O Ministério Público vai investigar possíveis irregularidades no exercício das atividades de escrivão e agente da Polícia Civil.
O inquérito vai abordar a atuação de pessoas que não fazem parte do quadro funcional, mas trabalham como policiais civis, popularmente conhecidos como “araques de polícia” ou “calças-pretas”.
O delegado-geral, Fábio Rogério, será oficiado para que informe ao MP sobre a existência dessas pessoas nas unidades da Polícia Civil em todo o Estado do Rio Grande do Norte, que realizem o trabalho nos últimos cinco anos.
De acordo com o promotor de Justiça Wendell Beetoven Ribeiro Agra, autor da ação, as investigações vão apurar a atuação de funcionários particulares ou de outros órgãos da administração pública que atuem na Polícia Civil de forma irregular, com exceção dos policiais militares.
A exclusão dos PMs no inquérito se dá ao fato de que o desvio de função da Polícia Militar, que em algumas situações passa a atuar como Judiciária, é alvo de outra investigação, já em tramitação.
O Marketing da OI pisou na bola feio, isso mostra que as empresas só visam o dinheiro. Eles erram na conta? Na data do vencimento? Agora troca o nome de um dos maiores cartões postais da cidade eles fazem tranquilamente. Atenção OI, o nome certo é PONTE NEWTON NAVARRO:
São Paulo ganhará, no dia 30 de abril, um hotel dedicado exclusivamente ao público gay masculino que visita a capital. O Chilli Pepper Single Hotel ficará num prédio de 2,3 mil metros quadrados na Largo do Arouche, 610, no centro, onde antes funcionava uma agência bancária.
Com a proposta de aliar lazer e hospedagem rápida ao público homossexual, ele terá uma regra clara: mulheres, mesmos as lésbicas, não entram. Segundo o empresário do setor hoteleiro e jornalista Douglas Drumond, de 40 anos, o conceito do local é preencher lacunas existente hoje na rede de hotéis da cidade, que na sua visão, ainda não atende bem os gays.
“Não existe nenhum hotel ‘gay friendly’ em São Paulo, nem durante a Parada (do Orgulho GLBT)”, diz ele, que é presidente da Câmara de Comércio LGBT e conselheiro da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (Cads), vinculada à Secretaria de Participação e Parceria do Município.
Vindo de uma família que já lidava com hotelaria, em Belo Horizonte, Drumond diz que só se sente confortável em um hotel na cidade – o Intercontinental, nos Jardins. Depois de anos observando o tratamento dado aos gays no Brasil e no mundo, resolveu fazer algo a respeito.
O estopim para levar o projeto adiante ocorreu no ano passado, depois do fechamento da Sauna 269, nos Jardins, conhecida como um dos mais tradicionais redutos de homossexuais da cidade. A sauna foi fechada em julho, porque a proprietária pediu o imóvel de volta.
Um mês depois, Drumond comprou um prédio do banco HSBC, aproveitando-se de sua localização: o Largo do Arouche já é tradicionalmente frequentado pelo público gay. O edifício de três andares foi comprado por R$ 5 milhões e outros R$ 2,8 estão sendo investidos, inicialmente, em reformas do hotel, que ainda tem dois terços para ser concluído.
Com três andares, ele terá visual “tecnológico”, segundo Drumond, que diz ter se inspirado em hotéis japoneses. Serão 113 quartos modulares, “caixas” individuais de madeira de 2 metros por 1,60, sem teto, com cama de solteiro e televisão de LCD, com diária estimada em R$ 120.
Haverá ainda duas suítes com banheiros privativos e três presidenciais, com custo estimado em R$ 1,5 mil. Quem não quiser pernoitar, como visitantes da Parada Gay, poderá alugar um armário no térreo por R$ 60 para deixar suas coisas, com direito a banho.
O ambiente interno deverá lembrar um avião, com cores que imitam as da companhia aérea espanhola Ibéria – preto, amarelo, cinza e laranja –, televisores espalhados e som abafado pelo ar-condicionado, que deve reduzir a falta de privacidade causada pela ausência de teto dos quartos menores.
A iluminação será indireta e no tom âmbar e haverá requintes valorizados pelo público gay, como aromatização do ambiente com essência de capim limão. Apesar disso, afirma Drumond, o ambiente não será hostil a heterossexuais, que têm entrada liberada. “Eles devem ser 20% do público”, diz Drumond, que acredita existir um nicho de homens que não se importará de estar num ambiente gay, onde se pode nadar ou pegar uma sauna nu.
