC que pode ter exagerado na interpretação que fez do suposto gesto e que, apesar de ter marcado a empresa em que Cafferty trabalhava em seu post, não queria que ele fosse demitido. O usuário apagou a mensagem original e a própria conta de Twitter. Mas já era tarde, o post havia viralizado, o emprego estava perdido. A BBC News Brasil não conseguiu localizar o autor do primeiro post.

“Uma multidão de Twitter me cancelou. Já liguei para todos os meus ex-empregadores nessas seis semanas desde que aconteceu o episódio e ninguém me retorna. A primeira coisa que um empregador faz na hora de contratar é jogar seu nome no Google. O meu ficou ligado a esse episódio, não importa se estou certo ou não. Não sei como vou seguir a vida daqui pra frente”, desabafa. Ele tem tido que fazer terapia semanalmente para lidar com a dor e o medo que tem sentido.

Multidão online, efeitos offline

O caso de Cafferty é emblemático do que tem sido considerado um efeito colateral perigoso da cultura do cancelamento. O movimento começou, há alguns anos, como uma forma de chamar a atenção para causas como justiça social e preservação ambiental, uma maneira de amplificar a voz de grupos oprimidos e forçar ações políticas de marcas ou figuras públicas.

Funciona assim: um usuário de mídias sociais, como Twitter e Facebook, presencia um ato que considera errado, registra em vídeo ou foto e posta em sua conta, com o cuidado de marcar a empresa empregadora do denunciado e autoridades públicas ou outros influenciadores digitais que possam amplificar o alcance da mensagem. É comum que, em questão de horas, o post tenha sido replicado milhares de vezes.

A cascata de menções a uma empresa costuma precipitar atitudes sumárias para estancar o desgaste de imagem, sem que a pessoa sob ataque possa necessariamente se defender amplamente.

“No meu caso, eles me ouviram uma vez e logo já me demitiram. Fica parecendo que concluíram que eu era racista mesmo”, afirma Cafferty. A BBC News Brasil procurou a empresa SDG&E, onde ele trabalhava, mas não obteve retorno até a conclusão desta reportagem. Em resposta às denúncias de usuários contra Cafferty no Twitter, a empresa afirmou que “acredita firmemente que não há espaço na sociedade para discriminação de qualquer tipo” e que havia iniciado uma investigação sobre a conduta do funcionário”.

O cancelamento é mais do que a trollagem típica de internet, eventualmente com insultos coordenados, frequente em disputas de opinião entre usuários das redes. É um ataque à reputação que ameaça o emprego e os meios de subsistência atuais e futuros do cancelado. Extremamente frequente nos Estados Unidos, ela hoje abate anônimos, gente comum como Cafferty.

“Você pode ser cancelado por algo que você disse em meio a uma multidão de completos estranhos se um deles tiver feito um vídeo, ou por uma piada que soou mal nas mídias sociais ou por algo que você disse ou fez há muito tempo atrás e sobre o qual há algum registro na internet. E você não precisa ser proeminente, famoso ou político para ser publicamente envergonhado e permanentemente marcado: tudo o que você precisa fazer é ter um dia particularmente ruim e as consequências podem durar enquanto o Google existir”, definiu o colunista do The New York Times Ross Douthat em uma coluna sobre cancelamento há alguns dias.

O fenômeno acontece também no Brasil, mas frequentemente tem como alvo famosos. Um exemplo recente de cancelamento foi o da blogueira Gabriela Pugliesi. Depois de postar imagens de uma festa que deu em sua casa, em abril, em meio a uma quarentena por conta da epidemia de coronavírus, uma multidão online passou a cobrar as marcas que a patrocinavam para que rescindissem os contratos de publicidade com ela. Pugliesi perdeu pelo menos cinco contratos e seu prejuízo teria superado os R$ 2 milhões.

Injustiças no movimento por justiça social?

O alcance da cultura do cancelamento nos Estados Unidos tem gerado questionamentos sobre a possibilidade de que injustiças sejam cometidas.

Cafferty não é um caso único. No fim de maio, um pesquisador contratado por uma consultoria política progressista compartilhou no Twitter o resultado de um estudo que indicava que, nos anos 1960, protestos raciais violentos aumentavam o percentual de votos em candidatos republicanos, enquanto atos pacíficos favoreciam políticos democratas nas urnas. Ativistas consideraram que seu comentário era uma reprimenda aos atos pela morte de George Floyd e passaram a exigir sua demissão. O pesquisador foi demitido dias mais tarde.

No último mês, uma professora de teatro em Nova York foi acusada de ter cochilado durante uma reunião online para tratar de ações por justiça racial no curso. Uma petição assinada por quase duas mil pessoas pede sua demissão, acusando-a de racista. A professora nega e alega que apenas descansava as vistas olhando momentaneamente para baixo quando a foto foi feita.

