Diversos

Agosto Lilás: Câmara de Natal encerra programação temática com evento na OAB/RN

Solenidade acontecerá nesta sexta-feira (27) com debates voltados a mulheres com mandato eletivo nos poderes Executivo e Legislativo. Fotos: Divulgação

Encerrando as comemorações da campanha Agosto Lilás, que tem por objetivo fomentar a discussão sobre a violência contra a mulher, a Câmara de Natal, através da Frente Parlamentar da Mulher, promove na próxima sexta-feira (27), às 09h, na sede da OAB/RN, o evento “Mulheres livres da violência. Essa pauta nos une”. A solenidade, que contará com palestras, mesa-redonda, ciclo de debates e apresentações artístico-culturais, é voltada a mulheres com mandato eletivo nos poderes Executivo e Legislativo.

Participarão dos debates, as palestrantes Dra. Fátima Soares, juíza coordenadora da mulher em situação de violência doméstica e familiar; Dra. Valeska Zanello, professora do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade de Brasília – UnB e Dra. Izabelle Ramalho, diretora de Gênero e Violência Doméstica do Instituto Brasileiro do Direito da Família – Seção Paraíba – IBDFAM/PB e presidente da Comissão de Combate à Violência contra a Mulher da OAB/PB. Além de palestrantes de renome nacional, o evento contará com a presença de vereadoras, prefeitas e ex-prefeitas, deputadas estaduais, federais e senadora do RN, governadora Fátima Bezerra, convidados e outras personalidades.

PROGRAMAS NA TV CÂMARA

Durante todo o mês de agosto, que é marcado pela criação da Lei Maria da Penha, sancionada em 07 de agosto de 2006, a Câmara de Natal elaborou uma programação com debates especiais exibidos pela TV Câmara, discutindo temas como tipos de violências sofridas pela mulher; Lei Maria da Penha; protagonismo feminino, vida das mulheres negras e participação das mulheres na política. Responsável pela programação de atividades alusivas ao “Agosto Lilás” da Câmara de Natal, a Frente Parlamentar da Mulher é formada pelas vereadoras Ana Paula Araújo (PL); Brisa Bracchi (PT); Camila Araújo (PSD); Divaneide Basílio (PT); Margarete Régia (PROS) e Nina Souza (PDT).

 

Opinião dos leitores

  1. Viva as mulheres
    Fora MACHISTAS CHIITAS
    DENUCIE 180
    ATE DENUNCIA DE COMENTARIOS MACHIITAS MERECE CADEIA.
    MAIS RESPEITO

    1. Bolsonaro já vai na 3a mulher, não gosta de Muié véa, luladrão idem, até a mulher morreu de desgosto, seus passeios pelo mundo a nossas cistas era sempre com janga, e deixava a mulher no Brasil. Ainda tem quem idolatre esses canalhas.

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Segurança

No mês de combate à violência, especialistas potiguares realizam curso de autodefesa focado em mulheres

Agosto é o mês dedicado ao combate à violência doméstica, cujas maiores vítimas são as mulheres. E para marcar esta luta, a High Defense Police Training desenvolveu o curso Domestic Self Defense, focado exclusivamente nas mulheres – vítimas da imensa maioria dos atos de violência dentro de casa – e que será realizado no próximo dia 21 de agosto, no CAIC de Lagoa Nova, em Natal.

A violência de gênero, não só enquanto ato físico, mas simbólico de desvalorização e subjugação social da mulher, é um fenômeno tão antigo quanto a própria humanidade. A violência contra a mulher é todo ato lesivo que resulte em dano físico, psicológico, sexual, patrimonial, que tenha por motivação principal o gênero, ou seja, é praticado contra mulheres expressamente pelo fato de serem mulheres.

“Segundo um relatório feito pela Organização Mundial de Saúde, uma em cada três mulheres já sofreu violência física e/ou sexual por parte de seus parceiros. E a pandemia agravou este cenário. Segundo dados do Anuário de Segurança Pública, o Brasil registrou 1.338 feminicídios entre março de 2020 e julho de 2021. Nosso curso ajuda as mulheres a se defenderem com eficácia e eficiência”, afirma o instrutor Eduardo Araújo, Operador de Segurança Privada; Instrutor credenciado pela Policia Federal,Instrutor de Imobilizações Táticas e Uso de Algemas e Faixa preta de Jiu-jitsu no 1º grau.

Eduardo ministra o curso em parceria com o ex-Fuzileiro Naval; Instrutor da Técnica de Retenção e Contrarretenção de Armas de Fogo formado pelo Charneski Fight Team; e também Faixa preta de Jiu-jitsu, Sargento PMRN Vinícius Aragão.

O curso será realizado das 8h às 13h e as vagas são limitadas. Inscrições e maiores informações pelos telefones (84) 98811 4581; (84) 98140 8113 ou no Instagram @highdefense.policetraining_*.

 

 

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Educação

Maioria das escolas que aderiu ao modelo cívico-militar registra redução da violência e de faltas

Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

O Ministério da Educação deve levar ainda neste ano o Programa de Escolas Cívico-Militares (PECIM) a mais 74 escolas. A meta é atingir 216 instituições de ensino até 2023. Embora seja custeado pelo governo federal, o programa depende da adesão das unidades da federação – até agora, são 22 – e cada secretaria estadual de educação participa da seleção das escolas que adotarão o novo modelo.

No ano passado, o governo federal destinou R$ 15 milhões para o programa, que contemplou aproximadamente 77 mil alunos. A preferência é por escolas com problemas de violência ou com um grande percentual de alunos em situação de vulnerabilidade.

Das 54 vagas abertas para o ano letivo de 2020, três não vingaram. Nas 51 restantes, o projeto parece ter sido bem-sucedido. Segundo um levantamento feito pelo MEC, 85% dos gestores relataram redução nas faltas e na evasão; 65% apontaram diminuição nos índices de violência escolar e 61% afirmaram que houve melhora na administração da escola. Para 77%, o ambiente de trabalho melhorou.

Na edição de 2021, escolas de 219 municípios demonstraram interesse em participar. Por causa da pandemia, entretanto, a implementação do programa atrasou e ainda não teve início. A expectativa é de que isso aconteça no segundo semestre. “Apesar desse impacto negativo nas atividades presenciais em sala de aula, as escolas adotaram eficazmente o acompanhamento das atividades acadêmicas por meio de buscas ativas pelos militares e profissionais de ensino”, informou, em nota, o Ministério da Educação.

De acordo com o coordenador-nacional do PECIM, o capitão de mar e guerra João Carlos Kuster Maia, os militares também atuaram durante o período de aulas remotas. Dentre outras atividades, afirma o capitão, “eles colaboraram nas atividades de organização administrativa e de ambientes da escola, na recuperação de instalações, manutenção de equipamentos, busca ativa de alunos – minimizando a evasão escolar -, no atendimento aos pais e responsáveis e no apoio à capacitação de servidores”, explica.

