Reportagem do UOL com informações do The Intercept noticia que Deltan Dallagnol “usou” a Rede para mover ação contra decisão de Gilmar Mendes

Com base em outras mensagens roubadas, o UOL, parceiro agora oficial de Glenn Greenwald, diz que Deltan Dallagnol “usou” a Rede para mover ação contra decisão de Gilmar Mendes, depois que o ministro concedeu um HC de ofício em favor do tucano Beto Richa.

O UOL diz que, como procurador de primeira instância, Deltan “usurpou” a competência da PGR.

Análise de O Antagonista rechaça “análise” e diz que um partido político, que tem legitimidade para propor ADPFs, pode muito bem ser convencido por qualquer cidadão — e procuradores são cidadãos — a propor ações de qualquer tipo. É do jogo. E a Rede não pode ser tratada como legenda de aluguel.

Procurador não é juiz, senhores.

O Antagonista ainda provoca reportagem e diz que “Usurpação é o que ministro de tribunal superior faz ao encontrar-se na calada da noite com poderosos acusados de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro”.

Com informações de O Antagonista e UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Raimundo disse:

    Lula livre, Cunha livre Cabral livre solta tudo a lava jato foi uma farsa! Eram 3 anjinhos junto com Dirceu e mais 155 condenados solta tudo foi tudo forjado

    • Fábio disse:

      Raimundo, acho que estão confundindo as coisas. Lula e todos que devem têm que ficar presos, porém não justifica uma ação ilegal para coibir outra. Se for assim, não haverá justiça no real sentido da palavra. Tem que ser punido quem erra, independente de que é.

  2. Edilson Sion disse:

    Homi, Dallagninho parece que não trabalhava muito não, era como diz minha mãe "dipindurado" nos apps de conversas. agora ele arranjou o chapéu da viagem, cutucou onça com vara curta mesmo, querendo reiar logo quem? Gilmarzinho não é de levar desaforo para casa, o procurador bb da nívea e lisa pele que aguarde.

  3. Walsul disse:

    Essa operação lava jato parece cometer mais ilegalidades que a quem eles acusam. Qualquer cidadão pode acionar partidos, mas quando um cidadão, procurador, usa isso para conseguir algo que não seja por interesses coletivos e sim, de um grupo, isso não pode. Por que não acionaram a procuradoria geral da república para obter o que queriam? Porque é um jogo, não movimentos republicanos.

    • Arthur disse:

      Eu até acredito que a Lava Jato começou com uma boa intenção, mas visivelmente foi contaminada pelo viés político e deixou de ser imparcial. Perdemos uma ótima oportunidade de colocar muita gente dos dois "lados" na cadeia. Conseguiram o que queriam, esquerda na cadeia e direita no poder. Pau que bate em Chico deveria bater em Francisco.

The Intercept noticia que Lava Jato planejou buscar na Suíça provas contra Gilmar Mendes

Gilmar Mendes, em 13 de junho. ROSINEI COUTINHO SCO/STF

Procuradores da Operação Lava Jato em Curitiba fizeram um esforço de coleta de dados e informações sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, com o objetivo de pedir sua suspeição e até seu impeachment. Liderados por Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa, procuradores e assistentes se mobilizaram para apurar decisões e acórdãos do magistrado para embasar sua ofensiva, mas foram ainda além. Planejaram acionar investigadores na Suíça para tentar reunir munição contra o ministro, ainda que buscar apurar fatos ligados a um integrante da Corte superior extrapolasse suas competências constitucionais, de acordo com especialistas ouvidos pela reportagem. A estratégia contra Gilmar Mendes foi discutida ao longo de meses em conversas de membros da força-tarefa pelo aplicativo Telegram enviadas ao The Intercept por uma fonte anônima e analisadas em conjunto com o EL PAÍS.

