Polícia Civil no RN indicia policial exonerado pelo crime de peculato; investigada apropriação próxima de R$100 mil

A Delegacia de Defesa do Patrimônio Público e Combate a Corrupção (DECCOR) divulgou, nesta sexta-feira (27), o indiciamento de um ex-policial civil pelo crime de peculato. Após pedir exoneração em julho de 2016, o investigado continuou a receber o salário de agente de Polícia Civil de agosto de 2016 a novembro de 2018.

Os pagamentos indevidos foram descobertos através do Portal da Transparência e uma denúncia anônima feita à DECCOR. Os valores apropriados pelo investigado chegam ao montante aproximado de R$100.000,00. Outro inquérito policial foi instaurado para apurar possível envolvimento de funcionários públicos no pagamento indevido dos salários.

O procedimento policial será enviado ao Ministério Público, para análise sobre o encaminhamento de denúncia à Justiça. A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gil disse:

    Homiii nesse Estado organizado conheço professor pediu demissão e depois de vários anos retornou, pois perderam o processo ou esqueceram de publicar no DOE.

  2. Fernandes disse:

    Não vejo nenhum espanto no que ocorreu. Todo servidor que pede vacância ou exoneração do Estado do RN leva meses ou até anos até o que seja de fato retirado da folha de pagamento. Pode, nesse caso, ter ocorrido algo a mais. Mas já vi e vivi esse problema. E quem entra nos quadros do Estado leva no mínimo 6 meses para receber o primeiro pagamento. Um simples processo adm de ressarcimento resolve o problema.

Polícia Federal indicia Lula por doações da Odebrecht a instituto que leva seu nome

Foto: Jefferson Coppola / Agência O Globo

A Polícia Federal indiciou na última terça-feira o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras três pessoas pelas doações feitas pela empreiteira Odebrecht ao Instituto Lula. Segundo o delegado Dante Pegoraro Lemos, recursos transferidos pela empresa sob a rubrica de “doações” teriam sido abatidas de uma espécie de conta corrente informal de propinas.

Além do petista, também foram indiciados o presidente do Instituto, Paulo Okamotto, o ex-ministro Antonio Palocci e o ex-presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht.

Em nota, a defesa do ex-presidente afirmou que “o indiciamento é parte do Lawfare promovido pela Lava Jato de Curitiba contra o ex-presidente Lula” e que a acusação da Polícia Federal não faz sentido:

— As doações ao Instituto Lula foram formais, de origem identificada e sem qualquer contrapartida. À época das doações Lula sequer era agente público e o beneficiário foi o Instituto Lula, instituição que tem por objetivo a preservação de objetos que integram o patrimônio cultural brasileiro e que não se confunde com a pessoa física do ex-presidente — afirmou o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula.

Lula já responde a um processo pela compra, pela Odebrecht, de um terreno que serviria de sede para o Instituto Lula no valor de R$ 12 milhões. Apesar da aquisição do imóvel, Lula teria rejeitado a propriedade. O processo está em fase final e aguarda a sentença do juiz Luiz Antonio Bonat.

Nesse caso, a PF indiciou o ex-presidente apenas pelo repasse de R$ 4 milhões feitos pela empreiteira entre dezembro de 2013 e março de 2014. Os valores foram transferidos para o Instituto Lula de forma oficial, sob a alegação de serem doações feitas pela empreiteira. Contudo, a PF acredita que o dinheiro veio de uma conta informal de propinas que Antonio Palocci mantinha com a Odebrecht.

Lula, Okamotto e Palocci foram indiciados por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Marcelo Odebrecht foi indiciado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

O delegado optou por não indiciar Lula e outros envolvidos pelas doações feitas por outras empresas, como a Queiroz Galvão, a Camargo Correa, a OAS e a Andrade Gutierrez, UTC, Consórcio Quip e BTG Pactual.

Segundo Lemos, não houve aprofundamento das investigações sobre a Queiroz Galvão em razão de possível acordo de colaboração com o Ministério Público Federal (MPF), até o momento sem notícias de acerto.

— A essas alturas das investigações, portanto, considerando a natureza dos serviços prestados a título de palestras, os quais se presumem ocorridos, representando assim a própria contraprestação aos pagamentos, não verificamos a prática de crime, ressalvadas apurações específicas que venham eventualmente a demonstrar a ocorrência — afirmou o delegado.

