Chuvas em janeiro deste ano no RN foram 66% maiores do que o mesmo período em 2019

Foto: Ilustrativa

O aumento das chuvas ocorreu devido a atuação do sistema meteorológico Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCANS), e em alguns momentos, juntamente com a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)

As mesorregiões Leste e Agreste do Rio Grande do Norte registraram a maior média de chuvas observadas em janeiro, sendo 125,6% e 87,6%, respectivamente, superiores em comparação a janeiro de 2019. No estado como um todo o incremento foi de 66,6% do volume para o mesmo período, correspondendo a média observada de chuva de 100,7 milímetros (mm), enquanto que a esperada era de 60,4 mm.

Os postos pluviométricos, monitorados pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), dos municípios de Portalegre (212,9mm), Barcelona (216,9mm), Cel. João Pessoa (2018mm), São Fernando (196,8mm) registraram a ocorrência de chuvas com volumes mais expressivos em janeiro.

De acordo com o Chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da EMPARN, Gilmar Bristot, foram observadas chuvas com boa distribuição. As precipitações ocorreram em todas as regiões do RN neste período, com registros de volumes acima de 200mm no Alto Oeste e no Trairi. “As chuvas ocorridas em janeiro de 2020 no Estado ocorreram devido a atuação do sistema meteorológico Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCANS), e em alguns momentos, juntamente com a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)”, disse.

Os primeiros dias de fevereiro já registraram a ocorrência de boas chuvas, especialmente na mesorregião Oeste Potiguar com os três maiores volumes no último fim de semana: Rafael Godeiro (133,4mm), Olho D´água dos Borges (129,7mm) e em Martins (119,4mm). “A perspectiva é de que em 2020 tenhamos um período chuvoso normal a acima do normal, dentro, ou acima, da média histórica na região semiárida potiguar”, avalia Bristot.

A tabela abaixo mostra os valores da chuva média acumulada observada em janeiro de 2020:

Finalmente: encontraram a cratera de um dos maiores impactos que a Terra já sofreu

(SCIEPRO/Getty Images)

Toda vez que um asteroide quilométrico acerta em cheio a superfície, o impacto deixa vestígios inconfundíveis que se espalham bem mais longe que a área atingida. Além, é claro, da cratera produzida, a colisão libera uma quantidade tão insana de energia que derrete as rochas e cria pedrinhas de vidro chamadas tectitas. Com base nelas, cientistas souberam que há 800 mil anos um meteorito gigantesco se chocou contra a Terra.

A pancada foi tão violenta que lançou tectitas ao longo de 10% da superfície terrestre. Durante os últimos 100 anos, pesquisadores têm coletado milhões dessas pedrinhas nos mais diversos cantos do planeta, como na Austrália, na Antártica, em vários locais dos oceanos Pacífico e Índico. Mas é na Ásia, sobretudo no Sudeste Asiático, que o grosso das tectitas se concentra. Elas são mais abundantes na Indochina (Vietnã, Laos e Camboja).

Foi ali, portanto, que as equipes concentraram as buscas pelo “pequeno” detalhe que faltava: a cratera, com extensão estimada em vários quilômetros e dezenas de metros de profundidade. Como é que uma estrutura assim tão grandiosa pôde passar tanto tempo escondida? A resposta, segundo uma equipe internacional de pesquisadores, é que ela esteve oculta por estar, literalmente, soterrada por uma grossa camada de lava solidificada.

Em um artigo recente publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, os cientistas descrevem as evidências que os levaram a concluir que a cavidade fantasma fica em um antigo campo vulcânico no sul do Laos. O time liderado pelo geólogo Kerry Sieh, da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Singapura, afirma que a cratera de impacto está no Planalto de Bolaven, uma região elevada e paradisíaca repleta de belas cachoeiras.

Depois de algumas tentativas frustradas de achar a estrutura no Sudeste Asiático, uma área que não contém grande intensidade das forças geológicas e intemperismos que costumam “apagar” as crateras, os pesquisadores resolveram dar uma olhada no local. Parecia promissor por haver ali depósitos de lava com idade entre 780 mil e 51 mil anos — período perfeito para soterrar o buraco da colisão. E a quantidade de lava também condiz.

