Levantamento do TCE aponta excesso de contratos temporários em prefeituras do RN

Levantamento realizado pela Diretoria de Despesa com Pessoal do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) mostra um excesso de contratos temporários de trabalho em prefeituras do Rio Grande do Norte. Em 120 municípios, esse quantitativo passa de 10% do quadro funcional, chegando a 50% nas dez cidades com maior proporção. O relatório aponta 26.452 temporários, conforme dados consolidados de abril de 2018, o que representa um percentual médio de 22% do total de 121.179 servidores.

De acordo com a equipe de auditoria, em alguns casos a finalidade da contratação temporária de pessoal está sendo desvirtuada, deixando de ser instrumento excepcional para se tornar corriqueiro, como demonstrado pelas proporções elevadas que foram detectadas.

“Ora, a situação apresentada é nitidamente incompatível com a regra geral de preenchimento de cargos públicos, que é o provimento efetivo por meio de concurso público, garantindo desta forma os princípios constitucionais esculpidos no artigo 37 da Constituição Federal, em especial o da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência”, justifica o relatório.

Considerando a média salarial dos servidores temporários de R$ 1.640,77 (com base nos dados brutos de abril de 2018 analisados pela equipe de auditoria), os 26.452 servidores contratados temporariamente pelas prefeituras representam, aproximadamente, uma despesa mensal de R$ 43 milhões.

Também foi possível aferir o tempo médio de permanência dos contratados temporariamente, sendo verificada a ocorrência de muitas situações que transpassam limites temporais razoáveis. Dessas prefeituras analisadas, 52 apresentam servidores contratados temporariamente que estão em atividade há mais de 12 meses; além disso, 26 prefeituras contavam com contratos que já estavam em vigor há mais de 24 meses.

O relatório explica que os contratos temporários devem ter datas de início e final já estabelecidas no momento da contratação, podendo ser prorrogados a depender da manutenção do estado de excepcionalidade. É comum que os contratos temporários sejam firmados com o prazo de 06 meses ou de 01 ano, renovável por igual período, sendo necessário, em todo caso, que norma específica regulamente a temática e balize os limites mínimos e máximos de tal situação.

Como aponta a equipe técnica, o levantamento realizado servirá de base para futuras atuações fiscalizatórias, para averiguar em processos específicos a legalidade da contratação temporária de pessoal de modo a ordenar o quadro funcional e corrigir tais inconsistências.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivanildo Solano disse:

    BG, o TCE/Rn faz bastante tempo que não fiscaliza in loco as Prefeituras e nem solicita a documentação por amostragem como antigamente, só fiscalizam pelo SIAI, hoje o TCE é uma mãe para naus gestores.

  2. hein? cuma? disse:

    Descobriram a ''PÓIVA''…

Levantamento aponta que 10% dos deputados federais são réus em processos criminais; RN fora da lista

Levantamento feito pelo G1 mostra que 50 deputados federais respondem hoje a processos criminais na Justiça. O dado representa 10% do total de parlamentares na Câmara (513). São, ao todo, 95 processos – apenas um dos deputados responde a 30 ações (quase 1/3 do total).

O leque de crimes pelos quais os deputados são réus na Justiça é variado: vai desde calúnia, injúria, difamação, corrupção e falsidade ideológica até furto, estelionato, lesão corporal e tortura.

É a quarta vez que o G1 realiza esse tipo de levantamento. Em 2015, 38 dos 513 deputados respondiam a algum tipo de ação penal. Em 2011, eram 59. Já em 2007, haviam sido contabilizados 74 processados. Como os critérios usados nos levantamentos foram diferentes, os números não são comparáveis.

Desta vez, o levantamento do G1 teve início no dia 25 de janeiro e foi finalizado no dia 27 de fevereiro. Ele envolveu jornalistas dos 26 estados do país e do Distrito Federal.

VEJA A LISTA DE DEPUTADOS COM PROCESSO CRIMINAL POR ESTADO (clique nos links em cima dos nomes para ver as ações e as respectivas defesas):

Acre: não há deputados com processos

Alagoas: Isnaldo Bulhões (MDB)

Amapá: Camilo Capiberibe (PSB) e Vinícius Gurgel (PR)

Amazonas: Capitão Alberto Neto (PRB), Marcelo Ramos (PR), Sidney Leite (PSD) e Silas Câmara (PRB)

Bahia: Charles Fernandes (PSD), Igor Kannário (PHS) e Tito (Avante)

Ceará: Capitão Wagner (PROS), Júnior Mano (PR), Luizianne (PT), Robério Monteiro (PDT) e Roberto Pessoa (PSDB)

Distrito Federal: Celina Leão (PP), Érika Kokay (PT) e Julio Cesar (PRB)

Espírito Santo: não há deputados com processos

Goiás: Professor Alcides (PP), Magda Mofatto (PR) e Rubens Otoni (PT)

Maranhão: Gil Cutrim (PDT), Josimar Maranhãozinho (PR) e Junior Lourenço (PR)

Mato Grosso: Juarez Costa (MDB)

Mato Grosso do Sul: Beto Pereira (PSDB) e Vander Loubet (PT)

Minas Gerais: Aécio Neves (PSDB), André Janones (Avante) e Marcelo Álvaro Antonio (PSL)

Pará: Delegado Éder Mauro (PSD) e Júnior Ferrari (PSD)

Paraíba: Julian Lemos (PSL)

Paraná: Boca Aberta (PROS), Filipe Barros (PSL), Schiavinato (PP) e Vermelho (PSD)

Pernambuco: Augusto Coutinho (SD), Eduardo da Fonte (PP) e Ricardo Teobaldo (PODE)

Piauí: não há deputados com processos

Rio de Janeiro: Christino Áureo (PP), Dr. Luiz Antônio Teixeira Jr (PP), Gutemberg Reis de Oliveira (MDB) e Pedro Paulo (DEM)

Rio Grande do Norte: não há deputados com processos

Rio Grande do Sul: não há deputados com processos

Rondônia: não há deputados com processos

Roraima: Edio Lopes (PR)

Santa Catarina: Fábio Schiochet (PSL)

São Paulo: Alexandre Frota (PSL) e Geninho Zuliani (DEM)

Sergipe: Valdevan (PSC)

Tocantins: Professora Dorinha (DEM)

Levantamento mostra deputados com processos criminais no país — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Apenas seis estados não colocaram na Câmara dos Deputados um representante réu em uma ação criminal na Justiça: Acre, Espírito Santo, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Rio Grande do Sul.

Entre os partidos, o PR é o que tem o maior números de processados por crimes: 7. O PP tem 6. PSD e PSL têm 5 cada um.

Processos criminais podem impedir a candidatura de políticos condenados. A Lei da Ficha Limpa, em vigor desde 2010, determina a inelegibilidade por oito anos de candidatos condenados em segunda instância, mesmo com recursos pendentes.

Entre os crimes previstos estão os eleitorais, abuso de autoridade, praticados contra a administração pública, o sistema financeiro e o mercado de capitais, compra de votos, doações ilegais, organização criminosa, tráfico, crimes hediondos, tortura, terrorismo, lavagem de dinheiro, entre outros.

Uma condenação criminal sem nenhuma possibilidade de recurso também pode levar à perda do mandato em curso.

Metodologia

Para identificar os deputados federais réus em processos criminais, o G1 pesquisou os nomes dos 513 deputados federais eleitos que tomaram posse, de acordo com a lista oficial da Secretaria Geral da Mesa da Câmara dos Deputados.

Com isso, entre os eleitos, apenas não entraram no rol Jean Wyllys (PSOL-RJ), que decidiu abrir mão do mandato, e Wagner Montes (PRB-RJ), que morreu antes do início da legislatura. Os que tomaram posse e logo depois se licenciaram para assumir um cargo foram considerados.

A metodologia foi similar à utilizada nos últimos levantamentos, de 2015 (leia aqui) e 2011 (leia aqui), mas, desta vez, foram incluídos também os processos na 1ª instância da Justiça nas esferas estadual e federal. O critério foi adotado em razão do novo entendimento do Supremo Tribunal Federal que, em maio do ano passado, restringiu o foro privilegiado a casos ocorridos durante o mandato e com relação com o cargo. Isso fez com que várias ações penais fossem “baixadas” para a 1ª instância.

Cada nome foi verificado na consulta processual online das comarcas estaduais, no Tribunal de Justiça e no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado pelo qual o parlamentar se candidatou; na Justiça Federal nos estados e nos cinco tribunais regionais federais (TRFs); no Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em alguns sites, não há consulta a processos criminais. Em outros, é possível consultar apenas com a certificação digital. Além disso, alguns órgãos não têm consulta por CPF, apenas por nome (o que possibilita a busca por homônimos dos deputados que respondem a processos). Cada site tem uma estrutura de busca diferente, sem padronização, e a exibição das informações é em linguagem jurídica, o que dificulta o acesso ao grande público.

Por isso, depois da identificação dos processos nos sites dos tribunais, eventuais dúvidas sobre a validade dos processos foram esclarecidas pela equipe de reportagem com as assessorias de cada Corte.

O G1 considerou somente os parlamentares na condição de réus, ou seja, que tenham sido denunciados e cuja denúncia tenha sido aceita pelo Judiciário.

O levantamento levou em conta apenas os processos criminais e os processos referentes a crimes eleitorais.

A reportagem não consultou ações na área cível. Na área cível, as condenações geralmente são estipuladas em forma de multa ou por meio da determinação de ressarcimento aos cofres públicos, como nos casos de improbidade administrativa.

Produção: G1 AC, G1 AL, G1 AP, G1 AM, G1 BA, G1 CE, G1 DF, G1 ES, G1 GO, G1 MA, G1 MT, G1 MS, G1 MG, G1 PA, G1 PB, G1 PR, G1 PE, G1 PI, G1 RJ, G1 RN, G1 RS, G1 RO, G1 RR, G1 SC, G1 SP, G1 SE, G1 TO, G1 Política e GData Analytics

Edição: Clara Velasco, Felipe Grandin, Gabriela Caesar, Gessyca Rocha, Rafaela Putini, Rosanne D’Agostino e Thiago Reis

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Greg disse:

    Quer dizer que o partido do presidente, PSL tem mais envolvidos que o PT?
    Vamos logo combinar que a galera tem bandido de estimação sim, o que sobrou foi ódio, aí é outra coisa.

    • Ricardo Carvalho disse:

      Entenda, o Brasil que presta não quis mais o partido que virou bando, demos um baita chute nos fundilhos da sua quadrilha amada! kkkkkkkkkkkk

    • Marcos disse:

      Ladrões existem em todos os partidos , não se iludam. Partidos da moda são alvos fáceis para adesão de políticos safados, pois o povo se ilude com música nova.
      A mídia implantou um chip na cabeças dos otários de que o PT é o único partido que tem ladrão, deixando o restante dos partidos com reputação limpa. Acordem e aprendam a ler os estatutos e diretrizes de cada partido.
      Fui. Vou estudar para ver se aprendo mais.

    • Ceará-Mundão disse:

      Existem ladrões em todas as profissões e com os partidos não seria diferente. Mas há algumas considerações a fazer, que os esquerdopatas, por cegueira, burrice ou má fé, não mencionam. Primeiro, esse levantamento não é oficial, foi realizado pelo G1, da Globo, segundo critérios próprios, sem fiscalização de ninguém e lembrando que há notório interesse dessa gente em prejudicar o governo Bolsonaro, que lhes infringiu enormes perdas financeiras. Depois, esse levantamento envolve apenas os deputados da atual legislatura, após o expurgo já realizado pelo eleitorado brasileiro nas últimas eleições. Dessa forma, não constam os incontáveis dirigentes partidários e políticos sem mandato já condenados ou em vias de sê-lo. Para exemplificar, lembro que o PT já teve todos os seus tesoureiros e presidentes condenados (menos a Gleisi, que responde a processos), além de inúmeros políticos que atualmente não detém mandato e que, portanto, não figuram nesse levantamento fajuto e tendencioso, mais uma tentativa da extrema imprensa de prejudicar o novo governo. A perseguição dessa corja é implacável.

Levantamento em dezembro aponta cidade do RN com a gasolina mais barata do Brasil: R$ 3,19 por litro

Foto: Ilustrativa

A Tribuna do Norte destaca nesta sexta-feira(11) que o município de Caiçara do Norte, distante 149 km de Natal, no litoral do Rio Grande do Norte, tem o litro de gasolina mais barato do Brasil.

De acordo com a reportagem, a cidade de cerca de seis mil habitantes cobra o valor de R$ 3.19 e ganhou destaque no levantamento feito no mês de dezembro em 20 mil estabelecimentos pela Valecard, empresa especializada em soluções de gestão de frota.

http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/munica-pio-do-rn-tem-a-gasolina-mais-barata-do-brasil/435603

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bosco disse:

    Homi! Alex! Tu moras onde? Esse posto fica em Caiçara do Norte (150 km de Natal).

  2. Alex disse:

    O mais interessante é que ninguém encontra esse bendito posto. Mas os pesquisadores sim

O tempo médio do sexo, segundo a ciência; levantamento ainda mostra que a duração do ato não muda com o uso do preservativo

Foto: (Thinkstock/)

Você provavelmente nunca colocou um cronômetro ao lado da cama para ver quanto tempo dura a sua relação sexual. Mas um estudo científico pôs 500 casais heterossexuais para fazer exatamente isso. Com base nesses dados, o levantamento pôde apontar uma média de tempo de duração do sexo, excluindo as preliminares: 5 minutos e 24 segundos.

A variação do tempo de duração da atividade dos participantes foi enorme ao longo das quatro semanas de duração desse estudo. Enquanto o casal que ficou com o menor tempo obteve 33 segundos, o que teve o maior tempo conseguiu 44 minutos – ou seja, 80 vezes mais do que o de menor resultado.

O que foi aferido no estudo foi somente o tempo entre a penetração vaginal e a ejaculação, nada além disso.

O levantamento mostrou outro dado interessante: casais que usaram camisinha não apresentaram diferença relevante no tempo médio de duração do sexo em relação aos que não a usaram. A circuncisão também não foi um fator que indicou mudança na duração do ato.

Algo que influenciou na redução do tempo da relação sexual foi a idade dos parceiros. Quanto mais velhos eles eram, menos tempo ela durou.

As nacionalidades dos casais não apresentaram importância no estudo, exceto no caso dos turcos, que tiveram a menor média: 3 minutos e 42 segundos. As pessoas que participaram do estudo eram da Holanda, da Espanha, do Reino Unido e dos Estados Unidos.

Quanto tempo é normal?

A duração considerada normal para uma relação sexual varia de acordo com o que pensamos ser normal. No final da década de 1940, o tempo médio de duração do sexo era de dois minutos para 45% dos homens, um número que pode gerar um diagnóstico de ejaculação precoce atualmente, segundo Crystal Dilworth, biomédica e divulgadora científica.

De acordo com um estudo realizado pela Universidade de New Brunswick, a duração média de uma relação sexual é de entre 5 e 10 minutos. Quando a atividade excede 20 minutos, ela é considerada indesejada pela maioria dos 152 casais participantes, que tinham idades de 21 a 77 anos.

O terapeuta sexual Barry W. McCarthy fez uma afirmação ao Esquire que corrobora com os resultados das pesquisas científicas. “Pouquíssimas pessoas têm relações sexuais em si [penetração vaginal] que durem mais do que 12 minutos”, disse McCarthy.

E a ciência mostra que se engana quem pensa que o tempo das carícias preliminares é o fator que mais importa para a mulher atingir o orgasmo. Um estudo com 2.360 mulheres tchecas, publicado em 2009 no The Journal of Sexual Medicine e realizado pelos psicólogos Petr Weiss e Stuart Brody, concluiu que a chance de um orgasmo feminino têm maior relação com o tempo de duração do ato sexual do que com as preliminares.

Exame

 

Levantamento aponta que as mulheres brasileiras são quase o dobro em comparação aos homens inscritos em site de relacionamento extraconjugal

shutterstock

Traição é um tema polêmico e tabu para muitas pessoas, mas a realidade é que as brasileiras e os brasileiros gostam de trair. Um levantamento realizado pelo site Ashley Madison , que serve única e exclusivamente para ajudar os usuários encontrarem parceiros para um relacionamento extraconjugal , aponta que o Brasil é o principal mercado internacional da rede social, logo atrás da América do Norte.

No ranking de cidades globais, três cidades brasileiras estão entre as 10 primeiras. São Paulo é a cidade com o maior número de usuários que buscam a traição em todo o mundo, com mais de 1,6 milhão de membros, seguida de Nova York e Rio de Janeiro. Além disso, Brasília, capital do país, aparece em 8º lugar.

Outro dado interessante que o levantamento aponta é a quantidade de mulheres em busca de um relacionamento extraconjugal . Diferente de outros países, o Brasil tem quase o dobro do número de mulheres em relação a homens no site, com uma proporção de 1,91 mulheres ativas para cada 1 homem ativo.

Mas o que explica esse desejo de buscar um relacionamento fora do casamento? De acordo com Ruben Buell, presidente do Ashley Madison , as mulheres estão buscando mais prazer e satisfação em seu lado romântico e, quando não estão conseguindo isso no casamento, se sentem encorajadas o suficiente para buscar em outro lugar, como um site de relacionamentos extraconjugal.

“Nós consideramos que isso é algo relacionado à afirmação feminina. A mulher está mais forte e decidida a assumir a sua própria vida, inclusive no sexo ”, comenta.

Rubel Buell ainda acrescenta que as mulheres que se inscrevem no site estão mais determinadas a trair do que os homens. Segundo ele, elas já “cruzaram a linha” e estão certas dessa decisão. Ao contrário, muitos homens entram na rede social apenas para observar e, quem sabe, trair.

Outro dado interessante é que o relacionamento extraconjugal é algo comum no mundo todo. O levantamento também aponta que mais de 100 mil pessoas se inscrevem na Ashley Madison toda semana. “Isso mostra que a natureza humana não foi construída para relações monogâmicas . Parece que é algo que as pessoas têm como conflito no mundo todo”, fala.

O perfil de quem busca a traição

No Brasil, a idade média daqueles que buscam um relacionamento extraconjugal é de 32 anos para as mulheres e 33 anos para os homens. No geral, 61% dos usuários estão no site em busca de sexo e a maioria tem filhos. Além disso, grande parte conversa com o parceiro extra cônjuge após às 22h usando seu próprio aparelho móvel.

“Nossos usuários são pessoas que viveram suas vidas e perceberam que talvez ela não seja o conto de fadas que esperavam”, fala Buell. “Eles estão vindo até nós para encontrar uma solução e se conectar com alguém com uma mentalidade similar, para que possam voltar para casa mais felizes e realizados.”

Ashley Madison/Divulgação

No caso dos usuários brasileiros, Buell ainda avalia que apesar de a população aparentar ter um comportamento bastante conservador em relação aos hábitos sexuais, quando estamos falando da intimidade por trás das portas, as pessoas podem se relevar bastante liberais ao aceitar a traição e buscar prazer fora do casamento.

IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rosa disse:

    Homens, botem os chifres de molho.

  2. escritor disse:

    Esse site teve o sigilo quebrado em um passado recente. Varias materias citavam que os perfis femininos eram falsos. fakes. Engana trouxa. Se paga para entrar no site.

Levantamento da Confederação Nacional dos Municípios aponta 16 cidades do RN com mais eleitores que habitantes

Um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) sobre o eleitorado brasileiro 2018 aponta que um total de 16 municípios potiguares têm mais eleitores cadastrados pela Justiça Eleitoral que habitantes, levando o estado a liderança do ranking no Nordeste. Para se ter uma ideia, a Paraíba, em segundo, possui 12.

De acordo com o levantamento, o caso chama maior a atenção é na cidade de Severiano Melo, que tem uma diferença de 2.999 pessoas. São 6.149 eleitores contra 3.150 habitantes.Essa é a terceira maior disparidade encontrada nos municípios brasileiros.

O município de Canaã dos Carajás, no Pará, que tem 3.857 eleitores a mais que habitantes; e Cumaru, em Pernambuco, com diferença de 3.396, são os campeões

Veja outros municípios que têm mais eleitores que moradores:

Lagoa Salgada

Felipe Guerra

Olho D’Água do Borges

Tibau

Barcelona

Paraú

Ruy Barbosa

Pedra Grande

Triunfo Potiguar

Rafael Godeiro

Severiano Melo

São Bento do Norte

Lagoa de Velhos

Pedra Preta

Bodó

Monte das Gameleiras.

 

Natal possui o menor valor da cesta básica, aponta Dieese

ext-cestaO custo da cesta básica aumentou em fevereiro em 13 capitais do Brasil e diminuiu em 14, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Os menores valores foram observados em Natal (R$ 331,79), Salvador (R$ 337,84), Maceió (R$ 347,38) e Rio Branco (R$ 349,22).

As maiores altas foram registradas em Macapá (8,93%), Belém (8,64%) e Manaus (7,92%). As quedas mais significativas ocorreram em Vitória (-8,45%), Palmas (-7,80%) e Campo Grande (-6%). De acordo com os dados, São Paulo foi a capital onde o preço da cesta básica ficou mais alto (R$ 443,40). Em seguida, vêm Brasília (R$ 438,69), Manaus (R$ 437,86) e Florianópolis (R$ 430,69).

Segundo o Dieese, com base no total apurado para a cesta mais cara, o salário mínimo necessário para suprir as despesas de uma família com quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.725,01, 4,23 vezes maior do que o valor atual de R$ 880.

Em fevereiro, a maioria dos preços dos produtos da cesta aumentou. Todas as capitais registraram alta no óleo de soja, com variações oscilando entre 1,54%, em Manaus, e 16,76%, em Macapá.

O feijão-carioquinha teve aumento de preço em 26 cidades, com elevações entre 2,73%, em Campo Grande, e 22,77%, em Aracaju. A única capital onde houve queda foi Belo Horizonte (-3,57%).

O leite teve o preço elevado 25 capitais, com destaque para Aracaju (12,70%), Manaus (2,54%), Florianópolis (2,25%), Porto Velho (2,02%) e Palmas (1,89%). O açúcar aumentou em 25 capitais, sendo as altas mais expressivas em Florianópolis (17,31%), Natal (11,46%),Maceió (10,61%), João Pessoa (10,12%) e Boa Vista (10,04%).

A farinha de mandioca pesquisada no Norte e Nordeste ficou mais cara em 14 cidades e mais barata em Aracaju (-4,22%). As maiores altas foram verificadas em Belém (21,18%), Macapá (18,97%) e Manaus (16,89%).

Brasileiros estão casando mais tarde, mostra levantamento do IBGE

Os brasileiros estão indo cada vez mais tarde para o altar. A idade média dos solteiros na data do casamento, que era 26 anos para os homens, em 2002, subiu para 28 anos, em 2012. As mulheres, no mesmo período, a idade média no dia de núpcias subiu de 23 para 25 anos.

O dado faz parte do levantamento Estatísticas do Registro Civil, divulgado hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, 29% das mulheres estão dizendo “sim” entre 25 e 29 anos de idade. Outros 20% das noivas têm de 30 a 34 anos. Mesmo para aquelas mais maduras, entre 35 e 39 anos, o matrimônio continua uma realidade concreta, representando 12,2% do total.

Se para elas a subida ao altar vai se tornando uma experiência cada vez mais tardia, para eles a idade aumenta ainda mais. Segundo o IBGE, 31,3% dos noivos têm entre 25 e 29 anos de idade e 24,6% trocam alianças entre 30 e 34 anos. Já os quarentões (de 40 a 49 anos) correspondem a 18,2% dos casados. Os números são referentes ao ano de 2012 e mostram forte tendência ao casamento tardio. Na faixa dos quarenta, em 2002, o número de casamentos era de 9,1%.

Outra informação apontada no levantamento mostra que é crescente em todas as regiões do país a proporção de casamentos em que as mulheres são mais velhas. Em 2002, esses casos eram 20,7% do total e passaram para 24% em 2012. Ou seja, em quase um quarto dos casamentos, as mulheres são mais velhas que os homens.

