Coronavírus: maioria dos governadores dizem que isolamento será mantido nos estados

Ao menos 25 dos 27 governadores informaram que manterão as regras de isolamento apesar das declarações do presidente Jair Bolsonaro. Na noite de terça-feira (24), Bolsonaro fez pronunciamento em que pediu a “volta à normalidade”, o fim do “confinamento em massa” e disse que os meios de comunicação espalharam “pavor”.

Disseram que manterão as regras de isolamento: governadores de AC, AL, AP, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MT, MS, MG, PA, PB, PR, PE, PI, RJ, RN, RS, SC, SP, SE e TO. À tarde, governadores do Nordeste divulgaram carta se comprometendo a manter as medidas de isolamento social;

Não se manifestaram: governadores de RO e RR.

A fala de Bolsonaro foi criticada por 19 governadores.

Criticaram a fala de Bolsonaro: governadores de AC, AL, AP, BA, CE, ES, GO, MA, MS, PA, PB, PE, PI, RJ, RN, RS, SC, SP e SE;

Evitaram criticar: governadores de AM, DF, MT, MG, PR e TO;

Não se manifestaram: governadores de RO e RR.

Leia AQUI texto na íntegra a posição dos governadores.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciana Morais Gama disse:

    Quando os Estados quebrarem aí os governadores vão pedir ajuda a Bolsonaro. Assim é fácil!

  2. Vânia gurgel disse:

    Acho essa medida drástica , poderia ter sido diferente e não uma medida radical . Parece que é uma guerra econômica e política . Sei do perigo . Não sei como pode um supermercado abrir e não pode funcionar uma feira livre ? Será que não é uma guerra econômica ?

  3. Manoel disse:

    A quarentena é certo? É!
    A quarentena é errado? É!
    Bolsonaro está certo? Está!
    Bolsonaro está errado? Está!

    É fácil defender a quarentena em uma casa confortável, com TV, PC, armário cheio, sabendo que se não trabalhar vai haver salário.

    É difícil defender quarentena quando o armário já está vazio e que se não trabalhar não tem salário, trabalha de manhã pra comer de noite e o filho te pedindo um doce, uma bala.

    Os médicos vêem o lado da saúde: quarentena.
    Os economistas vêem como manter os insumos para os médicos: economia.
    Os líderes vêem a moral e o bem estar emocional: calma, é só uma gripe (para 80, 90% que pega).
    A mídia vê o interesse de quem paga: histeria, distorções, pânico.

    Cabe a nós o bom senso, a honestidade e o apartidarismo.
    Opiniões rasas no conforto é fácil. Entender que NENHUMA ação tomada vai ser simples, é difícil.
    Temos que pensar que toda decisão tem pontos positivos e negativos.

    Não seja simplista.

    Não adianta falar que tem que seguir a quarentena a todo custo, e não falar sobre os danos pós quarentena onde vai morrer gente por falta de dinheiro pra saúde em geral, aumento da criminalidade, de fome, de depressão e suicídio.

    Em poucos dias os serviços essenciais não terão condições de continuar a funcionar sem os não essenciais.

    A empresa que produz álcool em gel precisa da empresa de plástico que produz a garrafinha.

    Sabe os delivery? Jajá vão precisar das embalagens de papelão.

    Caminhoneiros com materiais de hospitais precisam de restaurantes, oficinas, borracharias.

    E todas essas empresas precisam de outras… Tem que haver prevenção aos grupos de risco e tem que haver o andar da economia.

    Uma coisa depende da outra.

    Ou chegamos ao consenso ou vamos igualmente sucumbir.

    #PatriaAmadaBrasil

  4. Manoel disse:

    São todos safados eles tem o seu salário certo estão esquecendo dos trabalhadores que dependem dos seus patrões esses palhaços só pensam e atingir o presidente mais na verdade estão atingindo o povo mais humilde que precisa do seu salário.

Reunião virtual de Bolsonaro com governadores do Sudeste tem bate-boca

Foto: CJPress / Agência O Globo

A reunião do presidente Jair Bolsonaro com governadores do Sudeste na manhã desta quarta-feira teve bate-boca e os discursos descambaram para questões políticas e eleitorais. O momento mais tenso foi protagonizado por Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria. O paulista ameaçou ir à Justiça contra o governo federal caso haja confisco de equipamentos e insumos destinados ao combate do novo coronavírus no estado.

Bolsonaro reagiu ao discurso de Doria e, entre outras acusações, disse que o governador faz “demagogia barata” neste momento com objetivos eleitorais em 2022.

Participam da reunião os governadores Wilson Witzel (Rio de Janeiro), Romeu Zema (Minas Gerais) e Renato Casagrande (Espírito Santo), além de ministros como Luiz Henrique Mandetta (Saúde) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), entre outros. A reunião, que acontece por videoconferência, ainda está em andamento.

O clima do encontro destoou das demais reuniões feitas por Bolsonaro com os outros governadores do país desde segunda-feira. O encontro desta manhã aconteceu um dia depois do pronunciamento de Bolsonaro em rádio e televisão em que defendeu um afrouxamento das medidas de restrição à Covid-19. Witzel e Doria são os governadores que Bolsonaro considera seus maiores adversários políticos.

Bolsonaro foi cobrado na reunião desta manhã a dar “o exemplo” ao país.

Irritado com a fala do governador de São Paulo, Bolsonaro partiu para o ataque:

– Essa situação (de Doria como) porta-voz (dos outros governadores) pra mim não serve. Senhor governador João Doria, faça a sua parte, o governo federal está pronto para colaborar, como sempre esteve. Vossa excelência foi que fechou as portas para nós. Resolveu partir para a campanha antecipada de 22 em vez de buscar o bem-estar do seu povo paulista, para minorar os problemas que se avizinhavam. Assim, sendo, respondendo à vossa excelência, não atacando, mas apenas respondendo seus ataques infundados.

O presidente acusou Doria de “assumir uma postura completamente diferente” desde o resultado das eleições de 2018. Elevando o tom de voz, Bolsonaro afirmou:

– Hoje, subiu a sua cabeça, subiu a sua cabeça, a possibilidade de ser presidente da República. Não tem responsabilidade. Não tem altura para criticar o governo federal, que fez completamente diferente o que outros fizeram no passado. Vossa excelência não é exemplo para ninguém. Não aceito, em hipótese nenhuma, essas palavras levianas como se vossa excelência fosse responsável por tudo de bom que acontece no Brasil e acusa, levianamente, esse presidente que trabalha 24 horas por dia para o bem do seu povo.

Bolsonaro passou a palavra para o ministro da Saúde, Luiz Mandetta, que diante da discussão entre eles pediu calma:

– O momento, quando se tem uma crise dessa proporção, a primeira palavra que a gente precisa ter é calma e equilíbrio.

Governadores também pediram ao presidente nesta quarta-feira que inicie negociações com o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para que o pagamento das dívídas dos estados com essas instituições seja adiado por até um ano.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Victorino disse:

    Já estamos em campanha 2022! Vergonha, desrespeito total…

    • Ricardo Lúcido disse:

      Estamos em campanha para o Brasil sair das mais desse incompetente . E logo . Uma renunciazinha seria muito bem vinda

  2. Damásio disse:

    O governador do RIO em campanha contra Bolsonaro.
    O governador de SP em campanha contra Bolsonaro.
    Governadores comprometidos com campanha política, sem olhar para o povo.
    Quais os estados que tiveram mortes com o coronavírus? Rio e São Paulo.
    Quais as medidas que esses governadores tomaram? O que eles fizeram, mesmo sabendo do problema desde janeiro de 2020? Ficaram inertes, calados, aguardando o governo federal se movimentar para sair criticando. É mais do mesmo veneno de sempre, os políticos olhando suas carreiras e usando o povo para atingir quem foi eleito pelo voto. É a velha e suja política oportunista praticada desde sempre.

    • Arthur disse:

      Os governadores (independente do partido) aplicaram medidas de isolamento, recomendação da OMS, coisa que Bolsonaro não fez. Se a gente segue as orientações do presidente, a coisa estaria pior!