No começo de junho, um migrante palestino, dono de uma rede de padarias que emprega 200 pessoas em Minnesota, se tornou alvo depois de serem encontrados — e divulgados — na internet posts racistas e antissemitas de sua filha, adolescente quando os escreveu. Apesar de ter demitido a filha, hoje adulta, da empresa, seus compradores cancelaram os contratos e ele perdeu linhas de crédito. O negócio pode não sobreviver.

Diante do que qualificaram como “atmosfera sufocante”, um grupo de 150 jornalistas, intelectuais, cientistas e artistas, considerados progressistas, resolveu publicar, na Harper’s Magazine, há duas semanas, um texto intitulado “Uma carta sobre Justiça e Debate Aberto”. Assinada por nomes de peso, como o linguista Noam Chomsky, os escritores J.K. Rowling e Andrew Solomon, a ativista feminista Gloria Steinem, a economista trans Deirdre McCloskey, e o cientista político Yascha Mounk, a carta afirma que “a livre troca de informações e ideias, força vital de uma sociedade liberal, tem diariamente se tornado mais restrita. Enquanto esperávamos ver a censura partir da direita radical, ela está se espalhando também em nossa cultura: uma intolerância a visões opostas, um apelo à vergonha pública e ao ostracismo e a tendência de dissolver questões políticas complexas com uma certeza moral ofuscante”.

Na mesma toada, uma das editoras de opinião do jornal The New York Times, Bari Weiss, se demitiu essa semana por meio de uma carta aberta, na qual acusa a publicação de promover um “novo macartismo”, em referência à patrulha ideológica anticomunista dos anos 1950 nos Estados Unidos. “Artigos publicados com facilidade há apenas dois anos, agora colocariam um editor ou autor em apuros. Isso se ele não for demitido. Se um texto é percebido como provável fonte de reação interna ou nas mídias sociais, o editor sequer o publica”, escreveu Weiss, contratada pelo New York Times pouco depois da eleição de Trump em 2016, em um esforço para amplificar a diversidade de vozes no diário..

A demissão de Weiss acontece semanas após a de seu chefe, James Bennet, que optou por publicar um artigo do senador republicano Tom Cotton que defendia o uso do Exército americano para reprimir as manifestações pelos direitos dos negros. O artigo foi considerado “fora dos padrões” pelo New York Times.

Em um artigo para a revista The Atlantic, em que cita o caso de Cafferty, o cientista político Yascha Mounk explica porque assinou o manifesto. Mounk aplaude o que chama de “nova determinação americana” para desenraizar preconceitos da sociedade. “No entanto, seria um erro enorme, especialmente para aqueles que se importam com justiça social, considerar o que aconteceu com Cafferty como um detalhe menor ou o preço a ser pago pelo progresso”, escreveu Mounk.

A resposta à carta dentro do movimento progressista não tardou. Um grupo de jornalistas, artistas e intelectuais acusou os autores da primeira carta de, do alto de seu sucesso profissional e posição confortável no mercado, ignorar as dificuldades de minorias, como negros e população LGBT, no debate público no mundo acadêmico, nas artes, no jornalismo, no mercado editorial.

“Os signatários, muitos deles brancos, ricos e dotados de plataformas enormes, argumentam que têm medo de ser silenciados, que a chamada cultura do cancelamento está fora de controle e que eles temem por seus empregos e pelo livre intercâmbio de ideias, ao mesmo tempo em que se manifestam em uma das revistas de maior prestígio do país”, afirmam os signatários do novo documento, intitulado “Uma carta mais específica sobre Justiça e debate aberto”. Alguns dos apoiadores do texto preferiram ficar anônimos, citando apenas a instituição em que trabalham, por medo de represálias.

Os autores citam ainda nominalmente alguns de seus antagonistas: mencionam que J.K. Rowling esteve recentemente envolvida em um debate sobre a palavra “mulher”. Ao comentar um texto que mencionava “pessoas que menstruam”, ela afirmou: “Se sexo biológico não é real, a realidade vivida por mulheres globalmente é apagada. Eu conheço e amo pessoas trans, mas apagar o conceito de sexo (biológico) remove a capacidade de muitas pessoas discutirem o significado de suas vidas. Falar a verdade não é discurso de ódio”. Sua afirmação foi considerada transfóbica e duramente criticada. Os autores da segunda carta dizem ainda que negros e trans que assinaram a primeira carta serviram como álibi para os brancos signatários não serem considerados racistas.

A disputa política em torno da questão deve ser longa e aguerrida. Alheio à ela, Cafferty tenta recuperar seu emprego. Ele está processando a empresa onde trabalhava e o homem que o fotografou, mas não há expectativa de que haja uma veredicto para a questão em menos de um ano. Cafferty se diz simpático aos movimentos por justiça racial, mas afirma nunca ter tido qualquer atuação política ao longo da sua vida. “Nem conta de Twitter eu tinha até ser cancelado”, diz.

UOL, com BBC

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gustavo disse:

    Vitimismo asqueroso. É muito ódio partindo de quem se acha defensor de minoria.

  2. ELEITOR disse:

    Sobre…*

  3. ELEITOR disse:

    Essa história de racismo já chegou em nível de radicalismo tal que vai aumentar somente a violência urbana e respingar sob todos nós , lamentavelmente. Temos que formar essa cultura de respeito racial mútuo nas escolas com nossas crianças e adolescentes. É um trabalho de médio e longo prazo.O resto por enquanto a justiça resolve , somos todos iguais !

  4. joao disse:

    Esse povo usa qualquer coisa pra relacionar o racismo e a politica. Esse tipo de conduta vai provocar novos preconceitos, atrasos e violencia. Por isso nunca fui a favor de cotas que recriam os tribunais raciais. Estao plantando algo pessimo para o futuro, talvez pior que o passado. Moralismo com cara de politica oportunista e destrutiva.

  5. Cap_Mor disse:

    Esse mundo está começando a ficar chato.

    • Manoel disse:

      Com Ctza não é negro pois se fosse já estaria chato pra nao dizer imoral.

VÍDEO: Ministro Rogério Marinho explica cancelamento de evento em Mossoró com Bolsonaro e cúpula do governo, e comunica presença nos próximos 60 dias

O Ministério do Desenvolvimento Regional informa o adiamento do evento Aqui é Rio Grande do Norte, Aqui é Brasil, marcado para essa quinta-feira, em Mossoró – RN.

“Dada a declaração pela Organização Mundial de Saúde de que enfrentamos uma pandemia causada pelo Coronavírus, avaliou-se como prudente adiar a solenidade. Além disso, a negociação sobre o orçamento com o Congresso Nacional exige a presença do presidente Jair Bolsonaro em Brasilia”, disse o ministro Rogério Marinho.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Greg disse:

    daqui ha 60 dias o dolar ta 5,20

    • FERDINANDO disse:

      Prefiro o dólar a R$ 6,00 devido a crime mundial que o país sendo roubado diariamente por corruptos que afundaram tudo até mesmo a petrobrás.
      AVISA A TURMA DA PETROBRÁS QUE NENHUM, EXATAMENTE ISSO, NENHUM ASSESSOR DE GUEDES TRABALHA OU PRESTAVA SERVIÇO A PETROS DURANTE OS ANOS DE 2005 A 2018, QUANDO OS RECURSOS DA PETROS DESAPARECERAM.

  2. Paulo disse:

    mais uma mentira contada por esse Rogério.
    primeiramente, no Rio Grande do Norte não existe caso do corona vírus.
    e depois o próprio governo afirmou que que o corona vírus é só uma gripezinha

  3. Fernando disse:

    Será que agora o Presidente vai acabar com aquela seleta claque que diariamente o recepciona na saída do Palácio da Alvorada?

    • Hermenezildo disse:

      Não entendo. O presidente disse para o mundo todo que o pânico estava sendo criado pela mídia e agora cancela viagens?

      Como assim?

      O ministro da saúde disse que era só uma gripezinha.

Evento do governo federal em Mossoró não vai mais acontecer

Após a confirmação da ausência do presidente Jair Bolsonaro em Mossoró nesta quinta-feira(12), a comitiva presidencial também confirmou com o Ministério do Desenvolvimento Regional o cancelamento do evento.

O presidente tinha previsão de sair de Brasília às 13h para participar de uma cerimônia em Mossoró, na qual anunciaria medidas do governo federal, em áreas como Segurança e Agricultura.

Em breve, o governo federal vai anunciar uma nova data.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fernando disse:

    Jajá sai o ônibus da Nordeste pra Natal!

  2. Rafael Pinheiro disse:

    Não entendo o motivo das mulas do PT estarem comemorando, o nosso estado esta de pires na mão precisando urgentemente da ajuda do governo federal. Mesmo o Bozo sendo um idiota, é nossa única "tábua de salvação", e nossa (des)governadora tem que ser mais humilde e pedir ajuda a ele…
    Fátima Incompetente!
    Fátima Traidora!
    Fora Fátima!

  3. manezinho disse:

    Em um Estado quebrado, falido, governado por uma coluna social de festas, quanto pior melhor. Nao sei o que alguns estao comemorando. O pior? Governo vai trocar emprego por cesta basica??? ridiculo.

  4. Cícero disse:

    Uma notícia dessa termina sendo maravilhosa, devido aos comentários dos esquerdopatas.
    Eles deliram, vão a loucura, afinal só sabem obedecer a ordem de seu líder e viver no cenário do quanto pior para o Brasil, melhor para eles. Só tem um detalhe, foi cancelado nesse momento, logo será realizado. Aproveitem para mais uma vez fazer do nada o tudo de vocês.

  5. Tarcísio Eimar disse:

    E a turma toda indo pra Mossoró

Cancelamento de voo de Lisboa para Natal gera indenização para consumidora

Uma consumidora de Natal será indenizada por danos morais no valor de R$ 3 mil, a ser paga de forma solidária pelas empresas Smiles e a TAP, pelos danos sofridos em virtude do cancelamento do voo com trecho Lisboa – Natal, fato que fez com que ela fosse reacomodada em voo com destino final Recife, fazendo-se necessária a aquisição de nova passagem aérea com destino Recife – Natal. O valor será corrigido monetariamente e acrescido de juros. A sentença é da juíza Arklenya Pereira, da 8ª Vara Cível da Comarca de Natal.

