Diversos

MPT/RN: Liga e Casa do Bem recebem doações resultantes da reversão de multas trabalhistas

A Liga Norte-riograndense Contra o Câncer conta com novos equipamentos, consistentes em um monitor e um cardioscópio, e a Casa do Bem com uma plataforma de acessibilidade instalada na sede da instituição, que atende à comunidade do bairro de Mãe Luiza. A entrega simbólica das doações foi realizada em audiência ocorrida na sede do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN), em Natal. Os recursos que possibilitaram as aquisições tiveram origem na reversão de multas por descumprimento de termo de ajustamento de conduta firmado pela empresa Praia Mar Empreendimentos Turísticos Ltda.

Durante a audiência, a representante da empresa destacou que o elevador destinado à Casa do Bem foi adquirido e já entregue fisicamente no próprio local. “Segundo informou a empresa, a instalação se encontra em andamento, com previsão de término de sete a 10 dias, o que foi confirmado pelo representante da instituição, o jornalista Flávio Rezende”, ressalta o Procurador Regional do Trabalho José de Lima Ramos Pereira, que presidiu a audiência.

Na oportunidade, houve também a entrega formal do monitor e do cardioscópio destinados ao atendimento dos pacientes da Liga. Os equipamentos estavam acompanhados de relação contendo todos os itens que os integram, conforme conferido pelos representantes da Liga, Vilma Queiroz Sampaio e o médico Aluísio Bezerra de Oliveira, presentes na audiência.

As aquisições dos bens e materiais entregues às instituições, conforme determinação do MPT/RN, foram comprovadas pela empresa por meio de notas fiscais, bem como foram entregues cópias das referidas notas às instituições beneficiadas.

Os representantes das entidades agradeceram as doações efetuadas.

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Polícia

Secretário foi à Ponta Negra ver situação do calçadão e acabou sendo assaltado

Não é só o calçadão que está sendo levado em Ponta Negra. Que o diga o secretário de Serviços Urbanos de Natal (Semsur), Luiz Antônio de Albuquerque.

Na companhia de um auxiliar, o secretário foi durante a madrugada ver a situação do calçadão em uma das maiores marés do ano. Porém, acabou sendo assaltado.

Ainda não se tem a informação de quais bens foram levados.

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Economia

Eike Batista vai investir R$ 22 milhões em eólicas no RN

A MPX Energia S.A, empresa do empresário Eike Batista, anunciou ontem a aquisição de três complexos eólicos no Rio Grande do Norte, através de sua joint-venture com a E.ON AG.

Comunicado da empresa ao mercado aponta que foi firmado contrato para a aquisição dos Complexos Eólicos Jandaíra, Pedra Preta I e Pedra Preta II, que  em conjunto formam o “Projeto Ventos” e tem capacidade total de 600 Megawatts (MW).

O preço da aquisição é de R$ 37 mil Megawatts (MW) instalado, o equivalente a um valor total de R$ 22,2 milhões. Além disso, está previsto o pagamento de royalties de R$ 1,3 por MWh comercializado, sendo o limite máximo de 20 anos.

O acordo também inclui a opção de aquisição de uma expansão dos Projetos, com capacidade adicional de 600 MW, atualmente em desenvolvimento, com dezoito meses de medição de vento concluída. Os mesmos termos de pagamento serão aplicados para a aquisição da expansão dos Projetos, caso a Companhia opte por exercer a opção, informou a MPX em nota. Mas a conclusão da transação está ainda sujeita, segundo a companhia, ao cumprimento de certas condições estabelecidas no Acordo e não detalhadas à imprensa.

Fonte: Tribuna do Norte

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Esporte

Com Guto suspenso, ABC terá apenas uma modificação

O técnico Ademir Fonseca terá apenas um problema para o jogo contra o Paraná, próximo sábado, no estádio Frasqueirão. O volante Guto, suspenso pelo STJD, será o desfalque para o compromisso da 15ª rodada da Série B.

Sem contar com o seu defensor, o treinador alvinegro deve apostar no volante Serginho, que na última partida jogou no lugar de Bileu, que também estava suspenso. Apostando na manutenção da equipe nos últimos jogos, o alvinegro apresentou uma clara evolução em campo.

Com isso, o time deve entrar em campo com Andrey, Pedro Silva, Vinícius, Leandro Cardoso e Renatinho Potiguar; Bileu, Serginho, Jerson e Raúl; Adriano Pardal e Ederson.

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Judiciário

Associação dos Magistrados defende extinção da GTNS

A Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte (Amarn) defende a extinção da Gratificação de Técnico de Nível Superior (GTNS), que é conferida aos servidores do Judiciário estadual. A presidenta da entidade, juíza Hadja Rayanne, confirmou que a diretoria da Amarn já se manifestou favorável ao projeto que foi apresentado pela presidenta do Tribunal de Justiça, desembargadora Judite Nunes.

A proposta que tem a simpatia dos magistrados prevê o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa revogando integralmente a lei 6.373 de 1993, que criou a GTNS. O projeto, que ainda está sendo discutido pelos desembargadores do TJ, garante a gratificação para os servidores que já possuem o benefício. No entanto, a atual GTNS seria transformada em “vantagem de natureza pessoal”, ou seja, ficaria congelada.

Atualmente, a GTNS é implantada no percentual de 100% sobre os salários bases dos servidores. Com o projeto da presidenta do TJ, que tem a concordância da Amarn, a gratificação seria fixada como vantagem.

“Há uma preocupação enorme com a estrutura funcional que temos hoje, tem distorções severas”, comentou a presidenta da Amarn, Hadja Rayanne. Ela lembrou que a GTNS vem sendo alvo de debates há muito tempo.

O projeto que propõe revogar a lei que criou a gratificação foi enviada para Associação ainda no mês de fevereiro deste ano. “A ideia da presidente (Judite Nunes) é abrir o debate e isso está ocorrendo entre os desembargadores”, disse a magistrada. Ela ressaltou que é preciso respeitar as decisões judiciais, daí porque o projeto da presidenta mantém a gratificação para os servidores antigos.

“A Amarn é favorável a revogação expressa da lei que criou a GTNS, o que queremos é evitar esse crescimento vegetativo da folha”, afirmou a presidenta da entidade. A juíza chamou atenção ainda que é temendo esse crescimento da folha o motivo pelo qual o Tribunal de Justiça ainda não lançou edital para o novo concurso público. “Não é possível realizar concurso sob a égide da GTNS, é impraticável para o Judiciário”, comentou.

A magistrada destacou que 40% dos cargos de servidores do Judiciário estão vagos e outros 33% de juízes. Hadja Rayanne afirmou que é preciso encaminhar o projeto de lei que acaba com a GTNS para Assembleia Legislativa antes de lançar o edital do próximo concurso de servidor. “Não é possível fazer o concurso sem resolver essa questão. Precisa ser definida essa situação (da GTNS) para poder abrir o concurso”, destacou.

Fonte: Tribuna do Norte

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Social

Lula: de ‘traído’ a defensor dos réus do mensalão

Quando o escândalo do mensalão eclodiu em 2005, o ex-presidente Luiz Inácio da Silva (PT) afirmou na época que se “sentia traído por práticas inaceitáveis das quais nunca teve conhecimento”. Era uma referência clara à cúpula do PT – José Genoino, Delúbio Soares e José Dirceu – acusada pelo então deputado e líder do PTB, Roberto Jefferson, de negociar pagamento mensal a parlamentares em troca de apoio político no Congresso.

No entanto, com o passar do tempo, Lula foi mudando de opinião. À Justiça, após a fase de instrução da ação penal do mensalão, o ex-presidente defendeu aqueles que antes chamava indiretamente de traidores. Em vários depoimentos que hoje compõem as defesas de réus como o ex-ministro José Dirceu, Lula afirmou desconhecer “qualquer ilicitude relacionada à votação da reforma da previdência pelo Congresso Nacional” e atos irregulares cometidos por integrantes do partido.

E foi além. Não somente negou qualquer tipo de pagamento a parlamentares pelo apoio à aprovação da reforma, como disse que a votação somente foi possível após acordo político entre deputados, senadores e governadores. “Sua aprovação foi fruto de acordo com 27 governadores de Estado para a aprovação conjunta com a reforma tributária. Pela relevância e complexidade do tema, é certo que seu texto foi objeto de debates dentro do Congresso Nacional, os quais, por sua vez, refletiam aqueles em andamento na sociedade brasileira”, disse Lula no processo.

Apesar de Jefferson, o delator do mensalão, sempre ter afirmando que Lula nunca teve conhecimento ou participação no escândalo, o seu advogado, Luiz Barbosa, defende a tese de que o petista tinha, sim, ciência do esquema de negociação de apoio político. Tanto que nas duas argumentações para inocentar Jefferson, Barbosa alega que não há como falar em “compra de apoio político para projetos do Executivo, sem interesse direto do presidente da República na época”.

