Política

Bolsonaro decide demitir ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio foi demitido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os dois se reuniram nesta quarta-feira (9).

O estopim da demissão foi uma mensagem encaminhada por Álvaro Antônio ao ministro Luiz Eduardo Ramos, chefe da secretaria de governo, em que elenca suas ações em favor da candidatura de Bolsonaro e à frente da pasta.

Na mensagem, à qual a CNN Brasil teve acesso, Álvaro Antônio chama Ramos de “traíra” e diz que general esconde de Bolsonaro o “ALTÍSSIMO PREÇO (sic)” que o governo tem pago por “aprovações insignificantes” no Congresso.

“Não me admira o Sr Ministro Ramos ir ao PR pedir minha cabeça, a entrega do Ministério do Turismo ao Centrão para obter êxito na eleição da Câmara dos Deputados”, diz um trecho da mensagem. “Ministro Ramos, o Sr é exemplo de tudo que não quero me tornar na vida, quero chegar ao fim da minha jornada EXATAMENTE como meus pais me ensinaram, LEAL aos meus companheiros e não um traíra como o senhor”, conclui.

A demissão ainda não foi publicada no Diário Oficial. O substituto de Álvaro Antônio à frente da pasta deve ser o presidente da Embratur, Gilson Machado.

Leia íntegra da mensagem

Caros colegas, de antemão peço desculpas por utilizar este espaço com objetivo que não seja a construção de um Brasil melhor.

Ministro Ramos, sinceramente não sei onde o Sr estava nos anos 2016, 2017, 2018…

Mas eu, junto ao Ministro Onix e outros membros do governo, já estava na Câmara do Deputados articulando em favor da então candidatura do Presidente JB (em um momento que quase ninguém acreditava na eleição dele). Na ocasião da campanha, percorri TODAS as regiões do estado de MG de carro para organizar as ações da campanha, dormindo na maioria das vezes 4 / 5 horas por noite, levando as pessoas a minoria a acreditar que precisávamos dele para mudar o Brasil (a maioria naquele momento já acreditava).

Quem estava na campanha eram os conservadores que hoje o senhor ataca sem parar, de forma covarde.

Quando indicado ao Presidente pelo ministro Onix, procurei incansavelmente honrar nosso Capitão à frente do Ministério do Turismo. O trabalho me parece que surtiu efeito… Em 2019 vivemos o melhor momento da história do ministério:

– Enquanto a própria economia (PIB) cresceu 1,1% a economia do Turismo cresceu 2,6 (mais que o dobro);

– Geramos 163% a mais de empregos que o mesmo período do ano anterior;

– Com a ajuda do Itamaraty e da Assessoria Internacional do Presidente, isentamos de vistos quatro países estratégicos EUA, Japão, Canadá e Austrália, isso nos permitiu bater alguns recordes, pela primeira vez na história Cataratas do Iguaçu ultrapassou a barreira de 2 milhões de visitantes em 2019;

– A transformação da EMBRATUR em uma agência de promoção internacional (um pleito de mais de 10 anos) vai sem dúvida em médio prazo trazer grandes resultados;

– Fui a Madri em bate e volta, fiz três reuniões, resultado: Conseguimos atrair o Wakalua, o maior hub de inovação e tecnologia em soluções para o turismo do mundo, o escritório será aberto no próximo semestre (vai nos trazer GRANDES avanços);

Conseguimos atrair a Air Europa para operar no Brasil (Já homologada pela ANAC); Conseguimos atrair o Escritório da Organização Mundial do Turismo (OMT), será instalado no RJ, ação que vai colocar o Brasil na vitrine dos investimentos do turismo no mundo.

– Na pandemia as ações do Ministério do Turismo (junto ao ME) foram alvo de gratidão e reconhecimento desde os maiores empresários do Trade turístico até os mais simples Guias de Turismo.

Enfim, dito isso, não me admira o Sr Ministro Ramos ir ao PR pedir minha cabeça, a entrega do Ministério do Turismo ao Centrão para obter êxito na eleição da Câmara dos Deputados.

Ministro Ramos, o Sr entra na sala do PR comemorando algumas aprovações insignificantes no Congresso, mas não diz o ALTÍSSIMO PREÇO que tem custado, conheço de parlamento, o nosso governo paga um preço de aprovações de matérias NUNCA VISTO ANTES NA HISTÓRIA, e ainda assim (na minha avaliação), não temos uma base sólida no Congresso Nacional, (tanto que o Sr pede minha cabeça pra tentar resolver as eleições do parlamento, ironia, pede minha cabeça pra suprir sua própria deficiência)…

Nem por isso Ministro Ramos, fui ao PR pra dizer que o Sr não capacidade pra atuar em tal função, AO CONTRÁRIO, várias vezes ofereci ajuda pra que o Sr tivesse êxito em suas atribuições (ex: Contratação do Carlos Henrique, abrindo espaços no MTur).

SOMOS UM TIME PELO BRASIL, o Sr deveria ter aprendido na sua própria formação militar que não se joga um companheiro de guerra aos inimigos, não se pode atirar na cabeça de um aliado…

Ministro Ramos, o Sr é exemplo de tudo que não quero me tornar na vida, quero chegar ao fim da minha jornada EXATAMENTE como meus pais me ensinaram, LEAL aos meus companheiros e não um traíra como o senhor.

Tenha um Bom dia!

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Escapou do laranjal mas se enroscou em ramos. O centrão comemora. Artur Lira, parça do Bozó já disse que vai acabar de vez com a lava jato e com a lei da ficha limpa. Ô véio arrochado. O véio é duro.

  2. Esse ministro Ramos deveria ser rebaixado a soldado raso .Botou pra reiar a moral do militar.

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Diversos

Após fala de Mourão, ministro Fábio Faria diz que 5G será tratado entre ele e Bolsonaro

Foto: Sérgio Lima/Poder360 17.06.2020

O ministro Fábio Faria (Comunicações) afirmou nesta 3ª feira (8.dez.2020) que as tratativas para o leilão do 5G no Brasil serão feitas entre ele e o presidente Jair Bolsonaro. Disse ainda que nunca tratou do tema com o vice-presidente Hamilton Mourão.

“Esse é 1 tema que será tratado entre mim e o presidente da República até porque o vice-presidente Mourão está com o conselho da Amazônia, que demanda muita atenção e muito trabalho. Então, acho que ele não vai ter tempo também de tratar do tema do 5G que está sendo bem tratado aqui no ministério”, disse depois de reunião com representantes de empresas de telecomunicação.

A declaração foi feita em resposta a questionamentos de jornalistas sobre o posicionamento de general Mourão sobre o assunto. Na 2ª feira (7.dez), Mourão defendeu a participação da empresa chinesa Huawei no certame.

“Esse é 1 assunto que será tratado aqui no ministério das Comunicações. Até hoje eu nunca recebi 1 pedido de audiência ou de convidar para eu ir lá também falar com o vice-presidente sobre esse tema”, completou o ministro.

O ex-deputado federal falou depois de conversar com os presidentes da Tim, Pietro Labriola; da Oi, Rodrigo Abreu; da Vivo, Christian Gebara; da Claro, José Félix; da Algar, Jean Borges; e da Conexis, Marcos Ferrari.

Disse que a reunião foi “muito profícua” e serviu para tirar dúvidas sobre o leilão previsto para o 1º semestre de 2021. Afirmou ainda que o certame será feito pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) de forma “técnica”.

IMPASSE INTERNACIONAL

A participação da Huawei na implantação de redes de 5G pelo mundo tem sido alvo de críticas e restrições encampadas, principalmente, pelo governo norte-americano.

O site do programa da gestão de Donald Trump para proteção de dados, Rede Limpa (Clean Network, em inglês), chama a empresa de “1 braço da vigilância o Partido Comunista Chinês”. A China, por sua vez, diz que a iniciativa é “discriminatória”.

No Brasil, um dos filhos do presidente da República, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), causou um incidente diplomático com o país asiático ao escrever o seguinte no Twitter:

“O governo @JairBolsonaro declarou apoio à aliança Clean Network, lançada pelo Governo@realDonaldTrump, criando uma aliança global para um 5G seguro, sem espionagem da China”.

A embaixada chinesa, por sua vez, classificou o ataque como inaceitável e afirmou que poderá esse tipo de fala pode ter “consequências negativas” para a relação dos 2 países.

Poder 360

 

Opinião dos leitores

  1. Parabéns Fábio, cada macaco no seu galho. Mourão calado é um poeta. Quanto a China comunista nada de lada presta, seus produtos são lixo, "exportam" doenças para o mundo a décadas, quem é contra o partido comunista desaparece ou é morto, bancam ditadores e genocidas pelo mundo e o 5G deles é para espionar os outros países.

  2. Pazzuello contra Doria, Doria contra Bozo, Bozo contra governadores, Mourao contra os filhos do presidente, Presidente contra mídia, Bozo com polvora contra EUA, Europa contra Bozo, Bozo contra Amazonia, o povo contra o proprio povo… essa novale tá dificil de acompamnhar.

  3. Tem que ser uma disputa imparcial.Quem oferecer as melhores condiçoes deve levar.Com relacao a espionagem os anericanos fizeram e o governo Dilma nâo fez nada,alenas espernoiu.

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Saúde

Bolsonaro elogia OMS por dizer que vacina não deve ser obrigatória

Foto: YouTube / Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender nesta terça-feira (8) a não obrigatoriedade da vacina contra a covid-19.

Em resposta a um apoiador que citou um comentário da OMS (Organização Mundial de Saúde) de 21 de outubro, no qual a entidade defendeu que cada país deveria decidir sozinho se a vacina seria ou não imposta à população, Bolsonaro afirmou que “até que enfim a OMS começou a acertar, né”.

Pouco antes de conversar com os apoiadores na frente do Palácio da Alvorada, o presidente recebeu alguns governadores para falar sobre a vacina. Ele passou rapidamente pelo cercadinho porque estava atrasado para o encontro marcado com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Na segunda-feira (7), em uma publicação nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que o governo vai ofertar à população brasileira a vacina aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

“Havendo certificação da Anvisa (orientações científicas e preceitos legais), o governo federal ofertará a vacina a todos”, escreveu o presidente.

De acordo com Bolsonaro a vacinação será “gratuita e não obrigatória”. Ele também garantiu que “não faltarão recursos para que todos sejam atendidos”. “Saúde e Economia de mãos dadas pela vida”, completou.

R7

Opinião dos leitores

  1. A governadora do estado do Rio grande do norte, deveria deixar essa compra de vacinas para o Governo Federal e colocar em dia os atrasados dos servidores. enquanto isso fica saindo uma propaganda afirmando que ela está pagando os atrasados. Até agora a mina mãe não recebeu nada atrasado. Palhaçada!

    1. Pro povo ser vacinados no fim do ano?
      Até q ponto vai o egoísmo das pessoas. Se formos esperar pelo governo federal, mais 150 mil morrerão.
      Mais importante é a mãe que nao recebeu o atrasado.

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Judiciário

Moraes decide que Bolsonaro não pode desistir de prestar depoimento à Polícia Federal sobre suposta interferência, e determina que cabe ao plenário da Corte definir

Foto: Jorge William/Agência O Globo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que o presidente Jair Bolsonaro não pode desistir previamente de prestar depoimento no inquérito que investiga suposta interferência política na Polícia Federal. Moraes também determinou que cabe ao plenário da Corte definir a forma do interrogatório.

O presidente, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), disse no fim de novembro que optou por não prestar o depoimento. Para Moraes, relator do caso, não cabe a Bolsonaro determinar como será ouvido.

“A forma de interrogatório do Presidente da República será definida em decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal”, escreveu Moraes.

Segundo Moraes, a Constituição não permite o direito de recursa prévia e genérica de determinações legais a um investigado ou réu. Para o ministro, Bolsonaro poderia usar sua prerrogativa de ficar em silêncio durante a oitiva, mas não comunicar desistência.

“A Constituição Federal consagra o direito ao silêncio e o privilégio contra a autoincriminação, mas não o “direito de recusa prévia e genérica à observância de determinações legais” ao investigado ou réu, ou seja, não lhes é permitido recusar prévia e genericamente a participar de atos procedimentais ou processuais futuros, que poderá ser estabelecidos legalmente dentro do devido processo legal, mas ainda não definidos ou agendados, como na presente hipótese”.

Moraes argumentou que a lei prevê o depoimento para assegurar ao acusado um julgamento justo.

“Dessa maneira, será o investigado quem escolherá o direito de falar no momento adequado ou o direito ao silêncio parcial ou total; mas não é o investigado que decidirá prévia e genericamente pela possibilidade ou não da realização de atos procedimentais”, escreveu.

O relator disse ainda que “o absoluto e intransigente respeito às garantias fundamentais não deve ser interpretado para limitar indevidamente o dever estatal de exercer a investigação e a persecução criminal, função de natureza essencial e que visa a garantir, também, o direito fundamental à probidade e segurança de todos os cidadãos”.

O ministro pediu ainda que o presidente do STF, Luiz Fux, marque uma data para a retomada do julgamento que discute o formato do depoimento do presidente no inquérito, se será presencial ou por escrito.

Moraes também negou pedido da AGU para encerrar as investigações.

Andamento do inquérito

O inquérito está paralisado desde 17 de setembro em razão da indefinição sobre o depoimento do presidente da República.

Nesse dia, o ministro Marco Aurélio Mello suspendeu a tramitação do inquérito e decidiu que caberia ao plenário da Supremo definir se Bolsonaro poderia enviar depoimento por escrito ou, se preferisse, escolher o dia para ser ouvido. Mas até agora a questão não foi resolvida pelo tribunal.

O governo tentava autorização para que Bolsonaro pudesse apresentar depoimento por escrito, em vez de comparecer presencialmente, como havia determinado o ministro aposentado Celso de Mello. Foi nesse ponto que a AGU informou ao tribunal que o presidente havia desistido de depor.

G1

Opinião dos leitores

  1. Está certicimo, se quiser ficar calado é direito dele. Já pensou se todo ladrão igual a Bolsonaro começar a bate o pé e falar que não vai?

  2. Esse cabeça de ovo, agora fala em constituição, quando votou para Rodrigo Maia vulgo Hhonho rasgconstituição Federal.
    Mais o Véio Bolsonaro é duro, Hô Véio arroxado do cunhão rôxo .

  3. Rapaz se o presidente não quiser ir participar deste circo armado quem é que irá obrigar?

  4. Esse cabeça de sola, é outro que integra o time vergonha do STF.
    Pense num negócio sem futuro, essa patota de comilão do dinheiro público.
    É imoral!!!
    PQP….

  5. Esse rapaz é mais uma vergonha para esse supremo tão executivo, suas decisões são absolutamente fora do contexto.

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Política

PESQUISA INSTITUTO PARANÁ: Bolsonaro venceria segundo turno em todos os cenários para 2022

Foto: Carolina Antunes/PR

O presidente Jair Bolsonaro venceria as eleições 2022 em todos os cenários no segundo turno. A pesquisa divulgada nesta sexta-feira (4) pelo Paraná Pesquisas mostra a disputa contra Sergio Moro, João Doria, Luciano Huck, Lula e Ciro Gomes. Veja os números:

Jair Bolsonaro (sem partido): 47%
Lula (PT): 33,4%
Branco/nulo: 15,4%
Não sabe: 4,3%;

Jair Bolsonaro (sem partido): 44,9%
Sergio Moro (sem partido): 34,7%
Branco/nulo: 16%
Não sabe: 4,5%;

Jair Bolsonaro (sem partido): 48,5%
Ciro Gomes (PDT): 31%
Branco/nulo: 16,1%
Não sabe: 4,5%

Jair Bolsonaro (sem partido): 51,1%
João Doria (PSDB): 23,8%
Branco/nulo: 20,2%
Não sabe: 4,9%

Jair Bolsonaro (sem partido): 48,6%
Luciano Huck (sem partido): 29,7%
Branco/nulo: 17,1%
Não sabe: 4,6%

Gazeta do Povo

https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/breves/pesquisa-eleicoes-2022-bolsonaro-venceria-segundo-turno/?utm_source=twitter&utm_medium=midia-social&utm_campaign=gazeta-do-povo

Opinião dos leitores

  1. Eu já sabia!!!
    Hora!
    Não ganhava de ninguém e tomou posse, imaginem agora.
    #Fora nhonho Botafogo.

    1. Fugiu até do Brasil, esse merda! Foi trabalhar pra empresa que ele "condenou" kkk

  2. É muito ruim, quando uma pesquisa não dá o resultado que o "cidadão" quer, né não? E se fosse o contrário? Garanto que teria aqui comentários do tipo: "chupa gado bolsominion"! E por aí vai!

  3. Uma pesquisa sem pé e sem cabeça!!
    É muito fácil montar um cenário sem um debate, sem mostrar os desmandos, falcatruas e na base da mentira.
    Tem gado que vai comemorar uma aberração dessas.

  4. Esses institutos de pesquisa não tem o que fazer não. Porra deixa política para época de Eleição. Ninguém acredita nessas pesquisas não.

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Política

PESQUISA EXAME/IDEIA: aprovação do governo Bolsonaro cai de 41% para 35%; desaprovação passa para 38% e 27% consideram regular

Foto: (Alan Santos/PR/Divulgação)

A aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro, que estava em 41% há duas semanas, caiu para 35%. A desaprovação passou de 31% para 38%. É a primeira vez em dois meses que avaliação negativa supera a aprovação. Aqueles que consideram o governo regular somam 27%.

A queda da aprovação e o aumento da desaprovação coincidem com o último mês do pagamento do auxílio emergencial, criado durante a pandemia de covid-19, e que acaba em dezembro. Com o crescimento do Produto Interno Bruno (PIB) de 7,7% no último trimestre, o governo não trabalha com a possibilidade de uma nova prorrogação do benefício social.

Os dados são da mais recente pesquisa exclusiva EXAME/IDEIA, projeto que une Exame Research, braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 30 de novembro a 3 de dezembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na série histórica, a desaprovação vinha superando a aprovação desde o ano passado, até atingir o pico em junho, quando ficou em 54%. O cenário coincidiu com problemas na liberação do auxílio emergencial para boa parte da população, e também quando o desemprego atingiu um recorde de 13,1%. A aprovação foi subindo no mesmo período em que o auxílio foi pago.

Comparando com a última pesquisa, publicada no dia 20 de novembro, a aprovação total de quem ganha mais de 5 salários mínimos passou de 40% para 49%. A desaprovação de quem ganha 1 salário mínimo foi de 39% para 46%. A variação ocorreu dentro da margem de erro, que na estratificação por renda é de cinco pontos percentuais para mais ou para menos.

“A fortaleza da aprovação do governo federal continua sendo as regiões Norte (62% de aprovação) e Centro-Oeste (47%), e os entrevistados que se dizem evangélicos (44%). Entre a parcela de baixa renda, a popularidade caiu abaixo da margem de erro (45% das classes D/E desaprovam). Já são sentidos efeitos da redução do auxílio, da perda de renda e do aumento da procura por emprego nesses segmentos”, explica Maurício Moura, fundador do IDEIA.

Apesar da desaprovação ser maior na população de baixa renda, nas classes A/B a aprovação está em 44%. Analisando por escolaridade, a aprovação se manteve alta entre aqueles que que mais estudaram, como na última pesquisa. Entre os entrevistados que disseram que fizeram faculdade, 54% aprovam a maneira do presidente de governar.

A pesquisa também perguntou sobre a avaliação do governo do presidente. Aqueles que consideram o governo ruim/péssimo somam 37%. Os que acham ótimo/bom são 35%, e aqueles que avaliam como regular, 27%.

Foto: Reprodução/Exame

Exame

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro, sem roubar (diretamente), só pela incompetência política e os desacertos de ações e declarações, já supera Lula em rejeição popular, mesmo distribuindo dinheiro. O véio é duro!

  2. Só porque ele não rouba, se fosse um lula da vida talvez tivesse com 90% de aprovação, o povo é cruel.

  3. As pesquisas só são sérias e refletem a verdade, quando os resultados favorecem ao que pensam os bolsominions….

  4. Quando o mesmo instituto apontava aumento a jumentosfera bolsogadista acreditava, mas agora
    já deixaram de acreditar. Por que será heim?

  5. K-bou-ssy os R$600 reais e K-bou-ssy os R$300 reais também….. então agora é ladeira abaixo…hahahaha

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Política

Fábio Faria cita ‘narrativa incorreta’ sobre eleições, e diz que presidente não está virando centrão: “partidos de centro é que têm de abraçar as bandeiras do Bolsonaro”

Foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press

Considerado um articulador do Executivo com os outros Poderes, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, rejeita o título e diz que a imagem surgiu porque chegou ao governo no momento de maior estresse entre as instituições, o que foi resolvido por vontade de todos. Ele diz não ter dúvidas de que, apesar de muitos afirmarem que o presidente Jair Bolsonaro saiu derrotado das eleições municipais, o chefe do Executivo continua forte e sua reeleição é muito provável em 2022.

No entender do ministro, não haverá tempo suficiente para que o grupo de centro-direita que saiu fortalecido das urnas construa uma candidatura com musculatura suficiente para fazer frente a Bolsonaro e a um representante da esquerda. Dos nomes citados como possíveis cabeças de chapa da direita mais moderada, Faria ressalta que o ex-juiz Sergio Moro saiu do jogo político ao migrar para a iniciativa privada e se envolver em conflitos de interesse.

Afirma que o governador de São Paulo, João Doria, desgastou-se por causa de uma sucessão de “traições”. Frisa que Rodrigo Maia é um grande articulador político, mas não tem votos, e acredita que Luciano Huck deve continuar como apresentador de tevê, pois os eleitores não querem se arriscar em uma aventura parecida com a de Wilson Witzel, eleito para o governo do Rio de Janeiro com um discurso contra a corrupção, mas que deve perder o mandato .

O ministro diz, ainda, que o governo tem o direito de apoiar candidatos para as presidências da Câmara e do Senado que defendam a agenda conservadora nos costumes e liberal na economia, hoje interditada. E um bom nome para defender os interesses do Palácio do Planalto é o do deputado Arthur Lira, do PP. Sobre o fortalecimento do Centrão nas urnas, Faria ressalta que isso não significará a volta do toma-lá-dá-cá, por meio de mais vagas no ministério.

Para Faria, a única crise que existe no governo é a “crise de palavras”, que cria uma cortina de fumaça e faz com que as entregas não cheguem na ponta. “Não tem nenhum ponto que desabone o governo. Não há uma denúncia de corrupção. Na pandemia de covid, não faltou dinheiro para estados e municípios, não faltou dinheiro para as empresas, não faltou para os desempregados. Não faltou para nada”, defende.

Sobre a polêmica que envolve o leilão do 5G, com ameaça de restrição aos fornecedores chineses, alvo de nota das operadoras do país, o ministro prefere se manter neutro. Diz apenas que ninguém do Executivo falou sobre isso, que a decisão estará contemplada no relatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e que o assunto será avaliado de forma técnica. “Tem muito mais de briga geopolítica nisso do que qualquer outra coisa”, afirma. Veja a seguir os principais trechos da entrevista concedida ontem no Ministério das Comunicações:

Estamos vindo de eleições municipais. Como o senhor viu o resultado das eleições e que recado as urnas deram ao governo?

O governo não recebeu nenhum recado das urnas. O próprio presidente Jair Bolsonaro pediu para que nenhum ministro, nenhum secretário participasse (do pleito). Alguns deputados participaram, mas ele próprio não foi para nenhuma cidade. Ele fez algumas lives, eu acho que quatro, e sinalizou para o eleitor conservador. Nas próprias lives, ele falava que, no máximo, alteraria de 5% a 6%. A narrativa que foi colocada de que houve uma participação e, possivelmente, derrota do presidente Bolsonaro é totalmente incorreta. Porque, se ele quisesse ter participado plenamente das eleições, teria pedido que todo o seu grupo de linha participasse. Isso não houve. Outro ponto, se olhar 2016, Bolsonaro não fez nenhum prefeito. Este ano não tem nem partido. O eleitor de direita, do Bolsonaro, votou em vários candidatos e em vários partidos que estão participando em algumas votações, votando junto com o governo. Muito difícil você ter um recado claro na eleição de 2020.

Como o senhor avalia o resultado? O eleitor não quis os extremos. Optou pelo centro.

Quem foi o candidato de extremo, do Bolsonaro, que perdeu? Russomanno (Celso Russomanno, candidato à prefeitura de São Paulo pelo Republicanos) é moderado. Crivella (Marcello Crivella, candidato à reeleição do Rio de Janeiro) é moderado. É uma leitura que ainda não consegui fazer, essa que a imprensa tentou colocar. Óbvio que, se você lê muitas vezes a mesma coisa, acaba seguindo o caminho. Mas a maioria dos partidos que compõem hoje a base do governo na Câmara e no Senado, muitos migraram e votaram. Pessoalmente, sem ser como ministro, acho que Bolsonaro mostrou que é muito forte, descolado de muita coisa. Bolsonarismo é muito mais o Bolsonaro do que um núcleo maior. Tanto que o presidente não participou. Logo depois das eleições, sai uma pesquisa na qual o presidente tem 40% de ótimo e bom. Ele disse, nas lives, que não tem hoje este poder de transferência. A pessoa vota no candidato. O fator local é muito mais forte do que o nacional. Se o candidato for bom, aquele apoio influencia um pouco, mas não altera a eleição. O principal recado que ele deu foi a sinalização para o eleitor conservador, que foi aquele que votou nele. Não quis passar 2020 batido e retribuiu, dentro do que podia fazer, para mostrar isso para o eleitor.

