A aplicação da vacina contra o coronavírus em São Paulo virou motivo de impasse entre o ex-juiz Sergio Moro, o fundador do partido Novo, João Amoêdo, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PST-SP) nas redes sociais.
A polêmica começou após declaração do governador de São Paulo, João Doria, afirmando que a aplicação do medicamento será obrigatória no estado.
O primeiro a comentar o tema foi João Amoêdo, que se declarou a favor da vacinação compulsória no Twitter. Ele escreveu que ‘quem se recusar a tomar o medicamento deve ‘permanecer isolado até que todos os demais sejam vacinados’.
Moro compartilhou a publicação do fundador do Novo, afirmando que ela deveria ser respeitada, mesmo sem deixar claro se concordava com a opinião. O ex-ministro da Justiça usou o tema como gancho para defender a liberdade de expressão.
‘É preciso respeitar as opiniões contrárias, sem ofensas. Tolerância é o cerne do liberalismo político e do espírito da democracia’, escreveu.
Já o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro’, contrário à obrigatoriedade, compartilhou as duas postagens em suas redes sociais e aproveitou para criticar Moro e Amoêdo de uma só vez.
‘Deixa eu te ferrar, mas é para o seu bem tá? E você tem que me respeitar, senão você é que é o ditador autoritário. E enquanto prendiam senhoras inocentes nas ruas com a desculpa da pandemia esses nada fizeram’, escreveu.
Se alguém quiser se arriscar a tomar uma vacina feita ás pressas, por algumas instituições, NÃO TODAS,, no.minimo suspeitas, inclusive as da China e Rússia., Tome. Mas obrigar todos, independente de sua posição, liberdade e direitos constitucionais, creio que não é correto em uma democracia. Vejam o que aconteceu com o isolamento, agora, os estudos da OMS diz que o isolamento não foi a melhor opção para combater a pandemia. No meu caso, prefiro esperar pra ver o que vai acontecer ao primeiro rebanho a ser"vacinado". Tenho minha experiência com a da gripe que nao foi boa,nao esrou a fim de arriscar com algo feito assim, as carreiras.
É por isso que tenho certeza.
Mito 2022, tranquilo e calmo.
Dá pitaco é muito fácil.
Porque não deram a cara pra bater em pleno pico da pandemia igual o MITO fez???
Ôôô Presidente véi duro.
Tamos juntos meu Presidente!!!
O DORIA, AMOEDO , EDUARDO BOLSONARO E O EX JUIZ E EX MINISTRO MORO, SÃO POR ACASO DA AREA MEDICA? ENTÃO SE LIGUEM E TOMEM A VACINA QUEM QUIZER TOMAR E PRONTO. MISTURA AUTORIDADES E EX AUTORIDADES COM PANDEMIA E POLITICA NÃO LEVA A NADA. E A VACINA DA DENGUE?
Esse políticos canalhas NUNCA estiveram preocupados de verdade com o povo. Só se preocupam com os seus próprios interesses.
E os patetas batendo palmas e brigando por eles, kkkkk.
O presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar nesta segunda-feira que o governo não vai obrigar os brasileiros a tomarem a vacina contra o novo coronavírus. Bolsonaro afirmou que essa decisão é do Executivo federal e o ministro da Saúde, Edurado Pazuello, “já disse que não será obrigatória essa vacina e ponto final”.
— O Programa Nacional de Vacinação, incluindo as vacinas obrigatórias, é de 1975. A lei atual incluiu a questão de pandemia lá, mas é bem clara: quem define isso é o ministério da Saúde, e o meu ministro da Saúde já disse que não será obrigatória essa vacina e ponto final — afirmou.
Em seguida, sem mencionar o nome, o presidente criticou um governador que, segundo ele, “está se intitulando o médico do Brasil”.
— Tem um governador ai que está se intitulando o médico do Brasil, dizendo que ela será obrigatória — repito que não será —. Da nossa parte, a vacinação, quando estiver em condições de, depois de aprovada pelo Ministério da Saúde e com comprovação científica, e assim mesmo tem que ser validada pela Anvisa, dai sim nós ofereceremos ao Brasil, de forma gratuita, obviamente, mas repito: não será obrigatória — afirmou.
Na sexta-feira, Doria anunciou que, quando estiver disponível, a vacina contra a Covid-19 será obrigatória em todo o estado e apenas pessoas com atestado médico poderão ser liberadas de receber o imunizante.
— Em São Paulo a vacinação será obrigatória, exceto para quem tenha orientação médica e atestado médico de que não pode tomar a vacina. E adotaremos medidas legais se houver contrariedade nesse sentido — disse Doria.
A um apoiador que falou que a vacina estava sendo “feita nas coxas” e questionou “quem é que vai tomar uma desgraça dessas?”. Bolsonaro afirmou que é necessário ter comprovação científica para poder usá-la.
— É, tem que ter comprovação científica, o país que tá oferecendo essa vacina tem que primeiro vacinar em massa os seus, depois oferecer para os outros países. Assim muita coisa é até na área militar: você só consegue vender um produto bélico para outro país depois que você usar em seu território e, de forma comprovada, mostrar sua eficácia — disse.
Isso mesmo tomem a vacina e aproveitem, peçam umas sementes da China e plantem também em suas casas.
A vacina aprovada com menos tempo durou quatro anos para ser aprovada e hoje temos várias que em 8 ou 10 meses estarão prontas e sem qualquer efeito colateral, tá bom , acredito. E a Anvisa ainda vai aprovar?
Cadê a ciência que o mandetta e vários médicos apregoam .
A própria Anvisa demora de 2 a 3 anos para aprovar um medicamento contra o câncer já sendo utilizado e provado a sua eficácia em vários países desenvolvidos, e agora vai aprovar algo que não se sabe o efeito no corpo ao longo dos anos.
