A subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap, Alessandra Lucchesi, alertou durante entrevista coletiva para atualização de dados epidemiológicos realizada nesta segunda-feira (5), que a Sesap vem observando, nas últimas três semanas epidemiológicas, um discreto aumento na confirmação diária de casos de coronavírus.
O RN, segundo os dados epidemiológicos apurados pela Sesap, chegou aos 70.789 casos confirmados. Outras 38.358 pessoas seguem como suspeitos de contaminação pelo novo coronavírus, enquanto 149.490 foram descartados. A Covid-19 vitimou 2.402 pessoas e não houve registro, até o momento, de óbito nas últimas 24h. E mais 317 óbitos estão em investigação.
“É importante destacar que a Sesap vem observando, nas últimas três semanas epidemiológicas, um discreto aumento na confirmação diária de casos. Temos uma estabilidade nessas semanas, mas com um valor confirmado por dia um pouco superior ao que tínhamos em momentos anteriores”, informou Alessandra Lucchesi.
“Por isso fazemos um chamamento à população para que permaneçam com as devidas medidas de isolamento, em especial, para quem apresentar sintomas característicos de gripe e que seja realizada a busca por um profissional de saúde e realização do teste RT-PCR que está disponível para todos que sentirem sintomas”, reforçou a subcoordenadora.
No levantamento feito às 11h, a Sesap registrava 215 pessoas internadas, entre casos confirmados e suspeitos de Covid-19, nas redes pública e privada do RN. A fila da regulação contava com cinco pessoas, sendo três pacientes para leitos críticos e dois para clínicos, além de 12 pessoas aguardando transporte sanitário.
A ocupação média registrada nas UTIs da rede pública do RN era de 36%, sendo: 60% no Alto Oeste; 45% no Seridó; 48% no Oeste/Vale do Açu; 29% na Região Metropolitana; 100% no Mato Grande; e 9% no Potengi/Trairi. A região do Agreste segue com todos os leitos vagos. Em relação à taxa de transmissibilidade, ela está distribuída da seguinte maneira no estado: Mato Grande (0,90), Seridó (0,97), Trairi Potengi (0,82), Oeste (0,85), e RM (1,01), Agreste (0,76), Alto Oeste (0,99) e Vale do Açu (0,78). A R(t) geral do RN é de 1,02.
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante/RN, em decreto publicado na quarta-feira (30), autorizou o retorno gradual das aulas presenciais na rede privada de ensino no município, a partir desta segunda-feira (5). As instituições deverão seguir o protocolo elaborado pela Secretaria Municipal de Educação (SME) e aprovado pelo Comitê Municipal de Saúde.
O protocolo, que está disponível no site oficial do município (www.saogoncalo.rn.gov.br), exige medidas como uso obrigatório de máscara, distanciamento social, higienização, aferição de temperatura, disponibilidade de álcool 70% nas dependências da escola, bem como a proibição de aglomeração em áreas comuns da unidade escolar.
“Nosso decreto veio após autorização do Governo do Estado, e levou em conta os fatores da atual situação da pandemia no município, como diminuição no índice de transmissibilidade da doença e a disponibilidade de leitos na rede de saúde”, destaca o secretário da SME, Othon Militão.
Já as aulas presenciais na rede pública, o retorno só deve acontecer em 2021, conforme decreto do Governo do Estado, com exceção das turmas do 9º ano do ensino fundamental e da última etapa da Educação de Jovens e Adultos (EJA) que poderão, dentro dos protocolos de segurança exigidos, promover o ensino híbrido.
O corona é um vírus extremamente inteligente. Ele só contamina alunos da rede pública; em geral, os mais carentes. Já os alunos da rede privada ele não contamina de jeito nenhum. É muito seletivo. Iguais aos políticos. Os estudantes pobres que se ferrem e percam o ano. Afinal, para que educação? Quantos menos conhecimento, mais massa de manobra futura, embora a maioria dos alunos, hoje em dia, recebam doutrinação esquerdista.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) destaca que a taxa de transmissibilidade no Rio Grande do Norte se encontra neste momento em 1,02.
Em relação à taxa de transmissibilidade, ela está distribuída da seguinte maneira no estado: Mato Grande (0,90), Seridó (0,97), Trairi Potengi (0,82), Oeste (0,85), e RM (1,01), Agreste (0,76), Alto Oeste (0,99) e Vale do Açu (0,78).
Realmente tem alguma informação equivocada. Só uma região está acima de 1%. É suficiente para puxar a média pra cima?
Como se diz, os números não mentem, são exatos.
Acho que essa média está errada.
Alguém sabe explicar?
Como pode a taxa de transmissão no RN estar em 1.02 e a maior taxa das regiões ser 1.01 (RM). E ainda ter sido divulgada a taxa de ocupação de leitos no RN em 36% (bem baixa), com nenhuma morte nas últimas 24 horas.
Alguém consegue explicar?
Aproximadamente uma em cada dez pessoas pode ter sido infectada com o novo coronavírus, deixando a grande maioria da população mundial vulnerável à covid-19, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta segunda-feira (5).
Mike Ryan, o principal especialista em emergências da OMS, disse ao Conselho Executivo da agência que os surtos da infecção estão aumentando em partes do Sudeste da Ásia, além de os casos e as mortes estarem subindo em áreas da Europa e na Região Leste do Mediterrâneo.
“Nossas melhores estimativas atuais nos dizem que cerca de 10% da população global podem ter sido infectadas por esse vírus. Varia dependendo do país, varia de urbano a rural, varia dependendo de grupos. Mas o que isso significa é que a vasta maioria do mundo continua em risco”, disse Ryan. “Estamos entrando em um período difícil. A doença continua a se espalhar.”
A OMS apresentou às autoridades chinesas, para consideração, uma lista de especialistas para fazer parte de uma missão internacional à China a fim de investigar a origem do novo coronavírus, afirmou o especialista.
… a fim de investigar a origem do novo coronavírus, afirmou o especialista.
Isso só quer dizer uma coisa. A China criou e disseminou esse vírus, e a OMS, ficou em silêncio.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta segunda-feira (05). Os casos confirmados somam 70.789.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, nas últimas 24 horas não houve registro. Até a última atualização nesse domingo, eram 2.402 mortes. Em investigação estão 317 mortes.
Casos suspeitos somam 38.358 e descartados 149.490. Recuperados são 41.449.
A taxa geral de ocupação de leitos críticos da rede SUS é de 36% nesta segunda-feira(05), de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).
Por região, a ocupação de leitos SUS para covid se encontra no seguinte cenário: no Mato Grande(100%), Alto Oeste(60%), Oeste(48%), Seridó(45%); Região Metropolitana de Natal(29%) e Potengi/Trairi(09%).
A China chegou a 50 dias consecutivos sem registrar novas infecções de covid-19 em nível local no domingo (4), embora tenha detectado 20 casos em viajantes do exterior, de acordo com a parte oficial publicada pela Comissão Nacional de Saúde.
Dos casos “importados”, dez foram detectados em Xangai (leste); 3, em Sichuan (centro); 2, na Mongólia Interior (norte); outros 2, em Fujian (sudeste); um, em Shanxi (centro); outra, em Jiangsu (leste), e a última em Cantão (sudeste).
Quanto aos infectados assintomáticos, a China acrescentou 27 novos positivos no último relatório, todos eles também vindos de outros países, o que eleva para 369 o número de infectados que não apresentam sintomas e que estão sob observação médica.
Até agora, o número total de infectados ativos na China continental chega a 208 pessoas, das quais uma permanece grave.
A Comissão Nacional de Saúde não anunciou novas mortes por covid-19, então o número permaneceu em 4.634, entre os 85.470 infectados oficialmente diagnosticados na China desde o início da pandemia.
Destes, 80.628 já superaram a doença.
Até o momento, 836.287 contatos próximos com pessoas infectadas foram acompanhados, dos quais 8.013 permanecem sob observação.
A agência também informou no final de semana sobre a evolução da pandemia na região semi-autônoma de Hong Kong, onde cinco casos foram somados a 5.113 e o número de mortes permaneceu em 105.
Na vizinha Macau, tudo continua sob controle, com 46 casos, sem novas infecções e zero mortes.
Você acredita em Papai Noel? Em Mula-sem-cabeça? Em Saci-pererê? Em Curupira? Em Caipora? Em Uiara? Em Boitatá? Se acreditas nestas "entidades", então pode acreditar em notícias da China. Lá só se torna pública a notícia que o govetno permite, ou seja o PCC -Partido Comunista Chinês.
Foto: Divulgação/Centro de Informações Turísticas de Genebra
Eleitores em Genebra, na Suíça, concordaram em introduzir um salário mínimo equivalente a US$ 25 por hora (o equivalente a mais de R$ 142).
Considerando-se 41 horas trabalhadas por semana, são US$ 4.347 por mês (cerca de R$ 24.700 por mês) – o que se acredita ser o mais alto salário mínimo em todo o mundo.
De acordo com dados governamentais, 58% dos eleitores do cantão suíço – estado soberano, com fronteiras, exército e moeda próprios – foram a favor da iniciativa de fixar o salário mínimo em 23 francos suíços por hora.
A medida foi apoiada por uma coalização de grupos sindicais, que tem como objetivo “lutar contra a pobreza, favorecer a integração social e contribuir para o respeito da dignidade humana”.
Enquanto a Suíça não tem uma lei nacional de salário mínimo, Genebra é o quarto dos 26 cantões suíços a decidirem sobre o assunto nos últimos anos, após Neuchâtel, Jura e Ticino.
“Esse novo salário mínimo vai se aplicar a cerca de 6% dos trabalhadores do cantão a partir de 1º de novembro”, disse Mauro Poggia, conselheiro de Estado de Genebra, à CNN em nota.
