Exército prende garimpeiros em unidades de conservação do Amazonas

Foto: Divulgação/Ministério da Defesa

O Exército deteve dez pessoas supostamente envolvidas com a exploração de garimpos ilegais em três da Unidade de Conservação Campos Amazônicos, no sul do Estado do Amazonas. Todos foram conduzidos à sede da Polícia Federal em Rondônia. A ação faz parte da Operação Verde Brasil.

Conforme nota da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, foram apreendidos na ação “nove celulares, um detector de metais, duas motosserras, um rádio amador, uma balança para pesagem e uma espingarda Cal 20 com sete cartuchos”.

Também foram confiscados veículos e maquinários utilizados pelas pessoas sob investigação, como um trator, uma pá carregadeira, uma motocicleta, dois geradores, um caminhão Scania, e 10 mil litros de óleo diesel e dez barracas de acampamento.

Japão

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) recebeu do Governo do Japão a doação de 330 barracas individuais e 998 colchonetes com isolantes térmicos, para apoio nas ações da Operação Verde Brasil, que ao todo mobiliza 7 mil homens e mulheres para o combate ao desmatamento e à ações ilegais como exploração de garimpo em unidades de conservação.

Conforme informações divulgadas pelo Ministério da Defesa, a Operação Verde Brasil, iniciada há menos de um mês, fez combate a mais de 500 focos de incêndio, apreendeu aproximadamente 18 mil metros cúbicos de madeira, e lavrou 107 termos de infração, que totalizam R$ 28 milhões em multas.

A Operação Verde Brasil é desenvolvida pelas Forças Armadas em parceria com instituições e órgãos de segurança pública e fiscalização, como Força Nacional, Corpo de Bombeiros Militares, equipes de prevenção e combate a incêndios do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Polícia Militar Ambiental, Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e ICMBio.

Agência Brasil

 

Polícia Civil prende três foragidos do Amazonas em um flat de luxo em Natal

Policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) prenderam três foragidos da Justiça de Manaus. A ação se deu em apoio à Operação Guará, deflagrada na manhã desta sexta-feira (26) pela Polícia Civil amazonense, por meio do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO). As prisões ocorreram em um flat de luxo no bairro de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal.

Foram presos em cumprimento de mandados de prisão Andreza Rodrigues Lobo, 34 anos, Rômulo Raphael dos Santos Morais, 27 anos e Leandro dos Santos Chaves, de 25 anos. A prisão dos foragidos faz parte de uma investigação da Polícia Civil do Amazonas, que visa prender integrantes de uma facção criminosa daquele Estado. As investigações da Polícia Civil do Amazonas conseguiram identificar os principais integrantes que ainda estavam foragidos.

O principal motivo da investigação da Polícia Civil do Amazonas foram os homicídios que aconteceram em presídios do Amazonas, nos dias 25 e 26 de maio deste ano, totalizando 55 mortos. Eles estavam custodiados em quatro estabelecimentos prisionais do Estado. A investigação apurou que as mortes foram devido a uma disputa interna de poder entre facções criminosas, uma delas de atuação nacional.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Padre reza missa com colete à prova de bala

O padre Benjamim Araújo Tavares, de Boa Vista do Ramos (a leste de Manaus), realizou uma procissão e rezou três missas durante o último fim de semana vestindo um colete à prova de balas por baixo da batina.

Ele diz que recebe ameaças de morte, por mensagens via celular, desde o começo do mês. De acordo com o padre, uma das últimas ameaças foi feita pouco antes da procissão de sábado. O texto afirmava que ele seria assassinado durante a missa.

A delegada Ana Denise Machado, que está com o caso, diz acreditar “que [a ameaça] seja por parte do prefeito [Elmir Lima Mota (PSC)]”.

A primeira intimidação, de acordo com o padre, ocorreu em 4 de julho. Três dias antes, ele havia participado de uma manifestação contra o prefeito da cidade, que é diácono da Assembleia de Deus.

Benjamin diz ser favorável ao afastamento do prefeito porque os funcionários estão com seus salários atrasados.

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