Fátima destaca “clima respeitoso” em reunião de governadores com Bolsonaro “em defesa da saúde do povo brasileiro”

Foto: Reprodução/Twitter

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), classificou a a reunião dos governadores dos estados do Brasil com o presidente da República Jair Bolsonaro “respeitosa”.

“A reunião entre nós, governadores do Brasil, e o presidente da República acabou há pouco, num clima institucional respeitoso. As divergências foram deixadas de lado para que pudéssemos focar na união de todos em defesa da saúde do povo brasileiro e na superação da crise”, disse.

Fátima ainda destacou que o “presidente anunciou que vai sancionar o projeto de ajuda financeira aos estados e municípios. Fizemos um apelo: que essa sanção se dê com a urgência que o momento requer e que esse aporte seja repassado com brevidade”.

O encontro virtual aconteceu nesta quinta-feira (21) e também contou com a presença do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e de ministros.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tulii disse:

    Secretarios fracos, governo e Prefeitura, nada fazem de bom

  2. Carlos disse:

    E as Cestas BASICAS DOS ALUNOS DA REDE ESTADUAL?

  3. Helder disse:

    Eita tá no DNA, viu dinheiro o discurso muda.

  4. Santos disse:

    A melhor governadora do RN de todos os tempos!
    Estamos com a senhora, se continuar agindo com responsabilidade. O melhor voto de 2018.

    • Dulce disse:

      É, uma crise dessa, ela não construiu um hospital de campanha, com UTIs equipados de respiradores. Agora já recebeu quase um bilhão.

    • Santos disse:

      Eu acho que vc não mora aqui no RN. Só pode.

  5. Pedro disse:

    Eita Chico 100, tu não sabe metade da missa, dizer que Fátima tem sido uma boa gestora é uma piada de péssimo gosto, e, com certeza, vc não sabe o que é inveja, pois não se pode ter inveja, de quem não tem nada para dar. Finalmente ela hoje foi feliz, essa não é a hora de picuinhas políticas, ela tem que arregaçar as mangas e fazer seu secretário fazer o mesmo, nós estamos precisando e a SESAP está praticamente inerte.

  6. Zé povinho disse:

    deu dinheiro… a conversa mudou! Bando de oportunistas!

  7. Carlos André disse:

    Não voto e jamais votarei nessa governadora.

  8. Bolsonaro junior disse:

    Apareceu?
    Quem é ela?
    De onde ela saiu?
    O que ela faz?

  9. Silva e silva. disse:

    Votei em Fátima e me arrependo, tá gastantando as máscaras do pro sertao e dizendo que é do governo.
    700. Milhões do governo Bolsonaro injetado no RN e ninguém vê a cor.
    Agora, Bolsonaro botou todos no bolso, eu sabia, A ONDE DINHEIRO NÃO TESOLVER, É PORQUE FOI POUCO. O ruim é que quem paga essa conta, é o povo.
    Mas, tá tudo DOMINADO.
    Acabou com o restinho da canhota.

    • Chico 100 disse:

      Mentiroso(a) tu não votou em Fátima e vem falar asneira. Fátima tem feito tudo pra melhorar esse Eatado. O resto é inveja do sucesso dos outros

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Pois eu gostei e torço que daqui para a frente o clima seja esse : de normalidade institucional. O mais importante é que saiamos dessa crise ( pelo menos é o que espero ) porque não sou dessa turma que torce por políticos ou por partidos; eu torço é pelo País e pelo meu Estado.

    • J. Soares disse:

      Tá fazendo o quê chico 100 prumo??
      Espalhando o pânico??
      Cadê os 11.300 defuntos??
      Cadê o dinheiro que o governo federal mandou??
      Fátima tá fazendo muito, mais muito mesmo, é raiva.
      Pode perguntar aos prefeitos, até aqui zero de ajuda pros municípios.
      Zero!!
      Eu também votei, e estou arrependido também, governo desde o primeiro dia, sem projetos, sem ação.
      Pelo jeito, Fátima, ainda não tomou posse.

VÍDEO: Êxito da reunião de Bolsonaro com governadores reduz termômetro de eventual impeachment, destaca analista da CNN

Além dos chefes estaduais, participaram do encontro virtual, os ministros: Paulo Guedes (Economia), Fernando Azevedo (Defesa), Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Jorge Oliveira (Secretaria-Geral).

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) também discursaram na reunião.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que a reunião foi um “momento histórico na reconstrução do país”. Alcolumbre também disse repetidamente que, “diferente do que muitos pensam ou falam”, não há uma divisão entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

“Além dos R$ 60 bilhões (em repasses diretos), a gente também conseguiu, com apoio do governo federal, inserir cláusulas importantes”, apontou, referindo-se à suspensão do pagamento das parcelas da dívida dos entes federados com a União, que ele estimou em R$ 49 bilhões. “A gente conseguiu, nessa conciliação dentro do projeto, inserir segurança jurídica.”

O presidente do Senado disse que a “fotografia” do encontro desta quinta-feira mostrará a união entre os Poderes. “A fotografia e a sanção desse projeto servirão para todos que insistem em nos dividir. Eles perderão porque estamos unidos com o povo brasileiros, todos os Poderes, para enfrentar a maior crise sanitária da história do Brasil.”

Rodrigo Maia elogia reunião com Bolsonaro e fala em ‘união de todos’

Rodrigo Maia foi ao Twitter dizer que a reunião de hoje com Jair Bolsonaro e governadores foi “muito importante”.

O presidente da Câmara falou em “união de todos” no enfrentamento à pandemia.

“Muito importante a reunião hoje com o Presidente da República para a sanção do projeto de socorro a Estados e municípios nesta pandemia. A união de todos para o enfrentamento ao coronavírus é a sinalização mais importante.”

Com CNN,  Estadão e O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    O bafo no cangote do presidente está fzdo efeito. As 800 mortes que o senhor disse que seraim no máximo no Brasil em todo ano, acontece todo dia e sua conta está sendo calculada.

  2. Webrevenger disse:

    A calmaria antes da tempestade

  3. Carlos André disse:

    Nada que a CNN notícia devemos levar em conta.

  4. Nraulio Pinto disse:

    Esse Bolsonaro paz e amor é só estratégia para evitar o impeachment. Se abrir a boca volta tudo. Nas próximas declarações de Bolsonaro na reunião do cercadinho do palácio, a temperatura sobe de novo.

Bolsonaro obtém apoio de governadores para impedir reajuste salarial de servidores

Foto: Marcos Correa / Presidência da República

Em uma reunião marcada pelo tom conciliador, o presidente Jair Bolsonaro recebeu apoio de governadores para vetar, no projeto de socorro a estados e municípios, o trecho que autoriza reajustes para servidores públicos. A medida de ajuste foi incluída no texto original sugerido pelo governo, mas desidratada no Congresso. Bolsonaro afirmou que sancionará a lei, com o veto, o mais breve possível. Com isso, o funcionalismo de União, estados e municípios terão os salários congelados até 2021. Bolsonaro afirmou que o congelamento de salários é o remédio menos amargo.

A fala do presidente foi apoiada pelos gestores locais, que participaram por videoconferência. Todos os 27 administradores estavam presentes.

Em nome da maioria, o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), disse que os gestores apoiam o veto à possibilidade de aumento para servidores.

— A maioria dos governadores entende importante vetar esse aumento para os servidores. Nós todos também estamos dando uma cota de sacrifício. É um momento ímpar da história do nosso país — disse ele.

Com O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Estou no silêncio, como me foi recomendado…..kkkkk, mais o Sr. Danilo Fagundes foi na moeda, parabéns.

  2. Anderson disse:

    Tapinha nas costas dos servidores da saúde e salários defasados por mais 1 ano e meio. Isso é o que ganha o servidor que esta na linha de frente do covid. #votenulo

    • Hildo disse:

      Isso é uma perseguição meu Deus. Pois saiba que o meu caiu 40% evtenho amigos donos de pequenos empreendimentos que caiu 90%. E não me venha com a manjada conversa de “faça concurso” que não cola não.

