Pouco menos de um mês depois de lançarem um manifesto em defesa da democracia, os seis “presidenciáveis” signatários da carta ainda dialogam em um grupo de WhatsApp chamado “Polo Democrático”, e buscam encontrar uma pauta comum. Nos últimos dias o governador João Doria (PSDB) sugeriu a elaboração de uma nova carta à Nação para ser divulgada na quarta-feira, 21, no Dia da Inconfidência, mas a ideia não prosperou.
A proposta de novas manifestações conjuntas não é consenso. Além de Doria, fazem parte do grupo o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), o apresentador Luciano Huck (sem partido), o ex-ministro Sérgio Moro (sem partido), o ex-governador Ciro Gomes (PDT) e João Amoêdo, candidato do Novo à Presidência em 2018.
“A soma dos potenciais eleitorais de cada um não vai nos levar a muita coisa. Acho que esse grupo pode andar se ele resolver entender que deve ser um time. Um time para um programa de governo em 2023, para a seleção de uma equipe. E um time que ajudará a divulgar essas ideias, fazer campanha e ter alguém que viabilize e possa, sim, ser o candidato”, disse Amoêdo em live com o MBL e o Vem Pra Rua na noite de terça-feira, 20.
Parte do grupo se encontrou virtualmente no sábado passado em um debate da Brazil Conference at Harvard & MIT, evento promovido em parceria com o Estadão. Mandetta e Moro ficaram de fora, e o ex-ministro e ex-prefeito Fernando Haddad foi representando o PT. Os possíveis candidatos mantiveram um clima amigável e se uniram nas críticas ao presidente Jair Bolsonaro. Aliados dos potenciais candidatos do centro viram nesse comportamento um sinal muito promissor.
Líderes do PSDB, do DEM e do PDT concordam que é remota a possibilidade de uma aliança do “Polo Democrático” no primeiro turno da eleição presidencial do ano que vem, mas avaliam que o movimento pode ajudar a quebrar uma eventual polarização entre Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, possivelmente o candidato do PT em 2022.
Para Amoêdo, a construção de uma agenda comum vai exigir do grupo desprendimento. “Apesar de achar muito difícil, a visão que a gente tem que ter do lado otimista é: se isso não for feito, o que vai acontecer? Vamos chegar ao segundo turno em 2022 com essas duas opções (Lula e Bolsonaro)”, afirmou. “Espero que esse quadro nos empurre para trabalhar de forma muito objetiva e deixando de lado as ambições, pelo menos por quatro anos.”
O Brasil chega hoje à cúpula do clima organizada pelo presidente dos EUA, Joe Biden, com um embaraço diplomático de R$ 2,9 bilhões. Esse é o montante doado por Noruega e Alemanha, no âmbito do programa Fundo Amazônia, que há mais de dois anos está parado em uma conta bancária do governo federal.
Desde o início do mandato de Jair Bolsonaro, em janeiro de 2019, nenhum novo programa de proteção da Amazônia foi financiado pelo fundo. Hoje, quando Bolsonaro pedir mais dinheiro para proteger a floresta, terá de encarar a chanceler alemã, Angela Merkel, e a primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, que até agora não sabem qual será o destino da verba repassada ao Brasil.
A reportagem questionou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sobre o que motiva o governo a pedir US$ 1 bilhão aos EUA para preservação ambiental, quando o País já possui R$ 2,9 bilhões imobilizados há mais de dois anos. Salles culpou a Noruega pela paralisação. “O fundo está paralisado desde 2019 a pedido da Noruega, e não por decisão do Brasil”, disse.
De fato, o que ocorreu é que, em junho de 2019, o governo brasileiro editou um decreto que dissolveu o Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa) e o Comitê Técnico do Fundo Amazônia (CTFA), que faziam o fundo acontecer. À época, a Noruega declarou que, “dada a conjuntura atual”, o país não tinha “fundamento jurídico e técnico” para realizar a contribuição anual do Fundo Amazônia.
Salles paralisou os repasses a novos projetos no início do governo Bolsonaro, com o argumento de ter encontrado “fragilidades” nos projetos. Paralelamente, o BNDES, que administra os recursos, afastou sua chefia do Departamento de Meio Ambiente, que cuidava do programa. Nunca veio à tona qualquer prova de irregularidades na gestão do fundo, que tem seus resultados publicados regularmente.
Salles insiste que a paralisia se deve ao posicionamento dos noruegueses, que doaram 94% do total destinado ao Fundo Amazônia até hoje. “Eles não aceitaram o novo decreto e mandaram uma carta proibindo o fundo de aprovar novos projetos”, afirmou o ministro.
O Estadão procurou a Embaixada da Noruega, que ainda não se manifestou sobre o assunto. A Embaixada da Alemanha afirmou, por meio de nota, que “está em diálogo com o governo brasileiro” para resolver a situação o mais rápido possível.
Nesta semana, em entrevista à BBC, o ministro do Meio Ambiente da Noruega, Sveinung Rotevatn, deu o tom sobre o assunto. “Diminuir o desmatamento no curto prazo é uma questão de vontade política, não de falta de financiamento adiantado”, disse.
O BNDES confirmou à reportagem que, desde 2019, não aprova novos projetos, mas apenas repasses às ações que já estavam contratadas em anos anteriores. O último desembolso ocorreu em 16 de março, com R$ 4,2 milhões destinados ao Projeto Floresta para Sempre, realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
O rendimento do Fundo Amazônia, segundo o BNDES, foi de R$ 207 milhões, em 2019, e de R$ 203 milhões, em 2018. O saldo está investido nos fundos Gaia e Gaia II, geridos pelo Banco do Brasil, que mantém a atualização monetária de recursos disponíveis para financiar projetos.
PARA ENTENDER: O que é o encontro convocado por Joe Biden
Reunião de líderes mundiais quer estabelecer novos compromissos para a redução das emissões de carbono e nasceu do interesse americano de se recolocar como protagonista no cenário internacional após os anos Trump.
Assim, ao pedir mais dinheiro, Bolsonaro deixa sem destino a maior iniciativa ambiental do Brasil. Os recursos do Fundo Amazônia, criado em 2008, são repassados a fundo perdido. A única contrapartida exigida é a apresentação de resultados práticos das iniciativas.
Na cúpula que começa hoje, os americanos sabem que o Brasil pedirá ajuda e estão dispostos a colaborar. O problema, segundo eles, é confiar em um governo que até agora não se mostrou comprometido com a preservação ambiental. “É claro que haverá algum envolvimento global com o Brasil. Não é cada um por si”, disse ontem um funcionário do alto escalão do governo Biden. “Mas, se países não estiverem avançando por conta própria, é muito difícil para a comunidade global se envolver.” / COLABOROU BEATRIZ BULLA
Todo dia o Estadão pública uma mentira.
BG cuidado pra não se queimar.
Vc está forçando a barra ou a Esquerda tá te pressionando?
Mandem eles tomar anti-rábica e contra calazar, porquê a coceira dessa raça é grande é de cair o couro kkkk
Calígula, como é que vc, o nome mais queimado no RN, que n tem um pingo de vergonha e que promo e vergonha alhei a todo momento, diz que o blogueiro tá queimado. Homem, peraí, essa foi de mais. Vá com calma e tenha um pouco de senso do ridículo.
Claro, a “verdade” só existe nos grupos de bolhas de W.App e redes sociais. É cada idiotice que a turma posta viu, kkk.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, revisou o calendário de vacinação contra a Covid-19 e adiou o fim de imunização do grupo prioritário em quatro meses, de maio próximo para setembro. A informação foi divulgada em entrevista coletiva nesta quarta-feira (21).
Na estimativa do Ministério da Saúde, fazem parte do grupo prioritário 77,2 milhões de pessoas no Brasil. “A previsão é que isso ocorra antes, até porque o esforço [em obter mais contratos] deve resultar em novas doses de vacina. Não posso dizer taxativamente que tenhamos 40 milhões, 35, milhões e 45 milhões em maio porque depende da chegada de insumos no Brasil.”
A Folha já havia mostrado em reportagem que o cronograma mais recente publicado, de março, esbarrava em entraves como a aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a entrega de insumos para a produção do imunizante e na própria falta de contratos selados, além de um grande gargalo de entregas agravado pelo fato de o governo brasileiro ter demorado a negociar com múltiplos fornecedores.
O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello havia previsto em 15 de março que o grupo seria vacinado até o mês de maio. “É provável que em maio já tenhamos vacinado os grupos prioritários. A partir daí, são todas as outras idades e grupos sociais”, disse na época.
A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Francieli Fontana, explicou que todo esse grupo deve receber a primeira dose até a primeira quinzena de junho e a segunda até setembro —a vacina da Astrazeneca e da Universidade de Oxford, uma das duas usadas no Brasil por ora, exige três meses de intervalo entre as doses, enquanto outro imunizante, a Coronavac (Instituto Butantan e Sinovac), exige três semanas.
Ela explicou que existem fatores que podem interferir, como a entrega das vacinas por parte dos produtores. Para tratar da questão, disse que toda semana há reunião com o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), Fiocruz e Butantan.
“Anteriormente não tinha sido divulgado um cronograma final de vacinação dos 77,2 milhões de brasileiros devido à irrregularidade das entregas. Nesse momento, estamos com uma entrega mais regular. Faz diversas semanas que a gente encaminha sempre um quantitativo”
Francieli afirmou que uma nova versão do plano será divulgada nesta semana. Nela, os trabalhadores da limpeza urbana entrarão no grupo prioritário.
A coordenadora disse ainda que as gestantes que estão contempladas para receber a vacina contra a Covid-19 são as que já estão dentro de um dos grupos prioritários por ter alguma comorbidade associada.
Diante do aumento das mortes por Covid enre grávidas e puérperas, a pasta estuda que todas as gestantes possam fazer parte do grupo. Não há por ora, entretanto, estudo que assegure a segurança da vacina durante a gestação.
Nesta quarta-feira (21), o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski deu cinco dias para que o governo federal preste informações sobre o cronograma de recebimento de doses de vacinas para Covid-19.
Queiroga disse que o calendário seria atualizado dentro do prazo estabelecido pelo ministro do STF. Na entrevista, Queiroga celarou ainda que está prevista a chegada de 1,5 milhão de medicamentos do chamado “kit intubação” até maio, com a primeira remessa desse lote na próxima semana. Com a lotação das UTIs com doentes de Covid, medicamentos como relaxantes musculares e sedativos começaram a escassear ou mesmo faltar em alguns hospitais.
O ministro afirmou que atua diferentes frentes para conseguir mais medicamentos do kit, incluindo um pregão internacional sem fixação de preço para a aquisição de novos insumos. “Temos adotado uma série de ações para aumentar a oferta. Também contamos com o apoio da indústria nacional, OMS/OPAS, e com a solidariedade de outros países que farão doações dos insumos ao Brasil”.
Queiroga disse que pedirá a Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde) para fazer uma avaliação do Regn-Cov2, medicamento aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para casos leves e moderados da Covid-19.
Ele explicou que a comissão faz uma análise de incorporação do medicamento ao SUS, avaliando qualidade científica e disponibilidade econômica. O prazo máximo para o parecer é de 180 dias. “Esse medicamento pode ser só uma novidade, o que a Conitec irá fazer é separar o que é novidade e o que é inovação. Inovação é o que pode mudar a história natural das doenças, é um medicamento novo e precisamos saber mais.”
Eu não acredito nessa folha.
BG também dá credibilidade a isso, aí você termina queimando seu blog Kkkķ.
Só acredito se eu ouvir do MITO ou do próprio Ministro da Saúde.
O resto é balela da esquerda raivosa. Esquerda espere que o Véio vai mandar imunizar vocês com anti-rábica e contra calazar kkkk
O STF (Supremo Tribunal Federal) prevê concluir nesta quinta-feira (22) o julgamento sobre a anulação das condenações do ex-presidente Lula (PT) e decidirá se os processos do petista devem ser remetidos à Justiça Federal do Distrito Federal ou de São Paulo. Na sequência, os ministros discutirão se a decisão da Segunda Turma que declarou a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro tem de ser mantida ou se deve ser revogada.
Esse tema tem potencial para gerar o debate mais acalorado da sessão, com discursos favoráveis e contrários à Lava Jato. É incomum o plenário do tribunal sustar os efeitos do julgamento de uma das turmas. Porém, caso o entendimento do relator, ministro Edson Fachin, prevaleça, esse será o efeito prático da decisão.
Isso porque, ao anular as condenações do petista, Fachin afirmou que uma consequência direta seria a perda de objeto do habeas corpus em que a defesa de Lula aponta a suspeição do ex-juiz. O ministro, porém, começará a análise do tema com quatro votos distantes de serem conquistas, pois Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Kassio Nunes Marques e Cármen Lúcia já divergiram desse ponto da decisão individual do colega ao resolverem julgar a parcialidade de Moro da mesma maneira.
O julgamento do caso foi iniciado no último dia 14, quando, por 9 a 2, os ministros decidiram manter a discussão dos processos de Lula no plenário em vez de remetê-los à Segunda Turma, colegiado fracionado da corte que costuma revisar decisões da Lava Jato.
Na última quinta-feira (15), por 8 a 3, os magistrados mantiveram o entendimento de Fachin de declarar a incompetência territorial da 13ª Vara Federal de Curitiba nos casos de Lula. Em outras palavras, a maioria dos integrantes da corte afirmou que a Lava Jato de Curitiba não poderia ter sido a responsável por processar quatro denúncias apresentadas pela força-tarefa do Paraná da Lava Jato contra o petista.
Segundo os magistrados, a competência de Moro era restrita a esquemas diretamente relacionados à Petrobras, enquanto as acusações contra Lula envolvem outros órgãos públicos que vão além da estatal petrolífera. Com a decisão do STF, as condenações que retiravam os direitos políticos de Lula perderam efeito, e ele ficou apto a se candidatar nas próximas eleições, em 2022.
Entre os oito ministros que seguiram essa linha, porém, houve divergência. Fachin defendeu que as ações têm de ser enviadas à Justiça Federal do Distrito Federal, local em que os crimes imputados ao ex-presidente teriam ocorrido.
O ministro Alexandre de Moraes, no entanto, abriu uma divergência e afirmou que o mais adequado seria enviar os processos para São Paulo, onde os procuradores da Lava Jato dizem que teriam sido entregues os benefícios ao petista pelas empreiteiras em troca de contratos com o governo federal.
Os ministros Luís Roberto Barroso e Rosa Weber acompanharam Fachin e afirmaram que o caso deve ser enviado para Brasília.
Lewandowski, Cármen Lúcia, Gilmar e Dias Toffoli concordaram com a anulação das condenações, mas deixaram para votar nesta semana sobre o destino adequado para os processos.
Os ministros Kassio Nunes Marques, Marco Aurélio e Luiz Fux, por sua vez, divergiram da maioria e se posicionaram contra a invalidação das ações a que Lula respondia em Curitiba.
O julgamento trata de quatro processos contra o petista. Em um deles, sobre o tríplex de Guarujá (SP), a Segunda Turma declarou a suspeição de Moro. Nesse caso, todas as provas do processo têm de ser anuladas. Nos outros três, as ações devem voltar à fase da análise da denúncia por um novo juiz, que pode convalidar as provas que constam dos autos.
As três denúncias do MPF contra Lula que passarão a tramitar em outro local do Judiciário dizem respeito ao sítio de Atibaia (SP), à sede do Instituto Lula e a doações feitas ao instituto. Na questão do sítio, o ex-presidente foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão em primeira instância pela juíza Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Segundo Hardt, as empreiteiras Odebrecht e OAS fizeram benfeitorias no local por ao menos R$ 1 milhão, e as obras teriam sido dadas em forma de propina a Lula. A magistrada afirmou que “é fato que a família de Lula era frequentadora do imóvel, bem como usufruiu dele como se dona fosse”.
Em segunda instância, o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) confirmou a condenação e ampliou a pena para 17 anos, 1 mês e 10 dias de prisão. Como Moro conduziu o início desse processo, na fase da coleta de provas e tomada de depoimentos, a defesa de Lula pede que essa ação também seja anulada, assim como a do tríplex.
Por enquanto, porém, não há pronunciamento do STF a respeito. Assim, prevalece a decisão de anular a condenação e mandar o processo voltar à fase da análise da denúncia pelo novo juiz do caso, que deve ser do DF ou de SP.
As outras duas são similares. Em uma, em que o então juiz Moro aceitou a denúncia e tornou Lula réu, o petista é acusado de receber um terreno para construção do Instituto Lula, que teria sido comprado por um amigo e antigo sócio de Marcelo Odebrecht, e um apartamento vizinho à cobertura onde mora, em São Bernardo do Campo (SP).
Na outra, o MPF afirma que Lula usou o Instituto Lula para lavar R$ 4 milhões doados pela Odebrecht entre dezembro de 2013 e março de 2014. Segundo a denúncia, os valores —feitos formalmente por doações legais— foram repassados em quatro operações de R$ 1 milhão cada uma e tiveram como origem contratos fraudados da Petrobras.
Fora o processo do tríplex, em que Moro foi declarado parcial, nos outros três o novo juiz pode validar as provas que já foram coletadas, o que aceleraria o trâmite das ações. O magistrado do caso pode analisar os depoimentos e os elementos que estão nos autos e verificar que, ali, já estão comprovadas as acusações do MPF contra Lula.
Mesmo nesse cenário, especialistas na área consideram muito improvável que dê tempo para o petista ser condenado novamente em duas instâncias em alguma das três ações até julho do ano que vem.
Assim, a tendência é que a decisão tomada pelo STF na semana passada por 8 votos a 3, de anular as condenações e mandar os processos retornarem à fase da análise da denúncia, tenha consolidado a liberação para Lula participar das eleições de 2022.
Só pode ser piada, quem é que não sabe qual vai ser o final faz tempo que esses bandidos do STF rasgam a constituição para tentar livrar esse bandido de nove dedos. Enquanto esse bandido estiver solto não era para prender mais ninguém.
Nos últimos dias o stf fere de morte o país, a lava jato eles acabaram, agora querem denegrir a imagem de quem ousou enfrentar os corruptos. Repugnante ter uma suprema corte dessa. Vivemos uma ditadura de instituições democráticas, são decisões que trazem enormes prejuízos econômicos e éticos, com o sabor ácido de Impunidade.
Ainda enfrentando o período mais crítico da pandemia, o país começa a apresentar uma redução da pressão por vagas de UTI para tratamento da Covid-19 nos grandes centros urbanos. Catorze capitais e o Distrito Federal estão com mais de 90% de seus leitos de UTI públicos com pacientes graves da doença, segundo levantamento da Folha com dados de segunda-feira (19).
Eram 17 capitais com mais de 90% na semana passada, e situação recorde de 21 na anterior, ambas incluindo a capital federal.
Ao todo, 18 capitais registraram queda no percentual de leitos de UTI ocupados na última semana, sendo que cinco delas estão abaixo do patamar crítico de 80%: Salvador, Macapá, Manaus, João Pessoa e Boa Vista.
O avanço na vacinação das pessoas mais velhas e a adoção de medidas de restrição mais rígidas nas últimas semanas em alguns estados são apontados como os principais fatores para a queda.
Em Salvador, por exemplo, a taxa de ocupação de leitos saiu de 81% na última semana para 76% nesta segunda, queda que acompanha a tendência registrada no estado.
De acordo com o secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, a imunização dos idosos resultou na redução do número de solicitações por leitos de UTI entre pessoas com mais de 70 anos. “É uma queda significativa e sustentada”, afirma.
Nas últimas quatro semanas, o número de pessoas com mais de 80 anos em leitos de UTI caiu 42% estado da Bahia. Entre os que têm de 70 a 79 anos, a redução foi de 20%.
Em São Paulo, onde também há desaceleração na demanda por leitos, a taxa de ocupação chegou a 83% no estado, 81% na Grande São Paulo e 84% na capital paulista, segundo a Secretaria Estadual da Saúde.
Presidente da Sociedade Paulista de Infectologia, Carlos Magno Fortaleza destaca que as duas semanas que São Paulo ficou na fase vermelha, mais o período em que ficou no vermelho ampliado, fez com que diminuíssem os casos de Covid-19, as internações, a fila de espera e ocupações em UTI. “Realmente desacelerou a pandemia. Nós descobrimos que medidas restritivas funcionam, mas o que obtivemos até agora ainda é muito pouco”, diz.
No outro extremo, capitais como Campo Grande e Rio Branco não têm nenhum leito disponível para pacientes críticos.
Em Rio Branco, os leitos de terapia intensiva lotaram nesta segunda. A ocupação passou para 100% nas duas unidades de referência da cidade, e a fila para transferência, que estava zerada, agora tem 14 pessoas.
Na capital de Mato Grosso do Sul, a ocupação das UTIs atingiu o patamar de 106%, com 37 pessoas aguardando por leitos.
O cenário também é crítico nos demais estados do Centro-Oeste. Em Mato Grosso, a ocupação segue próxima do limite, com 96% das 608 vagas de UTI ocupadas, ante 98% de sete dias antes. A fila também diminuiu, de 85 pacientes para 33.
No Distrito Federal, havia 231 pessoas à espera de um leito de UTI nesta terça. A taxa de ocupação de leitos Covid era de 97%. Para ajudar a suprir esse problema, estão sendo construídos três hospitais de campanha. Cada um vai dispor de cem leitos de UTI.
Em Goiás, a pressão em leitos de UTI teve uma ligeira redução na última semana, mas, ainda assim, 90% dos leitos estão ocupados e há fila. Na última semana, havia 74 pessoas à espera de uma vaga. Agora, há 37.
Em outros estados, o cenário é de estabilidade com altas taxas de ocupação. É o caso de Pernambuco. Mesmo diante da abertura contínua de novos leitos, a taxa de ocupação permanece em 97%. No estado, há 1.562 pessoas internadas recebendo cuidados intensivos. É o maior número desde o início da pandemia. Nesta terça, havia 75 pacientes graves esperando para acessar um leito.
Há duas semanas, médicos denunciam desabastecimento de medicamentos como sedativos e bloqueadores neuromusculares em algumas unidades de saúde pública localizadas no Recife. O governo estadual nega.
No estado do Rio de Janeiro, a fila por UTIs públicas despencou de 419 para 196 na última semana, mas a ocupação de leitos continua alta, em 86%. Na capital fluminense a situação é estável, com 93% das vagas de terapia intensiva ocupadas e 43 pessoas na espera nesta terça-feira (20).
O prefeito Eduardo Paes (DEM) flexibilizou medidas de restrição na última quinta (15), permitindo que restaurantes e bares funcionem presencialmente até às 21h e que esportes coletivos sejam praticados nas praias e parques. Permanecer ou vender produtos na areia, porém, continua proibido.
