A Novavax divulgou, nesta segunda-feira, dados de estágio final de seu ensaio clínico com base nos Estados Unidos, mostrando que sua vacina tem mais de 90% de eficácia geral contra a Covid-19, considerando diversas variantes do coronavírus.
O imunizante “demonstrou uma proteção de 100% contra doenças moderadas e graves, e uma eficácia de 90,4% em geral”, disse a empresa, em um comunicado.
O estudo teve participação de quase 30 mil voluntários nos EUA e no México e coloca a Novavax no caminho certo para solicitar autorização de uso emergencial nos EUA e em outros locais no terceiro trimestre de 2021, disse a empresa.
A vacina candidata contra a Covid-19, baseada em proteína, foi mais de 93% eficaz contra as variantes predominantes que têm sido motivo de preocupação entre cientistas e funcionários de saúde pública, informou a Novavax.
Vacinas à base de proteínas são uma abordagem convencional que utiliza pedaços purificados do vírus para estimular uma resposta imunológica. Os imunizantes contra coqueluche e herpes zóster usam essa abordagem.
Durante o estudo, a variante B.1.1.7, descoberta pela primeira vez no Reino Unido, se tornou a mais comum nos EUA, disse a empresa. A Novavax também detectou variantes do coronavírus encontradas pela primeira vez no Brasil, África do Sul e Índia entre os participantes do estudo, disse o chefe de pesquisa e desenvolvimento da Novavax, Gregory Glenn.
A vacina foi 91% eficaz entre os voluntários com alto risco de infecção grave e foi aproximadamente 70% eficaz contra variantes do coronavírus que a Novavax não conseguiu identificar, disse Glenn.
— Em termos práticos, é muito importante que a vacina possa proteger contra um vírus que está circulando descontroladamente (em termos de novas variantes) — afirmou Glenn.
Segundo a Novavax, a vacina foi bem tolerada, em geral, entre os participantes. Os efeitos colaterais incluíram dor de cabeça, fadiga e dores musculares e foram geralmente leves. Um pequeno número de participantes experimentou efeitos colaterais descritos como graves.
Em março, a empresa divulgou dados de um estudo conduzido no Reino Unido, no qual a vacina apresentou eficácia de 96% na prevenção de casos provocados pela versão original do coronavírus. Já contra a variante britânica, a vacina foi 86% eficaz. Com base em dados de infecções de ambas as versões do coronavírus, a taxa de eficácia geral combinada foi de 90%.
Em um ensaio menor, conduzido na África do Sul, onde os voluntários foram expostos principalmente à variante encontrada no país, a vacina da Novavax foi 55% eficaz, com base em pessoas sem HIV, mas ainda evitou totalmente doenças graves. A eficácia diminuiu para cerca de 49% quando a análise incluiu dados de participantes soropositivos.
Os líderes da UE pediram nesta quinta-feira (10) uma investigação irrestrita sobre as origens da pandemia Covid-19, identificada pela primeira vez na China, em meio a críticas a uma investigação inicial da Organização Mundial de Saúde (OMS).
O estudo da OMS em janeiro e fevereiro foi “insuficiente e inconclusivo”, disse a missão dos EUA na ONU, em Genebra, em um comunicado no mês passado, pedindo o que chamou de uma segunda investigação oportuna, transparente e baseada em evidências a ser conduzida, incluindo China.
“Os investigadores precisam de acesso completo a tudo o que for necessário para realmente encontrar a origem desta pandemia”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em entrevista coletiva em Bruxelas.
O chefe do Conselho Europeu, Charles Michel, disse: “O mundo tem o direito de saber exatamente o que aconteceu para poder aprender as lições”. Ele acrescentou que a UE apoiou todos os esforços.
Um rascunho de texto a ser aprovado em uma cúpula UE-EUA na próxima semana diz: “Solicitamos o progresso de um estudo de fase 2 transparente, baseado em evidências e liderado por especialistas da OMS sobre as origens da Covid-19, que seja livre de interferência.”.
O presidente dos EUA, Joe Biden, disse em maio que as agências de inteligência dos EUA estavam perseguindo teorias rivais, incluindo a possibilidade de um acidente de laboratório na China.
O relatório da OMS disse que o vírus provavelmente foi transmitido de morcegos para humanos por meio de outro animal e que “a introdução por meio de um incidente de laboratório foi considerada uma via extremamente improvável”.
Diplomatas da UE disseram que o apoio do bloco a um novo estudo é principalmente simbólico, já que a UE não estaria diretamente envolvida. O vírus foi identificado pela primeira vez na cidade de Wuhan, na China, no final de 2019.
Será que a União Europeia vai sofrer alguma retaliação do Governo Chinês? E os EUA ? Pq no Brasil não pode dizer que os chineses tem os olhos apertados que eles já prendem os insumos. Vão pro inferno, vcs fazem todo tipo de merda e o mundo tem que aguentar calado e ainda comprar os insumos a eles pq só quem tem são eles. Quem será que criou tudo isso mesmo? Deve ter sido Bolsonaro kkk
Ômi, vc Deve ser um débil mental, comparar o Brasil, dependente de vacina e insumos pra o covid com Europa e EUA, nesses países se a china resolver fazer qualquer retaliação, quem perde é ela, com prejuízos bilionários. Aqui se a China retaliar, nós tamos fudidos, só de exportação faturamos 10 bilhões, fora isso, dependemos 80% da vacina chinesa e de insumos para tratamento. Portanto imbecíl, não podemos dá um pío sequer contra a China, pra não desmoronarmos de vez.
O Tribunal de Contas da União (TCU) afastou nesta quarta-feira o auditor Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques do grupo de auditores responsável pela fiscalização de gastos para ações de combate à epidemia de Covid-19. Seu afastamento é a primeira medida efetiva desde que seu nome surgiu como o provável autor de um documento que levantava suspeitas de superdimensionamento no número de mortes por Covid-19 no Brasil.
O documento foi citado pelo presidente Jair Bolsonaro a apoiadores como se fosse um levantamento oficial do TCU sobre o assunto. O TCU, depois, desmentiu a fala de Bolsonaro que, no dia seguinte, admitiu o erro.
Além do afastamento desta quarta-feira, Alexandre é alvo de uma investigação preliminar realizada pela equipe técnica do TCU que apura o caso. Nesta quarta-feira, o TCU deverá decidir se abre um processo disciplinar contra ele que pode resultar no seu afastamento do cargo efetivo que ocupa e até na sua demissão.
engraçado que com Bolsonaro não acontece nada ne? Isso precisa mudar logo. Esse Bolsonaro vai fazer o concursado perder o emprego dele? E nada vai acontecer com Bolsonaro que acabou queimando o rapaz que estudou p/ concurso? Bolsonaro é aquele politico SAFADO que pega documentos elaborados por servidores p/ fazer uso político. É REPUGNANTE o presidente agir como age e nao ser punido. Tem que mudar isso nesse país. O povo devia ter poder de tirá-lo da mesma forma que o povo tira um BBB do programa BBB. Deveria ser assim mais simples e nao a gente todo dia ver esse presidente doido fazer loucuras e a gente nao poder puni-lo, logo nós que o elegemos. TA TUDO ERRADO NESSE PAÍS REEIRA! Presidente era p/ responder processo pelos mesmos motivos que o servidor subalterno é processado. Aí o Brasil seria um país respeitado pelo resto do mundo e as empresas estrangeiras teriam vontade de investir (deixar o capital delas girando aqui no país)
Quem começa a se acoloiar com Bolsonaro é só uma questão de tempo p ver tudo começar a dar errado. Esse ser humano corrompe qualquer coisa!
Comentário liberado para xingamento de Bolsominion!
Pior que muitos estão se vendendo: Seja o servidor público, seja o militar, seja o policial federal, seja o jornalista… Uma coisa é ter o ponto de vista liberal e de direita autêntico (coisa que me identifico), outro é ficar defendendo um MINTO que não entregou NADA do prometido e só usa o poder que tem para proteger a família das investigações das rachadinhas… Mesma coisa vale pra os que defendem Lulaladrão! Político tem que mostrar trabalho e coerência quando eleito! Ficar bajulando político é coisa para gado ou mamador de tetas estatais…
O Pai dele, do mentiroso, o do TCU (não Bolsonaro), está muito bem empregado na Petrobras. Ele tá pagando o favor com mentiras, como fazem os do governo.
A China se encaminha para a aplicação de uma nova vacina contra o SARS-CoV-2 por meio de inalação. A epidemiologista e virologista Chen Wei e a empresa de biotecnologia CanSino Biologics Inc. desenvolveram o imunizante e destacam várias vantagens em relação à injetável.
Eles informam que, nesta nova vacina, é necessário apenas um quinto da quantidade da vacina injetável do vetor do adenovírus da covid-19. Por outro lado, o produto não requer armazenamento e transporte em caixas frigoríficas.
“Se a vacina for inalada por aerossol, pode formar uma imunidade da mucosa, além da imunidade humoral e celular, normalmente formada pela vacina injetável”, disse Chen Wei, citada pela Euronews. Os investigadores apostam na inalação por aerossol para reforçar a imunidade da mucosa.
O imunizante inalado combina a mesma tecnologia já aplicada pela empresa durante a investigação de uma vacina inalada contra tuberculose e a vacina injetável contra a covid-19, também produzida em seus laboratórios.
“Uma vacina inalada poderá ser mais eficaz do que as injetadas, pois o SARS-COV-2 entra no corpo humano por meio das vias aéreas. Uma vacina inalada pode ativar anticorpos nas vias aéreas, oferecendo proteção extra” diz Xuefeng Yu, executivo da CanSino Biologics.
A atual vacina injetável é de 0,5 mililitros por dose, explicou o especialista de Xangai Tao Lina, citado no Global Times. Segundo ele, a vacina inalada, desenvolvida pela equipe de Chen Wei, pode atingir o mesmo efeito protetor com apenas uma dose de 0,1 mililitro, “isso significa que tem maior eficiência imunológica”.
“A maior eficiência da pode vir da forma como a vacina entra no corpo”, destacou Tao. “É inalado diretamente, o que mimetiza a infecção natural do vírus respiratório COVID-19, e então forma uma imunidade da mucosa”, explicou.
A pesquisadora Chen Wei acrescenta que o imunizante aplicado por inalação poderá reduzir custo da produção e, consequentemente, ficar mais acessível a todos.
Os laboratórios podem produzir cinco vezes mais vacinas inaladas com a mesma capacidade de produção de vacinas injetáveis, o que contribuirá para acelerar a vacinação na China.
No próximo dia 12 de junho as gestantes do Rio Grande do Norte poderão procurar os postos de saúde para garantir sua imunização contra a Covid-19. As unidades básicas de saúde irão funcionar das 8h às 17h e a expectativa é vacinar aproximadamente 20 mil mulheres grávidas em todo o estado.
A ação faz parte de um esforço conjunto da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems) para tentar frear o aumento de óbitos em gestantes no estado. Desde o início da pandemia, em março de 2020, já são 40 óbitos por Covid-19 em gestantes no Rio Grande do Norte.
O imunizante utilizado será o da Pfizer, recomendado pelo Ministério da Saúde, para uso nas gestantes com e sem comorbidades. É necessário levar o cartão de pré-natal À uma unidade de saúde mais próxima de sua casa ou aos sistemas de drive thru de vacinação, caso o município de residência ofereça essa estratégia.
Em reunião no dia 18 de maio, a Câmara Técnica das Vacinas do estado deliberou sobre a distribuição das vacinas da Pfizer para todos os municípios de RN. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, no final de maio, as novas condições de conservação e armazenamento para a vacina produzida pela Pfizer. O novo texto de bula estende de cinco para 31 dias o tempo para que a vacina seja mantida em temperatura controlada entre +2ºC a +8ºC
Hoje (07) a Sesap distribuí aos municípios 13.638 doses do imunizante da Pfizer. E para amanhã (08) está prevista, às 15h, a chegada de mais um lote com 43.290 doses da Pfizer.
No início da tarde desta sexta-feira (4), a direção do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município do Natal – Seturn, requereu a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), em caráter de urgência, a inclusão no grupo prioritário de imunização contra a pandemia do Novo Coronavírus – COVID-19, os trabalhadores do sistema de transporte coletivo de passageiros, notadamente os motoristas, a exemplo de estados como São Paulo, Distrito Federal e outras cidades brasileiras.
“Como se sabe, a pandemia do Novo Coronavírus continua a atingir massivamente a nossa população com a chegada de novas cepas, muito mais contagiosas (Índia, África do Sul, Reino Unido) e é nesse patamar que solicitamos especial atenção e respeito a esses trabalhadores nesse momento tão crucial em que vivemos, como forma de preservar tão importante categoria de trabalhadores desse serviço de natureza essencial, conforme o Art. 30, inciso V, da Constituição Federal”, explica Nilson Queiroga, Consultor Técnico do SETURN.
Assim, tentando resguardar a saúde dos profissionais do transporte coletivo, e cerca de 150.000 passageiros diariamente que utilizam esse meio de transporte, é que a direção do Seturn, protocolou a inclusão dessa tão importante categoria no Cronograma do Plano Estadual de Imunização contra a COVID-19, ampliando o rol dos serviços essenciais imunizados no Estado do Rio Grande do Norte.
Nilson Queiroga destaca que desde a chegada da pandemia da COVID-19, no nosso país, em março/2020, que os profissionais do transporte atuam diretamente e diuturnamente, exercendo seu ofício, atendendo centenas de usuários diariamente corpo-a-corpo, num processo de cobrança de passagens que inclui recebimento de cartões e documentos pessoais, moedas e cédulas circulantes. “Onde em muitas ocasiões tem que repassar o troco com esse mesmo dinheiro que há pouco recebera de outros passageiros, além do mais, utilizar as mãos na condução da direção para passar marcha, ligar pisca e acender faróis”, disse.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) adiantou nesta quarta-feira(2) que a produção do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) nacional deve permitir a entrega de 50 milhões de doses da vacina contra covid-19 em 2021. Segundo a fundação, foi firmado novo acordo com a AstraZeneca para a importação de IFA suficiente para mais 50 milhões de doses, somando 100 milhões de doses a serem entregues no segundo semestre.
A projeção inicial da fundação, divulgada ainda em 2020, era a produção de 110 milhões de doses com IFA nacional em 2021, mas a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, explicou que essa era uma estimativa feita ainda com a vacina em fase de testes.
“As 110 milhões foram uma estimativa com os dados que tínhamos antes mesmo de a vacina ser aprovada, antes de várias etapas terem acontecido e os problemas iniciais com o IFA”, citou a presidente da fundação, ao reforçar que a Fiocruz trabalha para conseguir mais IFA e produzir mais vacinas. “Nosso esforço é por IFA adicional, e isso já está contratualizado. Um esforço para mais IFA, se for possível, porque há uma carência [internacional]. Essa vacina está sendo usada em 170 países”.
A Fiocruz assinou nesta semana o acordo de transferência de tecnologia com a AstraZeneca para garantir a produção de IFA nacional. Até o fim de julho, serão entregues 100,4 milhões de doses produzidas somente com IFA importado e previstas no acordo de encomenda tecnológica, assinado no ano passado.
Além do esforço para ampliar a produção do segundo semestre, a Fiocruz busca reduzir a possibilidade de haver uma interrupção de entregas, já que as doses da encomenda tecnológica serão liberadas até julho e as da produção nacional de IFA só devem ter a distribuição autorizada pela Anvisa em outubro. Além de carregamentos adicionais de IFA importado, a fundação tenta conseguir também mais doses prontas, como as 4 milhões que chegaram da Índia em janeiro.
O diretor de Bio-Manguinhos, Maurício Zuma, ressaltou que todas as alternativas estão sendo avaliadas e articuladas para que mais vacinas sejam disponibilizadas à população. Sobre a previsão inicial de doses totalmente nacionais, ele reforçou que o maior conhecimento sobre a vacina permitiu fazer uma previsão mais precisa.
“À medida em que a gente foi conhecendo melhor o processo, detalhando melhor os protocolos de produção e conhecendo melhor os rendimentos, à medida que a gente foi tendo essas informações, a gente teve uma capacidade maior de fazer uma previsão mais precisa”, disse ele. “Nesse momento, a gente viu que até pode produzir mais do que 50 milhões de doses, mas dificilmente a gente consegue entregar, porque várias dessas doses estarão em controle de qualidade”.
Mesmo assim, o diretor destaca a dificuldade de fixar previsões de doses. “Vai depender do rendimento que a gente vai conseguir do IFA. O IFA varia lote a lote, tem concentrações virais diferentes, volumes diferentes, e isso pode gerar mais ou menos doses”.
Zuma avalia que a assinatura do contrato de transferência de tecnologia ter acontecido no fim de maio não atrasou a produção do IFA, porque as informações técnicas já vinham sendo compartilhadas pela AstraZeneca desde agosto do ano passado. A negociação do acordo, afirma ele, trouxe a possibilidade de aperfeiçoamentos futuros na vacina serem compartilhados com a Fiocruz, assim como a fundação se compromete a compartilhar quaisquer melhoramentos que faça na vacina.
Um aplicativo de computador com funcionalidades capazes de aumentar a adesão da população às medidas de prevenção e controle da covid-19 e de outras doenças respiratórias agudas graves, tais como pneumonia, tuberculose, coqueluche, difteria, H1N1 e bronquiolite, recebeu na última semana do mês de maio o registro definitivo de propriedade, concessão feita pelo Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI).