Para dar conta dos mais animados e evitar constrangimentos, haverá 40 cabines no segundo andar para encontros íntimos. O Chilli Pepper deve ter cerca de 60 funcionários diretos, divididos igualmente entre gays, transexuais e héteros, que devem ficar na manutenção.
Mulheres poderão trabalhar no hotel, mas não frequentá-lo. “O atendimento é direcionado para o público masculino. Se vier uma mulher, não será bem atendida, então não deixo ela entrar. Prefiro atender bem.”
É de arrepiar esse material, que mistura vídeos reais com animação e imagens de simuladores de voo. Os pilotos internacionais podem divergir em um ou outro caso, mas veja quais são os aeroportos geralmente considerados mais perigosos do mundo, e por quê.
O vídeo é em inglês, mas resumo aqui os problemas de cada um, pela ordem de aparição — os mais perigosos ficam para o fim:
Lindbergh Field, San Diego, Califórnia, EUA: a cidade cresceu em volta do aeroporto original, obrigando os pilotos a manobrar em meio a um paliteiro de prédios, sem contar o enorme edifício-estacionamento do próprio aeroporto.
Aeroporto de Funchal, Ilha da Madeira, Portugal: um espanto — o terreno é tão escasso que a pista do aeroporto foi obrigado a crescer, sobre pilotis, mar adentro. Não bastasse isso, as montanhas produzem um vento encanado fortíssimo que atrapalha pousos e decolagens.
Eagle County Airport, Vail, Colorado, EUA: cercado por montanhas, as Rochosas, sua altitude torna menos denso o ar e obriga a um acionamento específico de turbinas tanto na decolagem como na aterrissagem.
Courchevel, França: a pista dessa estação de esqui parece uma montanha russa, que fará o avião saltar antes da hora. A previsão do tempo é complicada.
Kai Tak, Hong Kong, China: espremido num amontoado de prédios, pista curta — de tal forma que, para deixar bem claro quando ela acaba, havia uma parede pintada em xadrez branco e vermelho. Acabou sendo desativado.
Gibraltar, território britânico encravado na Espanha, na entrada do Mediterrâneo: além de ficar justo ao lado do imenso rochedo de Gibraltar, sofre o efeito de ventos fortíssimos, é cercado de prédios altos e a pista, por falta de espaço, atravessa uma rodovia.
Princess Juliana Airport, Saint Marteen, Antilhas Holandesas: em 1943, a deliciosa ilha, que a Holanda compartilha com a França — com soberania sobre St. Martin, metade do território –, tinha apenas um hotel. Hoje, com a mesma pista de aeroporto, são cerca de 3 mil. Os aviões, para descer, passam a dezenas de metros das cabeças dos frequentadores de uma das praias mais populares.
Saint Barthélemy, Caribe francês: um dos destinos mais caros e exclusivos do mundo continua tendo um aeroporto de pista minúscula, no qual os aviões fazem proezas para não entrar areia adentro.
Aeropuerto de Toncontin, Tegucigalpa, Honduras: outro de pista curta demais que, além do mais, termina num pedaço de montanha.
Tenzing-Hillary Airport, Lukla, Nepal: encravado nas montanhas Himalaia, concentra várias dificuldades que fazem o pesadelo de pilotos — do ar rarefeito à quantidade de montanhas ao redor, da propensão a turbulências a problemas de visibilidade e ventos fortes, além de uma pista tão curta que, tomada a decisão de aterrissar, não há retorno possível, pois não há como arremeter o aparelho novamente.
Gravações da Polícia Federal revelam que o senador Demóstenes Torres (GO), líder do DEM no Senado, pediu dinheiro e vazou informações de reuniões oficiais a Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar a exploração ilegal de jogos em Goiás. Relatório com as gravações e outros graves indícios foi enviado à Procuradoria Geral da República em 2009, mas o chefe da instituição, Roberto Gurgel, não tomou qualquer providência para esclarecer o caso. O documento aponta ainda ligações comprometedoras entre os deputados Carlos Leréia (PSDB-GO) e João Sandes Júnior (PP-GO) com Cachoeira.
O relatório, produzido três anos antes da deflagração da Operação Monte Carlo, escancara os vínculos entre Demóstenes e Cachoeira. Numa das gravações, feitas com autorização judicial, Demóstenes pede para Cachoeira “pagar uma despesa dele com táxi-aéreo no valor de R$ 3 mil”. Em outro trecho do relatório, elaborado com base nas gravações, os investigadores informam que o senador fez “confidências” a Cachoeira sobre reuniões reservadas que teve no Executivo, no Legislativo e no Judiciário. Parlamentar influente, Demóstenes costuma participar de importantes discussões, sobretudo aquelas relacionadas a assuntos de segurança pública.
O relatório revela ainda que desde 2009 Demóstenes usava um rádio Nextel (tipo de telefone) “habilitado nos Estados Unidos” para manter conversas secretas com Cachoeira. Segundo a polícia, os contatos entre os dois eram “frequentes”. A informação reapareceu nas investigações da Monte Carlo. Para autoridades que acompanham o caso de perto, esse é mais um indicativo de que as relações do senador com Cachoeira foram mantidas, mesmo depois da primeira investigação criminal sobre o assunto. O documento expõe também a proximidade entre Cachoeira e os deputados Leréia e Sandes Júnior.
Leréia também usava um Nextel para conversas secretas com Cachoeira. A polícia produziu o relatório com base em inquérito aberto em Anápolis para investigar a exploração de bingos e caça-níqueis na cidade e arredores. Como não pode investigar parlamentares sem autorização prévia do Supremo Tribunal Federal (STF), a PF enviou o material à Procuradoria Geral em 15 de setembro de 2009. O relatório foi recebido pela subprocuradora-geral Cláudia Sampaio Marques. Caberia ao procurador-geral, Roberto Gurgel, decidir se pediria ou não ao STF abertura de inquérito contra os parlamentares. Mas, desde então, nenhuma providência foi tomada.
No segundo semestre de 2010, a PF abriu inquérito para apurar exploração ilegal de jogos em Luziânia e se deparou com as mesmas irregularidades da investigação concluída há três anos. Procurado pelo GLOBO, Gurgel disse, por meio da assessoria de imprensa, que estava aguardando o resultado da Operação Monte Carlo para decidir o que fazer em relação aos parlamentares. O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, confirmou o uso do Nextel por Demóstenes.
Segundo ele, o senador usou o telefone, mas não se lembra desde quando. O advogado não fez comentários sobre o suposto pedido de pagamento de despesas e o vazamento de informações oficiais.
O avião que fez o voo 5761 entre os aeroportos de Guarulhos, na Grande São Paulo, e Santos Dumont, no Rio, na manhã de quarta-feira (21) completou o percurso com parafusos soltos, como mostra o leitor André Stolarski, um dos passageiros. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), não é permitida a falta de parafusos no local. A Webjet reconheceu o erro, mas garantiu que não houve risco à segurança de quem estava na aeronave.
Da poltrona 10A, ao lado da asa direita do avião, Stolarski acompanhou com apreensão o aparecimento dos parafusos:
“Logo depois da decolagem (7h47m), três parafusos bailam soltos pela asa; depois da aterrissagem (8h21m), já não aparecem mais. Assustador, não?”
Segundo a Webjet, “após o pouso da aeronave, de fato foram encontrados parafusos soltos e faltantes no acabamento aerodinâmico, que não tem função estrutural, ou seja, não é responsável por suportar ou segurar o motor do avião.”
A Anac informou que a ausência de parafusos no ponto da aeronave fotografado pelo leitor, tecnicamente chamado de bordo de ataque do painel, não é permitida. No entanto, assim como a Webjet, esclareceu que “se trata de uma estrutura secundária e não de uma peça estrutural.” A agência se comprometeu a abrir “um processo de fiscalização para apurar, junto à Diretoria de Manutenção da empresa, as medidas adotadas pela companhia para sanar o problema.”
A Webjet garante que, “ao constatar o referido problema, providenciou a sua correção, ao realizar a simples substituição dos parafusos. A companhia ressalta que em momento algum a segurança dos passageiros, tripulantes e do voo foi comprometida.” A companhia disse manter “um rigoroso programa de manutenção diário em todas as suas aeronaves, sendo que o mesmo foi devidamente aprovado pelas autoridades aéreas competentes.”
Ameaças e a certeza da condenação pesaram na escolha de Carla Ubarana em acordar a delação premiada com o Ministério Público Estadual. Segundo fontes ouvidas pela TRIBUNA DO NORTE, o casal sabia desde o início que as possibilidades de absolvição eram quase nulas. Além disso, os dois principais envolvidos, até então, nos desvios de recursos do setor de precatórios do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, relataram a vários interlocutores ter recebido sucessivas ameaças. Essas ameaças justificam o aparato especial de segurança dispensado para o casal.
Júnior Santos
As ameaças a Carla Ubarana e George Leal ocorreram por mais de uma vez e por interlocutores diferentes, segundo fontes ouvidas pela TRIBUNA DO NORTE, mas sempre em horário de pouco movimento e de forma indireta. Durante o tempo em que passaram presos (49 dias), o casal não chegou a sofrer qualquer tipo de agressão física dentro dos presídios, mas viu aumentar a possibilidade de serem alvo de um atentado. Segundo a fonte do jornal, o marido de Carla Ubarana disse, textualmente, ter sido avisado para que “tomasse cuidado para não morrer”.
George Leal recebeu o “recado” para tomar cuidado em duas ocasiões, por pessoas que não eram detentos. Ele estava preso no Presídio Provisório “Professor Raimundo Nonato”, em uma cela com Carlos Alberto Palhares, também investigado no esquema de fraudes no setor de precatórios. Segundo a direção da unidade, George e Carlos Alberto não tinham contato com outros presidiários. Eles não participavam do banho-de-sol e as refeições eram feitas nas celas.
Já a ex-chefe do setor de precatório do TJRN, Carla Ubarana, estava presa na ala feminina do Complexo Penal “Dr. João Chaves” e tinha como companheira de cela a espanhola Lourdes Cañada, presa por tráfico de drogas. Carla teria ouvido “ameaças durante a noite, depois que as luzes das celas eram apagadas”. Outras detentas, segundo ela, teriam dito que “a hora de Carla está perto de chegar”. Isso teria vencido a resistência dela, segundo fontes ouvidas pelo jornal, em negociar a delação premiada com o Ministério Público.
O casal de acusados não adiantou para os promotores, ao relatar as ameaças ouvidas, nomes de quem fez os comentários sobre a segurança física dos dois nem a quem pensam atribuir a origem dos “recados”. A comprovação da veracidade das ameaças e a identificação dos possíveis autores podem vir a constituir uma linha dentro da ampliação das investigações sobre as fraudes no TJRN e novos beneficiados pelo esquema de desvios de dinheiro.
O Ministério Público e os advogados de defesa de Carla Ubarana e George Leal evitam falar sobre o assunto, mas outros aspectos da prisão domiciliar oferecida ao casal comprovam que as ameaças ocorreram e que os promotores temem pela segurança física dos acusados.
No pedido enviado ao comando da Polícia Militar, para “proteção especial” dos dois, foi ressaltado a necessidade de ser empregada “tropas bem preparadas e de inteira confiança”. A guarda na residência de Petrópolis é de 24 horas e feita por homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a “tropa de elite” da PM, que fazem o revezamento constante na guarda da residência. Os policiais do Bope também foram os responsáveis por levar Carla Ubarana e George Leal das unidades prisionais até a residência.
Outro fato que não é discutido abertamente, mas vem sendo cogitado, é a inclusão de Carla Ubarana e George Leal no Programa de Proteção à Testemunha. O advogado Marcos Braga, que acompanhou o casal ao Ministério Público no dia em que a delação premiada foi fechada e permanece trabalhando na defesa, disse que não prestaria informações à imprensa e sequer chegou a responder se cogitava o pedido de inclusão dos clientes no programa de proteção especial. Legalmente, o pedido pode ser feito também pelo Ministério Público, caso entenda que é necessária, além da proteção às testemunhas, a defesa dos familiares e pessoas ligadas às pessoas que podem colaborar com as investigações.
Certeza de condenação leva Carla a aceitar acordo
Outro fator decisivo para a escolha de Carla Ubarana – que assinou a delação premiada sozinha, sem o marido George Leal – foi a “certeza” da condenação. Desde a prisão e a apresentação das provas por parte do Ministério Público e da Polícia Civil, o casal foi alertado das poucas chances de absolvição. O máximo a esperar seria conseguir uma pena menor. A partir disso, a estabilidade emocional de Carla Ubarana foi definhando. O momento de maior tranqüilidade da acusada, de acordo com pessoas que a acompanharam de perto na prisão, foi segunda-feira, na noite anterior ao depoimento prestado aos promotores.
A condenação, garantida em tese, implicava necessariamente na perda da maior parte dos bens acumulados nos últimos anos. Essa informação também chegou a Carla Ubarana logo no início do processo. “Os depoimentos dos laranjas trouxeram dados que corroboravam diretamente as informações documentais coletadas pelos promotores. Isso tornou as provas existentes na peça de acusação muito contundentes”, explicou uma fonte que teve acesso aos termos da defesa do casal Ubarana.
A delação foi a maneira encontrada pelos réus para tentar atenuar a própria culpa. Em primeiro lugar, significa uma confissão, tanto que Carla Ubarana deu pela primeira vez, durante a primeira audiência, detalhes sobre o funcionamento do esquema. Essa “confissão” implica necessariamente na perda de todos os bens acumulados durante os anos que foi chefe do setor de precatórios. “O acordo entre o Ministério Público e Carla inclui necessariamente abdicar de todos os bens. Carros, imóveis – com exceção do bem de família – contas bancárias ainda não identificadas, entre outras coisas, serão usados para repor o dinheiro desviado”, explicou outra fonte.
Apesar de ser considerada por Carla a única forma de atenuar sua pena, a delação premiada não contava com o apoio do advogado Felipe Cortez, que requisitou na última quarta-feira o desligamento da causa. Cortez avaliou que houve quebra de confiança no processo. Carla e George negociaram com o Ministério Público sem o conhecimento do advogado. “Houve quebra de confiança. Não posso continuar num processo onde o cliente não confia inteiramente no advogado”, explicou Felipe Cortez à reportagem, ainda na última quarta-feira, antes do anúncio da delação premiada. O advogado, após renunciar à causa, disse não ter mais nada a comentar acerca do caso.
Após pouco mais de uma hora de reunião com os jurados na sala secreta, a juíza Cinthia Cibele anunciou a condenação total da família Thies na noite desta quinta-feira, terceiro dia de júri.
O sargento Andrei Bratkowski Thies, réu confesso, teve pena fixada em 16 anos de prisão em regime fechado por homicídio qualificado e 2 anos por ocultação de cadáver, totalizando 18 anos.
A ré Mariana Thies foi condenada há 16 anos e 6 meses por ser mentora intelectual do crime, além de 2 anos e 6 meses de prisão por ocultação, totalizando 19 anos em regime fechado.
Por fim, o pai de Andrei, Amilton Thies foi condenado há 16 anos e seis meses de prisão pelo homicídio de Andréia Rodrigues e 2 anos e seis meses pela ocultação do cadáver.
Com a sentença, Andrei Thies demonstrou frieza e deixou o plenário escoltado pelos oficiais da Aeronáutica onde permanecerá até o trânsito julgado, enquanto que Mariana e Amilton Thies se mostraram abatidos e retornam as unidades prisionais.
Após a divulgação da sentença, Priscila Rodrigues, irmã de Andreia comemorou a decisão.
Fonte: Diário de Natal
Do Blog: Batata como o MP vai recorrer dessa sentença, um crime bárbaro como esse os envolvidos estarão no semiaberto em menos de 4 anos. ABSURDO
A auditoria interna feita pelo Tribunal de Justiça para apurar as irregularidades no pagamento de precatórios e coordenada pelo desembargador Caio Alencar, elaborou dois relatórios que já foram entregues ao Conselho Nacional de Justiça.
Ambos entregues em Brasília pessoalmente pela Desembargadora Judith Nunes, presidente do TJ-RN nas duas viagens que fez a capital federal nas últimas semanas.
O primeiro relatório deu a dimensão e valores do rombo provocado pelos desvios. O segundo relatório nominou os responsáveis pelos desmandos e irregularidades. Neste segundo relatório constam nomes de desembargadores.
As investigações a respeito do desvio de precatórios e a decisão da presidente de convocar o Ministério Público a acompanhar a apuração do caso ajudaram a azedar as relações entre desembargadores. A insatisfação de alguns com a presidente é indisfarçável.
A cantora Whitney Houston tinha cocaína no sangue quando foi encontrada morta após um afogamento acidental, de acordo com resultados da necropsia da polícia de Los Angeles. As informações foram divulgadas pelo site “TMZ”.
Os investigadores acabam de divulgar que a cantora morreu após um afogamento acidental, mas o uso de cocaína, aliado a um ataque cardíaco, teria contribuído para que a cantora perdesse os sentidos e se afogasse na banheira do hotel onde se hospedava.
