Política

Luis Miranda diz à PF que Pazuello relatou pressão de Arthur Lira

Foto: Reprodução/O Globo

O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) relatou em depoimento à Polícia Federal, na semana passada, que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello disse a ele ter recebido pressão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para liberar recursos da pasta. O GLOBO obteve o vídeo da oitiva do parlamentar, ocasião em que ele conta também que Pazuello teria dito que havia “sacanagem” no ministério desde que ele assumiu.

O GLOBO procurou Lira e Pazuello, mas ainda não obteve respostas. Quando foi ouvido pela PF, o ex-ministro afirmou que não se lembrava do teor da conversa com Miranda.

A conversa entre Miranda e o ex-ministro teria ocorrido no dia 21 de março, um dia depois de o próprio Miranda e seu irmão, Luis Ricardo Miranda, que é servidor do Ministério da Saúde, terem levado ao presidente Jair Bolsonaro denúncias sobre a compra da vacina indiana Covaxin, cujo contrato foi suspenso em virtude das suspeitas de irregularidades. O depoimento de Miranda foi prestado num inquérito aberto para investigar se Bolsonaro prevaricou, ou seja, não tomou providências ao ser informado sobre as supostas ilegalidades na aquisição do imunizante.

— Eu disse: “Pazuello, tá tendo sacanagem no teu ministério. Tem que agir, mermão”. Aí ele falou: “Sacanagem tem desde que eu entrei”. Com aquele jeitão carioca dele. “Inclusive, ontem, eu (Miranda) fui no presidente e entreguei um negócio pra ele. É um absurdo. Se estiver acontecendo de verdade, é um absurdo você (Pazuello) precisa cuidar disso.”

Miranda continua o depoimento contando o que Pazuello teria respondido:

— O Pazuello olha pra mim e diz assim: “Deputado, posso falar a verdade? Eu passei seis horas andando de helicóptero com ele (Bolsonaro) e consegui dez minutos de atenção dele. Eu não consigo. Eu tenho coisas pra resolver com ele e, porra, no final do ano eu levei uma pressão tão grande que eu não sei exatamente como resolver. Uma pressão… um cara”.

Miranda relata então o que teria ouvido do ex-ministro da Saúde sobre Arthur Lira.

— (E eu perguntei) “Que cara? “O Arthur Lira, porra. O Arthur Lira colocou o dedo na minha cara e disse: ‘Eu vou te tirar dessa cadeira’, porque eu não quis liberar a grana pra listinha que ele me deu dos municípios que ele queria que recebesse. Ele bota o dedo na minha cara”.

Durante aquela semana, Bolsonaro foi pressionado por integrantes do Centrão a trocar o ministro da Saúde. O presidente bateu o martelo sobre a substituição em 14 de março, uma semana antes do dia em que Miranda teria conversado com Pazuello.

— O presidente sabe disso? — teria questionado então Luis Miranda, de acordo com seu relato à PF, a Pazuello. — “Lógico que o presidente sabe. Eu falei para o presidente”. Eu olhei para o Pazuello: “Você não tem noção do que tá falando, cara”. Ele falou: “Luis, Eu não duro. Nessa semana eu tô fora. Eles vão me tirar, cara. O cara falou que ia me tirar”

Discurso de despedida

Quando deixou a cadeira que ocupava na Esplanada, Pazuello fez um discurso de despedida para os servidores da pasta e falou que havia autoridades interessadas em “pixulé”, o que seria um termo para designar vantagem indevida.

Mais Caso Covaxin: à PF, servidor da Saúde confirma pressão para liberar Covaxin e diz que levou detalhes do caso a Bolsonaro

O depoimento de Miranda à PF contém uma contradição em relação às datas dos fatos ocorridos. Miranda narra que Pazuello teria confirmado que o tal relato sobre “pixulé” se referia à pressão de Arthur Lira por verbas. Mas a despedida de Pazuello, quando ele citou o termo, ocorreu no 24 de março, portanto, depois da data da conversa entre o deputado e o ex-ministro.

— Ah… Isso então é aquele desabafo do pixulé? E ele: “É… Pô… É aquela história lá que eu falei, o tal do pixulé”.

Depois, Pazuello teria desabafado sobre sua gestão à frente da pasta.

— “Você tem noção, Luis, o que nós fizemos pelo Brasil?” (perguntou Pazuello). E ele começou a contar toda uma história que ele materializou com mensagens que ele enviou depois. “Nós tentamos comprar EPI (materia de proteção sanitária), não deixaram. Tentamos importar vacina antecipada e não deixaram. Tentei fazer contrato, mandaram cancelar o contrato”, narrando um caso que aconteceu lá atrás, que o próprio Palácio mandou ele cancelar o contrato. Que ele tinha agido antecipadamente. “E as bombas vieram tudo pra cima de mim. Todo mundo fala, o ministro da Saúde está errando. Cara, eu não consigo fazer. Eu tento fazer, e nego me barra”.

Luis Miranda deu detalhes também sobre uma conversa que teve com o presidente, fato que motivou seu convite a depor à Polícia Federal. Bolsonaro é investigado por prevaricação pela suspeita de que não teria levado adiante as denúncias ouvidas naquele dia, em 20 de março. Miranda e seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, responsável pelo departamento de importação, encontraram o presidente no Palácio da Alvorada.

Eles mostraram a Bolsonaro que a Precisa Medicamentos, empresa responsável pela Covaxin, é dos mesmos sócios da Global Saúde, empresa que recebeu R$ 20 milhões do governo por remédios para doenças raras em 2017 e não entregou o produto. Ricardo Barros (PP-PR), então ministro da Saúde e hoje líder do governo na Câmara dos Deputados, é réu pelo caso em uma ação de improbidade administrativa. Luis Ricardo deu depoimento ao Ministério Público Federal (MPF) afirmando que houve pressão pela Global Saúde naquela época.

— Mas aí o presidente fala assim: “Entendi, entendi tudo, isso é muito grave. Então essa empresa… Como é que veio esse caso?”. Aí meu irmão explica que, no caso da Global, a empresa ganhou a licitação, recebeu R$ 20 milhões nossos e não entregou os medicamentos. Ele (Bolsonaro): “É a mesma empresa?”. Ele (Ricardo) falou “é o mesmo grupo econômico, são os mesmos sócios” — relatou Luis Miranda à Polícia Federal.

O presidente então perguntou ao servidor quem ele “suspeita que poderia estar envolvido nisso”, segundo o relato do deputado Luis Miranda.

— Aí o presidente fala “então deixa eu te fazer uma pergunta melhor: quem está te dando pressão?”. Aí o meu irmão conta, Coronel Pires (funcionário do Ministério da Saúde), o presidente anota, o (ex-diretor de Logística do ministério) Roberto Dias, e ele fala mais o nome de duas pessoas que ligavam lá, fala que o empresário ligou para ele. Aí o presidente fala assim: “Esses caras querem me foder, esses caras do Centrão querem foder com a minha vida. Só pode. Não acredito. Mais uma dor de cabeça dessa para mim”.

Às 23h de sexta-feira, 19 de março, um dia antes do encontro com Bolsonaro, Luis Miranda conta ter recebido a ligação de Coronel Pires. Miranda disse à PF que Pires colocou seu irmão para falar com um “empresário”. À CPI da Covid, Luis Ricardo disse que o empresário em questão seria Francisco Maximiano, presidente da Precisa Medicamentos, a empresa que representava o laboratório responsável pela fabricação da Covaxin.

— E aí ele (Bolsonaro) falou assim: “O empresário te ligou?”. “Ligou para mim”. Porque ele (Ricardo) afirma que o empresário teria ligado para ele. O presidente disse assim: “Isso é grave”.

Envolvimento de Ricardo Barros

Luis Miranda reitera também que seu irmão, Luis Ricardo, já tinha tido acesso ao recibo (“invoice”) de importação da Covaxin antes de falar com o presidente, ao contrário das alegações de representantes da Precisa Medicamentos de que os documentos foram enviados depois. Mas diz que, na conversa, eles se ativeram a outros detalhes, como o histórico da empresa com o caso dos medicamentos para doenças raras.

— Porque o meu irmão focou em falar para o presidente do histórico da empresa, ele era testemunha desses problemas e conhecia muito profundamente o caso. E o presidente não olha para mais nada, olha para as matérias, bate o olho na matéria (do jornal “O Estado de S. Paulo”, que tem foto do Ricardo Barros em destaque).

Segue Miranda:

— O presidente bate o olho na matéria e diz assim ‘Esse cara de novo? Vocês sabem me dizer se ele está envolvido nesse procedimento, nesse caso?”. As palavras do presidente nesse sentido, perguntando se a gente sabia alguma coisa do Ricardo Barros. E a gente fala assim, desculpa, presidente, a gente não tem nomes de pessoas para lhe dar.

E conclui:

— O que a gente tem é: o procedimento está em desconforme com o que normalmente ocorre. E pior, meu irmão relatou que está sofrendo pressão. Daí ele pergunta “que tipo de pressão?”. Aí eu fale:i “23h da noite um coronel perguntando se podia atender empresário”.

Gravação da conversa

Luis Miranda reitera ainda à Polícia Federal que não gravou a conversa com o presidente e diz não saber se seu irmão teria gravado.

— O senhor gravou a conversa? —, questiona o delegado.

— (Risos.) Eu já disse isso na CPI, eu jamais gravaria o presidente. Naquele momento eu estou na presença de alguém que eu confio nele. Eu fui levar a ele algo que não satisfeito em ter denunciado à PF, eu achava que era a pessoa mais importante a ficar sabendo daquilo.

— O senhor não gravou? Pediu para o seu irmão gravar?

— De jeito nenhum.

O delegado insiste ainda para saber se um dos teria teria “algum áudio” ou “alguma mídia” da conversa e o deputado responde que não. Ao fim do depoimento, o próprio Miranda pergunta ao delegado se existe ou não uma gravação da conversa.

— Existe esse negócio? Você pode falar pra mim agora? Se quiser desligar. Existe essa gravação? — pergunta Miranda ao delegado.

— Que eu saiba, não — responde.

O Globo

 

 

Opinião dos leitores

  1. É muito lero, um marginal desses solta uma conversa mal contada, sem provas e ficam querendo fazer onda em cima disso. Tem que apurar, ele vai ter que provar o que disse e deixa torar no lombo de quem esticar errado, ele inclusive.

