Saúde

RN registra 6 casos notificados de microcefalia em 2019

O Rio Grande do Norte registrou 6 casos notificados de microcefalia e outras malformações relacionadas às infecções congênitas até agosto de 2019. O dado consta no boletim epidemiológico divulgado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).

Os casos notificados foram registrados até o dia 17 de agosto deste ano e o número indica uma queda progressiva em comparação à quantidade de casos dos últimos quatro anos. Com os dados até o mês de agosto, o número se encaixa neste momento como o menor desde 2014, ano em que houve a notificação de quatro casos de microcefalia.

O ano com mais casos notificados foi o de 2015, período de grande contaminação com o vírus da zika no país. Naquele ano, foram registrados 337 casos no RN, seguidos por 151 em 2016. Nos anos seguintes, uma queda já foi registrada: foram 21 casos em 2017 e 16 em 2018.

Ao todo, entre 2014 e 2019 no Rio Grande do Norte foram registrados 541 casos de microcefalia e outras malformações relacionadas às infecções congênitas como Zika e STORCH (sífilis, toxoplasmose, rubéola, CMV ou HSV).

Os casos notificados são os registrados pela Sesap, que passam a ser investigados para confirmação posterior ou não de microcefalia. Eles aconteceram em 100 municípios do estado com 131 sob investigação, 151 confirmados, 4 inconclusivos e 249 descartados.

G1

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Judiciário

Procuradores pedem quebra de sigilo fiscal e bancário de Toffoli

A Associação Nacional de Membros do Ministério Público – MP Pró-Sociedade – protocolou na Procuradoria-Geral da República uma representação de 39 páginas pelo afastamento do sigilo bancário e fiscal de Dias Toffoli.

O grupo de procuradores aponta ilegalidades cometidas pelo atual presidente do Supremo Tribunal Federal na suspensão de todas as investigações do país baseadas em dados do Coaf, da Receita Federal e do Banco Central, extrapolando assim o atendimento do pedido de Flávio Bolsonaro relativo apenas ao caso do próprio senador; e também ilegalidades na abertura e nas decisões tomadas dentro do inquérito contra supostas fake news e ofensas a ministros do STF, incluindo a censura à revista Crusoé, o atropelo ao arquivamento promovido pela procuradora-geral Raquel Dodge e a suspensão de procedimentos investigatórios instaurados pela Receita relativos a 133 contribuintes, entre os quais a esposa de Toffoli.

O MP Pró-Sociedade pede a Dodge:

“A – A decretação da quebra do sigilo fiscal, nos termos do artigo 198, § 1o, inciso I, do Código Tributário Nacional, do Representado José Antônio Dias Toffoli, de sua esposa Roberta Maria Rangel, e do escritório de advocacia de propriedade desta última.”

“B – A decretação do afastamento do sigilo bancário de todas as contas de depósitos, contas de poupança, contas de investimento e outros bens, direitos e valores mantidos em Instituições Financeiras do Representado José Antônio Dias Toffoli, de sua esposa Roberta Maria Rangel, e do escritório de advocacia de propriedade desta última, no período de 01/01/2008 a 01/08/2019, sendo sugerido o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da comunicação do Banco Central às instituições financeiras, para que estas cumpram a determinação.”

JOVEM PAN

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro na contramão
    Brasil 25.08.19 09:00

    “A rua volta a ronronar para Sergio Moro num instante em que Bolsonaro rosna para o seu ministro da Justiça, carbonizando-o”, diz Josias de Souza.

    “Os manifestantes exigem o impeachment de ministros do Supremo. Entre eles o presidente da Corte, Dias Toffoli. Que virou amigo de infância de Bolsonaro…

    1. " não tem geito…" Concordo. Realmente não tem JEITO. São muitos analfas !

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Economia

Cinco Estatais do RN deram prejuízo de R$ 57 milhões em um ano

Somente uma das nove estatais do Rio Grande do Norte gerou dividendos para a administração estadual em 2018, segundo um estudo apresentado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Foi a Potigás, empresa pública responsável pela distribuição de gás natural canalizado no RN. Outras cinco estatais — incluindo a maior delas, a Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern) — deram prejuízo somado de R$ 57 milhões ao Tesouro estadual e três precisaram de recursos extras para funcionar.

Os dados reunidos pela STN mostram que a Potigás gerou um lucro de R$ 22,3 milhões em 2018, dos quais R$ 2,8 milhões foram repassados para a administração estadual. Esse repasse é considerado “dividendo”, gerando recursos que podem ser utilizados no pagamento de servidores, fornecedores e outras despesas que não têm relação com as atividades da empresa.

A relação financeira entre Estados e suas estatais se dá por meio de dividendos, subvenções e aumento de capital. O primeiro caso (“dividendo”) é uma parte do lucro das estatais, repassado dos cofres próprios para o Tesouro do Estado. Os outros dois (“subvenções e aumento de capital”) são recursos que a administração estadual transfere para as empresas.

Duas empresas públicas (Cehab e AGN) geraram lucros em 2018 e não precisaram de recursos da administração, mas também não geraram dividendos. Isso significa que os recursos ficaram para a sua própria estrutura. Já a Emgern, a outra empresa que não consta ter recebido subvenção ou capital nos dados da STN, não informou o lucro.

“Quando os Estados recebem mais recursos por meio de dividendos do que transferem por meio de subvenções ou aumento de capital, pode-se dizer que as estatais contribuem para o resultado fiscal do Estado”, explica a nota técnica do Tesouro Nacional. “No entanto, quando as saídas de recursos dos Estados são maiores que as entradas, podemos dizer que tais empresas oneram o resultado fiscal do Estado”.

Considerando as nove estatais do Rio Grande do Norte, o Estado repassou 20 vezes mais recursos do que recebeu de dividendos (R$ 57 milhões repassados contra R$  2,8 milhões recebidos). E essa situação é regra entre os Estados brasileiros, segundo o estudo da STN, que apresenta um panorama de todos Estados: somente Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Sergipe receberam mais dividendos do que transferiram recursos.

O economista Mauro Rochlin, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), avalia que a regra presente no Brasil são estatais ineficazes. “Olhe para as estatais do Brasil e dos Estados e vai ver que não existe investimento, a expansão e a eficiência dos serviços é baixa”, afirmou. “Os Estados tem um problema tão grande quanto a União, se não for pior porque sofre mais influência política, é mais difícil fazer alguma mudança”.