O ataque no coração teria sido um resultado do consumo da droga.
Whitney foi encontrada morta na banheira de seu quarto de hotel, em Los Angeles, no último dia 11 de fevereiro. Ela tinha 48 anos.
Celebrada como “a garota de ouro” da indústria musical entre as décadas de 80 e 90, a carreira de Houston andava ofuscada por problemas com drogas, bebida e violência doméstica.
O julgamento da família Thies sobre a morte de Andreia Rodrigues, em 2007, chega aos seus momentos finais. Após a réplica da promotora Ana Márcia Machado no Tribunal do Júri, os advogados de defesa da família tiveram direito à tréplica. O advogado Caio Túlio acusou o delegado Raimundo Rolim de ter mentido no inquérito sobre o caso. “Talvez na ânsia de achar um culpado pelo crime, doutor Rolim mentiu no inquérito”, disse o advogado.
Adriano Abreu
Caio Túlio também comentou que questionou aos presentes no júri se alguém duvida de que dona Mariana ficou feliz com a morte da nora. “Foi dito aqui que dona Mariana ficou feliz com a morte de Andreia. Alguém duvida disso? Mas não gostar de uma pessoa é bem diferente de mandar matar”, falou.
O advogado ainda falou que nem mesmo a acusação tem certeza se houve o uso da faca no assassinato de Andreia Rodrigues.”Nem mesmo a acusação sabe dizer se foi usada uma faca ou um facão. Isso porque não existiu essa possibilidade”, disse. “A tese do Ministério Público deixa dúvidas. E se há dúvidas, os senhores jurados já sabem o que fazer”. , concluiu o advogado.
Antes dele, o outro advogado de defesa da família Thies, Álvaro Filgueiras teve direito à tréplica e falou por 20 minutos. Ele julgou a simulação da ocultação do corpo como “palhaçada”. A simulação foi feita com o uso de um porco.
Com o final da tréplica, os jurados irão se reunir em uma sala secreta onde responderão a sete quesitos, relativos aos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, que possui três réus – Andrei, Amilton e Mariana Thies – e uma vítima – Andreia Rosangela.
Um jovem identificado como José Carlos Gomes, de 20 anos, foi preso em flagrante pelos policiais civis do 13º Distrito, no início da tarde desta quinta-feira (22), após ter assaltado uma adolescente de 13 anos no Conjunto Jardim das Flores, no bairro da Redinha, zona Norte de Natal.
O acusado abordou a vítima após a saída da escola, quando ela estava a caminho do ponto de ônibus. José Carlos Gomes ameaçou a adolescente dizendo que estava armado e a forçou a entregar o aparelho celular.
A Polícia Civil estava em diligência pelo bairro no momento do ocorrido, quando foi acionada por duas moradoras que disseram sobre o assalto. O acusado foi preso ainda quando tentava fugir correndo pelas ruas do Conjunto.
A Apple vai aumentar a tela do iPhone para 4,6 polegadas e lançará o próximo modelo por volta do segundo trimestre, noticiou a imprensa sul-coreana, nesta quinta-feira – após novos rumores de que a nova versão do smartphone da gigante americana terá mudanças significativas.
O celular, que teve seu primeiro modelo lançado em 2007, responde hoje por cerca de metade de todas as vendas da Apple.
A fabricante decidiu pela tela maior para a próxima versão e começou a fazer as encomendas aos fornecedores, segundo o Maeil Business Newspaper, que citou uma fonte da indústria.
LG Display e Samsung Electronics, conhecidos também por fornecer telas à Apple, se negaram a comentar o assunto ou confirmar os relatos.
A Samsung, ela própria uma grande concorrente da Maçã no mercado de smartphones, já usa telas OLED de 4,6 polegadas no seu smartphone Galaxy S II, lançado em abril do ano passado.
Essa Globo.. Primeiro seria inviável isso , pois iria contra ao que jobs mais presava mobilidade e simplicidade … Segundo a impresa é Sul-coreana ou seja terra da samsung, talvez tenham feito isso para as pessoas engolirem a tela de 4,8 do possível sIII … E por ultimo essa uma correção , a tela do sII eh de 4,3 e nao 4,6 como o blog colocou.
O Tribunal de Contas do Estado, através da Primeira Câmara, condenou o ex-prefeito de Luis Gomes, Pio X Fernandes, a devolver R$ 1,5 milhão aos cofres públicos por irregularidades na prestação de contas do Fundef, ano de 2003.
Notificado pelo Corpo Técnico do órgão para que apresentasse os documentos legitimadores das despesas públicas, o ex-gestor permaneceu inerte, deixando que o processo corresse à revelia. O desatendimento à notificação gerou multa de 10% sobre o débito imputado.
O voto do conselheiro relator Carlos Thompson Costa Fernandes foi pela representação dos autos aos Ministérios Públicos Estadual e Federal para apuração de possíveis ilícitos penais. A decisão foi tomada na sessão desta quarta-feira, 21.
Georgino Avelino e Campo Grande
Na mesma sessão, os conselheiros votaram parte da prestação de contas, ano de 2002, do ex-prefeito de Senador Georgino Avelino, João Batista de Santana, com devolução de recurso no valor de R$ 144 mil. O ex-gestor deixou de apresentar documentos comprobatórios de despesas. A omissão gerou multa de 30% do débito.
Por motivo semelhante, o ex-prefeito de Campo Grande, José Edilberto de Almeida, foi condenado a ressarcir ao erário o valor de R$ 83 mil, devido a recursos que não tiveram despesas comprovadas.
Tanto o ex-gestor do município de Georgino Avelino quanto do município de Campo Grande vão responder perante o Ministério Público estadual por indícios de atos de improbidade administrativa e/ou de ilícitos penais, conforme tipificações previstas no Código Penal.
Um fato bastante curioso chamou a atenção no site americano de compras online, o eBay. A norte-americana KarenAnn Davenport adquiriu dois celulares através do seu cartão de crédito e ao invés de receber os modelos pelo correio, a usuária recebeu duas folhas de papel com fotos em tamanho real dos aparelhos.
As imagens estavam guardadas dentro das respectivas caixas, mas os aparelhos em si não estavam presentes. Revoltada, a compradora entrou em contato com a vendedora Kelly Filkins para cobrar satisfações. Para a sua surpresa, a mulher pediu para ela ler as descrições dos produtos antes de comprá-los e não quis mais tocar no assunto. Davenport se deparou com um aviso em letras minúsculas que dizia que o produto que estava à venda era justamente as fotografias dos modelos dos celulares.
A consumidora entrou com um processo contra Filkins e ambas foram convidadas para participar do reality-show Judge Judy do canal americano CBS. Ambas conversaram com Judith Sheindlin, uma famosa juíza dos Estados Unidos.
KarenAnn Davenport mostrou em rede nacional uma cópia do anúncio da venda dos celulares, que continha as especificações e até mesmo o peso de 150 gramas de um dos aparelhos. Questionada sobre isso, Kelli Filkins manteve uma postura tranquila durante todo o programa, afirmando que o anúncio vendia apenas as fotos do aparelho em tamanho real.
Após ser alfinetada pela juíza, Kelli finalmente revelou que foi o seu marido quem efetuou a entrega do produto. Davenport afirmou que conversou com o homem antes de comprar os aparelhos celulares, alegando que ele não citou que se tratavam de imagens em momento algum e o critica por não ter comparecido ao programa.
A consumidora pediu uma indenização na justiça por propaganda enganosa e quer ainda que o banco realize o estorno do seu cartão de crédito. Enquanto a vendedora não é julgada, confira o vídeo do reality show na íntegra abaixo:
“Nós estamos instituindo uma nova política”, diz o email enviado pela Microsoft a 46 mil funcionários espalhados pelo mundo. O memorando proibe a compra de “produtos Apple (Mac & iPod)” com dinheiro da empresa – e completa dizendo que há “poucos” produtos Apple em uso dentro da Microsoft, mas que haverá “um período de transição” até que todo mundo se adapte. A medida pode ser considerada uma extensão do que o CEO Steve Ballmer impõe aos próprios filhos.
E, na minha opinião, não faz muito sentido. Parece algo que a Microsoft da década passada, insular e onipotente, faria. Só que a realidade mudou. A Microsoft não é mais a empresa de tecnologia mais poderosa do mundo, estamos caminhando para a era pós-PC, e o futuro do Windows desperta dúvidas. Nesse cenário, o mais sensato seria se abrir – lançar um Office para iPad, incorporar os aplicativos do Android no Windows Phone, apostar em interoperabilidade (ou algo parecido). Não se fechar e ignorar o mundo.
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