Turismo

Guerra no Turismo. Governo quer emparedar o Trade

O turismo do RN está em crise. Com a saída de Ramzi Elali da secretaria de turismo e de Francisco Barbosa da Emprotur veio a tona toda a insatisfação do trade turístico, com a saída de Ramzi o trade começou a se manifestar abertamente contra a gestão da governadora Rosalba Ciarlini.

Através das redes sociais vários empresários do setor se solidarizaram com Ramzi e apoiaram a posição do ex-titular da Sectur que criticou a centralização das decisões do governo democrata e a falta de ações eficazes para captação de investimentos na área turística, principalmente, no setor de infraestrutura e entretenimento. No Fórum de Turismo realizado essa semana no Centro de Convenções eram fartas as críticas nas conversas e até em discursos dos empresários do ramo. O Governo não gostou nada e resolveu não deixar barato.

Segundo informações recebidas pelo blog o governo vai contra-atacar e  a bola da vez vai ser a Coothur, cooperativa que administra o Centro de Conveções de RN.

Com o contrato vencido desde o final de 2010, a instituição, controlada por grandes nomes do turismo do RN, tenta renovar o convênio com o estado. De acordo com fontes ligadas ao blog, o marido da governadora Rosalba, que é tido como governador de fato, reuniu assessores na sexta-feira e pediu a meio mundo de gente no Governo  o contrato com a Coothur e informações sobre o segmento, chegou a despachar com o Secretário Anselmo Carvalho sobre o assunto e conversar com o Dep. Walter Alves.

Será que o “primeiro damo do RN” prepara uma retaliação pública aos empresário que criticaram a administração Rosa?

Vamos aguardar os desdobramentos, mas se confirmando essas informações será lamentável um segmento tão forte para o RN como o Turismo ser emparedado desse jeito.

 

 

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Social

Ex-assessor do ministro da Saúde recebeu propina de R$ 200 mil

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou neste sábado (31) que pediu ao Ministério da Justiça, à Polícia Federal e à Controladoria-Geral da União (CGU) que investiguem denúncia publicada pela edição deste final de semana da revista “Veja” que afirma que um ex-assessor da Saúde recebeu R$ 200 mil em propina de um grupo suspeito de desvio de recursos em hospitais federais no Rio de Janeiro.

“Assim que tomei conhecimento, solicitei ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal a apuração dos fatos. Também abrimos procedimento interno de apuração em relação ao ex-assessor”, disse Padilha durante entrevista coletiva convocada na manhã deste sábado para tratar da denúncia apresentada pela revista.

Segundo a reportagem, o assessor especial do Ministério da Saúde deixou o cargo em dezembro, após ter recebido propina de R$ 200 mil de um grupo suspeito de desvios milionários em hospitais do Estado.

A publicação apresenta depósitos bancários que comprovariam que os pagamentos foram feitos em junho de 2011. Entre os depositantes, afirma a reportagem, estão empregados de uma empresa farmacêutica que recebeu R$ 3,8 milhões da União desde 2009, parte desse valor devido a contratos com hospitais universitários do Rio de Janeiro.

De acordo com a revista, os depósitos foram feitos na conta de três pessoas próximas ao ex-assessor, entre elas um sobrinho. “Veja” afirma que ouviu uma das pessoas usadas por ele para obter o dinheiro, que recebeu R$ 65 mil dos R$ 200 mil em sua conta. Ele disse à publicação que o valor foi usado para pagar uma dívida de campanha do ex-assessor do ministro.

O ex-assessor disse à revista que caiu em uma armadilha e acusa deputados que, segundo ele, estariam interessados na manutenção de um esquema de desvio de verbas que funcionava no Ministério da Saúde e teria sido desmantelado após a nomeação de Padilha pela presidente Dilma Rousseff.

Fonte: Blog do Noblat.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Stepan Nercessian encaminha pedido de licença do PSS após cobrança de explicações

O deputado federal e ator Stepan Nercessian (PPS-RJ) pediu, por meio de nota divulgada neste sábado (31), licença temporária do PPS e dos cargos e funções que ocupa no partido. O pedido se deve à denúncia publicada no jornal “Folha de S.Paulo” de que o deputado recebeu, no ano passado, R$ 175 mil de Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso pela Polícia Federal sob a acusação de comandar um esquema de jogo ilegal.

Conforme nota do deputado divulgada pelo PPS, o afastamento será “até que todos os fatos sejam apurados e esclarecidos” – veja íntegra da nota no fim da reportagem.

Também neste sábado, depois do pedido de afastamento, o PPS divulgou nota em que afirma que pedirá explicações formais, por meio de seu Conselho de Ética, a Stepan Nercessian. O partido afirma que o parlamentar tem uma semana para enviar as explicações à legenda.