Na guerra contra o ministro do Supremo, os procuradores se mostraram particularmente animados em 19 de fevereiro deste ano. “Gente essa história do Gilmar hoje!! (…) “Justo hoje!!! (…) “Que Paulo Preto foi preso”, começa Dallagnol no chat grupo Filhos do Januário 4, que reúne procuradores da força-tarefa. A conversa se desenrola e se revela a ideia de rastrear um possível elo entre o magistrado e Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, preso em Curitiba num desdobramento da Lava Jato e apontado como operador financeiro do PSDB. Uma aposta era que Gilmar Mendes, que já havia concedido dois habeas corpus em favor de Preto, aparecesse como beneficiário de contas e cartões que o operador mantinha na Suíça, um material que já estava sob escrutínio dos investigadores do país europeu.

“Vai que tem um para o Gilmar…hehehe”, diz o procurador Roberson Pozzobon no grupo, em referência aos cartões do investigado ligado aos tucanos. A possibilidade de apurar dados a respeito de um ministro do Supremo sem querer é tratada com ironia. “vc estara investigando ministro do supremo, robinho.. nao pode”, responde o procurador Athayde Ribeiro da Costa. “Ahhhaha”, escreve Pozzobon. “Não que estejamos procurando”, ironiza ele. “Mas vaaaai que”. Dallagnol então reforça, na sequência, que o pedido à Suíça deveria ter um enfoque mais específico: “hummm acho que vale falar com os suíços sobre estratégia e eventualmente aditar pra pedir esse cartão em específico e outros vinculados à mesma conta”, escreve. “Talvez vejam lá como algo separado da conta e por isso não veio” (…) “Afinal diz respeito a OUTRA pessoa”. A força-tarefa de Curitiba tem dito que não reconhece as mensagens que têm sido atribuídas a seus integrantes e repetiu à reportagem que o “material é oriundo de crime cibernético e tem sido usado editado ou fora de contexto, para embasar acusações e distorções que não correspondem à realidade”.

Nas mensagens, tudo começa porque Dallagnol comenta saber de “um boato” vindo da força-tarefa de São Paulo (FT-SP) de que parte do dinheiro mantido por Paulo Preto em contas no exterior pertenceria a Mendes. “Mas esse boato existe mesmo?”, pergunta o procurador Costa. “Pessoal da FT-SP disse que essa info chegou a eles”, responde Julio Noronha, em referência aos colegas paulistas.Procurada, a assessoria de imprensa do FT-SP afirmou que “jamais recebeu qualquer informação sobre suposto envolvimento de Gilmar Mendes com as contas no exterior de Paulo Vieira de Souza”. E também que “se recebesse uma informação a respeito de ministro do STF, essa informação seria encaminhada à PGR [Procuradoria Geral da República]”. E que “jamais passaria pela primeira instância para depois ir para a PGR”.

O artigo 102 da Constituição determina que os ministros do Supremo só podem ser investigados com autorização de seus pares, a não ser que apareçam em uma investigação já em curso, a chamada investigação cruzada. Caso seja este o caso, a competência é necessariamente da PGR. Para o procurador da República Celso Três, que atuou no início do caso Banestado, um marco contra a lavagem de dinheiro, e trabalhou diretamente com o ex-juiz Sergio Moro, os procuradores não cogitam nos diálogos apenas um atalho para chegar a Mendes. “É uma violação grave do devido processo legal”, afirma em entrevista ao EL PAÍS. Ele avalia que, nas conversas, os procuradores de Curitiba demonstraram intenção de desviar a finalidade da investigação, porque tinham autoridade para escrutinar o operador do PSDB, mas planejaram aprofundar essa colaboração com o intuito de atingir o ministro do Supremo. “Não estou defendendo Gilmar, mas está muito claro que estavam em seu encalço”.

A reportagem questionou à força-tarefa de Curitiba se os procuradores pediram informações aos investigadores na Suíça sobre possíveis ligações de Mendes e Paulo Preto. E, caso tenham encontrado elementos, se foram enviados à PGR. Por meio da assessoria de imprensa, os procuradores afirmaram que “não surgiu nas investigações nenhum indício de que cartões da conta de Paulo Vieira de Souza tenham sido emitidos em favor de qualquer autoridade sujeita a foro por prerrogativa de função”. “Qualquer ilação nesse sentido, por parte de quem for, seria mera especulação”, ressaltou a nota. “Em todos os casos em que há a identificação de pagamentos de vantagens indevidas e lavagem de ativos no exterior, o Ministério Público busca fazer o rastreamento do destino de todos os ativos ilícitos, para identificar os destinatários desconhecidos”, ressalta. Eles insistem que sempre que surgem indícios do envolvimento em crimes de pessoas com foro privilegiado, a força-tarefa encaminha as informações à Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal.

