Maia espera aprovar reforma administrativa no primeiro semestre

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse nesta segunda-feira(10) que espera aprovar a reforma administrativa ainda no primeiro semestre deste ano. Ressaltou, no entanto, que as disputas em torno da reforma tributária, já em tramitação na Casa, devem ser maiores do que as da administrativa, mesmo admitindo que pode haver conflito com os servidores públicos.

“Claro que todos os sistemas onde a gente tem distorções eles estão beneficiando alguém e prejudicando milhões. Não é diferente nem no administrativo nem no tributário. Então, enfrentamentos nós teremos, mais no tributário do que no administrativo, já que o governo decidiu que é melhor uma reforma para os novos servidores”.

Em palestra para empresários, em café da manhã na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Maia destacou que os servidores públicos devem ser tratados com respeito e que o uso de termos pejorativos atrapalha o debate. “Todos devem ser tratados com muito respeito. Eu acho que o enfrentamento feito com termos pejorativos, que gera muito conflito, nos atrapalha no nosso debate, de mostrar a alguns setores que a sociedade não aceita mais concentrar riqueza para muito poucos”, disse, se referindo à declaração, na sexta-feira (7), do ministro da Economia, Paulo Guedes, que classificou os funcionários públicos como “parasitas”, em palestra na Fundação Getulio Vargas.

Para Maia, o fato de a proposta de reforma administrativa tratar apenas dos novos servidores, vai ajudar a diminuir os conflitos e ajuda na tramitação, “para que a gente possa concentrar nossos esforços na reforma tributária”.

“Você muda o conceito de estabilidade, de promoção. Promoção no serviço público não faz muito sentido. Promoção por mérito, por produtividade. Claro, você vai ter dois sistemas funcionando um contra o outro, mas com os anos o antigo vai acabar. Mas nós temos que respeitar, querendo ou não, gostando ou não, os direitos que foram adquiridos. Mas não inventar novos direitos adquiridos”.

O deputado Rodrigo Maia disse aos empresários que a base da discussão da reforma tributária será a Proposta de Emenda à Constituição 45/2019, do deputado Baleia Rossi (MDB-SP). E alertou que se a reforma tributária não for aprovada, o Brasil não vai crescer.

O presidente da Câmara dos Deputados disse que o debate não pode ser feito com soluções que beneficiem apenas uma parcela da população. “Eu tenho me esforçado pessoalmente para que a gente consiga fazer um debate sério. Às vezes alguns vêm para o debate com informações que não são verdadeiras e ficam inventando soluções que só resolvem seus próprios problemas. Achar que cria uma nova CPMF [Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira], que vai ser o imposto único, com essa quantidade de problemas tributários que nós temos, e que isso ainda vai desonerar a folha, não está trabalhando com dados corretos”.

Maia se disse confiante na criação de um imposto sobre valor agregado (IVA) nacional, com uma transição de 10 anos no sistema tributário.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Everton disse:

    E os políticos e ricos só dando risada dos pobres servidores públicos

Maia diz que Congresso resgatou papel de destaque na agenda nacional

Foto: Cristiano Mariz/VEJA

Rodrigo Maia fez um discurso enaltecendo deputados e senadores. Segundo o presidente da Câmara, o Parlamento conseguiu ocupar um lugar no epicentro de questões vitais para o desenvolvimento do país.

Maia elencou várias propostas aprovadas com a reforma da Previdência, o marco do saneamento e o pacote anticrime.

“O Congresso está passando a ocupar um lugar que é seu por direito, como epicentro do debate e da negociação em torno das questões vitais para o desenvolvimento do nosso Brasil”, declarou.

O deputado ainda fez apelo para que Executivo e Judiciário continuem “a dar as mãos” na tarefa árdua de assegurar às condições políticas e econômicas para modernizar do Brasil.

Maia ainda mandou recado indireto sobre a reforma administrativa. “O momento que o país atravessa, no entanto, é de grave crise fiscal. Ele nos remete a um único caminho: o da responsabilidade fiscal, que permitirá, em curto prazo, que gastemos menos com a estrutura do Estado e mais com políticas sociais para nossa população.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zorro disse:

    Teu C.

Maia: imposto sobre transação financeira digital não passa na Câmara

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira (19) que não há ambiente político para a criação de um imposto sobre transações financeiras digitais. Ontem (18), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a equipe econômica estuda a criação de um imposto sobre transações para financiar a desoneração da folha de pagamento.

“Essa é uma agenda que vai ter muita dificuldade de avançar [no Parlamento], na Câmara é praticamente impossível”, avaliou, após café da manhã com jornalistas na Residência Oficial da Câmara.

“Não [passa na Câmara], porque esse é um imposto que é regressivo e que mais uma vez atinge o cidadão mais simples. A justificativa de que é para evitar a sonegação não é verdadeira e em 2007 nós provamos isso. Tem uma lei que cuida desse tema. Todas as transações serão, ao longo dos próximos anos, sempre digitais. Então, cada vez se dificulta mais a sonegação, independente de uma nova tributação e essa tributação ainda exporta imposto. Quer dizer que gera menos competitividade para o setor produtivo brasileiro. Então, não há nenhum ganho”, acrescentou o deputado.

Segundo Maia, a carga tributária brasileira já consome quase 40% do Produto Interno Bruto (PIB) e não racionaliza o sistema de arrecadação do país. “Há outro caminho para desonerar a folha. Outros países, que são economias fortes e têm carga tributária parecia com a do Brasil, têm o seu sistema tributário no IVA Nacional [Imposto sobre o Valor Agregado], que é o que a gente quer aprovar. E nenhum deles tributa a folha como nós tributamos”, completou.

Fundo eleitoral

Em meio à polêmica sobre os recursos destinados no Orçamento da União para Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como fundo eleitoral, Maia defendeu a necessidade de rediscutir o modelo de financiamento de campanhas. Atualmente, a legislação proíbe doações de empresas privadas e estabelece um limite em até 10% do seu rendimento no ano anterior as doações de pessoas físicas.

