A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) registrou chuvas em todas as regiões entre sexta-feira(17) e o início da manhã desta segunda-feira(20). Conforme destaque, o agreste e o leste potiguar concentraram maior volume, com destaques para os municípios de Extremoz, Montanhas, Espírito Santo, Monte Alegre e Monte das Gameleiras.
OESTE POTIGUAR
Serra Do Mel(Prefeitura) 14,0
São Rafael(Particular Ii) 2,3
São Rafael(Emater) 2,0
CENTRAL POTIGUAR
Carnaúba Dos Dantas(Emater) 7,0
Pedro Avelino(Particular) 1,0
Pedro Avelino(Base Fisica Da Emparn) 0,9
Santana Do Matos(Emater) 0,5
Cruzeta(Base Fisica Da Emparn) 0,4
AGRESTE POTIGUAR
Monte Alegre(Emater) 37,0
Monte Das Gameleiras(Emater) 35,5
São Bento Do Trairi(Prefeitura) 29,2
Serrinha(Emater) 24,5
Vera Cruz(Emater) 24,0
Boa Saúde(Emater) 21,1
São Pedro(Emater) 21,0
Bom Jesus(Particular) 19,6
Tangará(Emater) 19,3
Santa Cruz(Emater) 18,0
Lagoa De Pedras(Prefeitura) 15,7
Jaçanã(Emater) 15,0
Bento Fernandes(Sec Agricultura) 12,4
Rui Barbosa(Emater) 11,2
São Paulo Do Potengi(Emater) 7,0
João Câmara(Centro Saude) 4,2
Sítio Novo(Prefeitura) 3,5
LESTE POTIGUAR
Extremoz(Emater) 48,9
Montanhas(Prefeitura) 43,6
Espirito Santo(Prefeitura) 43,2
São Gonçalo Do Amarante(Base Fisica Da Emparn) 28,8
Ceará-Mirim(Agroindustria-fz Limoeiro) 8,0
O desembargador federal do TRF-5, Francisco Machado negou recurso impetrado pelos Ministérios Públicos (MPRN, MPF-RN e MPT-RN), contra decisão do juiz federal Janilson Siqueira que manteve a legalidade da reabertura gradual do comércio em Natal.
Na decisão, o desembargador salientou que, a partir de exame superficial, próprio desta fase de cognição sumária, “tenho que a tutela recursal não deve ser liminarmente atendida. Verifico não estar configurado pressuposto que autoriza a atribuição de efeito suspensivo ativo, qual seja, a probabilidade do direito”.
” Por fim, tenho que, por ora, não se justifica a interferência do Poder Judiciário nas ações do Poder Executivo Municipal, para desfazer a liberação de alguns setores da economia, que, embora não essenciais, não indicaram, por enquanto, ser fatores de aumento de contágio do novo coronavírus no Município de Natal.
Até 10h desta segunda-feira(20), a situação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em Natal aprestaram números baixos de pacientes internados por covid-19. Veja abaixo:
A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os dados do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta segunda-feira(20). Na ocasião, foi informada a taxa de ocupação geral de leitos, que registra neste momento 88%.
A Sesap também informou que 562pessoas estão internadas em hospitais públicos, privados ou filantrópicos, entre suspeitos, confirmados, pacientes em enfermaria ou críticos, que neste último caso, somam (282críticos e 280 clínicos).
Entre regiões, a ocupação se encontra no seguinte cenário:
Esse desgoverno do RN é mesmo uma piada de mau gosto. Fechou quando não era preciso e agora abre quando devia fechar. Resultado da politicagem em que se transformou a pandemia.
Vão morrêêêê 5 mil no erre êne. Ninguém respeita mais nd. O coronga vírus tá botano pra torar. Continuem… continuem aglomerando, já já tem mais gente indo dessa para o além, levar tridentada de Lúcifer no traseiro.
Ate quando o governo do Estado vai continuar descumprindo seu proprio decreto? Reabertura economica somente se ocupacao de leitos estivesse abaixo de 80 por cento.