De acordo com o texto, em gravações da Operação Monte Carlo, da PF, o deputado admitiu ter recebido de Cachoeira um depósito de R$ 160 mil em 17 de junho de 2011. Nercessian afirma que o dinheiro seria usado para garantir a compra de um apartamento no Rio de Janeiro, avaliado em R$ 500 mil.

O valor, porém, foi devolvido três dias depois por meio de um depósito na conta de uma empresa do grupo de Cachoeira. O jornal afirma que o deputado enviou extrato que comprova o repasse.

Segundo a reportagem, o deputado afirma que recorreu a Cachoeira, de quem é amigo, porque teve medo que um empréstimo pedido a um banco não fosse aprovado a tempo de concretizar a compra do apartamento. Como o empréstimo saiu, diz Nercessian, o dinheiro foi devolvido.

Ainda de acordo com o jornal, o deputado admitiu ter recebido outros R$ 15 mil de Cachoeira. O dinheiro, diz, foi usado na compra de ingressos do Carnaval do Rio para Cachoeira.

Veja abaixo a íntegra da carta de Stepan Nercessian ao PPS

“Ao Partido Popular Socialista,
Direção Nacional

Sr. Presidente Roberto Freire

Tendo o meu nome aparecido nas gravações que investigam a relação do Sr. Carlos Ramos, Carlinhos Cachoeira, com parlamentares do Senado e da Câmara, solicito licença temporária do PPS, bem como de todos os cargos e funções que ocupo no mesmo, . Coloco-me também,desde já, a disposição do Conselho de Ética do Partido.

Solicito também que o PPS, me substitua na Comissão de Segurança Publica e Combate ao Crime Organizado da Camara dos Deputados, tendo em vista que essa Comissão participará das investigações que envolvem o caso Carlinhos Cachoeira.

Para tranquilizar, se possível, aos companheiros do PPS, quero lembrar que sou nascido no Estado de Goiás, onde tenho uma legião grandiosa de amigos, familiares e conhecidos e que minha amizade com Carlinho Cachoeira dura mais de 15 anos, antes portanto de ter exercido mandato parlamentar e que nossas relações jamais envolveram negócios ou relações políticas.

Faço isso pelo profundo respeito que tenho a história do PPS e de seus militantes e desde já lamento profundamente que nosso Partido apareça, por responsabilidade minha, em assunto que não lhe diz respeito.

Atenciosamente,

Stepan Nercessian – Deputado Federal -RJ”

Com informações do G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

China censura sites e prende internautas por espalhar rumor de golpe

A polícia chinesa prendeu seis pessoas e fechou 16 sítios de internet por causa de rumores espalhados pela rede mundial de computadores de que veículos militares estariam ocupando as ruas de Pequim. A informação é de fontes oficiais do governo chinês.

As mensagens que sugeriam um possível golpe militar em curso, sem nenhum indício, repercutiram na última semana em alguns meios de comunicação internacionais, em um momento de tensão por causa da recente demissão do prefeito da cidade de Chongqing, Bo Xilai, um dos políticos mais populares do país.

Bo Xilai foi retirado do cargo após o chefe da polícia da cidade, que tem cerca de 30 milhões de habitantes, ter buscado refúgio no consulado dos Estados Unidos, supostamente após ter iniciado uma investigação sobre parentes do prefeito.

Desde então, uma série de acusações vêm sendo divulgadas contra o ex-prefeito. No início da semana divulgou-se a informação de que o governo do Reino Unido teria pedido às autoridades chinesas que reabrissem as investigações sobre a morte do empresário britânico Neil Heywood, supostamente amigo do ex-prefeito.

A novela política em torno de Bo Xilai representa a maior crise política enfrentada pelos líderes chineses em vários anos.

O país se prepara para iniciar o processo de mudança na liderança do país, em um ritual que ocorre apenas uma vez a cada dez anos. A demissão de Bo Xilai, considerado até então um dos favoritos para promoção no Politburo (comitê central) do Partido Comunista, sugere uma feroz batalha de bastidores pelo controle do partido.

Antes das prisões e do fechamento de sites anunciados hoje, os censores chineses já vinham bloqueando as buscas por termos ligados ao ex-prefeito. O departamento do governo que controla a internet no país avaliaram que os rumores de golpe eram “uma influência muito negativa sobre o público”.

Dois populares serviços de microblogs no país, Sina Weibo e Tencent Weibo, semelhantes ao Twitter, interromperam temporariamente os comentários sobre postagens de outros usuários. Segundo os sites, os comentários ficarão desativados entre hoje e a terça-feira (3) para que possam “agir para interromper a disseminação de boatos”.

Um porta-voz do Departamento de Internet informou à agência Xinhua que os dois serviços foram “criticados e punidos de acordo”. Disse ainda que várias pessoas foram “advertidas”.