    1. Se Bozo não desmentiu é porque é verdade e ele tem o rabo preso.

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Polícia

NEM BACKUP GUARDADO: Irmão do deputado Luís Miranda diz à PF que trocou celular e não tem conversas sobre suposta pressão no caso Covaxin

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo

Em depoimento à Polícia Federal, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda afirmou que não guardou o backup com as conversas que mostram que ele foi pressionado por superiores pela compra da vacina indiana Covaxin. O servidor disse que trocou o seu celular e que não salvou os arquivos originais do antigo aparelho. Luís Ricardo foi ouvido na quarta-feira passada, no inquérito que apura as negociações do imunizante pelo governo federal.

Na oitiva, ele disse que fez os “prints” (fotos digitais) das mensagens e que encaminhou todo o material ao seu irmão, o deputado federal Luís Miranda (DEM-DF). Esses prints também não foram entregues por ele à PF. A coluna apurou que a troca do aparelho foi feita depois de março, mês em que as suspeitas envolvendo a vacina indiana foram levadas ao presidente Bolsonaro. A informação surpreendeu os investigadores, que consideraram estranha a mudança do aparelho em meio ao caso, com o agravante de os arquivos originais, considerados provas importantes, não terem sido guardados pelo servidor. Decisões recentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) têm considerado que prints de WhatsApp, sem acesso aos arquivos originais, não podem ser considerados como provas válidas.

No mesmo depoimento, como revelou O GLOBO, Luís Ricardo afirmou que não gravou a conversa mantida com Bolsonaro a respeito de suspeitas de irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin.

No fim de junho, os irmãos Miranda mostraram, em depoimento na CPI da Covid, mensagens recebidas pelo servidor de seus superiores na pasta da Saúde. Elas foram apontadas por Luís Ricardo como pressões que teria sofrido apara agilizar a negociação da vacina Covaxin. As mensagens envolvem diretamente o coronel Marcelo Bento Pires, que trabalhava como assessor da Secretaria-Executiva do ministério, e Roberto Dias, diretor do Departamento de Logística demitido após o escândalo vir à tona. Também foram exibidas várias conversas entre o servidor com o seu irmão, o deputado federal Luís Miranda, com relatos sobre pressões relacionadas ao imunizante indiano.

Procurado por meio da assessoria de imprensa do deputado Luís Miranda, o servidor Luís Ricardo não retornou. Já o parlamentar entrou em contato com a coluna e confirmou que seu irmão não fez o backup das mensagens. Luís Miranda afirma, no entanto, que tem todos os prints das conversas e que essas também serão confirmadas se a PF periciar os telefones dos ex-superiores de seu irmão.

– Perguntaram na PF se ele tinha o backup das conversas e meu irmão informou que não tinha. Ele troca de aparelho há anos e nunca fez esse procedimento. Ele já tinha feito os prints das conversas e enviou todo material para mim. Se a PF me pedir, entrego tudo. A CPI já tem tudo. Eles também podem periciar o celular do Roberto Dias e comprovar que o que meu irmão diz é a verdade. Eu tenho tudo guardado. Meu irmão, por ser funcionário público, não tem essa visão. Para ele, os prints já eram suficientes – afirmou o deputado.

Questionado quando o servidor mudou de aparelho, Luís Miranda afirmou que acredita que foi no mês de abril. O parlamentar também levantou suspeitas sobre como a PF vem conduzindo a investigação do caso Covaxin e disse que vai acionar o Supremo Tribunal Federal para entender a dinâmica do inquérito.

– Meu irmão saiu da PF sem cópia de seu depoimento, com o argumento de que era sigiloso. Agora, vemos algumas informações surgirem e com questionamentos dúbios. Não temos problemas com a publicidade dos fatos, tudo que ele falou aos policiais falou na CPI. – disse o parlamentar.

O depoimento do deputado Luís Miranda à PF acontecerá nas próximas semanas.

Bela Megale – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Com dados importantes no celular ele trocou de celular e não salvou os dados do celular antigo!!! Este cara é de qual planeta? Será que ele pensa que tem otário para acreditar nele.
    A invoice que ele disse ter levado ao conhecimento do presidente no dia 20 foi enviada no dia 22 pela precisa, conforme relato da diretora.
    O próprio Luiz Miranda já falou que nunca existiu uma gravação. Esses prints de mensagens não provam nada, são só narrativas.
    Aguardem novas fakes das midiaslixo para comentarem, esquerdopatas.

  2. Nada é mais sério neste país. O deputado afirma ter todos os prints da conversa. É só pegar os prints e confirmar com os celulares das pessoas envolvidas, isso caso o interesse fosse descobrir a verdade, mas nesse governo o que importa é a narrativa para os bichos de chifres. Daí o vazamento para servir de manchetes e o doidivano sair cagando nas redes. Já estão querendo transformar o Randolfe em um comprador de vacina. Olha a lógica. Quem compra vacina é o governo, que é quem tem o cofre, a chave é o dinheiro, não o senado. Para influenciar, políticos precisam estar em conchavo com membros do executivo. A pergunta que os bichos de chifres deveriam fazer: o governo bolsonaro compraria vacina para o Randolfe? Portanto, o Randolfe não poderia fazer parte da quadrilha que quer roubar dinheiro da vacina, mesmo que quisesse.

  3. Arrocha esses mirandas, bota furando meu lord.
    Mito ate 2026.
    Xau ladrão de nove dedos!

  4. Tá na hora de acabar com esse circo de bandidos. Bandidos investigando bandidos. O senado e o STF de braços cruzados pra uma barbaridade dessas.

  5. Os vagabundos inventam suas narrativas mentirosas (e criminosas) tentando atingir o presidente e sempre contando com a ajuda e proteção do STF. Está óbvio que essa Corte virou departamento jurídico auxiliar da oposição ao presidente. Uma vergonha!

  6. Pensei que o vei (falso mesias) fosse arrochado kkkkk. Quanto mais o negócio aperta ele se entope nas feses kkkkkkk. Não era para menos… 30 anos mamando nas tetas, inclusive com nepotismo e inclusão filhos na política.

  7. Cpi do circo isso dai. Catapulta de bandido p holofote nacional, só serve p isso msm. Pode mandar fechar esse troço

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Política

Exército deve sinalizar a Bolsonaro que pressão da opinião pública não afetará processo de Pazuello

Foto: CNN Brasil

Em viagem ao Amazonas nesta quinta-feira (27), o comandante do Exército, Paulo Sérgio Nogueira, deve discutir com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) o procedimento disciplinar de defesa aberto contra o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello.

Segundo assessores do governo, na conversa, que deve ter a participação do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, a intenção do comandante será a de detalhar que o general da ativa terá direito a ampla defesa, em uma apuração não contaminada por pressões da opinião pública.

A objetivo do comandante é também mostrar ao presidente que o procedimento disciplinar é um processo administrativo normal e necessário. E que tem um caráter educativo, servindo de exemplo para os demais militares da ativa.

No início desta semana, o Exército instituiu o procedimento disciplinar após Pazuello ter discursado em um carro de som, no último domingo (23), ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Como general da ativa, o ex-ministro da Saúde só poderia participar da manifestação com autorização do comando do exército, o que não ocorreu. A investigação avalia se houve descumprimento o Regulamento Disciplinar do Exército, que prevê punição caso “manifeste-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária”.

Pazuello foi notificado pelo Exército ainda na noite de segunda-feira (24) sobre a abertura da apuração. No mesmo dia, como mostrou a CNN, Nogueira sinalizou a Braga Netto que respeitaria o trâmite regimental e não aceleraria o processo de defesa. Hoje, a tendência é de que Pazuello receba a punição mais branda, como advertência. Ele, no entanto, deve ser aconselhado a antecipar a sua passagem para a reserva.

A previsão inicial era que o ex-ministro da Saúde fizesse a transição apenas no próximo ano. O general da ativa, no entanto, tem indicado que não pretende antecipar a sua passagem e, em sua defesa, tem argumentado que, apesar de ter comparecido a uma manifestação, não encampou um discurso político quando foi chamado ao carro de som.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. É SO O COMANDANTE DO EXÉRCITO EVOCAR O EXCESSO DE PESO PARA COLOCAR ESSA BALEIA NA RESERVA KKKKKK. COMO DANADO É QUE UM GORDUCHO DESSE PODE COMANDAR UM EXÉRCITO NA GUERRA. DEVERIA TER UMA LEI QUE AFASTASSE IMEDIATAMENTE GENERAL BOLHUDO. SE TRANSFORMOU EM UM SARGENTO GARCIA FORA!!!!!!

  2. Antagonista, Veja, CNN, Uol, Isto é, Poder 360 só era legal quando atacava Lula e Dilma. Agora não é mais.

  3. CNN quanta credibilidade, não se espelhem nesses lixos de extrema esquerda, não vai dar em nada essa pressão toda para punir mais um mito que apareceu, Bolsonaro é o chefe supremo das forças armadas e ponto final.

    1. Vc tá falando igual a um petista de sinal invertido kkkkk. O petista diria que a CNN eh facista ! O MINTOmaníaco eh comandante supremo das forças armadas mas nem ele nem o general Pezadello estão acima da lei ! Sei que vc está louco pra que Bolsonaro faça igual a Hugo Chavez mas o capitão bunda suja ainda não conseguiu comprar nem cooptar as forças armadas por aqui…

  4. Podem observar que matérias que têm em sua origem, Antagonista, Veja, CNN, Uol, Isto é, Poder 360 e seus pares, são feitas apenas para atacar o atual governo, nem sei porque esse blog aposta sua credibilidade nesse tipo de mídia.

    1. Todos estes . ..? Ate o the Guardian,o esquerdista le monde ou o de direita le Figaró,sera que toda a unanimidade é burra…?

  5. Não sei quem eh mais cagão: o general que covarde que não assume nada que fez ou o capitão MINTOmaníaco que foi “otorizado” pelos bolsopetistas a decretar que os governadores não poderão exercer o poder concedido pela lei que ele mesmo sancionou!

    1. Esse Manoel F continua vomitando comentários irresponsáveis para idolatrar seu corrupto de estimação? Morre de medo do Capitão, se ficar de frente com Pazuello vai se borrar. Todo final de semana ele vive um pesadelo com Bolsonaro nas ruas sendo festejado pelo povo.
      Sua revolta é tão grande que nem percebe o papel ridículo que vem fazendo, com essas opiniões sem qualificação e tão falsas e fracas quanto sua colocações. É tão deslocado que nem digno de pena é!

