Queda de 70% das vendas faz Ricardo Eletro pedir recuperação judicial

Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro: varejista recorre à Justiça para manter bens e renegociar dívidas. Foto: Leo Drumond/Nitro/VEJA

A rede varejista Ricardo Eletro entrará no início da próxima semana com uma ação cautelar preparatória de Recuperação Judicial na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, no Foro Central Cível  de São Paulo. O pedido de ajuda ao judiciário acontece poucos dias após o fundador do grupo varejista, Ricardo Nunes, ser preso em Minas Gerais em operação que investiga sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no estado mineiro. A força-tarefa composta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), pela Receita Estadual e pela Polícia Civil acusa o grupo de ter sonegado cerca de 400 milhões de reais ao longo de quase 10 anos. Agora, com o grupo pressionado pelos credores e pela queda expressiva de faturamento durante a pandemia, a empresa recorre à Justiça para blindar seus ativos e renegociar as dívidas. A partir do momento em que a ação cautelar for aceita, a varejista terá 30 dias corridos para apresentar o pedido principal de recuperação judicial.

Matéria completa da Veja aqui.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jailson disse:

    Só “cidadão de bem” sonegador e lavador de dinheiro…
    Só a classe média é quem paga imposto nesse país.
    Pobre não tem condições de pagar. Rico sonega ou é beneficiado pelos amigos políticos

Anticoagulante reduz em 70% a infecção de células pelo novo coronavírus

Foto: fotograzia/Getty Images

Um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e por pesquisadores da Inglaterra e da Itália apontou um possível novo mecanismo de ação do medicamento heparina, um anticoagulante, no tratamento do coronavírus (covid-19).

Além de inibir distúrbios de coagulação que podem afetar vasos do pulmão e prejudicar a oxigenação, o medicamento parece também ser capaz de dificultar a entrada do novo coronavírus nas células. Os pesquisadores realizaram testes de laboratório em linhagem celular proveniente do rim do macaco-verde africano (Cercopithecus aethiops) e a heparina reduziu em 70% a invasão das células pelo novo coronavírus.

Em entrevista à Agência Fapesp, Helena Bonciani Nader, professora da Unifesp e coordenadora do projeto entre os brasileiros, afirmou que existiam indícios de que a heparina também tinha capacidade de prevenir infecções virais, incluindo por coronavírus, mas as evidências não eram muito robustas. Entretanto, os pesquisadores conseguiram comprovar essa propriedade do medicamento em ensaios in vitro.

A pesquisadora estuda há mais de mais de 40 anos os glicosaminoglicanos – classe de carboidratos complexos à qual a heparina pertence – e desenvolveu as primeiras heparinas de baixo peso molecular, usadas clinicamente como agentes anticoagulantes e antitrombóticos, inclusive em pacientes com covid-19.

Uma das descobertas feitas ao longo deste período foi que a heparina é um medicamento multialvo, pois além do seu efeito na prevenção da coagulação do sangue pode se ligar a diversas proteínas. Entre elas, fatores de crescimento e citocinas que se ligam a receptores específicos na superfície de células-alvo.

Nos últimos anos, estudos feitos por outros grupos sugeriram que as proteínas de superfície de outros coronavírus até então relatados poderiam se ligar a um glicosaminoglicano das células de mamíferos, chamado heparam sulfato, para infectá-las.

Com o surgimento do novo coronavírus, os pesquisadores da Unifesp tiveram a ideia de avaliar se a proteína de superfície do novo coronavírus responsável pela infecção das células – chamada proteína spike – se liga à heparina, uma vez que a molécula do fármaco tem estrutura muito semelhante à do heparam sulfato.

Os experimentos confirmaram a hipótese. Por meio de técnicas de ressonância plasmônica de superfície e de espectroscopia de dicroísmo circular, observou-se que a heparina, ao se ligar às proteínas spike da covid-19, causa nessas moléculas uma alteração conformacional. Dessa forma, avaria a “fechadura” para entrada do vírus nas células.

Os pesquisadores também avaliaram quais formas estruturais da heparina apresentam melhor interação e são capazes de mudar a conformação das proteínas spike do novo coronavírus, com base em uma biblioteca de derivados e em diferentes fragmentos da molécula, definidos por tamanho.

