O HospitaldoCoração passa a oferecer em seu laboratório a Pesquisa De Anticorpos Neutralizantes para o Covid-19, com resultado em até 12 horas.
O teste IgC-S1 feito pelo Hospital é o exame laboratorial mais preciso para medir a resposta imunológica para o Covid-19. O exame detecta se a pessoa está imunizada ( por já ter se vacinado ou por já ter tido a doença).
Os exames podem ser colhidos todos os dias, das 6h às 17h, incluindo domingos e feriados. Não é necessário jejum e o exame é totalmente automatizado e de alta performance.
Dados chineses relacionando animais com o coronavírus, feitos na época em que a pandemia eclodiu, não foram considerados por cientistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) que investigaram as origens da Covid-19. A revelação foi feita por uma fonte à equipe à CNN.
Segundo a fonte, esses registros estão em um anexo de quase 200 páginas publicado junto com o relatório de março do painel da OMS, mas que recebeu pouca atenção dos especialistas globais na época. São dados importantes, porém, que podem reforçar as críticas à China por mais transparência e os pedidos para que a equipe da OMS volte ao país para mais estudos.
Nenhuma data foi definida para o retorno da equipe à China, mas a fonte disse que qualquer futura visita ao país (onde o vírus surgiu na cidade de Wuhan, província de Hubei, no final de 2019) deve envolver “grupos menores apoiando estudos específicos primeiro”. Um grupo maior, semelhante àquele de 17 especialistas internacionais que visitou a região em janeiro, pode chegar na sequência, acrescentou a fonte.
O anexo do relatório da OMS contém vários dados que fornecem uma visão intrigante da evolução do conhecimento da China sobre o vírus e o provável momento do seu surgimento.
O documento traz detalhes sobre o armazenamento e destruição pela China de amostras positivas de Covid-19 de humanos, além de revelar a ocorrência de um surto de influenza significativo em dezembro de 2019 (quando as primeiras infecções pelo coronavírus também foram detectadas), e que as primeiras pessoas a apresentar sintomas da nova doença tiveram contato com um total de 28 mercados distintos de alimentos e animais naquele mesmo mês.
Triagem de animais
A equipe espera esclarecer os dados no anexo do relatório da OMS, incluindo uma referência importante a uma grande triagem feita pelas autoridades chinesas em animais suscetíveis ao vírus. A operação teria acontecido na primeira semana de dezembro de 2019. O primeiro caso de um humano contaminado pelo vírus foi registrado no dia seguinte a essa triagem, ou seja, 8 de dezembro de 2019.
Na página 98, o anexo informa que no dia 7 de dezembro de 2019 foram coletadas amostras de 69 espécies de animais, entre macacos, cervos almiscarados da floresta chinesa, porcos-espinhos e ratos de bambu. As amostras foram testadas em fevereiro de 2020 para o vírus que mais tarde seria rotulado como SARS-CoV-2 e consideradas negativas, de acordo com uma declaração da Comissão Nacional de Saúde da China (NHC) em resposta à CNN.
A existência das amostras não havia sido divulgada publicamente antes do relatório da equipe da OMS. A fonte próxima ao painel da OMS disse que o momento coincidente da coleta da amostra e o surgimento da pandemia levou seus especialistas a comentar que o fato “é estranho”.
A inserção dos dados pode ter sido mal redigida, acrescentou a fonte. Segundo essa pessoa, o painel da OMS aceitou a explicação dos cientistas chineses de que era uma triagem de rotina, mas o painel queria examinar os dados brutos, já que essas amostras haviam sido claramente armazenadas.
Em seu comunicado, o NHC disse que as amostras citadas no anexo foram coletadas entre fevereiro e dezembro de 2019, pois “antes do surto de coronavírus, departamentos relevantes já monitoravam ativamente as principais doenças animais em fábricas de criação artificial de animais selvagens na província de Hubei”. Não está claro na declaração se as amostras testadas em fevereiro de 2020 foram apenas de 7 de dezembro, ou de um período mais amplo em 2019.
A declaração do NHC acrescentou: “Como parte da rede de vigilância ativa, as amostras de animais selvagens foram coletadas com base nas rotinas de atividades dos animais selvagens. Além da coleta e dos testes regulares, essas amostras foram armazenadas adequadamente conforme necessário. Após o surto de coronavírus, os pesquisadores conduziram testes retrospectivos para essas amostras.”
Excesso de mortalidade
A fonte próxima ao painel disse que a alta taxa de mortalidade em algumas regiões chinesas em janeiro de 2020 merece um exame mais aprofundado, pois poderia incluir os primeiros óbitos provocados pelo vírus.
“Os números dessa mortalidade excessiva surgiram na terceira semana de janeiro em Wuhan, e um pouco depois em Hubei, refletindo as infecções que aconteceram em algum momento da segunda quinzena de dezembro”, disse a fonte. “Isso mostra uma circulação substancial não detectada em dezembro em Wuhan e depois na província de Hubei”.
A fonte observou ainda que os dados mostram que a infecção provavelmente começou na cidade de Wuhan, capital da província de Hubei, e não em outras partes ao redor da cidade.
“Provavelmente já existiam alguns casos esporádicos em novembro [de 2019]”, escreveu. “Mas não em um número substancial, o que significa que começou a se espalhar muito lentamente e depois se expandiu também muito lentamente”.
A decisão da China de destruir as primeiras amostras do vírus também está exposta no anexo do relatório. Na página 116, o documento informa que as primeiras amostras de tecido de casos de Covid-19 de um importante hospital de Wuhan, o Xinhua, foram destruídas no início do surto. A fonte disse que o painel determinou que as amostras fossem destruídas no primeiro semestre de 2020 e isso foi “uma pena”.
O anexo diz que as leis de privacidade chinesas impediram que as amostras fossem retidas. A fonte próxima ao painel também aceitou a justificativa chinesa de não ter “centenas de milhares de amostras potencialmente vivas, guardadas em centenas de hospitais e clínicas” no momento em que seu sistema de saúde “estava sofrendo com o auge do surto”.
As tensões no sistema médico também são evidentes no anexo. O relatório afirma que o Hospital Xinhua teve um aumento de 40% nas “consultas ambulatoriais em clínicas com relatos de febre” em dezembro de 2019, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Vários dados no relatório e no anexo revelam um surto de gripe generalizado na província de Hubei e áreas circunvizinhas no final de 2019.
Documentos obtidos pela CNN revelaram um surto de gripe em dezembro de 2019, mostrando um aumento significativo em Wuhan, mas também em outras cidades de Hubei no final daquele ano. A causa e as consequências do surto de doenças semelhantes à influenza permanecem obscuras.
A fonte disse que o aumento mostrou que “houve um grande surto de gripe acontecendo mais ou menos ao mesmo tempo” do surgimento do coronavírus. A aparição simultânea do surto de gripe com os primeiros casos do vírus “explica as dificuldades de identificação dos casos da Covid-19 em dezembro e no início de janeiro”, disse a fonte. Ainda não está claro o impacto do pico de influenza na detecção dos primeiros casos do novo coronavírus.
Paciente zero?
Detalhes significativos também são fornecidos no anexo sobre o primeiro caso conhecido do vírus – uma pessoa que relatou sintomas da infecção em 8 de dezembro.
O anexo dá, pela primeira vez, maiores detalhes sobre o caso: seria um homem, contador que trabalhava para a empresa de sua família, e não tinha “evidências de exposições de alto risco (animais silvestres, ajuntamentos em massa, contatos com serviços de saúde, contato com indivíduo sintomático, viagem etc.)”.
Ele usava transporte público, mas não saiu de Wuhan e tinha um parente que trabalhava na área de saúde. O anexo diz que este primeiro paciente não frequentou o mercado de peixes e frutos do mar de Huanan, o ponto de comércio de animais que teria desempenhado um papel importante no surgimento da doença. Com um estudo mais aprofundado, a importância do mercado ficou menos clara.
Na página 178, o anexo diz que apenas um terço dos primeiros casos está associado a alguma exposição ao mercado, e cerca de um quarto desses relatou contato com outros 27 mercados. O primeiro paciente tinha um parente que visitou um “mercado de animais vivos”. Mas o próprio paciente não teve contato com nenhum desses mercados e, na verdade, apenas visitou um RT Mart (uma cadeia de supermercados comum) no distrito de Jiangxia, que ficava a mais de 20 quilômetros do mercado de Huanan.
A fonte disse que o fato de poucos casos iniciais estarem associados ao mercado de Huanan tornou mais difícil estabelecer o papel desse entreposto na disseminação inicial do vírus, mas “não o excluiu completamente como um ponto de introdução em Wuhan”.
Um desafio importante para a investigação foi saber como apenas casos graves do vírus teriam sido detectados no início de dezembro, ou seja, um pequeno subconjunto do total de pessoas infectadas. “No início de dezembro, eram dezenas, senão centenas de casos em todo o mercado que nunca teriam sido descobertos”, afirmou. “Eles poderiam nos dar pistas sobre o papel do mercado na cidade”.
A fonte disse que o painel queria maior acesso aos casos anteriores e informações sobre possíveis pacientes com Covid-19 menos graves, se disponíveis. “Tem sido difícil julgar sem ter um entendimento claro da conexão entre todos esses casos. Algumas dessas pessoas eram amigos ou colegas entre si. E passavam muito tempo juntos jogando cartas enquanto cuidavam de suas lojas. Outros não tinham nada a ver um com o outro”.
Em março, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Wang Wenbin, disse que a China elogiou a investigação da equipe da OMS. “A China sempre apoiou a pesquisa científica global sobre a origem do vírus e suas rotas de transmissão”, acrescentou.
O SARS-CoV-2 é capaz de reativar um vírus ancestral presente há 5 milhões de anos na linhagem evolutiva dos seres humanos, porém, na maioria das vezes, adormecido, revelou um novo estudo da Fiocruz divulgado na última sexta-feira, 21. A multiplicação do retrovírus primitivo (HERV-K) está associada não só aos casos mais graves de covid-19, mas também à mortalidade precoce pela doença, diz o trabalho. A descoberta abre caminhos para novos tratamentos dos doentes atingidos mais gravemente pela infecção pelo novo coronavírus.
“Verificamos o viroma de uma população com altíssima gravidade, em que a taxa de mortalidade chega a 80%, para ver se algum outro vírus estava coinfectando esse paciente que está debilitado, imunossuprimido”, afirmou o coordenador do estudo, o virologista Thiago Moreno, do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz). “A nossa surpresa foi encontrar esses altos níveis de retrovírus endógeno K.”