Estimativas apontam para que o campo chegue até 300 metros abaixo da terra. Bem mais que o suficiente para cobrir os cerca de 90 metros de profundidade da cratera. O primeiro passo para comprovar a suspeita foi comparar a composição das rochas do local com a das tectitas. E elas batiam perfeitamente. A etapa seguinte contou com uma técnica um pouco mais sofisticada: os pesquisadores mediram os campos gravitacionais em torno do planalto.

É que uma colisão de grande dimensão acaba “limpando” a área atingida de seus minérios originais e, com o passar do tempo, materiais rochosos e sedimentos menos densos, mais quebrados, vão preenchendo a lacuna. E isso faz com que a gravidade sobre uma cratera de impacto seja um pouco mais fraca que nos arredores. Foi batata: Bolaven apresenta essa ligeira discrepância. A análise permitiu estimar o tamanho da cratera soterrada.

De acordo com os dados gravitacionais, ela mede 18 kms de comprimento e 13 kms de largura. Por fim, os cientistas foram procurar sinais diretos do impacto violento nas camadas rochosas em um raio de alguns quilômetros do local. Encontraram duas encostas de arenito que parecem ter sido atingidas por detritos.

Análises microscópicas revelaram que os grãos de quartzo das rochas estavam fraturados — mais um indício de que a colisão teria sido próxima. Apesar de terem apresentado evidências sólidas, ainda não dá para cravar que foi de fato no Planalto de Bolaven que o grande meteorito caiu há 800 mil anos. Será preciso conduzir escavações no local para ter 100% de certeza. Mas, ao que tudo indica, a cratera perdida finalmente deu as caras.

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bruno Cardoso disse:

    qual a fonte? Superinteressante? dia da publicação… não há registro que o impacto que teoricamente dizimou os dinossauros foi nesse lugar da matéria. Solicito esclarecimento.

  2. Ronaldo disse:

    A pergunta que não quer calar: …e cadê o meteoro ? Se fez um rombo desse não era uma pedrinha ….

  3. Bento disse:

    Será que é maior que o rombo deixado pelo cachaça

    • BC3331986GAC disse:

      KKKKKK, Proporcionalmente o Rombo deixado pelo Bandido Nove Dedos e seu Bando é Muito maior.

MEGALEILÃO DO PRÉ-SAL – BILHÕES EM JOGO: Brasil pode se tornar um dos 5 maiores produtores de petróleo

Comparativo de valores: cessão onerosa — Foto: Roberta Jaworski/G1

O megaleilão do excedente da cessão onerosa, marcado para esta quarta-feira (6), deverá garantir uma arrecadação bilionária aos cofres públicos. Pode também acelerar o desenvolvimento do potencial petrolífero brasileiro.

O governo prevê que a produção de petróleo e gás poderá dobrar na próxima década, o que colocará o Brasil entre os cinco maiores produtores do mundo.

A União espera arrecadar R$ 106,5 bilhões com a oferta de quatro áreas do pré-sal, na Bacia de Santos. Trata-se do maior leilão de óleo e gás já realizado no mundo em termos de valor de arrecadação de bônus de assinatura (o valor que as empresas pagam pelo direito de exploração).

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) estima que existam entre 6 bilhões e 15 bilhões de barris de óleo equivalente excedente na área – praticamente o triplo dos 5 bilhões de barris originais concedidos na área à Petrobras em 2010 e equivalentes ao dobro das reservas atuais da Noruega (7,7 bilhões de barris).

Veja abaixo números sobre o setor brasileiro de petróleo, os bilhões em jogo no megaleilão e do potencial de impacto no avanço da produção no Brasil:

Impacto na produção de petróleo

Depois de praticamente cinco anos de estagnação, a produção de petróleo e gás voltou a entrar em trajetória de crescimento em 2019 e está próxima de romper o patamar de 3 milhões de barris diários, segundo dados da ANP. Em agosto, atingiu 2,989 milhões de barris, novo recorde mensal.

Com o excedente da cessão onerosa entrando na conta, a ANP estima que até 2030 a produção possa chegar a 7,5 milhões de barris por dia, com o número de plataformas em operação saltando de 106 para 170.

Se isso se concretizar, vai significar um aumento de 188% em relação aos 2,6 milhões de 2018. Considerando somente na área da cessão onerosa, a estimativa de produção é de um pico 1,2 milhão de barris diários.

Para as exportações, a projeção da ANP é que o volume deverá subir de 1,2 milhões de barris por dia, para uma faixa entre 4 e 5 milhões de barris até 2030.

Ranking de maiores produtores do mundo

Atualmente, o Brasil é o 10º maior produtor de petróleo do mundo. Com o aumento da produção, o governo prevê entrar num prazo de dez anos no clube dos cinco maiores países produtores.

“A indústria do petróleo no Brasil está saindo da maior crise da sua história para uma situação na qual o Brasil vai ser daqui 10 anos um dos 5 maiores produtores de petróleo do mundo”, disse ao G1 o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone.

O Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) avalia que, se a evolução da produção se mantiver nesse ritmo, em breve o Brasil deve passar o Kuwait e se tornará o 9° maior produtor mundial da commodity.

O governo espera arrecadar R$ 106,5 bilhões com quatro áreas do pré-sal que estão sendo oferecidas no megaleilão do excedente da cessão onerosa. Esse valor é equivalente a:

Quase 7 vezes o que o governo já arrecadou em 2019 com bônus e outorgas nos 33 leilões do pacote de concessões e privatizações já realizados no ano (R$ 15,7 bilhões);

Quase 3 vezes o valor arrecadado desde 2017 com todos os leilões de petróleo realizados pela ANP (R$ 36,8 bilhões);

Cerca de um quarto do valor de mercado da Petrobras (R$ 411 bilhões, segundo dados de fechamento da B3 em 30 de outubro).

Quase 12 vezes o valor da maior arrecadação com um leilão até agora na área. O montante foi obtido na 16ª Rodada da ANP, realizada em 10 de outubro e que garantiu à União o valor recorde de R$ 8,915 bilhões.

A receita esperada supera em mais de 40% toda a arrecadação obtida pelo governo federal nos últimos quatro anos com todos os leilões de concessão e privatização, incluindo áreas de exploração de petróleo, aeroportos, rodovias, portos, distribuidoras de energia e Lotex, entre outros. Balanço do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) mostra que a arrecadação total com bônus e outorgas nos 158 leilões realizados desde 2016 soma, até aqui, R$ 62,1 bilhões.

Analistas comparam o leilão do excedente da cessão onerosa a uma operação de aquisição de uma petroleira de médio porte. Em 2015, a Shell comprou a rival BG Group por cerca de US$ 70 bilhões, o equivalente a R$ 280 bilhões considerando o câmbio atual – 2,6 vezes o valor precificado para o megaleilão desta quarta.

Reservas à venda no leilão

A área da cessão onerosa é uma zona de aproximadamente 2,8 mil km² ao largo da costa sudeste do Brasil, situada entre 175 km e 375 km ao sul da cidade do Rio de Janeiro. A área total das quatro áreas ofertadas neste leilão é de 1.385 km².

A ANP estima que existam entre 6 bilhões e 15 bilhões de barris de óleo equivalente excedente na área – praticamente o triplo dos 5 bilhões de barris originais concedidos na área à Petrobras em 2010 e equivalentes ao dobro das reservas atuais da Noruega (7,7 bilhões de barris) e do México (7,2 bilhões de barris).

A cessão onerosa já responde por parte relevante da produção no pré-sal. O campo de Búzios, por exemplo, já é o segundo maior em produção de petróleo no Brasil. Em setembro, a produção de 11 plataformas na área da cessão onerosa foi de 478 milhões mil barris de petróleo e gás por dia.

A estatal declarou a comercialidade dos campos da região entre 2013 e 2014 e, até o momento, extraiu 120,9 milhões de barris na cessão onerosa, o equivalente a apenas 2,42% dos 5 bilhões de barris a que tem direito, segundo a ANP.

Megaleilão da cessão onerosa — Foto: Infografia G1

Avanço do pré-sal

O avanço da produção no Brasil tem sido sustentado pela expansão da exploração no pré-sal (em camadas ultraprofundas sob o mar), que já responde por 64% do total de petróleo produzido no Brasil. Em agosto, a produção oriunda de 110 poços no pré-sal atingiu 1,928 milhão de barris.

Até 2012, o pré-sal ainda representava menos de 10% da produção total nacional. No final de 2014, já correspondia a 25%. Em 2017, ultrapassou pela primeira vez a produção do pós-sal e desde então vem batendo sucessivos recordes.

Os leilões da área de óleo e gás, retomados a partir de 2017 após seis anos sem licitações, passaram a permitir a entrada de outras petroleiras como operadoras em áreas do pré-sal. Até então, elas só podiam participar junto com a Petrobras e não podiam ser operadoras da área.

“Temos hoje mais de 10 empresas fazendo exploração no ambiente do pré-sal”, afirma Oddone, o diretor-executivo da ANP.

O especialista Adriano Pires, sócio-diretor do CBIE, explica que os poços do pré-sal estão entre os mais produtivos do mundo. “O leilão da cessão onerosa é uma coroação para o pré-sal. É definitivamente colocar na página da história que o Brasil realmente virou protagonista”, diz.

Aumento da participação das petroleiras estrangeiras

A Petrobras ainda deve se manter por muitos anos como a principal protagonista da exploração de petróleo no Brasil, mas a tendência é que a participação da estatal encolha gradativamente.

Segundo dados da ANP, a participação da Petrobras na produção total no país caiu para uma fatia da ordem de 75%. Até 2013, essa parcela ficava perto de 90%. A Petrobras permanece, entretanto, como operadora de 93% do total.

O Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), que representa as petroleiras no Brasil, estima que a fatia das empresas privadas na produção total de petróleo no país poderá passar de 30% até 2030.

Segundo a ANP, a atuação de um número maior número de petroleiras na costa brasileira contribuirá para garantir um novo ciclo de investimentos no setor.

“A atividade de exploração mais diversificada nos dá uma maior certeza de que esses investimentos vão acontecer, gerando mais emprego, renda e também mais atividade para a indústria nacional”, afirma o diretor da ANP.

Investimentos no setor de óleo e gás

A ANP estima que, com o leilão do excedente da cessão onerosa, os investimentos no setor de óleo e gás poderão chegar a mais de R$ 1,5 trilhão “nos próximos dez anos”

O Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) avalia que os investimentos em exploração, perfuração e produção em toda a cessão onerosa (incluindo aí o excedente) possam somar cerca de US$ 135 bilhões até 2030 (cerca de R$ 540 milhões na cotação atual), com o pico de US$ 18 bilhões sendo atingido em 2025.

Por se tratar de reservas já descobertas, o início da produção nas áreas do leilão do excedente da cessão onerosa deverá ocorrer mais rápido, em quatro ou cinco anos, ante uma média entre cinco e sete anos nas áreas de leilões tradicionais.

Mas o secretário executivo do IBP, Antonio Guimarães, comenta que os leilões no Brasil acontecem em meio a um cenário de excesso de oferta e aumento das discussões sobre energias renováveis e desaceleração da economia global – o que pode reduzir a demanda mundial por petróleo. O barril de petróleo está sendo negociado atualmente na casa de US$ 60. Vale lembrar que em 2014 chegou a valer US$ 115.

“A gente está no meio de uma discussão sobre transição energética. O mundo inteiro fala em combustíveis alternativos. As estimativas indicam que lá pela década de 30 o consumo de petróleo passe a cair”, diz ele, apontando que essa tendência é justamente o que torna necessário acelerar os investimentos enquanto a curva de consumo ainda é crescente.

Nesse sentido, ainda que o ritmo dos investimentos dependa da dinâmica de preços e de demanda, os analistas avaliam que os vencedores do leilão tendem a ter pressa para recuperar o mais rápido possível o desembolso feito para arrematar o direito de exploração.

“Petróleo é uma energia que está entrando em desuso. Então, as petrolíferas precisam ter pressa e não podem trabalhar com um horizonte muito longo”, afirma Pires, do CBIE.

Geração de empregos

Com a expansão do setor puxada pelos investimentos na área da cessão onerosa nos próximos anos, o IBP projeta um crescimento também na criação de postos de trabalho, com um pico de 388 mil novas vagas em 2025. O número representa 73% do total de vagas criadas pela economia brasileira em 2018, após três anos seguidos de demissões.

Ganhos com royalties e impostos

Além dos R$ 106,5 bilhões a serem pagos a título de bônus de assinatura, a previsão é que o leilão da cessão onerosa também deverá elevar a arrecadação com royalties e impostos nos próximos anos sobre o volume produzido.

A ANP prevê que o valor repassado pelas petroleiras ao governo também poderá mais que dobrar na próxima década, subindo do patamar atual de cerca de R$ 60 bilhões por ano para R$ 300 bilhões até 2030.

Somente com royalties e participações especiais, o governo federal deve arrecadar R$ 54 bilhões em 2019, segundo projeção do CBIE. A consultoria estima que o valor subirá para R$ 68,9 bilhões em 2021, chegando a R$ 86,5 bilhões em 2022.

Royalties são os valores em dinheiro pagos pelas petroleiras à União e aos governos estaduais e municipais dos locais produtores para ter direito a explorar o petróleo.

Já as participações especiais são uma compensação adicional e são cobradas quando há grandes volumes de produção ou grande rentabilidade.

O valor da arrecadação tende a crescer quando a produção aumenta, mas também é determinado pela taxa de câmbio e pelos preços internacionais do petróleo.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Os PTralhas levaram a SÉRIO que o PETRÓLEO É NOSSO….E ROUBARAM OQUE PUDERAM , é o pior que os funcionários da PETROBRAS não abriram a boca pra nada , quero ver essa empresa privatizada , quero que se ferrem igual aos carteiros , outros que o ladrao condenado Lula roubou e ficaram CALADOS

  2. Severino dasctroas disse:

    Há desespero da esquerda, sabendo ela que logo, logo, a nossa gasolina vai ser barata igual a Venezuela 1,00 por isso o desespero, isso ainda falta três anos pra muita coisa boa acontecer.

Gastos de brasileiros em viagem ao exterior são os maiores para julho desde 2014

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

As despesas de brasileiros em viagens ao exterior aumentaram em julho. No mês passado, os gastos totalizaram US$ 1,898 bilhão, com crescimento de 9,64% em relação ao mesmo mês de 2018 (US$ 1, 731 bilhões).

É o maior resultado para o mês desde julho de 2014 (US$ 2,408 bilhões). Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Banco Central (BC).

Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o dólar mais barato estimulou as viagens internacionais nos últimos meses. Ele lembrou que a taxa de câmbio média estava em R$ 4, em maio, caiu para R$ 3,86 em junho e para R$ 3,75 em julho. Para agosto, a expectativa é que o aumento de gastos “pode se reverter”.

“Aparentemente o aumento do câmbio em agosto, vai reduzir as despesas com viagens”, destacou.

Dados preliminares deste mês, até o dia 22, mostram que as despesas chegaram a US$ 992 milhões, enquanto que as receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 314 milhões.

Nos sete meses do ano, esses gastos com viagens ao exterior estão menores. Nesse período, as despesas chegaram a US$ 10,705 bilhões, queda de 5,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.

As receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 598 milhões no mês passado e a US$ 3,674 bilhões em sete meses, com crescimento de 43,41% e de 0,46%, respectivamente, na comparação com os mesmos períodos de 2018. Com isso, a conta de viagens, formadas pelas despesas e as receitas, fechou julho negativa em US$ 1,3 bilhão e nos sete meses do ano com déficit de US$ 7,030 bilhões.

Contas externas

As viagens internacionais fazem parte da conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) das transações correntes, que são compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países. No mês passado, a conta de serviço ficou negativa em US$ 2,957 bilhões e no acumulado de janeiro a julho, em US$ 18,977 bilhões.

A balança comercial contribuiu positivamente para o resultado das contas externas ao registrar superávit (exportações maiores que importações de mercadorias) de US$ 1,602 bilhão em julho e de US$ 24,350 bilhões em sete meses.

A conta de renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) registrou déficit de US$ 7,927 bilhões no mês passado e de US$ 28,856 bilhões de janeiro a julho.

A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 247 milhões no mês passado e de US$ 1,8 bilhão nos últimos sete meses.

Com esses resultados, as transações correntes fecharam julho com déficit de US$ 9,035 bilhões e o acumulado de sete meses com saldo negativo de US$ 21,683 bilhões. Nos mesmos períodos de 2018, os resultados negativos eram menores: US$ 4,396 bilhões e US$ 12,261 bilhões, respectivamente.

O BC espera por um déficit em transações correntes menor para julho: US$ 5,3 bilhões. Segundo Rocha, a expectativa foi frustrada devido a “de maior quantidade de importações na última semana e também por uma remessa de lucros e dividendos mais elevadas do que o antecipado pelo Banco Central”.

De acordo com Rocha, o resultado do acumulado do ano até julho é explicado por dois motivos: redução do superávit comercial e aumento do resultado negativo da conta de renda primária.

“O superávit comercial se reduziu US$ 6,8 bilhões [na comparação com janeiro a julho de 2018], devido fundamentalmente à redução das exportações”, disse.

Segundo ele, enquanto as exportações caíram 4,7%, as importações aumentaram 0,4%, de janeiro a julho deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo Rocha, a renda primária foi impactada pelo aumento das remessas de lucros para o exterior. Ele acrescentou que a redução do supérávit comercial é responsável por cerca de 60% do aumento do déficit das transações correntes, enquanto que a conta de renda primária responde por 40%.

Para agosto deste ano, o BC espera que o déficit em transações correntes fique em US$ 4,8 bilhões.

Investimento estrangeiro

Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque os recursos são aplicados no setor produtivo. No mês passado, esses investimentos chegaram a US$ 7,658 bilhões, abaixo do déficit em transações correntes. Nos sete meses do ano, entretanto, superaram o saldo negativo das contas externas ao registrarem US$ 44,996 bilhões.

Esses investimentos superaram a previsão do BC para o mês: US$ 6,5 bilhões. Para agosto, a previsão é que o IDP fique em US$ 5,5 bilhões. Neste mês até o último dia 22, o investimento direto no país estava em US$ 4,749 bilhões. “Não obstante seja um resultado de ingressos robustos, se esse resultado de US$ 5,5 bilhões se confirmar, se comparar com agosto de 2018, quando houve um montante de ingressos fora da curva por volta de US$ 11 bilhões, haverá uma redução do IDP em 12 meses”, disse.

Agência Brasil

 

ABC é detentor dos cinco maiores públicos do ano no RN

Com a vantagem de jogar no estádio com a maior capacidade do estado, o ABC lidera com tranquilidade o ranking de públicos da temporada 2012.

De acordo com o levantamento feito pelo radialista e blogueiro Marcos Trindade, o alvinegro tem os cinco melhores públicos da temporada, sendo três deles nos clássicos contra o América.

Para o compromisso do amanhã, contra o Guaratinguetá, o presidente do ABC, Rubens Guilherme, convocou a torcida e pediu um público de 10 mil pessoas no estádio Frasqueirão.

Confira os maiores públicos da temporada 2012:

29 de janeiro – ABC 4×2 América (Estadual)

Público: 13.822

06 de maio – ABC 0x2 América (Estadual)

Público: 12.038

26 de fevereiro – ABC 1×0 América (Estadual)

Público: 11.046

11 de abril – ABC 1×1 Vitória (Copa do Brasil)

Público: 6.362

15 de abril – ABC 1×2 América (Estadual)

Público: 5.916

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Wild Nascimento disse:

    Estranho seria se não fosse. O estádio do ABC tem capacidade 3 vezes superior ao Nazarenão. Esse é o tipo de notícia que não noticia nada.

    • André Rocha disse:

      o ABC sempre teve maiores públicos que o américa, inclusive nos clássicos! Nenhuma novidade!

Petrobrás e Banco do Brasil estão entre as 100 maiores empresas do Mundo

Está na Folha de São Paulo:

A companhia de petróleo de origem holandesa Shell ficou em primeiro lugar no ranking da revista “Fortune”, que anualmente publica um ranking com as 500 maiores empresas do mundo.

A Shell teve um aumento de receita de 28% em 2011, atingindo US$ 484 bilhões e ultrapassando o Wal-Mart, que liderou a lista nos últimos dois anos e ficou em terceiro lugar desta vez.

Em segundo lugar, outra companhia petroleira, a Exxon Mobil, que teve o segundo maior lucro registrado (US$ 41 bilhões), atrás apenas da Gazprom, que ficou na 15ª colocação. O ranking da “Fortune”, porém, usa como parâmetro apenas a receita líquida das companhias.

O Wal-Mart, por sua vez, ficou em terceiro lugar no ranking, com queda de 4,2% no lucro, por causa dos resultados negativos nos EUA.

BRASIL

A Petrobras foi a empresa brasileira que teve a melhor colocação, ficando na 23ª posição. O aumento de 21,5% da receita em relação ao ano anterior alçou a estatal brasileira da 34ª colocação para 11 posições acima.

As outras brasileiras no ranking, e suas respectivas posições na lista, são: Banco do Brasil (88), Bradesco (136), Vale (159), JBS (286), Itaúsa (311), Ultrapar (380) e Pão de Açúcar (399).

DESTAQUES

A Samsung teve um bom desempenho no ranking, ficando na 20ª posição, bem acima de sua maior concorrente, a Apple (55ª).

A Toyota liderou as montadoras, ficando na 10ª colocação. A companhia japonesa ficou na frente de outras grandes companhias, como Volkswagen (12), General Motors (19), Daimler (21) e Ford (27).

DOMÍNIO CHINÊS

Das dez primeiras colocadas, três são estatais de origem chinesa: Sinopec (5), China National Petroleum (6), do setor petrolífero, e State Grid (7), do setor de energia elétrica.

O desempenho foi igual ao dos EUA, também representado por três empresas na mesma faixa: as petroleiras ExxonMobil (2) e Chevron (8) e a varejista Wal-Mart (3).

RANKING

Veja as cem primeiras colocadas do ranking e suas receitas (em bilhões):

1 Royal Dutch Shell (US$ 484)
2 Exxon Mobil (US$ 452)
3 Wal-Mart Stores (US$ 446)
4 BP (US$ 386)
5 Sinopec Group (US$ 375)
6 China National Petroleum (US$ 352)
7 State Grid (US$ 259)
8 Chevron (US$ 245)
9 ConocoPhillips (US$ 237)
10 Toyota Motor (US$ 235)
11 Total (US$ 231)
12 Volkswagen (US$ 221)
13 Japan Post Holdings (US$ 211)
14 Glencore International (US$186)
15 Gazprom (US$ 157)
16 E.ON (US$ 157)
17 ENI (US$ 153)
18 ING Group (US$ 150)
19 General Motors (US$150)
20 Samsung Electronics (US$ 148)
21 Daimler (US$ 148)
22 General Electric (US$ 147)
23 Petrobras (US$ 145)
24 Berkshire Hathaway (US$ 143)
25 AXA (US$ 142)
26 Fannie Mae (US$ 137)
27 Ford Motor (US$ 136)
28 Allianz (US$ 134)
29 Nippon Telegraph & Telephone (US$ 133)
30 BNP Paribas (US$ 127)
31 Hewlett-Packard (US$ 127)
32 AT&T (US$ 126)
33 GDF Suez (US$ 126)
34 Pemex (US$ 125)
35 Valero Energy (US$ 125)
36 PDVSA (US$ 124)
37 McKesson (US$ 122)
38 Hitachi (US$ 122)
39 Carrefour (US$ 121)
40 Statoil (US$ 119)
41 JX Holdings (US$ 119)
42 Nissan Motor (US$ 119)
43 Hon Hai Precision Industry (US$ 117)
44 Banco Santander (US$ 117)
45 EXOR Group (US$ 117)
46 Bank of America Corp. (US$ 115)
47 Siemens (US$ 113)
48 Assicurazioni Generali (US$ 112)
49 Lukoil (US$ 111)
50 Verizon Communications (US$ 110)
51 J.P. Morgan Chase & Co. (US$ 110)
52 Enel (US$ 110)
53 HSBC Holdings (US$ 110)
54 Industrial & Commercial Bank of China (US$ 109)
55 Apple (US$ 108)
56 CVS Caremark (US$ 107)
57 International Business Machines (US$ 106)
58 Crédit Agricole (US$ 105)
59 Tesco (US$ 103)
60 Citigroup (US$ 102)
61 Cardinal Health (US$ 102)
62 BASF (US$ 102)
63 UnitedHealth Group (US$ 101)
64 Honda Motor (US$ 100)
65 SK Holdings (US$ 100)
66 Panasonic (US$ 99)
67 Société Générale (US$ 98)
68 Petronas (US$ 97)
69 BMW (US$ 95)
70 ArcelorMittal (US$ 94)
71 Nestlé (US$ 94)
72 Metro (US$ 92)
73 Électricité de France (US$ 90)
74 Nippon Life Insurance (US$ 90)
75 Kroger (US$ 90)
76 Munich Re Group (US$ 90)
77 China Construction Bank (US$ 89)
78 Costco Wholesale (US$ 88)
79 Freddie Mac (US$ 88)
80 Wells Fargo (US$ 87)
81 China Mobile Communications (US$ 87)
82 Telefónica (US$ 87)
83 Indian Oil (US$ 86)
84 Agricultural Bank of China (US$ 84)
85 Peugeot (US$ 83)
86 Procter & Gamble (US$ 82)
87 Sony (US$ 82)
88 Banco do Brasil (US$ 81)
89 Deutsche Telekom (US$ 81)
90 Repsol YPF (US$ 81)
91 Noble Group (US$ 80)
92 Archer Daniels Midland (US$ 80)
93 Bank of China (US$ 80)
94 AmerisourceBergen (US$ 80)
95 PTT (US$ 79)
96 Meiji Yasuda Life Insurance (US$ 77)
97 Toshiba (US$ 77)
98 Deutsche Post (US$ 76)
99 Reliance Industries (US$ 76)
100 China State Construction Engineering (US$ 76)

As 25 marcas mais valiosas do Brasil

Pesquisa da consultoria Interbrand aponta os bancos Itaú, Bradesco e Banco do Brasil, bem como a Petrobras e a Skol como as marcas mais valiosas do país neste ano.

Para avaliar “a força” das marcas, a consultoria leva em conta dez fatores: autenticidade, clareza, comprometimento, proteção, capacidade de resposta, consistência, diferenciação, relevância, presença e entendimento.

Veja abaixo a lista das 25 marcas mais valiosas do país, e suas estimativas de valor (em R$ milhões).

1 – Itaú – 24.296(24 Bilhões e Duzentos e Noventa e Seis Milhões de Reais)

2 – Bradesco – 13.633

3 – Petrobras – 11.608

4 – Banco do Brasil – 11.309

5 – Skol – 7.277

6 – Natura – 5.666

7 – Brahma – 4.351

8 – Vale – 2.656

9 – Antarctica – 2.013

10 – Vivo – 1.700

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