A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) afirmou que o depoimento prestado por Maurício Valeixo, ex-superintendente da Polícia Federal, na última segunda-feira, 11, foi “completamente favorável ao presidente da República”.
Durante a fala de Valeixo, ele afirma que não pediu demissão do cargo, mas recebeu uma ligação do presidente Jair Bolsonaro para avisar que seria exonerado “a pedido”. Bolsonaro perguntou a Valeixo se ele estava de acordo e o ex-superintendente afirmou que sim.
Além disso, Valeixo ainda afirmou que nunca houve tentativa de Bolsonaro de obter informações da Polícia Federal.
“O depoimento do Dr. Valeixo afasta a falsidade ideológica, que havia sido ventilada, pela publicação no Diário Oficial. Mas o depoimento foi além, pois o Delegado foi categórico ao assegurar que jamais houve interferência do Presidente em investigações”, escreveu a deputada nas redes sociais.
Janaína Paschoal, que saiu em defesa do ex-ministro Sergio Moro no dia em que ele pediu demissão, afirmou que Moro não mentiu, mas que “qualquer pessoa minimamente conhecedora do Direito Penal dirá que não houve crime”.
E o Bolsonaro está destruindo mais um possível concorrente à sucessão presidencial. O Moro mordeu a isca. Abriu mão do cargo de Juiz Federal, deixou de ser ministro, perdeu a prometida vaga no STF e vê diminuir suas chances de ser Presidente. O capitão é maquiavélico.
Servidor federal , seria doido de falar mal pra perder sossego pro resto da vida. Bolsonaro é presidente, Moro hoje é simplesmente ex-ministro. Outra, amigo fiel ñ existe quando a sobrevivência é uma opção.
O presidente Jair Bolsonaro disse nessa segunda-feira (11) que tem “zero” preocupação com o vídeo da reunião citada pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro em depoimento e que comprovaria que ele foi pressionado a trocar o comando da Polícia Federal. A gravação será exibida nesta terça-feira, 12, no Supremo Tribunal Federal (STF). O chefe do Executivo disse que decidiu entregar o vídeo pela “verdade acima de tudo.”
“Zero, zero (preocupação). Nós fornecemos o vídeo na íntegra. E não precisamos fornecer, no meu entender, porque não é um vídeo oficial. Até para provar que nada devemos no tocante ao inquérito.”
O chefe do Executivo disse que poderia ter alegado que o vídeo não existia mais. “Filmou-se, como sempre, para aproveitar algumas imagens. Eu podia falar que não tem mais o vídeo. Não tenho obrigação de ter o vídeo. Não é o vídeo da entrada da portaria da presidência. É um vídeo reservado, mas eu resolvi assumir. A verdade acima de tudo.”
Até entregar a integra ao ministro Celso de Mello, a Advocacia-Geral da União alegou que se tratava de “assuntos potencialmente sensíveis de Estados” e pediu para remeter apenas trechos. Por fim, pediu que a divulgação se restringisse aos trechos do inquérito.
Bolsonaro justificou que pediu para divulgar apenas trechos de interesse do inquérito da PF, porque estava em uma reunião reservado em que tratou de temas política internacional e segurança nacional. Ele ainda reconheceu que usou termos poucos polidos.
“Claro que se fosse uma conferência ou um evento não seria tratado daquela forma bruta, seria uma forma mais polida. Agora é justo expor o que falamos de política externa, assunto de segurança nacional? Aí não dá. Complica a situação. Eu espero que não aconteça. Esperamos que os demais poderes atuem de forma responsável”, disse.
Lucas, já foi confirmado que o gasto do cartão foi com aviões pra mandar buscar seus manos braseiros fora do país, e o exame já foi comprovado negativo, peça mais um pra ir ter direito a música no fantástico, aguenta Lucas é até 2027.
Nada disso foi confirmado, foi apenas dito por Bolsonaro e, se foi ele quem disse, a chance de não ser verdade é imensa. A palavra do Bozo não tem valor nenhum. Se quer mais uma, falta também ele comprovar a alegada fraude nas eleições. Duvido que prove qualquer uma dessas MENTIRAS.
