Heráclito Noé, a metamorfose partidária

Como o blog havia antecipado, o vereador Heráclito Noé é o mais novo auxiliar da prefeita Micarla de Souza. Noé já anunciara que não seria candidato nas eleições de outubro. Não tentaria renovar o mandato de vereador.

Eleito pelo PPS, passou bom tempo numa briga com o presidente estadual do partido, o ex-deputado Wober Junior. Chegou a anunciar que iria para o PSD do vice-governador Robinson Faria. E terminou desembarcando no PR de João Maia, que já fez parte da administração municipal e que agora faz oposição à prefeita.

A pergunta que se faz agora é: como é que um vereador de um partido da Oposição vira chefe da Casa Civil, responsável por toda a articulação, tanto interna quanto externa, de uma administração?

Quem souber a resposta, por favor, envie para o Blog do BG.

Empresário será o candidato do PR a Prefeito de Caicó

Está no Blog de Ana Ruth,

O empresário Antonio Dantas Neto, conhecido como Toinho da Graciosa, será o candidato a prefeito do PR na cidade de Caicó. O convite foi feito pelo prefeito Bibi Costa, ratificado pelo presidente estadual do PR, deputado federal João Maia, e aceito pelo empresário.

Toinho da Graciosa é estreante na política e disputará o Executivo caicoense com Nildson Dantas, apoiado pelo deputado Vivaldo Costa, e Roberto Germano, ex-prefeito que é candidato pelo PMDB.

Do Blog: O nome de Toinho da Graciosa é um nome sem rejeição, nome novo na praça e pode mudar o Cenário político de Caicó, que hoje é totalmente favorável a Roberto Germano.

Juízes recorrem à publicidade para se valorizar e melhorar imagem no PR

Num instante em que a magistratura encontra-se sob questionamento, os juízes do Paraná decidiram recorrer à publicidade para defender a classe.

Nesta segunda (31), a Amapar (Associação dos Magistrados do Paraná) lançará uma campanha batizada de “Olhos Abertos”.

Inclui anúncios de jornal, outdoors, cartazes e spots para rádio e TV. Peças como a do vídeo acima, cujo mote é: “Quem garante os nossos direitos merece o nosso respeito.”

Não há, por ora, informações disponíveis sobre o custo da iniciativa e a origem do dinheiro que custeia a produção e a veiculação dos anúncios.

A campanha chega nas pegadas da polêmica inaugurada pelas declarações de Eliana Calmon, corregedora-geral do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Eliana, que também é ministra do STJ, dissera em entrevista que há no Judiciário brasileiro “bandidos que se escondem atrás da toga.”

Presidente da Amapar, Gil Guerra afirma que o propósito da campanha publictária é o de elevar a autoestima, recuperando a confiança da sociedade nos juízes.

“Não se trata de querer que se coloque o juiz no Olimpo. Mas a população sempre teve muita confiança nos magistrados, e acreditamos que isso é importante.”

A associação dos magistrados paranaenses nega que suas propagandas sejam uma responsta à corregedora Eliana Calmon. Mas a vinculação tornou-se indissociável.

Um dos anúncios encomendados pela Amapar para veiculação em mídia impressa pergunta aos leitores:

“Já viu alguém ser condenado antes de qualquer julgamento?” E acrescenta: “Infelizmente, é o que tem acontecido com os juízes no Brasil.”

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Advthais34038 disse:

     Esse video é um exemplo de que se acham superiores a nós cidadão Se todos tivessem essa consciênciae criticassem esses videos o Brasil com certeza seria diferente. Juiz corrupto tem medo apenas de uma coisa: de um povo consciente! Mais uma vez, parabéns a MINISTRA ELIANA CALMON

  2. Thais silva disse:

    SÓ PODEMOS RESPEITAR PESSOAS QUE SE DÃO O RESPEITO E EXISTEM MAGISTRADOS QUE
    NÃO SE DÃO O RESPEITO. SE CONSIDERAM DEUSES. A PROFISSÃO DE JUIZ É PARA POUCOS
    QUE REALMENTE TEM VOCAÇÃO .JUIZES SÃO FUNCIONARIOS PUBLICOS QUE MERECEM RESPEITO
    ASSIM COMO OUTRAS PESSOAS TAMBÉM MERECEM INDEPENDE DA SUA PROFISSÃO. NO PARANÁ TEM

    JUIZES QUE AGEM COM PARCIALIDADE E SÃO PIORES QUE BANDIDOS

PMDB corteja apoio do PR para candidatura de Hermano Morais

A um ano das eleições que definirão a sucessão da prefeita Micarla de Sousa, os partidos se articulam nos bastidores e costuram alianças em benefício de seus candidatos.

Seis nomes foram postos para concorrer ao assento principal do Palácio Felipe Camarão: a atual prefeita, o petista Fernando Mineiro, o tucano Rogério Marinho, o bacurau Hermano Morais, a pessebista Wilma de Faria e o ex-prefeito do PDT, Carlos Eduardo Alves. Ainda corre por fora o Deputado Federal Felipe Maia

Em 20 anos, é a primeira vez que o PMDB lançará um candidato na chapa majoritária. O nome do deputado Hermano Morais conta com o apoio integral do padrinho Henrique Eduardo Alves e da outra banda do partido, liderada pelo ministro Garibaldi Filho, que é mais discreto e prefere se reservar o direito de pular do barco, caso a candidatura de Hermano se mostre náufraga.

A novidade é que o PR de João Maia pretende embarcar na chapa peemedebista. Henrique e Maia costuram uma aliança de apoio ao nome de Hermano.

E o PR não é o único. O palanque do DEM de José Agripino vai apoiar o peemedebista em um eventual segundo turno, caso Hermano vá disputar a caneta do Executivo municipal em um segundo round.

PR ameaça deixar base do Governo Dilma

Vera Rosa, O Estado de S. Paulo

Alvo da faxina promovida pela presidente Dilma Rousseff no Ministério dos Transportes, o PR ameaça agora sair da conflagrada base de apoio do governo no Congresso. A decisão será anunciada nesta terça-feira, em discurso do senador Alfredo Nascimento (AM), que foi defenestrado dos Transportes na esteira das denúncias de corrupção e atualmente comanda o partido.

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Dilma trata o PMDB com suavidade que negou ao PR

Josias de Souza:

Para evitar problemas com o PMDB, Dilma Rousseff encomendou à Secretaria de Comunicação da Presidência a divulgação de uma nota.

O texto veio à luz neste domingo (7). É curto e peremptório. Uma única frase. Diz o seguinte:

“A presidente Dilma Rousseff reitera a sua confiança no ministro da Agricultura, Wagner Rossi, que está tomando todas as providências necessárias.”

Ex-deputado federal, Rossi (foto) comanda a Agricultura por indicação do vice-presidente Michel Temer, hoje a liderança que personifica os interesses do PMDB.

As “providências” mencionadas na nota do Planalto referem-se à mais recente denúncia contra a gestão do apadrinhado de Temer.

Descobriu-se que um lobista com sala no ministério preparava editais de licitação, intermediava negócios e distribuía propinas.

Tudo com o suposto conhecimento do secretário-geral Milton Ortolan, o segundo na hierarquia da pasta, amigo de 25 anos do ministro Rossi.

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Waldick Soriano e Alfredo Nascimento. Os dois não são cachorros não…

– O Estado de S.Paulo

O senador Alfredo Nascimento teve os seus 15 minutos de glória – vá lá a palavra – ao subir à tribuna, 27 dias depois de ser obrigado a deixar o Ministério dos Transportes, para dar o show de indignação de todo político alvejado pela revelação de ilícitos. No caso, a denúncia de contratos superfaturados e cobrança de propinas em benefício do PR que Nascimento preside e que controlava a pasta. Dedo em riste, conforme a expressão corporal dos injustiçados, o notório político amazonense se disse “julgado e condenado sem que pudesse me defender” e acusou a presidente Dilma Rousseff de não lhe ter dado o apoio que prometera quando rebentou a crise.

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PR abandona bloco do PT no Senado

Josias de Souza

O PR, partido do ex-ministro Alfredo Nascimento (AM), decidiu abandonar o bloco liderado pelo PT no Senado.

O gesto não significa um rompimento com o governo Dilma Rousseff. Porém, Magno Malta (ES), líder do PR, adjetivou o suporte. “Será um apoio crítico.”

Na prática, o PR deixa de seguir a orientação da liderança do bloco governista, acumulada por Humberto Costa (PE), líder também da bancada do PT.

Em aparte ao colega Nascimento, que discursava no plenário, o senador Blairo Maggi (PR-MT) deu ideia do sentimento que se alastra pela tribo dos pêérre:

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Dilma: um peso com o PR, outro com o PMDB na sujeira com a Agricultura

Josias de Souza

Levado ao notíciario como novo foco de corrupção, o Ministério da Agricultura, da cota do PMDB, mereceu de Dilma Rousseff um tratamento diferenciado.

Ao contrário da reação que teve no caso das denúncias de cobrança de propinas nos Transportes, da cota do PR, a presidente dessa vez não levou a mão à vassoura.

Uma auditoria concluída pelo TCU farejou práticas que submetem o contribuinte ao risco de desvios e sujeitam Dilma ao arrependimento.

O relatório do tribunal de contas anota que a Agricultura não exerce controle eficaz sobre as operações milionárias que correm pelos seus escaninhos.

Para o TCU, o ministério convive com brechas que podem servir de escoadouro de verbas públicas.

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PR baixa lei da mordaça para seus Parlamentares

Fazer tudo que é traquinagem pode. Agora falar não pode. Segue reportagem da agência Estado:

A direção do PR baixou a “lei da mordaça” no partido, orientando seus integrantes a parar de reclamar da presidente Dilma Rousseff e da exposição pública de filiados no escândalo do Ministério dos Transportes. De acordo com um parlamentar do partido, a mágoa com a forma em que estão sendo tratados se alastra pela bancada de 40 deputados.

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Faxina continua. Mais três demitidos no Ministério dos Transportes

Estadão:

Três assessores do Ministério dos Transportes ligados ao deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP) e ao ex-ministro Alfredo Nascimento foram demitidos do cargo. A demissão foi assinada ontem pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União. São eles: José Osmar Monte Rocha, Estevam Pedrosa e Darcy Michiles.

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Vejam o que Pagot deixou de dizer no congresso

A Veja desta semana traz reportagem mostrando o que ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antonio Pagot, deixou de falar no seu depoimento. Lama pouco é bobagem.

Havia uma monumental expectativa em torno do depoimento, no Congresso, do ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antonio Pagot. Pilar da estrutura de corrupção montada pelo Partido da República (PR) no Ministério dos Transportes, Pagot foi afastado do cargo pela presidente Dilma Rousseff e, desde então, ameaça envolver o PT e os petistas nas denúncias de irregularidades. Se era blefe, houve quem sentisse calafrios. De renegado, Pagot passou a ser tratado com uma deferência incomum para alguém acusado de cobrar propina e superfaturar obras públicas. Foi recebido pelo chefe de gabinete da Presidência, ouviu elogios de ministros, senadores e lideranças políticas do governo. Sua “demissão sumária”, anunciada pelo Palácio do Planalto, foi substituída temporariamente por “férias”. No Congresso, Pagot falou como “diretor”, alegou desconhecer qualquer irregularidade e disse que as decisões no Dnit eram colegiadas, ou seja, precisavam ser aprovadas por todos os diretores. Portanto, se houve algo errado, o que ele desconhece, a responsabilidade seria coletiva. Sobre o PT e os petistas? Nenhuma palavra direta, ao menos por enquanto. Mas a ameaça continua – é real e gravíssima.

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Faxina no DNIT e no Ministério dos Transportes vai continuar

Gerson Camarotti e Maria Lima, O Globo

O desmonte do comando do Dnit começou antes mesmo de estourar a atual onda de denúncias de desvios e cobrança de propinas no setor, com a exoneração, dia 14 de junho, do então diretor de Administração e Finanças, Heraldo Cosentino.

Ele é ligado ao PT e alegações pessoais justificaram sua saída. Hideraldo Caron, diretor de Infraestrutura Rodoviária e também pertencente aos quadros do partido, é outro que deve cair a partir de agosto.

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Vejam porque Blairo Maggi não topou ser Ministro

Blog Josias de Souza

Sondado pelo Planalto e instado por seu partdo a assumir a pasta dos Transportes, o senador Blairo Maggi (PR-MT) preferiu se abster.

A decisão, já esboçada na véspera, solidificou-se nesta sexta (8), em reunião com executivos de seu grupo empresarial, o Amaggi.

O senador concluiu que há “impedimentos legais” para que ele assuma o ministério. Suas empresas mantêm contratos com o governo.

A decisão de Maggi ainda não foi transmitida a Dilma Rousseff. A recusa será formalizada na semana que vem.

Em notícia veiculada pela Folha, informa-se que uma das empresas de Maggi, a Hermasa Navegação da Amazônia, é beneficiária de verbas dos Transportes.

A empresa administra um porto graneleiro e uma frota de barcaças. Transporta soja plantada na região Norte até o porto de Itaqui (MA).

Belisca, desde 1996, verbas do Fundo de Marinha Mercante, gerido pelo Ministério dos Tranportes. O agente financeiro é o bom e velho BNDES.

Apenas no ano da graça de 2008, a Hermasa logrou aprovar no ministério R$ 66 milhões em projetos. Coisa destinada à fabricação de 41 barcaças graneleiras.

Com tantos interesses, Maggi não deveria nem ter apadrinhado Luiz Antonio Pagot para a chefia do Dnit. Assumir o ministério seria um escárnio.

Dono de patrimônio pessoal declarado R$ 152 milhões, o senador faturou em seu grupo empresarial, o Amaggi, R$ 3,9 bilhões em 2010.

 

A mistura de tais cifras com o lodo dos Transportes converteria Maggi em manchete instantânea. E a visibilidade nem sempre é boa para os negócios.

Enquanto Maggi sucumbe ao temor de virar o escândalo da vez, Dilma acalenta o sonho de efetivar nos Transportes o interino Paulo Sérgio Passos.

O PR mantém o pé (de cabra) na porta. A legenda anuncia a intenção de prover a Dilma, na próxima semana, uma lista de “opçõe$”.