PF prende integrantes de quadrilha que confeccionava cédulas falsas de “ótima qualidade”

Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) prendeu ontem (2), no interior de São Paulo, três pessoas que faziam parte de uma quadrilha responsável pela impressão de cédulas falsas de 10, 20, 50 e 100 reais. De acordo com a PF, a quadrilha, que fabricava essas notas com ótima qualidade, já vinha sendo investigada em Birigui e Araçatuba há mais de um ano na Operação Matriz 188. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão nas duas cidades e todos os integrantes já tinham passagem criminal por esses e outros crimes.

Segundo a PF, a organização usava máquinas diversificadas e técnicas gráficas diversas para simular os itens de segurança das cédulas verdadeiras. “Há também suspeita de que possuam matrizes de cédulas de dólar, o que ainda está sendo objeto de investigação”, diz a PF.

As investigações da PF mostraram que nos últimos três anos, a quadrilha colocou em circulação milhares de cédulas falsas. As notas apreendidas e retiradas no comércio chegam a 996 exemplares de 10 reais; 58.738 de 20 reais; 15.234 de 50 reais; e 3.012 de 100 reais. Nesta soma não entram as notas apreendidas ontem. “No total foram produzidas até o momento, por esta organização criminosa, 77.980 cédulas falsas, somando mais de R$ 2 milhões em dinheiro falso retirado do mercado brasileiro”, esclareceu a Polícia Federal.

Um dos integrantes da quadrilha permanece foragido, porque não foi encontrado em sua casa. Emtretanto, no local foram encontradas notas que seriam vendidas pela internet e enviadas pelo correio. Segundo a PF, no laboratório encontrado na casa desse integrante havia cédulas prontas e em fase de confecção, impressão e acabamento. “Também foi apreendida grande quantidade de aparatos para falsificação de moeda, como papéis, impressoras, tintas, equipamento gráfico pesado e material de acabamento”.

Os detidos serão encaminhados para a Cadeia Pública de Penápolis, no interior de São Paulo e se julgados culpados responderão pelos crimes de moeda falsa, cuja pena é de 3 a 12 anos de reclusão e pelo delito de organização criminosa, com pena de 3 a 8 anos de reclusão.

Agência Brasil

Outros cinco acusados por ataques ao STF também foram presos; Winter foi pedido da PGR e autorizado por Moraes

Além de Sara Winter, a PF está prendendo também outros cinco bolsonaristas. Eles são ligados ao grupo 300 Brasil, responsável por ataques ao STF.

A prisão de Sara Winter foi pedida pela PGR e autorizada por Alexandre de Moraes. Os mandados não saíram do inquérito das Fake News, e sim do inquérito que apura os atos antidemocráticos.

Gilmar Mendes falou com a rádio Bandeirantes sobre a prisão de Sara Winter: “A prisão preventiva pode ser o adequado remédio neste momento.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arthur disse:

    Grande dia!!! Bandido bom é bandido preso.

  2. Ricardo Borges disse:

    VISÃO DE UM BOLSOMÍNIO:
    Como assim, qual a razão para prender essa moça de familia cristã, uma pessoa tão conservadora, que tem uma fala prudente, serena, sem improperios, que só estimula o amor e o bem? Ela so estava sentada fazendo um pique-nique sobre ordem e progresso! O nome de seu grupo "os ursinhos carinhosos" carregavam flores e soltaram pombas brancas representando a paz. Onde nossa democracia vai parar?

  3. Barba disse:

    Cadeia nela!bota esse gado no curral!

  4. Fabio disse:

    Tantas e tantas pessoas tem vontade de esculamba os ministros mas tem medo das consequências. Bato palma pra ela …..

  5. Manoel disse:

    Já soltei uns 6 foguetões aqui.
    Grande Dia!

  6. Petra disse:

    Grande dia! 👍
    👉👉👉👉😂😂

  7. CADÊ QUEIROZ??? disse:

    Era para essa turma ter ido para a casa do Queiroz no Morumbi. Lá ninguém acha.

  8. mattos disse:

    Sara Livre!!!!!

TJRN estabelece quarentena para integrantes que tenham viajado a países atingidos pela Covid-19

O Tribunal de Justiça do RN e a Corregedoria Geral de Justiça editaram portaria conjunta nesta quinta-feira (12) que determina um período de quarentena de 14 dias para magistrados, servidores e estagiários que tenham retornado de viagem aos países monitorados pelo Brasil em relação ao coronavírus (Covid-19) e catalogados no portal do Ministério da Saúde.

O prazo é contado do dia subsequente ao retorno da viagem. A medida visa evitar a possível contaminação ou propagação do coronavírus e considera a declaração de pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Durante o período de quarentena, a pessoa isolada deverá restringir suas atividades ao teletrabalho. Caso seja imprescindível a execução presencial, haverá dispensa da prestação dos serviços.

Após o período de quarentena, os magistrados, servidores e estagiários que trabalham na capital deverão agendar uma avaliação médica junto à Divisão de Perícia Médica do TJRN, a qual emitirá um atestado de aptidão ao trabalho para possibilitar o retorno às atividades. Aqueles lotados no interior deverão obter o atestado junto aos seus respectivos médicos.

O normativo ressalta que é terminantemente proibido o retorno às atividades sem a apresentação do atestado de aptidão.

A Portaria Conjunta nº 9/2020 determina ainda que as empresas terceirizadas deverão adotar junto aos seus empregados, ações que promovam a segregação temporária de trabalhadores com suspeita de contaminação.

CPI das Fake News: PF recusa denúncia contra ameaças a integrantes

Foto: Agência Brasil

A Polícia Federal arquivou o pedido de investigação de supostas ameaças a deputados e senadores que integram a CPI das Fake News. As denúncias, baseadas em informações do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), foram encaminhadas à PF em dezembro pelo presidente da comissão, senador Ângelo Coronel (PSD-BA).

No ofício que chegou ontem à CPI, o delegado Ademir Cardoso Júnior diz que “não se faz possível extrair uma narrativa que aponte, concretamente, para ações que envolvam o cometimento de ato delitivo”.

A PF interpretou os “prints” de redes sociais de supostos integrantes de milícias digitais  como “uma série de manifestações descontextualizadas”.

Hoje, a CPI ouve Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário da empresa de marketing digital Yacows, investigada por fraudes na campanha eleitoral de 2018.

Coluna Esplanada

FOTO: Polícia Civil prende integrantes de quadrilha especializada em assaltos a carros-fortes e bancos no RN

Foto: Divulgação/Polícia Civil

 

 

A Polícia Civil prendeu quatro pessoas e cumpriu mais dois mandados de prisão contra dois detentos em uma operação que aconteceu no Rio Grande do Norte, Pernambuco e no Paraná, contra uma quadrilha especializada em roubos a bancos e ataques a carros-fortes. De acordo com os investigadores, os crimes foram praticados em vários estados do país, mas principalmente no potiguar.

A “Operação Andarilhos” foi comandada pela Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), com apoio de policiais de outras localidades, e aconteceu entre a terça (8) e esta quinta-feira (10). O resultado foi divulgado em entrevista coletiva nesta sexta (11).

A notícia foi destaque em reportagem no portal G1-RN. Clique aqui e acesse todos os detalhes.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. joão carlos disse:

    o estatuto do desarmamento é realmente um sucesso pessoal! não podemos deixar bolsonaro liberar as armas! só com as armas sendo proibidas é que teremos segurança SQN

Polícia Civil prende integrantes de facção criminosa que ameaçam estudantes na Grande Natal

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Policiais civis da Delegacia de Macaíba deflagraram a 4ª Fase da Operação Parabellum, na manhã desta quinta-feira (19), que resultou na prisão em flagrante de Mateus Alves da Silva, conhecido como “Mateuzinho”, 19 anos e Mark Luan da Silva, de 18 anos, e na apreensão de dois adolescentes, um de 16 e outro de 15 anos. Eles foram detidos com um revólver calibre 38, cinco munições e drogas, quando estavam em uma residência, localizada no conjunto Alfredo Mesquita.

Investigações realizadas pela Delegacia de Macaíba revelaram que os integrantes da facção criminosa vinham efetivando ameaças de morte contra estudantes da cidade, sendo também investigados pela prática de roubos cometidos na cidade. Os presos durante a Operação foram autuados pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo, receptação e corrupção de menores.

Matheus Alves da Silva já havia sido em preso em fevereiro deste ano, pelo crime de tráfico de drogas, porém obteve liberdade no mês de maio. O nome da operação Operação Parabellum remete ao provérbio latino “se vis pacem, parabellum”, que significa “se quer paz, prepare-se para a guerra”, tendo em vista as diversas ações policiais de combate às facções criminosas que têm atuado em Macaíba.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181 ou pelo número da Delegacia Municipal de Macaíba: 98114-4042.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Justiça revoga decisão de Bolsonaro que exonerou integrantes de grupo de combate à tortura

Foto: Adriano Machado/Reuters

A Justiça Federal do Rio de Janeiro suspendeu parte do decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) em junho que exonerou 11 integrantes do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT) e mandou reintegrar os funcionários exonerados. O mecanismo é responsável por vistoriar as condições de tratamento concedidas em presídios e outros tipos de unidade de internação mantidas pelo Estado. A decisão foi dada em caráter liminar (provisória) em resposta a uma ação movida pela Defensoria Pública da União (DPU). O governo ainda pode recorrer.

A decisão do juiz federal Osair Victor de Oliveira Júnior, da 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro, foi proferida na sexta-feira (9), mas só foi divulgada nesta segunda-feira.

Na ação, a DPU sustentou que o a extinção dos cargos representaria uma violação de compromissos firmados pelo Brasil em relação ao combate à tortura e à promoção dos direitos humanos.

Em sua sentença, o juiz disse ainda que a exoneração dos peritos, da forma como aconteceu, foi irregular. “A destituição dos peritos só poderia se dar nos casos de condenação penal transitada em julgado, ou de processo disciplinar”, diz um trecho da sentença.

No dia 11 de junho, o Diário Oficial da União publicou um decreto assinado por Bolsonaro exonerando os 11 peritos que faziam parte do grupo e extinguindo os cargos comissionados que garantiam a sua remuneração. À época, entidades em defesa dos direitos humanos argumentaram que a extinção dos cargos comprometeria o trabalho do grupo.

O mecanismo foi criado por lei em 2013 e, desde então, seus integrantes têm feito visitas a presídios e outras unidades de internação para avaliar a situação de detentos. O grupo vinha elaborando relatórios sobre a situação do sistema prisional e fazendo alertas sobre violações de direitos humanos nessas localidades.

O governo, por outro lado, defendeu que a extinção dos cargos representaria uma economia de recursos e argumentou que o grupo continuaria a funcionar. A diferença é que em vez de usar mão-de-obra remunerada, o mecanismo seria tocado por voluntários.

PGR moveu ação

Para o magistrado que proferiu a decisão, o decreto assinado por Bolsonaro poderia acarretar no esvaziamento do órgão e afetar cidadãos em situação de vulnerabilidade.

“O perigo na demora, no caso, decorre do possível esvaziamento de órgão criado não só para cumprir com obrigações internacionais mas também como meio para resguardar o direito fundamental de que ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante”, afirmou.

A decisão é o primeiro revés judicial em relação ao decreto que exonerou os integrantes do mecanismo. Nas últimas semanas, a medida havia sido alvo de críticas por organismos internacionais e também foi questionada judicialmente pela Procuradoria Geral da República (PGR) .

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eu disse:

    O povo esquece que houve um grande acordo, onde os torturados e perseguidos são indenizados e os torturadores anistiados. Se for para quebrar o acordo que se condene os torturadores.

  2. Arnaldo Franco disse:

    O interessante é que os petistas só lembram dos torturadores. Esquecem dos que praticaram sequestros e atos de terrorismo, alegando que estavam lutando pela democracia. Não cola mais. O proprio Fernando Gabeira já admitiu que a intenção era implantar no pais uma ditadura comunista. Antigamente essa mentira era tida como verdade. A internet ampliou os meios de informação e de comunicação e tirou a máscara dos comunistas "democratas".

  3. Sérgio disse:

    O que não falta aqui é "cristão" e "cidadão de bem" a favor da tortura. Ainda existe Justiça nesse país e em breve o presidente de vcs vai ganhar uma camisa-de-força.
    Ficar entre 4 paredes, igual ao Lula!

  4. Adelino disse:

    Esse presidente precisa tomar vergonha nesse focinho que ele chama de cara e passar a trabalhar em favor do povo pelo qual ele foi eleito, e não ficar disseminando ódio, preconceito e ficar bancando o manda-chuva com esse tipo de conduta. E só revirar esse assunto de "tortura na ditadura" que esse indivíduo se borra todo; e isso é notório com esse tipo de atitude. Afinal de contas "quem não deve, não teme" né?? #SóAcho

    • Cabral disse:

      O presidente está correto, muitos desses indenizados por bilhões são ladrões descarados como dilmanta, luladrão, José Dirceu, Palocci, Genoino, akamoto, Vacari… Todos os integrantes da quadrilha esquerdalha, e que saquearam os cofres públicos. tem que corrigir essa farra, com o dinheiro dos trabalhadores brasileiros, que pagaram a esses CANALHAS através do seu sangue e suor.

    • Chato disse:

      mimimimmimimimimimimimimimimi…..

    • José Soares disse:

      Adelino em que mundo você vive? Está no país errado, vá para Cuba, Venezuela, Irã, Coréia do Norte, por lá o mundo gira em função das versões vendidas e publicadas pelos governos, longe dos fatos, longe da legalidade, distante do respeito a vida.

Bolsonaro e Damares trocam integrantes da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos

Foto: Marcos Corrêa/Presidência

O presidente Jair Bolsonaro trocou quatro dos sete integrantes da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. A mudança ocorreu uma semana após o colegiado declarar que a morte, durante a ditadura militar (1964-1985), de Fernando Santa Cruz, pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, foi provocada pelo Estado.

A alteração na comissão foi publicada no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (1º), com a assinatura do presidente e da ministra Damares Alves, da pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Segundo Bolsonaro, a mudança ocorreu porque mudou o presidente da República.

“O motivo [é] que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá, ninguém falava nada. Agora mudou o presidente. Igual mudou a questão ambiental também”, afirmou Bolsonaro nesta manhã na saída do Palácio da Alvorada.

De acordo com o decreto publicado nesta quinta-feira, estas são as alterações feitas na composição da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos:

Marco Vinicius Pereira de Carvalho substitui Eugênia Augusta Gonzaga Fávero, atual presidente do colegiado
Weslei Antônio Maretti substitui Rosa Maria Cardoso da Cunha
Vital Lima Santos substitui João Batista da Silva Fagundes
Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro substitui Paulo Roberto Severo Pimenta

No último dia 24, atestado de óbito emitido pela comissão apontou que a morte de Fernando Santa Cruz se deu de forma “não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro”. Nesta segunda-feira (29), Bolsonaro afirmou que “um dia” contaria ao filho de Santa Cruz como o pai dele desapareceu durante a ditadura militar.

Horas após a declaração, Bolsonaro afirmou, sem apresentar provas, que a morte foi causada pelo “grupo terrorista” Ação Popular do Rio de Janeiro, do qual Santa Cruz pai fazia parte, e não pelos militares. O presidente da OAB acionou o Supremo com pedido para que Bolsonaro explique a afirmação, conforme mostra o vídeo abaixo. (Veja a cronologia do caso ao final da reportagem)

Além do atestado de óbito emitido pela Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, relatório da Comissão Nacional da Verdade destaca que documentos da Marinha e da Aeronáutica apontam que Fernando Santa Cruz foi preso e desapareceu enquanto estava sob custódia das Forças Armadas, em 1974.

Assessor de Damares presidirá comissão

O novo presidente da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, Marco Vinicius Pereira de Carvalho, é filiado ao PSL, partido de Bolsonaro, e assessor especial de Damares. Ele foi funcionário da prefeitura de Taió (SC).

A presidente substituída do colegiado, primeira da lista de trocas, havia criticado Bolsonaro na segunda-feira pelas declarações relacionadas a Santa Cruz. “Consideramos extremamente grave pela dor dos familiares, mas também pelo fato de ser um presidente da República de um país que vem assumindo essas mortes desde 1995, pelo menos”, afirmou Eugênia Gonzaga.

Questionada pela TV Globo sobre ter sido retirada da comissão nesta quinta-feira, Eugênia disse que “já esperava”.

“Eu ainda não tinha visto. Eu já esperava desde a caminhada do silêncio. Lamento muito também, mas ia acontecer mais cedo ou mais tarde”, declarou a presidente substituída da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos.

Comissão criada em 1995

A Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos foi criada em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

A lei nº 9.140 estabelece que o colegiado realizará o reconhecimento de desaparecidos por atividades políticas entre 1961 a 1979, período que engloba parte da ditadura militar até o ano em que foi promulgada a Lei da Anistia.

A legislação também estabelece que os sete membros da comissão devem ser de livre escolha do presidente da República, sendo que quatro deles devem ser escolhidos:

dentre os membros da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados
dentre as pessoas com vínculo com os familiares das pessoas referidas em lista divulgada pelo governo federal em 1995
dentre os membros do Ministério Público Federal
dentre os integrantes do Ministério da Defesa (este item se referia, inicialmente, a integrantes das Forças Armadas, o que foi alterado em lei de 2004)

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Araújo disse:

    Ah, entendi. Essa Comissão "emitiu" o atestado de óbito em 1995. Explicado……

  2. Arnaldo Franco disse:

    O ideal seria extinguir essa Comissão, Presidente. Não podemos continuar vivendo do passado, quando já houve anistia. Anistia é esquecimento. Marque seu governo também pela extinção dessa excrescencia.

Polícia Civil divulga condenação de integrantes de organização criminosa no RN

Uma investigação realizada pela Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) resultou na condenação de oito pessoas integrantes de uma organização criminosa de atuação interestadual especializada em crimes contra instituições financeiras. A Operação “Marco Zero” foi deflagrada em 22 de novembro de 2017, com a prisão de 09 pessoas investigadas por ataques a agências bancárias na modalidade explosão, conduta também conhecida “novo cangaço”. O julgamento do processo pela Justiça Federal da 5ª Região, que condenou todos os envolvidos, aconteceu no início deste ano, ratificando o trabalho realizado pela Polícia Civil.

A organização criminosa, caracterizada pelo uso de extrema violência contra as forças de segurança e utilização de armas de grosso calibre, era chefiada por Roberto Menezes de Queiroz, que foi preso pela Polícia Civil logo após a deflagração da Operação. A investigação que prendeu o grupo criminoso durou 05 meses e resultou no encaminhamento do inquérito policial para a Justiça Federal do Rio Grande do Norte. Durante as investigações, quatro criminosos integrantes da organização criminosa: Eduardo Ferreira Martins, Osmarindo Saraiva do Nascimento, Cleudson Whebster da Silva, conhecido como “Choquito”, e Messias Araújo da Silva faleceram em confrontos policiais.

Os outros envolvidos foram condenados: Roberto Menezes de Queiroz, reclusão de 70 anos e 01 mês e o pagamento de 1.514 dias-multa; John Breno Rosendo da Silva, reclusão de 16 anos e o pagamento de 242 dias-multa; André Marques de Albuquerque, conhecido como “André Cabeça”, reclusão de 16 anos e o pagamento de 242 dias-multa; Arthur Kennedy Martins, reclusão de 16 anos e o pagamento de 242 dias-multa.

Paulo Alana Neves Souza dos Santos, conhecido como “Paulinho”, reclusão de 16 anos e o pagamento de 242 dias-multa; Jeydson Bezerra Pegado, conhecido como “Gordo” e/ou “Barrão”, reclusão de 59 anos e 03 meses e o pagamento de 1.302 dias-multa; Suênio Mafra Bassani Valle, conhecido como “Cocão”, reclusão de 59 anos e 03 meses e o pagamento de 1.302 dias-multa e Cleanto Franco da Silva, conhecido como “Irmão”, reclusão de 13 anos e 07 meses e pagamento de 72 dias-multa.

Caso

O grupo inicialmente estava sendo investigado por explodir as agências no município de Touros/RN, crimes ocorridos em 03 de julho de 2017. O aprofundamento das investigações indicou que a organização criminosa também praticou o mesmo tipo de crime contra agências bancárias em João Câmara, em 05 de abril de 2017; Sítio Novo, em 04 de maio de 2017; São Miguel 01 de junho 2017; Goianinha 09 de junho de 2017; Canguaretama, em 30 de junho de 2017; Novo Lino/AL, em 02 de julho de 2017 e Belém e Malta/PB, em 29 de julho de 2017.

Logo após a operação, evidenciou-se uma redução de aproximadamente 40% dos crimes desta natureza no Estado do Rio Grande do Norte.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS