Saúde

Natal fará busca para identificar quem ainda não recebeu a D2 da Coronavac; aproximadamente mil pessoas precisam completar ciclo de imunização

Foto: Alex Régis/Secom

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal informa que nesta segunda-feira (24) foram disponibilizadas 1.500 doses do imunizante Coronavac para população natalense. Essas doses foram distribuídas da seguinte forma: 200 doses em cada drive e 100 doses em cada Unidade Básica de Saúde (São João, Candelária, Nazaré, Pajuçara e Panatis). O público que está com a segunda dose em atraso na capital a partir do dia 09 de abril é de aproximadamente mil pessoas.

Após a inserção dos dados no sistema RN Mais Vacinas, a SMS Natal fará uma busca ativa na população natalense que não recebeu a segunda dose do imunizante Coronavac. A meta da SMS Natal é vacinar 100% das pessoas que tomaram a primeira dose.

Os dados do RN Mais Vacina referentes à última sexta-feira (21) mostram que 512 pessoas não residentes de Natal tomaram a segunda dose da Coronavac na capital e 581 pessoas não residentes de Natal tomaram a D2 da Oxford na capital.

 

Opinião dos leitores

    1. Talvez você esteja com inveja de quem já se imunizou, desejando chegar a sua vez para ser imunizado escondido, temendo que o público seguidor do seu mestre lambedor de papel higiênico descubra…

  1. É muita falta dw caráter uma informação dessa.Sem contar que toda aflição dos idosos para tomar a 2 dose se deve a Pref.de Natal.

    1. Eficácia baixissíma……Se tomar dois danoninho dá no mesmo…..kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

VÍDEO: Polícia Civil divulga imagens de câmera de segurança para identificar suspeitos de homicídio em Natal

Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) divulgou, nesta segunda-feira (17), imagens do sistema de câmeras de segurança que podem auxiliar na identificação do suspeito de um crime de homicídio, ocorrido no dia 09 de março de 2021, no bairro Lagoa Seca, que vitimou Klinger Vinícius de Lucena.

As imagens registraram o momento em que um homem e uma mulher, suspeitos pela autoria do crime, caminham em uma rua próxima. O suspeito está sem camisa e a mulher com um short e uma blusa regata escura.

A Polícia Civil solicita que a população envie informações, de forma anônima através do Disque Denúncia 181, que possam auxiliar na identificação do homem que aparecem nas imagens.

Vídeo abaixo:

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

DNA Center inova e oferece testes para identificar variantes da covid-19

Foto: Assessoria/Cedida

Estudos e análises de especialistas mostram que o agravamento da pandemia em vários países, incluindo o Brasil, se deu, entre outras fatores, pela circulação das novas variantes da covid-19. A identificação dessas mutações se torna cada vez mais importante para o combate e tratamento da doença. O laboratório DNA Center sai na frente mais uma vez e passa oferecer o teste para detecção de variantes do SARS-COV-2.

O teste é clinicamente validado para o diagnóstico molecular da estirpe selvagem e mais três variantes do vírus, que são: Variante Britânica (linhagem B.1.1.7 com identificação específica), Variante Sul-Africana (linhagem B.1.351) e Variante Brasileira (linhagem P.1).

O exame foi avaliado com amostras respiratórias previamente caracterizadas pela tecnologia NGS (Sequenciamento de Nova Geração). Os resultados permitiram diferenciar e identificar todas as amostras com alta especificidade e precisão. O teste é realizado a partir de amostras já positivas para a covid-19, colhidas pelo método RT-PCR.

“Além de ser útil para o monitoramento da frequência e distribuição populacional dessas variantes, a identificação é fundamental para o tratamento dos pacientes. As variantes são diferentes entre si, o que exige um trato epidemiológico e uma abordagem clínica diferente”, explicou Andréa Fernandes, sócia-diretora do DNA Center.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Procon-SP notifica a Caixa para identificar o ganhador da Mega e pagar o prêmio

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Procon-SP notificou a Caixa Econômica Federal, na segunda-feira (29), para que identifique o ganhador da Mega da Virada e pague o prêmio a ele. É que na ocasião a Caixa divulgou que, caso o ganhador não vá retirar os R$ 162 milhões até esta quarta-feira (31), o dinheiro será repassado ao Fundo de Financiamento do Ensino Superior (Fies).

O Procon-SP lembra que o jogo foi feito pela internet, o que requer cadastro prévio do jogador e uso de cartão de crédito. Logo, em teoria, a instituição financeira tem como identificar o ganhador em seu sistema.

O órgão solicita ainda que a instituição faça melhorias no seu sistema para que, caso outras apostas realizadas pela internet sejam premiadas, o pagamento possa ser efetuado no canal indicado pelos jogadores.

“Se é possível a identificação do apostador, a Caixa não pode comodamente aguardar o decurso do prazo e se apropriar do dinheiro. Caso o apostador esteja morto, o prêmio pertence aos seus herdeiros. E se a aposta foi feita por meio eletrônico, é dever da instituição financeira informar se não é possível identificar o seu autor”, afirma Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP.

A Caixa deve responder ao Procon-SP nesta quarta-feira (31). O CNN Brasil Business entrou em contato com o banco, mas ainda não teve resposta.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Sesap inicia pesquisa de testagem para identificar o comportamento da Covid-19 no RN

Mapear o comportamento da Covid-19 em todas as regiões do Estado do Rio Grande do Norte é a função do Inquérito Sorológico que tem início nesta sexta-feira (8). A Secretaria de Estado de Saúde Pública em parceria com o Instituto Amostragem do estado do Piauí tem como meta a elaboração de 24 mil entrevistas e exames.

A pesquisa acontece em três etapas com intervalo de uma semana entre elas, sendo 2.300 domicílios aproximadamente em cada etapa. O inquérito tem o apoio do Comitê Científico instaurado desde o início da pandemia com pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS)/UFRN. O Cronograma está dividido em três ciclos nas seguintes datas: 1° ciclo – 8 a 10/01/2021, 2° ciclo – 15 a 17/01/2021 e 3° ciclo – 22 a 24/01/2021.

Serão analisados oito municípios com sede de regionais de saúde no Estado: Pau dos Ferros, Mossoró, Assu, Natal, João Câmara, São José do Mipibu, Santa Cruz e Caicó e para cada município serão vinte entrevistadores e pesquisadores que farão a aplicação de um questionário com perguntas referentes a sintomas, estado de saúde, idade, comorbidades, entre outras questões importantes para embasar a pesquisa. Ao todo, serão 160 pesquisadores em campo. Em cada município sede serão sorteados 30 setores censitários do IBGE para a realização do inquérito e em cada setor serão realizadas 100 entrevistas, em domicílios previamente determinados pela UFRN.

A Sesap fornecerá 25 mil kits de testes da marca WONDFO SARS-CoV-2 Antibody Test, além dos equipamentos de proteção individual (EPIS). É importante ressaltar que uma parte dos kits é destinada para os pesquisadores em campo, para garantir a segurança no risco de contágio.

De acordo com João Batista, responsável pelo Instituto Amostragem, serão disponibilizados também supervisores e verificadores por município para o acompanhamento dos pesquisadores em campo. “Todos os pesquisadores passaram por um treinamento por videoconferência e farão também um treinamento in loco para aplicação dos testes, para uma maior segurança de todos”, esclarece. O exame será realizado com amostra de sangue obtida através de punção digital e o estudo de validação apresentado pelo fabricante identificou uma sensibilidade de 86,4% e especificidade de 99,6% de segurança no resultado.

Segurança para os participantes

Todos os indivíduos selecionados para a amostra do inquérito populacional serão informados sobre os objetivos do estudo, riscos e vantagens. O material e todas as informações serão coletados após assinatura do termo de consentimento do participante.

Todos os indivíduos testados em campo terão um número de telefone celular registrado para que possam receber informações sobre o resultado do teste. Os casos positivos serão notificados para o serviço municipal de saúde para providências necessárias.

As medidas de segurança biológica cabíveis serão tomadas, de forma a garantir a saúde dos trabalhadores de campo atuando na coleta dos dados e do material. O estudo envolve risco mínimo para a saúde dos participantes, pois consiste apenas na aplicação de um questionário e o exame sorológico. É importante ressaltar que, se houver qualquer desconforto, o participante poderá deixar de participar a qualquer momento.

Opinião dos leitores

  1. Quando a SeSaP vai explicar o sumiço dos 5 milhões dos respiradores, o contrato das ambulâncias e a compra das passagens aéreas.?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

TSE firma parceria com WhatsApp para identificar disparos em massa, robôs e banir contas

Foto: Reprodução internet

O Tribunal Superior Eleitoral anunciou, nesta quarta-feira, uma parceria com WhatsApp, Facebook e Instagram para combater a disseminação de fake news, de disparos em massa, e para divulgar medidas de segurança para o combate ao Covid-19 durante as eleições municipais de novembro.

No evento virtual, que contou com a participação do presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e de representantes das três redes sociais, foi comunicado que o WhatsApp disponibilizará um canal de comunicação para denunciar contas suspeitas de realizar disparos em massa, o que é proibido.

— O TSE será a primeira autoridade eleitoral do mundo a ter um chart bot dentro do aplicativo, que permitirá aos eleitores interagirem com o Tribunal Superior Eleitoral no Whatsapp. Haverá um canal específico para que a Justiça Eleitoral e cidadãos possam denunciar contas suspeitas de fazerem disparos em massa. Recebida a denúncia, o Whatsapp conduzirá uma apuração interna para verificar se as contas indicadas violaram as políticas do aplicativo. E, se for o caso, irá bani-las — explicou Aline Osorio, secretária-geral do TSE.

Foi anunciada ainda parceria com Facebook e Instagram para ajudar a divulgar iniciativas para o combate às fake news e medidas de segurança para o enfrentamento ao Covid-19 na eleição municipal deste ano.

— Buscamos enfrentar o que tem sido chamado de comportamentos inautênticos coordenados: uso de robôs, perfis falsos, circulação em larga escala de notícias deliberadamente falsas. E enfrentar sem criar um novo mal que, seria a censura. A revolução tecnológica digital resultou nessa difusão dos computadores e no surgimento da internet. É importante impedir que as redes sociais, que têm um papel agregador, sejam utilizadas muitas vezes com maus propósitos, seja para vantagem ilícita, difamar pessoas e destruir componentes essenciais à democracia — disse Barroso.

O Globo

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

VÍDEO: Golpe do boleto falso: saiba como identificar documento para não cair em armadilhas

Foto: Globo

O golpe do boleto falso – prática que envolve falsificação de cobranças para pagamento cair na conta bancária do criminoso – vem fazendo muita gente perder dinheiro.

Durante a pandemia, os golpes financeiros aumentaram em 300% no mundo inteiro, de acordo com dados do FBI. Só no Brasil, a armadilha cresceu em 45%, segundo a FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos). O perito digital Marcelo Nagy esclarece como a fraude funciona:

“Eles [criminosos] abrem uma conta e conseguem permitir depósitos através de transferências bancárias ou através de um número de boleto registrado, que tem oito grupo de números.”

Confira as dicas e fique atento!

A primeira coisa é entender que o código de barras, que a gente chama de conta de consumo, é diferente de um código de barras de um boleto de registro. Uma conta de consumo (água ou luz, por exemplo) tem quatro grupos de número e o último grupo possui só 12 dígitos.

O boleto de registro tem oito grupos de números, com 14 dígitos. (VEJA VÍDEO AQUI EM MATÉRIA NA ÍNTEGRA).

O código do banco, composto por três dígitos, também é um dado a ser observado. Na dúvida, pesquise na internet o código bancário do credor. Cada banco tem o seu código específico.

O boleto original precisa ter três itens básicos: nome do pagador (com os dados de quem vai pagar a conta), código do banco e CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) da empresa. Cuidado com o CNPJ porque golpistas podem abrir empresas falsas. No site da Receita Federal é possível consultar gratuitamente a numeração do CNPJ e saber de a empresa existe.

Os últimos dígitos do código de barras do boleto verdadeiro são correspondentes ao valor da conta. Ou seja, o final dele é exatamente o valor da conta que deve ser paga.

Veja foto que diferencia o boleto de registro e a conta de consumo, e saiba como identificar o boleto verdadeiro

“O boleto de registro tem um grupamento de número, só que tem oito conjuntos de números. Se você olhar o último agrupamento e contar, tem 14 números. Essa é a principal diferença do boleto. Os pontos em um boleto servem para entender quando acaba um agrupamento e começa o outro”, avisa Marcelo Nagy.

Boleto verdadeiro deve ter código do banco, dados do pagador e CNPJ verdadeiro da empresa — Foto: Globo

Em caso de dúvida se um boleto é verdadeiro ou falso, nunca entre em contato com o telefone que está na conta suspeita que você recebeu. “Às vezes, eles colocam até 0800. Quem atende é a central do golpista”, alerta o perito digital. Pesquise o número na internet e busque outras formas de contato com a empresa. Tenha cuidado também com sites fraudados. Os golpistas podem publicar links falsos.

Globo

Opinião dos leitores

  1. Parte da culpa é do
    proprio sistema bancário quando abre as contas e não faz as devidas averiguações , já que não perdem nada. O povo paga e se lasca, pois paga duas vezes.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Cartilha de alunos e professores da UFRN auxilia a identificar os sintomas da Covid-19

Foto: Reprodução

Um guia que apresenta de maneira didática as principais manifestações clínicas da doença causada pelo novo coronavírus. É dessa maneira que pode ser definida a cartilha Covid-19: Entenda os Principais Sintomas, produzida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio do Departamento de Fisioterapia (DFST).

Trata-se de iniciativa de alunos e professores da UFRN que procuraram elaborar um material com informações claras e objetivas sobre os sintomas que podem indicar o contágio pela Covid-19. Isso visa atender a necessidade de material informativo sobre o assunto, elaborado por especialistas, mas em linguagem acessível à população.

Esse tempo de pandemia da Covid-19 tem levado as pessoas a querer saber como essa doença afeta o organismo humano e como proceder diante disso. O problema é quando as informações divulgadas sobre essas questões são equivocadas ou falsas, como no caso das fake news, muito difundidas pelas redes sociais. Essa cartilha foi pensada justamente para combater a desinformação sobre esse assunto e poder ser compartilhada digitalmente.

Outro aspecto dessa iniciativa diz respeito à necessidade de saber diferenciar os sinais e sintomas de uma gripe comum daqueles que indicam o contágio pela Covid-19.  A febre, a tosse, a dor de garganta, a dor de cabeça e a fadiga são indicativos de doenças que podem ser causadas por vários vírus, como os da gripe comum, por exemplo. Mas também podem remeter ao contágio pelo novo coronavírus. Assim, se além desses sintomas a pessoa se queixa de falta de ar, de certa dificuldade para respirar, de sensação de aperto no peito e mal-estar; se ela tem aumento da frequência respiratória, mesmo estando em repouso; se manifesta uma coloração azul-arroxeada da pele, língua e mucosa da boca; se tem confusão mental, cansaço, diminuição de energia e pressão baixa, então é preciso procurar orientação profissional.

Para isso, a cartilha também disponibiliza o telefone do Instituto de Medicina Tropical da UFRN (3342 2300), que funciona de segunda a sexta-feira, das 08 às 18h. Outra possibilidade é o Disk Prevenção ao Coronavírus do Governo do Estado, serviço que conta com a colaboração da UFRN e atende pelo telefone 3190 0770. E, em caso de urgência, é preciso ligar para o Samu, pelo 192. O documento está disponível para acesso no link.

UFRN

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Projeto do IFRN busca identificar possíveis epicentros de contaminação

“Quanto maior o número de amigos contaminados eu tiver, maior a probabilidade de eu contrair a Covid-19? Estando um amigo de meu amigo contaminado, qual é o grau de risco que corro de ser contaminado? ” Essas e outras perguntas motivaram a equipe do Laboratório de Inovação Tecnológica (LIT) localizado no Campus Caicó do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) a criar o Corona Finder.

Orientado pelo professor Daniel Macedo, o Corona Finder é um trabalho que busca identificar futuros epicentros da doença antes que eles surjam efetivamente. Para isso, são utilizados recursos de Inteligência Artificial (AI). “O projeto surgiu com objetivo de tentar mapear a interação social como forma de amenizar o contágio do Covid19. Dessa forma, a proposta inicial era que as pessoas entrassem em nosso sistema através da autenticação de suas redes sociais (Facebook e/ou Instagram) para que fosse analisado o grau de proximidade com algum contaminado”, disse o professor Daniel.

Segundo o professor, a primeira etapa da iniciativa teve complicações logísticas. Para desenvolver a pesquisa, o sistema de Inteligência Artificial precisava consultar as localidades das fotos e locais visitados pela pessoa que tivesse logada ao Corona Finder, avaliando os últimos centros urbanos (e suas respectivas quantidades de contaminados) visitados. Tudo isso para poder ponderar o grau de exposição e contágio para o usuário. Porém, “o uso do Api Graph, (ferramenta do Facebook, onde o projeto começou a ser posto em prática) estava muito burocrático. Eles pedem um tempo para avaliar o projeto e liberar ou não o uso dessas informações através da API. Com esse tempo de isolamento (até mesmo nos EUA), presumimos que as coisas iam demorar”, declarou Daniel.

Hábitos pessoais de higiene

Partindo para o plano B, a equipe do LIT desenvolveu a ideia de avaliar os hábitos pessoais de higiene das pessoas e tentar analisar a influência desses hábitos na contaminação, considerando sua geolocalização, seguindo algumas etapas:

1 – Coleta de dados dos usuários sobre seus hábitos e localização (etapa atual);

2 – Cruzamento de dados entre a distância dos usuários para os três centros urbanos mais próximos e a densidade de contaminados em tal área;

3 – Análise, com uso de uma rede neural, dos hábitos (ou mesmo o fator localização) mais cruciais para a contaminação, através de treinamento de um sistema de Inteligência Artificial com dados de todo o Brasil.

“Com a inteligência artificial treinada, a gente vai verificar qual localidade está tendo o mesmo comportamento crítico definido pela IA, respeitando um ponto de partida dos epicentros atuais. Por exemplo, a cidade de São Paulo tem muitos contaminados. Quais cidades vizinhas a São Paulo estão sendo acusadas pelo sistema de Inteligência Artificial como tendo hábitos críticos?”, explicou Daniel sobre o Corona Finder e o que vem sendo desenvolvido.

LIT

Laboratório de Inovação Tecnológica do Campus Caicó do IFRN conta com a participação de aproximadamente 40 estudantes, em especial dos Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio em Informática e de Eletrotécnica. Destaca-se que o corpo docente do LIT é formado por engenheiros e, por isso, o laboratório conta com a parceria de professores da Escola Multicampi de Ciências Médicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EMCM-UFRN), da área de saúde. O intuito é possibilitar a eficácia e a usabilidade dos sistemas desenvolvidos.

“A proposta do laboratório é trazer inovação tecnológica para a área da saúde e agronegócio, dois braços fortes de suas pesquisas atuais. “Envolvemos conceitos como Deep Learning, Big Data e Data Mining para tratar de projetos na área de saúde, como o Living with wings, plataforma de jogos digitais em software e hardware adaptados para pessoas sem os membros superiores, que concorreu na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) 2020, e o OpenDemia, sistema para previsão, detecção e rastreio de Pandemias e Endemias, relatou o professor Macedo.

“É importante ressaltar que na ideia inicial o Corona Finder é baseado no colaborativismo: quem estava contaminado deveria, por vontade própria, informar isso ao sistema, visto que essa informação específica não é pública. Obviamente, o sistema estava preservando a identidade da pessoa”, finalizou Daniel, que, no LIT, destaca como colaboradores e participantes das atividades de pesquisa os professores Raphael Costa, Rafael Câmara e Francisco Júnior, com quem divide a coordenação do Laboratório, além dos estudantes Breno Almeida, Bruno Souza, Idaslon Garcia, Ivo de Paiva e José dos Santos.

Acesse

Página do Projeto Corona Finder

Laboratório de Inovação Tecnológica do Campus Caicó do IFRN (Instagram)

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pesquisadores criam armadilha para identificar o Aedes aegypti

Foto: Pixabay

Não é de hoje que “armadilhas” contra o mosquito Aedes aegypti ganham destaque. A mais famosa é a “Mosquitérica”, que começou a ser produzida nos anos 2000, com garrafa pet e microtule pelos pesquisadores do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A ideia principal é que a fêmea seja atraída por um ambiente de água parada rico em microrganismos, que é estimulado pela presença de ração de gato, alpiste ou arroz. Os ovos inicialmente depositados na câmara em contato com o ambiente se transformam em larvas, que atraídas pelo alimento atravessam o microtule, onde se desenvolvem e crescem a ponto de não mais conseguir retornar para a primeira câmara. Por fim, cabe ao dono da armadilha matar as larvas e mosquitos que se acumulam na segunda câmera e continuar o processo.

Mas, antes de preparar a armadilha, é importante ter certeza de que todos os focos do mosquito foram eliminados, pois somente assim ela será eficiente. E nunca é demais lembrar que prevenção deve ser a palavra de ordem sempre e cada um deve fazer a sua parte para a evitar a formação de criadouros.

Por que fazer uma armadilha?

O objetivo principal é descobrir se o mosquito está na região e alertar as autoridades para que sejam procurados focos do mosquito. Mas também é possível que ela seja usada para erradicar o mosquito em uma região.

Arte R7

Fontes:

Armadilha letal para mosquitos, temperada com atitude de civilidade. Faperj, 2019. Disponível em: http://www.faperj.br/downloads/mosquiterica.pdf. Acesso em 2 de agosto de 2019.

BIANCOVILLI, Priscila. O que a virologia pode fazer contra a dengue? Agência de Notícias da UFRJ – CSS Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes, 2015. Disponível em: https://ufrj.br/noticia/2015/10/22/o-que-virologia-pode-fazer-contra-dengue. Acesso em 2 de agosto de 2019.

R7

 

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Cientistas criam bafômetro capaz de identificar uso de maconha

(OpenRangeStock/Thinkstock)

Cientistas americanos desenvolveram um bafômetro capaz de identificar o consumo maconha. O dispositivo, que ainda é um protótipo e não tem previsão para ser utilizado nas ruas, foi produzido por uma equipe do departamento de química da Escola de Engenharia de Swanson, nos Estados Unidos.

O funcionamento do aparelho se dá pela medição da quantidade de tetrahidrocanabinol (THC), psicoativo da maconha, na respiração de quem bafora o aparelho. De acordo com Sean Hwang, autor do estudo, o desenvolvimento do dispositivo só foi possível graças a um novo semicondutor de nanotubo de carbono, tecnologia considerada promissora no meio científico.

“Ensinamos o bafômetro a reconhecer a presença do THC com base no tempo de recuperação das correntes elétricas, mesmo quando há a presença substâncias como o álcool”, afirmou o cientista ao site Phys.org. Para os pesquisadores, esse é o primeiro passo para criar um futuro em que as pessoas não fumem e dirijam.

O consumo de maconha medicinal ou recreativo da maconha é permitido em nove estados americanos além da capital Washington, como Califórnia, Nevada e Colorado.

Nestas quatro regiões, aliás, segundo dados do Instituto de Segurança Viária das Seguradoras dos Estados Unidos (IIHS), o número de acidentes de trânsito desde a legalização da droga aumentou 6% entre janeiro e 2012 e outubro de 2017.

Exame

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tecnologia

Aplicativo para identificar procurados pela Justiça já pode ser baixado

Com um aplicativo gratuito instalado no celular, qualquer cidadão poderá identificar pessoas procuradas pela Justiça. O novo módulo do aplicativo Sinesp Cidadão foi lançado hoje (24) pelo Ministério da Justiça e permite a consulta a um cadastro nacional de 352 mil mandados de prisão. Quem identificar alguém nessa condição pode acionar a polícia para que a ordem judicial de prisão seja cumprida.

sinesp_mandado_de_prisao_editadaPara checar se a pessoa tem condenação na Justiça ou se há ordem judicial de prisão contra ela, basta digitar dados como nome completo ou número de algum documento de identificação, entre eles identidade, CPF, título de eleitor, carteira de trabalho e passaporte. Quando um registro de mandado de prisão é localizado, aparecem também outros dados disponibilizados por órgãos do Poder Judiciário.

No caso de haver nomes iguais ou semelhantes, é possível checar no aplicativo mais dados, como nome da mãe ou data de nascimento, por exemplo. Outra opção é refinar a busca com detalhes como órgão expedidor do documento ou número do processo ou mandado.

Ao lançar o aplicativo, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ressaltou que, quando uma política de segurança pública integra a sociedade, é possível alcança bons resultados. “Essa interação da sociedade com a segurança publica tem um valor inestimável. Sem informação e sem integração não se faz nada em segurança pública”, disse. Cardozo lembrou que, além dos cidadãos, os policiais também poderão ter acesso rápido aos mandados.

A busca lançada hoje é um novo módulo do aplicativo Sinesp Cidadão que, atualmente, permite a consulta de veículos roubados. Com o aplicativo instalado no celular, basta escolher o módulo de consulta a mandados. O novo módulo está disponível para Android e, em dez dias, estará disponível para Apple.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *