Jornalismo

Prefeitura instaura sindicância interna para investigar precatórios da Henasa

Está publicado na edição deste sábado do Diário Oficial do Município (DOM).

A prefeita de Natal, Micarla de Sousa, e o procurador-Geral de Justiça Substituto, Eider Nogueira Mendes Neto, instauraram uma Comissão Especial para investigar o precatório de número 2001.003123-5 pago a Henasa Empreendimentos Turísticos Ltda.

A criação da comissão foi oficializada com a publicação da portaria 018/2012. Na comissão estão os procuradores municipais Erick Alves Pessoa, Cássia Bulhões de Sousa e Aldo de Medeiros Lima Filho.

De acordo com a portaria, o prazo para conclusão da análise e ajuizamento de eventual medida judicial será de 30 dias, prorrogáveis uma única vez, justificadamente, por igual período.

Mas fica a pergunta, os três procuradores designados para compor a comissão não já emitiram uma nota afirmando que o acordo celebrado revelou-se irrefutavelmente precipitado e profundamente lesivo ao erário municipal? E a evenual medida judicial nao já deveria ter sido ajuizada pelos procuradores?

Esse precatório passou de R$ 17 mi para R$ 191 milhões após alguns cálculos.

Opinião dos leitores

  1. caro, so cabe ao pgm propor esse tipo de acão. É o estatuto da pgm que define esse papel. Mas, veja que esses 3 indicados estão ai só para foto. Eles não tem poder de nada e fazem parte do grupo que é ligado ao ex pgm

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Polícia

Casal é executado dentro de casa na Zona Norte e BPchoque apreende drogas na Zona Leste

Madrugada violenta na zona Norte de Natal. Um casal foi assassinado por volta das 2h30 deste sábado (21) dentro da própria casa, na Rua Artesão Farias, no Loteamento José Sarney. Ao chegar ao local, a polícia encontrou os dois corpos, cápsulas de munição 380, cartuchos de espingarda calibre 12, fragmentos e projéteis. Bruno Rangel Santos, 25, e Margarida Nascimento de Jesus, 35, foram atingidos por vários tiros. Segundo informações colhidas pelos policiais, um veículo de cor escura com três ocupantes foi até a casa do casal.

Alguns ocupantes desceram, arrombaram o cadeado e exigiram que o casal entregasse armas e drogas. Depois disso, os moradores escutaram alguns disparos. Na residência, a Polícia encontrou apenas um notebook e um celular, com bateria, mas sem chip. Tudo estava revirado. O caso foi registrado pela Plantão Zona Norte. Ainda não há informações sobre os suspeitos. A Plantão zona Sul registrou roubo a uma escola e apreendeu drogas em Ponta Negra, na madrugada de sábado, mas não repassou detalhes das ocorrências.

BPChoque realiza operação na Zona Leste e apreende drogas

Os policiais militares do Batalhão de Choque realizaram uma operação de saturação, esta madrugada (21), nos bairros Rocas, Santos Reis e Brasília Teimosa, Zona Leste de Natal. Durante três horas, cinco equipes do BP Choque patrulharam esses bairros.

Segundo o oficial de operações do BP Choque, enquanto os militares patrulhavam as Rocas, a equipe chefiada pelo sargento Djanilson abordaram Alex Roberto Silva Diniz, de 22 anos, e aprenderam com ele, 12 papelotes de cocaína e 7 trouxinhas de maconha.

A operação foi uma determinação do comandante do BP Choque após análise estatística das áreas com maiores números de ocorrências, e faz parte das ações que a Polícia Militar vem desenvolvendo na área para garantir uma maior sensação de segurança aos moradores dos bairros e turistas que visitam as praias urbanas da capital.

Informações da Tribuna do Norte e do Nominuto.com

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Cultura

Valeu o Boi reestreia neste sábado na Band

O programa “Valeu o Boi” reestreia neste sábado (21), às 11h30, na Band. O programa apresentado por Edivan Martins está completando 20 anos de história e volta às telas mostrando a cobertura das vaquejadas e com novos quadros de humor e entrevistas. O primeiro programa vai mostrar a vaquejada de Tangará.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Justiça determina bloqueio das contas do município de Natal

O desembargador Expedito Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, em decisão publicada ontem, 20, confirmou a sentença de segunda instância da Corte de bloqueio de verbas na conta do município de Natal, para pagamento dos chamados decêndios da Educação, relativos ao exercício de 2011. Os valores, compostos por 30% da arrecadação de impostos, devem ser transferidos em parcelas a cada dez dias, mas não foram repassados nas datas determinadas e estão em atraso.

A verba está prevista na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes da Educação (LDB) e diz respeito à manutenção e desenvolvimento da educação. No exercício financeiro de 2012 a Prefeitura de Natal já acumula um débito de R$ 24,7 milhões para com a Secretaria Municipal de Educação (SME).

Do total de R$ 36,2 milhões devidos de 01 de janeiro a 31 de março, a prefeitura repassou pouco mais de R$ 11,4 milhões para a SME. Os dados são do relatório financeiro da Secretaria Municipal de Planejamento (Sempla), extraído no dia 09 de abril, ao qual a reportagem da TRIBUNA DO NORTE teve acesso, segundo reportagem publicada na edição da última quinta-feira, 19.

No caso de Natal, o decêndio virou disputa judicial entre o município e o Ministério Público Estadual desde novembro de 2011 por causa da dívida acumulada relativa ao exercício 2011 da ordem R$ 63,7 milhões.

As informações diferem da linha defesa da Procuradoria Geral do Município. Desde fevereiro, a Prefeitura de Natal contesta o débito na Justiça Estadual, assegurando não ter dívida com a Secretaria Municipal de educação (SME). Em julho do ano passado, quando o débito totalizava R$ 48 milhões, a promotora Zenilde Alves, formatou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

O documento foi assinado pela prefeita Micarla de Sousa (PV), e pelo secretário de Planejamento, Antônio Luna, que reconhecia a dívida e assegurava a quitação do montante em 16 parcelas. Como o TAC não vingou – um novo atraso foi verificado em novembro – a representante do Ministério Público ingressou com um processo judicial requerendo o bloqueio inicial de R$ 6,8 milhões nas contas da Prefeitura.

Com um inadimplemento do próprio termo de ajustamento, a promotora Zenilde Alves, ingressou com ação de execução do TAC. O juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública, Ibanez Monteiro, negou o pedido liminar da promotora para bloqueio dessa primeira parcela do TAC, mas um recurso junto à segunda instância do Tribunal de Justiça acabou por acatar o pedido da promotora.

Depois da decisão de segundo grau, Zenilde Alves requereu ao magistrado de primeiro grau, responsável pela execução do bloqueio, o cumprimento da ordem superior, mas a decisão estava sendo protelada. Na semana passada, diante de documentos encaminhados pela Procuradoria Geral do Município, comprovando realização de repasses, o juiz Ibanez Monteiro expediu ofício ao desembargador Expedito Ferreira, que é o relator do agravo de instrumento promovido pelo MP.

No ofício solicitou que o magistrado confirmasse ou não se ainda haveria a necessidade do bloqueio. Na decisão proferida na quinta-feira, 19, e publicada  ontem, o desembargador determina que “o juiz adote as providencias necessárias para o imediato cumprimento do comando decisório”. O desembargador considerou as informações do Município insuficientes para suspender a decisão do bloqueio de verbas.

A PGM declarou ao juiz que, em janeiro deste ano, a Sempla teria repassado R$ 23,1 milhões à SME, sendo R$ 6,2 milhões referentes a decêndio do mês e R$ 16,9 milhões relativos à restos a pagar. Ao analisar as informações, o desembargador concluiu que “a planilha não traz a devida e necessária correlação dos valores nela contido e repassados, com os realmente devidos nos estritos limites impostos pelo Termo de Ajustamento de Conduta”. Por isso, o desembargador concluiu que os valores repassados não alcançam àqueles realmente devidos, persistindo “o entendimento da inadimplência”.

Fonte: Tribuna do Norte

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Judiciário

False Decision: terreno que motivou operação é na Via Costeira

Num post deste Blog, sexta, 20/04 – “False Decision: Operação pode ter relação com empreendimento de R$ 400 milhões lançado em Pipa”- falamos que o terreno que motivou o imbróglio entre um Grupo Espanhol e o Grupo Parque da Costeira que resultou na operação de busca e apreensão em apartamento, escritório e hotel, poderia ser na praia de Pipa. Porém, o terreno em questão está bem perto, localizado na Via Costeira, entre os hotéis Ocean Palace e Hotel Serhs.

Segue foto aérea do terreno com suas dimensões destacada em amarelo e vermelho:

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Esporte

Rodrigo Cintra terá que devolver mais de R$ 44 mil ao erário municipal

O secretário municipal da Juventude, Esporte e Lazer de Natal, Rodrigo Martins Cintra, teve as contas de 2011 referentes a passagens aéreas e diárias consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas e foi condenado a ressarcir ao erário a importância de R$ 44.023,69. O voto foi relatado pela conselheira Maria Adélia Sales na sessão da Primeira Câmara da última quinta-feira (19/04) pela manhã.

          A conselheira relatou ainda processo da prefeitura de Serra de São Bento – 2003, documentação comprobatória de despesa a cargo do sr. Ionas Carvalho de Araújo Filho. O voto foi pela irregularidade, com restituição ao erário do valor de R$ 193.973,00, referente a doações sem a comprovação de recebimento por parte dos beneficiários e aquisição de material sem destinação específica.
          O conselheiro Marco Antônio de Moraes Rego Montenegro relatou os seguintes processos: da prefeitura de Almino Afonso, Balancete do Fundef – exercício de 2002, responsável Bernardo Carlos Belarmino de Amorim. O voto foi pela irregularidade na prestação de contas, com restituição pelo gestor à época dos fatos da quantia de R$ 19.875,71 referente à ausência de documentação comprobatória de despesa, além de remanejamento pelo atual gestor do município das quantias de R$ 21.847,95, referente a valor não utilizado do percentual mínimo de 60% destinado ao magistério e R$ 45.244,24 concernente a execução de despesas alheias ao Fundef.
          Da prefeitura de Ipanguaçu, Balancete do Fundef referente a janeiro de 1999, a cargo do sr. José Wilson de Souza. O voto foi pelo remanejamento, por parte do atual gestor das quantias de R$ 35.473,00, alusivo a despesas alheias ao Fundef e R$ 13.700,81, referente à realização de despesas do exercício anterior.
          Da prefeitura de Equador, inspeção extraordinária – exercício de 2002, responsável Vanildo Fernandes Bezerra. O voto foi pela restituição de R$ 130.098,83 referente à documentação comprobatória de despesa e remanejamento de  R$ 74.481,87 não aplicado ao percentual de 60% destinado ao Fundef. Também de Equador, prestação de contas do 1º bimestre de 2007, sendo o responsável o sr. Zenon Sabino de Oliveira. O voto foi pela irregularidade, com restituição de R$ 80.251,00, correspondente à totalidade dos valores cuja legalidade de seu emprego não foi comprovada.
          Da prefeitura do Paraná, prestação de contas referente ao 1° bimestre de 2007, responsável Geraldo Alexandre Maia. Diante da inércia do ordenador da despesa em responder aos questionamentos do TCE, o voto foi pelo ressarcimento de R$ 287.343,35 pertinente a valores gastos e não comprovados. Da Câmara Municipal de Almino Afonso, prestação de contas referente ao 1º bimestre de 2006, responsabilizando José Nunes de Araújo. O voto foi pela restituição aos cofres públicos da quantia de R$ 135.655,39, referente a valores gastos e não comprovados.
          Relativa à prefeitura de João Dias, apuração de responsabilidade referente aos exercícios de 2004 e 2005, sendo os responsáveis Irene Florência de Oliveira e Paulo de Tarso Veríssimo. O voto foi pela aplicação de multa de R$ 10.850,00 e R$ 33.450,00, correspondentes ao atraso na entrega das prestações de contas, relatórios de gestão fiscal e relatórios dos anos fiscalizados. É bom ressaltar que os ordenadores de despesas ainda podem recorrer das decisões.

Opinião dos leitores

  1. Isso é mais do que certo! Passeou muito e não plantou nada… nunca se reuniu com os representantes dos centros esportivos dos bairros…nenhum projeto! so fazia mentir…. que pague mesmo e COM JUROSSSS…. e esse cidadão ainda quer dar um de correto.

  2. Isso é mais do que certo! Passeou muito e não plantou nada… nunca se reuniu com os representantes dos centros esportivos dos bairros…nenhum projeto! so fazia mentir…. que pague mesmo e COM JUROSSSS…. e esse cidadão ainda quer dar um de correto.

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Esporte

Prudente de Morais será interditada neste sábado

Pra quem pretende trafegar pela avenida Prudente na tarde deste sábado (21), é bom se planejar melhor e procurar vias alternativas. O aviso serve principalmente para os moradores de Tirol e Petrópolis.

A partir das 14h, a Prudente de Morais estará interditada no trecho da Praça Cívica ao Comando do Corpo de Bombeiros Militar.

A interdição se dará em função da XXXVIII Corrida Tiradentes patrono da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. A larga da corrida será às 16h com partida e chegada da Praça Cívica.

A previsão da organização é que às 19h a Avenida Prudente de Morais esteja totalmente liberada.

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Judiciário

Juíza determina instalação ou ampliação de leitos de UTI em Natal

A juíza Patrícia Gondim Moreira Pereira, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Natal determinou ao Estado do Rio Grande do Norte e ao Município de Natal a instalação ou ampliação, no prazo de 180 dias, dentro de suas respectivas competências, de leitos de UTI, conforme determinado pela Portaria Ministerial nº 1.101/2002, em um percentual de no mínimo 7% dos leitos totais.