A ideia do programa é replicar a lógica das escolas militares, que apresentam um desempenho muito superior ao das demais escolas públicas. Mas o modelo implementado é diferente do adotado pelas instituições geridas pelas Forças Armadas e pela Polícia Militar: no PECIM, o sistema é híbrido. Não há substituição dos professores ou dos diretores das escolas, que continuam sendo civis, geralmente selecionados por concurso. A diferença é que a escola ganha o “reforço” de militares: coordenadores de gestão e monitores que se encarregam de cuidar da gestão da escola, de melhorar a disciplina dos alunos e de promover o civismo.

Dentro de sala de aula, o conteúdo segue inalterado, mas o modelo pedagógico será mais parecido com o das escolas militares. Conforme prevê o projeto: ele será baseado “nos padrões de ensino adotados pelos colégios militares do Comando do Exército, das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares”.

Embora os militares que atuam nas escolas sejam identificados como “voluntários”, eles também recebem um auxílio financeiro, que em boa parte dos casos gira em torno dos R$ 3.500. Quando preenchem a ficha de inscrição, os militares devem escolher quatro cidades ou regiões metropolitanas nas quais estão dispostos a trabalhar. Além de integrantes das orças armadas, o programa também permite a participação de policiais militares. Os militares são membros inativos das Forças Armadas, selecionados pelo Ministério da Defesa. O salário deles é bancado pelo governo federal.

O programa teve início em dezembro de 2019, quando o então ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou a implementação daquela que era uma das principais apostas da pasta: o Programa de Escolas Cívico-Militares (PECIM). Na ocasião, ele afirmou que as primeiras 54 escolas haviam sido selecionadas para participar do programa, fariam parte de um “piloto”. “O objetivo é ter um sucesso em todas elas para aí sim poder expandir rapidamente, para todo o Brasil, o modelo de escola cívico-militar”, disse ele.

Um ano e meio depois, Weintraub já deixou o cargo e a pandemia da Covid-19 prejudicou a rotina escolar. A fase do “rapidamente” ainda não chegou, mas, de acordo com o Ministério da Educação, os resultados preliminares são promissores.

Transição

Uma das escolas contempladas na primeira leva do programa foi o Colégio Estadual Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu (PR). Diretora da unidade, Valéria Ramirez Daniel diz que a transição foi positiva. “Não é uma militarização. É algo muito prático, e a gente está vendo a mudança no perfil dos alunos”, afirma.

O novo perfil da escola causou modificações na rotina: diariamente, os militares coordenam a chamada “ordem unida” – termo emprestado do jargão militar. A cerimônia inclui a execução do hino nacional, o hasteamento da bandeira e comunicados por parte da direção. Os alunos também aprendem comandos militares básicos, como a continência, a marcha e a cadência.

O capitão Carlos Alberto Rigotti, que trabalha na escola, afirma que essas atividades auxiliam os alunos a desenvolverem a disciplina e o respeito aos superiores – características que serão úteis em suas carreiras profissionais. “O nosso objetivo não é militarizar. É mais profundo: formar uma disciplina consciente. Queremos que os alunos sigam as regras e se tornem pessoas organizadas”, afirma ele. Rigotti, que passou para a reserva no Exército em 2015, está há um ano e meio no projeto.

Com o programa, a escola – que tem 1.036 alunos do sexto ao terceiro ano – recebeu 16 monitores e dois gestores militares militares. Rigotti é um deles. A grade foi estendida: são seis aulas por dia em vez de cinco. A escola passou a ter a disciplina Cidadania e Civismo – neste caso, por iniciativa do governo do Paraná. Nessa matéria, os professores civis e militares se alternam.

Uma das críticas ao projeto do governo federal é de que ele supostamente seria baseado em premissas incorretas: como boa parte das escolas militares tem mais recursos financeiros, e como essas unidades normalmente selecionam os alunos que vão receber, o desempenho superior não necessariamente se devia ao modelo militar de administração.

Na opinião da professora da PUC Rio Andrea Ramal, especialista em educação, as escolas cívico-militares podem ser eficazes em casos extremos, mas não devem ser vistas como a solução para a falta de qualidade de ensino de forma geral.

“Eu só utilizaria essa ideia de trazer militares para conseguir disciplina em casos extremamente graves, como escolas onde há furtos ou uso de tóxicos. Mas, se estivermos falando do cotidiano escolar como um todo, de uma escola sem problemas extremos, eu sou mais a favor do que diz a educação contemporânea”, avalia. Ela afirma que atualmente o foco dos educadores costuma ser na autonomia e no comprometimento dos alunos, mas sem o que ela denomina “repressão disciplinar”.

Para Luciano Blasius, que é policial militar e doutor em Educação, é preciso mais tempo para avaliar o resultado das escolas cívico-militares. Na visão dele, é preciso que os profissionais que lidam com educação – inclusive os militares – tenham formação e treinamento adequados, o que leva tempo. “Considerando que o lançamento do programa ocorreu próximo ao início da pandemia, acredito que os dados precisam ser olhados considerando possível divergência na situação de normalidade do cotidiano escolar”, diz ele.

Mas, para a diretora da escola em Foz do Iguaçu, as mudanças trazidas pela presença dos militares são visíveis. A começar pela disciplina. Valéria afirma que, com os monitores responsáveis pela disciplina dos alunos, os professores podem dar mais atenção ao ensino propriamente dito.

“Essa parte disciplinar demandava muito de toda a equipe pedagógica e direção. Agora a gente tem já essas pessoas que vão observar o que os alunos precisam. A escola é outra escola”, diz ela. A professora também notou um aumento significativo no número de famílias interessadas em matricular seus filhos na escola.

Outro princípio militar, o da hierarquia, também é praticado no Colégio Estadual Tancredo Neves: cada turma tem um aluno chefe e outro subchefe, que foram inicialmente escolhidos pela direção da escola, mas passarão a ser revezados a cada 15 dias, de forma que todos os alunos passem pelas funções. Esses líderes ajudam no controle da chamada, colaboram para a manutenção da disciplina e lideram a classe nos deslocamentos para os laboratórios e os espaços de educação física.

Rigor com a aparência nas escolas cívico-militares

Detalhado, o manual elaborado pelo Ministério da Educação para as escolas cívico-militares traz até mesmo regras sobre o corte de cabelo dos alunos. No caso dos meninos, “o cabelo deverá ser cortado de modo a manter nítidos os contornos junto às orelhas e o pescoço, de forma a facilitar a utilização da cobertura e harmonizar a apresentação facial”.

Embora o manual traga até mesmo o modelo da farda a ser usada pelos alunos – o que inclui uma boina –, a implementação tem sido gradual: só agora é que o Colégio Estadual Tancredo Neves vai substituir o seus uniformes. “Eles vão receber um conjunto de farda, um conjunto de agasalho e uma jaqueta de tactel”, explica Valéria.

Ainda segundo o manual, quando o aluno não puder comparecer, a família deve enviar uma justificativa à escola – no mesmo dia. Quando houver três faltas seguidas, a instituição de ensino precisa avisar o Conselho Tutelar.