O Paraná também segue com o quadro de estabilidade, com o índice de ocupação de UTIs girando em torno de 94% e 148 pessoas aguardando por leitos nesta terça-feira.
O quadro é melhor no Rio Grande do Sul, onde a taxa de ocupação de UTIs caiu de 87% para 83% em uma semana. Porém, no mesmo período, foram criadas 24 novas vagas e a fila de espera não diminuiu, permanecendo com 40 pessoas.
Na capital Porto Alegre, a queda na lotação de hospitais foi ainda maior: de 96% para 87% a partir da abertura de 12 novas UTIs. A espera por leitos, no entanto, cresceu de três para seis pacientes.
Em Santa Catarina, o cenário permanece estável, com 96% das UTIs ocupadas mesmo com a criação de 18 leitos. Mais de cem pacientes ainda aguardavam vagas no sistema público nesta segunda-feira (19).
No estado de Minas Gerais, a ocupação de leitos de UTIs públicas reservadas para Covid-19 registrou um recuo pequeno, passando de 91% para 89%.
Na quinta-feira (15), o governo do estado anunciou que metade das macrorregiões de saúde passariam à onda vermelha do plano de flexibilização de atividades, uma fase menos restritiva que a onda roxa e onde a adesão fica a critério dos municípios. “Estamos longe de ter conforto. Ainda temos um sistema hospitalar sobrecarregado, os profissionais de saúde estão cansados e as vagas são poucas”, afirmou o governador Romeu Zema (Novo).
A tendência de queda nos indicadores em Belo Horizonte —incluindo ocupação de UTI— também levou o prefeito Alexandre Kalil (PSD) a anunciar a abertura gradual do comércio a partir desta quinta-feira (22), depois de um mês e meio de fechamento, e a retomada de aulas presenciais.
Um novo estudo realizado pela Edison Research em parceria com a NPR mostra que os ouvintes de rádio (AM / FM) estão mais envolvidos com uma mensagem publicitária transmitida pelo veículo do que os telespectadores e usuários de mídias sociais em anúncios presentes nessas outras plataformas. 64% dos entrevistados afirmaram ter ouvido rádio e costumam ficar atentos à publicidade. Apenas os ouvintes de podcasts contam com um índice aproximado ao rádio nesse quesito.
A pesquisa foi conduzida entre os dias 13 e 21 de janeiro de 2021 e é relacionada a todo o território dos Estados Unidos, ou seja, tem alcance nacional. Entre os consumidores que estão atentos à publicidade, apenas o podcasts (com 65%) e a audiência específica da NPR (que é uma rádio pública dos EUA, com 67%) superaram os valores apresentados pelo rádio. A Edison destaca que o áudio em geral superou o streaming de TV e clipes on-line (58%), televisão ao vivo ou gravada (56%) e mídia social (51%) quando o assunto é atenção à mensagem comercial.
“Eles estão fazendo mais do que apenas ouvir anúncios, eles estão se envolvendo com eles”, afirma Megan Lazovick, vice-presidente da Edison Research, durante uma apresentação online de “Radio: Live on Air and Everywhere”, realizada na semana passada e destacado ontem (19) pela imprensa norte-americana. E detalhe: os ouvintes de rádio de maior consumo do veículo são ainda mais favoráveis às mensagens publicitárias, todos com valores que superam a média geral dos ouvintes (64%).
A pesquisa, em sua apresentação, classificou esses ouvintes mais assíduos como “Radio Heads, Connection Seekers e Infomaniacs”. Confira mais sobre esses e os demais tipos de ouvintes no final desta reportagem. E veja os valores logo abaixo, sobre a recepção desses grupos quanto a publicidade no rádio:
Mais recortes…
> 46% dos ouvintes pesquisados disseram que consideraram uma nova empresa, produto ou serviço após ouvir um anúncio no rádio
> 42% afirmaram que coletaram informações sobre um produto ou serviço da empresa como resultado de ouvir o anúncio, ou seja, quatro em cada dez ouvintes
> Cerca de um terço de cada grupo disse que fez uma compra como resultado de ouvir um anúncio no rádio
O levantamento mostra que quase a metade (47%) dos ouvintes de rádio AM/FM concordaram que aprendem mais sobre empresas locais por meio de anúncios de rádio, contra menos de um terço para consumidores de TV / streaming de vídeo. Segundo destaque do portal norte-americano Inside Radio, esse ponto é fundamental para os departamentos comerciais que posicionam o rádio como um veículo de marketing mais eficiente do que a televisão.
E mais: 47% dos ouvintes de rádio concordam que ouvir (e assistir) a anúncios é uma “troca justa” pelo conteúdo gratuito que recebem das estações, valor 11 pontos percentuais a mais do que a mesma afirmação sobre televisão.
Outro ponto importante do levantamento da Edison mostra que 33% dos ouvintes de rádio AM / FM afirmam que a plataforma está se tornando uma parte mais importante de suas vidas, mesmo com o crescimento da disponibilidade de conteúdos em áudio on-line.
“Com coisas como podcasts e streaming de música gerando tanto burburinho, o rádio às vezes tem problemas para se destacar e contar sua história. Mas é isso que acontece quando algo é uma parte tão profunda da vida de tantas pessoas (…) Todos os dias, dois terços dos adultos americanos sintonizam-se durante longos períodos de tempo. Só porque algo já existe há um certo tempo, não significa que não esteja lá, proporcionando um público enorme e respostas engajadas de dezenas de milhões de pessoas, a cada hora do dia”, afirma Lazovick.
A pesquisa feita pela Edison Research e encomendada pela NPR contou com 1.500 adultos norte-americanos com 18 anos ou mais. Todos os entrevistados relataram ouvir rádio AM / FM (tradicional ou streaming) na semana anterior à realização da pesquisa (13 a 21 de janeiro deste ano).
Rádio e seus ouvintes: 89% de alcance semanal nos EUA e os seis grupos da audiência
Ainda segundo o mesmo estudo, todos os dias, cerca de dois em cada três adultos norte-americanos (63%) sintonizam rádio AM / FM. Já no alcance semanal a porcentagem salta para 89%. O Inside Rádio também destacou o resultado do estudo que aponta que “o rádio também tem a maior parcela de tempo gasto ouvindo (41%), já que os norte-americanos gastam duas vezes mais tempo com AM / FM do que streaming de áudio puro (18%) e quatro vezes mais que sua própria música (10%), músicas do YouTube (9 %) e SiriusXM (9%)”.
“Em nossas vidas cada vez mais digitais, alguns de nós podem considerar o rádio algo natural. Mas o alcance do rádio é verdadeiramente fenomenal” afirma Lazovick. “Há muita competição pelo tempo de áudio das pessoas. Mas o rádio realmente está em todo lugar”, acrescenta Lamar Johnson, vice-presidente de marketing de patrocínio da NPR.
Considerando o forte consumo de rádio nos Estados Unidos, o estudo da Edison Research classificou os ouvintes em seis grupos. Acompanhe na íntegra a explicação sobre cada um deles (presente no primeiro gráfico presente nesta reportagem), com base na matéria veiculada pelo Inside Radio:
Rádios Heads (9% dos ouvintes de rádio): Usam rádio AM / FM para tudo
Esses são os ouvintes mais engajados e pesados do rádio, usando-o para praticamente todas as suas necessidades de áudio: música, notícias, personalidades / palestra e esportes. Com maior probabilidade de ser do sexo feminino e com menos de 54 anos, eles se superestimam em ouvintes afro-americanos, segundo classificação etnica dos institutos dos EUA. Como audiófilos versáteis, eles vão muito além do dial AM / FM – 43% ouviram rádio em seu smartphone, 30% em um alto-falante inteligente e 29% em um computador na semana passada. Eles são adequados para publicidade – 72% geralmente ouvem anúncios em AM / FM – e são mais propensos a estar empregados, ter renda acima da média e ter concluído o ensino superior do que o ouvinte AM / FM médio.
