ANVISA aprovou a autorização de registro de medicamentos à base de Cannabis. O cultivo p/ fins medicinais foi arquivado após 2 diretores seguirem o voto do Diretor Antonio Barra. Resultado garantirá melhor acesso dos pacientes ao tratamento, mesmo com a não aprovação do cultivo.
O presidente Jair Bolsonaro elogiou a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que aprovou ontem (3) o regulamento para a fabricação, importação e comercialização de medicamentos derivados da Cannabis. A medida vetou, no entanto, autorização para cultivo da planta no país, que seguirá proibido.
“Anvisa aprovou a autorização de registro de medicamentos à base de Cannabis. O cultivo para fins medicinais foi arquivado após dois diretores seguirem o voto do Diretor Antonio Barra. Resultado garantirá melhor acesso dos pacientes ao tratamento, mesmo com a não aprovação do cultivo”, afirmou o presidente, em um publicação no Twitter, postada ma manhã desta quarta-feira (4).
Segundo a decisão, tomada pela diretoria colegiada da agência reguladora, o medicamento só poderá ser comprado mediante prescrição médica. A comercialização ocorrerá exclusivamente em farmácias e drogarias sem manipulação. Conforme nota da Anvisa, “os folhetos informativos dos produtos à base de Cannabis deverão conter frases de advertência, tais como ‘O uso deste produto pode causar dependência física ou psíquica’ ou ‘Este produto é de uso individual, é proibido passá-lo para outra pessoa’”.
Ver Jesus no oio da goiabeira, tomando uma mamadeira de piroca, agora vai ser moleza.
A Terra Plana avança.
Um Suco de Laranja pra comemorar não vai mal.
Jair Bolsonaro assinou hoje um decreto que preserva a identidade e garante o sigilo de dados de quem fizer denúncias de irregularidades na administração pública.
Atualmente, as informações sobre a identidade de denunciantes podem ser compartilhadas dentro do governo, segundo o ministro da CGU, Wagner Rosário.
“Então, praticamente somente o órgão que recebeu a informação vai manter o controle dessa informação. Com isso, a gente vai manter a identidade desse denunciante preservada, fortalecendo os mecanismos de denúncia e participação social no controle do gasto público”, explicou Rosário.
Parece que a cultura do estudar para passar em concurso e dormir em berço esplêndido, tá acabando, vai ter que ser empreendedor ou especialista em algo, se não vai ter que comer ovo mesmo.
Realmente ELE vai melhorar, vai fuder o contribuinte com IMPOSTOS DE RENDA, a proposta mais imbecil e faz mais de seis anos que ñ é corrigido o IMPOSTO.
O homem que ia mudar o Brasil da água pro vinho, mudou da carne pro ovo.
Por enquanto e dacarne pro ovo depois vai ser só feijão mesmo e quem tiver disposição pra plantar e tiver um bom inverno kkkk e melhor Jair se acostumando e o homem e enviado de deus e se não fosse .
João Luiz Woerdenbag Filho é o que se pode chamar de metamorfose ambulante. Conhecido pelo grande público como Lobão, o músico carioca apoiou o ex-presidente Lula em 1989. Sofreu represália da Globo por gritado e exibido o nome do petista, durante participação no Domingão do Faustão, no dia da eleição contra Fernando Collor. Posou para fotos com a camiseta do Movimento dos Sem-Terra (MST). Converteu-se em crítico contumaz dos governos petistas de Lula e Dilma. Assumiu protagonismo na cena política conservadora, seja em entrevistas, seja na publicação de livros, seja no papel de influenciador nas redes sociais. Em 2018, apoiou explicitamente a eleição de Jair Bolsonaro.
Menos de um ano após a posse de Bolsonaro, quem acompanha o Twitter e o canal de Lobão no YouTube já sabe que a posição do cantor em relação ao presidente já mudou radicalmente. Geralmente escritas em caixa-alta, as publicações do cantor e compositor contra o governo têm assumido cada vez mais tom ácido, como costumam ser suas opiniões. Para ele, Lula e Bolsonaro são dois “salafrários”.
É esse o tom da entrevista que você verá a seguir, concedida por Lobão ao Congresso em Foco no último sábado, horas antes de um show em Brasília.
A mudança de opinião sobre Bolsonaro lhe rendeu a pecha de “traíra” por parte dos apoiadores do presidente. Resultou na inclusão da inusitada de seu nome na “lista de comunistas” que circula na internet, junto com a ex-líder do governo Joice Hasselmann (PSL-SP), a apresentadora de TV Rachel Sheherazade e a revista The Economist, um dos símbolos do liberalismo econômico mundial.
Lobão afirma que não se arrepende de ter votado no militar, já que a permanência do PT na Presidência por mais quatro anos, sem alternância de poder, seria ainda pior, na sua opinião. “Eu lutei 13 anos contra o PT, eu acho que o principal mal seria uma eleição do PT sem alternância de poder desde 2002, 2003, então, você ter o [Fernando] Haddad depois de tudo que passou é absolutamente inviável”, explica.
Apesar disso, o músico é pura crítica ao atual governo. Para ele, o ministro da Economia, Paulo Guedes, a quem já teceu elogios, é um “aventureiro” e faz uma gestão “desastrosa”. O ministro da Justiça, Sergio Moro, virou uma “marionete”. Os militares, que seriam mais esclarecidos, estão submissos ao presidente.
Lobão é ainda mais incisivo na crítica a Bolsonaro. Na conversa que teve com o Congresso em Foco, o cantor defendeu que o militar é “tosco”, representa um “mal explícito” e seu governo tem como único ponto positivo causar um “asco imediato a um segmento mais esclarecido da sociedade que pode ser justamente o gatilho para que não haja uma tolerância para esse mal explícito”.
Para ele, não há justificativa para manter o presidente no poder, e ele deve ser removido por vias democráticas o quanto antes. “É um cancro para a nação ter essa família do Bolsonaro, que é um salafrário, é uma pessoa que prega moralidade sendo uma pessoa obscena, que de honestidade não tem nada, e o Brasil precisa se livrar dessas pessoas o quanto antes, dentro das vias democráticas”, afirma.
Mesmo com esse pensamento, Lobão acredita que a mudança de presidente traria novos complicadores para o Brasil, já que o problema maior, na avaliação dele, está na cultura brasileira. “Os representantes são legítimos, são exatamente o que nós somos. Tem que se enxergar e dizer ‘olha, isso somos nós’. Assim como uma pessoa que tá gorda e precisa emagrecer, o brasileiro precisa dizer: ‘olha, eu sou uma merda, preciso deixar de ser uma merda'”, comenta.
A aproximação que os brasileiros tiveram com a política nos últimos anos não os tornou mais esclarecidos sobre o tema, acredita Lobão. “O brasileiro não está mais amadurecido porque fala sobre política, o brasileiro tem agora uma maneira de tratar política como se tratava do futebol e da telenovela, então não é uma mudança de qualidade de caráter, você tá adicionando novos hábitos de novas fofocas”, explica.
Confira a entrevista completa AQUI EM TEXTO NA ÍNTEGRA, na qual o cantor fala ainda sobre a gestão cultural do governo Bolsonaro, a volta de Lula para o xadrez político, a candidatura de um político de centro e da “saudade” do ex-presidente Michel Temer, classificado por ele como, ao menos, um político discreto.
Legítimo iconoclasta da politicalha tupiniquim, Lobão está absolutamente certo. Contrariando o populismo barato (perdão, caro até demais para o pobre estado silvícola de Poti) de Câmara Cascudo, ele reconhece afinal o óbvio ululante, aquele que ninguém quer ver: que o pior do Brasil é o brasileiro, esse eterno e irresponsável eleitor-freguês. Quanto mais louco, mais lúcido Lobão se revela.
Lobão é um doidinho. Choram as viúvas do mito! Esse boy de 18 anos metaleiro, e conservador! Ta errado isso aí! Estranho! Não se fazem mais metaleiros como antigamente
Lobão tá certo! Lula e Bolsonaro são dois monte de BOSTAS. Lula, a meu ver, seria Bosta de Gato, pois é mutio fétida e cria microrganismos na pele de quem encosta nela e, Bolsonaro, Bosta de Gente, a pior Bosta que existe kkkkkkkkk.
-sou metaleiro,curto metal,sou nacionalista e conservador,apesar de eu ser jovem tenho 18 anos, estou terminando o ensino médio,VOTEI CABO A RABO NA DIREITA ( DEP.FED GIRÃO,DEP. EST CAPITÃO GODIN,SEN.MAGNÓLIA E BISPO LEVI,GOVERNADOR BRENNO E BOLSONARO PRESIDENTE),não me arrependi um tíl,proximo ano aqui em natal voto na direita novamente,não sou um dos jovens maria vai com as outras,não vou na onda de professores comunistas, jamais vou ser um jovem que pensa o que a mídia coloca na cabeça da maioria que vai um pelo outro!
– a tv deveria expor mais músicas de qualidade,no brasil não so existe o FUNK PUTARIA, no brasil a muitas bandas novas de rock,pagode,samba mais so coloca funk e sertanejo xorôrô, aqui mesmo no brasil o funk hoje as letras é pedofília pura,hoje muitos jovens estão perdendo a juventude para a prática da pedofilia e da cultura pornografica de rua,SE A TV PASSAR A EXIBIR MPB/ROCK/SAMBA E MÚSICA CLÁSSICA,teriamos um jovem mais voltado a família a cultura o desenvolvimento da leitura e da religião.
-mais cultura menos putaria eu penso nisso! ,eu torço que bolsonaro fizesse uma lei para a programação na tv voltasse mais para a cultura e a família não o qye vemos hoje apenas putaria a anti família!
Garoto, continue estudando e releia o que você escreveu, tá bem mal-arranjado.
Esse DÉBIL MENTAL muda de postura como o vento, no ostracismo, holofotes, palanque, é a sua ânsia, ok é um direito dele, agora querer influenciar com a sua múltipla personalidade e declarações repletas de paranoia e desrespeito já não lhe é… lobão estagnou no anos 80 numa "viagem" da qual não retornou! Lamentável.
Mudar de postura quem muda são o candidatos, eles se apresentam com uma postura, e quando são eleitos e assumem o mandatos, traem os que votaram neles. Logo, quem tem o mínimo de inteligência e percebe essa falta de caráter do então escolhido, jamais aprova seus deslizes. Idiotas são os que vivem de paixão por a ou b, paixão só pelos pais, porquê ser massacrado e ainda apoiar os que promovem esse massacre, é não ter discernimento, ou seja, um tolo desnaturado.
Nobre "Fernando", pelo que li, me pareceu que vosmecê entendeu que tomei partido, se me mostrar a linha onde defendo "A" ou "B" te dou um confeito xaxá… apenas comentei sobre a postura desse IDIOTA. Um efusivo abraço.
Racionalidade, o que falta a muitos idiotas que se autoproclamam intelectuais e são aclamados pela massa e crítica. Defender um louco ladrão e um ladrão descarado e recorrente é não ter um mínimo perspicácia, um acéfalo!
É verdade, é um tremendo canalha e fez uma proposta a respeito do IMPOSTO DE RENDA que aumentaria para 5 (cinco)salários mínimos e agora está mudando o discurso, veja que representante esse país tem. Desde do segundo mandato do EX-PRESIDENTE Lula, ñ é reajustado a ALÍQUOTA do imposto de renda, que hoje , talvez chegaria uns R$ 6.000 00 e agora vem com papo de R$ 2.000,00 se hoje paga quase esse valor. O que melhor seria para nosso país é renúncia mais breve possível.
O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta segunda-feira(2), não ver como retaliação ao Brasil a decisão do governo dos Estados Unidos de aumentar as tarifas para importação de aço e alumínio brasileiros. Segundo o presidente dos EUA, Donald Trump, Brasil e Argentina estariam forçando uma desvalorização de suas moedas, o que tem prejudicado os agricultores daquele país.
“Não vejo isso como retaliação”, disse Bolsonaro em entrevista à Rádio Itatiaia na manhã desta segunda-feira (2). Na avaliação do presidente, a correlação não procede porque a desvalorização das moedas locais são em consequência de fatores externos. “O mundo está conectado. A própria briga comercial entre Estados Unidos e China influenciam o dólar aqui, assim como coisas que acontecem no Chile, nas eleições na Argentina e no Uruguai. Tudo está conectado”, argumentou o presidente.
Bolsonaro disse que o assunto será conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, ainda hoje. “Se for o caso, vou ligar para o Trump. A economia deles é dezenas de vezes maior do que a nossa”, disse.
A retomada das tarifas foi anunciada pelo presidente dos Estados Unidos (EUA) em sua conta no Twitter. Segundo ele, “Brasil e Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas, o que não é bom para os agricultores norte-americanos. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todos os aços e alumínio enviados para os EUA a partir desses países”, disse Trump na rede social.
“As reservas também devem agir para que os países, dos quais existem muitos, não aproveitem mais nosso dólar forte, desvalorizando ainda mais suas moedas. Isso torna muito difícil para nossos fabricantes e agricultores exportar seus produtos de maneira justa”, acrescentou o presidente norte-americano.
Reformas
Bolsonaro reiterou que as reformas política e tributária terão seu formato final decidido no Congresso Nacional, e não pelo Executivo. “O povo pede muito uma reforma política. Não tenho poder para isso. Ela vai de acordo com o entendimento dos parlamentares”, disse, acrescentando que “uma simplificação tributária é muito bem-vinda. Não adianta mandar para lá [Congresso Nacional] o que é ideal, mas o que é possível de ser aprovado. Se os governos anteriores tivessem desburocratizado, desregulamentado e simplificado muita coisa, o Brasil estaria muito melhor do que está no momento”.
Imposto de renda
Bolsonaro comentou também da limitação que tem para cumprir sua promessa de campanha, de aumentar para R$ 5 mil a faixa de isenção para imposto de renda pessoa física. Segundo ele, esse é um exemplo das “diferenças entre o que queria fazer e o do que pode ser feito”.
“Gostaria de entregar meu governo tornando isento quem ganha até R$ 5 mil por mês. Estamos trabalhando para, este ano, chegarmos a R$ 2 mil. Espero cumprir [a promessa de] R$ 5mil até o final do mandato”.
Nas conversas com a equipe econômica, Bolsonaro disse que tem argumentado que o aumento da margem se justifica pelo fato de que quase todo imposto acaba retornando ao contribuinte, quando esse faz sua declaração. Portanto, segundo o presidente, esse aumento na margem acabaria por “poupar trabalho” para a própria Receita Federal.
“Tem reação por parte da equipe econômica ou da Receita, quando digo isso? Tem. Em parte forço um pouco a barra, mas não vou constranger a equipe econômica nem a Receita Federal. Acredito que meus argumentos sejam ouvidos por eles, apesar de eu não entender de economia”, completou.
Juros
Mais cedo, ao participar do evento onde a Caixa Econômica Federal apresentou as ações realizadas pelo banco em prol das pessoas com deficiência, Bolsonaro disse que a atuação do banco, no sentido de baixar juros, está influenciando positivamente os bancos privados a fazerem o mesmo.
“A Caixa, sem qualquer interferência por parte do presidente da República, está obrigando outros bancos a seguirem seu exemplo de administração, sob o risco de perder mais do que clientes, lucro. Ao tomar a decisão de diminuir taxas, ela ganha cada vez mais clientes, além de diminuir a inadimplência e, obviamente, aumentar o lucro”.
A Polícia Federal investiga se um homem detido no fim de semana, em Três Corações (MG), planejava atacar o presidente Jair Bolsonaro durante evento de formatura de sargentos do Exército.
Venicio Souza Rodrigues Ferreira postou nas redes sociais vídeo dizendo que estava bolando um plano para “acertar ele”, em referência a Bolsonaro.
Ferreira foi identificado por agentes de inteligência, detido e depois liberado. Ontem, a PF cumpriu mandado de busca em sua casa, apreendendo celulares, computadores e mídias.
Um jovem de 25 anos foi preso em Três Corações, cidade do Sul de Minas Gerais que fica a 287 km de Belo Horizonte, suspeito de planejar um ataque ao presidente Jair Bolsonaro. A prisão aconteceu na sexta-feira (29 de novembro), na mesma data em que o chefe de Governo participou da formatura de militares em uma unidade do Exército na cidade.
De acordo com a PM (Polícia Militar), o suspeito foi preso após publicar fotos e vídeos em uma rede social que “comprometiam a segurança nacional e ameaçava, ainda, com efeito, frustrar a solenidade”.
Em uma das fotos, o jovem aparece dentro do quartel do Exército e coloca a seguinte frase: “inicia-se aqui a sequência de histórias onde estou infiltrado na toca do lobo, melhor dizendo, Exército brasileiro”. Em outra gravação, o homem aparece lixando uma escova de dentes e coloca os dizeres: “preparando minha faca para o Bolsonaro e aqui era a regra da rua'”.
Após ser preso, P. V. S. R. F. D. disse à polícia que estava na unidade do Exército porque trabalha eventualmente na empresa que presta serviços de limpeza para o quartel. Segundo o boletim de ocorrência, o jovem confirmou as postagens, mas alegou que seriam “ironias”, já que não tem o mesmo posicionamento político do presidente Bolsonaro. O detido ainda destacou que não faz parte de nenhuma entidade de classe ou grupo político.
O suspeito foi levado para a Superintendência da Polícia Federal na cidade vizinha, Varginha. Segundo a corporação, também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e uma medida cautelar substitutiva de prisão sobre o assunto. A investigação, que analisa crime contra segurança nacional, segue em segredo de Justiça.
Procurada, a assessoria do Exército Brasileiro disse que não vai comentar o caso e afirmou que o pronunciamento oficial deverá partir da Presidência da República. O R7 fez contato com a GSI (Gerência de Segurança Institucional) da Presidência, mas aguarda retorno.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (2) que, se necessário, conversará com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a respeito do restauração de tarifas sobre a importação, pelos EUA, de aço e alumínio de Brasil e Argentina.