  3. RICARDO LÚCIDO disse:

    Gostei do Bozo , votei nele e me arrependo . Bolinha baixa , igual a futebol de salão , cordial , educado . O que terá acontecido ? Terá sido chá de camomila? ) não confundi com cloroquina) . O Bozo sentiu o golpe , sabe que na passada que ia estava com os dias contados . O novo modelo será permanente ? Acho precoce é imprevisível determinar . O Bozo é um ser esquisito , em menos de nada ele muda . Mas já foi um primeiro passo . Concordo que ainda pequeno , mas importante .

    • Danilo Fagundes disse:

      Ei Ricardo, está cansado não de ficar dando Crtl C e Crtl V nesses seus comentários? Já está ficando feio, feio não, ridículo. Isso se não for um robô de esquerda replicando mensagens repetidas a todo momento!

    • Silva Santos disse:

      Tá repreendido, Ricardo Lúcifer!

CLIMA DE PAZ E CONSENSO: Em reunião com governadores, Bolsonaro diz que deve sancionar nesta quinta ajuda aos estados

Foto: Reprodução/GloboNews

O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de ministros, realizou nesta quinta-feira (21) uma videoconferência com governadores para discutir ações relacionadas ao enfrentamento da crise de saúde e econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), participaram da videoconferência. Antes, tiveram uma audiência com Bolsonaro.

Na abertura do encontro, Bolsonaro disse que o governo defende congelamento de salários de servidores até o ano que vem.

“Bem como nesse momento difícil que o trabalhador enfrenta, alguns perderam seus empregos, outros tendo salário reduzido, os informais que foram duramente atingidos nesse momento, buscar maneiras de, ao restringirmos alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem, isso tem a ver com servidor público da União, Estados e municípios, nós possamos vencer essa crise”, afirmou o presidente.

Bolsonaro também afirmou que gostaria que a reunião concluísse, por consenso, que os vetos dele ao projeto de auxílio financeiro aos estados sejam mantidos.

“O mais importante: se possível sair uma proposta aqui por unanimidade de nós, ao vetarmos quatro dispositivos, um que é de extrema importância, que esse veto venha a ser mantido por parte do parlamento. Porque é assim que vamos construir nossa política, nos entendendo cada vez mais”, disse Bolsonaro.

Maia

Em seu discurso, Maia defendeu o projeto de socorro aos estados e pregou a união entre estados, municípios e governo federal para o enfrentamento da crise.

“Esse projeto vem nessa linha, projeto construído no Congresso Nacional junto com governo federal, que hoje vem à sua sanção em um momento muito importante no enfrentamento à crise. A união de todos no enfrentamento à crise vai criar com certeza as condições para que nos segundo momento possamos tratar do pós-pandemia da recuperação econômica, da recuperação dos empregos”, disse o presidente da Câmara.

Alcolumbre

O presidente do Senado, em sua fala na abertura do encontro, alertou que os políticos e governantes têm responsabilidade de conduzir o país durante a crise da pandemia e também depois, quando, segundo ele, as desigualdades na sociedade devem aumentar.

“A gente tem que ter a consciência de que essa crise é sem precedente na nossa vida, mas seremos cobrados por qual atitude tomamos para enfrentar a dificuldade de saúde pública que já tirou a vida de 20 mil brasileiros, milhares perdendo a chance de um futuro promissor. Nós temos responsabilidade com 210 milhões de brasileiros. Após essa pandemia o nosso país terá muito mais desigualdade. Essa diferença nas classes sociais se ampliará. A gente precisa ter responsabilidade e compromisso público”, disse o presidente do Senado.

Covid-19

Segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde, foram registradas no país 19.038 mortes provocadas pela Covid-19 e 294.152 casos da doença. O balanço de quarta-feira (20) do Ministério da Saúde informou 18.859 mortos e 291.579 casos.

Atualmente, o Brasil é o terceiro país no mundo com o maior número de casos confirmados da doença, atrás de Estados Unidos e Rússia.

Bolsonaro teve em março uma rodada de conversas por vídeo com governadores em encontros divididos por regiões. Na oportunidade, trocou farpas com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). As críticas feitas por ambos se mantiveram em abril e maio.

A nova conversa com governadores é uma tentativa de ajustar medidas de combate à Covid-19, em um contexto no qual o Brasil trocou duas vezes de ministro da Saúde (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich) e tem a pasta no momento comandada de forma interina pelo general Eduardo Pazuello, um militar sem experiência em saúde pública.

Estados enfrentam dificuldade com equipamentos em unidades de saúde e presidente e governadores divergem na estratégia para conter a doença em temas como isolamento social e uso da cloroquina pelas pessoas infectados.

Bolsonaro é crítico das medidas de isolamento social e defende isolar somente idosos e pessoas com doenças crônicas. O presidente já se manifestou pela retomada do comércio e a volta das aulas, enquanto muitos governadores, como Doria, mantêm as medidas de restrição ao comércio a fim de tentar frear a velocidade do contágio da população.

Socorro aos estados

Em entrevista ao blog da jornalista Ana Flor, colunista do G1 e da GloboNews, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a videoconferência é uma oportunidade de pacificar as relações entre os governos federal e estaduais.

Um dos temas que Guedes espera definir a partir da videoconferência é o conjunto de possíveis vetos ao projeto de socorro aos estados e municípios, aprovado em 6 de maio pelo Congresso, e que ainda não foi sancionado por Bolsonaro.

Guedes e Bolsonaro querem que os governadores se comprometam a garantir que irão ajudar a manter os vetos que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público nas três esferas.

O Planalto propôs o congelamento dos salários de servidores como contrapartida à ajuda de R$ 60 bilhões, contudo, na tramitação no Congresso os parlamentares aprovaram a liberação ao reajuste para determinadas categorias.

No dia seguinte à aprovação do texto pelo Senado, Bolsonaro afirmou que, por sugestão de Guedes, iria vetar a permissão de reajustes salariais ao funcionalismo.

Agora, Guedes e Bolsonaro querem que os governadores se comprometam a garantir que irão ajudar a manter os vetos que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público nas três esferas. Guedes tem alertado para o risco dos estados usarem o dinheiro destinado à saúde para conceder reajustes ao funcionalismo em ano eleitoral.

G1

VÍDEO: Confira íntegra de reunião de Bolsonaro, com Maia, Alcolumbre e governadores, por socorro aos estados

Trechos repercutidos:

 

“O motivo da reunião é unir a força de todos para enfrentar os problemas da crise. Ainda não sabemos o tamanho da sua dimensão. Sabemos que a pandemia em muito prejudicou não só o Brasil, mas o mundo todo”, afirmou o Presidente  Jair Bolsonaro
no início da reunião.

“Temos que trabalhar em conjunto. A pauta de hoje é a sanção de um projeto, que trata de uma continuidade de outras leis aprovadas de uma auxílio aos governadores de aproximadamente R$ 60 bilhões”, disse.

“Quando se fala que os trabalhadores informais e formais perderam muito, temos que falar da cota de sacrifício dos servidores. De não ter reajuste até dezembro ano que vem”, lembrou Bolsonaro.

“Deixo claro nesse projeto que as progressões e as promoções dos servidores públicos vão continuar ocorrendo normalmente. Essas não serão atingidas”, ressaltou o Presidente da República.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia(DEM-RJ), também se posicionou: “O projeto foi construído no Congresso Nacional junto com o Governo Federal. Esse é um momento muito importante no enfrentamento a crise. A união de todos vai criar, com certeza, as melhores condições para que possamos tratar da nossa recuperação econômica”.

“A sanção desse projeto une a todos e isso é o mais importante. Tenho certeza, Presidente Bolsonaro, que sua decisão em sancionar o projeto vai garantir as condições mínimas para que prefeitos e governadores possam proteger a sociedade desse vírus”, ressaltou Maia.

O presidente do Senado,  Davi Alcolumbre (DEM-AP), em sua fala na abertura do encontro, celebrou o consenso: “Fico muito feliz de participar desse momento histórico onde os atores envolvidos em um processo de reconstrução de um país estão sentados em uma mesa dialogando. Diferente do que muitos pensam, não há uma divisão entre o Executivo, Legislativo e Judiciário”.

Bolsonaro pede a governadores apoio para vetar possibilidade de reajustes no funcionalismo

Na reunião virtual com os governadores, Jair Bolsonaro disse que a pauta é avaliar a sanção do projeto de socorro financeiro a estados e municípios.

Ele falou em “restringirmos alguma coisa” até dezembro do ano que vem. O presidente se referia ao congelamento dos salários dos servidores.

“A gente pede o apoio dos senhores de um veto muito importante que atinge parte dos servidores públicos.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Judite disse:

    Essa desgraça só quer esnobar seu bolso, agora os funcionários que se lasquem.

  2. Cidadão pagador de impostos disse:

    Tudo armado c o congresso p derrubar o veto

  3. Cabo Silva disse:

    Solta o peido e nega. Ele mandou aprovar a emenda no projeto na votação no congresso.

Bolsonaro organiza reunião com Maia, Alcolumbre, Toffoli e governadores

Foto: Marcos Corrêa/ Presidência da República

Em mais um gesto para sair do isolamento político, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenta organizar uma reunião dos três poderes com os governadores do país. A ideia é que participem o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.

“Provavelmente esta reunião será amanhã”, disse à CNN o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, do MDB de Pernambuco.

“A ideia é uma reunião ampliada de todos os poderes”, declarou à CNN o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes, do MDB de Tocantins.

O principal assunto da reunião será os vetos que o Planalto pretende adotar no projeto de auxílio financeiro aos estados. O Congresso aprovou o pacote incrementando medidas em dissonância com o governo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, então, pediu que trechos fossem vetados. Maia, que incluiu grande parte das mudanças, e Alcolumbre, relator da proposta, manifestaram incômodo com a possibilidade de veto. Ambos deixaram claro ao presidente a chance de o Congresso derrubá-los.Os chefes de poderes, porém, ainda não foram informados acerca de uma data.

A motivação do encontro são os vetos, mas evidentemente insere-se em um contexto maior. Trata-se de mais uma tentativa do presidente de tentar distensionar o ambiente político e sair do isolamento político no combate à pandemia do novo coronavírus.

O clima entre o presidente e os chefes dos estados piorou na pandemia. Bolsonaro passou a culpá-los pela piora na economia, uma vez que a ampla maioria deles adotou medidas restritivas de circulação de pessoas. O cerco se ampliou contra ele depois que o STF determinou que os governadores têm legitimidade para tomar as medidas que acharem melhor. Um dos piores momentos do tensionamento foi no final de março, quando o presidente se reuniu separadamente com governadores por região do país. Na ocasião, ele bateu boca com João Dória.

Bolsonaro ajudou a acirrar o clima, com críticas frequentes aos governadores. Mas no meio do caminho apareceram as acusações de Sergio Moro contra o presidente e a abertura de uma investigação no STF para apurar se ele interferiu politicamente na Polícia Federal. A partir daí, Bolsonaro passou ampliar seus apoios. Começou com a abertura de espaço no governo para o centrão. Na semana passada, reuniu-se com Rodrigo Maia, até então seu maior antagonista em Brasília.

Neste domingo (17) em Brasília, chegou até a mandar emissários para pedir a manifestantes em frente ao Palácio do Planalto retirassem faixas agressivas contra o Legislativo e o Judiciário. Nesse sentido, o encontro previsto para amanhã é mais um passo do Planalto na tentativa de desanuviar o ambiente político, desta vez com os governadores.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Todo pé podre põe a culpa no sapato.

  2. Ronald disse:

    O Bozo já até usando máscara. Pense!

  3. Cidadão pagador de impostos disse:

    Pode vir Mourão! A continuidade de Bolsonaro é só derrota p o país.

  4. Val Lima disse:

    O que o medo de um impeachment não faz…. Até semana passada o presidente metia o pau em todos e agora chama para conversar… É o primeiro sinal que os caminhos estão se fechando,e ele precisa abrir estradas (com o Congresso e o STF) para escapar da degola… O capitão tá feito bicho acuado…. Caso contrário estaria "atirando" como sempre fez… Situação muito difícil a dele….Agora é correr atrás do prejuízo antes que o pior aconteça (impeachment).

  5. Lobinho disse:

    Menino será que Fafá vai para essa reunião ??

  6. Santos disse:

    Tá podre, não tem jeito.
    Vai cair!

Bolsonaro diz que “é guerra” e que o setor empresarial precisa “jogar pesado” com os chefes de governo nos estados

Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) conclamou nesta quinta-feira (14) um grupo de grandes empresários a pressionar governadores pela reabertura do comércio, disse que “é guerra” e que o setor empresarial precisa “jogar pesado” com os chefes de governo nos estados.

“Um homem está decidindo o futuro de São Paulo, decidindo o futuro da economia do Brasil”, afirmou Bolsonaro, referindo-se ao governador paulista João Doria (PSDB), seu adversário político. “Os senhores, com todo o respeito, têm que chamar o governador e jogar pesado. Jogar pesado, porque a questão é séria, é guerra.”

“Nós temos que mostrar a cara, botar a cara para apanhar. Porque nós devemos mostrar a consequência lá na frente. Lá na frente, eu tenho falado com o ministro Fernando [Azevedo], da Defesa… os problemas vão começar a acontecer. De caos, saque a supermercados, desobediência civil. Não adianta querer convocar as Forças Armadas porque não existe gente para tanta GLO [Garantia da Lei e da Ordem].”

Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem minimizado o impacto do coronavírus e se colocado contra medidas de distanciamento social, atitude que culminou na demissão de seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e, na semana passada, por exemplo, em uma marcha com empresários ao STF. ​

Apesar de dizer lamentar as mortes, o presidente tem dado declarações às vezes em caráter irônico quando questionado sobre as perdas humanas com a Covid-19. Como na ocasião em que afirmou não ser coveiro ou quando disse: “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre.”

A videoconferência foi organizada pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, aliado político do presidente Bolsonaro.

Bolsonaro é um crítico das ações de isolamento social e tem atacado governadores que determinaram o fechamento de comércio. Doria e governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), são dois dos principais alvos do presidente.

Nesta quinta, o mandatário voltou a se queixar da determinação de diversos governadores, amparados por uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), de ignorar um decreto presidencial que ampliou o número de atividades consideradas essenciais. Para Bolsonaro, trata-se de um ato de “desobediência civil”.

“Nós devemos buscar cada vez mais rápido abrir o mercado. Como eu abri agora, por exemplo, o decreto colocando academias, salões de beleza e barbearia [como atividades essenciais]. Semana passada eu botei a construção civil e a questão industrial. Tem governador falando que não vai cumprir. Eles estão partindo para a desobediência civil.”

Em outro momento de fortes ataques aos chefes de executivo nos estados, Bolsonaro afirmou que, ao que parece, existe no Brasil uma “questão política”, com o objetivo de “quebrar a economia para atingir o governo”.

A conclamação para que os empresários “joguem pesado” com Doria e os demais governadores ocorreu após comentário do chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), Fabio Wajngarten, que pouco antes havia dito que, na próxima semana, São Paulo poderia entrar em regime de “lockdown”.

“É o Brasil que está em jogo Se continuar o empobrecimento da população daqui a pouco seremos iguais na miséria. E a miséria é o terreno fértil para aparecer aqueles falsos profetas, aquelas pessoas que podem levantar borduna e partir [para] fazer com que o Brasil se torne um regime semelhante à Venezuela. Não podemos admitir isso”, concluiu.

Mais cedo, em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro fez um apelo pela reabertura do comércio e disse que, caso contrário, “vamos morrer de fome”. O presidente afirmou que está pronto para conversar com os chefes de governo estaduais sobre o tema.

“Tem que reabrir, nós vamos morrer de fome. A fome mata, a fome mata! Então, [é] o apelo que eu faço aos governadores: revejam essa política, eu estou pronto para conversar. Vamos preservar vidas, vamos. Mas dessa forma, o preço lá na frente serão centenas a mais de vidas que vamos perder, por causa dessas medidas absurdas de fechar tudo”, declarou Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada.

Desde o início da pandemia no novo coronavírus, que até o momento matou 13.149 pessoas no Brasil, Bolsonaro tem atacado as políticas de isolamento social implementadas por governadores e prefeitos. O mandatário tem feito sucessivos apelos à reabertura do comércio e ao relaxamento das políticas de quarentena e de suspensão do funcionamento do comércio.​

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Os empresários ficarão em casa e seus funcionários jogados a sorte. Pense um genocídio.

    • Silva disse:

      Engano seu.
      Empresários não fica em casa tá??
      Empresário é diferente, bota a cara pra bater.
      A não ser que seja fraco.
      Mas o perfil dos brasileiros é ir pro pau, logo no quebrar da barra.
      Outra coisa, sem empresários, não exister empregos.
      Pense nisso.

  2. natalsofrida disse:

    Esse cigano deve ter quantos neurônios? Dois? Espera pra tu ver o desmantelo abestado. Petralhada louca.

  3. Paulo Oliveira disse:

    Cigana lulu, vc já está socializando metade do seu salário de funcionário público com o pessoal desempregado?? Se não fizer isso, é só mais um hipócrita e demagogo que enche a boca pra flatular #fique em casa.

    • Gustavo Henrique disse:

      Eu vou em defesa dos funcionários públicos, porque eles têm que doar seus salários? Os mesmos são trabalhadores tão quanto os outros, e digo mais quem está sustentando a economia, nesse período são os funcionários públicos, que ainda tem dinheiro p comprar…

  4. Cigano Lulu disse:

    A batalha nem começou e o Capetão já está depondo as armas? Incitando os empresários para uma briguinha que é sua? Covardia pouca é bobagem. Ai, que vergonha!

    • paulo disse:

      Cigano, vai armar teu circo em Cuba e na Venezuela, fará melhor proveito.

Bolsonaro faz ‘apelo’ para governadores reverem política de isolamento e diz que está ‘pronto para conversar’

Foto: Reprodução/Globo News

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (14) que está disposto a conversar com governadores sobre medidas para conter a pandemia de coronavírus. Ele fez um “apelo” para que os estados revejam as estratégias de isolamento social.

Bolsonaro falou com jornalistas na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada. Ele voltou a defender a retomada de atividades econômicas que estão paralisadas por conta da pandemia.

“Um apelo que faço aos governadores. Revejam essa politica. Estou pronto para conversar. Vamos preservar a vida? Vamos. Mas, dessa forma, o preço lá na frente serão centenas de mais vidas que vamos perder por causa dessas medidas absurdas de fechar tudo”, disse o presidente.

Desde os primeiros registros no país da covid-19, doença causada pelo vírus, Bolsonaro adotou uma postura de enfrentamento aos governadores. O presidente sempre criticou as medidas de isolamento social adotadas pelos estados em conformidade com recomendações de autoridades sanitárias, como a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os confrontos ocorreram principalmente com o governador João Doria (PSDB), de São Paulo, e Wilson Witzel (PSC), do Rio de Janeiro. Bolsonaro acusa os dois de se aproveitaram politicamente da crise para enfraquecer o governo federal.

Nesta semana, Bolsonaro criticou governadores que não quiseram seguir o decreto, assinado por ele, que inclui salões de beleza, barbearias e academias de ginásticas entre as atividades essenciais na pandemia. A maioria dos estados e o Distrito Federal entenderam que a flexibilização agravaria o contágio pelo vírus.

Ao comentar o caso, Bolsonaro disse que não seguir o decreto seria “autoritarismo”. No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) já reconheceu que a competência para definir medidas de isolamento é dos estados.

Na saída do Alvorada, Bolsonaro disse ainda que lamenta as mortes ocorridas por causa da covid-19, a doença causada pelo coronavírus, mas argumentou que haverá mais mortes se a as medidas de isolamento forem mantidas.

“Temos que ter coragem de enfrentar o vírus. Está morrendo gente? Está! Lamento! Mas vai morrer muito, muito, muito mais se a economia continuar sendo destroçada por essas medidas”, afirmou o presidente.

Bolsonaro criticou também o chamado lockdown (versão mais rígida do isolamento social) que foi adotado por algumas cidades no país. Segundo especialistas, é a medida mais eficaz para deter o contágio fora de controle.

“Essa história de lockdown, vão fechar tudo, não é esse o caminho. Esse é o caminho do fracasso, [vai] quebrar o Brasil. Governador, prefeito, que porventura entrou nessa onda lá atrás, faça como eu já fiz alguma vez na minha vida: se desculpa e faz a coisa certa”, afirmou o presidente.

Em todo o mundo, países que adotaram medidas de isolamento mais rigorosas conseguiram evitar uma disparada dos casos de covid-19. Em países onde as medidas demoraram mais para serem adotadas, como Itália e Estados Unidos, o número de casos e de mortes é bem maior.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sergio disse:

    Cada um deve se ater a sua competencia. O supremo decidiu e Estados e Municípios decidam as medidas a serem tomadas, mas quem diz quais são os serviços ecenssiais é o governo federal, é isso que diz a decisão do STF. Então, se o governo federal tá respeitando as decisões dos governadores e prefeitos, esses devem também respeitar as decisões do presidente naquilo que lhe cabe. Ou seja, qualquer decreto estadual que diga qual atividade é essencial ou não é ilegal. Nesse sentido, o que vale é o decreto federal. Entre com um habeas corpos preventivo, um mandado de segurança e vá trabalhar.

  2. Cesar Bomone disse:

    É uma maravilha os comentários de SERVIDORES PÚBLICOS que estão em casa com os SALÁRIOS GARANTIDOS, só pensam neles próprios.
    Acham fácil gritar FICA EM CASA.
    Queria ver se estivessem perdendo seus EMPREGOS.
    Agem como um bando de EGOÍSTAS que pensam só neles e não são capazes de enxergar a miséria que chega para muitos.
    LAMENTÁVEL.
    Ainda bem que o PRESIDENTE age diferente, pensando nos muitos brasileiros que estão perdendo seus empregos e nos empresários que estão vendo suas empresas fecharem.
    Só um recado para esses SERVIDORES PÚBLICOS: da forma que estão conduzindo a crise o dinheiro para pagar os salários de quem está ganhando em casa também vai acabar.

    • Paulo disse:

      Oh máquina de falar bobagem, a maioria das vidas estão sendo salvas por funcionários públicos, como técnicos de enfermagem, enfermeiros e médicos, sem falar dos policiais Civis e militares, que continuam realizando operações/prisões e garantindo a paz social.

    • Keynesianista disse:

      Médicos, enfermeiros, funcionários de prontos socorros e hospitais, policiais, bombeiros, assistente sociais, funcionários de órgãos e programas sociais, funcionários de bancos públicos e mais uma porção de servidores públicos e funcionários de instituições públicas que continuam saindo de casa e trabalhando e alguns como os da saúde lidando diretamente com as consequências e os riscos dessa pandemia. O que realmente agrava essa crise é a incompetência desse presidente

  3. Papa Jerry Moon disse:

    Tem que fazer lockdown na boca do Bolsoasno e no chiqueirinho dos filhos dele.

  4. Rocha disse:

    Esse cara bipolar e bicéfala só irá colocar no seu cérebro de macaco que aglomeração é perigosa, na hora em que ele vier a ter a mulher, um filho, um neto intubado numa UTI, ou se vier a falecer. Pense num presidente que pensa pequeno! A massa encefálica deste homem é a mesma do macaco.

  5. Eduardo disse:

    Desde março eu ouço o presidente de 15 em 15 dias dizer que agora tá pronto conversar, rsrsrs como sinceramente os bolsonaristas querem que eu acredite no que esse presidente diz. Eu acho que deve ser muito cansativo essa linha q Bolsonaro utiliza: brita, grita, xinga, diz que todos enteram errado, põe a culpa no Leonardo di Capprio, desaparece por 1 dia e depois repete tudo de novo, e de novo, e de novo e…2022! Que pesadelo é esse…. Enquanto isso o povo padecendo.

Bolsonaro critica governadores contrários a decreto de salões e academias e fala em ‘autoritarismo’

Foto: Marcos Corrêa/PR

Após incluir salões de beleza, barbearias e academias como serviços essenciais, em decreto editado na segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro criticou nesta terça “alguns governadores” que se manifestaram publicamente contra o cumprimento do ato federal. Segundo ele, o questionamento ao decreto deve ocorrer pela Justiça ou pelo Legislativo e quem “afrontar o Estado democrático de direito” está aflorando “o indesejável autoritarismo no Brasil”.

“Os governadores que não concordam com o decreto podem ajuizar ações na Justiça ou, via congressista, entrar com Projeto de Decreto Legislativo. O afrontar o estado democrático de direito é o pior caminho, aflora o indesejável autoritarismo no Brasil. Nossa intenção é atender milhões de profissionais, a maioria humildes, que desejam voltar ao trabalho e levar saúde e renda à população”, escreveu Bolsonaro em suas redes sociais.

O decreto de Bolsonaro gerou uma reação em cadeia de diversos governadores do país. Entre ataques irônicos e respostas mais objetivas, todos passaram a mensagem de que não irão acatar a decisão. Publicado em edição extra do Diário Oficial, o ato tem como objetivo preservar estas categorias dos decretos de restrição de circulação implementados por estados e municípios.

No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, no dia 15 de abril, que ao governo federal cabe coordenar as diretrizes de isolamento a serem seguidas em todo o país. Mas não tem poder para retirar a autonomia dos estados e municípios na gestão local. Ou seja, a palavra final sobre a liberação destas atividades é dos governantes locais.

“Informo que, apesar do presidente baixar decreto considerando salões de beleza, barbearias e academias de ginástica como serviços essenciais, esse ato em NADA ALTERA o atual decreto estadual em vigor no Ceará, e devem permanecer fechados. Entendimento do Supremo Tribunal Federal”, afirmou o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), em sua conta no Twitter.

Com informações de O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jorge disse:

    ESSA oms NÃO É REFERÊNCIA PRA NADA.
    REDUTO DE comunistas.

  2. Dell Araújo disse:

    Autoritarismo é do senhor, senhor presidente. Discorda de Deus e do mundo e vem com esse falatório que já chega a irritar no ouvidos de muitas pessoas (só sai asneira). Foi contra seu melhor Ministro na ocasião (Mandetta), depois derrubou o ministro que fez o senhor praticamente se eleger (Moro), além de ser contra OMS, de autoridades de saúde, cientistas, pesquisadores, muitas vezes até de seu próprio ministério, Governantes e etc…….. Sinceramente você está sendo uma decepção para mim. #CalaabocaBolsonaro

  3. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Porquê Bolsonaro não manda abrir o INSS para os pobres solicitar sua aposentadoria.Presidente bravatero

  4. Wil disse:

    Já colocaram o jogo do bicho e a rachadinha como atividade essencial? Só está faltando isso né?

  5. Raimundo disse:

    Concordo com o presidente

    • Dell Araújo disse:

      Em incluir Salões, Barbearias e Construção civil como essenciais? faça-me o favor. Essencial é a saúde, vida e alimentação. Isso sim é essencial. Barbearia NÃO é essencial. Vai lá no supermercado que tá aberto, compra um BIC e tira preguiçosos. Essencial é ….$%&

  6. O rei do gado disse:

    O Fdp do presidente discorda da OMS, dos 2 ministros que ele mesmo escolheu(Mandetta e Teich), de 99% dos lideres mundiais e vem acusar os governadores de autoritarismo. So me faz lembrar aquele ditado q diz: macaco nao olha pro seu rabo né!

  7. Pedro Henrique disse:

    Acuse seu inimigo daquilo q vc faz. É uma estratégia pra vencer.

PGR pedirá ao STJ para investigar pelo menos cinco governadores; na mira, contratos emergenciais firmados nos estados para compra de insumos de saúde

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Chefe da Procuradoria-Geral da República, Augusto Aras destacou três procuradores do seu time para reunir indícios de corrupção que começam a surgir contra governadores nos contratos emergenciais firmados nos estados para compra de insumos de saúde no combate ao coronavírus.

Interlocutores da PGR dizem que a lista de alvos já chega a cinco governadores que estariam diretamente ligados a indícios de corrupção suficientes para fundamentar a abertura de investigação na procuradoria. Um deles, segundo o Radar apurou, é o governador do Rio, Wilson Witzel.

Adversário de Jair Bolsonaro na luta política, Witzel já é alvo de três inquéritos no Superior Tribunal de Justiça, como mostrou o Radar na semana passada.

A nova leva de pedidos de inquérito da PGR contra governadores no STJ deve ser anunciada por Aras nos próximos dias.

Radar – Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Azevedo disse:

    A PGR tem que botar pra lascar nesses governadores bandidos e fdp que estão fazendo farra com o dinheiro do contribuinte. Esse do RJ está mais sujo do que pau de galinheiro. O MP federal tem que ir até o fim com todos eles, principalmente alguns do Nordeste, o do RJ o de SP e outros mais. Sugiro também que a união destine os recursos diretos para as entidades, sem passar pelos governadores e prefeitos, pois muitos deles estão com a boca maior do que a boca de um jacaré para morder os recursos em benefício proprio.

  2. nasto disse:

    Se fiscalizar vai encontrar desmando em todos os estados. Esse povo não pode vê dinheiro publico que vai logo metendo a mão e colocando no próprio bolso. Ou povinho! O pior é que tudo não dar em nada. Continua tudo do mesmo jeito .

  3. paulo disse:

    BG
    Estão se aproveitando da situação para meter a mão no que não lhes pertence. Uma vergonha esses indivíduos desqualificados para a função pública. Processos em cima delles e confiscar o que está sendo roubado. E é bom começar logo e dependendo do caso pedir o IMPEACHMENT destes marginais.

‘Não posso passar por cima do Supremo’, diz Bolsonaro sobre restrição de circulação determinada por governadores e prefeitos

Foto: Pablo Jacob/04-05-2020

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira que não pode “passar por cima do Supremo”, em referência à decisão da Corte que delegou a estados e municípios determinarem medidas restritivas de circulação em função da pandemia de coronavírus. Bolsonaro, que é a favor da reabertura do comércio, respondeu a uma apoiadora que chamou de “palhaçada” o posicionamento de governadores e do Supremo Tribunal Federal (STF).

– A senhora falou aval do STF, verdade. Eu não posso passar por cima do Supremo. Inclusive, (os governadores e prefeitos) estão aumentando as medidas protetivas. Já está na casa de 10 milhões de desempregados formais no Brasil. Brasil não está em crise ainda por causa dos R$ 600, senão o pessoal tava com fome aí, fazendo… – disse Bolsonaro, referindo-se ao auxílio emergencial pago pelo governo.

Assim como em outras ocasiões, o presidente procurou se desvencilhar do aumento do desemprego, que, segundo ele, é responsabilidade de governadores e prefeitos que determinaram a suspensão de atividades comerciais. Na terça-feira, Bolsonaro já havia afirmado que o desemprego havia chegado a um nível “insustentável” e que o auxílio do governo estava evitando uma onda de “saques e violência”. O presidente acrescentou que, se a atividade econômica não for retomada totalmente em dois meses, o país terá “problemas seríssimos”.

– Já estou vendo matéria na imprensa sobre o desemprego. Daqui a pouco vão dizer que eu sou responsável pelo desemprego – afirmou Bolsonaro.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. otarocha disse:

    O q choca mais ?O no.de mortes ou o no.de desempregados?Vejam essa fala do prefeito de Teresina:Os economistas sabem como ressuscitar a economia ,mais os médicos não sabem ressuscitar 1 vida.Reflitam.Será q ele o Presidente sabe o no.de mortos?O de desempregados ele sabe.

  2. Bolsominion disse:

    Tenham paciência. Bolsonaro vai liberar o vídeo da reunião com Moro assim que entregar as provas de fraude na eleição, o teste negativo para o Covid-19 e os dados de inteligência do plano de Maia, Doria e STF contra ele.

    • Francisco Alves disse:

      Vc esqueceu de mencionar, também, a apresentação das provas da inocência do maior ladrão da história deste país.

  3. Ricardo disse:

    8536 mortes confirmadas por corona vírus no Brasil. Isso é cerca de 34 vezes o n° de mortos em Brumadinho, 35 vezes no caso do incêndio da Boate Kiss, 38x as vítimas da queda do avião da Air France e 46x o n° de vítimas fatais no edifício Joelma. E tem gente fazendo festinha…

‘Não vão botar no meu colo essa conta’, diz Bolsonaro sobre mortes pelo coronavírus, cobrando governadores e prefeitos por políticas de isolamento reclamadas na Justiça

Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (29) que não se responsabiliza pelas mortes pela COVID-19. Segundo ele, “a conta” deve ser direcionada para os governadores e prefeitos que adotaram medidas de restrição. Ele citou em especial João Doria (PSDB), governador de São Paulo, estado mais afetado pela doença.

“Não adianta a imprensa querer colocar na minha conta essas questões que não cabem a mim”, destacou. “O Supremo (Tribunal Federal) decidiu que quem decide essas questões (sobre restrição) são governadores e prefeitos”, disse.

Bolsonaro hoje voltou a lamentar o número de mortes, mas ressaltou que “sabia que ia acontecer”. O chefe do Executivo destacou o impacto da pandemia na atividade econômica, repetindo que sua preocupação sempre foi “vidas e emprego”.

Bolsonaro falou que a “segundo onda” do desemprego provocará uma “recessão gravíssima”. Ele citou as ações do governo de combate a COVID-19, como o pagamento do auxílio emergencial e a liberação de recursos extras para a Saúde.

“O que estou fazendo é sugerir ao Ministério da Saúde medidas para a gente voltar rapidamente, tá? Com responsabilidade, (voltar) a uma normalidade. Como disse um parlamentar aqui, os países que adotaram o isolamento horizontal foi onde mais faleceram (sic) gente”, disse.

Bolsonaro estava acompanhado de deputados do PSL, seu antigo partido, que defenderam o presidente, o fim do isolamento social e retomada do trabalho. Nesta quarta, o presidente recebeu os parlamentares da legenda para um café da manhã no Palácio da Alvorada.

Bolsonaro reforçou ainda seu posicionamento contrário a prisões feitas em Estados em função de quebra do isolamento. Segundo ele, essa era uma cobrança que fazia ao ex-ministro da Justiça Sergio Moro. “Vou divulgar agora a última, penúltima, reunião de ministros onde cobrei isso dele (sobre prisões por medidas de restrição)”, declarou.

Com informações do Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gaius Baltar disse:

    Na verdade você mesmo já colocou essa bomba no colo, presidente.

  2. Paul disse:

    👏👏👏governadores não queriam ter autônomo? Junto com o bônus que venha o ônus. Os grandes responsáveis por tudo isso são governadores e o judiciário. E agora ? Além de pensar na vida por corona vírus temos que tomar cuidado com assaltos pela misericórdia hipócrita do nosso judiciário de meia tigela. Hipócritas

  3. Justus disse:

    Que eu saiba ele tomou providências desde 6-2-20. Mas vocês nem pensavam nisso no carnaval, né? Nem os governadores.

  4. Justus disse:

    O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Antônio Boudens, elogiou a escolha de Alexandre Ramagem para a direção-geral da PF, que a entidade considera “perfeitamente qualificado para o cargo e tem o respeito da categoria”, e demoliu a fantasia de muitos políticos e jornalistas hostis ao governo: “até agora, não houve interferências nas investigações em andamento”, garante. Porque seria crime, sem chance de não ser levado a termo, denunciado à Justiça.

  5. ALEXANDRE MAGNUS disse:

    Realmente ele tem razão,se fosse com as vontades dele os números de mortos e infectados seria bem MAIOR.

  6. Antonio Turci disse:

    O Presidente está certo. Os governadores resolveram editar tudo quanto foi de decretos e leis, passando, literalmente, por cima da autoridade central.

    • Jr disse:

      Tá errado! Enquanto os Governadores bancam a quarentena há mais de quatenta dias o Presidente há mais de quarenta dias vem boicotando o isolamento incentivando as pessoas à irem para as ruas. Cai no colo dele sim!

  7. Breno disse:

    É muito esc#$&@ esse presidente. Menosprezou a doença, pediu pra tdo mundo ir pra rua, demitiu o ministro da saúde, foi contra o isolamento proposto pelos governadores, tripudiou dos mortos….e agora fala q a conta não é dele? É do senhor sim. A história nao te perdoará nem seus eleitores.

  8. Victorino disse:

    Interessante como os comentários ai do Henrique e do Ricardo Lúcido, petistas fanáticos, se ver pelos os comentários, aqui no RN a Fátima pegou o governo quebrado, por isso que não pode fazer nada, nem pagar os atrasados, mas a nível nacional o presidente estar nadando em dinheiro deixado pelos governos PeTralhas, hipocrisia sobra, o que falta mesmo é ver a verdade, no RN o governo até o momento não vez uma ação em relação a população mais carente, mostrem com números e projetos? O povo não é babaca, a esquerda tenta politizar a pandemia para lucrar futuramente com essa politicagem rasteira, estão se lixando para a população.

    • Minion alienado disse:

      Camarada, os dois lados estão politizando. O governo estadual e prefeituras enfrentam dificuldades na gestão da pandemia, até mesmo os estados governados pela direita ou pelos pseudo-comunistas também. O mínimo que o governo federal deveria fazer é dar suporte aos gestores, o presidente ao invés de criar polêmicas deveria ter bom senso, não se fazer de vítima e cumprir adequadamente um papel de liderança da nação e não apenas dos seus admiradores.

  9. Cesar Bomone disse:

    A culpa é dos governos PETISTAS, que preferiram construir ESTÁDIOS DE FUTEBOL, gastar em OLIMPÍADAS, e patrocinar obras em OUTROS PAÍSES e pouco fizeram para construir hospitais e investir na SAÚDE PÚBLICA.
    Foram anos desperdiçando dinheiro público em investimentos desnecessários sem se investir satisfatoriamente na infraestrutura da saúde pública.
    AGORA MUITOS PODERÃO MORRER POR FALTA DE LEITOS HOSPITALARES.

    • Henrique disse:

      O PT saiu do governo vai fazer quatro anos, procura outra desculpa e deixa de defender esse presidente maluco, incompetente e perdido

    • Marcos disse:

      Daqui a 100 anos ainda virão com a mesma desculpa. Por favor, vira o disco!!!

    • Nando do oeste disse:

      Essa alta letalidade, é o resultado da insensatez do trato com prioridades governamentais e desonestidade do pt, que investiram bilhões numa copa do mundo e olimpíadas, ao mesmo tempo que roubaram e deixaram roubar trilhões de reais dos cofres da nação, com a insanidade do louco Bolsonaro, que desafiou uma doença perigosíssima, e não sistematizou a proteção da população numa saúde estadual já caótica, e cujos gestores estão tentando tirar proveitos econômicos das situações emergencial existentes. Tudo isso num caldeirão, infelizmente, dificilmente não resultará numa tragédia anunciada. Mas, DEUS está no comando, e ele proverá!

  10. RICARDO LÚCIDO disse:

    Balança que o filho é teu seu irresponsável . Vossa excrescência é de um escárnio retumbante e não dignifica o cargo que ocupa . Sua insensibilidade é do tamanho da sua estatura moral . Esse filho é deu Bolsonaro ,tem o seu DNA , vai ser o seu 05 . Defenda-o e cuide dele pós ele tem a sua cara .

Adesão ao isolamento social cai em 22 dos 27 estados antes de governadores afrouxarem quarentena; RN perde quatro pontos e registra 53%

Foto: WASHINGTON ALVES / REUTERS

Antes mesmo de governos estaduais afrouxarem medidas de isolamento social, 22 das 27 unidades da federação já vinham apresentando menor adesão da população à quarentena em comparação ao fim de março, segundo levantamento do GLOBO com base no “Relatório de Mobilidade Comunitária” disponibilizado pela empresa Google.

Apenas quatro estados da região Norte – Acre, Roraima, Amapá e Amazonas, cujo sistema de saúde da capital Manaus entrou em colapso – e o Piauí apresentaram, em abril, quedas de circulação de pessoas maiores ou iguais em relação às registradas no último mês. Por outro lado, em meio a pressões de setores políticos e empresariais, ao menos sete governadores flexibilizaram, na última semana, medidas que restringiam a abertura de algumas atividades comerciais.

O levantamento do GLOBO considerou a média dos últimos sete dias úteis de março, excluindo feriados nacionais e fins de semana, e comparou-os com os dados de intervalo de tempo similar em abril, até o último dia 17, data mais recente no relatório de mobilidade. A ferramenta da Google, baseada em dados de localização de usuários do aplicativo Google Maps em áreas como centros comerciais, restaurantes, estações de trem e pontos de ônibus, compara a movimentação diária de pessoas em relação ao período entre janeiro e fevereiro deste ano, antes do início medidas de isolamento social.

Na categoria que engloba a movimentação em pontos de acesso ao transporte público, alvos de menores restrições de governos estaduais e municipais, a queda de circulação de pessoas em âmbito nacional foi de apenas 53% em abril, contra 60% no fim de março. Estados como Minas Gerais, com 43%, e Goiás, com apenas 41% de queda de circulação, figuram entre os que menos tiveram sucesso em reduzir a movimentação no transporte público em abril, segundo indica o relatório da Google. (veja os números completos no fim desta reportagem)

Em relação a áreas comerciais não essenciais – isto é, excluindo mercados e farmácias – e atividades de lazer, todos os estados apresentaram maior circulação de pessoas em abril do que no fim de março. Alguns, no entanto, ainda apresentam reduções de movimentação acima de 60%, como Piauí, Ceará e Paraíba. Os dados são anteriores à última semana, quando governadores de estados como Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul anunciaram planos de flexibilização da quarentena.

Zema: alinhamento a Bolsonaro

Em Minas, o governador Romeu Zema (Novo) anunciou na última quinta-feira, ao lado de seu secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, um plano de retomada gradual do comércio, que deverá ser implementado pelas prefeituras. Zema vinha sugerindo a reabertura desde o último dia 9, após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro em Brasília, mas enfrentou a resistência de seu secretário de Saúde, que chegou a afirmar que não havia previsão de flexibilizar a quarentena no curto prazo. O protocolo detalhado deve ser disponibilizado pelo governo de Minas nesta segunda-feira.

Opositores e até aliados apontam a ligação do governador com o setor empresarial – Zema era administrador de um grupo comercial antes de se lançar na política – como um dos fatores que explicam a insistência na reabertura. Zema vem adotando posição oposta à de seu desafeto político, o prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD), que tem defendido o endurecimento das restrições de circulação.

– A posição de Zema é vacilante desde o início da pandemia, mas ele em momento algum fez uma plena defesa do isolamento social. Ele tenta manter também um alinhamento com o governo federal, tanto é que foi um dos dois governadores que não assinaram a carta cobrando mais firmeza da União na garantia do isolamento – afirmou o deputado estadual André Quintão (PT-MG), líder da oposição a Zema na assembleia de Minas.

Embora tenha ameaçado até um rompimento com o presidente Jair Bolsonaro por defender a necessidade do isolamento social, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), assinou na última segunda-feira decreto que ampliou o funcionamento do comércio e permitiu aos municípios decidirem sobre regras de flexibilização. Diante de aglomerações no transporte público e no comércio de rua em Goiânia e outras cidades, Caiado ameaçou na última sexta “fechar tudo de novo”.

Em meio à fritura do então ministro da SaúdeLuiz Henrique Mandetta por Bolsonaro, Caiado gerou mal-estar ao declarar que acolheria Mandetta, seu amigo pessoal, na secretaria de Saúde de Goiás. A permanência do atual secretário, Ismael Alexandrino, foi defendida pelo presidente da Assembleia Legislativa de Goiás e por outros parlamentares, inclusive da base de Caiado.

Procurado, o governo de Goiás respondeu, através de nota, que o protocolo de reabertura foi baseado “nas recomendações do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública sobre o coronavírus”, e que não permite o funcionamento de escolas, igrejas ou academias. Através da assessoria de imprensa, Caiado afirmou ainda que se sente grato “pelo reconhecimento do trabalho feito por toda a equipe da Secretaria de Saúde de Goiás”.

Isolamento social nos estados

*Média de redução de circulação até 17 de abril (Diferença em relação a março)

Distrito Federal: 50% (-10%)

Acre: 66% (+3%)

Alagoas: 60% (-4%)

Amapá: 72% (+10%)

Amazonas: 45% (+1%)

Bahia: 60% (-6%)

Ceará: 63% (-6%)

Espírito Santo: 57% (-9%)

Goiás: 41% (-11%)

Maranhão: 60% (-3%)

Mato Grosso: 45% (-15%)

Mato Grosso do Sul: 42% (-24%)

Minas Gerais: 43% (-11%)

Pará: 51% (-1%)

Paraíba: 59% (-5%)

Paraná: 47% (-14%)

Pernambuco: 53% (-5%)

Piauí: 73% (0)

Rio de Janeiro: 56% (-6%)

Rio Grande do Norte: 53% (-4%)

Rio Grande do Sul: 50% (-13%)

Rondônia: 59% (-1%)

Roraima: 62% (+2%)

Santa Catarina: 66% (-13%)

São Paulo: 55% (-3%)

Sergipe: 69% (-3%)

Tocantins: 53% (-12%)

O Globo

Bolsonaro diz que governadores e prefeitos que determinarem fechamento do comércio terão de pagar encargos trabalhistas

Ao sair do Palácio da Alvorada nesta sexta-feira (27), Jair Bolsonaro afirmou que governadores e prefeitos que determinarem o fechamento do comércio por conta do novo coronavírus terão de pagar os encargos trabalhistas.

O presidente disse que há um artigo na CLT que garante o pagamento para empresários e comerciantes.

“Ó, tem um artigo na CLT que diz que todo empresário, comerciante que for obrigado a fechar seu estabelecimento por decisão do respectivo chefe do Executivo, os encargos trabalhistas quem paga é o governador e o prefeito, tá ok? Fecharam tudo. Era uma competição quem ia fechar mais.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fabio disse:

    Ohh povo Insensato !!! Um vírus quem pega 2 % morrer vamos deixar de drama minha gente vamos produzir.

  2. Nando disse:

    Quem acha q o presidente tá certo, não siga as orientações de prevenção.

  3. Fábio Cardoso disse:

    Art. 486 – No caso de paralisação temporária ou definitiva do trabalho, motivada por ato de autoridade municipal, estadual ou federal, ou pela promulgação de lei ou resolução que impossibilite a continuação da atividade, prevalecerá o pagamento da indenização, que ficará a cargo do governo responsável.

    • Cidadão Atento disse:

      Vc sabe o que significa CASO FORTUITO OU DE FORÇA MAIOR, senhor advogado?
      Caso fortuito + Força maior = Fato = ocorrência imprevisível ou difícil de prever que gera um ou mais efeitos/consequências inevitáveis.
      É um impedimento, para o cumprimento de uma obrigação, ou seja, é um acontecimento imprevisível, inevitável, irresistível e que não emana de culpa do gestor, mas decorre de circunstâncias além de suas capacidades e competências para prever ou evitar.

      Portanto pedidos de indenização devido a incidente, acidentes ou fatalidades causadas por fenômenos da natureza podem ser enquadrados na tese de caso fortuito ou de força maior.
      No Código Civil temos o art. 393. O devedor não responde pelos prejuízos resultantes de caso fortuito ou força maior, se expressamente não se houver por eles responsabilizado. Parágrafo único. O caso fortuito ou de força maior verifica-se no fato necessário, cujos efeitos não era possível evitar ou impedir.

  4. Zé carlos disse:

    Os governantes da esquerda, a mídia ferrada, liderada pela globo, e os que querem a cadeira ….. A META É ACABAR COM BRASIL.

  5. Santos disse:

    KKKKKKKKKK
    Esse senhor brinca com a situação.

    • JULES disse:

      NÃO CREIO DESTA FORMA. O COMÉRCIO DEVE FUNCIONAR NATURALMENTE COM RESTRIÇÕES. SE A MÍDIA É DE ESQUERDA,QUEREM TIRAR O PRESIDENTE DO CARGO,NÃO
      IRÃO CONSEGUIR…

  6. Chicó disse:

    Está aí uma bela oportunidade dos estados mostrarem coerência. Poderiam no mínimo suspender a cobrança de impostos as empresas e a população, assim como o governo federal suspendeu o pagamento das dívidas estaduais a união.

  7. Said disse:

    Povo retardado,com uma grande recessão vai morrer de fome e do caos social crianças,adultos e idosos.
    Politicagem barata e ignorância dos desinformados,acorda enquanto é tempo de salvar o que o PT destituiu com tanta roubalheira.

  8. Ivan disse:

    Tão mandando servidor pra casa e pagando R$ 35.000,00 + Auxilio Moradia + Aux Alimentação (Juiz, Promotor, Auditor, Procurador, Defensor público, Deputado, Vereador, etc, sem falar dos barnabés)…Mandou o comércio fechar, assuma a responsabilidade de bancar o trabalhador tb…Certíssimo, e o salário do empregador, quem vai pagar????

  9. Miranda disse:

    Acho que ele está querendo acabar com os idosos pra diminuir o déficit da previdência…

  10. Rai S SILVA disse:

    Presidente tem razão, os governadores politiqueiros arke com suas demagogias e hipocrisia. Eles tentaram fuder o Brasil e derrubar o presidente.

  11. Gilson Dias disse:

    Tudo que esse kra pensa é só em confronto ao invés de união do
    País.

  12. Laura disse:

    Olha a Itália Presidente.

  13. Anti-Político de Estimação disse:

    Presidente, chega de politicagem barata, o que precisamos é da serenidade e da condução de um verdadeiro líder. Pense como um HOMEM DE VERDADE em relação ao seu País.
    Chega de molecagem !!

    • Kelly disse:

      Chega a ser ridículo uma atitude como essa, até porque se trata se força maior. Ele só esta visando o bolso. Quer mesmo é que os idosos morram pra não pagar INSS.

    • David disse:

      Protejam os de saúde debilitada e voltem a trabalhar, a sobrevivencia não cai do céu. Alguns até sobrevivem do caos,.

    • Anti hipocrisia disse:

      Quem faz política com esse problema de saúde mundial não é o Presidente, mas todos seus opositores, ele apenas tem tomado as medidas que pode.
      Você que se diz entendido em politicagem, qual a medidas que os governadores que reclamam de Bolsonaro tomaram até aqui? O isolamento? Isso é tudo?
      Qual a razão desses que reclamam e jogam contra, não terem providenciado a compra urgente de respiradores, remédios, material hospitalar e aumentado os leitos para tratar a pandemia?
      Qual a razão de Dória ser contra acabar o isolamento, mas não aceita as indústria de SP pararem? Quem é mesmo que está fazendo politicagem?

Coronavírus: maioria dos governadores dizem que isolamento será mantido nos estados

Ao menos 25 dos 27 governadores informaram que manterão as regras de isolamento apesar das declarações do presidente Jair Bolsonaro. Na noite de terça-feira (24), Bolsonaro fez pronunciamento em que pediu a “volta à normalidade”, o fim do “confinamento em massa” e disse que os meios de comunicação espalharam “pavor”.

Disseram que manterão as regras de isolamento: governadores de AC, AL, AP, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MT, MS, MG, PA, PB, PR, PE, PI, RJ, RN, RS, SC, SP, SE e TO. À tarde, governadores do Nordeste divulgaram carta se comprometendo a manter as medidas de isolamento social;

Não se manifestaram: governadores de RO e RR.

A fala de Bolsonaro foi criticada por 19 governadores.

Criticaram a fala de Bolsonaro: governadores de AC, AL, AP, BA, CE, ES, GO, MA, MS, PA, PB, PE, PI, RJ, RN, RS, SC, SP e SE;

Evitaram criticar: governadores de AM, DF, MT, MG, PR e TO;

Não se manifestaram: governadores de RO e RR.

Leia AQUI texto na íntegra a posição dos governadores.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciana Morais Gama disse:

    Quando os Estados quebrarem aí os governadores vão pedir ajuda a Bolsonaro. Assim é fácil!

  2. Vânia gurgel disse:

    Acho essa medida drástica , poderia ter sido diferente e não uma medida radical . Parece que é uma guerra econômica e política . Sei do perigo . Não sei como pode um supermercado abrir e não pode funcionar uma feira livre ? Será que não é uma guerra econômica ?

  3. Manoel disse:

    A quarentena é certo? É!
    A quarentena é errado? É!
    Bolsonaro está certo? Está!
    Bolsonaro está errado? Está!

    É fácil defender a quarentena em uma casa confortável, com TV, PC, armário cheio, sabendo que se não trabalhar vai haver salário.

    É difícil defender quarentena quando o armário já está vazio e que se não trabalhar não tem salário, trabalha de manhã pra comer de noite e o filho te pedindo um doce, uma bala.

    Os médicos vêem o lado da saúde: quarentena.
    Os economistas vêem como manter os insumos para os médicos: economia.
    Os líderes vêem a moral e o bem estar emocional: calma, é só uma gripe (para 80, 90% que pega).
    A mídia vê o interesse de quem paga: histeria, distorções, pânico.

    Cabe a nós o bom senso, a honestidade e o apartidarismo.
    Opiniões rasas no conforto é fácil. Entender que NENHUMA ação tomada vai ser simples, é difícil.
    Temos que pensar que toda decisão tem pontos positivos e negativos.

    Não seja simplista.

    Não adianta falar que tem que seguir a quarentena a todo custo, e não falar sobre os danos pós quarentena onde vai morrer gente por falta de dinheiro pra saúde em geral, aumento da criminalidade, de fome, de depressão e suicídio.

    Em poucos dias os serviços essenciais não terão condições de continuar a funcionar sem os não essenciais.

    A empresa que produz álcool em gel precisa da empresa de plástico que produz a garrafinha.

    Sabe os delivery? Jajá vão precisar das embalagens de papelão.

    Caminhoneiros com materiais de hospitais precisam de restaurantes, oficinas, borracharias.

    E todas essas empresas precisam de outras… Tem que haver prevenção aos grupos de risco e tem que haver o andar da economia.

    Uma coisa depende da outra.

    Ou chegamos ao consenso ou vamos igualmente sucumbir.

    #PatriaAmadaBrasil

  4. Manoel disse:

    São todos safados eles tem o seu salário certo estão esquecendo dos trabalhadores que dependem dos seus patrões esses palhaços só pensam e atingir o presidente mais na verdade estão atingindo o povo mais humilde que precisa do seu salário.