A consumidora ajuizou a ação judicial contra a Smiles Fidelidade S/A e a TAP – Transportes Aéreos Portugueses S/A afirmando que efetuou compra de passagem aérea com saída da cidade de Praga com destino à Natal sem escala ou conexão, marcada para 23 de setembro de 2017, às 18h25, na classe executiva.

Alegou que foi informada do cancelamento do voo, o qual seria substituído por um novo voo cinco horas após o planejado, às 23h40min, sem qualquer assistência. Relatou que o voo inicialmente adquirido tinha como destino final a cidade de Natal, todavia, o novo voo seguiu viagem para destino final em Recife, sem consulta prévia aos passageiros.

Em razão disso, ela disse que foi necessário comprar nova passagem com destino a Natal, o que somou um atraso de 11 horas, já que somente conseguiu chegar a Natal por volta das 9h do dia 24 de setembro de 2017.

Em razão disso, requereu a condenação dos réus ao pagamento de indenização por danos materiais no valor de R$ 600 em relação ao valor da passagem aérea com destino Recife – Natal, bem como pelo valor cobrado pela taxa de bagagem e pagamento de indenização por danos morais.

Empresa aérea

A TAP alegou que o voo com itinerário Lisboa – Natal foi cancelado por determinação do controle de tráfego aéreo devido a grande quantidade de voos existentes na mesma data e horário. Afirmou que realocou a passageira em voo que decolou no mesmo dia.

A empresa salientou que ofertou a consumidora duas opções a fim de que pudesse escolher a que melhor lhe atenderia, sendo uma delas com destino a Recife, o qual decolaria no mesmo dia, e outro para Natal, o qual decolaria no dia seguinte, optando-se por decolar no mesmo dia.

A companhia aérea lembrou que segue as normas internacionais de segurança e que as aeronaves somente podem decolar após a permissão do controle de tráfego. Defendeu a inexistência de danos materiais, porque foi a própria autora que escolheu o voo com destino final a Recife, bem como somente comprovou o desembolso do valor de R$ 525.

A Smiles S/A alegou não ter legitimidade para estar em juízo nesse caso e que já havia identificado com antecedência o cancelamento realizado pela TAP. Por isso, disse que diligenciou junto a Companhia Aérea a obtenção de voo de reacomodação, momento no qual a TAP disponibilizou novo voo de Lisboa para Recife e, mesmo não tendo sido ofertado o trecho completo, foi ofertado voo pela Gol com trecho Recife-Natal.

Defendeu que a passagem aérea com trecho Recife-Natal foi comprada com mais de um mês de antecedência. Argumentou que a alteração de horários do voo decorreu de conduta imputável apenas à companhia aérea, de forma que o programa de milhagem não detém ingerência sobre a malha aérea das cias parceiras. Disse que não pode realocar os clientes no voo que bem entender, já que não tem autonomia de escolha dos voos, sendo estes determinados pela companhia aérea operadora do voo original.

Decisão

Ao analisar o caso, a magistrada Arklenya Pereira rejeitou o pedido de danos materiais requerido pela autora, porque constatou que, mesmo sabendo que os danos materiais já haviam sido solicitados em outro processo, requereu a sua concessão. Em razão disso, reputou a autora como litigante de má-fé, e fixou multa de 5% sobre o valor da causa por ser proporcional e razoável.

Todavia, quanto ao cancelamento do voo, viu que é possível dizer que o serviço prestado pelas empresas foi defeituoso. Em que pesem as alegações delas de que não tem ingerência sobre a malha aérea e sobre a readequação da malha aérea promovida pelos controladores de voo, a juíza entendeu que elas não se enquadram dentro das hipóteses de excludentes de culpabilidade, sendo, em verdade, hipótese de caso fortuito interno que não as exime da responsabilidade.

“Na situação em análise, a parte autora sofreu danos morais indenizáveis, tendo em vista o cancelamento do voo, causando angústia e aflição no retorno à cidade natal”, concluiu.

(Processo nº 0804397-45.2018.8.20.5001)
TJRN

 

American Airlines deixará de voar para Recife e Salvador a partir de maio

boeing-787-dreamliner-american-airlines-098-620x413A companhia aérea American Airlines informou que vai suspender os voos regulares que opera saindo de Recife e Salvador para Miami a partir de 4 de maio. É mais um cancelamento de rota para os Estados Unidos, que já acumula muitas baixas neste ano! E uma triste notícia para os nordestinos, que perderão uma opção cômoda e econômica para voar para os Estados Unidos, ainda que muitas vezes com aviões antigos e mal conservados.

