Interjato Soluções: participação nos Lucros e Resultados mantém colaboradores motivados durante o ano inteiro

As mudanças no setor empresarial têm ocorrido de forma rápida. A pandemia de Covid-19 contribuiu para uma crise econômica no país e no mundo e muitas instituições precisaram se reinventar também para motivar e reconhecer o trabalho dos colaboradores diante de todo esse contexto. Uma modalidade que tem se destacado como forma de incentivar equipes é a PLR, ou Participação nos Lucros ou Resultados. O modelo de remuneração tem como objetivo alinhar as estratégias da empresa às aspirações de seus funcionários.

Através de metas pré-estabelecidas e critérios claros, os profissionais podem incrementar os ganhos também em prazos definidos. A novidade implementada pela Interjato Soluções em 2020 tem motivado a equipe. Para Ruan Cordeiro, projetista de Telecomunicações e colaborador da empresa “A PLR fomenta competitividade interna de forma saudável, despertando um maior desejo de desenvolvimento contínuo individual e de toda equipe”, declarou.

Os benefícios passam a ser de todos os envolvidos no processo, uma relação ganha-ganha. O modelo vem crescendo nos últimos anos, como observa a coordenadora de RH da Interjato Soluções, Anne Azevedo: “A PLR gera na equipe um maior engajamento, um maior comprometimento com as metas e resultados, melhora o clima organizacional e com certeza desperta no colaborador o sentimento de pertencimento”, destaca.

A divisão deve ser justa e refletir de forma transparente e consistente por meio de indicadores dos rendimentos atingidos. O modelo tem legislação específica no Brasil através da Lei 10.101, onde não há incidências de encargos trabalhistas, mais um atrativo da opção, pois direciona as equipes ao resultado e o custo tem menores impactos para empresa.

Erich Rodrigues, CEO da Interjato Soluções, considera a implementação positiva: “Quando falamos de pessoas e dos nossos colaboradores, temos estratégias de seleção, qualificação e retenção dos nossos profissionais e nisso a PLR encaixa muito bem, porque passa a mensagem de pertencer e fazer parte de algo maior, não só com um propósito maior, mas também que os resultados oriundos dos esforços são compartilhados”.

O empresário também vê resultados no serviço prestado pela Interjato Soluções através do incentivo aos colaboradores: “Numa estratégia de diferenciação, pois precisamos de pessoas diferenciadas, a PLR vem muito bem no sentido da motivação e também naturalmente da retenção de talentos para fazermos as entregas acima da média aos nossos clientes”, destacou.

Sobre a Interjato

Com a missão de prover as melhores tecnologias para integração digital, a Interjato Soluções é referência no segmento público e corporativo, com soluções aplicadas em toda região Nordeste.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brunno Antunes disse:

    Tenho orgulho de fazer parte desse time!

Instituto Butantan adia envio de resultados da CoronaVac à Anvisa

O governador de SP, João Doria, participou do anúncio sobre a CoronaVac nesta quinta-feira (10) — Foto: Reprodução/TV Globo

O Instituto Butantan adiou o envio do resultado dos testes da vacina CoronaVac no Brasil à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A previsão inicial era de que os documentos fossem enviados até esta terça-feira (15).

A vacina contra a Covid-19 é produzida pelo Instituto em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Os dados sobre a eficácia e demais informações a respeito dos testes feitos em voluntários no país devem ser enviados à Agência e divulgados no dia 23 de dezembro.

O G1 enviou questionamentos sobre a mudança de data ao Instituto e aguarda retorno.

A CoronaVac ainda está na terceira fase de testes, estágio em que a eficácia precisa ser comprovada antes da liberação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Para que a vacina comece a ser distribuída, é necessário que o Instituto Butantan envie um relatório à Anvisa e que o órgão aprove o uso do imunizante.

Envase

Na última quarta-feira, o instituto começou o processo de envase da vacina a partir da matéria-prima importada da China.

Segundo o governo paulista, o processo de envase começou a ser realizado no dia 9 de dezembro, na fábrica do Butantan, que tem 1.880 metros quadrados, e contará com o reforço de 120 novos profissionais, além dos 245 que normalmente atuam no instituto.

Além disso, o Butantan passa a funcionar 24 horas por dia.

Matéria-prima

O governo de São Paulo já recebeu 120 mil doses prontas da CoronaVac. Além disso, chegou uma carga de insumos que poderá ser convertida em até 1 milhão de doses adicionais.

Os insumos são os “ingredientes” necessários para a finalização da vacina no país. Caberá ao Butantan concluir a etapa final de fabricação.

Ao todo, pelo acordo fechado, o Butantan receberá do laboratório chinês 6 milhões de doses prontas para o uso e vai formular e envasar outras 40 milhões de doses.
Estados interessados
O governador João Doria afirmou que 12 estados formalizaram a solicitação para compra da CoronaVac, são eles: Acre, Pará, Maranhão, Roraima, Piauí, Mato Grosso Sul, Espirito Santo, Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Sul, além de São Paulo. Ainda de acordo com ele, mais de 900 cidades manifestaram interesse na compra da vacina.

O Butantan firmou um protocolo de intenções com a Federação Catarinense de Municípios (Fecam) para fornecimento de doses da CoronaVac. O valor das doses ainda será definido.

O diretor Butantan, Dimas Covas, disse que o instituto tem capacidade para fornecer as doses aos demais estados e vacinar a população de SP conforme cronograma anunciado para a primeira fase de imunização (veja, abaixo, detalhes sobre o plano estadual).

O governo paulista pretende fornecer 4 milhões das 46 milhões de doses para vacinar profissionais da área da saúde de outras regiões do país.

“Com relação a volumes, o plano estadual, juntamente com essas 4 milhões de doses, totalizam, de janeiro a março, 23 milhões de doses. Nós temos 46 milhões. Então, nós estamos trabalhando esta primeira fase já prevendo a segunda fase e, eventualmente, a terceira fase”, afirmou Dimas Covas.

“Temos, já em negociação, por autorização do governador, mais 15 milhões de doses e devemos formalizar muito brevemente. Do ponto de vista quantitativo e de capacidade de produção, estamos plenamente aptos para atender essa primeira fase da vacinação.”

Ministério da Saúde

Na semana passada, durante reunião de governadores, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que, se houver demanda e preço, o governo federal irá comprar a “vacina do Butantan”.

Na mesma reunião, ministro afirmou que a análise da compra da CoronaVac será enviada ao Palácio do Planalto após a conclusão dos estudos do Butantan.

Plano estadual

Na segunda-feira (7), o governo paulista anunciou o plano de vacinação com a CoronaVac, previsto para começar em 25 de janeiro de 2021.

De acordo com o anúncio, a primeira fase da vacinação será voltada ao grupo prioritário, que também inclui idosos com 60 anos ou mais, e dividida em cinco etapas. Nessa etapa, 9 milhões de pessoas deverão ser vacinadas.

Embates com o governo federal

Em outubro, o ministro da saúde, Eduardo Pazuello, chegou a anunciar, em uma reunião virtual com mais de 23 governadores, a compra do imunizante. Mas, menos de 24 horas depois, a aquisição foi desautorizada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em 1° de dezembro, o governo federal divulgou a estratégia “preliminar” para a vacinação dos brasileiros. Naquele calendário apresentado, a CoronaVac não foi citada pelo Ministério da Saúde.

No dia seguinte, a Anvisa disse que irá aceitar que empresas desenvolvedoras de vacinas contra a Covid-19 solicitem o “uso emergencial” no Brasil e divulgou os requisitos para o pedido.

Por conta dos embates políticos, o governo de São Paulo oficializou o programa de vacinação estadual, que será realizado sem apoio do governo federal.

Número mínimo de infectados

No final de novembro, o estudo da fase 3 da CoronaVac atingiu o número mínimo de infectados pela Covid-19 necessário para o início da fase final de testes.

A etapa permite a abertura do estudo e a análise interina dos resultados do imunizante. A expectativa é a de que os dados sejam divulgados pelo governo paulista nas próximas semanas.

Resposta imune e segurança

estudo feito com 743 pacientes apontou que a CoronaVac mostrou segurança e resposta imune satisfatória durante as fases 1 e 2 de testes.

A fase 2 dos testes de uma vacina verifica a segurança e a capacidade de gerar uma resposta do sistema de defesa. Normalmente, ela é feita com centenas de voluntários. Já a fase 1 é feita em dezenas de pessoas, e a 3, em milhares. É na fase 3, a atual, que é medida a eficácia da vacina.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Minion de Peixeira disse:

    Parece que tou vendo (com algumas variações):
    Querem vacinar no midiático dia do aniversário de SP (25/01), mas só vão conseguir mandar a documentação perto do Natal. Aí enviam um calhamaço de dezenas de milhares de páginas para a análise (o que demanda tempo) e vão botar a culpa em Bolsonaro por não se pode votar no dia festivo.

Saiba como interpretar resultados de estudos clínicos das vacinas de Covid-19

Foto: Unsplash

Têm sido semanas agitadas com notícias sobre vacinas de Covid-19. Primeiro tivermos resultados preliminares dos estudos clínicos com a vacina da Pfizer, depois da vacina russa Sputnik V. Na última semana, ouvimos sobre a vacina da Moderna [e nesta segunda-feira (23), sobre a eficácia do imunizante da Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, que apresentou eficácia de até 90% de acordo com a dosagem]. Todos esses resultados foram compartilhados com a mídia, antes de serem revisados por pares e publicados em um periódico.

Enquanto esperamos mais resultados preliminares de mais ensaios com vacinas nas próximas semanas e meses, é importante entender o que está por trás desses anúncios, o que as notícias não nos contam e o que os pesquisadores ainda não sabem.

Isso pode nos ajudar a identificar boas notícias, ser mais críticos ou postergar nosso julgamento até que tenhamos mais informações.

1. A notícia me conta o tipo de ensaio?

Neste estágio da pandemia, os resultados que chegam às manchetes são geralmente resultados provisórios dos ensaios clínicos finais, conhecidos como fase 3. Isso é quando uma vacina é dada a milhares de pessoas e avalia-se quão bem ela funciona e se é segura (mais sobre isso abaixo).

Nesses ensaios, voluntários são aleatoriamente divididos em dois braços de estudo, o da vacina (pessoas que tomam o imunizante de verdade) e o do placebo (pessoas que tomam um placebo, em geral uma substância inerte, como uma injeção de solução salina). No entanto, alguns ensaios usam vacinas contra outras doenças como placebo. Então, idealmente, a divulgação midiática deveria mencionar como os resultados da vacina se comparam aos do placebo ou do outro imunizante.

Antes da vacina chegar nesse estágio ela terá completado com sucesso ensaios menores (fases 1 e 2). Frequentemente, essas fases se combinam. Então você poderia ter resultados de um ensaio que combine as fases 1 e 2 ou as fases 2 e 3.

2. A notícia menciona segurança?

Como as vacinas são testadas majoritariamente em voluntários saudáveis, é extremamente importante demonstrar que o imunizante é seguro.