Os leitos devem abranger os grupos etários adulto, pediátrico e neonatal, levando em consideração a população existente em cada território, além de outras providências secundárias, cominando multa no valor de R$ 5 mil diários para a hipótese de descumprimento.

O Ministério Público do RN deu conhecimento ao Juízo do descumprimento da decisão judicial, comunicando que a criança D.M.N.S., de cinco anos, está internado no Hospital Giselda Trigueiro, aguardando um leito de UTI em virtude da gravidade de seu quadro, apresentando sinais Meníngeos Positivos. O MP informou, ainda, que o Hospital Giselda Trigueiro entrou em contato com diversos Hospitais Estaduais a fim de obter leito de UTI para criança sem, todavia, obter sucesso.

Ao analisar o caso, a juíza observou que a ausência de cumprimento da decisão judicial não encontra justificativa, na medida em que já vigorava determinação, por força de liminar, vindo a ser confirmada em sentença, encontrando-se os réus cientes de ambas.

Desse modo, a magistrada determinou a intimação do Secretário Estadual de Saúde para que comprove nos autos, no prazo de 24 horas, a viabilização de leito de UTI, seja na rede pública ou privada, para a internação do paciente D.M.N.S., internado no Hospital Giselda Trigueiro, sob pena de configuração de crime e falta funcional.

Ela chamou a atenção a existência de uma multa fixada em sentença para a hipótese de descumprimento da determinação judicial no valor de R$ 5 mil diários. Fez advertência ainda que esta multa é cominada contra o Poder Público, o que é possível de acordo com a reiterada jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça.

A juíza enfatizou, no entanto, que a imposição de multa em desfavor do Estado, onerando os cofres públicos em virtude da inércia da autoridade administrativa em respeitar a decisão judicial, em observar os princípios regentes da legalidade e da moralidade, atentando com a dignidade do Poder Judiciário, o seu respeito e ainda, inobservando os valores da honestidade e lealdade às Instituições, constitui ato de improbidade administrativa a ser devidamente apurado.

Fonte: TJRN

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Jornalismo

Envolvidos no precatório da Henasa estão sendo investigado pela Justiça

O blog apurou que o ex-procurador-Geral do Município (PGM), Bruno Macedo, e o advogado Fernando Caldas Filho estão sendo investigado pela Justiça por causa dos precatórios pagos ao hotel Henasa.

O processo transcorre em segredo de Justiça na 8ª Vara Criminal de Natal, que tem como titular o juiz Ivanaldo Bezerra Ferreira dos Santos. O segredo é porque o processo envolve quebras de sigilos bancário, telefônico e fiscal de pessoas envolvidas no acordo do precatório.

O pedido para investigação teria sido do Ministério Público após relatório do TCE apontando conluio e cobertura da imprensa ao  caso.

Ontem em coletiva dada a imprensa, Bruno Macedo, foi muito firme nas suas explanações e afirmou não temer nenhum tipo de investigação no caso em questão.

 

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Jornalismo

Bruno Macedo falará sobre saída da Prefeitura e precatórios da Henasa daqui a pouco

O ex-procurador-Geral do Município (PGM) de Natal, Bruno Macedo, vai se reunir com a imprensa logo mais para conceder uma entrevista coletiva. O encontro será realizado na sala de reuniões do Hotel Arituba a partir das 16h30.

Bruno já avisou: vai responder a qualquer questionamento a cerca da sua saída da Prefeitura e a respeito dos precatórios do hotel Henasa.

A saída dele já foi motivada pelo polêmico tema dos precatórios do empreendimento. Depois da nota dos procuradores e de toda a manifestação de órgãos de fiscalização, essa coletiva promete.

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Polêmica

Publicada a exoneração de Bruno Macedo

Foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira, 19, a exoneração do ex-procurador geral do Município, Bruno Macedo.  O substituto ainda não foi nomeado pela prefeita Micarla de Sousa.

Bruno Macedo deixa a Prefeitura em meio a denúncias de ilegalidade no pagamento de um precatório no valor de quase R$100 milhões.

O diretor geral do Procon, Rivaldo Fernandes, também teve sua exoneração oficializada.

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Polícia

Argentino é sequestrado no estacionamento da UFRN, faz contato e continua desaparecido desde segunda-feira

Foto e reportagem de Sergio Costa/Portal BO

A polícia investiga desde a tarde desta quarta-feira (18) um sequestro ocorrido na noite da última segunda-feira (16), no Campus Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A vítima, segundo a policia, é um argentino que vive em Natal há mais de dez anos e também é aluno de mestrado do curso de Ciências Sociais.

O homem identificado apenas pelo nome de Lissandro, estava dentro de um veículo com placas da Argentina, em um estacionamento do campus universitário, quando foi surpreendido por homens armados. Eles teriam obrigado a vítima a seguir com o carro até alguns caixas eletrônicos da zona Sul e depois de submeterem o argentino a uma seção de espancamento, o liberaram em Pium.