    • Caio Mesquita disse:

      Não é bem assim Artur, Dória foi as redes sociais afirmando que em JANEIRO 2020 soube da epidemia, mas não fez nada em São Paulo, ficou esperando acontecer, não teve coragem, não tomou as providências, esperou o governo federal para soltar as críticas, se aproveitando politicamente da situação.
      Só para lembrar, a globo e a band fizeram contratos com o governo de São Paulo.
      Notou que de repente Dória passou a aparecer todo dias na globo?

    • paulo disse:

      BG
      Vai ficar pior o desemprego, fechamento de empresas, recessão imensa, desabastecimento de produtos de toda especie, ai sim vai ser um caos.

Bolsonaro diz que medidas de governadores irão prejudicar a economia e deixar o trabalhador frágil para o coronavírus

Foto: Sergio Lima / AFP

O presidente Jair Bolsonaro criticou os governadores dos estados por radicalizarem nas medidas de restrição como forma de conter o avanço do coronavírus, que causou nesta terça-feira a primeira morte no país . Para Bolsonaro, as medidas vão prejudicar a economia brasileira e acabar atingindo os trabalhadores informais, que não terão dinheiro para se alimentar adequadamente e ficarão à mercê da Covid-19.

– A economia estava indo bem, fizemos algumas reformas, os números bem demonstravam a taxa de juros lá embaixo, a confiança no Brasil, a questão de risco Brasil também , então estava indo bem. Esse vírus trouxe uma certa histeria e alguns governadores, no meu entender, eu posso até estar errado, estão tomando medidas que vão prejudicar e muito a nossa economia – disse em entrevista à “Rádio Tupi” na manhã de hoje.

Questionado sobre como ele via o risco de a doença prejudicar a situação econômica do Brasil hoje, Bolsonaro voltou a afirmar que há uma histeria em relação à pandemia do coronavírus e que isso pode causar problemas ao bolso do brasileiro, aumentando as chances de ele contrair o vírus.

– Essa histeria leva a um baque na economia. Alguns comerciantes acabam tendo problemas. Você pode ver quando você vai a um jogo de futebol, o cara que vende o chá mate ali na arquibancada, o cara que guarda o carro lá fora (flanelinha), ele vai perder o emprego. Ele já vive na informalidade, ele vai ter que se virar, mas vai ter mais dificuldades e tendo mais dificuldades ele comerá pior. Comendo pior, já não comia tão bem, acaba não comendo adequadamente, ele fica mais debilitado, e o coronavírus chegando nele, ele tem uma tendência maior de ocupar um leito hospitalar.

Para lidar com a crise, governadores pediram à União um pacote de socorro, que inclui mais dinheiro para a saúde, suspensão do pagamento da dívida pública e crédito do BNDES para ampliar investimentos.

Para Bolsonaro, a lotação dos trasportes públicos é prova de que tudo segue dentro de sua normalidade.

– Se você for nos ônibus do Rio de Janeiro, que vem da Zona Oeste ou da Baixada, e no metrô de São Paulo, estão todos lotados, a vida continua, não tem que ter histeria. Não é porque tem uma aglomeração de pessoas aqui ou acolá esporadicamente, tem que atacar exatamente isso. O cara não vai ficar em casa, vai se juntar.

Sobre as críticas que recebeu por cumprimentar e tocar as pessoas mesmo aguardando o resultado sobre a contaminação do vírus, Bolsonaro acusou a grande mídia pelas críticas.

Ao comentar seu estado de saúde, Bolsonaro afirmou que não deixará de fazer festa em seu aniversário, no próximo sábado.

– Agora eu faço 65 (anos) daqui a quatro dias. Vai ter uma festinha tradicional aqui até porque eu faço aniversário dia 21 e minha esposa dia 22. São dois dias de festa.

As críticas a Bolsonaro por seu comportamento durante a manifestação no último domingo foram rebatidas por especialistas entrevistados pelo GLOBO. Contrariando medidas sanitárias, Bolsonaro, que deveria ficar em isolamento durante 14 dias, aproximou-se do público e interagiu mantendo curta distância, tirando selfies com seus apoiadores. Em entrevistas, menosprezou o impacto do coronavírus e fez insinuações sobre a dimensão que ele tomou no planeta.

Infecções como barreira

Perguntado se o Brasil está preparado para conter a pandemia de coronavírus, ele voltou a chamar de histeria a preocupação dos órgãos de saúde mundiais.

– Começou na China, foi para Europa, e nós íamos passar por isso. Mas o que está errado é a histeria, como se fosse o fim do mundo. E uma nação, o Brasil por exemplo, só será livre desse vírus, o coronavírus, quando um certo número de pessoas infectadas criarem anticorpos, que passa a ser barreira para não infectar quem não foi infectado ainda.

Ele prevê que uma parte da população, no entanto, vai ser contaminada pelo coronavírus nos próximos meses.

– Qual a grande briga dos governos do mundo todo? Como ela virá e como está vindo, ela (a doença) tem que ser diluída, em vez de uma parte da população ser infectada num período de dois, três meses, e vai ser, que seja entre seis, sete, oito meses, porque havendo um pico de pessoas com o problema, e geralmente ele ataca quem tem mais idade ou quem tem algum tipo de problemas de saúde, aí passa a ser grave. Não é só o coronavírus que passa ser grave, qualquer outra pessoa, qualquer gripe, qualquer infecção.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Walmir disse:

    Alguém interdita esse homem por favor!!!! Ele é pior que o covid-19!!!

  2. Chicó disse:

    Deixemos as paixões de lado e pensemos naqueles que não são funcionários públicos, não são aposentados, não são donos de empresas de médio e grande porte e etc. Existem pessoas que dependem do apurado do dia para se alimentar ! Vai escapar do Coronavírus para morrer de fome ? Esse assunto é complexo.

    • Miranda disse:

      Imagine se não forem tomadas as medidas necessárias e quando forem infectadas as famílias pobres que vivem em casas pequenas com 5 ou 6 pessoas dentro que são 70% da população. Sem condições de fazer um isolamento. Na Itália as pessoas vivem em condições bem melhores. Vai ser um horror sem dúvidas. A economia vai ser prejudicada de qualquer modo.

  3. Manoel disse:

    Ou seja, é melhor morrer um bocado de gente do q deixar a economia, q já estava uma lástima, piorar. Esse imbecil deveria ser interditado.

  4. Miranda disse:

    É um inconsequente. Irresponsável. Vamos sofrer muito com esse homem conduzindo o país numa situação destas. Vai ter também a recessão pos-coronavírus

  5. Cláudia disse:

    Nunca vi um ser humano com capacidade pra falar tanta bobagem! Análise mais rasa que um pires! Ignorante! Tosco! Irresponsável e criminoso!
    Se depender da atitude dele, o Brasil vai virar o epicentro da pandemia!

  6. Cidadão pagador de impostos disse:

    Homi, VTNC!!!

  7. Luiz Antônio disse:

    No início do mandato ele declarou que não nasceu pra ser presidente da república, e que só sabia ser militar… acabou com os militares

  8. marcus disse:

    É isso MITO, você tá certo!

  9. Verdadeiro disse:

    Esse e doido de pedra

  10. Carlos disse:

    Só agora entendi o porque esse indivíduo não tomou medidas de suspender voos entre o brasil e Europa. Ele não está nem aí para o povo, está mais preocupado com a economia e números que o favoreçam. Acho pouco.

    • Manoel disse:

      Né isso! Bolsonaro deveria ter suspendido antes os voos da Europa para cá, assim o Lulaladrão teria ficado por lá! Já basta a peste do coronavírus entre nós! Infelizmente a praga corrupta já voltou da Europa, onde estava mentindo e difamando nosso Brasil e ÀS NOSSAS CUSTAS!

  11. Everton disse:

    O cara me vem da AMAN falar uma merda dessa, pqp!

  12. Santos disse:

    Rapaz…. se a doença for contida e não ocorrer os picos de infecção que tanto se teme, uma coisa e certa, não será pelas palavras e atitudes desse senhor que infelizmente ocupa o cargo de presidente, mas pelas atitudes dos gestores públicos que estão tomando todas as medidas cabiveis.
    Lamentável!