‘Amigo de meu pai’

Em relação à Odebrecht, o delegado citou as delações feitas por executivos da Odebrecht como Alexandrino Alencar, além do próprio Marcelo Odebrecht. Em seu depoimento, Alexandrino Alencar afirmou que tinha conhecimento de uma contabilidade paralela do grupo Odebrecht para pagamentos ao PT e ao ex-presidente.

“Alexandrino afirmou que também foram baixados dessa ‘conta amigo’ R$ 4 milhões que o colaborador entende que foram destinados às doações ao Instituto Lula. Marcelo Odebrecht, em suas declarações como colaborador, confirmou que as doações de R$ 4 milhões ao Instituto Lula foram abatidos da ‘conta amigo’, bem como a ciência de Lula acerca de provisionamentos para o instituto”, disse o delegado.

Entre os indícios apresentados, consta um e-mail trocado entre Marcelo Odebrecht e outros executivos da Odebrecht. Na mensagem, Marcelo afirma que o “Italiano”, codinome de Antonio Palocci dentro da empresa, teria afirmado que o Japonês, referência a Paulo Okamoto, presidente do Instituto, iria procurar Hilberto Mascarenhas, executivo da Odebrecht, para um “apoio formal ao Instituto”, no valor de R$ 4 milhões.

“Vai sair de um saldo que o amigo de meu pai ainda tem comigo de 14”, explica Marcelo Odebrecht no e-mail.

Segundo o delegado, a princípio, as doações seriam irrelevantes se não tivessem sido abatidas da conta informal de propinas mantida pelo PT junto à construtora. O mesmo ocorreu com recursos destinados à aquisição de um imóvel para o Instituto Lula.

“Surgem, então, robustos indícios da prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, considerando o pagamento de vantagem indevida a agente público em razão do cargo por ele (Lula) anteriormente ocupado”, diz o delegado.

Procurado, o advogado Fernando Fernandes, que defende Paulo Okamotto, afirmou que seu cliente foi absolvido de acusação semelhante.

— O delegado transparece que deseja recriar casos. Do relatório fica claro que todas as palestras foram periciadas e existiram. As doações ao Instituto Lula foram pelas mesmas empresas que doaram a instituto de outros ex-presidentes. Okamotto realiza um trabalho fundamental para preservação da memória e do acervo que o Instituto Lula cuida — afirmou Fernando Augusto Fernandes.

Em nota, o advogado de Antonio Palocci, Tracy Reinaldet, afirmou que o ex-ministro colaborou de modo efetivo com a Polícia Federal e com o Ministério Público Federal para o esclarecimento dos fatos investigados.

O GLOBO entrou em contato com a defesa do ex-presidente Lula e dos outros indiciados e aguarda respostas, que serão publicadas nesta reportagem.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico da Silva disse:

    Á ladrão! Nunca pensei de companheiro ser tão ladrão.

  2. aof disse:

    Mais um processinho pela frente? E ainda quer se candidatar?

  3. Tico meu disse:

    Esse poço de Corrupções não tem fim, é o buraco negro, e está localizado no Brasil, quem criou foi a esquerdalha progressiva.

  4. Ditadura da Hipocrisia disse:

    Qual o problema? Isso é intriga da direita com a "alma mais Onesta do país".
    Aimmmm, tem que investigar o Queiroz…
    E o Lulinha? Não interessa, isso é coisa dos inconformados, tem que ir atrás do Queiroz!
    E o que Palocci revelou? Não importa, não interessa, tem que ir atrás do Queiroz!
    E as investigações em curso da lava jato? Para tudo e vão atrás do Queiroz!
    E os deputados do PT que movimentaram mais de R$ 20 milhões na Alerj? Não queiram desviar a atenção, tem que ir atrás do Queiroz!

  5. Ojuara disse:

    Com certeza, o maior bandido que esse país já teve, LULADRAO. Que ninguém nunca esqueça a cara desse bandido, e o que ele e sua quadrilha roubaram da nossa nação.