Durante seus depoimentos, o ex-presidente também negou qualquer tipo de ato ilícito de José Dirceu, acusado pela Procuradoria Geral da República de “chefe do mensalão”. Em seus testemunhos, Lula disse que não conhecia nenhum ato indevido relacionado a uma possível negociação entre o PT e o banco BMG, para facilitar a entrada da instituição financeira em ações de crédito consignado para aposentados. A Procuradoria afirma que essas operações foram facilitadas por Dirceu após o banco conceder empréstimos ao PT, que abasteceram o esquema do mensalão. “Não tenho conhecimento de nenhum ato indevido”, disse Lula sobre o episódio.

Apesar de ter negado qualquer ato ilegal nesse caso, o ex-presidente Lula responde a uma Ação Civil Pública, na Justiça Federal do Distrito Federal, pelo crime de improbidade administrativa. Ele é acusado de ter gasto R$ 9,5 milhões com propaganda irregular para promover a entrada do BMG em ações de crédito consignado. A defesa de Roberto Jefferson anexou essa ação civil pública como fato probatório de que o ex-presidente tinha conhecimento do mensalão e que ele também teria ajudado nessas operações do banco BMG.

Em outro episódio fora dos autos do processo, o ex-presidente envolveu-se em uma polêmica com o ministro do STF, Gilmar Mendes, em maio deste ano. Ele foi acusado de ter feito lobby para atrasar o julgamento do mensalão e não atrapalhar os planos do PT nas eleições de outubro. No entendimento do ministro do STF, Lula queria que a análise da ação ocorresse depois da disputa municipal. Lula teria oferecido blindagem ao ministro no início dos trabalhos da CPI que investiga as ligações de políticos com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Furioso, Mendes classificou o ex-presidente como uma “central de informação de gângsteres”. O ex-presidente Lula negou qualquer tentativa de lobby e disse, em entrevista ao Programa do Ratinho, que “quem inventou que prove a história. Quem acreditou nela que continue provando. O tempo se encarrega de arrumar as coisas”.

O julgamento do mensalão, no Supremo Tribunal Federal (STF), começa nesta quinta-feira (2) e deve demorar mais de um mês para ser concluído. São 38 acusados no banco dos réus, que respondem a crimes como corrupção ativa, lavagem de dinheiro e peculato.

Fonte: Último Segundo IG

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Economia

MRV entra na ‘lista suja’ do trabalho escravo e está impedida de ter crédito público

A construtora MRV, uma das cinco maiores do País, entrou no cadastro de empregadores flagrados com exploração de mão de obra em condições análogas à escravidão. A chamada “lista suja” foi divulgada na noite de segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Segundo o órgão, as empresas citadas no cadastro estão impedidas de contratar crédito em bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal.

A empresa é citada três vezes na lista, com irregularidades em obras de suas filiais de Bauru e de Americana, no interior de São Paulo, e de sua subsidiária Prime Incorporações, em Goiânia (GO). O cadastro contém 398 pessoas físicas e empresas, a maioria fazendeiros e companhias ligadas ao agronegócio.

Segundo o Ministério do Trabalho, apenas nas obras de Americanas e Bauru foram resgatados 68 trabalhadores em condições análogas à escravidão em 2011, a maioria deles trazidos de Estados do Nordeste por empresas terceirizadas que prestavam serviço em obras da MRV. Eles não tinham registro de trabalho e ficavam em alojamentos insalubres, sem “lençol, travesseiro ou cobertor”, disse o órgão.

A MRV é a maior empresa na lista do Ministério do Trabalho. Ela é a principal parceira da Caixa Econômica Federal no programa Minha Casa, Minha Vida – as obras dos empreendimentos recebem o financiamento do banco. Em 2011, lançou 42 mil unidades, 85% delas no programa.

A Caixa Econômica informou ao Estado, que é signatária do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil. “Enquanto o problema que deu origem à inclusão (do nome da empresa no cadastro do Ministério do Trabalho) não for resolvido, o infrator fica impedido de ter acesso a novos créditos”, disse o banco.

A praxe no banco é, segundo o comunicado, solicitar informações complementares sobre a ação fiscal que deu origem à inclusão do nome da empresa no cadastro antes de implementar as restrições.

A Caixa informou também que não tem novas propostas “em vias de ser contratadas com a MRV” e que os contratos antigos serão preservados. “As operações já contratadas não são objeto de restrições, uma vez que uma eventual paralisação de obras já iniciadas, além dos sérios prejuízos econômicos, resultaria, de pronto, em desemprego dos trabalhadores.”

A MRV disse, em comunicado, que “foi surpreendida” com a inclusão do seu nome da lista. “O Grupo MRV não tolera qualquer prática que configura trabalho precário dentro do seu quadro de empregados e de seus fornecedores”, informou a empresa.