Presidente, aproveita o ensejo e libera também pra gente o resultado do exame e o extrato do cartão corporativo. Assim você demonstra que não usa esse lema de campanha só quando lhe é conveniente, taokey?
O depoimento de Maurício Valeixo terminou há pouco, depois de quase seis horas.
O Antagonista apurou que o delegado confirmou ter recebido um telefonema de Jair Bolsonaro no dia 23, perguntando se concordava em sair da função, mas sem que lhe fosse dada qualquer alternativa.
Segundo Valeixo, nunca houve pedido seu para ser exonerado.
Da mesma forma, ele explicou que “estava cansado” do assédio do Planalto e, por isso, deixou Sergio Moro à vontade para trocar o comando da Polícia Federal.
Gentileza que não foi aceita por Moro, mas explorada pelo presidente da República.
Frederick Wassef, que advoga para Flavio Bolsonaro e já defendeu o presidente em casos que envolvem o Judiciário, esteve no Aqui na Band deste segunda-feira, dia 11, e contestou trabalho da Polícia Federal de Juiz de Fora (MG), cidade onde Jair Bolsonaro, até então candidato à presidência da República, levou uma facada em setembro de 2018. O programa esteve entre os assuntos mais comentados do Twitter.
Segundo Wassef, quando Adélio Bispo, autor da facada é retido, a pessoa que o detém não é alguém da Polícia Federal, conforme consta no relatório do inquérito. “O relatório começa com uma mentira. Como sei disso? Fui procurado por esta pessoa, que é quem detém Adélio. Há uma testemunha que o detém e o conduz até um prédio e ali eles ficam por um tempo. Sim, essa pessoa esteve por um tempo a sós com Adélio e tem gravação disso, vou levar à Procuradoria-Geral e à Polícia Federal”, disse durante o programa.
O advogado de Bolsonaro não revelou mais detalhes além do descrito acima. De acordo com ele, “não se pode mostrar a estratégia para não alertar os inimigos”. “Esse indivíduo deteve o Adélio; gravou o Adélio e, além desta, há outras testemunhas que me procuraram amedrontadas e narrando coisas assustadoras.”
Wassef questionou, também, o prazo de 30 dias em que foi feito o inquérito oficial. “O delegado da Polícia Federal disse que tinha prazo para terminar o inquérito, 30 dias, mas 99,9% dos inquéritos levam mais de anos para serem concluídos. Então, o delegado, usando da justificativa dos 30 dias, encerra o documento. A polícia de Juiz de Fora não investigou, desmembrou o inquérito. Ao invés de apurar a verdade e chegar aos mandantes, isolam o Adélio dizendo que ele é um louco.” O advogado de Bolsonaro terminou sua participação no programa pedindo a federalização do caso.
O delegado Maurício Valeixo, ex-chefe da Polícia Federal, afirmou, durante o depoimento prestado na manhã desta segunda, 11, na sede da corporação em Curitiba, que o presidente Jair Bolsonaro lhe disse que não tinha nada ‘contra a sua pessoa’, mas queria um diretor-geral com quem tivesse mais ‘afinidade’. A oitiva do homem de confiança do ex-ministro Sérgio Moro no inquérito sobre suposta interferência do presidente na PF teve início às 10h10 da manhã e ainda não terminou.
O depoimento de Valeixo foi agendado para a manhã desta segunda, após determinação do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, relator da investigação que apura as acusações feitas por Moro a Bolsonaro quando anunciou sua saída do governo. O decano atendeu a pedido do procurador-geral da República Augusto Aras e determinou ainda a oitiva de outros quatro delegados, três ministros e da deputada Carla Zambelli.
Também estão previstas para esta segunda as oitivas do delegado Ricardo Saadi, ex-chefe da PF no Rio, e do diretor da Agência Brasileira de Inteligência Alexandre Ramagem Rodrigues. Os depoimentos estão marcados para as 15h no edifício sede da corporação em Brasília.
Valeixo é pivô central nas crises entre e Moro e Bolsonaro. O primeiro dos atritos públicos entre o presidente e o ex-ministro, relacionada a primeira tentativa do Planalto de trocar o comando da PF no Rio, incluiu até uma ameaça de demissão de Valeixo. “Se eu não posso trocar o superintendente, eu vou trocar o diretor-geral. Não se discute isso aí”, afirmou o presidente na ocasião.
