Política

‘Não vão botar no meu colo essa conta’, diz Bolsonaro sobre mortes pelo coronavírus, cobrando governadores e prefeitos por políticas de isolamento reclamadas na Justiça

Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (29) que não se responsabiliza pelas mortes pela COVID-19. Segundo ele, “a conta” deve ser direcionada para os governadores e prefeitos que adotaram medidas de restrição. Ele citou em especial João Doria (PSDB), governador de São Paulo, estado mais afetado pela doença.

“Não adianta a imprensa querer colocar na minha conta essas questões que não cabem a mim”, destacou. “O Supremo (Tribunal Federal) decidiu que quem decide essas questões (sobre restrição) são governadores e prefeitos”, disse.

Bolsonaro hoje voltou a lamentar o número de mortes, mas ressaltou que “sabia que ia acontecer”. O chefe do Executivo destacou o impacto da pandemia na atividade econômica, repetindo que sua preocupação sempre foi “vidas e emprego”.

Bolsonaro falou que a “segundo onda” do desemprego provocará uma “recessão gravíssima”. Ele citou as ações do governo de combate a COVID-19, como o pagamento do auxílio emergencial e a liberação de recursos extras para a Saúde.

“O que estou fazendo é sugerir ao Ministério da Saúde medidas para a gente voltar rapidamente, tá? Com responsabilidade, (voltar) a uma normalidade. Como disse um parlamentar aqui, os países que adotaram o isolamento horizontal foi onde mais faleceram (sic) gente”, disse.

Bolsonaro estava acompanhado de deputados do PSL, seu antigo partido, que defenderam o presidente, o fim do isolamento social e retomada do trabalho. Nesta quarta, o presidente recebeu os parlamentares da legenda para um café da manhã no Palácio da Alvorada.

Bolsonaro reforçou ainda seu posicionamento contrário a prisões feitas em Estados em função de quebra do isolamento. Segundo ele, essa era uma cobrança que fazia ao ex-ministro da Justiça Sergio Moro. “Vou divulgar agora a última, penúltima, reunião de ministros onde cobrei isso dele (sobre prisões por medidas de restrição)”, declarou.

Com informações do Estadão

Opinião dos leitores

  1. ???governadores não queriam ter autônomo? Junto com o bônus que venha o ônus. Os grandes responsáveis por tudo isso são governadores e o judiciário. E agora ? Além de pensar na vida por corona vírus temos que tomar cuidado com assaltos pela misericórdia hipócrita do nosso judiciário de meia tigela. Hipócritas

  2. Que eu saiba ele tomou providências desde 6-2-20. Mas vocês nem pensavam nisso no carnaval, né? Nem os governadores.

  3. O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Antônio Boudens, elogiou a escolha de Alexandre Ramagem para a direção-geral da PF, que a entidade considera “perfeitamente qualificado para o cargo e tem o respeito da categoria”, e demoliu a fantasia de muitos políticos e jornalistas hostis ao governo: “até agora, não houve interferências nas investigações em andamento”, garante. Porque seria crime, sem chance de não ser levado a termo, denunciado à Justiça.

  4. Realmente ele tem razão,se fosse com as vontades dele os números de mortos e infectados seria bem MAIOR.

  5. O Presidente está certo. Os governadores resolveram editar tudo quanto foi de decretos e leis, passando, literalmente, por cima da autoridade central.

    1. Tá errado! Enquanto os Governadores bancam a quarentena há mais de quatenta dias o Presidente há mais de quarenta dias vem boicotando o isolamento incentivando as pessoas à irem para as ruas. Cai no colo dele sim!

  6. É muito esc#$&@ esse presidente. Menosprezou a doença, pediu pra tdo mundo ir pra rua, demitiu o ministro da saúde, foi contra o isolamento proposto pelos governadores, tripudiou dos mortos….e agora fala q a conta não é dele? É do senhor sim. A história nao te perdoará nem seus eleitores.

  7. Interessante como os comentários ai do Henrique e do Ricardo Lúcido, petistas fanáticos, se ver pelos os comentários, aqui no RN a Fátima pegou o governo quebrado, por isso que não pode fazer nada, nem pagar os atrasados, mas a nível nacional o presidente estar nadando em dinheiro deixado pelos governos PeTralhas, hipocrisia sobra, o que falta mesmo é ver a verdade, no RN o governo até o momento não vez uma ação em relação a população mais carente, mostrem com números e projetos? O povo não é babaca, a esquerda tenta politizar a pandemia para lucrar futuramente com essa politicagem rasteira, estão se lixando para a população.

    1. Camarada, os dois lados estão politizando. O governo estadual e prefeituras enfrentam dificuldades na gestão da pandemia, até mesmo os estados governados pela direita ou pelos pseudo-comunistas também. O mínimo que o governo federal deveria fazer é dar suporte aos gestores, o presidente ao invés de criar polêmicas deveria ter bom senso, não se fazer de vítima e cumprir adequadamente um papel de liderança da nação e não apenas dos seus admiradores.

