Trânsito

Detran retoma provas prática e teórica de Habilitação em Natal e Mossoró

Foto: Divulgação

O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) retoma a partir de hoje (05) a aplicação das provas práticas e teóricas de habilitação de condutores nas unidades de Natal e Mossoró. O serviço tinha sido suspenso devido ao decreto 30.419/2021 do Governo do Estado, porém com a revogação do mesmo e a publicação do novo decreto 30.458/2021 que flexibiliza a abertura de alguns setores, a Direção do Detran decidiu gradativamente retomar alguns serviços presenciais.

Outra medida tomada pela Direção do Órgão, no sentido de beneficiar os cidadãos do interior do Estado, foi a retomada dos testes práticos itinerantes, que são aqueles que vão aos municípios para serem aplicados. Nesse sentido, já a partir desta segunda-feira (05) o Detran inicia avaliações práticas na cidade de Extremoz (05), Caraúbas (06), Assú (07), Currais Novos (08), Jucurutu (09), Nova Cruz (12), Passa e Fica (13), Goianinha (14), São José do Mipibu (15), Santa Cruz (16), Parelhas e Acari (19), Lagoa Nova e Jaçanã (20), Caicó (22 e 23), Jardim do Seridó (23), Alexandria (26), Apodi e Umarizal (27), São Miguel (28), Pau dos Ferros (29), e Angicos (30).

Outro serviço presencial que o Detran continua sem paralisação é o de liberação de veículos apreendidos. Nessa situação, os atendimentos são agendados para as terças e quintas-feiras. Outras demandas também podem ser resolvidas pelo sistema de serviços online do Detran que estão divulgadas no site do Órgão de trânsito estadual (www.detran.rn.gov.br).

O coordenador de Habilitação de Condutores, Jonas Godeiro, explicou que todos os serviços presenciais precisam ser previamente agendados pelo site do Detran e que, devido a pandemia, está havendo um rígido controle do fluxo de pessoas, sendo diminuído a quantidade de atendimentos por dia e exigido o cumprimento das normas sanitárias de prevenção ao novo coronavírus, como uso de máscara de proteção facial, aferição da temperatura, uma pessoa por atendimento em sala para evitar aglomeração, uso de higienização constante das mãos, entre outras medidas.

Um ponto importante lembrado pelo coordenador é que o cidadão pode buscar o serviço do Detran com tranquilidade, sem necessidade de correria, já que os prazos de renovação de CNH e documentação de veículos foram prorrogados pelo Denatran por tempo indeterminado. “O benefício de prazo indeterminado insere todos os condutores habilitados pelo Detran/RN, os veículos registrados ou que venham ser registrados no estado, como também às infrações de trânsito autuadas por órgãos executivos de trânsito ou rodoviário no âmbito do Rio Grande do Norte”, informou.

O Detran também disponibilizou vários contatos por via não presencial com os diversos setores do Órgão. A lista completa dos serviços e contatos pode ser acessado no site do Detran ou clicando AQUI.

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Segurança

Após debandada, WhatsApp garante que nova política não muda prática de compartilhamento de dados

Foto: Phil Noble – 27.mar.2017/Reuters

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) enviou uma notificação ao Facebook para que a empresa explique porque alterou, no começo deste ano, a sua política de privacidade no WhatsApp – aplicativo de mensagens que pertence ao grupo. A Senacon deu 15 dias para o Facebook responder aos questionamentos.

Em resposta ao CNN Business, o WhatsApp afirma que recebeu a notificação e está à disposição para prestar os esclarecimentos à Secretaria no tempo exigido.

Entre os esclarecimentos pedidos pela autoridade brasileira, que responde ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, foi solicitado às empresas que expliquem pontos do texto da nova política de privacidade, que entrará em vigor a partir de maio. “O conglomerado Facebook foi notificado a informar até onde o usuário poderá controlar a sua privacidade e até onde isso impactará na continuidade da utilização do aplicativo”, diz o texto da Senacon.

O WhatsApp garante que a atualização “não muda as práticas de compartilhamento de dados entre o WhatsApp e o Facebook”. A atualização teria o objetivo de promover mudanças relacionadas aos serviços de hospedagem para ajudar empresas na comunicação com seus clientes na plataforma de mensageria. “Embora, é claro, continue sendo uma decisão do usuário se ele gostaria ou não de se comunicar com uma empresa no WhatsApp”.

O WhatsApp não deixou claro, porém, se o cliente poderá negar a nova política de privacidade da empresa e continuar a usar o aplicativo com base na política anterior.

Privacidade de dados e livre concorrência

A empresa afirma que, no Brasil, armazena dados em conformidade com o Marco Civil da Internet e fornece registros de acesso (como endereço de IP e data do último log-in) em resposta a ordens judiciais.

Porém, a empresa não se manifestou a respeito das novas exigências contidas na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que disciplina, por exemplo, a troca de dados entre empresas de um mesmo conglomerado, e que dá ao usuário o direito de saber quais informações estão sendo compartilhadas, além de definir quais dados podem ser intercambiados.

As empresas do grupo Facebook têm sofrido contestações em diferentes países não só com relação à privacidade da informação dos seus usuários, mas também a práticas de monopólio econômico.

Na Alemanha, por exemplo, o Facebook teria garantido ao órgão antitruste local durante a incorporação do WhatsApp, que não haveria compartilhamento de dados entre as bases das duas empresas. Posteriormente, porém, passaram a adotar a prática.

As empresas deverão responder à Senacon se foi apresentado o ato de concentração econômica ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que possibilita ao órgão analisar eventuais agressões à livre concorrência. A Secretaria espera que as empresas expliquem como teria sido definida a política de integração das bases de dados.

Debandada

Em janeiro, assim que o WhatsApp anunciou para o mundo as mudanças na política de privacidade, houve uma corrida de usuários para outros aplicativos. O Telegram, principal concorrente, afirma que recebeu mais de 100 milhões de usuários só no mês passado. Um dos motivos para a debandada era o anúncio do WhatsApp de que a rede social do Facebook passaria a ter sua base de dados integrada à do aplicativo de mensagens.

O Facebook vem sofrendo com vazamentos robustos, ao menos desde 2018, quando dados de 30 milhões de usuários foram expostos. No começo de 2019, mais 419 milhões de pessoas tiveram suas informações vazadas a partir da rede social. No fim daquele ano, um novo vazamento aconteceu. As identidades virtuais, além do número de telefone e nomes reais de 267 milhões de usuários foram expostos.

CNN Brasil

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Esporte

Prática de atividade física aumentou no Brasil em 2020, mostra pesquisa

Foto: Ilustrativa

A pandemia do novo coronavírus alterou os hábitos de praticantes de esporte no mundo inteiro.

Sem poder realizar treinos ao ar livre e na academia por um período, ou sem sentir-se seguro para isso, além de precisar lidar com os efeitos emocionais do isolamento, parte dos atletas teve sua rotina de exercícios virada de ponta cabeça.

Mas por mais que os hábitos tenham mudado, a comunidade esportiva conseguiu se adaptar à nova rotina, criar novos hábitos e se manter ativa em meio às restrições impostas pelo vírus. É o que mostra o Year in Sport, relatório anual divulgado nesta quarta-feira, 16, pelo Strava, plataforma online de registro de atividades físicas.

O Strava conta com uma comunidade esportiva com mais de 73 milhões de atletas no mundo — mais de 9,5 milhões só no Brasil.

Nos 12 meses avaliados – boa parte vividos em meio à pandemia –, a comunidade global realizou 21,5 milhões de atividades por semana e percorreu 17 bilhões de quilômetros, números muito acima das previsões iniciais.

No mesmo período, a plataforma recebeu dois milhões de novos integrantes, somando, ao todo, mais de 73 milhões de usuários.

No começo da pandemia no Brasil, em março, os registros no Strava caíram no início do mês, mas, mesmo após algumas restrições impostas pela pandemia, cresceram 5% acima do esperado.

Só no Brasil, em 2020, foram percorridos 133,1 milhões de km, comparados aos 98,4 milhões de km registrados em 2019. Os homens tiveram a maior distância média percorrida este ano: 5,9 km, contra 5,3 km das mulheres.

No ciclismo, com 1,2 bilhão de quilômetros percorridos no país, os homens tiveram uma distância média de 29,3 km, com e as mulheres, de 22,9 km.

Mulheres aumentaram mais a frequência de treinos

Globalmente, as mulheres jovens, com idade entre 18 e 29 anos aumentaram a frequência de atividades em 45,2%, quando comparadas ao ano passado, enquanto os homens cresceram 27,3%.

No Brasil, esse dado também tem as mulheres na frente, com um aumento de 43,8% de registros contra 30% a mais feito pelos homens na mesma faixa etária.

As brasileiras, em todas as faixas etárias, superaram ou se igualaram aos em relação ao número de atividades registradas na plataforma. Também houve crescimento no registro de atividades em todas as faixas de idade dos dois sexos, quando comparado 2019 e 2020.

Viva Bem – UOL

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Judiciário

STF irá discutir prática da ‘rachadinha’ antes de julgar caso de Flávio Bolsonaro

O STF (Supremo Tribunal Federal) irá discutir a gravidade do crime da “rachadinha” antes de julgar o caso do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), denunciado pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) sob acusação de ter arrecadado parte do salário dos servidores de seu gabinete quando era deputado estadual.

O tema será analisado a partir de 27 de novembro na ação penal em que o deputado federal Silas Câmara (Republicanos-AM) é acusado de peculato por prática similar à do filho do presidente. O processo será julgado no plenário virtual e vai até 4 de dezembro.

A análise da ação vai refletir a visão dos ministros sobre o delito e deve estabelecer balizas para julgamento de crimes desta natureza.

O STF não tem nenhum precedente sólido sobre situações em que agentes públicos recolhem parte do vencimento de servidores.

A corte já julgou a caracterização do crime de peculato por uso inadequado de servidor, mas nunca debateu com profundidade um cenário em que há devolução de salário.

É comum, por exemplo, o STF penalizar políticos que mantêm funcionários fantasmas. Por outro lado, também é normal o tribunal arquivar denúncias de peculato por uso de assessores para fins particulares.

O deputado federal Celso Russomano (Republicanos-SP) chegou a ser condenado em primeira instância porque uma secretária paga pela Câmara dos Deputados teria atuado em sua produtora de vídeo por quatro anos.

Em 2016, porém, o STF reverteu a decisão por um placar de 3 votos a 2 na Segunda Turma da corte. A ministra Cármen Lúcia e Teori Zavascki, que morreu em 2017, defenderam a penalização de Russomano, mas Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Celso de Mello formaram na ocasião maioria para absolvê-lo.

Em 2014, a 1ª Turma tomou decisão parecida ao rejeitar denúncia contra o então deputado Osvaldo Reis.

Na ocasião, prevaleceu a tese da relatora, ministra Rosa Weber, de que “a utilização dos serviços custeados pelo erário por funcionário público no seu interesse particular não é conduta típica de peculato”.

A magistrada argumentou que a Constituição veda a condenação por “crime sem lei anterior que o defina”.

Agora, a expectativa é que o julgamento de Silas Câmara crie uma jurisprudência em relação aos elementos que caracterizam o crime da ‘rachadinha’ e sobre a dosimetria da pena para essa prática.

O resultado da análise pode ser usado, a depender do placar, tanto pela defesa do filho do presidente Jair Bolsonaro quanto pelo MP-RJ para reforçar suas teses.

Atualmente, a responsabilidade para decidir o recebimento da denúncia contra Flávio é do Órgão Especial do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), composto por 25 desembargadores.

O caso foi retirado das mãos do juiz de primeira instância, Flávio Itabaiana, seis dias depois de ele mandar prender o policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio, amigo do presidente e apontado como operador do esquema.

Isso ocorreu em 25 de junho por decisão da 3ª Câmara do TJ-RJ, que aceitou habeas corpus da defesa do senador. Dois dos três desembargadores do colegiado sustentaram que, como o senador trocou um mandato por outro, o foro especial deve ser mantido.

O MP-RJ, então, acionou o STF sob argumento de violação à decisão da corte do começo de 2018 de restringir o foro especial a delitos cometidos durante o mandato e relacionados à função.

O próprio presidente da 3ª Câmara do tribunal estadual, desembargador Antônio Carlos Amado, reconheceu ao STF que a decisão pode ter sido “inédita”, mas disse que não foi absurda, inadequada nem desrespeitou ou ofendeu a jurisprudência da corte.

O relator da ação do Ministério Público no Supremo é o ministro Gilmar Mendes, e o tema ainda não tem data para ser analisado. O ministro indicou que deve submeter o processo à Segunda Turma da corte.

Nesse caso, também existe uma expectativa sobre a posição a ser tomada por Kassio Nunes Marques, primeiro indicado do chefe do Executivo para uma vaga no Supremo. O magistrado é relator de uma ação da Rede que trata do mesmo tema, mas a tendência é que a ação do MP-RJ seja analisada antes.

Kassio também participará do julgamento de Silas Câmara, que ocorrerá no ambiente virtual. A defesa do deputado pediu ao relator, ministro Luís Roberto Barroso, que o julgamento ocorra no plenário físico.

O magistrado ainda não analisou a solicitação. Mesmo que ele a rejeite, porém, se outro ministro pedir destaque, o caso sai de pauta e vai para as mãos do presidente do STF, Luiz Fux, escolher nova data para análise em sessão presencial, atualmente realizada por videoconferência.

A diferença entre esse processo e o de Flávio é que o senador também foi denunciado por lavagem de dinheiro, apropriação indébita e organização criminosa. Peculato é o delito que prevê a maior pena.