“O que eu acho que a gente vai fazer é organizar o financiamento. Vamos reduzir o valor máximo [de doação] de pessoa física. Já que ninguém precisa financiar a campanha, vamos botar cinco salários mínimos no máximo”, afirmou.

Para Rodrigo Maia, é fundamental assegurar que nenhum segmento da sociedade vai ter mais força para ingressar no Poder Legislativo, como grandes empresários que podem dispor de autofinanciamento para as campanhas eleitorais.

“O financiamento público existe na Espanha, na Alemanha, em vários países. Como há uma crítica aos partidos políticos, a sociedade radicaliza muito nesse tema. Nós precisamos mostrar que necessitamos financiar a democracia e que uma parte do financiamento sendo público pode tirar a pressão, por exemplo, do setor privado dentro da política. Essa pressão gerou tantos problemas nos últimos anos”, completou.

Pelo Orçamento aprovado no Congresso nesta terça-feira (17), serão destinados R$ 2,034 bilhões para o fundo eleitoral em 2020 com as eleições municipais. Na manhã desta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que pode vetar o trecho do Orçamento.

“É um direito do presidente [vetar o fundo eleitoral]. Ele mandou o valor de R$ 2 bilhões [na proposta orçamentária de 2020], o Congresso aprovou o valor, ratificou a posição do presidente nesse tema. Se ele vai vetar a sua própria proposta, é uma decisão dele”, argumentou o deputado.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nando disse:

    Mesmo a terra sendo plana podemos gritar: CPMF à vista.

  2. Sebaas disse:

    Retaliação contra o governo pelo veto do fundo partidário. Se não passar o imposto e for vetado o fp, quem ganha é o povo

Maia quer votar urgência do pacote anticrime na próxima semana

FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO/12/11/2019

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (19) que pretende colocar em votação na próxima semana um pedido de urgência para que o plenário vote a proposta do pacote anticrime apresentada pelo grupo de trabalho que analisou os projetos dos ministros Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública; e Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

A intenção é votar o texto já na semana que vem, caso haja acordo. Caso não, a Presidência tentará passar o projeto até o fim do ano.

O presidente da Câmara se encontrou com Alexandre de Moraes nesta terça no STF (19) para apresentar o texto final. A pedido de Maia, Moraes coordenou um grupo de trabalho sobre o tema, em 2017, composto por juristas, e sua proposta foi analisada pelos deputados.

A proposta do grupo de trabalho foi apresentada na forma de substitutivo ao Projeto de Lei 882/19, apresentado por Moro em fevereiro. Os demais projetos analisados pelo grupo de trabalho (10372/18 e 10373/18) tramitam em conjunto.

Durante as análises feitas pelo grupo de trabalho ao longo do ano, pontos chaves do que o ex-juiz da Lava Jato propôs foram retirados. Os deputados excluíram do projeto a possibilidade de prisão em segunda instância, o chamado “plea bargain”, um acordo que envolve a confissão de crimes em troca de uma pena menor, e a ampliação do exludente de ilicitude.

Esse último item foi um dos mais polêmicos, pois tentava ampliar as hipóteses em que o agente de segurança pública pode atuar em legitima defesa, considerando ações decorrentes de “medo, surpresa ou violenta emoção”. Para críticos, seria uma “licença para matar”.

Moro sempre defendeu o pacote. Segundo ele, o objetivo da proposta original era aumentar a eficácia no combate ao crime organizado, ao crime violento e à corrupção, além de reduzir pontos de estrangulamento do sistema de justiça criminal.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Humberto disse:

    Até as pedras do rio Mucuri sabem que a PEC é inconstitucional, já que altera o artigo 5º da Constituição, uma cláusula pétrea.
    Quando é que os Bolsominios vão aprender sobre Direito Constitucional básico pra não ficar gastando seu tempo com besteiras, hein?

Maia diz a líder do Novo que vai garantir tramitação da PEC da prisão na 2ª instância

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O deputado Marcel van Hattem, líder do Novo na Câmara, conversou há pouco com Rodrigo Maia, presidente da Casa.

“Ele me disse que vai garantir a tramitação regimental da PEC. Não deixa de ser um alento”, disse Marcel a O Antagonista.

O deputado acrescentou que continuará a articulação para que a pauta do Congresso seja obstruída até que essa questão seja resolvida.

“Nós continuaremos fazendo nosso trabalho para que a proposta seja votada o mais rápido possível. Até porque quando é do interesse de alguns líderes, tudo acontece muito rápido.”

O Antagonista

Maia diz que nunca tratou com Bolsonaro sobre mudança na estabilidade do funcionalismo público

Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

Depois da manifestação de Jair Bolsonaro, foi a vez de Rodrigo Maia negar qualquer conversa sobre mudança na estabilidade do funcionalismo público.

O presidente da Câmara até gravou um podcast sobre o tema.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José aldomar disse:

    Tratou não mais só trata com o presidente assuntos como por ex. Ir a missa; ceia de natal; a mancha de petróleo no nordeste. Imbecis.

Maia diz que Fundo Eleitoral é necessário para equilibrar campanhas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu nesta quinta-feira (19) o uso do Fundo Eleitoral para financiar campanhas. Segundo ele, os recursos públicos equilibram a disputa entre os candidatos. “Quando se decidiu por não ter financiamento privado, você não tem outra saída. Porque se não tiver financiamento público, só terão financiamento as campanhas que estiverem vinculadas a um empresário rico que possa doar como pessoa física”, disse, após participar de um seminário sobre a reforma tributaria promovido pela Câmara Americana de Comércio.

Em 2015, o Supremo Tribunal Federal proibiu empresas de financiarem campanhas eleitorais. Atualmente, os candidatos só podem receber doações de pessoas físicas ou usar os recursos do fundo eleitoral. O valor do fundo eleitoral em 2018 foi de R$ 1,8 bilhão.