  8. A culpa é dos governos PETISTAS, que preferiram construir ESTÁDIOS DE FUTEBOL, gastar em OLIMPÍADAS, e patrocinar obras em OUTROS PAÍSES e pouco fizeram para construir hospitais e investir na SAÚDE PÚBLICA.
    Foram anos desperdiçando dinheiro público em investimentos desnecessários sem se investir satisfatoriamente na infraestrutura da saúde pública.
    AGORA MUITOS PODERÃO MORRER POR FALTA DE LEITOS HOSPITALARES.

    1. O PT saiu do governo vai fazer quatro anos, procura outra desculpa e deixa de defender esse presidente maluco, incompetente e perdido

    2. Daqui a 100 anos ainda virão com a mesma desculpa. Por favor, vira o disco!!!

    3. Essa alta letalidade, é o resultado da insensatez do trato com prioridades governamentais e desonestidade do pt, que investiram bilhões numa copa do mundo e olimpíadas, ao mesmo tempo que roubaram e deixaram roubar trilhões de reais dos cofres da nação, com a insanidade do louco Bolsonaro, que desafiou uma doença perigosíssima, e não sistematizou a proteção da população numa saúde estadual já caótica, e cujos gestores estão tentando tirar proveitos econômicos das situações emergencial existentes. Tudo isso num caldeirão, infelizmente, dificilmente não resultará numa tragédia anunciada. Mas, DEUS está no comando, e ele proverá!

  9. Balança que o filho é teu seu irresponsável . Vossa excrescência é de um escárnio retumbante e não dignifica o cargo que ocupa . Sua insensibilidade é do tamanho da sua estatura moral . Esse filho é deu Bolsonaro ,tem o seu DNA , vai ser o seu 05 . Defenda-o e cuide dele pós ele tem a sua cara .

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Diversos

Bolsonaro amplia lista de atividades consideradas essenciais na pandemia do coronavírus

O presidente da República, Jair Bolsonaro, decretou a ampliação da lista de serviços e atividades considerados essenciais em meio à pandemia do coronavírus. A mudança foi publicada no “Diário Oficial da União” (DOU) desta quarta-feira (29) e já está em vigor.

Ao serem classificados como essenciais, as atividades e serviços podem continuar em operação mesmo durante restrição ou quarentena em razão do vírus.

Passam a ser considerados essenciais, segundo o decreto:

serviços de comercialização, reparo e manutenção de partes e peças novas e usadas e de pneumáticos novos e remoldados;

serviços de radiodifusão de sons e imagens;

atividades de desenvolvimento de produtos e serviços, incluídas aquelas realizadas por meio de start-ups;

atividades de comércio de bens e serviços, incluídas aquelas de alimentação, repouso, limpeza, higiene, comercialização, manutenção e assistência técnica automotivas, de conveniência e congêneres, destinadas a assegurar o transporte e as atividades logísticas de todos os tipos de carga e de pessoas em rodovias e estradas;

atividades de processamento do benefício do seguro-desemprego e de outros benefícios relacionados, por meio de atendimento presencial ou eletrônico, obedecidas as determinações do Ministério da Saúde e dos órgãos responsáveis pela segurança e pela saúde do trabalho;

atividade de locação de veículos;

atividades de produção, distribuição, comercialização, manutenção, reposição, assistência técnica, monitoramento e inspeção de equipamentos de infraestrutura, instalações, máquinas e equipamentos em geral, incluídos elevadores, escadas rolantes e equipamentos de refrigeração e climatização;

atividades de produção, exportação, importação e transporte de insumos e produtos químicos, petroquímicos e plásticos em geral;

atividades cujo processo produtivo não possa ser interrompido sob pena de dano irreparável das instalações e dos equipamentos, tais como o processo siderúrgico e as cadeias de produção do alumínio, da cerâmica e do vidro;

atividades de lavra, beneficiamento, produção, comercialização, escoamento e suprimento de bens minerais;

atividades de atendimento ao público em agências bancárias, cooperativas de crédito ou estabelecimentos congêneres, referentes aos programas governamentais ou privados destinados a mitigar as consequências econômicas da emergência de saúde pública;

produção, transporte e distribuição de gás natural;

indústrias químicas e petroquímicas de matérias-primas ou produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas.

Segundo o decreto, o rol de atividades essenciais acrescido pelo texto “foi objeto de discussão e avaliação multidisciplinar por colegiado composto por representantes das áreas da vigilância sanitária, da saúde, do abastecimento de produtos alimentícios e de logística”.

Estados e municípios

No decreto, Bolsonaro fixa que o texto “não afasta a competência ou a tomada de providências normativas e administrativas pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas competências e de seus respectivos territórios”.

O decreto já leva em consideração decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), do dia 15 de abril, segundo a qual estados e municípios têm o poder de estabelecer políticas de saúde, inclusive questões de quarentena e a classificação dos serviços essenciais.

O texto publicado nesta quarta-feira altera o decreto editado por Bolsonaro em 20 de março e que trouxe a primeira definição dos serviços e atividades considerados essenciais. Desde então, essa lista vem aumentando e, pela norma em vigor, já conta com mais de 50 itens.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Se tu pode ficar em casa fica.
    Mais se não pode meu amigo, vamos trabalhar, afinal quem fica em casa é doente, rico ou precioso.
    Porque quem precisa pagar as contas e tem seu emprego ainda quer mais é voltar a trabalhar mesmo bando de hipócritas, Maria vai com as outras.