  13. Laura disse:

    Vírus do Ipiranga.

  14. Theo Temistocles disse:

    Esse homem não tem jeito mesmo.

  15. Clara disse:

    Imundo!!!!!

Governadores criticam fala de Bolsonaro sobre morte de miliciano

Foto: Sergio Lima/AFP

Na mesma carta em que responderam à fala de Jair Bolsonaro sobre o ICMS, 20 governadores criticaram a declaração do presidente sobre a morte do miliciano Adriano da Nóbrega.

Segundo os signatários da carta, Bolsonaro “confronta” os governadores e “[se antecipa] a investigações policiais para atribuir graves fatos à conduta das polícias e seus governadores”.

No último fim de semana, o presidente acusou a “PM da Bahia do PT” de uma “provável execução” de Adriano, ex-PM morto em operação policial no último dia 9.

Segundo a Folha, a iniciativa de se posicionar contra as falas de Bolsonaro partiu de Wilson Witzel e foi endossada em seguida por João Doria, ambos adversários políticos do presidente.

O Antagonista 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Toma disse:

    Alerta…tem babão babaca e chupa OVO de bolsotralha , que precisa chorar muito, porque o bandido de estimacao é ASSSASSINO…..ASSASSSINO BOLSOTRALHA ASSASSINO

    • Tertu disse:

      Quem matou celso Daniel, Toninho do pt, 11 testemunhas e o miliciano na Bahia? Quem ama esses assassinos?

  2. Fora bolsotralhas disse:

    Esse MARGINAL ASSASSINO QUER DESVIAR O FOCO DO FILHO LADRAO ASSASSINO…CADEIA PARA ESSE BANDIDO E SEUS FILHOS PATETAS

  3. Ricardo Weber disse:

    dois governadores canalhas

  4. Thor Silva disse:

    Se Bolsonaro é miliciano pq não está preso ainda?? Essa é a mesma narrativa que ele iria matar negros, gays… melhor vcs se acostumarem, o homem já melhorou e vai melhorar ainda mais o nosso país, mesmo com o Congresso, STF e os esquerdistas contra.

  5. Charles disse:

    São os mesmos governadores que criticaram e criticam a reforma da previdência e fizeram em seus estados, reformas que vai tirar muito mais do bolso do servidor?
    São os mesmos governadores que anunciam obras, cujo recurso é federal e omitem a origem dos recursos para se apossar da obra?
    Sei… Lembrando que Adriano foi morto por ação das polícias da Bahia e do Rio que tem governadores contra o governo federal.
    Fatos são fatos, o resto é mentira, choro, fake, inversão, vida fora da realidade, etc

  6. Jailson disse:

    Doutor, eu não me engano, Bolsonaro é miliciano…

Governadores acatam proposta de Fátima e pedem urgência a deputados e senadores para aprovação do novo Fundeb

Foto 1:Derick Nunes/ Foto 2: Ricardo Borges

Reunido em Brasília na manhã desta quarta-feira, 11, o Fórum dos Governadores do Brasil acatou por unanimidade a nota apresentada pela governadora Fátima Bezerra que solicita a aprovação rápida pelo parlamento da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que cria o novo Fundo de Desenvolvimento e Valorização do Ensino Básico – Fundeb.

O Fundeb que está em vigor tem validade até junho deste ano. Após este prazo, se não for aprovado o novo Fundeb, a educação básica, que atende 40 milhões de brasileiros, ficará sem sua principal fonte de financiamento. Diante deste quadro, os governadores externaram sua preocupação na carta elaborada pela governadora Fátima Bezerra que, como deputada federal, foi relatora do atual Fundeb.

Os governadores solicitam agilidade da Câmara dos Deputados e do Senado Federal na aprovação da PEC 15/15 que é considerada, entre outras três em tramitação, a que melhor atende as necessidades. Relatada pela deputada federal Dorinha Seabra (DEM/TO) a PEC 15/15 foi analisada por uma comissão parlamentar especial, foi tema de diversas audiências públicas, passou por análises de consultores legislativos, especialistas em educação, gestores, entidades da área de educação e organizações da sociedade civil.

Apoiada pelos Governadores, a PEC 15/15 torna o Fundeb uma política de Estado permanente, amplia a participação da União no financiamento da educação básica e revisa a metodologia da distribuição de recursos da complementação pelo Governo Federal aos Estados e Municípios.

A governadora Fátima Bezerra enfatizou que é urgente a votação e aprovação da PEC e lembrou que a Câmara dos Deputados já havia assumido este compromisso. Após aprovação na Câmara, a matéria precisa ser analisada e votada também no Senado. “É urgente a aprovação do novo Fundeb. Estamos tratando da educação básica, do atendimento às nossas crianças e jovens, que não podem ficar sem o financiamento público e precisam de educação de qualidade”, afirmou.

Caso não seja renovado, o fundo deixará de existir e atualmente o Fundeb equivale, segundo o Ministério da Educação (MEC), a 63% de tudo que é investido nas escolas públicas do Brasil. “O que colocamos hoje no Fórum é a reafirmação dos pressupostos básicos da proposta: tornar o Fundeb permanente, ampliar o financiamento da União e aprimorar os critérios de distribuição. Estas são medidas fundamentais para os Estados e Municípios atenderem as demandas da população e assegurar o direito de todos à educação”, finalizou Fátima.

A PROPOSTA QUE TORNA PERMANENTE O FUNDEB

· Desde 2010, o Governo Federal contribui com apenas 10% do valor do Fundeb.

· A contribuição passa a 15% até 2021, com acréscimos anuais de 2,5 pontos percentuais até chegar a 40% em 2031.

· O impacto orçamentário total seria de R$ 279,8 bilhões.

· O Fundeb é composto por recursos arrecadados por estados e municípios e da complementação feita pela União.

· O fundo é hoje o principal mecanismo de financiamento da educação básica, que vai da creche ao ensino médio.

· O dinheiro é usado para pagamento do salário dos professores e para ações de manutenção e desenvolvimento do ensino, como obras e aquisição de equipamentos.

Bolsonaro lança pedra fundamental de Colégio Militar em SP e critica governadores do Nordeste que não quiseram escola

Presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro da Educação e Regina Duarte em lançamento de pedra fundamental de Colégio Militar em SP — Foto: Reprodução TV Globo

O presidente da República, Jair Bolsonaro, lançou na manhã desta segunda-feira (3) a pedra fundamental no local onde será construído o futuro Colégio Militar em São Paulo, no antigo Centro Logístico da Aeronáutica, no Campo de Marte, na Zona Norte. A unidade da capital paulista será a 14ª do país.

Durante seu discurso, Bolsonaro aproveitou para criticar os governadores do Nordeste que recusaram a criação de colégios cívicos-militares em seus estados.

“Não existe momento mais gratificante do que este, do que lançarmos uma pedra fundamental para a feitura de uma escola comprovadamente de qualidade. Seria ironia, mas é uma grande verdade, conversando com o ministro Weintraub há pouco sobre as notas do Brasil na prova do Pisa [Programa Internacional de Avaliação de Estudantes]. O Brasil chegou a uma situação na Educação que não pode ser ultrapassada por mais ninguém, porque já estamos no último lugar. E essa prova do Pisa foi realizada em 2018, antes do nosso governo. Apesar do tempo relativamente curto, com toda certeza, melhoraremos sim muitas posições para a próxima prova que será realizada em 2021. E deixo bem claro também, se deixarmos nessa prova do Pisa apenas alunos de Colégios Militares, de escolar militarizadas, por exemplo, de Goiás do governador Caiado, o Brasil estaria entre os dez do mundo”, afirmou o presidente.

