Saúde

Com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, Plano Nacional de Expansão da Testagem para Covid-19 é lançado em Natal

Foto: Alex Régis/Secom

Natal foi uma das cidades escolhidas para sediar o lançamento do Plano Nacional de Expansão da Testagem para Covid-19. Na manhã desta sexta-feira (17), na Praça Gentil Ferreira, no Alecrim, na solenidade que marcou a abertura do programa, mais de 100 testes de antígeno foram realizados e nenhum caso positivo foi registrado. O evento contou com a presença do prefeito de Natal, Álvaro Dias, do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e do secretário municipal de Saúde, George Antunes. De acordo com o Governo Federal, mais de 60 milhões de testes serão distribuídos para todos os Estados e o Distrito Federal.

Segundo recomendações do plano, os testes devem ser aplicados para diagnosticar pessoas com sintomas da Covid-19 e podem ser usados em locais de grande circulação e nas unidades referenciadas. Cada Município vai organizar a sua operação de testagem. Segundo os informes do Ministério da Saúde, uma estratégia válida seria a criação de pontos de triagem, onde as pessoas em um trabalho de busca ativa serão convidadas a fazer o teste rápido de forma voluntária.

Assim, será possível identificar os casos mais rapidamente, promover o isolamento, rastreamento e testagem de contato,e também fazer a quarentena. Essa estratégia de testagem também é usada para a busca ativa de pessoas que podem demorar a apresentar sintomas da Covid-19, para evitar a disseminação da doença. Os testes de antígeno também devem ser usados na investigação de surtos locais da doença como em escolas, abrigos de idosos e outras localidades.

Álvaro Dias saudou a presença do ministro Marcelo Queiroga e agradeceu todo o apoio e os investimentos recebidos pelo Governo Federal ao longo da pandemia, destacando que essa parceria foi fundamental para a implementação das ações exitosas da gestão municipal no enfrentamento à Covid-19. O prefeito lembrou da abertura do hospital de campanha, dos centros covid, criação de unidades exclusivas para o tratamento de infectados, compra de equipamentos, remédios e insumos, contratação de profissionais, ampliação e reestruturação da rede pública municipal de saúde, ações de testagem em massa, e agora com a campanha de vacinação.

“Desde o início da pandemia não temos economizado esforços para salvar e proteger a vida dos natalenses. Tudo isso só foi possível graças ao apoio inconteste do Governo Federal. Hoje temos a satisfação de sediar o lançamento do plano nacional de testagens que é mais uma ação fundamental no combate à doença. Vamos seguir trabalhando dia e noite para que a gente possa sair desse momento. Já estamos em uma situação de maior controle, mas não podemos relaxar”, disse o prefeito Álvaro Dias.

Ele aproveitou ainda pra falar sobre o sucesso da campanha de vacinação do Município, anunciando que mais de 50% da população vacinável já está completamente imunizada, bem como 87% dos natalenses já tomou pelo menos uma dose de alguma das vacinas disponíveis: “Essas estatísticas são a prova da eficiência da campanha de vacinação estruturada pela Prefeitura e traduzem números positivos relativos ao número de ocupação de leitos, novos contágios e óbitos. Vamos nos vacinar. Aqui em Natal, assim que recebemos as vacinas fazemos a distribuição para logo chegar ao braço da população”, complementou.

Marcelo Queiroga ficou contente com o reconhecimento, atestou e elogiou o trabalho desempenhado pela Prefeitura de Natal. O ministro disse que muitas das ações e iniciativas realizadas pelo Município serviram de exemplo para todo o país. Sobre o plano de testagem, ele disse que era uma ação abrangente e fundamental para identificar casos sintomáticos e assintomáticos na população geral e em grupos vulneráveis. Além disso, serve de base para orientar a implementação de medidas de controle da circulação do vírus.

“O Ministério da Saúde vai adquirir com a Fiocruz cerca de 60 milhões de testes. Até o fim do mês, iremos distribuir 4 milhões de testes aos estados. Essa ação se soma a outras que já ocorrem por parte de municípios, estados e iniciativa privada. Nós temos que ter os resultados na base de dados do Ministério da Saúde para acompanhar o caráter epidemiológico da pandemia de forma eficiente”, afirmou o ministro.

 

Opinião dos leitores

  1. Realmente este governo é vergonhoso . Não pensa no que mais precisa e sim naquele que o segue. Ele não trabalha pra um país melhor e sim num desmando. Vergonha nacional.

  2. Agora? Que agilidade! Outros países já fazem isso faz mais de um ano… Pense num governo inepto esse do MINTOmaníaco das rachadinhas!

    1. Se tivéssemos um governo da esquerda, todos os brasileiros só teriam tomado a coronavac, imaginem o resultado.
      Nenhum médico teria feito o tratamento precoce e sabesse lá qual seria o número de mortes até aqui, talvez, 5x mais.
      A população carente estava sendo atendida pelos “médicos cubanos”. Tudo ainda estaria sem funcionar. Aulas só no final de 2022.
      O país endividado, os estados quebrados, mas existiria só aplausos ao governo e os poderes estariam em harmonia. O preço o povo brasileiro testemunha qual é, pois assim vivemos de 2003 a 2016.
      Esse seu mundo existe Manoel F, vá morar na Venezuela ou Argentina

    2. Sergio, gostei de sua brincadeira de premonição. Mas eu votei no MINTOmaníaco das rachadinhas exatamente pro PT não voltar só que acordei sabe gado véi e exatamente por não querer meu Brasil se tornando uma veneziana ou Argentina que nem quero o atual presidente bandido nem lulaladrao sabe? E vc? Defende mesmo o chefe da família das rachadinhas eh?

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Saúde

Covid-19: número de casos e óbitos no Brasil tem maior queda em 2021

Foto: © Reuters / Kai Pfaffenbach / Direitos Reservados

O Boletim do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (17), indica que a taxa de ocupação de leitos de UTI de covid-19 para adultos se encontra no melhor cenário desde que foi iniciado o monitoramento do indicador. Apenas uma capital está com taxa superior a 80%: o Rio de Janeiro (82%). Duas estão na zona de alerta intermediária: Boa Vista (76%) e Curitiba (64%).

Segundo o levantamento, o número de casos e de óbitos sofreu a maior queda desde o início deste ano. Foram registradas 12 semanas consecutivas de diminuição do número de mortes, com redução de 3,8% ao dia na última Semana Epidemiológica (SE 36).

O total de casos também apresenta tendência de redução, mas com oscilações ao longo das últimas 12 semanas. Foi registrada uma média de 15,9 mil casos e 460 óbitos diários na semana epidemiológica de 5 a 11 de setembro. De acordo com a Fiocruz, esses níveis ainda são considerados altos e geram preocupação diante da manutenção dos testes positivos para a doença.

Conforme destacam os pesquisadores do observatório, a vacinação não tem avançado de forma igual no país e sofre com o atraso do registro. “Em função dessa dissonância, pode apresentar falhas por vários motivos, tais como a descontinuidade de investimento em equipes e infraestrutura nos sistemas de registro em saúde”.

De acordo com a análise, a redução dos casos e óbitos parece ser sustentada, mas o cenário atual mostra que, uma vez beneficiada de forma mais homogênea com a vacinação, a população tende a ter relativamente mais casos graves e fatais entre idosos, concentrando-os novamente nas idades mais avançadas.

Segundo a Fiocruz, após o início da vacinação entre adultos jovens, é a primeira vez em que a mediana dos três indicadores – internações gerais, internações em UTI e óbitos – estão novamente acima dos 60 anos. Isto significa que mais da metade de casos graves e fatais ocorrem entre idosos. No total, 54,4% das internações e 74,2% dos óbitos ocorrem entre idosos.

Outro tema destacado no boletim é a importância do distanciamento físico. Os cientistas afirmam que o patamar de cobertura razoável para conseguir bloquear a circulação do vírus é de pelo menos 70% de pessoas com esquema vacinal completo. “Ainda está longe do que temos hoje. Isto significa dizer que outras medidas de mitigação ainda possuem absoluta importância para o Brasil”.

Delta

A pesquisa ressalta ainda que é fundamental que se alinhem os cronogramas de vacinação, sobretudo em municípios limítrofes, para evitar migração desnecessária de pessoas em busca de imunizantes, propiciando, consequentemente, a dispersão do vírus em um cenário de circulação de uma nova variante mais infecciosa.

“A circulação da variante Delta é um agravante no cenário atual, principalmente porque, em alguns locais, o processo de reabertura se torna cada vez mais acelerado e menos criterioso. No entanto, os imunizantes têm demonstrado sua eficiência, reduzindo o número de internações e óbitos, mesmo num cenário de alta de casos. Entretanto, o comportamento da população e as decisões dos gestores podem ainda criar um cenário caótico, que pode ser amplificado em função do surgimento de novas variantes mais infecciosas e com maior potencial de transmissão”, dizem os pesquisadores.

Imunização

Segundo dados do MonitoraCovid-19, compilados com base nas informações das secretarias estaduais de Saúde, no Brasil cerca de 214 milhões de doses de vacinas foram administradas. Isso representa a imunização de 86% da população com a primeira dose e 47% da população com o esquema de vacinação completo, considerando a população adulta (acima de 18 anos).

Com exceção de Roraima, os demais estados vacinaram mais de 70% da população acima de 18 anos com ao menos uma dose do imunizante e pelo menos 30% da população com segunda dose ou dose única. Mato Grosso do Sul apresenta a menor diferença entre a primeira e a segunda doses aplicadas, com percentual de primeira dose de 90% e segunda superior a 66%.

São Paulo apresenta o maior percentual de primeiras doses aplicadas, com 99% da população adulta com uma dose do imunizante e mais de 58% com a segunda. A situação de Roraima é mais preocupante com 68% da população vacinada com primeira dose e 23% com a segunda.

Agência Brasil

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Saúde

Síndrome Inflamatória Pediátrica associada à covid registrou 19 casos no RN desde o início da pandemia, com maioria dos 5 aos 14 anos; outros 7 casos estão em investigação

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou o boletim epidemiológico da Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) e em adulto (SIM-A), temporalmente associada à covid-19. No Rio Grande do Norte, desde o início da pandemia da covid-19, foram notificados 48 casos suspeitos, sendo 19 confirmados, 22 descartados e 7 permanecem em investigação.

Os casos confirmados são em maioria do sexo masculino na faixa etária de 5 a 14 anos e os principais sintomas apresentados são dores abdominais, náuseas/vômitos, edema de mãos e pés e /ou edema de face e anasarca (edema generalizado).

Dos casos notificados, dois pacientes foram a óbito, sendo um confirmado e o outro descartado para a SIM-P, ambos residentes de Natal.

Adultos

A enfermeira e responsável técnica pelo boletim epidemiológico, Senei Rocha, informou que atualmente a Organização Mundial de Saúde está investigando casos de Síndrome Inflamatória Multissistêmica em adultos, temporalmente associada a COVID-19. “Diante do novo contexto o MS orientou que os casos de SIM-A fossem notificados na plataforma Red cap disponível online, no endereço eletrônico https://is.gd/simpcovid.”

No Brasil atualmente temos seis casos em investigação, dentre eles um caso de residente em Natal, o qual já recebeu alta hospitalar. Por trata-se de uma nova situação, o caso está em investigação em conjunto com o Ministério da Saúde para encerramento.

 

Opinião dos leitores

  1. A Nação está unida, como é a analfa Amir? Que sítio? Pica pau amarelo? Vc saiu dos cueiros ou é defeito de nascença?

  2. Completando: se precisar eu desenho.
    Alguns efeitos indesejados podem acontecer logo depois da aplicação, outros a longo prazo, vacinar sim, com segurança sim, a vítima disso pode sermos nós ou quem está ao nosso lado, se vc não sabe, o único bem inalienável é a vida, quem entende do assunto e tem conhecimento para opinar sabe, sabe dos riscos a que estamos expostos.

    1. Soa estranho essa cautela toda com vacinas aprovadas por diversas agências de saúde mundo afora (mesmo essas usando tecnologias já conhecidas e usadas em outras vacinas) mas liberar a prescrição de remédios SEM EFEITO NENHUM contra a covid, como cloroquina, ivermectina dentre outros não?! Sabendo-se, inclusive, de diversos efeitos colaterais nocivos da prescrição desses … Não precisa desenhar, já entendi que vc acredita em terraplana KKKKKKKK

  3. Ainda tem bovino amestrado que vem publicar aqui no Blog comentários contra a vacinação, tanto em adultos quanto em crianças… Ainda bem que temos uma população consciente que sabe a importância da vacinação, diferentemente do que ocorre em outros países onde parte da população é negacionista e terraplanista e se nega a tomar vacinas. Não à toa , os EEUUAA estabilizou sua vacinação e daqui a pouco, até o Brasil que começou a vacinação bem depois devido a inépcia de um presidente negacionista, irá ultrapassar a vacinação daquele outro país.

    1. Como tu fala merda, ômi vai procurar uma lavagem de roupa

    2. Deixa de conversar b…… Seu lunático, não se discute cientificamente a eficácia das vacinas, isso nós que compomos a classe médica entendemos perfeitamente, vc é um apedeuta metido a sabido da pior espécie. O Brasil iniciou a vacinação quando houve condições para tal, não a toa hoje um dos países que mais vacinou no mundo, para isso, havia necessidade da liberação da ANVISA e tinha que haver autorização e segurança jurídica a sua aquisição. O que se discute nos meios científicos é a possibilidade de haver efeitos indesejados em algumas vacinas, bem como, o cuidado com algumas faixas etárias. Vou te dar uma aulinha, inicialmente a obtenção da vacina acontece por vários métodos, uns já sabidamente testados e conhecidos, outros nem tanto, devido a necessidade, várias vacinas foram autorizadas sem as etapas necessárias em um universo bastante diverso, onde diversas variante precisam ser bem acompanhadas,daí o risco e o cuidado com a sua utilização, se precisarei desenho.

    3. Rodrigo: vc ser médico ou gari pra mim tanto faz e Não muda nada sobre o que BOVINOS amestrados falam aqui contra as Vacinas. Quanto aos métodos que vc menciona, as vacinas que usam RNA mensageiro não surgiram agora, por exemplo, a tríplice viral já faz uso dessa tecnologia, mas claro que vc já sabia disso né mesmo?! KKKKKK. Por fim, , argumento de autoridade não me constrange, mesmo pq duvido muito que, mesmo vc sendo médico, seja especialista no que fala.

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Saúde

Vacina oral para Covid-19 gera proteção contra doença e transmissão do vírus

Foto: Pixabay

Pesquisadores da Universidade de Sorbonne, na França, e da Universidade Católica de Córdoba, na Argentina, desenvolveram uma vacina oral contra a Covid-19. De acordo com os cientistas, o imunizante é termoestável — ou seja, que mantém a eficácia sem a necessidade de refrigeração constante —, e apresentou boa eficácia na proteção contra a doença, inclusive na transmissão do coronavírus. O imunizante, testado em camundongos e hamsters, “induziu a uma robusta resposta imune neutralizante na mucosa”. Isto seria, apontam os pesquisadores, o ponto chave para reduzir a propagação do vírus.

Os resultados do trabalho foram publicados na plataforma bioRxiv*, que reúne trabalhos ainda não revisado por pares.

De acordo com os pesquisadores, o desafio era criar uma vacina bem aceita pela população e com uma cadeia logística simples, eficaz na prevenção da doença e na transmissão dela.

Os cientistas usaram como base da vacina uma partícula semelhante ao coronavírus: envelopes (a capa que protege o material genético) derivados de retrovírus (e-VLPs) que foram desenvolvidos para gerar anticorpos neutralizantes. Como o sistema imune trabalha procurando possíveis estruturas perigosas para o organismo, este envelope seria adequado para estimular a produção de anticorpos neutralizantes, afirmam os autores do estudo.

E para que estas estruturas semelhantes ao vírus não fossem degradadas ao chegar no estômago — por ser uma vacina de via oral — os pesquisadores utilizaram proteínas do parasita intestinal Giardia lamblia para gerar resistência ao processo de digestão.

No estudo, os cientistas também usaram vacinas injetáveis para comparar a eficácia do imunizante oral. Eles observaram que as vacinas injetáveis apresentaram bons níveis de indução de anticorpos. O resultado foi ainda melhor com a mostra que tinha proteínas de Giardia. Quando a vacina foi administrada de forma oral, as que não tinham a proteína de Giardia não demonstraram resposta imunológica, o que levou os autores do estudo a acreditarem que o composto tinham sido degradados na digestão.

O trabalho mostra que os níveis de anticorpos foram maiores nos animais vacinados por via oral com o imunizante que possuía proteínas do parasita intestinal, do que os que receberam a dose intramuscular. Os autores afirmam também que este tipo de imunizante foi capaz de desencadear a produção de anticorpos neutralizantes nas mucosas, o que seria um passo fundamental para diminuir a transmissão do coronavírus.

“Concluímos que nossa vacina e-VLP administrada por via oral termoestável pode ser uma adição valiosa ao arsenal atual contra o Sars-CoV-2, em uma estratégia de vacinação autônoma de primeira-reforço (1ª e 2ª doses) ou como um reforço para vacinas existentes”.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Essa é uma boa notícia para os crédulos, esse povo que quer desacreditar tudo, pagodear, desmerecer, não devia nem passar perto dessa possibilidade. Tem uma turminha aí que torce o nariz, passaram tanto tempo na lama, que acreditar nisso é sujeira.

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Saúde

Covid-19: spray nasal feito no Brasil pode estar disponível até 2022; vacina é desenvolvida por pesquisadores da USP, Unifesp e Fiocruz

Foto: © George Campos/Jornal da USP/Direitos Reservados

Uma vacina em forma de spray nasal contra a covid-19 está sendo desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Em fase de estudos, o novo imunizante promete ser de baixo custo, proteger contra variantes e bloquear o novo vírus ainda no nariz. A expectativa é que ela esteja disponível até o fim de 2022.

“Você já começa a induzir resposta no epitélio nasal e induzir a produção de um anticorpo que é muito importante nas mucosas, que são as IgAs [Imunoglobulina A] secretórias”, explica o coordenador do estudo, Jorge Elias Kalil Filho, professor da Faculdade de Medicina da USP e chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas.

Além de inovar na forma de inoculação do vírus, com aplicação pelo nariz e não por via intramuscular, o imunizante também se diferencia no antígeno. “Em vez de usarmos a Spike do vírus de Wuhan, nós vamos utilizar só a RBD [domínio receptor obrigatório, pela sigla em inglês] das quatro variantes de preocupação”, diz Kalil Filho. De acordo com a Fiocruz, a proteína Spike é associada à capacidade de entrada do patógeno nas células humanas e é um dos principais alvos dos anticorpos neutralizantes produzidos pelo organismo para bloquear o vírus.

O pesquisador explica ainda que o antígeno vai conter pedaços de proteínas que estimulem a resposta celular mais duradoura do que aquela mediada pelos anticorpos neutralizantes. “Nós estudamos 220 pessoas que tiveram a doença, estudamos também por informática todo o genoma do vírus e selecionamos fragmentos que teoricamente induzem uma boa resposta celular”, acrescenta.

O imunizante, portanto, deve incluir fragmentos que são capazes de matar a célula, caso ela seja infectada. “Se o vírus entrar na célula, a única coisa que você pode fazer é usar as células chamadas CD8 citotóxicas, que matam a célula infectada”, afirma Kalil Filho. O spray deve incluir, portanto, os chamados linfócitos T CD8+ citotóxicos, que matam células doentes, e os linfócitos T CD4+, que auxiliam na produção de anticorpos e nas respostas citotóxicas.

Outra inovação do produto é a criação de um tipo de nanopartícula que adere à mucosa do nariz. “A mucosa tem muitos cílios que não deixam nada aderir, mas desenvolvemos um jeito de colocar uma formulação específica em que a gente induz uma resposta de mucosa importante”, acrescenta o médico.

Sobre o custo, Kalil Filho diz que deve ficar em torno de US$ 5, mas que ainda são necessárias outras análises relacionadas ao rendimento. “Nós temos alguns laboratórios que produzem proteínas recombinantes, mas ainda está muito no início, então estamos tratando com as empresas farmacêuticas pra ver se a gente acha alguma que consiga produzir com boa quantidade”.

A vacina spray nasal pode funcionar como um reforço para as doses já existentes e aplicadas por via intramuscular. “Provavelmente, quando o spray estiver pronto, boa parte da população mundial vai estar vacinada. Eu acredito que ele vai ser, sobretudo, como uma dose de reforço”, afirmou o médico.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Fica pronto em 2022? Essa pandemia de COVID já acabou. Deixando claro que qualquer morte é uma perda incalculável para as famílias e os amigos, devemos considerar que a maior parte da população alvo já tomou a vacina e que os números de casos, de internações e de mortes estão diminuindo e tendendo a zero.
    Por outro lado, essa variante DELTA é mais contagiosa que as anteriores, mas seus efeitos são muito menos graves, seguindo a evolução natural dos vírus, de procurar se espalhar mas sem matar seu hospedeiro.
    O problema parece ser a falta de assunto para os jornais, TVs, sites, blogs e redes sociais. Embora não seja mais como no início, quando o noticiário sobre a COVID era 24 horas por dia, ninguém aguenta mais essas notícias de números de doses distribuídas, de pessoas vacinadas, de pontos de vacinação, de “drives”, de casos confirmados, de mortes…
    Vamos trabalhar para ver se a economia se recupera, porque se depender dos nossos políticos tá difícil.

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Saúde

Natal ainda não recebeu doses para ampliar vacinação contra a Covid-19 aos adolescentes

A Secretaria de Saúde de Natal informa à população que até o momento não recebeu as doses de vacina contra Covid-19 destinada ao grupo dos adolescentes e também à terceira dose dos idosos, para poder ampliar o esquema vacinal.

Assim que as doses forem entregues, a SMS Natal vai organizar a logística e comunicar como será o cronograma. Devido à falta de envio, o início da vacinação desses públicos não será possível nesta sexta-feira (10).

Opinião dos leitores

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Saúde

Estudo desenvolve vacina de Covid-19 a partir de planta do feijão-fradinho

Foto: Toby Hudson/Wikimedia Commons

O departamento de nanoengenharia da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, pode revolucionar o desenvolvimento de imunizantes contra a Covid-19. Isso porque a equipe de pesquisadores está estudando vacinas criadas à base de plantas e bactérias e que não precisariam ser armazenadas sob baixas temperaturas, como exigem algumas atualmente.

Ainda em desenvolvimento, as duas candidatas a vacinas obtiveram bons resultados em testes com camundongos, desencadeando neles alta produção de anticorpos neutralizantes contra o Sars-CoV-2. Os detalhes foram publicados nesta terça-feira (7) no Journal of the American Chemical Society.

Em caso de aprovação — após um longo processo para demonstrar segurança e eficácia em humanos —, os imunizantes poderiam ampliar a distribuição das vacinas em áreas rurais e países pobres em infraestrutura. “O que é emocionante sobre nossa tecnologia de vacinas é que ela é termicamente estável, o que poderia facilitar o alcance a lugares onde a instalação de freezers não é possível”, diz Nicole Steinmetz, professora de nanoengenharia da UC San Diego, em comunicado.

Para criar as vacinas, a equipe cultivou milhões de cópias de dois vírus em dois organismos: a bactéria Escherichia coli e uma leguminosa que está no prato de muitos brasileiros, o feijão-fradinho (também conhecido como feijão-de-corda). Diante da proliferação do vírus bacteriófago Qbeta e do vírus do mosaico severo, os cientistas coletaram suas nanopartículas e aplicaram nelas um pequeno pedaço da proteína spike do Sars-CoV-2, a responsável por permitir que o vírus entre nas nossas células.

Um imunizante criado a partir desse processo carrega um vírus que, apesar de estimular o reconhecimento do nosso sistema imunológico, não é infeccioso. Uma vez reconhecida a parte da proteína spike do coronavírus, as células do corpo estariam prontas para gerar uma resposta imune contra ele.

Benefícios no uso de vírus vegetais e bacteriófagos

Além da estabilidade a altas temperaturas, que elimina a necessidade de armazenamento frio das vacinas, os baixos custos em uma produção de grande escala são mais uma vantagem oferecida pela tecnologia que utiliza vírus vegetais ou bacteriófagos. “Cultivar plantas é relativamente fácil e envolve infraestrutura que não é muito sofisticada”, explica Steinmetz. “E a fermentação usando bactérias já é um processo estabelecido na indústria biofarmacêutica.”

Etapas também poderiam ser facilitadas pelo fato de que esse tipo de vacina não tem sua qualidade afetada ao passar por processos de fabricação que envolvem calor. Isso poderia inclusive possibilitar a produção de adesivos com microagulhas e implantes vacinais.

Com os implantes, uma única aplicação seria capaz de liberar lentamente a quantidade de substância necessária para alcançar a imunização. “Se as clínicas pudessem oferecer um implante de uma dose para aqueles que teriam dificuldade em se deslocar uma segunda vez, isso ofereceria proteção para mais pessoas e poderíamos ter uma chance melhor de conter a transmissão”, explica Jon Pokorski, também professor na UC San Diego.

Já os adesivos com microagulhas permitiriam que as pessoas autoadministrassem as vacinas. “Imagine se adesivos de vacina pudessem ser enviados para as caixas de correio de pessoas mais vulneráveis, em vez de fazê-los sair de suas casas e exposição ao risco?”, questiona Pokorski, que lidera a equipe responsável por desenvolver esse tipo de tecnologia.

Os camundongos testados receberam os dois novos métodos vacinais, além do esquema tradicional com duas doses. Em todos os três procedimentos, os animais produziram altos níveis de anticorpos neutralizantes.

Proteção contra variantes

Mais um fator que empolga os cientistas é o potencial das vacinas em induzir respostas contra diferentes tipos de coronavírus e cepas do Sars-CoV-2. Tudo depende do pedaço da proteína spike ligado à superfície das nanopartículas virais. Acontece que uma das peças escolhidas pela equipe de pesquisadores, chamada de epítopo, é quase idêntica entre o Sars original e o novo coronavírus.

A extensa luta contra as variantes poderia receber um reforço. Geralmente, as cepas virais surgem após mutações na região de ligação da proteína spike. As vacinas atualmente administradas utilizam justamente epítopos dessa região, o que dificulta o combate às variantes. Mas as candidatas têm uma proposta diferente. “Com base em nossas análises de sequência, o epítopo que escolhemos é altamente conservado entre as variantes Sars-CoV-2”, afirma Oscar Ortega-Rivera, primeiro autor da pesquisa.]

Agora, as vacinas seguirão em desenvolvimento até terem sua segurança verificada e depois entrarem na fase de testes clínicos.

Galileu

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Saúde

Natal chega a 85% da população vacinada com D1 contra a Covid-19

Foto: Alex Régis/Secom

Natal atingiu o índice de 85% da população vacinada contra a covid-19, considerando-se a primeira dose ou dose única. Os números foram tabulados pela Prefeitura com os dados da Secretaria Municipal de Saúde, divulgados até 9h30 desta quinta-feira (9).

De acordo com o Ministério da Saúde, a população “vacinável” em Natal, ou seja, a partir dos 18 anos, é de aproximadamente 690 mil pessoas (690.627). A SMS aplicou 590.062 doses dos imunizantes. Somada a primeira dose (D1) com a segunda dose (D2) e a dose única (DU), a Prefeitura de Natal já aplicou 878 mil doses.

A capital potiguar já estava com 43% da população com o esquema completo de vacinação concluído, ou seja, com as duas doses aplicadas ou imunizada com dose única. A cidade recebeu, do Ministério da Saúde, 1.036.119 doses até esta quarta-feira (08).

Entre a quarta-feira (8) e a esta quinta (9), foram aplicadas no Município quase 12 mil doses de vacinas, entre D1, D2 e dose única. Isso equivale a um crescimento de 1,7% ao dia, na curva de vacinação. Se mantiver o ritmo, em cerca de oito dias o número de vacinados, entre a população vacinável, atingirá a marca de 100%.

Nesse caso, vale observar que o número representa a soma das vacinas e que, para garantir a imunização completa, o cidadão precisa ter recebido as duas doses do imunizante ou a dose única, além de esperar o período determinado pelo fabricante do medicamento para que o efeito seja completo.

INTERNAÇÕES

O avanço do processo de imunização em Natal tem influenciado diretamente no números de mortes e internações em UTIs covid na capital.

Segundo dados do consórcio nacional de veículos de comunicação, nesta quarta-feira (8) não foi registrada nenhuma morte em Natal em decorrência da pandemia.

Em relação à ocupação das Unidades de Terapia Intensiva – UTIs, o LAIS – Laboratório de Inovação e Tecnologia em Saúde da UFRN aponta que, na região metropolitana do RN, a ocupação média é de 31%.

 

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Geral

Pesquisadores brasileiros desenvolvem “vacina spray nasal” contra a Covid-19

Foto: Geert Vanden Wijngaert/Bloomberg

Uma vacina em spray contra a Covid-19 está em desenvolvimento por pesquisadores brasileiros. Trata-se de um projeto em conjunto da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto do Coração (Incor). Há também a participação de pesquisadores do Instituto Butantan.

— Temos resultados preliminares que mostram que a vacina consegue induzir resposta de anticorpos neutralizantes e também de células T — diz Daniela Santoro Rosa, professora de imunologia e chefe do laboratório de vacinas experimentais da Unifesp.

Por ser um spray nasal, a ideia é que a vacina já produza anticorpos por uma das vias de entrada do vírus: as mucosas do nariz. Outro aspecto incomum do fármaco, em comparação aos outros usados no Brasil, é sua plataforma de desenvolvimento. A tecnologia usada consiste em utilizar pedaços da proteína S, de Spike, de diferentes cepas, as variantes, do coronavírus. Desse modo, a vacina teria potência contra diversas mutações.

Mirar na proteína S é uma estratégia utilizada por diversas plataformas vacinais contra Covid-19. Essa parte do vírus é responsável pela entrada do agente infeccioso na célula humana. Daí o interesse em barrá-la.

— A ideia é usar essa vacina como um reforço para as pessoas que já estão vacinadas. A gente espera que seja mesmo um spray nasal que faça esse reforço — diz a pesquisadora.

De acordo com Daniela Santoro, a plataforma da vacina é semelhante à usada para combater a Hepatite B. A ideia dos pesquisadores da Unifesp, antes da Covid-19, era usar a mesma tecnologia para desenvolver um antígeno contra Zika e Chikungunya. Os especialistas, porém, mudaram a estratégia diante da emergência de saúde disparada pela Covid-19.

Espera-se que o pedido de autorização de ensaios clínicos, como são chamados os estudos com voluntários, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ocorra entre o fim de 2021 e começo de 2022. Neste primeiro momento, em um grupo reduzido, será avaliada a dosagem do imunizante e sua segurança em humanos.

Outro spray

Outro spray nasal contra a Covid-19 começou a ser comercializado em Israel no mês de julho. O medicamento é fabricado pela empresa canandense SaNOtize e apresentou resultados de fase II — responsável por averiguar, normalmente, a resposta imune produzida por vacinas.

A venda foi autorizada para as farmácias do país. Esse imunizante em questão, não tem nada a ver com o spray que despertou o interesse do presidente Jair Bolsonaro, que chegou a mandar uma comitiva à Israel para discutir a viabilidade do país receber estudos de desenvolvimento do fármaco.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Esse spray que está sendo comercializado em Israel não tem nada a ver com aquele que o Bolsonaro falou!!!
    Quer dizer que os israelenses estavam fazendo testes secretos deste spray sem informar para o mundo ou aprovaram o medicamento sem testes, deram uma de malucos e falaram vamos comprar que esse spray é eficiente.
    Então tá, globolixo!!!!!!

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Geral

Bares são autuados no fim de semana em Natal por poluição sonora e descumprir decretos da Covid-19

Fotos: Divulgação/Semurb

A fiscalização da secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) realizou nesse fim de semana, de 27 a 29 de agosto, o monitoramento de bares e restaurantes de Natal para verificar o cumprimento dos decretos municipais de combate a Covid-19 e também para coibir a poluição sonora e ocupação irregular de passeio público. Entre as irregularidades encontradas estavam a permissão de clientes sem máscara circulando no salão, além do distanciamento incorreto entre as mesas e o desrespeito ao avanço da área livre calçada.

A ação resultou na autuação de um bar em Lagoa Nova, por violar regras sanitárias da Covid-19, duas autuações por poluição sonora a bares em Ponta Negra. E ainda, dois autos de infração por descumprimento dos decretos quanto a música ao vivo e ao uso de mesas e cadeiras no passeio público, ficando a empresa intimada a retirar as grades que obstruíam o local e promover o distanciamento de 1m entre as mesas, imediatamente.

De acordo com o supervisor de fiscalização da Semurb de plantão no fim de semana, Iang Chaves, o trabalho da fiscalização vem ocorrendo todos os dias para manter o respeito às normas, mas é preciso que a população também faça a sua parte e se conscientize. Pelas regras os clientes não podem circular sem máscara pelo ambiente dos bares, devem retirá-la somente enquanto estiverem fazendo suas refeições.

“O uso da máscara é obrigatório para fornecedores, colaboradores e clientes. Além disso, o estabelecimento deverá disponibilizar embalagem, para o descarte ou guarda, de fácil acesso em cada mesa. E outras regras e protocolos previstos no Anexo IV do Decreto nº 12.268 , de 26 de julho de 2021”, explica Chaves.

Já Pelo decreto municipal 12.295/2021 os restaurantes, pizzarias, lanchonetes, bares, food parks, lojas de conveniência e similares, bem como as praças de alimentação dos shopping centers poderão promover a readequação dos seus respectivos salões e espaços para disposição de mesas, mas devem manter o distanciamento mínimo de um metro entre as mesas, e número máximo de 14 pessoas por mesa.

Denúncias podem ser feitas pela população pelo canal 24h do Ciosp, no número 190 e também no disque denúncia da Polícia Civil no 181 nos fins de semana e feriados. Já de segunda a sexta-feira das 8h às 16h, pelo telefone da Ouvidoria da Semurb no (84) 3616-9829 ou e-mail [email protected].

Opinião dos leitores

  1. Se o cara quer sair e correr risco de se contaminar, é decisão dele. Agora, ruim é eu ficar quieto em casa e não conseguir ficar em paz porque o povo não consegue escutar som só ALTO, tem que ser ABSURDAMENTE ALTO pra garantir que o bairro inteiro tb não durma, nem assista TV, nem leia, nem consiga botar criança pra dormir!!!!!

  2. Bares e restaurantes ficaram 18 meses sem operar, quando retornam se intensificam as fiscalizações. Está na cara que isso só tem um objetivo, ARRECADAR COM MULTAS! Pouco estão preocupados se empresas fecharam ou empregos foram perdidos! Vivemos em uma fazenda iluminada! Com os currais eleitorais bem definidos!

    1. Aposto que você não mora próximo a um estabelecimento desse. Você estar na sua casa e não conseguir ter paz. No dia que abrirem um ao lado da sua casa, me fala o que achou.

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Saúde

Butantan entrega 10 milhões de doses da vacina contra a covid-19

Foto: © REUTERS/Amanda Perobelli/Direitos Reservados

O Instituto Butantan entregou nesta segunda-feira (30) mais 10 milhões de doses da vacina contra a covid-19 CoronaVac, desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Essa foi a maior entrega do instituto ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Desde janeiro, o Butantan disponibilizou 92,8 milhões de doses da vacina para serem distribuídas a todo o país pelo Ministério da Saúde. O instituto se aproxima agora de cumprir os contratos com o governo federal para o fornecimento total de 100 milhões de doses do imunizante.

O primeiro contrato, que previa a entrega de 46 milhões de doses, foi concluído em maio. Desde então, o Butantan trabalha para fornecer as 54 milhões de doses estipuladas no segundo termo.

A estimativa era que a entrega fosse finalizada amanhã (31). Porém, segundo o diretor do Butantan, Dimas Covas, o instituto está “reprogramando as entregas”. Segundo ele, a conclusão do contrato vai ocorrer em meados de setembro, dentro do prazo acordado.

A mudança no cronograma do instituto acontece, de acordo com Covas, porque foram feitos contratos para fornecimento a outros países e o Ministério da Saúde sinalizou que não pretende incluir a CoronaVac na vacinação com terceira dose no país.

Terceira dose

O Ministério da Saúde informou que iniciará, na segunda quinzena de setembro, a aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 a todos os indivíduos imunossuprimidos após 28 dias da segunda dose e para as pessoas acima de 70 anos vacinados há 6 meses.

Segundo o ministério, a imunização deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer ou, de maneira alternativa, com a vacina de vetor viral Janssen ou AstraZeneca.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Sem falar que o eleitorado de Lula sumiu, evaporou, desapareceu.
    Está restrito a enorme minoria da esquerda, MST, CUT, CGT e os puxadinhos do PT. Não chega a 8% do eleitorado brasileiro.
    Tem 10% de isentões, que falam numa terceira via e o restante com Bolsonaro, caso tenha dúvida é só ver como ele é recebido nas cidades e motociatas. Todos vão de graça, ninguém é pago ou transportado como acontecia no o ex popular e ex presidente que faliu eleitoralmente. Deve ser por isso que são contra o voto impresso para auditar as urnas eletrônicas.

    1. Amigo, qual o presidente da República numa visita seja lá onde for ou em qualquer ano, não era recebido por caravanas, carreatas, multidões? Todos em todos os tempos, principalmente em campanha de reeleição. Pra ter uma idéia, se comparar o que Bolsonaro junta desse povo, é infinitamente inferior a todos os presidentes anteriores, o gatos pingado que ele junta é de passar vergonha. Pior é que as pesquisas corrobora com o que escrevi a pouco. Um presidente que não conseguiu desempenhar um ponto positivo em pelo menos um setor de seu governo, todos são verdadeiros desastre, o da infraestrutura que tanto festejam é só acabando obra deixada por outros, não tem um projeto estruturante que tenha sido iniciado nesse governo, verdadeiro tapa buraco, aqui no RN, parece Até que nunca passou, muito menos tem um projeto dessa pasta. Pior, as principais bandeiras da campanha, combate a corrupção e a economia, ocorreram e está ocorrendo retrocesso inimagináveis, onde a Impunidade está decretada, e o estado gastador virou as principais toadas de governo, com inflação galopante e apagões se tornando realidades. Um desastre, fico temeroso de ficarmos novamente na mão da quadrilha do pt pra terminar de afundar, mas espero que o povo reflita melhor e opte por uma alternativa que tenha pelo menos o objetivo basilar de um país promissor, que é o de combate a corrupção, e ao mesmo tempo retomada da economia, e que dessa próxima mais vez, não nos engane como fizeram Bolsonaro e luladrão.

  2. O bozo perdeu 3 votos só aqui na minha rua. 2 porque se recusaram a vacinar e morreram do covid. O terceiro se matou. Coitados.

    1. E lula perdeu o eleitorado no Nordeste.
      Só porque a grande maioria perceu que ele é ladrão.

    2. Ele não perdeu esses votos, nunca foram dele. São esquerdistas menos radicais.
      O Brasil precisa de brasileiros do bem, que representem o melhor para o país acima da ideologia política. Não é por Bolsonaro, é pelo Brasil, Bolsonaro está apenas como o representante de 85% dos brasileiros que querem ordem, democracia real, liberdade e progresso.

    3. KKKKKKKKKKK. Como é Liberdade (haja perfil falso pago para defender o MINTO das rachadinhas): quer dizer que o MINTO das rachadinhas que vive comprando mansões milionárias pros filhinhos dele (com nosso dinheiro claro) representa 85% do povo brasileiro? O presidente inepto só representa a ele e a família das rachadinhas omi! Só!