Essas informações, ainda de acordo com a polícia, foram repassadas pela namorada de Lissandro, que teria recebido uma ligação dele no final da tarde desta quarta-feira, informando que estaria na feira de frutas de Pium. A mulher, que terá seu nome preservado, foi até lá acompanhada da polícia e chegando no local não encontrou o argentino.

O delegado do 4º Distrito Policial, Franklin Albuquerque, recebeu um informe sobre um veículo abandonado na Via Costeira e foi até lá. Ao chegar no local se deparou com o carro da vítima aberto e com algumas roupas em seu interior. “Só depois que encontramos o carro foi que recebemos uma ligação do Ciosp informando do desaparecimento do dono dele. Estive com a namorada do argentino e ela me contou que desde a segunda que não tem notícia dele”, informou.

A reportagem do Portal BO manteve contato com a namorada do argentino e ela disse que ainda não teve notícia alguma sobre o paradeiro de Lisandro, após o suposto contato feito de Pium. “Eu não sei mais onde procurá-lo. Pensei que ele poderia ter ido para a casa de um amigo nosso ou ter ido para a minha casa, mas ele não esteve em nenhum desses lugares”, relatou em meio ao choro. Em contato com o oficial da Polícia Militar da Companhia de Turismo, o tenente Nícolas, o Portal BO foi informado que até o início desta madrugada o caso seguia sem nenhuma novidade.

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Cultura

Ainda tem ingressos para Chico Buarque

Ontem reproduzimos uma notícia do Novo Jornal que informava que os ingressos para o show de Chico Buarque havia esgostado. Mas emm nota, a assessoria de imprensa do Teatro Riachuelo informa que ainda restam ingressos para o show de Chico Buarque, dias 28 e 29. As senhas estão sendo vendidas na Bilheteria do Teatro, que permanece aberta de terça à sábado das 12h às 21h, e aos domingos, das 12h às 20h, no 3º piso do Shopping Midway Mall. Os preços vão de R$ 360 a R$ 380 – valores de inteira.

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Economia

Procuradores municipais emitem nota sobre precatórios da Henasa

O caso dos precatórios do hotel Henasa ganha mais um episódio. Os procuradores municipais de Natal, em uma atitude bastante corajosa, emitiram uma nota aberta ao público esclarecendo alguns pontos das movimentações do pagamento que supostamente privilegiaram o empreendimento.

Confira nota na íntegra

NOTA PÚBLICA

Nós, Procuradores do Município de Natal abaixo assinados, vimos em respeito à população natalense, divulgar a nossa firme e intransigente objeção aos termos do acordo firmado em novembro de 2009, com a HENASA EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS LTDA, nos autos do Precatório Requisitório de Pagamento nº 2001.003123-5, esclarecendo ainda o seguinte:

1. Em 1995, os Procuradores Municipais assumiram a defesa judicial do extinto Instituto de Planejamento Urbano de Natal – IPLANAT (órgão então integrante da Administração Indireta Municipal), quando já fixado e atualizado judicialmente o valor de uma indenização cível por danos materiais em favor da HENASA EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS LTDA, para o montante de R$ 17.814.652,76 (dezessete milhões, oitocentos e quatorze mil, seiscentos e cinquenta e dois reais e setenta e seis centavos).

2. Essa indenização tinha por finalidade repor supostos prejuízos materiais decorrentes de um brevíssimo embargo administrativo realizado pelo citado órgão, nas obras de reforma de um hotel pousada em Ponta Negra.

3. Desde então, iniciou-se uma luta processual intensa para se tentar reverter tal situação, uma vez que os erros materiais constatados na elaboração dos cálculos indenizatórios apresentados pela HENASA demonstravam um valor injusto, exorbitante, desarrazoado e, portanto, inaceitável.

4. Reconhecendo a complexidade processual e a necessidade de uma nova discussão sobre o valor desse Precatório, sobretudo no âmbito dos tribunais superiores STJ e STF, em Brasília – DF, o Município de Natal, com amparo na legislação em vigor, contratou, em 2001, o escritório do conceituado processualista Cândido Rangel Dinamarco para assumir o patrocínio da causa, envolvendo a elaboração de petições e/ou recursos.

5. Em decorrência do trabalho desenvolvido pelo citado escritório, o Precatório em referência foi retirado da ordem cronológica de pagamento do TJRN, tendo sido encaminhado ao STJ, sob a forma de recurso. Essa situação processual perdurou até dezembro de 2009, mês em que, através de petição conjunta, assinada pelo Procurador Geral do Município de Natal, Bruno Macedo Dantas, e o Advogado da HENASA, Fábio Luiz Monte Hollanda, foi requerida a desistência do recurso em tramitação no STJ, sem que houvesse a participação do escritório contratado.

6. Ocorre que, antes de dezembro de 2009, ainda com recursos a serem julgados nos tribunais superiores, houve a súbita reinserção do Precatório da HENASA na ordem cronológica para imediato pagamento, no mesmo exercício de 2009. Naquele momento, a dívida ali consignada foi  atualizada pela ex-Chefe de Divisão de Precatórios do TJRN, Carla de Paiva Ubarana Araújo Leal, e pelo ex- Secretário Geral da mesma Corte de Justiça, João Batista Pinheiro Cabral, para o valor de R$ 191.224.697,82 (cento e noventa e um milhões, duzentos e vinte e quatro mil, seiscentos e noventa e sete reais e oitenta e dois centavos).

7. É importante ressaltar que essa atualização de valores foi provocada através do Oficio n° 339/09/GAB/PGM, subscrito pelo Procurador Geral do Município de Natal, Bruno Macedo Dantas, em 10 de fevereiro de 2009.

8. Em 10 de março de 2009, o então Presidente do egrégio TJRN determinou a atualização dos cálculos indenizatórios fazendo incluir, na planilha respectiva, valor relativo a honorários advocatícios, embora ainda existissem recursos pendentes nos tribunais superiores. Mesmo assim, posteriormente – em junho de 2009 – indeferiu, como Relator, recurso de Embargos de Declaração em Agravo Regimental no Pedido de Revisão de Cálculos interposto pelo Dr. Cândido Rangel Dinamarco.

9. De acordo com o Relatório Parcial de Inspeção n.001/2012-SGCE do egrégio Tribunal de Contas do Estado do RN, tornado público em Sessão Plenária daquela Corte no último dia 10 de abril p.p., foram observadas graves irregularidades nos cálculos do referido Precatório, como: a) incidência de juros sobre juros; b) utilização do índice de correção monetária de 3,346466128 referente a 1994, quando deveria ter sido utilizado o índice referente a agosto de 1995 e; c) aplicação indevida de novo percentual de honorários advocatícios na ordem de 20% (vinte por cento) sobre o valor do principal. Essa cumulação de valores indevidos resultou, no período de agosto de 1995 a junho de 2009, em um aumento de mais de 1.073,41% sobre o valor de R$ 17.814.652,76 (dezessete milhões, oitocentos e quatorze mil, seiscentos e cinquenta e dois reais e setenta e seis centavos).

10. Sobre tal atualização, o setor de contabilidade da Procuradoria Geral do Município de Natal não foi instado a se manifestar e, segundo os autos processuais epigrafados, o Escritório do Prof. Cândido Rangel Dinamarco sequer recebeu qualquer intimação para se pronunciar sobre o assunto! Nesse particular, ressalve-se que o parecer do escritório supra mencionado, ao qual o ex-Procurador Geral do Município se reportou em sua defesa, foi produzido somente um ano após o acordo já firmado e sem qualquer análise de seu aspecto contábil e financeiro.

11. Desse modo, em novembro de 2009, o acordo entre o Município de Natal e a HENASA foi celebrado nos autos no valor de R$ 95.612.348,91 (noventa e cinco milhões, seiscentos e doze mil, trezentos e quarenta e oito reais e noventa e um centavos), com pagamento parcelado em 10 (dez) anos, através de 120 (cento e vinte) prestações mensais de R$ 380.102,91 (trezentos e oitenta mil cento e dois reais e noventa e um centavos) e 10 (dez) balões anuais de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões). Saliente-se, ainda, nesse Acordo, a previsão de correção anual das parcelas mensais sobre o saldo devedor, ocasionando um recálculo no valor mensal de cada parcela até final quitação.

12. Entendendo que os evidentes erros materiais existentes nos cálculos da liquidação não se submetem aos efeitos da preclusão e da coisa julgada material, conforme reiterada jurisprudência dos tribunais superiores, especialmente do STJ, consideramos que o Acordo celebrado revelou-se irrefutavelmente precipitado e profundamente lesivo ao erário municipal.

13. Assim sendo, externamos nossa confiança irrestrita no Relatório Parcial de Inspeção n. 001/2012- SGCE elaborado pelo TCE/RN e no trabalho investigativo a ser realizado pelo Ministério Público Estadual – MP/RN, ao tempo em que requeremos publicamente à Sra. Prefeita, a adoção de providências imediatas objetivando a anulação judicial desse Acordo, o qual reputamos contrário ao interesse público municipal, e o  ressarcimento ao Município de Natal dos valores já desembolsados em razão do mesmo.

Natal, 18 de abril de 2012.

PROCURADORES MUNICIPAIS:

ALDO DE MEDEIROS LIMA FILHO

Matrícula n. 12.878-3

AURINO LOPES VILA

Matrícula n. 13.339-6

CARLOS SANTA ROSA D’ALBUQUERQUE CASTIM

Matrícula n.12.879-1

CASSIA BULHÕES DE SOUZA

Mat. 13007-9

CELINA MARIA LINS LOBO

Matrícula n.12.998-4

CRISTINA WANDERLEY FERNANDES

Matrícula n. 12.880-5

ERICK ALVES PESSOA

Matrícula n. 47.782-6

FERNANDO PINHEIRO DE SÁ E BENEVIDES

Matrícula n. 61.686-9

FLÁVIO DE ALMEIDA OLIVEIRA

Matrícula n.13.292-6

HERBERT ALVES MARINHO

Matrícula n.12.601-2

HUMBERTO ANTÔNIO BARBOSA LIMA

Matrícula n.47.792-3

JORGE LUIZ DE ARAÚJO GALVÃO

Matrícula n.08.232-5

MARISE COSTA DE SOUZA DUARTE

Matrícula n.13.001-0

NAIR GOMES DE SOUZA PITOMBEIRA

Matrícula n. 60.812-2

RAMIRO OLIVEIRA DO REGO BARROS

Matrícula n. 60.703-7

RICARDO AMORIM

Matrícula n. 60.704-5

TIAGO CAETANO DE SOUZA

Matrícula n. 47.785-1

SUZANA CECÍLIA CÔRTES DE ARAÚJO E SILVA

Matrícula n. 61.701-6

VICTOR HUGO HOLANDA CHAVES

Matrícula n. 63.530-8

ZÉLIA CRISTIANE MACEDO DELGADO

Matrícula n.14.030

Opinião dos leitores

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Jornalismo

O Palito de fósforo queimado e a veadagem

O Blog reproduz editorial do Jornalista Diógenes Dantas, hoje no Jornal da 96. Como bom ouvinte e assíduo do jornal 96 eu afirmo que esse foi o editorial mais feliz do Jornalista no ano de 2012. Assino embaixo e reafirmo, a impressão que o ex-prefeito tem passado é de pura prepotência e falta de humildade por se encontrar numa situação privilegiadíssima nas pesquisas eleitorais. Até pessoas próximas e eleitoras de Carlos Eduardo concordam com essa leitura dos fatos. Segue texto de Diógenes Dantas:

O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) foi convidado por vereadores a prestar esclarecimentos sobre as contas do seu último ano de gestão [2008].

Eu acho pouco provável que o ex-prefeito aceite o convite da Comissão de Justiça da Câmara após as palavras pouco elogiosas que proferiu contra vários deles.

Carlos Eduardo Alves deu demonstração de destempero ao falar assim no Twitter, no último sábado:

“Partindo do mesmo lugar, lá vem eles pelo mesmo caminho. São falsários e mentirosos contumazes… Valem tanto quanto um palito de fósforo queimado.

Não tenho culpa se seus respectivos candidatos estão com média de 3 por cento em todas as pesquisas de intenção de votos em Natal….pior, a rejeição deles é quatro vezes maior do que a intenção de votos.

Repito, não tenho culpa disso, PT e DEM juntos, unidos e abraçados no mesmo tapetão em Natal. Protagonizam a politicagem da semana”.

As palavras de Carlos Eduardo Alves são duras e deselegantes. Elas não atingem apenas os vereadores. Elas atacam a instituição, a Câmara Municipal de Natal.

Numa só frase, Carlos Eduardo agride, acusa e desqualifica os adversários. Chamar alguém de “palito de fósforo queimado” é o mesmo que dizer que alguém não vale nada, não presta. “Falsários e mentirosos” são alcunha de estelionatários. É linguagem de mesa de botequim na disputa de um jogo de cartas ou de sinuca [com todo respeito aos jogadores].

Desde a rumorosa Operação Impacto, que implodiu a carreira de vários políticos e condenou outros na Justiça, Carlos Eduardo Alves sente-se acima do bem e do mal e não esconde o desprezo pela Câmara Municipal de Natal, sede do poder legislativo que terá de conviver e respeitar no caso de eleição em outubro, afinal, é no legislativo que o chefe ou a chefe do Executivo encaminha e tenta aprovar os projetos de interesse da sociedade.

Aliás, Carlos Eduardo Alves tem se achado eleito. Ao mencionar a baixa intenção de votos e a alta rejeição de alguns concorrentes na eleição de Natal, ele passa a impressão de que paira sobre todas as candidaturas e que já está eleito. Não é bem assim. Não existe governador em férias, não existe prefeito em férias. Ele terá de passar pelo árduo caminho da campanha eleitoral para tentar alcançar seu objetivo: suceder a criatura que criou, a atual prefeita Micarla de Sousa (PV).

Nesta fase de pré-campanha, Carlos Eduardo Alves vem colecionando declarações polêmicas e chulas. A da veadagem, numa referência aos políticos carismáticos, já entrou para os anais das campanhas eleitorais, sem trocadilho ou segunda intenção da minha parte. Desprovido de carisma, Carlos Eduardo escorregou no vernáculo com uma declaração de viés homofóbico. E pode perder apoios e votos por conta deste escorregão.

Carlos Eduardo está me lembrando o Ciro Gomes na eleição presidencial de 2002. Bem cotado naquela campanha e com chances de vitória, Ciro Gomes não segurou a língua e caiu nas pesquisas por causa de declarações destemperadas contra as mulheres e adversários políticos. Carlos Eduardo precisa ter cuidado com a “sídrome do Ciro Gomes”.

O tom agressivo do pré-candidato do PDT denota muita ansiedade e pouca paciência com o processo eleitoral. E olha que a campanha ainda não começou, hein!

Para Carlos Eduardo, se fosse possível, não haveria sequer eleição. Bastaria alguém nomeá-lo prefeito novamente levando em consideração as pesquisas de opinião e a percepção de ser o anti-Micarla. Mas a regra é clara, como diz o Arnaldo César Coelho, o candidato precisa passar pelas urnas. Político não escapa de campanha eleitoral.

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Denúncia

MP espera concluir em 6 meses denúncia contra "cartel" de combustíveis em Natal

O promotor de Justiça da Defesa do Consumidor, José Augusto Peres, estima que em seis meses deverá apresentar a denúncia relativa à Operação Hefesto, da Polícia Federal, que investiga uma suposta formação de cartel de postos de combustíveis em Natal. Segundo ele, esse é o prazo para analisar o material que a delegada Ohara Fernandes lhe enviou ontem. São cerca de 160 GB (gigabytes) de arquivos de áudios de interceptações telefônicas.

José Augusto Peres acredita que deverá passar quatro meses para ouvir todas as escutas telefônicas contidas nesses arquivos. “O trabalho dos analistas da PF é bom, mas, às vezes, cansado, ele pode ter deixado alguma conversa passar. Precisamos ouvir tudo para que nenhum ponto fique de fora”. Além disso, ele estima mais dois meses para montar as peças judiciais que farão parte da denúncia. “Só então saberemos quantos serão realmente indiciados”.

A princípio, o promotor recebeu o material em janeiro deste ano, juntamente com a conclusão do inquérito policial. Contudo, segundo Peres, os arquivos foram enviados em quatro discos rígidos internos. “Os computadores do Ministério Público ainda estão na garantia. Por isso, não podíamos abrir o gabinete para instalar esses discos rígidos. Assim, eu reenviei para a PF os equipamentos juntamente com um disco rígido externo para que eles passassem o material para esse aparelho”, explica Peres.

Memoria

A Operação Hefesto foi desencadeada pela PF em 14 de setembro do ano passado e cumpriu nove mandados de busca e apreensão em diversos pontos de Natal, inclusive na casa e no gabinete do vereador Enildo Alves. De acordo com a PF, seriam fortes os indícios de formação de cartel de postos de combustíveis, como também foi constatada uma atuação ativa do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos/RN) no fornecimento de informações distorcidas e falaciosas sobre o mercado de revenda de combustíveis. O objetivo seria influenciar o Poder Legislativo local e impedir a aprovação do projeto de Lei Municipal 411/2009, que permitiria a instalação de postos de combustíveis em supermercados de Natal. O projeto foi rejeitado na Câmara Municipal de Natal.

Entre esses fatores apontados como indícios de formação de cartel estão a pouca oscilação da margem média de revenda; a margem de revenda do combustível em Natal ser superior ao padrão da margem média observada para todo o RN- comportamento este inesperado para o maior município do Estado, que apresenta um maior número de postos de combustíveis competindo; a pouca dispersão de preços ao consumidor; e a existência de um mecanismo capaz de coordenar e monitorar, de forma permanente, as ações de uma grande quantidade de agentes econômicos atuantes no mercado de revenda, no caso, os sindicatos de revendedores de combustíveis.

Fonte: Diário de Natal

Opinião dos leitores

  1. Essa história que não pôde colocar os HDs no computador é desculpa de amarelo, bastava comprar um case que custa $4o em qualquer loja de informática e acessar os arquivos via USB.
    Aí o andamento do processo fica parado por 3 meses por causa de uma besteira dessas. Falta é vontade de fazer a coisa andar.

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