Para continuar lendo click aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/estatais-do-rn-deram-prejua-zo-de-r-57-milha-es-em-um-ano/457819

TRIBUNA DO NORTE

Opinião dos leitores

  1. Uma empresa estatal não tem apenas função econômica, mas também social.
    A função social da empresa na Constituição de 1988
    Dispõe o caput do art. 170 da Constituição Federal de 1988 que a ordem econômica está “fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa” e “tem por fim assegurar a todos uma existência digna, conforme os ditames da justiça social”, para então elencar os princípios que conformam a ordem econômica constitucional: (i) a soberania nacional; (ii) a propriedade privada; (iii) a função social da propriedade; (iv) a livre concorrência; (v) a defesa do consumidor; (vi) a defesa do meio ambiente; (vii) a redução das desigualdades regionais e sociais; (viii) a busca do pleno emprego; e (ix) o tratamento favorecido para as empresas brasileiras de capital nacional de pequeno porte.

  2. Balela. Se tem recursos a receber e ainda não o fez, mostra ineficiência da empresa em recuperar seus créditos inadimplidos. Mais um motivo pra privatizar. Ou é incapacidade de seu jurídico ou acordo político pra defender grandes devedores.

  3. Tem que vender todas, o Estado só tem a obrigação de garantir Saúde, Educação e Segurança público, o resto é só para garantir emprego para apadrinhados dos políticos do estado. Vende tudo e demite os inoperantes e faz concurso público interno para poucos que são capacitamos para exercer um cargo público.

  4. Se deixarem, em mais alguns anos a CAERN, assim como se encontra o governo do RN, vai existir somente para pagar salário de servidores. Pode escrever.

  5. Mas o governo do PT, mesmo vendo o que está errado, vai continuar no erro, pois a solução seria privatizar, ou, no mínimo, enxugar, mas como o PT vive criticando os outros governos por causa das privatizações, esqueçam a solução, vão pedir dinheiro emprestado e cobrir o rombo para disfarçar e ainda vai ter um monte de alienado político dizendo que tá tudo certo!!!

  6. BG!
    Não tem nem o que explicar, é vender tudo, vai capitalizar o Estado, vai tirar esse peso de cima das costas, e na mão de empresários passa a dar lucros, melhora o atendimento a população, gera riqueza pro RN através dos impostos.
    Então meu querido, era pra ter sido vendidas ontem. Sem medo.
    Alô Fátima Bokus Lula Bezerra, toma coragem e vende logo essas tralhas, aproveite a onda e surfa mulher!!

    1. Nessa "guerra" aberta contra a CAERN cabem alguns questionamentos:
      Em quanto o preço do metrô cúbico de água subiu nos últimos 05 anos?
      Em quanto subiu o preço da energia elétrica no últimos 05 anos?
      Quanto você paga por mês de água?
      Quanto você paga por mês de energia?
      Quando você tem que deixar de pagar una conta, vc deixa de pagar a energia (privada) ou a água (estatal)?
      Quantas empresas públicas devem a CAERN?
      Qual os valores que a CAERN tem a receber com as contas atrasadas?
      Depois dessas respostas, aí sim, deveriam começar o debate sobre privatização

    2. Nessa "guerra" aberta contra a CAERN cabem alguns questionamentos:
      Em quanto o preço do metrô cúbico de água subiu nos últimos 05 anos?
      Em quanto subiu o preço da energia elétrica no últimos 05 anos?
      Quanto você paga por mês de água?
      Quanto você paga por mês de energia?
      Quando você tem que deixar de pagar una conta, vc deixa de pagar a energia (privada) ou a água (estatal)?
      Quantas empresas públicas devem a CAERN?
      Qual os valores que a CAERN tem a receber com as contas atrasadas?
      Depois dessas respostas, aí sim, deveriam começar o debate sobre privatização

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Jornalismo

Marido de Flordelis dispensou carro blindado na madrugada do crime

A trama familiar que envolve a morte do pastor Anderson do Carmo tem mais um capítulo. Daniel dos Santos de Souza,  filho biológico do casal, contou à polícia que achou estranho o fato de Anderson ter dispensado o carro blindado para sair com um veículo sem proteção, no dia do crime. Segundo ele, por volta das 23h, horas antes do assassinato, recebeu uma ligação de seu pai pedindo que ele voltasse para casa e trocasse de carro com ele. Daniel contou que Anderson lhe disse que sairia com Flordelis. Ele voltou para a casa, por volta de meia-noite, para fazer a troca. Segundo ele, era comum o pai pedir para usar outros carros da família, mas que nunca naquele horário.

Ao chegar ao hospital para socorrer Anderson, Flávio — que está preso pelo crime — frisou que a mãe sempre anda no veículo blindado. “Não sei o que houve, cara. Ela saiu sem carro blindado. Não sei se foi assalto”, afirmou ele, no balcão de atendimento da unidade de saúde.

Filho biológico é, na verdade, adotado

Dos 55 filhos da pastora  Flordelis   dos Santos, um deles – Daniel dos Santos de Souza, de 21 anos, – era apresentado como o único biológico que ela possuía com o marido,   Anderson do Carmo  , assassinado a tiros no dia 16 de junho deste ano. Mãe de Anderson, Maria Edna do Carmo, revelou em depoimento à polícia, em 24 de julho deste ano, que o rapaz é, na verdade, filho adotivo do casal .

Edna afirmou aos policiais que o pastor nunca teve nenhum filho biológico. Antes de se relacionar com Anderson, Flordelis já possuía três filhos biológicos – Simone, Adriano e Flávio. Daniel era um dos filhos mais próximos a Anderson, considerado o “xodó” do pai . O pastor estimulava que o jovem, que é tecladista, seguisse a carreira musical. Aos 8 anos, ele começou a tocar na banda do Ministério Flordelis. Ele fazia parte do grupo até a morte do pastor. Depois, o rapaz se afastou, assim como outros integrantes.

Em seu depoimento, Maria Edna fez ainda outras revelações sobre a vida da família. A mãe do pastor relatou que havia boatos na igreja de que Anderson estava tendo uma relação extraconjugal com sua enteada, Simone, filha biológica de Flordelis. Edna também revelou que seu filho e Simone tinham namorado antes do pastor se relacionar com Flordelis.

Daniel e o irmão Wagner Andrade Pimenta, conhecido como Misael, foram os primeiros a prestar depoimento contra Flordelis. Dois dias após o crime, eles relataram aos policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói o que havia por trás da morte de Anderson. Ambos disseram acreditar no envolvimento da pastora no assassinato. Depois deles, outros quatro filhos de Flordelis deram depoimentos à polícia nos quais comprometeram a mãe. A deputada nega as acusações feitas pelos filhos.

O GLOBO

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Economia

PEGUE CHUPETA: Espanha, Reino Unido e Alemanha defendem acordo UE-Mercosul e isolam Macron

O presidente da França, Emmanuel Macron, assumiu publicamente um desafio na abertura do encontro do grupo de países ricos do G7 (Estados Unidos, França, Reino Unido, Alemanha, Japão, Itália e Canadá): prometeu “medidas concretas” ao final das discussões de polêmicos temas pelos líderes presentes no balneário de Biarritz. As queimadas na Amazônia, introduzidas de última hora no cardápio da cúpula, têm destaque no visor presidencial francês. A aposta do anfitrião enfrentará, no entanto, um G7 dividido, em uma reunião conhecida por não tomar ações decisivas. O presidente americano, Donald Trump, é reconhecido por seu pouco apreço à causa ecológica. Berlim e Londres já se manifestaram contra colocar o acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) na disputa ambiental com o governo brasileiro, discurso também partilhado por Madri.

Macron impôs a questão do meio ambiente e da urgência climática no centro dos debates em Biarritz em um pronunciamento ontem aos franceses, pela televisão:

— Nesta questão, vocês sabem de nossas discordâncias com certos países, particularmente com os EUA. Mas quis que este G7 seja útil e, portanto, devemos responder ao apelo do oceano que está atrás de mim, aqui em Biarritz, e ao chamado da floresta que queima atualmente na Amazônia, de uma forma muito concreta.

O presidente definiu a questão amazônica como um tema de todos, sem esquecer da extensa fronteira da Guiana com o Brasil. “Nós somos amazônicos”, afirmou.

— Sobre a Amazônia, vamos lançar não somente um apelo, mas uma mobilização de todas as potências que estão aqui, mas em associação com os países da Amazônia, para investir. Primeiro, para combater as queimadas e ajudar o Brasil e todos os demais países atingidos. Depois, para investir na no reflorestamento, para permitir aos povos nativos, às ONGs, aos habitantes desenvolver as boas atividades, preservando esta floresta que necessitamos, porque é um tesouro de biodiversidade e um tesouro para nosso clima, graças ao oxigênio que emite e ao carbono que absorve.

Impasse sobre mercosul

Como instrumento de pressão, Macron recorreu ao pacto comercial entre o Mercosul e a UE, assinado em junho após duas décadas de negociações: se o governo brasileiro não respeitar as exigências do Acordo de Paris sobre clima, a França não ratificará o acordo. A iniciativa francesa recebeu o apoio de países de menor peso político, como a Irlanda e a Finlândia, mas foi acolhida com reservas pela Alemanha, de Angela Merkel e o Reino Unido, de Boris Johnson.

Berlim criticou a atitude do governo brasileiro em relação à Amazônia e ao meio ambiente, mas afirmou que impedir o acordo UE-Mercosul “não é a resposta apropriada ao que se passa atualmente no Brasil”, segundo um porta-voz. Com uma queda de 0,1% da economia no segundo trimestre, e dependentes de suas exportações, os alemães defendem o acordo como “um sinal forte a favor de um comércio fundado sobre regras e contra o protecionismo”, com “normas ambientais e sociais elevadas”, e consideram que um eventual fracasso “não contribuiria a reduzir o desmatamento da floresta tropical no Brasil”.

Ao chegar em Biarritz, o premier britânico Boris Johnson adotou um tom similar, alfinetando o líder francês:

— Há todo tipo de pessoas que utilizará qualquer desculpa para interferir no comércio e frustrar os acordos comerciais, e não quero ver isso.

O governo espanhol também aderiu ao grupo dos contrários ao rejeitar a obstrução do acordo UE-Mercosul. “Consideramos que é justamente aplicando as cláusulas ambientais do acordo que se poderá mais avançar, e não propondo um bloqueio de sua ratificação que isolaria os países do Mercosul”, disse Madri por meio de um comunicado.

Já o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, também presente em Biarritz, disse não acreditar que o pacto entre o Mercosul e a UE possa avançar enquanto a Amazônia continuar ardendo:

— Claro que apoiamos o acordo entre a UE e o Mercosul, mas é difícil imaginar um processo de ratificação enquanto o governo brasileiro permite a destruição da Amazônia.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Esse Macron com a vara de virar tripa dele e toda corja da esquerda vão se ferrar, arrocha as torneiras MITO!

  2. A questão é que a UE funciona por unanimidade, se um país recusar, o acordo não entra em vigor, simples assim.
    Agora o que o governo precisa fazer é cessar esse desgaste que tá acontecendo no cenário internacional.

  3. Pegue chupeta? Isso é jornalismo? Copia e cola as reportagens alheias e ainda dá títulos infantis ao que não escreveu.

  4. Manda esse presidente da França apagar as chamas da Catedral de Notre Dame. Tá querendo aparecer.

  5. É muito bem empregado, esse Mané Macron tava era atrás de palanque, começou o governo com 70% de popularidade, hoje amarga menos de 20%. Queria subir nas costas do povo com esse tema, tomou na bassoura. Vai olhar pra França Mané, aqui cuida nós brasileiros.

  6. Jornalismo parcial de segunda categoria, Macron é de direita. Procure fazer da sua profissão um instrumento isento pra qui tenhamos credibilidade assim é jogo sujo

    1. Onde na noticia se diz que ele é de esquerda? Vcs da canhota estão muito nervosinhos.

  7. Toma esquerdalha, a nossa soberania tem que ser respeitada, além do dinheiro roubado do povo, que vocês terão de devolver. MORO 2022

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Clima

Como o Brasil virou vilão ambiental em 1 mês

Em pouco mais de um mês, o governo Bolsonaro – que já recebia críticas pontuais de outros países desde o início do ano por sua atuação ambiental – azedou de vez o humor estrangeiro após uma sequência de ataques a dados científicos, a instituições e a pessoas. Até ONGs foram acusadas de botar fogo na floresta e governadores foram chamados de coniventes com o problema. Mas enquanto o presidente buscava arrumar culpados por “prejudicar o Brasil lá fora”, foram os problemas reais, como desmatamento e queimadas, e suas falas polêmicas que mudaram a imagem do Brasil no exterior.

É o que analisam alguns especialistas em ambiente, agricultura e relações internacionais ouvidos pelo Estado para tentar responder a uma dúvida: como chegamos a esse ponto? Para alguns deles, era uma tragédia anunciada desde o período eleitoral, quando Bolsonaro fazia discursos inflamados contra o que ele chama de “indústria da multa” por parte de órgãos ambientais e tinha planos como não demarcar mais nenhuma terra indígena, acabar com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e sair do Acordo de Paris.

Os dois últimos não aconteceram, mas várias outras medidas tomadas desde o começo da gestão talvez respondam à pergunta. Já no começo do ano, houve mudanças na estrutura do ministério. O Departamento de Florestas e de Combate ao Desmatamento virou somente Departamento de Florestas. Mudanças climáticas perderam espaço na pasta.

“Bolsonaro mudou inteiramente a abordagem em relação ao ambiente”, comenta o diplomata Rubens Ricupero, ex-ministro do Meio Ambiente e da Fazenda, que cita a tentativa de fusão do ambiente com o Ministério da Agricultura como ponto de partida do que chama de “sinais evidentes de afrouxamento da política ambiental”.

Para Ricupero, a colocação de militares nas chefias do Ibama e do ICMBio e frequentes atos de desmoralização de fiscais e de técnicos dos dois órgãos, por parte de Bolsonaro e do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pioraram o cenário.

“O fiscal que multou Bolsonaro (por pesca em uma unidade de conservação no Rio) foi punido. Quando o Ibama destruiu equipamentos apreendidos em uma operação contra madeira ilegal, em consonância com a lei, Bolsonaro teve um acesso de cólera, e Salles depois foi se encontrar com madeireiros”, lista Ricupero.

“O presidente contestou os dados sérios de desmatamento do Inpe e demitiu seu diretor. E seu filho Flávio apresentou no Senado um projeto de lei para acabar com a Reserva Legal (dispositivo do Código Florestal que protege parcelas de floresta dentro de propriedades rurais)”, continua.

O resultado mais evidente disso, além da alta de desmatamento e de queimadas apontadas pelo Inpe, é a redução no número de autos de infração. Até o final de junho, tinham sido aplicadas 5.826 multas, contra 7.326 no mesmo período do ano anterior. É o valor mais baixo desde 2015. Completam o quadro os dados de desmatamento e de queimadas. Os alertas feitos pelo sistema Deter, do Inpe, indicaram um aumento de 49,45% no desmatamento entre agosto do ano passado e julho deste ano, na comparação com os doze meses anteriores. E o número de queimadas no País até esta sexta-feira era o mais alto desde 2013.

Pedidos de informações sobre a quantidade de ações de fiscalizações que estavam sendo realizadas pelo Ibama neste ano nunca foram atendidos. Mas o Estado apurou com técnicos do instituto que neste ano não foi autorizado nenhum acionamento do Grupo Especial de Fiscalização no combate ao desmatamento. O GEF é uma espécie de tropa de elite do Ibama, que combate o crime organizado e agem principalmente em Unidades de Conservação e Terras Indígenas. Por outro lado, não foi mais autorizada a aplicação de lei que previa a destruição de instrumentos do crime.

“O governo alega que os recursos são insuficientes, mas temos de lembrar que dos recursos que vinham de doações, como o Fundo Amazônia, Bolsonaro está abrindo mão, colocando obstáculos inventados. Que credibilidade tem um governo que diz a (Angela) Merkel (premiê alemã) que pegue o dinheiro e use para reflorestar a Alemanha? Os estrangeiros têm razão. Em 50 anos, essa é a maior crise de imagem e de política externa que já tivemos”, diz Ricupero.

Piora progressiva

A pesquisadora Mercedes Bustamante, da UnB, que faz parte de uma coalizão de cientistas que vêm fazendo manifestações de teor científico analisando impactos de ações do governo, pondera que alguns indicadores já vinham piorando nos últimos anos, como a taxa de desmatamento – que desde 2013 flutua com tendência de alta após ter chegado ao seu nível mais baixo em 2012.

O governo Temer também enfrentou mobilização internacional quando sugeriu abrir para exploração a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). Por outro lado, mantinha no âmbito internacional o discurso pelo combate às mudanças climáticas e o então ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho ofereceu o Brasil, em 2017, para ser sede da Conferência do Clima da ONU neste ano. Quando Bolsonaro foi eleito, a oferta foi retirada por Temer e a reunião agora será no Chile.

“Já havia sinais de que a situação ambiental estava mudando, mas o governo Temer ainda era mais cioso das relações entre os países. A forma como a gestão Bolsonaro conduziu a situação do Fundo Amazônia foi muito ruim. Um chefe de Estado tem de justificar num momento de crise como estava aplicando o dinheiro para conseguir combater o desmatamento, mas simplesmente falou para pegarem o dinheiro de volta”, afirma Mercedes.

Roberto Rodrigues, do GV-Agro, argumenta que também houve falhas na forma como a imagem do agronegócio foi passada para o exterior. Segundo ele, “comunicamos mal” que a agricultura do Brasil se expandiu no últimos anos com avanço tecnológico, com a produtividade crescendo 5 vezes mais do que a área plantada. “Mas desmatamento, queimadas, mesmo numa taxa normal, não são aceitáveis. E o governo precisa para isso ter ações específicas.”

Para ele, a questão das queimadas pode ter sido o que faltava para piorar os ânimos de produtores europeus que não estavam felizes com o acordo entre Mercosul e União Europeia. “Naturalmente, o  problema dos incêndios deu argumentação para esses grupos, de aumentarem a pressão, o que é legítimo. Ao deixarmos vazar dessa forma, demos o argumentos que faltavam pra eles.”

Quatro perguntas para Carlos Nobre, climatologista e colaborador do Instituto de Estudos Avançados da USP

1. Qual a diferença da queimada hoje para as anteriores? Tivemos anos muito ruins. Em 2004, o desmate alcançou 27 mil km², um recorde. Mas isso não traz alívio, ao contrário. De lá pra cá, tínhamos entrado em outra trajetória. Até 2014 tínhamos reduzido o desmate em 75%.

2. Outro argumento é a estação seca, que favorece queimadas. 

A estação está normal, até menos seca que a média. Diferente de 2016, por exemplo, com uma megasseca em razão do El Niño forte e muitas queimadas. Não dá para usar o clima para explicar o que há hoje.

3. Qual é a explicação?

Os sistemas mostram alta do desmate, de 20%, de agosto de 2018 até agora, especialmente nos últimos meses. E aí vem o pior fator: a mudança política. É como voltar aos anos 70, quando o desmate era política pública. Para retirar empréstimo do banco, tinha de comprovar seu lote desmatado e queimado. Tínhamos superado isso. Houve demarcação de terras indígenas. Desde a Eco-92, o País se posicionou na sustentabilidade. Houve combate à explosão do desmate em 2003, 2004 e 2005, com fiscalização, inteligência, quadrilhas desbaratadas. Isso, simbolicamente, foi para o lixo.

4. Qual o ponto a partir do qual não se evita que a Amazônia vire savana?

Quando de 20% a 25% da floresta estiver destruída. Já destruímos de 15% a 17%. Pelas taxas atuais, chegaríamos a esse ponto dentro de 20 a 30 anos.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Virou vilão pq preferiu atacar!
    O governo está deixando de justificar sua política ambiemtal e afirmar que vai combater os excessos e as ilegalidades de oportunistas, para simplismente atacar os fatos científicos.
    Se o desmatamento é inevitável pq é importante, gasta a energia apontando as compensações e reafirma o combate onde houver os crimes e pronto!
    O governo precisa trabalhar, assumir suas ações e ajustar o que for necessário pra tirar o Brasil desse ABC x América.