Animais tem pouco intelecto.
Ninguém será obrigado a tomar vacina, especialmente chinesa.
Doenças contagiosas podem ser interrompidas a partir de um certo nível de proteção que pode ser 30, 50, 70% de imunidade.
Traduzindo: não é necessário 100% da população se vacinar.
Para os zumbis Bolsonaro poderia obrigar vacina de cavalo…
Tenho o direito de não tomar até ser convencido da segurança e eficácia.
Tá tudo ainda muito sendo feito 'nas coxas'.
Quem quiser tomar toma, ué? Se vc confia, toma e se protege.
Se eu não tomar e morrer, probelma meu.
Livre-arbítrio. Coisas que totalitários não suportam.
Tome não ! Bom mesmo é eficiente ê banho de esgoto e ozônio segundo o Tonho . Deixe a vacina para que acredita na ciência . Vou lancha minha tutela de codorna com sopa de cangulo . Ah Papai .
São esses os seus argumentos? Por eu não ter fé em algo que ainda não existe, que não está consolidado, devo tomar banho de esgoto? Vc nem sabe o que é ciência. Esgoto é seu habitat, verme.
Tem que ver se existe aquelas pistolas de vacinar gado ? suficiente pra vacinar o rebanho…
Falou o zumbi de Maduro e Lula.
Lula comemorou a chegada do corona vírus.
A atriz americana de esquerda radical disse que o vírus foi uma benção de Deus para a esquerda.
Traduzindo: abutres alimentam-se de desgraça.
Aproveitam-se do caos para tomarem o poder.
Terminei a minha sesta agora , abro o conceituado blog e quem vejo ? Ele , o arrogantemente e prepotente do Tonho . Não tem jeito , a Gadolândia constrangida brevemente vai abandonar o barco . Que cidadão sem empatia . Pelas caridades ! Não adianta essa vir com essa conversinha de Lula ? ou PETÊ . Observem que essa é uma atitute pontual de um despreparado . Poderia o Da lua ?, solicitar para as pessoas se vacinarem e incentivar isso . Mas não . Oh mercadoria a Gadolândia vai ter que levar na cucuruta . Vou tomar meu banho e assistir sessão da tarde .
Kkkkkkk, sabes que esse aí mesmo ruim, se comparar com o pt, ficará claro que o partido de luladrão é bem pior. Já começa a entender, cabeça de vento desocupado.
O comunismo é uma seita.
Não gostam de cloroquina, preferem ozônio.
Querem ser obrigados a tomar vacina chinesa.
Passam noite e dia nas redes sociais defendendo o comunismo a mando da cúpula da seita.
Agem igual cães enlouquecidos, soltando espuma pela boca.
Destilando odio e asneiras.
A serviço da seita, falam mal do presidente, defendem traficantes, criticam o cristianismo.
Passam o dia em casa sem ter o que fazer recebendo a ração diária de lavagem cerebral…
Caso os testes clínicos em curso comprovem a eficácia das vacinas contra a covid-19, o Brasil está bem posicionado para obter doses já no ano que vem, avalia a professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) Cristiana Toscano, que integra o Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização (SAGE) da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A pesquisadora explicou que acordos já assinados pelo governo federal e pelo estado de São Paulo dão alternativas ao país, mas alerta que é preciso se apressar no planejamento para preparar os mais de 30 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).
“No Brasil, a gente tem uma situação que considero bastante privilegiada, porque a gente tem os mecanismos bilaterais e o envolvimento do Brasil no Covax, que é um mecanismo multilateral”, disse a epidemiologista, que participou da Jornada Nacional de Imunizações, promovida pela Sociedade Brasileira de Imunizações. “A gente está bem posicionado do ponto de vista de acesso e de possibilidade e expectativa real de termos algumas vacinas já em 2021.”
Consórcio
No mês passado, o Brasil confirmou sua participação no consórcio Covax, organizado pela OMS para garantir acesso à imunização em todo o mundo. O fundo espera captar US$ 18 bilhões com o investimento de 80 países considerados autofinanciáveis, como o Brasil, para fornecer as vacinas para estes e mais 92 países que não teriam condições de fabricar ou comprar as doses.
Com a adesão, o país vai investir cerca de R$ 2,5 bilhões e espera adquirir um portfólio que, até então, tem nove vacinas em desenvolvimento, para garantir a proteção de 10% da população até o final de 2021.
Acordos bilaterais
Em acordos bilaterais, o país contratou a transferência de tecnologia de uma vacina britânica e uma chinesa. O governo federal assinou acordo com os desenvolvedores da AstraZeneca e da Universidade de Oxford para que a Fundação Oswaldo Cruz nacionalize a produção da vacina, que está na última fase de testes clínicos em diversos países, incluindo o Brasil. A vacina de Oxford também é uma das nove vacinas que integram o portfólio do Covax.
Além disso, o governo do estado de São Paulo e o Instituto Butantan firmaram acordo para testagem e transferência de tecnologia para a produção nacional da vacina em desenvolvimento pelo laboratório chinês Sinovac.
Planejamento
Cristiana Toscano ressaltou que, devido à pandemia, os investimentos na produção precisaram ser antecipados, o que implica no risco de as vacinas não terem sua eficácia comprovada. Assim como os testes e os processos regulatórios, a pesquisadora destaca que o planejamento para fazer com que as vacinas cheguem aos postos também precisa ser agilizado desde o nível local até o nacional, porque há um horizonte de início da imunização nos primeiros meses do ano que vem.
