Em comunicado interno, PGR cita mais de 100 milhões de ataques virtuais

Em comunicado interno ao MPF, a Secretaria de Tecnologia da Informação da PGR disse que os ataques virtuais ao órgão são “mais comuns do que se imagina”, relata Mateus Coutinho na Crusoé.

Só em 2018, os sistemas do MPF foram alvo de mais de 10 milhões de ataques diretos, “sem contar os feitos por e-mail ou acesso por navegação web, que juntos superaram os 100 milhões”.

Reportagem completa abaixo:

Em comunicado interno, PGR cita mais de 100 milhões de ataques virtuais

O Antagonista

 

Sindicato cita “sugestão desrespeitosa” de ministro para que estudantes assumam serviços de limpeza e critica ideia da PM na segurança das instituições federais no RN

Nesta terça-feira(21), o Sindicato dos Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte emitiu nota que “rechaça sugestão desrespeitosa do Ministro da Educação”, segundo conta o deputado Rafael Motta, que estudantes da UFRN, IFRN e Ufersa assumam serviços de limpeza das salas de aula em meio ao impasse com terceirizados. A nota ainda critica a ideia de substituir a segurança patrimonial pela Polícia Militar.

Veja nota abaixo:

Como representante dos docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a Diretoria do ADURN-Sindicato tem mantido uma permanente vigilância sobre as ações do Governo Federal, que têm sido corriqueiramente pautadas por ataques despropositais contra o ensino superior.

Nessa segunda-feira (20) não foi diferente. Em reunião com deputados federais e senadores do Rio Grande do Norte, além de reitores de Instituições Federais de Ensino do estado, para discutir o contingenciamento do orçamento das instituições e apresentar o impacto da medida nas instituições, o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, trouxe uma ideia perigosa e uma sugestão desrespeitosa.

A ideia é substituir a segurança patrimonial pela Polícia Militar, o que demonstra, mais uma vez, a falta de conhecimento sobre o ordenamento jurídico que rege as universidades, posto que deslocar o policiamento para dentro das IFES é desconhecer que as mesmas já trabalham em parceria e complementaridade com as Polícias Militar e Federal, de acordo com a Legislação vigente.

Já a sugestão do gestor público, tornada pública pelo deputado federal Rafael Motta, é de que alunos da UFRN, IFRN e Ufersa assumam as atividades de funcionários terceirizados, como limpeza, segurança e manutenção. Consideramos tal “sugestão” absolutamente desrespeitosa, tanto com os funcionários terceirizados, considerados “materiais de descarte” sem importância quanto com os estudantes, que se tornam, aos olhos do Ministro, provedores de mão de obra gratuita, sobrecarregando sua formação.

Diante dessa ideia e dessa “sugestão”, a Diretoria do ADURN-SINDICATO se manifesta no sentido de rechaçar, de forma firme, esse posicionamento do gestor público, que tem se pautado por criar polêmicas irresponsáveis no momento em que estamos numa situação tensa.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. M.Vinícius disse:

    Nós brasileiros temos uma cultura equivocada quanto às nossas obrigações na condição de cidadão. A limpeza de ambientes das universidade não é responsabilidade dos alunos, porém, o vandalismo e a sujeira causada por determinados grupos de alunos exige um maior custo de manutenção. Quanto a segurança, concordo que dentro das instalações físicas é necessário um aparato privado, mas, na parte externa, áreas comuns, coletivas o estado deve tomar conta em 100%.

  2. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    É simples de entender, drogados e traficantes não querem a PM por perto.

  3. JOAO MARIA disse:

    CREIO QUE NÃO TEM NADA DEMAIS EM UM ALUNO LIMPAR ONDE ELES FICAM, APROVEITAM ENTRE UMA BAFORADA E OUTRA PARA FAZEREM ALGUMA COISA DE UTIL, PARABENS MINISTRO

  4. Bento disse:

    Quer dizer que é desrespeitoso o colaborador que executa a função de limpeza.
    Seria uma troca perfeita estuda de graça e paga com serviços prestados, aprendendo assim a.valorizar o trabalho. Guerra é guerra, em momento de crise tire o "s" todos devem ajudar,

  5. BarSemLona disse:

    O medo tá grande da PM entrar nesse "redutos federais"…
    Medo de q???????????????
    PTralhas sendo PTralhas…

Delação de um dos donos da Gol cita Henrique Alves

Um dos donos da companhia aérea Gol , o empresário Henrique Constantino assinou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e pela primeira vez admitiu pagamentos de propina em troca da liberação de financiamentos da Caixa Econômica Federal para suas empresas. A delação foi homologada pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal do DF, e traz acusações contra políticos do MDB, como o ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro Geddel Vieira Lima.

O empresário relatou relacionamento com esses políticos do MDB e contou ter participado de uma reunião com o então vice-presidente da República Michel Temer, em 2012, na qual houve a solicitação de R$ 10 milhões em troca da atuação dos emedebistas em favor dos financiamentos pleiteados pelo seu grupo empresarial na Caixa.

Após o início desse relacionamento, em junho de 2012 Constantino participou de uma reunião com Temer, o então deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) e o então deputado Henrique Eduardo Alves (MDB-RN). Todos os três foram presos por conta das investigações da Lava-Jato, mas Henrique Alves acabou solto posteriormente.

Veja mais: Dono da Gol assina delação premiada e acusa Temer, Cunha e Geddel

“Sobre a reunião em junho de 2012 em Brasília com Eduardo Cunha e Henrique Alves, informou ainda que se reuniu com eles e o então vice-presidente Michel Temer; que foi solicitado pelo grupo o valor de global de R$ 10 milhões em troca de atuação ilícita de membros do grupo em diversos negócios, como foi o caso da operação da Via Rondon com o FI-FGTS”, disse em seu depoimento.

Em outra referência a Temer, Constantino afirma que o ex-presidente foi citado por Funaro como integrante do grupo de influência que poderia atuar em favor do empresário, em troca de propina. “Funaro expôs o poder de influência que tinha junto com seu grupo no âmbito do governo federal e instituições diversas, como o Postalis”, afirmou. O operador financeiro, então, “mencionou o então deputado federal Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, líderes que, segundo Funaro, poderiam auxiliar o depoente em outros negócios de seu interesse, em troca de vantagens indevidas; que, da mesma forma mencionou Michel Temer como membro desse grupo”, disse no depoimento.

Com informações de O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Delano disse:

    Isso é uma delação seletiva, é perseguição política contra Henrique e Lula, dois inocentes. Kkkkkkk

  2. Ivan disse:

    Onde estão as provas??? Delações são apenas ilações que visam prejudicar politicamente os citados!!! #henriquelivre, #temerlivre, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…Eleição sem eles é golpe!!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    • willian disse:

      Ivan,
      Malas de dinheiro com 500 mil correndo pelas ruas de S. Paulo, bunker com 52 milhões de reais na Bahia, grampos telefônicos com o presidente dizendo a Joesley "tem que manter isso aí, viu?" , Trustes na Suíça da qual Cunha era beneficiário, Jatinhos com dinheiro vindo de Brasília ou Rio de Janeiro correndo com este pela Via Costeira, em Natal. Issso não são provas materiais incontestes??

    • Nelson disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Boa!

Renato Duque cita presidente do Flamengo em delação premiada

Renato Duque citou Rodolfo Landim em sua delação premiada. O ex-presidente da BR Distribuidora assumiu a presidência do Flamengo em 1º de janeiro.

Segundo Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, Landim teria recebido propina de um contrato de locação de edifício da BR em Salvador.

Ele também cita Paulo Tupinambá e Nelson Guitti.

O delator conta que Graça Foster, quando assumiu a BR Distribuidora, o procurou para tratar do imóvel. “Graça confidenciou ao declarante que acreditava que esse contrato teria envolvido o pagamento de propina, dado o seu valor desproporcional.”

Duque contou que sugeriu que ela fizesse uma auditoria, mas “Graça achou melhor não, porque Landim era ligado a Dilma e que ‘iria feder’ e insistiu para que o prédio fosse passado adiante”, no caso, para a Petrobras.

O Antagonista