A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta segunda-feira(20). Os casos confirmados chegam a 43.957. No boletim desse domingo eram (43.766).
O total de vítimas da covid-19 no RN chega a 1.585, sendo 04 confirmadas nas últimas 24 horas, e outras 04 após resultados de exames divulgados dos últimos dias. Em investigação estão mais 205 óbitos.
Os casos suspeitos somam 55.704, descartados(68.806) e pacientes recuperados são 3.441.
As imagens de pessoas descumprindo as regras de isolamento social e colocando em risco todo um trabalho desenvolvido para reabertura gradual do segmento de alimentação causou preocupação ao Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN).
Para o presidente do Sindicato, Habib Chalita, as cenas difundidas em toda a imprensa e nas redes sociais só elevam o medo e prejudicam ainda mais os bares e restaurantes, que após meses fechados por causa da pandemia estavam retomando seus trabalhos sempre dentro de rígidas regras sanitárias e de saúde pública.
Além disso, principalmente em Ponta Negra, empresários que tinham reaberto seus estabelecimentos denunciam que a prática ocorrida no domingo (19) é algo corriqueiro naquela região mesmo antes da pandemia e isso vinha afetando o fluxo de clientes a cada mês.
Há alguns meses, o presidente do Sindicato já havia relatado esse problema e pedido que as autoridades tivessem providências para que o principal cartão postal da cidade não ficasse manchado com esse tipo de situação que prejudica não só os empresários como também aos que frequentam a praia.
Habib Chalita se soma às demais entidades que manifestaram seu repúdio e insatisfação com o comportamento visto na praia de Ponta Negra colocando em grande risco a saúde pública da capital e lembra que os empresários têm sido cobrados para garantir a questão sanitária em seus comércios.
Diante disso, ele reforça que o Poder Público tenha as devidas providências para não só fiscalizar, mas também combater esse tipo de situação que provoca prejuízos na saúde e na economia.
Jair Bolsonaro, novamente, defendeu o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19.
Em tuíte, o presidente compartilhou uma nota da Associação Médica Brasileira (AMB) em que defende a autonomia do médico para prescrever o uso da hidroxicloroquina para pacientes com Covid-19.
No texto, a AMB afirma reconhecer a importância do uso de medicamentos off label –quando a indicação do profissional diverge do que consta na bula. Em dobradinha, Bolsonaro escreveu:
“É importante lembrar que o uso off label (fora da bula) de medicamentos é consagrado na medicina, desde que haja clara concordância do paciente. E que, sem a prática do off label, diversas doenças ainda estariam sem tratamento.”
No Ministério da Saúde, segundo apurou O Antagonista, a ordem também é para investir no discurso da “autonomia médica” quando se tocar no assunto da cloroquina.
Atenção meu camaradas petistas…Não tomem essa medicação…Não tomem ivermectina nem azitromicina tb…se sentirem sintomas, fiquem em casa e aguardem a melhora (esse é o protocolo indicado pelo nosso partido sério e honesto)…Deixem esses remédios sem comprovação para os facistas..Não acreditem neles, repito, não tomem…Lulalivre….
Um novo estudo realizado por membros do Sistema de Saúde Henry Ford, em Detroit, Michigan, apresentou resultados positivos acerca do uso de hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com Covid-19. A pesquisa mostrou que o grupo que utilizou a droga teve a taxa de mortalidade reduzida pela metade…. procurem no Google….pequisa mais recente. Existem diversas pesquisas contra e a favor…SE O MÉDICO PRESCREVER E O PACIENTE ACEITAR, problema de ambos…..CONDUTA MÉDICA É SOBERANA E INDEPENDENTE DE POLITICAGEM. O gado de Bolsolouco e os jumento de Luladrão vão enlouquecer antes de terminar a pandemia….
Os ESQUERDOPATAS DESINFORMADOS deviam ir procurar a hidroxicloroquina em qualquer farmácia. O medicamento está em falta em todas.
Não existe CLOROQUINA ENCALHADA, ao contrário a busca é imensa, e não há estoque que dê conta.
Dinheiro gasto à toa.Algum interesse por trás.Quanto a ivermectina não.Afinal de contas existe muita verminose neste país.E tem alguns tipos de larva migrans que cegam. Além do mais se for necessario uso de corticoide em pacientes graves,é uma profilaxia para super infestaçoes.
Não entendo pq tanta defesa do presidente em algo que não tem comprovação alguma, não se ver o mesmo empenho na defesa do uso da Ivermectina ou Azitromicina. Muito e$tranho!
Simples! Ele investiu milhões em laboratórios do exército e, como esse medicamento não tem qualquer eficácia, responderá à inúmeras ações de Improbidade Administrativa e ficará inelegível. Jogou dinheiro meu, seu, nosso e público na lata do lixo. Simples assim.
Tem comprovação empírica sim, E muita, pesquise.
De prefência em outras línguas. Querem poltitizar um medicamento. Criminosos.
Simples, pq é barato e qualquer cidadão pode comprar.
O Exército produziu uma quantidade de Cloroquina capaz de abastecer o país por 18 anos. Ele tem que fazer o povo engolir essa produção. Aliás e a propósito, o Trump é acionista da Cloroquina.
Quem é contra fique na dipirona e no paracetamol !!! Não há nada comprovado, mas as evidências estão aí. Tire a sua venda ideológica e veja !
A pergunta que vale um milhão de dólares: quais serão as sequelas da pandemia? Ainda pouco são os estudos sobre o tema e enquanto as respostas não vêm, pesquisadores de diversas áreas analisam os sintomas – estes, já um tanto conhecidos. Se não sintomas da doença, são do mal que ela provoca.
Um modelo matemático demonstrou que pessoas até 19 anos são muito menos suscetíveis ao coronavírus do que adultos e idosos. No entanto, a pandemia expõe as crianças a outros riscos, como estresse tóxico, violência e fragilidades no desenvolvimento. Os efeitos da pandemia do coronavírus no desenvolvimento infantil já deixou sequelas.
A maior crise sanitária do século já afetou a saúde mental e o estresse tóxico é uma das consequências. Ocorre quando a criança vivência adversidades por um longo período sem o suporte de um adulto. Um dos efeitos colaterais é a interrupção do desenvolvimento saudável do cérebro e de outros sistemas do corpo, aumentando o risco de uma série de doenças.
Um perigo que, muitas vezes, é inimaginável. Numa atividade de Língua Portuguesa, de uma escola particular em SP, crianças de 9 anos tinham que reescrever o conto da Chapeuzinho Vermelho. Um dos alunos começa seu texto assim: “Vesti minha capa vermelha, meu tênis Adidas, minha máscara e fui visitar minha avó que estava com COVID-19”. Veja só, até a vovózinha do Charles Perrault contraiu o vírus.
A imaginação das crianças sempre foi longe, mas quando o medo toma conta dela tem-se um problema pra lidar. Crianças e adolescentes estão à mercê do medo, diariamente, e as vias de contaminação são muitas. Mas o que fazer então? Como lidar?
Em meio a tanta tensão, é esperado que crianças e adolescentes estejam mais sensíveis. As situações de incerteza e de perdas causadas pela COVID-19 podem provocar nas crianças sentimentos de raiva, medo e ansiedade pela perda do vínculo com pessoas, seja por distanciamento, adoecimento ou morte. E elas tendem a ser ainda mais intensas pelo fato de as mudanças terem sido bruscas e abrangerem vários aspectos do nosso dia a dia. O acúmulo de tantos sentimentos destapa a válvula do estresse que, neste caso, é extremamente tóxico.
A extensão da doença é incalculável e alguns órgãos estão tentando mapear o tamanho do efeito. O Núcleo Ciência pela Infância (ICPI) e a Sociedade Brasileira de Pediatria são dois deles. Quando o estresse surge da percepção de um evento ameaçador, estudos apontam que o modelo para lidar envolve o atendimento a algumas necessidades psicológicas universais.
“Ainda nos estágios iniciais do desenvolvimento da afetividade e da inteligência, as crianças se guiam pelas experiências, pelo que podem ver, ouvir, tocar, cheirar, imaginar, imitar, dizer, brincar. Muito mais do que atentar para os conceitos que explicam a situação excepcional. O que vale é a observação dos pais ou familiares”, diz a Profa. Dra. Maria Beatriz Martins Linhares, Professora Associada do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e membro do Comitê Científico do Núcleo de Ciência pela Infância (NCPI).
Um estudo preliminar realizado na província chinesa de Shaanxi, por exemplo, avaliou na segunda semana de fevereiro de 2020, os efeitos imediatos da pandemia da COVID-19 no desenvolvimento psicológico de 320 crianças e adolescentes de ambos os sexos de 3 a 18 anos de idade. Os resultados mostraram que os problemas emocionais e comportamentais mais prevalentes foram distração, irritabilidade, medo de fazer perguntas sobre a epidemia e querer “ficar agarrados” aos familiares.
Além disso, foram verificados casos de insônia, pesadelos, falta de apetite, desconforto físico e agitação. As crianças na faixa etária mais jovem (3 a 6 anos) manifestaram mais o sintoma de querer ficar “grudadas” nos pais e temer que membros da família fossem contaminados. “Elas não compreendem direito a situação e reagem, principalmente, às mudanças que percebem no comportamento dos familiares e em sua rotina de vida”. É natural que as crianças pequenas passem a dormir mal, não comer, chorar, morder, demonstrar apatia ou distanciamento: são todas formas de lidarem com a situação adversa.
Um exemplo é o eventual aumento de respostas agressivas por parte da criança. É uma reação esperada quando o período de estresse se prolonga e atinge um nível tóxico. “Isso porque para uma criança pequena é muito mais difícil racionalizar a emergência vivida em uma pandemia. Ela ainda não tem os recursos cognitivos necessários para compreender algo tão abstrato como o coronavírus”, explica a Profa. Dra. Maria Beatriz.
As crianças mais velhas, por sua vez, manifestaram mais desatenção e dúvidas. Deve-se também destacar que este contexto de estresse altera profundamente as atividades físicas e o sono, que são essenciais para o pleno desenvolvimento infantil. “Há inúmeras evidências da profunda influência desses fatores sobre a plasticidade cerebral e, consequentemente, o desenvolvimento cognitivo e emocional. Neste momento dramático em que vivemos uma total modificação de nossas rotinas, torna-se um desafio a manutenção adequada dessas atividades para que se possa preservar uma vida saudável”, aponta a Profa. Dra. Maria Beatriz Martins Linhares.
Segundo a pediatra Liubiana Arantes de Aráujo, especialista do Departamento Científico da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), o estresse pode ser tolerável se a família conseguir desenvolver estratégias para ajudar a criança e o adolescente a se reorganizarem. Para isso, a família precisa prover carinho, suporte, acolhimento, tempo de escuta da angústia, além de tentar organizar a rotina de um modo mais organizado e com coisas atividades positivas.
As recomendações publicadas no estudo da ICPI reforçam as da SBP. É importante manter os relacionamentos, ainda que virtuais, assegurando a eles o senso de pertencimento de grupo. Garantir os laços é tarefa das mais importantes em meio ao medo da morte. Procurar entender reações como birra, manha, carência ou respostas a uma situação tensa é outro ponto de atenção.
“Importante entender não como um desafio ao adulto e ajudá-la a perceber essa relação e tranquilizá-la. Elogiar a criança, comportamentos adequados, brincar, conversar, ouvir. Aceitar os eventuais retrocessos em etapas do desenvolvimento que já haviam sido superadas (como chupar dedo, fala mais infantilizada, descontrole da urina e fezes), que podem ser sinais de insegurança que devem ser tratados com compreensão, tolerância e carinho, sem brigas”, alerta a Profa Dra. Maria Beatriz.
“Uma ideia que podemos ter nesse momento é tentar dividir as atividades da criança dentro de casa para que, se possível, cada atividade aconteça em um determinado ambiente ou em um cômodo da casa. Essas crianças precisam de uma rotina estruturada, então, quando ela identifica aquele esquema no qual pode realizar determinada atividade naquele ambiente, isso diminui o seu nível de ansiedade”, sugeriu o também pediatra da SBP, dr. Ricardo Halpern.
Outro ponto reforçado pelo especialista foi a necessidade de as brincadeiras ocorrerem da forma estruturada pelo máximo de tempo possível. “Quando a criança brinca consegue estruturar várias coisas, ela consegue imaginar, fazer resolução de problemas, aumentar seu jogo simbólico”, disse dr. Ricardo.
As recomendações consideram um cenário quase ideal das famílias, dentro de suas casas. Isso porque é preciso que as famílias estejam extremamente presentes para acolher e amparar essa criança estressada, com medo e cheia de angústias. Não se preocupe se não der conta. Pedir ajuda a um especialista ou ao pediatra pode ser de grande valia neste momento. Porque estamos todos à mercê do estresse tóxico.
O portal G1-RN destaca nesta segunda-feira(20) que o motorista por aplicativo Arlley Diego, de 24 anos, foi visto pela última vez no Guarapes, bairro onde mora na Zona Oeste de Natal. No final da tarde de sábado (18), Arlley saiu para uma corrida e logo deixou de responder a mensagens e ligações de familiares e amigos. O carro em que Arlley trabalhava foi encontrado ainda em chamas, na praia de Santa Rita, no litoral norte. “Ele tava conversando comigo e outro rapaz, colega da gente, e do nada ele recebeu uma chamada. Essa corrida durou até por volta de 23h, quando a gente recebeu uns vídeos do carro dele incendiado e não tivemos mais notícias dele não”, conta Edson Mendes, amigo de Arlley.
Na tarde de domingo (19), familiares e amigos do motorista de aplicativo se reuniram em uma praça, no bairro de Guarapes, em busca de informações sobre o caso. Pessoas próximas a Arlley acreditam que ele pode ter sido vítima de um assalto. Veja mais detalhes aqui em reportagem completa.
Coronavírus: vacina de Oxford é uma das potenciais contra a doença (Bill Oxford/Getty Images)
A vacina da Universidade de Oxford em parceria com a biofarmacêutica anglo-sueca AstraZeneca teve bons resultados contra o novo coronavírus, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (20) na revista científica The Lancet. O estudo foi do tipo randômico, com grupo de controle (que recebeu uma vacina de meningite) e cego (no qual os voluntários não sabem qual medicamento foi administrado), e realizado com cerca de 1.077 pessoas saudáveis. Os resultados são das fases 1 e 2 da vacina.
A vacina desenvolvida pela universidade britânica, uma das três opções que estão na versão da fase 3 de testes segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), de acordo com o estudo, pode ser ainda mais efetiva quando uma segunda dose é administrada. A resposta imune chamada de célula T é produzida 14 dias após uma primeira dose e os anticorpos apareceram depois de 28 dias.
Os efeitos colaterais, de acordo com a divulgação, foram pequenos e puderam ser reduzidos quando os pacientes usaram paracetamol.
Outros estudos ainda devem ser feitos, inclusive em idosos, para garantir a segurança da vacina. Apesar de conseguir criar uma resposta imune ao vírus, ainda é preciso descobrir se a vacina pode proteger efetivamente as pessoas de uma infecção. Os pesquisadores acreditam que uma vacina ideal contra o vírus deve ser efetiva após uma ou duas doses, trabalhar em grupos de risco, como adultos e pessoas com condições pré-existentes, garantir uma proteção de, no mínimo, seis meses e reduzir a infecção pelo SARS-CoV-2. O estudo ainda é muito preliminar para saber se a vacina preenche todos os requisitos, mas as fases dois (no Reino Unido) e a fase três de testes (acontecendo no Reino Unido, Brasil e África do Sul) devem garantir a eficácia completa dela.
Os dados foram coletados entre os dias 23 de abril e 29 de maio e os testes ainda estão acontecendo.
A divulgação dos dados acontece após a AstraZeneca ser fortemente pressionada por seus investidores a mostrar resultados positivos. Na quarta passada, quando a empresa anunciou que teria um estudo publicado nesta segunda e a mídia britânica afirmou que a vacina teria obtido sucesso, as ações subiram em 5,2%, o que adicionou cerca de 7,4 bilhões de dólares no valor de mercado da biofarmacêutica. As ações, no entanto, caíram 0,7% em Londres já na quinta-feira.
Quais são as fases de uma vacina?
Para uma vacina ou medicação ser aprovada e distribuída, ela precisa passar por três fases de testes. A fase 1 é a inicial, quando as empresas tentam comprovar a segurança de seus medicamentos em seres humanos; a segunda é a fase que tenta estabelecer que a vacina ou o remédio produz, sim, imunidade contra um vírus, já a fase 3 é a última fase do estudo e tenta demonstrar a eficácia da droga. Uma vacina é finalmente disponibilizada para a população quando essa fase é finalizada e a proteção recebe um registro sanitário. Por fim, na fase 4, a vacina ou o remédio é disponibilizado para a população.
As outras que também estão na na fase três de testes são as versões da americana Moderna e a da chinesa Sinovac, que também será testada no Brasil.
Para a OMS, a vacina britânica é a opção mais avançada no mundo em termos de testagem.
Na última semana, a reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Soraia Smaili, em entrevista à GloboNews, afirmou que a vacina de Oxford pode ser distribuída no Brasil em junho de 2021, assim que o registro emergencial dela for aprovado.
A AstraZeneca e Oxford testarão sua vacina em mais de 50.000 pessoas no mundo todo. No Brasil, serão 5.000 voluntários testados em São Paulo, na Bahia e no Rio de Janeiro.
Em junho, o governo brasileiro anunciou uma parceria com Oxford para a produção de 100 milhões de doses quando a aprovação acontecer.
Antes a previsão da empresa anglo-sueca era que a vacina ficaria pronta já neste ano.
A corrida pela cura
Nunca antes foi feito um esforço tão grande para a produção de uma vacina em um prazo tão curto — algumas empresas prometem que até o final do ano ou no máximo no início de 2021 já serão capazes de entregá-la para os países. A vacina do Ebola, considerada uma das mais rápidas em termos de produção, demorou cinco anos para ficar pronta e foi aprovada para uso nos Estados Unidos, por exemplo, somente no ano passado.
Uma pesquisa aponta que as chances de prováveis candidatas para uma vacina dar certo é de 6 a cada 100 e a produção pode levar até 10,7 anos. Para a covid-19, as farmacêuticas e companhias em geral estão literalmente correndo atrás de uma solução rápida.
Nenhum medicamento ou vacina contra a covid-19 foi aprovado até o momento para uso regular, de modo que todos os tratamentos são considerados experimentais.
Em tempos de pandemia de Covid-19, o instituto de pesquisas Perfil quis saber dos moradores de Ceará-Mirim a opinião deles quanto a abertura do comércio. Nesse quesito, 52,8% dos eleitores disse ser contrário. Um total de 38,8% disse ser favorável. E outros 8,4% disseram que não sabem ou preferiram não responder.
A pesquisa do instituto Perfil foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-01999/2020. A coleta dos dados aconteceu entre os dias 9 e 10 de julho com 500 entrevistados. Ela foi calculada com margem de erro de 4,37% para mais ou para menos e com grau de confiança de 95%.
Quando a maioria é contra voltar ao trabalho pode verificar: 1°) são contra o Presidente Bolsonaro; 2°) boa parte da população não gosta de trabalhar. O que digo não é preconceito, é constatação.
Trabalha-se por necessidade. Ou vc gosta de enriquecer os outros? Presta atenção. Não é o dono da empresa q corta o tecido, q entrega o gás ou limpa o chão. Ele So manda. Mandar é trabalhar?
O grande exemplo da nação trabalhou quando na vida? Nem uma lei q preste ele fez enquanto foi deputado por quase 3 décadas.
O Instituto Perfil divulga hoje a primeira pesquisa eleitoral realizada no município de Ceará-Mirim. Entre os dados coletados também está a avaliação das gestões municipal, estadual e federal. No Governo Federal, a gestão do presidente Jair Bolsonaro é desaprovada por 42,8%. Outros 37,2% falaram que aprovam.
A pesquisa do instituto Perfil foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-01999/2020. A coleta dos dados aconteceu entre os dias 9 e 10 de julho com 500 entrevistados. Ela foi calculada com margem de erro de 4,37% para mais ou para menos e com grau de confiança de 95%.
O Instituto Perfil divulga hoje a primeira pesquisa eleitoral realizada no município de Ceará-Mirim. Entre os dados coletados também está a avaliação das gestões municipal, estadual e federal. No Governo do Estado, a gestão da governara Fátima Bezerra é desaprovada por 41,4%. Outros 39,6% falaram que aprovam.
A pesquisa do instituto Perfil foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-01999/2020. A coleta dos dados aconteceu entre os dias 9 e 10 de julho com 500 entrevistados. Ela foi calculada com margem de erro de 4,37% para mais ou para menos e com grau de confiança de 95%.
O Instituto Perfil divulga hoje a primeira pesquisa eleitoral realizada no município de Ceará-Mirim. Entre os dados coletados também está a avaliação das gestões municipal, estadual e federal. No Município, a gestão do prefeito Júlio Cesar é aprovada por 72,2% da população. Outros 13,8% falaram que desaprovam.
A pesquisa do instituto Perfil foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-01999/2020. A coleta dos dados aconteceu entre os dias 9 e 10 de julho com 500 entrevistados. Ela foi calculada com margem de erro de 4,37% para mais ou para menos e com grau de confiança de 95%.
O Instituto Perfil também realizou a pesquisa eleitoral para vereador de oho nas eleições de 2020. Nesse quesito, como vários são vários nomes e como todos aparecem abaixo da margem de erro de 4,37%, o Blog do BG coloca a lista completa com o nome de todos que foram citados pelos eleitores de Ceará-Mirim.
O total de indecisos foi de 69,2% e o de brancos e nulos de apenas 5,8%.
A pesquisa do instituto Perfil foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-01999/2020. A coleta dos dados aconteceu entre os dias 9 e 10 de julho com 500 entrevistados. Ela foi calculada com margem de erro de 4,37% para mais ou para menos e com grau de confiança de 95%.
A pesquisa do Instituto Perfil também quis saber dos eleitores de Ceará-Mirim qual o candidato mais rejeitado, ou seja, aquele em que a população não vota de maneira alguma. Nesse quesito o ex-prefeito Antônio Peixoto lidera com 28,8%.
Ele é seguido por Ronaldo Venâncio com 11,8%, Gláucio Tavares com 8,4%, Júlio Cesar com 6,6%; Jacio Praxedes com 6% e Ozenir Peixoto com 5,4%. O total dos que afirmou rejeitar todos os candidatos foi de apenas 5% e o dos que afirmou não rejeitar qualquer dos nomes foi de 22,6%.
A pesquisa do instituto Perfil foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-01999/2020. A coleta dos dados aconteceu entre os dias 9 e 10 de julho com 500 entrevistados. Ela foi calculada com margem de erro de 4,37% para mais ou para menos e com grau de confiança de 95%.
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