    • Antídoto para alienados disse:

      Vai comer capim alienado 🐮🐮🐮

    • Ojuara disse:

      Tu, como apoiador de um bandido, deveria era ter vergonha. Eu já dei apoio a esse canalha lá pelos anos noventa, acho que tu nem vivo era ainda, qdo vi que ele e sua curiosa não passavam de bandidos travestidos de comunistas. Qdo começaram a ganhar as primeiras prefeituras e fazer pior que seus antecessores, sai fora. Depois só se confirmou, assassinato de Celso Daniel, mensalão, dinheiro nas cuecas, cut envolvida em tudo que era maracutaia, governadores, senadores, deputados prefeitos, vereadores….tudo envolvido em roubo, hoje os que ficaram como vc ou são do mesmo naipe ou perdeu alguma boquinha. Sim, só pra tua informação depois passei mais alguns anos filiado ao PSOL, com as mesmas características do PT, sai TB, depois fui para o pstu , dá pra tu otário. Alienado é tu que nunca deve ter lido um livro, participado de uma eleição ou convenção ou pertencido a um partido sequer, babaca.

    • Flavio disse:

      Tai, antídoto, levou uma cacetada de graça, bem que podia ter ficado calado. Kkkkkkk
      Pelo jeito o alienado e tu. Kkkkkk

Polícia Civil do Pará indicia brigadistas por incêndios em Área de Proteção Ambiental de Alter do Chão

Da esquerda para a direita: Marcelo Cwerver, Gustavo Fernandes, João Romano e Daniel Gutierrez, brigadistas de Alter do Chão — Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Pará indiciou 4 brigadistas pelos incêndios que atingiram a Área de Proteção Ambiental de Alter do Chão, no Oeste do estado, em setembro deste ano. O advogado deles diz que a conclusão é “precipitada”

Em relatório de quarta-feira (18), obtido pelo G1, o delegado Waldir Freire Cardoso aponta como responsáveis pelas queimadas os brigadistas Daniel Gutierrez Govino, João Victor Pereira Romano Marcelo Aron Cwerner e Gustavo de Almeida Fernandes, e Ronnis Repolho Blair, conhecido como “Cebola”, que foi treinado pela brigada, mas não a integra.

O documento diz que várias linhas investigativas foram apontadas, inclusive a participação de grileiros de terra ou de incêndios para limpeza de terrenos que teriam fugido ao controle. Mas, segundo o delegado “a investigação tomou rumo em direção à atividade dos líderes da Brigada de Alter do Chão”.

Segundo Cardoso, que assumiu o inquérito após determinação do governo do Pará, os indícios recolhidos na investigação “demonstram a participação ativa dos referidos Brigadistas nos eventos” e que havia “o interesse destes em disseminar registros fotográficos em âmbito nacional e internacional com a finalidade de promoção da tragédia e em benefício de auferirem vantagens financeiras através de vultosas doações em dinheiro, por parte de pessoas de boa fé de todo o globo.”

Os 5 vão responder por dano a unidades de conservação e áreas de proteção ambiental (pena de 1 a 5 anos de prisão), concurso de pessoas (que pode agravar a pena) e associação criminosa (1 a 3 anos de prisão).

O advogado dos 4 brigadistas, Fernando da Nóbrega Cunha, classificou a conclusão como “precipitada” e negou que seus clientes sejam responsáveis pelos incêndios.

“Me parece, com todo o respeito, açodada e precipitada essa conclusão do inquérito e o indiciamento de pessoas inocentes”, disse o advogado Fernando da Nóbrega Cunha. Em nota, a defesa afirmou ainda que as conclusões da polícia são baseadas “numa ilação extraída de depoimentos meramente especulativos” e que “sequer existe uma perícia técnica atestando se o incêndio teve eventualmente origem criminosa”.

Fernando da Nóbrega informou que na quinta-feira (19), logo que tomou conhecimento que o inquérito havia sido concluído, fez um pedido à Justiça de Santarém para que pedisse os documentos que foram enviados ao Ministério Público e encaminhasse à Delegacia de Polícia para que sejam ouvidas cinco testemunhas indicadas pela defesa.

O G1 procurou Ronnis Blair, que ainda vai conversar com seus familiares e só depois decidirá se vai se pronunciar ou não sobre o seu indiciamento.

O indiciamento significa que o delegado responsável pelo caso vê indícios concretos de que o investigado cometeu determinado crime. Ao ser formalizado, com base nas evidências colhidas durante a apuração, o documento tem de passar pelo Ministério Público.

Uma vez nas mãos do MP, o relatório é analisado pelos procuradores que, caso considerem haver provas suficientes contra o indiciado, são os responsáveis por apresentar denúncia à Justiça.

A Brigada de Alter do Chão é um dos projeto da Organização Não Governamental (ONG) Instituto Aquífero, do qual o brigadista Marcelo Cwerner é presidente. A reportagem mandou uma mensagem à assessoria da entidade às 12h53, mas não havia obtido resposta até a última atualização desta reportagem.

O G1 também procurou, às 12h55, a ONG Saúde e Alegria, da qual o brigadista Gustavo Fernandes é diretor de logística e que participou do treinamento de brigadistas, mas não obteve retorno.

O Ministério Público do Estado do Pará também foi procurado, e por meio de sua assessoria informou que está em recesso de fim de ano e que só retoma as atividades no dia a 07 de janeiro. Durante o período do recesso todos os prazos ficam suspensos. O processo foi enviado quinta-feira (19) ao MP. Uma portaria nomeou cinco promotores para atuar nesse processo. Eles vão analisar o inquérito após o recesso.

Delegado da investigação foi trocado e MPF questionou

A investigação que levou ao indiciamento dos brigadistas foi alvo de questionamentos após a detenção deles, em 26 de novembro – eles acabaram soltos dois dias depois (veja o vídeo divulgado por eles logo após a soltura), e o governo do Pará trocou o delegado responsável pelas apurações.

Além disso, no dia seguinte à prisão, o Ministério Público Federal (MPF), que desde 2015 apura a grilagem de terra em Alter do Chão, pediu acesso ao inquérito e afirmou que investigações apontavam “assédio de grileiros, ocupação desordenada e para a especulação imobiliária como causas da degradação ambiental” na região.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Renato Bruno disse:

    Esses vagabundos tem que ficarem presos!!!

PF indicia por associação criminosa todos os presos por ataque hacker contra autoridades

Foto: Reprodução/Internet

A PF indiciou por associação criminosa todas as seis pessoas presas pela invasão de celulares de autoridades, informa Mateus Coutinho na Crusoé.

Walter Delgatti Neto, Thiago Eliezer Martins, o DJ Gustavo Elias Santos e o motorista de Uber Danilo Cristiano Marques também irão responder por invasão de dispositivos telemáticos e interceptações, acusação que não foi feita a Suelen Priscila de Oliveira e Luiz Henrique Molição.

 

PF indicia Paulinho por R$ 1,8 mi da Odebrecht entregues na Força Sindical

Foto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados

A PF indiciou o deputado Paulinho da Força, do Solidariedade, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no inquérito que investiga pagamentos ilícitos feitos pela Odebrecht, informa Fabio Leite na Crusoé.

O parlamentar é acusado de ter recebido R$ 1,8 milhão por meio de caixa 2 da empreiteira em quatro entregas de dinheiro feitas na sede da Força Sindical, em São Paulo, em 2014, quando se reelegeu para a Câmara dos Deputados.

O Antagonista, com Crusoé

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. mauricio disse:

    É paulinho tua hora ta chegando

Polícia indicia 74 pela matança de 26 presos em janeiro de 2017 na Penitenciária de Alcaçuz

A Polícia Civil potiguar informa que concluiu nesta sexta-feira(29), o inquérito que apura o Massacre de Alcaçuz. A matança de 26 presos ocorrida foi registrada em janeiro de 2017 dentro da maior penitenciária do Rio Grande do Norte. Ao todo, 74 detentos serão indiciados por homicídio, além de outros crimes.

O Massacre de Alcaçuz, como ficou conhecido devido a grande repercussão pelo país e mundo, começou em 14 de janeiro de 2017, e durou quase duas semanas. Na ocasião, 26 presos foram mortos durante uma briga envolvendo membros de duas facções criminosas: o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Sindicato do Crime do RN.

PF indicia ministro do Turismo e mais 10 por candidaturas-laranja no PSL em Minas

Foto: José Cruz/Agência Brasil

A Polícia Federal indiciou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL), e mais 10 pessoas no inquérito sobre o uso de candidaturas-laranja no PSL em Minas Gerais. Ele foi indiciado pelo crime eleitoral de omissão na prestação de contas de campanha e pelo crime de associação criminosa.

O G1 entrou em contato com o assessor do ministro às 9h40 e aguarda retorno. A reportagem também tenta contato com o PSL em Belo Horizonte.

Duas ações da PF já foram deflagradas para investigar o caso. Em abril, a primeira fase da operação cumpriu sete mandados de busca e apreensão em cinco cidades de MG, incluindo a sede da legenda em Belo Horizonte . A segunda fase aconteceu em junho e cumpriu três mandados de prisão, tendo como alvo principal o assessor especial de Álvaro Antônio, Mateus Von Rondon.

Indiciados

Marcelo Álvaro Antônio – ministro

Irineu Inacio da Silva – deputado estadual em Minas pelo PSL – conhecido como Professor Irineu

Lilian Bernardino – suspeita de ser candidata-laranja

Debora Gomes – suspeita de ser candidata-laranja

Camila Fernandes – suspeita de ser candidata-laranja

Naftali Tamar – suspeita de ser candidata-laranja

Marcelo Raid Soares – dono de duas empresas gráficas em Belo Horizonte

Reginaldo Donizeti Soares – irmão de Roberto Silva Soares, sócio de duas empresas que prestaram serviço eleitorais às candidatas investigadas

Roberto Silva Soares – Assessor do ministro, preso em em junho deste ano

Haissander de Paula – ex-assessor do ministro quando ele era deputado federal, preso em junho deste ano

Mateus Von Rondon – assessor especial do ministro, preso em junho deste ano

O indiciamento faz parte da conclusão do inquérito da Polícia Federal. De acordo com o delegado Marinho Rezende, o inquérito foi entregue ao Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais, nesta quinta-feira (3). Agora, cabe ao MPE decidir se apresenta ou não denúncia à Justiça.

Marcelo é citado em depoimentos na investigação sobre o uso de candidaturas de mulheres na eleição de 2018 para desvio da verba eleitoral no estado. Ele era o presidente estadual do PSL, partido do presidente da República, Jair Bolsonaro.

A suspeita é que o partido inscreveu essas candidatas sem a intenção de que elas fossem, de fato, eleitas. Isso porque o Tribunal Superior Eleitoral decidiu que pelo menos 30% dos recursos do fundo eleitoral devem ser destinados a candidaturas femininas.

O ministro Marcelo Álvaro Antônio sempre negou irregularidades nas candidaturas.

Candidaturas-laranja no PSL

Em março deste ano, em depoimento à Polícia Federal, a filiada do PSL Zuleide Oliveira acusou Álvaro Antônio de chamá-la para ser candidata-laranja nas eleições do ano passado. Segundo Zuleide, o ministro teria organizado sua candidatura para que ela pudesse receber – e depois devolver – verbas ao partido, desviando dinheiro público da campanha.

Zuleide detalhou que recebeu uma proposta de um assessor do ministro, então presidente do PSL em Minas, para devolver R$ 45 mil dos R$ 60 mil que receberia para a campanha. O ministro negou a acusação e disse que Zuleide “mente descaradamente”.

Outras candidatas do PSL mineiro já são investigadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público por suspeita de candidatura-laranja na eleição passada. As investigações apuram a denúncia de que o dinheiro enviado às candidatas teria sido devolvido a assessores do ministro Marcelo Álvaro Antônio.

A ex-candidata a deputada federal Adriana Moreira Borges disse ao Ministério Público Eleitoral também ter recebido uma proposta de um assessor de Álvaro Antônio para repassar R$ 90 mil dos R$ 100 mil que receberia para fazer a campanha em 2018.

Gustavo Bebbiano

O caso das candidaturas suspeitas de serem laranjas foi revelado pelo jornal “Folha de S.Paulo”. Além de Álvaro Antônio, as denúncias causaram uma crise que atingiu Gustavo Bebbiano, que acabou exonerado do cargo de secretário-geral da Presidência da República.

No caso de Bebianno, as suspeitas surgiram em Pernambuco, onde a candidata a deputada federal pelo PSL Lourdes Paixão recebeu R$ 400 mil de verba pública eleitoral, mais do que o repassado para a campanha de Bolsonaro, e obteve 274 votos nas eleições de 2018.

Durante as eleições, Bebianno era presidente nacional do PSL, mas ele negou que tenha sido responsável pela escolha dos candidatos que receberam dinheiro do fundo partidário em Pernambuco.

G1

 

Polícia Civil concluí inquérito de PM que manteve filho refém na Grande Natal e o indicia em sete crimes

Foto: Ilustrativa

A Delegacia de Macaíba concluiu o Inquérito Policial que investigou os crimes praticados por Hermano Simplício Mangabeira de Araújo, policial militar, 34 anos, na noite da quinta-feira (5), quando manteve o próprio filho de 6 anos como refém. Ele foi preso por policiais civis da Delegacia Municipal de Macaíba, na sexta-feira (6). A apuração dos fatos e as provas reunidas comprovaram o indiciamento do suspeito pelos crimes de ameaça, sendo praticada duas vezes: contra a ex-companheira e contra o próprio filho; sequestro qualificado, por ter imposto grave sofrimento psíquico ao filho; receptação da arma de fogo; resistência, porte ilegal de arma de fogo e disparo de arma de fogo em local público; direção perigosa e descumprimento de Medidas Protetivas. Todos os crimes foram cometidos dentro da Lei Maria da Penha.

Os crimes aconteceram após os policiais realizarem uma abordagem ao suspeito, no município de Macaíba, em virtude da prática do crime de descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência (MPU), existentes em favor de sua ex-companheira, além de crime de ameaça contra esta. Inicialmente, a vítima havia procurado a delegacia, em Macaíba, para noticiar a subtração de seu aparelho celular, atribuída ao suspeito, que é policial militar. Após ele se recusar a devolver o objeto, a vítima desistiu de formalizar o procedimento. No entanto, ainda assim, Hermano Simplício ameaçou matar a ex-companheira, razão pela qual os policiais civis diligenciaram, imediatamente, no intuito de prendê-lo.

Na ocasião, o suspeito resistiu à prisão, fugindo na condução de um veículo no qual estava seu filho de 6 anos. Durante a fuga, Hermano Simplício chegou a apontar uma arma de fogo para os policiais e para o próprio filho. Em razão disso, foi realizada a contenção do veículo, nas proximidades da praça José da Penha, em Macaíba, quando se iniciou uma negociação acompanhada por policiais civis e militares, que resultou na rendição do agressor. A criança foi entregue à mãe e o policial foi conduzido ao Hospital da Polícia Militar.

Na sexta-feira (6), foi realizada a formalização da prisão em flagrante do suspeito, pelos crimes de ameaça contra a ex-companheira e o filho, sequestro qualificado, receptação (arma de fogo), resistência, porte ilegal de arma de fogo, disparo de arma de fogo em local público, condução perigosa de veículo e descumprimento de medidas protetivas de urgência. Hermano Simplício já havia sido preso anteriormente por descumprir as medidas protetivas existentes em favor da vítima.

Nesta segunda-feira (16), Hermano Simplício teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva e, atualmente, encontra-se custodiado pela Secretaria de Justiça, à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil esclarece que a discussão quanto à sanidade mental do indiciado será feita no âmbito do processo penal, com exercício da ampla defesa e do contraditório, não sendo possível sua análise na fase investigativa, a não ser quando já declarada pelo Poder Judiciário.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Andinho disse:

    Mandaram o PM para o presídio de Ceará mirim enquanto lotam os quartéis e a academia da PM de presos civis, não dá para entender mesmo.

Caso Neymar: Polícia de SP indicia Najila Trindade por extorsão, fraude processual e denúncia caluniosa

Najila e Neymar — Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo; Luisa Gonzalez/Reuters

A Polícia Civil de São Paulo indiciou Najila Trindade Mendes de Souza por fraude processual, denúncia caluniosa e extorsão no caso em que a modelo acusou o jogador Neymar de estupro durante encontro em Paris no dia 15 de maio. O ex-marido dela, Estivens Alves, foi denunciado por fraude processual e divulgação de conteúdo erótico.