    2. Paulão Marreta!!!!!!
      Chore não homi 🥲🥲🥲kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Muuuuuuuuuuuuuuuuuu

    3. Paulão (precisa mesmo se afirmar até no pseudônimo eh?), reafirmo: o general e o capitão são dois cagões! Eu não tenho pesadelo nenhum já q não tenho a família investigada por rachadinha! Antes de falar o que não sabe, vá ler a lei que autoriza as medidas sanitárias…Entre eu e vc, o único que tem CORRUPTO das rachadinhas de estimação aqui eh vc! Deixe de ser retardado e achar q sou esquerdista ! Mude o argumento ridículo abestado!

    4. Pois é, Paulão. Tem um balaio de pseudônimos por aqui que escrevem apenas para a corja de convertidos defensores de corruptos. Esses babacas não acrescentam nada ao debate e resumem suas postagens a grosserias e molecagens. E pensam que as pessoas decentes darão importância a suas asneiras.

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Judiciário

Pressão militar contra Judiciário é intolerável e inaceitável, diz Fachin

FELLIPE SAMPAIO /SCO/STF

O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), rechaçou afirmações do ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, e afirmou ser “intolerável e inaceitável” qualquer forma de pressão sobre o Poder Judiciário.

“Anoto ser intolerável e inaceitável qualquer forma ou modo de pressão injurídica sobre o Poder Judiciário. A declaração de tal intuito, se confirmado, é gravíssima e atenta contra a ordem constitucional. E ao Supremo Tribunal Federal compete a guarda da Constituição”, afirmou Fachin.

A nota divulgada pelo ministro do STF se refere a uma publicação de Villas Bôas, que criticou a atuação da Suprema Corte dias antes de um julgamento de habeas corpus que buscava evitar a prisão do ex-presidente Lula.

O caso foi revelado pelo jornal ‘Folha de S. Paulo’ neste domingo (14). A reportagem informa que ao menos três ministros do presidente Jair Bolsonaro souberam da publicação na época: Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Fernando Azevedo (Defesa) e Walter Braga Netto (Casa Civil).

Em 3 de abril de 2018, Villas Bôas publicou em sua rede social que assegurava à nação brasileira que o Exército compartilhava dos anseios de todos os ‘cidadãos de bem’ e que ‘se mantém atento às missões institucionais’.

Foto: Reprodução/Twitter

A nota foi divulgada antes do julgamento, que iria ocorrer no dia seguinte, pelo STF, do habeas corpus que pouparia Lula, que seria preso no dia 07 de abril. No caso, Fachin era o relator da medida.

O ministro do STF disse que as Forças Armadas, como explicita o artigo 142 da Constituição, “são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

“Por derradeiro, registro que o julgamento daquele HC foi suplantando pela apreciação colegiada posterior do Tribunal Pleno das ADCs 43, 44 e 54, em exame que, no entender expresso desta relatoria, deveria ter antecedido o julgamento da impetração. Fiz constar explicitamente no despacho de então que “como é notório, pende de julgamento o mérito das ADCs 43 e 44, da relatoria do Ministro Marco Aurélio, cuja tema precede, abarca e coincide com a matéria de fundo versada no presente writ”, acrescentou.

Golpe nos Estados Unidos

Fachin mencionou, ainda, a tentativa de golpe ocorrida nos Estados Unidos. Militantes insuflados pelo então presidente Donald Trump marcharam rumo ao Congresso e invadiram a sessão que iria confirmar a vitória nas urnas pelo democrata Joe Biden. Na ocasião, cinco pessoas morreram.

“Frustrou-se o golpe desferido nos Estados Unidos da América do Norte contra o Capitólio pela postura exemplar das Forças Armadas dentro da legalidade constitucional. A grandeza da tarefa, o sadio orgulho na preservação da ordem democrática e do respeito à Constituição não toleram violações ao Estado de Direito democrático”, disse Fachin.

R7

 

Opinião dos leitores

  1. Inaceitável é abrir as portas das cadeias pra gente que não tem condições de viver em sociedade.
    Já devem estarem apavorando aqui fora, e vcs no conforto de suas casas rodeadas de seguranças pago com o nosso dinheiro.
    FDP…

  2. O general é réu confesso. O nome da instituição cada vez mais na lama por conta de uns milicos incompetentes.
    O ministro da saúde tá ai como exemplo dessa tragédia.

  3. Vai comer suas lagostas e tomar vinhos premiados, tudo comprado com dinheiro público, seu Zé Roela.

  4. Esse aí Roberto Jeferson chamou de que mesmo? Ele tomou alguma providência? Homi sinceramente tá tudo dominado!

  5. Como guardião da Carta Magna o STF tem todas as prerrogativas como poder constituído, mas a sua composição hoje tem se posicionado de forma sistemática não só como julgadores, mas também como políticos é só pesquisar nas redes sociais é constatar que algumas decisões em julgamentos foram tomadas tendo como base a política partidária e com destaques para os nomes das partes envolvidas nas contendas, inclusive são os principais ingredientes para instrumentalizar as suas posições.
    O que incomada eles é exatamente o contra ponto de outras autoridades a determinadas altitudes da Corte que tem feito intervenções e praticado invasões as prerrogativas dos outros poderes em especial o Executivo que até para abrir a cortina do Palácio fora do horário esta passivo de ter que se justificar perante a Corte Mor.
    Agora como Deuses intocáveis estão incomodados por opiniões externas , imagine o povo que tem visto cada dia que eles querem a tudo custo serem os três poderes de forma generalizada e por imposição.

  6. Intolerável é soltar André do Rap, um dos maiores traficantes do PCC.
    Intolerável é soltar centenas de políticos envolvidos em Corrupção.
    Intolerável é Ministros se comportarem como comentaristas.

  7. Rapaz!!
    O cabo ja deveria ter fechado esse STF a muito tempo.
    Isso custa muito caro pra nós contribuinte brasileiro.
    Tem que da limites a esses caras.
    Parecem Ditadores, não tem nenhum com votos, não se elegem a vereador.
    Nenhum.!!!

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Judiciário

TCU dá 10 dias para Manaus responder se foi pressionada pelo Ministério da Saúde a usar cloroquina

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Benjamin Zymler deu 10 dias para a Secretaria de Saúde de Manaus responder se foi pressionado pelo Ministério da Saúde a tratar pacientes com Covid-19 com os remédios cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina.

Os três remédios são ineficazes para o combate à doença, de acordo com estudos científicos realizados no Brasil e no exterior. No entanto, desde o início da pandemia o presidente Jair Bolsonaro insiste no tratamento com os medicamentos.

O Ministério da Saúde adquiriu comprimidos de cloroquina e hidroxicloroquina e produziu um protocolo em que recomenda no SUS o uso dos remédios para tratar a Covid-19.

No despacho, Zymler faz menção a uma visita de uma força-tarefa do Ministério da Saúde a Manaus, no início de janeiro, quando a cidade já registrava disparada nos casos de Covid-19. Dias depois, o sistema de saúde de Manaus entrou em colapso.

“Informe se houve algum tipo de pressão por parte dos membros da força-tarefa do Ministério da Saúde quando da visita feita no dia 11/1/2021, para que essa unidade de saúde difundisse a utilização de medicamentos como cloroquina, hidroxicloroquina e/ou ivermectina no tratamento precoce dos pacientes com Covid-19 nesse município”, escreveu o ministro.

Zymler tomou a decisão com base em pedido do Ministério Público de Contas. O MP de Contas também queria que o TCU determinasse que o Ministério da Saúde parasse de ordenar o uso dos medicamentos.

O ministro não acatou essa parte do pedido e argumentou que, no momento, não há comprovação de que a pasta esteja obrigando o uso dos medicamentos sem eficácia.

No fim de janeiro, Zymler escreveu em despacho que a cloroquina só poderia ser fornecida pelo SUS no tratamento à Covid-19 se houvesse autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou de autoridades sanitárias estrangeiras, o que não ocorreu.

G1

Opinião dos leitores

  1. O TCU é responsável pela fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial dos órgãos e entidades públicas do país quanto à legalidade, legitimidade e economicidade. O que tem pra o TCU se meter nisso? No Brasil se cada um fizesse seu papel e esquecesse a política as coisas andariam melhor. Os Tribunais de Contas são execráveis, formado por membros com interesses escusos, é um órgão que apura, instrui, denuncia e julga. Tem cabimento?

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Judiciário

Barroso: pressão fez ministros do STF mudarem voto sobre a prisão em segunda instância

Foto: Reprodução

No livro recém-lançado “Sem data venia: um olhar sobre o Brasil e o mundo”, o ministro Luís Roberto Barroso diz que dois colegas de Supremo Tribunal Federal (STF) que antes haviam votado pela prisão de condenados em segunda instância cederam à pressão “dos que pretendem que tudo permaneça como sempre foi”.

Embora não tenha mencionado os nomes, o placar no STF foi alterado no fim do ano passado, barrando a detenção após sentença de segundo grau, porque Gilmar Mendes e Dias Toffoli mudaram o entendimento que já tinham manifestado em julgamento anterior sobre o assunto.

Se antes tinham votado pelas penas antecipadas, em 2019 mudaram de ideia e votaram pela possibilidade de condenados aguardarem em liberdade até o trânsito em julgado — ou seja, até que o último recurso seja analisado nos tribunais. Em 2016, ambos haviam votado pela prisão depois de condenação por tribunal de segunda instância.

“A mais importante alteração (trazida pelo STF), sem dúvida, foi a possibilidade de execução de decisões penais condenatórias após o julgamento em segundo grau, fechando a porta pela qual processos criminais se eternizavam até a prescrição, dando salvo-conduto aos ladrões de casaca. Essa mudança, todavia, não duraria muito, justamente por haver se revelado extremamente eficaz”, escreveu Barroso.

Segundo o ministro, “a corrupção contra-atacou com todas as suas forças e aliados, até conseguir desfazer a medida. Ressalve-se, com o respeito devido e merecido, o ponto de vista legítimo de quem entende que a Constituição impõe que se aguarde até o último recurso”.

Ainda no livro, Barroso afirmou que, em seguida, veio “a revanche dos que pretendem que tudo permaneça como sempre foi”. Ele conta que “a articulação para derrubar a possibilidade de execução das condenações criminais após a segunda instância foi o momento mais contundente da reação, logrando obter a mudança de posição de dois ministros do Supremo Tribunal Federal que, antes, haviam sido enfaticamente favoráveis à medida”.

A obra fala de temas que passaram pelo Supremo, como as decisões recentes no sentido de que o governo federal, os estaduais e as prefeituras têm atribuições no enfrentamento da Covid-19.

Segundo o ministro, a pandemia trouxe uma dimensão política que “se manifesta em uma enorme falta de liderança e coordenação no seu enfrentamento no Brasil”. Ele afirma que “União, estados e municípios não foram capazes de construir uma estratégia harmônica, inclusive e sobretudo porque, no plano federal, ignoravam-se as recomendações da ciência e da medicina”.

Matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. Pelo menos a pressão foi para que a literalidade da constituição fosse aplicada. Se são a favores da prisão em segunda instância não tem problema. No entanto, para aplicar prisão em segunda instância primeiro é necessário alterar o texto constitucional.

  2. A Turma do Lula livre exerceram pressão com força, só pode. Pois era ele o bola da vez para ir em cana. É por isso um dos mas interessado.

    1. Junto com Lula, Bozo é o maior defensor do fim da prisão em segunda instância. Seus filhos estão enrolados até o talo. Mas o gado só enxerga o curral vizinho.

    1. Ô problema é que no senado também estão os grandes interessados nessa mudança. Foram eles mesmos que fizeram a pressão. Ademais, mudança de posição de ministro apesar de revelar muito da sordidez de seu caráter, não é crime. Nesse barco a grande maioria rema pra um só lado, seja deputado, senador, ministro, presidente e filhos, ex-presidentes e cúmplices, de direita, esquerda, de cima e de baixo. Me diga: quem é a favor da prisão em segunda instância ?

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Saúde

COVID-19: Comitê científico confirma taxa de transmissibilidade em queda e aponta redução da pressão sobre leitos de UTI no RN

O comitê científico de enfrentamento à pandemia da Covid-19 no Rio Grande do Norte, em coletiva no fim da manhã desta segunda-feira(29),  afirma que há redução na pressão sobre leitos de UTI no estado. Conforme noticiado nos últimos dias, a taxa de transmissibilidade da doença também surge como notícia positiva, confirmando diminuição.

“Já está consolidado que a taxa de transmissibilidade está caindo de maneira gradual, o que é do curso da pandemia. Esse dado já se consolida há mais de 15 dias e o comitê científico já entende como um dado seguro”, revelou o professor Ricardo Valetim, integrante do comitê e coordenador do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais) da UFRN.

Segundo o coordenador do Lais, há ainda uma pressão por ocupação de leitos e UTI. Porém durante seis dias consecutivos foi registrada uma redução na solicitação por novas vagas nesses leitos críticos.

“Porém, isso não é algo que permita que a sociedade se descuide e relaxe o isolamento social. Pelo contrário: se nós quisermos voltar a uma normalidade, é preciso a colaboração de todos de maneira solidária, setor produtivo, escolas, sociedade, governo. Todo mundo se mantendo ainda vigilante com relação à questão da pandemia, que ainda continua bastante agressiva”, alertou.

O Rio Grande do Norte registra neste momento 994 óbitos, e ainda tem 161 sob investigação.

 

Opinião dos leitores

  1. UTI é o último estágio do sistema de saúde. É interessante ver se a diminuição também ocorre na atenção básica. Pelo o que vejo nas unidades de saúde da Zona Norte isso ainda não chegou no pico.

  2. Tem muito cientista famoso que vai ter que pedir desculpa pelo terror que espalhou !!
    Ou por incompetência ou por interesses …….
    Eita vírus para expor o caráter das pessoas.

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Saúde

COVID-19: Monitoramento de pesquisadores da UFRN revela queda na pressão das UPAs nos últimos dias

(Foto: Reprodução)

A pressão nas Unidades de Pronto Atendimento(UPAs) no Rio Grande do Norte nos últimos dias, nesses tempos de pandemia, começou a cair. O cenário de esperança surge após um registro de operação que chegou a 220% acima da capacidade projetada
ao suporte a Covid-19. A notícia é destaque na Tribuna do Norte.

De acordo com a reportagem, o novo cenário vem da avaliação das demandas por solicitações de regulação que partem das UPAs do RN feita pela equipe de pesquisadores da UFRN. Diante disso, a queda da pressão nas unidades deve refletor na diminuição dos internamentos e demandas por leitos de UTI e UCI nos próximos dias. A avaliação destaca que o pico na taxa das solicitações diárias nas UPAs foi registrado em 21 de junho. Desde então, esse número caiu de forma brusca.

A reportagem ainda esclarece que, diante do quadro, os pesquisadores chamam a atenção para que o indicador de redução em UPAs seja acompanhado com a taxa de ocupação de leitos de UTI e a taxa de transmissibilidade R(t) nos próximos dias, para um entendimento do nível de controle da epidemia no Estado.

Opinião dos leitores

  1. O Estado do RN poderia aprender com as experiências de Madri (Capital da Espanha), Porto Feliz/SP e Pará/PA, onde foram aplicados os protocolos que salvaram milhares de vidas, impedindo a proliferação do vírus, fazendo com que caísse vertiginosamente o número de internamentos. Com isso, evitaram o colapso do sistema de saúde.

  2. Não entendo como são feitas esses contas, pessoas estão morrendo por falta de leito de UTI, o número de contaminados e internamento aumentam cada vez mais no estado, e o pico esta diminuindo quem pode explicar essas contas? O Bruno? Não confio nos números dos gestores públicos.

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Esporte

CLIMA TENSO NO RIO: Caso o Vasco seja eliminado para o ABC na Copa do Brasil, Abel Braga poderá deixar o clube

O Péssimo desempenho da equipe em dois meses do ano de 2020, faz o jogo de quinta ser decisivo para o Vasco e para o técnico Abel. Resultado ruim pode acarretar demissão da comissão e mudança de planos. Direção do clube se mantém em silêncio e não confirma intenção de maiores modificações. Lateral-direito pode reaparecer no grupo e afastados devem ser chamados para o acordo. Vasco pega segundo maior artilheiro da temporada no jogo da Copa do Brasil e clube espera liberação de verba ainda esta semana para pagar jogadores e funcionários.

https://www.youtube.com/watch?v=oqknZRgOoaY&feature=emb_logo

NetVasco, via Youtube Atenção Vascaínos

Opinião dos leitores

  1. Podem esperar maracutaias de todos os tipos, o vasco não vai deixar a vaga escorrer entre seus dedos passivamente… já ROUBARAM o ABC mais de uma vez em são januário… veremos no maraca!!!

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Política

Garibaldi Alves passa mal em evento da Fiern, mas é socorrido por deputado e passa bem

O senador Garibaldi Alves Filho passou mal agora a noite durante um evento da Federação da Indústria do Rio Grande do Norte (Fiern) com a presença do senador presidenciável Álvaro Dias.

Ele sentiu uma tontura, provocado por uma queda de pressão e passou mal. Ele foi socorrido pelo deputado federal Antônio Jácome, que é médico por formação, e já passa bem.

Ele saiu do evento após se sentir melhor e já concedeu até entrevistas. Ele deve repousar o resto da noite em casa com a família.

Opinião dos leitores

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Saúde

Lei obriga aferição gratuita da pressão nas farmácias

O Diário Oficial do Município trouxe na edição desta terça-feira (22) a promulgação da Câmara Municipal de Natal da Lei 474/2017 que dispõe sobre a obrigatoriedade da realização da medição de pressão a ser realizada pelos farmacêuticos nas farmácias do município de Natal.

De acordo com a matéria, a prestação do serviço de medição e monitoramento da pressão arterial não poderá ter a cobrança de nenhuma taxa ou pecúnia a título oneroso por parte da farmácia em relação ao cidadão do município do Natal e, em caso de cobrança de qualquer taxa ou título oneroso por parte da farmácia, será cobrada multa de 20% sobre o índice de IPCA.
A medição de pressão é uma maneira de saber se a pessoa tem problemas cardiovasculares, e a correta aferição da pressão arterial é a forma mais segura de saber como andam os níveis de pressão arterial de um indivíduo. A lei garante ao cidadão a facilidade de medir a pressão.

“Se você precisa controlar sua pressão arterial regularmente, mas não tem material específico para isto em casa, a medição pode ser feita em farmácias e drogarias, por um profissional capacitado, de forma simples e ágil”, garantiu a vereadora Ana Paula.

Opinião dos leitores

  1. Simples assim????
    Mais um exemplo do costume dos nossos políticos de fazer caridade com o dinheiro dos outros.
    Obrigar as farmácias a assumir a responsabilidade de medir a pressão arterial da população.
    E os custos diretos e indiretos envolvidos, como a compra e manutenção dos aparelhos de medição e os salários dos farmaceuticos?
    Não é obrigação das farmácias fazer esse papel.
    Se a nobre vereadora está tão preocupada com a saúde da população, porque não propõe usar as polpudas verbas da Câmara Municipal para montar uma estrutura para uso da população?

  2. O Estado obrigando empreendimentos privados a prestar serviços "gratuitos", como se isso fosse possível. Se alguém não irá pagar pelo serviço que utiliza é porque alguém irá pagar pelo serviço mesmo sem fazer uso dele. O estado de insanidade deste país parece não ter fim.

  3. Daquelas leis fadadas ao fracasso. Seu destino é o arquivo morto da inaplicabilidade. Viva a produção legislativa do parlamento mirim de Natal.

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Política

Mineiro volta a criticar o Governo e Kelps pede "atitude nova" para 2014

Untitled-2O deputado Fernando Mineiro voltou a criticar o governo pela falta de projetos para o RN. O parlamentar disse que “concluídos 32 meses de gestão, o atual governo ainda não disse a que veio”.

O deputado disse ainda que há um reconhecimento tardio de que as forças políticas que ganharam em 2010 de fato não tem um projeto político para o Estado. “Não temos como ajudar e criaram um mundo particular sem alternativas. No meu ponto de vista o governo já acabou, mas formalmente tem até dezembro de 2014”, afirmou.

Fernando Mineiro também frisou que o momento não é para se falar nas eleições de 2014. “A causa desse caos é a ausência de projetos políticos, porque tratamos o Estado como se fosse uma capitania hereditária”, disse.

Em aparte, o deputado Kelps Lima (sem partido) disse que é necessário ter uma atitude nova: “A discussão não é de quem vai ser candidato o próximo ano e nem acho que a discussão seja de nome novo. Vamos promover debates estruturantes, pois é preciso uma atitude nova daqui para a frente, pensar por exemplo na possibilidade de educação para as nossas crianças”, disse.

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Jornalismo

Micarla passa mal e deve ficar de repouso

Hoje, por volta das 19:30h, a Prefeita de Natal, Micarla de Souza, estava despachando em casa quando sentiu-se mal.

Micarla teve picos de pressão e procurou cuidados médicos. Foi medicada e aconselhada a ficar de repouso.

Segundo o blog apurou a Prefeita por precaução cancelou a viagem que faria amanhã para Brasília e consequentemente toda sua agenda.

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