A empresa informou ainda que vai notificar os passageiros e oferecer alternativas de acomodação dos voos que ela opera saindo de outras cidades brasileiras para os Estados Unidos. Caso o cliente não queria ser reacomodado, a American oferecerá o reembolso integral. A companhia ressaltou ainda que pretende retomar as operações entre Recife e Miami a partir de 15 de dezembro, na alta temporada. É possível que passe a ser uma rota sazonal.

Confira na íntegra a nota da empresa:

“A American Airlines, que tem orgulhosamente servido o Brasil por mais de 25 anos, informa que o serviço entre Miami e Recife será temporariamente suspenso. O último voo com origem em Miami será realizado em 4 de maio e o último voo com origem em Recife, em 5 de maio. A operação entre Miami e Recife será restabelecida em 15 de dezembro de 2016 e, entre Recife e Miami, em 16 de dezembro.

Além disso, em 4 de maio de 2016, o serviço entre Miami e Salvador será interrompido. O último voo com origem em Miami será realizado em 3 de maio e o último voo com origem em Salvador será realizado em 4 de maio.

A American Airlines avalia sua rede de voos baseando-se na oferta e demanda em cada rota, com o objetivo de garantir o sucesso a longo prazo frente a concorrência global. Os voos entre Miami e Recife e Miami e Salvador são atualmente inviáveis em consequência das condições do mercado.”

Show do projeto Seis e Meia é cancelado após interdição do Teatro Alberto Maranhão

Devido ao cumprimento de interdição do Teatro Alberto Maranhão, por determinação da Justiça do Rio Grande do Norte, está cancelado o show do projeto Seis e Meia da próxima terça-feira,21 de julho. A edição teria apresentações do violeiro Xangai e da artista local, Valéria Oliveira.

As realizadoras do projeto, Idearte Produções e Super Star, lamentam o cancelamento, agradecem a compreensão e pedem desculpas ao público pelos transtornos.

O procedimento para estorno da compra dos ingressos será realizado pelo Teatro Alberto Maranhão, interessados devem entrar em contato pelo telefone: (84)3222-3669.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. MANOEL disse:

    absurdo o governo deixar fechar o tam por falta de estrutura. Sandoval Wanderley tmb tá caindo os pedaços. vergonha.

Mais de 100 torcedores do América pagam por pacote para RJ e ficam a "ver navios"

Cerca de 120 torcedores do América foram vítimas de um suposto pacote relâmpago de viagem para o Rio de Janeiro, ida e volta, com embarque na quarta-feira (15), e retorno Natal na madrugada de quinta-feira (16). De acordo com uma das vítimas, de identidade preservada, a “promoção” no valor de R$ 240,00(duzentos e quarenta reais) foi anunciada no domingo de eleição (5), e mobilizou os interessados numa corrida conta o tempo. Na ocasião, os interessados deveriam entrar em contato com um homem de inicial A(assim será identificado no texto), que indicou uma suposta funcionária de uma empresa de aviação, responsável por receber o pagamento. O Blog recebeu áudios e prints e está avaliando cautelosamente o conteúdo para não sejam cometidas injustiças.

Segundo a vítima, todo o procedimento teria que ser realizado até 15h, no domingo de eleição. Conforme o torcedor relata, a suposta funcionária informou que entraria em contato com o seu namorado que ela afirmou trabalhar num cargo de gerência do aeroporto. Contudo, os dias foram passando, os torcedores ligando para o responsável pela divulgação da “promoção”, e, no fim, nesse domingo (12), um áudio enviado por ele (A) informava pelo cancelamento da viagem. Na ocasião, ainda segundo o torcedor de identidade preservada, o argumento foi de que o suposto gerente ficou de “cabeça quente” com o acontecido, com as cobranças dos torcedores, por sinal, de direito.

“Cento e vinte torcedores do América foram enganados. Procuramos a delegacia de fraudes, no Alecrim, no qual fomos mal atendidos, e os policiais não quiseram fazer o BO. Até agora ninguém recebeu o dinheiro”, contou o torcedor denunciante.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Kleber disse:

    Também fui um dos que paguei pelo pacote, inclusive fui pagar na sede do então deputado KELPS acho estranho ter que pagar ate o domingo de eleição ate as 15:00hs e com os bancos em greve!

  2. renato disse:

    Brasileiro querendo dar o seu jeitinho brasileiro… dá nisso!!! Todos estão errados. Se fossem no site da companhia aérea comprar a passagem normalmente não passariam por isso. Vão ter que assistir na TV agora.

  3. MAXWELL disse:

    Sou um dos que paguei pela viagem, e assim que foi dada como cancelada, recebi meu dinheiro de volta, por tanto essa informação não procede, sou testemunha e existe varias outras testemunhas de que o dinheiro esta sendo devolvido, qualquer outra informação que queira pode me passar um email que responderei.

    • bruno disse:

      Não diga que não procede. Tenho inclusive gravações. Agora se estão resolvendo, ótimo.

  4. Abczão do Povão disse:

    kkkkk e haja pakitas inocentes. Não existirá nunca pacote de 240,00 ida e volta para RJ com taxas. Nem de onibus. Bom que as pakitas não vão ver a peia grande do urubu nas pakitas.

Comunicado: Cancelamento do "Tributo Imagine – John Lennon", dia 12 de abril, no Teatro Riachuelo

Tributo _Cancelado

Devido a contratempos apresentados pela produção nacional do show, a Pauta Cultural Produções, produtora local, informa o cancelamento do “Tributo Imagine – John Lennon”, que seria realizado próximo sábado, dia 12 de abril, às 21hs , no Teatro Riachuelo. Os promotores lamentam o cancelamento, agradecem a compreensão e pedem desculpas ao público pelos transtornos. O estorno do valor dos ingressos será feito a partir de sábado (12) na bilheteria do Teatro Riachuelo. Confira o procedimento:

– O estorno da compra dos ingressos será feita a partir de Sábado, dia 12 de Abril, entre 12h e 21h;

– É necessário dirigir-se até a bilheteria do Teatro e apresentar documento de identificação com foto junto com o referido ingresso para devolução;

– Clientes que compraram no site de compra coletiva Peixe Urbano receberão um e-mail com a comunicação do cancelamento do show e o procedimento que será adotado para o estorno da compra ou devolução do valor pago. Qualquer eventualidade, entrar em contato através do Fale Conosco ou ligar para 4003-1214;

– Outras informações, no link http://goo.gl/wZN6ra ou na Bilheteria do Teatro Riachuelo.

Em nota, Prefeito de São José do Mipibu cancela carnaval no município alegando insegurança e falta de assistência hospitalar

Insegurança

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo Pinto disse:

    Corajosa e responsável a decisão do Prefeito Arlindo Dantas. Parabéns!
    Esse exemplo devia ser seguido pelos demais Prefeitos do RN. Até mesmo, como forma de protesto, contra a enorme onda de violência que toma conta de todo Estado. Além do mais, os problemas causados pela estiagem, que aflige grande parte da população Norte Rio Grandense, é outra grande mazela, que vem se abatendo sobre quase toda a região Nordeste e que precisa ser vista com mais cuidado. Parabéns Arlindo.

  2. Antonio G S Jr disse:

    Parabéns ao prefeito

  3. BEZERRA disse:

    Outros prefeitos deste Estado, deveriam seguir o exemplo. Aplaudo a iniciativa.

TRE-RN determina anulação da licitação para contratação comunicação de dados que chegaria a R$ 25 milhões

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rilder disse:

    A CINTE foi a empresa que chamou a atenção do TCU para as irregularidades que surgiram durante a realização da licitação. A principal delas foi a mudança, durante o pregão, nas regras de classificação das propostas previstas no edital.

Sistema FECOMÉRCIO cancela Circuito Verão em Pirangi

Em respeito aos comerciários do Rio Grande do Norte, aos veranistas da praia de Pirangi, das demais praias do Litoral Sul da região Metropolitana de Natal e à população potiguar em geral, o Sistema Fecomércio RN vem a público comunicar o CANCELAMENTO do Circuito Verão, projeto realizado por nós, através do Sesc, que aconteceria neste final de semana (25 e 26/01), na praia de Pirangi, em Parnamirim.

Tal decisão foi motivada pela falta de um entendimento com a Prefeitura Municipal de Parnamirim em relação à localização e dimensões do espaço a ser ocupado pela estrutura necessária ao Circuito, o que levou o Poder Público municipal a autorizar a realização de três eventos simultâneos no mesmo espaço físico, o que  acabou por inviabilizar a realização, a contento, do nosso já tradicional projeto de verão.

O Sistema Fecomércio RN prima pelo planejamento, organização e, principalmente, segurança nos eventos que realiza e, por seguir esses preceitos, achou por bem optar pelo cancelamento.

Pedimos desculpas aos comerciários, seus dependentes, veranistas e à população em geral e lamentamos, profundamente, o ocorrido. Esperamos que em 2015 voltemos a realizar, com o sucesso ao qual já estamos acostumados, nosso Circuito, exatamente como aconteceu neste ano nos demais pólos do projeto, notadamente em Caicó, Mossoró (Tibau) e na praia da Redinha, locais onde sempre tivemos total apoio e parceria de todos os envolvidos.

Sistema Fecomércio RN

Cancelar serviços de TV e telefonia será automático em 2014, diz Anatel

dv1992005Se tudo der certo, está próximo o fim de um pesadelo do consumidor: o cancelamento de contratos de telefonia, internet e TV por assinatura. Passará a ser automático, sem a necessidade de falar com os funcionários da central de atendimento, a partir de fevereiro. A promessa foi feita pelo presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), João Rezende.

Até 15 de novembro, a Anatel deverá aprovar um novo regulamento para atendimento aos clientes, no qual constará essa regra. Ao participar de audiência pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado, Rezende afirmou:

— Vamos trabalhar nessa questão de trazer mais condições e poder ao usuário na relação com a prestadora de serviços.

Com o novo regulamento, o cliente que quiser cancelar um contrato de telefonia celular ou fixa, banda larga ou TV por assinatura poderá fazê-lo pela central da empresa sem passar por atendentes, apenas digitando as teclas do telefone. O cancelamento também poderá ser feito pela internet.

Rezende afirmou que uma das propostas em discussão é a de abrir um prazo de 48 horas para a empresa tentar recuperar o cliente.

— Mas aí é problema da companhia.

No novo regulamento, a Anatel pretende iniciar os procedimentos para repassar parte do custo que o órgão arca com o call center para as empresas do setor.

De acordo com ele, o gasto anual da Anatel com o call center é de R$ 20 milhões. Do total de ligações recebidas – cerca de 25 mil por dia -, 60% são reclamações de clientes sobre os serviços prestados pelas empresas de telecomunicações. A ideia da Anatel é que uma parcela do gasto seja paga pelas empresas – algo entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões.

“Estamos discutindo no Conselho Diretor a possibilidade de que o gerenciamento e administração do call center continue com a Anatel, mas parte dos custos seja repassada às empresas”, afirmou. Como o contrato com o call center só vence no fim de 2014, essa é uma discussão que deve levar mais tempo. “O regulamento de atendimento e cobrança vai instituir um grupo de trabalho para ver como se dará esse processo”, disse.

R7

Fifa ignora Código do Consumidor e vai multar quem cancelar ingresso da Copa

selecao-defesaContrariando o Código de Defesa do Consumidor (CDC), a Fifa não dará ao torcedor o direito ao arrependimento em caso de desistência de compra pela internet de ingressos para jogos da Copa do Mundo 2014. A primeira fase de vendas, exclusivamente on-line, começou no dia 20 de agosto e termina no próximo dia 10. O artigo 49 do CDC prevê que o consumidor possa cancelar compras feitas fora de estabelecimento comercial até sete dias corridos após o recebimento do produto ou assinatura do contrato e receber o dinheiro pago corrigido, como ocorre no comércio eletrônico. No entanto, ao reservar ingressos para o torneio, automaticamente o torcedor está sujeito ao pagamento de taxa de cancelamento caso seja sorteado e desista do bilhete. A tarifa pode chegar a 20% do preço da entrada. Em valores absolutos, a multa pode variar de R$ 3 a R$ 396, dependendo do valor do ingresso.

Os Procons consideram a aplicação da taxa abusiva, mas a cobrança está amparada pela Lei Geral da Copa (Lei 12.663/12), que dá à Fifa o poder de criar suas próprias regras para cancelamento, devolução e reembolso. As multas por desistência vão ser discutidas na reunião geral das entidades de defesa do consumidor, marcada para dezembro. A partir desse debate, explica a presidente da Associação Brasileira de Procons, Gisela Simona, vai haver uma orientação geral sobre como tratar as reclamações que podem até já ter chegado aos órgãos, pois a confirmação da primeira fase da compra a torcedores ocorre de 11 de outubro a 4 de novembro.

No regulamento de venda de ingressos, a Fifa informa que a taxa cobrada em caso de cancelamento é “para fins de reembolso dos custos administrativos gerados pela operação, da necessária realocação e nova emissão do ingresso e para compensar a Fifa pela reduzida chance de revendê-los”. Para Gisela, a Fifa terá tempo suficiente para revender bilhetes cancelados, já que os jogos só ocorrem a partir de junho de 2014, e não haverá prejuízo à entidade:

— Infelizmente tivemos a aprovação de uma lei que dá à Fifa o direito de estabelecer multa para desistência de compra mesmo dentro dos sete dias, que no CDC caracteriza o direito de arrependimento. Mas, apesar de a Lei da Copa ser especial, por regular um evento específico e temporário, e prevalecer sobre uma lei geral como o CDC, na hora da interpretação o código precisa ser levado em conta.

A taxa varia segundo a data de cancelamento. Será de 10% do preço dos ingressos caso o cancelamento seja solicitado até 96 horas após o recebimento da confirmação de compra; ou de 20% para solicitações feitas 96 horas após a ratificação do pedido. O consumidor será reembolsado pelo que pagou, descontada a taxa.

Entidade não aceita cancelamento parcial de compra

E há outro agravante. O torcedor não recebe esta informação no ato da inscrição para compra. Para acessá-la é preciso entrar no site oficial do torneio e clicar nos links “Ingressos” e depois “Legal”. A informação integra o sétimo dos 19 capítulos do “Regulamento de Venda de Ingressos para o Público em Geral”. Há ainda a possibilidade de rescisão do contrato de venda até o limite de 48 horas antes do jogo. Nesse caso, no entanto, a multa é de 30%.

Marília Lopes, Analista de Atividades de Defesa do Consumidor do Procon-DF, critica a falta de transparência:

— O problema é que estas regras são expostas apenas no site do torneio, de maneira confusa, escondida, em linguagem pouco acessível. Por isso, é nosso papel divulgar o regulamento de forma clara, para orientar o consumidor.