Efeitos colaterais (também chamados de eventos adversos) são reportados a um comitê independente — geralmente com dois ou mais especialistas em imunologia e medicina, e também um bioestatístico. É um dos trabalhos desse comitê de monitoramento de dados receber e avaliar os relatórios de eventos adversos, e olhar os resultados provisórios para determinar se o ensaio deve continuar.

Às vezes, se forem levantadas questões de segurança, o ensaio é temporariamente interrompido enquanto o comitê faz a investigação. Foi o que aconteceu no ensaio da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca [em setembro], que depois foi retomado.

Portanto, qualquer notícia deveria falar sobre quantas pessoas foram afetadas pelos efeitos colaterais, os tipos de reações adversas (comuns/raras, graves/leves), se são em pessoas que receberam a vacina ou o placebo e se o comitê de monitoramento está investigando. Nem todos esses detalhes estão disponíveis para o público.

3. A notícia fala quão bem a vacina funciona?

Os resultados dos testes são medidos em mais de um momento e ao final do estudo. Este é outro fator que o comitê de monitoramento de dados supervisiona. Por exemplo, o comitê tem regras sobre a eficácia da vacina que se aplicam durante o estudo para determinar se o ensaio prossegue. Então, uma regra pode ser algo como “para o ensaio continuar, a eficácia da vacina deve ser de no mínimo 60% depois que 25% dos indivíduos completaram os testes”.

Os resultados divulgados nas manchetes atualmente vêm desse tipo de análise. Em outras palavras, o comitê já acessou os resultados nesse ponto e deu o sinal verde para prosseguir.

Nenhum ensaio de fase 3 reportou, até agora, a análise completa de dezenas de milhares de participantes do estudo, mas isso deve acontecer nas próximas semanas.

Eficácia da vacina

A eficácia da vacina descreve o quanto a vacina oferece de proteção contra a doença-alvo. A fórmula e os cálculos podem ser bem complicados, então vou apenas dar um exemplo simples aqui.

Uma das medidas é baseada no “índice de ataque”, que é a proporção de pessoas no estudo diagnosticadas com Covid-19. Medimos esse índice nos “braços” da vacina e do placebo separadamente, e depois dividimos um pelo outro para ter a taxa de ataque. Em seguida, subtraímos a razão da taxa de ataque de 1 para obter uma medida da eficácia da vacina.

Por exemplo, se 5% dos que receberam a vacina são diagnosticados com Covid-19 e 40% dos que tomaram o placebo são confirmados com a doença, então a taxa de ataque é (5%/40%) ou 0,125 ou 12,5%. Isso significa que a eficácia da vacina é de 87,5% (100%-12,5%).

*Adrian Esterman é professor de bioestatística e epidemiologia na Universidade do Sul da Austrália. Artigo originalmente publicado em inglês no site The Conversation.

Galileu

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pixuleco disse:

    Vamos a interpretação
    As enzimas primogênitas do RNA são caracterizadas pela dureza eletrostática do
    citoplasma das células atingidas pelo vírus 🦠.
    O nível de chocolate 🍫 aumenta muito , a cápsula viral fica rachadinha na sua superfície e tem a cor laranja 🍊 no conteúdo interno .
    Somente um dado intriga os cientistas como é por que o depósito de 21 itens descoberto pelo virologista QUEIROZ e ainda não explicado .
    Resumo da análise
    Se você come chocolate gosta de uma laranja rachada e tem depósito em conta vai estar muito perto de ficar Imune .

  2. Calígula disse:

    Petistas não sabem nem interpretar uma simples frase, vai saber interpretar exames, nem de fezes kkk kkk.

Estudo americano apresenta resultados positivos da hidroxicloroquina para a Covid-19

Foto: George Frey – 27.mai.2020 / Reuters

Um novo estudo realizado por membros do Sistema de Saúde Henry Ford, em Detroit, Michigan, apresentou resultados positivos acerca do uso de hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com Covid-19. A pesquisa mostrou que o grupo que utilizou a droga teve a taxa de mortalidade reduzida pela metade. O método do estudo, no entanto, foi alvo de críticas nos Estados Unidos.

A equipe analisou o quadro clínico de 2.541 pacientes. O Dr. Marcus Zervos, chefe da divisão de doenças infecciosas do Sistema de Saúde Henry Ford, revelou que 26% do grupo que não recebeu o tratamento faleceu. Já o grupo que utilizou a droga teve taxa de mortalidade de 13%. Foram analisados todos os pacientes tratados no sistema hospitalar desde o primeiro, ainda em março.

“As taxas gerais de mortalidade bruta foram de 18,1%. Um grupo que somente foi tratado com hidroxicloroquina teve 13,5%, enquanto os que receberam hidroxicloroquina mais azitromicina teve 20,1%. Pacientes que utilizaram apenas azitromicina registraram 22,4% de óbitos e o grupo em qual não fora aplicado nenhum medicamento, 26,4%”, escreveu a equipe, em um relatório publicado no “International Journal of Infectious Diseases”.

Os resultados vão em direção oposta às conclusões de estudos anteriores, que não encontraram benefícios no uso da droga, além de alertarem para o risco de seu uso em pessoas com problemas cardíacos. Após os estudos iniciais, a FDA (Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA) retirou, no início de junho, a autorização para utilização do medicamento em casos emergenciais.

Zervos afirmou que os pacientes analisados no estudo foram tratados precocemente. “Para que a hidroxicloroquina tenha benefício, é necessário começar o tratamento antes que os pacientes comecem a sofrer algumas das graves reações imunológicas do Covid”, disse. O médico comunicou que eles também monitoraram cuidadosamente possíveis problemas cardíacos nos indivíduos.

A equipe do Sistema de Saúde Henry Ford acredita que as descobertas podem salvar vidas, mas não descarta ou contradiz os resultados de estudos anteriores. “Queremos enfatizar que, apenas porque nossos resultados diferem de alguns outros que podem ter sido publicados, isso não torna esses estudos errados”, disse o CEO do Henry Ford Medical Group, Steven Kalkanis.

“É preciso muito mais trabalho para elucidar qual deve ser o plano final de tratamento para a Covid-19, mas sentimos que esses resultados são importantes para adicionar à mistura de como proceder, se houver um segundo surto no mundo. Agora podemos ajudar as pessoas a combater essa doença e reduzir a taxa de mortalidade”, concluiu Kalkanis.

Críticas no método da pesquisa

Pesquisadores que não participaram do estudo de Detroit criticaram o método utilizado pela equipe do Henry Ford. Segundo eles, o grupo não tratou os pacientes aleatoriamente, mas os selecionou para vários tratamentos com base em determinados critérios.

“À medida que o Sistema de Saúde Henry Ford se tornou mais experiente no tratamento de pacientes com COVID-19, a taxa de sobrevivência pode ter melhorado, independentemente do uso de terapias específicas”, escreveu Dr. Todd Lee, do Royal Victoria Hospital, em conjunto com alguns colegas.

O grupo de pesquisadores do novo estudo afirma que 82% de seus pacientes receberam a hidroxicloroquina nas primeiras 24 horas da infecção, e 91% nas primeiras 48 horas. Eles disseram que isso explica a alteração dos resultados, já que pesquisas anteriores utilizaram a droga nos infectados tempos depois do momento do contágio.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gilson disse:

    Estudo furado. A associação de cloroquina + azitromicina matou mais gente. Kkkkkkk

  2. Roberto disse:

    Omi isso é um coru de p…..

  3. RMelo disse:

    Saporra presta ou não presta?
    Aff!

    • Cigano Lulu disse:

      Tem sim eficácia, o cavalo de Bolsonaro foi tratado com uma mistura de cloroquina com creolina.

  4. José disse:

    Curioso que o protocolo desenvolvido pelo Dr. Vladimir Zelenko que foi o primeiro médico a receitar a cloroquina nos EUA, afirmava justamente isso: o atendimento e uso nos estágios iniciais da doença. A OMS e outros órgãos de Saúde, inclusive o Ministério da Saúde do Brasil, foi que passaram a usar o remédio para quem estava no estágio avançado. No Piauí, o mesmo protocolo de Zelenko, adotado na Espanha foi usado com redução de internação e uso de UTI.
    O problema é que usaram o remédio como elemento político e não foi levado a sério os protocolos indicados e agora estão vendo que a utilização sem segui o protocolo era que estava dando resultado errado.

  5. S. Silva disse:

    CADÊ os 37 mil comprimidos que Bolsonaro mandou Fátima???
    O povo quer saber.

Remdesivir: EUA divulgam resultados sobre uso de medicamento contra covid-19; pacientes que usaram antiviral mostraram recuperação mais rápida

Foto: © REUTERS/Leah Millis/Direitos Reservados

Os resultados de um ensaio clínico nos Estados Unidos (EUA), divulgados nessa quarta-feira (29), mostram que os pacientes que foram medicados com Remdesivir apresentaram recuperação mais rápida da infecção pelo novo coronavírus. A Administração Federal de Alimentos e Medicamentos estuda editar uma autorização de emergência para o uso desse fármaco.

O ensaio clínico, conduzido pelo Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas, estudou mais de mil pacientes gravemente infectados com o novo coronavírus em 75 hospitais em todo o mundo e concluiu que os doentes que foram tratados com Remdesivir apresentaram recuperação 31% mais rápida do que aqueles que apenas receberam um placebo.

O tempo de recuperação com Remdesivir – o antiviral desenvolvido contra o ébola – diminui de 15 para 11 dias. Os cientistas também sugerem que o medicamente pode ter influência na sobrevivência.

Segundo o estudo, no grupo de pessoas que recebeu a medicação, 8% morreram, menos 3% do que aqueles que receberam um placebo. Ainda não foi encontrada uma cura para a covid-19 e, por isso, o Remdesivir – produzido pela farmacêutica norte-americana Gilead – poderá ser utilizado para ajudar em melhor e mais rápida recuperação.

Em comunicado, a Gilead Sciences disse ter “conhecimento dos dados positivos emergentes do estudo do Instituto Nacional das Alergias e Doenças Infecciosas” e que “o ensaio cumpriu os seus objetivos principais”.

Para o diretor do Instituto de Doenças Infecciosas, Anthony Fauci, os dados mostram que o Remdesivir tem efeito claro, significativo e positivo em diminuir o tempo de recuperação. Ele falou na Casa Branca, ao lado do presidente norte-americano, Donald Trump. Fauci considera que foi comprovado que um medicamente pode bloquear esse vírus”. “Esse será o padrão de tratamento”, afirmou.

Os especialistas também concordam que os resultados trazem esperança no combate à pandemia. “Esses resultados são realmente promissores. Eles mostram que esse medicamente pode melhorar claramente o tempo de recuperação”, disse o professor e diretor da Unidade de Ensaios Clínicos da Universidade de Londres, Mahesh Parmar, citado pelo jornal The Guardian.

O professor lembrou, no entanto, que é necessário garantir certos aspectos antes de disponibilizar amplamente o remédio.

“Os dados precisam ser revistos por entidades reguladoras, que avaliem se o medicamento pode ser licenciado e, em seguida, analisados pelas autoridades de saúde de vários países. Enquanto isso estiver sendo processado, obteremos mais dados a longo prazo desse e de outros estudos”.

Autorização de emergência

Na sequência dos resultados positivos, a Administração Federal de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) pretende emitir autorização de emergência para o fármaco Remdesivir. De acordo com o jornal The New York Times, essa autorização pode ser dada na próxima semana.

Em declarações à CNN, a FDA disse estar em negociações com a Gilead Sciences sobre a disponibilização do medicamento aos pacientes:

“Como parte do compromisso da FDA em acelerar o desenvolvimento e a disponibilidade de possíveis tratamentos para a covid-19, a agência tem estado envolvida em discussões com a Gilead Sciences a respeito da disponibilização do Remdesivir aos pacientes o mais rápido possível, conforme apropriado”, disse o porta-voz da FDA, Michael Felberbaum.

Uma autorização de emergência não é equivalente a uma aprovação formal. Significa que em casos de emergência sanitária nacional podem ser certos medicamentos, caso não existam alternativas.

Opiniões contraditórias

O Remdesivir está entre os vários medicamentos testados contra o novo coronavírus. Apesar desses resultados positivos, a eficácia do antiviral contra a covid-9 ainda tem informações contraditórias.

Os resultados do estudo, do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infeciosas, surgem depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter publicado os resultados preliminares de um primeiro trabalho com esse fármaco, que estava sendo desenvolvido na China. Os resultados mostravam que o Remdesivir tinha fracassado nos primeiros testes, mas a OMS entretanto retirou o documento da internet.

A Gilead Sciences criticou o estudo da China, considerando que ainda é cedo para excluir totalmente o potencial do medicamento. Em declaração, Gilead lamentou os dados publicados, “uma vez que a pesquisa, devido à baixa amostra, foi insuficiente para permitir conclusões estatisticamente significativas. Como tal, os resultados são inconclusivos”.

No estudo realizado na China, entre 6 de fevereiro e 12 de março, em dez hospitais de Wuhan, participaram 237 doentes, dois terços dos quais foram tratados com Remdesivir.

A revista The Lancet publicou um resumo do trabalho, onde é declarado que “o tratamento com Remdesivir não acelera a cicatrização nem reduz a mortalidade da covid-19, em comparação com o placebo”.

“Infelizmente, o nosso ensaio mostrou que embora seguro e bem tolerado, o Remdesivir não mostrou nenhum benefício significativo em comparação ao placebo”, comentou o autor principal do estudo, o professor Bin Cao, citado em comunicado da The Lancet.

O principal pesquisador do ensaio clínico conduzido pelo Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infeciosas disse à CNN que o medicamento “não é o fim da história” relativamente a possíveis tratamentos para a covid-19. “Temos muito trabalho pela frente. Estamos procurando outras terapias. Vamos continuar com o estudo”, disse Andre Kalil.

Agência Brasil com RTP

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Neco disse:

    Aí sempre vem alguém para dizer o óbvio (que não é uma cura milagrosa que vai resolver o problema de todo o mundo da noite o dia – ningjuém tá dizendo isso) OU sempre aparece alguém para pinçar um estudo refutando (mesmo que tenha 100x opiniões a favor). OU, sempre alguém para dizer que tem efeito colateral.

MEC divulga resultados do Fies; selecionados têm até 2ª para complementar informações

Foto: Reprodução

O Ministério da Educação (MEC) liberou na noite desta quarta-feira os resultados do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os alunos já podem acessar a lista dos aprovados pelo site. Há, em 2020, 100 mil vagas para o financiamento.

O resultado estava previsto para esta quarta-feira, mas a publicação apenas à noite gerou reclamação de estudantes. O programa concede financiamento em cursos superiores privados. Os alunos só começam a pagar depois que se formam.

Os selecionados agora tem de quinta até a segunda-feira para complementar as informações da inscrição no FiesSeleção (veja aqui) para contratação do financiamento. Quem ficou na lista de espera deve enviar informações até três úteis depois da divulgação da pré-seleção.

O Fies está dividido em duas modalidades. A primeira com juros zero sem fiador para quem tem renda familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa. A segunda também juros zero, mas com a necessidade de fiador para quem tem renda familiar de até três salários mínimos por pessoa.

Para ter acesso ao financiamento, é preciso ainda tirar pelo menos 450 na prova objetiva e 400 na redação.

Há ainda a opção do P-Fies, que se destina a estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos. Eles podem receber um empréstimo a juros relativamente baixos, variando de acordo com o banco que atua como agente financeiro.

Com informações de O Globo

América e ABC seguem com 100% de aproveitamento após duas rodadas no Estadual; veja resultados e classificação

Foto: Reprodução/FNF

ABC e América seguem com 100% de aproveitamento após duas rodadas no Campeonato Potiguar, em seu primeiro turno. A Copa Cidade do Natal, como é conhecida essa fase, ainda mostram Globo e Santa Cruz de Natal, com uma vitória e uma derrota e a “invencibilidade” curiosa do Assu, com dois empates. Na lanterna, encontra-se o Força e Luz,

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PAULO disse:

    Quem vê o placar do jogo do abc pensa que foi fácil, levou sufoco do temido Força e Luz, mesmo estando com 1 jogador a mais desde os 8' do 2 tempo. Sem falar que tivemos 2 pênaltis…

Nota Potiguar comemora resultados de campanha que apostou no cidadão e na integração entre mídias

Programa do governo conseguiu cadastrar quase 100 mil usuários em pouco mais de dois meses; Sinapro/RN destaca trabalho feito por agência local

Toda campanha de publicidade exige da agência três requisitos básicos: criatividade, assertividade e responsabilidade com o cliente. Entretanto, esse tripé é ainda mais fundamental quando se trata de comunicação pública, governamental. Foi baseado nisso que a Dois.a Publicidade criou a campanha da Nota Potiguar, programa do Governo do Estado para incentivar os cidadãos a exigir os documentos fiscais eletrônicos na hora das compras, com a inclusão do número do CPF. Os valores das notas acumulam pontos que são trocados por benefícios, além de reverter valores para Organizações da Sociedade Civil nas áreas de assistência social, saúde e esporte amador.

Desde que foi lançado, em junho deste ano, o programa já conseguiu cadastrar 99.384 mil usuários, com 4.722.194 milhões de documentos fiscais. Mais de 37 mil estabelecimentos comerciais aderiram ao projeto. Os números atestam o sucesso da estratégia de comunicação utilizada na campanha. “O conceito que direcionou a comunicação de toda a campanha publicitária foi ‘Premiação para quem é cidadão’. O mote valoriza a ação de solicitar o CPF na nota fiscal, ação direcionada nos títulos das peças, ao denominar os solicitantes de cidadão, tornando-os partícipes do desenvolvimento do estado, objetivo macro da campanha”, explicou a diretora de atendimento da Dois.a Publicidade, Lana Mendes.

A estratégia foi definida em quatro vertentes de abordagens: Benefícios para o cidadão e sociedade, premiações, troca de ingressos e benefícios – como descontos do IPVA – e educação fiscal. “Percebemos que, para alguns indivíduos, ajudar o próximo seria a principal motivação para pedir o CPF na nota. Para outros, entretanto, receber benefícios próprios seria mais estimulante e, de acordo com este estudo de perfis de públicos, definimos a estratégia de comunicação”, completou Lana Mendes.

Fotos: Divulgação

O presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do Rio Grande do Norte, Sinapro/RN, João Daniel Vale, destacou a importância de um trabalho como esse para o mercado local. “Para o Sinapro é sempre gratificante ver suas agências filiadas colocando materiais de qualidade no ar e gerando resultados práticos. Prova da competência, profissionalismo e constante atualização das nossas agências ao contexto da comunicação de hoje”. A Dois.a Publicidade está filiada ao sindicato há 24 anos.

CAMPANHA SOCIAL

O funcionamento integrado entre as mídias foi um dos grandes diferenciais do trabalho desenvolvido. Na avaliação da agência, isso foi imprescindível para que a campanha atingisse os mais diversos públicos de maneira efetiva. “Toda campanha publicitária tem a obrigatoriedade de se fazer assertiva, otimizando os valores investidos, o trabalho empregado e transmitindo a mensagem de maneira eficiente e persuasiva. Em uma campanha governamental, essa equação exige uma atenção ainda mais especial. Nela são acrescidos outros elementos, como a responsabilidade de gerir uma verba pública, de conversar com toda a população de um estado e construir a mensagem oficial de uma instituição tão importante quanto o governo estadual”, finalizou a publicitária Lana Mendes.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco S J Filho disse:

    Os pontos do mês de julho/2019 ainda não foram gerados. A previsão era 05 de agosto. O que houve?

    • Manoel disse:

      Pelo que entendi no Instagram do programa é por conta da auditoria dos bilhetes pra o sorteio.

Confira os resultados da 1ª rodada do Campeonato Potiguar e os duelos da 2ª rodada neste fim de semana

Reprodução: FNF

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. CAMPEÃO DO CENTENÁRIO disse:

    Agora o time das galinhas pretas da estrada de pium vai jogar num gramado de vergonha!
    Tá bom da galinhada repensar, sair do FRESKEIRINHO e mandar seus jogos no Juvenal Lamartine, um estádio de reflete bem a decadência desse clube mentiroso e caloteiro!

  2. Imperador disse:

    No proximo ano, vai ser copa natal e não mais campeonato Rn pq so vai ficar 4 times vergonha.

FOTO: Mesmo sem patrocínios, amazonas do RN brilham no Norte Nordeste de Hipismo, realizado em natal

O Hipismo é um esporte nobre e que vem numa crescente de popularização no Brasil. Em algumas cidades, o incentivo ao esporte é mais evidenciado, contando inclusive com escolas públicas de equitação.

O charme, encanto e as disputas acirradas foram destaques na segunda etapa Norte Nordeste de Hipismo, realizado em natal, na hípica do Jiqui Country Clube. O evento foi agraciado e marcado pela participação efetiva de mais de 150 conjuntos de cavaleiros e amazonas, de todo norte/nordeste do país, e pelo alto índice técnico entre os atletas.

Recife-21.22-NE.N-HIPISMO-2Os representantes do nosso estado estiveram muito bem nesta etapa, confirmando que por aqui passam os novos nomes no esporte, que não param de surgir. Duas destas promessas são potiguares e muito parecidas na forma de conduzir o cavalo. Trata-se das jovens irmãs Karina e Carolina Diniz, que apesar do pouco tempo em competições nacionais, assumiram na etapa de natal, empatadas em primeiro lugar, o ranking do norte nordeste de hipismo, o que é um orgulho para o RN.

Contudo, nem tudo são flores nesta evolução. As amazonas, contam apenas com o esforço descomunal do pai e da mãe, proprietários de duas vans de transporte escolar, que renunciam a tudo, para seguir como financiadores deste sonho. Isso evidencia nitidamente qual o obstáculo mais difícil a ser saltado por ela e que pode ser apontado como grande entrave nesta evolução: A falta de incentivo através de patrocínios e valorização local dos empresários e governos, que possibilitem a competição em igualdade de condições com outros atletas, dos diferentes estados da federação.

A grande dificuldade técnica enfrentada por elas – e também por todos os outros competidores – é que nas provas de salto, o cavaleiro – ou amazona – só conhece o percurso da prova 30 minutos antes de realizá-la, e tem apenas uma chance, ou seja, cerca de um minuto e meio, para fazer o percurso e definir o resultado da prova, habilidades que exigem muita disciplina, concentração e respeito mútuo entre o cavaleiro e seu cavalo.

Os recentes resultados demonstram ao Brasil, a força jovem do esporte em nosso estado.

CONCURSO: Companhia Docas do RN divulga resultado definitivo da prova objetiva e provisório de duas etapas

A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) divulgou o resultado definitivo da prova objetiva e provisório da avaliação discursiva e de títulos. As etapas são referentes ao concurso com oferta de 35 vagas. Para conferir o resultado da prova objetiva, clique aqui. Para o resultado da avaliação discursiva, clique aqui. Já para o exame de títulos, clique aqui. A Consulplan é a banca organizadora.

O certame recebeu 2.663 inscrições – concorrência média de, aproximadamente, 76 por chance. As oportunidades são de níveis fundamental, médio e superior com salários que podem chegar a R$ 2 mil. Além das avaliações objetivas, provas discursivas e avaliação de títulos, a seleção conta com provas práticas.

Quem tem nível fundamental pode disputar vagas de eletricista de manutenção, jatista, mecânico de manutenção, operador de guindastes e equipamentos similares, operador de pá mecânica e equipamentos similares, pintos especializado, soldador, torneiro mecânico e trabalhador portuário.

Para nível médio as chances são para assistente, nas funções de assistente técnico administrativo e técnico (ambiental, de contabilidade, de eletrotécnica, de segurança do trabalho, em eletromecânica, em hardware, em mecânica e em software).

Já em nível superior as chances são para o cargo de analista de suporte técnico administrativo, nas funções de administrador, advogado, analista de sistemas, biólogo, contador, economista, enfermeiro, engenheiro (civil, de segurança do trabalho, elétrico e mecânico). Os salários variam de R$ 678 a R$ 2.016,24 por jornada de 44 horas semanais em todos os cargos.

CorreioWeb

Presidente do Inep nega erros na divulgação dos resultados do Enem

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa, afirmou categoricamente nesta quinta-feira que o órgão não errou na divulgação dos resultados por escola do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012. Ele veio ao Rio para a conferência “O Ensino Médio em Debate”, promovida pela Fundação Cesgranrio.

Segundo Costa, o motivo para escolas tradicionais terem ficado de fora são erros do próprio colégio no ato de preenchimento do Censo Escolar ou na inscrição do aluno no Enem. Nesta quarta, 24 instituições de ensino em todo país entraram com recurso pedindo revisão dos dados. O Colégio Santo Inácio e o Notre Dame, no Rio, e o Gay Lussac, em Niterói, são exemplos de escolas que não entraram na lista divulgava pelo Inep.

O Inep divulga as notas das escolas com no mínimo 10 alunos participantes no Enem e com ao menos 50% dos estudantes inscritos no exame. Neste ano, mais de 11 mil se enquadraram nestes critérios e tiveram seus resultados divulgados. A seguir, veja a entrevista com Luiz Cláudio Costa:

Algumas escolas tradicionais ficaram de fora do levantamento de desempenho do Enem 2012, e esta não é a primeira vez que isso acontece. Quais seriam as causas dessa exclusão da lista?

LUIZ CLAUDIO: Para todas que recorreram até agora, não houve nenhum erro do Inep, e eu vou lhe assegurar que não há nenhum erro. Se houver, nós teremos muita humildade para reconhecer. Vinte quatro instituições entraram com o recurso. O Censo Escolar é nossa base, nós temos que ver quais são os concluintes do ensino médio estudando naquela escola. No Enem, o número de inscritos é muito mais do que o número de participantes que estão de fato concluindo o ensino médio. Na hora da inscrição no Enem, muitos alunos que já não estão mais na escola preenchem o formulário dizendo que estão matriculados no seu ex-colégio. Isso gera confusão. Por exemplo, em uma escola com 40 concluintes do ensino médio, como é que pode ter no Enem 48 alunos dizendo que são concluintes daquela escola? O sistema não calcula porque, desse modo, estaremos prejudicando ou beneficiando aquela escola. Quando há inconsistência, a escola recorre. Nós mandamos os dados para fazer a compatibilização e ela vai nos dizer realmente quem são seus alunos. Se é procedente, nós fazemos os cálculos.

Essas “inconstâncias” então ocorrem no ato do preenchimento do Censo ou do Enem?

LUIZ CLAUDIO: Pode ser nos dois. A inscrição do Enem não é a escola que faz, é o estudante. Então, ele pode cometer algum erro. Pode ter estudado num semestre em uma escola, depois ter ido para outra, e ter se inscrito no Enem como se fosse aluno da primeira. Quando a escola fala “eu tenho certeza que meus alunos”… Não tem. Não tem controle. Ela não inscreve os alunos. E pode ser também que haja insconsistência no Censo. Então, é por isso que nós não gostamos de calcular a média. O que estou pensando para o ano que vem, mas que por enquanto é apenas uma expectativa, é se adiantar e identificar essas inconsistências entre Censo e Enem antes do resultado. Assim, nós pediríamos esclarecimentos antes.

E se forem muitas escolas?

LUIZ CLAUDIO: Por isso que eu preciso averiguar, é apenas uma ideia.

Todos sabemos que o MEC e o Inep não fazem rankings. Mas, partindo da perspectiva dos pais dos alunos, é possível se guiar pela comparação das médias das escolas no Enem para aferir a qualidade do ensino médio repassado por elas?

LUIZ CLAUDIO: No Campeonato Brasileiro só pode haver um primeiro lugar. Na corrida de Fórmula 1, só pode haver um primeiro lugar. Mas na educação, nós temos todas as escolas juntas, e cada uma com suas características. Então, uma escola estadual com 400 a 500 alunos não deve ser comparada exatamente com uma escola privada de 20 a 30 alunos. A primeira escola é boa em termos de inclusão, e a segunda em termos qualitativos. Se a primeira tivesse também uns 20 alunos, ela poderia ser tão boa quanto a segunda em termos qualitativos. Mas eu acho que não pode ser jogado tudo fora, desde que haja reflexão sobre essas diferenças. Acho bom a gente analisar os dados para que saibamos o seguinte: qual educação nós queremos?

Mas esses rankings não acabam se repetindo no ensino superior, com a divulgação de dados como o IGC e o CPC?

LUIZ CLAUDIO: Nós não fazemos rankings. Quem faz são vocês (da imprensa). É a forma de a imprensa dialogar com a sociedade, e que eu acho bom. Não tem problemas. Agora, quando se divulga IGC e CPC vêm aquelas perguntas de qual é a melhor, é natural, é um diálogo social. Costumo dizer que nós do MEC/Inep temos que fazer três diálogos no mínimo: um com as escolas, que, para mim, é o mais importante, outro com a sociedade, de fundamental importância, e depois com a imprensa, que para mim é importantíssimo. . Quando discutimos educação, temos que levar em conta o seguinte: por que aquela escola é boa? Será que é por que ela tem poucos alunos? Será que é seus professores são todos graduados? As escolas federais, por exemplo, tiveram um ótimo desempenho, mas vejam que nós nem procuramos exaltá-las porque entendemos que nossa preocupação é com as escolas estaduais.

O Globo

Justiça do Trabalha comemora resultados da II Semana da Execução e divulga relação dos maiores devedores trabalhistas

O presidente do TRT-RN, desembargador Ronaldo Medeiros e a gestora da execução no estado, juíza Maria Rita Manzarra encerraram oficialmente a II Semana Nacional da Execução, na manhã desta segunda-feira (18), no Pleno do tribunal.

Na oportunidade, foram divulgados os dados relativos à Semana que ocorreu entre 11 e 15 de junho, e teve o objetivo de solucionar o maior número possível de processos em fase de execução. Foram realizadas 2 mil audiências, cerca de 9.400 pessoas foram atendidas e 617 acordos foram homologados o que garantiu a arrecadação de R$ 5,7 milhões para pagamento de dívidas trabalhistas”, informou a juíza Maria Rita Manzarra.

O último dia de mobilização da Justiça do Trabalho contou com o leilão judicial que reuniu bens penhorados nas varas do trabalho de Natal, Assu e Mossoró e arrecadou mais de R$ 1.7 milhão. Somados o valor do leilão com os acordos, o TRT-RN garantiu um total de cerca de R$ 7.5 milhões de reais.

Para o presidente do tribunal, desembargador Ronaldo Medeiros, os valores arrecadados são o resultado do esforço de todos. “Agradeço a todos que trabalharam pelo resultado positivo da II Semana Nacional da Execução Trabalhista, pois conseguimos solucionar processos e, assim, garantir a efetividade do direito dos reclamantes”, disse.

Entre os itens arrematados estão a casa e o escritório do advogado Anderson Miguel, penhorados para pagamento de dívidas trabalhistas da empresa A&G, uma das que tem mais processos trabalhistas. O advogado foi assassinado em 1º de junho do ano passado.

A casa de Anderson, localizada no bairro de Capim Macio, foi arrematada por R$ 440 mil reais pelo consultor imobiliário Francisco Medeiros. “Eu estou esperando a oportunidade de arrematar esta casa há quase um ano. Acredito que fiz um excelente negócio e por um bom preço”, revelou o consultor. Já o escritório do ex-dono da A&G foi arrematado pelo advogado Augusto Costa Maranhão Valle, por R$ 462.500 reais. “É um imóvel muito bem localizado e eu vou analisar se ele seguirá como escritório de advocacia ou se vou utilizá-lo como outro meio comercial”, disse o profissional liberal.

Encabeça a lista de devedores a Cia. Açucareira Vale do Ceará-Mirim, com 727 processos, seguida da Mossoró Agroindústria S.A.(Maísa), com 714, Maísa Indústria, 583 processos, Cia. de Dados do RN (Datanorte), com 446 processos, e A&G Locação de Mão-de-Obra, com 443 processos. O restante da lista contempla várias prefeituras de municípios do interior, encabeçadas pela de Caicó, com 389 dívidas na Justiça do Trabalho.

Entre os maiores devedores chama a atenção a Companhia de Dados do Rio Grande do Norte (Datanorte), autarquia mantida pelo Governo do Estado que está em vias de extinção. Da lista divulgada pelo TRT também constam os maiores devedores pessoa-física com dívidas trabalhistas. Encabeçam a lista Geilson Bezerra de Oliveira e Bruno Fernandes Pedrosa, com 20 processos, seguidos de José Aldeniro de Oliveira Silva, com 15 processos, Victor Trembitski, com 14 processos, e Robson Caserta Farias, também com 14 processos trabalhistas.

Com informações da Ascom/TRT 21º e Diário de Natal

 

Juíza Hadja Rayanne vence eleições na AMARN e será a primeira mulher a dirigir a associação

Pela primeira vez em sessenta anos de existência, a Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte (AMARN) será dirigida por uma mulher. A juíza Hadja Rayanne Holanda de Alencar foi escolhida por 141 magistrados para estar a frente da entidade nos próximos três anos.

Ao final da disputa seu adversário, juiz Artur Cortez Bonifácio que disputava pela Chapa 2: A AMARN unida pode mais, teve 116 votos.