A coletiva desta quarta-feira(21), a Secretaria de Estado e Saúde Pública, com mais um boletim epidemiológico com os números do coronavírus no Rio Grande do Norte, informa que há registro de confirmações da doença em 128 municípios potiguares.
O Rio Grande do Norte registra 264 novos casos de coronavírus, em um total de 4.060, com mais de 12 mil suspeitos, 9.117 descartados e 178 mortes; 08 óbitos confirmados nas últimas 24 horas.
Na coletiva desta quinta-feira(21), a Secretaria de Estado e Saúde Pública divulgou mais um boletim epidemiológico com os números do coronavírus no Rio Grande do Norte.
O Rio Grande do Norte registra 264 novos casos de coronavírus, em um total de 4.060, com mais de 12 mil suspeitos, 9.117 descartados e 178 mortes. Nas últimas 24 horas, 08 óbitos confirmados. Sob investigação estão 40 mortes.
A taxa de isolamento, de acordo com levantamento feito nessa quarta-feira(20) é de apenas 40% – distante dos 60% – números considerados ideias para a diminuição de casos.
Mais dois cientistas na praça. O Beasil teve 4 mil novos casos do Covid de terça pra quarta, aí me vem esses dois senhores comnuma sugestão dessas. É demais.
A validade intrínseca de um argumento independe das características do. argumentador.
Se vc é, Sérgio, e acha mesmo que não há como se proteger fora de casa, se isole. Livre-arbítrio. Só não queira impor. Conbinado?
Maldito teclado…m
Tem que coMbinar com o vírus.
Ricardo, o Brasil já é o terceiro em número de casos… ah, já sei, você quer que fiquemos em primeiro? uma tragédia e vergonha mundial? Imagine o cenário catastrófico sem medidas de isolamento? Eu continuo acreditando nos números da OMS, e nas recomendações de cientistas, quer que morra todo mundo? E tem mais, o vírus não é comunista, ele não escolhe quem vai morrer, inclusive aqueles que acham que não estão no grupo de risco, sabe porque?? quando o sistema particular estiver colapsado tb, vai morrer gente até com apendicite, independente de ter convenio médico.
O dado mais importante é o número de mortes por milhão. Nisso o Brasil tá relativamente bem. Número absoluto não faz muito sentido, dado o número de habitantes. Eu quero que morrra o menor número de pessoas. Se possíveol, mais ninguém, mas na sua cabecinha, quem quer o isolamento vertical é genocida. Isso é um emprobrecimento da discussãso. Eu não acredio na OMS, se é esse o ponto. Disse, por exemplo, que o vírus não tinha transmissão entre humanos.
A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap, em coletiva no fim da manhã desta quinta-feira (21), informou o número de internados no Rio Grande do Norte, em tratamento da Covid-19.
A atualização aponta 395 pacientes, entre acompanhamento clínico ou estado crítico, nas redes públicas e privadas.
O Rio Grande do Norte registra 264 novos casos de coronavírus, em um total de 4.060, com mais de 12 mil suspeitos, 9.117 descartados e 178 mortes. Nas últimas 24 horas, 08 óbitos confirmados. Sob investigação estão 40 mortes.
O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN) já atendeu em toda Grande Natal 57 ocorrências relacionadas a árvores somente nos últimos 50 dias. Diariamente, o CBMRN é acionado para vistoriar as mais antigas, cortar aquelas com risco de desabar e remover as que já haviam caído.
Durante o período chuvoso a quantidade de ocorrências de árvores que oferecem algum risco de cair sobre as casas ou nas ruas aumentam significativamente, o que requer um cuidado redobrado da população. Por isso, ao constatar que uma árvore pode cair, a pessoa deve imediatamente acionar o Corpo de Bombeiros através do 193.
“Para se ter uma árvore saudável é preciso cuidar, cortar e hidratar. A recomendação é que antes da época de chuvas a poda (remover galhos inúteis) seja feita, pois ela se faz necessária para evitar incidentes. A poda é um serviço importantíssimo para que as árvores possam se desenvolver no ambiente urbano sem causar riscos para a população”, disse o Comandante do GBS (Grupamento de Busca e Salvamento) do CBMRN, major Roberto Oliveira.
Além disso, é preciso que a população entenda que a corporação só atende ocorrências em que realmente a árvore ofereça um perigo iminente. Caso contrário a prefeitura municipal deve ser acionada.
Apesar da queda na arrecadação do município, a Prefeitura Municipal de Ceará-Mirim continua a pagar antecipadamente os salários, o que é uma excelente notícia nestes difíceis tempos de pandemia. Desta vez, está pagando com 11 dias de antecedência. Esta é a 5ª vez consecutiva, neste ano, em que os servidores de Ceará-Mirim terão dinheiro na conta antes da data pré-estabelecida.
Reforçando a importância de valorizar os servidores municipais, o prefeito Júlio César comentou que “uma das nossas prioridades são os nossos colaboradores. Entendemos a importância de cada um para o município e cabe a nós valorizar o trabalho prestado por eles. Essa antecipação só possível com muito planejamento, redução de gastos e acima de tudo, ouvindo as necessidades do povo”, destacou o prefeito.
A professora vai governar o RN por 08 anos e vai fazer o sucessor. Desgoverno foi do antecessor de FÁTIMA. Um tal de ROBSON que faria e não fez NADA e ainda por cima deixou 04 FOLHAS DE PAGAMENTO ATRASADA.
Sou aposentado e estou sem receber o meu salário de dezembro e 13° de 2018, o qual a sua governadora que vai governar até que o raio que o parta, disse que se fosse antecipada a cota dos royalties ela pagaria, mas que pelo visto era só enganação. Estou levando calote da desgovernadora. PT partido das trevas!
Povo do RN, ñ tolera mais um desgoverno do PT, já basta de tantas TRAIÇÕES um GOVERNO que praticou desde do início da sua GESTÃO desigualdade SOCIAL e injustiça SOCIAL.
BG!!
Será que o governo do Estado não vai apresentar nada?
Vai ficar só divulgando boletinhos da Sesap e nada mais??
Pense num governo fraco.
Fraco igual a caldo de biloca.
Cadê a dinheirama do governo federal??
Cadê o hopital de campanha??
Tá faltando o quê pra essa DESGOVERNADORA, pedir pra sair?
Por caridade!!!
Saque emergencial estará disponível em 15 de junho — Foto: Caroline Doms/TechTudo
Um novo saque do FGTS foi aprovado pelo governo federal, para diminuir os impactos econômicos causados pela Covid-19. A Medida Provisória (MP) 946/2020, prevê que os trabalhadores com saldo disponível nas contas do FGTS façam saques emergenciais de até R$ 1.045. Os saques poderão ser efetuados a partir do dia 15 de junho até 31 de dezembro e deverão seguir o calendário que ainda será divulgado pela Caixa Econômica. (Veja passo a passo aqui.)
A MP define que haverá uma ordem de saque para trabalhos com mais de uma conta do FGTS ativa. Os primeiros saques serão das contas vinculadas a trabalhos extintos e que possuem o menor saldo. Em seguida, os trabalhadores com as contas ativas com os menores valores, poderão sacar o benefício. Entretanto, quem preferir não realizar o saque emergencial deve informar a Caixa até o dia 30 agosto. Se a decisão não for notificada, o valor será depositado automaticamente na conta poupança do trabalhador.
Além de garantir o saque emergencial, a MP 946 também extingue o fundo PIS-Pasep, que foi criado em 1975. O saldo do fundo será transferido para o FGTS, mas o abono salarial não sofrerá mudanças. Segundo o governo, o dinheiro remanescente do PIS-Pasep que não for movimentado até 1º de junho de 2025 será considerado abandonado e passará a ser propriedade da União.
Outro ponto importante é que o saque emergencial do FGTS é diferente do saque aniversário. Quem aderiu ao benefício de aniversário pode sacar uma porcentagem referente ao valor do salário, que varia de acordo com as determinações do Ministério da Economia sobre o saldo disponível nas contas. O calendário para o saque aniversário desse ano já foi divulgado pela Caixa e o prazo limite depende do mês de nascimento de cada trabalhador.
Calendário de saque aniversário já está disponível no site da Caixa — Foto: Reprodução/Caixa Econômica Federal
A solidariedade tem sido item de primeira necessidade nesses tempos de pandemia. Após o surgimento do novo coronavírus, iniciativas empenhadas em contribuir para o controle da Covid-19 têm se destacado nas mais diversas áreas da sociedade. E, mesmo entidades, cujos negócios não estejam diretamente ligados aos insumos de controle da doença, buscam fazer a sua parte. É o caso do Sindicato da Indústria de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do Rio Grande do Norte (Sicramirn). A instituição comprou álcool líquido 70º e utilizou a estrutura de algumas fontes filiadas para o envase do produto e posterior distribuição.
“O momento é de união. Percebemos que precisávamos fazer a nossa parte para o controle da pandemia e identificamos que poderíamos contribuir com o envase e distribuição do álcool, que passou a ser item de extrema necessidade para toda a sociedade. Então, aproveitamos que a estrutura que já dispomos, os materiais e, o mais importante: a vontade de ajudar ao próximo”, comenta Djalma Cunha, presidente do Sicramirn.
Desta forma, o Sindicato adquiriu garrafas, tampas, impressão de rótulos e copos de água mineral entre as empresas que fazem parte da instituição e comprou 2.600 mil litros de álcool 70º para o envase. A primeira leva atendeu à demanda da cadeia produtiva da água mineral, especialmente, os pontos de distribuição. Para esses estabelecimentos, foram entregues cinco mil garrafas de 500ml de álcool para uso pelos entregadores de garrafões nas residências, visando à higienização e prevenção da Covid-19. Além disso, 100 litros de álcool foram destinados à Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap).
Duas mil garrafas de cinco litros com tampas foram destinadas à Federação da Agricultura e Pecuária do RN (FAERN) e à Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN). Outras cinco mil garrafas foram entregues ao Departamento de Farmácia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e quase dois mil copinhos biodegradáveis de água mineral foram destinados à Cruz Vermelha do Brasil, que atua no enfrentamento a Covid-19 no RN.
Djalma Cunha reforça que a ação faz parte de uma cadeia de providências que precisam ser tomadas para o controle efetivo da disseminação do novo coronavírus. “Estamos todos na mesma situação, e qualquer ação que pudermos fazer ajudará nesse embate. Nesse momento, o vírus é o nosso maior inimigo e a solidariedade é a nossa aliada contra essa pandemia. Colocamos a estrutura do Sicramirn à disposição para ajudar no que for preciso”, concluiu.
O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de ministros, realizou nesta quinta-feira (21) uma videoconferência com governadores para discutir ações relacionadas ao enfrentamento da crise de saúde e econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.
Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), participaram da videoconferência. Antes, tiveram uma audiência com Bolsonaro.
Na abertura do encontro, Bolsonaro disse que o governo defende congelamento de salários de servidores até o ano que vem.
“Bem como nesse momento difícil que o trabalhador enfrenta, alguns perderam seus empregos, outros tendo salário reduzido, os informais que foram duramente atingidos nesse momento, buscar maneiras de, ao restringirmos alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem, isso tem a ver com servidor público da União, Estados e municípios, nós possamos vencer essa crise”, afirmou o presidente.
Bolsonaro também afirmou que gostaria que a reunião concluísse, por consenso, que os vetos dele ao projeto de auxílio financeiro aos estados sejam mantidos.
“O mais importante: se possível sair uma proposta aqui por unanimidade de nós, ao vetarmos quatro dispositivos, um que é de extrema importância, que esse veto venha a ser mantido por parte do parlamento. Porque é assim que vamos construir nossa política, nos entendendo cada vez mais”, disse Bolsonaro.
Maia
Em seu discurso, Maia defendeu o projeto de socorro aos estados e pregou a união entre estados, municípios e governo federal para o enfrentamento da crise.
“Esse projeto vem nessa linha, projeto construído no Congresso Nacional junto com governo federal, que hoje vem à sua sanção em um momento muito importante no enfrentamento à crise. A união de todos no enfrentamento à crise vai criar com certeza as condições para que nos segundo momento possamos tratar do pós-pandemia da recuperação econômica, da recuperação dos empregos”, disse o presidente da Câmara.
Alcolumbre
O presidente do Senado, em sua fala na abertura do encontro, alertou que os políticos e governantes têm responsabilidade de conduzir o país durante a crise da pandemia e também depois, quando, segundo ele, as desigualdades na sociedade devem aumentar.
“A gente tem que ter a consciência de que essa crise é sem precedente na nossa vida, mas seremos cobrados por qual atitude tomamos para enfrentar a dificuldade de saúde pública que já tirou a vida de 20 mil brasileiros, milhares perdendo a chance de um futuro promissor. Nós temos responsabilidade com 210 milhões de brasileiros. Após essa pandemia o nosso país terá muito mais desigualdade. Essa diferença nas classes sociais se ampliará. A gente precisa ter responsabilidade e compromisso público”, disse o presidente do Senado.
Covid-19
Segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde, foram registradas no país 19.038 mortes provocadas pela Covid-19 e 294.152 casos da doença. O balanço de quarta-feira (20) do Ministério da Saúde informou 18.859 mortos e 291.579 casos.
Atualmente, o Brasil é o terceiro país no mundo com o maior número de casos confirmados da doença, atrás de Estados Unidos e Rússia.
Bolsonaro teve em março uma rodada de conversas por vídeo com governadores em encontros divididos por regiões. Na oportunidade, trocou farpas com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). As críticas feitas por ambos se mantiveram em abril e maio.
A nova conversa com governadores é uma tentativa de ajustar medidas de combate à Covid-19, em um contexto no qual o Brasil trocou duas vezes de ministro da Saúde (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich) e tem a pasta no momento comandada de forma interina pelo general Eduardo Pazuello, um militar sem experiência em saúde pública.
Estados enfrentam dificuldade com equipamentos em unidades de saúde e presidente e governadores divergem na estratégia para conter a doença em temas como isolamento social e uso da cloroquina pelas pessoas infectados.
Bolsonaro é crítico das medidas de isolamento social e defende isolar somente idosos e pessoas com doenças crônicas. O presidente já se manifestou pela retomada do comércio e a volta das aulas, enquanto muitos governadores, como Doria, mantêm as medidas de restrição ao comércio a fim de tentar frear a velocidade do contágio da população.
Socorro aos estados
Em entrevista ao blog da jornalista Ana Flor, colunista do G1 e da GloboNews, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a videoconferência é uma oportunidade de pacificar as relações entre os governos federal e estaduais.
Um dos temas que Guedes espera definir a partir da videoconferência é o conjunto de possíveis vetos ao projeto de socorro aos estados e municípios, aprovado em 6 de maio pelo Congresso, e que ainda não foi sancionado por Bolsonaro.
Guedes e Bolsonaro querem que os governadores se comprometam a garantir que irão ajudar a manter os vetos que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público nas três esferas.
O Planalto propôs o congelamento dos salários de servidores como contrapartida à ajuda de R$ 60 bilhões, contudo, na tramitação no Congresso os parlamentares aprovaram a liberação ao reajuste para determinadas categorias.
No dia seguinte à aprovação do texto pelo Senado, Bolsonaro afirmou que, por sugestão de Guedes, iria vetar a permissão de reajustes salariais ao funcionalismo.
Agora, Guedes e Bolsonaro querem que os governadores se comprometam a garantir que irão ajudar a manter os vetos que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público nas três esferas. Guedes tem alertado para o risco dos estados usarem o dinheiro destinado à saúde para conceder reajustes ao funcionalismo em ano eleitoral.
João Doria estendeu a bandeira branca a Jair Bolsonaro na reunião dos governadores com o presidente.
“Quero cumprimentar a forma com que essa reunião está sendo conduzida, para a união de todos. O Brasil precisa estar unido para vencer a crise e proteger a saúde dos brasileiros”, disse o governador de São Paulo.
“Fico feliz, presidente Jair Bolsonaro, por perceber em todas as intervenções, a começar da sua, que este é o sentimento. […] Vamos em paz, presidente. Vamos pelo Brasil e vamos juntos.”
Esse Doria é um dos maiores bandidos da política brasileira, pois está fabricando Mirtes por Covid 19 para derrubar o presidente da Repubica e pegar dinheiro da união.
É Claro , se os governadores não agirem como doidos, o Brasil entra no colapso total…ja ouviram falar que o psiquiatra trabalha o doente como se ele fosse também….o cara estava cpm o gás da euforia mental, quantos iriam morrer dessa pandemia esquizofrênica
BG
Esse dória tem o sorriso nos lábios e o coração de lobo devorador. Todo cuidado é pouco. O show na televisão que ele tem feito diariamente não merece a menor credibilidade, está fazendo campanha politica antecipada.
Bolsonaro briga com governadores: "bruto, inábil, ditador (ou sem moral), só quer saber de proteger os filhos, cadê o Queiroz, que impor suas pautas".
Bolsonaro dialoga com governadores: "morde-e-assopra", tá se aproximando do centrão, já entregou ministérios por mdb/pp de porteira fechada, banana, frouxo, com medo do impitiman.
Situações opostas, mesmo ódio dos perdedores. Vai ter mais em 26, abiguinhos.
“O motivo da reunião é unir a força de todos para enfrentar os problemas da crise. Ainda não sabemos o tamanho da sua dimensão. Sabemos que a pandemia em muito prejudicou não só o Brasil, mas o mundo todo”, afirmou o Presidente Jair Bolsonaro
no início da reunião.
“Temos que trabalhar em conjunto. A pauta de hoje é a sanção de um projeto, que trata de uma continuidade de outras leis aprovadas de uma auxílio aos governadores de aproximadamente R$ 60 bilhões”, disse.
“Quando se fala que os trabalhadores informais e formais perderam muito, temos que falar da cota de sacrifício dos servidores. De não ter reajuste até dezembro ano que vem”, lembrou Bolsonaro.
“Deixo claro nesse projeto que as progressões e as promoções dos servidores públicos vão continuar ocorrendo normalmente. Essas não serão atingidas”, ressaltou o Presidente da República.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia(DEM-RJ), também se posicionou: “O projeto foi construído no Congresso Nacional junto com o Governo Federal. Esse é um momento muito importante no enfrentamento a crise. A união de todos vai criar, com certeza, as melhores condições para que possamos tratar da nossa recuperação econômica”.
“A sanção desse projeto une a todos e isso é o mais importante. Tenho certeza, Presidente Bolsonaro, que sua decisão em sancionar o projeto vai garantir as condições mínimas para que prefeitos e governadores possam proteger a sociedade desse vírus”, ressaltou Maia.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), em sua fala na abertura do encontro, celebrou o consenso: “Fico muito feliz de participar desse momento histórico onde os atores envolvidos em um processo de reconstrução de um país estão sentados em uma mesa dialogando. Diferente do que muitos pensam, não há uma divisão entre o Executivo, Legislativo e Judiciário”.
A equipe da Secretaria de Estadual de Turismo (Setur/RN) e Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur) estão construindo o Plano de Retomada do Turismo do Rio Grande do Norte, com apoio do trade turístico potiguar, prefeituras e associações. Reuniões periódicas estão acontecendo por videoconferência para tratar sobre as ações que estão sendo tomadas com o objetivo de mitigar os impactos da crise provocada pela pandemia, como também debater o plano de retomada do setor.
Durante os meses de abril e maio, pesquisas foram desenvolvidas em âmbito nacional e regional para que o trabalho da Setur/Emprotur fosse norteado pelos resultados. “Vivemos um momento único no mundo, o turismo precisa refletir essa realidade, por isso inicialmente investimos em pesquisas. Elas nos ajudam a entender o comportamento dos profissionais do setor e quais suas expectativas, e também nos mostra como os municípios estão sendo afetados nesse momento”, explica o presidente da Emprotur, Bruno Reis.
Encontros virtuais foram realizados com os representantes dos principais destinos turísticos do RN, assim como Natal, Pipa e SMG; Sistema Fecomércio/RN, através do Senac/RN; Sebrae/RN, Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/RN); Sindicato das Empresas de Turismo (Sindetur/RN), Natal Convention Bureau; Associação Brasileira de Agências de Viagens do RN (ABAV/RN) e também com os representantes dos cinco polos turísticos, além das companhias aéreas que operam voos para o nosso destino, para apresentar as diretrizes iniciais do Plano de Retomada do Turismo no Rio Grande do Norte e a possibilidade de criação de protocolos sanitários para os espaços turísticos.