"afinidade" aparece 2 vezes nesta matéria… no título, aparece "afinidade comigo" (sugerindo afinidade pessoal, não apenas com um modelo ou forma de gerir (como parece sugerir a inferência no título da matéria)). "Afinidade" é algo que nunca vi ser diferente em toda e qualquer gestão. Ou a governadora nomeou alguém sem "afinidade" com seu programa de governo, ou alguém que ela saiba que não tenha votado nela? Duvido muito. Isso não significa dizer que todos os nomeados em seu mandato sejam íntimos ou próximos a ela. Agora, interessante… quando a Dilma nomeou o Lula Chefe da Casa Civil (todos sabiam da grande "afinidade" pessoal, política, etc, além da verdadeira razão da nomeação), não houve esse blá-blá-blá de uma imprensa nociva, alienante, interesseira fazendo cena!
Mais informação, pessoal! Menos sujeira!
O leitor merece respeito.
O cargo é de confiança e além de confiança tem de ter afinidade pra poder exercer o cargo ou cargo de confiança pega o primeiro Ze Mane que passa pela rua concorda!
O advogado Paulo Carvalhosa impetrou notícia crime com pedido de abertura de inquérito policial no Superior Tribunal de Justiça (STJ) a partir de denúncias divulgadas pelo ex-assessor da deputada federal Joice Hasselman, Silvio Frutuoso divulgadas em vídeos nas redes sociais.
O advogado aponta que o ex-assessor, que teria tido caso amoroso com a deputada, divulgou que ela pediu criação de perfis fakes contra Bolsonaro e relatou ainda que figuras públicas como o governador de São Paulo, João Dória e o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, fariam parte do grupo criminoso juntamente com Adélio Bispo, autor da facada contra Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018.
Eu quero vê o mar pegar fogo pra comer peixe frito kkk
Eu não duvido de mais nada. Quem pensa que Moro 3 bobinho está enganado é um covarde e mau caráter.
Idiota é quem acredita em #moropresidente.
Quem te viu quem te vê. Quem diria que ele um dia disse que não tinha pretensões políticas rsrs imagina se não tivesse. Entrou no sistema corrompeu-seu.
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O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar parte da imprensa ao conversar com apoiadores nesta manhã, quando deixava o Palácio da Alvorada. Ele rebateu reportagem publicada no fim de semana pela Folha que mostrava que seus gastos com o cartão corporativo têm sido maiores do que nos governos de Dilma Rousseff e Michel Temer.
“Ontem, a imprensa, como sempre criticando o cartão corporativo. Só que os caras são tão mau-caráter que não dizem que parte da operação da China, três aviões da Força Aérea, por ser avião militar, foram financiados com o meu cartão corporativo. Parece que eu estou usando o cartão para fazer festa. Falta de caráter e de responsabilidade dessa imprensa aí”, disse Bolsonaro.
No Twitter, ele completou:
“Grande parte da mídia é desmascarada sobre o uso do cartão corporativo. Lixo! Mentem 24 horas ao dia!”
Se tem como comprovar que foi por algo justo, mostre os extratos e não fique apenas falando. Não acredito na palavra de nenhum político, comprove que diz a verdade para que eu possa começar a mudar a minha opinião.
Muito bom presidente, não adianta uma parte da imprensa querer manipular fatos, que as verdades aparecem, eles jamais conseguirão manipular pessoas com opiniões formadas, que conseguem enxergar verdades.
Eu não boto minha mão no fogo por POLÍTICO NENHUM desse Brasil véio de guerra. O que todo mundo vê são os esforços de Bolsonaro para calar a imprensa e para ter os órgão de fiscalização e polícia sob seu controle.
Não vejo muita honestidade nisso não.
Tava bom o MP fazer uma auditoria sabendo se essas viagens foram mesmo pagas pelo cartão corporativo da família Bolsonaro. Quem é tolo de acreditar numa história dessa. Era mais uma desmascarado.
Se ele desse publicidade e transparência de seus atos/gastos , como homem público, divulgando por exemplo seu exame negativo de uma doença que se tornou pandemia, EVITARIA ILAÇÕES desnecessárias.