A empresa ressaltou que, “mesmo não concordando com os apontamentos feitos na fiscalização” das obras citadas, “sanou tudo que foi identificado” pelos fiscais do trabalho na ocasião. A empresa disse que tomará “todas as medidas cabíveis” para excluir seu nome da lista.

Mercado

A ação da MRV foi a única entre as cinco maiores construtora do País que perdeu valor ontem. Os papéis da companhia chegaram a cair 6,6%, mas fecharam ontem a R$ 10,72, uma queda de 3,85%. Ontem, o Ibovespa subiu 0,35% e Rossi, Cyrela, Gafisa e PDG se apreciaram respectivamente, 9%, 5,2%, 2,4% e 0,3%. “Houve um pouco de exagero do mercado. A MRV deve conseguir reverter essa questão”, disse o analista Flávio Conde, da CGD Securities.

Segundo o Ministério do Trabalho, os nomes das empresas flagradas em infrações são mantidos no cadastro por dois anos. Mas elas podem recorrer à Justiça para tentar “limpar” seu nome antes. Foi o que fez a Cosan, por exemplo, em 2010, que conseguiu uma liminar para ser retirada do cadastro.

Fonte: Estadão

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Jornalismo

Band: Hoje tem o 1º debate entre os candidatos em Natal

Os candidatos a prefeito de Natal participam hoje à noite do primeiro debate na televisão. Será às 21h45 pela Band Natal. Todos os cinco candidatos dos partidos políticos que têm representatividade na Câmara Federal confirmaram a participação no debate televisivo, que faz parte do programa Eleições 2012.

O Debate será mediado pela jornalista Vânia Marinho e será dividido em cinco blocos.

No primeiro, todos os candidatos responderão a uma pergunta, elaborada pela própria Band Natal. No segundo bloco e no quarto, os candidatos fazem perguntas entre si, com direito a réplica e tréplica. Para fazer perguntas aos candidatos no terceiro bloco, a emissora convidou jornalistas, que vão representar os principais veículos de comunicação impressos da capital potiguar. As considerações finais dos candidatos serão feitas no quinto bloco.

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Social

Governo do RN é devagar quase parando. Calamidade na Saúde ainda está no levantamento depois de 30 dias decretada

Reportagem do Diário de Natal de hoje mostra que o Governo Rosa não acerta o rumo na Saúde, quer dizer, em quase nada. É impressionante como esse governo demonstra falta de competência para resolver os problemas, sabádo completa 30 dias que o estado de calamidade na Saúde foi decretado, até a OAB que inicialmente apoiou o decreto está perplexa como em 30 dias nada de concreto foi feito, o governo nesses 30 dias ainda está fazendo levantamento da situação. Diga ai? Segue reportagem:

No próximo sábado, dia 4, completa um mês que o Governo do Estado decretou situação de calamidade na saúde pública e apresentou à sociedade um plano de enfrentamento do problema, com soluções a curto, media e longo prazo. Contudo, na opinião da presidente da Comissão de Saúde da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no RN, Elisângela Fernandes, durante esse período de decreto nenhuma atitude efetiva foi tomada. Ela diz acreditar que o Plano daria certo, “mas o governo tem demonstrado que não tem interesse em ver a coisa acontecer”.

Membro também do Fórum da Saúde Pública, a representante da OAB explicou que um decreto de calamidade e um Plano de Enfrentamento Emergencial aos problemas da saúde pública potiguar são apenas um “plus” (algo a mais). Ou seja, “o decreto deve vir para atender a uma doença aguda, o caos instalado na saúde pública e que precisava de uma resposta imediata, mas existem problemas crônicos a serem tratados também”, diz Elisângela Fernandes.

Quanto às ações de curto prazo previstas no Plano, como o abastecimento imediato de todos os hospitais da rede que compõe a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), a presidente da Comissão de Saúde da OAB diz que não só essa, mas tantas outras ações estão paradas. “Nós sabemos que os recursos federais estão chegando, então só podemos acreditar que a falta de atitudes concretas significam desinteresse do governo”, aponta a representante da OAB no Fórum da Saúde Pública. Ela aponta, inclusive, o fato do governo pretender abrir cem novos leitos de retaguarda no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), sem dar a devida contrapartida de recursos humanos para tal, deixando a situação num entrave.

O Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed) ecoou a opinião da OAB quanto ao andamento das ações do plano emergencial da saúde. Segundo o presidente do Sinmed, Geraldo Ferreira, um mês após o decreto de calamidade a situação nos hospitais da rede continua a mesma ou pior. Ele conta que o sindicato segue recebendo denuncias de profissionais reclamando da falta de insumos e de condições de trabalho de uma forma geral. “Na prática, nenhuma melhora foi sentida e a situação continua se agravando, o que reforça minha opinião inicial de que o decreto de calamidade seria usado pelo governo como uma jogada política”, aponta Geraldo Ferreira.

A representante da OAB, Elisângela Fernandes, disse ainda que a entidade esteve, na última terça-feira, reunida com Sinmed e governo a fim de intermediar as negociações para o fim da greve dos médicos e que percebeu argumentos sólidos por parte do sindicato diante do pouco conhecimento de causa por parte do estado. Para Geraldo Ferreira, a reunião serviu, ao menos, para reabrir o diálogo entre a categoria e o governo, que ficou que reavaliar a proposta do sindicato de um aumento salarial de 7%, além de 22% de gratificações. A greve dos médicos do estado já dura três meses.

Para tratar da situação atual da saúde, ver o andamento das ações do governo diante do decreto de calamidade na saúde pública, entre outros pontos relevantes à sociedade, oFórum da Saúde volta a reunir, na manhã hoje, no Ministério Público Estadual.

Segundo a assessoria de imprensa do Governo do Estado, a Sesap está finalizando um levantamento de todas as ações já realizadas dentro do Plano de Enfrentamento da saúde pública, além das que serão implementadas em greve, para apresentar à governadora Rosalba Ciarlini.

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Jornalismo

#Mensalão – STF dirá se Brasil é o país do futuro ou do faturo

 

O que difere a história da literatura é a frieza ascética do relato. Mas o caso do mensalão tem vocação literária. Amanhã, quando puder falar sobre o escândalo sem as amarras de hoje, a história buscará paralelos na dramaturgia grega. Encontrará a exatidão no exagero.

O enredo fascinará os leitores do futuro. Prepostos de deputados recolhem dinheiro grátis no guichê do banco. Butins são rateados em orgias monetárias de quartos de hotel. Dirigente partidário pilhado em esquema de corrupção explícita denuncia o carequinha escondido atrás da roubalheira maior…

…O marqueteiro confessa sob holofotes que recebeu dinheiro sujo do ex-PT em conta aberta no paraíso fiscal das Bahamas. Sitiado por clepto-aliados, o sindicalista-presidente pede “desculpas” em rede nacional de rádio e tevê. O procurador denuncia a “organização criminosa” chefiada pelo combatente da ditadura que deixou a biografia para cair na vida.

Nesta quinta (2), o STF começa a escrever o epílogo dessa espantosa sequência de fatos extradinários ocorridos com pessoas ordinárias (com duplo sentido, por favor). O veredicto definirá a vocação do país. Pode consolidar a máxima segundo a qual ninguém é punido no Brasil acima de certo nível de renda e de poder. Ou pode fornecer aos historiadores matéria prima para um grand finale.

Em 122 anos de existência, o Supremo ainda não premiou o crime graúdo, de colarinho alvo, com o castigo. Sob diferentes pretextos –da precariedade da investigação policial ao emaranhado jurídico que leva à prescrição—, a corte suprema não conseguiu senão adicionar à tragédia um flagelo que lhe serve de vitamina: a impunidade.

A história da miséria brasileira pode ser lida na face dos políticos impunes. Os mensalões saltam das manchetes como pulgas do dorso de cachorros vita-latas. O mensalão do PSDB mineiro sucedido pelo do PT federal, substituído pelo do DEM da Capital. Tudo isso engolfado pelo aguaceiro de um certo Cachoeira investigado numa CPI com a presença do Collor (quem se lembra de PC Farias?).

A ausência de castigo fez sumir a ideia de vergonha na cara. Deu lugar olhares de orgulho que reluzem a sordidez como galardão da esperteza. A canalhice já não busca refúgio na vergonha. Ao contrário, traz estampada na testa uma tabuleta indecente: “Malversei sim, e daí?”

Abatidas em pleno voo, biografias pseudo-imaculadas remuneram advogados de grife para transformar o assalto ao Estado-pagador em mero caixa dois eleitoral. “Somos vítimas de uma farsa urdida pela mídia”, gritam os prontuários limpinhos. “Fizemos apenas o que todo mundo sempre fez nesse país”, esgoelam-se.

Submetido a um script 100% feito de mocinhos, o país é convidado a aceitar o inaceitável como se fosse um modelo inevitável. Como qualquer pivete forçado a roubar para sobreviver, o político seria um filho da cultura nacional. A culpa é da sociedade que o obrigou a ser o que é com todas as facilidades que lhe ofereceu –da impunidade consentida ao voto irrefletido.

