“Reitero nosso repúdio às ideologias totalitárias e genocidas, como o nazismo e o comunismo, bem como qualquer tipo de ilação às mesmas”, diz Bolsonaro

Foto: Reprodução/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro, através das redes sociais, comunicou o desligamento do então secretário de cultura, Roberto Alvim. “Um pronunciamento infeliz. Ainda que tenha se desculpado, tornou insustentável a sua permanência”, disse.

Bolsonaro ainda reiterou repúdio “às ideologias totalitárias e genocidas, como o nazismo e o comunismo, bem como qualquer tipo de ilação às mesmas”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão Atento disse:

    Passando só para lembrar o cunho ideológico nazista do governo Bolsonaro. "Não se enganem, tudo que Roberto Alvim falou é o que pensa esse governo"

    • Bruno disse:

      Se fosse como você está dizendo seu babaca, ele não teria tirado o secretário.

    • Humilde Iconoclasta disse:

      Esperando o Governo nazista começar a prender o jogar na câmara de gás comunistas sonsos e parasitas como você. Mas está demorando demais.

    • Bento disse:

      Ah partidinho nefasto tão roubando até energia (gato)
      Isso pode cidadão atento!!!
      Ou tu és o olheiro dos guerrilheiros para avisar se a polícia vem vindo

    • Minion alienado disse:

      Bruno, como você é inocente. O cara só foi demitido por causa da repercussão entre os apoiadores, caso contrário estaria lá igual ao plantador de laranja e o cara da sexta.

  2. Hipólito disse:

    Ter exonerado foi a coisa mais certa, mas ver as viúvas de Stalin, os deputados que participaram da homenagem a revolução russa na câmara, os apoiadores de Cuba, Venezuela e Irã ficarem recriminando o ex ministro, é cinismo demais, é falta de caráter, oportunismo barato, fedentina mental e pior, esses mesmo se intitulam de democratas. Não tá fácil não esse país.

  3. Carmo Lima disse:

    Isso Ricardo, principalmente quando 01 partido só faz o que seu dono manda e o resto obedece sem contestação, como acontece democraticamente desde sempre no PT.
    O resto é fascismo, ditadura e tudo mais que não seja democrático.
    Democracia real só no PT, na Venezuela, em Cuba e outros bons exemplos de governo ou estou invertendo tudo?

  4. Ricardo disse:

    Não existe esse negócio de um governo democrata onde tem um nazista. O que existe é governo nazista.

  5. Crítico Realista disse:

    Um fascista falando do que não sabe !

    • Marcos Vinícios disse:

      Com base em Vossa crítica, acredito ser um conhecedor. Se assim for, gentileza, discorra sobre o assunto.: Alemanha Nazista.

Zenaide repudia proposta de extinção de pequenos municípios

Fotos: Fernando Oliveira

Presente na mesa de abertura da Mobilização Contra a Extinção de Municípios, nesta terça-feira (03), a senadora Zenaide Maia (Pros-RN) repudiou a proposta do governo de fusão de cidades pequenas. A mudança consta da Proposta de Emenda à Constituição 188/2019, a PEC do Pacto Federativo, em análise no Congresso Nacional; e pode significar a extinção de 1.217 municípios com menos de cinco mil habitantes e que não atingem o mínimo de 10% dos impostos sobre suas receitas totais. Essas unidades da federação abrigam mais de quatro milhões de pessoas e seriam impactadas com a perda de receitas, entre outros prejuízos, caso tivessem que se fundir a cidades maiores.

“Essa PEC deveria ser devolvida. Não deveria ser analisada por nenhuma Comissão. É a proposta mais indecente, porque quer tirar até a cidadania!”, disse a senadora durante o evento, organizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que aconteceu no auditório Petrônio Portela, do Senado Federal, em Brasília.

Zenaide ponderou, ainda, que a extinção de municípios não é solução para sair da crise. “Está faltando dinheiro? Invista na geração de emprego e renda. Isso não é inventar a roda”, defendeu a parlamentar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lidiana disse:

    Vai sentir falta dos currais eleitorais essa Senadora que não representa o RN.

  2. Bento disse:

    Era para o presidente ter garantido cidades acima de 20 mil habitantes.

  3. Rita disse:

    Pobre RN, só Senadores chibatas, tinha que extinguir mesmo os Municípios de uma rua só, mas pelos currais não passa. Ainda dizem que o País tem jeito.

  4. Silva disse:

    Tem que passar logo a cidade com menos de dez mil habitantes.

  5. Sousa disse:

    Eu votei na senhora mas nesta causa não estás me representando! O governo federal poderá corrigir um erro que foi a criação de diversos municípios que não tem condição alguma de se manter!

  6. Neto disse:

    Acho que as notícias sobre Zenaide Maia são tantas que deveriam vir com a informação INFORME PUBLICITÁRIO

  7. Bosco disse:

    Lógico! O curral vai diminuir de tamanho.

  8. Neco disse:

    "Tirar a cidadania" que tese furada é essa? É que panancéia demagógica é essa de investir na "geração de emprego e renda" ? Quem deve? O governo? Tirando dinheiro de que áreas? Vai mexer em direito salarial adquirido de servidores e pensionistas? Vai aumentar a carga tributária ou cobrar de quem não tem como pagar? Vai dar calotes em dívidas? Depois de anos de PT ainda tem alugém com dois neurônios funcionais que acredite nessse papo keynesiano de que burocratas sabem mais o que fazer com o dineiro (do contribuinte) para induzir o desenvolvimento?

  9. Silvio disse:

    Lógico, é uma prática da família dessa camuflada, há décadas, usar essas cidadelas como curral eleitoral. Além do mais, os salários desses prefeitos dessas microcidades juntamente com sua equipe de auxiliares, praticamente saqueiam quase 100% do que supostamente poderia ser investido no povoado, deixando seus cidadãos sem terem suas reais nescessidades mínimas atendidas. Qualquer pessoa em sua sã consciência sabe que é totalmente impossível o estado manter essa casta de marajás subtraindo o dinheiro que poderia ser usado para minorar o sofrimento das pessoas.

Frente Parlamentar em Defesa das mulheres faz homenagem na Câmara Municipal de Parnamirim e repudia assassinato de enfermeira

Foto: Divulgação

A Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Mulheres, através de sua presidente, a vereadora Ana Michele, realizou na manhã desta segunda-feira18), no plenário da Câmara Municipal de Parnamirim, uma mobilização intitulada “Dayana, vive! Dayana, presente!”.

O ato foi uma homenagem à técnica de enfermagem do Samu e enfermeira Dayana Deyse Oliveira de Lima, assassinada no último dia 11, na porta de sua casa, na Zona Norte de Natal. A jovem que deixa dois filhos pequenos foi aluna da vereadora Ana Michele durante sua graduação.

Ana Michele ocupou a tribuna e fez um discurso emocionante. “Dayana não era uma estranha, era minha aluna. Sempre dedicada e determinada, vivia sorrindo. O mínimo que podia fazer, era não me calar. Nós mulheres, não podemos nos calar! É muito difícil estar aqui, mas é necessário! Trago aqui o meu repúdio, a minha solidariedade, a minha voz. Nós enquanto frente parlamentar, temos que estar atentos às políticas públicas e que possamos fazer mais, mobilizações ou movimentos e que sejam permanentes”, disse.

Demais vereadores também se manisfestaram

As vereadoras Kátia Pires e Rhalessa Freire, além dos vereadores Pastor Alex e Abidene Salustiano apartearam o discurso de Ana Michele e também se solidarizaram à família da vítima. “Inadmissível que o homem, que não é Deus, resolva tirar a vida de uma mulher. Não podemos deixar que o caso de Dayana não seja mais um no meio de centenas de vidas de mulheres assassinadas por homens que ainda veem a figura feminina como única e exclusivamente objeto de posse”, enfatizou a vereadora Kátia Pires.

A sessão ordinária também contou com a presença de representantes do Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Norte (COREN-RN),SAMU Metropolitano, e amigos de Dayana.

A Câmara Municipal de Parnamirim reitera que repudia qualquer ato de violência, independente de gênero, idade, raça ou religião. E que a casa do povo Parnamirinense estará sempre atuante, para que medidas sejam sempre tomadas em prol da sociedade.

Vasco repudia e se desculpa por cantos homofóbicos em São Januário: “Preconceito é crime”

Vanderlei Luxemburgo chegou a pedir para torcedores pararem com gritos homofóbicos — Foto: Getty Images

O Vasco divulgou uma nota oficial nesta segunda-feira repudiando e pedindo desculpas pelos cantos homofóbicos ocorridos em São Januário na partida contra o São Paulo, no domingo. O jogo chegou a ser interrompido pelo árbitro Anderson Daronco.

– O Club de Regatas Vasco da Gama lamenta e repudia qualquer canto ou manifestação de caráter homofóbico por parte de alguns de seus torcedores. Da mesma forma, a Diretoria Administrativa do Clube manifesta seu pedido de desculpas a todos que, corretamente, se sentiram ofendidos por este comportamento – diz uma parte da nota.

O clube afirmou ainda que o combate aos gritos não deve acontecer apenas pelo temor de uma punição esportiva, mas “por uma questão de cidadania e respeito ao próximo e cumprimento da lei”.

– Preconceito é crime – complementa a nota.

Os gritos fizeram com que o jogo fosse interrompido pelo árbitro Anderson Daronco. Ele chegou a informar ao quarto árbitro e ao técnico Vanderlei Luxemburgo. Imediatamente, os auto-falantes de São Januário alertaram os torcedores para que não houvesse esse tipo de manifestação.

STJD prometeu punir cantos homofóbicos

Após a Copa América, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva passou a punir com multa ou até perda de pontos clubes cujos torcedores cantarem gritos homofóbicos nos estádios. A Procuradoria, caso identifique a ocorrência de homofobia ou haja o relato em súmula por parte de algum árbitro, então, poderá denunciar o clube dos autores da discriminação. É o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva que tratará do caso.

Leia a nota oficial do Vasco:

“Em relação ao episódio registrado na partida deste domingo (25/08) contra o São Paulo, o Club de Regatas Vasco da Gama lamenta e repudia qualquer canto ou manifestação de caráter homofóbico por parte de alguns de seus torcedores. Da mesma forma, a Diretoria Administrativa do Clube manifesta seu pedido de desculpas a todos que, corretamente, se sentiram ofendidos por este comportamento.

O combate a este tipo de postura – iniciado ainda em campo, quando o técnico Vanderlei Luxemburgo, os jogadores, parte da torcida e o próprio Vasco da Gama, através do sistema de som do estádio, clamaram para que os gritos cessassem – não deve ser motivado pelo receio de punição desportiva (perda de pontos), mas, sim, por uma questão de cidadania e respeito ao próximo e cumprimento da lei.

Preconceito é crime. E se existe um Clube no Brasil historicamente habituado a levantar a voz contra qualquer tipo de discriminação este é o Vasco da Gama, dono da história mais bonita do futebol. Assim foi com a resposta histórica de 1924; assim é com os cantos que o torcedor vascaíno entoa orgulhosamente na arquibancada enaltecendo a luta do Clube a favor de negros e operários.

A plateia de um estádio de futebol e a sociedade de maneira geral passam por um processo de aprendizado e conscientização necessário para que atos de preconceito fiquem no passado – um triste passado, diga-se. A Diretoria Administrativa do Club de Regatas Vasco da Gama compromete-se em promover ações educativas neste sentido junto ao seu torcedor, certa de que encontrará em cada vascaíno um aliado no combate a qualquer tipo de discriminação. O Vasco é a casa de todos.”

Globo Esporte

 

Deputado Federal General Girão diz que não foi consultado e repudia falsa informação que gerou críticas da Associação de Oficiais Militares do RN

NOTA OFICIAL

Foto: Reprodução

Eu, Deputado Federal General Girão, tendo em vista ataques que venho recebendo da Associação de Oficiais Militares do Rio Grande do Norte, relativos ao sistema de proteção atualmente em discussão na Câmara dos Deputados, repudio veementemente a falsa informação que eu tenha me negado a assinar a emenda apresentada pelo Deputado Capitão Augusto. Sequer fui consultado a respeito. Em um ambiente democrático, causa espécie ser publicamente acusado sem ter a oportunidade de exercer o direito básico à ampla defesa e ao contraditório.

Devidos a problemas de saúde, estive afastado da Câmara desde meados de junho e fui submetido, em 1o de julho, a uma cirurgia cardíaca para troca de válvula e correção de um aneurisma de aorta ascendente. Sob prescrição médica, somente ontem retornei, ainda com restrições, às minhas atividades parlamentares. Talvez por isso não tenha assinado a citada emenda.

Todavia, esclareço ainda que entendo ser preciso discutir, aperfeiçoar e consolidar o sistema de gestão estadual das corporações policiais, que há anos estão à mercê de atitudes ideológicas de determinados governadores, debilitando as estruturas de comando, com graves consequências para a Segurança Pública.

De todo modo, repudio manifestações falaciosas com objetivos político- partidários, em busca de cisões, ao tempo em que reafirmo meu posicionamento a favor das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. O momento é de união, em torno de objetivos maiores. Brasil Acima de Tudo!

Brasília, DF, 21 de agosto de 2019

General Girão
Deputado Federal (PSL/RN)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcelo disse:

    Tiramos membros de oligarquias , na representação no Senado pelo RN, grande Vitória do povo, que só não foi completa porque botaram o PT para Governar o Estado, agora esses eleitos fazendo besteira,só contribui para na próxima eleição, as velhas raposas voltarem ao comando!.🤬

  2. Jefferson disse:

    Concordia em grau, genero e numero, esse palarmentar nao Soma em nada para o rn.

  3. JBBatista. disse:

    Esse é mais um forasteiro da politica, foi um péssimo secretário de segurança e muito conversador foi eleito na onda Bolsonaro, na próxima eleição cai fora.

Adepol repudia denúncias apresentadas contra delegados

Na manhã desta segunda-feira (9), a Associação dos Delegados da Polícia Civil do RN (Adepol) emitiu uma nota repudiando as denúncias encaminhadas, anonimamente, para a Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos em desfavor de cinco delegados, que viraram matéria na Tribuna do Norte desde domingo e que foram reproduzidas por este blog.

O manifesto de repúdio veio por forma de nota assinada pela presidente da Adepol, Ana Cláudia Saraiva. Na nota,ela também defendeu a apuração de toda e qualquer denúncia, mesmo as anônimas, por entender que é da natureza do serviço público prestar informações e esclarecimentos para que não pairem dúvidas sobre a idoneidade e o trabalho de cada um.

Mesmo assim, ela ressalta que denúncia não apresenta qualquer consistência e não traz indícios ou evidências que possam balizar as acusações.

Leia a nota na íntegra:

A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol) repudia a reportagem, publicada no último domingo no jornal Tribuna do Norte, sobre denúncia apócrifa que expõe à execração profissionais que têm uma vida dedicada à carreira de delegados de polícia.

Ao mesmo tempo em que defende a apuração de toda e qualquer denúncia, mesmo as anônimas, por entender que é da natureza do serviço público prestar informações e esclarecimentos para que não pairem dúvidas sobre a idoneidade e o trabalho de cada um.

A reportagem faz citação a supostos e diversos fatos que teriam ocorridos em épocas distintas, por pessoas diferentes, sem que haja qualquer ligação entre eles.

Os delegados citados na reportagem têm relevantes serviços prestados à sociedade, mesmo assim tiveram os nomes expostos perante a opinião pública com base uma denúncia anônima e sem a existência de nenhuma acusação oficial.

Em nenhum momento a denúncia publicada pelo jornal apresenta qualquer consistência ou traz indícios ou evidências que possam balizar as acusações.

Os delegados citados manifestaram interesse na apuração dos fatos já que a reportagem expôs a vida dos profissionais e de suas famílias como se os mesmos fossem matadores de bandidos, numa grave ofensa aos direitos e garantias fundamentais de tais profissionais.

A afirmação a “ordem é matar”, incita o ódio daqueles que transgridem a lei contra os profissionais que têm o dever de combater o crime.

Por fim, a Adepol confia na lisura, eficiência e isenção do trabalho que será realizado pela comissão designada pela Delegacia Geral de Polícia (Degepol) para apurar as denúncias encaminhadas à Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos. Com a certeza de que será assegurado o princípio constitucional da ampla defesa e do contraditório, antes de pais e mães de família terem suas fotos e nomes expostos.

Ana Cláudia Saraiva
Presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil

 

Relembre o nível das denúncias:

Entenda quem é quem no caso dos delegados denunciados