Gazeta do Povo

 

Opinião dos leitores

  1. Essa pesquisa citada está baseada em opiniões. Não é uma aferição de qualidade, mas um simples relato. Não serve para se tirar conclusões. Além disso, é importante destacar que o recurso do governo federal não está chegando lá na ponta, em benefício das escolas participantes. Façam contato com essas 54 escolas e perguntem uma a uma.

  2. Fui militar. Pense numa bosta. O cara passa anos pisando em ovos para não melindrar superior mal caráter.

  3. Dê as mesmas condições, gratificações e critérios para agir e impor a disciplina baseado “nos padrões de ensino adotados pelos colégios militares do Comando do Exército, das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares”, para os professores nas escolas normais e terá melhores resultados do que esses.
    Pous Educação e Instruções são coisas bem distintas e diferentes.

  4. Esse tipo de escola realmente funciona, o problema é que o custo por aluno torna inviável a universalização. Tem ainda o fato que este tipo de ensino produz robozinho, com pouca criatividade. Veja os militares, passam anos na caserna, só na base do sim senhor, não senhor, no final, depois de quilômetros de pintura de meio, se aposentam com 50 anos e ficam na frente da TV coçando o saco, assistindo Sílvio Santos e esperando receber o soldo. Homi vão pelo menos trabalhar de Uber. É triste.

  5. Manda metade desse dinheiro para o mesmo número de escolas, dá essa gratificação de 3.500 reais para os professores que já recebem o seu piso e estrutura as escolas como fazem com essas militares e teremos uma nova educação. Lembrem-se que mesmo formado na escola militar, temos um debiloide peidão que faz -4+5=9.

    1. Pelas suas declarações, já se vê que você deve ser um parasitas vagabundo que defende a manutenção do fique em casa e não vão para a escola, somente para continuar a ganha de perna pra cima…

  6. A disciplina define o cidadão. Aqueles que levaram tapa na cara durante o governo Vargas eram os mesmos ativistas de hoje, que diz ser “questão de tempo tomar o poder”; algo diferente de ganhar. Estudem esquerdista!

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Política

Vereadora Carol Pires inaugura Sala Lilás em apoio à mulheres vítimas de violência

Foto: Divulgação

Nosso gabinete irá inaugurar a primeira Sala Lilás em Parnamirim. Um espaço para acolhimento de mulheres em situação de violência doméstica.

Infelizmente os casos de violência só cresce em nosso país. Estima-se que cinco mulheres são espancadas a cada 2 minutos; o parceiro (marido, namorado ou ex) é o responsável por mais de 80% dos casos reportados, segundo a pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado (FPA/Sesc).

Diante do último caso ocorrido em nosso município onde Anailzy Suany Marques da Costa, que foi brutalmente assassinada na noite de 28 de junho, e o suposto assassino é o seu ex-companheiro. A partir disso tomamos a iniciativa de abrir um local de apoio a essas mulheres já que o nosso município ainda não tem.

Este será um espaço reservado para que as mulheres se sintam à vontade para falar da sua condição.

Sabemos que muitas não se sentem seguras para pedir ajuda ou denunciar o agressor por diversas condições, seja por dependência financeira, patrimonial, por não estar preparada psicologicamente ou por causas dos filhos. Será um espaço para conversar, acolher e orientar, de mulher para mulher.

Contaremos com apoio de profissionais de assistência social, direito, enfermagem e psicologia. E também com a Coordenadoria de Apoio a Mulher na pessoa de Amanda Melo.

A sala lilás (Anailzy Suany), vítima acima citada, funcionará de segunda a sexta, das 8h às 13h em nosso gabinete parlamentar, na Câmara Municipal de Parnamirim.

Opinião dos leitores

  1. Menos marketing pessoal, menos cores, menos eufemismos. Mais ações contundentes, exequíveis e de resultados palpáveis para a sociedade.

  2. Os números do Laís não foram atualizados recentemente. Será que Notícias boas não são interessantes?

  3. Parabéns ,vereadora Carol Pires! Por esse olhar para com nós mulheres , muitas no seu silêncio de sofrimento e humilhação,por medo.

  4. Carol não é a toa que todas as 600 mulheres que fazem parte do grupo mulheres que apoiam mulheres te amam. Estamos bem representadas por você e a vice perfeita.

  5. Excelente iniciativa! Parnamirim precisava de um local para atender as mulheres vítimas de maus tratos com dignidade.

    1. parabéns vereadora Carol, sem dúvida milhares de mulheres serão beneficiadas.

    2. Uma verdadeira representante das mulheres na câmera parabéns Carol👏👏👏👏👏

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Segurança

Primeiro quadrimestre tem redução de 8,5% em homicídios no RN; violência cai nas maiores cidades

Foto: Elisa Elsie

O Rio Grande do Norte completou o primeiro quadrimestre do ano com redução no número de Condutas Violentas Letais Intencionais (CVLI) no comparativo com os primeiros quatro meses do ano passado. A diminuição foi de 8,5%.

De acordo com os dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (COINE) da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), de janeiro a abril deste ano foram registrados 505 homicídios, contra 552 no mesmo período de 2020. Este comparativo aponta uma diminuição de 47 mortes.

O comparativo do mês de abril dos dois anos também representa uma queda, dessa vez de 8,9%. Em números o Rio Grande do Norte registrou, no ano de 2021, 143 homicídios, 14 ocorrências a menos do que em 2020, quando aconteceram 157 mortes deste tipo no estado.

Ainda com base nos números da COINE, os tipos criminais que apresentaram maior diminuição em seus índices foram de lesão corporal seguida de morte, com 11 ocorrências e menos e uma redução de 52,38%, e feminicídio, com queda de 55,56% e 5 registros a menos.

Redução nos CVLIs

Ainda de acordo com as informações da coordenadoria de estatísticas da SESED, houve destaque para a redução em outros tipos de CVLIs no primeiro quadrimestre:

– Homicídio Doloso (quando há intenção de matar): 428 ocorrências em 2020, contra 406 em 2021 (-5,14%);

– Intervenção Policial: 65 ocorrências em 2020, contra 56 em 2021 (-13,85%);

– Lesão Corporal Seguida de Morte: 21 ocorrências em 2020, contra 10 em 2021 (-52,38%);

– Feminicídio: 9 ocorrências em 2020, contra 4 em 2021 (-55,56%).

Violência também cai nas maiores cidades do RN

Nas quatro maiores cidades do Rio Grande do Norte, a violência também caiu no primeiro quadrimestre. Confira por ordem populacional:

– Em Natal, capital do estado, houve uma queda de 8,77%. As 114 ocorrências de 2020 caíram para 104 em 2021.

– Em Mossoró, na região Oeste, a redução foi de 25%, com 64 mortes ocorridas de janeiro a março de 2020, contra 48 registros no mesmo período de 2021.

– Em Parnamirim, na região metropolitana da capital potiguar, os CVLIs tiveram redução de 40%. Foram 25 pessoas mortas nos primeiros quatro meses de 2020, contra 15 casos registrados no mesmo período de 2021.