A ação das autoridades chinesas contra as supostas fontes dos rumores de golpe mostram uma forte preocupação de manter a estabilidade em um momento de transição política e de desaceleração econômica no país.

Fonte: Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Social

Agentes penitenciários encontram celulares e serras em Parnamirim

Agentes do Centro de Detenção Provisória de Parnamirim encontraram celulares e serras em celas, após uma revista na manhã desse sábado (31). Não é a primeira vez que os presos são flagrados com objetos nas celas. Em fevereiro, os presos foram flagrados tentando fugir escavando a parede do solário com ferramentas feitas de forma artesanal.

Fonte: Tribuna do Norte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Social

Cinzas de Chico Anysio são espalhadas no Projac

De um helicóptero, a viúva de  Chico Anysio, Malga Di Paula, e os filhos do humorista cearense espalharão hoje parte das cinzas do artista no terreno do Projac, onde funcionam os estúdios da TV Globo, na Zona Oeste do Rio.

O ato ocorre logo após a missa de sétimo dia em homenagem ao artista, realizada na manhã deste sábado na Igreja de São Francisco de Assis, no Rio Comprido, na Zona Norte do Rio. O artista pediu em testamento que a outra parte de suas cinzas fosse levada para a cidade cearense de Maranguape, onde nasceu. Chico Anysio morreu de falência múltipla dos órgãos, em decorrência de enfisema pulmonar, no dia 23 de março.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Motoqueiro morre em acidente no prolongamento da Prudente

Um grave acidente foi registrado na manhã deste sábado (31) no prolongamento da Avenida Prudente de Morais.

Ainda são poucas as primeiras informaçõés, mas testemunhas relataram que um motoqueiros que vinha em alta velocidade foi trancado por um veículo também em alta velocidade e que com a manobra, o rapaz da moto terminou sendo jogado contra o asfalto.

Com a queda, ele sofreu vários traumatismos e morreu na hora.

O blog tentou confirmar a informação com a Polícia Militar, mas não conseguiu. O fato é que o fotografo Augusto Ratts já fez alguns registros do local do acidente

Opinião dos leitores

  1. Bruno. Este motoqueiro além de
    pessoa de caráter era um trabalhador excelente. Estava se dirigindo ao local de
    trabalho bem cedo para uma reunião, a qual eu estaria presente. Trabalhava em
    uma empresa para qual advogo, inclusive, a NIVELLE BRASIL TECNOLOGIAS EM
    CONSTRUÇÕES. Havia sido promovido a cidade de Fortaleza, para o cargo de
    supervisor. Estou com várias fotografias suficientes a demonstrar que
    praticamente não ocorreu choque entre a motocicleta e o ônibus. Não há marcas
    de rastro de pneus na pista e não houve nenhum amassado na lateral do ônibus. A
    motocicleta praticamente não sofreu dano. O que ocorreu foi que em face de uma
    negligência dos gestores da SEMOB, todos os veículos estavam sendo obrigados a
    realizar um retorno perigoso, inclusive os ônibus, obstruindo a rua por
    completo (PROLONGAMENTO DA PRUDENTE DE MORAIS), justamente em uma ladeira, em
    um local de péssima visibilidade. A morte do motoqueiro se deu exclusivamente
    porque o pneu do ônibus passou por cima de sua cabeça, que estava protegida pelo
    capacete. Porém, por óbvio, a proteção foi insuficiente. O rapaz simplesmente escorregou
    na tentativa de livrar o ônibus. Enfim: a responsabilidade merece ser apurada, todavia
    posso registrar que pelo menos 50 (cinquenta) automóveis passaram pelo local do
    acidente repetindo um idêntico grito: EU SABIA QUE ISTO IRIA ACONTECER! ESTAVA
    EVIDENTE! 

    O certo é que não podemos nos
    manter omissos diante de tamanha impunidade. 
    Criminoso não é somente aquele que puxa o gatilho de uma arma.

    Aquele que nomeia alguém para
    zelar pela segurança pública precisa, obrigatoriamente, ter um mínimo de
    discernimento. Aquele que resolve por modificar o fluxo de uma avenida
    necessita ter ao menos estudado o seu ofício, e não simplesmente brincar de
    criar armadilhas para a população.

    Há tempos o nosso limite foi
    rompido e estamos ainda desfalcados de um raciocínio lógico a respeito do que
    vem reiteradamente ocorrendo na seara da administração pública. Posso afirmar
    que faremos a nossa parte. Tomaremos as providências diante deste caso e
    deixaremos que a Justiça se pronuncie. Mais posso adiantar que, de pronto,
    enxergamos a responsabilidade do gestor público diante do caso. E neste
    sentido, não podemos simplesmente permitir que os gestores pratiquem os atos,
    reiteradamente, e depois o estado simplesmente cumpra o dever de
    responsabilizar. Isto sim se caracteriza como uma covardia. Seria permitir a
    condenação da coletividade por duas vezes.

  2. O motoqueiro pode ter até culpa, embora já não mais possa se defender, mais acredito que 99% da culpa é da pessoa responsável de colocado barreiras, impedindo o trajeto normal na Av. Xavantes, obrigando varias linhas de ônibus a realizarem o retorno no prolongamento, onde há pouca visibilidade devido ser dentro de uma curva. Quanto ao acidente o ônibus estava justamente realizando o retorno, quando pegou a moto, não sei dizer se o motoqueiro vinha em alta velocidade ou se ele também faria o retorno junto com o ônibus. Mais terminou debaixo do ônibus infelizmente. Quem vem do centro se depara com o ônibus fazendo o retorno, se continuar assim, logo, vai ter outro acidente com quem vem do centro para o satélite.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Ministério da Pesca pede dinheiro a fornecedor para campanha da atual Ministra de Relações Institucionais

Vejam se o PT pode cobrar probidade de quem quer que seja, mais um caso que o Partido usa do poder para ter benefícios, quantos nesses 9 anos no poder? Segue reportagem do Estadão:

Sucessor de Ideli Salvatti no Ministério da Pesca, o deputado petista Luiz Sérgio classificou nesta sexta-feira, 30, de “malfeito” a ação da pasta de cobrar dinheiro para o PT de Santa Catarina de uma empresa contratada pelo governo federal. A Intech Boating, que forneceu por R$ 31 milhões lanchas-patrulha para o ministério, doou R$ 150 mil ao comitê financeiro do PT, que bancou 81% dos custos da candidatura de Ideli em 2010 ao governo de Santa Catarina, como revelou com exclusividade o Estado. O contrato das lanchas é considerado suspeito pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A petista, hoje, é titular da pasta de Relações Institucionais.

“Em relação à iniciativa do ministério de buscar contribuições, minha posição é contrária a isso. Não é função de ministério arrecadar dinheiro para candidaturas ou para partidos”, disse o ex-ministro da Pesca, a quem coube dar destino à maior parte das 28 embarcações compradas. As lanchas-patrulha estavam estragando, sem uso, num caso de desperdício de dinheiro público investigado pelo TCU. O Ministério da Pesca optou por doar a maioria à Marinha.

Questionado se enxergava corrupção no caso, Luiz Sérgio optou pelo vocabulário adotado pela presidente Dilma Rousseff. “Eu diria, como a nossa presidente tem feito, que é um malfeito.” Luiz Sérgio ficou no cargo apenas seis meses, após perder o posto de articulador político do governo para a ministra Ideli Salvatti, em junho do ano passado.

Na quinta-feira, 29, o dono da Intech Boating, José Antônio Galízio Neto, afirmou aoEstado que a doação ao partido havia sido feita em 2010 a pedido do ministério. “A solicitação veio pelo Ministério da Pesca, é óbvio. E eu não achei nada demais, porque eu estava trabalhando para o governo, faturando naquele momento R$ 23 milhões, R$ 24 milhões, não havia nenhum tipo de irregularidade”, disse, mudando em seguida de versão e apontando um político local, “um vereador ou candidato a deputado, uma coisa assim”, como o responsável pelo pedido de doação ao PT.

Irregular. O negócio que resultou em doação para o comitê petista contém irregularidades, segundo auditoria aprovada pelo TCU na quarta-feira. O relatório afirma que a licitação foi dirigida para a Intech Boating, sediada em Santa Catarina, base política dos ministros Altemir Gregolin e Ideli Salvatti. Além disso, ainda de acordo com o tribunal, as lanchas foram compradas sem necessidade e superfaturadas.

Nesta sexta-feira, o dono da Engetec – empresa desclassificada “sem justificativa adequada” da licitação das lanchas, segundo o TCU – confirmou a interpretação do tribunal. César Thomé Filho contou que a Engetec reduziu o preço proposto pela Pesca de R$ 1,6 milhão para R$ 1 milhão. Apesar de atender aos pré-requisitos do edital, perdeu o negócio.

Contratada, a Intech teve o preço das lanchas aumentado por vários “aditivos” contratuais. Entre os motivos estava até dar manutenção às embarcações sem uso. A Intech nega ter sido favorecida com o contrato e qualquer superfaturamento.
Ao final da auditoria do TCU, 19 das 28 lanchas estavam sob a guarda do fabricante ou não haviam entrado em operação. Outras quatro estavam avariadas ou com operações suspensas.

Compradas pelo Ministério da Pesca sem que a pasta tivesse competência para fiscalizar a pesca irregular, 11 das 28 lanchas-patrulha começaram a ser doadas para a Marinha em novembro de 2011. Na quinta-feira, ainda restavam quatro embarcações no estaleiro da Intech Boating.

Erro. “Quando cheguei (ao ministério), havia mais de um ano que esses equipamentos estavam parados. É evidente que isso demonstra que houve um erro, um equívoco em como a questão foi encaminhada”, disse Luiz Sérgio, sobre a ação dos ministros do PT. Altemir Gregolin encomendou as lanchas. Ideli pagou parcela pendente de R$ 5,2 milhões do contrato.
Luiz Sérgio deixou duas das lanchas aos cuidados do Instituto Estadual do Ambiente do Rio (Inea), sua base política. Uma delas estava ancorada numa marina privada, deteriorando-se.

 

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Processo dos desvios no Precatórios do TJ vai para instâncias superiores

Com a delação premiada e o depoimento prestado à Justiça onde Carla Ubarana envolve os desembargadores Rafael Godeiro e Osvaldo Cruz no esquema de fraudes de precatórios, a investigação atinge um outro nível. A nota enviada pelo Ministério Público Estadual confirma o envio dos autos para Brasília, em três instâncias superiores: o Superior Tribunal de Justiça, o Conselho Nacional de Justiça e a Procuradoria-geral da República. Até o presente momento, a ação penal contra Carla Ubarana, George Leal, Carlos Fasanaro, Cláudia Sueli e Carlos Eduardo Palhares continua na 7a. Vara Criminal.

Os autos do processo serão enviados para o STJ, o CNJ e a Procuradoria da República por se tratar de denúncia contra desembargadores. Os promotores do patrimônio público não têm atribuição para investigar desembargadores, assim como a justiça de primeira instância não pode julgá-los. A partir disso, um subprocurador da República – integrante do Ministério Público Federal – assumirá a investigação, enquanto os ministros do STJ serão os responsáveis por julgar o processo. Nesse nível, todas as medidas empreendidas anteriormente para esclarecer a participação dos acusados comuns podem ser tomadas, como as quebras de sigilo, por exemplo, caso as autoridades considerem cabível e necessário.

Além disso, a atuação do Conselho Nacional de Justiça é bastante aguardada. No último mês, o Supremo Tribunal Federal chancelou a possibilidade de investigar e punir do Conselho perante os magistrados sem a necessidade de atuação das corregedorias. A decisão do STF foi considerada uma vitória para o CNJ. Com isso, a corregedora Eliana Calmon tem poderes para, inclusive, afastar qualquer magistrado. No meio jurídico circula a informação que o conteúdo da investigação já está no CNJ desde a última semana, quando a presidente do TJ, Judite Nunes, visitou Eliana Calmon. Mas nada foi confirmado oficialmente.

Uma outra questão é o destino da ação penal já em progresso contra o casal Ubarana e seus laranjas. A nota do MPE explica: “A referida ação penal prosseguirá normalmente perante o Juízo de Direito da 7.ª Vara Criminal da Comarca de Natal/RN”. Dessa forma, os acusados sem foro privilegiado serão julgados na primeira instância, enquanto os demais devem ser investigados e, caso haja denúncia, julgados pelo tribunal superior.

Contudo, entre as várias fontes do meio jurídico consultadas pela TRIBUNA DO NORTE a tendência de que a ação penal contra Carla ficará na primeira instância não é tão garantida. As avaliações são contraditórias. Desde que as informações sobre a citação de desembargadores por Carla Ubarana começaram a circular, mesmo sem confirmação oficial, o jornal procurou várias pessoas para obter explicações técnicas acerca do destino do processo. Algumas acreditam que deva ser julgado pelo STJ, outros que a denúncia sem relação com o foro privilegiado irá continuar na primeira instância.

Com a continuidade do processo na 7ª Vara Criminal, a perspectiva de julgamento é para breve. A instrução foi finalizada ontem com todos os depoimentos. Depois de algumas diligências, será a hora das alegações finais. É nesse ponto onde o MP pede a diminuição da pena ou o perdão total. A expectativa está centrada em quanto o casal Ubarana pode ser beneficiado pela delação premiada.

Informações da Tribuna do Norte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Carla Ubarana diz em depoimento como era feito pagamento a Desembargador

O relato da ex-chefe da Divisão de Precatórios do TJ durante depoimento ontem ao juiz José Armando Ponte, da 7.ª Vara Criminal descreveu como o pagamento para Rafael Godeiro era feito: em espécie e dentro do prédio do Tribunal, como adiantou ontem a TRIBUNA DO NORTE. Mais especificamente, segundo Carla, o dinheiro era repassado na sala da presidência, não muito longe da vista dos demais servidores.

Fontes da TRIBUNA DO NORTE revelaram que Carla explicou detalhadamente como era feito o suposto repasse. Ela juntava notas de R$ 100 em maços e colocava dentro de envelopes originalmente utilizados para guardar papéis. Os maços eram organizados dentro do pacote de forma a não deixá-lo muito “gordo” e não levantar suspeitas. Feito isso, o envelope de dinheiro era entregue dentro do próprio gabinete da presidência. Em algumas situações, servidores do Tribunal viram pacotes de dinheiro dentro da bolsa de Ubarana, o que causou estranheza.

Ao mesmo tempo, fontes do jornal esclareceram a questão das provas existentes no curso do processo. Carla Ubarana não apresentou – ela mesma – provas acerca do que contou à Justiça. Contudo, a inspeção realizada no âmbito do Tribunal e a investigação da promotoria do patrimônio público encontraram cheques e ofícios de liberação de pagamento assinados pelos desembargadores, alguns inclusive seriam nominais para a própria Carla Ubarana e para a Gles Empreendimentos, empresa de George Leal. Como a própria nota do MPE aponta, o depoimento do casal Ubarana “se coaduna com o conjunto probatório até o momento coletado”.

Com informações da Tribuna  do Norte

Opinião dos leitores

  1. TIRA O TUBO, TIRA O TUBO, NO BRASIL TODOS ROUBAM, MESMO EU? SERÁ QUE EU SOU DOENTE, OTÁRIO, ABESTALHADO, LÉLÉ DA CUCA? MAS PREFIRO CHEGAR EM CASA E DORMIR TRANQUILO, SEM A SENSAÇÃO QUE QUIS SER MAIS SABIDO DO QUE OS OUTROS, NÉ MELHOR NÃO?

  2. Esta questão é interessante e normalmente causa interpretações errôneas na população. Dizem que "quem acusa tem que provar". No entanto, Não é Carla Ubarana quem acusa os Desembargadores. Quem pode acusar é o MPF. Carla Ubarana é testemunha e, portanto, prova. É certo que só o depoimento dela não deveria ser o suficiente para condenar, é necessário que o MPF busque indícios que corroborem seu depoimento. No entanto – e isso é um tanto irônico – , muitas são as condenações com base apenas na palavra de uma testemunha, muitas vezes o co-autor ou a vítima, e, certamente, os Desembargadores ora suspeitos já devem haver condenado e mantido condenações de pessoas em processos nesta situação. Parece que com o Zé da couve o sistema é bruto mesmo…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

PSB Nacional confirma candidatura de Wilma

A ex-governadora Wilma de Faria deverá disputar a Prefeitura do Natal. Embora ela faça mistério sobre o caso, a postulação já é dada como certa pela cúpula nacional de seu partido, o PSB, que nesta semana concluiu que o partido lançará 1.537 candidatos a prefeito, sendo 13 em capitais.

O partido espera eleger entre cinco e seis prefeitos de capital, o que o colocaria num patamar parecido com os do PMDB e PT. O PSB joga alto nessas eleições, por isso tem problemas de igual proporção, especialmente com o PT, seu parceiro tradicional. Em 2008, o PSB elegeu 314 prefeitos e fez 7,2 milhões de votos, num crescimento de 34,5% em relação às eleições de quatro anos antes.

A cúpula do partido disfarça, mas considera que pode melhorar de desempenho, uma vez que entra na disputa com seis governadores e boas alianças em municípios fortes eleitoralmente, casos de Belo Horizonte (MG), onde o prefeito Marcio Lacerda disputará a reeleição, em associação com o PSDB e o PT, e Curitiba (PR), também com uma candidatura à reeleição – o prefeito Luciano Ducci – e associação com os tucanos do PSDB.

O partido também espera eleger a primeira mulher prefeita de João Pessoa, capital da Paraíba, governada pelo ex-prefeito Ricardo Coutinho, também do PSB. A candidata é Estelizabel Bezerra e já recebeu o endosso de Eduardo Campos. João Pessoa é uma das capitais em que o PT pretende lançar candidatura própria, em vez de se coligar com o PSB, que é majoritário na cidade.

Wilma Faria, segundo a cúpula nacional do PSB, também será candidata em Natal, a capital que se rebelou contra a interferência do ex-presidente Lula em 2008, mas que aparentemente se voltou contra a prefeita eleita pelo PV, de acordo com pesquisas de opinião pública.

Fonte: Nominuto.com

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Deputado federal e ator Stepan Nercessian também recebeu dinheiro de Cachoeira

O deputado federal e ator Stepan Nercessian (PPS-RJ) recebeu R$ 175 mil no ano passado do empresário Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar uma quadrilha que explorava o jogo ilegal, informa reportagem de Filipe CoutinhoLeandro Colon e Fernando Mello, publicada na Folha deste sábado.

Stepan admitiu à Folha que recebeu o dinheiro, após ser informado de que as transações aparecem em grampos da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que levou à prisão de Cachoeira.

Alan Marques – 14.dez.11/Folhapress
Deputado Stepan Nercessian em sessão da Câmara; ele recebeu R$ 175 mil de Carlinhos Cachoeira
Deputado Stepan Nercessian em sessão da Câmara; ele recebeu R$ 175 mil de Carlinhos Cachoeira

O valor de R$ 160 mil, segundo ele, seria usado na compra de um apartamento no Rio. O deputado devolveu o dinheiro, de acordo com extrato enviado à reportagem.

Outros R$ 15 mil, diz, foi usado para comprar ingressos do Carnaval carioca para Cachoeira.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cultura

Roberto Lima pede demissão da Capitania das Artes

Informações extra-oficiais confirmam a saída de Roberto Lima da presidência da Funcarte. Os cargos comissionados da instituição estão apreensivos. Todos confirmam o “boato”, mas ninguém oficializa a notícia, mesmo porque a prefeita Micarla de Sousa se encontra em casa, em repouso absoluto por recomendação médica. E Roberto Lima está de licença médica há uma semana e incomunicável. Ele sofre com problemas no nervo ciático e está com dificuldade de locomoção.

A informação é de que Roberto Lima teria ligado na noite de quarta-feira para a prefeita pedindo a demissão. “Não se sabe se ela aceitou ou se agendou uma conversa para tratar do assunto, mas parece que houve esse pedido”, disse o chefe do Departamento de Projetos Culturais, Edson Soares. O assessor de comunicação da prefeitura, Gerson de Castro, negou: “A prefeita não atendeu ninguém ontem em razão de problemas de saúde”.

Edson Soares disse que chegaram a ligar para seu celular já com a notícia da demissão decretada e já tratando do substituto: “Me perguntaram se eu apoiava o nome de Rodrigues Neto para reassumir o cargo. Eu até disse que não, porque seria ruim pra ele, pela descontinuidade das ações”, disse Edson. O jornalista Rodrigues Neto foi o segundo gestor da pasta, após demissão de César Revorêdo e depois cedeu lugar a Roberto Lima, há um ano.

O marido da prefeita, Miguel Weber, também teria confirmado à produtora Cristina Medeiros, da Funcarte, a saída de Roberto Lima. “Ele ligou pra Cristina para tratar de outro assunto, ontem (quarta-feira). Ela aproveitou para perguntar se o boato da saíde de Roberto Lima era verdade e Miguel Weber confirmou”. Edson Soares disse ainda que Roberto Lima andava muito chateado com a falta de condições de trabalho na Funcarte, já demonstrado em matéria publicada há três semanas em O Poti.

Fonte: Diário de Natal

Do Blog: É grande o movimento nos bastidores de amigos de Rodrigues Neto que estão na Prefeitura para que ele volta a assumir a Presidência da Capitania.


Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Turismo

Vice-presidente da Emprotur também pede para sair do Governo Rosalba

O Amigo Barbosinha é mais um que pede para sair do Governo Rosa, Barbosa vinha ocupando a vice-presidência da Emprotur desde o inicio da gestão de Rosalba, apesar de na carta de demissão ele colocar que os motivos foram pessoais para sua atitude, o que pesou mesmo foi a saída de Ramzi e a falta de recursos para ele desenvolver um bom trabalho. Segue a carta de Barbosa publicada no Blog de Antônio Roberto Rocha:

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Precatórios TJ: Primos ricos e Primos Pobres

Após depoimento, Carla e George voltaram à prisão domiciliar e não quiseram comentar seus depoimentos no dia de ontem
Foto júnior santos

Visivelmente mais magra, com os cabelos mais claros, maquiada e de óculos escuros modelo “Ray Ban”, a imagem de Carla Ubarana ao deixar sua residência em Petrópolis nem de longe lembrava aquela mulher que precisou ser amparada por policiais civis no dia quem foi presa, em 31 de janeiro passado. Para um desavisado, os últimos 49 dias que se dividiram em internações hospitalares, na detenção em uma cela especial de um presídio comum, das indas e vindas aos hospitais, além das mudanças na coloração do cabelo, deram uma nova e rejuvenescedora imagem à principal acusada de desviar recursos do Setor de Precatórios do Tribunal de Justiça (TJRN).

Carla Ubarana deixou sua casa na manhã de ontem vestindo um conjunto de calça e blusa em tons de cinza com detalhes brilhosos.  George Leal, vestia uma camisa azul, calças jeans e sapato preto. Seu semblante era de serenidade, aparentemente alheio ao aparato de segurança montado e à presença da imprensa na porta da sua casa. Nenhum deles usava algemas. O casal foi conduzido ao Fórum Miguel Seabra Fagundes, em Lagoa Nova, pelos advogados José Maria Rodrigues Bezerra e Marcos Aurélio Santiago Braga. Este último foi o condutor do carro de luxo com bancos de couro, vidros fumê e ar condicionado, que os levou ao Fórum.

O veículo foi escoltado por duas viaturas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Uma na frente, abrindo o trânsito, e a outra fazendo a segurança na retaguarda. Ao longo do percurso, mesmo com o sinal sonoro das sirenes desligado, o comboio chamou a atenção da população. Ninguém conseguia enxergar quem ocupava o banco traseiro do carro ladeado pelas viaturas da Polícia Militar.

Ao chegarem ao Fórum Miguel Seabra Fagundes, o casal foi conduzido à entrada destinada somente aos juízes. Sem permissão oficial, Carla Ubarana, George Leal e os advogados José Maria Rodrigues Bezerra e Marcos Aurélio Santiago Braga, utilizaram o elevador exclusivo dos magistrados para terem acesso preferencial ao primeiro andar do prédio.

Uma hora depois, sem o conforto dos principais acusados de comandarem o esquema de desvio de recursos dos precatórios, Carlos Alberto Fasanaro Júnior e Carlos Eduardo Cabral Palhares de Carvalho, custodiados no Presídio Provisório Raimundo Nonato, na zona Norte, chegam ao Fórum Miguel Seabra Fagundes. Os réus foram conduzidos à Sala de Audiências da 7ª Vara Criminal algemados e escoltados por agentes penitenciários do Grupo de Escolta Penal (GEP). 

 Visivelmente abatidos, nenhum deles falou com a imprensa. Carlos Eduardo Cabral, que dividiu a mesma cela com George Leal por quase dois meses, transpirava e aparentava nervosismo. De barba e cabelos crescidos, Carlos Alberto Fasanaro  chegou ao primeiro andar do Fórum de cabeça baixa e calado. Os agentes penitenciários e os policiais militares que realizaram o traslado e escolta dos reús, preferiram não comentar os motivos pelos quais existia uma distinção de tratamento entre Ubarana e George em relação a Fasanaro e a Palhares. Na entrada e na saída do Fórum, o processo de condução de todos eles seguiu a mesma cartilha.

A diferença, porém, é que o juiz Armando Ponte aprovou a expedição de alvará de soltura favorável a Carlos Alberto Fasanaro e Carlos Eduardo Palhares. Eles poderão responder ao processo em liberdade condicional. Ontem à noite, porém, eles ainda voltaram ao presídio onde aguardariam a chegada do alvará de soltura. Nenhum deles comentou o resultado da audiência.

Fonte: Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Creio que a Delação Premiada faz parte dessa diferença de tratamento entre os acusados. Os jornais mostram que Carla Ubarana, nos próximos dias, irá entregar pessoas que até então mantinham sua reputação lá no alto, mas que na verdade são piores que ladrões ou marginais.
    Essa história parece muito com os dramas de Nelson Rodrigues, que no fim atinge todos nós, por vivermos numa sociedade em que parte do Poder Judiciário também é corrupto.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Marketing

Condomínios de luxo investem em qualidade de vida e segurança

Com o crescimento do mercado imobiliário e a busca por uma moradia segura, as vendas em condomínios fechados e bem localizados têm disparado em Natal. A oferta é grande, por isso, as construtoras investem cada dia mais em diferenciais para atrair o público alvo desses empreendimentos.

Visando a conciliação da vida na cidade, na praia a no campo, o Condomínio Vitória Régia oferece uma estrutura diferenciada, aliando lazer, segurança e conforto para oferecer melhor qualidade de vida. Um condomínio horizontal com 70 mil metros quadrados de área plana, localizado estrategicamente em Cotovelo, a 15 minutos de Natal, 5 minutos da praia, 15 minutos de Ponta Negra, 15 minutos de Parnamrim e 30 minutos do aeroporto.

O empreendimento possui lotes em tamanhos maiores que os convencionais, possibilitando a construção de casas em formatos diferentes, fachadas maiores e com maior aproveitamento do espaço. Por oferecer tantos benefícios o Vitória Régia já é um sucesso, com 90% dos lotes vendidos. “O primeiro quesito de quem quer morar em um condomínio fechado é a segurança, por isso, as casas são divididas por lotes em áreas fechadas que precisam aliar espaço, comodidade e tranquilidade”, explica Paulo Mattos, diretor da RE/MAX Brasil.

As famílias buscam a tranquilidade de ver os filhos livres para explorar o terreno, andar de bicicleta e fazer amigos com liberdade e segurança sem abrir mão do luxo de uma casa ampla, confortável e em contato com a natureza. A área de lazer tem a maior estrutura da região e soma seis mil metros quadrados de espaço de lazer, com clube, área relax, piscina semi-olímpica e quatro quadras na área esportiva. Tudo isso sem estar longe da cidade.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *