Governadores respondem a Bolsonaro sobre repasses federais: ‘Obrigação constitucional’

Em uma carta aberta, 16 governadores responderam a uma postagem do presidente Jair Bolsonaro sobre repasses do governo federal. Bolsonaro, que tem dito que faz sua parte no combate à pandemia de Covid-19, publicou no domingo (28), em suas redes sociais, uma lista com valores encaminhados pela União para cada estado em 2020. Os governadores disseram que os repasses são uma “obrigação constitucional” do governo federal e que a parcela efetivamente enviada para a área de saúde foi “absolutamente minoritária”.

O Brasil passa pelo momento mais crítico desde o início da pandemia, registrando recordes na média móvel de mortes e escassez de leitos de UTI em diversos estados. Vários governadores nos últimos dias decretaram medidas de intensificação do isolamento social e fechamento do comércio, que desagradam o presidente. Nesse contexto, Bolsonaro foi às redes sociais para divulgar as verbas enviadas aos estados.

Para os governadores, Bolsonaro tratou os repasses como se fossem uma “concessão” ou um “favor” aos governos estaduais. Eles ressaltaram que, na verdade, se trata de “expresso mandamento constitucional”.

“Nesse sentido, a postagem hoje [domingo (26) ] veiculada nas redes sociais da União e do presidente da República contabiliza majoritariamente os valores pertencentes por obrigação constitucional aos estados e municípios, como os relativos ao FPE [Fundo de Participação dos Estados], FPM [Fundo de Participação dos Municípios], FUNDEB [fundo para a educação], SUS, royalties, tratando-os como uma concessão política do atual governo federal”, escreveram os governadores na carta.

Os governadores também disseram que Bolsonaro “parece priorizar a criação de confrontos” num momento em que o país precisa de ação conjunta entre União, estados e municípios para enfrentar o momento mais agudo da pandemia.

Eles acrescentaram ainda que os valores listados por Bolsonaro são usados para ações em várias áreas, como: “educação, segurança, estruturas de atendimento da saúde, justiça, entre outras”. E lembraram que o governo federal dispõe dos mecanismos para assegurar que os recursos estão sendo aplicados.

“Em relação aos recursos efetivamente repassados para a área de Saúde, parcela absolutamente minoritária dentro do montante publicado hoje, todos os instrumentos de auditoria de repasses federais estão em vigor. A estrutura de fiscalização do governo federal e do Tribunal de Contas da União tem por dever assegurar aos brasileiros que a finalidade de tais recursos seja obedecida por cada governante local”, completaram os governadores.

Os 16 autores da carta disseram que veem com “preocupação” a publicação de Bolsonaro que, segundo eles, representa a “utilização, pelo governo federal, de instrumentos de comunicação oficial, custeados por dinheiro público, a fim de produzir informação distorcida, gerar interpretações equivocadas e atacar governos”.

Os 16 governadores que assinam a carta são:

Renan Filho, Alagoas

Waldez Góes, Amapá

Camilo Santana, Ceará

Renato Casagrande, Espírito Santo

Ronaldo Caiado, Goiás

Flávio Dino, Maranhão

Helder Barbalho, Pará

João Azevedo, Paraíba

Ratinho Júnior, Paraná

Paulo Câmara, Pernambuco

Wellington Dias, Piauí

Cláudio Castro, Rio de Janeiro

Fátima Bezerra, Rio Grande do Norte

Eduardo Leite, Rio Grande do Sul

João Doria, São Paulo

Belivaldo Chagas, Sergipe

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Se eles dizem que o governo federal está fazendo a sua obrigação é que a transferência que vem sendo feita é a ideal para manutenção da crise e do estado
    Agora eles tem que mostrar o que fizeram com o dinheiro onde e quanto gastaram, ficar mandando cartinha sem a população saber para onde foi o dinheiro é fácil.

  2. Josimar Galdino disse:

    Eu só digo uma coisa Bolsonaro até 2026 ,e os esquerdopata vão ter que aguentar

  3. Pão com MortaNdela vencida disse:

    Força meu presidente
    Dê moleza para os esquerdopatas ladrões não.
    #bolsonaro 2022
    #70milhõea no mínimo

  4. Sergio disse:

    Esses governadores estão querendo institualizar a rapinagem? Só pode ser, eles também tem o direto de prestar conta a sociedade do que já receberam e o que fizeram com a grana. Não fazem pq sabem que fizeram com o dinheiro. Agora ficam cobrando, vão se catar bando de " sabidões' .

  5. Talmartugo Smitch Trancoso disse:

    Estão MUDANDO o FOCO da situação.
    Não se quer saber se era ou não obrigação do Presidente repassar os recursos.
    o que interessa é:
    ONDE ESTÁ ESSE DINHEIRO REPASSADO?
    EM QUÊ FOI APLICADO ESSE DINHEIRO?
    ONDEFORAM GASTOS TODOS ESSES MILHÕES?
    O QUE OS GOVERNADORES E PREFEITOS FIZERAMCOM ESSE DINHEIRO?
    DEVEM COMPROVAR A APLICAÇÃO DOS RECURSOS, ANTES DE PEDIRMAIS E MAIS E MAIS.

  6. Tarcísio Eimar disse:

    Constitucional mesmo, e que os governadores façam o uso a q se destinam esses recursos e não engordar o caixa pra levantar a moral de sua gestão. Pós-pandemia vai ter tanto governador cuspindo fogo, arrotando vantagem, que sua gestão fez isso fez aquilo. Enquanto que o número de mortos ficará pra história como responsabilidade do governo federal

  7. Eduardo disse:

    Só Mourão mesmo, esse ai não entende nem de D. Tributário! Voto perdido.

  8. CIDADAO55 disse:

    E quantas são as obrigações constitucionais que esses governadores deveriam cumprir e não cumprem!

  9. Calígula disse:

    Mito 2022.
    A pelegada pira kkkk

  10. Miltom mago disse:

    Junto com essas assinaturas outra.
    Assinaram a confissão que estão recebendo o que é constitucional.
    Sinal claro que o repasse está sendo feito.
    Então se virem pra abrir leitos.
    Se virem!!!!
    Bolsonaro ô véi duro.
    Querem mais dinheiro.
    Era só o que faltava.
    O PR paga auxílio.
    Paga vacinas.
    E o herói é vcs??
    Vão trabalhar cambada de incompetentes.
    TÁ NA HORA DE TIRAR ESSE PESSOAL DO MEIO.
    panela que muitos mexem, ou sai ENSSOSSA OU SALGADA.
    da lhe Bolsonaro!!
    Tamos juntos meu presidente.
    Não abro nem pro trem.
    Bota pra torar!!!!!

  11. Mito show disse:

    Pode esperniarem!!!
    Quem manda é a caneta bic do bozo.
    Kkkkkkkkkkkkkj
    Se preparem para outra surra viu.
    Nós não temos adversários em 2022.
    Kkkkkkkkkk
    Chupa esquerdalhadas corruptos.
    Kkkkkkkkkkkkk

  12. Tom França disse:

    Se repassa é obrigação, se não repassa é calote! Vá entender! Só duas perguntinhas: se a verba é minoritária, ela pode ser usada pra "entregar" 5 milhões a um consórcio fajuto, que vive só de fachada? E o pior: sem retorno nenhum! A verba também pode ser usada pra comprar ventiladores quebrados, em um montante que chega a quase 2 milhões?

  13. Flauberto Wagner disse:

    Senhores e Senhoras, concordo plenamente que os repasses dos recursos são "obrigação constitucional", mas também a aplicação destes recursos são para serem utilizados de acordo com as normas constitucionais, porém, o que vemos são os diversos descaminhos nos governos dos signatários do documento, inclusive aqui no RN, temos os R$ 5.000
    000,00 dos respiradores; R$ 1.650.000,00 dos equipamentos que foram comprados com defeitos de fábrica e R$ 8.000.000,00 da locação das ambulâncias, são estes apenas alguns exemplos.
    Mais engraçado é que eles podem criticarem o PR aí ele se manifesta a coisa vira um campo de guerra.
    Sabermos muito bem quais são as intenções dessa turminha da esquerda.

    • Júlio disse:

      Exatamente! Cadê a prestação de contas dessa grana toda que o governo federal mandou para os estados? O que vimos foram operações policiais contra políticos e assessores que surrupiaram o dinheiro enviado pelo governo federal. Agora estão querendo mais? Quanta sede de roubar!

  14. Pinico di Mirro disse:

    Eu nem digo nada…, só digo; MOURÃO 2021

  15. claudio disse:

    BOZO LOUCO

  16. Natalense disse:

    Impeachment já! MOURÃO 2021.