O plenário da Câmara votou, na noite de ontem (18), o projeto de lei que altera regras sobre o Fundo Partidário e o Fundo Eleitoral. O projeto havia sido aprovado anteriormente pelos deputados, mas sofreu modificações no Senado. Os senadores mantiveram apenas a destinação de recursos ao fundo eleitoral, rejeitando todas as outras alterações feitas pela Câmara.

Avanço
Para Maia, o texto aprovado é “um avanço” em relação às propostas iniciais. “Foi aprovado um texto que melhorou do texto inicial da Câmara dos Deputados. Tiramos as principais polêmicas. Algumas ainda existem. Cabe ao presidente decidir o que sanciona e o que veta. Nós entendemos que a maior parte do texto representa um avanço”, ressaltou.

Os deputados aprovaram a exclusão dos quatro pontos e mantiveram no projeto a obrigatoriedade de uso do sistema eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a prestação de contas. Também rejeitaram o trecho que previa a aplicação de multa de 20% sobre montante considerado irregular no julgamento da prestação de contas, apenas no caso de dolo. Manteve, ainda, os prazos atuais de prestação de contas por parte dos partidos, e excluiu do texto o item que permitia aos partidos corrigir erros formais e materiais, omissões ou atrasos em sua prestação de contas até o seu julgamento, para evitar a rejeição das mesmas.

O projeto aprovado manteve novas situações, em que será permitido o uso de recursos do Fundo Partidário. Pelo texto aprovado pelos deputados, o fundo poderá ser usado para serviços de consultoria contábil e advocatícia; pagar juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária; compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes, realização de reformas; e pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluindo a priorização em resultados de sites de pesquisa.

Receita Federal

O presidente da Câmara propôs a divisão das atribuições da Receita Federal em mais órgãos. Segundo Maia, existe uma concentração excessiva de poder atualmente. “A Receita hoje faz as normas, arrecada, fiscaliza e julga, no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Ficou um superpoder contra o contribuinte. Eu acho que se deve debater se um órgão deve ficar com toda a cadeia, ou se deve se separar a cadeia”, disse.

A redução da concentração de atribuições da Receita Federal não traria, de acordo com Maia, riscos à fiscalização ou combate a corrupção. “Todos os julgamentos, a Receita tem o voto de minerva [voto decisivo]. Isso não tem nada a ver com corrupção”, enfatizou.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dr. Veneno disse:

    No dia em que o Legislativo exigir o nível de instrução correto e necessário para a vaga de um legislador, e retirarem as remunerações e benesses, como já foi um dia a nível municipal, esses malandros q querem fazer da política profissão, sumirão todos.

  2. Rodrigo disse:

    E similar coisa que dizer que tinham uma projeto de roubar e depois da uma surra em você, mais aí melhoramos o texto só vamos roubar não iremos mais espancar. Fizemos um grande trabalho.

  3. pereira disse:

    Isso é DEMOCRACIA, o povo paga pra ser ENGANADO, ENROLADO EXPLORADO e ainda aplaudirem essa corja de VAMPIROS. Até quando?

  4. J. Dantas disse:

    Só quero lembrar aos doentes partidários e defensores de seitas, que do RN só escapou um deputado que votou contra a INSTITUIÇÃO LEGAL DO CAIXA 2 com o dinheiro dos otários(povão)…. Por justiça, tenho que divulgar: Girão

  5. Anti-Político de estimação disse:

    Um absurdo desses é suficiente para gerar revolta em qualquer povo realmente civilizado. Não há dinheiro para nada, quase todos os trabalhadores vendo seus direitos sendo surrupiados, até o salário mínimo sob ameaça de congelamento, tudo isso para alimentar esse fundo partidário SEM VERGONHA.

  6. Silva disse:

    De Qual equilíbrio esse corrupto fala?
    Esse fundo, bancado pela sociedade brasileira, só recebe quem tem mandato ou é grande apadrinhado do partido, do contrário, não se vê nem a cor, o que dirá o dinheiro.

Diante da crise fiscal, Maia decide se posicionar contra aumento de verba para fundo que financia eleições

Foto: Reuters

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ao blog que não considera oportuno, neste momento de crise fiscal, aumentar as verbas do fundo eleitoral para financiar as eleições municipais do próximo ano.

De acordo com Maia, o ideal é manter para o fundo o mesmo valor da eleição de 2018: R$ 1,7 bilhão corrigido pela inflação no período, o que deve dar algo um pouco acima de R$ 1,8 bilhão.

“O momento de crise fiscal vivido pelo Brasil não permite um valor maior para o fundo do que o da última eleição”, disse Maia.

A posição do presidente da Câmara pode abortar articulação de parlamentares dentro do Congresso que planejavam elevar a verba do fundo para mais de R$ 3 bilhões no próximo ano. A brecha para aumento do valor do fundo foi colocada no projeto que altera as regras eleitorais e que pode ser votado nesta semana no Senado, depois de ter sido aprovado na Câmara.

O projeto retirou o limite de uso de 30% das verbas de emendas parlamentares de bancadas para o fundo, como está previsto na legislação atual, deixando que o percentual seja fixado pelo Legislativo durante a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

No Senado, um grupo de senadores quer derrubar essa possibilidade, que garantiria a elevação do valor para financiar a campanha municipal de R$ 1,7 bi para até R$ 3,7 bilhões.

“Essa brecha pode retirar dinheiro de emendas que hoje é usado para investimentos nos estados. Num momento de crise econômica, com falta de recursos para saúde e educação, isso é um escândalo”, afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que integra o grupo que deseja derrubar a proposta. O grupo também pretende tirar outros pontos do texto. O projeto que altera as regras eleitorais precisa ser votado até este mês para valer em 2020.

Randolfe listou ainda outros pontos que ele considera como “distorções” incluídas no projeto durante a tramitação da Câmara. O senador espera que não sejam aprovados os trechos que preveem que:

Políticos possam pagar advogados com dinheiro do fundo partidário;

Multas eleitorais possam ser pagas com dinheiro do fundo partidário;

Multas por desaprovação de contas partidárias deverão ser aplicadas apenas se for comprovada conduta dolosa (intencional) da legenda;

Partido ou candidato que inserirem dados incorretos no sistema de informação e publicação de contas de campanha não poderão sofrer sanções penais;

Doações de pessoas físicas para despesas com advogados e contadores poderão ser feitas sem limites de valor, o que desconfigura o teto de gastos das campanhas. Isso, na avaliação do senador, abre margem para caixa 2 e lavagem de dinheiro;

Despesas com advogados e contadores não serão consideradas para o cálculo do teto de gastos da campanha.

Blog Valdo Cruz, G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Justo Veríssimo disse:

    Os políticos safados estão fazendo uma lei aberratória para fugir da fiscalização dos órgãos de controle… toda votação noturna mostra quem são os verdadeiros ladrões e caras-de-pau do Brasil e que ainda estão soltos.; votam a favor deles próprios e o povo é quem vai pagar a conta…

  2. Cidadão disse:

    Ninguém falou por que não tem coragem… esse projeto elaborado por políticos com ideologias mentirosas visam beneficiá-los e formar uma blindagem para que nenhum político seja punido sob qualquer infração cometida. E ainda fará o povo pagar pelos seus crimes, usando advogados e contadores pagos pelo povo… ao político só cabe sentar na cadeira e ver o "pega fogo cabaré"

  3. Chicão disse:

    Tá com o seu garantido né? fica jogando pra plateia. Pelo menos não fode agente novamente.

  4. Paulo Maciel Rocha Pereira. disse:

    Esta fudindo perto de ser preso, agora quer fazer média com os brasileiros.

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Tomara que seja preso mesmo, se algo for provado . Aliás, tomara que TODOS os políticos corruptos do Brasil sejam investigados, julgados e presos se necessário.
      Sem exceções nem justiça seletiva.

Novo Coaf terá ‘independência necessária da política’, diz Maia

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta terça-feira (20) que a nova organização do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) vai dar ao órgão a “independência necessária da política”.

O Coaf é uma unidade de inteligência financeira do governo federal que atua principalmente na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro (crime que consiste na prática de disfarçar dinheiro de origem ilícita).

A nova estrutura do Coaf foi estabelecida em medida provisória publicada nesta terça pelo governo. Entre as mudanças estão a transferência do conselho para o Banco Central (pertencia ao Ministério da Economia) e a alteração do nome para Unidade de Inteligência Financeira.

A MP também revogou um dispositivo que obrigava que os integrantes do conselho fossem todos servidores públicos.

Maia ressaltou que, na opinião dele, a nova configuração do órgão vai evitar o uso indevido do Coaf.

“[É] Muito importante essa medida provisória porque, de fato, estabelece a independência necessária da política do Coaf. Os ruídos das últimas semanas em relação à ação de membros da Receita que estavam trabalhando no Coaf era perigoso para o governo. Então, estancou o risco de uma crise maior, onde o Coaf de alguma forma poderia estar sendo usado de forma indevida”, disse Maia.

Mais cedo, Maia se reuniu com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na residência oficial da Presidência da Câmara.

Segundo Maia, a intenção de Campos Neto foi abrir a oportunidade de trazer pessoas do mercado para trabalhar no Coaf, como um órgão técnico. “Não é para botar quadro político no Coaf. Ninguém tem essa pretensão”, afirmou Maia.

Na avaliação do deputado, o objetivo da MP é fortalecer a atuação do Coaf “com pessoas que entendam de circulação de moeda, de transação financeira no Brasil”. “E, aí, tem no setor público, no Banco Central, e tem no mercado financeiro”, afirmou.

Como será o funcionamento do novo Coaf

De acordo com a Subchefia de Assuntos Jurídicos da Presidência da República:

a Unidade de Inteligência Financeira responderá à Diretoria Colegiada do Banco Central;

o Ministério da Economia e o Ministério da Justiça e Segurança Pública prestarão “apoio administrativo” à unidade durante o período de transição;

o Conselho Deliberativo continuará responsável por definir a diretrizes estratégicas do órgão e julgar processos administrativos sancionadores.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucas disse:

    Eu conto que é mentira ou vocês do blog contam?
    Basta ler a MP, simples! Não discriminam critérios técnicos e abrem espaço para a participação de civis no órgão. Vai ter indicação política até a veia, deixem apenas a poeira baixar!

  2. Giba disse:

    É a nova política, parabéns Bozo vai proteger seus filhos e amigos, só porque descobriu os podres da família dele.

  3. Willian disse:

    COMO PODE ISSO, "PESSOAS INTELIGENTES DE DIREITA"???
    COLOCAR PESSOAS ESTRANHAS À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PARA ATUAR EM ÓRGÃO DE INTELIGÊNCIA FINANCEIRA ???
    PESSOAS DO MERCADO FINANCEIRO ????
    É A MESMA COISA QUE COLOCAR TRAFICANTES PARA TRABA
    LHAR NA DENARC OU NA PF.
    E OS POBRES DE DIREITA AINDA ACHAM QUE O BOZO NÃO AGE EM INTERESSE PRÓPRIO E DA SUA FAMÍLIA! !!!

Maia negocia acordo para votar Previdência antes do recesso

Fontes da Câmara dos Deputados e da área econômica do governo informaram ao Broadcast que está a caminho um acordo para a votação da reforma da Previdência no Plenário da Câmara antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho. O acordo está sendo costurado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e integrantes do governo.

Segundo interlocutores de Maia, a negociação ainda não está fechada, mas há otimismo que a votação ocorra dentro desse prazo. A equipe econômica, por outro lado, tem reforçado a necessidade de fazer a votação para deslanchar as outras medidas de retomada do crescimento econômico, entre elas o fim de dois monopólios estatais de refino e gás natural.

 

A data da apreciação em plenário antes do recesso é relevante inclusive por causa da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para os dias 30 e 31 de julho. A avaliação é de que é importante que essa primeira votação já tenha sido feita para dar uma sinalização ao Copom, que aguarda o avanço da reforma para decidir sobre a redução da taxa de juros.

Ajustes. O relator da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara, Samuel Moreira (PSDB-SP), afirmou na quarta-feira, 19, que vai complementar seu relatório e que apresentará as modificações na semana que vem, quando o colegiado volta a se reunir para discutir o texto e pode votar o relatório. Os pilares principais da reforma, como a idade mínima, devem ser mantidos, garantiu Moreira.

Moreira não quis, no entanto, adiantar quais outras mudanças acatará em seu parecer. “Estamos empenhados em melhorar um pouco mais o relatório, pretendemos que ele passe na comissão”, disse.

O presidente da Comissão Especial, Marcelo Ramos (PL-AM), afirmou que há “um apoio tranquilo” na Comissão Especial para aprovar a reforma, mas que os líderes precisam ainda de mais mobilização para garantir a aprovação do tema no plenário da Casa.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    E o povo q se dane.

Maia diz que país entrará em colapso sem aprovação de reformas; Presidente da Câmara afirma que governo precisa “construir agenda em conjunto”

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em entrevista exclusiva ao GLOBO Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu em entrevista ao jornal o Estado de S. Paulo, que as reformas sejam aprovadas e disse que o presidente Jair Bolsonaro sofre com a redução de expectativas positivas para o governo.

“Chegamos num ponto onde ou nós construímos essa agenda em conjunto ou vamos para o colapso. Vai entrar no colapso de ruptura das relações sociais. É nisso que vai chegar”, afirmou.

Maia diz que vai trabalhar para a aprovação da reforma da Previdência, que tem certeza que será aprovada. O presidente da Câmara também disse que a política está distante da sociedade, “foi criminalizada”.

“Todos os problemas que a sociedade vive hoje passaram a ser da política. Alguns pontos são corretos, mas às vezes esse pêndulo é exagerado. Para que a gente possa dar solução para o colapso social, precisamos ter uma agenda que venha do Executivo”, afirma.

Saída do DEM do Centrão

Maia afirmou que “a forma pejorativa como se trata o tal Centrão hoje, amanhã na história vai entrar como os partidos que salvaram o Brasil do colapso social, do crescimento da desigualdade, da pobreza, da falta de educação e da falta de médicos”.

Na semana passada, a Câmara vetou o uso da palavra “centrão” em veículos oficiais. A determinação da direção de jornalismo da Casa ocorre três dias depois de manifestantes em favor do governo irem às ruas e criticarem o bloco de partidos.

Em e-mail aos jornalistas da Casa, a direção de jornalismo diz que o termo é usado “pejorativamente para designar alguns partidos que poderiam ou não entrar na base do governo”.

R7, com Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pra frente Brasil disse:

    Muito feio senhor Rodrigo Maia distorcer os fatos como fez em várias citações nessa reportagem.
    A pior delas é afirmar que as manifestações contra você e aqueles que não tem compromisso com o Brasil foi do governo – MENTIRA!
    O governo não chamou ninguém para participar as manifestações e o governo não esteve nas manifestações; O povo que não pactua mais com políticos com as suas características foram as ruas para protestar contra uma parte da classe política que só tem compromisso como próprio pacto político e dá as costas ao povo.
    Você sequer sabe o que foi dito por Toffoli na reunião e mesmo assim demonstra apoio, precisa comentar sua forma tendenciosa de agir?
    Se realmente acha que o Estado precisa de reformas, porquê trabalha para atrasar e dificultar as reformas propostas? Seria pelo egoísmo político dela não ser de sua autoria ou que atenda as articulações que tanto cobra? O povo sabe a qual articulação faz referência.
    Essa sua falácia de falta de agenda para o Brasil é desvio de foco, existem duas importantes agendas para o povo, a reforma da previdência e a reforma anti corrupção que você tem colocado todo tipo de empecilho, desculpas e problemas para que elas não sejam votadas.
    Não Rodrigo Maia, a sociedade não foi para ruas protestar contra a educação, está distorcendo os fatos, os alunos e professores foram as ruas, o trabalhador, a sociedade e o povo não participaram. Não faça isso, é um péssimo exemplo diante do cargo que ocupa e por isso o povo pede sua saída.

Maia quer aprovar reforma da Previdência na Câmara em 2 meses

Foto: Marcos Corrêa/PR – 09.04.2019

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, reafirmou nessa segunda-feira (29) que trabalha para aprovar a reforma da Previdência na Casa até o fim do semestre.

Acompanhado do presidente da comissão especial, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), e do relator da proposta, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), ele reuniu-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes, no início desta noite.

Maia disse, no entanto, que não dependerá apenas dele encaminhar a reforma ao Senado no segundo semestre. Ele acrescentou que a comissão especial definirá um cronograma de trabalho nos próximos dias e cobrou empenho da base aliada para acelerar a tramitação do texto.

“Na Câmara, o meu trabalho é que a gente consiga terminar essa matéria no primeiro semestre. Se a gente vai conseguir ou não, não depende da nossa vontade. Se o governo colocar quórum toda segunda e sexta, você, em duas semanas e um dia, tem 11 sessões. Não vai ser em 11 sessões que [o texto] vai ser votado. [A gente] precisa dos meses de maio e de junho. Na minha vontade, no máximo em dois meses, a gente encaminha a proposta ao Senado para votar no segundo semestre”, declarou.

Namoro

Maia disse que gradualmente constrói pontes com o presidente Jair Bolsonaro para ajudar na articulação da reforma que, segundo ele, é essencial para resolver o desequilíbrio nas contas públicas. Ele comparou a relação com o presidente com um namoro ainda no começo. “Um namoro muito rápido nunca termina bem. Um namoro que leva mais tempo acaba terminando num casamento sólido”.

Maia, Guedes e o presidente e o relator da comissão especial saíram do Ministério da Economia para se encontrarem com Bolsonaro no Palácio do Planalto. O presidente da Câmara ressaltou que o Executivo e o Legislativo estão trabalhando juntos, mas respeitando a independência entre os Poderes.

“Combinei agora de irmos todos ao presidente [Bolsonaro] para que a gente possa fazer o debate junto com ele para mostrar que a Câmara e o governo trabalharão de forma conjunta, harmônica. Respeitando a independência entre os poderes, mas de forma majoritária, a Câmara entende que essa matéria é fundamental, que ela tem um bom debate, um bom relatório. Depois, que ela vai a voto porque trava hoje o crescimento do Brasil. A Previdência trava hoje a redução da pobreza do nosso país”, disse.

R7, com Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos disse:

    A prioridade do governo é causar polêmica com gays, professores, ideologia…a economia do Brasil que se FOD… pro governo! Parece mais um circo!

  2. João Maria disse:

    Bolsonaro não tem apoio político para aprovar reformas…308 votos é quase impossível. O próprio Temer não conseguiu. No máximo se for aprovado é o aumento da idade e olhe lá….Seria melhor o congresso fazer essa reforma, com apoio de todos os partidos, sem intervenção do governo.

  3. Keyla disse:

    É compreensível a necessidade de aceleração dos trâmites demonstrada por Maia, no ritmo que o governo se deteriora, o pouco de credibilidade que restará será insuficiente para aprovar qualquer reforma.
    Nunca antes, na história desse país, se viu um governo definhar tão rapidamente, e pior, sem qualquer causas externa, pela pura e simples inabilidade política e incapacidade de manter-se dentro dos limite da sanidade mental. Um verdadeiro mito!

    • ALUADOS disse:

      Deixa de conversar besteira, marxista de iphone!

    • Liberal minion disse:

      Baseado em que está cientista política diz que o governo definhou? Que eu saiba foi até agora o governo que mais cumpriu o que prometeu nos 1ºs 100 dias, está lutando pra passar a reforma da previdência. Tem gente que sai vomitando baboseira baseado em nada… Vamos usar fatos e menos opiniões pessoais, elevar o nível desse debate

    • Manoel disse:

      Realmente! Havia um costume de décadas, e crescente no mensalão e no petrolão, de muita corrupção e "toma-lá-dá-cá". Só um Presidente "louco" mesmo pra tentar romper com esses costumes! E Bolsonaro foi eleito pra isso mesmo! Ir contra o sistema que imperava. Mas tem só um detalhe: a reforma da previdência não é de Bolsonaro ou de Guedes, é sim uma reforma necessária pro país… Se não passar, quem vai perder é o país e as futuras gerações.

    • ASV disse:

      Boa análise, os PTralhas estão fora, Lula tá preso. Vai ter "toma-lá-dá-cá" sim, se não ele não aprova essa reforma. Mas é um governo fraco, pelo menos ainda, se resume a essa reforma da previdência, décimo terceiro do bolsa família e lei anticrime engavetado. Votei no Bolsonaro, mas ele é muito fraco.

Previdência: Maia diz que reforma deve ser aprovada na CCJ nesta terça

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ), afirmou que a reforma da Previdência deverá ser aprovada nesta terça na Comissão de Constituição e Justiça ( CCJ ). A votação havia sido adiada na semana passada a pedido do deputado Marcelo Freitas (PSL/MG).

— Acho que amanhã vai passar e a gente vai terminar este processo na CCJ, que levou tempo demais, infelizmente. A partir da semana que vem, a gente começa o trabalho na comissão especial — disse. — Está bem encaminhado e tem mais apoio do que no passado.

Rodrigo Maia está na capital portuguesa para palestrar no VII Fórum Jurídico de Lisboa, evento organizado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Sobre o sigilo em torno da proposta, Maia disse que havia sido “uma decisão de curto prazo”. – Não sei se foi a melhor decisão, mas quando a reforma chegar na comissão especial não tem jeito. Os dados vão estar abertos, senão não tem como começar a trabalhar.

— A Câmara precisa entender que há uma grande crise fiscal. O custo previdenciário é muito alto e aumenta rapidamente. Se não tiver uma solução para a previdência, certamente não terá uma solução de investimento para o Brasil nos próximos anos.

Sobre a lentidão no processo, o presidente da Câmara dos Deputados disse que a reforma na Previdência divide a sociedade porque é “um tema polêmico”.

— A reforma tributária unifica a sociedade e divide a Federação, já que os interesses por uma boa reforma tributária precisa reorganizar as atribuições de cada um dos entes no sistema para que a gente possa ter de fato um sistema mais simples.

Para Rodrigo Maia, o presidente Jair Bolsonaro precisa ter mais partidos em sua base, além do próprio PSL, que publicamente “pactuem com uma agenda de quatro anos”.

— Esta questão de discutir espaço solto no governo é a pior fórmula possível. É importante que cada partido consiga construir uma relação com o governo baseada em uma agenda e que não pode se limitar na previdência — afirma o presidente da Câmara. — Acho que o governo agora nessa reta final já está at

Outras alterações

Além da reforma na Previdência, Rodrigo Maia diz que a Câmara também deve seguir com a reforma tributária e outros temas importantes para a economia brasileira. – A gente pode avançar o licenciamento ambiental, coisas como a relação CADE e Banco Central, que é muito importante para destravar alguns conflitos, a própria autonomia do Banco Central – afirmou.

— Tem muitas pautas que podem tramitar independentes das pautas de emendas constitucionais que vão ajudando o ambiente econômico. São coisas assim que a gente vai trabalhando enquanto, de forma paralela, a gente trabalha as grandes reformas.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ceará-Mundão disse:

    Acontece é que há certos assuntos que dependem da Reforma da Previdência. A ajuda financeira aos estados (tão importante pro RN) é uma delas. Se não passar a Previdência, a União terá que resolver seus próprios problemas. Nesse caso, os estados que se f… É isso que vai acontecer com o RN. E o governo Fátima, dentre outros da tal "resistência" ao Bolsonaro, vão pras cucuias. Entenderam, esquerdopatas?

Maia diz que aprovação de PEC do Orçamento é ‘vitória’ para governo e que Bolsonaro já apoiou proposta

Reprodução: TV Globo

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), negou na noite desta terça-feira (26) que a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que obriga o governo a executar todos os investimentos do Orçamento seja uma derrota para o Executivo e afirmou tratar-se, na verdade, de uma “vitória”.

A declaração de Maia foi dada após a aprovação da proposta, votada em dois turnos no mesmo dia, situação rara na Câmara. Geralmente há um intervalo de ao menos cinco sessões entre o primeiro e o segundo turno na análise de PEC. Foram 443 votos a favor, e 3, contra, na primeira rodada. Na segunda votação, foram 453 votos a favor, e 6, contra.

O texto ainda precisa ser analisado pelo Senado. Na Câmara, a votação se deu no auge de uma crise entre Maia e o presidente Jair Bolsonaro (PSL), conforme relatou a colunista Andreia Sadi. Segundo analisou o colunista Gerson Camarotti, a aprovação na Câmara representa uma derrota para o governo, por engessar o Orçamento federal. O texto dá pouca margem para o Executivo fazer remanejamentos.

“Não [foi uma derrota], foi uma vitória, porque o PSL votou a favor, o Eduardo [Bolsonaro] fez o discurso dizendo que ele e o Bolsonaro assinaram essa PEC”, declarou Maia.

Ao citar o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente, Maia se referia a uma declaração dada pelo parlamentar durante a votação, em que o parlamentar anunciou o voto favorável do PSL.

“Só queria deixar aqui a nossa posição favorável à PEC, parabenizar vossa excelência [Rodrigo Maia], que realmente é uma pauta que quando Jair Bolsonaro era deputado federal, ele e eu fomos favoráveis”, disse Eduardo, que completou falando em “relação harmônica entre os poderes”.

‘Fazer do limão uma limonada’

A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselman (PSL-SP), apesar de não fazer críticas à aprovação, falou em “fazer do limão uma limonada”, depois de ter dado voto contrário à PEC.

“A Câmara é soberana, foi uma decisão de todos os líderes. Então não cabe aqui à líder do governo no Congresso fazer críticas à decisão, que é da Câmara, absolutamente soberana. Eu acho que em tudo dá pra gente fazer do limão uma limonada”, disse.

Polêmica entre Bolsonaro e Maia

A aprovação da PEC ocorre dias após uma polêmica envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara sobre a quem cabe a articulação para aprovar a reforma da Previdência.

A proposta de reforma, enviada ao Congresso pelo Planalto, ainda não começou a tramitar na Câmara dos Deputados por enfrentar resistência dos partidos, incluindo o PSL, de Bolsonaro, que reclamam da falta de diálogo com o Executivo.

Rodrigo Maia, que tinha assumido a articulação política, tem exigido mais empenho do governo para estruturar a base aliada no Congresso e se irritou nos últimos dias com ataques nas redes sociais.

Enquanto Maia diz que o governo não pode “terceirizar” a articulação política, Bolsonaro diz que a responsabilidade pela aprovação da reforma é do Congresso e que ele “já fez a sua parte”.

Nesta terça-feira, após o colégio de líderes da Câmara incluir na pauta a votação da PEC, Rodrigo Maia negou que seja uma retaliação ao governo. Inicialmente, a proposta não estava incluída na pauta do plenário, semanalmente divulgada pela Câmara.

“A PEC é uma vontade de todos os líderes, inclusive o [líder] do PSL [partido de Bolsonaro] não ficou contra, restabelecendo prerrogativas do Parlamento. Não tem retaliação contra ninguém”, declarou o presidente da Câmara.

Orçamento de 2019

O Orçamento de 2019 prevê R$ 1,434 trilhões de despesas primárias. Deste total, 90,4% são despesas obrigatórias, e 9,6%, despesas não obrigatórias. Ao todo, estão previstos R$ 45 bilhões para o custeio da máquina pública.

Atualmente, o pagamento é obrigatório somente em parte das emendas individuais dos congressistas, as chamadas “emendas impositivas”.

Todo ano, deputados e senadores podem destinar recursos federais para obras e ações indicadas por eles no Orçamento.

Pelo texto da PEC, além das emendas coletivas (feitas por bancadas estaduais e das comissões), toda a parte de investimentos do Orçamento terá de ser executada.

Na prática, a proposta pode engessar o governo federal, que não terá espaço para remanejar despesas e terá que cumprir todo o Orçamento aprovado pelo Congresso.

Apresentada em 2015, a PEC já tinha parecer aprovado em uma comissão especial e estava pronta para ser analisada pelo plenário.

Segundo técnicos da Consultoria de Orçamento, a proposta não gera impacto fiscal.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Escritor disse:

    Quando eram deputados Os Bolsonaros tambem eram contra a reforma da previdencia. Chega ao poder muda opiniao. Foi assim com Lula em 2003, q fez reforma previdencia no primeiro ano, mas em 2002 antes das eleicoes, PT era contrario a reforma. Qual ao PEC atual do orçamento é claro q é uma derrota. Mas pra dizer q nao houve derrota, vc manda a bancada apoiar. Para ingles ver. Jogo de cena. Hipocrisia.

  2. Flávio A disse:

    Pelo visto esse cara , dando chave de roda no Governo é quem está governando o país

    • #LULANACADEIA disse:

      Ótimo era o ladrao condenado Lula roubando Petrobras, correios , falcatruas nos 4 cantos , esse era bom , ladrao fino , agora está na CADEIA CHORANDO

Maia diz que reforma está acima do governo e quer ‘blindar’ o texto

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Em meio à crise com o presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse a aliados que a reforma da Previdência está “acima do governo” e que vai “blindar” a proposta.

“Não tem a ver com governo dele, ministro, nada. É acima do governo dele, de ministros, de tudo. Vamos tocar”, disse ao blog.

Maia conversou sobre a estratégia da Previdência com aliados no final de semana, como João Doria, governador de São Paulo.

Eles discutiram o conteúdo da reforma da Previdência que foi enviada pelo governo Bolsonaro – e ambos concordaram que vão “mexer” para “ajustar” o texto.

Cogitou-se, inclusive, outro texto para a Previdência – como o que havia sido enviado pelo governo Temer. Mas, segundo o blog apurou, concluíram que o que será mexido, “com emendas”, será o texto enviado pela equipe de Paulo Guedes.

A propósito, João Doria foi além: disse que o ideal também é “blindar Paulo Guedes”, ministro da Economia.

“O ministro é muito importante. O foco agora é a agenda Brasil, precisamos pacificar pela Previdência: se não aprovar, o Brasil vira Venezuela e todos perdem. Não dá”, afirmou Doria à reportagem.

Diminuindo a temperatura

Maia negou ao blog nesta segunda-feira (25) que esteja em curso um “troco” nesta semana de parlamentares insatisfeitos ao governo Bolsonaro. Ele defende, por exemplo, que a Câmara não vote a derrubada do decreto anunciado por Bolsonaro que libera turistas norte-americanos e de outros países de visto para entrada no Brasil.

Como o blog mostrou na semana passada, parlamentares avaliam derrubar o decreto para dar uma espécie de recado ao governo, irritados com o tratamento do presidente ao Congresso.

Maia, no entanto, disse ao blog que é hora de evitar polêmicas e de trabalhar para “diminuir a temperatura”.

Blog Andréia Sadi – G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fagner disse:

    E Angorá?

  2. Cardoso disse:

    A revolta dele é por causa do projeto anti crime, pois caso aprovado enquadraria ele e uma imensa parte do congresso, todos integrantes do crime organizado. E isso ele considera como afronta, entretanto, a sociedade e o povo organizado irá exigir a aprovação do projeto anti crime, e ele também terá que priorizar o trâmite do projeto anti crime. Só assim alcançaremos as mudanças pra um Brasil melhor.

  3. Cardosox disse:

    Se a reforma fosse pra atender a sociedade ele não priorizava, como é pra atender os grandes empresários, ele tem que votar, sob a pena de não receber propina pra financiar sua reeleição. Já o projeto anti crime do moro, não quer votar, isso porque atende a necessidade do povo de se defender contra a ações de bandidos da estirpe dele e os demais membros dessa quadrilha que usurpa o dinheiro público do Brasil, além também das facções criminosas.

  4. Cigano Lulu disse:

    "Vamos tocar", como assim? Roliço Maia tem que se manter neutro, em respeito às várias correntes que existem dentro da Câmara, contra e a favor da reforma.

  5. Ceará-Mundão disse:

    Esse Maia não engana ninguém. Representante da "velha política", teve seu sogro preso nesses dias e ele próprio é alvo de investigações. Está apenas atrás de barganhar seu apoio. E está tentando emperrar as propostas do ministro Moro, numa clara demonstração de que está do lado dos corruptos e bandidos. Não podemos permitir que esse sujeito atrapalhe as mudanças que o nosso povo deseja.

  6. Lindemberg de Araújo disse:

    Toda essa REVOLTA de Rodrigo Maia CONTRA o governo, PROVA a forma dele fazer política e se sente muito desconfortável SEM O TOMA LÁ DÁ CÁ, assim como muitos outros deputados.
    Essa briga inventada por Rodrigo Maia é um reflexo incontestável por ver seu sogro, Moreira Franco preso. Essa turma antiga e viciada em poder com impunidade não aceitam o tratamento como mortais e que estão abaixo da lei. Se bem que eles tem o STF para protejelos, mas enquanto a justiça estiver nas mãos daqueles que respeitam o que está estabelecido nas leis, veremos muitos "figurões" respondendo pelos crimes, comprovadamente cometidos.

  7. Justiceiro disse:

    Sou do sertão nordestino, já votei em Lula e hoje digo: #bolsonaropresidentebrasil2022 #kimkataguiripresidentebrasil2026 #Deusacimadetodos #forçaLavaJato #foratoffoli #foragilmarmendes #forastf #foramaia #foraforoprivilegiado #foragleisi #forafanaticosporlula #foracorruptos #foraglobolixo

Maia: “Nunca vou deixar de defender a reforma da Previdência”

Rodrigo Maia, respondendo a um apelo de Janaina Paschoal, publicou no Twitter: “Nunca vou deixar de defender a reforma da Previdência.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco Cândido disse:

    Desde quando a classe política da velha geração está preocupada com o Brasil?
    Eles só tem uma preocupação, se manter no poder, o resto é lixo a ser varrido para debaixo do tapete. Com a prisão do genro de Rodrigo Maia, ele vai trabalhar contra o governo sem a menor preocupação com o povo. Antes não respeitava a vontade popular e agora com o sogro preso, vai chutar o balde e criar um problema atrás do outro. Serão dias difíceis, mas ao final, o povo vai vencer!

    • Cigano Lulu disse:

      Moreira Franco não é sogro de Roliço Maia, mas o segundo marido da mãe da esposa deste, filha de outro.

  2. ANTONIO FELIX NETO disse:

    A REFORMA É URGENTE!!

    • Lima disse:

      Então porque os militares também não devem contribuir?

    • Carlos disse:

      Desde que seja para todos, concordo plenamente. Vamos ver se magisteados e políticoa vão se aposentar pelo teto do INSS. !

    • Walsul disse:

      O felix deve ser um grande empresário ou um grande investidor. Senão é um babaca mesmo