PF mira propina a Palocci e Mantega em nova fase da Lava-Jato

Foto: Geraldo Bubniak / Agência O Globo/28-7-15

A Polícia Federal deflagrou a 63ª fase da Operação Lava-Jato , na manhã desta quarta-feira, para investigar a suspeita de pagamentos da empreiteira Odebrecht a dois ex-ministros . Os agentes cumprem dois mandados de prisão temporária e outros 11 de busca e apreensão em São Paulo e na Bahia. Delações de executivos da companhia apontaram “Italiano” como o apelido do ex-ministro Antônio Palocci, e “Pós-Itália”, do também ex-ministro Guido Mantega.

São alvos de mandados de prisão o ex-executivo da empreiteira Maurício Ferro e o advogado Nilton Serson. Genro de Emilio Odebrecht e um dos raros homens do antigo alto comando da companhia a não fazer delação premiada, conforme informou o colunista do GLOBO Lauro Jardim , Ferro foi preso antes das 7h, segundo o G1.

Com os mandados, a PF investiga os crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Foi determinado o bloqueio de R$ 555 milhões dos investigados. Segundo a Polícia Federal, o pagamento de propina visava à aprovação de medidas provisórias que instituíram o programa Refis da Crise, entre outros objetivos.

A investigação leva em conta uma ação penal que apura a informação de que Palocci e Mantega agiram de forma ilícita para favorecer os interesses da Brasken. De acordo com a investigação, Mantega solicitou a Marcelo Odebrecht propina de R$ 50 milhões como contrapartida para as edições de duas MMedidas Provisórias. O pedido, segundo a PF, foi aceito por Marcelo e pago pela Brasken

Há indicativos, de acordo com a investigação, de que os valores teriam sido entregues a um casal de publicitários. Há um ano, a força-tarefa da Lava-Jato apresentou denúncia contra Mantega e Palocci pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em medidas que beneficiaram diretamente empresas do Grupo Odebrecht, como a Braskem, do setor petroquímico.

Na época o casal de publicitários João Santana e Mônica Moura, além de André Santana, filho do marqueteiro do PT, também foram denunciados pelo mesmo episódio. Os dois chegaram a ser presos, permaneceram de tornozeleiras eletrônicas e foram soltos meses depois.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Chegou a vez do Mantega….espero que o Mercadante seja o próximos…Ministros que acabaram com nosso país!!!!

  2. Valter Barroso Costa Fonseca disse:

    A vergonhosa lei de proteção à criminalidade é um absurdo, representa um perigoso retrocesso institucional num país que mal começa a ter algum sucesso no combate à corrupção.
    Essa lei é tão letal para quem quer fazer justiça, que pode chegar ao ponto do juiz indeferir na pergunta de um advogado e ele não gostar ou não concordar, poderá me acusar de abuso de autoridade. E se o julgador entender como ele, poderei ser preso.
    Na realidade essa lei aprovado pelo congresso, onde boa parte de seus membros tem o nome na lava jato, é uma apologia a impunidade, contra justiça, contra a legalidade, contra a ordem institucional do país. Só é a favor dessa lei que pretende implantar o caos no Brasil, deixando o país sem segurança pública, nem justiça. O resto é discurso falacioso para enrolar os babacas e justificar a prática de corrupção e demais crimes.

  3. Francis Press disse:

    Agora os funcionários terão que fazer "arminhas" e cantar musiquinha na hora da demissão, acho pouco, muito pouco…hahahaha…toma o que vão ganhar nas fuças.

  4. Severino Monte disse:

    Isso não é ABUSO DE AUTORIDADE? A PF não pode mais atuar livremente, tem antes que pedir permissão, avisar que vai agir, dizer contra quem e se for autorizada, só então, pode sair as ruas.
    Assim determinada a lei aprovada no congresso por incentivo maior de RODRIGO MAIA que pune as autoridades no combate a corrupção, aos assassinos, aos crimes em geral. VIVA A IMPUNIDADE!

  5. nasto disse:

    O ROMBO no BRASIL é GRANDE. Vai ser difícil fechar.

Palocci: PT recebeu 270,5 milhões em propina de diferentes empresas

O ex-tesoureiro petista operava a conta de propina do partido junto com Palocci (Geraldo Bubniak/AFP)

Na delação que fez à Justiça, o ex-ministro Antonio Palocci revela que apenas o PT recebeu para suas campanhas eleitorais 270,5 milhões de reais, entre 2002 e 2014.

Foram doações, parte declarada e outra não, de grandes grupos e empresas em troca de favores recebidos, diz o antigo petista.

Palocci associa cada doação a um benefício específico que, segundo ele, teria sido alcançado por determinada empresa. Boa parte dessas negociações eram realizadas por Palocci em sintonia com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari.

É a primeira vez que um documento do Supremo confere contornos concretos à principal frente da delação do ex-ministro Antonio Palocci fechada com a Polícia Federal e homologada pelo ministro Edson Fachin, chefe da Lava-Jato no STF.

A partir desse documento, descobre-se que o acordo firmado pelo ex-ministro no Supremo tem 23 anexos, que tratam de 12 políticos, entre ex-ministros de Estado, parlamentares e ex-parlamentares – além de grandes empresas.

Robson Bonin – Radar On-Line, Veja

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rafael disse:

    silencioooo, é gopi

Dono da Gol confirma pagamento de propina a filho de Lula

O empresário Henrique Constantino, dono da Gol, confirmou em sua delação – homologada pela Justiça Federal – ter pago propina a Luís Cláudio Lula da Silva, o Luleco, por meio de patrocínio à liga de futebol americano.

A transação, segundo Constantino, foi intermediada pelo deputado federal Vicente Cândido (PT).

Repercussão  aqui

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Severino disse:

    O dono d Gol é da elite que não quer ver pobre em avião.