Leia matéria completa no El País clicando aqui

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Gilmar é o sonho de consumo de tudo que é bandido de colarinho branco…Né Aécio??? kkkkkk

  2. Bento disse:

    A VERDADEIRA CARA DA BESTA FERA. TÁ AMARRADO.

  3. Michelle disse:

    Nada demais nestas supostas conversas. Se há uma investigação em curso, qual o problema de quem está trabalhando nela comentar o que vai surgindo?

  4. Diego Laranjeiras disse:

    Como diz um amigo meu: "Dallagninho desta fez pegou em m&[email protected]"……..hahahaha concordo!

    • Fernando disse:

      Quem trabalha contra o crime, sabe que o caminho é perigoso e cheio de armadilha. Pois os bandidos são perigosos e tem apoio de babacas e tontos, iguais a vc.

  5. Flavio disse:

    Acredito que justiça e ministério público tem que atuar para prender bandidos e corruptos, esteja eles onde estiverem.

  6. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Que Gilmar Mendes é bandido ninguém tem dúvidas ou alguém ainda tem? No início da Lava Jato ele apoiava e os petistas o odiavam, agora estão juntos. Objetivos comuns.

    • Cezario disse:

      Se esse cidadão não tivesse o que esconder, abriria mão do seu sigilo bancário e fiscal. Mas faz uma guerra, chora, esperneia e ameaça os que querem investigar suas finanças!

Ex-delegado mostrou onde incinerou corpo do pai do presidente da OAB na ditadura, noticia Buzz Feed News

Um ex-delegado do Dops (Departamento de Ordem Política e Social) chegou a mostrar para investigadores da Comissão Nacional da Verdade o forno em que incinerou o corpo do militante de esquerda Fernando Santa Cruz, pai do presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, e de mais 11 presos políticos assassinados entre 1974 e 1975 pelo regime militar no Rio de Janeiro.

A incineração foi feita em um forno da usina de açúcar Cambahyba, em Campos dos Goytacazes (RJ), segundo o próprio ex-delegado.

Cláudio Antonio Guerra tem hoje 78 anos e na quinta-feira (1º) foi denunciado pelo Ministério Público Federal por ocultação e destruição de cadáveres, por conta do desaparecimento dos 12 corpos. Ele admitiu os crimes primeiramente no livro “Memórias de uma guerra suja”, dos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros, em 2012. Dois anos depois, confirmou tudo e mostrou detalhes da operação de incineração para a Comissão Nacional da Verdade. Em todos os seus depoimentos posteriores, ao Ministério Público, Guerra reafirmou os crimes.

Duranta a semana, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que sabia o destino do pai do presidente da OAB e afirmou que ele não teria sido morto pela ditadura.

Ao ser confrontado com os documentos de Estado que tratam da morte e desaparecimento como crimes da ditadura, o presidente afirmou tratar-se de “balela”. Felipe Santa Cruz e outros ex-presidentes da OAB pediram explicações a Bolsonaro, impetrando uma interpelação no Supremo Tribunal Federal — e o ministro do STF Luís Roberto Barroso, em decisão sobre a interpelação judicial, afirmou que o presidente tem 15 dias para responder, em “querendo” fazê-lo.

Nessa sexta (3), Bolsonaro afirmou que não falou “nada de mais” sobre o pai de Felipe Santa Cruz e disse que responderá ao STF. “Mesmo eu não sendo obrigado, eu presto [esclarecimentos]. Não falei nada de mais”, disse.