Mas as forças de centro saíram mais fortalecidas. Como o senhor avalia?

Acho que nada disso influencia. Se for voltar dois anos, em 2018, o Geraldo Alckmin (candidato à Presidência pelo PSDB) fez uma ampla aliança, conseguiu sete minutos de televisão e o Bolsonaro, com sete segundos, venceu. O Alckmin tinha apoio de governadores nos estados e não conseguia ir, porque eles não queriam recebê-lo. Do mesmo jeito que a eleição municipal é descolada da nacional, a presidencial também descola, é paixão. Os candidatos atraem essas paixões. No Nordeste, por exemplo, se o candidato não tiver penetração para poder se comunicar, muitas vezes a base não quer nem receber, porque atrapalha. Por isso, foi muito forte por muito tempo, porque os candidatos não queriam levar outros. O Bolsonaro quebrou isso. Hoje, temos a direita no Nordeste. Antes, ou apoiava alguém da esquerda para fazer coligação, ou fazia eleição simplesmente estadual, nem se falava sobre o presidente da República.

A avaliação que o senhor faz então é que o resultado foi bom para o governo?

O resultado não altera o governo. Esses partidos de centro estão compondo com o governo, eles precisam mostrar resultado. Eu sempre defendi e continuo defendendo. O Bolsonaro não está virando centrão. Os partidos de centro é que têm de abraçar as bandeiras do Bolsonaro, porque ele foi eleito, ele derrotou a esquerda com isso. Bolsonaro conseguiu, sozinho, com o grupo dele, sem apoio de ninguém, ganhar a eleição com a bandeira conservadora, de valores. Com o centro participando da base, o governo vai pedir que apoie essas bandeiras do presidente. Em 2022, a gente não sabe quem vai estar junto. A economia vai ditar muita coisa. Se crescer 3%, 4% no ano que vem, será que alguma frente vai ter tempo de criar outro candidato? Será que as pessoas não vão com Bolsonaro? Ou vão migrar para esquerda? Vejo um cenário muito incerto sobre isso. Até porque o Bolsonaro só seria derrotado se tivesse partido, se tivesse entrado na eleição e se tivesse enfrentado os partidos do centro. Isso não ocorreu.

O fato de o centrão sair mais forte das urnas vai fazer com que cobre um espaço maior do governo, em uma reforma ministerial, mais à frente, para se ver mais bem representado?

Primeiro, o centro se deu bem na eleição, mas o governo avalizou o centro. Começa por aí. Se o centro está compondo a base, foi avalizado pelo governo, que viu que tem 300 parlamentares. Para votar qualquer coisa, precisa do apoio do Congresso. O que precisa é o centro se entender com o governo. Porque, depois de 2018, não vai ter a volta do toma-lá-dá-cá. Isso, mesmo daqui muitos anos, a população não vai aceitar. Isso está precificado. Não acredito que vai ter pedido por ministério. A agenda é outra. Bolsonaro enfrentou isso e votou a (reforma da) Previdência sem dar nenhum ministério a ninguém. As escolhas ministeriais foram todas escolhas pessoais dele. Algumas de frente parlamentar, como a ministra Tereza Cristina (Agricultura). Mas não acredito que haja retrocesso. O centro já era forte. O Bolsonaro se elegeu pelo PSL, não teve alteração no partido. Já iniciou o governo com esses partidos com a mesma força. O que teve foi uma migração. O PSDB diminuiu um pouco. O MDB diminuiu um pouco. O PSD cresceu um pouco. Migração entre os partidos que estão no mesmo espectro. Não houve grande ascensão.

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Olhe com todo respeito ao Amigo BG, o Genro de Sílvio Santos, perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado, o Centrão é que precisa do Bozo, foi a cereja do Bolo… Kkkkk ?

  2. A falha do Ex-governador Robinson Faria foi não ter podido superar os atrasos. Jamais ele permitiria atraso se houvesse meios de pagar em dia. De resto, foi um bom governador, construiu obras importantes, incentivou atividades produtivas etc.

    1. Verdade.Deixou o servidor publico com 3 folhas em atraso

  3. Sou funcionário PULBLICO do RN, quando vejo esse rapaz dar uma entrevista só me lembro do pai dele que deixou nos sem receber o salário de dezembro 2018 e o Decimo de 2018, mas com a graça de Deus essa governadora vai nos pagar.

    1. tomara que pague mesmo, que não tenha passado de promessa de campanha.
      embora a conta não seja dela, ela se comprometeu em pagar essa conta.

    2. Tb sou funcionária pública, qdo o vejo falando qualquer besteira, acho q ele não pensa no pai e nem o q pensamos dele, é como Se a bonitesa dele ou pelo fato de ser ministro faz com que nos tornamos idiotas e esquecidos até das denúncias que houve de caixa dois.

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Diversos

Bolsonaro, Lula e a bolinha de lã, por Marcus Aragão

Olá, pessoal, estive dedicado ao marketing politico e tive que me ausentar deste nosso encontro semanal. Pensava em vocês mas a corrida eleitoral é muito intensa. 1000 dias em 50. Devo confessar que senti mais falta mesmo foi de chatear os haters — é uma terapia — Vocês não imaginam como me divirto com eles.

Quando escrevo algo fico saboreando previamente eles rosnando, grunhindo nos comentários. É verdade. Este é um texto sádico — um sadismo juvenil, sem deixar de ser doloso, que se contenta em provocar haters como quem aperreia um gatinho afastando repetidas vezes sua bolinha de lã. A bolinha são suas crenças.

Em verdade vos falo, muita coisa aconteceu nesses últimos dias e muitas outras deixaram de acontecer. Vimos o Trump perder as eleições e a compostura com essa resenha fake de eleições fraudadas… lá vai a bolinha…

Vimos nosso Trump, o Bolsonaro, ameaçar os EUA com pólvora depois que acabasse a saliva — Não há o que temer pois ela jamais acabará — e se acabasse, a pólvora seria mais inofensiva. Uma frase dessas, dita pelo presidente, fuzila o bom senso e mata todos de vergonha.

E para os haters da esquerda, não podíamos esquecer, vimos o Lula não passar o bastão e se tornar uma estrela cadente… lá vem a bolinha…

O mundo está cada vez mais complicado. Diferente da gripe espanhola, que ocorreu no pós-guerra, hoje, com a guerra política, o coronavirus está inseguro, cheio de dúvidas, vivendo nessa era de indefinições. Inicia ou não a segunda onda? Deve se entregar para a vacina inglesa ou chinesa? Permanece contaminando somente nas escolas, praias e eventos mas segue preservando os ônibus e supermercados?

Falando em supermercado, tivemos o caso do negro que apanhou até morrer porque o Carrefour não tem um taser — aquela arma não letal que dá uma descarga elétrica e paralisa o oponente. O Carrefour poderia aproveitar o Black Friday para comprar um nas Americanas por R$ 66,40. É só hoje!!

Ainda sobre a Black Friday, li uma matéria que mostrava a preocupação dos lojistas americanos com o fim da promoção pelo simples fato de o Waltmart começar as ofertas na noite anterior — a quinta-feira cinza. Ora, ora, se os varejistas dos EUA soubessem que no Brasil tem até o Black Friday com o mês inteiro de promoções. Não é a toa que os resultados de alguns empresários brasileiros tem receitas de White Friday.

O eleitor e o consumidor são a mesma pessoa. Eles sabem detectar quando é só uma forma inofensiva de gastar saliva.

Por hoje é só, pessoal. A bolinha só devolvo no próximo artigo.

Marcus Aragão
Publicitário
@aragao01

Opinião dos leitores

  1. Foi infeliz na estória da taser.
    Se a idéia foi fazer uma piada, pegou mal e foi bem sem graça.
    Mas como a especialidade do autor é o marketing político, está justificado.

  2. Esse aí posa de isentao, na verdade ele próprio um hater provocando pessoas de bem (tática manjada da esquerda de provocar e confundir), como se o Brasil, a América Latina e os Estados Unidos não estivessem em risco.
    Os Estados Unidos nas mãos de radicais de esquerda, de uma imprensa nas maos de comunistas caviar, de empresas de big tech que interferiram na eleição usando o poder econômico
    Não vê que a América Latina está nas mãos do Bolivarianismo e Bolsonaro conseguiu derrotar a esquerda.
    Dá a entender que Bolsonaro é mal para abrir caminho para a volta de Lula ou para um Rodrigo Maia da vida assumir.
    Não sei o objetivo de BG publicar esse tipo de matéria…
    A esquerda é um perigo.
    Na Argentina fizeram isso, perseguir Macri dia e noite.
    Agora os aliados de Lula e Maduro tomaram o poder e 42% da população está na miséria e estão aprofundando o comunismo, inclusive fechando emissoras de TV, blogs etc.
    Se é esse o futuro que BG quer para o Brasil…

    1. Mais um terraplanista delirando.
      Escutar demais Olavo de Carvalho dá nisso.
      Patético.

    2. Quer dizer que o Biden é radical de esquerda?
      Traz uma camisa-de-força pro doidim aqui de cima…

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Política

“Mesmo aqui, com segurança, eu durmo armado. Quando não era presidente, também dormia armado”, diz Bolsonaro

Foto: Reprodução/ Instagram

O presidente Jair Bolsonaro disse nessa quinta-feira (26) que dorme armado até mesmo no Palácio da Alvorada, sua residência oficial e, provavelmente, um dos lugares mais seguros e vigiados do País.

Em conversa com um apoiador sobre o assunto, o presidente citou, sem detalhar, ações do governo para facilitar o uso de armamentos pela população, apesar de restrições da legislação vigente.

“Fizemos decreto, instrução normativa. Mas o decreto não pode ir além da lei. Uma arma legal dá tranquilidade. Eu mesmo aqui, com segurança, eu durmo armado. Quando não era presidente, também dormia armado”, disse. “Pessoal fala que mata, (mas) salva vidas. Pessoa armada é respeitada”, completou Bolsonaro.

R7, com Estadão

Opinião dos leitores

  1. Votei nele pra andar armado e defender a mim e a minha família, se fosse pra fumar maconha tinha votado no PT e seus aliados. Com relação a ser assaltado e perder a arma, isso depende do fator surpresa, o quê faz o bandido levar certa vantagem, vc pode está com uma bazuca, mesmo assim vai perder. Outra coisa importante, para se obter uma arma de fogo se faz necessário ter bons antecedentes, quem não tem fica falando besteira, taokey.

  2. Cabra macho é esse Presidente, Hô Véio arroxado do cunhão rôxo .
    Pixuleco, Manoel e Pedroca, devem dormir com Kid Bengala. Kkkkkkk

  3. Você com um revólver na mão é um bicho feroz. Sem ele anda rebolando e até muda de voz.

  4. A PeTezada e a esquerda no geral piram, arrocha meu presidente, eles são frouxos. Sem a máquina na mão são uns cagãos.

  5. É o famoso cagão, foi assaltado e levaram a arma dele. Quem não lê não sabe da história. Só se acha homem quando está com uma arma. Quando chega o bandido e diz "passa o redondo" aí vc já sabe neh.

    1. Esse é corajoso mesmo , um véi fraco , entregou uma arma comprada no Israel e uma moto potente, cadê a coragem?, deve ter ficado com aquela parte do corpo tão medroso que não passava nem um cabelo.

  6. Esse frouxo foi assaltado no RJ… Não sabe fazer uma flexão, vai saber atirar.
    Ele entende muito é de ?

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Judiciário

Bolsonaro abre mão de prestar depoimento presencial e pede que PF conclua inquérito sobre suposta interferência

FOTO: ISAC NóBREGA/PR

O Supremo Tribunal Federal (STF) foi informado pela Advocacia-Geral da União (AGU) nesta quinta-feira (26) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) abriu mão de prestar depoimento presencial no inquérito que apura se ele tentou interferir na autonomia da Polícia Federal.

“Assim, o Peticionante vem, respeitosamente, a` presença de V. Exa., declinar do meio de defesa que lhe foi oportunizado unicamente por meio presencial no referido despacho”, disse a AGU.

A Advocacia informou ainda que “roga pronto encaminhamento dos autos a` Policia Federal para elaboração de relatório final a ser submetido, ato continuo, ainda dentro da prorrogação em curso, ao Ministério Publico Federal”.

Segundo a AGU, “a publicização do inteiro teor de gravação da Reunião Ministerial de 22 de abril de 2020 demonstrou completamente infundadas quaisquer das ilações que deram ensejo ao presente Inquérito, o mesmo valendo para todos os demais elementos probatórios coletados nos presentes autos.”

Em outubro, o ministro Alexandre de Moraes, novo relator após a aposentadoria de Celso de Mello, solicitou que a Polícia Federal se manifestasse sobre o andamento das investigações do inquérito.

A decisão atendeu a um pedido da defesa do ex-ministro Sergio Moro, que também é investigado no inquérito.

A investigação está parada no aguardo de uma outra decisão do STF, relacionada ao formato do depoimento do presidente Jair Bolsonaro à PF.

Então relator do caso, o ministro Celso de Mello votou pela definição de um depoimento presencial – foi o último voto de Mello antes da aposentadoria.

A Advocacia-Geral da União quer que Bolsonaro possa se manifestar por escrito.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Abriu mão não, afinou. Não tem o que dizer e poderia até se complicar mais. Correu da raia, tirou da reta, se acovardou e se protege como pode, com AGU, MPF, e desvia do assunto falando um absurdo por dia.

    1. O gado agora chama de arroxado um frouxo…………
      ??????

    2. Muuuuuuu… Frouxo que dói e o Gado à murgir, mito, mito. ?????

    3. Tudo cagao, pai e os filhos, todos com medo da Polícia federal!! Kkkkkk

    4. Tu já viu o "cunhão" do Bolsonaro?
      Ah, sabia o que Calígula fazia na Roma antiga, né?

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Diversos

Bolsonaro garante que águas do Rio São Francisco chegarão ao RN em 2021

Foto: Reprodução/Instagram/Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro reforçou nessa segunda-feira(23) que o governo federal tem tomado todas as medidas necessárias para que, até 2021, o governo possa levar água do Rio São Francisco até o Rio Grande do Norte.

“Garantir água para o Nordeste é prioridade para o nosso governo. As águas já chegaram a Pernambuco, Paraíba e Ceará, sem custos para os Estados; e em função das ações do meu governo, chegarão ao Rio Grande do Norte no próximo ano”, disse.

O presidente ainda completou:

“Desde a concepção do projeto, em 2005, ficou acordado que os Estados assumiriam os custos da operação e manutenção da transposição, o que já deveria ter acontecido. Apesar de termos atendido a todos os pedidos dos governadores na negociação em curso, até hoje os Estados não assumiram a operação. O governo Jair Bolsonaro nada cobra pela água que chega a esses estados. Os governos de Pernambuco e Paraíba, por sua vez, cobram dos usuários uma tarifa pelo consumo dessa água que recebem de graça do Governo Federal. A parceria com a iniciativa privada não é uma privatização. Estudamos uma alternativa para a eficiente operação e manutenção do sistema. Não abriremos mão das decisões sobre o uso da água e do patrimônio construído pelo governo federal.

Opinião dos leitores

  1. O EX PRESIDENTE LULA SUPER FATUROU A OBRA E NÃO CONCLUIU! O PRESIDENTE BOLSONARO NÃO ROUBOU E FEZ.

  2. Essa obra foi idealizada desde 1500 e só o Pt a tirou do papel deixando 90% pronta. Ser pai de filho ja criado é muito facil.

  3. O PETEQUISTÃO (FORMADO PELOS GOVERNOS DO PT NO NORDESTE) NÃO TEM INTERESSE PORQUE A MISÉRIA É "A MENINA DOS OLHOS " DA ESQUERDA.

  4. É isso que nós queremos a conclusão dessa obra de infraestrutura hídrica que irá resolver,solucionar o problema da falta d'água de séculos que saciará a sede e a fome desse castigado povo do semi-arido brasileiro e para uso doméstico e também para irrigação do solo para o desenvolvimento agrário com a produção de alimentos e gerando desenvolvimento social e econômico para o povo do Rio Grande do Norte.
    Essa gigantesca obra de infraestrutura de salvação hídrica do semi-arido brasileiro,pelo qual a intrometida igreja católica apostólica romana,se posicionou totalmente contra,creio que essa igreja católica ou qualquer outra ordem religiosa não tem nada que se meterem em questões políticas,sociais,econômicas e culturais,essa igreja católica ou outras religiões só devem se preocuparem com os seus mercados de súplicas,preces,rezas e orações.
    Somos um estado laico: política é política,religião é religião que jamais devem se misturarem.

    1. Quem quer os cristãos fora das decisões é porque apoia putaria.
      80% da população é cristã.
      Xô, comunismo!!!

  5. Kkkkkk . Para tudo kkkkk. Eita que o véio é duro . Chega Calígula , não consigo parar de rir .

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Economia

“Pessoal tem reclamado dos preços dos alimentos, tem subido, sim, além do normal. Também é uma consequência do ‘fique em casa’, que quase quebrou a economia”, diz Bolsonaro

Foto: Reprodução/Youtube

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira (23), que uma das consequências do isolamento social, por conta da pandemia do novo coronavírus, foi a alta no preço dos alimentos.

Cercado de apoiadores e seguranças, o presidente reconheceu o aumento de preços, mas disse que a responsabilidade não é dele. “Pessoal tem reclamado dos preços dos alimentos, tem subido, sim, além do normal. Também é uma consequência do ‘fique em casa’, que quase quebrou a economia”, destacou.

“Então tem muita coisa errada, sabemos disso, mas a responsabilidade tem que ser apontada para quem é de direito. Todo mundo aponta para mim essa questão dos alimentos, estou fazendo o possível para voltar à normalidade”, explicou o presidente.

“Se não tivesse feito aquelas medidas lá atrás, para ajudar pequenas e micro empresas, auxílio emergencial, estaria terrível aqui no Brasil”. (Jair Bolsonaro).

Bolsonaro disse que a população, às vezes, se “esquece” do período da pandemia, e destacou que o governo se endividou em quase R$ 700 bilhões para tomar medidas. Além disso, o presidente respondeu às críticas sobre o agronegócio ter que priorizar o mercado interno.

“Passam a criticar o tempo todo o agronegócio, falando que tem que vender aqui para dentro e não para fora do país. E olha a soja, ela tem que ser toda exportada, não tem como ser consumido tudo aqui dentro. E outra coisa, eu sou da lei da livre iniciativa, oferta e procura, e o mercado é quem diz se vai ser vendido aqui ou lá fora”, defendeu.

Bolsonaro disse que sofre “o tempo todo com mentiras, tentando desgastar o governo” e críticou a oposição. “Ao invés da esquerdalha mostrar o que fizeram no passado, não vão mostrar, porque só roubaram, não adianta mostrar. Então tem que caluniar os outros”, afirmou.

“E mais, o governo federal, com as medidas que tomou, evitou algo muito pior do que o aumento de alguns alimentos. Que foi o que? Desabastecimento. Se o campo tivesse ficado em casa, não teríamos comida aqui, o Brasil estaria pegando fogo. É isso que a esquerda quer, que o Brasil pegue fogo para dizer que eles são os salvadores da pátria”, emendou.

Desmatamento e queimadas

Bolsonaro ressaltou aos seus apoiadores um vídeo, postado em suas redes sociais nesta manhã, que mostra como é tratado o agronegócio no Brasil. “Para mostrar que não é da forma que dizem que nós tratamos, de forma mentirosa falam que nós tacamos fogo em tudo. Nós não plantamos na Amazônia e criticam a derrubada (de árvores). Então, são críticas infundadas e tem objetivo comercial”, defendeu.

O Chefe do Executivo ainda voltou a criticar a hipocrisia dos países que exigem maior compromisso no combate aos crimes ambientais. “Pergunta na Europa o que é mata ciliar. Não tem um palmo de mata na margem dos rios. Ninguém tem um código rural como o nosso. Aqui o produtor rural é obrigado a preservar, na região da Amazônia, 80% da floresta”, explicou Bolsonaro.

“O que o mundo vê na Amazônia? A floresta? Se for a floresta, nós estamos prontos para fornecer mudas para eles reflorestarem seus países. E por que tanta crítica ao Brasil? É por causa do comércio, do agronegócio. Somos uma potência em exportação de commodities e eles querem que cada vez mais nós produzamos menos, para não prejudicar seus mercados lá fora”, afirmou.

Ele ainda voltou a defender a técnica não comprovada de combate as queimadas, de usar o gado como forma de evitar a propagação de incêndios. “Você vê o fogo no Pantanal. No passado, podia deixar o boi comer o capim na área preservada, hoje não. Então acumula uma massa vegetal morta muito grande, quando vem o fogo ele incendeia e o negócio vira uma barbaridade”, disse.

Para Bolsonaro, o que falta é compreensão da população, que não tem o conhecimento das coisas. “Passaram aí 30 anos com Paulo Freire, só aprendendo abobrinha, sabem nada, nem uma tabuada sabem, e querem dar palpite sobre economia”, diagnosticou.

Sobre as notícias de que o agronegócio vendeu para fora do País por preços mais baratos do que os comercializados dentro do Brasil, Bolsonaro disse que isso é “tão absurdo que dá nem para comentar”.

Demarcação de terras indígenas

Bolsonaro voltou a defender o uso de terras demarcadas para exploração e ressaltou que o assuntos, que antes era um pesadelo para o produtor rural, agora é algo que “tem que estar muito bem explicado” para acontecer em seu governo.

“Dá para imaginar a pressão que eu sofro fora do Brasil? No passado, quando um governo, o presidente viajava, ao voltar, no Diário Oficial, tinha lá tudo quanto é demarcação de terra indígena, ampliação de parque e reserva, o que cada vez mais inviabilizava nossa agricultura, agora inverteu completamente isso”, disse.

“Qual era o grande temor do agricultor, falando aí em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás? Era acordar e saber que a sua terra estava sendo demarcada. No meu governo, você ouviu alguma coisa sobre isso?” (Jair Bolsonaro)

Bolsonaro continuou a defender as mudanças impostas pelo governo e deu também como exemplo a educação. “Não é fácil mudar. Você não vê mais coisa errada em sala de aula, você não vê livro editado por nós ensinando a criancinha o que você não quer que ela aprenda. Temos na educação um ministro que é competente e é pastor, alguém poderia imaginar?”, ressaltou.

“Eu não quero que falem bem do Brasil, eu quero que falem a verdade”, encerrou.

R7

 

Opinião dos leitores

  1. O aumento de preço dos alimentos ocorreu no mundo todo, o que aconteceu, a produção por causa da pandemia caiu e o consumo aumentou devido até mesmo ao auxílio emergencial que deu condições de uma melhor alimentação para àqueles que estão na extrema pobreza, favorecidos no mundo todo.
    Talvez muitos não conheçam mas é a famosa lei da oferta e da procura, mais oferta = preço baixo, mais procura = aumento de preço.
    O Bolsonaro já baixou taxas e encomendou importação de alimentos.
    Daqui a pouco irão culpar o Bolsonaro por chover, por fazer sol, por escurecer.

  2. Quando a esquerda critica o véio Bolsonaro,é porque ele está fazendo a coisa certa,e a esquerda vendo o poder cada dia mais impossível.Em 2022 vai ser no 1º turno.Chora Petralhada !!!!

  3. Não foi por falta de aviso.
    O véi duro avisou, chamaram de doído, maluco de genocida, do diado que o parta.
    Agora aguente.
    O véi duro da gota serena.
    É melhor JAIR se acustumando.
    Não acreditaram, agora peguem, vão comer a corda da globo lixo e o anão João Doria que da nisso.
    Se mesmo assim a petezada tiverem achando ruim, vão pra Argentina.

  4. Manoel veja se compra na feira do alecrim algo para colocar no seu cérebro, é facil, todo sábado tem, lá só não vendem aquilo que tem muito na cabeça de camarão e sai pela porção terminal do cólon intestinal, outra, vcs falarem em mentira, isso é pegajoso, leiam, basta isso, o próprio nove dedos mentindo e sorrindo, falando que mentia, seus ex amigos ainda estão vivos, principalmente um médico chamado Palocci, vivia com ele, cheirava ele, idolatrava, babava, comia no mesmo prato, uma vergonha. Pedro Barusco…., não façam nada comigo kkkkk que devolvo 100 milhões de DOLARES, tem horas que da pena ler o que vcs da esquerda escrevem, menino burro, a guerra fria já passou, a união soviética acabou, Cuba acabou, Venezuela idem, até a China vermelhinha já abandonou aqueles preceitos maquiavélicos, acorda jumento, estamos em 2020, seu partido lascado, sem credibilidade, o chefão numa mansão, JANJA colocando o café dele, aí sim é sabida, vcs não passam de uns abestalhado sem Horizonte.

  5. O Brasil passa por uma crise de confiança, quem terá coragem de investir em um país que navega sem rumo? daí o dólar a quase 6 reais e a fuga de capitais. O presidente mais uma vez é desonesto tentando imputar a culpa em terceiros e ñ em sua incompetência.

  6. Pessoal, relações econômicas internacionais não algo simples. São muitas ementos que interferem no processo, inclusive variáveis exógenas. Não adiante culpar o Presidente nem chamar pessoas de gado. O presidente, ao optar pela manutenção das atividades econômicas concomitante aos cuidados com a pademia, mediante o isolamente vertical, estava querendo evitar o pior. Um país com a economia quebrada jamais terá forças para bancar a saúde pública. Elementar!

    1. Qual é a causa de o real ter sido umas das moedas que mais se desvalorização frente ao dólar?

  7. Esse cidadão quer que a população brasileira seja extinta do planeta?
    Vai negar também que no Brasil não tem corona?

  8. Com o dolár a quase 6 reais, a China vende uma geladeira e leva uma carrada de soja, milho, arroz e ainda sobra umas pratinhas, e olha que a ultima safra foi grande. O Brasil, um dos maiores produtores de grãos, agora tem que importar em uma tentativa de freiar os preços. Mas nosso querido presidente em vez de trabalhar prefere viver de picuinha e terceirizar a culpa pela alta dos alimentos.

  9. Falou o mentiroso.
    Nao seria por causa do valor estratosférico do Dólar o qual os alimentos está atrelados?

  10. QUAL É A LÓGICA???
    SAFRA RECORDE NO ANO 2020… E A CULPA É DO #FICAEMCASA???

    A FOSSA ABRIU NO PLANALTO

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Política

PESQUISA EXAME/IDEIA: aprovação de Bolsonaro vai a 41%, a mais alta em quase 2 anos

Foto: (Adriano Machado/Reuters)

A aprovação do presidente Jair Bolsonaro está em 41%, o mais alto patamar desde fevereiro de 2019. No último levantamento, feito no início de novembro, a avaliação estava em 38%, e oscilou positivamente no limite da margem de erro da pesquisa que é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A desaprovação diminuiu, passando de 34% para 31%. Aqueles que nem aprovam nem desaprovam somam 27%.

Os dados são da mais recente pesquisa exclusiva EXAME/IDEIA, projeto que une Exame Research, braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 16 e 19 de novembro.

Foto: Reprodução/Exame

Na série histórica, a aprovação só ficou acima de 40% em fevereiro de 2019, quando 45% dos brasileiros aprovavam a maneira como o presidente governa. Esse percentual foi caindo até chegar em 20% no mês de maio deste ano, coincidindo com o agravamento no número de casos e de mortes por covid-19 no país.

A alta mais significativa foi percebida entre julho e agosto, quando os brasileiros que aprovavam o governo de Jair Bolsonaro saltaram de 27% para 37%, respectivamente. O período corresponde com a liberação de grande parte do auxílio emergencial.

“Os mais altos níveis de aprovação do governo federal são muito concentrados no segmento de evangélicos (50%), e nas regiões Norte (52%), Centro-Oeste (52%) e Sul (54%). A avaliação positiva é sempre maior neste grupos”, explica Maurício Moura, fundador do IDEIA.

Estratificando a pesquisa por idade, quanto mais velha é faixa etária, maior é a aprovação do governo Bolsonaro. Entre aqueles com 50 anos ou mais, o índice chega a 49%. A proporção é similar no item escolaridade, sendo maior na parcela da população que estudou mais. A aprovação chega a 42% entre aqueles com ensino superior.

Por classe econômica, a desaprovação é maior entre os mais pobres. Nas famílias com ganhos de até 1 salário mínimo, 39% desaprovam o governo Bolsonaro. Já entre os que ganham mais de cinco salários, 32% não aprovam a atual administração.

A pesquisa também perguntou como os brasileiros avaliam o governo do presidente até o momento. Os dados são idênticos ao da aprovação, com 41% considerando ótimo/bom, e 31% ruim/péssimo.

Foto: Reprodução/Exame

Exame

Opinião dos leitores

  1. A bovinada so comenta onde convém, o veio é tão arrochado que nem vereador elege, é tao arrochado que deu uma de frouxo e não revelou os tais paises que compram madeira ilegal, é tão arrochado que não explica os 89 mil na conta da Micheque…..de tantas noticias sobre o bozo o gado fica mudinho, mas quando sai uma pesquisa de popularidade, ai a manada vem com tudo comentar.
    Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

  2. Para aqueles que torcem para que o governo dê errado, para que o Brasil quebre, para que a população sofra para assim, talvez, conseguir trazer de volta o "bandido que deveria estar preso" e o seu governo corrupto que só beneficiava que era "camarada", é uma péssima notícia.

  3. Ess pesquisa é tão verdadeira, quanto uma nota de 3 reais.
    Só alguns ? ? que usam argola de ferro na venta, que aprovam esse “ninguém”.

    1. Pode achar ruim, repetir mil vezes.
      Isso não muda a realidade.
      Melhor ja ir se acostumando.

    2. Bem.. realmente as pesquisas nao sao confiaveis… tanto que ele foi eleito contrariando as pesquisas.

    3. Tá, já viu o que obama falou de luladrão? Acho que não né? Vi a pouco tempo vocês comemorando a vitória do vice dele, ou pensam que o vice não sabe das falcatruas do seu senhor corrupto condenado. Jumento petralha confinado.

    4. Verdade… a aprovação eh muiiiiito maior que isso… eh difícil achar quem desaprova e pessoas que não gostavam dele por acreditar em “histórias” de que ele ia fazer isso ou aquilo de ruim e que não se concretizaram, pois eram mentiras, estão cada vez mais percebendo isso e mudando de concepção.

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Política

Reconhecimento de Putin sobre empenho de Bolsonaro no enfrentamento da pandemia corresponde ao que foi distorcido por parte da mídia, avaliam ministros e assessores do governo

Foto: Divulgação/Brics2020

O discurso do presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante a Cúpula dos Brics, encontro dos chefes de estado do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, nesta quarta-feira (17), pegou de surpresa integrantes do governo brasileiro.

Na avaliação de ministros e assessores do Itamaraty, a declaração de Putin corresponde exatamente ao que Jair Bolsonaro sempre disse desde o início da pandemia e que foi distorcido por parte da mídia e por ex-integrantes do próprio governo, como o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e o ex-ministro da Justiça Sergio Moro.

Ministros chegaram a lembrar que a conduta do presidente diante da pandemia condiz com a passagem bíblica vista em Provérbios 24, versículo 10: “Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena”.

Vladimir Putin agradeceu a Jair Bolsonaro o empenho durante a pandemia no Brasil ao encerrar o encontro dos Brics.

“O senhor [Jair Bolsonaro] pessoalmente enfrentou essa infecção e passou por essa provação com muita coragem. Quero lhe desejar tudo de melhor e, é claro, muita saúde. Sei que esse momento não deve ter sido fácil, mas o senhor enfrentou tudo como um homem de verdade e demonstrou possuir as melhores qualidades masculinas, como a coragem e a grande força de vontade, enfrentando todos os desafios com grande respeito e consideração pela vontade de seu povo e pelos interesses do seu país. Isso faz do senhor um exemplo para todos nós, pois isso mostra como podemos ser corajosos no cumprimento dos nossos deveres profissionais, nos nossos deveres como chefes de estado”.

No início da noite, o presidente Jair Bolsonaro postou nas redes sociais o vídeo traduzido com a fala de Vladimir Putin durante o encontro.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Este Putin não conhece a realidade no Brasil prá falar uma idiotice desta.Deve estar querendo levar vantagem em alguma coisa.

    1. Pelo andar da carruagem, não vai ser nem 2021.
      Mas admiro sua euforia.

  2. Putin falou qualquer besteira e esse moribundo insignificante, a mídia de direita fizeram um alarde.
    Quase ninguém lá fora, conhece esse ze ninguém

  3. Não adianta, a verdade sempre irá prevalecer, seja hoje ou amanhã. A mídia é considerada o quarto poder e quando distorce perde a credibilidade, suas informações fedem e seus divulgadores não passam de ratos de esgoto

  4. Será que Bolsonaro já abandonou o galegão? Será que o Brasil vai ser comunista? Será que vamos fazer parte da U.R.S.S?

  5. A esquerda não tem jeito de concordar com nada. O capim tá sem sustância é?

    1. Né isso! Vamos comemorar juntos: MUUUUUUU!!!! KKKKK. Na minha humilde opinião, PUTIN fez esse pseudo elogio para se aproximar do MINTO já que ele ficará órfão de TRUMP e precisa lamber as botas de outro …

    2. Kkkkkkkkkk.
      Né não? Tá vendo uma oportunidade de ganhar algum desse lixo-presidenta, que não fatura nenhuma eleição mais.
      Aqui tem coisa.
      Prepara o caminho pra boiada passar.
      Como não tem mais menina-tramp (vagabunda no inglês) pra o lixo daqui ficar da altura da braguilha, Putan tá louco pra ocupar a vaga e levar algum nosso.
      Wtf? Vtnc… os dois.

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Política

VÍDEO: Putin elogia Bolsonaro no enfrentamento da pandemia: “exemplo de relacionamento corajoso com o cumprimento de seu dever e a execução de suas obrigações na qualidade de chefe de Estado”

O presidente russo, Vladimir Putin, fez elogios ao presidente Jair Bolsonaro em referência ao enfrentamento da pandemia e ao fato de o brasileiro ter sido infectado e desenvolvido sintomas da covid-19.

A fala de Putin ocorreu logo ao término da Cúpula do BRICS, encontro de chefes de Estado de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul realizado por videoconferência, por causa da pandemia do novo coronavírus.

Putin presidiu a Cúpula neste ano e, na fala em russo traduzida pela equipe de Bolsonaro no vídeo, fez referência ao enfrentamento da pandemia e ao fato de o brasileiro ter sido infectado e desenvolvido sintomas da covid-19.

“O senhor expressou as melhores qualidades masculinas e de determinação. O senhor foi buscar a solução de todas as questões, antes de tudo na base dos interesses do seu povo, seu País, deixando para depois as soluções ligadas ao problemas de sua saúde pessoal. Isso é para todos nós um exemplo de relacionamento corajoso com o cumprimento de seu dever e a execução de suas obrigações na qualidade de chefe de Estado”, disse o Putin, conforme a tradução divulgada por Bolsonaro.

“Não foi fácil para todos nós trabalharmos este ano, mas você também enfrentou pessoalmente esta infecção e passou pelas provações com muita coragem. Desejo a você tudo de melhor, em primeiro lugar, saúde. Todos nós vimos como não foi fácil para o senhor.”, segue outro trecho.

Com acréscimo de Isto É

Opinião dos leitores

  1. ĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkkĶķkk
    Esse Putan entende mesmo de brasil. Sabe bem das agruras do nosso povo. E da desgraceira que o país enfrenta hoje com essa corja que comanda o país. Tá querendo… ou tá tirando sarro desse lixo-presidenta.
    Wtf? Vtnc… os dois.

  2. Eu fico imaginando se fosse uma crítica… A Globo iria passar no hora 1, bom dia Brasil, Ana Maria Braga, Fátima Bernardo, JH, JN, jornal da Globo… E continuaria durante uns três dias!! Né não?

  3. Esses inocentes inúteis q criticam um elogio, esquecem de falar q a China é comandada por ditador comuniata e q em 2017 ele modificou a constituição p se eternizar no poder.

  4. Xiiii Bolsonaro está virando comunista igual Hugo Chavez.
    Chavez no início do seu governo também era babão dos EUA, depois foi ser baba ovo dos comunistas.
    Bolsonaro está no mesmo caminho.

  5. Show né gado?! Receber elogio de um chefe de estado ditador de um país que já foi e ainda tem traços comunistas eh tudo de bom! Muuuu

    1. Trump, Putin e Bozo, aspirantes a ditadores. Bozo dizia que se chegasse ao poder ia dar um golpe só não tem coragem. Queriam armar a população pra colocar medo nos cidadãos pacíficos, elegeram como inimigo todos que não votam no partido da ditadura.

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Diversos

Bolsonaro diz que Brasil divulgará lista de importadores de madeira ilegal; presidente critica ataques que país sofre por queimadas

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (17) que o Brasil vai revelar uma lista com nomes de países que importam madeira extraída de forma ilegal da Amazônia brasileira.

Durante o seu discurso na 12ª Cúpula do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o presidente voltou a criticar os “ataques” que o país sofre em relação às queimadas e ao desmatamento na região amazônica. “Creio que depois dessa manifestação [divulgação da lista], que interessa a todos no mundo, essa prática diminuirá e muito nessa região”, afirmou.

Segundo o presidente, a Polícia Federal desenvolveu um método para rastrear a origem de madeiras apreendidas e exportadas usando isótopos estáveis, uma espécie de DNA que mostra a proveniência geográfica de produtos.

“Estaremos revelando, nos próximos dias, nomes dos países que importam essa madeira ilegal da Amazônia, porque, aí sim, estaremos mostrando que esses países, alguns deles que muito nos criticam, em parte, têm responsabilidade nessa questão [do avanço do desmatamento]”, disse o presidente.

A cúpula do Brics, que ocorreu de forma virtual nesta terça-feira, marca o fim da presidência pro tempore da Rússia à frente bloco, ao longo do último ano. Em 2021, o grupo de países será presidido pela Índia.

Bolsonaro saudou o trabalho da presidência russa ao manter o grupo ativo em 2020 e aprofundar iniciativas de cooperação em diversas áreas, mesmo em meio à pandemia de covid-19. Para o presidente, os países do Brics estão em “perfeita sintonia” no combate ao terrorismo e na busca de uma vacina segura e eficaz contra o novo coronavírus e comprometidos com ações para minimizar as emissões de carbono, que levam ao aquecimento global e às mudança climáticas.

Retomada da economia

Ele lembrou que a primeira reunião do Brics aconteceu em 2009, em meio a “uma das mais graves crises financeiras de história”, e que, naquele contexto, “a força das economias emergentes mostrou-se fundamental para a recuperação da economia internacional”.

“Em 2020, o mundo volta a enfrentar uma crise de contornos desafiadores. Mais uma vez, os países do Brics podem desempenhar papel central nos esforços da superação da covid-19 e da retomada da economia”, observou.

Para Bolsonaro, o caminho para o crescimento econômico depende da cooperação focada em “benefícios mútuos e respeito às soberanias nacionais”, com a ampliação de medidas de promoção comercial e incentivo a uma maior interação entre os setores privados dos países do bloco.

“Nesse aspecto, o Brics se destaca pela variedade de setores e atividade abrangidos pelas iniciativas do grupo. Nossa cooperação deve incentivar a liberdade de criar e empreender”, explicou.

Reformas internacionais

O presidente da República defendeu ainda a reforma de organismos internacionais como a Organização Mundial da Saúde (OMS), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e do Conselho de Segurança das Nações Unidas, este último composto por cinco membros permanentes (Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido) e por dez membros não permanentes, eleitos para mandatos de dois anos.

O presidente criticou a “politização do vírus [da covid-19] e o pretenso monopólio do conhecimento por parte da OMS” e disse que a pandemia mostrou a “centralidade das nações para a solução dos problemas que acometem o mundo”.

“Temos que reconhecer a realidade de que não foram os organismos internacionais que superaram os desafios, mas sim a coordenação entre nossos países”, frisou, destacando a necessidade de um sistema internacional pautado pela liberdade, transparência e segurança, com a defesa da democracia e da soberania dos países.

Redução de subsídios

Para Bolsonaro, uma comunidade internacional “verdadeiramente integral e ativa” só será possível com essas reformas. Ele defendeu, também, que os países do Brics coordenem o apoio à redução de subsídios para bens agrícolas por parte da OMC e o acesso permanente de Brasil, Índia e África do Sul ao Conselho de Segurança. “Com esse importante passo, tenho certeza que a cooperação no Brics sairá ainda mais fortalecida”, disse.

Juntos, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (cujas iniciais, em inglês, deram nome ao grupo) reúnem uma população de cerca de 3,1 bilhões de pessoas, o que equivale a aproximadamente 41% da população mundial, e respondem por 18% do comércio mundial.

Os principais acordos realizados durante a presidência da Rússia no bloco serão formalizados na Declaração da Cúpula de Moscou e em outros documentos. Durante o evento, também serão acordados os posicionamentos que serão apresentados durante a Cúpula do G20, que reúne as 20 maiores economias do mundo, marcada para os dias 21 e 22 de novembro.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Daqui para a meia noite ele desconversa e diz que foi mal enterpretado. Ainda estou esperando as provas das fraude da eleição de 2018 que ele mesmo ganhou e que nunca apareceu. Bolsonaro vive de picuinha, governar que é bom nada.

  2. O mundo tem conhecer quem está contrabandeando as riquesas da Amazônia, esses sim, verdadeiros destruidores da nossa floresta.

  3. Ôôô véi duro da gota serena.
    O véi é duro viu??
    Tem que revelar as ONGs presidente também, o que de fato elas realmente fazem na Amazônia legal.

    1. BG
      Essas ongs precisam serem investigadas a fundo. São vagabundos torrando MILHOES de reais e promovendo tudo que é de SABOTAGEM e CRIMES, inclusive ambientais.

    2. Comentar o fracasso do Bozo nas eleições o gado nao comenta e nem as rachadinhas.
      Muuuuuuuuuuuu

    1. Aproveita para divulgar também porque Queirozito depositou 21 chequitos na conta de. Michele . Ah Papai .

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