Coronel Azevedo afirma que governo do RN faz gestão para os “poderosos”

Foto: João Gilberto

O pronunciamento do Coronel Azevedo (PSL) na sessão plenária dessa quarta-feira (15), foi marcado por críticas ao Governo do Estado. O parlamentar disse que a governadora Fátima Bezerra (PT) realiza uma gestão que agrada aos poderosos e se distancia do discurso feito no palanque durante a campanha passada.

“É uma incoerência, porque a governadora Fátima Bezerra decretou calamidade pública devido às dificuldades financeiras, no entanto chegou a esta Casa uma proposta de reajuste para alguns servidores, como auditores e procuradores, para que algumas categorias possam receber ainda mais desse Estado quebrado”, criticou Azevedo.

O deputado afirmou que enquanto o reajuste é proposto para algumas poucas categorias, muitos servidores sofrem com salários baixos e atrasados: “Alguns estão tendo que passar pelo constrangimento de sofrer busca e apreensão em suas residências, perdendo bens porque não estão podendo honrar com suas obrigações, nem mesmo pagar medicamentos indispensáveis, com nomes sujos no SPC e SERASA”, disse.

Coronel Azevedo ainda afirmou que não tem nenhuma opinião contra os servidores que seriam beneficiados com o reajuste, mas que votou contra o projeto durante sua tramitação na Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJ) em respeito aos demais servidores e ao povo potiguar.

ALRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Escritor disse:

    Nao existe nenhum projeto na assembleia legislativa prevendo aumento ou reajuste para os auditores. Nenhum. Nobre deputado esta equivocado.

  2. Carlos Bastos disse:

    Deputado deixe de falar besteira, esse reajuste de 16% , todo mundo sabe que foi o famoso efeito cascata, quando tem aumento salarial dos ministros do STF, todos os juízes e procuradores recebe também.

    • Pablo disse:

      Vc quem esta falando besteira. Os procuradores a quem o deputado se referente sao procuradores da assembleia legislativa. E nao os procuradores do ministerio publico ao qual recai o aumento feito efeito cascata. Antes de querer criticar procure se informar

    • apmneto disse:

      O tal 'efeito cascata' é uma criação dessas categorias engolida pela imprensa. O que a Constituição fixou foi um teto remuneratório, ou seja, que ninguém pode ganhar mais que os ministros do STF, respeitada uma escala de decréscimo percentual. Ou seja, ganhar mais não pode, menos pode.

      Os reajustes não incidem automaticamente e nem são obrigatórios. Dependem de lei de iniciativa privativa do Poder ao qual os servidores estejam vinculados, que no caso de defensores e procuradores é o Poder Executivo. Caso existisse o tal 'efeito cascata' os reajustes seriam automáticos, mas o governo envia o projeto de lei se quiser e o Legislativo aprova se achar devido.

      Resumindo, o efeito cascata é uma cascata.

  3. Ems disse:

    Certíssimo !!! Neste governo, dito do povo, a crise existe apenas para os mais pobres.

  4. Rubens Cunha disse:

    Hum, e assim falou o representante no estado do partido do laranjal, logo ele q se elegeu com votos de parte de um naco dos servidores públicos, esse faz parte de um grupo que logo, logo passará a ser tratado como ex-deputado, não tem boas ideias, não tem projetos, deputado de um mandato só.

    • Antonio Barbosa Santos disse:

      É possível, Rubens, que o Coronel Azevedo não renove seu mandato. O tempo dirá.
      No entanto, mesmo antes de entrar na politica e independente dela ele tem mais serviços prestados ao povo honesto do RN que qualquer político do PT, por exemplo.
      Mas se você puder mostrar com fatos concretos, não discurso ou ações vazias daquele que é conhecido como "Quiabo" (vive de ser figurante) e que agora, para não ficar desempregado, assumiu uma Secretaria do Nada, pode colocar para conhecimento.
      Aguardamos.

    • Rubens Cunha disse:

      Antônio, infelizmente não tenho procuração de ninguém, nem de partido algum para defesas. nem muito menos sou eleitor de fulano ou sicrano, hoje em dia só se fala nisso, "tá falando assim por q votou no partido tal" sinto em dizer a vc que o assunto aqui é outro, acho q vc não entendeu bem o post e muito menos o meu comentário. #foconopost

    • joaozinho disse:

      Talvez vc prefira um dep que saiba reclamar somente como oposicao, nao faça nada, faça apologia a tomada de propriedade dos outros, deseje o caos, cause desemprego com ideias transloucadas, nao goste de policia, viva as custas do povo, defenda privilégios, etc

Maia acena a Moro e afirma que projeto anticrime pode ser votado em breve; presidente da Câmara ainda reclama de fofocas

Foto: Luis Macedo/Agência Câmara 08.03.2019

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez acenos ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e afirmou que existe uma possibilidade de o projeto de lei relacionado a combate ao crime organizado e aos crimes violentos ser votado ainda no primeiro semestre.

Internamente, porém, o indicativo na Câmara é que a base será o projeto proposto pela comissão de juristas encabeçada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

Maia participou, na manhã desta terça-feira (26), de uma parte da primeira reunião do grupo de trabalho que formou para discutir as propostas de Moro e de Moraes.

Só o ministro do Supremo foi convidado. Maia, no entanto, disse que já falou com o ministro da Justiça e o convidou para uma segunda reunião do grupo ainda esta semana.

“Não tem problema nenhum, vocês estão fazendo fofoca… a primeira reunião é do grupo de trabalho com os representantes do CNJ. O grupo de trabalho foi construído para isso (debates). A segunda reunião é com o Moro e quantas as reuniões que ele quiser fazer no nosso grupo para colaborar, falando do projeto e da importância dele. Vamos estar juntos trabalhando”, disse Maia após a reunião.

Questionado sobre quando seria possível votar o projeto, Maia indicou possibilidade de isso acontecer ainda no primeiro semestre. “Por que (votar) no segundo semestre? Pode ser no primeiro”, disse.

Segundo Maia, pode não ser necessário utilizar todo o prazo de 90 dias dado para o grupo de trabalho realizar debates e unificar diferentes propostas apresentadas em um só projeto. O parlamentar acrescentou que é possível que o texto siga direto ao plenário se houver acordo entre os partidos.

“Se for para votar um bom texto, o que interessa é o tempo do bom trabalho dos deputados, com juristas e com o Executivo”, disse Rodrigo Maia.

O ponto de partida do debate legislativo, no entanto, é o projeto apresentado pela comissão de juristas presidida pelo ministro do Supremo Alexandre de Moraes. “É o carro-chefe”, disse o deputado Hildo Rocha (MDB-MA), um dos integrantes do grupo de trabalho, após a reunião.

Moraes expôs aos dez deputados integrantes da comissão os projetos que apresentou ao Congresso em maio do ano passado. Ao fim do encontro, falou à imprensa que não deve haver “vaidade”.

“Vamos discutir esse projeto e o aprovado pelo governo e outros projetos que existem na Câmara. O mais importante, e eu venho repetindo, é pegarmos as principais ideias e conseguirmos avançar no que houve consenso. Não importa vaidade de redação, mas avançar na ideia porque temos de avançar na filosofia no combate ao crime organizado”, disse Moraes.

O ministro, que tem ótima relação com Rodrigo Maia, destacou ainda o presidente da Câmara e negou que a criação do grupo de trabalho possa atrasar o andamento dos debates.

“A questão do combate ao crime organizado já é prioridade do presidente da Câmara desde outubro de 2017, quando constituiu comissão de juristas na Câmara, e tenho certeza que é prioridade não só dele como da Câmara dos Deputados”, disse.

R7 e Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo disse:

    BG
    Esse pescoço mole vai dar muito trabalho ao governo. Sonso todo

  2. Lucio disse:

    Fizeram acordo pa soltar Temer e Moreira e Tudo começou a voltar a normalidade.
    kkkkkkkkkkkkkk

  3. severo disse:

    Temos que exigir esse projeto anti crime, sem ele, não sobra nada para o povo, roubam sem pena e dó. Estamos cansados da impunidade.

Líder do governo no Congresso afirma que Bolsonaro não admitiu que irá ceder em pontos da reforma da Previdência: “está ouvindo parlamentares e disposto a negociar”

Foto: Divulgação

A deputada federal Joice Hasselmann afirmou, em entrevista ao Jornal da CBN nesta sexta-feira (1º), que o presidente Jair Bolsonaro não admitiu que irá ceder em pontos da reforma da Previdência. “Na hora que essa declaração circulou na imprensa, eu imediatamente conversei com o presidente para entender o que realmente tinha acontecido e ele disse: ‘olha Joice, não foi isso que eu quis dizer não'”. A líder do governo no Congresso afirmou que o objetivo da fala de Bolsonaro era mandar um recado ao Congresso Nacional de que está ouvindo os parlamentares e está disposto a negociar, “mas tem limite essa negociação. Não é abrir a porteira. Senão, não tem sentido”.

Na quinta-feira, durante café da manhã com jornalistas, o presidente chegou a dizer que poderia baixar de 62 para 60 anos a idade mínima para aposentadoria das mulheres. “A questão da idade mínima, o presidente não admitiu baixar, ele admitiu conversar. E nós temos que conversar sobre tudo”, disse Joice. Em sua avaliação, é preciso mexer o mínimo possível no texto da reforma. “O Congresso querer colocar sua marca na reforma é legitimo. Ele tem que se sentir parte da mudança, mas não pode transformar o texto em um Frankenstein”, afirmou.

Em relação ao BPC (Benefício de prestação continuada), a deputada federal disse que esse foi o primeiro tema polêmico do texto e o que mais chamou a atenção. “E também obviamente a oposição já deu aquela distorcida”. Ela afirmou que gerar uma economia na casa de R$ 1 trilhão é “imexível” e que é a partir daí que serão feitas as negociações com os parlamentares.

Questionada sobre qual o tamanho da base aliada do governo, Joice Hasselmann disse não ser possível cravar um número, mas que a base está sendo construída. “Existe alguma instabilidade em alguns partidos. O humor está muito volátil”, avaliou.

CBN

 

Renan Calheiros disfarça e afirma que não quer ser presidente do Senado

Foto: Geraldo Magela / Agência Senado

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) é visto como o mais candidato de todos à presidência do Senado, mas na contramão das aparências, ele tuitou na tarde desta segunda-feira (21) que não deseja voltar ao cargo, ao qual já presidiu por três oportunidades:

— Olha, não quero ser presidente do Senado. Os alagoanos me reelegeram para ser bom senador, não presidente. Já fui várias vezes, em momentos também difíceis – afirmou o alagoano.

Mas Renan não fechou as portas para sua candidatura ao afirmar que a decisão caberá à bancada.

Um desses nomes a que Renan se refere é o da senadora Simone Tebet (MDB-MS) que tem apoio não só de integrantes do partido. Um exemplo é o senador eleito Major Olímpio (PSL-SP) que em entrevistas já admitiu que o nome de Simone poderia ajudar num consenso e, ao mesmo, tempo garantiria o comando da casa com a maior bancada, no caso o MDB. O obstáculo, segundo Major Olímpio, seria mesmo o nome de Renan Calheiros.

Zero Hora

 

Carta distribuída a juízes afirma que Temer sancionou reajuste para os ministros do STF, com repercussão sobre toda a magistratura

A carta abaixo, distribuída a juízes, afirma que Michel Temer sancionou, sim, o reajuste para os ministros do STF, com repercussão sobre toda a magistratura.

Ou o Planalto mentiu ao negar a sanção a O Antagonista ou está mentindo ao Poder Judiciário.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria de Fátima disse:

    Coitados, eles estavam ganhando muito pouco!
    Esculhambação total

Pré-candidato tucano à Presidência afirma que ‘não há marqueteiro que leve o PT à vitória’

Em discurso inflamado durante a convenção do PSDB mineiro, o senador Aécio Neves (MG), pré-candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, desejou ontem uma “boa aposentadoria” à presidente Dilma Rousseff. Para ele, diante da atual situação econômica e social do País, “não há marqueteiro que leve o PT à vitória”.

Aécio discursou para uma plateia que lotou o ginásio do Minas Tênis Clube, um dos mais tradicionais de Belo Horizonte, durante o evento que confirmou o chapa que vai disputar o governo de Minas, encabeçada pelo ex-ministro Pimenta da Veiga (PSDB). “A boa educação mineira só me (faz) desejar à presidente uma boa aposentadoria nos próximos quatro anos”, declarou o senador, ovacionado no evento que contou também com as convenções do DEM, PSD e PP mineiros.

Pouco antes, em entrevista, o tucano fez outras críticas à presidente. Ao comentar resultado da mais recente pesquisa Ibope, que mostrou oscilação negativa de dois pontos porcentuais de Dilma e oscilação positiva no mesmo porcentual dele e do ex-governador Eduardo Campos (PE), presidenciável do PSB, Aécio avaliou que o levantamento reflete um sentimento “de enfado” da população com a gestão petista. “Podemos nos preparar para um novo e grande governo a partir de 2015 e vamos trabalhar para isso.”

Enxaqueca. O senador também ironizou o resultado da convenção nacional do PMDB, que confirmou a reedição da aliança com o PT com 59% dos votos dos participantes, resultado considerado por Aécio uma “fragorosa derrota” do governo. “A presidente hoje infelizmente deve dormir com uma enxaqueca. Depois de tudo que foi feito, da distribuição dos espaços para o PMDB no governo, que já manda quase mais, pelo menos um setor do PMDB, que o próprio PT, a oposição à aliança ter mais de 40% dos votos é uma derrota fragorosa”, avaliou.

Para o tucano, Dilma levará “alguns minutos a mais” na propaganda eleitoral gratuita, mas não “a base, o trabalho e o sentimento de seus aliados”.

Aécio também acusou Dilma de estar “desconectada da realidade” ao declarar, após receber apoio do PDT à sua reeleição, que, “juntos”, são “invencíveis”.

“O mais surpreendente que eu vi hoje da presidente, uma presidente desconectada da realidade, aflita com os resultados que vem tendo na economia, na área social, é ela dizer que é invencível”, provocou o tucano. “Invencíveis seremos nós brasileiros que vamos encerrar esse ciclo de governo do PT que está infelicitando o País.”

Questionado sobre a possibilidade de acentuar as diferenças em relação a Campos, o senador afirmou que suas diferenças “são claras em relação ao PT, a tudo isso que está aí”. “Sempre fui oposição a esse modelo.”

Agência Estado

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Augusto disse:

    Quase não notava que o "jarleno" abandonou os estudos! Já pode se candidatar a presidência.

  2. jarleno disse:

    Os tucanos vao leva uma surra, de sutiã. Eu não sou polìtico, mais tenho sertesa. Os tucano, e o pai dos milionarios dos banqueiros. Voces criticão o progama social do pt, porque nunca passarão fome Eu sei o que e acorda sem ter um pão, para comer quando era criança. Tive que trabalhar cendo, com nove anos ja trablhava. Muitas vez sò por um prato de comida, era chingado. Tive que abandona os estudos, e um sonho de entra para fuculdade de direito. Na quela epoca faculdade era os ricos, cursa direito era para os filhos banqueros. Hoje e difernte os jovens os tão na fuculdade. E não foi no goveno dos tucanos não foi o lula que os ricos diziao que era analfabeto.