Agência Brasil

Levantamento mostra que um em cada cinco adolescentes interrompe tratamento da aids

Um levantamento feito pelo Instituto de Infectologia Emílio Ribas, referência no tratamento de HIV/aids, mostrou que um em cada cinco dos adolescentes com aids acompanhados pelo hospital abandonou o tratamento no ano passado. Foram avaliados 581 adolescentes, de 12 a 17 anos, dos quais 131 estão há pelo menos seis meses sem ir ao médico ou sem voltar ao consultório para nova avaliação. Dos jovens avaliados, 71 são do sexo masculino e 60, do feminino. A maioria foi infectada pela mãe durante o parto (transmissão vertical).

De acordo com o infectologista Jean Gorinchteyn, do Emílio Ribas, durante o período de observação, os jovens em tratamento deveriam ter comparecido a pelo menos duas consultas, nas quais sua saúde seria avaliada e o receituário fornecido, para que os medicamentos fossem retirados gratuitamente na própria farmácia do instituto.

“As avaliações clínicas devem ser feitas a cada três meses. Se ele não vem para a consulta, não recebe a receita e não retira o remédio> Portanto, está interrompendo o tratamento. Normalmente, são administradas de três a cinco drogas antirretrovirais, algumas combinadas, mas este número pode ser reduzido a um comprimido só, favorecendo muito a adesão”, explicou o médico.

Gorinchteyn ressaltou que, uma vez iniciado o tratamento, ele jamais pode ser interrompido, e os horários têm de ser seguidos com rigor. Segundo ele, a interrupção do tratamento pode tornar o vírus resistente à medicação, ou seja, “o vírus deixa de ser sensível ao remédio e o organismo não responde ao tratamento”.

O infectologista informou que o Emílio Ribas tem uma estratégia para buscar os pacientes, caso deixem de comparecer aos retornos médicos. A convocação é sempre direta, por telefone ou por telegrama. É preciso avaliar que, apesar de serem menores de idade, que teoricamente teriam um adulto responsável por eles, a maioria desses adolescentes contraiu o HIV por transmissão vertical, na gestação da mãe contaminada.

“Isso quer dizer que muitas das mães estão doentes, ou já não estão mais vivas para cuidar dessas crianças. São jovens que podem estar sob cuidados de tutores ou responsáveis que, eventualmente, desconhecem o não comparecimento deles ao ambulatório. Muitas vezes, quando esses responsáveis foram questionados disseram acreditar que as crianças iam às consultas.”

Para Gorinchteyn, a interrupção do tratamento pode ocorrer pelo fato de jovens dessa faixa etária terem dificuldade para encarar uma doença que precisa de acompanhamento constante e que já é tratada desde o nascimento. “Eles também recebem uma carga de preconceito, por estarem contaminados, mas sem ter a real culpa por isso. Assim, cria-se a dificuldade de aceitação da doença e das dificuldades de inserção social”, ressaltou o médico.

Assim, os jovens acabam abandonando o tratamento, como se isso pudesse negar a existência da aids, lamentou o médico. No entanto, disse ele, identificar esse tipo de abandono do jovem pelo cuidador não quer dizer exatamente que tenha havido negligência, mas que existe dificuldade do jovem com relação à doença e à necessidade de um tratamento regular, com regras e restrições, o que pode ser difícil para uma pessoa dessa faixa etária. Gorinchteyn destacou que nenhuma consulta é feita sem a presença de um maior de idade.

“O que queremos saber agora é quanto dessa não adesão deve-se à falta de responsabilidade do tutor e quanto se deve à falta de disponibilidade do próprio paciente. Temos de ter essa parceria muito mais clara com o responsável, que não pode se submeter ao desejo do paciente, que, muitas vezes, encontra desculpas para não comparecer às consultas”, acrescentou o médico. Para ele, é preciso “afinar o comportamento do cuidador” quanto a essa pressão do paciente.

De acordo com o infectologista destacou que é preciso acolher psicologicamente essas crianças e adolescentes e não se deixar levar pelas desculpas da criança e levar em conta que sendo tutor é preciso assumir a responsabilidade do tratamento do menor de idade. Gorinchteyn chamou a atenção ainda para o fato de que uma vez que o jovem não tem a preocupação em fazer o tratamento corretamente nada garante que ele vá ter relações sexuais com proteção, podendo então transmitir o vírus.

Agência Brasil