O ex-delegado prestou pelo menos dois depoimentos à Comissão Nacional da Verdade. Em um deles, em 23 de julho de 2014, identificou os mortos por fotos apresentadas pela comissão. Ele contou que recolhia os mortos em dois centros de tortura: um em Petrópolis, conhecido como Casa da Morte, e outro, um quartel da Polícia do Exército, no Rio.

O BuzzFeed News buscou nos arquivos da comissão as imagens e os vídeos de depoimento do ex-delegado.

“Nesse período, 1974 e 1975, começou uma pressão muito grande sobre o governo por causa do desaparecimento de corpos. Os coronéis que estavam no comando do país queriam um meio de desaparecer mesmo [com os corpos]. Então foi dada essa ideia de ser incinerados os corpos”, disse o ex-delegado em 2014.

Guerra também participou de uma diligência da comissão na antiga usina. Lá, mostrou o forno e contou detalhes de como eram jogados os corpos.

“Eram geralmente duas pessoas. Eu mesmo pegava”, disse ele, explicando como atirava os mortos na fornalha.

A ideia de desaparecer com os corpos por incineração na usina foi dada pelo próprio delegado a um alto comandante da repressão na época, o então coronel Fred Perdigão, já morto. O forno da usina ficava ligado por seis meses sem interrupção. A Comissão Nacional da Verdade confirmou com técnicos que a dimensão dos fornos tinha capacidade para incinerar pessoas.

O delegado disse que viajava até 200 quilômetros para queimar os corpos e que chegou a usar seu carro particular em uma das viagens. Mas, de modo geral, usava carros descaracterizados, com placa fria, da polícia. Disse que nunca foi parado mas que, se fosse, usaria a carteira do Dops (Departamento de Ordem Política e Social), para o qual trabalhava.

“Nessa época, o poder nosso era muito grande, ninguém parava”, disse ele.

Os corpos eram entregues em sacos plásticos e colocados no porta-malas do carro. Mas o delegado do Dops contou no vídeo que, por curiosidade, abriu todos os sacos para ver os mortos. Em um dos casos, ficou marcado pelo nível de violência usado contra a vítima, a professora da USP Ana Rosa Kucinski, que tinha marca de mordidas e violência sexual.

“[O corpo] Era entregue ensacado. Eu abria, era curiosidade. Embora fosse uma coisa macabra, eu não sentia nada. Hoje, olhar as pessoas ali, o senhor não calcula como estou por dentro”, disse o ex-delegado, que afirma ter feito as confissões por arrependimento.

Ao ser apresentado a fotos dos 12 mortos, o ex-delegado reconheceu a maior parte. Ele disse que, na época, não sabia exatamente de quem se tratava, mas que, ao produzir o livro, foi fazendo o reconhecimento.

Questionado por um dos integrantes da Comissão Nacional da Verdade diante da foto do pai do presidente da OAB, Guerra foi enfático:

“É o Santa Cruz.”

BuzzFeed.News

https://www.buzzfeed.com/br/tatianafarah/delegado-ditadura-incinerou-santa-cruz-oab

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Eduardo Martins disse:

    Minha gente, a conversa com comunista tem que ser bem curtinha. Vai dar cabimento a esse povo.

  2. Carmen maria de leiros de Oliveira disse:

    Difícil não lembra de uma pessoa que ele encinerou

  3. canhoto potiguar disse:

    da mesma forma que esse general diz uma coisa, um terrorista "cumpanheiro" de santa cruz disse outra em depoimento na globo.

    https://youtu.be/O_yEU8VxPzA

    e aí? vale o q?

  4. realmadriddepiumgenerico disse:

    Mas o presidente dos bolsominions diz que isso nunca existiu e que foram os próprios companheiros do Fernando Santa Cruz que o matou. Apenas para debochar e pisotear na família e no presidente da OAB. Coisa de gente ruim.

    • Ceará-Mundão disse:

      Presidente DO BRASIL, "cumpanhêro". E homem sério, honesto, patriota, religioso e defensor dos valores éticos e familiares. Valores que gente como vc demonstra desconhecer.

  5. José claudio disse:

    De 1974 a 2014, fez 40 anos, o cara com 78 anos ainda consegue identificar pelas fotos e lembrar a aparência fisica de uma pessoa morta; por si a morte já modifica a aparência fisica e ainda ter sofrido violência pelo corpo acho complicado

VÍDEO: Após negar notícia de pedido de demissão, ministra Damares diz ter ‘muito a fazer’ no governo

A ministra da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, negou na manhã desta 6ª feira (3.mai.2019) que sairá do governo. A declaração foi feita ao programa “Jornal da Manhã”, da rádio Jovem Pan, em resposta a reportagem da revista Veja que dizia que ela tinha a intenção de se demitir.

“Não procede. Foi um grande mal-entendido”, disse a ministra. “Conversei com alguns jornalistas e disse que ficaria no governo até onde a minha saúde aguentar”.

REPORTAGEM DA VEJA

Na manhã desta 6ª feira, a revista publicou uma reportagem com o título “Ministra Damares Alves pede a Bolsonaro para deixar o governo”. De acordo com a postagem, a ministra teria há alguns dias comunicado ao presidente que deixaria o cargo para cuidar da saúde.

Bolsonaro teria desdenhado: “Você vai sair, mas daqui a 4 anos”. Segundo o texto, a ministra respondeu que ficaria até dezembro, no máximo. A postagem diz ainda que Damares recebe ameaças de morte, 1 fator de estresse do cargo, que a teria obrigado a deixar sua residência em Brasília e se mudado para 1 hotel.

O texto da Veja refere-se a Damares como “a estrela mais vistosa da constelação de evangélicos do universo político”.

Negativa da ministra

A ligação de Damares Alves à Jovem Pan veio durante a transmissão ao vivo do programa “Jornal da Manhã”, quando os apresentadores discutiam a sua possível demissão.

“Não procede. Foi 1 grande mal-entendido. Conversei com alguns jornalistas e disse que ficaria no governo até onde a minha saúde aguentar”, explicou. Questionada pelo comentarista Marco Antonio Villa a respeito de até quando ficaria no cargo, respondeu: “Até o dia em que o presidente Bolsonaro precisar de mim, entender que for útil, e até o dia que a minha saúde aguentar”.

Damares confirmou que está recebendo ameaças e que, por conta disso, mudou-se para 1 hotel. Mas relativizou: “Olha, sempre fui vítima de ameaça, não é só porque sou ministra não. Eu lido com temas polêmicos […]. Confesso para você que essas ameaças não me assustam não“.

Pouco depois, a ministra reiterou em seu perfil no Twitter que permanece no governo.

Com acréscimo de informações do Poder 360

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alonso Laranjeiras disse:

    "Plantando" fake news para poder aparecer, tá difícil mesmo, tem um outro que não pode ver um vagalume piscando que já se posiciona para dar entrevistas e adora uma coletiva, mesmo q seja para não dizer nada com nada.

  2. Rochelle disse:

    Estava bom demais pra ser verdade. Kkkkk

  3. Marcos disse:

    Eis que surge a louca para desviar o foco das noticias.

Feliciano diz que é mentira a notícia de que a frente parlamentar evangélica fará um manifesto contra o presidente Bolsonaro

A Folha de S. Paulo informa que a bancada evangélica do Congresso pretende anunciar independência em relação ao governo de Jair Bolsonaro.

O deputado Marco Feliciano enviou a seguinte mensagem a O Antagonista:

“É mentira a história de que a frente parlamentar evangélica fará um manifesto contra o presidente Bolsonaro. Se houver [algo nesse sentido], será atitude isolada de algum parlamentar que está descontente. Como vice-líder do governo no Congresso, expus, em reunião com o presidente, a falta de comunicação com a bancada, e o presidente prontamente se dispôs a receber o grupo logo após sua volta dos Estados Unidos.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ems disse:

    A guerra de informações está tão ativa como nunca. Não conseguimos mais acompanhar as notícias do dia a dia sem duvidar do que estamos lendo.

    • Marcelo disse:

      Pega fogo cabaré… É tanta informação e contra informação que a pessoa não sabe onde tá a mentira maior e a menor… Kkkk