Governadores combinam envio de doses extras das vacinas para o Amazonas

Foto: Dirceu Portugal/FotoArena/Estadão Conteúdo

Governadores de pelo menos 20 estados brasileiros combinaram de destinar ao Amazonas mais doses do novo lote das vacinas da Coronavac e de Oxford que serão distribuídas nos próximos dias.

O Ministério da Saúde e Secretários estaduais e municipais de Saúde também tiveram reunião nessa quinta-feira para tratar do assunto. As doses extras devem ser destinadas aos idosos, inclusive o grupo que tem mais de 75 anos. Nenhum outro estado iniciou a vacinação por essa faixa etária, até então apenas idosos que moram em instituições estavam na lista. Com o atendimento na rede hospitalar sobrecarregado, a intenção é evitar internações de idosos.

O acerto entre governadores foi confirmado à CNN por pelo menos dois governadores: Eduardo Leite (PSDB), do Rio Grande do Sul, e Wellington Dias (PT), do Piauí, que é coordenador para vacinas do Fórum dos Governadores.

Leite explicou que, em princípio, a ideia é destinar somente para o Amazonas 5% do total de doses. O restante seria distribuído aos estados na proporção já acertada, equivalente a 2,5% de suas populações.

A divisão passa por reuniões do departamento de logística do Ministério da Saúde, que a pasta terá nesta sexta-feira.

Já os governadores têm combinado a distribuição por meio do grupo de WhatsApp que eles têm. “Já houve manifestação de mais de 20 governadores favoravelmente. Ninguém contrário”, afirmou Leite.

Pará

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), também pediu doses extras para destinar a cidades do interior do Estado localizadas próximas à divisa com o Amazonas.

“Pedi ao Ministério da Saúde ontem de manhã. Houve concordância do Ministério e dos governadores”, disse Barbalho à CNN. “A quantidade extra seria para 6 cidades que fazem fronteira com Amazonas.

Seriam 4906 vacinas a mais. Isso considerando pacientes com 75 anos ou mais. É uma maneira de criar uma barreira de imunidade para evitar colapso no sistema. Por enquanto ainda tem leitos disponíveis. Separam 110 leitos de UTI no Estado somente para receber quem vem da região oeste do Pará.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cris disse:

    Se a pandemia não tinha terminado pq os governos estaduais desativaram os hospitais de campanha?

  2. Tico de Adauto disse:

    👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏
    Parabéns! Se o ministério da saúde não funciona, q os demais atores tomem a frente do enfrentamento a pandemia.

    • Incompetente Fátima disse:

      Se vc não sabe, o governo petista do RN com o cofre cheio de dinheiro, só ontem deixou morrer 10 potiguares.
      Vai contando.

  3. Gustavo disse:

    A vida humana tem e deve ser respeitada, mas na Amazônia ai muito além disso.
    Segundo as informações de conhecimento público, o governo desativou 85% dos leitos de UTI destinados a covid.
    O governo federal tornou público o repasse feito ao governo daquele estado de milhões e mesmo assim, por lá falta tudo no combate a pandemia.
    O governo federal enviou 36 tanques de oxigênio líquido, 1510 cilindros de oxigênio e 40 respiradores e o governo por lá continua perdido.
    Agora surge denúncia que mais de 60 mil vacinas entregues ao governo da Amazônia sumiram.
    Não passou da hora desse governador responder por seus atos?
    Onde andam as autoridades que não tomam as medidas imediatas para que o povo da Amazônia deixe de sofrer?

Vacinação adiantada de Doria divide governadores e gera mal-estar em grupo de WhatsApp

A decisão de João Doria (PSDB-SP) de aplicar a primeira vacina nesse domingo (17) gerou mal-estar. Em grupo de WhatsApp de governadores, Wellington Dias (PT-PI) disse que a atitude foi lamentável. “O entendimento sempre foi o Brasil numa mesma data. Um estado coloca os demais como de segunda categoria”, escreveu.

A insatisfação chegou a Eduardo Pazuello (Saúde), que sentiu confiança para convidar governadores a um ato simbólico nesta segunda-feira (18).

Até o fim da noite, Doria não tinha respondido no grupo. Nos bastidores, governadores se dividiram. Alguns dizem ter sido uma atitude previsível do tucano, de explorar politicamente os efeitos do acerto de ter apostado na ciência e na vacina contra o negacionismo de Jair Bolsonaro e seu ministro. Outros endossaram a crítica.

Na visão de parte do grupo, a ação do governador paulista deu sobrevida a Pazuello. Quem não concordou decidiu ir para o lado do enfraquecido ministro com a justificativa de que devem todos se unir ao plano nacional de imunização.

Quem criticou Doria diz que o ato convocado pelo titular da Saúde estará maior por causa da insatisfação gerada. Alguns deles tinham o mesmo discurso de Pazuello: a vacina é do SUS, não de SP. Convidado para a cerimônia, Doria enviará o vice-governador Rodrigo Garcia (DEM) em seu lugar.

Desde o início da pandemia, o governador de São Paulo tomou a liderança em medidas que observavam a ciência, enquanto o presidente da República tentava minimizar a pandemia.

De um lado, Doria apostou em ações de isolamento social da população, seguindo orientação de especialistas, e, de outro, passou levantar a bandeira da vacina. Virou, assim, o maior contraponto a Bolsonaro, tendo apoio também de colegas governadores.

Painel – Folha de São Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico bateu no bode disse:

    Querem apadrinhar a vacina, esquecem que a o SUS desembolsou milhões na terceira fase.

  2. Claudio disse:

    É cada comentário bosta! Como se calça apertada fosse um jesus. Anvisa fala que a coronavac não vale merda mesmo assim liberou. Tem tbm a Oxford que é mais eficaz e só falam na coronavac, tudo politicagem! Tá chegando carnaval kkkkk

  3. Rodrigo disse:

    O Doria apostou na ciência segundo o texto certo? Quais os números da Pandemia em São Paulo? Melhores que o resto de Brasil?

  4. André Pinto disse:

    só criticou Dória os governadores "CALÇA FOLOTES" que são incompetentes e só vão vacinar os seus cidadãos por causa da persistência do governo de São Paulo. Porque se fossem depender do rascunho de presidente, terminava o ano e ninguém se vacinava.

    Da mesma forma, esses incompetentes não criticam o desgoverno que chegou a envelopar um avião para nada, porque ia buscar uma vacina que a índia não vendeu.

    Mas a inveja mata… tome cuidado para não se contaminar.

    Da próxima sejam competentes e façam como Dória… trabalhe.

  5. Bruno disse:

    N gosto de doria mas ele foi o cara sim. Agiu como presidente sim.

  6. Japiense disse:

    1Cara de atitude. Não ficou esperando a (in)ação do governo federal. AGIU!

  7. Cabo Silva disse:

    PRESIDENTE MOSTRA CLOROQUI A A EMAS NO PALÁCIO.

    DORIA VACINA!

  8. Vitor disse:

    Esse calça colada é um palhaço. 100% politicagem. Cadê os dados completos? O PCC não permite. A garota propaganda já tomou a terceira dose. Mas já que é caldo de batata, tá tudo certo kkk

  9. Jailson disse:

    Incompetência extrema desse governo Bolsonaro militar.

    • Fernando Palhares disse:

      Verdade, competente eram os governos anteriores que faziam da corrupção a moeda de apoio comprando a mídia, congresso, empresas e financiava as ditaduras de Cuba, Venezuela e tantas outras. Competente era o governo anterior que produzia um escândalo de corrupção por mês e levou as empresas públicas a operar no vermelho por anos

  10. Argemiro Firmino Linhares disse:

    Não vou defender nem atacar ninguém, mas existem situações peculiares nessa pandemia.
    Qual governador ficou a frente da PROIBIÇÃO NO USO DA IVERMECTINA, CLORIQUINA e ZINCO? Qual estado brasileiro tem o maior número de mortes com covid 19? Qual governador tem dado espetáculo na mídia, fazendo da pandemia uma irresponsável disputa política?
    Qual a UNICA vacina que teve propaganda da mídia e foi defendida por 01 governador? Qual o governador, que MESMO SEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA e testes DEFENDEU e COMPROU antecipadamente uma vacina?
    Se essas perguntas tiverem apenas 01 NOME como resposta, fica a dita: "PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VÊ e SE DEIXA MANIPULAR".

    • João Maria disse:

      Parabéns pelo comentário, Argemiro!

    • Waldemir disse:

      Parabens pelo comentário
      Si para acrescentar por que ele fez de tudo para nao entregar os 6 milhões de dose que tinga em SP
      R É por que nao tinha 6 milhões duvido que tinha e duvido que vai vacinar o numero de pessoas que ficou de vacina lá

    • Ignácio disse:

      Quem comprou foi o SUS.
      A vacina é do SUS, não é de São Paulo.
      Satisfeito??
      Esse Doria é um canalha discarado, faz da desgraça alheia, uma politicagem sebosa.
      Essa a verdade.
      Desde o início que ele faz essa presepada, tentando abafar o aumento dos impostos.
      Um cara desses não serve pra presidir um país.
      É um safado.
      Vota quem quer, mas sabendo quem ele é.
      É um Fanfarrão!!

  11. Arly Araujo disse:

    O choro é livre. Queria que minha Governadora também pulasse a frente e começasse logo a vacinação. Farinha pouca meu pirão primeiro. Quero ver o morador de São Paulo reclamar. Cambada de babacas quem critica. Ele bancou a vacina do Butantã, então ele que receba os louros e Bolsonaro que se lasque.

  12. Jose de Arimatea Lopes Fernandes disse:

    Dória pode ser tudo, agora ninguém pode tirar dele o direito de ser o maior responsável pelo o programa de vacinação no Brasil.
    Reagiu todas as teses negativistas de Bolsonaro e seus comparsas, investiu no Butantã, produziu e estocou vacinas, enquanto o Presidente insistia no receituário de suas grarrafadas primitivas.

  13. ZéGado disse:

    Governo incompetente.
    Negacionista, achismo, boiada imunda. Atrapalha quem quer agir e salvar vidas.

  14. Teobaldo A Dantas de Medeiros disse:

    Doria é o maior combustível desse governo. É o que ele faz que impulsiona essa cambada de milico incompetente!!!

    Obrigado, Doria!!!

  15. Calígula disse:

    Dória é um moleque e Bolsonaro tem razão.
    Dóriana adora exibicionismo.

  16. Canhoto potiguar disse:

    Piauí não é de segunda categoria.
    É de quinta.

  17. Ivana Maria Cardoso disse:

    Quem faria diferente???

    BANDO DE INVEJOSO, RECALCADO

Governadores cobram Ministério da Saúde sobre cronograma de vacinação

Foto: JOE RAEDLE / AFP

Diante do avanço da vacinação em outros países do mundo, o Fórum de Governadores cobrou do Ministério da Saúde um cronograma para o início da imunização no Brasil. Em reunião com membros da pasta nesta terça-feira, o representante do grupo, o governador Wellington Dias (PT), do Piauí, pediu que o governo estabeleça datas para vacinação e também para treinamento dos profissionais que participarão do trabalho.

— Claro que queremos segurança e a garantia de eficácia, mas também queremos agilidade— disse Dias, que é presidente do Consórcio Nordeste e coordenador da temática de Vacina do Fórum Nacional de Governadores. Ele acrescentou:

— Por que (ainda) não temos um cronograma para o início da vacinação? Outros países começaram protegendo aquela parte mais vulnerável, isso requer menos doses de vacina. Mas é preciso ter um cronograma agora! Não é razoável que o mundo inteiro já tenha começado vacinação e um país como o Brasil, que tem laboratórios, que tem produção, não ter (iniciado a) vacinação.

Nesta terça-feira, a Argentina começou a vacinação contra Covid-19 com a utilização do imunizante Sputinik V, produzido pela Rússia. No último domingo, a União Europeia também começou sua campanha de vacinação.

Há duas semanas, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a previsão da pasta é a de começar a distribuir as doses de vacina contra a Covid-19 em meados de janeiro. Segundo Pazuello, a expectativa era entregar 24,5 milhões de doses ainda no primeiro mês de 2021. Até o momento, no entanto, a pasta não detalhou o cronograma para a vacinação dos brasileiros.

Segundo Wellington Dias, a previsão dada aos gestores estaduais pelo governo era de que o treinamento dos profissionais de saúde que atuarão na aplicação de vacinas fosse feito antes do Natal, o que não aconteceu.

— Não foi. Vai ser mesmo na primeira semana de janeiro? Qual a data ? Porque nós temos que mobilizar todos os municípios brasileiros para fazer essa formação de profissionais que trabalharão com a vacinação— disse.

A reportagem questionou o Ministério da Saúde sobre as datas para a vacinação no país e perguntou o motivo do atraso na qualificação dos profissionais de saúde, mas ainda não obteve resposta.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mgil disse:

    Esses governadores é uma pilantragem só, com apoio da imprensa. Não enxergaram que com as redes sociais o povo não é mais enganado facilmente. Tentam carimbar uma narrativa política contra o presidente, narrativa mentirosa, claro. O povo já percebeu essa malandragem e é por isso que toda pesquisa nos mais diversos questionamentos, aponta o alto índice de aprovação do Presidente. Que continuem assim agindo como idiotas.

  2. Aparecida disse:

    Chile e Argentina já começaram a vacinar a população. Enquanto no Brasil idiotas ainda polemizam a qualidade das vacinas. Todas as vacinas contra Civis, TODAS, tem contribuição japonesa. Vc q tem filhos sabe a origem das vacinas ministradas a seus filhos?? Enquanto por aqui se discute a largura da calça de Doria. Pelo menos ele se moveu para trazer a vacina.

    • Victorino disse:

      Qual a vacina já estar liberada pela Anvisa mal informada?? Acorda para realidade, tire o cabresto, se liberte.

  3. Tico de Adauto disse:

    Governo irresponsável!
    O PR é um sádico. Tenho fé que esse dejeto será condenado pelo TPI por crime de genocídio contra o seu povo.

  4. Especialista disse:

    Pixukkkkkkkleco kkkkkkk, tu és um comentarista muito fraco, igual ao calça justa, aguado que só caldo de bila. Cuidado com seu deltoide.

  5. Pixuleco disse:

    O ministro da saúde é especialista em “LOGÍSTICA “. Na sua última missão estratégica o conceituado meganha 👮‍♀️, deixou vencer um “ ruma “ de testes para o covid . Conclusão : estamos realmente encrencados nessa área . Mas por outro lado temos o TONHO da LUA . O artilheiro ( pelas caridades ) , o mister cloroquina e também ex aluno da academia militar. Resumindo . Na histórica academia saíram mercadorias não tem vem habilitadas para a função . Em se tratando de cronograma de vacinação capitaneados por esses estrategistas , imagino que será meio complicado de acreditar . Ainda bem que temos o grande gestor , administrador DÓRIA . O eficiente líder vai nos ajudar e nos tirar das mais dos negacionistas . Já estou com meu bracinho pronto .

    • Victorino disse:

      O calcinha apertado que foi se vacinar em Miame, nos "esteite"? Quanto vc ganha da esquerda para postar tantas merdas? Aceita e passa KY que vai doer menos.

    • Netto disse:

      Quanta mentira, hein? O MS comprou testes que só saem mediante demanda de estados e municípios. Só lhes resta apelar pra esse ripo de pilantragem mesmo.. E a vacina tá chegando.

    • ZéGado disse:

      Victorina, tu só fala essas merdas aqui, quero falar na rua

  6. Ivan disse:

    O MS deveria perguntar aos governadores pq os hospitais gerais estão sempre com falta de medicamentos, insumos e até macas…

Covid-19: Governadores pedem aprovação emergencial da vacina da Pfizer à Anvisa

 Foto: Victoria Jones / AFP

O Fórum Nacional de Governadores protocolou nesta quinta-feira um pedido para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorize o uso emergencial da vacina da Pfizer no Brasil. O pedido tem como base a lei sancionada em maio que, em razão da pandemia do novo coronavírus, libera medicamentos que tenham sido aprovados por agências reguladoras estrangeiras.

— Em nome do Consórcio do Nordeste e do Fórum dos Governadores, estamos provocando a Anvisa, que tem 72 horas para autorizar — afirmou o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que preside o Consórcio do Nordeste e coordena as discussões sobre vacinas no Fórum Nacional de Governadores.

No protocolo, Dias cita o relatório da FDA que atesta a eficácia e a segurança da vacina da Pfizer. A agência americana, porém, ainda não liberou o uso e iniciou reunião sobre o tema nesta quinta-feira.