  2. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Os PTralhas choram…o filho do ladrao condenado Lula será preso também….a notícia boa é que sairá jogo de baralho na cadeia 🤣🤣

  3. Manoel disse:

    Essa empresa era para ser fechado, sua história é cheia de enrolada e falcatruas;

Desembargador que tomou decisão de soltar Temer comparou propina a gorjeta em episódio polêmico

Athié propôs interpretar propina como uma espécie de ‘gorjeta’ Foto: Divulgação / TRF-2

O desembargador Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2a. Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo), que acabou de mandar soltar Michel Temer, Moreira Franco e outros presos na semana passada pela Lava Jato do Rio de Janeiro, havia proposto, em 2017, que o plenário do tribunal passasse a encarar a propina como uma espécie de gorjeta.

Em fevereiro de 2017, durante julgamento do pedido de liberdade almirante Othon Luiz Pinheiro, ex-presidente da Eletronuclear — cuja prisão também chegou a ser novamente pedida pelos procuradores na semana passada, na mesma operação que prendeu Temer —, Athié criticou a interpretação de que todo o dinheiro repassado a funcionários públicos fosse ilegal.

“Nós temos que começar a rever essas investigações. Agora, tudo é propina. Será que não é hora de admitirmos que parte desse dinheiro foi apenas uma gratificação, uma gorjeta? A palavra propina vem do espanhol. Significa gorjeta. Será que não passou de uma gratificação dada um servidor que nos serviu bem, como se paga a um garçom que nos atendeu bem? Essas investigações estão criminalizando a vida”, propôs Athié, em uma fala que foi gravada, a exemplo da maioria das sessões do tribunal.

Pinheiro atualmente está solto.

Guilherme Amado – Época

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Se gritar pega neném…, não fica ninguém no berçário.

  2. Irany Gomes disse:

    São juízes assim que denigrem a imagem do Brasil, por isso chamam o Brasil de: República de bananas…

Em delação, Funaro cita benefícios a Temer em pelo menos cinco esquemas de propina

Funaro entregou aos investigadores planilhas com repasses de R$ 1 milhão, de 22 a 25 de julho de 2014: é justamente a quantia que o doleiro afirmou ter ido buscar no escritório do advogado José Yunes, amigo de Temer Foto: Ailton de Freitas/26-10-2017

O operador Lúcio Funaro , um dos principais delatores da Lava-Jato , afirmou em seus depoimentos que o ex-presidente Michel Temer participou de esquemas de pagamento de propina a políticos do MDB, antigo PMDB, e se beneficiou deles. Temer foi preso pela Operação Lava-Jato na manhã desta quinta-feira, em São Paulo . Segundo Funaro, o ex-presidente teria sido beneficiado por valores pagos pela empreiteira Odebrecht; no contrato da usina nuclear de Angra 3; em esquemas de propina no Porto de Santos e também por repasses do Grupo J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Segundo ele, o ex-presidente também receberia repasses de propina feitos pelo ex-deputado Eduardo Cunha, que atuava na linha de frente na prospecção de dinheiro para abastecer o caixa do partido.

O pagamento feito pela Odebrecht foi citado também em delações de executivos da empreiteira. Então vice-presidente e candidato à reeleição em 2014 na chapa de Dilma Rousseff, Temer teria pedido ao empresário Marcelo Odebrecht contribuição para a campanha de 2014, numa reunião no Palácio do Jaburu. Funaro teria entregado documentos que mostrariam a distribuição dos R$ 10 milhões pagos pela empreiteira.

Em 2016, quando a delação da Odebrecht foi divulgada, Temer disse ter feito pedido de contribuição oficial à campanha e que os valores foram declarados à Justiça Eleitoral. Um dos delatores da empreiteira, Claudio Mello, porém, afirmou que R$ 4 milhões foram entregues em dinheiro e citou o escritório de José Yunes, amigo de longa data de Temer, como um dos endereços de entrega. Parte do valor teria chegado ao escritório de Yunes, em São Paulo, pela transportadora de propinas de Álvaro Novis, outro colaborador da Lava-Jato.

Na época, Yunes disse ter recebido de Funaro um envelope, sem saber o conteúdo, para ser entregue a uma terceira pessoa. O pedido para que recebesse teria sido feito por Eliseu Padilha e Yunes chegou a dizer que foi uma espécie de “mula” no caso.

Funaro deu outra versão aos procuradores. Disse ter ido ao escritório de Yunes buscar R$ 1 milhão, que deveria ser entregue em Salvador a outro aliado do grupo de emedebistas: Geddel Vieira Lima, que chegou a ser preso pela Polícia Federal depois que os policiais encontraram R$ 51 milhões em dinheiro num apartamento.

Num dos anexos de sua delação, Funaro afirma que Temer tinha quatro operadores de propina e que Yunes seria o maior deles. Dono de uma incorporadora, o empresário, de acordo com o delator, também ajudaria na lavagem de dinheiro no mercado imobiliário. Os outros três operadores seriam, segundo Funaro, o coronel João Batista Lima Filho, dono da Argeplan; o ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi; e o ex-presidente da Companhia Docas de São Paulo (Codesp) Marcelo Azeredo.

De acordo com depoimento do delator, Temer controlava a Codesp, empresa responsável pela administração do Porto de Santos, e teria também indicado Rossi para o Ministério da Agricultura. Rossi também atuaria como intermediário de Temer em negócios com o Grupo J&F.

A Argeplan, do coronel Lima, participou de um contrato de R$ 162 milhões com a Eletronuclear para atuar nas obras de Angra 3, em parceria com uma empresa chamada AF Consult, que teve sedes na Suíça e Finlândia. Na prática, a construtora Engevix tocaria a obra, como subcontratada. O empresário José Antunes Sobrinho chegou a citar pagamento de R$ 1 milhão ao coronel, que se apresentava como representante de Temer.

Rossi e Azeredo estão ligados a denúncias de propinas no Porto de Santos. Rossi presidiu a Codesp entre 1999 e 2000 e Azeredo, entre 1995 e 1998. Em depoimento de delação, Funaro afirmou que o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, chegou a alterar uma Medida Provisória, em 2013, para beneficiar o Grupo Libra.

Funaro narrou ainda um encontro com Francisco de Assis, advogado da J&F, ocorrido no escritório do advogado de Temer três dias depois de ter sido alvo de mandados de busca e apreensão na Operação Catilinárias, ocorrida em dezembro de 2015. No encontro teria sido negociado o pagamento de um “cala boca” a Funaro.

Numa gravação entregue à Procuradoria Geral da República pelo empresário Joesley Batista, o presidente Michel Temer aparece afirmando “Tem que manter isso, viu?”, ao comentar valores que estariam sendo pagos pelo grupo ao ex-deputado Eduardo Cunha, que havia sido cassado e estava na cadeia.

O Globo

 

Lava-Jato aponta que Aloysio Nunes recebeu cartão de conta suíça abastecida com propina por Paulo Preto

O ex-ministro Aloysio Nunes teria recebido um cartão de crédito de uma conta de Paulo Preto, abastecido com propina da Odebrecht .Foto: Adriana Lorete / Agência O Globo

A Polícia Federal ( PF ) deu início, na manhã desta terça-feira, à 60ª fase da Operação Lava-Jato , que investiga um esquema de pagamento de R$ 130 milhões de propina pela Odebrecht a políticos por meio de operadores financeiros e contas no exterior. O ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza , conhecido como Paulo Preto e apontado como operador do PSDB , foi preso em São Paulo. Além de cumprir o mandado de prisão, policiais federais fizeram buscas em 12 endereços no estado, ao menos um deles ligado ao ex-ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB).

Ex-chanceler no governo de Michel Temer, Aloysio é investigado por ter recebido, no Natal de 2007, um cartão de crédito vinculado a uma conta mantida por Vieira na Suíça e que era utilizada para movimentar propina, segundo o Ministério Público Federal (MPF). O cartão foi entregue ao político em um hotel de Barcelona, na Espanha. Ainda de acordo com os investigadores, o cartão foi emitido um mês após a Odebrecht ter enviado para essa conta cerca de 275 mil euros. A força-tarefa da Lava-Jato não informou que uso Aloysio fez do cartão.

Deputado estadual, deputado federal e senador pelo PSDB, Aloysio era secretário-chefe da Casa Civil da gestão de José Serra no governo de São Paulo em 2007, quando teria recebido o cartão de crédito ligado a Vieira. No fim do ano passado, ele aceitou indicação feita pelo governador João Doria para presidir a Investe SP, agência de promoção de investimentos do governo de São Paulo.

Iniciada a partir de delações de executivos da Odebrecht e de doleiros, a operação desta terça-feira aprofunda a investigação sobre o funcionamento do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, chamado pelos investigadores de “departamento de propina”. Segundo os procuradores, Vieira disponibilizaou R$ 100 milhões em espécie para o esquema de corrupção, que teve a participação de mais três operadores: Rodrigo Tacla Duran, Adir Assad e Álvaro Novis.

Triangulação entre operadores

Num primeiro momento, Vieira repassou os R$ 100 milhões a Assad a partir do segundo semestre de 2010. Assad, por sua vez, entregou os valores para Novis, que pagava a propina a mando da Odebrecht. De acordo com a Lava-Jato, neste período, a construtora pagou valores indevidos a gerentes e diretores da Petrobras, como Djalma Rodrigues, Maurício Guedes, Roberto Gonçalves, Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco e Sérgio Machado.

Para pagar o “empréstimo” de Vieira, a Odebrecht transferiu milhões de dólares para as contas de Duran no exterior, também segundo a Lava-Jato. Cabia a ele chegar à Vieira o valor devido, descontadas suas comissões e as de Assad. O cálculo dos procuradores é que, até 2017, foram movimentados R$ 130 milhões ao todo só por meio desse esquema. Era esse o saldo de contas controladas por Vieira na Suíça no início daquele ano.

No primeiro trimestre de 2017, quando foi tornado público o acordo da Odebrecht com a Procuradoria Geral da República (PGR), Vieira encerrou as contas suíças e transferiu o dinheiro para Bahamas, impedindo assim o bloqueio dos valores.

A operação recebeu o nome de “Ad Infinitum”. Segundo a PF, o nome da operação remete ao fato de “o caso parecer tratar de mais uma repetição do modo de atuação de alguns integrantes da organização criminosa, remetendo a um ciclo criminoso que nunca termina”.

Ao contrário do que acontece em outras fases da Lava-Jato, Vieira não deve ser enviado imediatamente a Curitiba para ser ouvido pelos investigadores que pediram sua prisão. Como também responde a processos em São Paulo, ele deve comparecer a audiências do caso na capital paulista e viajar para o Paraná na sexta-feira.

Réu por cartel e desvios de R$ 7,7 milhões

Vieira já é réu em dois processos que correm na Justiça Federal de São Paulo. No caso mais avançado, ele é acusado de participar do desvio de R$ 7,7 milhões em verbas de indenização para famílias que viviam no traçado do Rodoanel, um anel viário construído pelo governo paulista na última década.

Na segunda ação, ele é investigado por fazer parte de um cartel formado pelas mesmas construtoras investigadas pela Lava-Jato para dividir oito obras viárias contratadas pelo governo paulista a partir de 2004. As investigações levaram Vieira à prisão em abril e maio de 2018, mas ele acabou solto por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba, esses fatos não entram no objeto da investigação desta terça-feira, que apura apenas a suposta lavagem de dinheiro para a Odebrecht.

Procurada, a defesa de Vieira disse que ainda não teve acesso a qualquer documentação desta investigação e que, por isso não iria comentar a prisão do seu cliente.