  2. O mundo está pouco se lixando pra o problema do país, poderiam pelo menos reduzir ou mesmo extinguir os altos subsídios do que produzem, assim nossos produtos seriam mais competitivos e seriam comprados em larga escala, teríamos mais empregos, mais divisas. Só assim poderíamos crescer, seríamos uma economia forte, logo estaríamos prontos pra diminuir a miséria e o desemprego, consequentemente, poderíamos melhor cuidar dos nossos ecosistemas e biomas. E isso seria o ideal para o clima mundial, e o que tanto reivindicão. E o mimimi acabaria

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Clima

Após Fundo Amazônia, país pode perder bilhões sem ação ambiental

A Amazônia tem potencial bilionário e, por isso, os riscos de perda financeira relacionada à floresta também são bilionários. A prova disso é o Fundo Amazônia, atualmente paralisado após ações e acusações por parte do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e do ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles.

Até o momento, cerca de US$ 1,3 bilhão em doações foram recebidas pelo fundo, com pouco menos da metade do valor já desembolsado.

A paralisação do fundo ocorreu após Salles tentar mudar os mecanismos de gestão do fundo e acusar supostos indícios de irregularidades financeiras em projetos de ONGs —o ministro afirmou ter analisado ¼ dos contratos e não apresentou documentos, citando dados isolados.

A verba no Fundo Amazônia tinha diversas destinações, inclusive o combate aos crescentes incêndios na Amazônia que desembocam na atual crise política e ambiental.

O Ibama, pelo PrevFogo, recebeu mais de R$ 14 milhões para ações contra queimadas.

O dinheiro em questão foi destinado à compra de equipamentos de proteção para os brigadistas e de combate ao fogo, motobombas, mangueiras, reservatórios de água e geradores de energia, além de caminhões e caminhonetes para transportar as equipes.

A Operação Awá, na terra indígena Araribóia, é um exemplo de ação que usou verbas do fundo e auxiliou na proteção de áreas de tribos isoladas.

Outro contrato do fundo, de pouco mais de R$ 19 milhões e que tem como parte a ONG Centro de Trabalho Indigenista, visa exatamente a proteção de povos indígenas isolados.

Parte do objetivo do projeto, iniciado em 2014, é a pesquisa de 20 referências não confirmadas de índios isolados na Amazônia, além de melhorias na interlocução com indígenas e populações que vivem no entorno de povos isolados.

As atividades citadas têm parceria com a Funai (Fundação Nacional do Índio).

A despeito da afirmação de Bolsonaro de que o fundo servia apenas a ONGs, outros órgãos governamentais e governos estaduais e municipais se beneficiavam dele. Como a Folha mostrou recentemente, por exemplo, R$ 359 milhões foram usados pelos estados amazônicos para implementar o Código Florestal.

A monetização ou capitalização da floresta em pé —proposta de Salles para evitar desmatamentos— também já ocorre com ajuda de dinheiro do fundo. O Acre teve aprovado em 2010 um projeto de R$ 57 milhões para incentivar financeiramente práticas sustentáveis, como manejo florestal de produtos relacionados à madeira e reflorestamento de áreas degradadas.

Ideia semelhante é aplicada no Bolsa Floresta, projeto que recebeu, ao todo, cerca de R$ 50 milhões direcionados a pequenos empreendimentos sustentáveis na floresta, visando ajudar o aumento de escala das iniciativas, com equipamentos, obras, planos de negócio, desenvolvimento de produtos, certificações e assistência técnica.

Mas o dinheiro que entra na floresta não vem só do Fundo Amazônia, como mostrou a  Alemanha recentemente ao suspender verbas que iriam para projetos amazônicos diante da falta de resultados.O mesmo aumento do desmate que levou Berlim a cortar financiamento, resignada diante da política ambiental hostil do governo, pode tirar muito mais dinheiro do país.

Estão em jogo futuras negociações no GCF Fundo Verde do Clima, mecanismo regido pelo Acordo de Paris (2015) que permite a países em desenvolvimento captar dinheiro de países ricos para mitigar a emissão de gases-estufa.

O Brasil fechou a primeira negociação nesse âmbito, que prevê o fluxo de US$ 96 milhões para o país, referentes à redução do desmatamento verificada entre 2014 e 2015.

“E o problema não se restringe à mitigação da mudança climática, porque o Brasil, como um dos países mais afetados, também poderia solicitar recursos para adaptação à mudança climática”, explica Carlos Eduardo Young, economista da UFRJ especialista em ambiente.

Segundo ele, o aquecimento global deve trazer perdas de produtividade em culturas como feijão e milho, o que qualificaria o país a acessar recursos internacionais de compensação —desde que demonstre avanço na redução de emissões por desmate.

“Mas se o governo federal não tem uma relação de confiança com o potencial doador, o recurso não será oferecido. Ou é até possível que o recurso venha, mas para ONGs e governos estaduais ou municipais.”

Se o desmatamento sair de controle, outra fonte financeira relevante que pode secar é a malha filantrópica internacional, afirma Ana Toni, diretora-executiva do Instituto Clima e Sociedade, que atua captando recursos para projetos socioambientais no Brasil.

“No auge do período em que os índices de desmatamento estavam caindo, o país captava muitos recursos internacionais, da ordem de R$ 100 milhões por ano, mas agora entra muito menos”, afirma.

Não há, porém, levantamento específico para estimar o fluxo desse dinheiro, que é muito fragmentado. Uma política ambiental fracassada na Amazônia também pode afugentar recursos nacionais de filantropia, hoje da ordem de R$ 3 bilhões ao ano, diz Toni.

“Algo como 7% ou 8% disso estava indo para projetos na Amazônia, mas esses recursos podem ganhar outro destino”, afirma a economista.

“O dinheiro filantrópico é hiperconservador. Os doadores querem ver o recurso empregado de maneira que comprovadamente melhore a vida das pessoas naquela região. Se não há garantias, muitos podem preferir colocar dinheiro em um projeto em São Paulo, na avenida Paulista, que eles sabem que funciona.”

A perda de investimento pode ser apenas uma fração daquilo que uma política ambiental ineficaz representaria para o comércio do país.

O acordo entre União Europeia e Mercosul, se for comprometido pelo desmatamento da Amazônia, poderia provocar perdas substanciais.

Segundo Young, altos índices de desmatamento (que resultam em emissão de CO²) podem solapar também a ambição do Brasil de exportar etanol para a Europa, que vê nos biocombustíveis uma saída para cortar o consumo de combustíveis fósseis, algo que o Acordo de Paris exige.

O Brasil teria de provar ainda que a dinâmica fundiária da expansão e capitalização da cana-de-açúcar não vai forçar a fronteira agrícola da pecuária a avançar na floresta.

Uma mancha na imagem ambiental do país —como a que parece se instalar com a atual crise— pode afetar até a exportação de madeira certificada “que não tem culpa nenhuma do desmatamento”.

“Um segundo potencial recurso que não está sendo contabilizado é o da nova economia do mercado de carbono —a economia da floresta em pé— na qual o Brasil nunca apostou”, afirma Ana Toni.

Os mercados de carbono do tipo “cap-and-trade”, num cenário avançado de implementação do acordo do clima, preveem que países sem opções para reduzir emissões possam “comprar” cortes de emissão de lugares como a Amazônia, que em contrapartida se comprometeria em manter o carbono das árvores nas árvores.

“Se, no mercado internacional o preço da tonelada de carbono atingir US$ 20 ou US$ 30, basta multiplicar esse valor pela biomassa da Amazônia para que se tenha uma ideia do montante envolvido.”

Esse potencial dinheiro que o país tem a perder não leva em conta perdas de médio e longo prazo com a deterioração dos serviços ambientais.

A presença de floresta gera captação de água e regulação de clima local que, uma vez perdidos, têm impacto direto na agropecuária, inclusive em biomas fora da Amazônia.

Segundo Ana Toni, um dos problemas da atual gestão ambiental do Brasil é pensar que a preservação de floresta é cara e não ver a economia ambiental de forma integrada, nem no contexto do Acordo do clima de Paris.

“Quanto custa ao governo manter a floresta em pé? É preciso fortalecer o Ibama, o ICMBio, o Inpe? É preciso ter Bolsa Verde, Bolsa Família?” diz Ana Toni. “Se você souber o custo, você tem como pensar na proteção da Amazônia como um business plan para negociar com mecanismos multilaterais e bilaterais os recursos para cobrir esse custo.”

FOLHAPRESS

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Geral

‘Dói na alma ver brasileiros não enxergando campanha contra nossa soberania’, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar das queimadas na Amazônia e afirmou em seu Twitter neste sábado, 24, que “dói na alma ver brasileiros não enxergando a campanha fabricada contra a nossa soberania na região”. Na mesma postagem, há um vídeo com trecho de uma entrevista do General Eduardo Villas Boas, concedida ao jornalista Pedro Bial em setembro de 2017.

Villas Boas conta de uma operação da época em que comandava a Amazônia e foi avisado por um comandante de batalhão que o rei da Noruega estava em uma aldeia indígena. “Há um déficit de soberania”, disse o General na entrevista, ressaltando que a Amazônia tem 84% da floresta preservada, enquanto na Europa, somente 0,3%. “Nenhum país europeu tem autoridade para nos ensinar em como tratar do meio ambiente”, disse ele na entrevista.

Opinião dos leitores

  1. Dói na alma e muito também, vê como o povo ribeirinho vive, morando em cima de uma riqueza dessas. Esse Estados são ricos, no entanto o povo vive numa pindaiba da moléstia, como explicar isso??
    * Floresta
    * ouro
    *chuvas regulares
    *agropecuária forte
    *terras produtivas abundantes
    * rios
    *peixes
    * minérios
    Como pode tantas riquezas naturais e o povo viver lascado??

    1. Como pode ? Com monopolio q tornou com os anos de Pt onde toda essa riqueza q vc citou esta nas maos de poucos apadrinhados pelo antigo governo, eles sim estão cada vez mais ricos com dominio do subsolo e manipulando exploração dessas riquezas, e o pobre quando vai trabalhar para sustentar sua família chega Ibama, ICMBio, policia ambiental e a porra toda para prender o trabalhador….

    2. “Já havia sinais de que a situação ambiental estava mudando, mas o governo Temer ainda era mais cioso das relações entre os países. A forma como a gestão Bolsonaro conduziu a situação do Fundo Amazônia foi muito ruim. Um chefe de Estado tem de justificar num momento de crise como estava aplicando o dinheiro para conseguir combater o desmatamento, mas simplesmente falou para pegarem o dinheiro de volta”,

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Esporte

TAPETÃO? ABC ainda aposta no STJD para permanecer na Série C

Oficialmente rebaixado, o ABC ainda aguarda o julgamento de uma ação contra o Treze no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para saber se permanece na Série C do Brasileirão ou se vai mesmo para a Série D no ano que vem.

Com término do campeonato, o ABC ficou com 18 pontos, um a menos que o Treze. Só que o ABC move uma ação contra o Treze pela suposta escalação irregular do atleta Breno Calixto e do treinador Celso Teixeira na partida contra o Confiança, em que o time paraibano venceu e rebaixou o time potiguar.

Caso o STJD julgue procedente a denúncia do ABC, o Galo de Campina Grande perde os pontos da partida e passa a ser rebaixado, garantindo a permancência do Mais Querido na Série C.

Opinião dos leitores

  1. Chora não paquitas de japecanga, 4 anos consecutivos na serie DDDD..

    Chora não bebe, chora não bebe

    1. ABC começará a série D com 12 pontos garantidos: 6 do ameba e 6 do Globo.

  2. Parabéns ao futebol potiguar série D, retrato da falência administrativa, pois mesmo que o ABC consiga no tapetão matematicamente foi rebaixado, sem paixão de torcedor, apenas a realidade triste do nosso esporte.

    1. Kkkkkkkkk. Sabe de nada mundiça. Estão lascados igual ao MECÃO. Dois times sem futuros. Retrato fiel do que está acontecendo no RN. Governo ptralha, perdido e dando calote em todo canto.

  3. Não conseguiu permanecer em campo por total incompetência e aí quer decidir no tapetão!! Vergonha!!!! Tomara que não julguem procedente a reclamação!!!

    1. José Corcino, não se preocupe que o América não vai perder para o ABC na serie "D" do próximo ano não, (ABC vai jogar a Série "C")

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Esporte

ABC vence Globo e todos os times do RN vão jogar a Série D em 2020

Foto: Oscar Xavier

O ABC venceu o Globo pelo placar de 2 a 0, neste sábado (24), no Estádio Barretão. Com o resultado, o Globo também é rebaixado e se juntará ao ABC e ao América na Série D do ano que vem.

Os gols que selaram o destino do Globo na Série D foram marcados por Wallyson e Jefinho faz o segundo do ABC. O América já estava na Série D. Já o ABC foi rebaixado com uma rodada de antecedência, no final de semana passado.

A Série D é a última divisão do futebol brasileiro.

Opinião dos leitores

  1. Pior teu time, o mequinha de Japeganga, lembre comemorativo de rapadura, o teu time já pasta na série d a 04 anos.

  2. Não são todos os clubes do RN que irão jogar a Série D. O Alecrim por exemplo não vai disputar a competição em questão. Apenas Abc, América, Globo e Potiguar irão disputar a Série D. Os demais clubes do RN não possuem competência para tal.

  3. Concordo com o torcedor do mequinha, realmente o ABC não foi competente, porque não conseguiu permanecer na terceirona, enquanto isso o mequinha se mantém firme.

  4. Mais o ABCD quer ganhar no tapetão, vcs vão ganhar no tribunal com certeza, uma peruca pra assistir os jogos na série D. kkkkkk vcs vão passar uns 10 anos na D kkkkkkkkkkkkk. Chora frasqueira.

    1. E teu mekinha de japecanga que queria a vaga do juazeirense, lembra? Vai dormir que é melhor série D eterna.

    2. acredito que quem tem que chora é vcs americanos que se confirma a queda do ABC, é menos uma vaga e vcs vão amargar mais um ano na D.

    3. Tenho ate pena dessas paquitas que ja estão mortas faz 5 anos e ainda ficam querendo achar uma brecha pra poder zoar no p.. dos outros

    4. A regra é clara, o treinador não podia ter ido a campo, e Peu? Teu c. é meu. Fiquem sozinhos na D.

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Política

Tabata Amaral: ‘Tem muito machismo nas críticas que recebi’

Ameaçada de expulsão pelo PDT por ter votado a favor da reforma da Previdência, a deputada Tabata Amaral (SP) atribui muito das críticas que recebeu ao machismo. “Se eu não fosse uma mulher de 25 anos, ninguém estaria afirmando que A, B, C ou D disseram como eu voto”, afirmou ela ao Estado.

“Tem pessoas que não acreditam que eu tenha inteligência e capacidade de decidir o meu próprio voto.” Sobre o risco de ser expulsa, respondeu que, se isso acontecer, vai procurar uma legenda que tenha como prioridade a pauta da Educação. “Recebi convites informais de vários partidos.”

Segunda parlamentar mais jovem da atual Legislatura, Tabata costuma dizer que se espelha na deputada americana Alexandria Ocasio-Cortez, do partido Democrata. Descendente de porto-riquenhos e eleita pela força das redes sociais, Alexandria é a mulher mais jovem a ocupar uma cadeira no Congresso nos EUA.

Embora atuante, Tabata diz que lida com as redes de forma ponderada. “As redes não são um fórum democrático para ouvir as pessoas e tomar decisão. Para mim, as redes servem mais para comunicar o seu mandato, ser transparente.”

Estadão Conteúdo

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Política

Não tenho problema nenhum com Moro, diz Bolsonaro sobre sua ingerência em ministros

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste sábado (24) ter ingerência sobre todos os ministros, ao ser perguntado se o ministro Sergio Moro (Justiça) tinha carta branca em seu governo.

“Olha, carta branca. Eu tenho poder de veto em qualquer coisa, se não eu não sou presidente. Todos os ministros têm essa ingerência minha e eu fui eleito para mudar. Ponto final”, disse, ao deixar o Palácio da Alvorada.

O presidente disse não ter nenhum problema com Moro, em meio a um enfraquecimento do titular da Justiça. “Não tenho problema nenhum com o Moro. Cada hora levantam uma coisa. Uma hora era Marcelo Álvaro Antonio [Turismo], o Onyx [Casa Civil] também”, disse.

Como mostrou a Folha neste sábado, Bolsonaro mudou seu discurso em relação à época em que escolheu o ex-juiz da Lava Jato para sua equipe ministerial e disse que ele teria carta branca.

A recente interferência na Polícia Federal é apontada internamente como a mais emblemática da falta de poder do ex-juiz no cargo atual, mas episódios com teor semelhante se acumularam ao longo de mais de oito meses de governo.

Apesar dos ataques à sua prometida autonomia, Moro permanece calado.

A PF é subordinada a Moro, também enfraquecido em meio à divulgação de mensagens que mostram sua atuação em parceria com os procuradores em diferentes processos da Lava Jato e que colocaram em xeque sua atuação como juiz federal.

Moro ainda tem sofrido seguidas derrotas no Congresso, onde tramita o pacote de medidas anticrime encaminhado por ele no início do governo.

Quando confirmou o convite ao então juiz federal, em novembro de 2018, Bolsonaro disse em entrevistas que tinha combinado com Moro que ele teria “liberdade total” para atuar no combate à corrupção e ao crime organizado.

Em uma das manifestações, o então presidente eleito citou a escolha do chefe da Polícia Federal como uma das atribuições do ministro da Justiça.

Os últimos oito dias foram de crise entre Bolsonaro, Moro e a PF, após o presidente atropelar a instituição e anunciar a troca do superintendente no Rio de Janeiro.

Em sua última declaração sobre o assunto, na última quinta-feira (22), o presidente ameaçou até trocar o comando do órgão, hoje a cargo de Maurício Valeixo.

Valeixo virou delegado-geral por escolha de Moro. Os dois se conhecem há vários anos e trabalharam juntos na Operação Lava Jato.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Moro fez o trabalho sujo para limpar o terreno para o bolsonaro ganhar as eleições (todo mundo sabe, até as pedras da lagoa, que Lula ganharia as eleições mesmo preso se tivesse sido candidato )
    Agora, terminado o serviço, Moro recebeu o pagamento, ganhando o Ministério da Justiça, mas se tornou um bode no meio da sala, que vem perdendo odos os pideres e servindo como papagaio de pirata, representando a um paoel ridiculo, mesmo atuando para impedir as investigações sobre o Queiroz, sua mulher Miclelle e o seu filhinho Flavio Bolsonaro.
    Haja corrupção nessa família, além do caso Marielle é mesmo da Facada suspeita, seguirem caminhos estranhos e suspeitos. A cocaína no avião ninguém fala mais, os apartamentos e mansões dos milicianos no RJ tb já esqueceram.

    1. MORO fez o trabalho de limpar apenas uma parte da enorme sujeira feita pelos petralhas, né?

  2. O MURO exemplo de imparcialidade para PRESIDENTE e o PROCURADOR que tem o nome de remédio para vice em 2022 e QUEIROZ ministro da economia kkk

    1. Mendes, bota uma coisa na tua cabeça, em quanto tiver petralhas derrotados no Brasil, tem Sérgio Moro, e forte, igual a fumo de Arapiraca, lembre se esse homi desbaratou uma quadrilha de bandidos, não só isso, meteu na cadeia também, é um herói nacional.
      Então o Conselho que te dou, é que é melhor Jair se acustumando porque dói menos, e o seu PT meu camarada, acabou!!
      Ta??

  3. Se Sergio Moro confirmar a existência de atritos com Bolsonaro, pode acreditar que é verdade. Neste caso, Bolsonaro estaria peitando alguém maior que ele e colocando a sua possível reeleição em risco, pra não dizer inviabilizando. Entretanto, acreditar nesses jornais de esquerda beira a insanidade.

  4. Foi eleito para mudar de LADO. Toda sociedade brasileira sempre combateu a prática do NEPOTISMO e essa SUMIDADE denominada de BOZO está fazendo de tudo para nomear a outra SUMIDADE o seu filho como embaixador dos EUA. Com a maior cara de PAU dizendo que não é NEPOTISMO KKKK

    1. Certíssimo. Melhor ainda é colocar no lugar do Ministro das Relações Exteriores.
      Esperem voltar e fazer do jeito de vocês.

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Meio Ambiente

Moro autoriza envio da Força Nacional para combater desmatamento

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, autorizou hoje (24) o uso de efetivo da Força Nacional para apoiar o Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no combate ao desmatamento ilegal no Pará e em Rondônia. A autorização está em uma portaria assinada pelo ministro e terá validade até 31 de outubro. O efetivo que será usado na operação ainda não foi definido, segundo a pasta.

“O ministro da Justiça e Segurança Pública resolve autorizar o emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, em caráter episódico e planejado, nas ações de combate ao desmatamento ilegal da floresta Amazônica, nos locais de alertas de desmatamento identificados pelo sistema DETER/INPE, no estado do Pará e no estado de Rondônia, em atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”, definiu a portaria que será publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira (26).

Mais cedo, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse que a adesão dos governos locais é importante para que o trabalho do Executivo federal de combate a crimes ambientais e a incêndios florestais não se limite às áreas federais.

Ontem (23), o presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto que autoriza o emprego das Forças Armadas no combate aos incêndios na Floresta Amazônica. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) vale para áreas de fronteira, terras indígenas, unidades federais de conservação ambiental e outras áreas da Amazônia Legal.

Agência Brasil

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Meio Ambiente

Para Macron, Amazônia é ‘bem comum’ e pede ‘mobilização de potências’ contra desmatamento

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou neste sábado (24), durante pronunciamento para lançar o início da cúpula do G7, que uma das suas prioridades no evento será mobilizar “todas as potências, em parceria com os países da Amazônia”, para combater o desmatamento e investir no reflorestamento.

“A Amazônia é nosso bem comum. Estamos todos envolvidos, e a França está provavelmente mais do que outros que estarão nessa mesa [do G7], porque nós somos amazonenses. A Guiana Francesa está na Amazônia”, afirmou Macron, em cadeia nacional.

As queimadas na Amazônia foram inseridas na pauta do G7, cúpula das sete grandes economias mundiais, que vai até segunda-feira (26) em Biarritz, no sudoeste da França.

“Vamos lançar uma mobilização de todas as potências que estão aqui, em parceria com os países da Amazônia, para investir na luta contra os incêndios que estão em curso e ajudar o Brasil e todos os outros países que são atingidos. Depois, investir no reflorestamento e permitir aos povos autóctones, às ONGs, aos habitantes desenvolverem atividades preservando a floresta, que nós precisamos”, explicou o francês.

Segundo Macron, a Amazônia “é um tesouro de biodiversidade e um tesouro para o nosso clima, graças ao oxigênio que ela emite e ao carbono que ela captura”.

A manutenção do regime de chuvas e a biodiversidade, a floresta amazônica não pode ser considerada o pulmão do mundo porque ela consome a maior parte do oxigênio que produz, segundo estudos científicos. O oxigênio da atmosfera é produzido principalmente pela flora marítima.

G1

Opinião dos leitores

  1. O Brasil tem a mais severa legislação ambiental do mundo e basta ser realmente observada para que a preservação, não apenas das florestas, mas também das matas ciliares, seja observada.

    Eu sempre viajo para as regioes centro-oeste e também para a nova fronteira denominado Matopiba, onde são alcançadas as maiores produtividades de mundo, e produção de grãos e proteínas suficientes para interferir nos preços dos principais alimentos.

    Sem que as áreas atualmente em produção no Brasil existissem, alguns alimentos teriam preços estratosféricos, ou seja, fora do poder aquisitivo da maioria da população mundial.

    Por isso eu sempre argumento que se esses ambientalistas xiitas não dispusessem, nas suas mesas, desses alimentos baratos, considerando que a parte mais sensível do corpo humano ê o bolso, com certeza o discurso deles seria diferente.

    Outra coisa, o Brasil conseguirá quintuplicar a atual produção de alimentos, sem desmatar mais nada, bastando disseminar as tecnologias já desenvolvidas pela Embrapa.

    E para melhorar a lucratividade dos produtores do MT, bastará se viabilizar o corredor para o escoamento através de algum Porto no Pacífico, já que a Ásia é nosso principal destino. E já existem projetos avançados neste sentido.

    Portanto, sem olvidar a questão ambiental, nosso foco deve ser incrementar o trabalho e renda para as pessoas carentes nessas regiões. Eu já visitei fazendas em áreas indígenas conduzidas pelos próprios, apresentando excelente produtividade Pecuaria e agrícola, graças tais etnias terem se capacitado e posto em prática as tecnologias desenvolvidas pela nossa Embrapa, instituição realmente merecedora do aporte de mais recursos, ao invés de se dar prioridade a outras menos merecedoras.

    Esse é o meu entendimento,

    Ednardo Araújo

  2. O problema com a França não é a Amazônia pegando fogo e sim o perigo da entrada dos países do Mercosul com seus produtos na Europa, a preocupação é que a França perca mercado, por isso o falatório besta desse Presidente Francês. Especulou o referido presidente não assinar o livre acordo comercial com o países da América do Sul, o que de pronto vários Presidentes falaram que esse acordo não tem volta.

  3. Bem comum uma ova. A Amazônia Brasileira é do BRASIL. Vade retro "Manè" Macron. De quiser um pedaço da Amazônia vá cuidar da Guiana Francesa.

  4. Estão querendo nos saquear outra vez. A maioria da Amazônia é brasileira e ela nos pertence. Aqui não seu bosta francês.

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Economia

Pequenos negócios criaram 95% das vagas em julho, diz Sebrae

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, disse que esses empreendedores são a alavanca para a economia e vitais para a geração de emprego e renda no país. Segundo Melles, é mais um motivo para que o país invista em melhoria do ambiente de negócios do setor, diminuição da burocracia e incentivo à competitividade.

Os pequenos negócios do setor de serviços foram os que mais criaram vagas (20 mil). Os destaques foram o ramo imobiliário, com 15,2 mil empregos, e o setor da construção civil, com 14 mil postos.

São Paulo liderou a geração de empregos em julho, com mais 12,8 mil vagas, seguido por Minas Gerais, com 7,5 mil. A Região Sudeste teve o maior volume de novos postos (20 mil), seguido pelo Centro-Oeste, com 6,7 mil vagas.

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Tecnologia

Google impõe restrição a discussões políticas entre funcionários

O Google emitiu novas diretrizes que limitam a discussão entre funcionários sobre política e outros temas não relacionados ao trabalho, em uma grande mudança para uma empresa que há muito se orgulha de um debate aberto e de uma cultura interna livre.

A companhia Alphabet, matriz da Google, disse em um memorando público na sexta-feira (23) que os funcionários não devem gastar tempo debatendo questões não relacionadas ao trabalho, e evitar xingamentos, entre outros comportamentos desencorajados.

O Google também disse que indicará funcionários para moderar os famosos quadros de mensagens internos da empresa, em vez de permitir que voluntários o façam —reconhecendo que as discussões saíram de controle.

The Wall Street Journal

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