A lei 13.979, sancionada em maio pelo presidente Jair Bolsonaro, permite a autorização excepcional e temporária para a importação e distribuição de quaisquer materiais, medicamentos, equipamentos e insumos da área de saúde que tenha sido aprovado por, pelo menos, uma de quatro agências estrangeiras: americana, européia, chinesa ou japonesa. A legislação frisa, no entanto, que o imunizante precisa ter obtido registro dessas agências e estar autorizado à distribuição comercial. A lei só vale, no entanto, enquanto durar o período de calamidade, que vai até 31 de dezembro.

A vacina da Pfizer foi liberada para uso por enquanto no Reino Unido, que começou a aplicação na população nesta semana, no Canadá e na Arábia Saudita. Na terça-feira, em reunião com governadores, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que tem um pré-acordo com a Pfizer para a compra de 70 milhões de doses da vacina.

No início do mês, executivos da empresa disseram estar trabalhando intensamente para conseguir fechar um acordo de aquisição de lotes de sua vacina contra a Covid-19 com o governo federal do Brasil, e estipularam um prazo de uma semana para isso.

A vacina da Pfizer apresenta um desafio logístico para o país, pois requer armazenamento a -75°C para preservação por longos períodos. A empresa afirmou que pode auxiliar, com caixas de gelo seco, no armazenamento do imunizante a temperaturas baixíssimas, mas que a parte de distribuição do produto até os pontos de vacinação ainda precisaria ser trabalhada com o governo federal.

Reunião tensa

Na última terça-feira, uma reunião entre o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e os governadores a respeito do Plano Nacional de Imunização (PNI) ocorreu sob um clima de tensão. Pazuello foi duramente criticado pelos chefes dos Executivos estaduais por ter afirmado categoricamente que qualquer vacina contra a Covid-19 levaria 60 dias para ser aprovada pela Anvisa.

A legislação vigente prevê a possibilidade de autorização do uso emergencial pela Anvisa em até 72 horas no caso de imunizantes contra o novo coronavírus regulamentados em grandes agências reguladoras estrangeiras.

O ministro da Saúde também protagonizou um embate com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), quando indagado sobre o motivo pelo qual o governo federal não formalizou a aquisição de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech e testada no Brasil pelo Instituto Butantan, vinculado ao governo paulista.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pixuleco disse:

    Tem que pressionar . O competente governador Dória partiu na frente , se depender do Doidin da Cloroquina, não sai tão cedo .

    • Luleco disse:

      Seja o primeiro da fila para tomar a vacina chinesa, seja voluntário.
      Seu ditador Dória está louco da vida com a possibilidade do Brasil não comprar a vacina chinesa e ele não ter o acordo firmado com os chineses cumprido. Não houve isso? Já tem ação no MPF para que ele se defenda no caso desse acordo imoral, ilegal e desnecessário.
      O país tem ministério da saúde e a anvisa para regulamentar os medicamentos e as vacinas, isso não compete a um postulante a ditador ficar a frente.
      Vocês adoram a ilegalidade e tomar o poder de tudo, tendo todos subjugados abaixo dos pés, vivendo de bolsa, assim como a Venezuela, todos iguais na miséria.

  2. Vacinado disse:

    O coronavac não foi escolhida por não ter cumprido o protocolo exigido pela Anvisa, nem ter apresentado os resultados da vacina. Qual chinês tomou essa vacina?
    Então o mini ditador Dória tentou impor a vacina e ainda diz que vai obrigar aos paulistanos tomar.
    O custo das doses da coronavac vai dar o total de R$ 21 BILHÕES.
    O custo das doses da vacina de oxford dá o total de R$ 06 Bilhões.
    Tirem suas conclusões sobre o enorme interesse com a vacina coronavac.

Bolsonaro reconhece ação de governadores para frear contágio da Covid-19, e diz que Governo atendeu a todos com recursos e meios necessários

Foto: Reprodução – 08.jul.2020 / Facebook

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reconheceu, nesta quarta-feira (8), as medidas de governadores e prefeitos para tentar frear a disseminação do novo coronavírus. O chefe do Executivo anunciou ontem que testou positivo para a doença.

Nas redes sociais em que mantém perfis, ele disse hoje que “todas as medidas de isolamento adotadas por governadores e prefeitos sempre visaram retardar o contágio”, ao mesmo tempo que hospitais se preparavam para receber respiradores e leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs). Nos últimos meses, o presidente vinha criticando a atuação de alguns governadores com relação à imposição de medidas restritivas em seus estados para conter o avanço da pandemia.

Bolsonaro mencionou ainda o auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal, e, segundo ele, criou formas de “preservar empregos”. Ele voltou a falar sobre o uso da hidroxicloroquina para tratar a Covid-19.

“Aos que torcem contra a hidroxicloroquina, mas não apresentam alternativas, lamento informar que estou muito bem com seu uso e, com a graça de Deus, viverei ainda por muito tempo”, disse ele.

“Preservamos vidas e empregos sem propagar o pânico, que também leva a depressão e mortes”, afirmou ele. “Sempre disse que o combate ao vírus não poderia ter um efeito colateral pior que o próprio vírus.”

O presidente relatou ter sentido os primeiros sintomas da Covid-19 ainda no domingo (5). Ao longo da segunda-feira, ele sentiu mal-estar, cansaço, dor muscular e febre. Foi a um hospital em Brasília, onde mediu saturação e fez o teste para detectar o coronavírus. O diagnóstico acabou sendo confirmado.

Ele afirmou que já imaginava ter sido contaminado pelo novo coronavírus ainda no início da pandemia, em razão de seu contato frequente com a população.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chicó disse:

    Em 2022 vai dar Bolsonaro de novo !!!

  2. Waldemir disse:

    E os 5 milhões que sumiu e.ninguem sabe onde esta

  3. O rei do gado disse:

    E daí?!

  4. Santos disse:

    Não fez mais do que a obrigação. E outra, o repasse de 470milhoes foi dividio em 3x, pelo que se sabe até o momento só enviou uma.

    • Waldemir disse:

      O vermelinho ja pegou o seus 600,00
      E o pão com mortadela esta acabando

    • Xico disse:

      Se fosse Lula, não mandava nada, o dinheiro era roubado.
      Já Bolsonaro é duro, o véi é duro e vai governar até 20100 se Deus quiser.

    • Cesar Bomone disse:

      Agradeçam ao PRESIDENTE pelos RESPIRADORES que chegaram ao Estado, é por causa deles que vidas estão sendo salvas, as tentativas de compras do governo do estado foram um fracasso, mas o dinheiro sumiu.

  5. Joaquim disse:

    Bolsonaro até 2027

  6. Lucas disse:

    Agora pergunte aos prefeitos e Governadora do RN onde tá sendo investido esse dinheiro.
    Foram 920.000.000,00 MILHÕES encaminhados para o Estado.

    Os petistas ficam tudo pianinho

    • E. costa disse:

      A milícia deve ter gasto para fabricar 920.000.000,00 comprimidos de hidroxicloroquina…

Fátima destaca “clima respeitoso” em reunião de governadores com Bolsonaro “em defesa da saúde do povo brasileiro”

Foto: Reprodução/Twitter

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), classificou a a reunião dos governadores dos estados do Brasil com o presidente da República Jair Bolsonaro “respeitosa”.

“A reunião entre nós, governadores do Brasil, e o presidente da República acabou há pouco, num clima institucional respeitoso. As divergências foram deixadas de lado para que pudéssemos focar na união de todos em defesa da saúde do povo brasileiro e na superação da crise”, disse.

Fátima ainda destacou que o “presidente anunciou que vai sancionar o projeto de ajuda financeira aos estados e municípios. Fizemos um apelo: que essa sanção se dê com a urgência que o momento requer e que esse aporte seja repassado com brevidade”.

O encontro virtual aconteceu nesta quinta-feira (21) e também contou com a presença do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e de ministros.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tulii disse:

    Secretarios fracos, governo e Prefeitura, nada fazem de bom

  2. Carlos disse:

    E as Cestas BASICAS DOS ALUNOS DA REDE ESTADUAL?

  3. Helder disse:

    Eita tá no DNA, viu dinheiro o discurso muda.

  4. Santos disse:

    A melhor governadora do RN de todos os tempos!
    Estamos com a senhora, se continuar agindo com responsabilidade. O melhor voto de 2018.

    • Dulce disse:

      É, uma crise dessa, ela não construiu um hospital de campanha, com UTIs equipados de respiradores. Agora já recebeu quase um bilhão.

    • Santos disse:

      Eu acho que vc não mora aqui no RN. Só pode.