O deputado federal Paulo Pimenta, uma das lideranças nacionais do PT, claro, acredita que Jair Bolsonaro chegará a 2022 sem “densidade eleitoral”.
“Há uma guerra na direita sobre 2022. Bolsonaro sabe e teme um nome da centro-direita com aval do mercado. Ele sabe que, assim que não for mais útil, será descartado. Não chegará até 2022 com densidade eleitoral para disputar uma eventual ida ao segundo turno.”
Pimenta, em conversa com O Antagonista, disse acreditar ser zero “a chance de Bolsonaro sair ileso de tantos inquéritos e investigações”.
“A depender do que os inquéritos revelem, ele não se segura até lá [2022].”
Segundo o deputado, o PT apresentará em 2022 um nome para “buscar uma unidade da esquerda e da centro-esquerda”.
“Acho que esse é o desafio. Identificar convergências com outros sujeitos para uma frente mais ampla. Não creio em segundo turno sem o PT e a esquerda unida.”
Isso não é novidade, era o mesmo que ele afirmava em 2018, e deu no que deu. Quem se acabou foi o pt. Se em 2018 o pt com luladrão liderando as pesquisas, não ganhou, e agora, com ele na rabeira, não vai nem pra o 2o turno. Vai ser Bolsonaro x MORO
Vão comer pimenta antes de 2022., agora tá dando, até para adivinhador sabem tudo, pergunta sobre a roubalheira nos anos de petismo ilusório para ver o que esse baitinga responde.
aí, por certo, eles devem estar achando que eles, que "devem ter" a maior densidade moral, serão solução para o pais… vão lançar quem? o "Ali Babá" deles, ou mais um poste?
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!! Para o PT e a esquerda, Bolsonaro não passava do primeiro turno em 2018.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, decretou que as atividades de construção civil e industriais também são essencias em meio à pandemia do novo coronavírus.
A ampliação da lista de serviços e atividades considerados essenciais foi publicada no “Diário Oficial da União” (DOU) desta quinta-feira (7) e já está em vigor. A última alteração da lista, que já inclui mais de 50 itens, foi feita em 29 de abril.
O decreto foi editado no mesmo dia em que Bolsonaro, acompanhado de um grupo de empresários e ministros, foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedir que medidas restritivas nos estados, motivadas pela crise do coronavírus, sejam amenizadas.
Ao serem classificados como essenciais, as atividades e serviços podem continuar em operação mesmo durante restrição ou quarentena em razão do vírus.
De acordo com o decreto desta quinta-feira, a indústria e a construção civil podem manter as atividades “obedecidas as determinações do Ministério da Saúde”.
No decreto publicado em 29 de abril, Bolsonaro fixou que as definições pelo governo federal dos serviços e atividades essenciais “não afasta a competência ou a tomada de providências normativas e administrativas pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas competências e de seus respectivos territórios”.
O decreto considerou decisão do Supremo segundo a qual estados e municípios têm o poder de estabelecer políticas de saúde, inclusive questões de quarentena e a classificação dos serviços essenciais.
O presidente Jair Bolsonaro autorizou a atuação das Forças Armadas, em operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), no combate ao desmatamento ilegal e a focos de incêndio na Amazônia Legal. O decreto foi publicado nesta quinta-feira (7) no Diário Oficial da União.
Os militares atuarão no período de 11 de maio a 10 de junho em ações preventivas e repressivas na faixa de fronteira, terras indígenas, unidades federais de conservação ambiental e em outras áreas federais nos estados da região. As ações ocorrerão de forma articulada com os órgãos de segurança pública e as instituições públicas de proteção ambiental.
A atuação poderá ainda ser estendida a outras áreas a pedido dos governadores. A Amazônia Legal engloba os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão.
Realizadas exclusivamente por ordem expressa da Presidência da República, as missões de GLO das Forças Armadas ocorrem por tempo limitado nos casos em que há o esgotamento das forças tradicionais de segurança pública.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o número de alertas de desmatamento na Amazônia Legal foi maior nos primeiros meses de 2020, em relação ao ano passado. Em março, por exemplo, as áreas em alerta saíram de 251,42 km² em 2019 para 326,49 km² no mesmo mês deste ano.