Aloysio também já havia sido citado na Lava-Jato. Em outubro do ano passado, o STF arquivou um inquérito em que o então ministro era acusado de ter recebido R$ 500 mil da Odebrecht, via caixa dois, para sua campanha ao Senado em 2010.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. nasto disse:

    Não se aproveita um cabra desses. Todos comprometidos com a roubalheira, com a sacanagem, com a propina. Onde vamos PARAR ?> Todo dia surge uma noticia de safadeza.

  2. Ceará-Mundão disse:

    Esse sujeito foi motorista do Marighella, aquele vagabundo comunista sobre o qual foi feito um filme, estrelado pelo petista Wagner Moura e pago com o nosso dinheiro, via Lei Rouanet. Será que ele foi representado nesse filme? Ou "esqueceram" dele porque ele hoje está escondido no PSDB? Hipócritas e mentirosos.

  3. raimundo disse:

    esta ai o objetivo da Ação Libertadora Nacional tomar o poder para se servir dele este ex ministro era o braço direito de Marighella . Esquerda hipócrita

  4. LAMPIÃO disse:

    MOTORISTINHA DE MARIGUELA.
    "DIZE-ME COM QUEM ANDAS, QUE TE DIREI QUEM ÉS".

  5. Flávio Andrade disse:

    Até quando esses políticos vão nos roubar,quando nos falta tudo! Não temos saúde, educação, segurança e lazer ,não temos nada. Só temos a obrigação de pagar impostos para bancar a farra desses baluartes da moralidade.

    • Lorena Galvão disse:

      Quando o povo Brasileiro, aprender a votar sem pedir nada em troco, ou melhor não vender o voto a estes canalhas amigo.

    • Lorena Galvão disse:

      Comentário perfeito.

Juíza Gabriela Hardt está pronta para sentenciar Lula no processo sobre a propina da Odebrecht

(Guito Moreto/Agência O Globo)

A juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sergio Moro nos processos da Lava-Jato, já pode sentenciar o ex-presidente Lula no processo que investiga o suposto repasse de R$ 12,5 milhões em propinas da Odebrecht.

O dinheiro seria pago por meio de um terreno destinado ao Instituto Lula e uma cobertura em São Bernardo do Campo.

Também são réus nessa ação penal o engenheiro Glaucos da Costamarques, acusado de atuar como laranja, Antonio Palocci, Branislav Kontic, Paulo Melo, Demerval Galvão e Roberto Teixeira.

Mauricio Lima- Radar Online – Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Armando Cruz de madeira disse:

    Palloci que tomava café, almoçava, jantava com lula, disse que ele é um LADRÃO, e alguns petralhas, se não a maioria que não sabe fizer nem em qual mão ele falta um dedo, DIZ QUE ELE É HONESTO.

  2. Kk disse:

    Essa condenação é maior do que a outra.
    Dessa vez passa fácil dos 12 anos.
    Lula tá preso babacas.

  3. Brasil é verde e amarelo disse:

    Os idiotas dos PTralhas irão à loucura!!!! O ladrao condenado chefe irá se ferrar mais uma vez .

Temer recebeu R$ 5,9 milhões em propina do setor portuário, diz PF

Foto: Givaldo Barbosa / Agência O Globo

O presidente Michel Temer recebeu diretamente R$ 5,9 milhões em propina do setor portuário, de acordo com o relatório da Polícia Federal (PF). Os pagamentos teriam sido feitos entre 2000 e 2014. A PF diz ainda que Temer captou também junto a empresas do setor R$ 17 milhões em doações para seu grupo político. O relatório indiciou o emedebista por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Segundo o relatório policial, R$ 2,4 milhões foram pagos pela Rodrimar, do porto de Santos, entre 2000 e 2010, para uma empresa de fachada ligada ao coronel João Baptista Lima, amigo de longa data de Michel Temer e seu operador financeiro. Outros R$ 2 milhões foram doações oficiais da JBS para Michel Temer por causa de questões envolvendo um terminal portuário em Santos, em 2014. A PF ainda cita o pagamento de R$ 500 mil por meio de doações oficiais do grupo Libra e R$ 1 milhão entregues em espécie pelo grupo J&F, dono da JBS, para o coronel Lima cujo destinatário final era Michel Temer, todos em 2014.

Além de indiciar Temer, a PF indiciou sua filha Maristela por lavagem de dinheiro e imputou crimes aos seguintes investigados: Rodrigo da Rocha Loures (corrupção passiva e organização criminosa), Antonio Celso Grecco, dono da Rodrimar (corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa), Ricardo Mesquita, ex-diretor da Rodrimar (corrupção ativa), Gonçalo Torrealba, dono do grupo Libra (corrupção ativa e lavagem de dinheiro), coronel Lima (corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa), Carlos Alberto Costa, sócio do coronel (corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa), Almir Martins Ferreira, contador do coronel que operava empresa de fachada (lavagem de dinheiro), Carlos Alberto Costa Filho (lavagem de dinheiro) e Maria Rita Fratezi, mulher do coronel Lima (lavagem de dinheiro).

A investigação, que durou 13 meses, tem como base um decreto assinado por Temer no ano passado que prorrogou e estendeu os prazos de concessão de áreas públicas às empresas portuárias. A PF aponta que Temer recebeu propina pela edição do decreto e diz que ele atendeu aos interesses do setor com o objetivo de continuar mantendo influência e recebendo propina.

“Neste sentido, mesmo com tantos dispositivos contestados quanto à sua legalidade e favoráveis às empresas beneficiadas, o novo Decreto dos Portos visou não apenas servir de contrapartida política e ato oficial do Excelentíssimo Senhor Presidente da República para horar compromissos com um setor do qual se beneficiou com recebimento de recursos indevidos durante quase 20 anos, sendo possível acreditar, levando-se em consideração o histórico de acusações que recaem sobre o Senhor Presidente, que o Decreto questionado poderia permitir um novo período de influência no setor portuário pelo investigado Michel Temer e seus aliados políticos”, diz o relatório, assinado pelo delegado Cleyber Malta Lopes.

A PF obteve provas de que Temer teve despesas pessoais pagas pela Argeplan, empresa do coronel Lima, e que acompanhou os custos e o andamento de uma reforma realizada pela Argeplan na residência de sua filha, Maristela Temer. “Com informações prestadas pela Receita Federal, surgiram extratos de notas fiscais em nome do senhor presidente Michel Temer contendo endereço de entrega de seu imóvel atual no Alto de Pinheiro relacionados com a aquisição de produtos de limpeza, em baixos valores, mas que possuem em campo de observações a anotação do comprador onde consta e-mail funcional da Argeplan, utilizado por Onofre Jesus, dando a entender que tais produtos tenham sido comprados pelo chefe de compras da Argeplan, mas entregues no imóvel do senhor presidente, em 2014”, diz o relatório da PF.

Ao finalizar o relatório, a PF solicita ainda a abertura de um novo inquérito para investigar pagamento de propina no valor de R$ 1,1 milhão feito pelo empresário José Antunes Sobrinho, da Engevix, ao coronel Lima, também com a participação de Michel Temer.

Agora, o relatório final foi enviado à Procuradoria-Geral da República, a quem caberá decidir sobre o oferecimento ou não de uma nova denúncia contra o presidente.

O Globo

 

DELAÇÃO PALOCCI – (BOMBA): Propina em 900 das mil Medidas Provisórias do Governo do PT

Em sua delação, obtida em primeira mão por O Antagonista, Antonio Palocci traz um dado estarrecedor: houve pagamento de propina para a inclusão de “emendas exóticas” em 900 das mil medidas provisórias editadas nos quatro governos do PT.

Palocci também narra diversas formas de corrupção adotadas pela gestão petista em parceria com partidos aliados, associando diretamente o aparelhamento político da máquina pública à corrupção.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Augusto disse:

    O BG é o correspondente do Antogonista em Natal. Algo mais compatível é impossível!

  2. Ems disse:

    É tudo mentira kkkkkkkkkk
    É gópi !!!

  3. Marília disse:

    Antagonista ? kkkkk

Comprador de avião era ‘entregador’ de propina de Eduardo Campos e de pai de ministro de Temer, diz relatório da PF

Ao indiciar 20 investigados na Operação Turbulência, a Polícia Federal apontou o empresário João Carlos Lyra Pessoa de Melo Filho como líder de suposto grupo criminoso e encarregado de entregar propina da empreiteira Camargo Corrêa ao ex-governador Eduardo Campos – morto em acidente aéreo em agosto de 2014 – e ao senador Fernando Coelho Bezerra (PSB-PE), pai do ministro das Minas e Energia do governo interino Michel Temer (PMDB), Fernando Filho.

Os valores entregues por João Carlos Lyra, segundo a PF, teriam origem nas obras da Refinaria Abreu e Lima, realizada pela Petrobrás no Estado de Pernambuco. A Abreu e Lima é alvo de outra Operação da PF, a Lava Jato.

De acordo com a PF, Lyra assinou o Termo de Intenção de Compra e se apresentou formalmente como o único comprador do avião Cessna Citation PR-AFA que caiu em Santos, há dois anos, matando Eduardo Campos, o então candidato à presidência pelo PSB.

A informação sobre a atuação de Lyra foi detalhada à delegada Andrea Pinto Albuquerque pelos ex-funcionários da Camargo Corrêa, Gilmar Pereira Campos e Wilson da Costa. De acordo com os ex-funcionários, para viabilizar o pagamento, a empreiteira realizou um contrato fictício com a Construtora Master. O objeto do contrato seria a terraplanagem na obra da refinaria de Abreu e Lima, mas o serviço nunca foi prestado.

Os valores arrecadados com os contratos fraudulentos, diz a PF, eram repassados para João Carlos Lyra por meio de entregas de dinheiro vivo e por meio de depósitos em contas de grupo de empresas de fachadas em nome de laranjas ligados ao líder do grupo criminoso.

“Conforme consta nas declarações gravadas de Wilson da Costa, a partir da realização dos saques na conta da Construtora Master por ‘Zé Gomes’, este entregava o numerário ao próprio Wilson, o qual, por sua vez, os remetia a João Carlos. As entregas (em torno de cinco ao todo) foram realizadas numa rua “por trás da loja Ferreira Cota”, no bairro da Imbiribeira, nesta capital(Recife)”, explica a delegada em seu relatório.

O inquérito da Turbulência investiga uma organização criminosa responsável pela criação e manutenção de uma série de empresas de fachadas utilizadas, segundo a PF, para fazer circular “recursos de origem espúria” de modo a ocultar os rementes e destinatários desses valores.

Embora a investigação tenha origem na queda do avião Cessna Citation, prefixo PR-AFA, que matou o então candidato à presidência pelo PSB, Eduardo Campos, a delegada Andrea Pinho compartilhou informações com a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e com o grupo de investigadores da Procuradoria-Geral da República.

Em busca dos verdadeiros proprietários do jatinho, os investigadores da Turbulência mapearam uma teia de empresas de fachada utilizadas para lavar e supostamente escoar dinheiro oriundo de obras públicas para campanhas políticas. Estão na mira da PF repasses da Camargo Corrêa e da OAS que teria origem em desvios praticados em obras da Petrobras realizadas no Estado e na transposição do Rio de São Francisco.

Além de entregador de propina da Camargo Corrêa, segundo a PF, Lyra também teria utilizado as contas de empresas de fachada operadas por ele para escoar valores provenientes da OAS. De acordo com a PF, entre 2010 e 2014, foram registradas ao menos 90 transações entre a construtora as empresas ligadas a Lyra que somaram R$ 14 milhões.

“Inegável, ainda, que ele (Lyra) teria utilizado tais contas para aportar recursos provenientes de contratos superfaturados executados pela OAS, em troca da entrega de dinheiro em espécie que serviria de pagamento de propina a políticos e funcionários públicos devidos por aquela empreiteira, dissimulando a natureza criminosa dos valores recebidos”, sustenta a delegada da PF.