Buscadores de conexão ou Connection Seekers (16% dos ouvintes de rádio): Ouvem o rádio em busca de companhia
É mais provável que este grupo seja feminino, com mais de 55 anos e classificado como grupo étnico branco pelos institutos dos EUA. Perdendo apenas para os Radio Heads na quantidade de rádio que consomem, os Connection Seekers indexam em excesso ao ouvir o áudio da palavra falada e ao ouvir em casa – 64% sintonizados em casa na semana passada. “Eles estão na média”, disse Johnson, o que significa que seus hábitos de escuta são semelhantes aos do ouvinte comum nos dispositivos que usam para ouvir rádio e na hora do dia em que ouvem. Aproximadamente sete em cada dez geralmente ouvem anúncios em rádios AM / FM.
Infomaníacos (18% dos ouvintes de rádio): Necessidade de consumir notícias e informações
Único segmento entre os seis em que os homens superam as mulheres, o Infomaniacs está aberto a anúncios – 65% costumam ouvir anúncios em rádios AM / FM e apenas 35% os evitam com frequência. Estes são ouvintes da manhã com 69% sintonizando das 6 às 10h, a melhor audição naquele período do dia de todos os segmentos. Eles preferem a palavra falada – 96% ouviram rádio AM / FM para notícias, 78% para música, 43% para personalidades / conversas e 27% para esportes na última semana. Embora não sejam ouvintes exclusivamente NPR, eles têm índices extremamente altos para o serviço. Dois em cada três (64%) possuem diploma de ensino superior ou superior e esse segmento supera os índices nas categorias de alta renda.
Rhythm Rockers (27% dos ouvintes de rádio): Buscam o rádio para consumir música
O maior segmento de ouvintes de rádio, essa multidão de música em primeiro lugar inclina-se fortemente para o sexo feminino (61% a 39% masculino). Os mais jovens dos segmentos – três em cada quatro têm entre 18 e 54 anos – superam o índice em ouvintes que são LatinX, sub-indexam em ouvintes brancos e superam em categorias de baixa renda. Embora seja mais provável que use serviços de áudio online, esse grupo também está mais apto a dizer que o rádio os faz companhia no carro.
Ouvintes descontraídos (17% dos ouvintes de rádio): Ouvem rádio apenas em segundo plano
Inclinando-se mais antigo e branco, esses ouvintes centrados em rádio são menos propensos a usar outras plataformas de áudio e preferem ouvir através de um receptor AM / FM tradicional. Eles preferem música à palavra falada e são mais propensos a tentar evitar anúncios em programas de rádio do que qualquer outro grupo.
Habitualistas (13% dos ouvintes de rádio): Ouvem rádio quando é a única opção disponível
Afastando-se dos mais velhos, este grupo não está muito interessado em áudio. Embora estejam menos envolvidos com o rádio, eles ainda passaram três horas ouvindo na semana passada. Preferindo receptores em vez de streaming para obter seu rádio, este grupo é o mais apto a tentar evitar os comerciais.
Senador responsável por presidir a primeira sessão da CPI da Covid, Otto Alencar (PSD-BA) afirma que a comissão terá um formato propositivo, descartando qualquer tipo de revanchismo contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Apesar do domínio da oposição no colegiado, Alencar afirma que não será uma “comissão parlamentar da condenação”.
“A avaliação que está sendo feita nesse caso é que vamos com a faca na boca. De maneira nenhuma. Esta é uma CPI como outra qualquer. Não é uma comissão parlamentar da condenação, é de investigação dos fatos, de forma isenta, técnica, imparcial”, afirmou.
A primeira reunião da CPI será realizada na próxima terça-feira (27) para a sua instalação, com a eleição do presidente e vice-presidente da comissão. Por ser o senador mais velho do colegiado, com 73 anos, caberá a Alencar conduzir a sessão até o momento da eleição dos principais cargos.
A comissão será dominada por senadores independentes e de oposição, que concentram 6 dos 11 membros. Esse grupo fechou um acordo para que o independente Omar Aziz (PSD-AM) seja eleito presidente, enquanto que os oposicionistas Renan Calheiros (MDB-AL) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) serão, respectivamente, relator e vice-presidente.
Ao presidente cabe colocar em votação requerimentos, como os de convocação de autoridades, enquanto o relator será o responsável por construir a narrativa dos trabalhos, apresentando um texto final que pode, por exemplo, recomendar o indiciamento de autoridades.
Senadores do minoritário grupo governista reclamam que a comissão está desbalanceada, em número e com os principais cargos nas mãos dos independentes e da oposição. Afirmam que pode predominar um caráter revanchista contra Bolsonaro, desvirtuando os propósitos.
Alencar rebate inicialmente essas alegações, afirmando que Renan —principal alvo dos bolsonaristas— é o líder da maioria, bloco formado por partidos com maioria de parlamentares governistas, como MDB e PP.
Além disso, Alencar defende que, iniciados os trabalhos, haverá predominância de uma apuração técnica e objetiva.
“A CPI vai ser pública. Um ou outro caso não será, quando vamos ouvir uma testemunha e que outra não pode ouvir o que ela falou. Da nossa parte não haverá nenhuma manifestação que não seja no âmbito da lei. As informações serão baseadas no TCU [Tribunal de Contas da União], do MPF [Ministério Público Federal], da Polícia Federal, que apurou diversos casos Brasil afora.”
Embora ressalte que vai atuar de maneira independente e técnica, Alencar, que também é médico, se mostra um crítico da atuação do governo no enfrentamento à pandemia e também da postura do próprio presidente da República.
“O primeiro erro [de Bolsonaro] foi ter demitido o [ex-ministro da Saúde Luiz Henrique] Mandetta, que estava com o protocolo correto. O distanciamento físico, uso da máscara, álcool em gel, estava trabalhando pra fazer barreira sanitária, mas não conseguiu fazer porque o presidente não permitiu.”
O senador baiano afirma que a CPI e a pressão que virá com o aprofundamento das investigações podem ter esse efeito, de provocar uma mudança no comportamento do presidente.
Alencar diz que a própria iminência de instalação da comissão já teve esse papel, levando à mudança de ministro da Saúde, substituindo o general Eduardo Pazuello pelo médico Marcelo Queiroga.
“E a expectativa é que o presidente possa seguir também esses parâmetros, esses protocolos todos que defende o ministro. Até porque não adianta o ministro dizer uma coisa e o presidente fazer outra, dando exemplo exatamente ao contrário do que a ciência, a medicina, a Organização Mundial de Saúde está orientando”, afirmou.
“Que ele [Bolsonaro] pelo menos tivesse essa virtude de reconhecer o seu erro. Essa é uma virtude que só os grandes homens têm. Reconhecer os erros, assumir os erros para não continuar errando nessa orientação que ele, ao longo desse período inteiro, vem dando à população brasileira, estimulando aglomeração, não usar máscara, na época não quis autorizar logo a compra das vacinas”, acrescentou Alencar.
O senador evita revelar as tratativas ou opinar sobre quem devem ser os primeiros convocados pela comissão para prestar esclarecimentos. No entanto, afirma que alguns dos focos devem ser o estímulo por parte do governo à administração da hidroxicloroquina, principalmente porque o Brasil adquiriu grande volume desse medicamento, que não tem eficácia comprovada contra a Covid.
“Interessante que eles [governo] falam em tratamento precoce. Eu pergunto: tem tratamento precoce para uma criança não ter sarampo, tem para varíola, para paralisia infantil? Não, só não tem [a doença] se não for vacinado. Não existe tratamento precoce para virose. É um absurdo pensar assim”, afirma.
Alencar também destaca ser necessário esclarecer a lentidão na aquisição das vacinas, por conta de um planejamento improvisado. Ele também lembra uma frase do ex-ministro Pazuello, que disse que seria necessário ter demanda e preço para comprar as imunizações.
O parlamentar do PSD defende ainda a investigação dos repasses de verbas federais a estados e municípios para esclarecer a destinação do dinheiro e como alguns tiveram colapso na saúde.
Ele acredita ainda que a CPI não servirá para proteger alvos e avalia que Renan, cujo filho é governador de Alagoas, deveria criar uma sub-relatoria específica para o estado, para que ele se abstenha de apurar elementos relativos à gestão do parente.
“[A CPI] Não [vai blindar governadores], porque tem muitos dos senadores que são oposição aos governadores, muitos, uma boa parte.”
Ele cita o próprio presidente da CPI, Aziz, além de senadores como Eduardo Girão (Podemos-CE), Eduardo Braga (MDB-AM) e Ciro Nogueira (PP-PI), que devem ser candidatos aos governos dos respectivos estados em 2022.
“Não só Omar [Aziz], mas Girão, que é candidato a governador no Ceará, contra o Camilo [Santana, governador do PT], contra o pessoal do Ciro Gomes; Eduardo Braga, acho que vai ser candidato no Amazonas também; e o Randolfe que deve ser candidato no Amapá. Não vou me lembrar os nomes, mas tem uns cinco ou seis candidatos ao governo.”
Considero essa CPI uma CONSPIRAÇÃO. Um despropósito! Um absurdo. Pura imposição de um juíz sobre o Senado! E desgaste da imagem do supremo perante a opinião pública.
O Véio Bolsonaro é duro, não tem CPA, CPE, CPI, CPO, CPU, que derrube o Véio. Mas tem governadores e Prefeitos que cairão.
O Véio JB MESSIAS é bíblico, Mil cairão ao teu lado, mas nenhum mal te atingirá.
MITO TEM RAZÃO
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou, nesta quarta-feira (21), a alteração na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2021.
O principal objetivo da alteração, de acordo com o governo, é viabilizar as medidas de enfrentamento à covid-19 e às suas consequências econômicas, com foco na manutenção do emprego e auxílio às pequenas empresas.
A LDO define as metas e prioridades do governo para o ano seguinte, orienta a elaboração da lei orçamentária anual e fixa limites para os orçamentos dos poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público. A matéria foi aprovada pelo Congresso Nacional em 16 de dezembro.
Entre as alterações na LDO, estão a permissão para que os gastos excepcionais com serviços de saúde que sejam especificamente voltados para o enfrentamento da covid-19 não sejam computados na meta fiscal.
Igualmente não serão computados na meta as linhas de crédito do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) e do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.
Além disso, a LDO flexibilizou algumas regras orçamentárias, possibilitando que esses programas sejam reabertos sem a necessidade de se cancelarem outras dotações orçamentárias, desde que as despesas sejam limitadas ao ano de 2021.
O texto autoriza, ainda, que o Executivo faça o bloqueio das dotações orçamentárias de despesas discricionárias (gastos facultativos, que não são legalmente obrigatórios) no montante necessário a se cobrir as despesas obrigatórias (gastos que são obrigatórios por lei). Essa medida permitirá a recomposição das dotações orçamentárias da Previdência Social e de outros gastos obrigatórios que não possuíam cobertura orçamentária suficiente na lei orçamentária, o que auxiliará no aperfeiçoamento do orçamento de 2021.
O único veto feito por Bolsonaro foi a pedido do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a permissão de assinatura de contratos e a realização de transferências e doações para municípios em situação de inadimplência com a União. “Embora a intenção do legislador seja louvável, a medida enfraqueceria o controle das contas públicas e a fiscalização do correto emprego dos valores transferidos pela União”, diz.
Orçamento
Agora, com a sanção da alteração da LDO, abre as portas para a sanção do Orçamento de 2021. Com o acordo entre Congresso Nacional e governo para resolvar o impasse político, o volume de emendas parlamentares deve ficar na casa de R$ 37 bilhões.
Bolsonaro tem até amanhã (22) para sancionar o texto. A ministra-chefe da Secretaria de Governo, Flávia Arruda (PL-DF), afirmou que o presidente deve vetar R$ 10,5 bilhões em emendas do relator do Orçamento, de um total de R$ 29 bilhões de recursos com esse carimbo. Se isso ocorrer, o volume de emendas parlamentares com pagamento obrigatório ficaria em R$ 36,9 bilhões.
O Brasil registrou nesta quarta-feira (21) mais 84.443 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 12.646.132 pessoas curadas da doença.
O número de pessoas curadas representa 89,5% do total de casos acumulados.
A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de onze vezes superior ao número de casos ativos (1.095.188), que são os pacientes em acompanhamento médico.
No mundo, estima-se que 122,4 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.
Em seu tradicional discurso anual, nesta quarta-feira, 21, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, fez várias ameaças ao Ocidente, mas, apesar das grandes tensões com a Ucrânia, não chegou a anunciar novos movimentos militares ou de política externa.
A resposta da Rússia será “assimétrica, rápida e dura” se o país for forçado a defender seus interesses, disse Putin. Ele se referiu ao que chamou de tentativa do Ocidente de mudar o regime na vizinha Belarus como outra ameaça à segurança da Rússia.
Ele prometeu que a Rússia “deseja ter boas relações com todos os participantes da sociedade internacional”, mas observou logo em seguida que os sistemas de armas nucleares modernizados do país estavam prontos.
“Os organizadores de qualquer provocação que ameace os interesses fundamentais de nossa segurança se arrependerão de seus atos mais do que se arrependeram de qualquer coisa em muito tempo”, disse Putin a um auditório com governadores e membros do Parlamento. “Espero que ninguém tenha a ideia de cruzar a chamada linha vermelha com a Rússia – e seremos nós que decidiremos onde isso funciona em cada caso concreto.”
O discurso de Putin foi amplamente esperado, com cerca de 100 mil soldados russos concentrados na fronteira com a Ucrânia e Kiev alertando abertamente sobre a possibilidade de guerra. Alguns analistas especularam que Putin poderia usar seu discurso anual sobre o estado da nação como pretexto para anunciar o envio de tropas à Ucrânia.
Mas não foi o que aconteceu, mesmo que a enorme presença militar da Rússia perto da fronteira da Ucrânia não tenha dado sinais de recuo. Putin também não fez referência ao líder da oposição preso, Alexei Navalni, cujos apoiadores realizaram protestos em todo o país nesta quarta-feira.
Segundo a organização OVD-Info, mais de mil pessoas foram presas durante as manifestações em favor do opositor. De acordo com essa organização especializada em monitorar os protestos na Rússia, ao menos 1.004 foram detidas e as prisões ocorreram principalmente em São Petersburgo: 351.
Em Moscou, milhares se reuniram no centro para exigir a libertação de Navalni, que está em greve de fome desde o fim de março. “Navalni, liberdade!” ou “Putin, renuncie!” são algumas das palavras de ordem que puderam ser ouvidas ou lidas nas faixas carregadas pelos manifestantes.
Os apoiadores de Navalni se reuniram em frente à Praça Manezh, onde ocorreu o discurso de Putin. A polícia isolou a praça, fazendo com que os opositores se reunissem em frente da Biblioteca Lenin, na Rua Tverskaya e perto da Duma (Câmara Baixa).
Milhares de pessoas participaram do protesto na capital russa, mesmo com a ameaça do Ministério do Interior de punir com medidas firmes quem participasse de atos não autorizados.
“Isso é um absurdo total. Navalni está sendo morto na prisão. Tive de sair (para a rua) para me sentir como uma pessoa”, disse uma mulher à agência EFE, em frente à estátua do escritor Fyodor Dostoyevsky.
Enquanto isso, sua amiga acrescentou: “Somos um povo pacífico. Não quebramos nem destruímos nada, não matamos nem roubamos ninguém. A polícia deve defender os trabalhadores, não o governo”
Ditador, seja lá o que for, (menos Socialista, estudem por favor!) MAS…honestamente falando gostaria de VER um discurso desse um dia, feito por um Presidente Brasileiro!!! Pra calar a bôca de uns BOSTAS que dão pitaco na política interna do Brasil! Quer na Amazônia, assuntos de Governo, etc etc Até uma PIRRALHA como essa menina Greta, doente, mas, financiada pela França e Alemanha pra encher o nosso saco! Já não basta a invasão do judiciário no Poder Executivo! Concordo com o discurso do Presidente Putin, nesse particular, quanto à soberania da Rússia!
Na Rússia, o restante do mundo não se intromete, ninguém fala em boicote, invadir o país, já aqui no Brasil toda hora eles querem tomar conta da Amazônia e fazer boicote a produtos agrícolas e o pior é que tem o apoio das midiaslixo e esquerdopatas.
É isso o que dar faltar as aulas de História, passa vergonha no grosso e no varejo.
Socialismo??????
É por isso que essa corja não passa em concurso e não ingressa em universidade federal.
Gado imundo.
Dedé, o problema não foi faltar as aulas de história, e sim, que não tem capacidade de raciocínio e interpretação da história, e da diferença entre capitalismo, socialismo, comunismo, nazismo e facismo. Daí esses descerebrados
colocamm tudo no mesmo balaio. Totalmente sem noção o gado.
Aonde que a Rússia é socialista, jumento? Você parou no tempo ou é só burrice mesmo?
Putin é um democrata de direita. O comunismo na Rússia acabou.
Só os castros de cuba e maduro fizeram esse curso, inclusive apoio bélico. Os burros daqui foram só amestrados pelos alunos de cuba e Venezuela. Aí dá nisso, só sabem roubar.
O Ministério da Saúde enviará ao Rio Grande do Norte mais 51.400 doses de vacinas contra a Covid-19.
Serão 41 mil doses do imunizante da AstraZeneca e outras 10.400 doses de Coronavac no próximo lote.
A informação foi dada pela governadora Fátima Bezerra nas redes sociais. No entanto, Fátima não confirmou as datas de envio e chegada destas vacinas ao Estado.
Muitos governadores estão em povorosa esses dias. Até foram ao STF (para surpresa de ninguém) para tentar barrar a ação da Subprocuradora-geral da PGR Lindora Araújo, que enviou ofício aos governadores, questionando quanto receberam de repasses do governo federal, como e onde investiram o dinheiro, o que foi repassado para municípios e etc. Dinheiro público, oriundo dos impostos que pagamos, exige transparência.
Tá distribuíndo sim, só para seus comparsas de crime. Enquanto outros estados já vacina o pessoal de 55 ano,aqui não sai do pessoal de 63 anos. Eita bando de criminosos.
Até agora o governo federal tem feito sua parte tanto nas vacinas como também em remessa robusta de Milhões de Reais ao governo do RN , o que está faltando mesmo é transparência e informações por parte do governo petista da governadora Fátima Bezerra.
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quarta-feira (21):
– O país registrou 3.472 óbitos nas últimas 24h, totalizando 381.475 mortes;
– Foram 79.719 novos casos de coronavírus registrados, no total 14.122.795 pessoas já foram infectadas.
– O número total de recuperados do coronavírus é 12.646.132, com o registro de mais 84.443 pacientes curados. Outros 1.095.188 pacientes estão em acompanhamento.
Pessoas com comorbidades são as próximas da lista dos prioritários para receber a vacina contra a Covid-19, segundo o Plano Nacional de Imunizações (PNI). A vacinação desse grupo, que contempla mais de 17 milhões de brasileiros, deve começar em maio.
Nesta quarta-feira (21), o Ministério da Saúde divulgou critérios para a vacinação dessas pessoas. Segundo a pasta, o grupo deve ser convocado por idade, dos mais velhos para os mais jovens.
O G1 questionou se também existirá uma divisão no cronograma por comorbidade, mas o ministério não respondeu até a mais recente atualização desta reportagem.
Comprovante e cadastro
Ainda há dúvidas sobre como cada estado vai tratar a apresentação de comprovantes. O Ministério da Saúde disse que é “importante que as pessoas estejam pré-cadastradas no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) ou em alguma unidade do SUS”.
O Ministério não divulgou link de acesso ao SIPNI.
Também de acordo com a pasta, quem não estiver cadastrado deve apresentar exames, receitas, relatório médico ou prescrição médica no momento da vacinação.
Na terça-feira (20), o governo de São Paulo anunciou a vacinação contra a Covid-19 de pessoas com Síndrome de Down, pacientes transplantados e pacientes renais em diálise a partir do dia 10 de maio. Os três grupos estão elencados na lista de comorbidades do PNI. No anúncio, o governo de São Paulo não condicionou a vacinação à idade; estados têm autonomia para adotar estratégias que contemplem a realidade local.
1. Quais são as comorbidades prioritárias para vacinação?
Segundo a última atualização do PNI, feita em 15 de março, o grupo de comorbidades engloba adultos de 18 a 59 anos com:
Diabetes melitus
Pneumopatis crônicas graves
Hipertensão Arterial Resistente (HAR)
Hipertensão arterial estágio 3
Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com LOA e/ou comorbidade
Insuficiência cardíaca
Cor-pulmonale e hipertensão pulmonar
Cardiopatia hipertensiva
Síndromes coronarianas
Valvopatias
Miocardiopatias e pericardiopatias
Doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas
Arritmias cardíacas
Cardiopatias congênitas no adulto
Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados
Doença cerebrovascular
Doença renal crônica
Imunossuprimidos
Anemia falciforme
Obesidade mórbida
Síndrome de Down
No final de março, o Ministério da Saúde também incluiu todos os adultos com HIV no grupo prioritário da vacinação contra Covid.
2. Quais documentos podem comprovar a comorbidade?
O governo informa que, para receber a vacina, as pessoas com comorbidades precisam apresentar algum documento que comprove a inclusão no grupo prioritário, como receitas médicas, prescrições, exames, relatórios médicos.
3. Como foi definido o grupo de comorbidades?
O Ministério da Saúde explicou que os grupos prioritários foram baseados em princípios similares estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a pasta, o objetivo principal da vacinação é reduzir os números de mortes e casos de Covid-19.
4. Preciso fazer um pré-cadastro?
O Ministério da Saúde informou que “é importante que as pessoas estejam pré-cadastradas no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) ou em alguma unidade de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Quem não tiver inscrição pode apresentar um dos documentos da pergunta 2.
5. Existirá subgrupos nesse grupo prioritário?
O Ministério da Saúde orienta que a convocação seja escalonada, dos mais velhos para os mais jovens. Ou seja, pessoas de 59 a 55 anos, depois 54 a 50 anos, e assim por diante.
O G1 perguntou se existirá uma divisão no cronograma por comorbidades, mas a pasta não respondeu até a mais recente atualização desta reportagem.
6. Estados e municípios podem definir um calendário próprio?
Sim. Em nota, o Ministério da Saúde disse que a recomendação é seguir o plano nacional, mas que estados e municípios “têm autonomia para seguir com as estratégias locais na campanha de imunização, conforme as demandas regionais”.
7. Preciso levar um atestado médico?
Não. “O Ministério da Saúde reforça que não há recomendação quanto à exigência de atestado médico para vacinação deste grupo”, disse a pasta, em nota.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou hoje (21) que vai entregar, na próxima sexta-feira (23), 5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19 produzidas pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). A quantidade supera a previsão inicial para esta semana em 300 mil doses.
Por questões logísticas relacionadas à distribuição das vacinas, a Fiocruz passará a liberar os lotes para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) sempre às sextas-feiras. Segundo a fundação, a decisão foi tomada em conjunto com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
Na semana passada, Bio-Manguinhos também liberou 5 milhões de doses, porém em duas remessas, na quarta-feira e na sexta-feira. Para a semana que vem, o cronograma prevê mais 6,7 milhões de doses, o que fará com que a fundação entregue mais de 18 milhões de doses no mês de abril.
Para os próximos meses, a programação é que as entregas cresçam em volume e cheguem a 21,5 milhões, em maio; 34,2 milhões, em junho; e 22 milhões, em julho. Desse modo, a fundação cumprirá a meta de produzir 100,4 milhões de doses a partir do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado, conforme acordo de encomenda tecnológica firmado com a farmacêutica AstraZeneca. No segundo semestre, a Fiocruz prevê produzir 110 milhões de doses com IFA fabricado no Brasil.
Já foram entregues ao Programa Nacional de Imunizações 14,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, sendo 10,8 milhões produzidas por Bio-Manguinhos. As outras quatro milhões foram importadas prontas da Índia nos meses de janeiro e fevereiro.
Também está atrasada. Graças ao nosso querido GENOCIDA e filhos. Aliás, somos o líder em mortes por covid-19 na América Latina, deixamos pra trás Peru e Estados Unidos.
Depois de enviar ofícios aos 27 governadores do Brasil, pedindo esclarecimentos sobre a desativação dos hospitais de campanha e o uso de verbas públicas na pandemia, a PGR (Procuradoria Geral da República) divulgou nota nesta quarta-feira (21) na qual nega qualquer interferência do chefe do órgão, Augusto Aras, no ato.
Segundo a PGR, os ofícios foram enviados por decisão do colegiado da CCR (Câmara de Direitos Sociais e Fiscalização de Atos Administrativos em Geral), que instaurou procedimento para acompanhar a situação dos hospitais de campanha para atendimento de pacientes com covid-19. A subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo é uma das integrantes da CCR.
“É preciso destacar que as Câmaras de Coordenação e Revisão do MPF são órgãos cujos membros têm independência funcional e que o procurador-geral da República, Augusto Aras, não interfere nos seus trabalhos”, disse em nota.
“Além disso, as apurações que envolvem governadores vêm sendo realizadas, dentro das atribuições da instituição, para garantir a correta aplicação das verbas públicas no enfrentamento da grave epidemia de covid-19”, acrescentou.
Os governadores foram notificados em 19 de abril, dias depois da instalação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado. A comissão não investigará diretamente as ações dos governadores, mas deverá investigar o dinheiro federal que foi para cidades e Estados, além das omissões do governo federal no combate à doença. Dias antes, em 16 de abril, outro ofício havia sido enviado a governadores solicitando informações sobre “lentidão” na vacinação.
Segundo a PGR, o órgão “cumpre seu dever de fiscalizar” a aplicação das verbas públicas e que as notificações a agentes públicos fazem parte da rotina da instituição. Disse que um 1º ofício, referente ao mesmo assunto, já havia sido enviado aos governadores em 12 de março, e foi parcialmente respondido.
“É dever da 1CCR velar por atos, contratos e aplicação de verbas públicas, e fiscalizar e controlar a correta destinação de recursos públicos federais nas áreas de saúde e educação”, disse.
“A fiscalização, que é dever do órgão superior do Ministério Público Federal, não começou na semana passada. O novo pedido de informações foi um complemento ao primeiro. Pedidos de informação formulados pelos órgãos superiores do MPF, sobre os mais variados temas, são enviados a agentes públicos rotineiramente – a exemplo dos que envolveram, recentemente, a falta de oxigênio medicinal e dados discrepantes entre doses de vacina distribuídas e efetivamente aplicadas.”
Na esfera criminal, a PGR investiga 8 governadores desde o início da pandemia. Um deles, o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), está afastado do mandato, e outros foram destinatários de medidas cautelares de busca e apreensão, sempre autorizadas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), devido à prerrogativa de foro dos chefes do Poder Executivo estadual.
“Essas apurações, realizadas há meses, têm o objetivo de identificar eventuais desvios na compra de respiradores, de insumos do kit intubação, de oxigênio medicinal, entre outros casos”, disse a PGR.
Sinceramente!! Fico impressionado com a situação de CALAMIDADE, a que chegamos! E o pior! Ao ASSASSINATO praticado à luz do dia, nas barbas dos MP Estaduais, MPF, Judiciário!! Como aceitar que existam filas de espera para PACIENTES DE UTI???!!!
Ou eu estou exagerando?! Fila pra atendimento já nos acostumamos, nos Hospitais! MAS em UTIs??!!
Justo quando sabemos do desmonte que foi feito nesses leitos, em todo Brasil!! Até com justificativa das mais absurdas!! Como no caso do Governador da Bahia! Tem de ser criado uma SEVERA INVESTIGAÇÃO sobre isso!!
Interferência? Como assim? Aras é o chefe da PGR e não pode sequer opinar sobre o que está sendo feito no órgão que dirige? É o poste mijando no cachorro.
O que os governadores fizeram com os bilhões que receberam do governo Bolsonaro? Por que morre tanta gente na fila da UTI no RN? Já morreu mais do que em SP, MUITO mais populoso (705 no RN, contra pouco mais de 500 em SP).
No Rio Grande do Norte, 705 pessoas perderam a vida à espera de um leito de UTI para tratar a Covid-19. Neste mês de abril, 58 pessoas morreram nesta situação.
Este número representa 13,6% das mais de 5 mil mortes provocadas pela Covid-19 no RN. Até 18 de março, 534 pessoas haviam morrido nestas condições.
O gráfico da plataforma do LAIS (Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde) também mostra que 822 solicitações de leito de UTI foram canceladas em razão da melhora clínica do paciente e outras 637 porque o paciente teve alta hospitalar.
Em comparação com março, abril registra uma queda, até o momento, de 68%. Apesar disso, ainda com 21 dias passados, é o quatro mês com mais mortes de pessoas à espera de uma UTI. Apenas maio (78), junho (168) de 2020, e fevereiro (63) e março (182) deste ano estão à frente.
Neste mês, o dia 9 foi o mais crítico, quando seis pessoas morreram à espera de um leito de UTI no estado apenas naquela data. Em março, por duas vezes, 14 pessoas morreram nesta situação em apenas um dia.
Sempre tem uma reserva que nao e preenchida …porquê..pra quem?
Tanto a nível municipal..como estadual…preocupação zero…
Estados vizinhos com vagas de UTI
Porque nao fazem uma parceria.
Tantos amigos indo embora
Lamentável
Governo MALDITO DESSE PRESIDENTE…NOJO
Até 02 de abril deste ano e de acordo com balanço feito pelo SP1 e G1, 507 pessoas morreram no estado de São Paulo enquanto aguardavam na fila por uma vaga de UTI enquanto, no RN, já morreram 705. Em números absolutos (compare as populações). E SP é campeão de óbitos por COVID (em números relativos) no Brasil. Por que isso acontece no RN? Culpa de quem?
Ninguém ganha do MITO talkey 👉🏻👉🏻👉🏻👉🏻
BG pública ai os números do Whatsapp, vai chegar cada mensagem de felicitações Kkk Kkk.
Querem imitar o MITO.
Todos juntos para tirar Bolsonaro e voltarem a SAQUEAR o país kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk