A balança comercial brasileira registrou mais um superávit recorde em setembro. As exportações superaram as importações em US$ 6,164 bilhões, o maior resultado para o mês na série iniciada em 1989. No ano, o superávit já soma US$ 42,445 bilhões.
O dado de setembro ficou dentro do intervalo das projeções de analistas consultados pelo Projeções Broadcast, que previam saldo positivo de US$ 3,90 bilhões a US$ 8,10 bilhões. A mediana indicava superávit de US$ 7,20 bilhões no mês passado. As importações têm diminuído em razão da pandemia.
Apesar do recorde, tanto as exportações quanto as importações registraram quedas na média diária em comparação a setembro de 2019. As compras vindas do exterior, porém, desabaram em maior magnitude, o que fez a balança pender para o lado positivo. Em valores absolutos, as exportações somaram US$ 18,459 bilhões em setembro, enquanto as importações ficaram em US$ 12,296 bilhões.
A média diária das importações caiu 25,5% em relação a setembro do ano passado, com tombo de 50,0% na indústria extrativa e queda de 24,8% na indústria de transformação. A média diária de importações da agropecuárias caiu 2,8%, sempre na comparação com setembro de 2019.
Já no caso das exportações, a queda foi de 9,1%, puxada pela indústria de transformação (-18,7%). A agricultura teve alta de 3,2% na média diária, enquanto a indústria extrativa observou aumento de 9,2%.
Em setembro de 2019, o saldo positivo da balança havia ficado em US$ 3,803 bilhões. O Ministério da Economia divulgou ainda os superávits de US$ 977 milhões na 4ª semana de setembro (21 a 27) e de US$ 527 milhões na 5ª semana (28 a 30).
Você pode plantar arroz ou batatas ao invés de ficar fazendo reclamações hipócritas.
E aqui no nordeste a gente come tapioca (mandioca), cuz-cuz (milho),…que tem mais sabor e nutre mais do que o arroz.
Empresa ou cidadão que queira comprar salas, prédios, terrenos ou apartamentos da União, que não estejam em uso, poderá provocar a licitação pública do bem, e fazer uma oferta ao governo para a aquisição.
O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) criou uma interface chamada Proposta de Aquisição de Imóveis da União para venda desses bens no sitedo Ministério da Economia. Pessoas físicas ou jurídicas podem identificar o patrimônio de interesse e até propor e arcar com a avaliação do imóvel. Assim terão direito de preferência em uma eventual licitação, segundo comunicado da estatal que presta serviços em tecnologia da informação para o governo federal.
O procedimento é totalmente feito por meio digital. Caso a pessoa ou a empresa opte por não ficar com o imóvel após manifestar interesse e cotar preço, o proponente terá gastos com avaliação ressarcidos pelo comprador, conforme valor preestabelecido.
A nova funcionalidade para aquisição dos bens da União entrou no ar hoje (1º). A interface incrementa as iniciativas do governo que, desde o final de julho, estimula a compra de imóveis que não estão sendo utilizados na prestação de serviços públicos.
O Sistema de Concorrência Eletrônica, também desenvolvido pelo Serpro, estreou com a oferta de 109 imóveis naquele mês. A venda de imóveis da União está prevista na Lei nº 14.011/2020. As regras para as propostas de aquisição estão descritas naPortaria nº 19.832.
O RN e outros estados deveriam usar a mesma estratégia para vender os imóveis de grande valor e que não rendem nada para os cofres estaduais. Quem quiser usar pode comprar. Aqui facil de vender temos a Aero Cube,
Ceasa, Garagem do DER, Juvenal Lamartine, Parque Aristófanes Fernandes e Centro de convenções.
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (1º):
– Registro de 728 óbitos nas últimas 24h, totalizando 144.680 mortes;
– Foram 36.157 novos casos de coronavírus registrados, no total 4.847.092 pessoas já foram infectadas.
– O número total de recuperados do coronavírus é 4.212.772, com o registro de mais 32.396 pacientes curados. Outros 489.640 pacientes estão em acompanhamento.
Por maioria de votos, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu autorizar nesta quinta-feira (1º) a venda de subsidiárias da Petrobras, constituídas a partir do desmembramento da empresa matriz, sem aval do Congresso Nacional. Plano da estatal é privatizar oito unidades de refino.
Prevaleceu divergência aberta pelo ministro Alexandre de Moraes. Ele entendeu que as criações das subsidiárias não indicam qualquer tipo de desvio de finalidade ou de fraude. O ministro explicou que a hipótese dos autos trata de legítima opção gerencial do controlador acionário da Petrobras, pois se trata de atos de gestão empresarial, uma nova forma de priorização de gestão.
“Tal reposicionamento ainda a manterá em uma posição relevante no mercado de produção de derivados, como detentora de cinco refinarias, continuando a ser a principal agente do mercado”, defendeu.
Para o ministro Alexandre de Moraes, a “empresa mãe”, Petrobras, não pretende perder valor na Bolsa de Valores ou negociar o seu comando, mas pretende realizar um plano de desinvestimento, buscando otimizar sua atuação e, consequentemente, garantir maior rentabilidade, eficiência e eficácia à empresa. O ministro foi seguido pelos ministros Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Luiz Fux.
O ministro Luís Roberto Barroso relembrou o julgamento do STF, quando o tribunal assentou que a venda de subsidiária não exige autorização legislativa, e observou: “estamos diante da venda de subsidiárias”. Para o ministro, o caso não trata da renúncia da maioria dos votos nas deliberações de assembleia geral da companhia, mas apenas das vendas das subsidiárias.
O ministro esclareceu que, na realidade, os planos da Petrobras de desinvestir seus ativos precedem a deliberação do STF em julgamento anterior. “Não encontro fundamento fático na afirmação de que a Petrobras teria atuado com algum tipo de ardil ou artificiosidade para realizar um by-pass por aquilo que foi decidido por esta Suprema Corte”, afirmou.
O relator, ministro Edson Fachin, votou para suspender a criação e a alienação de subsidiárias via desmembramento. Para o ministro, não é possível a livre criação de subsidiárias, com o consequente repasse de ativos e posterior venda direta no mercado, não é este o fim que a ordem jurídica dá as subsidiárias.
“Zelar pelos bens pertencentes da União, e a disponibilidade destes é atribuição do Congresso Nacional, sendo obrigatória sua participação para sustar atos que exorbitem o poder regulamentado pelo Executivo”, disse o ministro. O ministro foi seguido pelos ministros Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio.
Tramitação
O processo chegou à Corte em julho, quando Senado e Câmara pediram ao STF a concessão de uma cautelar para impedir a venda das refinarias da Petrobras na Bahia (Landulfo Alves) e no Paraná (Presidente Getúlio Vargas).
Na ocasião, os parlamentares consideraram que a companhia estava burlando a legislação para repassar esses ativos à iniciativa privada sem aval do Legislativo. As duas refinarias são as que estão com o processo de venda mais avançado. Além dessas duas, estão na lista de venda da Petrobras a Abreu e Lima, em Pernambuco; a Alberto Pasqualini (Refap), no Rio Grande do Sul; a Gabriel Passos, em Minas Gerais; Isaac Sabbá (Reman), no Amazonas; Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), no Ceará; e a Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul, no Paraná.
Em junho de 2019, em outra ação, o STF decidiu que o governo federal só pode vender empresas estatais se tiver aval do Congresso Nacional e abrir licitação, sempre que a transação implicar em perda de controle acionário. A autorização do Legislativo, no entanto, não é necessária para a venda de subsidiárias.
A solução pro nosso país eu vou dá, negócio bom assim ninguém nunca viu, tá tudo pronto aqui é só vim pegar, a solução é alugar o brasil.
Nós não vamos pagar nada é tudo free..
O nosso estado precisa seguir o exemplo do governo federal vendendo os imóveis que estão com seção de uso como o Parque Aristófanes Fernandes, Aero Cube, Juvenal Lamartine e centro de convenções.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu a previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 6% para 5% em 2020. Segundo o instituto, a inflação deste ano deverá ser de 2,3%, abaixo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (4%). Essas projeções estão descritas em dois estudos publicados hoje, sobre crescimento econômico e sobre o comportamento dos preços.
A razão da revisão da projeção do PIB está nos indicadores econômicos do 3º trimestre. “Estão vindo melhores do que a gente projetava. A gente projeta que em agosto [os dados da] indústria, comércio e serviço continuaram vindo bastante positivos, acima de 5%. O comércio com índices [de crescimento] acima de fevereiro, pré-crise”, assinala o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Júnior.
Apesar da melhora, o cenário econômico, marcado pela pandemia da covid-19, ainda exige cautela. O raciocínio é que não é possível pensar na economia sem pensar na saúde. “Como vai se dar a epidemia nos próximos meses necessariamente tem impacto na atividade econômica”, descreve o diretor. “Uma disseminação grande [da covid-19] e um número alto de mortes pode levar a desaceleração de setores que eventualmente já estão se recuperando, principalmente setor de serviços, como aqueles prestados às famílias, que dependem mais da circulação das pessoas.”
Outra preocupação é com a situação fiscal e o endividamento do Tesouro Nacional. “A pandemia trouxe uma alta de gastos bastante acentuada, combinada com a redução da atividade econômica – que impactou na receita tributária. Com isso, gerou um déficit muito grande esse ano, comprometendo a dívida pública e tornando mais urgente a adoção de medidas relacionadas à contenção de gastos públicos”, alerta o economista.
Para Souza Júnior, o governo vai ter que conter os gastos, para que a dívida pública tenha uma trajetória sustentável. Ele sugere a adoção de “medidas estruturais” para reverter o problema, como o pacto federativo e da reforma administrativa.
Preços e juros
Apesar da alta do preço de alguns alimentos, a inflação não preocupa o diretor. Ele acredita que haverá reequilíbrio. “O preço alto estimula a oferta. Para os próximos períodos, em particular para o ano que vem, é de se esperar uma alta na produção”, diz se referindo à oferta de produtos como arroz. Para outros produtos, o estudo do Ipea aponta que ainda há um grau de ociosidade na economia, o que evita alta de preços.
O diretor do Ipea acredita que o Conselho de Política Monetária do Banco Central não precise elevar a taxa Selic por causa da inflação, e que nas próximas reuniões o Copom mantenha a taxa nos atuais 2%.
Chupa entregador de pizza.
Kkk
Tu vai sofrer muito ainda.
Só com o PR Bolsonaro, vai até 2026.
Depois ao que tudo indica, segue a sua sofrencia, pois a maioria esmagadora dos eleitores brasileiros, não tolera mais quadrilha de ladrões governando o País.
Por tanto é melhor JAIR se acustumando tá??
A OAB no Distrito Federal está indignada com o tratamento dado por um delegado de Polícia Civil a um advogado.
Por alegação de desacato à autoridade — no caso, o próprio delegado —, um advogado do DF que atuava na cidade de Planaltina foi preso na semana passada por “não calar a boca”. Colocado em uma cela junto com outro detido, teve os pés e as mãos algemados enquanto estava encarcerado.
As algemas só foram retiradas após a chegada de representantes da OAB-DF à delegacia, mas o advogado foi solto apenas depois de registrada a ocorrência.
Segundo a OAB, os moldes da prisão afrontam as prerrogativas constitucionais da advocacia e atentam contra os direitos de qualquer cidadão brasileiro.
Advogados do DF farão, nesta sexta-feira, um protesto contra a ação do delegado no caso.
Wassef que o diga!! Mas tem ignorantes e arrogantes em todas as áreas e classes sociais. Sendo que tratar o outro com tolerância e humildade é coisa de quem sabe da vida!
Tudo é questão de bom senso e respeito entre as classes.
Ambos merecem respeito e também têm que respeitar, sem dar carteira ou abusar da autoridade que tem.
E nas relações humanas uma boa conversa é sempre melhor do que uma boa briga.
Um adv que se auto intitula Autoridade Máxima em qualquer q seja a situação, merece ser amarrado com uma corda. Tem uns que só aprendem assim. Nunca vi uma classe pra se achar tão mais do que realmente são.
Tem advogado que acredita ser a autoridade máxima aqui na terra. Tem delegado que acredita ser a autoridade máxima aqui na terra. Essas duas classes têm bons e educados profissionais, todavia tem uma parcela de advogados e delegados que são verdadeiras bestas feras. Via de regra, desequilibrados, quase loucos!
Policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia (DP) de Parnamirim apreenderam, nesta quinta-feira (01), mais de 500 medicamentos e cadernos de contabilidade, em uma residência no bairro de Santa Tereza, localizado no município de Parnamirim. As diligências foram iniciadas após o recebimento de denúncias anônimas, informando que pessoas estavam trabalhando com venda irregular de diversos medicamentos, como anabolizantes e estimulantes sexuais.
De acordo com as investigações, jovens do interior do Estado de Pernambuco estavam sendo recrutados para trabalhar com a venda irregular dos medicamentos. Foi constatado também que, ao chegarem no local de trabalho, eles eram submetidos a condições análogas a trabalho escravo.
No decorrer da ação, quatro supostas vítimas foram encontradas no imóvel, sendo uma delas menor de idade. Na ocasião, os policiais da 1ª de Parnamirim apuraram que os trabalhadores não tinham carteira assinada. Além disso, eles tinham que pagar altíssimas comissões pela estadia, inclusive pela alimentação.
A responsável pelo imóvel não foi encontrada durante diligências. Ela será investigada pela suspeita da prática dos crimes de vender produto destinado a fins terapêuticos e medicinais sem o registro e de redução de pessoa à condição análoga a de escravo.
A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima, que possam auxiliar nas buscas do dono do imóvel através do Disque Denúncia 181.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS
Um estudo publicado nesta semana na revista científica Pnas (Proceedings of the National Academy of Sciences) mostra que cães e gatos podem ser infectados pelo novo coronavírus, embora nenhuma das duas espécies desenvolva a doença. No entanto, o que chamou a atenção dos pesquisadores foi o fato de os felinos desenvolverem resposta imune ao vírus, o que pode ajudar no desenvolvimento de uma vacina para os humanos.
O estudo relata que cães, além de não adoecer, não transmitem o vírus e não produzem imunidade. Já os gatos infectados liberaram o vírus infeccioso por via oral e nasal por cinco dias após a infecção, sendo capazes de infectar outros felinos através do contato direto.
Após contrair o SARS-CoV-2, esses animais foram capazes de desenvolver uma resposta imune mais protetiva e forte, evitando uma posterior reinfecção. Ainda não há, porém, informações sobre a duração dessa imunidade.
“Os gatos desenvolvem anticorpos neutralizantes significativos e são resistentes à reinfecção, embora a duração da imunidade neles não seja conhecida atualmente. Isso pode ser um modelo útil para testes de vacinas subsequentes, tanto para vacinas candidatas humanas quanto para animais”, diz a pesquisa.
O estudo foi desenvolvido pelos cientistas da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Estadual do Colorado, nos Estados Unidos. Eles lembraram que, apesar das implicações do coronavírus para os animais ainda serem amplamente desconhecidas, não há evidências até o momento de que gatos ou cães possam transmitir o SARS-CoV-2 para humanos.
Os autores do estudo observam que, enquanto quase um milhão de pessoas já morreram com a Covid-19 no mundo, existem apenas poucos relatos de animais que contraíram o vírus.
Leonardo Bezerra, com menos de 10 meses de gestão, renunciou ao cargo de presidente do América nesta quinta-feira(01). No Meio-Dia RN desta data, BG destacou a “panela de pressão” nos clubes do Estado, e com sua experiência de ex-dirigente, relata as dificuldades em trabalho que classifica como “desumano”. Confira abaixo.
Stephanie Fleury, 36, já estava cansada de levar calote de amigos na hora de dividir a conta quando, em 2015, durante uma viagem a Nova York, descobriu o Venmo, um aplicativo usado para a transferência de dinheiro entre amigos pelo celular. De volta ao Brasil, ela registrou o domínio para criar a DinDin e começou a planejar sua futura empresa. “Eu me apaixonei pela ideia, porque, dos eventos que eu organizava com amigos, eu sempre levava calote ou saía no prejuízo”, conta.
Nesta semana, Stephanie anunciou a venda da DinDin, uma carteira digital e conta de pagamentos criada há quatro anos, para o Bradesco, um dos principais bancos do país. A operação é a primeira feita com startup fundada por uma mulher, segundo o banco.
Formada em administração de empresas pela PUC-Rio e com passagens por empresas do Brasil, da Jamaica e dos Estados Unidos, Stephanie tinha um problema para colocar a ideia em prática: faltava experiência com finanças e tecnologia. Foi então estudar o mercado e, um ano mais tarde, lançou a DinDin oficialmente em 2016.
“Muita gente me disse que eu estava louca, que ia concorrer com bancos, empresas grandes, mas juntei todas minhas economias e resolvi insistir”, diz.
A ideia era lançar um aplicativo que funcionasse como rede social e permitisse a transferência de valores com pessoas cadastradas na sua agenda telefônica. Mas os planos mudaram nos primeiros meses da empresa. Isso porque ela percebeu que o mercado aqui era bem diferente do americano, onde havia se inspirado.
Além de outro sistema de tarifas, o mercado mais atrativo no Brasil não era de millennials, como são conhecidos os jovens nascidos nos anos 2000, mas o dos milhões de pessoas que não tem conta bancária. A saída foi partir para a criação de uma conta digital, oferecendo uma série de serviços, além de um cartão pré-pago.
“Eu acho que nós chamamos a atenção de empresas como o Bradesco, porque a gente significa para eles uma economia de tempo, [que permite] saltar a curva de aprendizagem. Já passamos por vários problemas e temos certa expertise”, diz.
Enfrentando barreiras
Stephanie Fleury é a primeira mulher a vender uma fintech, como são chamadas as startups de bancos digitais, para o Bradesco. Para ela, o feito é sinônimo de orgulho, já que gênero era um dos obstáculos na hora de conseguir investimentos e mostrar que o negócio tinha futuro.
“O mercado de fintech, tal qual o financeiro, é muito masculino. O dinheiro vai mais para empresas lideradas por homens do que para as dirigidas por mulheres”, diz. “Eu já notei que, em algumas situações, gerava desconfiança o fato de eu ser mulher e parecem jovem. Então já cheguei a convidar amigos para participarem comigo de reuniões, porque percebi que seria melhor para o negócio.”
Em quatro anos de empresa, o maior obstáculo mesmo foi o dinheiro, ou a falta dele, o que faz com que muitas startups fechem nos primeiros dois anos de vida, a chamada “curva da morte”. “Você pode ter clientes, pode estar no caminho certo, mas o maior problema é ter caixa, porque às vezes ele seca e você tem que se virar. Eu já fiquei com R$ 8 na conta”, lembra.
Nessa época, o alívio foi a mãe, que ganhou um carro em um sorteio e resolveu dividir o valor com Stephanie e o irmão. Só na fase inicial, a empresária já tinha investido pelo menos R$ 50 mil no negócio.
Em 2018, a solução enfim parecia ter chegado. Naquele ano, a startup captou investimento de 46 pessoas através de outra fintech brasileira, a EqSeed. Foi uma captação recorde para a plataforma: R$ 600 mil em apenas 12 dias. O negócio prometia decolar, mas aí apareceu um contratempo.
“O investimento estava na conta e no dia seguinte eu ia aplicar. Acordei e o Banco Central tinha pedido liquidação do Neon, onde estava o meu dinheiro. Eu me desesperei. Pensei ‘agora que eu consegui, ele vai ficar preso?'”, lembra. Apesar do susto, a operação não afetou o montante da DinDin.
A partir daí, as coisas realmente mudaram para a startup. Stephanie ganhou prêmios, foi indicada para representar o Brasil em uma competição internacional da empresa de cartões Visa para mulheres empreendedoras, até que no fim do ano passado foi procurada por representantes do Bradesco. “Quando você chama a atenção de um dos maiores bancos do país, pensa que realmente está no caminho certo”, diz.
“Se eu soubesse que era tão difícil eu acho que não teria feito, mas ainda bem que eu não sabia”, brinca a empreendedora. “Então o meu conselho é: tem que acreditar, porque a gente pensa em desistir todo santo dia”, diz. “Também é muito importante fazer networking, além de estudar, estar preparada.”
Na última terça-feira, as empresas fizeram o anúncio oficial da venda. A partir de agora, a carteira de clientes da DinDin (cujo número não é divulgado pela empresa) deve ser migrado gradualmente para o Bitz, do Bradesco. “É um processo de desapego, porque você começa a ver o filho trocando de nome. Então desapeguei em prol do propósito de bancarizar mais pessoas e de forma mais rápida”.
Por enquanto, ela seguirá como CEO da DinDin e diretora comercial do Bitz. A formalização da aquisição depende da aprovação do Banco Central e outras entidades reguladoras. O valor da transação não foi revelado.
Na tarde dessa quarta-feira (30), a Polícia Militar, através da Força Tática do 4º BPM, encontrou um acampamento utilizado para comércio de entorpecentes e apreendeu certa quantidade de drogas em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.
Por volta das 17h, os policiais, realizavam patrulhamento na Rua da Floresta, comunidade da Serrada, quando abordaram um homem de 60 anos em atitude suspeita, dentro de uma área de mata. Com ele nada foi localizado, porém, próximo ao local da abordagem, os policiais encontraram um acampamento, com uma pequena infraestrutura de apoio, para a comercialização de drogas.
]No local foram apreendidos os seguintes materiais: Meio tablete de Maconha, 13 porções pequenas e uma pedra média de Crack, um saco contendo Cocaína e balanças de precisão.
O acampamento foi desmontado e as drogas apreendidas e foram apresentadas na Delegacia de Polícia Civil.
A PM poderia mandar uns policiais à paisana lá pelas bandas da Lagoa do Bonfim. Nas redondezas tem ocorrido muito assalto programado por meliantes que já levam até os "enforca-gatos" para imobilizar as vítimas… lá tem "acampamento" de marginais também… a sociedade pacífica agradece…
Sem ceder sets pelo segundo jogo seguido, o cearense Thiago Monteiro fez mais uma vítima em Roland Garros, em Paris (França). Atual número 84 do mundo derrubou nesta quinta-feira (1º de outubro) o norte-americano Marcos Giron, atual 96º no ranking da ATP, após em duas horas de partida. Vitória por 3 sets a 0, parciais de 7/6 (5), 6/4 e 6/1. É o melhor resultado na carreira do brasileiro em Grand Slams. Na última terça (29), ela já havia superado o 33º melhor do mudo, o georgiano Nikoloz Basilashvili, também por 3 sets a 0.
A vantagem do jogo desta quinta começou a ser construída logo no segundo game, quando Monteiro quebrou o serviço de Giron. Apesar de o adversário devolver a quebra de saque no quinto game, Monteiro seguiu confiante e fechou a parcial no tie-break. Com o moral alto, o brasileiro dominou os dois sets seguintes, com quatro quebras de serviço.
A atual campanha do Monteiro já é também o melhor desempenho de um tenista brasileiro em um Grand Slam nos últimos cinco anos. Em 2015, Thomaz Bellucci foi até à terceira rodada do US Open. Na próxima etapa, Thiago Monteiro terá pela frente o húngaro Marton Fucsovics, o 63º no ranking da ATP. O jogo será no próximo sábado (3), com o horário a ser definido.
Stefani-Carter estreiam bem
Também nesta quinta, a brasileira Luisa Stefani e a norte-americana Hayley Carter derrotam a parceria da Aliona Zadoinov com a norueguesa Eikeri Ulkkire: vitória por 2 sets a 1 (5/7, 6/1 e 6/3). Stefani e Carter voltam a jogar amanhã (2), valendo vaga nas oitavas de final de Roland Garros. A dulpla terá pela frrente a japonesa Miyu Kato e a eslovena Tamara Zidansek.
Já está disponível o Edital Unimed Natal Cultural para submeter projetos culturais à aporte financeiro. Esse ano a proposta da inscrição está baseada em alguns eixos básicos como incentivar o fomento da Cultura Potiguar, proporcionar o estimulo à criatividade e liberdade de expressão, democratizar o acesso à cultura, incentivar os talentos potiguares, contribuir para a formação de novos públicos fomentando iniciativas educacionais, sociais e de sustentabilidade.(EDITAL COMPLETO AQUI)
Podem submeter projetos empresas ou pessoas físicas que tenham no mínimo 18 anos e residam no município de Natal há pelo menos três anos. É importante a apresentação de portfólio profissional e cultural, em PDF, que comprove a idoneidade do projeto nos últimos 24 meses. Os projetos devem ser enquadrados em uma das cinco áreas de atuação de interesse estratégico para a Unimed Natal, em conformidade com a Lei de Djalma Maranhão como lazer e bem estar, cultura e história local, música e entretenimento, arte e sustentabilidade.
Os projetos submetidos deverão estar dentro das orientações de grande, médio ou pequeno porte, com todas as características descritas no edital. A seleção dos que selecionados passará por quatro etapas: inscrições, avaliação técnica, contrapartidas e adequações, aprovação e divulgação dos selecionados. O resultado com os projetos aprovados sairá em todos os canais oficiais de comunicação da Unimed Natal. Todos os que forem contemplados receberão o comunicado através de um e-mail oficial.
As inscrições estão abertas por tempo limitado e por meio de preenchimento de formulário on-line disponível junto com o edital no site www.unimednatal.com.br/cultural . O prazo se encerra às 23h59 do dia 30 de outubro.
Incentivo à cultura
A Unimed Natal se consolidou como a empresa que mais investe na cultura potiguar, revertendo 20% do ISS para projetos por meio da Lei de Incentivo à Cultura Djalma Maranhão (Lei nº 5.3323/2011). Em 2019, mais de 30 propostas tiveram o patrocínio da Unimed Natal ultrapassando os R$ 3,5 milhões.
Com isso a Unimed Natal segue o compromisso de ser potiguar de carteirinha, apoiando o que é produzido no Rio Grande do Norte, incentivando a arte e a cultura locais, reforçando a importância do cuidado e da educação, levando entretenimento e diversão para todos os potiguares. POTIGUAR DE CARTEIRINHA! 100% POTIGUAR, 100% NO RN!
Será que foi por conta disso que ele faltou o debate? Veiaco Dias já está dando pra trás, saindo pela tangente, esquivando-se de perguntas escabrosas.
Prefeito, pague a atualização do piso salarial, é lei! Nada impede essa atualização. E o dinheiro do Fundeb o senhor tá colocando em qual lugar? Pagamento dos professores não é; cestas básicas para os alunos, também não; kit para sanitizar as escola não pode ser com aqueles dois litros de água sanitária…
PREFEITO FUJÃO!
Tá usando a tática do outro, né?
NÃO SE ILUDAM NATALENSES!
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quinta-feira (1º) que vai começar a primeira revisão para o registro de uma vacina contra Covid-19. A análise será feita nos moldes de um novo processo que havia sido autorizado na terça-feira (29), uma medida que reduziu a exigência da documentação inicial e simplificou o processo para os imunizantes contra o coronavírus.
Dois dias após a flexibilização, o primeiro pedido foi protocolado pela Astrazeneca. A farmacêutica está desenvolvendo uma vacina em parceria com a Universidade de Oxford, que deverá ser produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Esse é o passo inicial para que se autorize a aplicação de uma vacina no país – caso ela seja aprovada em todos testes clínicos, que ainda estão em andamento.
Inicia-se, portanto, a análise dos técnicos da Anvisa sobre os primeiros resultados dos testes, ainda dos estudos pré-clínicos, que não envolveram seres humanos. A ideia é agilizar o registro da vacina, caso ela apresente resultados positivos de segurança e eficácia.
Pausa temporária
Em 8 de setembro, os testes da fase 3 da vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford precisaram ser interrompidos temporariamente. Uma voluntária apresentou reações adversas, mas os estudos foram retomados quatro dias depois, no dia 12. A continuidade das pesquisas foi liberada após confirmação da Autoridade Reguladora da Saúde de Medicamentos (MHRA) de que era seguro continuar com as pesquisas.
Compra de 30 milhões de doses
A vacina britânica é tida como uma das principais apostas para a imunização contra o Covid-19 no Brasil.
O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde e da Fiocruz, assinou um memorando de entendimento com a AstraZeneca que prevê a compra de 30 milhões de doses, com entrega em dezembro deste ano e janeiro do ano que vem. Há, ainda, a possibilidade de aquisição de mais 70 milhões se a vacina tiver eficácia e segurança comprovadas.
Além disso, o acordo inicial prevê a transferência da tecnologia desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca para produção local na Fiocruz, com previsão de início, de acordo com o ministério, ainda no primeiro semestre de 2021.
E o povo na miséria sem poder comprar nem arroz… tudo indo p exportação
Você pode plantar arroz ou batatas ao invés de ficar fazendo reclamações hipócritas.
E aqui no nordeste a gente come tapioca (mandioca), cuz-cuz (milho),…que tem mais sabor e nutre mais do que o arroz.