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Diversos

São Gonçalo faz repescagem para pessoas de 30 a 59 anos que não tomaram a 1ª dose da vacina contra a covid-19

Foto: Junior Santos

Neste sábado (28), a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante/RN vai realizar repescagem para aqueles que ainda não tomaram, por algum motivo, a primeira dose da vacina contra a covid-19. A ação, que acontecerá das 8h às 13h no campus do IFRN, no Centro, será para a população de 30 a 59 anos. Desta vez não precisa de agendamento, apenas estar cadastrado no RN Mais Vacina.

Simultaneamente vai acontecer mais um mutirão para aplicação da segunda dose, na Unidade Móvel da Cruz Vermelha, que vai estar estacionada na Avenida Alexandre Cavalcanti, no Centro, em frente à sede da Secretaria de Assistência Social, também das 8h às 13h. O município segue fazendo chamamento dos que tomaram a D1 dos imunizantes Oxford/AstraZeneca e Pfizer até dia 3 de junho, e Coronavac há 28 dias.

Para receber a D1 é necessário documento oficial com foto e comprovante de residência no nome. Se tiver no nome de algum familiar, será preciso comprovar grau de parentesco. Já para a D2, basta o documento oficial com foto e o cartão de vacina comprovando a primeira dose no município.

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Saúde

Homens contraem e transmitem mais Covid-19 do que as mulheres, sugere estudo

Foto: Reuters

Homens se infectam mais e consequentemente transmitem mais o vírus da Covid-19 do que mulheres, segundo um estudo realizado por pesquisadores do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco (CEGH-CEL) e divulgado pela Agência Fapesp nesta quinta-feira (26).

Os homens também estão mais suscetíveis a apresentar quadros graves e morrer pela doença, de acordo com o estudo que envolveu 1.744 casais brasileiros. Os resultados do trabalho foram divulgados na plataforma medRxiv, em artigo ainda sem revisão por pares.

“Essa constatação corrobora e está em consonância com descobertas feitas em estudos recentes que realizamos, que já indicavam que homens podem transmitir mais o novo coronavírus”, disse Mayana Zatz, professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) e coordenadora do CEGH-CEL, à Agência Fapesp.

Um estudo publicado no início de agosto por pesquisadores do Centro na revista Diagnostics, com base em um exame de detecção do SARS-CoV-2 pela saliva desenvolvido no CEGH-CEL, apontou que os homens apresentam uma carga do vírus no fluido cerca de dez vezes maior do que mulheres, particularmente até os 48 anos. Essa diferença de carga viral não foi detectada em testes com amostras nasofaríngeas, apontaram os autores do estudo, coordenado pela professora Maria Rita Passos-Bueno.

“Como o vírus é transmitido principalmente por gotículas de saliva, deduzimos que isso explicaria por que os homens transmitem mais vírus do que as mulheres”, diz Zatz.

Além dessa observação, a pesquisadora começou a ouvir relatos de casais – muitos deles ambos médicos – em que a mulher foi infectada pelo novo SARS-CoV-2 e apresentou sintomas leves ou moderados, enquanto o homem permaneceu assintomático. Alguns meses depois, o cônjuge também foi infectado após o contato com pacientes do sexo masculino, o que reforçou a teoria de que homens transmitem mais o novo coronavírus.

Como forma de avaliar a hipótese, os pesquisadores do CEGH-CEL começaram a coletar, entre julho de 2020 e julho de 2021, dados de mais de 2 mil casais, com média de 45 anos de idade até então não vacinados contra a Covid-19, em que pelo menos um dos cônjuges foi infectado, diagnosticado e apresentou sintomas da doença.

Para eliminar a influência de vieses comportamentais, como o fato de os homens serem mais relutantes do que as mulheres em usar máscaras protetoras e respeitar o distanciamento social, como comprovado por meio de estudos durante a pandemia, foi analisada a transmissão do vírus em mais de mil casais que moraram juntos durante o período da infecção sem adotar medidas de proteção.

Os casais foram distribuídos em grupos concordantes – em que ambos os parceiros foram infectados – ou discordantes – em que um dos cônjuges permaneceu assintomático, apesar do contato próximo com o infectado.

A combinação dos dados coletados mostrou que os homens foram os primeiros ou únicos infectados na maioria dos casos, tanto entre os casais concordantes como nos discordantes.

“Vimos que os homens foram infectados primeiro muito mais do que as mulheres, tanto no caso dos casais concordantes como nos discordantes. No total, 946 homens foram infectados primeiro em comparação com 660 mulheres”, afirma Zatz.

Resistência à infecção

Os pesquisadores também analisaram o material genético de casais em que apenas um dos cônjuges foi infectado pelo SARS-CoV-2, embora ambos tenham sido expostos, com o objetivo de entender por que algumas pessoas são naturalmente resistentes à infecção.

Resultados preliminares do estudo, também publicado na plataforma medRxiv, indicaram que variantes genômicas mais frequentes nos parceiros suscetíveis levariam à produção de moléculas que inibem a ativação das células de defesa conhecidas como exterminadoras naturais ou NK. Os resultados completos do estudo, feito em colaboração com o professor Erick Castelli, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu, serão publicados em breve na revista Frontiers in Immunology.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. E colocam mais chifres tambem, sugere pesquisa do Carabinas Drinks. Cada pesquisa que sai, se não bastasse a de Lula com 80%. Ô povo imbecil e sem cura.

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Saúde

Pfizer anuncia parceria para produzir vacina contra Covid-19 no Brasil

A farmacêutica norte-americana Pfizer anunciou nesta quinta-feira (26) um acordo com a brasileira Eurofarma para a produção local da vacina de mRNA da empresa contra a Covid-19, a ComiRNAty, que será distribuída exclusivamente na América Latina.

Em nota, a Pfizer afirmou que foi assinada uma carta de intenção com a empresa brasileira, que ficará responsável pelas “atividades de fabricação dentro da cadeia de fornecimento e rede de fabricação de vacinas contra a Covid-19 globais da Pfizer e da BioNTech”.

A previsão é que as atividades de transferência técnica, desenvolvimento no local e instalação de equipamentos comecem imediatamente. A Eurofarma receberá o produto de instalações nos Estados Unidos e a fabricação das doses acabadas terá início em 2022.

A expectativa é que, em plena capacidade operacional, a produção anual no Brasil da vacina da Pfizer excederá 100 milhões de doses. Com o acordo, a Pfizer afirmou que a produção de seu imunizante será feita em quatro continentes, em mais de 20 instalações.

“Nossa nova colaboração com a Eurofarma expande nossa rede global de cadeia de suprimentos, nos ajudando a continuar fornecendo acesso justo e equitativo à nossa vacina. Continuaremos a explorar e buscar oportunidades como esta para ajudar a garantir que as vacinas estejam disponíveis para todos os que precisam”, disse Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer, em nota

“A parceria de hoje é um passo importante para ampliar o acesso às vacinas na América Latina e além, expandindo nossa rede de fabricação global ”, afirmou Ugur Sahin, CEO e cofundador da BioNTech.

Também em nota, a Eurofarma afirmou que a parceria com a Pfizer e a BioNtech é motivo de “orgulho e esperança” para a empresa.

“A assinatura dessa colaboração na produção da vacina contra a Covid-19 representa mais um marco em nossa trajetória. Estamos disponibilizando nossos melhores recursos em capacidade industrial, tecnologia e qualidade para este projeto, para que possamos cumprir o contrato com excelência e contribuir com o abastecimento do mercado latino-americano”, disse Maurízio Billi, presidente da farmacêutica.

CNN Brasil

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Saúde

OMS: casos de Covid-19 se estabilizam mundialmente após dois meses de crescimento

Foto: Estadão/Conteúdo

O número de novos casos de Covid-19 relatados globalmente “parece ter atingido um platô” depois de aumentar por quase dois meses, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A OMS relatou mais de 4,5 milhões de novos casos e 68.000 novas mortes no mundo na semana passada – apenas um pequeno aumento em relação aos mais de 4,4 milhões de casos e 66.000 mortes relatadas na semana anterior.

O número acumulado de casos em todo o mundo agora é de mais de 211 milhões, com o total de mortes ultrapassando 4,4 milhões, de acordo com a atualização epidemiológica semanal da OMS.

Os novos casos globais parecem estar estáveis depois de aumentarem desde meados de junho, observou a OMS no relatório divulgado na segunda-feira.

O mundo havia visto anteriormente um platô de casos globais em maio, segundo a OMS, mas os surtos, em parte impulsionados pela variante altamente transmissível do Delta, se multiplicaram em muitos países nos últimos dois meses.

Os Estados Unidos relataram o maior número de novos casos na semana passada – 1,02 milhões, um aumento de 15% em relação à semana anterior – seguido pelo Irã, Índia, Reino Unido e Brasil.

O Pacífico Ocidental e as Américas registraram o maior aumento de casos na semana passada – 20% e 8%, respectivamente. O sudeste asiático e o Mediterrâneo oriental registraram um declínio nas infecções, enquanto que as outras regiões viram casos estagnados, de acordo com a OMS.

O aumento dos casos na região do Pacífico Ocidental foi parcialmente impulsionado pelo aumento do surto de Delta na Austrália. Durante a última semana, o registro de casos de um único dia no país atingiu repetidamente novos máximos, superando seu recorde anterior de agosto do ano passado.

As infecções também estão subindo na Nova Zelândia, apesar do país ter designado um novo lockdown nacional após confirmar apenas um caso de coronavírus transmitido localmente na semana passada. Na quarta-feira (24), foram relatados 62 novos casos, elevando o total do surto em andamento para 210.

Nos últimos dias, autoridades tanto na Austrália quanto na Nova Zelândia sugeriram uma mudança de abordagem ao lidar com o Covid-19, de tentar erradicar o vírus para eventualmente aprender a viver com ele.

Em um artigo de opinião publicado na mídia australiana no domingo, o primeiro-ministro Scott Morrison sugeriu o fim das restrições Covid-19 zero do país, dizendo que os bloqueios “são tristemente necessários por enquanto”, mas “não serão necessários por muito mais tempo”.

Ele disse que o governo australiano pretendia mudar seu foco de reduzir o número de casos para examinar quantas pessoas estavam ficando gravemente doentes com a Covid-19 e exigindo hospitalização.

Na segunda-feira, o ministro neozelandês de resposta ao Covid-19, Chris Hipkins, disse à emissora pública TVNZ que a variante Delta levantou questões sobre a viabilidade a longo prazo da estratégia de eliminação do coronavírus do país.

“Isso significa que todas as nossas proteções existentes começam a parecer menos adequadas e menos robustas”. Como resultado disso, estamos analisando muito de perto o que mais podemos fazer ali”. Mas isso levanta algumas questões muito grandes sobre o futuro de nossos planos”, disse ele.

Em seu relatório semanal, a OMS observou que o surgimento das variantes da Covid-19 que causam preocupação, incluindo a altamente transmissível variante Delta, e destacou a necessidade de aumentar a vacinação, bem como a importância de manter medidas de saúde pública e auxílio social.

O órgão citou um estudo de modelagem na Inglaterra, que mostrou que atrasar o relaxamento das medidas preventivas reduziu o pico das hospitalizações diárias em quase três vezes.

“O relaxamento das medidas de saúde pública e sociais deve, portanto, ser cuidadosamente e cautelosamente equilibrado contra os níveis de cobertura vacinal e a circulação de variantes de preocupação”, escreveu a OMS.

CNN Brasil

 

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Saúde

Mais de 560 mil pessoas de Natal receberam a D1 ou dose única da vacina contra Covid-19; veja se você está na data para D2

Foto: Joana Lima / Secom

De acordo com a estimativa populacional do Ministério da Saúde, a faixa etária a partir de 18 anos de Natal é de 690.627 pessoas, e deste quantitativo, 560.197 receberam a primeira dose (D1) ou a dose única (DU), da vacina contra Covid-19. Em termos percentuais, 81% da população vacinável recebeu uma dose e 32% da população natalense completou o esquema vacinal.

Outro dado da capital é que, na faixa etária dos 40 anos a acima de 80, 85% receberam a D1 ou a dose única. “Nosso apelo agora é para que a faixa etária dos 18 anos aos 39 anos compareça aos pontos de vacinação”, afirma o secretário Municipal de Saúde, George Antunes.

Segundo o secretário, 77% da população entre 30 a 39 anos já recebeu a D1, e 65% da população dos 18 aos 29 anos, procura os pontos de imunização. “Reforçamos a importância no combate ao vírus. A vacina é a forma mais eficiente de se proteger. A vacinação acontece de forma muito rápida, basta levar um documento com foto, cartão de vacina e comprovante de residência de Natal”, reforça.

A SMS Natal segue vacinando a faixa etária de 18 anos e a segunda dose nos cinco drives e nas 35 UBS. Todos os horários e locais estão disponíveis no site https://vacina.natal.rn.gov.br/

SEGUNDA DOSE:

CORONAVAC

As pessoas que completaram os 28 dias da primeira dose do imunizante Coronavac podem procurar as 35 UBS ou qualquer drive-thru.

OXFORD

As 35 UBS e todos os drives estão com aplicação da D2 da Oxford para quem se vacinou até o dia 06 de junho.

Grávidas que tomaram a D1 de Oxford

As gestantes que tomaram a primeira dose com o imunizante Oxford e que, por recomendação do Ministério da Saúde, não tomaram a segunda dose, poderão completar seu esquema vacinal com o imunizante da Pfizer nas 35 UBS ou qualquer ponto de aplicação (exceto Arena das Dunas).

PFIZER

A segunda dose da Pfizer está disponível nas 35 UBS ou nos drives Nélio Dias, Palácio dos Esportes, Via Direta e SESI para quem tomou a primeira dose até 03 de junho.

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