Não faz sentido interromper o ciclo de tolerância e incentivo à pilantragem só porque alguns aliados esqueceram de maneirar e um deputado falastrão decidiu levar o bico ao trombone. Exige-se o restabelecimento da anormal normalidade. Cobra-se do país que sinta remorso do suplício a que submete os que foram pegos com a mão na cumbuca. Espera-se do Judiciário que se apiede dos inocentes culpados.

Até aqui, a tese de que a corrupção virou patologia perde de goleada para a tese da fatalidade cultural. A promiscuidade tornou-se tamanha que a amoralidade considera-se desobrigada de expiar suas culpas. É como se a rapinagem política, mais do que uma fatalidade cultural, fosse um imperativo genético.

O STF exibe em seu portal um quadro com a lista dos seus “julgamentos históricos”. No rodapé, menciona-se um único e escasso episódio em que foi a julgamento um escândalo que, mal comparando, equipara-se ao atual: o “Caso Collor”. Resultou, como se sabe, na absolvição do protagonista do impeachment.

Agora, os ministros do Supremo dispõe de uma nova oportunidade para informar aos brasileiros de 2050 que tipo de nação o Brasil de 2012 quis ser quando crescesse. País do futuro ou país do faturo?, eis a pergunta que flutua sobre as togas do STF no julgamento que se inicia nesta quinta-feira (2).

Em tempo: Aqui, trechos da entrevista em que Roberto Jefferson contou à repórter Renata Lo Prete, em 2005, sobre o fantasma “mensalão”.

Josias de Souza

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Esporte

Guto, ABC, preparadores de goleiros e gandula punidos pelo STJD

A partida ABC X Vitória, realizada no dia 7 de julho, rendeu problemas para o ABC na noite de hoje. Na pauta do STJD estavam o volante Guto, o preparador de goleiros Wlamyr Machado, o gandula Fábio Romero, além do próprio clube, que respondeu pelo arremesso de uma lata de refrigerante em campo.

O volante Guto pegou dois jogos de suspensão, pelos artigos 250 e 258, e o ABC foi multado em R$ 1 mil no artigo 213 e absolvido no 191. Enquanto isso, o preparador de goleiros Wlamir Machado levou uma partida de suspensão e uma multa de R$ 500. O gandula Fábio Romero foi suspenso por 45 dias.

Preparador pega dois jogos de suspensão

O preparador de goleiros do América, Luciano Mancha, expulso no jogo contra o CRB, também foi julgado pela 3ª Comissão Disciplinar do STJD e foi punido com duas partidas de suspensão.

Confira as decisões:

RESULTADO DO JULGAMENTO: POR UNANIMIDADE DE VOTOS, SUSPENSO POR 45 DIAS O GANDULA FÁBIO ROMERO DAMIÃO, DENUNCIADO NO ARTIGO 258 DO CBJD;  SUSPENSO EM UMA PARTIDA O JOGADOR JONATHAN, DO ABC/RN, DENUNCIADO NOS ARTIGOS 250 E  SUSPENSO EM UMA PARTIDA NO ARTIGO 258, ANTES TIPIFICADO NO  243-F § 1º, AMBOS DO CBJD;   ABSOLVIDO O PREPARADOR DE GOLEIROS WLAMIR NEY MACHADO, DO ABC/RN, DENUNCIADO NO ARTIGO 213, INCISO II E  MULTADO EM R$ 500 E SUSPENSO EM UMA PARTIDA NO 243-F E ABSOLVIDO NO 243 D, AMBOS DO CBJD;   O ABC/RN, MULTADO EM R$ 1 MIL DENUNCIADO NO ARTIGO 213, INCISO III, E ABSOLVIDO NO ARTIGO 191, INCISO III, NA FORMA DO ARTIGO 184, AMBOS DO CBJD.

POR MAIORIA DE VOTOS SUSPENSO EM DUAS PATIDAS O AUXILIAR TÉCNICO LUCIANO DOS SANTOS, DO AMÉRICA/RN, DENUNCIADO NO ARTIGO 258, ANTES TIPIFICADO NO 243-F § 1º DO CBJD.

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Jornalismo

Líder do PT diz que mensalão foi farsa da mídia e jogada de Marketing da oposição

Está na Folha de São Paulo, tem gente para todo tipo de serviço. Segue:

Na véspera do ínicio do julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (PT-SP), divulgou nesta quarta-feira uma nota e concedeu entrevistas com ataques a setores da mídia.

Segundo o petista, o mensalão, considerado o principal escândalo político do governo Lula, foi “uma farsa, uma jogada de marketing” de parte da oposição e de grande parte da “mídia conservadora” para atingir o PT e forças progressistas.

Para o líder, os réus do processo “sofrem ataques contínuos e planejados por setores da mídia, que já os condenou de maneira sumária, conforme seus interesses políticos e ideológicos”.

Tatto disse que a cobertura da mídia do início do julgamento tem um “clima de caça às bruxas contra o PT, mantendo uma pressão indevida para que os ministros do STF ajam de acordo com a vontade de uma elite que gostaria de ganhar no tapetão as eleições do país”.

O petista disse ainda que a acusação do Ministério Público Federal de que houve compra de votos não se sustenta. “Não procede, não houve compra de votos no Congresso Nacional, tampouco pagamentos a parlamentares para votarem a favor do governo. O chamado mensalão é uma farsa criada por setores conservadores aliados a partidos da oposição visando atacar o PT e as forças progressistas”.

Tatto afirmou que o partido não deve ser prejudicado nas eleições municipais de outubro. “O povo conhece o PT. O povo não se pauta por isso”, disse.

O deputado afirmou ainda que o PT não deve fazer manifestações sobre o julgamento no plenário da Câmara enquanto o caso estiver sendo julgado no Supremo.

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Jornalismo

Sarney diz não ser tão importante divulgar salários com nomes dos servidores

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse hoje (1º), na volta dos trabalhos legislativos após o recesso, que a Casa cumpriu seu papel ao divulgar os salários dos servidores, mesmo que não tenha sido nominal. Apesar de aguardar decisão definitiva sobre a divulgação nominal dos servidores, Sarney ponderou que não vê tanta importância na divulgação dos nomes.

“Cumprimos com a data marcada, apenas não divulgamos como previsto por causa de uma decisão judiciária, que limitou a divulgação dos dados. Vamos esperar o que a Justiça vai decidir. Já é público [a informação] porque tem o número da matrícula, os vencimentos e todas as informações. Elas já estão públicas. Só vai dar um pouquinho mais de trabalho para a pessoa que quer saber”, argumentou Sarney.

“Eu acho que não tem nenhuma importância divulgar nome ou não divulgar nome”, acrescentou o presidente do Senado. Ele ressaltou que caberá à Advocacia-Geral da União (AGU) recorrer ou não da liminar que impediu a divulgação nominal dos vencimentos. “Essa decisão de recorrer é da AGU. A AGU já está tomando conhecimento da decisão”, frisou.

Perguntado sobre o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do Senado ponderou que a decisão deve ocorrer sem “influências políticas”. “O que toda a nação está esperando é que seja um julgamento isento, justo, que atenda às expectativas nacionais. Mas, ao mesmo tempo, que seja feito sem pressão e sem emoção”, disse Sarney.

“A Justiça é feita para ela não ter influência política nenhuma. Justiça significa independência. Que ela possa julgar todos nós cidadãos baseados nas leis e garantias constitucionais”, acrescentou.

Sobre o calendário de votações no Senado em meio ao período eleitoral, Sarney ressaltou a importância das eleições municipais para a democracia do país, mas lembrou que as lideranças firmaram acordo para realização de um “esforço concentrado” para votar projetos importantes, como as medidas provisórias do Código Florestal e as que criam o Programa Brasil Maior.

Segundo ele, a ideia é concentrar as votações durante duas semanas por mês, deixando os senadores liberados nos outros dias para participar da campanha eleitoral. Neste mês, as votações estão previstas para os dias 6, 7 e 8 e na última semana de agosto.

“A intenção é realmente não fazer sessões deliberativas para que os senadores possam participar das campanhas municipais. Sabemos perfeitamente que as eleições municipais são a base de toda a eleição”, argumentou Sarney.

Fonte: Agência Brasil

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Educação

Parlamentares se reúnem com ministra da Educação e pedem negociação para fim de greves

A deputada Fátima Bezerra (PT-RN) informou, na tribuna da Câmara, que 16 parlamentares integrantes das comissões  de Educação e Cultura e de Trabalho, reuniram-se nesta quarta-feira (1º)  com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para renovar o apelo para que o Governo Federal, a exemplo da proposta para os docentes, igualmente faça proposta  para os servidores técnicos administrativos da universidades, que estão em greve há mais de 50 dias.

“É urgente que o Governo Federal apresente uma melhoria salarial e profissional também para os técnicos administrativos”, disse Fátima, que integrou a comitiva.

Segundo a deputada, com a expansão do ensino superior e de educação profissional em curso nesses últimos dez anos,  é necessário avançar na política de valorização salarial e profissional dos docentes e dos técnicos administrativos.

“Afinal de contas, são essas duas categorias que fazem funcionar as universidades e os institutos federais em nosso País”, sustentou.

Ainda segundo Fátima Bezerra, o único caminho para resolver o problema da greve é o diálogo, “mas o diálogo com proposta concreta, objetiva”, sugeriu.

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[VÍDEO] Aproveitando as eleições, Ratts Ratis cria campanha de arrecadação para o Varela Santiago

Aproveitando o período de campanha eleitoral a empresa Ratts Ratis criou uma campanha e uma estratégia de arrecadação para que a instituição não dependa apenas dos repasses de verba pública, que sempre tem registrado atrasos, deixando a entidade em situação difícil.

O próprio publicitário Pedro Ratts explica a criação, que tem como detalhe o filme todo produzido através de um iPhone.

“O Hospital Infantil Valera Santiago procurou a Ratts Ratis para criamos uma campanha e uma estratégia de arrecadação que o ajude a não depender tanto dos repasses de verba pública.  Nós criamos uma forma de doação via um hotsite, aproveitando o período eleitoral. Basta clicar em www.votevarela.com.br e escolher um valor para doar, através de débito automático no cartão de crédito. É uma forma de ajudar centenas de crianças”, contou.

Confira o vídeo da campanha:

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Carlos Eduardo avisa: "Há recursos dormindo em berço esplêndido"

Retomar ações que incentivem a ocupação habitacional e comercial da Ribeira. Este foi um dos compromissos assumidos pelo candidato a prefeito Carlos Eduardo (PDT), durante encontro realizado nesta quarta-feira (1º) pela Associação Comercial do Estado (ACRN). O ex-prefeito também recebeu várias solicitações dos empresários e dirigentes da entidade que participaram da reunião.

Carlos Eduardo abriu o encontro anunciando que suas primeiras ações administrativas serão voltadas para a recuperação da capacidade de investimento do Município. Para atingir essa meta, antecipou ele, a ideia é adotar medidas como a extinção de Secretarias, de alguns órgãos e de cargos comissionados, além de auditoria na folha de pagamento e de revisão dos contratos de aluguéis e de terceirização de serviços.

O candidato ressaltou no encontro que, somente com medidas assim, a Prefeitura de Natal terá de novo condições para investir e para garantir as contrapartidas em parcerias com outras esferas de governo. Ele citou como exemplo as obras de mobilidade urbana que, embora projetadas e com recursos federais assegurados, não foram iniciadas exatamente pela falta de contrapartida municipal. “Há recursos dormindo em berço esplêndido quando a cidade tem necessidades para anteontem”, criticou o ex-prefeito.

Após sua explanação, Carlos Eduardo respondeu a questionamentos dos empresários e dos representantes da Associação Comercial. Vários pleitos foram apresentados ao candidato, entre os quais a construção de uma estrutura para o abrigo de uma unidade policial, a avaliação de dívidas que venham a ser deixadas pela atual administração e a implantação de políticas de fomento às micro e pequenas empresas.

O presidente da ACRN, Sérgio Freire, enfatizou ainda a necessidade de se promover ações com potencial para desenvolver a Ribeira. Carlos Eduardo não apenas concordou com a demanda exposta, como garantiu que o bairro, um dos mais antigos de Natal, será tratado como prioridade em sua gestão.

O ex-prefeito lembrou que já procedeu assim em seus mandatos anteriores no Executivo municipal, através da construção do Largo do Dom Bosco, do Museu de Cultura Popular, da realização do Encontro Nacional dos Escritores na rua Chile, de melhorias na iluminação da avenida Duque de Caxias e, ainda, da concessão de benefícios fiscais para incentivar a atividade empresarial no bairro. “Já demos provas concretas da nossa atenção à Ribeira. E vamos continuar”, assegurou ele. Que reforçou: “Fizemos muitos investimentos e temos condições de dizer que vamos perseguir muitos outros para a Ribeira”.

Carlos Eduardo ainda recebeu elogios dos empresários que participaram do encontro. O catarinense Oldemar Alberto Nunes, que atua no ramo imobiliário e mora em Natal desde a década de 90, parabenizou o candidato. E, dirigindo-se a ele, o empresário destacou: “Creio que Natal não pode mais delegar a administração da cidade a pessoas despreparadas. É preciso alguém que tenha experiência e responsabilidade como o senhor”.

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