A progressão de casos brandos de covid-19 para graves é associada à hipóxia (baixa concentração de oxigênio nos tecidos), inflamação descontrolada e coagulopatia. No entanto, os mecanismos envolvidos com esses processos ainda não são bem conhecidos. Os pesquisadores decidiram então investigar quais eram os vírus presentes na traqueia dos doentes graves, em ventilação mecânica, além do SARS-CoV2. Queriam entender se outros patógenos poderiam influir no desfecho dos casos.
De março a dezembro do ano passado, os cientistas acompanharam 25 pacientes graves de covid-19. Esses internados tinham em média 57 anos e estavam em ventilação mecânica. Os testes mostraram a presença do retrovírus endógeno humano da família K (HERV-K), em comparação a exames de pacientes com casos leves de covid ou não infectados pelo novo coronavírus.
O HERV-K é um vírus ancestral que infectou o genoma quando humanos e chimpanzés estavam se dissociando na escala evolutiva. Alguns desses elementos genéticos estão presentes em nossos cromossomos. Em geral, ficam silenciosos durante a maior parte da vida. A expressão de alguns genes dessa família já foi relacionada a alguns tipos de câncer e à esclerose múltipla.
Desta vez, os cientistas comprovaram que, de alguma forma, o SARS-CoV2 foi capaz de reativar esse retrovírus. Entre os pacientes graves de covid que apresentaram altos níveis de HERV-K, o índice de mortalidade chega a 50%.
Os cientistas testaram, então, uma relação direta, infectando em laboratório células humanas saudáveis com o SARS-CoV2. Constaram um aumento nos níveis de HERV-K.
“A gente estabeleceu, de fato, que o SARS-CoV é o gatilho para o aumento desses retrovírus endógenos, para despertar os vírus silenciosos”, disse Moreno.
A hipótese a ser estudada agora é se o combate a esses vírus ancestrais pode ajudar os pacientes de covid-19 grave a se recuperarem.
Não é querendo relativizar, isso dá uma morte por 568 potiguares.
Ao longo aí duns 14 meses. Ok, se fosse só uma eu não queria ser o defunto, nem que fosse parente meu. Teve gente que perdeu mais de três familiares.
Os Estados Unidos (EUA) pediram nesta terça-feira (25) que especialistas internacionais avaliem a origem do novo coronavíru e os “primeiros dias do surto”, em uma nova investigação sobre a origem do vírus responsável pela covid-19.
Agências de inteligência dos EUA estão examinando relatos de que pesquisadores de um laboratório de virologia chinês ficaram gravemente doentes um mês antes de os primeiros casos de covid-19 serem relatados em 2019, de acordo com fontes do governo dos EUA, que advertiram, no entanto, que ainda não há provas de que a doença se originou no laboratório.
“A fase 2 do estudo da origem da covid-19 deve ser lançada com termos de referência transparentes, com base científica e dando aos especialistas internacionais a independência para avaliar completamente a origem do vírus e os primeiros dias do surto”, disse o secretário de Saúde dos EUA, Xavier Becerra, em mensagem de vídeo para a reunião ministerial anual da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Becerra não mencionou diretamente a China, onde os primeiros casos humanos conhecidos de covid-19 surgiram na cidade de Wuhan, em dezembro de 2019.
A origem do vírus é fortemente contestada. Em relatório divulgado em março, escrito em conjunto com cientistas chineses, uma equipe liderada pela OMS, que passou quatro semanas em Wuhan em janeiro e fevereiro, disse que o vírus provavelmente foi transmitido de morcegos para humanos por meio de outro animal, e que “a introdução por meio de um incidente de laboratório foi considerada um caminho extremamente improvável”.
Sobre uma nova missão de acompanhamento, o porta-voz da OMS Tarik Jasarevic disse à Reuters nessa segunda-feira (24) que a agência estava revisando as recomendações do relatório em nível técnico.
“As equipes técnicas prepararão uma proposta para os próximos estudos que deverão ser realizados e a apresentarão ao diretor-geral para sua consideração”, disse ele, referindo-se ao diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Jasarevic, lembrando observações de Tedros em 30 de março, disse que mais estudos seriam necessários em uma série de áreas, incluindo a detecção precoce de casos e clusters, os papéis potenciais dos mercados de animais, a transmissão por meio da cadeia alimentar e a hipótese de incidentes de laboratório.
O governo do Estado e prefeituras do Vale do Açu e região Central do Rio Grande do Norte discutiram a publicação de um decreto com medidas mais restritivas para a região, por causa do aumento de casos de Covid-19. A reunião entre o grupo de prefeitos e o governo aconteceu na tarde dessa segunda-feira (24).
O movimento segue o exemplo da região do Alto Oeste, que solicitou a ampliação das restrições por causa do aumento de casos e óbitos na região. A reunião entre o grupo de prefeitos e o governo aconteceu na tarde desta segunda-feira (24).
Em menos de cinco meses, o Rio Grande do Norte teve mais mortes por Covid-19 do que o registrado ao longo de todo o ano de 2020.
A Pfizer informou nesta segunda-feira que começou a testar pessoas totalmente vacinados com mais de 65 anos em um estudo novo que usa a candidata a vacina pneumocócica conjugada 20-valente da empresa (20vPnC) com uma terceira dose da vacina contra covid-19 da Pfizer-BioNTech.
A meta do estudo é entender se a combinação das vacinas é segura e a reação imunológica depois de acrescentar a vacina contra pneumonia ao imunizante contra covid-19, disse a Pfizer.
A 20vPnC está sendo desenvolvida para ajudar a proteger adultos contra 20 serotipos responsáveis pela maioria das doenças pneumocócicas invasivas e pela pneumonia.
O estudo novo incluirá 600 adultos que serão recrutados de dois estudos avançados de vacina contra covid-19 da farmacêutica depois de terem recebido a segunda dose da vacina ao menos seis meses antes de entrarem no estudo de coadministração.
Antes se recomendava que as vacinas contra covid-19 fossem administradas sozinhas, mas, com base em experiências com outros tipos de vacinas, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) disse que as vacinas contra covid-19 e outras podem ser administradas simultaneamente ou no mesmo dia.
Em dezembro, a Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) aceitou para uma análise prioritária o pedido de licença da Pfizer para a 20vPnC em adultos de mais de 18 anos e estabeleceu uma data de ação para uma decisão em junho. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) aceitou o pedido de autorização de marketing da empresa para a 20vPnC dois meses depois.
As autoridades de Cingapura aprovaram provisoriamente um teste do bafômetro que pode detectar o novo coronavírus. O teste revela o resultado positivo ou negativo para a presença do SARS-Cov-2 em menos de um minuto, de acordo com a startup local que desenvolveu o produto.
A Breathonix, uma empresa subsidiária da Universidade Nacional de Cingapura (NUS), disse que agora está trabalhando com o Ministério da Saúde para realizar um teste de implantação da tecnologia em um dos pontos de fronteira da cidade-estado com a Malásia.
A análise por meio da respiração será realizada juntamente com o teste rápido obrigatório do antígeno Covid-19 atual.
Os testes seriam vendidos entre S$ 5 a S$ 20 (US$ 3,76 – US$ 15,03) cada, dependendo do número adquirido, disse um representante da empresa.
O teste do bafômetro contra a Covid-19 atingiu mais de 90% de precisão em um teste clínico piloto em Cingapura, disse a empresa no ano passado.
O site da Health Sciences Authority confirmou a aprovação, que, segundo a empresa, foi o primeiro sistema desse tipo a obter autorização provisória em Cingapura.
Como funciona o teste
Semelhante ao teste de bafômetro tradicional, realizado em condutores, o sistema usa bocais descartáveis e é projetado para garantir que não haja contaminação cruzada.
Depois de soprar no dispositivo, a tecnologia avalia os compostos químicos do hálito para determinar se uma pessoa está infectada ou não pelo novo coronavírus. Qualquer indivíduo avaliado como positivo precisará passar por um teste RT-PCR para confirmação, disse a empresa.
A Breathonix disse que está em discussão com várias organizações locais e internacionais para usar o sistema, citando um forte interesse comercial. Outros países, incluindo Indonésia e Holanda, lançaram testes de respiração semelhantes.
Depois de registrar quase zero ou uma contagem diária de coronavírus de um dígito localmente durante meses, Cingapura viu o número de infecções crescer recentemente e incluir variantes mais contagiosas como a encontrada na Índia.
Cingapura, que relatou 24 casos de Covid-19 transmitidos localmente nesta segunda-feira (24), impôs por um mês as mais duras restrições a reuniões sociais desde que saiu de um bloqueio no ano passado em uma tentativa de conter o surto.
O HospitaldoCoração passa a oferecer em seu laboratório a Pesquisa De Anticorpos Neutralizantes para o Covid-19, com resultado em até 12 horas.
O teste IgC-S1 feito pelo Hospital é o exame laboratorial mais preciso para medir a resposta imunológica para o Covid-19. O exame detecta se a pessoa está imunizada ( por já ter se vacinado ou por já ter tido a doença).
Os exames podem ser colhidos todos os dias, das 6h às 17h, incluindo domingos e feriados. Não é necessário jejum e o exame é totalmente automatizado e de alta performance.
Os números oficiais de mortes atribuídas direta ou indiretamente à pandemia de covid-19 provavelmente estão “significativamente subestimados”, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (21), acrescentando que entre 6 milhões e 8 milhões de pessoas podem ter morrido até o momento.
Ao apresentar seu relatório anual Estatísticas Mundiais de Saúde, a OMS estimou que o total de mortes na pandemia foi de pelo menos 3 milhões em 2020 — 1,2 milhão a mais do que o relatado oficialmente.
“Provavelmente estamos diante de um total significativamente subestimado de mortes atribuídas direta ou indiretamente à covid-19”, afirmou.
A agência das Nações Unidas estima que cerca de 3,4 milhões de pessoas morreram diretamente em consequência da pandemia de covid-19 até maio de 2021.
“Este número, na verdade, seria duas a três vezes maior. Então acho que, por precaução, pode-se estimar seguramente cerca de 6 milhões a 8 milhões de mortes”, disse Samira Asma, diretora-geral-assistente da Divisão de Dados e Análises da OMS, em entrevista coletiva virtual.
William Msemburi, analista de dados da OMS, lembrou que essa estimativa inclui tanto mortes não relatadas de covid-19 quanto mortes indiretas devidas à falta de capacidade hospitalar e restrições à circulação, entre outros fatores.