“Não precisa esperar. Não tem um momento para falar ‘agora vamos começar’. O agora é já. A gente está trabalhando com uma previsão otimista e esperançosa. Se, de fato, nessa avaliação preliminar de dezembro, essas vacinas demonstrarem eficácia e segurança, a previsão é que entre fevereiro e março, no mais tardar, seja de fato possível iniciar a vacinação. Estamos falando de um tempo bastante curto para preparar tudo para uma vacinação de tamanha escala e tremenda importância”.
Em setembro, o governo federal instituiu um grupo de trabalho interministerial para coordenar a aquisição e a distribuição de vacinas “com qualidade, eficácia e segurança comprovadas” contra o novo coronavírus.
O planejamento, no entanto, já havia começado, como apresentou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, na Comissão Externa da Câmara dos Deputados destinada a acompanhar o enfrentamento à pandemia.
A pesquisadora reconhece que ainda há muitas lacunas que impactam no planejamento, como a confirmação do número de doses por pessoa, a eficácia em cada grupo populacional e o tempo de duração da imunidade. Para municiar governantes, a OMS elaborou modelagens para simular cenários que ajudem na tomada de decisão, o que inclui quais grupos priorizar para reduzir a mortalidade, a ocorrência de casos graves ou a preservação do sistema de saúde, por exemplo.
“A boa notícia é que, em relação a esse quesito [mutabilidade do vírus], para a vacina contra a covid, parece não ser necessária uma nova vacinação por mutação de vírus circulante”, avalia a pesquisadora, que aponta outro desafio: “Será uma vacinação diferente das campanhas habituais. Não deve ser direcionada a crianças e sim a grupos diferentes dos que estamos acostumados”.
A farmacêutica Pfizer poderá solicitar uma autorização para o uso emergencial da vacina contra a covid-19 desenvolvida por ela. Segundo informações da agência de notícias Dow Jones, isso pode acontecer até o final de novembro, caso a empresa tenha resultados positivos em testes de eficácia e segurança.
A pesquisa está sendo feita junto com a companhia alemã BioNTech. O estudo já chegou às fases de testes em voluntários. Agora, as empresas aguardam os dados de eficácia para comprovar se a vacina protege a maioria dos participantes contra a doença, o que deve acontecer no final deste mês.
Ainda segundo a Dow Jones, depois desses resultados, serão avaliados os dados sobre a segurança do medicamento, o que deve acontecer até a terceira semana de novembro.
Se os dois dados tiverem resultados positivos, a Pfizer disse que pedirá à agência reguladora dos Estados Unidos (a Food and Drug Administration), uma autorização para o uso de emergência da vacina no país.
Um último conjunto de dados ainda será analisado. Desta vez, para garantir que a vacina possa ser fabricada em grande escala com a qualidade e consistência certas.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) Foto: Denis Balibouse / Reuters
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta terça-feira que há a esperança de uma vacina contra a Covid-19 se viabilizar até o fim do ano. A declaração, que não detalhou qual dos imunizantes testados em larga escala no mundo poderia ser comprovado como seguro e eficaz para bloquear a infecção pelo coronavírus, foi feita na conclusão de um painel executivo da entidade que durou dois dias.
Aos participantes, Tedros fez menção à importância de controlar a pandemia por meio da imunizaçao:
— Nós precisamos de vacinas. E há a esperança de que tenhamos uma até o fim deste ano. Há esperança.
O diretor-geral da OMS fez um apelo às lideranças mundiais para viabilizar uma imunização global.
— Especialmente no caso das vacinas e outros produtos que estão em desenvolvimento, a ferramenta mais importante é o comprometimento político de nossos líderes mundiais, principalmente para a distribuição igualitaria das vacinas. Nós precisamos uns dos outros, de solidariedade. Usaremos toda a energia que temos para combater o coronavírus — afirmou Tedros.
Nove vacinas experimentais integram a iniciativa Covax, coalizão coordenada pela OMS que visa acelerar o desenvolvimento de imunizantes candidatos contra a Covid-19 e garantir sua universalização. A aliança projeta distribuir 2 bilhões de doses até o fim do próximo ano.
O Brasil formalizou no fim de setembro sua adesão à Covax. Ao todo, vacinas de quatro laboratórios são testadas em larga no país: AstraZeneca (em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido), Sinovac Biotech (China), Pfizer/BioNTech (EUA/Alemanha) e Johnson & Johnson (EUA/Bélgica).
Desafios
A declaração de Tedros, no entanto, não faz referência direta à distribuição de uma vacina até dezembro de 2020. A entidade vem alertando sistematicamente para os desafios logísticos de uma estratégia global de vacinação. No fim de julho, o diretor do programa de emergências em saúde da OMS, Mike Ryan, descartou que o processo de imunização começasse antes de janeiro.
No fim de setembro, a cientista-chefe da organização, Soumya Swaminathan, declarou que mesmo uma vacina aprovada contra o Sars-CoV-2 no princípio de 2021 só alcançaria abrangência mundial em 2022. Swaminathan ponderou que pessoas pertencentes aos chamados grupos de risco devem ser priorizadas no primeiro momento.
Até o momento, 168 países já aderiram à iniciativa Covax. Os governos de potências como China, Estados Unidos e Rússia, no entanto, escolheram ficaram de fora. Os três países têm desenvolvido fórmulas consideradas promissoras, mas são frequentemente acusados de politizar a pandemia.
O Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e o câncer de colo do útero.
Sempre preocupada com o bem estar de todos, a CLÍNICA MIMAR informa que da mesma forma que a prevenção através do auto exame é altamente eficaz para o diagnóstico precoce do câncer de mama, quando falamos em câncer do colo do útero a vacina contra HPV é igualmente eficiente.
A vacina contra HPV pode ser capaz de erradicar o câncer de colo do útero. Assim mostram os estudos financiados pela Organização Mundial de Saúde – OMS, publicado na revista científica The Lancet. Com isso, a OMS destaca que a vacina contra HPV é essencial e segura contra vários tipos de cânceres.
Segundo o Ministério da Saúde, esse vírus é tido como o responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de atuar como protagonista em casos de câncer de pênis. Ele também é o principal responsável por inúmeras doenças da região genital (compreendendo colo, vagina, vulva e anus nas mulheres e, nos homens, pênis e anus).
Infelizmente quando se trata do Papiloma Vírus Humano, significado da sigla HPV, ainda não existe cura. A prevenção, tanto para as mulheres como para os homens, usando a vacina é, de fato, a melhor opção.
Para que a região de Natal e cidades vizinhas recebam suporte e atendimento eficaz, a CLÍNICA MIMAR disponibiliza suporte para retirada de dúvidas sobre os calendários vacinais, bem como oferece um ambiente tranquilo e seguro para realização da vacinação. A quem desejar, a CLÍNICA MIMAR também oferece atendimento a domicílio e na modalidade drive-thru, realizada dentro do carro do próprio paciente.
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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta sexta-feira, 2, que 30 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca, estarão disponíveis no País a partir de janeiro. A nova data é um adiamento do cronograma inicial, que previa a chegada da primeira metade de unidades ainda em dezembro e a segunda no primeiro mês de 2021.
Em entrevista à CNN Brasil, o ministro destacou que mesmo com a entrega, o processo de imunização depende do aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).”Uma vez aprovada a vacina com registros internacionais, cabe à Anvisa certificar no Brasil. Quanto à velocidade da certificação e aceleração de fases, eu não tenho essa posição hoje, que é específica da Anvisa. Assim que tivermos a vacina e a autorização, começamos a vacinar”, disse Pazuello.
Na quarta-feira, 30, ao ser questionado sobre a data para o lançamento da vacina no País, o gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes Lima Santos, afirmou, também em entrevista à CNN: “A Anvisa não se compromete com prazo, mas só libera quando tiver segurança e qualidade bem estabelecidas”. Segundo Mendes, a análise do registro da vacina da Universidade Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, o primeiro desse tipo no País, deve durar até 60 dias. Em situações normais, esse período é de um ano. Entretanto, ele pontuou que um prazo menor não interfere na qualidade da avaliação.
“A iniciativa de otimizar os processos administrativos não significa a redução dos critérios técnicos, que são baseados em três pilares: segurança, qualidade e eficácia”, disse em entrevista à rádio CBN nesta sexta-feira, 2.Sobre a distribuição da vacina após a aprovação pelo órgão, Pazuello reiterou que a imunização estará disponível para toda a população por meio do Sistema Único de Saúde. “É importante deixar claro que todas as vacinas que o SUS adquirir fazem parte do PNI (Programa Nacional de Imunização). Por isso, serão para todos os brasileiros”, afirmou o ministro da Saúde.
Cropped hand wearing a nitrile glove holding a Covid-19 vaccine vial and a syringe Javier Zayas Photography/Getty Images
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já recebeu os primeiros documentos para solicitar o registro de uma vacina para Covid-19 no Brasil. Os atestados foram enviados pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, parceiras no desenvolvimento do imunizante.
Essa entrega só foi possível porque a agência alterou sua forma de recebimento de pedidos para liberação de vacinas para Covid-19 na terça-feira 29. Desde então, as organizações envolvidas no desenvolvimento dos imunizantes contra o novo coronavírus podem enviar a documentação de forma fracionada, permitindo a aceleração do processo de revisão dos dados realizado pela Anvisa. O procedimento é chamado de “submissão contínua”.
Os documentos enviados pela AstraZeneca correspondem às fases não clinicas do estudo. Além disso, a agência esclarece que, apenas com essa entrega, não será possível determinar a qualidade, a segurança e tampouco a eficácia do medicamento. “Muitos dados ainda precisam ser submetidos à análise”, diz o comunicado.
Segundo a agência reguladora brasileira, a entrega fracionada ocorrerá gradativamente, conforme o laboratório tenha informações disponíveis acerca dos estudos sobre o imunizante. O mesmo ocorrerá com todos as empesas no desenvolvimento de vacinas para a Covid-19.
A vacina de Oxford é atualmente testada em 10 000 brasileiros em um estudo clínico coordenado pela Universidade Federal de São Paulo. Os voluntários são de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. Os quatro estudos acerca de imunizantes no país devem totalizar a monta de 35.750 participantes.
Decisão
Antes dessa decisão, a entrega dos documentos para pedido de registro só era permitida com todas as papeladas enviadas em conjunto – um total de 10.000 a 12.000 páginas a serem analisadas por um comitê multidisciplinar da agência. A decisão de permitir a entrega em partes garante que este processo seja acelerado, uma vez que as partes iniciais do estudo já têm sua revisão adiantada.
Essa nova decisão faz parte de um esforço da Anvisa para responder com celeridade aos avanços científicos que buscam respostas para a pandemia da Covid-19. Para se ter uma ideia da movimentação realizada neste ano, o tempo para liberação de um estudo clínico de fase 3 era de 90 dias antes da pandemia. Agora, o processo ocorre em 72 horas.
Mesmo uma vacina eficaz contra o coronavírus não fará a vida voltar ao normal imediatamente, alertou um grupo de cientistas importantes.
A vacina é frequentemente vista como o Santo Graal que acabará com a pandemia. Mas pesquisadores reunidos pela Royal Society, a academia britânica de ciências, afirmam em um novo relatório que precisamos ser “realistas”.
Eles dizem que as restrições impostas para conter a propagação do vírus terão de ser “relaxadas gradualmente”, já que pode levar até um ano para que a vacina seja amplamente distribuída.
Mais de 200 vacinas contra o coronavírus estão sendo desenvolvidas por cientistas de todo o mundo em um processo que ocorre com uma velocidade sem precedentes.
“Uma vacina oferece uma grande esperança de acabar com a pandemia, mas sabemos que a história do desenvolvimento de vacinas está repleta de fracassos”, disse Fiona Culley, do Instituto Nacional do Coração e do Pulmão do Imperial College London.
Há otimismo, inclusive dos consultores científicos do governo do Reino Unido, de que algumas pessoas podem receber uma vacina este ano e a vacinação em massa pode começar no início do próximo ano.
No entanto, o relatório da Royal Society adverte que será um longo processo.
“Mesmo quando a vacina estiver disponível, não significa que dentro de um mês todos serão vacinados. Estamos falando de seis meses, nove meses, um ano”, disse Nilay Shah, chefe de engenharia química do Imperial College London.
“A vida não vai voltar ao normal de repente em março.”
Desafios
O relatório apontou que ainda há desafios “enormes” pela frente. Algumas das abordagens são experimentais, como as vacinas de RNA, e nunca foram produzidas em massa antes.
Há dúvidas se haverá matéria-prima suficiente para produzir tanto a vacina quanto os frascos de vidro nos quais elas são transportadas. Também há dúvida sobre a capacidade de refrigeração para sua distribuição, porque algumas vacinas precisam ser armazenadas a -80ºC.
Shah estima que a vacinação das pessoas teria que ocorrer em um ritmo dez vezes mais rápido do que a campanha anual contra a gripe e seria um trabalho de tempo integral para dezenas de milhares de funcionários devidamente treinados.
“Eu me preocupo: estamos pensando suficientemente sobre tudo isso?”, disse ele.
Os dados dos primeiros testes sugeriram que as vacinas estão desencadeando uma resposta imune, mas os estudos ainda não mostraram se isso é suficiente para oferecer proteção completa ou diminuir os sintomas da covid-19.
Perguntas não respondidas
“Simplesmente não sabemos quando uma vacina eficaz estará disponível, quão eficaz ela será e, claro, crucialmente, com que rapidez pode ser distribuída”, afimrou Charles Bangham, presidente de imunologia do Imperial College London.
“Mesmo se for eficaz, é improvável que possamos voltar completamente ao normal de imediato. Teremos que relaxar gradualmente algumas das restrições.”
E muitas questões que irão ditar a estratégia de vacinação permanecem sem resposta, tais como:
– Uma dose será suficiente ou serão necessários reforços?
– A vacina funcionará bem o suficiente em pessoas idosas, que têm um sistema imunológico mais fraco?
Os pesquisadores alertam que a questão da imunidade de longo prazo ainda levará algum tempo para ser respondida.
Comentando sobre o relatório, Andrew Preston, da University of Bath, disse: “Claramente, a vacina foi retratada como uma bala de prata e, em última análise, será nossa salvação, mas pode não ser imediata”.
Ele disse que seria necessário discutir se “passaportes de imunidade” são necessários para garantir que as pessoas que entram em um país estão imunizadas.
Preston alertou ainda que a hesitação em torno de tomar a vacina parece ser um problema crescente e entremeado por ideologias antimáscara e anti-isolamento.
“Se pessoas se recusarem a receber a vacina, nós as deixaremos se defender sozinhas ou teremos uma vacinação obrigatória para as crianças que vão às escolas ou para os funcionários em lares de idosos? Há muitas perguntas difíceis.”
A vacina não será nenhum milagre. Vale lembrar que apesar da mídia tratar o covid como a única doença existente, doenças respiratórias sempre existiram. E apesar das vacinas, continuamos a ser acometidos por tais doenças. Ninguém nunca deixou de viver a sua vida por causa disso. Não faz mais sentido ficar recluso em casa. A solução mais equilibrada é retomarmos as nossas vidas, com as medidas de segurança necessárias.
Um estudo publicado nesta semana na revista científica Pnas (Proceedings of the National Academy of Sciences) mostra que cães e gatos podem ser infectados pelo novo coronavírus, embora nenhuma das duas espécies desenvolva a doença. No entanto, o que chamou a atenção dos pesquisadores foi o fato de os felinos desenvolverem resposta imune ao vírus, o que pode ajudar no desenvolvimento de uma vacina para os humanos.
O estudo relata que cães, além de não adoecer, não transmitem o vírus e não produzem imunidade. Já os gatos infectados liberaram o vírus infeccioso por via oral e nasal por cinco dias após a infecção, sendo capazes de infectar outros felinos através do contato direto.
Após contrair o SARS-CoV-2, esses animais foram capazes de desenvolver uma resposta imune mais protetiva e forte, evitando uma posterior reinfecção. Ainda não há, porém, informações sobre a duração dessa imunidade.
“Os gatos desenvolvem anticorpos neutralizantes significativos e são resistentes à reinfecção, embora a duração da imunidade neles não seja conhecida atualmente. Isso pode ser um modelo útil para testes de vacinas subsequentes, tanto para vacinas candidatas humanas quanto para animais”, diz a pesquisa.
O estudo foi desenvolvido pelos cientistas da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Estadual do Colorado, nos Estados Unidos. Eles lembraram que, apesar das implicações do coronavírus para os animais ainda serem amplamente desconhecidas, não há evidências até o momento de que gatos ou cães possam transmitir o SARS-CoV-2 para humanos.
Os autores do estudo observam que, enquanto quase um milhão de pessoas já morreram com a Covid-19 no mundo, existem apenas poucos relatos de animais que contraíram o vírus.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quinta-feira (1º) que vai começar a primeira revisão para o registro de uma vacina contra Covid-19. A análise será feita nos moldes de um novo processo que havia sido autorizado na terça-feira (29), uma medida que reduziu a exigência da documentação inicial e simplificou o processo para os imunizantes contra o coronavírus.
Dois dias após a flexibilização, o primeiro pedido foi protocolado pela Astrazeneca. A farmacêutica está desenvolvendo uma vacina em parceria com a Universidade de Oxford, que deverá ser produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Esse é o passo inicial para que se autorize a aplicação de uma vacina no país – caso ela seja aprovada em todos testes clínicos, que ainda estão em andamento.
Inicia-se, portanto, a análise dos técnicos da Anvisa sobre os primeiros resultados dos testes, ainda dos estudos pré-clínicos, que não envolveram seres humanos. A ideia é agilizar o registro da vacina, caso ela apresente resultados positivos de segurança e eficácia.
Pausa temporária
Em 8 de setembro, os testes da fase 3 da vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford precisaram ser interrompidos temporariamente. Uma voluntária apresentou reações adversas, mas os estudos foram retomados quatro dias depois, no dia 12. A continuidade das pesquisas foi liberada após confirmação da Autoridade Reguladora da Saúde de Medicamentos (MHRA) de que era seguro continuar com as pesquisas.
Compra de 30 milhões de doses
A vacina britânica é tida como uma das principais apostas para a imunização contra o Covid-19 no Brasil.
O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde e da Fiocruz, assinou um memorando de entendimento com a AstraZeneca que prevê a compra de 30 milhões de doses, com entrega em dezembro deste ano e janeiro do ano que vem. Há, ainda, a possibilidade de aquisição de mais 70 milhões se a vacina tiver eficácia e segurança comprovadas.
Além disso, o acordo inicial prevê a transferência da tecnologia desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca para produção local na Fiocruz, com previsão de início, de acordo com o ministério, ainda no primeiro semestre de 2021.
O governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira, 30, que assinou um contrato com a Sinovac e, até dezembro, receberá 46 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra o coronavírus. O número é suficiente para imunizar toda a população do estado.
A vacina do laboratório chinês está na fase 3 de testes no Brasil e a previsão do governador, João Doria (PSDB-SP), afirmou que a testagem seguirá até 15 de outubro. O tucano ainda esclareceu que os profissionais da saúde serão os primeiros a receberem a dose.
“Mas estamos confiantes no resultado dessa vacina. Estamos avançando positivamente com esperança de que essa será uma das mais promissoras vacinas contra a covid-19. Vamos respeitar os procedimentos de testagem, e após aprovação da Anvisa, o início da vacinação está previsto para começar no dia 15 de dezembro, começando pelos profissionais da saúde”, disse Doria na coletiva de imprensa dada nesta quarta-feira.
O contrato assinado pelo governador de São Paulo prevê que que outras 14 milhões de doses sejam fornecidas até fevereiro. A tecnologia da vacina será transferida ao Butantan. Dimas Covas, presidente do Instituto, afirmou que em outubro a matéria prima para produzir a imunização já começará a ser recebida.
Na última semana, o governo divulgou 50 mil pessoas foram testadas na China e mostraram que 94,7% dos voluntários não apresentaram efeitos colaterais. No Brasil, o estudo foi ampliado de 9 mil para 13 mil voluntários em 16 centros de estudo em sete estado diferentes e também no Distrito Federal.
Tirar onda no palanque depois dizendo que foi o responsável por vacinar em primeiro lugar os habitantes de são Paulo com dinheiro federal é fácil, não é dória.
Queria ver é tirar dinheiro só bolso para pagar.
A farmacêutica americana Johnson & Johnson publicou na última sexta-feira na plataforma de pesquisas medRxiv resultados preliminares das fases 1/2 de sua vacina candidata contra a Covid-19, desenvolvida pela sua subsidiaria belga Janssen Pharmaceuticals. De acordo com a pesquisa, submetida ao site ainda sem a revisão de pares, indica que a fórmula foi capaz de induzir resposta imune contra o novo coronavírus e se demonstrou segura no experimento randomizado. Os resultados passarão pelo teste final na terceira etapa dos ensaios, conduzida em vários países, inclusive o Brasil, e envolverá 60 mil voluntários.
Segundo a empresa, 796 pessoas participaram as duas primeiras fases, que foram conduzidas de forma simultânea. O terceiro, composto por 394 voluntários, englobou apenas idosos com mais de 65 anos. Os 402 restantes têm entre 18 e 55 anos e foram avaliadso entre 22 de julho e 24 de agosto. O estudo, do tipo duplo-cego, assegurou que nem os pacientes nem os pesquisadores tinham conhecimento de quem foi administrado com a vacina e quem recebeu o placebo. Diferentemente dos outros imunizantes tidos como líderes da corrida global por uma vacina, o produto da J&J é desenvolvido com base em apenas uma dose.
A companhia americana tem apresentado esse diferencial como um elemento importante na competição com as demais vacinas, uma vez que diminuiria pela metade a logística da distribuição de uma eventual vacina segura e eficaz contra o Sars-CoV-2. Foram testadas diferentes doses e a menor delas foi considerada eficaz, de acordo com os autores da pesquisa. A resposta imune por meio de anticorpos se mostrou estável entre adultos e idosos. Os efeitos colaterais, por sua vez, foram febre, dor de cabeça, dor no corpo e fadiga.
A Johnson & Johnson anunciou no último dia 23 o início dos testes da Fase 3 de sua vacina candidataA companhia informou que espera os resultados desta etapa dos testes até o fim deste ano ou no início de 2021.
Em agosto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já havia autorizado a companhia a desenvolver estudos clínicos no Brasil através de sua subsidiária belga. No país, a empresa deve recrutar sete mil voluntários maiores de 18 anos em sete estados e no Distrito Federal: Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná.
O objetivo desta etapa de testes é verificar se a vacina pode prevenir a Covid-19 em estágios moderados e graves após a manipulação de uma única dose, bem como casos mais leves e doenças graves decorrentes da infecção que requerem intervenção médica.
A empresa planeja fabricar até 1 bilhão de doses em 2021 e aumentar a produção nos anos seguintes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse à China que apoia e compreende que o país inicie a administração de vacinas contra coronavírus experimentais enquanto os testes clínicos ainda estão em andamento, disse uma autoridade de saúde chinesa nesta sexta-feira (25).
A China fez contato com a OMS no final de junho e lançou seu programa emergencial em julho, de acordo com Zheng Zhongwei, autoridade da Comissão Nacional de Saúde do país.
Centenas de milhares de trabalhadores essenciais e outros grupos limitados de pessoas que se considera correrem risco alto de infecção receberam a vacina, embora sua eficácia e segurança ainda não tenham sido plenamente estabelecidas, já que os testes clínicos de estágio avançado estão incompletos.
“No final de junho, o Conselho de Estado da China aprovou o plano de um programa de uso emergencial de vacina contra coronavírus”, disse Zheng em uma coletiva de imprensa.
“Após a aprovação, em 29 de junho, fizemos contato com os representantes relevantes do escritório da OMS na China e obtivemos apoio e compreensão da OMS”, disse.
O representante da OMS na China não respondeu de imediato a um pedido de comentário.
A cientista-chefe da agência, Soumya Swaminathan, disse em Genebra neste mês que autoridades reguladoras nacionais podem aprovar o uso de produtos médicos em suas próprias jurisdições na situação atual de emergência, mas descreveu a medida como uma “solução temporária”.
A solução de longo prazo está na conclusão dos testes de estágio avançado, disse a autoridade da OMS.
Governador de São Paulo, João Dória (PSDB), durante coletiva de imprensa para informar as últimas novidades no combate ao coronavírus (Covid-19) — Foto: ANTONIO MOLINA/ZIMEL PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O governador do estado de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou na tarde desta quarta-feira (23) que 94,7% dos mais de 50 mil voluntários testados na China não apresentaram nenhum efeito adverso à vacina CoronaVac. O dado faz parte de um estudo divulgado em entrevista coletiva nesta quarta (23).
“Esses resultados comprovam que a Coronavac tem um excelente perfil de segurança e comprova também a manifestação feita pela Organização Mundial da Saúde, indicando a Coronavac como uma das 8 mais promissoras vacinas em desenvolvimento no seu estágio final em todo o mundo”, disse o governador João Doria (PSDB).
A pesquisa testou 50.027 voluntários na China, de acordo com os dados divulgados pela gestão estadual, só foram percebidos efeitos adversos de grau baixo em 5,36% daqueles que foram imunizados, sendo os mais frequentes dores leves no local da aplicação (3,08%), fadiga (1,53%) e febre moderada (0,21%).
“Os resultados dos estudos clínicos realizados na China mostraram um baixo índice de apenas 5,36% de efeitos adversos e de baixa gravidade. A maioria destes casos apresentou apenas do no local da aplicação da vacina. Efeitos adversos de baixa gravidade para uma minoria de pessoas sã comuns em vacinas amplamente utilizadas. A vacina da gripe, por exemplo, produzida aqui pelo Instituto Butantan em São Paulo para todos os brasileiros apresenta efeitos adversos pouco nocivos, como dor no local da aplicação e não mais do que 10% dessas pessoas da totalidade que são vacinados apresentam alguma reação dessa natureza”, disse o governador João Doria (PSDB) nesta quarta-feira (23).
Crianças e Idosos começaram a ser testados em setembro na China. Ainda, segundo o estudo, até o momento foram vacinadas 422 pessoas maiores de 60 anos e a imunização apresentou 97% de eficácia nesse grupo. Já crianças e jovens com idade entre 3 e 17 anos foram vacinados 552 voluntários.
No Brasil, que está na fase 3 de testes da CoronaVac, dos 9 mil voluntários que receberão a vacina ou o placebo durante o estudo, 5.584 voluntários foram contemplados até o dia 21 de setembro. Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, afirma que os testes devem ser ampliados para 13 mil voluntários no país. A expansão para as fases subsequentes, segundo o diretor, já foi aprovada pela Anvisa. Deverão ser incluídos nesses testes grupos considerados de risco, como idosos e crianças.
A vacina é desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Nesta quarta-feira (23) o representante do laboratório Sinovac na América do Sul, Xing Han, participou da entrevista coletiva e disse que daqui a um ou dois meses os resultados finais da fase 3 devem ser divulgados. A declaração, feita em chinês, foi traduzida simultaneamente por um tradutor presente no evento.
Em estudo anterior, com 24 mil voluntários, sendo 421 com mais de 60 anos, o governador João Doria disse que a resposta imunológica dos idosos submetidos aos testes da vacina ficou entre 98% e 99%. Nesta quarta-feira (23) o governador voltou a citar estudo que apontou eficácia da vacina nas fases de testes 1 e 2 na China.
“Além de segura a CoronaVac está se mostrando altamente eficiente. Na China, demostraram que a CoronaVac apresentou 98% de eficiência na imunização das pessoas que foram lá testadas”, disse Doria.
Apesar dos dados do estudo divulgado anteriormente pela gestão estadual, o diretor do instituto Butantan, Dimas Covas, disse ainda que não existem dados disponíveis em relação a eficácia da CoronaVa que só poderá ser concluída na fase 3.
“Além de afirmarmos que não houve efeitos adversos graves, nós ainda não temos os dados disponíveis em relação a eficácia. A eficácia será incluída uma vez que terminada a inclusão dos 9 mil voluntários com duas doses vacinais. A partir do dia 15 de outubro poderemos ter o aparecimento dos dados de eficácia que permitirá o registro da vacina na Anvisa. A Sinovac iniciou também um estudo de fase 3 na Turquia e isso vai corroborar o processo de registro dessa vacina no mundo”, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse também nesta quarta-feira (23) que a previsão é a de que a vacinação comece na segunda quinzena de dezembro em médicos e paramédicos.
“Deveremos por óbvio aguardar a finalização desta terceira e última fase de testagem, os seus resultados e obviamente a aprovação da Anvisa. Mas já em dezembro, na segunda quinzena poderemos iniciar a imunização de acordo com os critérios de vacinação adotados pela secretaria da saúde do estado de São Paulo e dentro do protocolo também do ministério da saúde. E os primeiro que receberam a vacina, obviamente serão médicos e paramédicos”, disse Doria.
Na segunda-feira (21) o governador anunciou que toda a população do estado vai receber a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan até fevereiro de 2021.
“Aos brasileiros de São Paulo, sim, garanto que teremos a vacina, a CoronaVac, para atender a totalidade da população de São Paulo, já ao final deste ano e ao longo dos dois primeiros meses de 2021, e vamos imunizá-los”, disse Doria nesta segunda.
1- 50000 chineses não é nada… testaram em um quarteirão só…
2- FDP! vírus começou lá, morreu quase ninguém, mundo se ferrou, ganharam $ a rodo, vendendo EPIs e vacina inclusive.
Teoria da conspiração ou foi tudo premeditado? A vacina, já devia tá pronta. Infelizmente não duvido de mais nada.
A Universidade de Oxford (Reino Unido) afirmou, em carta enviada a participantes de um estudo sobre a Fase 3 de sua vacina experimental contra o coronavírus, que os sintomas sentidos por alguns voluntários, e que culminaram na suspensão dos testes na semana passada, não estariam relacionados à vacina em si.
O estudo conduzido pela universidade e por sua parceira AstraZeneca passou por revisões de segurança após alguns participantes desenvolverem sintomas neurológicos inexplicáveis, como fraqueza nos membros ou “mudança de sensação”, segundo a carta direcionada aos voluntários.
“Depois de uma revisão independente, essas doenças foram consideradas improváveis de estar associadas à vacina ou não surgiram evidências suficientes para dizer com certeza que estavam ou não relacionadas”, diz a carta. “Em ambos os casos, após avaliação das informações, os revisores independentes recomendaram a retomada dos estudos da vacina”.
Há, atualmente, muitos questionamentos relacionados a doença de uma voluntária que participa do estudo no Reino Unido. Sem garantias sobre a segurança do procedimento, os testes foram temporariamente suspensos em alguns locais, como os EUA, que só retomarão as pesquisas após aval da agência regulatória federal.
A interrupção destaca as incertezas que os pesquisadores enfrentam no processo de desenvolvimento de uma vacina. Embora as interrupções temporárias de tais ensaios não sejam incomuns, a interrupção do estudo de Oxford levantou preocupações sobre quando as primeiras vacinas contra a Covid-19 podem estar prontas.
Os testes foram retomados no Reino Unido no fim de semana, e na segunda-feira no Brasil. Aqui, o número de voluntários que serão imunizados dobrou, de 5 mil para 10 mil, assim como a quantidade de municípios participantes. Somam-se a Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador os municípios de Natal (RN), Santa Maria (RS) e Porto Alegre (RS).
Hospitais e clínicas poderão recrutar quantos participantes quiser, até que o limite do país, 10 mil, seja atingido. A Universidade de Oxford acredita que, com o aumento do número de voluntários, aumentarão as chances de provocar a eficiência da vacina, levando-a mais rápido à população.
Em junho, o Ministério da Saúde anunciou um acordo com Oxford para a produção inicial de 30,4 milhões de doses. O primeiro lote foi anunciado para dezembro e o segundo em janeiro pela Bio-Manguinhos, laboratório da Fiocruz.
Se alguém quiser se arriscar a tomar uma vacina feita ás pressas, por algumas instituições, NÃO TODAS,, no.minimo suspeitas, inclusive as da China e Rússia., Tome. Mas obrigar todos, independente de sua posição, liberdade e direitos constitucionais, creio que não é correto em uma democracia. Vejam o que aconteceu com o isolamento, agora, os estudos da OMS diz que o isolamento não foi a melhor opção para combater a pandemia. No meu caso, prefiro esperar pra ver o que vai acontecer ao primeiro rebanho a ser"vacinado". Tenho minha experiência com a da gripe que nao foi boa,nao esrou a fim de arriscar com algo feito assim, as carreiras.
Francisco Canindé de Lima o povo tem que se vacinar sim pra se precaver se
Prudência e sofisticação.
Cê curtchi?
É por isso que tenho certeza.
Mito 2022, tranquilo e calmo.
Dá pitaco é muito fácil.
Porque não deram a cara pra bater em pleno pico da pandemia igual o MITO fez???
Ôôô Presidente véi duro.
Tamos juntos meu Presidente!!!
4 ?
O DORIA, AMOEDO , EDUARDO BOLSONARO E O EX JUIZ E EX MINISTRO MORO, SÃO POR ACASO DA AREA MEDICA? ENTÃO SE LIGUEM E TOMEM A VACINA QUEM QUIZER TOMAR E PRONTO. MISTURA AUTORIDADES E EX AUTORIDADES COM PANDEMIA E POLITICA NÃO LEVA A NADA. E A VACINA DA DENGUE?
Esse políticos canalhas NUNCA estiveram preocupados de verdade com o povo. Só se preocupam com os seus próprios interesses.
E os patetas batendo palmas e brigando por eles, kkkkk.