Renan Ferraciolli, assessor-chefe do Procon-SP, tem esperanças de que a Fifa volte atrás e isente o consumidor de multa no período de sete dias de desistência:

— A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e com Procons das cidades-sede da Copa já estiveram reunidos com a Fifa discutindo questões relacionadas ao CDC, pedindo maior transparência. A Constituição não pode ser rasgada.

A Fifa exige, ainda, que o cancelamento seja solicitado pelo titular da entrada, não sendo permitido o cancelamento parcial. Isto é, se o torcedor comprou quatro ingressos, terá de cancelar todos.

Os ingressos são nominais, por isso, trocas e revendas estão condicionadas a regras da Fifa. É admitida a possibilidade de transferência, por exemplo, a membro da família e em casos de doença grave ou morte do titular do ingresso. As transações têm de ser feitas em plataforma própria da Fifa, ainda a ser divulgada. Em caso de revenda, o consumidor receberá o valor do ingresso, descontados 10%.

O esquema de venda é o mesmo da Copa das Confederações. Os interessados têm de entrar no site da Fifa e fazer reserva e só saberão se adquiriram as entradas a partir de 11 outubro, após sorteio. A carga inicial de um milhão de ingressos.

DPDC pedirá esclarecimento à Fifa

Amaury Oliva, diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, informa que a partir das denúncias dos Procons notificará a Fifa a prestar esclarecimentos sobre o processo de desistência:

— Havendo conflito entres as duas regras (o CDC e a Lei Geral da Copa), prevalece a Constituição Federal que estabelece a defesa do consumidor como um princípio da ordem econômica.

Procurada, a Fifa limitou-se a dizer, por meio de nota, que “o Regulamento de Venda de Ingressos para o Público em Geral está de acordo com a Lei Geral da Copa e em coordenação com os órgãos de proteção ao consumidor.”

Amanhã, no Rio, o Comitê de Consumo e Turismo, coordenado pela Senacon, se reúne com as entidades do consumidor locais, representantes do setor de turismo e secretarias municipais e estaduais envolvidos com a realização da Copa, para tratar da prevenção de problemas de consumo, dos procedimentos a serem adotados para solução rápida, caso eles ocorram, e da produção de material educativo.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fina Ironia disse:

    Brasil: Casa de Mãe Joana, Território de Ninguém.

Senac emite nota sobre cancelamento de processo seletivo; novo certame será realizado

 O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/RN) comunica o cancelamento do Processo Seletivo para as vagas do Programa Senac de Gratuidade (PSG), referentes ao mês de outubro de 2013. Nesta etapa, foram abertas 513 vagas, distribuídas nos municípios de Assú, Caicó, Macaíba, Mossoró, Natal e Parnamirim.

O cancelamento ocorrerá pela seguinte razão: anualmente, é realizada uma atualização no sistema de inscrição do Programa Senac de Gratuidade, a fim de possibilitar uma melhor integração com o sistema acadêmico do Senac. Em 2013, essa atividade foi realizada na última sexta-feira (13).

Na terça-feira (17), foi aberto o processo seletivo do Programa Senac de Gratuidade, com vagas para outubro. Por ocasião da primeira convocação dos candidatos, identificou-se que ocorreu uma inconsistência pontual no sistema, de modo que a ordem de classificação de algumas candidaturas foi automaticamente desconsiderada. Tão logo identificado o problema, o referido erro foi plenamente corrigido.

Porém, a fim de manter a lisura da seleção, bem como a igualdade de oportunidade de participação aos interessados, será aberto novo processo seletivo, cujo cronograma será divulgado a partir da próxima segunda-feira, dia 23 de setembro de 2013, no site www.rn.senac.br.

O Senac garante que o quadro de vagas disponibilizado anteriormente permanecerá inalterado, ou seja, serão ofertadas no novo processo seletivo a mesma quantidade de vagas (513), por cursos e municípios. E, quando iniciar o período de inscrições, as mesmas continuarão sendo realizadas exclusivamente por meio do endereço  www.rn.senac.br/psg.

A instituição informa ainda que a convocação realizada na última quarta-feira (18) será mantida e os candidatos matriculados, dentro do prazo estipulado pelo processo, não sofrerão prejuízos, sendo atendidos com bolsas de estudo nos cursos para os quais se inscreveram. É importante ressaltar que todos os matriculados, obrigatoriamente, deverão atender os requisitos de acesso ao Programa.

O Senac/RN lamenta o ocorrido e reafirma que as medidas tomadas visam à manutenção da lisura do processo, transparência nos relacionamentos e comprometimento com a sociedade, princípios que sempre regem todas as atividades da instituição.

O Senac é uma instituição privada, sem fins lucrativos, com finalidade pública. O PSG é uma das iniciativas da entidade, com o objetivo de democratizar o acesso da população de baixa renda ao ensino profissional. No Rio Grande do Norte, o Programa já beneficiou mais de 16 mil pessoas, desde a sua criação, no ano de 2009.

Natal/RN, 19 de setembro de 2013.

Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac)
Departamento Regional do Rio Grande do Norte