Agora, os pesquisadores estão fazendo mudanças estruturais em heparinas para identificar uma molécula que apresente o mesmo efeito de ligação e mudança conformacional da proteína spike do novo coronavírus, mas que cause menos sangramento – um potencial efeito colateral do fármaco. Além disso, também estão testando outros compostos chamados de heparinas miméticas – que mimetizam a ação da heparina.

Super Interessante, com Agências Fapesp

Máscara de pano barra até 70% da carga de vírus

Mulheres usam máscara no Centro de Niterói | Fabiano Rocha

Neste tempo de pandemia da Covid-19 é muito importante discutir o uso das máscaras. Tudo em relação a virologia depende da quantidade de vírus presente no corpo da pessoa infectada. É a chamada carga de viral.

Para infectar o ser humano precisamos de um número de partículas virais definida ou dose infectante. Por exemplo, se tratarmos um paciente com Aids e baixamos sua carga viral no sangue, este paciente não é mais infeccioso. O mesmo quando utilizamos a camisinha.

Quando vamos para os vírus respiratórios, as coisas são semelhantes. Um paciente infectado por vírus respiratórios, como a influenza ou coronavírus, libera milhões de partículas de vírus em suas gotículas exaladas pela tosse ou espirros. Estas gotículas vão se depositar no rosto ou mãos de pessoas não-infectadas e podem agora infectá-las diretamente.

Outra via de infecção se dá pela deposição das gotículas em superfícies como mesas, banheiros, barras de ônibus, corrimões, elevadores, etc, e aí contaminam as mãos das pessoas não-infectadas que levam o vírus a boca ou olhos.

O uso da máscara por uma pessoa infectada seja sintomática ou assintomática diminui a dispersão das gotículas e por consequência a carga de vírus ambiental. Temos as máscaras de materiais sintéticos ou papel tratados que são utilizadas pelo pessoal de saúde e são essenciais nesses tempos de coronavírus. Essas máscaras industriais tipo N95 e as PPF2/3 têm um alto poder de filtração das tais gotículas suspensas, tanto para expelirmos quanto para inspirarmos os vírus.

A população não deve utilizar estas máscaras para poupá-las para os médicos, enfermeiros, e outros profissionais lidando diretamente com os pacientes internados com Covid-19. Porem, o resto da população deve se beneficiar também deste equipamento utilizando máscaras caseiras feitas de pano.

Vamos utilizar as máscaras de pano comerciais ou caseiras o tempo todo porque, mesmo que uma máscara de pano, dobrado 2 a 3 vezes, não barre 100% a carga de vírus exalada ou inalada no meio ambiente, ela pode barrar algo entre 60% e 70% . Assim, a carga de vírus depositada em superfícies diminui e consequentemente a transmissão do vírus também cai.

Este benefício se dá de duas formas: quem está infectado só deixa e só exala 30% da carga de vírus e os não infectados só recebem 30% dos 30% exalados, ou seja, 9% da dose infectante. Isto é uma queda formidável na dose infectante e, além desse benefício, a máscara caseira protege o nariz e boca contra uma autoinoculação. Assim o uso em larga escala da máscara baixaria drasticamente a carga de vírus circulante na comunidade.

Temos que lembrar que uma vacina muito eficaz imuniza 90% dos indivíduos e pode nos livrar de epidemias de sarampo, poliomielite etc. Em analogia, o uso em larga escala da máscara caseira, em casa ou na rua, seria como uma vacina contra o coronavírus. Porém, é uma vacina que deve ser utilizada todos os dias.

Mas, importante: o uso da máscara de pano não pode substituir o isolamento social, a higienização das mãos, e o cuidado de não levar as mãos ao rosto. Ela é uma medida de prevenção aditiva. Precisamos também perder esse estigma da máscara relacionando seu uso a doenças.

Acho que a população asiática lida bem com isso e vemos grande parte da população utilizando máscaras. Vamos todos usar máscara em casa e na rua. Os sintomáticos e os assintomáticos. A proteção dada pelas máscaras não é somente individual, mas, sim, comunitária.

Respeitem a si, respeitem ao próximo, mantenham isolamento social e usem máscaras o tempo inteiro. Todos devem ter, no mínimo, duas máscaras, uma para usar e outra de reserva limpa.

Lave-as com água, sabão e um pouco de água sanitária. Resumindo, a máscara, mesmo de pano, é uma vacina para vírus respiratórios. Porém, é uma vacina que temos que usar o tempo todo! E, reforçando: ela não substitui o isolamento social.

*Amilcar Tanuri é virologista chefe do Laboratório de Virologia Molecular do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

A Hora da Ciência – O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cursos Online disse:

    Aqui é a Larissa Helena, eu gostei muito do seu artigo seu conteúdo vem me ajudando bastante, muito obrigada.

  2. Fonsa disse:

    Se olhassem melhor iriam perceber que a mulher de amarelo está de óculos.

  3. Getro disse:

    Tá mais parecido com uma balaclave…..

  4. EU disse:

    Por isso que o povo adoece. kkkkkkkkkkkk
    Essa senhora de amarelo é um exemplo!!!!!
    Que mascara é esse homiii?

Coronavírus: Lionel Messi anuncia que elenco do Barcelona vai reduzir salários em 70%

Foto: REUTERS/Albert Gea

Em meio a especulações sobre redução de salários no futebol durante a pandemia do coronavírus, Lionel Messi deixou tudo as claras no Barcelona. Em um comunicado oficial, o craque disse que ele e o restante do elenco do clube catalão reduzirão seus salários em 70% enquanto continuar o estado de alarme na Espanha.

– Vamos fazer contribuições para permitir que os funcionários do clube recebam 100% dos seus pagamentos – salientou o camisa 10 argentino.

Confira abaixo o comunicado na íntegra de Lionel Messi. Segundo a imprensa catalã, o tom do discurso do capitão do Barcelona é uma resposta a insinuações nos bastidores feitas pelo presidente do clube, Josep Maria Bartomeu, de que o elenco não estava aceitando diminuir seus salários durante a crise.

“Muito se escreveu e disse sobre o elenco principal do FC Barcelona no que se refere aos salários dos jogadores durante esse período de estado de alarme.

Antes de nada, queremos deixar claro que nossa vontade foi sempre de aplicar uma redução no salário que recebemos, porque entendemos perfeitamente que se trata de uma situação excepcional e somos os primeiro que SEMPRE temos ajudado o clube quando ele nos pede. Incluído muitas vezes que o fazemos por iniciativa própria, e em outros momentos que achamos importante.

Por isso, não deixamos de nos surpreender que dentro do clube houve quem tratou de nos colocar em segundo plano e tentar colocar pressão sobre algo que sempre tivermos total noção de que faríamos. Dito isso, o acordo demorou alguns dias porque simplesmente nós estávamos buscando uma fórmula para ajudar o clube e também seus funcionários nesses momentos tão difíceis.

De nossa parte, chegou o momento de anunciar que, além de reduzir em 70% nossos salários durante o estado de alarme, vamos fazer contribuições para permitir que os funcionários do clube recebam 100% dos seus pagamentos enquanto dure essa situação.

Se não falamos até agora foi porque o prioritário para a gente a era encontrar soluções que fossem reais para ajudar o clube, mas também para os mais prejudicados nessa situação.

Não queremos nos despedir sem enviar um afetuoso abraço e muita força a todos os torcedores que estão passando mal em momentos tão duros, assim como todos aqueles que esperam pacientemente em suas casas o final dessa crise. Vamos sair dessa em breve e sairemos juntos.”

 

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Uma publicação compartilhada por Leo Messi (@leomessi) em

A pandemia de coronavírus levou o esporte a uma paralisação em quase todo o mundo e o futebol espanhol está suspenso por tempo indeterminado. E essa paralisação vem atingindo a receita de clubes de todo o país.

Globo Esporte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Leonel disse:

    Nossos inclitos, deputados e senadores, vão entrar com projeto de lei pedindo a redução dos seus gordos salários e penduricalhos ?? Quando ???