  5. Pedro disse:

    Eita Chico 100, tu não sabe metade da missa, dizer que Fátima tem sido uma boa gestora é uma piada de péssimo gosto, e, com certeza, vc não sabe o que é inveja, pois não se pode ter inveja, de quem não tem nada para dar. Finalmente ela hoje foi feliz, essa não é a hora de picuinhas políticas, ela tem que arregaçar as mangas e fazer seu secretário fazer o mesmo, nós estamos precisando e a SESAP está praticamente inerte.

  6. Zé povinho disse:

    deu dinheiro… a conversa mudou! Bando de oportunistas!

  7. Carlos André disse:

    Não voto e jamais votarei nessa governadora.

  8. Bolsonaro junior disse:

    Apareceu?
    Quem é ela?
    De onde ela saiu?
    O que ela faz?

  9. Silva e silva. disse:

    Votei em Fátima e me arrependo, tá gastantando as máscaras do pro sertao e dizendo que é do governo.
    700. Milhões do governo Bolsonaro injetado no RN e ninguém vê a cor.
    Agora, Bolsonaro botou todos no bolso, eu sabia, A ONDE DINHEIRO NÃO TESOLVER, É PORQUE FOI POUCO. O ruim é que quem paga essa conta, é o povo.
    Mas, tá tudo DOMINADO.
    Acabou com o restinho da canhota.

    • Chico 100 disse:

      Mentiroso(a) tu não votou em Fátima e vem falar asneira. Fátima tem feito tudo pra melhorar esse Eatado. O resto é inveja do sucesso dos outros

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Pois eu gostei e torço que daqui para a frente o clima seja esse : de normalidade institucional. O mais importante é que saiamos dessa crise ( pelo menos é o que espero ) porque não sou dessa turma que torce por políticos ou por partidos; eu torço é pelo País e pelo meu Estado.

    • J. Soares disse:

      Tá fazendo o quê chico 100 prumo??
      Espalhando o pânico??
      Cadê os 11.300 defuntos??
      Cadê o dinheiro que o governo federal mandou??
      Fátima tá fazendo muito, mais muito mesmo, é raiva.
      Pode perguntar aos prefeitos, até aqui zero de ajuda pros municípios.
      Zero!!
      Eu também votei, e estou arrependido também, governo desde o primeiro dia, sem projetos, sem ação.
      Pelo jeito, Fátima, ainda não tomou posse.

VÍDEO: Êxito da reunião de Bolsonaro com governadores reduz termômetro de eventual impeachment, destaca analista da CNN

Além dos chefes estaduais, participaram do encontro virtual, os ministros: Paulo Guedes (Economia), Fernando Azevedo (Defesa), Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Jorge Oliveira (Secretaria-Geral).

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) também discursaram na reunião.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que a reunião foi um “momento histórico na reconstrução do país”. Alcolumbre também disse repetidamente que, “diferente do que muitos pensam ou falam”, não há uma divisão entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

“Além dos R$ 60 bilhões (em repasses diretos), a gente também conseguiu, com apoio do governo federal, inserir cláusulas importantes”, apontou, referindo-se à suspensão do pagamento das parcelas da dívida dos entes federados com a União, que ele estimou em R$ 49 bilhões. “A gente conseguiu, nessa conciliação dentro do projeto, inserir segurança jurídica.”

O presidente do Senado disse que a “fotografia” do encontro desta quinta-feira mostrará a união entre os Poderes. “A fotografia e a sanção desse projeto servirão para todos que insistem em nos dividir. Eles perderão porque estamos unidos com o povo brasileiros, todos os Poderes, para enfrentar a maior crise sanitária da história do Brasil.”

Rodrigo Maia elogia reunião com Bolsonaro e fala em ‘união de todos’

Rodrigo Maia foi ao Twitter dizer que a reunião de hoje com Jair Bolsonaro e governadores foi “muito importante”.

O presidente da Câmara falou em “união de todos” no enfrentamento à pandemia.

“Muito importante a reunião hoje com o Presidente da República para a sanção do projeto de socorro a Estados e municípios nesta pandemia. A união de todos para o enfrentamento ao coronavírus é a sinalização mais importante.”

Com CNN,  Estadão e O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    O bafo no cangote do presidente está fzdo efeito. As 800 mortes que o senhor disse que seraim no máximo no Brasil em todo ano, acontece todo dia e sua conta está sendo calculada.

  2. Webrevenger disse:

    A calmaria antes da tempestade

  3. Carlos André disse:

    Nada que a CNN notícia devemos levar em conta.

  4. Nraulio Pinto disse:

    Esse Bolsonaro paz e amor é só estratégia para evitar o impeachment. Se abrir a boca volta tudo. Nas próximas declarações de Bolsonaro na reunião do cercadinho do palácio, a temperatura sobe de novo.

Bolsonaro obtém apoio de governadores para impedir reajuste salarial de servidores

Foto: Marcos Correa / Presidência da República

Em uma reunião marcada pelo tom conciliador, o presidente Jair Bolsonaro recebeu apoio de governadores para vetar, no projeto de socorro a estados e municípios, o trecho que autoriza reajustes para servidores públicos. A medida de ajuste foi incluída no texto original sugerido pelo governo, mas desidratada no Congresso. Bolsonaro afirmou que sancionará a lei, com o veto, o mais breve possível. Com isso, o funcionalismo de União, estados e municípios terão os salários congelados até 2021. Bolsonaro afirmou que o congelamento de salários é o remédio menos amargo.

A fala do presidente foi apoiada pelos gestores locais, que participaram por videoconferência. Todos os 27 administradores estavam presentes.

Em nome da maioria, o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), disse que os gestores apoiam o veto à possibilidade de aumento para servidores.

— A maioria dos governadores entende importante vetar esse aumento para os servidores. Nós todos também estamos dando uma cota de sacrifício. É um momento ímpar da história do nosso país — disse ele.

Com O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Estou no silêncio, como me foi recomendado…..kkkkk, mais o Sr. Danilo Fagundes foi na moeda, parabéns.

  2. Anderson disse:

    Tapinha nas costas dos servidores da saúde e salários defasados por mais 1 ano e meio. Isso é o que ganha o servidor que esta na linha de frente do covid. #votenulo

    • Hildo disse:

      Isso é uma perseguição meu Deus. Pois saiba que o meu caiu 40% evtenho amigos donos de pequenos empreendimentos que caiu 90%. E não me venha com a manjada conversa de “faça concurso” que não cola não.

  3. RICARDO LÚCIDO disse:

    Gostei do Bozo , votei nele e me arrependo . Bolinha baixa , igual a futebol de salão , cordial , educado . O que terá acontecido ? Terá sido chá de camomila? ) não confundi com cloroquina) . O Bozo sentiu o golpe , sabe que na passada que ia estava com os dias contados . O novo modelo será permanente ? Acho precoce é imprevisível determinar . O Bozo é um ser esquisito , em menos de nada ele muda . Mas já foi um primeiro passo . Concordo que ainda pequeno , mas importante .

    • Danilo Fagundes disse:

      Ei Ricardo, está cansado não de ficar dando Crtl C e Crtl V nesses seus comentários? Já está ficando feio, feio não, ridículo. Isso se não for um robô de esquerda replicando mensagens repetidas a todo momento!

    • Silva Santos disse:

      Tá repreendido, Ricardo Lúcifer!

CLIMA DE PAZ E CONSENSO: Em reunião com governadores, Bolsonaro diz que deve sancionar nesta quinta ajuda aos estados

Foto: Reprodução/GloboNews

O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de ministros, realizou nesta quinta-feira (21) uma videoconferência com governadores para discutir ações relacionadas ao enfrentamento da crise de saúde e econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), participaram da videoconferência. Antes, tiveram uma audiência com Bolsonaro.

Na abertura do encontro, Bolsonaro disse que o governo defende congelamento de salários de servidores até o ano que vem.

“Bem como nesse momento difícil que o trabalhador enfrenta, alguns perderam seus empregos, outros tendo salário reduzido, os informais que foram duramente atingidos nesse momento, buscar maneiras de, ao restringirmos alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem, isso tem a ver com servidor público da União, Estados e municípios, nós possamos vencer essa crise”, afirmou o presidente.

Bolsonaro também afirmou que gostaria que a reunião concluísse, por consenso, que os vetos dele ao projeto de auxílio financeiro aos estados sejam mantidos.

“O mais importante: se possível sair uma proposta aqui por unanimidade de nós, ao vetarmos quatro dispositivos, um que é de extrema importância, que esse veto venha a ser mantido por parte do parlamento. Porque é assim que vamos construir nossa política, nos entendendo cada vez mais”, disse Bolsonaro.

Maia

Em seu discurso, Maia defendeu o projeto de socorro aos estados e pregou a união entre estados, municípios e governo federal para o enfrentamento da crise.

“Esse projeto vem nessa linha, projeto construído no Congresso Nacional junto com governo federal, que hoje vem à sua sanção em um momento muito importante no enfrentamento à crise. A união de todos no enfrentamento à crise vai criar com certeza as condições para que nos segundo momento possamos tratar do pós-pandemia da recuperação econômica, da recuperação dos empregos”, disse o presidente da Câmara.

Alcolumbre

O presidente do Senado, em sua fala na abertura do encontro, alertou que os políticos e governantes têm responsabilidade de conduzir o país durante a crise da pandemia e também depois, quando, segundo ele, as desigualdades na sociedade devem aumentar.

“A gente tem que ter a consciência de que essa crise é sem precedente na nossa vida, mas seremos cobrados por qual atitude tomamos para enfrentar a dificuldade de saúde pública que já tirou a vida de 20 mil brasileiros, milhares perdendo a chance de um futuro promissor. Nós temos responsabilidade com 210 milhões de brasileiros. Após essa pandemia o nosso país terá muito mais desigualdade. Essa diferença nas classes sociais se ampliará. A gente precisa ter responsabilidade e compromisso público”, disse o presidente do Senado.

Covid-19

Segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde, foram registradas no país 19.038 mortes provocadas pela Covid-19 e 294.152 casos da doença. O balanço de quarta-feira (20) do Ministério da Saúde informou 18.859 mortos e 291.579 casos.

Atualmente, o Brasil é o terceiro país no mundo com o maior número de casos confirmados da doença, atrás de Estados Unidos e Rússia.

Bolsonaro teve em março uma rodada de conversas por vídeo com governadores em encontros divididos por regiões. Na oportunidade, trocou farpas com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). As críticas feitas por ambos se mantiveram em abril e maio.

A nova conversa com governadores é uma tentativa de ajustar medidas de combate à Covid-19, em um contexto no qual o Brasil trocou duas vezes de ministro da Saúde (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich) e tem a pasta no momento comandada de forma interina pelo general Eduardo Pazuello, um militar sem experiência em saúde pública.

Estados enfrentam dificuldade com equipamentos em unidades de saúde e presidente e governadores divergem na estratégia para conter a doença em temas como isolamento social e uso da cloroquina pelas pessoas infectados.

Bolsonaro é crítico das medidas de isolamento social e defende isolar somente idosos e pessoas com doenças crônicas. O presidente já se manifestou pela retomada do comércio e a volta das aulas, enquanto muitos governadores, como Doria, mantêm as medidas de restrição ao comércio a fim de tentar frear a velocidade do contágio da população.

Socorro aos estados

Em entrevista ao blog da jornalista Ana Flor, colunista do G1 e da GloboNews, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a videoconferência é uma oportunidade de pacificar as relações entre os governos federal e estaduais.

Um dos temas que Guedes espera definir a partir da videoconferência é o conjunto de possíveis vetos ao projeto de socorro aos estados e municípios, aprovado em 6 de maio pelo Congresso, e que ainda não foi sancionado por Bolsonaro.

Guedes e Bolsonaro querem que os governadores se comprometam a garantir que irão ajudar a manter os vetos que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público nas três esferas.

O Planalto propôs o congelamento dos salários de servidores como contrapartida à ajuda de R$ 60 bilhões, contudo, na tramitação no Congresso os parlamentares aprovaram a liberação ao reajuste para determinadas categorias.

No dia seguinte à aprovação do texto pelo Senado, Bolsonaro afirmou que, por sugestão de Guedes, iria vetar a permissão de reajustes salariais ao funcionalismo.

Agora, Guedes e Bolsonaro querem que os governadores se comprometam a garantir que irão ajudar a manter os vetos que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público nas três esferas. Guedes tem alertado para o risco dos estados usarem o dinheiro destinado à saúde para conceder reajustes ao funcionalismo em ano eleitoral.

G1

VÍDEO: Confira íntegra de reunião de Bolsonaro, com Maia, Alcolumbre e governadores, por socorro aos estados

Trechos repercutidos:

 

“O motivo da reunião é unir a força de todos para enfrentar os problemas da crise. Ainda não sabemos o tamanho da sua dimensão. Sabemos que a pandemia em muito prejudicou não só o Brasil, mas o mundo todo”, afirmou o Presidente  Jair Bolsonaro
no início da reunião.

“Temos que trabalhar em conjunto. A pauta de hoje é a sanção de um projeto, que trata de uma continuidade de outras leis aprovadas de uma auxílio aos governadores de aproximadamente R$ 60 bilhões”, disse.

“Quando se fala que os trabalhadores informais e formais perderam muito, temos que falar da cota de sacrifício dos servidores. De não ter reajuste até dezembro ano que vem”, lembrou Bolsonaro.

“Deixo claro nesse projeto que as progressões e as promoções dos servidores públicos vão continuar ocorrendo normalmente. Essas não serão atingidas”, ressaltou o Presidente da República.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia(DEM-RJ), também se posicionou: “O projeto foi construído no Congresso Nacional junto com o Governo Federal. Esse é um momento muito importante no enfrentamento a crise. A união de todos vai criar, com certeza, as melhores condições para que possamos tratar da nossa recuperação econômica”.

“A sanção desse projeto une a todos e isso é o mais importante. Tenho certeza, Presidente Bolsonaro, que sua decisão em sancionar o projeto vai garantir as condições mínimas para que prefeitos e governadores possam proteger a sociedade desse vírus”, ressaltou Maia.

O presidente do Senado,  Davi Alcolumbre (DEM-AP), em sua fala na abertura do encontro, celebrou o consenso: “Fico muito feliz de participar desse momento histórico onde os atores envolvidos em um processo de reconstrução de um país estão sentados em uma mesa dialogando. Diferente do que muitos pensam, não há uma divisão entre o Executivo, Legislativo e Judiciário”.

Bolsonaro pede a governadores apoio para vetar possibilidade de reajustes no funcionalismo

Na reunião virtual com os governadores, Jair Bolsonaro disse que a pauta é avaliar a sanção do projeto de socorro financeiro a estados e municípios.

Ele falou em “restringirmos alguma coisa” até dezembro do ano que vem. O presidente se referia ao congelamento dos salários dos servidores.

“A gente pede o apoio dos senhores de um veto muito importante que atinge parte dos servidores públicos.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Judite disse:

    Essa desgraça só quer esnobar seu bolso, agora os funcionários que se lasquem.

  2. Cidadão pagador de impostos disse:

    Tudo armado c o congresso p derrubar o veto

  3. Cabo Silva disse:

    Solta o peido e nega. Ele mandou aprovar a emenda no projeto na votação no congresso.

Bolsonaro organiza reunião com Maia, Alcolumbre, Toffoli e governadores

Foto: Marcos Corrêa/ Presidência da República

Em mais um gesto para sair do isolamento político, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenta organizar uma reunião dos três poderes com os governadores do país. A ideia é que participem o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.

“Provavelmente esta reunião será amanhã”, disse à CNN o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, do MDB de Pernambuco.

“A ideia é uma reunião ampliada de todos os poderes”, declarou à CNN o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes, do MDB de Tocantins.

O principal assunto da reunião será os vetos que o Planalto pretende adotar no projeto de auxílio financeiro aos estados. O Congresso aprovou o pacote incrementando medidas em dissonância com o governo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, então, pediu que trechos fossem vetados. Maia, que incluiu grande parte das mudanças, e Alcolumbre, relator da proposta, manifestaram incômodo com a possibilidade de veto. Ambos deixaram claro ao presidente a chance de o Congresso derrubá-los.Os chefes de poderes, porém, ainda não foram informados acerca de uma data.

A motivação do encontro são os vetos, mas evidentemente insere-se em um contexto maior. Trata-se de mais uma tentativa do presidente de tentar distensionar o ambiente político e sair do isolamento político no combate à pandemia do novo coronavírus.

O clima entre o presidente e os chefes dos estados piorou na pandemia. Bolsonaro passou a culpá-los pela piora na economia, uma vez que a ampla maioria deles adotou medidas restritivas de circulação de pessoas. O cerco se ampliou contra ele depois que o STF determinou que os governadores têm legitimidade para tomar as medidas que acharem melhor. Um dos piores momentos do tensionamento foi no final de março, quando o presidente se reuniu separadamente com governadores por região do país. Na ocasião, ele bateu boca com João Dória.

Bolsonaro ajudou a acirrar o clima, com críticas frequentes aos governadores. Mas no meio do caminho apareceram as acusações de Sergio Moro contra o presidente e a abertura de uma investigação no STF para apurar se ele interferiu politicamente na Polícia Federal. A partir daí, Bolsonaro passou ampliar seus apoios. Começou com a abertura de espaço no governo para o centrão. Na semana passada, reuniu-se com Rodrigo Maia, até então seu maior antagonista em Brasília.

Neste domingo (17) em Brasília, chegou até a mandar emissários para pedir a manifestantes em frente ao Palácio do Planalto retirassem faixas agressivas contra o Legislativo e o Judiciário. Nesse sentido, o encontro previsto para amanhã é mais um passo do Planalto na tentativa de desanuviar o ambiente político, desta vez com os governadores.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Todo pé podre põe a culpa no sapato.

  2. Ronald disse:

    O Bozo já até usando máscara. Pense!

  3. Cidadão pagador de impostos disse:

    Pode vir Mourão! A continuidade de Bolsonaro é só derrota p o país.

  4. Val Lima disse:

    O que o medo de um impeachment não faz…. Até semana passada o presidente metia o pau em todos e agora chama para conversar… É o primeiro sinal que os caminhos estão se fechando,e ele precisa abrir estradas (com o Congresso e o STF) para escapar da degola… O capitão tá feito bicho acuado…. Caso contrário estaria "atirando" como sempre fez… Situação muito difícil a dele….Agora é correr atrás do prejuízo antes que o pior aconteça (impeachment).

  5. Lobinho disse:

    Menino será que Fafá vai para essa reunião ??

  6. Santos disse:

    Tá podre, não tem jeito.
    Vai cair!

Bolsonaro diz que “é guerra” e que o setor empresarial precisa “jogar pesado” com os chefes de governo nos estados

Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) conclamou nesta quinta-feira (14) um grupo de grandes empresários a pressionar governadores pela reabertura do comércio, disse que “é guerra” e que o setor empresarial precisa “jogar pesado” com os chefes de governo nos estados.

“Um homem está decidindo o futuro de São Paulo, decidindo o futuro da economia do Brasil”, afirmou Bolsonaro, referindo-se ao governador paulista João Doria (PSDB), seu adversário político. “Os senhores, com todo o respeito, têm que chamar o governador e jogar pesado. Jogar pesado, porque a questão é séria, é guerra.”

“Nós temos que mostrar a cara, botar a cara para apanhar. Porque nós devemos mostrar a consequência lá na frente. Lá na frente, eu tenho falado com o ministro Fernando [Azevedo], da Defesa… os problemas vão começar a acontecer. De caos, saque a supermercados, desobediência civil. Não adianta querer convocar as Forças Armadas porque não existe gente para tanta GLO [Garantia da Lei e da Ordem].”

Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem minimizado o impacto do coronavírus e se colocado contra medidas de distanciamento social, atitude que culminou na demissão de seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e, na semana passada, por exemplo, em uma marcha com empresários ao STF. ​

Apesar de dizer lamentar as mortes, o presidente tem dado declarações às vezes em caráter irônico quando questionado sobre as perdas humanas com a Covid-19. Como na ocasião em que afirmou não ser coveiro ou quando disse: “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre.”

A videoconferência foi organizada pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, aliado político do presidente Bolsonaro.

Bolsonaro é um crítico das ações de isolamento social e tem atacado governadores que determinaram o fechamento de comércio. Doria e governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), são dois dos principais alvos do presidente.

Nesta quinta, o mandatário voltou a se queixar da determinação de diversos governadores, amparados por uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), de ignorar um decreto presidencial que ampliou o número de atividades consideradas essenciais. Para Bolsonaro, trata-se de um ato de “desobediência civil”.

“Nós devemos buscar cada vez mais rápido abrir o mercado. Como eu abri agora, por exemplo, o decreto colocando academias, salões de beleza e barbearia [como atividades essenciais]. Semana passada eu botei a construção civil e a questão industrial. Tem governador falando que não vai cumprir. Eles estão partindo para a desobediência civil.”

Em outro momento de fortes ataques aos chefes de executivo nos estados, Bolsonaro afirmou que, ao que parece, existe no Brasil uma “questão política”, com o objetivo de “quebrar a economia para atingir o governo”.

A conclamação para que os empresários “joguem pesado” com Doria e os demais governadores ocorreu após comentário do chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), Fabio Wajngarten, que pouco antes havia dito que, na próxima semana, São Paulo poderia entrar em regime de “lockdown”.

“É o Brasil que está em jogo Se continuar o empobrecimento da população daqui a pouco seremos iguais na miséria. E a miséria é o terreno fértil para aparecer aqueles falsos profetas, aquelas pessoas que podem levantar borduna e partir [para] fazer com que o Brasil se torne um regime semelhante à Venezuela. Não podemos admitir isso”, concluiu.

Mais cedo, em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro fez um apelo pela reabertura do comércio e disse que, caso contrário, “vamos morrer de fome”. O presidente afirmou que está pronto para conversar com os chefes de governo estaduais sobre o tema.

“Tem que reabrir, nós vamos morrer de fome. A fome mata, a fome mata! Então, [é] o apelo que eu faço aos governadores: revejam essa política, eu estou pronto para conversar. Vamos preservar vidas, vamos. Mas dessa forma, o preço lá na frente serão centenas a mais de vidas que vamos perder, por causa dessas medidas absurdas de fechar tudo”, declarou Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada.

Desde o início da pandemia no novo coronavírus, que até o momento matou 13.149 pessoas no Brasil, Bolsonaro tem atacado as políticas de isolamento social implementadas por governadores e prefeitos. O mandatário tem feito sucessivos apelos à reabertura do comércio e ao relaxamento das políticas de quarentena e de suspensão do funcionamento do comércio.​

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Os empresários ficarão em casa e seus funcionários jogados a sorte. Pense um genocídio.

    • Silva disse:

      Engano seu.
      Empresários não fica em casa tá??
      Empresário é diferente, bota a cara pra bater.
      A não ser que seja fraco.
      Mas o perfil dos brasileiros é ir pro pau, logo no quebrar da barra.
      Outra coisa, sem empresários, não exister empregos.
      Pense nisso.

  2. natalsofrida disse:

    Esse cigano deve ter quantos neurônios? Dois? Espera pra tu ver o desmantelo abestado. Petralhada louca.

  3. Paulo Oliveira disse:

    Cigana lulu, vc já está socializando metade do seu salário de funcionário público com o pessoal desempregado?? Se não fizer isso, é só mais um hipócrita e demagogo que enche a boca pra flatular #fique em casa.

    • Gustavo Henrique disse:

      Eu vou em defesa dos funcionários públicos, porque eles têm que doar seus salários? Os mesmos são trabalhadores tão quanto os outros, e digo mais quem está sustentando a economia, nesse período são os funcionários públicos, que ainda tem dinheiro p comprar…

  4. Cigano Lulu disse:

    A batalha nem começou e o Capetão já está depondo as armas? Incitando os empresários para uma briguinha que é sua? Covardia pouca é bobagem. Ai, que vergonha!

    • paulo disse:

      Cigano, vai armar teu circo em Cuba e na Venezuela, fará melhor proveito.

Bolsonaro faz ‘apelo’ para governadores reverem política de isolamento e diz que está ‘pronto para conversar’

Foto: Reprodução/Globo News

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (14) que está disposto a conversar com governadores sobre medidas para conter a pandemia de coronavírus. Ele fez um “apelo” para que os estados revejam as estratégias de isolamento social.

Bolsonaro falou com jornalistas na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada. Ele voltou a defender a retomada de atividades econômicas que estão paralisadas por conta da pandemia.

“Um apelo que faço aos governadores. Revejam essa politica. Estou pronto para conversar. Vamos preservar a vida? Vamos. Mas, dessa forma, o preço lá na frente serão centenas de mais vidas que vamos perder por causa dessas medidas absurdas de fechar tudo”, disse o presidente.

Desde os primeiros registros no país da covid-19, doença causada pelo vírus, Bolsonaro adotou uma postura de enfrentamento aos governadores. O presidente sempre criticou as medidas de isolamento social adotadas pelos estados em conformidade com recomendações de autoridades sanitárias, como a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os confrontos ocorreram principalmente com o governador João Doria (PSDB), de São Paulo, e Wilson Witzel (PSC), do Rio de Janeiro. Bolsonaro acusa os dois de se aproveitaram politicamente da crise para enfraquecer o governo federal.