O Plano de Retomada do Turismo do Rio Grande do Norte, que inclui ações regionais, nacionais e internacionais e define estratégias online e offline para ativar cada público, deve começar a ser implementado no início do segundo semestre de 2020. A Secretária de Turismo, Aninha Costa, ressalta a importância da união das entidades representativas de setor, do Governo do Estado e também a iniciativa privada para o sucesso nos resultados: “Fundamental a participação de todos, estamos trabalhando de forma colaborativa desde o início desta crise. E buscando as melhores alternativas para atravessarmos esse momento tão difícil”.
Ao lado de Jair Bolsonaro, de máscara, Rodrigo Maia falou sobre a importância da ajuda aos estados e municípios em meio à pandemia da Covid-19.
“Reunião para mim muito importante. Uma união que simboliza a importância da nossa federação, dos nossos prefeitos, dos nossos governadores no enfrentamento da pandemia. Uma crise que tira arrecadação de todos os entes federados, da União ao menor município”, disse o presidente da Câmara.
“Esse projeto vem nessa linha, construído no Congresso, junto com o governo federal. A união de todos vai criar as melhores condições para que no segundo momento nós possamos tratar da nossa recuperação econômica.”
Alcolumbre: “Esta fotografia vai servir para aqueles que insistem em nos dividir”
Davi Alcolumbre se mostrou animadíssimo com o encontro entre Jair Bolsonaro e governadores.
Em tom de discurso de campanha, o presidente do Senado disse que a fotografia do encontro virtual servirá para “aqueles que insistem em nos dividir”.
“Esta fotografia vai servir para todos aqueles que insistem em nos dividir. Eles perderão, porque nós estamos unidos com o povo brasileiro, todos os Poderes.”
Em uma reunião marcada pelo tom conciliador, o presidente Jair Bolsonaro prometeu sancionar nesta quinta-feira o projeto de socorro federal de R$ 60 bilhões a estados e municípios. Com apoio dos governadores, o presidente também confirmou que irá vetar a possibilidade de reajustes para servidores públicos. Com isso, o funcionalismo de União, estados e municípios terão os salários congelados até 2021.
Na reunião, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-RJ), falou em “bandeira branca”, e o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), destacou a necessidade de diálogo. Bolsonaro afirmou que o congelamento de salários é o remédio menos amargo.
— Em comum acordo com os Poderes, nós chegamos à conclusão de que, congelando a remuneração, os proventos também dos servidores até o final do ano que vem, esse peso seria menor, mas de extrema importância para todos nós. É bom para o servidor, porque o remédio é menos amargo, mas é de extrema importância para todos os 210 milhões de habitantes — disse Bolsonaro.
O presdente defendeu o trabalho em conjunto com governadores para manter o veto.
— O motivo dessa pauta é falar para os senhores, porque temos que trabalhar em conjunto (sobre) a sanção de um projeto, um socorro aos senhores governadores de aproximadamente R$ 60 bilhões, também extensivo a prefeitos — disse, defendendo o veto aos reajustes:
— Nesse momento difícil que o trabalhador, uns perdendo os seus empregos, outros tendo os seus salários reduzidos, os informais também que foram duramente atingidos nesse momento, buscar maneiras de, ao restringirmos alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem, isso tem a ver com o servidor público da União, dos Estados e municípios, nós possamos vencer essa crise.
Depois de Bolsonaro e Dória discutirem na última reunião, o governador de São Paulo elogiou o presidente por ter tomado a iniciativa de convidar os chefes dos estados.
— Quero exaltar e cumprimentar a forma com que essa reunião está sendo conduzida, para a união de todos. O Brasil precisa estar unido para vencer a crise, ajudar e proteger a saúde dos brasileiros. Nós precisamos, sim, estar unidos. Vamos em paz, presidente. Vamos pelo Brasil e vamos juntos. É o melhor caminho e é a melhor forma de vencer a pandemia — disse Dória.
Servidores sem aumento
O projeto de socorro aos estados teve várias idas e vindas antes de ser aprovado e partir para sanção presidencial. Na versão original do projeto, elaborado pelo Senado e pela equipe econômica, a ajuda federal a gestores locais teria como contrapartida o congelamento de salários de todos os servidores públicos da União, estados e municípios até dezembro de 2018. O impacto da medida foi estimado pelo Ministério da Economia em R$ 130 bilhões.
No Congresso, no entanto, esse ponto do projeto foi desidratado. Parlamentares blindaram várias categorias do ajuste, incluindo professores, profissionais de segurança e de saúde. Com isso, a estimativa de economia foi reduzida para R$ 43 bilhões. Bolsonaro já havia sinalizado o veto a esse trecho do projeto. O presidente buscou o encontro com governadores para negociar a manutenção do veto.
Antes de vetar, porém, Bolsonaro deu aval para reajustes de até 25% para policiais do Distrito Federal. Também antes do veto, Bolsonaro vai permitir a contratação de policiais federais e de agentes da Polícia Rodoviária Federal. O projeto, além de proibir os aumentos, impede a contratação de servidores até 2021 e suspende concursos. Apenas profissionais relacionados com o combate à pandemia poderão ser contratados temporariamente.
Reforma administrativa
Alcolumbre também aproveitou a reunião para pregar o diálogo entre os Poderes e disse que trata-se de “um dia histórico”.
— Esse momento hoje se deu com base no diálogo. Não temos outro caminho. O Brasil é uma Federação — disse o presidente do Senado — Chegou a hora de darmos as mãos e levantarmos uma bandeira branca, porque não guerra todos perdem — completou.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que, após a pandemia, será necessário uma reforma administrativa muito maior, para organizar o Estado em outro patamar.
— Quem pensava uma reforma administrativa antes dessa pandemia, com relação dívida de 70% (do PIB), agora vai ter que pensar uma reforma administrativa com relação dívida/PIB na ordem de 100% do PIB. É outra reforma administrativa, não do ponto de vista apenas da economia, mas da qualidade do gasto público. Esse tem que ser o nosso objetivo — disse Maia.
‘Esforço de todos’ contra a crise
Sentado ao lado de Maia e Alcolumbre, Bolsonaro defendeu um esforço conjunto para diminuir os problemas de quem foi afetado pela crise.
— O motivo da reunião é uma continuidade, um esforço de todos na busca de minorar, mitigar problemas e atingir na ponta da linha aqueles que são afetados por essa crise aqui que nós não sabemos ainda o tamanho da sua dimensão, mas sabemos que ela realmente em muito prejudicou não só o Brasil, mas o mundo todo — disse o presidente.
Primeiro governador de oposição a falar, Renato Casagrande (PSB-ES) disse que a crise é de médio e longo prazo e que não vai acabar em apenas um ou dois meses.
— Só terá fim na hora que tivermos um remédio cientificamente comprovado ou uma vacina —comentou o chefe do Executivo do Espírito Santo.
O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), disse que a maioria dos governadores quer que o presidente vete a possibilidade de aumento para servidores.
— A maioria dos governadores entende importante vetar esse aumento para os servidores. Nós todos também estamos dando uma cota de sacrifício. É um momento ímpar da história do nosso país — disse ele.
Mas congelar salário de servidor que recebe pouco e já está congelado há 5 anos é justo??? Por que não congela o salário somente dos que recebem mais???
O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN) resgatou na noite desta quarta-feira (20) um tamanduá-mirim que estava em uma residência no bairro de Nova Esperança, na cidade de Parnamirim, Região Metropolitana de Natal.
A corporação foi acionada pelo dono da residência por volta das 21h, que ligou no 193 e solicitou o resgate. Saudável e sem ferimentos, o animal foi levado pelo CBMRN e solto em área de mata às margens do Rio Pitimbu, em Parnamirim.
O tamanduá-mirim costuma ser um animal solitário, com hábito predominantemente noturno. Essa espécie pode ser encontrada em diversas regiões do Brasil e tem uma grande variação no padrão de coloração.
De janeiro até a metade de maio de 2020, o Corpo de Bombeiros Militar do RN realizou 278 resgates. Por isso a recomendação da corporação para a população é que ao se deparar com animais silvestres nas ruas ou em ambientes atípicos acione imediatamente os bombeiros através do 193.
Pelo amor de Deus homi. Bombeiro resgatando tamanduá. Tem coisa mais gloriosa para bombeiro fazer. Semana passada foi um cachorro no telhado. Eu sei que meu carro pegou fogo aqui em Campestre, tive um prejuízo danado e bombeiro que é bom nada
Comente aqui