A comunidade genebrina de ação sindical, um guarda-chuva das organizações sindicais da cidade, descreveu o resultado como uma “vitória histórica, que vai beneficiar diretamente 30 mil trabalhadores, dos quais dois terços são mulheres”.
A decisão também foi elogiada por Michel Charrat, presidente do Agrupamento Transfronteiriço Europeu, uma associação de trabalhadores que viajam diariamente entre Genebra e cidades próximas na França.
Charrat disse ao jornal The Guardian que a pandemia do novo coronavírus “mostrou que uma certa parcela da população suíça não consegue viver em Genebra” e argumentou que o novo salário mínimo é o “minímo para não cair abaixo da linha da pobreza e se encontrar em uma situação muito difícil”. Charrat não respondeu a um pedido de comentário da CNN.
O Conselho de Estado de Genebra, o braço local do Executivo, disse em um editorial contra a medida que o novo salário mínimo seria “o mais alto do mundo”.
Uma medida proposta por cidadãos
O sistema suíço de democracia direta chama os eleitores a exercerem seus direitos quatro vezes por ano, e permite que os cidadãos coletem assinaturas para propor decretos de “iniciativas populares”.
“Em duas ocasiões passadas, iniciativas para ficar um salário mínimo obrigatório em Genebra foram a voto popular e foram rejeitadas”, disse Poggia, que é encarregado do departamento de Segurança, Trabalho e Saúde para o cantão de Genebra.
As últimas votações ocorreram em 2011 e 2014, e nessa última instância, foi um referendo nacional para fixar um salário mínimo de 22 francos suíços, ao que 76% dos eleitores se opuseram.
“Em 27 de setembro, uma nova votação sobre o assunto finalmente foi finalmente aceita, por um salário de 23 francos suíços por hora, ou um pouco mais que 4.000 francos suíços por mês por 41 horas por semana”, Poggia acrescentou. Isso dá quase US$ 4.347 por mês (cerca de R$ 24.700).
Enquanto um salário mínimo de US$ 25 (R$ 142) por hora pode parecer impressionante de uma perspectiva dos Estados Unidos, onde o salário mínimo federal é de US$ 7,25 (R$ 41) por hora, o contexto é importante.
Genebra é a 10ª cidade mais cara do mundo, de acordo com a pesquisa mundial de custo de vida conduzida pela unidade de inteligência da The Economist em 2020.
Esse salário de 4.000 francos suíços coloca os trabalhadores ligeiramente acima da linha da pobreza de 3.968 francos suíços para um lar composto por dois adultos e dois filhos com menos de 14 anos, como estimado pelo Gabinete Estatístico Federal da Suíça em 2018.
A Suíça está entre as nações mais ricas do mundo, mas não ficou imune aos danos da pandemia do novo coronavírus sobre a economia.
O grupo de especialistas do governo suíço espera que o PIB local caia – 6,2% em 2020 e que o desemprego fique em 3,8%, a maior recessão desde 1975.
O novo coronavírus impactou o resultado da votação?
Michael Grampp, o economista-chefe da Deloitte na Suíça, disse que acreditava que a pandemia do novo coronavírus teve impacto sobre quantos eleitores foram a favor de aprovar a iniciativa.
Trabalhadores com salários baixos do setor de serviços foram os mais afetados pelas medidas de quarentena implementadas na Suíça.
“Eu acho que muitos perceberam quantas pessoas trabalham nesses setores. Não é como se todos aqui trabalhassem para bancos ou fábricas de chocolate. Nós também temos um amplo setor de serviços que foi muito afetado pela quarentena”, disse Grampp à CNN.
“[A pandemia] definitivamente ajudou a empurrar os votos para quase 60%”, acrescentou.
Grampp acredita que mais cantões vão fixar salários mínimos no futuro. Poggia, no entanto, não acredita que a pandemia teve efeito significativo sobre a votação.
“Comparado a outros países, dado o forte sistema de segurança social na Suíça, os efeitos econômicos do Covid estão sendo contidos atualmente, apesar de perdas de emprego estarem acontecendo em setores diretamente afetados, como turismo, hotelaria e restaurantes”, disse.
Longas filas para comida gratuita
Essas perdas de emprego estão levando as pessoas a procurarem ajuda.
As filas quilométricas para distribuição de comida gratuita em Genebra se tornaram manchete em vários lugares do mundo, e elas continuam, de acordo com Charlemagne Hernandez, o co-fundador da Caravane de Solidarité, um grupo ativista em Genebra que tem organizado essas doações durante a pandemia.
Hernandez disse à CNN que o grupo ajudou cerca de 6 a 9 mil pessoas semanalmente durante a pandemia, distribuindo sacos de vegetais frescos e produtos não-perecíveis obtidos principalmente através de doações.
Ele acredita que a adoção da iniciativa do salário mínimo em Genebra era “necessária”, uma vez que o desemprego representa uma ameaça à existência para muitos dos trabalhadores de baixa renda na cidade. “Tudo se resume a não ter o suficiente para comer”, disse.
Genebra é conhecida como a capital humanitária do mundo devido à presença de muitas organizações internacionais e os escritórios da ONU (Organização das Nações Unidas) focados em assuntos humanitários.
Hernandez disse que a solidariedade na cidade está “muito mais forte nos últimos dias do que o normal”, conforme muitas pessoas atendem aos pedidos de contribuição, o que ajuda a continuar as doações de alimentos.
Àqueles que não acreditam que a pobreza seja um problema em um país rico como a Suíça, Hernandez pede que não façam julgamentos.
“Eu venho de uma favela em Manila, originalmente, então é verdade, não é o mesmo tipo de pobreza, mas se você está passando fome, você está passando fome. Esse é um patamar que é inegável”, diz ele.
A Suiça paga altos salários por que é rica OU é rica por que paga altos salários?
PISTAS: ÍNDICE DE LIBERDADE ECONOMICA – HERITAGE FOUNDATION
Posição da Suiça 4º – Brasil 153. Tem ainda o Fraser Institute e o Banco Mundial.
Suiça no top 5.
"A Suiça paga altos salários por que é rica OU é rica por que paga altos salários?"
Nem uma coisa nem outra.
Vai pra lá NECO . Aproveita e leva a bomba de ozônio. Um balaio de CLORIQUINA é um cesto de Ivermectina . Chocolate ? Copenhagen não precisa , afinal vc vai Lara terra do chocolate . Leva uma fogo do Tonho da lua pra colocar no guarda roupa .
TUDO EM CASA – Agatha Matias, gerente de marketing da Unilever, trabalha sempre acompanhada do gatinho Fubá: “Em tempos tão difíceis, o home office me proporcionou segurança e melhor qualidade de vida”. A empresa é pioneira em flexibilização, o que facilitou sua adaptação à pandemia – Egberto Nogueira/Ímãfotogaleria/VEJA
“A única coisa que devemos temer é o próprio medo”, discursou o presidente americano Franklin Delano Roosevelt (1882-1945) em março de 1933, durante o lançamento do New Deal, o bem-sucedido plano de recuperação econômica para combater a crise de 1929, a Grande Depressão. O programa revolucionou o mercado com inovações como o salário mínimo, a redução da jornada de trabalho e o seguro-desemprego. Quase um século depois, outro grande e trágico acontecimento — a pandemia do novo coronavírus — também mudará para sempre a vida do trabalhador e dos patrões. Cada vez mais, flexibilização será regra do jogo, mesmo depois de a vacina chegar. Em tempos normais, apenas algumas empresas consideradas excêntricas apostavam no home office. O isolamento social, porém, pôs o paradigma do trabalho remoto à prova e agora até mesmo os mais céticos reconhecem que é possível ganhar dinheiro, até mais, fora do escritório — na mais visível das mudanças provocadas pela disseminação do vírus, que mexeu também com as famílias (leia aqui) e com os serviços de telemedicina (leia aqui).
VEJA entrevistou nos últimos dias executivos de algumas das maiores empresas do Brasil para descobrir quais tendências dominarão o mercado daqui por diante. Logo de cara, ficou evidente: não há pressa para voltar ao escritório. O Itaú já avisou seus 55 000 colaboradores que o trabalho remoto será mantido ao menos até fevereiro de 2021. Na companhia de alimentos Kraft Heinz, só 10% do pessoal tem ido até a sede, mas apenas às segundas e terças-feiras, e sempre de forma voluntária. Aqueles que pertencem ao grupo de risco ou usam transporte público estão proibidos de retornar. Já a XP Investimentos decidiu dar um passo além das rivais e aboliu definitivamente o trabalho presencial.
Todas as empresas consultadas pela reportagem afirmaram que estão plenamente satisfeitas com o desempenho de seu pessoal durante a pandemia e que, mesmo a distância, a produtividade aumentou. Segundo David Vélez, CEO do banco digital Nubank, as taxas de engajamento dos funcionários que estão em casa bateram recorde de 90% durante a pandemia. “Todos os times reportaram ganhos de produtividade”, afirma. O corte de custos, a melhora na qualidade de vida e a possibilidade de contratar talentos em qualquer parte do mundo são outros benefícios do trabalho remoto apontados pelos gestores. A falta de interação pessoal, aquele cafezinho no corredor que pode suscitar ideias geniais, é um ponto negativo, mas as empresas estão atrás de soluções. “Tivemos de revisar as formas de comunicação, com reuniões pontuais e concisas”, diz Maurício Rodrigues, vice-presidente de finanças da farmacêutica alemã Bayer.
AMBIENTE AREJADO – Selda Klein, gerente de RH da C&A, na reformada sede da empresa: “Agora temos espaços mais abertos e integrados, sem baias nem mesas fixas, e com fácil comunicação” – Egberto Nogueira/Ímãfotogaleria/VEJA
Gigantes estrangeiros como Twitter e Facebook já sinalizaram o desejo de implementar o home office permanente para quem assim preferir. No Brasil, o Bradesco deu a seus funcionários a opção de trabalhar remotamente de forma fixa, oferecendo uma ajuda de custo de 1 080 reais no primeiro ano para cobrir gastos com internet e luz. A tendência geral, porém, caminha em direção ao modelo “híbrido”, com os funcionários indo de um a três dias até a firma.
A pandemia, sem dúvida alguma, quebrou as barreiras do horário comercial e rotinas preestabelecidas. A multinacional Unilever, que foi pioneira em medidas de flexibilização no Brasil, como o job sharing (no qual pessoas dividem uma mesma função e trabalham apenas três dias por semana) e jornada de meio período, pretende ampliar seu leque, com horários livres para os funcionários — eles decidem o melhor período para a labuta. Algumas empresas usam a tecnologia para monitorar e controlar os horários dos funcionários, mas a tendência é que as relações sejam cada vez mais de confiança. “O que importa é entregar as tarefas”, diz Flavia Caroni, diretora de RH da Kraft Heinz. Entre as novas ideias destaca-se a adoção de um dia a mais de descanso, incentivada até por governos como o da Alemanha, Nova Zelândia e Reino Unido. “A semana de quatro dias pode funcionar em qualquer negócio ou país”, diz o neozelandês Andrew Barnes, autor do livro The 4 Day Week (A Semana de Quatro Dias). “A redução da jornada de trabalho protege todas as tradições e estilos de vida, fatores cruciais para a coesão familiar, qualidade de vida e senso de comunidade.”
A maioria das empresas brasileiras, porém, não se entusiasma com a ideia de reduzir a jornada. Na realidade, os funcionários têm trabalhado mais, o que explica inclusive a alta produtividade. Especialmente no começo da pandemia, muitos esticaram a jornada temendo perder o emprego. A conta, porém, sempre chega e a saúde mental passou a ser prioridade. A Ambev criou um departamento exclusivo para o atendimento psicológico de seus funcionários. Palestras e aulas de mindfulness (atenção plena) foram incorporadas ao expediente.
O novo normal afetou mais drasticamente o topo e a base da pirâmide corporativa. Os mais jovens se ressentem do acompanhamento presencial, o que exige maior capacidade de adaptação e amadurecimento, mas têm a seu favor a familiaridade com as tecnologias. Já os chefes tiveram de se tornar mais facilitadores e menos controladores. “A pandemia trouxe tristeza, mas também aprendizado”, afirma Sofia Esteves, fundadora da Cia de Talentos, a maior empresa de recrutamento do país. “O líder tinha uma exigência muito grande de ser o super-homem e, diante da incerteza, teve de assumir suas fragilidades e desenvolver sua sensibilidade.”
Nesse cenário, os escritórios não vão morrer, mas terão de ser “ressignificados”, para usar uma palavra típica do mundo corporativo. “A sede da empresa é um catalisador de sua cultura e ganhou um papel mais importante, já que as pessoas não têm de estar lá o tempo todo. O novo escritório tem de ser uma experiência mais atrativa e sedutora”, diz Sérgio Athié, presidente do Athié Wohnrath, maior escritório de arquitetura do país, especializado em projetos corporativos. “As grandes mesas com porta-retratos da família devem ser extintas e dar lugar a espaços colaborativos. Até pelo temor de uma nova pandemia futura, espaços mais abertos e ventilados, como a cobertura dos prédios ou o térreo, devem ser reaproveitados.”
Diante da necessidade de cortar custos, os chamados coworkings, ou escritórios compartilhados, tendem a ganhar tração. “A demanda por flexibilidade, que já existia, explodiu”, diz Lucas Mendes, CEO da WeWork no Brasil. Recentemente, a empresa lançou um cartão que dá acesso a todos os prédios da empresa no mundo. No Brasil, o passo mais ousado, reafirme-se, foi da XP Investimentos. A empresa aboliu o trabalho presencial e está construindo a Villa XP, um câmpus amplo e futurista que lembrará as sedes de Apple e Google, no Vale do Silício, e da Tencent, em Shenzhen, China.
São Roque, no interior de São Paulo, receberá o projeto, que contará com hotel, restaurantes, áreas de lazer e esportes, clínicas médicas, creches, laboratórios, auditórios e salas de reuniões abastecidas por fontes de energia renováveis. Engana-se, porém, quem pensa que os funcionários terão de se deslocar para o ambiente. O espaço receberá eventos corporativos, e não só da XP, além de atividades pontuais para funcionários, como o treinamento de novos contratados. “A ideia é ter um espaço moderno, em consonância com a dinâmica do trabalho descentralizado”, diz Guilherme Sant’Anna, head de gente e gestão da XP. “O escritório será utilizado só por funcionários em treinamento e para reuniões específicas.”
A tecnologia, evidentemente, se torna cada vez mais fundamental para viabilizar essa mudança. A Via Varejo, dona de Casas Bahia, Ponto Frio e do site de vendas do Extra, avançou a digitalização da empresa, pondo de pé um modelo até então ignorado pelas varejistas: a venda pelo WhatsApp. As questões relacionadas aos benefícios também demandam mudanças. “Estando mais em casa, o colaborador deve ter maior autonomia e flexibilidade”, diz Raphael Machioni, CEO da Vee, startup de benefícios como vale-cultura e planos de academias de ginástica. “Ele pode, por exemplo, trocar o vale-transporte por um auxílio home office.” As novidades do mercado também são fruto da reforma trabalhista, que atualizou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e regulamentou o teletrabalho. Melhor ou não, só o tempo dirá, mas certamente o novo mundo profissional será muito diferente.
A prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante/RN, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), vai realizar, durante todo mês de outubro, mês de conscientização ao diagnóstico precoce do câncer de mama, 450 mamografias para mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos, ou mulheres que possuem histórico da doença na família, como recomenda o Ministério da Saúde e Instituto Nacional do Câncer (Inca).
A solicitação do exame pode ser feita nas Unidades Básicas de Saúde, apresentando solicitação médica, cópias de RG, CPF, Cartão SUS atualizado e Comprovante de residência do município. Os exames serão realizados no Hospital Belarmina Monte, no Centro de São Gonçalo do Amarante/RN.
Trechos em destaque de matéria que está na Veja atual, relatando as dificuldades dos candidatos petistas em atrelar suas imagens às de Lula, ignoram a candidatura do Senador Jean Paul Prates em Natal, informando que a própria sigla acredita que não tem chances por aqui.
Tudo indica que a maioria dos BANDIDOS NÃO SERÁ ELEITA.
Vamos nos livrar dessa CORJA nas eleições municipais e completar o desmonte da esquerda em 2022.
De quebra, mandamos para o anonimato os políticos de centro e de direita que "pisaram ou pisarem na bola".
O recado está dado.
Em Mossoró não é diferente a candidata do PT tirou o vermelho da campanha, eu vir um vídeo dela falando ser a candidata de Lula na zona rural de Mossoró a uma senhora idosa más na zona urbana ele não toca no nome de Lula na zona rural onde as pessoas são menos esclarecida e idosa o Lula tá liberado .
Atenção Manoel Mané e Entregador De Pizza os sinais de fumaça dos muuuus, não param de chegar, melhor os ratos caírem fora, quem sabe aposentar correndo como fez a Anta doutora em burrice. Vcs estão para ser varridos do mapa, na Venezuela está fácil entrar, em Cuba nem tanto, a fome e as baionetas por lá, são cruéis, melhor deixar essa passagem de lado.
infelizmente a unica coisa que tem que acabar são tantos auxílios que os o executivo e judiciário,recebem e com seus altos salários, enquanto isso os trabalhadores com baixos salários não recebem nada, quanto as fichas sujas são faltas de leis mais severas…
O portal G1-RN destaca nesta segunda-feira(05) que um policial militar foi baleado quatro vezes e salvo pelo colete antibalístico que usava, no fim da noite desse domingo (04), durante uma ocorrência em Areia Branca, no Oeste potiguar. Dois criminosos que trocaram tiros com policiais acabaram morrendo após o confronto.
Segundo a PM, os dois homens tinham passagem na policia por homicídio. O policial baleado teve ferimentos superficiais e passa bem. Leia todos os detalhes em matéria na íntegra AQUI.
Um HERÓI de fato e direito!!! Todos os POLICIAIS que passam por esse teste de fogo direto, merece as mais altas condecorações e subir de patente imediatamente!!!!.
Parabéns para a PM, dois vagabundos a menos pra infernizar a vida das pessoas de bem, desejo uma boa recuperação para o policial baleado, o inferno recebeu esses dois marginais ardentemente, CPF's cancelados com sucesso!
Um casal morreu degolado no início da madrugada desta segunda-feira, 5, na rodovia estadual Dehon Caenga, proximidades da Praia de Gado Bravo, em Tibau. As vítimas ainda não foram identificadas até o fechamento desta reportagem.
A Polícia Rodoviária Estadual informou que o homem e a mulher estavam em pé em uma carroceria de uma pick-up Saveiro, e viajavam com destino a Tibau, após uma movimentação política em Grossos. Na ocasião, foram atingidos por um cabo de telefonia que estava a meia altura e atravessado na rodovia. Os dois tiveram os pescoços degolados e morreram na hora.
O ITEP aguarda a presença de familiares com documentação para que os corpos sejam identificados e depois liberados.
Imagem projetada dos três vencedores do Nobel de Medicina: Harvey J. Alter, Michael Houghton e Charles M. Rice — Foto: Claudio Bresciani/AP7
Harvey J. Alter, Michael Houghton e Charles M. Rice são os ganhadores do Prêmio Nobel 2020 em Medicina, anunciou a Academia Sueca nesta segunda-feira (5), pela descoberta do vírus da hepatite C, que causa uma inflamação do fígado que pode se tornar crônica e causar câncer, levando à morte. A doença, que é transmitida pelo sangue ou outros fluidos corporais, é considerada um problema mundial de saúde.
Os vencedores dividirão, em partes iguais, o valor de 10 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 6,3 milhões).
Os estudos do virologista americano Harvey J. Alter, 85 anos, de hepatite associada a transfusões de sangue demonstraram que um vírus então desconhecido era uma causa comum de hepatite crônica. Ele é pesquisador do National Institutes of Health (NIH), nos EUA.
Michael Houghton, virologista britânico, usou uma estratégia não testada para isolar o genoma do novo vírus, que passou a ser conhecido como o vírus da hepatite C. Ele é diretor do Instituto de Virologia Aplicada da Universidade de Alberta, no Canadá.
Charles M. Rice, virologista americano de 68 anos, forneceu a evidência final mostrando que o vírus da hepatite C podia, sozinho, causar a doença. Ele é professor de virologia na Universidade Rockefeller, nos EUA.
O secretário do comitê do Nobel, Thomas Perlmann, disse que conseguiu falar com dois dos vencedores: Harvey Alter e Charles M. Rice, e que ambos ficaram “muito animados”.
Existem cinco tipos de hepatite: A, B, C, D, e E. Há vacinas contra dois deles: A e B (no Brasil, elas são cobertas pelo SUS). Para o tipo E, há uma imunização desenvolvida e licenciada na China, mas que não está disponível em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Já o tipo D só pode infectar uma pessoa que já tenha o vírus da hepatite B no corpo.
Não há vacina para a hepatite C. Cerca de 30% das pessoas infectadas eliminam o vírus dentro de 6 meses após a infecção, segundo a OMS. As outras desenvolvem a forma crônica da doença. O tratamento oferece chance de cura acima de 95% (veja mais abaixo as formas de prevenção e tratamento).
Importância da descoberta
Nos anos 1940, ficou claro para a medicina que havia dois tipos de hepatite infecciosa: a primeira, a hepatite A, era transmitida por água ou comida contaminadas e tinha pouco impacto a longo prazo para o paciente. A segunda era transmitida pelo sangue ou outros fluidos corporais e era bem mais séria que a primeira, podendo levar a um problema crônico de saúde.
Em 1960, um cientista chamado Baruch Blumberg determinou que uma forma da hepatite transmitida pelo sangue era causada pelo vírus da hepatite B. Blumberg venceu o Nobel de Medicina em 1976 pela descoberta.
Mas a maioria dos casos de hepatite transmitida pelo sangue continuava sem motivo claro. A descoberta do vírus da hepatite C, em 1989, revelou a causa dos casos restantes de hepatite crônica e possibilitou exames de sangue e novos medicamentos que salvaram milhões de vidas.
Em seu último relatório sobre a doença, de 2017, a OMS estimava que, em 2015, havia 71 milhões de pessoas no mundo vivendo com hepatite C crônica. As sequelas da doença – cirrose e carcinoma hepatocelular, um tipo de câncer no fígado – causaram 400 mil mortes naquele ano, segundo a entidade.
A hepatite C, assim como a B, é uma das causas de inflamação de longo prazo do fígado, podendo levar a câncer, e é um dos principais motivos para transplante do órgão.
Casos no Brasil
No Brasil, um modelo matemático desenvolvido em 2016 estimava que cerca de 657 mil pessoas tinham infecção ativa pelo vírus da hepatite C, e, portanto, indicação de tratamento. Entre os anos de 1999 a 2018, foram notificados 359.673 casos da doença no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.
A maior parte das pessoas infectadas pelo vírus não sabe que tem a doença, de acordo com a pasta – porque o surgimento de sintomas é raro: cerca de 80% dos que têm o vírus não apresentam manifestação da doença.
Quando aparecem, os sintomas costumam ser cansaço, tontura, febre, mal-estar, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
A maior parte dos casos de hepatite C está entre pessoas com mais de 40 anos, diz o ministério, e a doença é mais frequentemente encontrada nas regiões Sul e Sudeste do país.
Pessoas que passaram por hemodiálise, que cumprem pena de reclusão, que usam drogas ou que vivem com o vírus HIV são exemplos de populações mais vulneráveis à infecção pelo vírus da hepatite C, de acordo com a pasta.
Prevenção
O Ministério da Saúde recomenda as seguintes medidas para prevenir a contaminação pela doença:
Não compartilhar com outras pessoas qualquer objeto que possa ter entrado em contato com sangue (seringas, agulhas, alicates, escova de dente etc.);
Usar preservativo nas relações sexuais;
Não compartilhar quaisquer objetos utilizados para o uso de drogas;
Além disso, toda mulher grávida precisa fazer, no pré-natal, os exames para detectar as hepatites B e C, o HIV e a sífilis. Em caso de resultado positivo, é necessário seguir todas as recomendações médicas. O tratamento da hepatite C não está indicado para gestantes, mas após o parto a mulher deverá ser tratada.
As pessoas que têm o vírus devem:
ter seus contatos sexuais e domiciliares e parentes de primeiro grau testados para hepatite C;
não compartilhar instrumentos perfurocortantes e objetos de higiene pessoal ou outros itens que possam conter sangue;
cobrir feridas e cortes abertos na pele;
limpar respingos de sangue com solução clorada;
não doar sangue ou esperma.
Pessoas com hepatite C podem participar de todas atividades, incluindo esportes de contato. Também podem compartilhar alimentos e beijar outras pessoas.
Tratamento
O tratamento da hepatite C é feito com os antivirais de ação direta, que apresentam taxas de cura de mais de 95% e são realizados, geralmente, por 8 ou 12 semanas. Todas as pessoas com a doença podem receber tratamento pelo SUS. Os pacientes na fase inicial da infecção podem ser tratados nas unidades básicas de saúde, sem a necessidade de consulta na rede especializada para dar início ao tratamento.
Nobel 2020
A láurea em Medicina é sempre a primeira a ser anunciada. Os prêmios em Física, Química, Literatura e Paz serão entregues ao longo da semana; já a láurea em Economia será divulgada na próxima segunda (12). Veja o cronograma:
Medicina: segunda-feira, 5 de outubro
Física: terça-feira, 6 de outubro
Química: quarta-feira, 7 de outubro
Literatura: quinta-feira, 8 de outubro
Paz: sexta-feira, 9 de outubro
Economia: segunda-feira, 12 de outubro
Chico 100, deixa de ser Chico, o homem é presidente eleito por 57 milhões de votos, sou nordestino com orgulho, no entanto, o Nordeste pouco ajudou, inclusive vc, porque queria um abestalhado e pau mandado na presidência, para continuar roubando o brasil, essa história de medicamento e prêmio é para vcs, com medalha no peito lá em Curitiba.
Lamentável o prêmio não ter vindo para Cipriano Maia, o secretário que fez de 11 mil mortos em pouco mais de um mês, vitimas do Covid 19, como no período morreu menos de mil pessoas, o mesmo afirmou ter salvado 10 mil. Cipriano Maia é um herói.
Novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC), previsto para começar a funcionar em novembro, o Pix entrará oficialmente em teste nesta segunda-feira (5). A partir de hoje, os clientes poderão registrar as chaves digitais de endereçamento para enviar ou receber recursos em 644 instituições financeiras.
Segundo o BC, as chaves são o “método fácil e ágil” de identificação do recebedor. Desta forma, o pagador não precisará de dados como número da instituição, agência e conta para fazer uma transferência.
Para cadastrar a chave, basta acessar o aplicativo da instituição em que tem conta e fazer o registro, vinculando a uma conta específica uma das três informações: número de telefone celular, e-mail ou CPF/CNPJ. As informações serão armazenadas em uma plataforma tecnológica desenvolvida e operada pelo BC, chamada Diretório Identificador de Contas Transacionais (DICT), um dos componentes do Pix.
Anteriormente previsto para iniciar em 3 de novembro, o registro das Chaves Pix foi antecipado para que os clientes e as instituições tenham mais tempo para se familiarizar com o novo sistema. Estarão disponíveis antecipadamente todas as funcionalidades para a gestão das chaves, como registro, exclusão, alteração, reivindicação de posse e portabilidade. As regras específicas constam de regulamento publicado pelo BC em agosto.
Neste período antecipado, a participação das instituições financeiras e de pagamentos no registro das chaves ocorre de forma facultativa. O único pré-requisito exigido é a conclusão bem-sucedida da etapa de homologação.
Operação
O Pix funcionará 24 horas por dia e reduzirá para 10 segundos o tempo de liquidação de pagamentos entre estabelecimentos com conta em bancos e instituições diferentes. As transações poderão ser feitas por meio de QR Code (versão avançada do código de barras lida pela câmera do celular) ou com base na chave cadastrada.
A nova ferramenta trará agilidade em relação a sistemas atuais de pagamento, como a transferência eletrônica disponível (TED), que leva até duas horas para ser compensada, e o documento de ordem de crédito (DOC), liquidado apenas no dia útil seguinte.
No caso de empresas, a plataforma traz vantagens em relação ao pagamento por cartão de débito. Isso porque o consumidor pagante não precisará ter conta em banco, como ocorre com os cartões. Bastará abastecer a carteira digital do Pix para enviar e receber dinheiro.
Cronograma
5 de outubro: Início do processo de registro de chaves de endereçamento
3 de novembro: Início da operação restrita do Pix
16 de novembro: Lançamento do Pix para toda a população
Esse problema nao sera resolvido nunca. A estrada foi construida nas Dunas. Simples.
Se alguem conhece a estrada CE 040, que liga Aracati a Fortaleza, conhecida como litoranea, vai ver que fizeram a estrada bem longe das dunas. E com varias estradas secundarias que dao acesso as praias.
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