“O desafio é que as [cifras de mortes] por covid-19 relatadas subestimam o impacto total”, afirmou Msemburi.
A OMS não detalhou os números aos quais os especialistas de saúde se referem como “mortalidade em excesso”.
Duas doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 podem ter cerca de 85% a 90% de efetividade contra o desenvolvimento da doença, disse a Public Health England (PHE), agência pública de saúde da Inglaterra, nesta quinta-feira.
Vacina
— Os dados são impressionantes — diz Mauro Schechter, professor titular de Infectologia da UFRJ — Em especial por envolver tanta gente, ser um dos países com melhor serviço de saúde pública do mundo, que testa a beça, é muito informatizado, além de ser o berço da epidemiologia.
A PHE informou que as descobertas preliminares são as primeiras de seu tipo sobre a efetividade de duas doses da AstraZeneca no mundo real, mas advertiu que os resultados seriam inconclusivos até que mais evidências fossem reunidas.
A vacina de Oxford/AstraZeneca é a maior aposta do governo do presidente Jair Bolsonaro, que fechou contrato de compra com previsão de transferência de tecnologia do imunizante para produção no país pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Em um relatório de vigilância semanal, a Public Health England informou que a efetividade estimada da vacina AstraZeneca, desenvolvida na Universidade de Oxford, foi de 89% em comparação com pessoas não vacinadas.
Isso se compara à eficácia estimada de 90% contra doenças sintomáticas para a vacina Pfizer-BioNTech.
Bg.
Essa sim é uma vacina, não essa destes cretinos chineses que criaram o virus para,se beneficiarem e criarem essa pandemia com interesses nefastos e obiscuros. Já tomei a minha primeira dose da vacina de Oxford e estou tranquilo. Eficácia excelente.
Deixa de conversar merda mané. A chinesa está vacinando a maioria dos brasileiros, sem ela o caos seria muito maior. Sim, e nesses últimos dias ela colocou um robozinho em Marte, só quem tem robozinho lá são os EUA e a China. Inveja mata mata meu amor.
Devido ao aumento de casos de mucormicose, também chamado de fungo negro, o estado do Rajastão declarou, nesta quinta-feira (20), epidemia da doença, que passa a ser de notificação obrigatória, de acordo com o jornal The Hindu. O fungo negro está afetando pacientes de covid-19. O estado de Telangana também declarou epidemia.
A mucormicose é contraída quando os esporos produzidos por bolor são inalados, de acordo com o Manual Merck de Medicina. Não é transmitida entre pessoas. A infecção causa dor, febre e tosse e pode destruir estruturas no rosto. Afeta o nariz, olhos, pulmão e cérebro. Os diabéticos e imunodeprimidos são mais vulneráveis à doença, que pode levar à morte.
Na Índia, a doença aparece em pacientes de covid-19 que receberam suporte de oxigênio por meio de cilindros.
Há mais de 100 pacientes de covid-19 com a doença no Rajastão. Segundo o jornal, eles estão isolados em uma ala do hospital público Sawai Man Singh. O tratamento está sendo feito de forma integrada e coordenada à covid-19, de acordo com declaração do secretário de saúde Akhil Arora ao The Hindu.
A Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo registra pelo menos dois casos de médicos que omitiram já estarem imunizados com duas doses de vacina contra a Covid-19 para conseguirem novas aplicações do imunizante como reforço.
Os casos ocorreram nos dias 27 de março e na última segunda-feira (17), e foram denunciados ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).
Em comunicações internas da Prefeitura, às quais a CNN teve acesso, um pedido de orientação é feito pela direção da Covisa à Coordenação do Programa Municipal de Imunização.
Os relatos mostram que, mesmo tendo tomado duas doses da Coronavac, nos dias 26 de janeiro e 26 de fevereiro, no Hospital Estadual de Sapopemba, o médico ortopedista Alexandre Felicio Pailo se dirigiu ao Mega Posto de vacinação do Clube Hebraica, no dia 17 de maio, para uma nova aplicação da vacina.
Na denúncia também encaminhada ao Cremesp, é explicado que Pailo omitiu a informação de ter recebido anteriormente as doses, e, como o sistema Vacivida – o banco de dados do governo do estado para acompanhamento individualizado e em tempo real dos registros de pessoas imunizadas contra o novo coronavírus – estava oscilando, foi realizado o registro manual da aplicação do imunizante e ele recebeu uma terceira dose, dessa vez, da vacina Pfizer.
“O mesmo foi questionado e orientado que, caso tivesse tomado dose anterior, não seria vacinado; porém, notando que o sistema não estava online, fez uso de tal recurso para se vacinar novamente”, explica a Direção Regional de Vigilância.
A reportagem entrou em contato com Alexandre, que confirmou ter tomado a terceira dose da vacina, mas contestou que tenha sido questionado por equipes de saúde se já havia tomado alguma dose anterior.
Ele não quis dar entrevista, mas afirmou que é portador de doença autoimune e, por isso, não teria sido imunizado contra o novo coronavírus, mesmo com as duas doses da vacina recebidas.
Outro caso
Um outro caso foi constatado e configurado como erro de imunização, no dia 27 de março, em um mega drive-thru da Subprefeitura de M’Boi Mirim, na zona sul da capital paulista.
Ofício da Covisa, também encaminhado ao Cremesp, conta que o médico Antônio Miguel Santiago dos Santos recebeu duas doses da Coronavac, nos dias 20 de janeiro e 12 de fevereiro, na Unidade Básica de Saúde Parque Reide (UBS), em Diadema.
Mesmo assim, segundo a equipe de enfermagem conta por e-mail, Antônio não disse que já estava imunizado contra a doença e uma terceira dose de Coronavac também foi aplicada novamente sob a justificativa de instabilidade no sistema de registro de controle.
“No entanto, a UBS constatou que o usuário está ciente da sua prática, ou seja, ter mais de duas doses da vacina Covid-19 de forma intencional, visto ter realizado contato telefônico na UBS Zumbi dos Palmares, com o tom de intimidação informando que irá receber a 4ª dose (seja na UBS ou em qualquer lugar do MSP). Diante do exposto encaminhamos o presente para as medidas cabíveis pertinentes a este conselho”, diz o coordenador da Covisa.
Procurado, o médico Antônio dos Santos não foi localizado para comentar o caso. Por nota, o Cremesp confirma que recebeu duas denúncias e que está apurando os casos. As investigações tramitam sob sigilo determinado por lei.
Em nota, a Prodesp, empresa de Tecnologia do governo de São Paulo e responsável pelo desenvolvimento do Vacivida, diz que, para garantir que a imunização seja feita por doses do mesmo fabricante, a plataforma possui trava que impede inclusive o registro de dose adicional.
O órgão destacou também que, mesmo diante de eventuais lentidões sistêmicas, a recomendação do governo é que o registro das doses seja feito posteriormente, de forma correta, e que a responsabilidade é de cada município.
A CNN aguarda um posicionamento das secretarias municipais de Saúde.
Maceió irá concluir nesta quarta-feira, 19, a aplicação de ao menos uma dose da vacina contra Covid-19 em todas as pessoas dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, o que corresponde a cerca de 20% da população. A capital alagoana será a primeira capital brasileira a conquistar tal feito.
Com a finalização desta etapa, a expectativa é iniciar já na quinta-feira, 20, a imunização de pessoas com 59 anos que não possuem comorbidades. À medida em que as doses sejam recebidas, a idade será decrescida.
Entre os imunizados estão pessoas com deficiência permanente, trabalhadores do ensino básico, forças de segurança, caminhoneiros e pessoas em situação de rua. Maceió é, segundo o Ministério da Saúde, a capital que melhor administra doses recebidas e aplicadas na população: 88,7% das doses que chegaram à cidade já foram aplicadas.
Nesta terça-feira, 18, a capital alagoana ultrapassou a marca de 300.000 doses aplicadas. De acordo com o vacinômetro da prefeitura, 208.749 pessoas receberam a primeira dose e 97.727 estão completamente imunizadas.
Os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde incluem trabalhadores da saúde e educação, portadores de comorbidades, pessoas com deficiência permanente, funcionários do Sistema de Privação e Liberdade, população privada de liberdade, gestantes e puérperas com comorbidades, forças de segurança e forças armadas, trabalhadores do transporte coletivo rodoviário, metroviário e ferroviário, aéreo, caminhoneiros, portuários, trabalhadores industriais e trabalhadores da limpeza e indústria.
O Brasil atingiu nesta terça-feira (18) a marca de 90 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 distribuídas no país, informou o Ministério da Saúde em mensagem no Twitter.
Segundo a pasta, no período entre a última quinta-feira (13) e esta quarta-feira (19), o total é de 13 milhões de doses de vacinas distribuídas aos estados e municípios. Destas doses, 8,3 milhões são da AstraZeneca; 4 milhões, da CoronaVac e 647 mil,da Pfizer.
Fotos: Reprodução/Twitter
De posse das vacinas, os estados são os responsáveis pela divisão e entrega dos lotes aos municípios. De acordo com o Ministério da Saúde, já foram enviadas doses para vacinação de 15 dos 28 grupos prioritários estabelecidos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). Até agora, mais de 53,6 milhões de doses foram aplicadas.
Produção
A produção de imunizantes contra a covid-19 no país, contudo, tem sofrido com a falta de ingrediente farmacêutico ativo (IFA).
Ontem (17), o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) informou que deve receber no próximo sábado (22) uma nova remessa de IFA para a produção de vacinas contra a covid-19.
Os carregamentos do insumo são importados da China, onde são produzidos pela Wuxi Biologics. Após a próxima entrega, está prevista para o dia 29 deste mês a chegada de mais uma remessa.
Com o desembarque dos dois carregamentos de IFA no Brasil, a Fiocruz afirma que estará garantida a entrega de vacinas ao Programa Nacional de Imunizações nas três primeiras semanas de junho.
Já o Instituto Butantan informou que um carregamento de matéria-prima para a CoronaVac chegará ao Brasil no próximo dia 26 de maio.
A produção de vacinas contra a covid-19 no Butantan está paralisada desde a última sexta-feira (14) por falta de insumos. Segundo o instituto, está prevista a chegada de um lote com 4 mil litros de IFA, suficientes para a produção de 7 milhões de doses da vacina contra covid-19.
De acordo com a instituição, a falta de matéria-prima ocorreu por problemas burocráticos, provocados por declarações de membros do governo brasileiro sobre a China.
TODAS as narrativas mentirosas dos “coronalovers”, daqueles que torcem pelo pior para o Brasil em nome da sua politicagem, estão ruindo. A realidade é que o Brasil está saindo da crise sanitária e dando um ensinamento a muitos países do mundo. Graças ao governo Bolsonaro e APESAR da cruel oposição que enfrenta.
Pesquisadores das universidades da Flórida, nos Estados Unidos, e Chiao Tung, em Taiwan, criaram dispositivos que permitem detectar a infecção pelo novo coronavírus em um segundo ou em menos de 30 minutos, conforme a técnica usada. Os estudos foram divulgados hoje (18) na publicação Journal of Vacuum Science & Technology B, do Instituto Americano de Física.
Os cientistas desenvolveram um biossensor que permite detectar em um segundo biomarcadores para o vírus.
Uma equipe da Universidade de Illinois, também nos Estados Unidos, criou um dispositivo portátil, em que muitos dos seus componentes podem ser impressos em 3D e que permite obter resultados precisos a partir de uma amostra de saliva em menos de 30 minutos. O dispositivo é apresentado em artigo na revista Nature Communications.
O biossensor, semelhante ao usado para detectar glicose no sangue, permite identificar proteínas do novo coronavírus SARS-CoV-2 por meio de um detector de biomarcadores — semelhante na forma às tiras de papel utilizadas nos testes de níveis de glicose — com um pequeno canal onde são colocados os fluidos a serem analisados.
Dentro desse `microcanal`, os fluidos entram em contato com eletrodos, um dos quais é revestido a ouro, onde são quimicamente fixadas amostras de anticorpos específicos para o SARS-CoV-2.
No processo de análise, um sinal elétrico é enviado de um painel de controle por meio do eletrodo com as amostras de anticorpos para um segundo elétrodo, sem anticorpos.
Esse sinal volta depois ao painel de controle, onde é amplificado por um transístor e convertido num determinado número – indicador do diferencial entre o eletrodo com anticorpos e o eletrodo sem anticorpos – que representa uma posição numa escala de concentração de proteínas virais presentes na amostra em análise.
Os biossensores são descartáveis, mas as outras partes do dispositivo são reutilizáveis, permitindo reduzir os custos do teste, adaptável a outras doenças.
A equipe de cientistas de Illinois criou ainda um dispositivo portátil para detectar marcadores genéticos do novo coronavírus a partir de amostras de saliva. Em 104 amostras de saliva, o equipamento confirmou 28 das 30 amostras positivas para o SARS-CoV-2 e 73 das 74 negativas.
O dispositivo foi igualmente testado em amostras com ou sem os vírus da gripe, o SARS-CoV-2 e três outros coronavírus humanos, tendo identificado com rigor as amostras contendo o SARS-CoV-2, independentemente da presença de outros vírus.
O processo é baseado na criação de enzimas codificadas com informação sobre o código genético dos vírus analisados, que lhes permite sinalizar genes virais específicos.
A ação da enzima consiste em “cortar” os genes-alvo. No processo de análise, as amostras são tratadas com químicos que produzem fluorescência quando os genes são “cortados”. Quando as enzimas atuam sobre os genes-alvo, a fluorescência resultante sinaliza o teste positivo.
O equipamento consegue detectar vários genes por amostra, o que o torna mais preciso do que os testes de um único gene, que podem conduzir a resultados incorretos ou inconclusivos. Outra vantagem é que utiliza saliva, que é mais fácil de colher.
Os cientistas admitem que a tecnologia utilizada pode ser útil para detectar marcadores genéticos de determinados cânceres na saliva.
O novo coronavírus foi detectado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e disseminou-se rapidamente pelo mundo.
A covid-19, que se tornou uma pandemia há mais de um ano, provocou, pelo menos, 3,391 milhões de mortes no mundo, resultantes de mais de 163,5 milhões de casos de infeção, segundo balanço da AFP.
A Prefeitura de Parnamirim publicou na última quinta-feira (13) mais uma atualização das medidas de contenção e enfrentamento à Covid-19. O Decreto n° 6.480 de 23 de abril de 2021 teve sua validade prorrogada até o próximo dia 27 de maio, além de algumas alterações.
A partir de então, ficam autorizadas a realização de eventos esportivos profissionais (sem público), e a prática de esportes coletivos amadores em arenas, clubes, academias e similares, assim como a realização de eventos corporativos, técnicos, científicos, culturais, artísticos e sociais (de acordo com a Portaria Conjunta nº 026/2020-GAC/SESAP/SEDEC/SETUR).
As atuais medidas são as seguintes:
RESTAURANTES, BARES, FOODTRUCKS E FOODPARKS:
Podem funcionar até 22h, limitados à ocupação máxima de 50% de sua capacidade. Depois das 22h, poderão funcionar exclusivamente por delivery ou entrega no balcão, sendo vedado o consumo no local. Depois do horário estipulado, os estabelecimentos poderão funcionar por mais 60 minutos, para o encerramento das atividades presenciais, sendo vedada a recepção e atendimento de novos clientes.
*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.295/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 09/07/2020.
GALERIAS, CENTROS COMERCIAIS E SHOPPING CENTERS
Liberado o funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados das 8h às 15h, limitado a 50% da capacidade máxima. Os shopping centers e suas praças de alimentação, poderão funcionar das 9h às 22h, de segunda a sábado, também limitados a 50% da capacidade de lotação.
*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.295/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 09/07/2020.
SALÕES DE BELEZA E BARBEARIAS
Autorizado o funcionamento limitado a 50% da capacidade máxima.
ACADEMIAS, BOXES DE CROSSFIT E ESTÚDIOS DE PILATES
Poderão funcionar das 6h às 22h, limitados à ocupação de 50% da capacidade máxima, devendo os estabelecimentos afixarem placas indicativas da lotação dos locais.
*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.300/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 16/07/2020.
INSTITUIÇÕES DE ENSINO DAS REDES PÚBLICA E PRIVADA
As aulas presenciais na rede pública permanecem suspensas. Já as escolas da rede privada dos ensinos superior, médio, fundamental e infantil estão autorizadas a funcionar, podendo ministrar aulas de forma presencial. É dos pais e responsáveis o direito de escolha entre a modalidade de ensino, podendo ser remoto, presencial ou sistema híbrido.
*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.339/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 15/09/2020.
TEMPLOS RELIGIOSOS
Permitido o funcionamento com lotação máxima de 50% da capacidade. Nos domingos e feriados, durante a vigência do toque de recolher instituído pelo Governo do Estado, as atividades religiosas poderão ocorrer, com a presença dos fiéis, até as 20h. Após esse horário, só de forma virtual.
*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.294/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 09/07/2020.
BEBIDAS ALCOÓLICAS
Proibido o consumo nos espaços públicos, independente do horário.
TRANSPORTE PÚBLICO
O transporte de passageiros em pé poderá ser realizado, desde que não ultrapasse a lotação máxima de 50% do veículo.
ESPORTES COLETIVOS
Autorizada a prática de segunda a sábado, das 6h às 22h, desde que sem a presença de público, mantidos os protocolos sanitários instituídos pelo Poder Público.
SUSPENSÃO DE FUNCIONAMENTO
O funcionamento de parques públicos, centros de artesanato, museus, bibliotecas, teatros e cinemas permanece suspenso, bem como a realização de convenções, festas, shows e eventos comerciais.
SERVIÇOS EM GERAL
Os serviços que não se enquadram nos parâmetros anteriores poderão retomar suas atividades de forma presencial, com horário reduzido, sendo de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados das 8h às 15h, limitado a 50% da capacidade máxima.
As medidas restritivas não se aplicam às seguintes atividades, as quais poderão funcionar normalmente:
I – serviços públicos essenciais;
II – serviços relacionados à saúde, incluídos os serviços médicos, hospitalares, atividades de podologia, entre outros;
III – farmácias, drogarias e similares, bem como lojas de artigos médicos e ortopédicos;
IV – supermercados, mercados, padarias, feiras livres e demais estabelecimentos voltados ao abastecimento alimentar, vedada a consumação no local no período do toque de recolher;
V – atividades de segurança privada;
VI – serviços funerários;
VII – petshops, hospitais e clínicas veterinárias;
VIII – serviços de imprensa e veiculação de informação jornalística;
IX – atividades de representação judicial e extrajudicial, bem como assessoria e consultoria jurídicas e contábeis e demais serviços de representação de classe;
X – correios, serviços de entregas e transportadoras;
XI – oficinas, serviços de locação e lojas de autopeças referentes a veículos automotores e máquinas;
XII – oficinas, serviços de locação e lojas de suprimentos agrícolas;
XIII – oficinas e serviços de manutenção de bens pessoais e domésticos, incluindo eletrônicos;
XIV – serviços de locação de máquinas, equipamentos e bens eletrônicos e eletrodomésticos;
XV – lojas de material de construção, bem como serviços de locação de máquinas e equipamentos para construção;
XVI – postos de combustíveis e distribuição de gás;
XVII – hotéis, flats, pousadas e acomodações similares;
XVIII – atividades de agências de emprego e de trabalho temporário;
XIX – lavanderias;
XX – atividades financeiras e de seguros;
XXI – imobiliárias com serviços de vendas e/ou locação de imóveis;
XXII – atividades de construção civil;
XXIII – serviços de telecomunicações e de internet, tecnologia da informação e de processamento de dados;
XXIV – serviços de prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doenças dos animais;
XXV – atividades industriais;
XXVI – serviços de manutenção em prédios comerciais, residenciais ou industriais, incluindo elevadores, refrigeração e demais equipamentos;
XXVII – serviços de transporte de passageiros;
XXVIII – serviços de suporte portuário, aeroportuário e rodoviário;
XXIX – cadeia de abastecimento e logística.
XXX – Serviços de Call Center;
Esses estabelecimentos deverão assegurar o cumprimento dos protocolos de biossegurança instituídos pelo poder público, como o uso obrigatório de máscara, bem como garantir o distanciamento mínimo de 1,5m entre trabalhadores, colaboradores e clientes.
A fiscalização acontece diariamente na cidade, com as equipes da Prefeitura de Parnamirim. O descumprimento das medidas configura crime de desobediência e contra a saúde pública, previstos nos artigos 330 e 268 do Código Penal, bem como pode acarretar multa e interdição dos estabelecimentos. As denúncias, que ajudam muito no trabalho das equipes, podem ser feitas através do 156.
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