Nesta segunda, Trump afirmou, em uma rede social, que a desvalorização das moedas de Brasil e Argentina prejudicam agricultores norte-americanos. Por isso, vai restaurar as tarifas de importação sobre o aço e o alumínio dos dois países.
“Brasil e Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas. O que não é bom para nossos agricultores”, escreveu Donald Trump. “Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todo o aço e alumínio enviados para os EUA a partir desses países”.
Na sexta-feira, o dólar fechou a R$ 4,2397, em alta de 0,57%, acumulando valorização de 5,73% no mês de novembro. No ano, tem alta de 9,43% frente ao real.
De acordo com o presidente dos EUA, “o Federal Reserve [banco central dos EUA] deveria agir da mesma forma, para que países, que são muitos, não se aproveitem mais do nosso dólar forte, desvalorizando ainda mais suas moedas”. Segundo ele, “isso torna muito difícil para nossos fabricantes e agricultores exportarem seus produtos de maneira justa”.
Após a manifestação de Trump, Bolsonaro foi questionado sobre o tema ao sair do Palácio da Alvorada, onde costuma conversar com apoiadores e jornalistas.
O presidente informou que conversará com o ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre as tarifas norte-americanas. Bolsonaro disse ter um “canal aberto” com Trump, que poderá ser usado nesse caso.
“Vou falar com o Guedes hoje. Alumínio? Vou falar com o Paulo Guedes agora. Vou conversar com o Paulo Guedes. Se for o caso, ligo para o Trump. Eu tenho um canal aberto com ele”, disse.
Indagado se é possível reverter o anúncio de Trump, Bolsonaro insistiu que falará primeiro com Guedes.
“Converso com o Paulo Guedes e depois dou uma resposta, para não ter que recuar”, afirmou.
Trump utilizou a sobretaxa do aço na guerra comercial travada pelos Estados Unidos com a China. O governo norte-americano impôs uma regra geral e, aos poucos, renegocia com cada país.
Em março de 2018, Trump impôs tarifa de 25% às importações de aço e de 10% às de alumínio alegando questões de segurança nacional. A decisão desencadeou uma série de retaliações pelo mundo e adoção de salvaguardas por outros países e blocos.
Na ocasião, a indústria brasileira classificou a sobretaxa à importação de aço e alumínio como medida “injustificada e ilegal” e com potencial de provocar “dano significativo” para as siderúrgicas instaladas no Brasil, uma vez que o país é o segundo maior fornecedor de ferro e aço dos Estados Unidos.
Em agosto de 2018, Trump anunciou um alívio nas cotas de importação de aço e alumínio que excedam as cotas livres de sobretaxas. A decisão de flexibilizar a tarifa atingiu as cotas de aço da Coreia do Sul, Brasil e Argentina e do alumínio da Argentina.
Desde então, caso comprovem falta de matéria-prima no mercado interno, as empresas norte-americanas que comprarem aço do Brasil deixaram de pagar 25% a mais sobre o preço original.
Articulador político do Palácio do Planalto, o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, avaliou que uma dobradinha entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, seria imbatível na disputa de 2022. “Eu falei para o presidente que, se hoje ele fosse tentar a reeleição, com Moro de vice, ganhava no primeiro turno, disparado”, afirmou Ramos ao Estado, sem mencionar o atual vice, Hamilton Mourão.
O general disse, porém, que Bolsonaro não enxerga essa possibilidade. “Ele não vê nada disso.” Ex-juiz da Lava Jato, Moro enfrenta resistências para emplacar o pacote anticrime no Congresso e é alvo de questionamentos, mas ainda mantém a popularidade e foi aplaudido de pé, anteontem, em show do cantor Roberto Carlos, em Curitiba.
O governo prepara uma reforma ministerial?
O presidente ficou um pouco contrariado com notícias que saíram sobre isso. Ele brincou comigo: “Ramos, eu vi logo que era fake news porque seu nome não estava lá (entre as possíveis mudanças)”.
Mas, nos últimos dias, muitos pediram, por exemplo, a cabeça do ministro da Educação, Abraham Weintraub.
Quando acontece isso, aí é que ele não tira. Se o presidente tiver interesse em mudar, (será) no ano que vem… Agora é chance zero de isso ocorrer.
O “ano que vem” já está aí…
Eu digo março, abril.
Mas o ministro Weintraub não exagera nas redes sociais?
Sim, mas… Até o general Fernando (Fernando Azevedo, ministro da Defesa) ficou chateado com aquela postagem do Dia da República, que ele botou o Deodoro da Fonseca ao lado do presidente Lula (no Twitter, Weintraub chamou a Proclamação da República de “o primeiro golpe de Estado no Brasil”). Agora, ele tem de responder pelo que fala. Eu não posso falar nada. Tenho 72 mil seguidores, mas não ligo para esse bichinho aqui (aponta para o celular). Você tem de tomar cuidado com o que escreve e posta, porque pode cometer um erro grosseiro, ofender pessoas.
Essa situação preocupa?
Esquece o Weintraub. Estamos vivendo, graças a Deus (bate na mesa três vezes), um momento feliz, de muita serenidade nas mídias sociais.
Sem o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) nas redes…
Vocês é que falaram, não fui eu. Não estou dizendo que o Carlos está fora, nada disso.
É uma coincidência?
Eu não sei.
O governo adiou o envio da proposta de reforma administrativa ao Congresso por medo de protestos de rua?
Não. O Paulo Guedes (ministro da Economia) ficou chateado, mas o presidente achou que este projeto agora ia dar ruído. Havia coisas que iam bater no Judiciário e ficaram algumas pontas soltas. A reforma será apresentada com melhoramentos.
Por que o pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro, não avançou no Congresso?
Eu acho que não correspondeu ao clamor da sociedade. Mas o ministro Moro tem razão. Eu, por exemplo, tive um sobrinho de 31 anos assassinado numa saidinha de banco, no Rio. Agora teve um sargento assassinado porque o bandido queria o celular.
O ministro Moro poderá ser vice numa chapa liderada pelo presidente Bolsonaro, em 2022?
Eu falei para o presidente que, se hoje ele fosse tentar a reeleição, com Moro de vice, ganhava no primeiro turno, disparado. Mas o presidente não vê isso como uma possibilidade. Mas não vê porque não vê nada disso (risos). Seria importante ele ter, sim, um novo mandato para arrumar a casa. Sinceramente, em quatro anos não dá para consertar tudo.
O ex-presidente Lula ainda pode ser o principal adversário de Bolsonaro, caso volte a ficar elegível?
Ué, mas ele não foi condenado de novo? Pergunta difícil, mas eu acho que não. Lula saiu com muito ódio (da prisão). Passou do ponto.
O que o sr. acha de propostas que tramitam no Congresso para retomar a prisão após condenação em segunda instância?
Sou da opinião do ministro Moro: é necessário retomar a segunda instância para a segurança pública e a jurídica. Temos o sentimento de impunidade pela quantidade de recursos que existem. Esquece o presidente Lula. Vamos falar de traficantes, assassinos… Olha o tanto de gente que foi solta.
O Supremo Tribunal errou?
Não. Só que tomou uma decisão, em 2018, de manter a segunda instância e, um ano depois, mudou. Quem é que mudou o voto ali? Rosa Weber. O que houve? Pressão? Não sei.
O presidente corre o risco de não conseguir aprovar no Tribunal Superior Eleitoral a Aliança pelo Brasil a tempo de o novo partido disputar as eleições municipais. Isso não pode prejudicar o projeto de reeleição?
É muito cedo para traçar qualquer quadro. O partido pode não concorrer (em 2020), mas isso não quer dizer que o presidente não possa ter candidato na eleição nem que esse nome não possa mudar para a Aliança depois. Não façam uma leitura equivocada de um craque na política. Prefeito pode mudar de partido.
E quem ele vai apoiar em São Paulo?
Só acho que não vai apoiar a Joice Hasselmann (deputada do PSL e ex-líder do governo no Congresso), pelo que houve. É dedução minha, porque em política acontece muita coisa.
Em recente reunião, deputados do Centrão ameaçaram travar votações, caso o governo não pagasse emendas nem liberasse cargos. Como resolver isso?
Já resolvemos, graças a Deus. Confesso que, no dia dessa reunião, havia um déficit e não sabíamos como resolver. Diziam assim: “O senhor não pode ir lá. Vai enfrentar os leões do Centrão?”. Eu respondi: “Qual é o problema? Participei de negociação no Haiti, Copa, Olimpíada, pancadaria. Ninguém vai bater em mim”. Logo depois, o presidente determinou que o Paulo Guedes desse uma solução, com R$ 2 bilhões para a Câmara e R$ 400 milhões para o Senado. Até o fim do mês, cada parlamentar receberá os seus R$ 20 milhões em emendas para sua base eleitoral.
E isso não é toma lá, dá cá?
Espera aí. No início do governo foi dito que, para esse ano, teríamos a reforma da Previdência e outras pautas. Então, houve esse acordo. O deputado do Paraná, por exemplo, foi eleito por causa de municípios, que exigem dele recursos para hospitais, colégios, etc. Se no passado isso permitia desvio, é outra coisa. Nós exigimos projeto. Agora, só vão votar se der o dinheiro? Eu acho que não. Na MP 890 (que instituiu o programa Médicos pelo Brasil) houve mesmo um pouco de pressão. Faz parte. A democracia é assim.
Mas há fogo amigo na relação entre o sr. e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, por causa da articulação política.
Não existe fogo amigo entre mim e Onyx. Esquece. Eu gosto muito do Onyx e estou dando continuidade ao excepcional trabalho realizado por ele. Peguei um trem em movimento. Não sei quem é que faz a intriga, mas o meu setor não é.
O governo vai agora apoiar a abertura de cassinos no País?
O presidente disse que tem de debater a ideia com a sociedade, com os evangélicos. Uma coisa é abrir um cassino em Brasília, que não faz sentido. Outra é na Amazônia, em uma área que precisa se desenvolver, como foi feito em Atlantic City ou Las Vegas (EUA). Mas é preciso ver os efeitos colaterais, as possíveis associações com drogas, contravenções.
Foi publicada nesta quarta-feira, dia 27 de novembro, no Diário Oficial da União (DOU), a Medida Provisória nº 907, de 2019, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro que, entre outros pontos, isenta os hotéis do pagamento de direitos autorais por músicas executadas nos quartos dos estabelecimentos.
A cobrança da taxa do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) nas músicas executadas em quartos de hotéis é questionada pela hotelaria desde o início, em 1975, quando foi instituída. O Ecad disse que a arrecadação afetada pela MP pode chegar a R$ 110 milhões. Entretanto, a cobrança e distribuição de direitos autorais em espaços públicos, incluindo de hotéis e navios, continua valendo.
José Odécio, presidente da ABIH-RN ressaltou a importância dessa medida, “essa mudança foi um ato bastante positivo, pois a cobrança não fazia sentido, levando em conta que esses locais são considerados espaços privados dos hóspedes e, ademais, o que existe nos quartos são Tv’s a cabo, já pagas pelo estabelecimento, ou seja, o Hotel já paga pelo que é eventualmente exibido nos quartos. Trata-se, portanto, de medida justa, equilibrada e que faz cessar um abuso que vinha sendo praticado há anos pelo ECAD. Essa MP é fruto de muito trabalho das ABIH’s estaduais, junto com a ABIH Nacional, liderada pelo nosso presidente, Manoel Linhares, incasável batalhador que junto ao Governo Federal vem insistindo e mostrado o quanto o setor vinha sendo prejudicado. Trata-se, portanto, de uma medida que beneficia não apenas o setor hoteleiro, mas a economia turística do país em geral. A MP também torna a Embratur numa agência de promoção turística internacional, desburocratizando as ações de promoção turística, cujas mudanças promovidas pelo Governo Federal estão colocando o Brasil no mesmo patamar competitivo de outros destinos mundiais.”
Segundo Manoel Linhares, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – ABIH Nacional, o texto final da MP foi concluído após intenso trabalho junto aos parlamentares e autoridades do governo. “Hoje é um dia histórico para o turismo brasileiro. Estamos vendo duas das principais reivindicações do setor serem atendidas pelo presidente Jair Bolsonaro, o que evidencia a prioridade com que o governo federal vem tratando as questões relacionadas ao setor de turismo no país. A medida também comprova a força de atuação da parceria da iniciativa privada com o poder público, e as atuações exemplares do Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio e pelo presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, que vem se dedicando e investido cada vez mais para desburocratizar os setores de turismo e hotelaria brasileiros”, declarou o presidente da ABIH Nacional.
Além disso, a MP também muda a forma de atuação da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), transformando-a em uma agência de divulgação, o que permite uma maior capacidade de investimentos na promoção do país no exterior e abrirá as portas para novas parcerias para o desenvolvimento do turismo brasileiro.
Na entrevista a O Antagonista, Michel Temer disse acreditar que a polarização estará mantida no cenário político brasileiro nos próximos anos e previu a reeleição de Jair Bolsonaro em 2022, se a economia melhorar.
“Ele [Bolsonaro] tem um bom índice de aprovação. Evidentemente, ele joga sempre para esses 30%, 35% [do seu eleitorado]. Se a economia for bem, eu acho que ele tem chance. É um candidato muito competitivo, sem dúvida. Já começa pelo fato de ser presidente. E se somarmos a isso uma economia crescendo… A economia é tudo. Aí, você sabe, a chance é muito grande.”
Temer criticou a postura dos filhos de Bolsonaro, mas acredita que há uma estratégia por trás das interferências da família no governo e as crises virtuais.
“Se você me perguntar: ‘Será que vale a pena isso que está sendo feito?’ Para as minhas teses, não. Porque as minhas teses são de pacificação do país, de unidade do país. E claro que essas coisas acabam radicalizando. Agora, Bolsonaro tem uma grande experiência parlamentar, 28 anos no Congresso Nacional fazendo política, os filhos são políticos. Eu acho que pode ser uma estratégia. Do tipo o seguinte: ‘Bem, eu tenho de 30% a 35% do eleitorado, [então] eu vou conservar isso, que é um eleitorado muito sólido, firme em relação a ele [Bolsonaro]’. Mas também é um pouco do estilo dele, o estilo dele sempre foi esse também.”
Na avaliação de Temer, os primeiros discursos de Lula ao deixar a cadeia confirmam a impressão de que a polarização estará mantida em 2022.
“Ele [Lula] radicalizou. Essas coisas de radicalização, de um lado e de outro, não são úteis para o país. Eu sairia [da cadeia] pregando. Não quero comparar com o [Nelson] Mandela, mas eu sairia… É um problema de [falta de] sabedoria política. Ele não foi sábio politicamente. Eu compreendo até as emoções, ele passou 500 e poucos dias na cadeia. Mas tem que ter frieza.”
O jararaca nove dedos devia escutar essa outra cobra da política Nacional. Eles se completaram no passado, esse é matreiro, ladrão de fina estampa, vive em todo o tempo, uma raposa em pele de cordeiro, já o pingunço querendo dar uma de sabido, sai logo atirando, para recompor o seu eleitorado, devia se lembrar que não tem sombra, cumpanhero, dinheiro, empreiteira e financiadores, bem como apelo folclórico de sofredor já que ficou rico roubando, outra, a máquina do governo está nas mãos de um adversário que vai vender caro a sua saída, como mesmo reconheçe Temer. Nove dedos para ser eleito a primeira vez levou 12 aninhos para convencer os incautos, agora com as condições de seus próprios lugares tenente iguais a Leo Pinheiro, Marcelo e Emilio Odebrecht, o coroinha Palocci e mais uma centena de amigos, além da sua idade e políticos de carisma e peso ao seu lado, a estrada vai ser longa. Ninguém aguenta mais tanto pavoneio, arrogância e mentira.
O ex-presidente Michel Temer recebeu O Antagonista em seu escritório de advocacia, em São Paulo, e revelou detalhes de sua relação com Jair Bolsonaro.
Temer contou, pela primeira vez, que, dias após o segundo turno da eleição presidencial no ano passado, Bolsonaro o procurou no Palácio do Jaburu para “pedir conselhos”.
“Logo em seguida que foi eleito, ele me visitou no Palácio para pedir conselhos. Ele me disse: ‘Presidente, que conselho o senhor me dá?’ Eu disse: ‘Olha, você foi eleito. Eu não vou dar conselho para quem teve quase 60 milhões de votos. Se você quiser que eu dê uns palpites, eu dou’.”
Temer, então, transpareceu sua preocupação com declarações de Bolsonaro sobre as relações com a China, os países árabes e o Mercosul.
“Eu dei palpites referente à China. Eu disse que a China é um grande parceiro comercial nosso. Porque ele tinha umas palavras… você, sabe não é? Disse a ele: ‘Se nós perdermos essa parceria, será um desastre aqui para nós. Segundo, os países árabes, Bolsonaro. Eu vou dizer para você: você andou dizendo umas coisas aí… Essa gente, os árabes, compram 40% da nossa carne de frango. Então, nós temos que ser multilateralista, Bolsonaro. Nós não podemos ser unilateralista, nem os Estados Unidos podem. Os Estados Unidos têm poder político, econômico. Nós não temos. Nós temos que nos dar bem com todo mundo. Porque nós vivemos dessas exportações’. Argentina, por exemplo, ele tinha dito uma palavra… Eu disse: ‘Nós temos um superavit extraordinário, nós não podemos perder a Argentina. E o Mercosul, para nós, é importante. Foram os palpites que eu dei.”
No mês passado, Bolsonaro visitou a China e países do Oriente Médio para tratar de oportunidades de investimento e aprofundamento das relações comerciais.
Temer também disse ter aconselhado o então presidente eleito sobre a relação com o Congresso.
“Eu disse: ‘E a relação com o Congresso. Você passou no Congresso tanto tempo como eu passei. A relação com o Congresso é fundamental. Precisa acabar com essa bobagem, com a devida vênia, de presidencialismo de coalizão, de cooptação. Existe o presidencialismo estabelecido na Constituição. E é o seguinte: quem governa é o Executivo junto com o Legislativo. Eu fiz isso, Bolsonaro. Quando eu ia fazer reunião de líderes, eu tinha o presidente da Câmara de um lado e o presidente do Senado de outro lado. Isso que me permitiu governar, fazer as reformas’.”
Em pelo menos outras duas ocasiões, os dois se falaram: quando Bolsonaro foi internado em São Paulo para a retirada da bolsa de colostomia e quando da Assembleia Geral da ONU.
“Ele me telefonou na ONU, quando foi falar na ONU. Ele me telefonou para cumprimentar. Eu disse: ‘Muito sucesso. Fica tranquilo. Boa sorte a você aí’. Acho que ele quis fazer uma espécie de agrado a mim, porque eu falei bem dele, do governo dele’.”
Temer sustenta que Bolsonaro tem “dado sequência” ao seu governo.
“Ele tem sido até correto comigo, confesso. Porque ele tem reconhecido muitas vezes a modernização trabalhista. Sobre a Previdência, ele disse: ‘Lá atrás, quem enfrentou isso foi o Temer’. Ele está dando sequência ao que eu fiz. O que é interessante no nosso país é que cada governo que entra quer desmoralizar o governo anterior. Ele não fez isso com o meu governo. Você pode perceber que ele está dando sequência ao meu governo. No ângulo econômico e nos demais planos também. Ele tem uma boa relação com o Congresso, interessante. Ele foi mais ao Congresso do que eu fui. De vez em quando, ele sai andando e vai para o Congresso. Acho que ele encontrou mais com o Rodrigo Maia e com o [Davi] Alcolumbre do que eu me encontrava com os presidentes [da Câmara e do Senado].”
Pergunte para os brasileiros se alguém tem saudade do governo dele? Traíra, X9, rejeitado! Só sendo mesmo piada de mal gosto pedir conselhos a ele. O que tem a dizer um governo que a nação queria ver bem longe??? Desse nós nos livramos! Amém.
O presidente Jair Bolsonaro voltou a se manisfestar pelas redes sociais nesta sexta-feira(22) para voltar a criticar determinados veículos de imprensa que publicam análises como notícias, e propagam ” suas mentiras”.
Em resumo, o presidente diz que, em decorrência, “outros órgãos replicam a notícia com intuito de passar a mensagem que no Governo impera a desordem”. Bolsonaro se refere a notícias de uma reforma ministerial, rechaçada.
A extrema imprensa desesperada com a derrocada do partido que virou quadrilha, acabou a mamata de dinheiro público, viraram apenas panfletos da pauta de esquerda! kkkkkkkkkk
Seria maravilhoso se acabasse a mamata do dinheiro público, só que acreditar nisso é uma ilusão de apaixonado. A mamata continua, só que agora os "amigos do rei" são outros.
E nós continuamos a pagar a conta, mas alguns gostam disso.
Anti-Político de Estimação mostre a cara, se esconder sob o manto do anonimato é coisa de covarde. Nos mostre onde a mamata continua, isentão sem nome, frouxo!
E o pior que ele tem razao.. A folha cria algo sem fundamento e blogs sujos esquerdistas replicam. O jornalismo perdeu credibilidade.
Em uma vitória da ala militar do governo frente a uma equipe econômica de viés privatizante, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a criação da primeira estatal federal desde 2013: a NAV Brasil Serviços de Navegação Aérea, responsável pelo controle do espaço aéreo do País. O texto sancionado está publicado no Diário Oficial da União (DOU) de hoje.
É a primeira empresa pública criada pela União desde 2013, quando a ex-presidente Dilma Rousseff criou a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF).
A NAV resulta da cisão da Infraero, que administra aeroportos públicos como Congonhas (SP) e Santos Dumont (SP), e ficará com as receitas das tarifas de navegação aérea. Ela será vinculada ao Ministério da Defesa, por meio do Comando da Aeronáutica, e herdará cerca de 2 mil empregados da Infraero que já atuam na área de controle de tráfego aéreo.
Mas as transferências de empregados podem superar esse número. Apesar da recomendação do Ministério da Economia, Bolsonaro manteve o artigo 23 da lei, que permite a transferência de todos os empregados da Infraero em caso de “extinção, privatização, redução de quadro ou insuficiência financeira”. Para isso, bastará a solicitação de “qualquer órgão da administração pública direta, indireta ou autárquica, mantido o regime jurídico”.
Os empregados da Infraero entram por concurso público, mas no regime de CLT. Apesar disso, um acordo coletivo firmado em 2011, quando o governo começou a privatizar aeroportos, concedeu estabilidade aos empregados até o fim de 2020.
Com a intensificação das concessões de aeroportos à iniciativa privada nos últimos anos, os funcionários temiam ficar sem emprego e atuaram para emplacar uma emenda que protegesse a categoria, durante tramitação da proposta no Congresso.
Hoje, já são 22 aeroportos privados, entre eles Guarulhos, Campinas, Brasília, Galeão, Confins, Natal, Fortaleza, Porto Alegre, Salvador e Florianópolis. O governo Bolsonaro também leiloou 12 aeroportos neste ano, divididos em blocos regionais no Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.
Os empreendimentos privados têm liberdade para contratar empregados que não sejam da Infraero, e o governo já havia sinalizado que esses funcionários poderiam ser dispensados ao fim do prazo do acordo coletivo.
A Medida Provisória que criava a NAV foi enviada ao Congresso pelo ex-presidente Michel Temer em 20 de dezembro. Em 22 de maio o governo Bolsonaro revogou a proposta que criava a NAV, por meio do envio de outra Medida Provisória, pois a matéria estava trancando a pauta de votações da Câmara.
Depois que o problema foi resolvido, a MP foi “ressuscitada” e aprovada numa tramitação relâmpago: como ela perdia validade em 27 de setembro, a Câmara aprovou a proposta no dia 25 de setembro, e o Senado, no dia 26. A MP da NAV foi relatada pelo senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), o filho 01.
Privatizações
Antes da sanção presidencial, o secretário especial de Desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar, que trabalha para reduzir o número de estatais, criticou a criação da NAV. Disse que a empresa era “coisa do governo passado” e disse que sua criação não estava garantida. Deputados do Partido Novo ligaram para Mattar para se orientar. Eles tentaram obstruir a proposta, mas não tiveram sucesso.
De janeiro a setembro, o governo vendeu ativos estimados em US$ 23,5 bilhões, ou R$ 96,2 bilhões. A conta considera desinvestimentos – venda de subsidiárias vinculadas a empresas-mãe, como a TAG e a BR Distribuidora, da Petrobras -, concessões de aeroportos, terminais portuários e de um trecho ferroviário, além de campos de petróleo.
Até agora, nenhuma estatal federal de controle direto da União foi privatizada durante o governo Bolsonaro.
Realmente!
O PT sempre dava satisfação aos contribuintes brasileiros! Aliás, respeito! Era essa a postura do PT, sempre prestando contas aos contribuintes, ATÉ MESMO das propinas, desvios de dinheiro, petrolão, mensalão, etc. etc…
DEPOIS DE CRIAR UM PARTIDO, O ANEL (Aliança Nacional) PARA PEGAR UM FUNDO PARTIDARIO, AGORA VEM O NAV PARA PROTEGER A TERRA PLANA E GARANTIR PAZ NO LARANJAL SOB AS BÊNÇÃOS DE JESUS NO OIO DA GOIABEIRA.
Isso é solicitado a mais de 20 anos e ignorado pelo governo.
Já provaram que existem vários ponto de navegação aérea no Brasil que são "cegos", os radares existentes perdem o avião e é uma situação temerária, exposta a muitos anos sem qualquer providência do governo.
O texto tendencioso e que tenta difamar o governo que está tendo o compromisso de atender a solicitação e principalmente, acabar com o perigoso problema no controle do tráfego aéreo, recebe a taxação de ser privatizante , mas vai criar uma empresa estatal. Quanta distorção.
Aí vem os cultos e conhecedores dos assuntos, dão seus palpites desconexos e ficam se achando senhor da razão. Esse país precisa ser passado a limpo, está invertido em valores, conceitos e começa a ser colocado de cabeça para baixo diante da insegurança jurídica produzida.
"Em uma vitória da ala militar do governo frente a uma equipe econômica de viés privatizante,……"????? .
Qualquer governo democrático daria, no mínimo, uma satisfação ao contribuinte que o sustenta.
O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta quarta-feira, que só recomenda filiação ao novo partido, Aliança pelo Brasil , se houver interesse em ser candidato futuramente. Bolsonaro fez um comentário na entrada do Palácio do Alvorada, após cumprimentar os simpatizantes que o esperavam.
– Só recomendo filiar a qualquer partido se quiser ser candidato a alguma coisa no futuro, se não, não se filia não – disse Bolsonaro, ao responder um apoiador que declarou interesse em se filiar ao novo partido que o presidente pretende criar.
Bolsonaro disse ter passado a noite ‘polindo’ o estatuto do novo partido. Nesta terça-feira, o presidente assinou a ficha de desfiliação do PSL . Mais informações sobre o partido como o estatuto, os membros da executiva nacional e a presidência serão anunciadas durante convenção nesta quinta-feira. Bolsonaro sinalizou que poderia assumir a presidência do partido, mas o cargo também pode ficar com o senador Flávio Bolsonaro.
Um dos advogados que está trabalhando na criação do partido, Admar Gonzaga, disse na terça-feira, após reunião com o presidente, que há tempo hábil para a criação da legenda antes das eleições municipais de 2020. Os advogados defendem que já há argumentos para que parlamentares do PSL possam sair do partido sem perder o mandato.
Dois negócios excelentes para se criar no Brasil : Partido Político, que é financiado pelos contribuintes brasileiros via fundo partidário , e igrejas, financiadas pelos desesperados e incautos.
ONGs e Institutos também são un negoção, recebem verba pública com pouca ou nenhuma burocracia, não são sujeitos a fiscalização e/ou auditorias dos tribunais de contas, não pagam impostos e nem precisam fazer licitação e concurso público para contratação.
E IGREJAS EVANGÉLICAS TAMBÉM.
KKKKKKKKKKK kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Fundação, ONGs, partidos, igrejas, coaches e mmn; embusteiros de marca maior.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que o desmatamento de florestas no Brasil é “cultural”. Diante do avanço da área desmatada, afirmou que uma das providências que o governo deve adotar é a titularização de terras, para facilitar a identificação dos responsáveis por atividades ilegais.
“Você não vai acabar com o desmatamento, nem com queimadas, é cultural”, afirmou o presidente. “Nós queremos é titularizar as terras, daí uma vez havendo o ilícito, você sabe quem é o dono da terra, hoje em dia você não sabe”.
O presidente disse que editará uma Medida Provisória sobre a regularização de terras na região. O texto deverá prever a autodeclaração, em que o interessado diz onde exatamente é a propriedade, qual o tamanho e há quanto tempo ocupa a área.
Entre agosto de 2018 e julho de 2019, o sistema de monitoramento Prodes, do próprio governo federal, mostrou que foram destruídos 9.762 km² de área na região amazônica, aumento de 29,5% em comparação com o ano anterior.
Ver Jesus no oio da goiabeira, tomando uma mamadeira de piroca, agora vai ser moleza.
A Terra Plana avança.
Um Suco de Laranja pra comemorar não vai mal.
Bom senso, mas o cultivo tem que vir, autonômia para os epilépticos.
Tá querendo comer maconha com farinha em casa hein!!! Kkkkkkkk…