COM A PALAVRA, A DEFESA DE JOÃO CARLOS LYRA:

“A defesa de João Lyra nega que ele tenha praticado qualquer irregularidade. Todos os esclarecimentos serão dados nos autos do processo.”

COM A PALAVRA, O PSB:

Questionado em nome do falecido ex-governador Eduardo Campos, o PSB afirmou que reitera a sua confiança na “conduta sempre íntegra do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e o apoio incondicional ao trabalho de investigação da Polícia Federal e do Ministério Público, esperando que resulte no pleno esclarecimento dos fatos”.

COM A PALAVRA, A ASSESSORIA DE FERNANDO BEZERRA:

O senador Fernando Bezerra Coelho, por meio de sua assessoria, disse que “não é investigado na operação Turbulência” e informou, como ratificação, que nunca coordenou “nenhuma campanha de Eduardo Campos”

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Potyguar disse:

    Se puxar o "rabo da gata" enrola mais de 90 % desses políticos que estão aí fazendo graça com as nossas vidas .

  2. Curioso disse:

    Com a palavra o defunto…
    Sou da terra do Lula; fui apadrinhado político dele; aprendi muito com ele; portanto não sei de nada, não vi nada, não ouvi nada, e pronto falei…

  3. Eduardo disse:

    E o defunto ainda foi enterrado com honras.
    Durante o percurso até o cemitério, as pessoas jogaram flores, aplaudiram, gritaram "Eduardo, guerreiro do povo brasileiro" e cantaram o hino nacional.
    O brasileiro não larga de ser imbecil e otário.

Ex-presidente da Andrade Gutierrez volta à prisão após 5 dias solto

otávio marquesO ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Marques de Azevedo, solto na sexta-feira após fechar acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato, voltou a ser preso nesta quarta-feira em São Paulo por ordem do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, que conduz os processos referentes a propinas na estatal Eletronuclear.
Nesta quinta-feira, a defesa de Azevedo deve entrar com uma petição na Justiça Federal do Rio de Janeiro para esclarecer a Bretas as condições do acordo de delação premiada que permitiram a soltura do empresário na sexta-feira. Ele voltou à prisão preventivamente porque tinha contra si um segundo mandado de prisão, decretado pelo juiz federal fluminense. Azevedo foi encaminhado à carceragem da Polícia Federal em São Paulo e, caso a petição de seus advogados não seja atendida, será transferido ao Rio de Janeiro. Elton Negrão, o outro executivo da Andrade libertado há cinco dias, continua em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.

Fonte: Veja

NO VENTILADOR: Cerveró cita US$ 100 milhões de propina ao governo de FHC

16/04/2014. Credito: Bruno Peres/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Ex-diretor financeiro da Petrobras Nestor Ceveró, durante audiência da Comisão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, no Congresso Nacional.
Foto: Bruno Peres/CB/D.A Press

O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, disse à Procuradoria-Geral da República (PGR), antes de fechar o acordo de delação premiada, que a venda da petrolífera Pérez Companc envolveu pagamento de propina no valor de US$ 100 milhões ao governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC).

O documento em que consta a informação foi obtido pela RPC. Cerveró está preso pela Lava Jato desde janeiro do ano passado.

A compra da empresa argentina pela Petrobras ocorreu em 2002. Ainda de acordo com o depoimento, Cerveró disse que quem repassou essa informação a ele foram os diretores da Pérez Companc e Oscar Vicente, ligado ao ex-presidente argentino Carlos Menem.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou que afirmações vagas, sem especificar pessoas envolvidas, e servem apenas para confundir e não trazem elementos que permitam verificação.

“Não tenho a menor ideia da matéria. Na época o presidente da Petrobrás era Francisco Gros, pessoa de reputação ilibada e sem qualquer ligação politico partidária. Afirmações vagas como essa, que se referem genericamente a um período no qual eu era presidente e a um ex-presidente da Petrobras já falecido, sem especificar pessoas envolvidas, servem apenas para confundir e não trazem elementos que permitam verificação”.

Fonte: G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Alexandre Medeiros disse:

    Maracujina e Brasil meu país vocês são ótimos. Qualquer nova notícia serve para justificar a PaTifaria e corrupção dos que hoje estão no poder. Façamos um trato, nós da sociedade civil organizada, vamos acabar com essa corrupção desmantelada que nos assola.

  2. Junior pinheiro disse:

    Sim, não e da classe não né moço??? E acredita-se em bicho papão, papai noel e etc…..!!!

  3. Maracujina disse:

    Bilú, bilú , bilú .. Bilú tetéia … Agora está tudo dominado :
    FHC O INTELECTUAL TAMPA DE CRUSH , está na sacanagem .
    O DEPUTADO COPA DO MUNDO , OLIMPÍADAS E COISAS AFINS , TÁ QUE NÃO PASSA NEM UM ABACAXI .
    AECINHO , O NETINHO DE TANCREDO TÁ TODO ENROLADO
    JOSÉ AGRIPINO "o probo "" , caladinho , caladinho .
    O danado é :
    Não existe nada contra Dilma e essas autarquias querem derrubá-la .
    Derruba não menino .

  4. Brasil meu país! disse:

    Alguém se lembra do Brindeiro, engavetador geral da República? E a PF da era Tucana, existia?
    Quem bom q a podridão dessa época tb está aparecendo, pena q muito se perderá na história pois o judiciário era aparelhado e a PF era desmantelada.
    Com a palavra os hipócritas coxinhas.

  5. Maracujina disse:

    E agora ? Vai ser coxinha estragada por todo canto . Vamos logo marcar uma passeata lá no midway .

Agripino é rápido e já solta nota de esclarecimento sobre acusações de receber propina da obra da Arena das Dunas

O senador José Agripino Maia, presidente nacional do DEM, que pode ser alvo de investigação por supostamente ter recebido propina da OAS para construção da Arena das Dunas foi rápido no gatilho. Ele já emitiu uma se defendendo, alegando que a acusação é “absurda, inverídica e descabida” e que estará pronto para prestar esclarecimentos.

Confira nota na íntegra:

“NOTA

Apesar de considerar a acusação absurda, inverídica e descabida, me colocarei à disposição do Judiciário para os esclarecimentos que se vierem a fazer necessários.

Senador José Agripino Maia”

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rômulo disse:

    Será que ele vai adotar o discurso de Eduardo Cunha e dizer que sua acusação é uma "trama palaciana" para lhe derrubar? Fiquei curioso em saber de quanto foi a propina…

  2. medeiros disse:

    Em alguns momentos discordo com o nobre blogueiro, porém nesse caso do Zé ele está sendo imparcial, tenho que se justo, mais justo ainda seria ver Zé na cadeia…

  3. Junior pinheiro disse:

    E agora Jose???? será que a festa acabou!!!

  4. Alisson Almeida disse:

    Previsível que ele negasse. A pergunta é: o blog vai dispensar ao senador do DEM o mesmo tratamento que dá, por exemplo, aos petistas acusado de algum ato de corrupção? Porque, quando se trata de gente do PT, a simples acusação já se transforma em sentença de culpa.

  5. Augusto Faria disse:

    Quem tem telhado de vidro não deve jogar pedra no do vizinho, viu seu Zé?

  6. Flauberto Wagner disse:

    A nota é padrão e a desculpa é a mesma de sempre.

    Até tu Zé!!!

    O Rabo de palha vai pegar fogo…

Eduardo Cunha foi ‘destinatário final’ de propina, diz Youssef

cunhaDelator da Operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef declarou à Justiça Federal nesta quarta-feira (13) que o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), atual presidente da Câmara dos Deputados, foi o “destinatário final” da propina paga pelo aluguel de navios-sonda para a Petrobras, em 2006.

O assunto é alvo de uma ação penal a que respondem Youssef e outras três pessoas, por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Também são réus o operador Fernando Soares, o Baiano, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró e o empresário Júlio Camargo, que intermediou o contrato.

De acordo com Youssef, que depôs na condição de réu, Cunha e Baiano eram os “destinatários finais” da propina originada no contrato. Baiano, ele diz, era um dos operadores do PMDB na Petrobras.

O doleiro disse que Camargo citou “exatamente” o nome de Cunha a ele, em conversas sobre o pagamento da propina, em 2011.

“Expressou exatamente o nome do deputado”, disse. Depois, complementou que o empresário “deixou transparecer que o Fernando Soares representava o Eduardo Cunha nesse assunto [das sondas].” Por fim, ao responder a pergunta de seu advogado se Cunha era o destinatário final da propina, disse que sim.

Em depoimento prestado poucos minutos depois à Justiça, Camargo negou que tenha mencionado o nome de Cunha ou mesmo atribuído qualquer participação ao deputado nesse episódio.

O atual presidente da Câmara nega ter sido beneficiário do esquema de corrupção na Petrobras.

REQUERIMENTOS

Segundo Youssef, Camargo estava “realmente bastante perturbado” quando foi procurá-lo para que o ajudasse no pagamento da propina, que estava atrasado.

A preocupação era com os requerimentos feitos pela Câmara dos Deputados ao TCU (Tribunal de Contas da União), que pediam informações sobre contratos da Mitsui, uma empresa que Camargo representava.

Youssef voltou a afirmar, como já havia feito em sua delação premiada, que os pedidos eram um meio de forçar Camargo a pagar a propina, e foram solicitados por Cunha, ainda que o deputado não tenha assinado o documento. “Foi através de outros deputados”, disse.

O doleiro reafirmou que fez o pagamento de cerca de R$ 4 milhões em espécie a Baiano, e entregou outros R$ 2 milhões a Camargo em seu escritório, para completar o que o empresário devia ao operador.

Camargo negou, também em depoimento nesta quarta (13), que tenha atribuído a autoria dos requerimentos a Cunha.

Folha Press

Diretor da Alstom diz que propina em SP foi de 15%; confira rota do suborno

 A direção da Alstom na França autorizou o pagamento de propina de 15% sobre um contrato de US$ 45,7 milhões (R$ 52 milhões à época) para fechar um negócio com uma estatal paulista em 1998, segundo depoimento à Justiça do ex-diretor comercial da multinacional, o engenheiro francês André Botto.

O conteúdo do depoimento sigiloso, obtido pela Folha, traz pela primeira vez o reconhecimento de um diretor da Alstom de que houve suborno para conquistar o contrato com a estatal. Na época, o Estado era governado por Mário Covas (PSDB).

Botto, que era responsável na França pela parte comercial do contrato brasileiro, contradiz o que a filial brasileira da Alstom repete desde 2008: que a empresa nunca pagou suborno e que colabora com a apuração.

“O negócio era muito importante para a Alstom. Era importante ganhá-lo por meio de acordo e evitar uma licitação. Tivemos de pagar comissões elevadas, da ordem de 15% do contrato”, contou Botto ao juiz Renaud Van Ruymbeke, em 2008.

A estratégia da Alstom deu certo. Em 1998, a empresa assinou com a EPTE (Empresa Paulista de Transmissão de Energia) e a Eletropaulo um aditivo para a venda de equipamentos para três subestações de energia.

CONTRATO CADUCO

O contrato original do aditivo era de 1983 e em 1998 não tinha mais validade, segundo especialistas, porque a lei de licitações estabelece um limite de cinco anos para esse tipo de negócio. Uma licitação, com vários concorrentes, poderia em tese derrubar o preço dos equipamentos e diminuir o lucro da Alstom.

A propina, segundo essa lógica, serviria para que as diretorias da EPTE e da Eletropaulo não criassem problemas para ressuscitar um contrato que já caducara.

A Folha revelou anteontem que um documento interno da Alstom menciona pagamento de suborno à Secretaria de Energia e às diretorias administrativa, financeira e técnica da EPTE. À época, o secretário era Andrea Matarazzo —hoje vereador em São Paulo pelo PSDB. Ele nega envolvimento na negociação do aditivo.

Se os 15% tiverem sido pagos, o suborno alcançou R$ 7,8 milhões. O valor, segundo o diretor francês, foi dividido entre a Alstom e a Cegelec, que havia sido comprada pela companhia francesa. Botto era originalmente diretor comercial da Cegelec.

Metade dos 15% foi repassada para a empresa MCA, comandada pelo lobista Romeu Pinto Jr., que admitiu às autoridades brasileiras que recebeu o dinheiro da Alstom para pagar propinas. Ele, porém, não revelou os destinatários do suborno.

Botto explicou ao juiz que, para pagar a outra metade, a Alstom teve de usar contas secretas na Suíça. Isso ocorreu porque até 2000 a lei francesa autorizava empresas a pagar comissões de até 7,5% sobre o valor do contrato para obter negócios no exterior.

“Era preciso fazer o excedente [dos 15%] passar por outros circuitos”, afirmou.

A propina então foi paga por meio de duas empresas offshore abertas por um banqueiro suíço a pedido da Alstom, segundo o executivo.

O banqueiro, Oskar Hollenweger, abriu a Janus Inc. nas Bahamas e a Asesores S.A. no Panamá, e cuidou da distribuição da parte ilegal das comissões. Após 2000, a França proibiu pagamento de comissão a funcionário público.
140222
 OUTRO LADO

A Alstom nega o pagamento de propinas para obtenção do contrato com a estatal paulista EPTE em 1998.

Em nota, a multinacional diz que “manifesta seu veemente repúdio quanto às insinuações de que possui política institucionalizada de pagamentos irregulares para obtenção de contratos”.

Segue a nota: “A empresa nunca se negou a prestar os esclarecimentos solicitados pelas autoridades quando tem prévio acesso aos documentos, mas lamenta que o alegado conteúdo de investigações sobre supostas condutas ocorridas há quase 20 anos, que por obrigação legal deveriam ser tratadas de forma sigilosa, venham a ser utilizadas de forma reiterada e desproporcional nos dias de hoje com o claro intuito de denegrir a imagem de uma empresa que cumpre absolutamente com todas as suas obrigações legais”.

O vereador Andrea Matarazzo disse que nunca participou de discussões sobre o negócio com a Alstom. Ele foi secretário de Energia durante sete meses em 1998, do final de janeiro a agosto.

Segundo nota do vereador, o contrato que gerou o aditivo, de 1983, foi assinado por “governos anteriores”.

“A atuação de Andrea Matarazzo durante seus 20 anos de vida pública sempre se pautou pela absoluta correção e transparência”, afirma.

Folha

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rafael Vale disse:

    Será que vai aparecer algum grito de indignação aqui?
    Ou será que a corrupção só não é tolerada quando envolve PETRALHAS?
    Pobres indignados seletivos, não sabem que só colaboram para a impunidade e corrupção.
    E viva ao PSDB e DEM que tem um exercito de tolerantes blindando sua corrupção.

Oferta de propina em blitz de trânsito em Natal gera condenação por corrupção ativa

O juiz Ivanaldo Bezerra Ferreira dos Santos, da 8ª Vara Criminal de Natal, condenou um motorista a uma pena provisória de dois anos de reclusão e 25 dias-multa, por corrupção ativa, ao oferecer R$ 40 de propina para ser liberado por um policial militar após ser apanhado em uma blitz na Zona Norte de Natal sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Conforme a denúncia, no dia 29 de julho de 2012, por volta das 23h, na Barreira Policial da CPRE, próximo ao Posto da Ponte de Igapó, em Natal, o denunciado foi preso em flagrante após oferecer vantagem indevida, consistente em R$ 40 a um tenente da policial militar, objetivando a não aplicação das sanções administrativas decorrentes da condução de veículo automotor sem Carteira Nacional de Habilitação.

Para o magistrado, mostra-se evidente que o acusado da maneira como agiu, seja verbal ou gestual, ofereceu vantagem em dinheiro para funcionário público e agiu de forma dolosa, praticando o delito de corrupção ativa, previsto no artigo 333, caput, do Código Penal

“Nesse contexto, verifica-se que a prova documental e testemunhal deixam cristalina a autoria e materialidade, de forma que dúvida não há quanto a prática do crime de corrupção ativa praticado pelo acusado”, concluiu Ivanaldo Bezerra.

Fixação da pena

O magistrado levou em consideração que o acusado permaneceu preso provisoriamente por 3 dias, esse tempo deverá ser abatido da pena fixada, devendo o acusado, então, cumprir a pena de um ano, 11 meses e 27 dias de reclusão e 25 dias-multa.

O juiz determinou que a pena privativa de liberdade será cumprida inicialmente no regime aberto. Substituiu a pena privativa de liberdade por duas restritivas de direito, na modalidade de prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas, na forma como determinar o juízo das Execuções Penais.

(Processo nº 0128036-11.2012.8.20.0001)

TJRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos Aurélio disse:

    Pelo menos no caso do Mensalão, os envolvidos foram condenados de forma exemplar. Tanto que Genoino, Zé Dirceu e Delúbio já tiveram a prisão decretada.

    Os próximos alvos são o PSDB e o DEM paulista, que fazem parte do escândalo do cartel de licitações de metrôs e trens de São Paulo. O esquema, denunciado pela Siemens, aconteceu durante os governos de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra e atingiu a cifra de cerca de R$ 2 bilhões.

  2. Genoíno disse:

    E ainda tem PTralha defendendo cegamente os mensaleiros, é brincadeira!!