Nesta semana, Bolsonaro criticou governadores que não quiseram seguir o decreto, assinado por ele, que inclui salões de beleza, barbearias e academias de ginásticas entre as atividades essenciais na pandemia. A maioria dos estados e o Distrito Federal entenderam que a flexibilização agravaria o contágio pelo vírus.

Ao comentar o caso, Bolsonaro disse que não seguir o decreto seria “autoritarismo”. No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) já reconheceu que a competência para definir medidas de isolamento é dos estados.

Na saída do Alvorada, Bolsonaro disse ainda que lamenta as mortes ocorridas por causa da covid-19, a doença causada pelo coronavírus, mas argumentou que haverá mais mortes se a as medidas de isolamento forem mantidas.

“Temos que ter coragem de enfrentar o vírus. Está morrendo gente? Está! Lamento! Mas vai morrer muito, muito, muito mais se a economia continuar sendo destroçada por essas medidas”, afirmou o presidente.

Bolsonaro criticou também o chamado lockdown (versão mais rígida do isolamento social) que foi adotado por algumas cidades no país. Segundo especialistas, é a medida mais eficaz para deter o contágio fora de controle.

“Essa história de lockdown, vão fechar tudo, não é esse o caminho. Esse é o caminho do fracasso, [vai] quebrar o Brasil. Governador, prefeito, que porventura entrou nessa onda lá atrás, faça como eu já fiz alguma vez na minha vida: se desculpa e faz a coisa certa”, afirmou o presidente.

Em todo o mundo, países que adotaram medidas de isolamento mais rigorosas conseguiram evitar uma disparada dos casos de covid-19. Em países onde as medidas demoraram mais para serem adotadas, como Itália e Estados Unidos, o número de casos e de mortes é bem maior.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sergio disse:

    Cada um deve se ater a sua competencia. O supremo decidiu e Estados e Municípios decidam as medidas a serem tomadas, mas quem diz quais são os serviços ecenssiais é o governo federal, é isso que diz a decisão do STF. Então, se o governo federal tá respeitando as decisões dos governadores e prefeitos, esses devem também respeitar as decisões do presidente naquilo que lhe cabe. Ou seja, qualquer decreto estadual que diga qual atividade é essencial ou não é ilegal. Nesse sentido, o que vale é o decreto federal. Entre com um habeas corpos preventivo, um mandado de segurança e vá trabalhar.

  2. Cesar Bomone disse:

    É uma maravilha os comentários de SERVIDORES PÚBLICOS que estão em casa com os SALÁRIOS GARANTIDOS, só pensam neles próprios.
    Acham fácil gritar FICA EM CASA.
    Queria ver se estivessem perdendo seus EMPREGOS.
    Agem como um bando de EGOÍSTAS que pensam só neles e não são capazes de enxergar a miséria que chega para muitos.
    LAMENTÁVEL.
    Ainda bem que o PRESIDENTE age diferente, pensando nos muitos brasileiros que estão perdendo seus empregos e nos empresários que estão vendo suas empresas fecharem.
    Só um recado para esses SERVIDORES PÚBLICOS: da forma que estão conduzindo a crise o dinheiro para pagar os salários de quem está ganhando em casa também vai acabar.

    • Paulo disse:

      Oh máquina de falar bobagem, a maioria das vidas estão sendo salvas por funcionários públicos, como técnicos de enfermagem, enfermeiros e médicos, sem falar dos policiais Civis e militares, que continuam realizando operações/prisões e garantindo a paz social.

    • Keynesianista disse:

      Médicos, enfermeiros, funcionários de prontos socorros e hospitais, policiais, bombeiros, assistente sociais, funcionários de órgãos e programas sociais, funcionários de bancos públicos e mais uma porção de servidores públicos e funcionários de instituições públicas que continuam saindo de casa e trabalhando e alguns como os da saúde lidando diretamente com as consequências e os riscos dessa pandemia. O que realmente agrava essa crise é a incompetência desse presidente

  3. Papa Jerry Moon disse:

    Tem que fazer lockdown na boca do Bolsoasno e no chiqueirinho dos filhos dele.

  4. Rocha disse:

    Esse cara bipolar e bicéfala só irá colocar no seu cérebro de macaco que aglomeração é perigosa, na hora em que ele vier a ter a mulher, um filho, um neto intubado numa UTI, ou se vier a falecer. Pense num presidente que pensa pequeno! A massa encefálica deste homem é a mesma do macaco.

  5. Eduardo disse:

    Desde março eu ouço o presidente de 15 em 15 dias dizer que agora tá pronto conversar, rsrsrs como sinceramente os bolsonaristas querem que eu acredite no que esse presidente diz. Eu acho que deve ser muito cansativo essa linha q Bolsonaro utiliza: brita, grita, xinga, diz que todos enteram errado, põe a culpa no Leonardo di Capprio, desaparece por 1 dia e depois repete tudo de novo, e de novo, e de novo e…2022! Que pesadelo é esse…. Enquanto isso o povo padecendo.

Bolsonaro critica governadores contrários a decreto de salões e academias e fala em ‘autoritarismo’

Foto: Marcos Corrêa/PR

Após incluir salões de beleza, barbearias e academias como serviços essenciais, em decreto editado na segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro criticou nesta terça “alguns governadores” que se manifestaram publicamente contra o cumprimento do ato federal. Segundo ele, o questionamento ao decreto deve ocorrer pela Justiça ou pelo Legislativo e quem “afrontar o Estado democrático de direito” está aflorando “o indesejável autoritarismo no Brasil”.

“Os governadores que não concordam com o decreto podem ajuizar ações na Justiça ou, via congressista, entrar com Projeto de Decreto Legislativo. O afrontar o estado democrático de direito é o pior caminho, aflora o indesejável autoritarismo no Brasil. Nossa intenção é atender milhões de profissionais, a maioria humildes, que desejam voltar ao trabalho e levar saúde e renda à população”, escreveu Bolsonaro em suas redes sociais.

O decreto de Bolsonaro gerou uma reação em cadeia de diversos governadores do país. Entre ataques irônicos e respostas mais objetivas, todos passaram a mensagem de que não irão acatar a decisão. Publicado em edição extra do Diário Oficial, o ato tem como objetivo preservar estas categorias dos decretos de restrição de circulação implementados por estados e municípios.

No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, no dia 15 de abril, que ao governo federal cabe coordenar as diretrizes de isolamento a serem seguidas em todo o país. Mas não tem poder para retirar a autonomia dos estados e municípios na gestão local. Ou seja, a palavra final sobre a liberação destas atividades é dos governantes locais.

“Informo que, apesar do presidente baixar decreto considerando salões de beleza, barbearias e academias de ginástica como serviços essenciais, esse ato em NADA ALTERA o atual decreto estadual em vigor no Ceará, e devem permanecer fechados. Entendimento do Supremo Tribunal Federal”, afirmou o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), em sua conta no Twitter.

Com informações de O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jorge disse:

    ESSA oms NÃO É REFERÊNCIA PRA NADA.
    REDUTO DE comunistas.

  2. Dell Araújo disse:

    Autoritarismo é do senhor, senhor presidente. Discorda de Deus e do mundo e vem com esse falatório que já chega a irritar no ouvidos de muitas pessoas (só sai asneira). Foi contra seu melhor Ministro na ocasião (Mandetta), depois derrubou o ministro que fez o senhor praticamente se eleger (Moro), além de ser contra OMS, de autoridades de saúde, cientistas, pesquisadores, muitas vezes até de seu próprio ministério, Governantes e etc…….. Sinceramente você está sendo uma decepção para mim. #CalaabocaBolsonaro

  3. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Porquê Bolsonaro não manda abrir o INSS para os pobres solicitar sua aposentadoria.Presidente bravatero

  4. Wil disse:

    Já colocaram o jogo do bicho e a rachadinha como atividade essencial? Só está faltando isso né?

  5. Raimundo disse:

    Concordo com o presidente

    • Dell Araújo disse:

      Em incluir Salões, Barbearias e Construção civil como essenciais? faça-me o favor. Essencial é a saúde, vida e alimentação. Isso sim é essencial. Barbearia NÃO é essencial. Vai lá no supermercado que tá aberto, compra um BIC e tira preguiçosos. Essencial é ….$%&

  6. O rei do gado disse:

    O Fdp do presidente discorda da OMS, dos 2 ministros que ele mesmo escolheu(Mandetta e Teich), de 99% dos lideres mundiais e vem acusar os governadores de autoritarismo. So me faz lembrar aquele ditado q diz: macaco nao olha pro seu rabo né!

  7. Pedro Henrique disse:

    Acuse seu inimigo daquilo q vc faz. É uma estratégia pra vencer.