  2. Esse cara sofre, com força, das faculdades mentais! O Brasil está perdido! De um lado um bando de ladrões, do outro um bando de loucos!

  3. Ora, se o doido disse que não ta nem ai pra quem ta morrendo, apenas lamenta, ele vai ligar para abrir o comércio, diz ainda, que é MESSIAS, mas, não faz milagre, realmente não faz, pois já tentou de todas as formas fazer para salvar os filhos e não conseguiu. #FIQUEEMCASA

    1. Esse cara é um desequilibrado total! Sem a menor condição de administrar nada! De um lado um bando de ladrões, do outro, um bando de loucos! Estamos perdidos!

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Polícia

Associação de delegados da PF diz que Ramagem tem “qualificação técnica para o exercício do cargo” e pede que Bolsonaro garanta “total autonomia” ao novo diretor-geral

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Após a oficialização do nome do delegado Alexandre Ramagem para comandar a Polícia Federal, a Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) divulgou nota solicitando ao presidente Jair Bolsonaro que garanta “total autonomia” para o novo diretor-geral da instituição.

No domingo, a associação havia divulgado uma carta aberta a Bolsonaro alertando para o clima de “instabilidade” e “perda de confiança” dentro da PF, devido às acusações do ex-ministro Sergio Moro de que o presidente estava tentando interferir politicamente na instituição e frear investigações. A dura manifestação acirrou os ânimos com o Palácio do Planalto.

Nesta manifestação divulgada para cumprimentar Ramagem pela nomeação, a ADPF elogia seu currículo e cita que ele possui “qualificação técnica para o exercício do cargo, acumulando experiências em diversos setores da instituição. Mas volta a rechaçar a possibilidade de interferência política e pede a Bolsonaro que garanta a independência da instituição, enviando projetos ao Congresso Nacional para estabelecer mandato ao cargo de diretor-geral e autonomia à PF.

“Ao ensejo, a ADPF reitera a necessidade de manifestação do senhor presidente da República quanto ao compromisso público de que o novo Diretor-Geral da Polícia Federal terá total autonomia para formar sua equipe e conduzir a instituição de forma técnica e republicana, bem como o envio urgente de projeto de legislação ao Congresso Nacional, estabelecendo mandato para o cargo de Diretor-Geral e autonomia para a Polícia Federal, nos termos da carta publicada no dia último dia 26 de abril”, diz a nota da ADPF.

Na Polícia Federal, o clima ainda é de apreensão com a nomeação do novo diretor-geral. Integrantes das diversas categorias da corporação aguardam as primeiras medidas de Ramagem e a montagem de sua equipe, mas nos bastidores rejeitam qualquer possibilidade de interferências indevidas.

Nesta terça-feira, as diversas associações e entidades das categorias da PF enviaram manifestações em privado a Ramagem lhe desejando sucesso e colocando à disposição para dialogar. A sinalização busca evitar um clima de confronto e iniciar uma pacificação interna dentro da corporação.

O Globo

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Judiciário

Moro já interferiu politicamente na PF em defesa de Bolsonaro, diz Freixo

Foto: Adriano Machado/Reuters

“Já houve interferência política feita pelo próprio Sergio Moro nas ações da Polícia Federal em defesa de Jair Bolsonaro.” A declaração foi dada, em entrevista ao vivo ao UOL, nesta segunda (27), pelo deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ). Próximo da família da vereadora Marielle Franco, executada em março de 2018, ele acompanha as investigações e diz que o, agora, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública fez aquilo que denunciou que o presidente da República desejava fazer.

“Sergio Moro está dizendo agora que a interferência pode se agravar de uma coisa que ele, de alguma maneira, já foi testemunha e participou”, avalia. “O que não podemos deixar é que isso vire uma regra, que o novo chefe da Polícia Federal seja alguém que opere em cima de denúncias para atender o interesse de uma família e não os interesses da República.”

Freixo deu entrada, na manhã desta terça (28), com uma ação na 13ª Vara da Justiça Federal, pedindo a anulação da nomeação de Alexandre Ramagem para o cargo de delegado-geral da PF, publicada hoje no Diário Oficial da União, no lugar de Maurício Valeixo. O advogado-geral da União, André Mendonça, será o novo ministro da Justiça.

“Nenhuma questão pessoal contra o Ramagem, mas existe o princípio da impessoalidade. Nesse momento, há investigações da PF sobre milícias, fakenews e pessoas que participam de atos pedindo o fechamento do Congresso”, afirma. “Algumas investigações esbarram em gente muito próxima ao presidente, inclusive seus filhos. Há um debate muito grande sobre a isenção. Quem diz isso não sou eu, é o ex-ministro Sergio Moro. Bolsonaro querer colocar alguém com relação próxima com seus filhos no cargo viola essa impessoalidade.” Ramagem é amigo pessoal dos filhos do presidente.

De acordo com relato de Freixo ao UOL, Moro tentou levar o caso para a Polícia Federal a a partir do momento em que a investigação das mortes de Marielle e de seu motorista, Anderson Gomes, esbarrou em pessoas próximas ao presidente. Seja por conta do endereço de Ronnie Lessa (matador de aluguel, vizinho de Bolsonaro, preso sob a acusação de ter participado do crime), seja por conta do polêmico depoimento do porteiro do condomínio – que havia afirmado que alguém na casa de Bolsonaro havia autorizado a entrada de Élcio Queiroz, outro acusado de ter cometido o crime.

Marcelo Freixo já havia afirmado que a atuação do então ministro no caso mostrou que Moro “assumiu de vez o papel de advogado particular do clã presidencial”. E que ele não se constrangia em “usar o aparato policial do Estado brasileiro para intimidar um porteiro, homem humilde que mora numa área controlada por milícia, transformando uma testemunha em réu, para proteger a família Bolsonaro”.

Segundo ele afirmou ao UOL, o ex-ministro nunca havia demonstrado interesse no caso Marielle, nem oferecido que a Polícia Federal auxiliasse tecnicamente a Polícia Civil do Rio de Janeiro. “Mas quando foi para defender o presidente, não a vítima, houve um interesse repentino de Moro, tentando – inclusive – interceder na investigação”, diz.

Coluna Leonardo Sakamoto – UOL

 

Opinião dos leitores

  1. Pelos comentários a gente vê que vocês não aprendem nunca. Deixem de defender Lula, mito, moro e outros, bando de jumento. Quem protege bandido e bandido tbm.

  2. Moro é um homem de fibra. Nós, brasileiros, a ele devemos muito. Cumpriu seu dever com grande competência quando Juiz da Lava Jato e honrou o Governo Federal e o Brasil enquanto Ministro da Justiça e Segurança Pública. Só não vê quem não quer.

  3. Se moro tivesse intervido na PF em favor de Bolsonaro, ele não teria motivo pra se demitir, continuaria ministro, desfrutando privilégios. No entanto relegou a tudo, preferiu a dignidade e servidão da coisa certa, mesmo sofrendo todo tipo de pressão.

  4. Eu não lê nada sobre a interferência de lula em 2007 a favor de seu compadre na operação xeque-mate aonde o próprio pte foi gravado e os diretores da pf e abim forão substituindo, agora nesse governo de Bolsonaro é só o que se fala. #Mito 2022.
    Vamos deixar o homem trabalhar que o Brasil vai melhorar.

  5. A esquerda ganhou a companhia de bolsonaristas no trabalho de assassinar a reputação de Sérgio Moro. Isso é emblemático. Pobre Brasil.

    1. Verdade! São farinha do mesmo saco, não há diferença. São cúmplices, e o tal Freixo é uma espécie das mais perigosas.

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Judiciário

Advogado-geral da União até essa segunda-feira, André Mendonça, novo ministro da Justiça, é pastor e tem boa relação com STF

Foto: Reprodução/Globo  News

Nomeado para o Ministério da Justiça, André Mendonça, que até esta segunda-feira (27) ocupava o cargo de advogado-geral da União, tem pós-graduação em direito pela Universidade de Brasília (UnB) e é pastor na Igreja Presbiteriana Esperança, em Brasília.

Ele é doutor em estado de direito e governança global e mestre em estratégias anticorrupção e políticas de integridade pela Universidade de Salamanca, na Espanha. Mendonça também já ganhou o Prêmio Innovare, que premia boas práticas do poder Judiciário.

O novo ministro, que como titular da AGU participou das sessões do Supremo Tribunal Federal (STF) e manifestou as posições da União em processos na Corte, tem interlocução com ministros do tribunal. Ele tinha sido escolhido para o cargo na AGU ainda na transição para o governo de Bolsonaro, logo após a eleição, em novembro de 2018.

Antes de assumir o cargo de ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Mendonça atuou como corregedor-geral do órgão, entre 2016 e 2018. Ele também já tinha sido diretor do Departamento de Patrimônio Público e Probidade Administrativa da Procuradoria-Geral da União.

Em 2016, assumiu o cargo de corregedor-geral da AGU. Ele já coordenou equipes de negociação dos acordos de leniência celebrados pela AGU e pela Controladoria-Geral da União.

Em 2011, Mendonça venceu o Prêmio Innovare na categoria especial. Ele foi vitorioso por idealizar e coordenar um grupo dedicado à recuperação de ativos desviados em casos de corrupção, que recuperou bilhões de reais aos cofres públicos.

Nome foi cotado para STF

O nome de André Mendonça passou a ser mencionado nos bastidores do governo federal desde julho do ano passado. Na época, ele era cotado para virar ministro do STF, e o presidente Bolsonaro chegou a afirmar que indicaria um ministro evangélico para a Corte Suprema.

“Quantos tentam nos deixar de lado nos dizendo que o estado é laico? O estado é laico, mas nós somos cristãos. Por isso meu compromisso: poderei indicar dois ministros para o Supremo Tribunal Federal. Um deles será terrivelmente evangélico”, declarou o presidente em 2019.

PF fez busca por celular em favela

Ano passado, o nome de André Mendonça esteve no centro de uma polêmica envolvendo a Polícia Federal, que é subordinada ao Ministério da Justiça. A PF montou uma operação para recuperar o celular dele numa favela do Rio.