Em relação ao deputado, a PGR (Procuradoria-Geral da República) considerou grave a conduta e pediu a fixação da pena de 12 anos, o máximo possível para o delito previsto no artigo 312 do Código Penal.

A PGR acusa o parlamentar de recolher parte do salário dos servidores de seu gabinete e de nomear funcionários fantasmas. Segundo a Procuradoria, ele desviou R$ 145 mil com o esquema, valor muito inferior ao que teria sido movimentado por Flávio.

A denúncia foi recebida por unanimidade pelo STF em 2010, quando o relator do caso era o ministro Joaquim Barbosa, que já deixou a corte. A PGR afirma que ele recolheu o salário de servidores e empregou uma cozinheira, um motorista e um piscineiro no escritório de representação do mandato no estado de origem, o Amazonas.

Além da pena de 12 anos, a Procuradoria quer que o deputado pague multa e indenize os cofres públicos no valor do dobro do montante desviado com juros e correção monetária.

No processo, a defesa do deputado disse que os elementos dos autos comprovam que ele não teve funcionário fantasma. O parlamentar também alegou que não houve “nem prova de prejuízo e nem prejuízo efetivo ao erário”, o que inviabiliza a condenação por peculato.

A defesa menciona ainda uma decisão do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) que absolveu um político acusado de exigir devulação de salários sob o argumento de que “os vencimentos, uma vez creditados em suas contas bancárias, constituem recursos privados, à livre disposição dos seus titulares”.

Folha de SP

 

Opinião dos leitores

  1. Com quem será que esses meninos levados RERECO, BOLÃO É AZEITONA aprenderam essa traquinagens??????

  2. Alguns ministros fazem o possível e o impossível para postergar a análise dos crimes do Bozinho. Covardia, esperteza ou os dois?

  3. Na câmara de Natal só escapa quem ganhou nessa de 2020. Alguns saíram mas estão sendo investigados pelo TCE e o processo está adiantado.

  4. Kkkkkkkkk
    Se for pra prender deputados que faz rachadinha no Brasil, tem que construir novos presídios, e grandes.
    Os que tem hoje, não cabem.
    A POPULAÇÃO SABE DISSO.
    Perca de tempo esse caso do traquino filho do presidente Jair.
    Não estou afirmando, mas se brincar no STF tem.

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Judiciário

Ex-governador Agnelo Queiroz(PT) é condenado pela prática de ‘pedalada fiscal’

 Foto: Agência Senado

A Justiça do Distrito Federal condenou o ex-governador Agnelo Queiroz (PT) por improbidade administrativa em processo em que ele é acusado de praticar “pedalada fiscal”. Segundo o Ministério Público, ele teria “maquiado” contas do governo para evitar sanções (veja detalhes abaixo). A decisão, publicada na quarta-feira (10), é do juiz Daniel Eduardo Brando Carnacchioni.

A sentença determina o pagamento de multa no valor de 50 vezes a remuneração recebida no último ano do mandado, que era de R$ 23,4 mil. Ou seja, o ex-governador terá de pagar R$ 1,1 milhão. A decisão também determina a suspensão dos direitos políticos de Agnelo até 2024.

Cabe recurso. A defesa do governador informou ao G1 que vai recorrer pedindo a nulidade da sentença “por cerceamento de defesa e no mérito ” além de “ausência de elementos caracterizadores de ato de improbidade administrativa”.

Outros condenados

Agnelo é o primeiro ex-governador do DF denunciado pela prática de “pedalada fiscal”. Além dele, também foram condenados pelos mesmos atos outros dois ex-secretários de sua gestão: Paulo Oliveira, que comandava a Secretaria de Planejamento e Adonias Santiago, ex-chefe da Fazenda .

A decisão ordena que os ex-secretários fiquem com os direitos políticos suspensos por três anos. A multa determinada para eles é de 20 vezes a remuneração à época do mandato, de R$ 20,6 mil. Sendo assim, o valor correspondente à sanção é de R$ 412 mil.

Segundo a decisão, Agnelo e os demais ex-secretários também devem ser proibidos de fechar contratos com o governo ou receber incentivos fiscais, direta ou indiretamente. Até a última atualização, a reportagem também não havia conseguido contato com os demais citados.

O ex-secretário-chefe da Casa Civil, Swedenberger Barbosa, chegou a ser denunciado, mas não foi condenado. Para o juiz, a acusação contra ele é “frágil e inconsistente”.

A reportagem tenta contato com a defesa dos demais condenados, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Sentença

A ação foi movida pelo Ministério Público do DF (MPDFT). Segundo o órgão, entre 1º de maio e 31 de dezembro de 2014, Agnelo autorizou despesas que não poderiam ser pagas no mesmo ano, violando a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Ele ainda teria deixado de indicar na apresentação das contas os “restos a pagar” daquele ano.

A LRF proíbe o “titular de Poder ou órgão de contrair obrigação de despesa, nos dois últimos quadrimestres do seu mandato, que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa”.

O processo cita ainda auditoria do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), que apontou R$ 2,1 bilhões de despesas que deixaram de ser inscritas como restos a pagar no exercício de 2014, último ano do ex-governador à frente do Palácio do Buriti.

“Tais fatos, por si só, já exigiriam do então governador e das secretarias uma rigorosa ação de planejamento, monitoramento e controle prévio e concomitante da execução orçamentária e financeira dos recursos do DF no exercício de 2014, de forma a compatibilizar as obrigações assumidas aos recursos efetivamente disponíveis e a evitar a repetição dos resultados negativos registrados. No entanto, o que se constatou foi que a situação, já ruim, restou agravada”, afirmam os promotores de Justiça.

De acordo com o MP, “o final do mandato de Agnelo Queiroz foi marcado de expressivo volume de despesas que deixaram de ser inscritas em restos a pagar”.

“Esses atos camuflaram a real situação financeira do Distrito Federal, deixando de inscrever despesas que restaram fraudulentamente canceladas ou suspensas nos restos a pagar.”

Ao analisar o caso, o juiz entendeu que Agnelo “atentou contra os deveres de legalidade e probidade na gestão pública, ao assumir obrigações que geraram despesas nos últimos quadrimestres do último ano de seu mandato eletivo, ciente de que não teria como ser integralmente paga no mesmo exercício”.

G1

 

Opinião dos leitores

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Saúde

Saiba as recomendações para prática do exercício físico ao ar livre em tempos de pandemia

Saiba como praticar atividades ao ar livre respeitando as recomendações de saúde pública (Foto: Arek Adeoye/Unsplash)

Na primeira semana de maio, a Espanha permitiu que os cidadãos saíssem para praticar exercícios físicos, respeitando uma escala de horários que separava os grupos de maior risco dos demais. A decisão voltou a levantar uma dúvida que surgiu desde o início das recomendações de isolamento social mesmo em países onde elas não chegaram a ser tão radicais, como o Brasil: a prática de exercícios físicos ao ar livre deveria ser permitida durante a quarentena?

Cuidado com a saúde

Por mais que a tentação de passar o dia no sofá durante o período de recolhimento, é consenso entre especialistas que os exercícios físicos devem ser mantidos. “Atividade física regular beneficia o corpo e a mente”, diz uma nota da Organização Mundial da Saúde (OMS) incentivando as pessoas a se manterem ativas durante a pandemia. “Ela reduz a pressão sanguínea alta, ajuda a manter o peso e a reduzir o risco de doenças do coração, derrame, diabetes do tipo 2, e vários tipos de câncer.” Isso sem falar nos benefícios para a saúde mental, reduzindo o risco de depressão, declínio cognitivo e demência.

Quantidade ideal

Para crianças e adolescentes de até 17 anos, a OMS aponta que sejam realizados pelo menos 60 minutos diários de atividade moderada a vigorosa, ao menos 3 dias por semana. Já para adultos, o ideal é fazer pelo menos 150 minutos de atividade moderada ao longo da semana, ou pelo menos 75 minutos de exercício com alta intensidade 2 vezes por semana. É importante não focar somente em aeróbicos, incluindo também musculação.

Ir ou não para a rua

Não há recomendação oficial nem consenso entre os especialistas, embora exista uma tendência de apoiar as atividades ao ar livre, desde que sejam feitas com cuidado. Em dois informes sobre o tema (um publicado em março e outro em abril), a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), em parceria com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), avaliou que os exercícios ao ar livre estão permitidos, desde que observados alguns cuidados e respeitadas as recomendações dos órgãos locais competentes, que podem variar entre estados e mesmo cidades.

As orientações do poder público são ambíguas: em estados como São Paulo, não há proibição explícita no decreto que instituiu o isolamento social, mas o governo desencoraja as atividades ao ar livre. Já o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, chegou a recomendar a prática em uma coletiva de imprensa no início de abril, mas o ministério não emitiu notas a respeito do assunto.

Se for, vá na paz

Na nota sobre Covid-19 e atividades físicas, a OMS elencou uma série de cuidados para que sejam feitas de forma segura: evitar se exercitar em caso de febre, tosse ou dificuldade para respirar; optar por atividades de baixa intensidade (caso não seja ativo normalmente) e que diminuam o risco de lesões para não sobrecarregar o sistema de saúde; e, se for se exercitar ao ar livre, manter distância física e lavar as mãos antes de sair de casa, ao chegar ao local e assim que voltar para casa (se não for possível lavar, usar álcool gel). Em abril, a pré-publicação de um estudo europeu indicou que a distância entre os atletas deve ser maior do que os 2 metros recomendados: 4 a 5 metros para caminhadas, 10 para corridas e pelo menos 20 para ciclismo rápido. Apesar de servir de alerta, a pesquisa sofreu críticas por não ter sido submetida para publicação em alguma revista científica e ter sido divulgada antes de passar pela revisão de pares, padrão na ciência.

Galileu

 

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Saúde

Prática de exercícios diminui chances de complicações da covid-19, diz estudo

Foto: Antonio_Diaz/iStock

Praticar atividade física é ideal para manter sua saúde em dia. Nos últimos anos, ela vem sendo associada com a queda nos riscos de doenças como câncer, entre outras doenças. Agora, pesquisadores americanos estão sugerindo que exercício físico pode impedir o desenvolvimento da SARA (Síndrome da Angústia Respiratória Aguda), caracterizada pela falta de ar, respiração rápida, tosse, fraqueza muscular e uma das piores complicações do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Segundo o estudo da Universidade de Virginia, a prática de exercícios físicos eleva a produção da enzima superóxido dismutase (EcSOD), produzida pelos músculos e associada à proteção do sistema cardiorrespiratório. “Sua baixa concentração aumenta o risco para doenças como pneumonia ou enfermidades crônicas respiratórias”, afirma o pneumologista Humberto Bogossian, do Hospital Israelita Albert Einstein. Além disso, também sobe a chance de ocorrência de isquemia cardíaca (derivada da obstrução do fluxo sanguíneo) e falhas nos rins.

De acordo com os pesquisadores, a realização de exercícios em intensidade moderada é suficiente para obter os benefícios. “Exercício regular tem mais benefícios do que conhecemos. A proteção contra doenças respiratórias severas é um dos muitos exemplos”, afirma o médico Zhen Yan, chefe da pesquisa.

Confira algumas dicas antes de se exercitar Não é recomendado nem correr nem andar na rua sem máscara; Tome cuidado com lesões. A qualquer sinal, suspenda a atividade e procure um médico; Idosos podem fazer exercícios, mas dentro de casa. Atividades como andar pela casa ou se levantar e se sentar na cadeira podem ajudar.

Viva Bem – UOL

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Diversos

PROIBIDAS: Governo suspende a prática de queimadas em todo o país por 60 dias

FOTO: EDMAR BARROS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

As queimadas estão proibidas em todo o país durante o período de 60 dias, a partir desta quinta-feira (29). Decreto determinando a suspensão da permissão do uso de fogo nesse processo está publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira.

A medida não se aplica em casos como de controle fitossanitário, desde que seja autorizado pelo órgão ambiental competente; nas práticas de prevenção e combate a incêndios; e nas práticas de agricultura de subsistência das populações tradicionais e indígenas.

Operação Verde Brasil

A Operação Verde Brasil, que reuniu várias agências em torno do combate aos incêndios na Amazônia Legal, registrou diminuição nos focos de incêndio nos últimos dias. Embora ainda não haja confirmação de tendência de extinção do fogo nos próximos dias, a avaliação do governo até o momento é positiva.

“A avaliação é positiva. Com os parâmetros do Censipam [Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia], vimos que os focos de incêndio diminuíram bastante”, disse o vice-almirante Ralph Dias da Silveira, subchefe de operações do Estado-Maior das Forças Armadas, em entrevista à imprensa nessa terça-feira (28).

Segundo os dados do Censipam, havia focos de incêndio espalhados e mais intensos, principalmente, em Rondônia, Amapá, Pará e Maranhão entre os dias 25 e 26 de agosto. Na medição realizada entre os dias 26 e 27 de agosto, o mapa de focos de calor mostrou redução, principalmente em Rondônia, onde houve emprego de reforço no efetivo para combate ao fogo.

Combate às queimadas

Na última sexta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro autorizou o uso das Forças Armadas no combate aos incêndios na região. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) vale para áreas de fronteira, terras indígenas, em unidades federais de conservação ambiental e outras áreas da Amazônia Legal.

O efetivo empregado na Amazônia Legal, entre militares e brigadistas, é de 3.912 pessoas, além de 205 viaturas. O Brasil também recebeu ofertas de ajuda internacional. Dentre elas, o Chile ofereceu equipes especializadas e três aviões com capacidade de armazenar 3 mil litros de água e os Estados Unidos duas aeronaves para combate a incêndio.

Israel ofereceu 100 metros cúbicos (m³) de agente químico retardante de chamas e o Equador disponibilizou três brigadas com especialistas em combate a incêndios florestais. A ajuda internacional ainda não foi posta em prática, o que deve ocorrer, segundo Ralph Dias da Silveira, em breve.

Agência Brasil

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Comportamento

Estudo mostra que prática nem sempre leva à perfeição

“A prática leva a perfeição”. Você com certeza já ouviu essa frase que significa que, se você quer ser realmente bom em alguma coisa, é preciso fazê-la várias vezes até se aperfeiçoar. Mas agora um estudo mostra que a história não é bem assim.

“A ideia se tornou realmente enraizada em nossa cultura, mas é uma simplificação excessiva”, diz Brooke Macnamara, psicóloga da Case Western Reserve University, uma das autoras, ao The Guardian. Publicado no The Royal Society, o estudo revela que violinistas “regulares” ensaiavam tanto ou mais que os melhores músicos, mostrando que fatores como qualidade de ensino habilidades de aprendizado interferem no resultado final.

Os pesquisadores se inspiraram em um estudo de 1993 com violinistas e pianistas que descobriu que o tempo de prática acumulado melhorava a sua capacidade de tocar. O estudo concluiu que “muitas características que se acreditava refletirem o talento inato são, na verdade, o resultado de uma intensa prática estendida por um mínimo de 10 anos”.

Macnamara e sua colega, Megha Maitra, decidiram repetir parte do estudo para verificar se chegavam às mesmas conclusões. Para isso, elas entrevistaram três grupos de 13 violinistas classificados como melhores, bons e menos experientes sobre seus hábitos de ensaio. Depois, os parcipantes preencheram um diário contando os detalhes de sua rotina de prática.

O resultado foi que os violinistas menos habilidosos registravam uma média de cerca de 6 mil horas de prática aos 20 anos, mas não houve muita diferença de tempo entre os bons e os melhores, com cada um registrando uma média de 11 mil horas.

“Os fatores dependem da habilidade que está sendo aprendida: no xadrez pode ser inteligência ou memória de trabalho, no esporte pode ser com que eficiência uma pessoa usa o oxigênio. Para complicar ainda mais, um fator pode impulsionar o outro. Uma criança que gosta de tocar violino, por exemplo, pode ser feliz em praticar e se concentrar na tarefa porque não a vê como uma tarefa”, diz Macnamara.

A conclusão dos pesquisadores é que é importante que as pessoas entendam os limites do corpo. “A prática te faz melhor do que ontem, na maior parte do tempo”, Macnamara disse. “Mas pode não te fazer melhor que o seu vizinho. Ou a outra criança na sua aula de violino.”

Galileu

Opinião dos leitores

  1. Pura besteira, explique então o caso do Cristiano Ronaldo que é o jogador que é hoje devido a muito treino e perseverança e o Lionel Messi que é talento nato.

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Esporte

Prática de corrida e artes marciais crescem entre os brasileiros

Foto: Folha Vitória

Na sexta-feira (21), foi comemorado o Dia do Atleta. O Ministério da Saúde revela que corridas e artes maciais – ou outros tipos de lutas, foram as atividades físicas que mais cresceram nas preferências dos brasileiros. O número de pessoas que fazem esses esportes mais que dobrou nos últimos 11 anos.

Segundo a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2017, entre os anos de 2006 e 2017, a prática das duas modalidades aumentaram 194% e 109%, respectivamente. Enquanto isso, o futebol, vem perdendo espaço na escolha de práticas de exercícios físicos pela maioria da população das capitais brasileiras. A procura por uma das “paixões nacionais” caiu quase pela metade, 43,5%, no mesmo período.

“A atividade física é muito importante para contribuir para a adoção de um estilo de vida saudável, que evitaria 39% das mortes por doença crônica, que responde por 76% das causas de morte no Brasil. Além disso, a promoção da saúde é uma política com baixo custo e com grande impacto populacional”, ressalta a Diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Fatima Marinho.

Apesar da, a prática de “bater uma bolinha” foi um dos três esportes mais realizados pelos brasileiros, no ano passado. De acordo com o levantamento, 11,7% da população jogou futebol nas capitais do país. A prática só perdeu para a caminhada, que foi realizada por 33,6% e a musculação, que foi executada por 17,7% da população. Já as artes marciais e lutas, que foram modalidades que as buscas mais crescerem, foram a preferência de 2,3% do público.

Estudos do Ministério da Saúde já apontaram os benefícios de se praticar exercícios físicos para a prevenção de doenças, como o câncer. Dados recentes apontaram que a realização diária de 30 minutos de caminhada, por exemplo, reduziria em 12% as mortes por câncer de mama. Além da prevenção, a caminhada, lutas e outras modalidades esportivas melhoram o condicionamento físico, auxiliam o controle de peso, alivia o estresse, melhora a qualidade do sono, entre outros benefícios que podem ser observados.

No Vigitel, o nível de atividade física dos adultos pode ser avaliado em quatro domínios: no tempo livre (lazer), na atividade ocupacional, no deslocamento e no âmbito das atividades domésticas. É considerado ativo, adultos que praticam atividades físicas por pelo menos 150 minutos de exercícios de intensidade moderada por semana ou pelo menos 75 minutos semanais de atividade física de intensidade vigorosa. Caminhada, caminhada em esteira, musculação, hidroginástica, ginástica em geral, natação, artes marciais e luta, ciclismo e voleibol/futevôlei e dança foram classificados como práticas de intensidade moderada; corrida, corrida em esteira, ginástica aeróbica, futebol/futsal, basquetebol e tênis foram classificados como práticas de intensidade vigorosa.

Outros dados

Ainda de acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2017), 37% da população das capitais brasileiras realizam o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – a prática de exercício físico de pelo menos 150 minutos por semana. O número cresceu 24,1%, no período. Os homens (43,4%) continuam se exercitando mais do que as mulheres (31,5%). A faixa de 18 a 24 anos é a mais ativa, 49,1% da população tem o esporte inserido no cotidiano, seguidos pelos de 25 a 34 anos (44,2%). Além disso, 47% dos brasileiros que praticam atividade física possuem 12 anos ou mais de escolaridade, enquanto 23,3% têm de 0 a 8 anos.

As capitais brasileiras onde se pratica mais atividade física são: Distrito Federal (49,6%), Palmas (45,9%) e Macapá (45,5%) enquanto que São Paulo (29,9%), João Pessoa (34,45) e Recife (35,2%) têm os piores índices.

R7, via Folha Vitória

 

Opinião dos leitores

  1. Otima matéria…sobre artes maciais…
    Sou praticante da Defesa Pessoal Krav maga aqui no RN…
    Parabéns!!!

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Humor

Primeira escola de sexo abre na Áustria com muitas aulas práticas

A primeira escola internacional de sexo abriu na Áustria. Esqueça papel e caneta. A instituição promete muitas aulas práticas para tornar seus estudantes deuses na cama.

Qualquer pessoa com mais de 16 anos pode participar, por R$ 4 mil o período. Os alunos dormirão em quartos mistos. A ideia é que, assim, tenham condições de praticar as “lições de casa”.

“Ensinamos posições sexuais, técnicas de carícias e conhecimentos anatômicos. E tudo na prática”, diz a criadora, Ylva-Maria Thompson ao Daily Mail.

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Jornalismo

Estudo mostra que cerveja hidrata igual à água após prática esportiva

Deu no Estadão

Um estudo apresentado nesta terça-feira, 20, em Bruxelas comprova que o consumo moderado de cerveja após exercícios físicos é tão eficaz quanto a água para a hidratação, segundo especialistas médicos.

Esta é uma das conclusões apresentadas no “VI Simpósio Europeu de Cerveja e Saúde”, onde participaram especialistas em medicina, nutrição e alimentação da União Europeia.

O pesquisador Manuel Castillo, da Universidade de Granada, expôs os resultados de um estudo que consistiu em medir a reação do corpo à ingestão de água ou cerveja após a realização de esforço físico intenso. “Realizamos o estudo para comprovar se o costume de tomar cerveja depois do exercício era recomendável”, explicou Castillo.

A conclusão foi de que uma quantidade moderada de cerveja “não prejudica a hidratação após o exercício”. Tomar cerveja seria “a mesma coisa que tomar água”, por isso é recomendado o consumo da bebida fermentada a todas as pessoas que não tenham nenhuma contraindicação.

(mais…)

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  1. veja este link olha a coleção de carros deste carahttp://www.jalopnik.com.br/conteudo/gran-turismo-ceara-colecao-de-supercarros-em-fortaleza?nggpage=2#idc-coverhttps://www.facebook.com/media/set/?set=a.193040797422769.50119.148224231904426&type=1onde fica a casa dele http://maps.google.com.br/?ll=-3.766135,-38.486331&spn=0.002227,0.004128&t=h&z=19&vpsrc=6

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