O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta segunda-feira (18) que o ministro Celso de Mello decidirá até o fim desta semana sobre o sigilo da gravação da reunião ministerial de 22 de abril.
A reunião foi mencionada pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro como prova de que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal.
Um inquérito foi aberto pelo STF, a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), para investigar as acusações de Moro. Bolsonaro nega ter interferido na corporação.
“O ministro Celso de Mello recebeu agora à tarde, da equipe da Polícia Federal, coordenada pela dra. Christiane Correa Machado, o HD externo que tem em seu conteúdo a gravação da reunião ministerial de 22 de abril de 2020. O ministro Celso de Mello deve começar a assistir o vídeo a partir das 18h desta segunda (18), e decidirá a respeito do levantamento do sigilo – parcial ou total – até o final desta semana”, informou o STF.
Após o envio da nota, o STF divulgou a seguinte declaração de Celso de Mello:
“Recebi a equipe da Polícia Federal, chefiada pela Dra. Christiane Correa Machado, em meu gabinete, na data de hoje, que me atualizou sobre o andamento das investigações criminais e entregou-me um pen drive contendo vídeo e áudio da reunião ministerial de 22/4/2020. Após esse encontro, comecei , agora, a assistir ao vídeo, devendo liberar minha decisão até esta próxima 6a. feira, dia 22/05, talvez antes!”
O Supremo já havia informado, na semana passada, que Celso de Mello assistiria ao vídeo nesta segunda e que, somente após ver a gravação, o ministro iria decidir sobre o sigilo.
Bota pra torar Celso de Melo. Libere o vídeo integralmente. Não tem cabimento o réu escolher o que deve ou não ser de conhecimento público. Eu quero ver quem é podre se reiar.
Quem nao deve, nao teme…como temos um.palhaço doido na Predidencia…os bobos da corte cuidarão de inventar uma estratégia de LOUCURAS desenfreadas..para tirar a atenção dos BABACAS.
O presidente Jair Bolsonaro agendou para quinta-feira (21) a reunião com os 27 governadores do país por videoconferência.
A pauta do encontro é o pacote de auxílio fiscal aos estados, que foi aprovado pelo Congresso mas que a equipe econômica pediu que o Planalto vetasse.
Mas o encontro se insere em um contexto político maior. Trata-se de mais uma tentativa do presidente de tentar distensionar o ambiente político e sair do isolamento político no combate à pandemia do novo coronavírus. Hoje, os governadores são o principal foco de oposição ao Palácio do Planalto.
Desde o início da pandemia, o clima entre o presidente e os chefes dos estados piorou na pandemia. Bolsonaro passou a culpá-los pela piora na economia, uma vez que a ampla maioria deles adotou medidas restritivas de circulação de pessoas.
O cerco se ampliou contra ele depois que o STF determinou que os governadores têm legitimidade para tomar as medidas que acharem melhor. Um dos piores momentos do tensionamento foi no final de março, quando o presidente se reuniu separadamente com governadores por região do país. Na ocasião, ele bateu boca com João Doria.
Após ventilar a possibilidade de uma reunião ampliada com chefes de poderes, conforme disse à CNN o líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes, a tendência agora é a de que a reunião seja apenas entre o presidente e os governadores. Bolsonaro ouviu assessores mais próximos de que seria o momento ideal para tentar desanuviar o ambiente político pós muito estresse com grande parte do governadores.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que está tomando a droga hidroxicloroquina “há semanas” para se previnir de uma possível contaminação pelo novo coronavírus, de acordo com o site da NBC. O presidente fez a declaração enquanto respondia a perguntas de jornalistas na Casa Branca.
Ainda não foi compravado que a droga pode ajudar a tratar a covid-19 ou prevenir a contaminação. No entanto, o político republicano tem defendido o uso da droga, assim como o da cloroquina, versão que seria mais tóxica.
“Muitas coisas boas surgiram sobre o hidroxicloroquina. Muitas coisas boas surgiram. Você ficaria surpreso com quantas pessoas estão tomando ”, disse Trump. “Por acaso tomo, tomo … tomo hidroxicloroquina, agora.”
De acordo com o presidente, o medicamento foi receitado pelo médico da Casa Branca.
Em março, as declarações de Trump sobre a cloroquina fizeram explodir as buscas pela droga na internet e levaram a uma corrida às farmácias. Em alguns países, o uso indevido causou intoxicação e mortes.
No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro também tem apelado para o uso de ambas as drogas para o tratamento da covid-19. A ampliação do protocolo de aplicação da cloroquina, para pacientes com sintomas leves, foi um dos motivos que levaram à queda do ministro da Saúde Nelson Teich.
Vacina
Nesta segunda-feira, o presidente americano também se mostrou empolgado com a possibilidade de a empresa Moderna ter desenvolvido uma vacina contra a covid-19.
“Este foi um grande dia em termos de conhecimento terapêutico sobre cura e vacina”, disse.
“Um tremendo progresso foi feito. Alguns grandes anúncios estão por vir e acabam de ser anunciados e o mercado subiu quase 1.000 pontos”, disse Trump em uma mesa-redonda com executivos de restaurantes e líderes do setor na Casa Branca.
Os dois filhos mais velhos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fizeram sérias acusações ao principais adversários políticos do pai, que concorre, em novembro, à reeleição no país.
Donald Trump Jr., 42, publicou, no sábado (16), uma montagem com um trocadilho em inglês em que insinua que Joe Biden, pré-candidato à presidência pelo Partido Democrata, de oposição a Trump, é pedófilo.
Eric Trump, 36, disse, em entrevista à Fox News no mesmo dia, que os democratas estão usando a pandemia de coronavírus como uma farsa política para prejudicar a campanha de reeleição do pai.
A estratégia de atacar os adversários não é uma exclusividade dos filhos de Trump, mas vem em um momento em que os EUA se tornaram o novo epicentro da pandemia de coronavírus. As medidas de contenção também devastaram o principal trunfo político de Trump, que era o o bom momento da economia americana.
Na TV americana, Eric defendeu a reabertura do país, motivo de conflito entre o presidente e os governadores. Segundo ele, os democratas acham que o confinamento está tirando a “maior ferramenta” do líder republicano, que é “entrar em uma arena e preenchê-la com 50 mil pessoas todas as vezes”.
Ele também apostou em um “desaparecimento mágico” do coronavírus após as eleições americanas.
“Vocês vão ver. Eles [democratas] insistem nisso [isolamento] todos os dias, de hoje até 3 de novembro [dia da eleição]. E adivinhe, depois de 3 de novembro, o coronavírus magicamente, de repente, vai embora, vai desaparecer e todos poderão reabrir.”
Eric também afirmou que, como presidente, seu pai tem que tomar “uma das decisões mais difíceis que qualquer presidente da história já teve”.
“Você precisa por na balança a segurança do povo versus nossa economia, mas os EUA precisam voltar ao trabalho, e os americanos também querem voltar ao trabalho”.
Em comunicado, a diretora de comunicação da campanha de Biden, Kate Bedingfield, disse que os comentários de Eric foram “inacreditavelmente imprudentes”.
“Estamos no meio da maior emergência de saúde pública do século, com quase 90 mil americanos mortos, 1,5 milhão de infectados e 36 milhões de trabalhadores recém-desempregados. Portanto, Eric Trump afirmar que o coronavírus é uma farsa política que desaparecerá ‘magicamente’ é absolutamente impressionante e inacreditavelmente imprudente”.
Uma publicação compartilhada por Donald Trump Jr. (@donaldjtrumpjr) em
Enquanto Eric criticou os democratas como um todo, Trump Jr. mirou seu ataque diretamente na reputação de Joe Biden. A montagem no Instagram, insinuando que o candidado democrata é pedófilo, foi feita após a publicação de uma sequência de trechos de vídeos nos quais Biden aparece em contato com crianças durante um evento quando ainda era vice-presidente no governo de Barack Obama.
“Há muitos clipes diferentes de Joe Biden, bizarra e inapropriadamente, cheirando cabelos e tocando meninas. Alguém realmente acha que esse é um comportamento normal de Joe?”, escreveu Trump Jr., em uma das publicações no Twitter.
Criticado, ele fez uma nova publicação com fotos de Biden tocando crianças em eventos, e disse que os emojis de risadas que usou no Instagram são suficientes para “indicar a qualquer pessoa com bom senso” que ele estava brincando ao acusar Biden de pedofilia.
“Se a mídia não quer que as pessoas zombem e façam piadas sobre o quão assustador Joe é, então talvez ele deva parar o toque indesejado e manter as mãos para si.”
Em um comunicado, o porta-voz de Biden, Andrew Bates, disse: “Nenhuma tática repulsiva e manipuladora mudará de assunto de como quase 90 mil americanos pagaram com suas vidas pela negligência de Donald Trump em relação ao coronavírus, e de como como a economia em expansão que ele herdou do governo Obama-Biden agora está sofrendo com a perda de empregos no nível da Depressão [de 1929].”
The @nytimes is right. There’s NOTHING CREEPY at all about how @JoeBiden interacts with the kids in this 4+ min long video.
All the touching & hair sniffing is TOTALLY APPROPRIATE & 100% NORMAL. Everyone does it!
No começo do mês, Biden negou pela primeira vez, após semanas de silêncio, as acusações de assédio sexual feitas por sua ex-assessora no Senado Tara Reade.
Segundo ela, em 1993, Biden a encostou contra uma parede em um prédio do Senado, enfiou a mão sob suas roupas e a penetrou com os dedos.
“Reconheço minha responsabilidade de ser uma voz, um defensor e um líder da mudança na cultura que começou, mas que está longe de terminar. Então, quero abordar as acusações de uma ex-funcionária de que tive uma má conduta há 27 anos. Elas não são verdadeiras. Isso nunca aconteceu”, escreveu Biden em um artigo publicado em 1º de maio na plataforma Medium.
O presidente Trump também já foi acusado de agressão sexual e erro de conduta sexual por mais de uma dúzia de mulheres, que descreveram um padrão de comportamento que ultrapassa em muito as acusações feitas a Biden.
Edilson, infelizmente, sob a minha ótica, continua sendo falta de PAI. Não me refiro a quem levou mais ou é mais perseguido, certamente os filhos de nove dedos levaram muito mais, inclusive pelo fato de precisarem mais. E essa busca dos órgãos de controle, tipo COAF, sabemos bem a razão, ou seja, o anterior era mais mala.
Parece que esse problema de família não é só aqui, antes eram os filhotes de Lula, agora os filhotes do Messias, nos EUA os filhos de Trump, devia ter algo que impedisse esse tipo de intromissão, acho que isso é falta de pai.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta segunda-feira(18) que o estado não vai receitar o uso de hidroxocloroquina para pacientes com sintomas leves de covid-19 caso a medida seja estabelecida pelo governo federal.
Em entrevista coletiva concedida no Palácio dos Bandeirantes, o político tucano afirmou que o estado não vai aceitar a prescrição de receita médica por decreto.
“Quero dizer que não se prescreve receita por decreto. São Paulo não vai aceitar que, por decreto, se estabeleça receituário médico. Nenhuma parte do mundo se trata saúde por decreto ou medida de ordem política”, disse.
E Dória é médico pra receitar? Muito simples , quem não concordar , faz uma declaração, registra no cartório e anexa a Identidade. Aí eu digo que tem aquilo roxo.
Quem tem que receitar remédio não é Prefeito, não é Governador, não é Presidente da República e nem político nenhum : quem tem prerrogativa e competência para isso são os médicos e os farmacêuticos.
Chega a ser patético esse debate idiota que vem sendo levado já há algum tempo pelos políticos e pelos seus seguidores e babões.
Esse é o lixo em pessoa! Vai fazer o quê, Doria?! Esperar mais mortos?! Só porque o possível decreto seria assinado por um adversário político teu?! Talvez seja o limite imundo da política! Talvez!
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora os 47 reservatórios, com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. Segundo o Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, atualizado nesta segunda-feira (18), a barragem de Umari, localizada em Upanema, com capacidade para 292.813.650 m³, acumula 242.131.839 m³, correspondentes a 82,69%. No mesmo período de 2019, o reservatório estava com 122.053.354 m³, percentualmente, 41,68% do seu volume total.
As reservas hídricas superficiais totais do Estado atualmente acumulam 2.223.779.352 m³, que correspondem a 50,81% da capacidade total do RN, que é de 4.376.444.842 m³. No mesmo período do ano passado os reservatórios monitorados pelo Igarn represavam juntos 1.454.203.705 m³, percentualmente, 33,22%da capacidade total do RN.
A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, acumula atualmente 1.357.909.162 m³, percentualmente, 57,22% do seu volume total. No mesmo período do mês de maio do ano passado o manancial estava com 822.632.000 m³, que representavam 34,28% da sua capacidade total.
Segunda maior represa do RN, Santa Cruz do Apodi acumula atualmente 216.129.330 m³, percentualmente, 36,04% da sua capacidade total que é de 599.712.000 m³. No mesmo período do ano passado o manancial estava com 152.933.733 m³, correspondentes a 25,50% do seu volume máximo.
Os reservatórios que permanecem com 100% da sua capacidade são: Riacho da Cruz II, localizado em Riacho da Cruz; Apanha Peixe, em Caraúbas; Encanto, no município de Encanto; Mendubim, em Assu e Beldroega, localizado em Paraú.
Outros reservatórios já sangraram nesta quadra invernosa do interior e continuam com níveis acima dos 90% das suas capacidades, casos de: Santana, localizado em Rafael Fernandes, com 99,83%; Passagem, em Rodolfo Fernandes, com 98,6%; Morcego, em Campo Grande, com 98,74%; Santo Antônio de Caraúbas, com 98,5%; Pataxó, em Ipanguaçu, com 99,39% e Dourado, em Currais Novos, com 98,78%.
Outros reservatórios já acumulam mais de 70% das suas capacidades, casos de: Marcelino Vieira, localizado no município de Marcelino Vieira, com 72,95% e Rodeador, em Umarizal, com 80,6% do seu volume máximo.
A barragem de Pau dos Ferros acumula atualmente 18.472.403 m³, correspondentes a 33,68% da sua capacidade total que é de 54.846.000 m³. No mesmo período de maio do ano passado o reservatório represava 785.996 m³, equivalentes a 1,43% da sua capacidade total.
O reservatório Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, em Acari, acumula atualmente 13.876.482 m³, equivalentes a 31,24% da sua capacidade total que é de 44.421.480 m³. No mesmo período do ano passado o manancial estava com 269.918 m³, percentualmente, 0,61% do seu volume total.
O açude Tourão, localizado em Patu, acumula atualmente 2.804.543 m³, que correspondem a 35,12% da sua capacidade total que é de 7.985.249 m³. No mesmo período do ano passado o manancial estava com 2.452.696 m³, percentualmente, 30,72% do seu volume máximo.
O açude Lucrécia, localizado no município de Lucrécia, acumula atualmente 9.768.328 m³, correspondentes a 39,46% da sua capacidade total que é de 24.754.574 m³. Em maio do ano passado o reservatório represava 3.421.961 m³, percentualmente, 13,82% do seu volume máximo.
Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, apenas 2 estão com níveis inferiores a 10% da sua capacidade, sendo, portanto, considerados em nível de alerta. São eles: Passagem das Traíras, que está em reforma e não pode acumular grande volume hídrico, com 1,23% do seu volume máximo e Esguicho, em Ouro Branco, com 1,8% da sua capacidade. Percentualmente o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.
Já os mananciais completamente secos também são 2, Inharé, localizado em Santa Cruz e Trairi, localizado em Tangará. Em termos percentuais o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.
Situação das lagoas
A Lagoa de Extremoz, responsável pelo abastecimento de parte da zona norte da capital está atualmente com 100% da sua capacidade que é de 11.019.525 m³.
A Lagoa do Bonfim, localizada em Nísia Floresta, está com 43.241.920 m³, correspondentes a 51,31% da sua capacidade total de acumulação que é de 84.268.200 m³.
A Lagoa do Boqueirão, localizada em Touros, também está com o seu volume máximo que é de 11.074.800 m³.
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Mais 118 produtos utilizados no combate à pandemia da Covid-19 no Brasil tiveram o Imposto de Importação reduzido a zero por decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão interministerial presidido pelo Ministério da Economia. A medida, aprovada em reunião virtual do Comitê Executivo de Gestão da Camex (Gecex), inclui mais de 80 medicamentos utilizados no tratamento de pacientes hospitalizados e no combate direto ao coronavírus, atendendo a demanda do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde e parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A Resolução Nº 44/2020 do Gecex, que foi publicada nesta segunda-feira (18/5), no Diário Oficial da União, abrange produtos classificados em 55 códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Com a nova lista, chega a 509 o número de produtos que tiveram tarifa de importação reduzida a zero para o combate à pandemia, em um total de sete resoluções do colegiado (Nos. 17, 22, 28, 31, 32, 33, e 44) com esse objetivo.
A relação de itens com tarifa zerada contempla substâncias com um vasto campo de aplicação terapêutica, como a prednisona, indicada para o tratamento de doenças endócrinas, osteomusculares, alérgicas e oftálmicas.
Ações coordenadas
Nos últimos meses, o Governo Federal tem adotado uma série de medidas na área de comércio exterior para garantir o abastecimento de itens essenciais ao enfrentamento da Covid-19 e à redução dos efeitos negativos da pandemia.
Além de abaixar o Imposto de Importação, o Governo Federal tem reduzido a zero o IPI de centenas de produtos essenciais no combate à doença. Atua também na simplificação do despacho aduaneiro de importação, o que garante a manutenção de um fluxo rápido de abastecimento de itens essenciais e evita gargalos nos recintos aduaneiros, ao agilizar a entrega das cargas.
Outras medidas na área de comércio exterior incluem suspensão temporária de direitos antidumping sobre tubos de coleta de sangue e seringas descartáveis, eliminação de licenciamentos na importação de itens imprescindíveis no enfrentamento da pandemia e permissão para a importação de equipamentos usados, desde que indispensáveis em unidades de terapia intensiva, dispensando-os de exigências como a comprovação de inexistência de produção nacional.
O secretário adjunto da Saúde do RN, Petrônio Spinelli, fez um apelo, nesta segunda-feira, 18, para que prefeituras, empresas e a população redobrem os esforços e adiram maciçamente às medidas de proteção contra o novo coronavírus. Isto por que, esta semana, começa a ser paga a segunda parcela do auxílio emergencial que vem gerando grandes filas em todo o Estado. Estas aglomerações, em bancos, casas lotéricas e órgãos públicos para emissão de documentos, são a principal causa do crescimento do contágio em todo o país.
“Temos um grande desafio nos próximos dias. O pagamento bancário vai levar muita gente às ruas, formar filas e isso acaba favorecendo a contaminação. Faço apelo às prefeituras, às instituições bancárias e à sociedade como um todo para evitarmos que esta semana seja potencializadora de contágio, porque muitos desses casos poderão ter como consequência a morte”, alertou Petrônio Spinelli na entrevista coletiva realizada na Escola de Governo, em Natal.
O índice de isolamento social registrado nesse domingo, 17, foi de apenas 47,93% no Estado. Número considerado muito baixo, uma vez que a recomendação dos especialistas da Organização Mundial da Saúde é de, pelo menos, 60%.
“Os dados disponíveis mostram que estamos muito próximos do colapso. Todos os esforços para abertura de leitos, feitos pelo Governo do Estado, pelas prefeituras e rede privada, não surtirão efeito se o isolamento continuar nos níveis atuais. Quem precisar sair de casa deve sempre usar máscaras. É preciso que os municípios, instituições bancárias e comerciais evitem a formação de filas e respeitem o distanciamento. Os órgãos de saúde, a assistência social e a segurança pública devem, mais do que nunca, atuar em conjunto. Sem estes cuidados certamente daqui a alguns dias iremos lamentar o quadro de altíssima gravidade. Nunca é demais lembrar: os números da superlotação de leitos de hoje são resultado do comportamento do grande número de pessoas nas ruas no período de 10 a 14 dias passados”, afirmou Petrônio Spinelli. O secretário explicou, ainda, que a aplicação de testes rápidos é uma responsabilidade das Prefeituras e que ao Governo cabe, apenas, recomendar a utilização desses testes.
É lamentável, sob todos os aspectos, a gestão da SESAP nesse momento tão espantoso. De previsões catastróficas, desaparecimento da Governadora e seu Secretário de saúde, ausência de ações concretas, muita falácia, morosidade nas ações de enfrentamento ao COVID, ausência de parcerias institucionais, jogo de empurra, triste para o nosso povo e estado.
Eleito com discurso duro de combate à corrupção num estado que teve cinco ex-governadores presos, Wilson Witzel (PSC) se vê agora sob o foco de investigações criminais sobre sua gestão durante a pandemia do novo coronavírus.
O governador viu o número dois da Secretaria de Saúde e um ex-cliente de seu antigo escritório de advocacia presos sob suspeita de fraudes nas compras emergenciais para enfrentamento da crise de saúde.
Witzel tem também contra ele um inquérito sobre funcionários fantasmas empregados sob indicação de um ex-assessor pessoal. Viu ainda o próprio nome citado em escutas e depoimento na Operação Favorito, desdobramento da Lava Jato no estado deflagrado na quinta-feira (14). Os dois casos estão sob análise da Procuradoria-Geral da República.
Neste último domingo, o governador exonerou o secretário de Saúde, Edmar Santos, em meio às apurações. Ele afirma que a demissão ocorreu por falha na gestão dos hospitais de campanha, cuja montagem está em atraso.
A sequência de suspeitas ocorre no momento em que Witzel se coloca como um contraponto ao presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento ao novo coronavírus. O Rio de Janeiro foi um dos primeiros a determinar o isolamento social, enquanto Bolsonaro quer a retomada das atividades econômicas.
Deputados bolsonaristas afirmam que Witzel e seus aliados usam a pandemia como desculpa para desviar recursos públicos. Embora as medidas sanitárias aplicadas pelo governador tenham respaldo da maior parte das instituições médicas, as compras emergenciais levantaram suspeitas.
Gabriell Neves, ex-subsecretário-executivo de Saúde, foi preso sob suspeita de fraudar o processo de aquisições emergenciais de respiradores. Também foi detido um superintendente da pasta. Ele coordenou compras que somam cerca de R$ 1,8 bilhão sem licitação.
Investigações da Lava Jata fluminense, iniciadas para apurar a gestão Cabral, detectaram que empresários que pagavam propina no passado continuaram a atuar na gestão do ex-juiz.
O alvo principal da Operação Favorito, Mario Peixoto, foi cliente do escritório de Lucas Tristão, secretário de Desenvolvimento Econômico, de quem Witzel diz ter sido sócio. A relação comercial se iniciou durante e terminou logo após a campanha eleitoral de 2018.
Gravações feitas com autorização da Justiça pela Polícia Federal mostram como Peixoto tem influência até sobre nomeações em órgãos como a Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica) e o Detran. Elas confirmam relatos que estendem a área de influência do empresário a outros órgãos do estado.
O ex-presidente da Faetec, Carlos Marinho, afirmou à PF que Peixoto tem “forte influência” sobre o próprio governador.
As interceptações telefônicas também mostram conversas sobre pagamento de propina a agentes públicos da saúde. Um dos funcionários de Peixoto assim descreve a abordagem de funcionários da pasta: “Você vê a volúpia que estes caras estão para arrumar dinheiro”.
O comentário, feito pelo diretor do Instituto Data Rio, Luiz Martins, foi feito para descrever como conseguiu a revogação da desqualificação de outra organização social, a Unir Saúde, por irregularidades na gestão de unidades de saúde do estado. A medida, que impedia a entidade de firmar contratos públicos, foi revertida graças a despacho assinado por Witzel.
No dia seguinte à publicação da decisão em Diário Oficial, Martins comentou a decisão com o ex-deputado Nelson Bornier, aliado de Witzel e cujo filho, Felipe Bornier, é secretário de Esportes.
“Eu sei que tem muito pai aqui e eu teria que fazer um DNA para saber quem é o pai. […] Eu te passei isso aí porque eu sei que você tem uma parte de paternidade também”, disse Martins a Bornier.
As menções a Witzel foram enviadas para a Procuradoria-Geral da República para análise.
As suspeitas na saúde se juntam a uma investigação aberta, com autorização do STJ (Superior Tribunal de Justiça), para analisar a eventual participação do governador na contratação de sete funcionários fantasmas no estado. Todos eram parentes de Valter Alencar, ex-assessor do gabinete de Witzel exonerado no ano passado.
Witzel tem reagido mostrando apoio às investigações. Na primeira operação, que prendeu Gabriell Neves, o governador apontou o fato de ter demitido o ex-subsecretário semanas antes, após reportagens levantarem suspeitas sobre as compras emergenciais.
Na quinta, o governador demorou o dia inteiro para comentar a operação que prendeu Mario Peixoto.
“Determinei à CGE [Controladoria Geral do Estado] e à PGE [Procuradoria Geral da República] que façam uma auditoria minuciosa de todos os contratos que existem no governo com essas empresas. Se forem encontradas irregularidades, os contratos serão cancelados. Caso haja participação de funcionários e servidores do governo, os mesmos serão exonerados”, disse ele, em nota.
Witzel anulou nesta sexta (15) o despacho em que revogava da desqualificação da Unir Saúde.
Em relação à investigação sobre as contratações fantasmas vinculadas a seu ex-assessor pessoal, o governador afirma que “está à disposição para contribuir”.
O secretário Lucas Tristão disse, em nota, que “não exerce a advocacia desde janeiro de 2019”. “Desde então, não defende interesses de qualquer pessoa específica, mas apenas os interesses sociais vinculados ao desenvolvimento econômico do estado do Rio de Janeiro”, afirmou o secretário, em nota.
A defesa de Mário Peixoto afirmou, em nota, que a prisão do empresário “surpreende pela total ausência de necessidade efetiva de tal medida, em um momento grave de pandemia”.
“Fatos que seriam passíveis, no máximo, de investigação policial, serviram de base para uma custódia provisória, não advinda de uma condenação criminal, eis que sequer existe denúncia formal apresentada pelo Ministério Público”, afirmou o advogado Alexandre Lopes.
A reportagem não conseguiu localizar Valter Alencar e Nelson Bornier.
As pessoas metem o pau em Bolsonaro e não conseguem enxergar que no governo dele, até hoje, não teve corrupção, enquanto aqueles que só usaram de sua popularidade pra se eleger e depois saíram fora, estão todos enrolados, inclusive, o "Deus", Serginho moro mentiroso.
Toda semana aparece alguém querendo desestabilizar o mandato do presidente, ficam acionando a justiça em vão. Várias tentativas já foram frustradas, mas mesmo assim não desistem.
A Prefeitura de Parnamirim, informou na manhã desta segunda-feira (18), por meio da Secretaria de Saúde (SESAD), a cura de mais oito pacientes infectados pelo novo coronavírus. Até este domingo, dos 289 casos confirmados, 112 já estão fora de risco.
Em meio ao crescente número de casos positivos, há um aumento também do índice de pessoas recuperadas, informou a diretora do Departamento de Vigilância e Saúde do município, Ana Paula Pontes. Segundo ela, os números são atualizados diariamente e a cada dia, cresce a quantidade de pessoas que restabeleceram a saúde.
A coordenadora frisou que muitos desses pacientes não precisaram ser internados e seguiram o regime de isolamento domiciliar. Ainda de acordo com ela, o sucesso no resultado do tratamento tem como razão o acompanhamento que o setor epidemiológico tem realizado.
Ana paula relatou que, tão logo o paciente procure a Unidade de Ponto Atendimento (UPA) ou outra unidade de saúde, o setor de vigilância é imediatamente acionado. A partir daí, o grupo responsável pelo monitoramento fica encarregado de acompanhar a evolução dos sintomas e alertar como devem proceder o paciente, sua família e amigos.
Luciano José de Araújo, de 45 anos, contraiu a doença após ter tido contato com amigos que viajaram para fora do Estado. Segundo ele, os sintomas de febre alta, diarreia, dor de cabeça e no corpo iniciaram no dia 22 de março. Ao procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de Boa Esperança, para a realização do exame, Luciano foi orientado a iniciar o isolamento, mesmo antes de receber o resultado, devido às características dos sintomas.
Para Luciano, as orientações repassadas pela equipe epidemiológica com relação aos cuidados que deveria tomar, para sua segurança e dos demais, foi o diferencial para a cura. “Recebi ligação todo santo dia. Eles perguntavam como eu me sentia, chamavam minha atenção para solicitar uma ambulância em caso de evolução, conversaram com o condomínio, sem me expor, a fim de redobrar os cuidados com a limpeza e higienização das áreas, principalmente do elevador, mesmo eu estando impossibilitado de sair de casa. Me ensinaram a cuidar da desinfecção do meu ambiente e do manuseio com a alimentação”, disse.
Além disso, Luciano acredita que o trabalho da secretaria foi determinante para impedir que seu filho, um adolescente de 15 anos, fosse infectado. “Eu me senti assistido e cuidado. A doença em si já nos deixa afastado do mundo. As ligações eram um conforto pra mim. Sem contar que seguir as orientações fez com que meu filho, que mora comigo, saísse disso ileso”, completou.
O grupo epidemiológico é formado por 12 profissionais. Médicos, enfermeiros, biólogos e funcionários da SESAD estão de domingo a domingo acompanhando a vida desses pacientes. “É um trabalho incansável. Mas aí estão os resultados”, finalizou Ana Paula.
Vale ressaltar que somente o diagnóstico médico e o serviço de saúde poderão definir o modelo do tratamento indicado ao paciente, se por meio de isolamento domiciliar ou internação hospitalar.
O deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) usou de suas redes sociais nesta segunda-feira (18) para “esclarecer fake news divulgadas pela prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini Rosado (PP)”, assim descreveu a sua nota. Veja vídeo e texto enviado por sua assessoria:
Allyson mostra, em vídeo, que a prefeita de Mossoró mente ao dizer em live nas suas redes sociais que busca “união” da classe política mossoroense. Ele destacou que enviou ofício à Prefeitura de Mossoró no dia 12 de março de 2019 (há mais de um ano e dois meses) solicitando audiência com a prefeita, mas até o presente momento não recebeu sequer uma resposta.
“Gostaria de audiência para apresentar nosso mandato e saber das demandas de Mossoró no governo do estado e infelizmente, até hoje, mais de um ano, a senhora não nos recebeu, e nunca atendeu o nosso pedido”, disse Allyson.
Allyson também citou a falta de união e compromisso da prefeita com a abertura dos 10 leitos de UTI do Hospital São Luiz. “A senhora nunca foi a Brasília, nunca foi até a Secretaria de Saúde do Estado, nem deu declaração pública sobre os 10 leitos de UTI. Mas, não levei em conta que não fomos recebidos pela prefeita e fomos até Brasília, fomos até a SESAP, procuramos a bancada federal e no final do ano passado tivemos a notícia da aprovação do credenciamento dos leitos”, destacou.
Ainda de acordo com o deputado mossoroense, a prefeita de Mossoró age com propaganda enganosa e fake news. Segundo ele, Rosalba divulgou que no dia 20 de abril a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Belo Horizonte, seria referência em tratamento de pessoas com à Covid-19.
“Infelizmente, passou dia 20, 25, 30, e os leitos não foram abertos, o que veio ocorrer somente no dia 4 de maio por meio de propaganda como está registrado nas redes sociais da prefeita. Quem não se lembra dos três pacientes que estavam na UPA do Santo Antônio, quando infelizmente um foi a óbito porque não conseguiu ser transferido?”, disse.
Allyson disse também que a prefeita de Mossoró divulgou fake news quando afirmou em vídeo que abriria leitos no Hospital São Luiz para atender pacientes com Covid-19. “Mais uma inverdade. O hospital de campanha só foi aberto no dia 1º de maio para atender os pacientes do Coronavírus. A instalação dos leitos é uma ação da APAMIM, que é administrada pela Justiça Federal”, relatou.
Citou ainda que foi alvo de agressões nas redes sociais ao sugerir ideias para combate à pandemia no município como o cancelamento do Mossoró Cidade Junina, a contratação de hotel para acolhimento dos profissionais da saúde e instalação de hospital de campanha.
“A verdade é que a senhora não gosta de receber sugestões. Eu procurei a senhora com um mês de mando para apresentar ideias para Mossoró. Fiz sugestões no início da pandemia como o cancelamento do MCJ e remanejamento para a saúde. Ao apresentar aquela ideia passei a receber diversas agressões de pessoas que trabalham diretamente com a senhora. Até hoje o remanejamento ainda não ocorreu no orçamento”, enfatizou.
“Acima de questão política, acima de partido, está a minha disposição como mossoroense que sou para trabalhar, incansavelmente, por minha cidade e pelo povo do meu estado”, concluiu.
Paulo Marinho | Foto: Fabio Rossi / Agência O Globo
O empresário Paulo Marinho, que ontem revelou que Flavio Bolsonaro foi avisado com antecedência por um delegado da PF sobre da operação Furna da Onça, que investigava as rachadinhas, tem com ele um material que fornecerá à PF para provar o que disse. Tal material servirá para ajudar as investigações sobre o caso.
São elementos como passagens aéreas para São Paulo, onde ocorreu um encontro entre ele, Gustavo Bebianno e o advogado Victor Alves, que trabalha com Flavio Bolsonaro. E a reserva de uma sala de reuniões do hotel Emiliano, onde ocorreu a tal conversa, entre outras coisas.
Marinho não tem gravações das conversas com Flavio Bolsonaro. A quem lhe pergunta o motivo de não ter gravado o 01, Marinho responde:
Gravações? Nem precisa. A ação nefasta da "familícia numerada" tornou-se tão evidente que a simples delação de um antigo comparsa já se reveste de juízo da própria consciência.
Um pancadão de mais de sete horas de duração, realizado na madrugada desta segunda-feira (18), perturbou moradores de São Vicente, no litoral de São Paulo. Segundo testemunhas, a Polícia Militar foi acionada para fiscalizar o evento, no entanto, nenhuma equipe compareceu ao local.
Conforme apurado pelo G1, o evento começou na noite do último domingo (17), por volta das 21h, na Rua Vale do Pó, no bairro Vila Margarida. O pancadão é um termo usado para se referir a festas e bailes em que é tocado funk em alto volume.
Segundo uma moradora, que prefere não se identificar, dezenas de pessoas começaram a se aglomerar, sem proteção, logo após o começo da festa. “Teve um carro e uma caixa de som e muita gente na rua. Nunca tinha acontecido isso por aqui. Cheguei a chamar a polícia e disseram que já tinha 15 denúncias do baile, mas nenhuma viatura apareceu. Ninguém que precisava conseguiu dormir aqui na rua hoje”, relata.
Além do barulho, moradores também flagraram os participantes aglomerados e sem a máscara de proteção facial, contrariando as recomendações sanitárias do combate à pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e, já durante a manhã, embalagens e lixo espalhados pela rua.
“É uma falta de respeito. Tenho uma criança de dois anos e a minha mãe, que é idosa, em casa, e ninguém conseguiu dormir hoje, só acabou 4h, quando eu levantei para trabalhar. Ainda deixaram essa sujeira. Quem vai limpar tudo isso? E como a polícia não foi, eles vão achar que podem continuar a fazer esses bailes”, conta a testemunha.
Em nota, a Prefeitura de São Vicente informa que a Guarda Civil Municipal não interfere neste tipo de ocorrência, que, normalmente, é atendida pela Polícia Militar. A Secretaria de Comércio, Indústria e Negócios Portuários (Secinp) informa que não recebeu qualquer denúncia em relação ao referido baile funk. A Secinp também ressalta que seus fiscais vêm atuando diuturnamente em diversas frentes, inclusive em denúncias sobre bailes funks.
O G1 também questionou a Polícia Militar a respeito das denúncias, no entanto, não obteve resposta até a última atualização desta matéria.
Confira programa desta segunda-feira(18). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, em RESENHA com João Maria Medeiros, Pedro Ratts e Walter Fonseca. Clique abaixo e assista via Youtube.
A Polícia Civil divulgou, na manhã desta segunda-feira (18), que os cidadãos registraram 11.787 boletins de ocorrências na plataforma da Delegacia Virtual da instituição, desde março deste ano, após a possibilidade de ampliação de registros de diversos crimes, com a publicação da portaria nº 066/2020-GDG/PCRN de 19/03/2020. Todos os registros foram feitos através do serviço virtual disponível no site da instituição (www.policiacivil.rn.gov.br).
“A disponibilização do serviço da Delegacia Virtual é um instrumento que oferece ao cidadão a facilidade de fazer os seus registros sem sair de casa, evitando possíveis contágios com a covid-19. Além disso, essa tecnologia permite uma otimização de recursos materiais e humanos da Polícia Civil do RN, gerando também uma agilidade na comunicação do crime”, destacou a delegada-geral Ana Cláudia Saraiva.
Dos quase 12 mil registros, 1.532 registros foram efetivados em março, 6.562 em abril e até a última sexta-feira (16) de maio, foram 3.693. “Ressaltamos que houve um aumento significativo entre os meses de março e abril devido à ampliação da Delegacia Virtual”, comentou a delegada-geral. Do quantitativo total de registros, os cinco maiores foram os de perda de documentos (4.578), furtos (1.895), roubo (829), acidente de trânsito (773) e fraude (520). Em termos percentuais, perda de documentos alcançou o patamar de 38,84% do total de registros.
Também foram registrados os demais crimes: estelionato (487), ameaça (468), comunicação (206), calúnia (179), dano e difamação (174 cada), apropriação indébita (153), estelionato – compra de mercadoria (120), invasão de propriedade (108), clonagem de placa de veículos (101), crimes contra o consumidor (91), falsidade ideológica (76), perturbação do sossego (72), extorsão via telefone (66), injúria (56), lesão corporal (48), constrangimento (45), desaparecimento de homem (36), falsificação de documento (36), desobediência a decisão judicial (35), violação de domicílio (34), perigo a vida e saúde de outrem (24), vandalismo (24), acidente de trabalho com dano (23), dano causado por fenômeno naturais (22), esbulho possessório (22), adulteração (20), desacato (20), denunciação caluniosa (19), furto a bancos (19), crueldade contra animais (18), vias de fato (17) e outros crimes com menores contabilizações.
A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS
Em mais um gesto para sair do isolamento político, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenta organizar uma reunião dos três poderes com os governadores do país. A ideia é que participem o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.
“Provavelmente esta reunião será amanhã”, disse à CNN o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, do MDB de Pernambuco.
“A ideia é uma reunião ampliada de todos os poderes”, declarou à CNN o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes, do MDB de Tocantins.
O principal assunto da reunião será os vetos que o Planalto pretende adotar no projeto de auxílio financeiro aos estados. O Congresso aprovou o pacote incrementando medidas em dissonância com o governo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, então, pediu que trechos fossem vetados. Maia, que incluiu grande parte das mudanças, e Alcolumbre, relator da proposta, manifestaram incômodo com a possibilidade de veto. Ambos deixaram claro ao presidente a chance de o Congresso derrubá-los.Os chefes de poderes, porém, ainda não foram informados acerca de uma data.
A motivação do encontro são os vetos, mas evidentemente insere-se em um contexto maior. Trata-se de mais uma tentativa do presidente de tentar distensionar o ambiente político e sair do isolamento político no combate à pandemia do novo coronavírus.
O clima entre o presidente e os chefes dos estados piorou na pandemia. Bolsonaro passou a culpá-los pela piora na economia, uma vez que a ampla maioria deles adotou medidas restritivas de circulação de pessoas. O cerco se ampliou contra ele depois que o STF determinou que os governadores têm legitimidade para tomar as medidas que acharem melhor. Um dos piores momentos do tensionamento foi no final de março, quando o presidente se reuniu separadamente com governadores por região do país. Na ocasião, ele bateu boca com João Dória.
Bolsonaro ajudou a acirrar o clima, com críticas frequentes aos governadores. Mas no meio do caminho apareceram as acusações de Sergio Moro contra o presidente e a abertura de uma investigação no STF para apurar se ele interferiu politicamente na Polícia Federal. A partir daí, Bolsonaro passou ampliar seus apoios. Começou com a abertura de espaço no governo para o centrão. Na semana passada, reuniu-se com Rodrigo Maia, até então seu maior antagonista em Brasília.
Neste domingo (17) em Brasília, chegou até a mandar emissários para pedir a manifestantes em frente ao Palácio do Planalto retirassem faixas agressivas contra o Legislativo e o Judiciário. Nesse sentido, o encontro previsto para amanhã é mais um passo do Planalto na tentativa de desanuviar o ambiente político, desta vez com os governadores.
O que o medo de um impeachment não faz…. Até semana passada o presidente metia o pau em todos e agora chama para conversar… É o primeiro sinal que os caminhos estão se fechando,e ele precisa abrir estradas (com o Congresso e o STF) para escapar da degola… O capitão tá feito bicho acuado…. Caso contrário estaria "atirando" como sempre fez… Situação muito difícil a dele….Agora é correr atrás do prejuízo antes que o pior aconteça (impeachment).
Bota pra torar Celso de Melo. Libere o vídeo integralmente. Não tem cabimento o réu escolher o que deve ou não ser de conhecimento público. Eu quero ver quem é podre se reiar.
Quem nao deve, nao teme…como temos um.palhaço doido na Predidencia…os bobos da corte cuidarão de inventar uma estratégia de LOUCURAS desenfreadas..para tirar a atenção dos BABACAS.
BG.
Ele vai consultar seu guru Sarney primeiro.
Eita, por aqui tá brabo o exercício de adivinhar o passado!