O presidente Jair Bolsonaro atravessou a Praça dos Três Poderes em Brasília a pé nesta quinta-feira (7) para se dirigir ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Acompanhado de ministros e um grupo de empresários, Bolsonaro se reuniu com o presidente do tribunal, Dias Toffoli, e fez um apelo para que as medidas restritivas nos estados sejam amenizadas.
Ida do presidente ao tribunal não estava prevista na agenda. Em reunião com Toffoli, Bolsonaro disse que assinou decreto para ampliar serviços considerados essenciais. No encontro, Toffoli disse que ações devem ser coordenadas entre União, estados e municípios.
O ministro da economia é o mais eficiente do governo e cauteloso com relacão a saúde. Basta ver seu comportamento, pois tomou as medidas necessárias para minimizar os impactos sociais apesar da crise, como também não reverbera as atitudes insanas do presidente em insistir nesse discurso acéfalo de que tem que flexibilizar, ora, se as medidas estão cada vez mais restritivas o grande motor é o presidente, pois ele como formador de opinião que é, incentiva cada vez mais o descumprimento das medidas de distanciamento, então o ministro que é o apoio do mercado, age com muita com responsabilidade, mas não abandona o barco.
Fora da agenda oficial, o presidente Jair Bolsonaro vai à pé ao STF acompanhado de ministros e empresarios Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo
Na reunião com Dias Toffoli no STF, Jair Bolsonaro fez um apelo ao presidente do Supremo:
“Não podemos perder a liberdade”, afirmou.
“Temos que nos preocupar com vida, sim, mas também com empregos. Porque emprego é vida. Um país onde a economia não anda, a expectativa de vida vai lá para baixo”, acrescentou o presidente da República.
Ao sustentar suas preocupações com as questões econômicas em meio à pandemia da Covid-19, Bolsonaro disse temer “saques” e “manifestações populares”.
Ele também demonstrou temor de que o Brasil possa ter uma economia parecida com a da Venezuela após a pandemia.
Adoro esse gado defensor do touro ? Pode o mundo cair e o Messias continua sendo o salvador da Pátria, parece que Hugo Chavez tem um fiel discípulo populista no Planalto Central. Afinal, o importante para o gado foi tirar o petê e descobrir o lado comunista de Sérgio Moro ?
Analisando a jogada do Bozo , votei nele e me arrependo . Faz esse ato teatral com essa cambada de ministros empresários e assessore s com um objetivo de mostrar proatividade . Qual o efeito prático dessa ação ? Perto de zero e pior um zero à esquerda . O presidente já sabe da enrascada em que se meteu , vai tentar se descolar ao máximo para dividir a responsabilidade pelo grave quadro que se anuncia . A economia vai entrar péssima situação e saúde tende a colapsar . O Bozo , tem nas suas costas um exame para mostrar , uma gravação de reunião para divulgar e uma série de declarações e atos atabalhoados . A margem de manobra está se estreitando , a popularidade despenca e a tendência de cair na mão do centrão é clara , o Bozo está num beco sem saída e não foi por falta de aviso .
Por pessoas como vc que ele não consegue enfrentar a ratazana como deveria. Na hora q começa o mimimi, pula do barco.
e se vc votou nele! eu cegue , kkkkkkkk
Dentro da cabeça de voces,nem mesmo cerebro tem !!! Culpa qualquer Presidente pela situação atual. Seja qual fosse o Presidente, é extrema idiotisse e burrice juntas
Também votei para o PT não chegar ao poder. Por esse motivo, não me arrependo, pois o objetivo naquele momento foi atingido. Agora, todavia, quando precisaríamos de um líder, não temos, mas apenas um presidente inconsequente que fala muita besteira e não atua de forma a proteger a Nação. Nele, não voto mais nem minha família.
Você quase demonstra seu voto em Hadad, vc nunca votou em Bolsonaro, quem votou em Bolsonaro está com ele e sabe que ele está do lado do povo, ao contrário de alguns traidores igual ao Moro PSDB que era eleitor do Alckimin
A tática "terrorista" da esquerda é exatamente esta. Se fazer passar por eleitor arrependido para criar confusão naqueles que possam ter votados. Sai fora "carniça"… Onde estão as ações da "nossa" governadora fake (Programa de governo, UTIs, ações de combate a Covid-19)
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (7) que vai vetar o trecho do projeto de ajuda aos estados que abre a possibilidade de reajuste salarial para categorias de servidores públicos, mesmo em meio à pandemia do coronavírus.
A versão inicial do projeto previa que a ajuda financeira da União a estados e municípios tinha, entre as contrapartidas, o congelamento nos salários dos servidores. Durante a tramitação no Congresso, parlamentares incluíram no texto categorias que poderiam ter o reajuste. O projeto foi aprovado nesta quarta (6).
Antes de Bolsonaro afirmar que vai vetar o trecho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia dito que sugeriria o veto.
“O que nós decidimos? Eu sigo a cartilha de Paulo Guedes na economia. E não é de maneira cega, não. É de maneira consciente e com razão. E se ele acha que deve ser vetado, esse dispositivo, assim será feito. Nós devemos salvar a economia, porque economia é vida”, disse Bolsonaro.
Guedes defendeu que o funcionalismo público fique sem aumento salarial até dezembro de 2021. Para o ministro, a medida vai ajudar o país a atravessar a crise gerada pela pandemia do coronavírus.
“Eu estou sugerindo ao presidente da República que vete, que permita que essa contribuição do funcionalismo público seja dada, para o bem de todos nós”, afirmou Guedes.
O presidente e o ministro falaram com a imprensa após uma visita surpresa ao Supremo Tribunal Federal (STF). Eles levaram empresários da indústria para uma conversa com o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli.
Na conversa, Bolsonaro, Guedes e os empresários expuseram a opinião de que medidas de isolamento social e restrição de mobilidade, para conter o avanço do coronavírus, não podem paralisar a economia. Desde que o vírus chegou ao país, Bolsonaro vem defendendo o relaxamento das medidas restritivas, tomadas por governadores e prefeitos.
Se o cara libera pau nele está criando dividas, se veta é arrocho de tudo quanto é jeito.
Para esses comentários sem fundamentos é só postar "odeio Bolsonaro."
Pois é… Passada a pandemia vem arrocho de tudo que é jeito. Aumento de impostos, congelamento do salário mínimo, aumento dos juros… Vai faltar apenas confiscar o saldo das contas correntes e poupança, como fez Zélia Cardoso. Tá igualzinho, muito parecido… Sei no que isso vai acabar:
Num goipi, seja lá de que tipo…
O presidente Jair Bolsonaro atravessou a Praça dos Três Poderes em Brasília a pé nesta quinta-feira, 7, para se dirigir ao Supremo Tribunal Federal (STF). Acompanhado de ministros e empresários, Bolsonaro se reuniu com o presidente do tribunal, Dias Toffoli, e fez um apelo para que as medidas restritivas nos Estados sejam amenizadas. Ele disse que assinará um decreto para ampliar a quantidade de atividades essenciais em meio à pandemia do novo coronavírus.
A ida do presidente ao STF não estava prevista na agenda oficial, divulgada pela Secretaria de Comunicação Social. Procurada, a assessoria do STF informou que o encontro com Toffoli foi marcado de última hora e também não estava previsto na agenda do ministro. Ao ser questionado se a visita tinha o objetivo de “pressionar” o STF, Bolsonaro pediu ao repórter que parasse de “falar besteira”.
Bolsonaro estava acompanhado de empresários e ministros, entre os quais Walter Souza Braga Netto, da Casa Civil, Fernando Azevedo e Silva, da Defesa, e Paulo Guedes, da Economia. Segundo Guedes, foi uma “visita de cortesia”. Parlamentares também acompanharam Bolsonaro, entre os quais o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente da República, e o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ).
O presidente ainda levou ao encontro empresários dos setores têxtil, farmacêutico, de produção de cimento, automóveis, energia, cimento, máquinas e calçados, entre outros.
Durante o encontro com Toffoli, Bolsonaro realizou uma transmissão ao vivo em uma rede social. Em um breve discurso de abertura da reunião, o presidente disse que a crise provocada pelo coronavírus levou “aflições” a empresários em razão do desemprego e da economia “não mais funcionar”.
O presidente disse, ainda, que teme que a economia brasileira fique como a da Venezuela. “Quando Guedes fala da Venezuela, é em referência à economia venezuelana, porque chega um ponto que fica muito difícil recuperar”, disse o presidente.
Bolsonaro também voltou a criticar as ações de governadores, que em grande parte defendem e mantém o isolamento social como medida de combate da covid-19, ao dizer que foram “um pouco longe demais nas medidas restritivas”. “Alguns Estados foram um pouco longe nas medidas restritivas e as consequências estão batendo na porta de todos.”
Medidas de isolamento social são recomendadas por autoridades sanitárias, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS), como a melhor forma de evitar a propagação rápida da covid-19 e o colapso do sistema hospitalar.
Dados do Ministério da Saúde divulgados ontem mostram que o Brasil bateu um novo recorde de mortes por coronavírus registradas em um dia, com 615 novos óbitos, e se tornou o sexto país com mais óbitos no mundo, segundo a Universidade Johns Hopkins (EUA), que monitora dados da pandemia. Com um total de 8.536 mortes por coronavírus, o Brasil ultrapassou a Bélgica, que tem 8.339 óbitos. Os cinco primeiros países com mais óbitos são EUA (72.617), Reino Unido (30.150), Itália (29.684), Espanha (25.613) e França (25.538).
Também houve 10.503 novos casos confirmados no Brasil —o total é de 125.218. Nesse quesito, o país fica em 9º no ranking mundial.
Ainda no discurso, Bolsonaro disse que o efeito colateral do combate ao coronavírus “não pode ser mais danoso que a própria doença”. “O objetivo da nossa vinda aqui, nós sabemos do problema do vírus, que devemos ter todo cuidado possível, preservar vidas, em especial daqueles mais em risco, mas temos um problema que vem cada vez mais nos preocupando: os empresários trouxeram essas aflições, a questão do desemprego, a questão da economia não mais funcionar. O efeito colateral do combate ao vírus não pode ser mais danoso que a própria doença”, declarou.
Segundo o presidente, os empresários querem que o STF ouça deles o que está acontecendo. “Chegou a um ponto que a economia fica muito difícil de recuperar. Nós, chefe de Poderes, temos que decidir. O Toffoli sabe que, ao tomar decisão, de um lado ou de outro, vai sofrer critica”, disse Bolsonaro.
Ainda no encontro, Toffoli afirmou que governo e empresários levaram ao STF necessidade de planejamento para retomada da atividade econômica. O ministro também disse que é preciso coordenação nesta tarefa por meio do governo federal, em diálogo com poderes, Estados e municípios.
Toffoli declarou que as pessoas demonstram desejo de sair de casa, porém “tem que ter essa saída de uma forma coordenada”. Ele repetiu a necessidade de conversa com da União com Estados e municípios.
“É fundamental isso. Talvez num comitê de crise, envolvendo a federação, os poderes, para exatamente junto com o empresariado, com os trabalhadores, pensar nessa necessidade que temos de traduzir na realidade esse anseio, de trabalhar, produzir, manter empregos”, disse Toffoli.
“Apesar daquilo que aparece na imprensa, uma coisa aqui e ali, a verdade é que as instituições funcionaram. Os ministérios funcionaram, o SUS (Sistema Único de Saúde) funcionou, as medidas que o governo adotou e o Congresso Nacional aprovou, adequou, melhorou ou de alguma forma também sancionou, foram medidas extremamente importantes para que o País não entrasse em situação de calamidade pública”, disse o presidente do STF.
Apesar da declaração de Toffoli, diversas cidades brasileiras decretaram estado de calamidade pública durante a pandemia da covid-19. Além disso, Estados como Amazonas já enfrentam o colapso do sistema de saúde. Esta semana, o Ministério da Saúde reconheceu que o pico do novo coronavírus deve ocorrer entre maio e julho.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (7), para apoiadores, que o Brasil “ainda não está em crise” por conta do auxílio emergencial de R$ 600 concedido pelo governo.
O presidente também disse que o País já conta com cerca de 10 milhões de desempregados formais, porém não citou a origem da estimativa.
“O Brasil não está em crise ainda por causa dos R$ 600”, disse. “Eu já estou vendo matéria na imprensa, nessa imprensa aí, dizendo sobre desemprego. Vão dizer que eu sou o responsável pelo desemprego.”
Antes, uma apoiadora pediu o fim de medidas de restrição adotadas por governadores, citando “aval” do Supremo Tribunal Federal (STF).
“A senhora falou ‘aval do STF’. É verdade. Mas eu não posso passar por cima do Supremo. Inclusive, aumentando as medidas protetivas. Pessoal, já está na casa dos 10 milhões de desempregados no Brasil formais”, declarou.
Em 15 de abril, o STF decidiu que Estados e municípios tinham autonomia para executar as medidas necessárias para conter o avanço do novo coronavírus, como determinar o distanciamento social.
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira que não pode “passar por cima do Supremo”, em referência à decisão da Corte que delegou a estados e municípios determinarem medidas restritivas de circulação em função da pandemia de coronavírus. Bolsonaro, que é a favor da reabertura do comércio, respondeu a uma apoiadora que chamou de “palhaçada” o posicionamento de governadores e do Supremo Tribunal Federal (STF).
– A senhora falou aval do STF, verdade. Eu não posso passar por cima do Supremo. Inclusive, (os governadores e prefeitos) estão aumentando as medidas protetivas. Já está na casa de 10 milhões de desempregados formais no Brasil. Brasil não está em crise ainda por causa dos R$ 600, senão o pessoal tava com fome aí, fazendo… – disse Bolsonaro, referindo-se ao auxílio emergencial pago pelo governo.
Assim como em outras ocasiões, o presidente procurou se desvencilhar do aumento do desemprego, que, segundo ele, é responsabilidade de governadores e prefeitos que determinaram a suspensão de atividades comerciais. Na terça-feira, Bolsonaro já havia afirmado que o desemprego havia chegado a um nível “insustentável” e que o auxílio do governo estava evitando uma onda de “saques e violência”. O presidente acrescentou que, se a atividade econômica não for retomada totalmente em dois meses, o país terá “problemas seríssimos”.
– Já estou vendo matéria na imprensa sobre o desemprego. Daqui a pouco vão dizer que eu sou responsável pelo desemprego – afirmou Bolsonaro.
O q choca mais ?O no.de mortes ou o no.de desempregados?Vejam essa fala do prefeito de Teresina:Os economistas sabem como ressuscitar a economia ,mais os médicos não sabem ressuscitar 1 vida.Reflitam.Será q ele o Presidente sabe o no.de mortos?O de desempregados ele sabe.
Tenham paciência. Bolsonaro vai liberar o vídeo da reunião com Moro assim que entregar as provas de fraude na eleição, o teste negativo para o Covid-19 e os dados de inteligência do plano de Maia, Doria e STF contra ele.
Vc esqueceu de mencionar, também, a apresentação das provas da inocência do maior ladrão da história deste país.
8536 mortes confirmadas por corona vírus no Brasil. Isso é cerca de 34 vezes o n° de mortos em Brumadinho, 35 vezes no caso do incêndio da Boate Kiss, 38x as vítimas da queda do avião da Air France e 46x o n° de vítimas fatais no edifício Joelma. E tem gente fazendo festinha…
Esse é o Moroglobo que os esquerdopatas adoram, , mentiroso e mal caráter se aliou a globolixo pensando que iria derrubar o JB.
E o Bolsonaro está destruindo mais um possível concorrente à sucessão presidencial. O Moro mordeu a isca. Abriu mão do cargo de Juiz Federal, deixou de ser ministro, perdeu a prometida vaga no STF e vê diminuir suas chances de ser Presidente. O capitão é maquiavélico.
A PF sabe trabalhar. O crime não está na reunião. Aguarde. E é bom já ir de acostumando com o afastamento do Bozo.
Ele não precisava sair do governo desta forma, fez muito pelo Brasil. Agora estamos vendo ele desMOROnando!!!!
Servidor federal , seria doido de falar mal pra perder sossego pro resto da vida. Bolsonaro é presidente, Moro hoje é simplesmente ex-ministro. Outra, amigo fiel ñ existe quando a sobrevivência é uma opção.
Rocha Neto, Concordo plenamente! E não acrescento mais nada em seu comentário.
Cada vez mais Moro fica desacreditado, quem deve tá gostando é o petismo.
Cada vez mais Bozo fica desacreditado também. Festa dupla para os petistas.