No entanto, o que o presidente falou não retrata a realidade. O Brasil não foi o último colocado no ranking do Pisa. O resultado aponta ligeiro aumento da nota média, mas os estudantes brasileiros seguem entre os últimos 10 colocados na prova de matemática. Na prova de leitura, o Brasil ficou na 57ª posição de 77 países participantes. Na avaliação de matemática, o país ficou na 58º posição e na 53º posição em ciências. Esses valores são usados como referência de educação de qualidade pelo Brasil e demais países. Entre os países da América do Sul, a Argentina ocupa a última posição.

“Por isso, oito dos nove governadores do Nordeste não aceitaram a escola cívico-militar. Para eles, a escola vai muito bem, formando militantes e desinformando lamentavelmente. Aqui no Sudeste tivemos dois governadores que não aceitaram, a questão político-partidária não pode estar à frente da necessidade de um país. Um jovem bem formado será útil para si, para sua família e para seu país no futuro, é isso que nós queremos”, afirmou.

Após a inauguração da pedra inaugural, foi feita uma oração para abençoar a lugar. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, e a secretária de Cultura, Regina Duarte, estavam presentes no evento, que contou ainda com a presença de autoridades militares das Forças Armadas de São Paulo e de pessoas ligadas à Educação.

O colégio deve ser entregue até o final de 2022. Enquanto isso, temporariamente, os alunos iniciam o ano letivo nesta manhã no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo (CPOR) na Rua Alfredo Pujol, em Santana, próximo do local onde ficará a unidade definitiva.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) vai doar os projetos básico e executivo da obra do colégio. O valor estimado dos projetos não foi informado.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. GEORGE VIANA disse:

    As Escolas Militares são caras, dificilmente replicáveis em grande escala, mas de altíssima qualidade e de alto retorno para a sociedade! Por que o RN tirou dos pais a possibilidade de ter um filho seu nesse tipo de Escola? Não é possível que no Brasil coexistam diversas opções de Educação?

  2. Luiz Antônio disse:

    Bolsonaro foi formado numa escola militar… deve ter sido na cavalaria.

  3. Ivan disse:

    Todas as instituições de ensino militares precisam ser referência em suas localidades…Só assim teremos uma mudança no patamar de nossa pífia educação. Parabéns ao presidente e aos governadores q acreditaram nessa idéia…Aos atrasados, não só os governadores, mas demais políticos que não brigaram junto ao executivo estadual (infelizmente nosso nordeste nisso é campeão, vide nossa situação perante o resto do país), desejo q seus eleitores lembrem do desserviço prestado no momento da escolha de seu voto…

  4. Torres disse:

    Verdade verdadeira Antônio!!

  5. Vergonha nacional disse:

    Ensinar a pensar …faz o povo culto se libertar

  6. Antonio Turci disse:

    Os governadores que não aceitaram a oferta de uma escola de qualidade, as Escolas Militares, certamente, algum dia, serão cobrados.

  7. Antônio Marques disse:

    Ensino no nordeste não é para ter qualidade e sim formar massa de manobra ideológica para voto em eleição. É a função mais antiga do ensino público brasileiro, ter um enorme quantitativo de professores, doutrinar o ensino e implantar a ideologia. Qual sindicado de ensino não é dominado a mais de 16 anos pela esquerda? Então ter colégio militar seria dar espaço para diversidade e mudança de foco na educação, coisa que não interessa. Não é questão de lado político e sim a mais pura realidade.

    • Bento disse:

      Parabéns Antônio
      Disse tudo

    • Marcos disse:

      Fala muito e não entende nada do que é o básico da educação. Só consegue olhar um caminho a seguir, podendo observar vários a serem escolhidos e que alcançam um melhor resultado.

Governadores do Nordeste discutem linhas de crédito com agência francesa

FOTOS: ELISA ELSIE

No segundo dia da missão na Europa, os governadores do Nordeste discutiram com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) o financiamento de projetos para o desenvolvimento sustentável da região. No encontro com a diretoria-geral da AFD, realizado em Paris, nesta terça-feira (19), os gestores trataram de linhas de crédito para investimentos principalmente nas áreas de sustentabilidade e agricultura familiar.

O Nordeste possui 3,9 milhões de estabelecimentos agrícolas, sendo 77% da agricultura familiar. O Consórcio Nordeste pretende estabelecer parcerias para desenvolver políticas e implementar ações que aumentam a renda do agricultor familiar, permitam a assimilação de tecnologia produtiva e gerem desenvolvimento sustentável com preservação da biodiversidade.

Presente no Brasil desde 2007, a AFD financia e acompanha projetos que melhoram a vida das populações, com foco na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e nos resultados do Acordo de Paris. As equipes da AFD trabalham em iniciativas em 115 países. No Brasil, a agência atua em 40 projetos, com 1,9 bilhão de euros já investido.

O vice líder da Divisão de Desenvolvimento da Agricultura Rural e Biodiversidade da AFD, Matthieu Le Grix, comentou a importância do setor agrícola para o Nordeste e falou sobre os objetivos da AFD. “Damos prioridade para agricultura familiar porque queremos transformar os pequenos agricultores em grandes. Lutamos contra a pobreza e para aumentar a produtividade da agricultura”.

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, reforçou a importância da parceria entre a AFD e os governos do Nordeste. “Vai contribuir para nosso desenvolvimento sustentável. O Rio Grande do Norte tem o absoluto compromisso na defesa do meio ambiente, daí a importância de termos boas parcerias com a AFD para fortalecer o desenvolvimento da agricultura familiar e segurança hídrica”.

Fátima Bezerra também destacou que o Governo do RN promove ações de uso sustentável da água como indutora da inclusão nos planos social, econômico e ambiental no contexto da agricultura familiar. “Nossos eixos de atuação passam pelo aumento da segurança hídrica para as famílias rurais difusas do semiárido, água para a produção de alimentos saudáveis. Devemos registrar ainda que a agricultura familiar é responsável por mais de 70% dos alimentos que chegam à mesa do o povo brasileiro” afirmou a governadora. Ela ainda enfatizou a recuperação de áreas degradadas, o fortalecimento das ações de assistência rural com olhar voltado para o fortalecimento da política territorial. “Encontramos o Rio Grande do Norte em uma situação muito difícil, mas temos feito todos os esforços para levar adiante nosso projeto de inserir o nosso Estado em um Nordeste forte, produtivo e inclusivo”, declarou.

Na Europa, o consórcio destaca o potencial de consumo e de desenvolvimento da região nordestina, que reúne 57,1 milhões de habitantes e responde por 14,3% do PIB brasileiro.

Além de Paris, o grupo estará em Roma, na quarta-feira (20), e em Berlim, na quinta (21) e sexta-feira (22).Participam da missão os governadores Rui Costa (Bahia), Renan Filho (Alagoas), Camilo Santana (Ceará), João Azevêdo (Paraíba), Paulo Câmara (Pernambuco), Wellington Dias (Piauí), Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte), assim como o vice-governador Carlos Brandão (Maranhão). O governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, está sendo representado pelo superintendente de Parcerias Público Privadas, Oliveira Junior.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Excursão turística ás custas dos contribuintes

  2. Ceará-Mundão disse:

    Essa gente de esquerda foi apenas fazer turismo às nossas custas. Esse consórcio de governadores do NE é inconstitucional e essa viagem é totalmente inócua para os nossos estados. Muitas das atividades alegadas não são sequer atribuições dos estados. O RN está quebrado, com 3 folhas salariais atrasadas, devendo a fornecedores, com a saúde destroçada (pelo próprio governo), sem saber como vai pagar o 13º do funcionalismo, dependendo de recursos repassados pelo governo federal (que o PT odeia e combate), com a economia estagnada, com enorme déficit previdenciário e sem perspectiva de melhoras. Triste RN sem norte e sem sorte.

  3. Cigano Lulu disse:

    Como tomar dinheiro de empréstimo se a capacidade de endividamento da maioria dos Estados, inclusive do RN, encontra-se literalmente esgotada?

  4. Flauberto Wagner disse:

    Estou vendo a publicação de tantas fotos e de muitas "estórias" que os governadores do nordeste estão fazendo muitos esforços para atrairem acordos comerciais e buscando parcerias na Europa e logo vão ao oriente, sendo tudo que fizerem pôr lá muita coisa terá quer ter anuência do governo federal.
    É interessante observar que alguns países da Europa estão em situações econômicas difíceis em especial a França, que tem para a sua agricultura uma forte barreira de protecionismo.
    Outra coisa, antes todos pediam socorro ao governo federal, hoje sobre orientação partidária e tendo Lula com guru, preferem outros caminhos cujo resultado é por enquanto só de turismo.
    E fala disso não foi possível vizualizar a presença do "papagaio de pirata" nas fotos, só assim Fatinha tem um pouco de privacidade.

    • Sinaldo disse:

      Flauberto, sempre leio seus comentários e acho muito admirável a maneira como você articula tanta baboseira e tem a habilidade de florear tamanhas asneiras. Poderia candidatar-se a auxiliar de Alexandre Garcia.

    • Ceará-Mundão disse:

      Verdade, Flaubert. Estão fazendo turismo às nossas custas. Esse tal consórcio de governadores é inconstitucional e essa viagem é absolutamente imprestável para os estados nordestinos. Vários dos assuntos pseudamente tratados sequer são da competência dos estados. E onde estão os empresários? Por que nenhum participa dessa tal caravana? E esse senador Prates e o secretário Mineiro, o que foram fazer por lá? Turismo, passeio, deleitar-se com o dinheiro suado do povo sofrido e carente, como SEMPRE fazem esses esquerdistas aproveitadores. Socialismo pros outros, pros bestas, luxo e riqueza para eles. É sempre assim.

  5. Anti-Político de Estimação disse:

    Independentemente das preferências e antipatias pessoais , os verdadeiros CIDADÃOS tem que torcer a favor do seu Estado, da sua Região e do seu País. Chega de paixões políticas cegas e idiotas, de um lado e de outro !!

  6. Vergonha disse:

    Como ??? Esses PTralhas não são contra o Capitalismo??? Porque não fazem TURISMO PELA VENEZUELA???
    Não irão trazer uma cigarreira da EUROPA, só doido para investir em um estado sem segurança jurídica e pública , exemplo; veja o HOTEL REIS MAGOS , vivem os PTralhas gritando para não derrubar aquela MERDA , veja se saiu algum RESORT NO LITORAL NORTE , nenhum conseguiu licença , IBAMA, IDEMA E O DIABO não liberam , aqui prevalece BOLSA ESMOLA

  7. Luso disse:

    Óia, é gopi toda style. Mas minina. Rsrsrs

  8. Luciana Morais Gama disse:

    Eles esquecem que para isso tem que ter o aval do governo federal.

  9. Ivan disse:

    Só sumidade…#sqn…kkkkkkkkkkkk

FOTOS: Governadores acatam proposta de Fátima de Fundeb permanente e maior participação financeira da União

Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Reunidos no VII Fórum Nacional de Governadores, na manhã desta terça-feira, 08, em Brasília, os chefes de Executivos estaduais acataram sugestão da governadora do RN, Fátima Bezerra, de apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que cria um novo Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) de caráter permanente e com maior participação financeira da União.

O Fórum foi aberto com exposição da deputada federal Dorinha Seabra, relatora da PEC 15/15 na Câmara dos Deputados, a convite de Fátima Bezerra – indicada pelo colegiado de governadores para tratar do tema. Fátima explicou que o atual modelo da principal fonte de financiamento da educação básica termina em 2020. “É urgente criarmos um substituto que seja permanente, para que o Fundeb passe a ser política de Estado”, defendeu.

A proposta relatada pela deputada Dorinha (PEC 15/15) determina que a contribuição federal passe a 15% em 2021, com acréscimos anuais de 2,5% até chegar a 40% em 2031. O impacto orçamentário total seria de R$ 279,8 bilhões. Este ano, por exemplo, a participação da União representa apenas R$ 14,3 bilhões do total de R$ 153 bilhões do Fundeb. “Os Estados e municípios financiam a maior parte do Fundeb, 90%, e recebem parcelas menores que a União da arrecadação dos impostos. Os Estados, este ano, vão aportar R$ 22 milhões. Há um forte desequilíbrio e é fundamental corrigir esta distorção”, argumentou Fátima Bezerra.

“Nenhuma nação no mundo se desenvolveu com distribuição de renda, oportunidade de trabalho, geração de empregos e sustentabilidade sem investir na educação do seu povo. No Brasil, o Fundeb atende uma população de mais de 40 milhões de pessoas, vai da creche ao ensino fundamental e ao ensino médio. Educação é a agenda mais importante do país. O Fundeb tem pressa. O Congresso Nacional, deputados federais e senadores devem responder a sociedade com a aprovação do novo Fundeb”, declarou a governadora do RN, para acrescentar que a decisão tomada hoje “é um importante passo em defesa de uma proposta responsável que amplia o aporte de recurso pela União num prazo de 11 anos.”

O ex-presidente da Undime (União de Dirigentes Municipais de Educação), Alessio Costa Lima, registra que o Fundeb é o maior mecanismo de combate à desigualdade educacional existente hoje no Brasil, “por isso precisamos ter um Fundeb mais robusto e com maior participação da União”. Para o atual presidente da Undime, Luiz Miguel, com o Fundeb renovado e tornado permanente, o país concretiza o Plano Nacional de Educação, que é uma conquista histórica de toda a sociedade.

Por sugestão de Fátima Bezerra o VII Fórum Nacional de Governadores emitiu nota oficial expressando total apoio à PEC 15/15. “Esse apoio já foi externado pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação, pela Undime, pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Educação (CNTE) e pela Campanha Nacional pelo Direto à Educação”. A governadora também destaca que a PEC 15/15 dialoga com a PEC 65/19 em tramitação no Senado e relatada pelo senador Flávio Arns. “Os governadores do Brasil declaram apoio ao relatório da Câmara por que ele incorpora tudo aquilo que nós defendemos: um novo Fundeb, permanente, como política de Estado e com maior participação financeira da União”.

O Fundeb é composto por recursos arrecadados por estados e municípios, além de uma complementação feita pela União. O fundo é hoje o principal mecanismo de financiamento da educação básica, que vai da creche ao ensino médio. Equivale, segundo o Ministério da Educação (MEC), a 63% de tudo que é investido nas escolas públicas do Brasil. O dinheiro é usado para pagamento do salário dos professores e manutenção e desenvolvimento do ensino, como construção de quadras de esportes, reforma de instalações físicas, aquisição de carteiras, computadores, televisores e outros equipamentos.

A CARTA OFICIAL DOS GOVERNADORES

“Fórum Nacional de governadores, reunido no dia 8 de outubro de 2019, na Capital Federal, reafirma, por meio da nota abaixo subscrita, a defesa do novo Fundeb, a imprescindibilidade de torná-lo permanente e a necessidade imperativa de ampliar os recursos da União para que, assim, posa manter-se o principal instrumento de redução das desigualdades educacionais.

Neste sentido, nós, Governadores de Estado e do Distrito Federal, defendemos a discussão imediata da matéria, tendo como base a PEC 15/2015, relatada pela Deputada Federal Professora Dorinha Seabra, que dialoga com a PEC 65/2019, relatada pelo Senador Flávio Arns, com a PEC 33/2019 e com a PEC 24/2017, todas em sintonia com os compromissos estabelecidos no Plano Nacional de Educação – e nos alinhamos também com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – Undime e com o Conselho Nacional de Secretários de Educação – Consede.

Entendemos que essas medidas fortalecerão as políticas para a educação básica pública e a valorização dos profissionais da educação.

Conclamamos a união de todas as forças da sociedade em defesa da educação. Conclamamos o Congresso Nacional, as entidades representativas e a sociedade civil a responderem a este desafio.

A educação é direito de todos. A defesa do Fundeb é dever de todos”.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LEANDRO disse:

    Engraçado É que neste 20 de governo de esquerda sendo 13 de PT, ninguém viu melhorias na educação. ……só produções de títulos de mestres e doutores que a maioria não sabe quanto É 2+2……e na educação básica pior ainda…….degradação total. ……a maioria não sabe ler o que escreveu……….e agora quer ser a salvadora da educação brasileira. ………..kkkkkkkkk…….conta outra ……a educação é fundamental. …..mas com responsabilidade. ………

  2. Fonseca disse:

    Sem nenhum viés ideológico, a educação é essencial em qualquer país do mundo, temos apenas que discutir boas práticas e cobrar resultados práticos, só dinheiro não adianta.