A corporação chegou a dizer, inicialmente, que o celular era de um delegado da PF, mas depois o próprio então advogado-geral da União comunicou ter perdido o celular, que tinha informações de estado.

Nome não era favorito para Justiça

O nome de André Mendonça não era o preferido de Bolsonaro para a pasta da Justiça. O presidente queria no comando do ministério Jorge Oliveira, atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência e amigo íntimo da família Bolsonaro. O próprio Jorge Oliveira resistiu a suceder Moro e aconselhou o presidente a procurar outros nomes.

Para a vaga de Mendonça na AGU foi nomeado Jose Levi Mello do Amaral Júnior.

Saída de Moro

André Mendonça assume o Ministério da Justiça após a saída de Sergio Moro, que deixou o cargo na sexta-feira (24) acusando Bolsonaro de tentar interferir politicamente na Polícia Federal, o que o presidente nega. Um inquérito foi aberto no STF para investigar as declarações.

Além de Mendonça, Bolsonaro nomeou o novo diretor-geral da PF – o anterior, Mauricio Valeixo, foi demitido na sexta-feira passada pelo presidente, o que precipitou a saída de Moro.

G1

Opinião dos leitores

  1. Previsível a indicação. Assim Bolsonaro faz uma média com Toffolli (tá precisando de uma força do STF), de quem André Mendonça é baba ovo.

  2. Bom dia. Agora que acabou o BBB vamos todos ler um livro chamado Constituição Federal, sobretudo em seu art. 86, que trata dos crimes de responsabilidade do Presidente da República.

    1. De que adianta ler (os que conseguem), se não sabem interpretar?

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Política

Bolsonaro determina que seja mantida segurança de Moro

FOTO: MATEUS BONOMI/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) determinou que a segurança do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro seja mantida mesmo após o ex-juiz da Lava Jato pedir demissão do cargo na última sexta-feira (24).

A informação foi confirmada via telefone pela assessoria de imprensa do GSI (Gabinete de Segurança Institucional).

O R7 Planalto também questionou por quanto tempo a segurança será mantida, mas ainda não obteve resposta.

R7

Opinião dos leitores

  1. Os MITRALHAS estão querendo rastrear o Moro. Tropa de Elite 3 já está rolando na vida real. Depois o Padilha faz o filme.

  2. Meu Deus! Não vejo a hora desse nosso País encontrar a Paz desejada. Nem está pandemia acalmou a revolta dessa gente. Mortais ! Vamos trabalhar em favor da Paz! Pra que tanto veneno ? Isto Faz mal a quem dele se alimenta. Precisamos de Luz nāo de trevas. ACODEM! Pelo amor de Deus! Esta vida é passageira! Vamos plantar o bem!

  3. Vai rastrear Moro. Esse meu presidente é sabido….. Lembrei de Adriano. Foi ligar para o advogado, morreu. Cuidado Moro! Os MITRALHAS são danados.

  4. Presidente é um homem! espero chilique do ex ministro passe que ele tenha sucesso em seu futuro. um barulho desse por conta de um delegado que já estava querendo sair !
    talvez no mundo real se possa entender como os brasileiros comuns vivem.

    1. Se moro morrer, quem o Sr. Acha que levará a culpa, principalmente agora que ele tem algo a dizer?

  5. Blefe. Isto é uma defesa prévia, pois se acontecer alguma coisa com Moro, ele acha que vai estar isento. Me engana que eu gosto.

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Política

Em clima amistoso, Bolsonaro toma café da manhã com Guedes e ministros

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil 

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), chamou alguns ministros e os chefes do Banco Central do Brasil e da AGU (Advocacia-Geral da União) para um café da manhã, no Palácio do Alvorada, nesta segunda-feira (27).

Estiveram presentes Paulo Guedes (Economia), Tereza Cristina (Agricultura e Pecuária), Tarcisio de Freitas (Infraestrutura), Roberto Campos Neto (presidente do Banco Central) e André Luiz de Almeida Mendonça (Advocacia-Geral da União). O clima amistoso foi e nada disso tinha a ver com, supostamente, Guedes deixar o governo.

O encontro marca uma reaproximação com o superministro Paulo Guedes e baixa a temperatura sobre os rumores sobre uma possível saída dele do governo. Assim que o café da manhã terminou, Bolsonaro e Guedes falaram rapidamente com a imprensa. O presidente reforçou que quem manda na economia é Paulo Guedes.

O ministro disse que o Brasil passou de reformas estruturantes, antes da pandemia, para medidas essenciais diante da crise provocada pelo novo coronavírus, com quase 50 milhões de brasileiros recebendo algum benefício do governo. Guedes disse que se trata de uma camada protetora para salvar vidas e preservar empregos.

“Nós estávamos crescendo acima de 2% quando bateu a crise do coronavírus. Nós sabemos que vamos sair disso. […] Claro que o mundo inteiro está gastando mais por conta da crise, e temos que gasta mais. […] Seguimos firmes no nosso compromisso, nós vamos surpreender o mundo de novo [com crescimento da economia]”, avisou.

Guedes também destacou que haverá no Senado Federal uma votação e a “aprovação de um importante programa”, a fim de descentralizar recursos para Estados e municípios. O ministro também cobrou os servidores públicos a colaborarem com as necessidades do país.

No final da semana passada, a saída conturbada de Sérgio Moro do governo alimentou, entre economistas, preocupações sobre o futuro do ministro Paulo Guedes no governo Jair Bolsonaro.

Para o mercado, a avaliação era de que a agenda econômica ortodoxa, que já estava perdendo força em meio à crise da pandemia do coronavírus, tenderia a ficar ainda mais de lado no governo diante de esforços do presidente para se reposicionar politicamente.

R7

Opinião dos leitores

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Judiciário

Aras pede inquérito sobre Bolsonaro no Supremo

Augusto Aras acaba de enviar ao Supremo um pedido para investigar possível tentativa de Jair Bolsonaro de interferir em investigações da Polícia Federal. A primeira providência será um depoimento de Sergio Moro.

O inquérito vai analisar se estão configurados os crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.

Segundo a PGR, a investigação partirá das declarações de Sergio Moro. Por isso, o ex-ministro também poderá ser investigado caso tenha acusado falsamente o presidente.

“A dimensão dos episódios narrados revela a declaração de Ministro de Estado de atos que revelariam a prática de ilícitos, imputando a sua prática ao Presidente da República, o que, de outra sorte, poderia caracterizar igualmente o crime de denunciação caluniosa”, aponta o procurador-geral”.

O procurador-geral quer que Moro “apresente manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão”.

“Uma vez instaurado o inquérito, e na certeza da diligência policial para o não perecimento de elementos probatórios, o procurador-geral da República reserva-se para acompanhar o apuratório e, se for o caso, oferecer denúncia”, conclui Augusto Aras no pedido.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Vôts! nenhum comentário ainda?
    A debandada dos que defendiam com propriedade foi grande.

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Política

“Ele não esteve comigo durante a campanha”, diz Bolsonaro, sobre Moro

Jair Bolsonaro disse que Sergio Moro não esteve ao seu lado na campanha de 2018.

“Ele não esteve comigo durante a campanha. Eu não sei em quem ele votou no primeiro turno e nem quero saber.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. A lama da corrupção está no Congresso Nacional. Não esperem que trocando o presidente as coisas vão entrar nos trilhos. Ou Bolsonaro dissolve o Congresso ou vai ter que entrar no jogo desses bandidos parlamentares!

    1. Bolsonaro é originário da mesma nata putrefacta, ele atuou por longos 28 anos nos subterrâneos do famigerado baixo-clero. Quer mais?

  2. Moro não esteve na Campanha do Presidente e nem poderia. Na época ele fazia parte do Judiciário que tem um rigoroso Código de Condutam e o Presidente sabe bem disso.

    1. Apenas não disse a verdade! Votei nele…pense num arrependimento! Melhor o Mourão!

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Política

Bolsonaro diz que compromisso de Moro é “com seu ego”

Jair Bolsonaro, em pronunciamento, diz que o compromisso de Sergio Moro é “consigo próprio, com seu ego”.

“Uma coisa é você admirar uma pessoa, outra é conviver com ela.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Pra mim o único erro do ex-ministro Moro, no pronunciamento e inerente ao seu comportamento como autoridade foi ter escutado tudo aquilo do presidente bipolar que temos, e só ter vindo a revelar agora. Presumo que se o delegado federal tivesse continuado no cargo, o segredo iria continuar guardado. Moro pecou! Mas ninguém é perfeito.

  2. Tô com vc e não abro meu presidente,o MITO incomoda todo o sistema!estou com o senhor até o fim!

    1. Parece que ele está mais incomodado do que incomodando… Moro deixo o presidente nu.

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Política

Flávio Dino diz que Moro é o “Fiat Elba” de Bolsonaro

Fotos: Reprodução/Twitter

O governador do Maranhão, Flávio Dino, outro postulante ao Palácio do Planalto em 2022, comparou a situação de Jair Bolsonaro à de Fernando Collor às vésperas de seu impeachment, em 1992.

“Moro está para Bolsonaro como o Fiat Elba esteve para Collor. A prova que faltava. Agora não falta mais”, tuitou o governador nordestino.

“Do ponto de vista jurídico, o depoimento de Moro constitui prova de crimes de responsabilidade contra a probidade na administração, contra o livre exercício dos Poderes e contra direitos individuais.”

E ainda:

“O depoimento de Moro sobre aparelhamento político da Polícia Federal como base para o ato de exoneração do delegado Valeixo constitui forte prova em um processo de impeachment.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Moro presidente!!!
    Nós não podemos de maneira nenhuma entregar esse País a esses comunistas de jeito nenhum!!!
    Esse Dino é a febre que deu nu C… do guaxinim.
    É a última pedra do bornar.
    Há é o Fiat elba ???
    E vc tem a cara do 147, não tem o que tirar.
    Saí fora
    Comunista.
    Vcs acabaram com o País.
    Esquerdistas derrotados, o povo da direita, já mais vai permitir esses desonesto no poder.
    Ja mais!!!!

    1. Jamais…jamais
      Deu refluxo depois da saída de Moro?

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Política

Acusações de Sergio Moro sobre Jair Bolsonaro respaldadas em provas documentais

As acusações de Sergio Moro contra Jair Bolsonaro estão respaldadas em provas documentais, dizem Andreza Matais e Fausto Macedo no Estadão. O Antagonista confirma que há mensagens de WhatsApp do presidente ao então ministro da Justiça.

Interlocutores do ex-ministro da Justiça relataram que ele e o presidente tiveram inúmeras conversas, pessoais e de governo –especialmente pelo WhatsApp, canal usado por Bolsonaro para dar ordens aos subordinados.

Essas fontes observaram que Moro tem uma experiência de 22 anos como juiz criminal e sabe, como poucos, que não se acusa alguém sem provas concretas.

Pelo menos sete crimes que Bolsonaro teria cometido foram apontados pelo ex-ministro em seu pronunciamento desta sexta (24). Moro surpreendeu até sua equipe ao revelar com detalhes que o presidente manifestou interesse em interferir na autonomia da PF –ordens que ele nunca repassou.

O Antagonista, com Estadão

Opinião dos leitores

    1. Concordo plenamente . Os três poderes precisam estar em harmonia de princípios .

  1. Tenho dito.
    Moro é cirúrgico no que fala.
    É difícil pegar lo sem provas.
    Basta lembrar como juiz da lava jato.
    Cirúrgico!!!
    Nosso futuro presidente!!!

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Política

Maior apoiador de Bolsonaro, empresário Luciano Hang diz estar decepcionado com saída de Moro

Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Um dos maiores apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, o empresário Luciano Hang, das lojas Havan, descreve a saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça como decepcionante. Ele descreve esta sexta-feira (24) como um “dia triste”, em que o seu “herói” deixou o governo federal.

“Fico triste com a saída do ministro Moro. Sempre tenho manifestado que ele é o grande herói brasileiro. Um herói vivo. O cara que fez uma grande transformação no nosso país contra a corrupção. Hoje é um dia pesado, muito, muito, muito ruim”, diz Hang ao Painel.

“”A saída do Moro me deixa decepcionado. Neste momento estamos vivendo uma crise de saúde, política, e uma crise econômica, e não temos que ter mais crises do governo. Temos que agora nos unir para passar esse momento. Estou muito triste. O Moro deixa um legado para o país inimaginável, sou fã de carteirinha dele, e ele é meu herói”, acrescenta.

Sobre as acusações feitas por Moro a Bolsonaro, como a tentativa de acessar arquivos da Polícia Federal e uma suposta fraude em sua assinatura no Diário Oficial, Hang disse que estava em um avião e não acompanhou o que disse o ministro, e que só se pronunciará sobre o tema depois de assistir o pronunciamento de Moro.

Perguntado se continua bolsonarista, ele não confirmou nem negou.

“Sou apoiador do Brasil. Quando me posicionei lá atrás, quando disse que seria ativista político, escrevi que ‘o Brasil que queremos só depende de nós'”, disse.

Ele também disse que não tem apego a políticos.

“Desde o princípio, se você procurar meu histórico, sou brasileiro como ativista político. Não tenho partido nem político de estimação. Continuo defendendo as pautas brasileiras. Desburocratização, menos interferência do governo na vida do cidadão.”

Sobre a preocupação de Bolsonaro com o inquérito de fake news, revelado pelo Painel, ele diz que o temor só deve existir em quem tem algo a temer, o que, na sua opinião, não é o caso do presidente.

“Quem não deve, não teme. Se você fez alguma coisa, você fica preocupado. Se não fez, você não fica. Espero que não seja a verdade. Não acredito que empresários tenham impulsionado determinadas campanhas​. Quero crer que houve uma saída por não compatibilizar o pensamento do presidente com o do Moro”, conclui.

Painel – Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

    1. O gado tá pensando que seus adorados ladrões CORRUPTOS condenados vão voltar ao poder. Não sejam imbecis, cretinos. O Brasil não aceita em hipótese alguma votar em CORRUPTOS. Hehehe

    1. Bom mesmo era sua quadrilha. Esse Cidadão gera milhares de empregos pelo País todo e não existe nenhuma prova contra ele, agora os seus ladrões de estimação geraram milhares de desempregos. O seu poste que ensaca vento deixou 13 MILHÕES de desempregados.Babaca.

    2. Que quadrilha cara ?????kkkkkkkkkk. Não tenho e nunca tive nem político , e nem muito menos, BANDIDO de estimação.

  1. O Brasil inteiro está decepcionado. Tiro de bazuca no pé.
    Acabou, cadeia para todos os corruptos, seja de direita, seja de esquerda.
    Começou hoje a campanha MORO 2022

    1. Errar é natural. Agora permanecer no erro é que não dar. É o que vejo nessa pessoas que defendem o PT. Eles não vem para realidade. É uma ilusão total.

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Política

“Está cavando sua fossa. Que renuncie antes de ser renunciado”, diz FHC sobre Bolsonaro

Foto: Reprodução

No Twitter, Fernando Henrique Cardoso defendeu explicitamente a renúncia de Jair Bolsonaro e disse que o presidente está “cavando sua fossa”.

“Poupe-nos de, além do coronavírus, termos um longo processo de impeachment. Que assuma logo o vice para voltarmos ao foco: a saúde e o emprego”, escreveu o ex-presidente tucano.

O Antagonista

 

Opinião dos leitores

  1. Não simpatizo com o Sr. FHC, mas concordo com ele. O Presidente errou ao descumprir a palavra dada quando convidou o Dr. Sérgio Moro. Acho que o Presidente destruiu seu próprio governo.

  2. Vou ser obrigado a concordar com FHC.
    Esse processo é longo de mais.
    Que assuma o general Mourão.
    Mandato tampão, porque em /22 É MORO na cabeça.

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Judiciário

OAB avalia crimes de responsabilidade de Bolsonaro após declarações de Moro: ‘Quadro muito grave’

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, demonstrou preocupação com as declarações feitas pelo agora ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, de que houve tentativa de interferência política do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal.

À GloboNews, o presidente da OAB disse que a entidade analisa, agora, a partir das falas de Moro, se houve o cometimento de crime de responsabilidade.

“Tudo é muito grave, a interferência na [Polícia] Federal, reconhecida por Moro, não ocorreu nem no auge da Lava-Jato. Claramente, por negar ao presidente acesso à informação de investigações que o próprio Bolsonaro tinha interesse, o diretor-geral foi substituído. Quadro muito grave, mais triste ainda que em meio à pandemia. Conversei com deputados, alguns falando em comissão de inquérito. Agora a OAB está analisando a fala do ministro Moro, até para avaliar possíveis crimes de responsabilidade”, afirmou Santa Cruz.

Em nota, o presidente da OAB disse ter pedido à Comissão de Estudos Constitucionais da OAB um estudo detalhado do pronunciamento e suas implicações jurídicas.

“É lamentável que, no dia seguinte ao país registrar mais de 400 mortos pela pandemia, estejamos todos em meio a nova crise patrocinada pelo governo”, diz ainda a nota.

Íntegra

Leia abaixo a íntegra de nota divulgada pela Ordem dos Advogados do Brasil:

Foram muito graves as declarações do ministro Sergio Moro ao comunicar sua demissão, indicando possíveis crimes por parte do presidente da República. Solicitei à Comissão de Estudos Constitucionais da OAB um estudo detalhado do pronunciamento e suas implicações jurídicas. É lamentável que, no dia seguinte ao país registrar mais de 400 mortos pela pandemia, estejamos todos em meio a nova crise patrocinada pelo governo. Felipe Santa Cruz, presidente da OAB.

BLOG DO CAMAROTTI – G1

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Política

Bolsonaro anuncia coletiva nesta tarde: “restabelecerei a verdade sobre a demissão a pedido do Sr. Valeixo, bem como do Sr. Sérgio Moro”

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro anunciou em suas redes sociais que nesta sexta-feira(24) às 17h, uma coletiva para se manifestar após a confirma do ex-juiz Sergio Moro de sua saída do Ministério da Justiça:

“Restabelecerei a verdade sobre a demissão a pedido do Sr. Valeixo, bem como do Sr. Sérgio Moro”, disse.

Opinião dos leitores

  1. Vamos que vamos.
    Agora é MORO.
    O ex Mito, va trabalhar de babá.
    Vá se juntar a o centrão, Votei em Bolsonaro, pra acabar com as safadezas e permanecer longe afastado dos mal viciados.
    Foi se misturar, encubrir as safadezas dos bebezinhos, fique pra lá, contínuo achando que o país tem jeito, mas não com Bolsonaro, o homem mudou de lado.
    Vai timbora enganador.
    Não pense nunca que seus eleitores, são encantados igual aos do ladrão de nove dedos.
    Eu sou Brasil sil sil sil.
    Show satanás!!!!
    Moro 2022!!
    E pronto, não tem outro.

  2. Não tem uma coisa pra me deixar mais chateado do que os fanáticos políticos seja de que ideologia for só falarem em impeachment. Pessoas esclarecidas que só falam em democracia e, no entanto, querem por interesses pessoais retirar um presidente legitimamente eleito a qualquer custo e por motivos banais. O impeachment é para casos extremos, casos graves de corrupção comprovada, por exemplo, não alimentem a ânsia de poder dos políticos sejamos sensatos. OBS: Fui contra o impeachment de Dilma! embora tenha sido um mal necessário.

  3. O GADO não deixem de assitir mais uma mentira do Bozo kkk, a policia federal não é sua não Bozo.

  4. Tá querendo me enganar é????
    To fora!!
    Agora é Sérgio Moro.
    O nível aqui é outro, não tem Olavo, nem filhos com forte influência e participação no governo.
    É MORO e ponto final!!!
    Tamos juntos meu Herói!!!

  5. O ex ministro, como ex juiz sabe que , quem acusa cabe o ônus da prova, vcs tenham certeza que ele está munido de provas….melhor o presidente assumir que o diário oficial errou ( erro de digitação) e tentar resolver, antes que Sérgio moro vá depor na CPI das faço news….

  6. Agora vem a verdade verdadeira kkkkkkkkk. Bolsonaro já está mais perto do impeachment que ontem… Cada dia cava mais fundo o buraco… Mais um que enganou o povo (me incluo nisso).

    1. No lugar do japonês agora é um bonitão, apelidado de Rodrigo Hilbert da PF

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