O sistema web RespiraSaúde será utilizado em conjunto com o aplicativo móvel RespiraSaúde, com o objetivo de gerenciar materiais educativos que serão incluídos, visando à mitigação do risco de contágio e ao aumento da participação da população no controle e prevenção de doenças respiratórias graves. Os conteúdos elaborados em formatos e linguagem acessíveis à população serão disponibilizados no formato de vídeos, textos e imagens. Além disso, o sistema web permitirá o gerenciamento de dados inseridos pelos usuários do aplicativo móvel RespiraSaúde.
A ferramenta permitirá ainda, a partir do cadastro dos seus usuários, o envio de informações relevantes de educação em saúde para grupos específicos, como, por exemplo, os de condições respiratórias agudas ou crônicas, pessoas vacinadas ou não para covid-19, pessoas previamente contaminadas ou não, pelo rastreio de pessoas com complicações pós-covid-19.
As informações com os nomes dos inventores do RespiraSaúde podem ser acessadas no endereço www.agir.ufrn.br, mesmo local em que os interessados podem visualizar um passo a passo elaborado pela equipe da Agência de Inovação (AGIR). Dúvidas adicionais podem ser solucionadas por meio dos telefones (84) 9 9167-6589 / 9 9224-0076.
Os Ministérios Públicos se reuniram, nesta segunda-feira (31), com a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra; o prefeito de Natal, Álvaro Dias; prefeitos de todas as regiões do estado; gestores de saúde e representantes do Legislativo para discutir medidas de combate ao avanço da pandemia de covid-19. O Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público estadual (MPRN) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) reforçaram que o quadro epidemiológico atual exige medidas sanitárias não-farmacológicas mais rigorosas em todas as regiões do estado para conter a transmissão do vírus.
O procurador da República Victor Mariz destacou a criticidade do momento e a necessidade de se formar uma grande aliança para conter a pandemia no RN. “Em razão dos dados epidemiológicos, temos a necessidade de adotar medidas de controle mais rígidas. Persistimos em situação de risco elevado em razão da pandemia. Acompanhamos de perto o abastecimento de kit intubação e oxigênio, e estamos em alerta pelo risco de falta de medicamentos fundamentais. Temos uma situação de pré-colapso, com panorama anunciado de colapso”, relatou. “Fica do MP o alerta e o apelo de que só com a união de esforços e protagonismo dos gestores é que poderemos qualificar o enfrentamento para reduzir a propagação do vírus”, defendeu.
“O acompanhamento semanal do comportamento da pandemia no estado identificou que o RN vem piorando nos indicadores epidemiológicos e assistenciais nas últimas três semanas”, reforçou a promotora de Justiça Iara Pinheiro. “Nossa fala de alerta é baseada na última recomendação do comitê científico do estado, mas também em outras análises de projeção da pandemia para o país, como o Observatório Covid da FIOCRUZ. A capacidade de expansão de leitos públicos praticamente esgotou-se. Pedimos mais restrições em todo o território estadual, porque os dados apontam que todo o estado está em situação grave em relação ao número de casos ativos e demanda alta por leitos de UTI Covid”, explicou.
A procuradora-chefe do MPF no RN, Cibele Benevides, ressaltou a necessidade de se estabelecer consenso e compromisso entre os gestores: “O consenso poderia ser no sentido de maior fiscalização e no reconhecimento de setores que estão cumprindo bem os protocolos, como restaurantes e escolas particulares. O momento é de não avançar com novas aberturas e rever flexibilizações inadequadas, como a permissão de eventos coletivos em Natal”.
O prefeito da capital, Álvaro Dias, se comprometeu a reunir o comitê científico municipal para analisar quais novas medidas poderão ser adotadas. Em Parnamirim, o prefeito Rosano Taveira já definiu que o próximo decreto não permitirá aglomerações de até 100 pessoas, como o atual. O MP irá monitorar a realização da reunião em Natal e a adequação das restrições.
A procuradora regional do Trabalho Ileana Neiva também destacou a importância da vigilância epidemiológica: “Cada município deve observar os causadores dos surtos de covid-19. Além de avaliar novas restrições de circulação, é preciso ampliar a testagem da população, para isolar as pessoas, rastrear os contatos e conter surtos”.
A Procuradora Regional do Trabalho ainda esclareceu que já são considerados “surtos virais” a contaminação de pequeno número de pessoas que frequentam ambiente em comum, sendo que estes surtos, caso não sejam contidos por medidas de vigilância epidemiológica, podem avançar de forma exponencial, contaminando a sociedade que habita ou trabalha no entorno do novo foco viral.
Os gestores municipais relataram as dificuldades financeiras enfrentadas durante a pandemia, com encolhimento da arrecadação e grande aumento nos gastos de saúde pública. Eles também elogiaram a sistemática atual de adoção de decretos regionalizados, que deve ser mantida e expandida de forma coordenada em todo o território potiguar. Atualmente as regiões do Alto Oeste, Vale do Assú e Seridó estão com medidas mais restritivas.
A governadora Fátima Bezerra defendeu que “não deve ter dicotomia entre saúde e economia. Não podemos descuidar dos aspectos sanitários que envolvem uma pandemia dessa magnitude”. Ela também pediu apoio aos prefeitos para cobrar do Governo Federal aporte adicional de recursos – solicitado por todos os estados – para ajudar no enfrentamento à covid-19 e a aquisição de mais vacinas.
O MP irá monitorar, em todo o estado, a adequação das medidas sanitárias ao cenário pandêmico atual em todo o estado.
Números da pandemia – Mais de mil pessoas estão internadas com covid no RN, a maioria em leitos críticos (UTIs e semi UTIs). Nesta terça-feira (1º de junho de 2021), 98% dos leitos críticos estão ocupados, sendo 100% no Seridó, 98,2% na região Oeste e 97,7% na Região Metropolitana. Mais de 73 pessoas em estado de saúde considerado crítico estão na fila de espera por leitos de UTI. Em toda a pandemia, já morreram 840 pessoas na fila, sendo 102 neste mês de maio (número que ainda pode aumentar). Maio apresentou um dos maiores número de casos registrados de toda a pandemia no RN, 25229 mil ao todo. Foram 506 mortes ao longo do mês, média de 16,32 por dia.
Diante do assessoramento de pessoas das mais renomadas do mundo no combate ao Covid-19, todo o mês o RN bate recorde de arrecadação de impostos, em Infectados e MORTOS. E o FAZ de CONTA é a principal diretriz na disseminação do virus
Enquanto os MPs alertam para pré-colapso do sistema de saúde no RN e cobram medidas coordenadas do estado e municípios, Bolsonaro diz que no que depender do governo federal, Copa América será realizada, envolvendo o Estado do RN e a Cidade do Natal.
E nós moradores deste Estado e desta Cidade vamos aceitar isso passivamente?
O Governo do Estado se preocupou em comprar sacos, fazer propaganda na inter TV cabugi, alugar ambulâncias pelo preço absurdo, comprar respiradores quebrados e comprar respiradores inexistentes. Fechou hospitais de Canguaretama e o Hospital Rui Pereira e o Hospital de Campanha ninguém sabe, ninguém viu.
O governo peruano quase triplicou seu número oficial de mortos pela covid-19 nessa segunda-feira (31), para 180.764, após fazer uma revisão, transformando a situação do país na pior do mundo em relação ao tamanho de sua população. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.
O Peru está entre os países latino-americanos mais atingidos pela pandemia de covid-19, com hospitais superlotados e a demanda por oxigênio superando a disponibilidade. Há muito tempo, especialistas avisavam que o verdadeiro número de mortos estava sub-representado nas estatísticas oficiais do país.
O governo afirmou que agora vai atualizar o total de mortos, que estava em 69.342 no domingo (30), em parte por causa da falta de testes, que tornou difícil a confirmação da causa de óbito de muitos pacientes.
De acordo com dados da Johns Hopkins, a Hungria tinha o pior número per capita de mortos pela covid-19, que era de 300 para cada 100 mil habitantes. Com a atualização, o Peru agora tem mais de 500 mortes pela doença para cada 100 mil pessoas.
“Acreditamos que é nosso dever tornar pública essa informação atualizada”, disse a primeira-ministra do Peru, Violeta Bermúdez, em entrevista coletiva anunciando o resultado da revisão.
Na América Latina, o Brasil tem o maior número total de mortos, com mais de 460 mil vidas perdidas por causa da pandemia. Em relação à sua população, no entanto, o número de mortos no Peru é mais que o dobro do brasileiro, de acordo com os dados.
Após um ano e meio de pesquisa, finalmente as primeiras drogas antivirais desenvolvidas especificamente para a Covid-19 começam a atingir os testes clínicos. Apesar de vacinas terem avançado em tempo recorde, ainda não existe uma pílula simples capaz de atacar o coronavírus indicada para pacientes não internados.
Uma droga sintética conseguiu agora, porém, entrar em testes de eficácia em humanos, e outras duas estão prestes a seguir pelo mesmo caminho.
Um dos problemas para a busca de medicamentos contra o Sars-CoV-2 é que as tentativas de reaproveitar drogas já existentes, o atalho mais rápido, surtiram pouco efeito. Antivirais que já existiam para combater outros patógenos tiveram resultado ruim, e cientistas tiveram que começar a projetar drogas a partir do zero.
Na última semana, a empresa de biotecnologia Molecular Partners anunciou que seu fármaco antiviral desenvolvido especificamente para Covid-19 entra em fase 2 de pesquisa, onde é feita uma avaliação preliminar de eficácia em humanos. Algumas drogas ainda em fase de pesquisa pré-clínica (em animais ou tubo de ensaio) também já anunciam intenção de seguir em frente com humanos.
Duas delas, da classe dos diABZIs (diaminobenzimidazóis), tiveram bons resultados relatados após testes com camundongos. As iniciativas partiram de dois grupos americanos diferentes, um deles da Universidade de Massachusetts com a farmacêutica GSK, outro da Universidade da Pensilvânia com os NIH (Institutos Nacionais de Saúde). As pesquisas ganharam destaque na revista Science.
Até agora, a maior parte dos tratamentos antivirais criados para Covid-19 que conseguiram avançar são baseados em anticorpos monoclonais. Eles envolvem a produção em massa desses agentes do sistema imune humano e são considerados “biofármacos”, não drogas convencionais. Essa abordagem, que ficou famosa com o tratamento da empresa Regeneron usado pelo ex-presidente dos EUA Donald Trump, infelizmente ainda é cara e de difícil aplicação, em geral na forma de soro intravenoso.
A criação de uma droga sintética barata ainda está no campo da promessa, mas as três que despontam no horizonte já se qualificam para isso. A droga da Molecular Partners é só a primeira desenvolvida especificamente para Covid-19 a entrar em testes humanos, e outras como as diABZIs devem entrar no jogo também, dizem os cientistas.
Mas é é na fase humana que começa o grande desafio.
— A taxa de insucesso é grande, sim, quando se entra nos testes clínicos. Em pesquisas contra outras doenças, muitos estudos já foram abortados em fases 2 ou 3, alguns após oito ou nove anos de desenvolvimento — explica Greyce Lousana, presidente da Sociedade Brasileira de Profissionais de Pesquisa Clínica (SBPPC). — A indústria farmacêutica navega em muitas incertezas, por isso que quem investe nesse mercado sabe que tem muita chance de perder, e que quando ganha tem que repor o que perdeu.
Segundo o relatório da BIO, um investimento maciço do setor de biotecnologia na Covid-19 permitiu algum avanço na taxa de sucessos, mas o retorno ainda é incerto. De acordo com a organização, de 257 pesquisas de terapias antivirais que a empresa mapeou contra a doença, 61% ainda não conseguiram passar do estágio pré-clinico de pesquisa e 10% já interromperam os testes. Motivos para desistir são diversos, como fracasso na pesquisa, falta de verba para continuar ou perspectivas de mercado ruins.
A taxa de progresso entre os antivirais está menor do que entre as vacinas para Covid-19. Dessas, dez já estão autorizadas, e outras 18 estão nos testes de fase 3 em humanos, última etapa antes da liberação.
Sucesso relativo
Segundo um levantamento da Organização para Inovação em Biotecnologia (BIO), o único antiviral novo que já recebeu aprovação definitiva para uso é o rendesivir, da empresa Gilead, mas seu desempenho foi tão sutil que a droga não foi endossada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Uma outra droga reaproveitada de pesquisas anteriores, o molnupiravir, da multinacional Merck, está agora em fase 3 de pesquisa e atrai mais expectativa.
Mas a galeria dos derrotados, que não conseguiram demonstrar nenhuma eficácia ou desistiram por outros motivos, é grande. Estão nela várias drogas preexistentes usadas em outras doenças, sendo o caso mais famoso a hidroxicloroquina, usada para malária. É por esse motivo que médicos ainda não reconhecem que exista algo como um “tratamento precoce” contra a Covid-19.
Segundo Mauro Schechter, professor titular de infectologia da UFRJ, a insistência na busca de uma droga com essas características é mais do que justificada.
— Se aparecer um comprimido que seja capaz de combater o vírus de forma a afetar a progressão da doença e a abortar a transmissão, isso teria um impacto enorme — diz o cientista. — Para isso, é preciso encontrar alguma coisa no ciclo vital do agente infeccioso que bloqueie o seu processo de replicação e ao mesmo tempo não interfira em processos do organismo humano, de forma a minimizar a probabilidade de toxicidade.
Antiinflamatórios
Apesar da dificuldade de se criar um antiviral de ação específica que possa ser consumido na forma simples de uma pílula, a indústria farmacêutica conseguiu avançar bastante na pesquisa de medicamentos secundários. Os principais são os antiinflamatórios, para controlar a reação imune às vezes provocada pelo coronavírus, e medicamentos de suporte para função pulmonar ou cardiovascular, afetadas pelo patógeno.
A própria OMS encerrou sua iniciativa global de apoio a testes clínicos de antivirais e desviou o foco para medicamentos corticoides e outros que têm ajudado a salvar vidas em UTIs, controlando processos inflamatórios para deixar o próprio sistema imune dos pacientes trabalhar contra o vírus.
Apesar de o avanço clínico não depender exclusivamente do surgimento de um antiviral, porém, a julgar pela quantidade de pesquisas ainda em estágio inicial, cientistas e indústria farmacêutica continuam apostando nessa classe de droga. A BIO contabiliza agora 176 drogas em estágio pré-clínico de desenvolvimento contra 143 de todos os outros tipos.
Procure atendimento médico, de preferência com algum receptivo ao tratamento precoce, logo aos primeiros sintomas. Ivermectina, cloroquina, azitromicina, vitamina D, zinco, banhos de sol e vitamina C devem ajudar, se tomados logo no início. Se chegar na 2a. fase, provavelmente o médico prescreva corticoide e anti-coagulante. Ou fique em casa, esperando a falta de ar. Cada qual faça o que achar melhor.
Lembro que o ex-presidente Trump sempre foi um crítico das práticas chinesas e alertou o mundo a respeito do perigo que essa ditadura representa. Aliás, o presidente Biden manteve e confirma as ações de seu antecessor. Está usufruindo das vacinas incentivadas pelo Trump, retomou a construção do muro com o México e está maltratando os imigrantes (o Trump não fazia). Acaba de enviar pro Brasil um monte de brasileiro ilegais. Pois é.
Vânia Rubian Bonturi Bolsonaro, irmã mais nova do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que estava internada após testar positivo para a Covid-19, teve alta após apresentar uma melhora significativa no quadro clínico. A informação foi confirmada ao G1 pelo hospital em que ela estava nesta quinta-feira (27).
Vânia estava na enfermaria do Hospital São João, em Registro, no interior de São Paulo, desde o dia 18 deste mês. O médico clínico-geral Petrônio Bezerra dos Santos, responsável pelo tratamento dela, já havia informado ao G1 que Vânia estava respondendo bem ao tratamento, que realizou exames na manhã desta quarta-feira e que havia grande possibilidade de ela receber alta, o que ocorreu durante a tarde.
Vânia Bolsonaro é a filha mais nova de Olinda Bonturi Bolsonaro e tem cinco irmãos mais velhos: Angelo, Maria Denise, o presidente Jair Messias, Solange e Renato. Ela mora em Cajati, cidade que fica a 41 quilômetros de Registro, no Vale do Ribeira, no interior paulista. Vânia é dona de uma rede de lojas de varejo de móveis e eletroeletrônicos com unidades em pelo menos dez cidades da região.
Uma carta de cientistas publicada no periódico científico EBioMedicine, do grupo da prestigiada Lancet, recomenda que apenas uma dose das vacinas de mRNA — Pfizer ou Moderna — seja dada para pessoas que já tiveram Covid-19.
A publicação traz uma revisão de estudos sobre o assunto que revela que pessoas que foram infectadas pelo Sars-CoV-2 desenvolvem anticorpos neutralizantes que seriam capazes de protegê-las da doença. Assim, a primeira dose da vacina serviria como um reforço, de forma similar à segunda dose dada para quem não foi infectado. Isso valeria para quem teve Covid-19 sintomática ou assintomática há, no mínimo, um mês ao máximo de seis meses.
“Há uma necessidade urgente de desenvolver políticas que maximizem o número de pessoas que recebem vacinas sem sacrificar a eficácia da proteção imunológica, uma vez que ainda estamos no meio da pandemia de Covid-19 com um fornecimento limitado de vacinas”, afirmam os cientistas.
Segundo eles, a opção de dar apenas uma dose para quem já foi infectado é mais segura do que adiar a segunda dose, como muitos países vêm fazendo para alcançar um número maior de imunizações.
“Acreditamos que a melhor solução é fornecer aos indivíduos que já tiveram uma infecção por Sars-CoV-2 apenas uma (em vez de duas) vacinas de mRNA autorizadas. Evidências emergentes do mundo real sugerem que as respostas de anticorpos à primeira dose de vacina em indivíduos com infecção prévia são iguais ou excedem os anticorpos encontrados em indivíduos virgens [que ainda não tiveram contato com o vírus] após a segunda dose. Mudar a recomendação atual da vacina para fornecer apenas uma dose da vacina aos sobreviventes da Covid-19 liberaria muitas doses de vacina necessárias com urgência. Com as vacinas adicionais disponíveis, não haveria necessidade de atrasar a segunda dose da vacina para indivíduos virgens.”
Mais de 149 milhões de pessoas em todo o mundo (32 milhões nos EUA) foram diagnosticadas com infecção pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia há mais de um ano. No Brasil, dados do consórcio de veículos de imprensa mostram que, até o momento, há 16,2 milhões de casos notificados.
Os cientistas relatam que em algumas cidades dos EUA, duramente atingidas durante a primeira onda pandêmica, como Nova York, cerca de 20 a 25% dos habitantes têm anticorpos para o novo coronavírus.
“Assim, em algumas regiões com alta porcentagem de infecções prévias confirmadas, o suprimento de vacina de mRNA poderia aumentar instantaneamente sem nenhum aumento significativo nos recursos, liberando doses para ajudar a conter a pandemia mais rapidamente e potencialmente salvando vidas.”
Para o infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe do Departamento de Infectologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a posição dos cientistas é “interessante”, mas há obstáculos para colocar essa estratégia em prática no Brasil:
— Ainda não tem efetividade comprovada, isso é uma via que ainda precisa ser explorada. Também tem a questão de saber se funciona para as variantes, só consideraram a variante britânica. Além disso, não temos vacina de RNA em larga escala e, na minha opinião, as que temos devem ser destinada a gestantes no Brasil.
A Pfizer entregou ao Brasil cerca de 3,4 milhões de doses da sua vacina. As doses fazem parte do acordo firmado em março para disponibilização de 100 milhões de imunizantes ao país até o fim do terceiro trimestre deste ano. Em maio, o Ministério da Saúde firmou um novo acordo para 100 milhões de doses adicionais.
Assinam a carta aberta pesquisadores da Universidade de Maryland, Escola de Medicina da Universidade de Nova York, Icahn Escola de Medicina Monte Sinai (todas nos EUA), Universidade Queen Mary (Reino Unido), e Universidade Humanitas (Itália).
Mesmo com nova previsão menor do que a anterior, de 54 milhões de doses das vacinas contra a Covid-19, o Ministério da Saúde conseguirá, em junho, ter o maior número desde o começo da campanha, em janeiro de 2021. Serão 43,8 milhões dos três imunizantes aprovados pela Anvisa.
De acordo com o secretário-executivo, Rodrigo Cruz, só da vacina da AstraZeneca serão quase 25 milhões de doses, sendo 20,9 milhões da Fiocruz, e 4 milhões do COVAX Facility (consórcio da OMS). Esses 4 milhões viriam em julho, mas a pasta conseguiu adiantar o envio.
Da Pfizer, serão 12,8 milhões também divididos entre a própria empresa e a OMS. Da empresa, virão 12 milhões com 2,4 milhões já na primeira semana de junho. E do COVAX serão 842 mil doses. Já do Butantã, serão 6 milhões de doses.
O Ministério da Saúde também está tentando adiantar o envio de dois lotes de IFA da AstraZeneca, previstos para o dia 20 de junho, para o começo do mês. Se isso acontecer, a pasta pode conseguir entregar as 54 milhões de doses.
Nesta quarta-feira (26), os Ministérios Públicos promoveram articulação entre representantes dos poderes Executivo e Legislativo com municípios e associações do Rio Grande do Norte para discutir o combate à pandemia do novo coronavírus. O Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Estado do RN (MPRN) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) apontaram a necessidade de medidas conjuntas que restrinjam a circulação de pessoas e reduzam a transmissão do vírus em todas as regiões do estado. O MP irá articular discussões com os representantes do Executivo estadual e municipal, inclusive do interior, para proposta de medidas sanitárias unificadas e mais rigorosas.
O procurador da República Victor Mariz destacou a gravidade atual da pandemia: “infelizmente, o momento epidemiológico do estado é muito grave. São mais de seis mil óbitos, mais da metade só de janeiro a maio. Estamos vivenciando uma cepa mais agressiva, causando pressão nos hospitais públicos e privados, com taxas de ocupação próximas da totalidade em todas as regiões”. Ele explicou que a escassez de kit intubação, oxigênio medicinal e profissionais de saúde limita a capacidade de ampliação de leitos.
“A cruel realidade ilustrada pelos dados epidemiológicos nos aponta que só existe um caminho a ser seguido: adotar todas as medidas necessárias para salvar vidas. É fundamental que façamos uma união de esforços para combater a transmissão do vírus”, defendeu.
Iara Pinheiro, promotora de Justiça, afirmou que “essa reunião é um alerta às autoridades. Estamos voltando a um movimento de restrições por regiões, o que não é suficiente para a situação epidemiológica atual”. Segundo ela, “não há desídia a se apontar por parte dos gestores de saúde do estado e municípios, mas precisamos estar prontos para suportar um estado de pressão prolongada no sistema de saúde, com possibilidade esgotada de ampliação da rede assistencial”. A promotora destacou a situação na capital: “o decreto municipal de Natal está em descompasso com a situação atual, permitindo aglomerações, e precisa ser ajustado.”
Mais uma vez, os Ministérios Públicos, baseados em nada, uma vez que não são profissionais da saúde, cientistas e/ou pesquisadores da área, vêm propor a adoção de medidas restritivas. Puro “achismo”, já que não existem estudos comprovando a efetividade de tais restrições para a diminuição de novos contaminados e/ou óbitos. Vide os exemplos da Argentina (País que enfrenta o mais longo lockdown no mundo) e Chile (País que, proporcionalmente, mais vacinou a sua população na América Latina). É fácil demais propor restrições, quando os seus rendimentos são creditados todo mês na conta…
O MP que tanto entende de pandemia, sabe a razão da China não ter a segunda onda?
As críticas do MP ao prefeito foram baseadas em parecer de outros médicos?
Só o Prefeito de Natal tem culpa quanto ao combate a pandemia em Natal?
Qual a razão de culpar alguém?
Para dar um norte ao assunto, quantos leitos o prefeito disponibilizou aos doentes do covid e quantos leitos foram disponibilizados pelo governo do estado desde o início da pandemia?
Isso prova que o lockdown não resolveu nada!
Agora começa a fazer sentido à suspensão das vacinas para quem tem menos de 60 anos. Se tivessem continuado a vacinação junto com a turma com comorbidade, já teriam chegado a turma dos 55 anos ou menos e haveriam bem menos infectados.
Estão estocando vacinas para quê?
O governo federal enviou 90 milhões e só foram aplicadas 50 milhões. A razão começa a se revelar.
Com a chegada da segunda onda, quantas novas UTIS foram instaladas?
Será que o objetivo é manter o pânico com tudo parado até que a economia quebre?
Não houve Lockdown no Brasil, amigão. As poucas iniciativas nesse sentido foram sabotadas pelo motoqueiro vida loka que você chama de “meu mito”.
Acho que o Queiroz vive no mundo paralelo. Ainda tem lockdown Queiroz. Só que não é no estilo ditatorial, onde para tudo, ficam apenas os serviços ultra essenciais.
Tem lockdown, tanto que foi preciso definir os serviços essenciais e o resto fechou, parou e muitos faliram. Principalmente no nordeste, SP, RS e DF.
Quanto ao passeio dos motoqueiros, ele é a prova que as pesquisas publicadas são manipuladas e tem resultados falsos.
Bozo prometeu aos Hell’s Angels que vai liberar os pedágios para que essa turma de Harley Davidsons caríssimas possam passear a vontade. Adivinha quem vai pagar esses valores às concessionárias? Outra coisa, não vi nenhum motoqueiro trabalhador naquele circo de horrores, nenhum entregador, nenhum motoboy. Só um bando de boçais com bandanas cafonas. E definitivamente NÃO HOUVE LOCKDOWN NO BRASIL. O maluco do Planalto falou que se isso acontecesse assinaria um tal de decreto que, na verdade, é só retórica para enganar bovinos.
Uns hospitais de campanha pra atender os que sentiram os sintomas iniciais, com um coquetel medicamentoso com vitaminas e orientações pra o quadro não agravar seria a melhor medida, entretanto a governadora e esses órgãos estão numa campanha quanto pior, melhor. E assim vamos ao abismo.
Parece que as medidas adotadas pelo secretário de saúde do RN, DR. Laís, não estão surgindo o efeito desejado, errou na previsão de mortos, apesar de lamentavelmente muitos terem ido a óbito, o que é irreparavel, estamos com filas enormes por leitos de UTI, cirurgias eletivas suspensas, descaso, comércio falindo, inúmeras ações questionáveis do poder público estadual. Vivemos um momento de penumbra. Saimos de dois desastres seguidos, que foram os governos de Rosalba e Robinson, vivemos esse que vai tampar o caixão, só Deus na causa, pena que o partido da governadora e provavelmente ela, não acreditem nas coisas divinas, isso torna tudo mais difícil e sombrio.
Durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (26), o deputado estadual Francisco do PT usou o horário do grande expediente para falar sobre a possível instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 na Casa Legislativa. O parlamentar disse estar tranquilo quanto a legitimidade do instrumento que é prerrogativa do parlamento e por confiar na honestidade e transparência do Governo da professora Fátima Bezerra (PT).
“Não temos o que temer. Estamos diante de um governo honesto e transparente. Que veio para tirar o RN de um abismo profundo”, ressaltou Francisco, dizendo que espera que a Casa Legislativa tenha com a CPI da Covid-19 o mesmo tratamento que vem tendo com mais duas CPI´s instaladas na Assembleia. “Espero a mesma conduta. Hoje esse parlamento tem instalado a CPI da Arena das Dunas que está suspensa com a justificativa que não se tinha condições de tramitar uma Comissão Parlamentar de Inquérito com o modelo de sessão remota”, disse.
Francisco indagou os deputados com mandatos anteriores sobre a não instalação de CPIs em outros governos, além do atrasos de salários dos Governos passados. “É preciso que se questione. Estou em meu primeiro mandato e nos anos anteriores não vi os meus colegas deputados investigando temas como os citados acima”, indagou.
Francisco do PT aproveitou a oportunidade e convocou todos para uma audiência pública, que será realizada amanhã (27), promovida pela Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas e Institutos Federais e que debaterá os cortes nas verbas destinadas a essas instituições. “Teremos a participação de reitores, reitoras, membros da UFRN, Ufersa, IFRN. Para que possamos entender o tamanho desses impactos, desses cortes na vida dessas instituições, seja no Ensino, na Pesquisa ou na Extensão”, convocou.
A audiência pública ocorrerá de forma virtual e será transmitida pela Tv Assembleia, canal 10.3.
Depois desses petralhas terem roubado bilhões e até mais de um trilhão de reais, desvios de 5 milhões pra eles e pra o MP não significa nada, é fichinha e sem importância. Algo que a governadora de forma imprudente e irresponsável, fez mau uso dessa vultosa quantia, e não merece ser responsabilizada, mesmo tendo um teor gravíssimo, pois era um dinheiro pra compra de respiradores e em plena pandemia. Tudo na maior cara de pau.
Cada um se ilude com o que acha devido
Agora que o povo conhece todo potencial da governadora…
Deveriam aproveitar o momento e debater o tamanho do impacto na suspensão das aulas presenciais.
Seus efeitos futuros para o corpo discente.
Deviam questionar porque muitos destes professores estão com seus filhos matriculados e em aula nas escolas privadas.
Se é americana eu confio,
Pfizer tbm, a Coronadória fica para os petralhas.
Tome não…fique só na Cloroquina e ozônio…só tome quando seu ídolo (o mentiroso da casa de vidro) tomar…