  3. Cigano Lulu disse:

    Fazer festa com recursos alheios, a fundo perdido e a perder de vista, é com ela mesma. Agora bancar as despesas com o próprio bolso, como manda o figurino administrativo, aí é outra história.

    • Curiosa disse:

      Recursos alheio? Talvez vc não saiba mas o dinheiro da união vem dos impostos pagos por todos nós. Educação de qualidade jamais será gasto, mas sim investimento.

  4. natalsofrida disse:

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Mundiça petralha, vão comer fumo.

    • Potiguar disse:

      Eis o cidadão do Brasil de Bolsonaro, se a ideia vem da esquerda não presta. Coloque teu filho na escola pública e exija a qualidade da escola privada.

Governadores do Nordeste não terão moleza com falta de apoio na reforma da previdência e cobrança de fatia de recursos

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Os governadores do Nordeste que não decidiram não apoiar a reforma da Previdência não terão moleza.

Em conversa com jornalistas ontem, Rodrigo Maia deu a deixa: disse que esses governadores não sofreram o desgaste político de defender a reforma e, mesmo assim, cobram do governo federal uma fatia grande de recursos.

“Aqueles que mais querem o pacto federativo são aqueles que estão votando contra a reforma da Previdência. Ao mesmo tempo que eles querem exigir mais recursos do governo federal, que só pode dar mais recursos se tiver mais economia. É uma conta que não fecha.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Henrique disse:

    Só descordou um pouco do comentário anterior, não só os marginais PTralhas vão se lascar, todos nós vamos juntos, o RN todo

  2. Hulkenberg disse:

    Muita gente avisou aqui mesmo no blog do BG.
    Não é novidade pra ninguém. Olhem ! Se Fátima Lula for eleita, o RN acaba de se lascar. Taí!
    É o que vai acontecer, quem for vivo virá.

  3. Manoel disse:

    Eh goipi! Eu não acredito que ele esteja se referindo ao RN! O RN, segundo alguns, não precisa de reforma da previdência…

    • paulo disse:

      Nem de dinheiro para escolas militares, eu acho é pouco esses ptRALHAS tem que se ferrarem.

RN e mais 12 estados e DF divulgam carta aberta contra decreto de armas

Governadores de 13 estados divulgaram nesta terça-feira (21) uma carta aberta contra o decreto de armas, editado pelo presidente Jair Bolsonaro, no começo do mês.

Na avaliação do grupo, que conta também com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, o decreto que amplia o direito do cidadão à arma vai aumentar a violência no país.

“Achamos que isso não vai ajudar, pelo contrário. O que aguardamos é sermos chamados pelo governo federal para debatermos a política de segurança pública do país”, afirmou ao blog o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), um dos signatários do documento.

Na carta (veja abaixo), as autoridades de 13 estados e mais o Distrito Federal afirmam que “as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos estados mais seguros. Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência – aumentando por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos – e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédias”.

Camila Santana disse que não há previsão de entrega direta ao presidente Bolsonaro, com quem os governadores do Nordeste estarão reunidos na sexta-feira, na primeira viagem do presidente à região.

Além de Santana, assinam a carta Ibaneis Rocha (DF), Rui Costa (BA), Flavio Dino (MA), Renato Casagrande (ES), Helder Barbalho (PA), entre outros.

Nesta segunda-feira (21), o Jornal Nacional revelou que o decreto de Bolsonaro que regulamenta o uso e porte de armas no país libera compra de fuzil por qualquer cidadão.

O documento permite que as pessoas consigam comprar arma produzida pela Taurus. O Fuzil T4 foi criado em 2017 e se enquadra em novas especificações.

O decreto das armas está em vigor desde o início de maio. Ainda não há um cronograma para regulamentação, mas, desde que foi anunciado, o decreto dividiu opiniões.

O Ministério Público Federal, em Brasília, pediu a suspensão do decreto. Atualmente, existem três ações contra o decreto na Justiça Federal e três no Supremo Tribunal Federal (STF).

Veja a íntegra da carta dos governadores:

Carta dos Governadores sobre o Decreto Presidencial n. 9.785 (07 de maio de 2019) e a Regulação Responsável de Armas e Munições no País

Como governadores de diferentes estados do país, manifestamos nossa preocupação com a flexibilização da atual legislação de controle de armas e munições em razão do decreto presidencial n. 9.785 (07 de maio de 2019) e solicitamos aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União que atuem tanto para sua imediata revogação como para o avanço de uma efetiva política responsável de armas e munição no país.

Sabemos que a violência e a insegurança afetam grande parte da população de nossos estados e que representam um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento humano e econômico do Brasil. Nesse contexto, a grande disponibilidade de armas de fogo e munições que são usadas de maneira ilícita representa um enorme desafio para a segurança pública do país e é preciso enfrentá-lo.

Por essa razão, é urgente a implementação de ações que melhorem a rastreabilidade das armas de fogo e munições durante toda a sua existência, desde sua produção. Também é fundamental aumentar os meios de controle e fiscalização para coibir os desvios, enfrentar o tráfico ilícito e evitar que as armas que nascem na legalidade caiam na ilegalidade e sejam utilizadas no crime. Reconhecemos que essas não são soluções mágicas, mas são condições necessárias para a melhoria de nossa segurança pública.

Diante deste cenário, e a partir das evidências disponíveis, julgamos que as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos estados mais seguros. Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência – aumentando por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos – e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédias.

As soluções para reverter o cenário de violência e insegurança no país serão fortalecidas com a coordenação de esforços da União, Estados e Municípios para fortalecer políticas públicas baseadas em evidências e para implementar o Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, fortalecendo a prevenção focalizada nas populações e territórios mais afetados pela violência e a repressão qualificada da criminalidade.

Reforçamos nosso compromisso com o diálogo e com a melhoria da segurança pública do país. Juntos, podemos construir um Brasil seguro para as atuais e futuras gerações.

IBANEIS ROCHA

Governador do Distrito Federal

FLÁVIO DINO

Governador do Estado do Maranhão

WELLINGTON DIAS

Governador do Estado do Piauí

PAULO CÂMARA

Governador do Estado de Pernambuco

CAMILO SANTANA

Governador do Estado do Ceará

JOÃO AZEVEDO

Governador do Estado da Paraíba

RENATO CASAGRANDE

Governador do Estado do Espírito Santo

RUI COSTA

Governador do Estado da Bahia

FÁTIMA BEZERRA

Governadora do Estado do Rio Grande do Norte

RENAN FILHO

Governador do Estado de Alagoas

BELIVALDO CHAGAS

Governador do Estado de Sergipe

WALDEZ GÓES

Governador do Estado do Amapá

MAURO CARLESSE

Governador do Estado do Tocantins

HELDER BARBALHO

Governador do Estado do Pará

Andréia Sadi – G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alan Clístenes disse:

    Esses vagabundos não estão preocupados com a segurança das famílias nem do cidadão de bem, ai vem com esse "mimi" mal versado de carta ao presidente. Jogada certa Capitão, vamos a reforma agora!

    • Mito disse:

      Chapéu de jumento é marretada. Além da idiotice de achar que vai fazer sua própria segurança armado ainda vai garantir sua aposentadoria quando tiver no caixão. Isso aí burro de carga!!

  2. Bento disse:

    Como será a segurança desses que são contra?
    Seus planos de saúde são "TOP"
    Suas famílias e parentela estão todos empregados e bem remunerados.
    E suas residencias são boas, chiques e em lugares privilegiados…
    E que tipo de condução usam para se locomover…
    E alimentação faltam em suas casas.
    Aí fora tem uma guerra e as armas são flores???????????????

  3. André Fortes disse:

    Desemprego atormentando o país há um bom tempo e dos cidadãos de bem preocupados em se armar. Deus permita que uma bala perdida nunca ache um filho deles pelo caminho.

  4. Emilio disse:

    Só uma pergunta
    Então está bom do jeito que está?
    Os bandidos armados e o cidadão sem o direito de se proteger, eu até seria contra mas se estado protegesse o cidadão

  5. Ricardo disse:

    RN não, Fátima gopi

  6. Irany Gomes disse:

    Falou o Brasil independente! rsrsrs. A lógica diz que o agressor quando percebe que a suposta vítima tem o mesmo potencial ofensivo dele, pensa 2 vezes para atacar, isso vale para nações, como EUA x Rússia, é óbvio…

  7. DeSacoCheio disse:

    IBANEIS ROCHA (MDB)
    FLÁVIO DINO (PCB)
    WELLINGTON DIAS (PT)
    PAULO CÂMARA (PSB)
    CAMILO SANTANA (PT)
    JOÃO AZEVEDO (PSB)
    RENATO CASAGRANDE (PSB)
    RUI COSTA (PT)
    FÁTIMA BEZERRA (PT)
    RENAN FILHO (MDB)
    BELIVALDO CHAGAS (PSB)
    WALDEZ GÓES (PDT)
    MAURO CARLESSE (Ex PTB, atual PHS – nunca ouvi falar)
    HELDER BARBALHO (MDB)

    Praticamento só a galera que defende o direito dos "manos".

  8. Victorino disse:

    Interessante que esses estados são contra o o governo central atual, e estão entre os estados que menos investem em segurança, por que será!? Baseado em que estudo!? Qual a proposta desses governos!? Acorda Brasil…

  9. Manoel disse:

    TODOS eles são escoltados por vários policiais ou seguranças armados, a maioria, senão TODOS, quando se tornarem EX-governadores, também terão essa segurança paga pelo contribuinte. E VOCÊ? Quem escolta você? Quem faz sua segurança?

  10. Raimundo disse:

    Complemente e coloque o partido de cada governador, aí vai ver se são contra as armas ou contra tudo que vier do governo. Oposição por oposição não há um diálogo justo. Estes mesmos governadores não veem a hora a reforma da previdência passar mais pela demagogia oportunista não movem uma palha

Governadores cobram de Bolsonaro medidas de socorro financeiro em troca de apoio à Previdência

Presidente Jair Bolsonaro durante café da manhã com parlamentares e governadores Foto: Jorge William / Agência O Globo

Governadores entregaram ao presidente Jair Bolsonaro , na manhã desta quarta-feira, uma carta com seis pautas consideradas prioritárias para os estados. Em café da manhã, na residência oficial do Senado, eles voltaram a manifestar apoio à reforma da Previdência, mas frisaram que precisam das outras medidas para equilibrar as contas dos estados.

Além de 21 governadores e quatro vices, o presidente foi recebido pelos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e líderes partidários. O ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) também participou do encontro.

Nesta quarta-feira, o ministro de Economia, Paulo Guedes, vai à comissão especial da Câmara dos Deputados explicar a reforma para os parlamentares. O governo já articula uma estratégia para que deputados da base apresentem emendas que evitem a desidratação do projeto. Também nesta quarta-feira, pesquisa do Ibope/CNI mostrou que 59% dos brasileiros aprovam a reforma.

Os seis pontos defendidos pelos governadores são: o chamado Plano Mansueto; compensação por perdas com a Lei Kandir; manutenção do Fundeb; aprovação da securitização da dívida dos estados; extensão dos ganhos com a cessão onerosa aos estados; e apoio à PEC da redistribuição do fundo de participação dos estados.

Durante o café da manhã, Bolsonaro disse também ainda que investir no Brasil “é esporte de altíssimo risco” e promoteu desburocratizar os negócios no país. Com agenda no Rio, o presidente deixou o encontro uma hora e meia depois. Os governadores permanecem na residência oficial para “aprofundar a discussão dos pontos”, segundo Alcolumbre.

‘Tio que se casou com a moça’

Presente no encontro, o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), contou que Bolsonaro fez uma analogia de “um tio que se casou com uma moça que tinha sete filhos”.

— Era apaixonado pela moça, mas junto com isso vieram bastante encargos em função das sete crianças. Ele disse que todos nós estamos apaixonados pela causa, mas aumentou demais a necessidade de recursos.

Ainda segundo o parlamentar, o presidente repetiu que fará o que puder para desburocratizar o ambiente de negócios através de decretos, para impulsionar a economia dos estados.

Em discurso, Maia defendeu que “é preciso organizar, através do Parlamento, claro, com a liderança do presidente da República e dos governadores, um grande acordo que reorganize as contas públicas de todos os entes da Federação”.

— Não adianta aprovarmos a reforma da Previdência da União porque o Brasil não é um país onde há uma separação entre municípios, estados e União. É um sistema. Se você resolve parte do sistema, não adianta porque a outra parte continua sofrendo, sangrando e servindo mal à sociedade brasileira.

Confira as seis reivindicações

Equilíbrio fiscal

Implementação “imediata” de um “plano abrangente e sustentável” para restabelecer o equilíbrio fiscal dos estados e do Distrito Federal

Fundo de participação estados

Avanço da Proposta de Emenda à Constituição no 51/2019 para aumentar para 26% a parcela do produto da arrecadação dos impostos sobre a renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados destinada ao Fundo de Participação dos estados e do Distrito Federal

Cessão onerosa

Garantia de repasses federais dos recursos provenientes de cessão onerosa/bônus de assinatura aos estados ao Distrito Federal e aos municípios

Lei Kandir

Compensação de estados e do Distrito Federal pelas perdas na arrecadação decorrentes da Lei Kandir

Manutenção do Fundeb

Instituir um Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) permanente e dotado de status constitucional

Dívidas estaduais

Regularizar a “securitização” de créditos dos estados e do Distrito Federal

O Globo

 

Jogo duplo de governadores irrita Paulo Guedes: reconhecem necessidade da reforma da Previdência, mas, atacam para a plateia

Paulo Guedes tem demonstrado irritação com governadores que, nos bastidores, reconhecem a urgência da reforma da Previdência para a saúde financeira de seus estados, mas, para a plateia, continuam atacando a proposta.

O clima esquenta cada vez que o ministro sinaliza condicionar a continuidade dos debates sobre, por exemplo, cessão onerosa e pacto federativo à aprovação da reforma.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Reforma não. Fim das aposentadorias.

  2. Ceará-Mundão disse:

    A Reforma da Previdência é imperativa para todo o país. Os estados, inclusive, estão quebrados e o deficit previdenciário ocupa posição de destaque nessa crise generalizada. No RN, esse deficit é superior a 100 milhões MENSAIS. E o estado tem dificuldades para pagar os seus servidores. É óbvio que essa reforma será benéfica aos estados em geral e ao RN, em particular. Então, deixemos de hipocrisia e de joguetes políticos e vamos dizer a verdade e defender o que precisa ser feito. Sem agir, vai faltar dinheiro para tudo. É simples.

  3. Ricardo disse:

    No Rio Grande do Norte. É gopi, é gopi, é gopi e é gopi.

Nordeste consolida liderança do PT, que pode eleger 5 governadores neste ano na região

por Dinarte Assunção

Pela primeira vez, o Nordeste poderá terminar a eleição de 2018 com cinco governadores do PT.

O partido cresce no Nordeste no momento em que seu líder, o ex-presidente Lula, está encarcerado. A legenda tem amargado um processo anêmico em todo o Brasil. Na região onde Lula nasceu, no entanto, o PT se anaboliza.

O Nordeste detêm três dos nove governos atuais: Bahia (Rui Costa), Ceará (Camilo Santana) e Piauí (Wellington Dias).

Nas três unidades, a oposição patina e os governadores caminham para ser reeleitos, especialmente na Bahia, onde a oposição se viu implodida depois que ACM Neto se recusou a deixar a prefeitura de Salvador para disputar o governo.

Em outro viés, Rio Grande do Norte e Pernambuco, especialmente o RN, projetam petistas para governar seus estados.

No RN, a senadora Fátima Bezerra detém a liderança isolada das pesquisas. Em Pernambuco, a neta de Miguel Arraes e prima de Eduardo Campos, a vereadora Marília Arraes, está marcando 20% nas pesquisas e está apenas atrás do atual governador Paulo Câmara.

Racha

No momento de forte repulsa ao nome do PT e com o país dividido, a sinalização do Nordeste tende a aprofundar os preconceitos regionais que marcam as eleições, desta vez com o componente da centralização.

Se em 2014, a região foi alvejada pelos habitantes do Sul por ter sido decisiva para a reeleição de Dilma Rousseff, agora, em 2018, tenderá a ser fustigada por frustrar o plano de quem defende que um Brasil livre de corrupção passa por eliminar o PT.

São os falsos liberais, essa gente que defende a flexibilização das normas econômicas, mas que não porta o verdadeiro espírito da liberalidade, pois qualquer um que se autoproclame assim tem, por princípio, ideais de democracia.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lopes disse:

    Choram porque quer, a mamadeira ta cheia. #LulaLivre

  2. Expedito Junior disse:

    Deus tenha misericórdia deste bando de analfabetos que idolatram um ladrão como o Lula.

  3. gust disse:

    Correto. O povo não aprende. Prefere crer em mentiras do que na própria realidade que vive.

  4. Nilo disse:

    Depois metem o pau nos nordestinos e nós mesmos achamos ruim…Tá ai…Mesmo esse marginal de quinta categoria preso, esse povo votaria nele e nos seus "Cumpanheiros"!

Governadores do Nordeste articulam proposta conjunta sobre segurança na região para Michel Temer

Os governadores da região Nordeste pretendem definir uma proposta conjunta e vão levar ao presidente Michel Temer para que seja adotada na região como medida para a área de segurança pública, informou a Tribuna do Norte.

Os governadores pretendem apresentar ao presidente uma pauta comum de ações emergenciais, que precisam do apoio do governo federal, no combate à violência nos estados.

A partir do anúncio da criação do Ministério da Segurança Pública pelo presidente da República, Michel Temer, os governadores tomaram a iniciativa de articula essa proposta. Eles definiram que vão se reunir em João Pessoa (PB), em breve, a fim de debater a questão do  combate a criminalidade nos nove estados nordestinos.

A data ainda não está agendada, mas o governador do Rio Grande do Norte,
Robinson Faria (PSD) confirmou que “nos próximos dias” participará da reunião na capital da Paraíba, a fim de tirarem uma proposta conjunta para melhorar a questão da segurança pública nos estados do Nordeste, “que sempre se reúnem a cada dois meses” para uma discussão sobre a solução dos problema dos seus estados.

Segundo Aécio, Dilma constrange governadores ao tentar reunião

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta segunda-feira que a única responsável se, por alguma decisão institucional não conseguir concluir o mandato, é a própria presidente Dilma Rousseff, e não a oposição. Ao retornar a Brasília, ele criticou a tentativa do PT e da presidente de “dividir sua crise” com os governadores, ao constrangê-los a participar de uma “reunião desnecessária”, na próxima quinta-feira, para discutir o projeto de reforma do ICMS.

Na próxima semana o PSDB começa a veicular inserções de 30 segundos convocando “os indignados” com a crise, a participar da manifestação nacional marcada pelos movimentos de rua, para o dia 16 de agosto.

O tucano negou que haja divisão no PSDB sobre o destino da presidente, se deveria ser afastada por impeachment, cassação do diploma da chapa pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou se ela deve cumprir seu mandato até o fim. Aécio disse, entretanto, que o PSDB não pode desconhecer a realidade das ruas e a indignação da sociedade.

Segundo Aécio, apesar de se aproximar dos movimentos de rua para a manifestação que se anuncia gigantesca, o PT e o governo erram o alvo ao culpar a oposição por um eventual impedimento da presidente Dilma.

Fonte: O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Vitor disse:

    Vocês da mídia dão muito cartaz para esse Playboy. Se querem realmente vencer as eleições, derrubando o PT e Lula, porque não escolhem um candidato mais decente?

Governadores em perigo do "Oiapoque ao Chuí"

Em 2010, a eleição nos Estados apontou para a continuidade. Dos 27 governadores, 20 concorreram a um segundo mandato, e 13 deles foram reconduzidos ao cargo. Outros três elegeram seu candidato. Para 2014, a bússola virou de ponta-cabeça. Dos 15 governadores aptos à reeleição, só três podem confiar que estão no rumo certo para voltar ao palácio depois de passarem pelas urnas.

A pesquisa CNI/Ibope divulgada na sexta-feira forneceu o melhor mapa da sucessão estadual até agora. Pela primeira vez em três anos, todos os governadores foram avaliados simultaneamente. A sondagem não perguntou em quem o eleitor pretende votar, mas revelou o que os governados acham de seus governantes – e essa opinião é menos volátil que a intenção de voto.

A principal conclusão é que o ranking de 2013 é muito pior para a maioria dos governadores do que foi o de 2010:11 estão devendo, 9 estão numa zona que não pode ser chamada de conforto, e, dos 7 que estão realmente bem avaliados, 4 não são candidatos. A chave da pesquisa é o saldo de avaliação. Na eleição passada, ele mostrou-se o melhor fator para prever o resultado das urnas.

O saldo de avaliação é o que sobra, ou não, da popularidade do governador após levar-se em conta as opiniões negativas: é a taxa de ótimo e bom, descontada a de quem acha o governo ruim ou péssimo. Essa classificação é melhor do que a simples pontuação pela taxa de ótimo/bom porque considera também o tamanho e a intensidade da oposição ao governante avaliado. Carma pesa.

Em 2010, o saldo médio dos governadores era de 31 pontos positivos – uma festa. Agora, é de 4. Quase um velório.Na eleição passada, nove governadores tinham saldo igual ou superior a 45 pontos. Foi a nota de corte: todos se reelegeram (7) ou elegeram seus candidatos (2). Hoje, só três governadores estão nessa faixa de quase certeza.

Omar Aziz (PSD-Amazonas) tem 67 pontos de saldo de avaliação, mas não pode se candidatar, mesmo estando há apenas quatro anos no cargo: era vice de Eduardo Braga, e teve que assumir o governo em 2010. Concorreu e se elegeu para o segundo mandato. Divide-se, agora, entre apoiar seu vice ou seu antecessor.

Tião Viana tem o 2º maior saldo, 48 pontos, e deve concorrer à reeleição. Tenta uma façanha: o quinto mandato seguido do PT no governo do Acre. Eduardo Campos (Pernambuco) está em 3º lugar no ranking, com 45 pontos. É o candidato do PSB, mas a presidente.

A seguir aparecem quatro governadores com saldos entre 31 e 38 pontos. Dois deles não podem se recandidatar: André Puccinelli (PMDB), no Mato Grosso do Sul, e Antonio Anastasia (PSDB) em Minas Gerais. Os outros dois disputam a reeleição: Beto Richa (PSDB) no Paraná, e Renato Casagrande (PSB), no Espírito Santo.

Em 2010, havia sete governadores nessa situação: cinco se reelegeram, um perdeu e o terceiro não influiu. Ou seja, Richa e Casagrande têm boas chances de voltar ao governo, mas, como João Cahulla provou em 2010, imprevistos acontecem. Junto com Viana, são, hoje, os três governadores mais perto de se reelegerem.

A terceira faixa tem nove governadores com saldo de aprovação entre zero e 18 pontos. É uma zona arriscada. Na eleição passada, dos sete que estavam nesse patamar, só um se reelegeu. Estão nessa zona de perigo os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT).

Abaixo deles no ranking há 11 governadores com saldo negativo – dos quais seis poderiam se candidatar à reeleição, pois estão no primeiro mandato. Mas eles correm alto risco de fracasso: nenhum governador devendo popularidade se reelegeu em 2010. Aos 11, só lhes resta mudar a imagem de seus governos em poucos meses. Para eles o tempo urge mais do que para os outros.

Estadão