O indiciamento vem após a conclusão de dois inquéritos que tramitavam pelo 11º DP (Santo Amaro) envolvendo Neymar. As peças são desdobramentos do caso investigado e encerrado junto à 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, sob a presidência da Doutora Juliana Lopes Bussacos.

O pai de Neymar entrou com a ação de denúncia caluniosa e tentativa de extorsão de Najila. A modelo, por sua vez, denunciou o ex-marido por divulgação de conteúdo erótico.

Os inquéritos, que seguem sob segredo de Justiça, foram encaminhados ao Tribunal de Justiça para apreciação dos representantes do Ministério Público e do Poder Judiciário.

“Com base no conjunto probatório reunido durante as investigações, a delegada decidiu pelo indiciamento de N. e Estivens Alves seu ex-companheiro, pelo crime de fraude processual (art. 347, parágrafo único, CP). Decidiu, ainda, por indiciar Alves pelo artigo 218-C, por divulgar material com conteúdo erótico de N. para um repórter, em troca de publicações suas na internet”, diz a nota da Secretaria de Segurança Pública.

“Após o esclarecimento da materialidade delitiva, procedida à realização das respectivas perícias e oitivas, a autoridade também decidiu pelo indiciamento de N. nos crimes de denunciação caluniosa e extorsão”, diz a nota.

Defesa de Najila

O advogado de defesa de Najila, Cosme Araújo, disse que acha estranho os indiciamentos da sua cliente, considerando que recentemente foi feito pedido de acareação entre Najila e o seu ex-marido, Stevens.

Afirmou ainda que sequer a defesa teve resposta da delegada em relação à tal pedido de acareação e que a noite desta segunda-feira (9), ao acessar o inquérito na justiça, verificou que existia apenas uma manifestação do MP para que fosse juntado nos autos elementos que estavam em autos apartados.

Daí a defesa não teve acesso a informações dos autos apartados, razão porque não pode se manifestar sobre tais indiciamentos. Assim que tiver acesso a todo inquérito, a defesa se manifestará.

Caso arquivado

A investigação sobre o suposto estupro foi arquivada julho, depois de a polícia decidir por não indiciar Neymar. Os depoimentos e provas apresentados à Polícia Civil pela modelo Najila Trindade, que acusou o jogador Neymar de estupro e agressão, apresentaram “incongruências”, conforme escreveu a delegada que investigou o caso no relatório final do inquérito.

Após dois meses de investigação, a delegada Juliana Lopes Bussacos anunciou que o caso estava encerrado. “Eu concluí a investigação e deliberei por não indiciar o investigado por ausência de elementos suficientes para tanto”, afirmou.

No relatório final, a delegada concluiu que “diante dos elementos colhidos no curso da investigação policial, não vislumbro elementos para o indiciamento do investigado, uma vez que as versões são conflitantes, com incongruências nas declarações da vítima e, principalmente, nas provas apresentadas pela mesma”.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Essa é das que agenda o encontro, fatura o pedido, não entrega a mercadoria e ainda promove uma barulheira digna de uma sindicalista profissional. Vai ver que ela é filiada a algum partido de esquerda.

  2. Gilberto Marques de Oliveira disse:

    BG, nunca ví um comentário meu nesse blog.
    Queria chamar atenção de um absurdo que está sendo feito pelo DETRAN, só emite a carteira de idoso se o carro perncer ao mesmo. Ora, posso dirigir outros carros e por isso fico impossibiulitado de usufruir os direitos do idoso????
    O carro pode ser da familia e não estar em meu nome, posso estar com um carro locado que logicamente não vai estar no meu nome.

    • De saco cheio com o Brasil disse:

      Não é por acaso que seus comentários nunca estavam aparecendo, você faz comentários que não tem nada a ver com a reportagem!!! nesse caso o problema é só seu meu amigo, o mundo não gira em torno do seu humbigo.

    • Carlão disse:

      Né não, o cara não quer comentar no canto certo, só atrapalhando.

  3. LOL disse:

    já era o esperado… Torou-se!

  4. Almir Dionisio disse:

    armou e se deu mal – prostituta de luxo quis pegar um babaca com dinheiro.
    Tanta mulher bonita e gostosa no mundo, pegou uma golpista feia que qse ferrou um cara sem vivência alguma.
    Lição para os 2