– Em São Gonçalo do Amarante, cidade que também faz parte da Grande Natal, os homicídios caíram 36,67%. Em 2020 foram 30 ocorrências, contra 19 em 2021.

Opinião dos leitores

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Segurança

Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do RN repudia o silêncio e a inércia do governo ante as mortes violentas de policiais

A Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do RN – ACS-PM/RN vem a público repudiar a forma como as autoridades do nosso Estado têm lidado com a série de ocorrências que têm vitimado agentes de segurança pública.

No período de seis dias, foram cinco policiais baleados, sendo que três deles, um APC e dois PMs, foram a óbito em consequência da ocorrência, e até o presente momento nada foi feito de forma concreta por parte dos gestores do Estado.

Quantos policiais militares mais terão que morrer para que o Estado adote uma postura mais objetiva direcionada a buscar evitar esse tipo de situação, bem como, dar uma resposta à altura nos casos já ocorridos, com a identificação e prisão dos envolvidos?

O silêncio e a inércia do Governo têm incomodado a categoria, pois mais parece que as mortes dos policiais militares são tratadas apenas como números em estatísticas, desconsiderando que por trás de cada vida policial ceifada existe uma família que foi destruída.

Em decorrência desta situação, a ACS-PM/RN iniciará neste mês de Abril uma campanha de valorização da vida dos Policiais Militares.

Opinião dos leitores

  1. Isso tudo é fruto da política desastrosa da esquerda durante esses 20 anos em defender bandido. Enquanto eu puder votar NUNCA votarei em qualquer partido de esquerda.

  2. Lamento pela perda de pessoas de todas as profissões. Médico, policial, comerciário, comerciante, enfim todos os cidadãos. Não sei porque esse mimimi extra quando se trata de policial.

  3. Esperando uma nota da Associação de Cabos e Soldados, Polícia Militar ou do Ministério Público acerca da legalidade da contratação por empresa privada de serviços policiais. Será que os nobres policiais estão sendo vítimas apenas dos bandidos ou também da omissão das entidades representativas, da própria instituição e dos órgãos de controle por fecharem os olhos para uma situação que além de ilegal só aumenta o risco de morte?

  4. A governadora já se pronunciou…”o cabo estava em atividade extra”, o famoso bico. Essa foi a nota de lamento da governadora.

    1. Realmente uma das genocidas do Brasil a Governadora, já que o STF deixou Governadores e Prefeitos se responsabilizarem.

  5. Não quero desmerecer as vidas perdidas pela violência abominável desses bandidos homicidas ou latrocidas que deveriam mofar na cadeia, mas pelo que vi nas matérias e até nas imagens dos homicídios dos policiais militares, os policiais foram mortos não por serem policiais (sequer estavam fardados) mas sim por estarem armados e tentarem reagir, ou seja, qualquer cidadão naquela situação que estivesse armado provavelmente teria o mesmo fim. Todos os dias morrem vítimas de assalto, INFELIZMENTE, sejam eles professores, comerciários, desempregados, serventes de pedreiro, dentre outros que, da mesma forma que os policiais mortos, são vítimas desses infames bandidos. Mas não vejo motivos para diferenciar os mortos pela profissão, mesmo porque, sequer esses policiais estavam fardados e pelo que vi não foram identificados como policiais para serem mortos… Percebo sim uma inércia dos governos, em especial no estadual, em lamentar as mortes pela violência ou tentar combater com mais afinco esse tipo de ocorrência. Infelizmente, tanto o policial como o cidadão civil estão a mercê desses bandidos !

    1. Vc pode não saber identificar um policial, mas esses vagabundos sabem, já vão sabendo que são policiais. Excetuando o caso de Mossoró, lá não sabiam que se tratava de policial, os demais sabiam sim e fizeram questão de matar por que eram policiais, inclusive uma chácara foi invadida na grande Natal e ao verem uma farda os marginais passaram a torturar o proprietário.
      Se um dia, que Deus o livre, você for assaltado, não reaja, diga apenas que é um policial pra vc ver se o tratamento é diferente.

    2. Você é parasita. Seu comentário é típico de um esquerdopata. Onde esses policiais reagiram? Eles foram sumariamente exercitados só pelo fato de serem policiais. Agora se você um dia receber a visita de um marginal, vá procurar o direito dos manos para lhe ajudar. Esqueça a polícia. Polícia essa que infelizmente hoje está apenas obedecendo ordem para perseguir e prender trabalhador e empresários. A conta está chegando…. E está vindo com juros e correções monetárias.

    3. Brasil acima de todos: vá se tratar! Eu não sou esquerdopata e muito menos defendi o bandido! Vc sabe ler? Se vc só consegue enxergar “esquerdista, comunista, petista,
      lulista ” nos outros tem que procurar tratamento urgentemente! Assim como não diferencio bandido ou corrupto de esquerda ou de direita, Tb não acho certo diferenciar vítimas da violência por ser policial, médico, juiz, desempregado! Todos são vítimas de bandidos ! Mas a lei traz previsões expressas e se algum desses bandidos matou sabendo que se tratava de um policial eles já terão sua pena agravada conforme previsto na lei 13.142/2015.

    4. Não amigo eles foram identificados como policiais, talvez só o caso de Mossoró que não mais os outros foi.

  6. Essa governadora trabalha apenas para atrapalhar e falar mau do governo federal.
    Seus subordinados estão morrendo, professora Fátima. Tenha um pouco de vergonha e trabalhe com afinco. Votei na senhora, mas estás me decepcionando muito. Nosso estado figura entre os piores do Brasil, sem empregos, falido e agora com seus trabalhadores sendo abatidos.

  7. A desvalorização da polícia não é de agora. Faz muito tempo. Esse secretário de segurança tem uma boa conversa, só isso, esse comandante geral está omisso, muito fraco.
    Casos como esses seriam resolvidos rapidamente se dependesse apenas da vontade dos colegas de farda, mas a própria população adora meter o pau na polícia, filmam ações, interferem no trabalho, criticam e por aí vai. Deixando os policiais com medo não de arriscar a vida e sim de perder o emprego e a própria liberdade.
    Vale lembrar que fazemos parte de uma nação apodrecida, que elegem e idolatram políticos curuptos e que não valoriza quem sai de casa para tentar garantir a segurança da sociedade.

    1. Polícia tem salário bom ganhavam igual a um vigilante e hoje ganham 6x mais. Agora a segurança é que só piora. Anda da Prudente de Morais em Candelária, até o Hospital Januário Cicco, se vc encontrar um PM para dar um bom dia tirou a sorte grande. Eu não sei onde esse povo anda. Em São Paulo, na região do centro expandido, em toda esquina a gente encontra duplas de PMs circulando. Aqui não existe isso. Estranhei muito quando cheguei aqui.

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Polícia

Megaoperação de combate à violência contra mulheres prende 764 suspeitos em todo o país

Munição e revólver apreendidos durante operação Resguardo, em Goiás — Foto: PCGO/Divulgação

Polícias civis estaduais prenderam 764 suspeitos de praticar crimes de violência contra mulheres nesta segunda-feira (8) – Dia Internacional da Mulher –, na Operação Resguardo, segundo o Ministério da Justiça. “A maioria dos mandados cumpridos durante a operação são de presos que estavam foragidos, ou de pessoas que estavam em liberdade”, disse a pasta.

Ao todo, 16,2 mil policiais estão nas ruas. O ministério não informou os estados onde os suspeitos foram detidos, mas disse que “há participação das 27 unidades da federação” na operação. As prisões ocorreram no cumprimento de mandados e em flagrante.

Balanço do Ministério da Justiça, divulgado às 12h, mostra que a operação resultou no atendimento de 6.396 vítimas, na confecção de 4.115 medidas protetivas e na apuração de 1,4 mil denúncias. Além disso, 4.698 inquéritos foram instaurados e 53 armas apreendidas.

Segundo o ministério, a Operação Resguardo ocorre desde 1º de janeiro e, neste período, levou à prisão de quase 9,1 mil pessoas, além da investigação de 46,7 mil denúncias (veja números abaixo).

Denúncias apuradas: 45.722

Presos (flagrantes e mandados): 9.181

Medidas protetivas: 56.414

Vítimas atendidas: 168.866

Armas apreendidas: 1.226

Visitas e diligências: 70.090

De acordo com Rodrigo Hauer, chefe de gabinete do Ministério da Justiça, essa foi a maior ação já realizada com foco no combate à violência contra a mulher. “Operação contou com policiais civis de todos os estados, mais de 45 mil denúncias apuradas”, disse.

Jeferson Lisbôa, secretário de operações integradas do Ministério da Justiça, afirmou que mais investigações desse tipo serão feitas. “Isso vai se tornar uma operação de rotina. Hoje é uma data comemorativa, mas vamos transformar ações de defesa à mulher em rotina”, comentou.

Mandados

A operação ocorre de forma integrada entre as forças de segurança do país. Em Roraima, por exemplo, os investigadores prenderam sete pessoas nesta segunda. Mandados de prisão também são cumpridos em pelo menos outros cinco estados: Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Sergipe e Bahia.

No Rio Grande do Sul, são 39 ordens de busca e apreensão, 14 de prisão preventiva e 10 de verificação de medida protetiva de urgência. Até às 7h, no Rio de Janeiro, 25 homens haviam sido presos. Os crimes cometidos por ele são estupros, agressões e não pagamento de fiança.

G1

Opinião dos leitores

  1. Cadeia nesses vagabundos! Homem que bate em mulher não vale NADA! São verdadeiros vermes nessa sociedade.

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Segurança

Violência contra a mulher registra queda no RN no biênio 2019/2020

Sobre a queda da violência no Rio Grande do Norte, dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análise Criminal (COINE) da Secretaria Estadual da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) ainda destacam que no biênio 2019/2020, os casos de ameaça contra a mulher também tiveram uma redução. Ao todo, foram registradas 4.089 denúncias desta natureza em 2019, contra 4.035 em 2020 (-1,3%).

Menos agressões

Os casos de agressão física contra a mulher também caíram no estado. Foram 4.169 ocorrências de lesão corporal sem mortes registradas em 2019, contra 2.737 ocorrências deste tipo contabilizadas em 2020 (-34,3%).

Menos violência doméstica

A violência contra a mulher dentro do ambiente familiar também registrou redução. Segundo dados apurados pela COINE, foram formalizados 3.324 casos de violência doméstica em 2019, contra 1.711 ocorrências registradas no ano passado – o que corresponde a uma queda de 48,5%.

Opinião dos leitores

  1. Mas como pode ocorrer isso já que o presidente é misógino?

    Tá bom de pedir ao rapaz que preencheu essa planilha para aumentar esses números aê! Temos de sustentar a narrativa pessoal!

    #ForçaPSOL!

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Polícia

Deputados aprovam criação da Delegacia Virtual do RN para enfrentamento à violência contra a mulher

Foto: João Gilberto

Em mais um dia de votação durante sessão ordinária por videoconferência nesta quarta-feira (20), os deputados estaduais votaram projetos que beneficiam diretamente a população do Rio Grande do Norte. Entre eles a implantação da Delegacia Virtual para enfrentamento à violência contra a mulher, a suspensão da cobrança dos consignados aos servidores estaduais, a suspensão dos prazos para os concursos públicos vigentes no RN e decretos de calamidade pública em sete municípios do Estado.

“Hoje tivemos mais uma manhã de muito trabalho, onde aprovamos projetos e decretos importantes e que resultam em benefícios diretos para a população. Essa é uma demonstração de que essa Casa Legislativa segue atenta às demandas da população e em busca de soluções para as problemáticas que aflige o nosso povo”, comentou Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa.

Preocupados com o crescimento nos números da violência doméstica contra a mulher no Estado e em virtude da pandemia, os deputados aprovaram, por unanimidade, o Projeto de Lei Nº 97/2020, de autoria da deputada Isolda Dantas (PT) que dispõe sobre o registro de violência doméstica e familiar por meio da Delegacia Virtual no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte.

“A aprovação dessa matéria é muito importante devido ao aumento considerável dos casos de violência contra as mulheres. Esse instrumento vem dizer a essas mulheres que elas não estão sozinhas e que, como entes políticos, nós nos preocupamos com elas e estamos atentos e em busca de soluções para essa causa”, comemorou Isolda Dantas.

A aprovação do projeto foi celebrada também pelas deputadas estaduais Eudiane Macedo (Republicanos) e Cristiane Dantas (SDD), presentes à sessão. “É mais um canal importante para nós mulheres. Poder fazer essa denúncia do celular ou do computador vai encorajar nossas mulheres que, na maioria das vezes, sofre essa violência dentro de casa, o que a impede de pedir socorro”, disse Eudiane. “Esse instrumento vai incentivar as denuncias de uma forma célere, mas é preciso união para que essas leis sejam implementadas e que elas funcionem de forma efetiva no combate a esse crime que só cresce”, destacou Cristiane Dantas.

Outro projeto aprovado por unanimidade pelos deputados foi o Projeto de Lei Nº 50/2020, de autoria do deputado Hermano Morais (PSB) que suspende imediatamente todos os prazos relativos aos concursos públicos no RN, em razão da pandemia da Covid-19.

“Esse projeto tem um alcance social muito grande. Especialmente para aqueles aprovados em concursos que estão com o prazo para se vencer. Além disso, gera economicidade para os cofres públicos, visto que permitirá a contratação desses aprovados, quando se fizer necessário, evitando o gasto com a realização de novos concursos públicos”, explicou o autor do projeto.

O projeto Nº 59/2020, de autoria do deputado Coronel Azevedo (PSC), que dispõe da suspensão de cobranças de empréstimos para servidores ativos, foi aprovado por 18 votos favoráveis, dois contrários, que foram dos deputados José Dias e Gustavo Carvalho, e as ausências dos deputados Kelps Lima e Nelter Queiroz.

“Entendo que os servidores ativos continuam recebendo seus salários sem nenhum prejuízo e, por isso, declaro meu voto contrário ao projeto”, disse o deputado José Dias (PSDB).

Coronel Azevedo destacou que projetos como esse foram aprovados em outros estados. “Temos que lembrar as dificuldades vividas pelos servidores públicos com folhas salariais em atraso e, mais recentemente, com a pandemia do novo coronavírus”, declarou.

“O servidor público que contraiu empréstimo não vai dar calote em ninguém. O que a proposta pede é que essas parcelas sejam deixadas para o final do contrato. Uma forma de reconhecer o trabalho que esses servidores vêm realizando em favor do povo do Rio Grande do Norte”, justificou Coronel Azevedo, autor do projeto que recebeu admissibilidade da Comissão de Constituição e Justiça da Casa e aprovação da matéria.

Seguindo a pauta de votação do dia, os parlamentares votaram decretos de calamidade pública, em razão da grave crise de saúde pública decorrente da pandemia da Covid-19, e suas repercussões na saúde e nas finanças públicas dos seguintes municípios: Alto do Rodrigues, Caiçara do Norte, Carnaúba dos Dantas, Porto do Mangue, São Jose do Mipibu, Tibau do Sul e Touros.

Os projetos agora seguem para sanção por parte do Governo do Estado.

ALRN

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Política

Câmara Municipal de Natal: Projeto cria Liga contra a Violência para ampliar proteção à mulher

No combate à violência contra a população feminina, a Câmara Municipal de Natal aprovou na sessão ordinária dessa quarta-feira (11) o Projeto de Lei nº 202/18, de autoria da vereadora Carla Dickson (PROS), que dispõe sobre a criação da Liga contra a Violência para proteger mulheres vítimas da violência doméstica. A matéria define uma linha de cuidados para as mulheres no município, efetivando o atendimento emergencial e especializado nos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) e nas maternidades.

Os procedimentos devem abranger a orientação aos familiares ou amigos; encaminhamento para os serviços adequados da rede de saúde (psicoterapia) e acionamento dos serviços de proteção social.

“Entende-se por violência, nesse contexto, o uso intencional de força física, ameaça, contra si ou contra outrem, que pode ou não resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação”, explicou a vereadora Carla Dickson, ao defender sua proposição.

“Salientamos a importância de conectar a rede de assistência e proteção intersetorial existente no município, de acordo com a necessidade de cuidados. No caso de violência contra crianças, adolescentes e mulheres, além da notificação compulsória é recomendado ao profissional de saúde acionar os órgãos competentes em virtude da legislação de amparo a esse público”, completou.

Outros três projetos também receberam parecer favorável do plenário: PL 1/2019, de autoria do vereador Luiz Almir (Sem Partido), que denomina de Arena Cultural Itapetinga o logradouro público localizado na Avenida Itapetinga, Bairro Potengi, Zona Norte; PL 157/2019, de autoria do vereador Chagas Catarino (PDT), sobre a colocação da palavra “Olhe” em todas as faixas de pedestre da capital potiguar; PL 282/2019, de autoria do vereador Aroldo Alves (PSDB), que reconhece a utilidade pública do Lar Bom Jesus.

Por fim, foram aprovadas duas homenagens para concessão do Título de Cidadão Natalense: uma encaminhada pelo presidente da Casa, vereador Paulinho Freire (PSDB), para o Irmão José Getúlio Silveira, e outra de iniciativa da vereadora Divaneide Basílio (PT) para Ozany Aparecida Gomes da Silva.

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Segurança

OPERAÇÃO CARNAVAL: veja números das polícias, unidades penitenciárias, bombeiros e Itep, que registraram a maior redução da violência dos últimos oito anos no RN

Este ano o Rio Grande do Norte teve a maior redução nos números das Condutas Violentas Letais Intencionais (CVLIs) durante o período do Carnaval dos últimos oito anos. Considerando o período de 21 a 25 de fevereiro, foram registrados 16 CVLIs, contra 26 ocorrências no ano passado – uma diminuição de 38,5%. Na série histórica, é a menor quantidade de CVLIs durante o Carnaval desde 2012, quando foram registrados 12 casos.

NÚMEROS DA OPERAÇÃO CARNAVAL 2020:

POLÍCIA MILITAR (Comandos de Policiamento Metropolitano e do Interior)

Armas apreendidas – 31

Pessoas conduzidas – 77

Carros recuperados – 33

Drogas apreendidas – 5 quilos

POLÍCIA DE TRÂNSITO – CPRE

Abordados mais de 6 mil veículos

Prisões – 5

Mortes em rodovias – 2020: 02 duas. 2019: 03

OPERAÇÃO LEI SECA

Veículos abordados: 927

VEJA MAIS: Operação Carnaval 2020 garante maior redução da violência dos últimos oito anos no RN

SEAP

OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO: violação tornozeleiras eletrônicas – 07 ocorrências. Recaptura de foragido – uma ocorrência.

OPERAÇÃO SATURAÇÃO: 686 policiais penais realizaram revistas diárias nas unidades prisionais. 6.992 presos foram revistados em todas as 17 unidades prisionais do RN.

POLÍCIA CIVIL

Na Grande Natal, a Polícia Civil registrou 16 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs), cinco Boletins Circunstanciados de Ocorrências (BCOs), 59 Autos de Prisão em Flagrante Delito (APFD) e 269 Boletins de Ocorrências (BOs).

No interior do Estado, foram 84 TCOs, 12 BCOs, 72 APFD e 489 BOs.

PLANTÃO DELEGACIA DE ATENTIMENTO À MULHER – Natal e Grande Natal: 13 prisões em flagrante. Medidas protetivas – 27

CORPO DE BOMBEIROS

O 1º, 2º e 3º Grupamento Bombeiro Militar, que atuam na Grande Natal, Mossoró e Caicó, respectivamente, prestaram 229 atendimentos ao público nos principais polos carnavalescos do Estado.

O Serviço de Atividades Técnicas (SAT) do Corpo de Bombeiros Militar do RN fiscalizou estruturas de eventos e trios elétricos em mais de 40 municípios.

No total, foram prestados 181 atendimentos na capital potiguar, sendo 61 em Ponta Negra,37 no Largo Buiú (Redinha), 27 em Petrópolis, 14 na Ribeira, 14 no Nazaré, 10 nas Rocas, 10 no largo do Cruzeiro, 06 no Praia Shopping e 02 no Centro Histórico. Os casos envolveram ingestão de bebidas alcoólicas, quedas de pressão, pequenos cortes e fraturas.

ITEP

Acidentes de tráfego: 2020 – 07 ocorrências. 2019 08 ocorrências.

Exames de lesões corporais: 2020 – 149. 2019 – 146.

Opinião dos leitores

  1. Burro veio, vc é veio mesmo, acreditar no Bolsonaro é mil vezes melhor do que acreditar nos pilantras do PT, eu por exemplo, acreditei duas vezes em nove dedos, não acreditei na desmiolada da anta que cheiroso empurrou, e me ferrei nas duas vezes que votei nele, ainda levei de crédito àquela desmiolada cretina e burra, foram tantas mentiras , roubos descarados e desmantelo, que tudo que for dito por essa corja, ainda acho melhor o dito por Bolsonaro.

    1. Mas aposto que acredita no doidinho do Bolsonaro né?! Cada coisa heim!!

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Segurança

Operação Carnaval 2020 garante maior redução da violência dos últimos oito anos no RN

A iniciativa do Governo do RN em realizar a Operação Carnaval trouxe resultados positivos para a redução da violência e das ocorrências policiais em todo o Estado. Este ano o Rio Grande do Norte teve a maior redução nos números das Condutas Violentas Letais Intencionais (CVLIs) durante o período do Carnaval dos últimos oito anos. Considerando o período de 21 a 25 de fevereiro, foram registrados 16 CVLIs, contra 26 ocorrências no ano passado – uma diminuição de 38,5%. Na série histórica, é a menor quantidade de CVLIs durante o Carnaval desde 2012, quando foram registrados 12 casos.

“Esse resultado só foi possível porque o Governo do Estado investiu nas diárias operacionais pagas a mais a 10 mil agentes de segurança pública, o que representa um investimento de mais de R$ 3 milhões”, afirmou a governadora Fátima Bezerra em entrevista coletiva nesta quinta-feira, 27, para apresentar os resultados alcançados. “Saúdo todos os integrantes do nosso sistema de segurança pelo trabalho feito com planejamento, foco, seriedade e responsabilidade. Mostramos que é possível reduzir a violência. Os dados de hoje falam por si. Tivemos um carnaval de paz, o mais tranquilo dos últimos oito anos”, destacou.

Fátima acrescentou que “os resultados não vieram à toa, mas como frutos de uma gestão comprometida, que investiu em diárias operacionais e na dedicação e comprometimento dos nossos agentes de segurança que aceitaram abrir mão de sua folga, atendendo esforço do governo”. Esta colaboração dos agentes, inclusive, foi essencial ao sucesso da operação, pois o efetivo policial atual tem grande defasagem, sendo equivalente ao do ano 2000. “Colhemos estes resultados por que temos planejamento e responsabilidade. Trabalhamos com ações integradas entre as instituições policiais e com as demais áreas do Governo.  Estamos aqui para servir ao povo e fazer a paz triunfar”.

OPERAÇÃO CARNAVAL: veja números das polícias, unidades penitenciárias, bombeiros e Itep, que registraram a maior redução da violência dos últimos oito anos no RN

A governadora externou “gratidão aos agentes de segurança pública do Estado. Acompanhei o trabalho em todo o Estado, trabalho abnegado e dedicado. Esse é o caminho. Os R$ 3 milhões investidos nas diárias operacionais não foram em vão. Trouxeram resultados expressivos e paz ao nosso povo. Nosso foco é, e será sempre, reduzir a violência e trazer paz e prosperidade ao Rio Grande do Norte e a quem nos visita”.

O secretário estadual de Segurança Pública e Defesa Social, coronel Francisco Araújo, destacou o empenho da administração e o comprometimento dos profissionais do sistema de segurança pública que compreende as polícias Militar e Civil, o ITEP, o Corpo de Bombeiros Militar e a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP). “Cumprimos as orientações dadas pela governadora. Fizemos o planejamento e a execução das ações que resultaram em um carnaval mais seguro e tranquilo para a população”, registrou coronel Araújo.

Diretor do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP), Marcos Brandão explicou que o órgão atuou em escala de plantão, tanto em Natal e Região Metropolitana, como nas regionais do interior (Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros).  “Atuamos em conjunto com os demais órgãos da segurança, prestando nossos serviços e atendo a população”, informou.

Ana Cláudia Saraiva, delegada geral da Polícia Civil disse que os resultados positivos são reflexo do apoio do governo e de empenho e dedicação dos agentes que aceitaram trabalhar no período do descanso e da folga. A Polícia Civil trabalhou na Operação Carnaval com 50% do seu efetivo.

Comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Luiz Monteiro da Silva Júnior explicou que a corporação atuou na fiscalização dos locais de realização dos eventos em todo o Estado, na prevenção de acidentes e salvamento. “Nossa atuação acontece também na orientação às pessoas para evitarem áreas de risco. Fizemos mais de duas mil orientações e sete salvamentos aquáticos. Sete famílias deixaram de chorar a morte de entes queridos”, destacou.

Secretário da Administração Penitenciária, Pedro Florêncio foi enfático: “Trabalhamos na Operação Carnaval com 49% de todo o efetivo remunerado com diárias operacionais e plantões. Com o apoio da administração estadual mantivemos o controle e a segurança para a sociedade”.

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Esporte

MPRN e PM traçam estratégias para coibir violência nos estádios; torcida organizada é suspensa

Foto: Divulgação

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Polícia Militar traçaram novas estratégias para coibir a violência de torcidas organizadas nos estádios potiguares. Após reunião na manhã desta sexta-feira (7), na sede da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), ficou definido que a torcida Ontem, Hoje e Sempre, do América Futebol Clube, está suspensa de acessar as praças esportivas nas próximas 10 partidas do time. Essa quantidade é relativa a jogos realizados no Estado, sendo o América mandante ou visitante, e por quaisquer competições que o clube participe.

A suspensão foi aplicada pela Polícia Militar e tem por base um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado junto ao MPRN e à Federação Norteriograndense de Futebol (FNF) em setembro de 2014. Uma cláusula do TAC estabelece que, caso a torcida organizada se envolva em atos de violência ou que coloquem em risco a ordem pública, serão aplicadas medidas educativas de advertência e suspensão de comparecimento aos estádios. Essa medida de suspensão pode ser aplicada de 2 a 10 jogos, tendo esta torcida do América recebido a punição máxima de acordo com termo acordado.

Com essa medida, já a partir do próximo jogo envolvendo o América, não será permitido o acesso de torcedores que usem camisas, bonés, faixas ou qualquer outro material que faça alusão a essa torcida organizada. A próxima partida do clube no RN será a final do 1º turno do Campeonato Estadual, marcada para a quarta-feira (12), contra o ABC Futebol Clube, no estádio Frasqueirão.

Leia matéria completa com todos os detalhes aqui no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. Só ameniza se proibir a entrada e se vandalizar na o presidente da torcida exclue o mesmo da torcida e se continuar cadastrado responsabiliza o presidente da torcida

  2. Sou policial e acho essa decisão insuficiente, apenas proíbe o acesso com camisetas etc. todos os vândalos vão entrar com camisetas normais e badernar, o correto seria pegar o cadastro da organizada e proibir a entrada da pessoa cadastrada como torcida tal …
    Minha humilde opinião aceito quem descorda e digo sem sobra de dúvida, poderá acontecer confronto na decisão de ABC XAmerica só não posso da a certeza mas analizem

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Política

Rodrigo Maia condena discurso de Lula e diz que petista saiu do cárcere mais radical do que entrou

FOTO: AGÊNCIA CÂMARA

Rodrigo Maia condenou o discurso do ex-presidente Lula. Segundo O Globo, ele disse que “o petista saiu do cárcere mais radical do que entrou, o que só fortalece Jair Bolsonaro”.

O Antagonista, com O Globo

Opinião dos leitores

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Judiciário

Major Olímpio pede prisão preventiva de Lula por incitar violência

Foto: Reprodução

Major Olímpio foi à PGR e protocolou uma representação solicitando a prisão preventiva de Lula.

O senador do PSL de São Paulo acusa o petista de incitação à violência durante seu discurso à militância no último sábado, em São Bernardo do Campo.

No Twitter, Olímpio publicou a seguinte mensagem:

“É inaceitável que o condenado Lula incite a violência e a desordem. Por isso, protocolei representação para que o Ministério Público requeira sua prisão preventiva, para garantia da ordem e para que seja averiguado esse crime contra a segurança nacional.”

Na ocasião, Lula disse: “A gente tem que seguir o exemplo do povo do Chile, do povo da Bolívia. A gente tem que resistir. Não é resistir. Na verdade, é lutar, é atacar e não apenas se defender.”

Veja a íntegra do documento clicando AQUI.

O Antagonista

Opinião dos leitores

    1. E que agora nunca serão presos porque mudaram a lei pra soltar Lula, depois não reclame do corrupto do vizinho se você tem um corrupto de estimação também.

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Segurança

Teste de fogo para Moro: Ministro da Justiça lança plano para redução de violência

Presidente Jair Bolsonaro e o ministro Sergio Moro. Foto: Marcos Corrêa /PR

Apontado como “superministro” e “indemissível” no início da gestão de Jair Bolsonaro (PSL), o ex-juiz Sergio Moro (Justiça) lança nesta quinta-feira (29) um projeto-piloto que vem sendo trabalhado há meses por sua equipe como importante aposta de ação concreta do governo federal no combate à criminalidade violenta no país.

O lançamento do chamado “Em Frente Brasil, Programa Nacional de Enfrentamento à Criminalidade Violenta” torna-se um teste de fogo para o ministro, que nesta semana viu o STF (Supremo Tribunal Federal) anular pela primeira vez uma sentença sua na Lava Jato.

Além de eventuais percalços políticos, o programa de segurança pública larga com um entrave que ameaça sua expansão, a escassez de recursos nos cofres federais.

Só para a fase inicial de teste, que envolve uma cidade de cada região do país, o plano têm custo de R$ 20 milhões, além de gasto com a mobilização de 500 policiais da Força Nacional de Segurança e de outros recursos que serão discutidos para aplicação a partir de 2020.

Se esse padrão for seguido, só para ser iniciado nas principais cidades que concentram, segundo as estatísticas, metade dos crimes violentos do país, seria preciso um orçamento anual de pelo menos R$ 480 milhões, sem contar o gasto com a multiplicação do contingente da Força Nacional, tudo isso em meio ao cenário de fortes restrições orçamentárias.

O programa federal de combate à criminalidade violenta vem sendo trabalhado desde o início do ano pela equipe do ministro, tendo selecionado cinco cidades brasileiras que integram o grupo das 120 mais violentas do país, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Goiânia (GO), Ananindeua (PA), Cariacica (ES), Paulista (PE) e São José dos Pinhais (PR) foram selecionadas com base nas altas taxas de homicídio e na avaliação de fatores considerados favoráveis ao sucesso da fase inicial, como a aprovação política do governador de cada estado, que é quem tem pela lei a maior responsabilidade pela segurança pública.

Dois desses governadores são do oposicionista PSB —Renato Casagrande, no Espírito Santo, e Paulo Câmara, em Pernambuco—, mas têm apoiado e colaborado com o plano.

A previsão é a de que essas cidades recebam recursos federais iniciais de R$ 4 milhões, cada uma, para incremento de ações de inteligência e aperfeiçoamento tecnológico —instalação de centrais de monitoramento, por exemplo.

Além disso, foram despachados aos cinco municípios equipamentos e 500 policiais da Força Nacional (100 para cada cidade), cuja tarefa será trabalhar em conjunto com as PMs e eventuais guardas municipais locais no patrulhamento ostensivo (80% do contingente) e na parte de investigação (20%).

A Força Nacional ficará nas cidades até o final deste ano, período que poderá ser prorrogado a depender dos resultados obtidos.

A partir de 2020 está prevista a implantação da segunda fase do programa, que envolve novos recursos —não informados— e a participação de mais nove ministérios com ações sociais, de educação, saúde, lazer e esporte, entre outros.

A intenção de Moro é que o eventual sucesso da proposta sirva de base para a expansão dessas ações para mais cidades que hoje integram o rol das mais violentas do país.

Caso o plano dê certo, ele representará um importante cartão de visitas para o ministro da Justiça, cujo nome é cogitado até mesmo para concorrer contra Bolsonaro em 2022, em caso de rompimento entre os dois.

O ministério afirmou ainda que, para a elaboração do projeto, foram levadas em conta “experiências exitosas nacionais e internacionais, de prevenção e redução de criminalidade violenta, com o uso de metodologias modernas de governança e gestão”, e que as ações têm como foco “a mitigação de fatores socioeconômicos de vulnerabilidade de cada território, enfrentando-se, assim, não apenas as consequências, mas as causas do problema”.

PROGRAMA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO À CRIMINALIDADE VIOLENTA
Cidades escolhidas

Cariacica (ES)

Taxa de homicídio por 100 mil habitantes: 59,8
Governador: Renato Casagrande (PSB)*

Goiânia

Taxa de homicídio:‚ 40,7
Governador: Ronaldo Caiado (DEM)

Ananindeua (PA)

Taxa de homicídio:88,1
Governador: Helder Barbalho (MDB)

Paulista (PE)

Taxa de homicídio: 62,3
Governador: Paulo Câmara (PSB)*

São José dos Pinhais (PR)

Taxa de homicídio: 41,8
Governador: Ratinho Jr (PSD)

Ações do programa

Reforço

Cada uma das cidades receberá 100 policiais da Força Nacional por um período inicial de 4 meses, além de equipamento

Policiamento

Do contingente extra, cerca de 80% atuará ao lado da PM local no policiamento ostensivo e 20% trabalhará na parte investigativa

Recursos

Cada município receberá uma verba extra federal para aplicação na segurança pública, nas áreas de inteligência e tecnologia, por exemplo

Ação integrada

Uma segunda fase envolverá a participação de dez ministérios (Justiça e Segurança Pública, Casa Civil, Saúde, Economia, Educação, Cidadania, Desenvolvimento Regional, Secretaria-Geral, Secretaria de Governo e Direitos Humanos) com trabalho nas áreas de cultura, esporte, lazer, educação, assistência social, entre outras

Com informações da Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Oxe, Natal não era uma das cidades mais violentas da américa latina por anos consecutivos, segundo ong mexicanas?

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