[VÍDEO] Câmeras de segurança flagram assalto a marcado em Natal. Bandidos estão soltos

Um vídeo de um flagrante de assalto foi divulgado neste final de semana no site Youtube. Nas imagens, homens armados sem medo de serem reconhecidos entram em um estabelecimento sacam revólveres e praticam o assalto levando medo a clientes e funcionários do estabelecimento. O nome do local não pode ser confirmado, mas o autor do vídeo pede para quem puder identificar algum dos criminosos que entre em contato com a polícia.

Presidente de empresa gringa diz que brasileiros não trabalham tanto porque vivem em paraíso. É mole?

Por interino

A Foxconn está aumentando sua participação no Brasil e deve abrir cinco novas fábricas no país, sendo uma delas em uma cidade mineira. Mas, para o presidente da empresa, o taiwanês Terry Gou, os brasileiros “não trabalham tanto porque vivem em um paraíso”, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.

Em um programa de TV com jovens de Taiwan, Gou comentou sobre as oportunidades no Brasil e disse que o país é uma “terra cheia de potencial”, e fez um convite para quem quer trabalhar por aqui. “Quem quer ir ao Brasil? Vocês podem se registrar comigo, sério, vou lhes dar meu e-mail”, disse.

Por outro lado, ele fez críticas ao Brasil e a algumas exigências feitas pelo Governo Federal para a instalação das fábricas e a isenção fiscal para a produção local. “O Brasil só oferece o mercado local, de 190 milhões [de habitantes], e ainda é preciso transferir tecnologia”, afirmou. Porém, ao lembrar de um encontro com Dilma Rouseff, Gou disse que ela tem interesse em “modernizar o Brasil” e quer trocar a venda de matéria-prima pela produção de semicondutores.

A Foxconn é constantemente acusada de oferecer condições de semiescravidão para seus funcionários. Em uma matéria recente de umaemissora de TV americana ABC, foi mostrado que operários das fábricas da empresa trabalham 12 horas por dia e ganham cerca de US$ 1,78 por hora. A empresa anunciou em 2011 investimentos de cerca de US$ 12 bilhões noBrasil e deve começar a fabricação de iPads nacionais.

Fonte: Olhar Digital

Em tom de campanha, Rogério Marinho culpa Micarla e Carlos Eduardo por atraso no Mercado das Rocas

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) criticou as últimas administrações pela situação de abandono das feiras livres de Natal. O parlamentar ainda lembrou o caso do Mercado das Rocas, que está paralisado para reforma desde 2008, ainda durante a gestão do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).

“O Mercado das Rocas é mais um exemplo de obra inacabada e irresponsabilidade administrativa da gestão anterior e de incapacidade gerencial da atual administração [da prefeita Micarla de Sousa (PV)]”, disse Rogério Marinho durante o programa “Pensar Natal” exibido nesta quarta-feira (26) na 96 FM.

O tucano destacou a importância cultural das 22 feiras livres da cidade e lamentou o descaso da Prefeitura.

“As feiras reúnem a nossa tradição cultural e gastronômica. Infelizmente as últimas administrações têm sido absolutamente omissas e isso tem se refletido na degradação que as feiras livres estão submetidas na cidade”, concluiu Rogério.

Chuva danifica teto do Mercado Publico de Caicó

As chuvas que caíram em Caicó no último fim de semana causaram um grande estrago no teto de alguns stands do mercado público do município.

A cobertura não foi resistiu ao grande volume d’agua, causando prejuízos para vários comerciantes do Shopping popular.

O novo Mercado Público de Caicó tem menos de um ano de inauguração, e levou cerca de 3(três) anos para ser reformado.

Fonte e fotos: Transito no Seridó – Niltinho Ferreira

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. AOREKS. disse:

    que vergonha.

Rogério Marinho consegue liberação de emenda no valor de R$ 300 mil para Prefeitura do Natal

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) conseguiu liberar mais uma de suas emendas que vai beneficiar Natal. O Ministério do Turismo empenhou R$ 300 mil para que a Prefeitura da capital potiguar possa reformar o Mercado da Redinha. Agora, basta o município realizar licitação, quitar a contrapartida e iniciar o projeto.

“A Redinha tem sido muito maltratada nos últimos anos. É preciso um projeto de total reurbanização daquela área e a reforma do Mercado da Redinha é um primeiro passo para que o problema seja resolvido”, disse Rogério Marinho.

Durante este ano de 2011, Rogério informou por diversas vezes a Prefeitura que a emenda seria liberada e que esta poderia ser prejudicada com a presença do município no CAUC (Cadastro Único de Convênios), sistema que reúne cidades com irregularidades junto ao Governo Federal.

O deputado decidiu manter os recursos para a reforma do Mercado da Redinha na expectativa de que a cidade consiga receber o dinheiro mesmo com sua presença no CAUC.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Leitor disse:

    Uma dúvida: quem está no CAUC é o estado. Se o município estivesse, não teria fechado o empréstimo com a Caixa Econômica Federal. Para fechar um empréstimo é necessário ter todas as certidões. O estado ainda não conseguiu nada por conta exatamente dessas certidões.

Mercado de Luxo está aquecido em Natal

O POTI de hoje faz uma reportagem sobre o consumo de alto luxo na nossa cidade, não só no mundo e no Brasil cresce o consumo “VIP” de produtos caros, de ótima qualidade e elevado preço pela grife que você está comprando, hoje Natal já tem grandes lojas em diversos segmentos para essa turma que tem condições de adquirir esses produtos, a estabilização da moeda, o aumento do poder aquisitivo fez a antiga classe media que foi alçada ao patamar de classe A baixa também se arriscar no mercado de luxo. Só para os eleitores tem uma ideia do consumo aqui em Natal, a concessionaria BMW que irá abrir na Prudente, mesmo antes de está instalada, já vendeu 20 carros e 10 motos. Só para se ter uma idéia, Natal hoje é a terceira capital do Nordeste a ter mais carros Land Rover desfilando. Segue reportagem do POTI:

O Crise econômica? Que crise? O crescimento da economia brasileira nos últimos tempos e da renda da população rendeu algo mais que o aumento da classe média e a diminuição da miséria do país: uma procura cada vez maior por artigos de luxo, seja no ramo do vestuário, dos imóveis ou dos automóveis. Para o público que está disposto a pagar caro por algo mais que exclusivo, as notícias desfavoráveis ao capitalismo vindas da Europa não assustam. O resultado é aumento de um mercado para este tipo de público, fácil de perceber ao se observar o perfil das lojas, dos lançamentos imobiliários e dos carros que circulam nos principais bairros de Natal. “Não é preciso ser riquíssimo para ter uma peça única. Com as facilidades de compra, como os cartões de crédito, o acesso a esse mercado vem se tornando mais presente e não faltam compradores”, afirma o empresário americano Charles Tebbe, proprietário de uma loja de artigos de grife, na avenida Afonso Pena.

Assim como outros empresários estrangeiros, Charles acredita que o Brasil é um mercado onde um grande crescimento é esperado e que, nesse contexto, Natal têm um enorme potencial de clientes que querem exclusividade. De acordo com estudos realizados em 2008 pela consultoria Bain & Company, o país terá uma elevação de 35% no setor de luxo nos cinco anos seguintes. Em 2013, cerca de 50 marcas de luxo terão aproveitado as vantagens e oportunidades e entrarão no mercado brasileiro.

Armani, Dolce & Gabbana, Prada, Valentino, Calvin Klein, Guess, BCBG. Essas são algumas das grifes mundialmente famosas que conquistaram seu espaço nos últimos dois anos em lojas de endereços como os shoppings Midway Mall e Natal Shopping, e ao longo da avenida Afonso Pena, conhecida pelos estabelecimentos para quem tem maior poder aquisitivo. O empresário americano, proprietário da New York New York, conta que o que tem sido levado em conta por quem investe no segmento é a possibilidade de oferecer produtos reconhecidos para os clientes exigentes não precisarem se deslocar para os grandes centros em busca das últimas novidades do mercado internacional de luxo.

Segundo a publicação Europa: Branded Consumer Goods, “devido à estabilidade econômica, provocada pelos oito anos de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva existe um novo consumidor ávido de classe média”, denominado pela pesquisa como a “nova burguesia brasileira”. Para Charles Tebbe, Natal tem um destino promissor no segmento, até mesmo por conta do advento da Copa do Mundo de 2014. “Meu companheiro é potiguar e quando recebemos a visita dos seus familiares e amigos aqui nos EUA, me chamava muito a atenção o entusiasmo com que eles adquiriam as peças de grife a preços convidativos”, conta o americano, explicando que é nítida na cidade o interesse por grifes de alta qualidade.

Cenário promissor

O relatório elaborado pela Goldman Sachs para a publicação Branded em junho de do ano passado revela que fatores políticos e econômicos podem impulsionar as vendas dos bens de luxo no Brasil nesta década. Ainda segundo o documento, as vendas de luxo para brasileiros podem chegar a 6% do mercado global em 2025, ou seja, 63,5 bilhões de dólares, indo muito além de São Paulo, que hoje ainda agrega 70% desse mercado.

O desenvolvimento anual deste segmento no Brasil – 22% em 2009 – tem superado mercados mais estabelecidos: as vendas são agora quase o dobro de 2006. O mercado de varejo normal também obteve um crescimento considerável, chegando aos 11% no ano passado.

A realidade para o Rio Grande do Norte é também animadora. De acordo com a CPP Management Consultants, empresa que presta consultoria a companhias de luxo, o segmento do mercado de luxo brasileiro possui um público-alvo em torno de um milhão de pessoas. O investimento estrangeiro realizado no RN nos últimos anos é responsável pelo aumento da fatia desse mercado consumidor no estado.

Secovi-RN recebe em grande estilo

O mercado imobiliário nacional e do Rio Grande do Norte será o foco da palestra que será ministrada por Virgínia Duailibe em Natal (RN) no próximo dia 5 de agosto. A presidente da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário (ABMI) e empresária do setor, que mora em São Luís (MA),  vai ao Rio Grande do Norte a convite do Secovi-RN, o Sindicato da Habitação do estado.

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