  2. Magno Alves Rodrigues Guedes disse:

    Quero ver o setor público tomar essa iniciativa, por lá de muito dinheiro disponível.
    Tem o fundo partidário, fundo eleitoral, verba de gabinete (estão sem trabalhar, não precisa), são tantas vantagens e benefícios, que poderiam e deveriam ser destinadas a saúde, todos até o fim do isolamento.
    Além da redução salarial daqueles que recebem acima de R$ 20 mil, onde o excedente seria destinado a contra imediata de respiradores em cada estado. Seria um começo e tem muito mais que pode ser visto…

    • joão carlos disse:

      não adianta magno, isso nunca deu certo e não vai dar agora. O que vai acontecer é que os grandes (juizes, políticos e etc) vão recorrer ao STF e só quem vai pagar é o servidor que ganhar 3, 5 mil… ou seja, vai ser uma injustiça pois essas pessoas também pagam prestações e tem responsabilidades iguais as pessoas da iniciativa privada. Além disso, essas pessoas estão A DISPOSIÇÃO, se o serviço público chamar elas tem que voltar!

Pesquisa diz que 70% das pessoas esperam “festa da firma” para trair o parceiro

Foto: shutterstock

Uma pesquisa realizada pelo site Second Love, especializado em relacionamentos extraconjugais, pode deixar uma pulga atrás da orelha dos mais ciumentos. De acordo com 7 a cada 10 dos usuários questionados, o período festivo de fim de ano – com destaque para as festas do trabalho – é o mais propício para traições.

O estudo, divulgado com exclusividade para o Delas , foi realizado com mais de 2 milhões de usuários na América Latina e também refletiu sobre o histórico: mais de 30% dos usuários confirmaram que fizeram sexo com alguém do trabalho após a festa de fim de ano da firma – e mais de 65% admitiram que tiveram algum tipo de abordagem ou intenção de trair durante a comemoração.

Uma das justificativas possíveis, oferecida pelo próprio site, é o fato de que um momento informal fora do ambiente do trabalho pode ser ideal para “liberar o estresse absorvido durante o ano inteiro”. Outro ponto está na possibilidade de comparecer a essas festas sem a presença do parceiro .

A gerente regional do Second Love na América Latina, Anabela Santos, ao destacar o aumento notável do fluxo do site no fim do ano também comenta que “o clima festivo, os passeios noturnos e os compromissos geram oportunidades para que se cometam mais traições”.

Traição na noite de Natal

A pesquisa também investigou o comportamento dos usuários na própria festa natalina. Sobre isso, 70% dos usuários confirmaram que também planejam celebrar essa festa especial com seu amante, sendo que 36% deles combinam um almoço ou uma atividade durante a véspera de Natal, e 34% saem após a ceia de Natal, preferindo um encontro em um hotel ou local isolado para trair .

O estudo também revelou que 4 em cada 10 usuários compram um presente de Natal para a sua amante e, quando o assunto é valor, são as mulheres que gastam mais dinheiro em comparação aos homens, chegando a pagar até US$ 100 (pouco mais de R$ 410) ou mais aos seus amantes .

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Papa Jerry Moon disse:

    Os outros 30% não esperam nem a festa da firma. Kkkkkk

  2. Henrique disse:

    O negócio tá difícil pra quem é casado (a) o chifre é no mei da canela… Não tem pra onde fugir.

Reprovação ao governo Temer é de 70%, aponta pesquisa Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (17) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” indica que o governo do presidente Michel Temer é reprovado por 70% dos entrevistados.

O índice é o mesmo registrado no levantamento anterior, de janeiro, e corresponde à soma dos que classificam o governo como “ruim” ou “péssimo”.

O Datafolha ouviu 4.194 pessoas em 227 municípios entre os últimos dias 11 e 13.

O resultado da pesquisa, de acordo com o site, é o seguinte:

Ótimo ou bom: 6%
Regular: 23%
Ruim ou péssimo: 70%

Notas do governo

Segundo informou o jornal, numa escala de 0 a 10, a nota média do governo foi 2,7

41% dos entrevistados atribuíram nota 0
2% deram nota 10 para o governo

G1