Polícia

Polícia Civil do RN abre inscrições para Estágio Remunerado na área de Direito

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio do Setor de Estágios, divulgou, na tarde dessa quinta-feira (07), que estão abertas as inscrições para o processo seletivo de estágio na Instituição, com vagas para o curso de Direito nos municípios: Areia Branca, Apodi, Baraúna e Mossoró.

Os interessados devem ter cursado, no mínimo, 50% da carga horária do curso e, no máximo, estar matriculado no 8º período, no primeiro semestre de 2021 e realizar cadastramento no site da Escola de Governo do RN, www.escoladegoverno.rn.gov.br. Para participar do processo seletivo, os estudantes devem se candidatar até a próxima quarta-feira (13), em uma pré-seleção, enviando o currículo (com foto) e histórico acadêmico para o endereço de e-mail: [email protected], colocando no assunto: SELEÇÃO REGIÃO OESTE.

Os pré-selecionados serão convocados para uma segunda fase da seleção, a ser realizada nos dias 15 e 16/01. O valor da bolsa é de um salário mínimo (R$ 1.100,00) e auxílio-transporte (R$51,70), para estágio de 6h diárias, no total de 30 horas semanais. Mais informações podem ser obtidas por meio do telefone: (84) 98135 – 5865 ou pelo e-mail: [email protected].

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Opinião dos leitores

  1. Bora Estagiario fazer uma campana, bora prender uns traficantes. Tanto lugar para fazer estágio e o estudante decide fazer estágio dentro de uma delegacia no interior.Me poupe né. Acho que essa novidade não vai colar não.

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Saúde

Fátima pede a prefeitos suspensão de eventos e festas no veraneio, e secretário de saúde reforça necessidade de distanciamento social

Foto: Ilustrativa

Aproveitando a reunião com prefeitos nesta sexta-feira(08), para discutir imunização contra covid no Rio Grande do Norte, a governadora Fátima Bezerra pediu que aos gestores dos municípios que suspendam eventos e festas previstos para o veraneio, com o objetivo de evitar aglomerações e o aumento do contágio do novo coronavírus.

Também presente a reunião, o secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, reforçou a necessidade das medidas de distanciamento social até haver um cenário mais seguro da pandemia.

Opinião dos leitores

  1. Durante a sua campanha de apoio desastrada aos prefeitos do seu partido, tudo foi muito bonito e legal, os imbecis que hoje choram lágrimas de jacaré, não abriram a boca, tudo de uma hipocrisia sem tamanho. Quanto ao dinheiro gasto de forma rápida, sem o devido cuidado, irresponsavel e leviano, o mesmo silêncio. A nossa saúde contínua e mesma, óbvio com mais mortos pelo COVID, os hospitais continuam abandonados, faltando insumos básicos, profissionais, sobram pacientes nos corredores e vergonha, triste sina essa nossa, viver mendigando o básico para sobreviver com dignidade.

  2. Quero só ver como o pessoas ligadas ao setor de eventos, do mais taludo ao mais humilde, votarão nas próximas eleições. Será que vão reeleger dona Fátima?

  3. A Governadora Fátima era pra armar a polícia com um chicote, assim quando o polícia encontrasse uma aglomeração, era mais fácil de dispersar a boiada.

  4. Pq ela não pediu aos prefeitos que escutasse aglomerações durante a campanha eleitoral.
    Isso que eu chamo de governadora hipócrita.

  5. Esse povo que fez aglomeração em eventos políticos tem a cara de tabaco de solicitar a não realização de festas de verão, o desgoverno de Fátima Bezerra quer quebrar de uma vez por todas o seguimento de shows. Quando será que Fatão vai anunciar ajuda para os seguimentos afetados pelas recomendações dela?

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Saúde

RN vai receber primeiras doses da vacina contra covid-19 até dia 31 de janeiro, informa governadora

Em reunião com os prefeitos potiguares no fim da manhã desta sexta-feira (8), na Escola de Governo, a governadora Fátima Bezerra comunicou que o Rio Grande do Norte deve começar a receber as doses para aplicação da vacina contra covid-19 até o dia 31 de janeiro.

Segundo a governadora, a Sesap já está preparada para a vacinação, adquirindo seringas para aplicação da vacina e organizando o estoque já existente e com todo o espaço estrutural de armazenamento do insumo preparado.No encontro, Fátima ainda afirmou que os municípios são os responsáveis para pôr em prática a vacinação, mas que o Estado vai apoiar com a distribuição de insumos e qualificação das equipes. O Rio Grande do Norte possui em estoque 900 mil seringas e mais dois milhões estão em fase de aquisição.

O Ministério da Saúde assinou o contrato na noite desta quinta feira (7) de 46 milhões de doses da vacina Coronavac do Butantã, sendo 8 milhões ainda na primeira fase da vacinação.

Com acréscimo de informações da Tribuna do Norte

 

Opinião dos leitores

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Saúde

Taxa de ocupação de leitos críticos na rede pública para covid no RN nesta sexta-feira é de 68,6%; pacientes internados são 309

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 68,6%, registrada no fim da manhã desta sexta-feira (08). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 309.

Até o momento desta publicação são 74 leitos críticos (UTI) disponíveis e 162 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 130 disponíveis e 147 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região Metropolitana de Natal apresenta 61,2% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 73,8% e a Região Seridó 82,9%.

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Diversos

Pentágono tem 180 dias para divulgar ao menos parte do que foi descoberto por equipe dedicada a OVNIs

Cena de Arquivo X, que ajudou a sedimentar OVNIs e outros fenômenos misteriosos na cultura pop dos anos 90 (Foto: FOX Image Collection via Getty Images)

O plano orçamentário anual aprovado por Donald Trump no dia 28 de dezembro – o último de sua gestão – definiu os contornos do auxílio emergencial estadunidense para os próximos meses de incerteza pandêmica no país. Mas entre os gastos previstos pelo governo e a programática oficial para o ano que vem há ainda um detalhe curioso, digno do seriado Arquivo X: de acordo com ato incluso no plano, o Pentágono tem 180 dias a partir da aprovação do orçamento para divulgar ao menos parte do que foi descoberto por uma equipe dedicada a objetos voadores não-identificados (mais conhecidos pela sigla OVNI).

O material abrange mais de uma década de trabalho da Força Tarefa para Fenômenos Aéreos Não-Identificados, criada como parte da Agência de Inteligência da Marinha estadunidense. O grupo, que investiga relatos de objetos misteriosos encontrados por pilotos militares e civis, remete ao extinto projeto Blue Book: formado pela Aeronáutica dos Estados Unidos em 1952 para investigar cerca de 12 mil aparições similares, o programa foi desmontado em 1969 após uma falta de evidências sobre a ameaça de OVNIs e sua natureza extraterrestre.

Imaginar engravatados corrrendo atrás de marcianos pode ser divertido, mas a realidade é que o ato aprovado pela Casa Branca em dezembro pode estar mais relacionado a uma questão de transparência pública, tema caro para um setor do governo – no caso, o Programa de Inteligência Nacional – que deve receber US$ 61,9 bilhões em 2021.

A começar pela natureza nebulosa da operação. Em agosto o Pentágono reconheceu oficialmente a força tarefa, mas acredita-se que não seja novidade: ela pode ser uma continuidade de outra iniciativa similar, o Programa de Identificação de Ameaças Aeroespaciais Avançadas, criada em 2007 pela Inteligência estadunidense e aparentemente descontinuada em 2012. Apuração do jornal New York Times em 2017 sugere que, por outro lado, o trabalho teria continuado nos anos seguintes. “Não é preciso mais viver sob as sombras”, comenta ao NYT Luiz Elisondo, ex-diretor do programa. “Ele passará por um novo nível de transparência”.

Na última década, o Pentágono compartilhou informações em caráter de sigilo com comitês do Congresso nos EUA e empresas do setor aeronáutico. Muitas das descobertas relacionadas a OVNIs envolvem explicações terrenas, enquanto outras seguem misteriosas. É o caso de um vídeo divulgado oficialmente ano passado, que mostra um par de caças americanos perseguindo uma aeronave de formato oval sobre a costa de San Diego em 2004 (via Telegraph).

A questão é o que vai estar nesse documento. As investigações conduzidas pela força tarefa também esbarram em temas delicados de segurança nacional – o que o país sabe ou deixa de saber a respeito de tecnologia estrangeira. Em entrevista à CBS em julho, quando o plano orçamentário para 2021 foi originalmente divulgado, o senador republicano Marco Rubio, um dos responsáveis pelo documento, expressou preocupação sobre relatos de aeronaves desconhecidas voando sobre espaço aéreo militar. Rubio também teme que “algum salto tecnológico dos russos, chineses ou outros adversários” teria possibilitado essas manobras, e que seria urgente tornar essas informações públicas.

Revista GQ – Globo

Opinião dos leitores

  1. Descobriram que Bozo e parte de seu Gado são do planeta Idi Ota, são alienigenas empenhados em espalhar a burrice na terra.

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Saúde

RN registra 1.152 novos casos de coronavírus; nenhum óbito nas últimas 24 horas, e 11 após confirmação de exames laboratoriais de dias anteriores

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta sexta-feira (08). Foram mais 1.152 casos confirmados, totalizando 122.591. Na quinta-feira (07) eram 121.439 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 3.078 no total. Nenhuma morte nas últimas 24 horas. Óbitos em investigação são 498.

A Sesap também registrou 11 (onze) óbitos ocorridos em dias ou semanas anteriores, após a confirmação de exames laboratoriais. Até quinta-feira (07), eram contabilizados 3.067 mortos.

Casos suspeitos somam 63.049 e descartados são 282.423. Recuperados são 68.394.

Opinião dos leitores

  1. Quanto mais óbitos confirmados de dias anteriores, maior o número de óbitos em investigação! O conta pra não dar certo!

    1. ohhh povo sem noção…. essa conta não fecha nunca…. td errado.

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Diversos

SINE-RN tem 22 vagas de emprego nesta sexta-feira para Natal, região metropolitana e Santa Cruz

A Subsecretaria do Trabalho da Sethas-RN, através do SINE-RN, oferece nesta sexta-feira(08) 22 vagas de emprego para Natal e Região Metropolitana, Santa Cruz e região.

Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS.

Neste momento, devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o Sine-RN está com atendimento presencial realizado mediante agendamento.

Em Natal, os telefones para agendamento da unidade matriz, em Candelária, são: (84) 3190-0783, 3190-0788, 98106-6367 e 98107-4226.

Os agendamentos e atendimentos acontecem de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h.

VEJA AS OFERTAS DE VAGAS DE EMPREGO POR OCUPAÇÃO:

NATAL e GRANDE NATAL – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANTIDADE DE VAGAS

ATENDENTE DE MESA 01

AUXILIAR DE MARCENEIRO 01

CABELEIREIRO 03

DESENHISTA TÉCNICO (ARTES GRÁFICAS) 01

GARÇOM 01

MANICURE 08

MECÂNICO DE MÁQUINAS PESADAS (MANUTENÇÃO) 02

RECEPCIONISTA DE HOTEL 01

VENDEDOR PRACISTA 03

SANTA CRUZ e região – (Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANTIDADE DE VAGAS

CONSULTOR DE VENDAS 01

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Saúde

Agência Europeia: cada frasco de vacina da Pfizer dá para seis doses; muitos países não estavam usando

Foto: © REUTERS/Dado Ruvic/Direitos Reservados

O comité da Agência Europeia do Medicamento emitiu uma nota informando que recomendou a atualização da informação de produtos da vacina contra a covid-19 da Pfizer, esclarecendo que tem seis doses.

Uma dose extra que, até agora, em muitos países não estava sendo usada em cada frasco da vacina por não haver indicação clara para a sua utilização. Agora, a Agência Europeia deu essas indicações no sentido de que esta dose seja aproveitada, explicitando os procedimentos.

A falta de uma norma da Direção-Geral da Saúde de Portugal que permita preparar seis doses por cada frasco da vacina da Pfizer já obrigou a desperdiçar uma quantidade que daria para vacinar seis mil pessoas, revelou hoje (8) um jornal português.

Segundo a publicação, o desperdício “é generalizado entre os países europeus e deve-se à inércia da Agência Europeia de Medicamento em aprovar o pedido do primeiro laboratório fornecedor, Pfizer, para que sejam preparadas seis e não cinco doses por frasco”.

O pedido de alteração das doses foi entregue ao regulador europeu no dia 30 de dezembro. Agora, foi respondido.

Contudo, o Infarmed, órgão do Ministério da Saúde de Portugal, encontrou uma solução interna e já autorizou a preparação de seis doses por frasco, um procedimento que ainda não está em prática por falta de uma norma da Direção-Geral da Saúde (DGS).

A Agência Europeia do Medicamento explicita agora que, se no fim da aplicação de cinco vacinas a partir de um frasco não houver a quantidade recomendada para a vacina (0.3ml), então o profissional de saúde deve deixar fora o que resta do frasco. Ou seja, não se pode juntar restos de vários frascos para fazer uma dose completa.

Agência Brasil

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Política

PT apresenta novo pedido de impeachment contra Bolsonaro por ‘apologia à tortura’

Foto: Adriano Machado/Reuters 

O PT apresentou nessa quinta-feira, 7, novo pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Desta vez, a bancada mencionou a ocasião em que o presidente ironizou e levantou dúvidas sobre as sessões de tortura às quais a ex-presidente Dilma Rousseff foi submetida durante a ditadura militar. Em conversa com apoiadores no dia 28 de dezembro, Bolsonaro riu e disse querer ver um raio X que prove que a mandíbula da ex-presidente sofreu uma fratura.

O pedido de impeachment é assinado pelos deputados federais Rogério Correia (PT-MG) e Rui Falcão (PT-SP) e pela ex-ministra Eleonora Menicucci. É o 60º pedido protocolado para retirar Bolsonaro do cargo – todos seguem em análise, com exceção de três que foram arquivados. Cabe ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), abrir e dar seguimento formal aos pedidos ou arquivá-los.

O ato de apologia a crime é tipificado no artigo 287 do Código Penal. Já a tortura é crime hediondo, imprescritível e inafiançável de acordo com a Constituição. “Ao ofender a presidenta Dilma, duvidar da tortura, dar gargalhada, coisa que ele já tinha feito no passado, como deputado, ele o fez agora como presidente da República e, como presidente, esse crime hediondo é também crime de responsabilidade, passivo de impeachment”, disse o deputado Rogério Correia, em nota.

O pedido será protocolado na Mesa Diretora da Câmara. De acordo com o PT, o documento terá também assinaturas de presas e presos políticos, além de entidades de defesa dos direitos humanos.

Isto É, com Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. 60 pedidos, demonstrando apenas que NUNCA aceitaram o resultado da eleição. E ainda se fizrm "democratas". Palhaçada! Essa esquerdalha perdeu totalmente o sendo do ridículo (na verdade, nunca tiveram).

  2. Cadê o RX do queixo da jumenta comprovando a agressão?
    Essa abstinência de roubo tá enlouquecendo a petralhada kkk

  3. Esse partido denominado PT ainda existe? Pense num torturador desses petistas o tal do Bolsonaro.

  4. O Mito tortura o PT , Hô Mito escrôto da pooorraaaa.
    Como os Petistas se sentem torturados pela abstinência do dinheiro público.

  5. Estamos com o Presidente, se precisar vamos às ruas novamente, contra cambada de corruptos o Povo cansou dos desmandos e falácia desse Petralhas.

  6. 'Bolsonaro é um perigo tanto para a democracia quanto para a vida'
    "Com Bolsonaro investindo contra as eleições, estimulando atos antidemocráticos, cooptando militares e policiais e armando milícias, tudo pode acontecer", afirma a jornalista Eliane Cantanhêde.

    1. É mesmo?
      Além do discurso difamatório que a esquerda joga nele, o quê ele fez para sua afirmativa?
      O que Bolsonaro faz contra as eleições? Quer o voto impresso para que as urnas possam ser auditadas e se afaste a possibilidade de fraude?
      Foi pedir ao povo que fortalecesse o sistema imunológico tomando ivermectina e zinco? Mas o que vimos foi nos estados onde os governadores proibiram essa medicação, temos a maior quantidade de mortes pelo covid.
      Qual o risco que Bolsonaro representa? Seria o mesmo que José Dirceu indo a mídia dizer que Bolsonaro precisa sair do governo em 2021, pregando um golpe a democracia?
      Não seja genérico Gustavo, enumere qual risco Bolsonaro representa.

    2. O grande risco do Bozo é o emburrecimento e embrutecimento do povo que o segue. O país está entregue aos bovinos ignorantes que cultuam um falso Messias, que tem como principais aliados os amigos que roubaram junto com o PT. Perguntar o que o Bozo fez como faz esse Filipi só confirma a falsidade ideológica aliada à estupidez e limitação intelectual de sua manada.

    3. Quem é essa jornalista? Procura outro argumento, meu amigo! Vai procurar se informar direitinho sobre o que há no Brasil! Se você ficar só assistindo a Globolixo e vendo matérias de canhotos, você nunca vai ficar sabendo a verdade.

  7. Tem que tirar esse genocida de qualquer forma.
    A boiada quer tanto bem a ele, levem ele pra casa de vcs. Cada dia da semana, num curral diferente

    1. Prove a prática de genocídio.Isso é um crime concreto com contornos bem definidos. Tem que provar a intenção deliberada de matar pessoas. Se não fizer essa ptova, quem vai estar cometendo um crime é vc.

    2. É um asno mesmo. Não tem argumento, aí vem com essa de “Genocida”. Vá estudar doidinho. Defensor de brandido e da quadrilha do. PT.

    3. VAMOS TIRAR SIM. Em 2026 votaremos em outro que ele indique.

  8. O PT NUNCA teve e continua sem ter compromisso com o país.
    O único objetivo é a retomada do poder, sem qualquer projeto para o Brasil.
    Passaram 02 décadas criticando e prometendo transformar o país em exemplo de desenvolvimento.
    Passaram 16 anos no poder e deixaram o país falido economicamente. moralmente sem rumo e tomado pela corrupção. Todos os candidatos do PT criticam tudo e todos prometendo o que jamais será feito. Alguma dúvida?
    É só pesquisar as promessas feitas pelo PT e o que eles realmente fizeram pelo país.

  9. Sexta-feira dia de faxina lá em casa, será que o pessoal do PT não estaria interessado, já que não estão fazendo nada como sempre, pago um sanduíche de mortadela e R$ 20,00.

  10. Negar um fato é fazer apologia dele? Boa sorte… Não se esqueçam de levar as feminazis do cabelo roxo e crucifixo atochado no… para os protestos. Façam bem na hora da volta do cidadão de bem do trabalho pra ccasa.

  11. Esses petralhas estão apavorados com a reeleição do Mito e não se conformaram com a lapada que levaram kkkkkkkkkkkkkkk

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Polícia

VÍDEO: Operador de caixa é assassinado a tiros dentro de supermercado no Oeste potiguar

Foto: Reprodução

Câmeras de segurança registraram o assassinato a tiros de um homem de 34 anos que trabalhava como operador de caixa em um supermercado no município de São Miguel, no Oeste potiguar. O crime foi registrado no início da manhã dessa quinta-feira(07). De acordo com reportagem do G1-RN, as imagens registradas mostram o momento em que o assassino chega ao local em uma motocicleta. Em seguida, ele atravessa a rua, passa pela porta do supermercado, saca a arma e aponta contra a vítima, que estava, aparentemente, contando dinheiro, no caixa. Antes de qualquer diálogo ou reação da vítima, o criminoso atirou pelo menos quatro vezes e fugiu logo em seguida.

Segundo a reportagem, a PM foi acionada logo após o crime e identificou um suspeito através das imagens. Equipes foram, inclusive ao local do trabalho do homem, que não foi localizado. A PM ainda informa que, nem a vítima nem o suspeito possuem histórico de envolvimento em crimes na região. O caso será investigado pela Polícia Civil. ASSISTA VÍDEO AQUI em matéria na íntegra.

Opinião dos leitores

  1. Cadê a Governadora da Segurança, saúde e Educação ?
    O RN tá lascado com essa Governadora.

    1. Isso é um "lobo solitário". Não tem aparato de segurança que evite isso. Se o cara está com coceira no ovo, tu chama Fatão p resolver. Tu deve ser um incompetente fracassado kkkk

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Saúde

Anvisa confirma recebimento de pedido de uso emergencial da CoronaVac pelo Instituto Butantan

Foto: Aloisio Mauricio/Estadão Conteúdo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu o pedido de uso emergencial da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, na manhã desta sexta-feira (8). A agência pretende fazer a análise do uso emergencial em até 10 dias

O pedido foi feito durante uma reunião virtual por causa da pandemia. A Anvisa diz que vai continuar a avaliar toda a documentação depois que todos os documentos forem entregues e que já iniciou a triagem.

“As primeiras 24h serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e checar se todos os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode pausar o prazo e solicitar as informações adicionais ao laboratório”, afirmou a Anvisa, em nota.

A agência diz que a análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar, e envolve especialista das áreas de registro, monitoramento e inspeção.

O resultado final do estudo sobre a eficácia é a última etapa necessária para que a Anvisa analise o pedido de autorização de uso da vacina na população brasileira.

Caso a agência de vigilância identifique a pendência de alguma informação na documentação enviada, o prazo de análise pode ser superior aos dez dias. “A meta da Anvisa é fazer a análise do uso emergencial em até 10 dias, descontando eventual tempo que o processo possa ficar pendente de informações , a serem apresentadas pelo laboratório”, diz em nota.

A Anvisa diz ainda que ” atua, conforme os procedimentos científicos e regulatórios, os quais devem ser seguidos por aqueles que buscam o a autorização de vacinas para serem utilizadas na população brasileira.”

De acordo com o governo de São Paulo, a CoronaVac teve eficácia de 78% para casos leves na terceira fase de testes com cerca de 13 mil voluntários no Brasil. Para redução de casos graves e moderados, o governo anunciou índice de eficácia de 100%, ou seja, não houve casos graves (incluindo mortes) e moderados entre os vacinados. No entanto, não foi divulgada a taxa de eficácia global, ou seja, não foi informado quantos voluntários que tomaram a vacina foram contaminados pela Covid-19 e nem quantos ficaram doentes após tomarem o placebo.

O governador João Doria (PSDB) chegou a afirmar que o pedido de registro emergencial já havia sido feito na quinta (7) durante coletiva de imprensa.

Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, o pedido de registro definitivo da vacina será feito posteriormente pelo laboratório chinês Sinovac, mas não informou a data exata.

“O pedido de registro da vacina será feito pela Sinovac. A Sinovac recolhe os dados dos estudos da vacina e é ela que submete o pedido oficialmente lá, na NMPA, que é a Anvisa chinesa, e imediatamente o mesmo pedido se estende ao Brasil e a outros países”, afirmou nesta quinta (7).

Segundo a Anvisa, o prazo para a análise do registro definitivo é feita em até 60 dias.

Em meados de dezembro, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou as regras para a autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, de vacinas contra a Covid-19.

Os principais pontos do uso emergencial das vacinas são seguintes:

Cada pedido deve ser feito pela empresa desenvolvedora e será analisado de forma independente;

Decisão será tomada pela Diretoria Colegiada da Anvisa;

Serão considerados estudos não-clínicos e clínicos (em humanos);

Serão itens avaliados: qualidade, boas práticas de fabricação, estratégias de monitoramento e controle, e resultados provisórios de ensaios clínicos;

Empresa interessada deverá comprovar que a fabricação e a estabilidade do produto garantem a qualidade da vacina;

Estudo clínico na fase 3 – última etapa de testes – deve estar em andamento e conduzido também no Brasil;

Vacina com uso emergencial liberado não pode ser comercializada, ela só pode ser distribuída no sistema público de saúde;

Liberação de uso emergencial pode ser revogada pela Anvisa a qualquer momento.

A concessão estabelecida pela Anvisa segue o modelo de autorizações emergenciais adotadas em outros países, como Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, e vale apenas para o período de pandemia e até a vacina receber o registro definitivo.

25 de janeiro

O governo de São Paulo espera que o uso emergencial seja autorizado pela agência até o dia 25 de janeiro, data estipulada no plano estadual de imunização para início da vacinação de 9 milhões de pessoas dos grupos prioritários.

Caso a vacina seja aprovada, profissionais da saúde, indígenas e quilombolas devem receber as primeiras doses, seguidos por idosos com mais de 60 anos.

Até esta quarta-feira (6), a Anvisa não havia recebido nenhum pedido para uso emergencial ou registro definitivo das outras vacinas que estão sendo testadas no Brasil. Dados complementares da fase 3 do imunizante desenvolvido pelo laboratório AstraZeneca e pela Universidade de Oxford foram recebidos, mas ainda sem o pedido de autorização.

Plano Nacional de Imunização

Após apresentar parte dos dados de eficácia da vacina, o Butantan confirmou que assinou um contrato com o Ministério da Saúde para a aquisição de doses da CoronaVac, na noite de quinta-feira (7).

O documento prevê o fornecimento de 46 milhões de doses, em quatro entregas até o dia 30 de abril. Há ainda a possibilidade de o órgão federal adquirir do instituto outras 54 milhões de doses, totalizando 100 milhões.

Cada dose da vacina custará R$ 58,20 e o valor total do contrato é de R$ 2,6 bilhões.

O pagamento somente será realizado após a obtenção do registro ou autorização para uso emergencial junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O contrato também prevê que o Ministério da Saúde “terá o direito de exclusividade na aquisição de doses da vacina”, podendo autorizar “em caráter excepcional a comercialização” para terceiros. Para isso, deverá ser “notificada formalmente sobre a intenção de venda com antecedência mínima de 20 dias.”

‘Lei Covid’

Como já foi dito, a utilização de uma vacina contra a Covid-19 no Brasil depende da aprovação pela Anvisa. A permissão pode ser conseguida, basicamente, por dois caminhos. O primeiro está diretamente ligado aos dois tipos de registro (tradicional ou emergencial), explicado acima, e a segunda possibilidade é baseada na chamada “Lei Covid” aprovada na Câmara dos Deputados, que libera o uso se o imunizante tiver aval expedido por uma agência do exterior, independentemente de registro pela Anvisa.

Anvisa – registro definitivo: os desenvolvedores submetem o pedido de registro à Anvisa apenas após concluírem as 3 fases de testes da vacina. Para acelerar o trâmite, a agência criou o procedimento de submissão contínua de dados.

Anvisa – uso emergencial: permite aos desenvolvedores enviarem os dados que comprovem eficácia e segurança antes de terminarem a fase 3 da vacina;

Lei Covid – Prevê que a Anvisa terá o prazo de 72 horas para conceder a autorização caso o imunizante tenha conseguido registro no Japão, nos EUA, na Europa ou na China. Caso o prazo não seja cumprido e a Anvisa não se manifeste, a autorização é concedida automaticamente.

Produção da vacina

O acordo do Governo de São Paulo com a Sinovac prevê a compra de 46 milhões de doses, sendo 6 milhões já prontas e 40 milhões que serão processadas no Brasil a partir de matéria-prima chinesa.

No total, o governo de São Paulo recebeu até agora da China o equivalente a 10,8 milhões de doses da CoronaVac, considerando os lotes de vacina já pronta para aplicação e os de insumos que serão envasados pelo Instituto Butantan. Segundo o governo, mais 35 milhões de doses devem ser recebidas até fevereiro.

No dia 9 de dezembro, o Instituto Butantan começou o processo de envase da vacina a partir da matéria-prima importada da China. A processo é feito na fábrica do Butantan, que tem 1.880 metros quadrados, e contará com o reforço de 120 novos profissionais, além dos 245 que normalmente atuam no instituto.

Uma nova fábrica está sendo construída pelo Butantan para produção da vacina em território nacional. A previsão é que, quando pronta, ela seja capaz de produzir até 100 milhões de doses da CoronaVac por ano.

No fim de dezembro, a Anvisa publicou a certificação de Boas Práticas de Fabricação para a fábrica da CoronaVac na China. A conclusão foi feita pela equipe da Anvisa que viajou ao país para inspecionar a produção da farmacêutica Sinovac. O certificado tem validade de dois anos e é um do pré-requisitos tanto para o processo de registro da vacina no Brasil, quanto para o pedido de autorização para uso emergencial.

Registro na Anvisa

O estudo conclusivo mede a taxa de eficácia do imunizante comparando quantos casos confirmados ocorreram nos voluntários que receberam placebo e quantos naqueles que tomaram a vacina. A taxa mínima de eficácia recomendada pela Anvisa é de 50%.

No final do ano passado, a Turquia informou publicamente ter chegado ao percentual de 91,25% de eficácia da CoronaVac em testes preliminares feitos com 1,3 mil voluntários.

G1

Opinião dos leitores

  1. Quero ver o gado fazendo fila pra tomar a vacina chinesa no lombo e exaltando o Bozo por ter conseguido comprar. Ô povo sem noção!

  2. Mariiiiiiia está provado, vc come e gosta de b………, mais não se preocupe, todos nós entendemos.

  3. GRAÇAS A DEUS VACINA ! Fica muita gente ouvindo e disseminando as bravatas do Presidente Pinóquio Tartaruga. Quer prova maior que é tudo bravata. O Governo Federal assinou contrato da Vacina Chinesa e das seringas chinesas.

  4. O ministério da saúde, tudo minúsculo, junto com esse presidente de vcs só sr movimentaram pra aquisição de vacinas e insumos devido à pressão do Dória, se formos vacinados, deveremos agradecer ao calça apertada, que por sinal fica linda nele.

    1. Que mané Dória o que.. Já existe uma justa pressão popular pela vacina a, independentemente da marketagem do agente de Pequim. O pessial toma relação de causalidade por relação causa e efeito. Povo burro.

    2. Calça apertada continua mentindo. Anunciou 78% de eficácia, depois já não sabe mais se é geral ou em casos leves. Essa vacina é uma roubada, literalmente.

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Saúde

Instituto Butantan pede registro de uso emergencial da Coronavac à Anvisa

Foto: Governo de SP/Divulgação

O Instituto Butantan solicitou nesta sexta-feira (8) à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o registro de uso emergencial da Coronavac, vacina contra o novo coronavírus desenvolvida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

A própria Anvisa confirmou em comunicado nesta sexta (8) ter recebido o pedido.

A partir de agora, a Anvisa tem 10 dias para responder sobre a solicitação – esse prazo começa a valer a apartir da apresentação de toda a documentação exigida sobre o imunizante. A expectativa do governo de São Paulo é iniciar a vacinação no estado com a Coronavac no dia 25 de janeiro.

Se a Coronavac já tivesse obtido autorização de ao menos uma agência reguladora estrangeira, entre EUA, China, Japão ou Europa, o tempo entre pedido e aprovação seria de 72 horas, conforme decisão mantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 30 de dezembro.

Na quinta-feira (7), o governo paulista havia informado que o pedido de uso emergencial já havia sido feito, mas a Anvisa negou a informação, dizendo que alguns procedimentos ainda precisavam ser executados.

Eficácia de 78%

Na quinta-feira (7) o Butantan e o Governo de São Paulo divulgaram os dados sobre a eficácia da Coronavac: 78% em casos leves da doença e 100% contra casos graves. A informação foi obtida antecipadamente pelo comentarista da CNN Igor Gadelha.

A eficácia é considerada alta entre especialistas. A taxa mínima exigida pela Anvisa é de 50%, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com o Butantan, chegou-se aos números da seguinte forma: de todos os participantes dos testes da Coronavac, apenas 22% desenvolveram sintomas da Covid-19, por isso os 78% de eficácia para casos leves. Desses 22% sintomáticos, nenhum dos casos evoluiu para um quadro mais grave, concluindo-se então que a vacina protege totalmente contra o nível mais grave da doença.

“A vacina mostrou 100% de eficácia contra casos graves e moderados. Não houve nenhum caso grave de Covid-19 entre os voluntários imunizados com a vacina do Butantan”, explicou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, em nota do governo paulista.

Contrato com Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou na quinta-feira (7) que “toda a produção” de vacinas contra a Covid-19 do Instituto Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização.

“Toda a produção do Butantan, e aí eu quero ressaltar, toda a produção do Butantan, todas as vacinas que estão no Butantan, serão, a partir desse momento, do contrato, incorporadas ao Plano Nacional de Imunização”, afirmou o ministro, em pronunciamento.

Pazuello argumentou que a pasta “nunca abandonou as negociações com o Butantan” para adquirir a Coronavac e que as doses foram acertadas em contrato de compra com o instituto. De acordo com o ministro, serão 46 milhões de doses até abril e outras 54 milhões até o final do ano.

Eduardo Pazuello também repetiu a contagem feita em rede nacional de rádio e televisão na quarta-feira (6). De acordo com o ministro, o Brasil dispõe de 354 milhões de doses – as 100 milhões do Butantan e mais 254 milhões de doses da AstraZeneca/Universidade de Oxford.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. 78%? Ótimo? Quantos dos voluntários ficaram expostos ao contágio do vírus, vivendo normalmente sua vida: trabalhando e usando meios de transporte lotados? Ou será que ficaram isolados em uma bolha?
    Esses dados tinham que ser seriamente analisados, para todas as vacinas, para se falar, afirmativamente, de eficácia.

    1. calou BOSTANARO que vivia derrubando a vacina coronavac kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    2. Link de algum comentário desairoso6 de Bolsonaro à vachina…Cês vivem de mentir

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Diversos

Idosa morre carbonizada durante incêndio em residência na Zona Norte de Natal

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca em reportagem nesta sexta-feira(08) que uma idosa de 83 anos morreu carbonizada na manhã desta sexta-feira(08) em um incêndio que aconteceu na casa em que ela morava com a família, no bairro Nossa Senhora da Apresentação, na Zona Norte da capital. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo começou no quarto da mulher, que era cadeirante. Os outros moradores, três adultos, duas crianças e um adolescente foram resgatados com vida.

Segundo a reportagem, o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte relatou que os familiares perceberam o incêndio após as 6h, e não conseguiram entrar no quarto da idosa, por causa do fogo e da fumaça no local. O imóvel tem um primeiro andar, onde os moradores estavam. Como não conseguiram descer, os familiares procuraram a varanda do imóvel e foram resgatados por vizinhos, que colocaram uma escada para que eles deixassem o local.

Após o combate as chamas, o Corpo de Bombeiros encontrou o corpo da idosa carbonizado embaixo da cama. Os bombeiros acreditam que, possivelmente, a vítima tentou se esconder das chamas. A idosa tinha dificuldade de andar, após ter sido vítima de três AVCs.

A causa do incêndio ainda será apurada, porém, os bombeiros acreditam que o fogo tenha começado no ventilador e se espalhado rapidamente pelo quarto, por encontrar materiais inflamáveis como colchão, fraldas geriátricas e álcool em gel.

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Finanças

Aposentados e pensionistas da Prefeitura de Natal recebem nesta sexta-feira, finalmente, salários do mês de dezembro

Os aposentados e pensionistas da Prefeitura de Natal recebem nesta sexta-feira (08) os seus vencimentos referentes ao mês de dezembro. Ao longo do dia, a Secretaria Municipal de Administração (Semad) está fazendo o repasse das informações com os créditos bancários à instituição financeira responsável pelo pagamento e ao final do dia o dinheiro poderá ser movimentado. Com isso, a gestão quita 100% a folha dos servidores.

“Do início de dezembro até este momento, a administração pública Municipal, com o pagamento das folhas de novembro, décimo terceiro e dezembro, colocou em circulação na economia da capital potiguar pouco mais de R$ 195 milhões. Um montante significativo em um período de grave crise”, informa nota da Prefeitura.

Opinião dos leitores

  1. É revoltante! O prefeito recebeu primeiro o salário dele, os secretários também receberam, todos da ativa receberam e deixaram para pagar aos aposentados e pensionistas por último. Isso nunca havia acontecido na história da prefeitura de Natal.

  2. É do cidadão de bem ficar indignado! Enquanto a prefeitura esbanja mamatas por ai..A desculpa de crise sempre aparece para justificar a falta de respeito com servidor ativo que leva essa cidade nas costas e aposentado que já trabalhou muito..lamento!

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Diversos

Iraque emite mandado de prisão para Donald Trump por morte de tenente do general Soleimani

Foto: Andrea Hanks/White House 

A Justiça do Iraque emitiu nessa 5ª feira (7.jan.2021) um mandado de prisão para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo assassinato de Abu Mahdi al-Muhandis, morto junto com o general Qassim Soleimani em 3 de janeiro de 2020, em Bagdá.

“Após a conclusão dos procedimentos preliminares de investigação, o juiz decidiu emitir um mandado de prisão para o ex-presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump”, diz um comunicado divulgado pelo Conselho Supremo Judiciário do Iraque.

“Os procedimentos de investigação continuarão a descobrir os outros participantes na implementação deste crime, sejam iraquianos ou estrangeiros.”

Abu Mahdi al-Muhandis era líder da PMF (Forças de Mobilização Popular), força paramilitar xiita composta por antigas milícias com laços estreitos com o Irã. A organização responde diretamente ao primeiro-ministro do país.

O Irã também tem um mandado de prisão para Trump pela morte de Soleimani, segundo informou a agência de notícias semioficial Fars.

Soleimani foi responsável por liderar a crescente presença militar iraniana no Iraque, Síria e Iêmen. Ele comandava a Força Quds da Guarda Revolucionária do Irã, uma unidade de elite que lida com as operações do Irã no exterior e é considerada uma organização terrorista pelos Estados Unidos.

Em 3 de janeiro de 2020, um ataque de drone ordenado por Trump provocou a morte de al-Muhandis e Soleimani.

Depois do episódio, o procurador-geral de Teerã, Ali Alqasi Mehr, alertou que Trump seria processado após o término de seu mandato.

Na semana passada, perto do aniversario de 1 ano da morte, manifestantes se reuniram em Bagdá no local onde o ataque ocorreu para homenagear os 2 líderes. Participantes gritavam: “Deus é grande, a América é o grande Satanás”.

Na ocasião, o ministro da Defesa iraniano, Brigadeiro-General Amir Hatami, disse que o país se vingará do assassinato. “Você cortou a mão de nosso general e suas pernas serão decepadas da região”, afirmou.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Os homens desta religião islâmica são uns completos loucos,eu já li inúmeras vezes o livro deles o alcorão,pelo que eu interpretei o tal profeta Maomé faz referência a um céu lotado de mulheres virgens,aguardando sempre a chegada dos homens crentes para desvirgina-las e penetra-las sexualmente,isso é um céu divino ou imensurável prostibulo também chamado de bordel ou de cabaré.

  2. Querem afastar Trump por ser louco, esclerosado. Poderiam fazer a mesma coisa com o miliciano também

    1. Verdade, os dois se amam, deveriam ficar enjaulados no ninho do amor …TRUMBOZO

    2. Vamos afastar em 31/12/2026 por ser honesto e ter formado a melhor equipe que o Brasil já teve

    3. Afastar é urgente mas é pouco, aliás todo castigo pra corno é pouco. Trump e Bozo tem que ir presos e responder por seus atos criminosos.

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Diversos

“A equação brasileira é a seguinte: ou o país entra num lockdown nacional imediatamente, ou não daremos conta de enterrar os nossos mortos em 2021”, diz Miguel Nicolelis

Foto: Fotos Públicas

“Acabou. A equação brasileira é a seguinte: ou o país entra num lockdown nacional imediatamente, ou não daremos conta de enterrar os nossos mortos em 2021.” Essa mensagem foi escrita no Twitter pelo neurocientista Miguel Nicolelis, mundialmente famoso por suas pesquisas sobre a interface entre cérebros e máquinas.

Professor da Universidade Duke, nos Estados Unidos, Nicolelis foi um dos criadores do Projeto Mandacaru, grupo formado por voluntários das mais diversas áreas que dá orientação e consultoria sobre o enfrentamento da pandemia aos nove estados que compõem a região Nordeste.

Nessa entrevista para a BBC News Brasil, o neurocientista avalia a repercussão de sua mensagem no Twitter e aponta a sequência de erros que colocam o país em segundo lugar no ranking de mortes por Covid-19 no mundo.

Ele diz estar extremamente preocupado com o momento atual, de segunda onda de casos ou repique da primeira, agravado por campanhas eleitoras, aberturas pelo país e festas de fim de ano.

“Estamos num momento que era propício e imediato para ter uma intervenção nacional pela primeira vez. Para parar, para ter uma queda dramática e rápida de novos casos até que a campanha de vacinação começasse. Eu estou vendo esse momento com extremo pessimismo, porque a gravidade é óbvia.”

Questionado sobre o impacto econômico dessa medida drástica, Nicolelis afirma que “se realizarmos um isolamento social rígido, um lockdown por duas ou três semanas, com só serviços essenciais funcionando, é possível minimizar os danos econômicos no futuro”.

Nesta quinta-feira (7), Brasil atingiu a marca dos 200 mil óbitos pela doença.

BBC News Brasil – O sr. fala em “intervenção nacional” contra a pandemia. O que seria isso?

Miguel Nicolelis – O Brasil precisa fazer algo muito parecido ao que aconteceu na Grã-Bretanha nos últimos dias. Isso, aliás, veio a partir do comitê científico britânico, que pressionou o primeiro-ministro e o governo para fazer um lockdown mesmo com o início da campanha de vacinação por lá. Era óbvio que não dava pra esperar pra vacina fazer seu efeito populacional. É preciso conter a escalada para o sistema de saúde não colapsar.

O que nós precisávamos por aqui era justamente isso. Ter um comando central. Uma mensagem única, disseminada para o país inteiro, com transparência, com bons dados, com boas práticas. E nós precisaríamos, na minha opinião, de um lockdown por duas ou três semanas para reduzir a pressão no sistema de saúde.

A pressão não é mais só dos casos agudos de coronavírus. Nós temos agora todos os casos acumulados do ano passado, que não puderam ter atendimento por causa dos hospitais lotados. E temos também um número enorme de pacientes com sequelas da Covid-19 que vão precisar de atendimento médico. Estamos falando de duas enormes demandas por serviços médicos, internações e unidades de terapia intensiva. E ainda há um terceiro grupo, que são de todas as doenças que estão represadas. Pacientes que estão sofrendo de doenças crônicas e agudas e precisam de cuidados médicos.

Nós vemos algumas particularidades muito específicas dessa segunda onda. Nós temos uma cepa que é mais transmissível, o que significa que vamos ter mais pessoas infectadas. Além disso, há um número de jovens e crianças afetados que está aumentando proporcionalmente. Até hospitais pediátricos em São Paulo estão com problemas de demandas de vagas para atender casos.

Um exemplo dramático disso é Manaus. A cidade colapsou muito mais rapidamente do que na primeira onda. E colapsou a um ponto que o prefeito veio dizer que o sistema de saúde não foi o único afetado. Ele teme um colapso do sistema funerário neste momento. Essa é uma preocupação que existe desde a primeira onda e ficou por debaixo do tapete, sem ninguém falar sobre isso. Mas foi algo que aconteceu em Nova York, no Texas e está acontecendo na Califórnia neste momento. Essa é uma grande preocupação, porque se você começa a perder a mão do sistema de manejo das vítimas, dos corpos, você começa a gerar problemas de saúde pública secundários gravíssimos.

BBC News Brasil – Nas últimas semanas, acompanhamos dois fatores que podem agravar ainda mais a situação da pandemia: a questão das aglomerações de final de ano e as novas cepas do coronavírus detectadas no Reino Unido e na África do Sul. Como o senhor analisa esses novos ingredientes numa equação que já se mostra tão complicada?

Nicolelis – No começo de novembro, o Comitê de de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste propôs que era preciso ver o que estava acontecendo no cenário internacional. Porque já existia uma segunda onda europeia gravíssima. A gente ainda não sabia de novas cepas, mas essa era uma previsão que estava em nossas mentes. Porque é algo que ocorre, não é uma grande surpresa. Aconteceu na pandemia de 1918 e em outras ocasiões.

A gente só não sabia de onde viria essa nova cepa e qual seria a gravidade da segunda onda. Em 1918, a segunda onda foi a mais letal de todas. Todos os modelos que nós apresentamos desde abril para os governadores do Nordeste levavam em conta e tinham a possibilidade dessa segunda onda e quando ela poderia surgir.

No Nordeste, tivemos lockdowns que foram feitos nas capitais e medidas de isolamento social que atrasaram a segunda onda. Mas as campanhas eleitorais e as aberturas econômicas feitas ao léu geraram aglomerações que sincronizam a segunda onda no país inteiro. Esse é o grande drama.

A gente ainda não tem os dados completos da letalidade das novas cepas. A cepa da África do Sul é muito preocupante. Há mortes acontecendo na Austrália por causa da cepa britânica. Ela também já foi detectada no Japão. Isso significa que ela correu o mundo, como era de se esperar.

Com o espaço aéreo brasileiro aberto, nós estamos repetindo todos os erros da primeira onda. Com o agravante de que o país inteiro está tendo curvas de crescimento, algumas mais rápidas do que lá no início. Então essa é uma situação muito assustadora.

BBC News Brasil – Quando se fala em lockdown, em fechar novamente o comércio, algumas pessoas argumentam que a economia brasileira não vai aguentar e as consequências podem ser terríveis. Como o sr. analisa e responde a essas previsões?

Nicolelis – É evidente que sou sensível a todo o debate sobre a questão econômica. Mas essa dicotomia é falsa. Se o número de mortes começar a disparar, o sistema de saúde colapsa e nós não temos condições de manejar a pandemia da maneira correta. O que vai então acontecer com a economia? Ela também vai colapsar. As pessoas vão começar a morrer em números altíssimos por outras doenças e não vamos ter nem gente para fazer a economia girar. Não vamos ter pessoas para trabalhar, produzir e consumir bens.

Se nós tivéssemos feito um lockdown nacional em março de 2020, como a Grécia fez… Aliás, a Grécia detectou dois casos e, em 48 horas, o país estava em lockdown completo. A Grécia não tinha sistema hospitalar, estava falida do ponto de vista da saúde pública, e conseguiu ser um dos melhores países europeus durante a pandemia. Quer outro exemplo? O Vietnã, com 100 milhões de habitantes, é um país pobre com muito menos recursos de saúde pública que o Brasil. E eles tiveram 35 mortes.

A gente sabe como a coisa funciona e essa não é a primeira pandemia da história da humanidade. Existe uma farta literatura sobre isso. E todas as pandemias onde você fez isolamento social conseguiram baixar os números de casos e de mortes. Isso vale mesmo para aquelas doenças com uma taxa de infecção e de letalidade muito maior a essa que enfrentamos atualmente.

Se realizarmos um isolamento social rígido, um lockdown por duas ou três semanas, com só serviços essenciais funcionando, é possível minimizar os danos econômicos no futuro.

Eu vou dar uma prova disso. Na pandemia de 1918, todas as cidades americanas que fizeram as medidas de isolamento, bloquearam o fluxo de pessoas e paralisaram suas economias, se saíram melhor do que as cidades que não fizeram nada, deixaram a pandemia correr solta e censuraram a informação para sua população. Locais como Nova York, Boston e Filadélfia, que não reagiram da maneira correta, tiveram grandes perdas humanas e terríveis problemas econômicos durante e após a pandemia. Outras cidades, como Pittsburgh, por exemplo, se saíram muito melhor.

BBC News Brasil – O sr. comentou que o Brasil está cometendo os mesmos erros da primeira onda. Mas quais foram as grandes oportunidades que nós perdemos no manejo da pandemia?

Nicolelis – Foi uma sequência trágica de erros. Primeiro, minimizar a gravidade da pandemia. Não se preparar antes dela chegar ao Brasil. Nós tivemos quase três meses para nos prepararmos em termos de material de proteção, máscaras, enfim, organizar o país antes do tsunami. O segundo erro foi negar o tsunami. Terceiro, não criar um comando verdadeiramente nacional, centralizado, um estado maior de combate à pandemia que tivesse uma missão clara.

Esse comando poderia ajudar os estados não só do ponto de sanitário, mas financeiro. Além disso, decretar o fechamento do espaço aéreo internacional brasileiro no começo de março e fazer bloqueios nas rodovias principais. Era absolutamente previsível que as estradas iriam espalhar os casos para o interior do Brasil. Nas primeiras três semanas de março, São Paulo foi responsável por 85% dos casos do país. Se tivéssemos bloqueado só São Paulo… O aeroporto de Guarulhos recebeu o maior fluxo de pessoas vindas do exterior e nós poderíamos ter barrado esse trânsito para o resto do Brasil aqui. Mas nós não fizemos nada.

Nós não tivemos uma voz nacional que, ao longo da pandemia, transmitisse as informações corretas e cientificamente validadas, que basicamente eliminasse as fake news e não promovesse o uso de remédios que não funcionam, por exemplo. Existem milhões de brasileiros que ainda acreditam na cloroquina. Ou que ainda creem que existe um tratamento profilático contra o coronavírus.

Olha São Luís hoje. A capital do Maranhão fez talvez o melhor lockdown do Brasil. É a única capital do Nordeste neste momento que está há meses com números de óbitos e casos estabilizados. Fortaleza fez o segundo melhor lockdown. Na sequência, aparecem Recife e João Pessoa. Esses lugares se beneficiaram tremendamente dessas políticas, que eram simples e que foram oferecidas efetivamente logo no início da pandemia. Compare os dados de São Luís com a cidade de São Paulo. Você vê na hora a distinção. Enquanto São Paulo se arrastou com milhares de novos casos e centenas de mortes diárias, São Luís conseguiu levar esse número para o mínimo possível.

Outro exemplo interessante foi Belo Horizonte, que teve uma resposta impressionante. O prefeito entendeu que tinha que ouvir os técnicos, os cientistas e os sanitaristas da cidade. Ele não tinha experiência pessoal nenhuma, mas ouviu. Tanto é que foi reeleito logo no primeiro turno. A resposta foi correta e ele procurou quem sabe do assunto.

No Brasil, faltou comando, faltou mensagem, faltou definir prioridades, faltou preparo e faltou acreditar na ciência. O drama que eu sinto nesse momento, por isso que fiz esse tweet há alguns dias, é que nós estamos repetindo todos os erros. Acrescidos da total inépcia na definição de um programa nacional de imunização pelo Ministério da Saúde.

É uma incompetência total, uma falta de qualquer tipo de visão estratégica, logística e sanitária de quão vital é ter essa campanha de vacinação nas ruas imediatamente. Acabei de ler agora há pouco uma entrevista do fundador da Anvisa, que eu conheço muito bem, falando que é inacreditável como o Ministério da Saúde simplesmente não moveu um dedo para comprar seringas, agulhas e os insumos necessários para organizar o plano nacional de imunização.

Nós ainda não temos uma definição de quais vacinas vão ser usadas no Brasil. Porque não temos a aprovação da autoridade sanitária competente federal, que é a Anvisa.

BBC News Brasil – A comunicação é um dos grandes desafios da pandemia. Como o sr. mesmo disse, há muitas pessoas que ainda acreditam em tratamentos que já se mostraram ineficazes ou seguem notícias falsas sobre as máscaras ou a origem do vírus. Como tornar essa comunicação com a população mais proveitosa?

Nicolelis – Nós temos que utilizar as mesmas armas dos distribuidores de fake news. Temos que usar as redes sociais para difundir verdades. O que as entidades preconizam? Quais são os resultados reais? Por que é importante usar máscara? Por que é necessário fazer realmente um lockdown? Nós temos que combater as notícias falsas onde os robôs e esses indivíduos atuam.

Pra você ter ideia, quando eu escrevi no Twitter essa proposta de lockdown nacional, toda a comunidade científica começou a apoiar. Por outro lado, eu recebi centenas de mensagens fakes, de robôs, de ataques, de toda a sorte de loucura que nunca imaginei que um cientista profissional com 40 anos de carreira no Brasil estaria sujeito.

Eu tive uma experiência nas últimas 48 horas absolutamente dantesca. De ver que no Brasil você não pode nem tentar disseminar uma opinião científica balizada, baseada em dados e estudos. Você, sua vida, sua família, seus parentes, sua carreira, tudo o que você fez, passa a ser atacado de uma maneira atroz, de uma maneira absolutamente brutal.

Isso está matando gente no Brasil. Aliás, no mundo. Esse abismo que nós caímos na área da comunicação está matando tanta gente quanto a questão sanitária. Nos Estados Unidos, quando você estuda a história deles, os americanos dizem que nas guerras históricas as doenças infecciosas mataram tanta gente ou até mais que as batalhas propriamente ditas. Eu acho que nós vamos ter que mudar essa frase e acrescentar que, na pandemia do século 21, a desinformação matou tanta gente quanto o próprio vírus.

BBC News Brasil – Como é lidar com esses ataques digitais do ponto de vista pessoal?

Nicolelis – É uma coisa muito chocante. Eu paralisei minha vida para fazer um trabalho que eu acredito, pelo meu país. É terrível, impactante. Mas nada disso me intimida. Eu nasci no bairro do Bixiga aqui em São Paulo. Não vou parar de dar minha opinião ou de fazer meu trabalho com meus colegas do comitê porque centenas de… Bom, a gente nem sabe se são humanos ou pessoas de verdade. A maioria nem é.

A maioria são clones de uma conta só que repetem a mesma mensagem, a mesma acusação. E você vê que são clones, que são robôs, pelo grau de grosseria, pelo grau de insultos baixos e repetidos. Então você vê que é uma pessoa programando e disseminando essas mensagens por milhares de contas.

Mas isso de forma alguma vai impedir que nosso trabalho seja feito, nem no comitê nem como pessoa. Mas que é terrível e chocante, é. Guardadas as devidas proporções, sinto como se eu fosse um cientista na Idade Média, sendo perseguido pela Inquisição. Não tinha redes sociais naquele período, mas a sensação de choque deve ser a mesma.

BBC News Brasil – Como o sr. analisa a corrida pelas vacinas contra a Covid-19 do ponto de vista global?

Nicolelis – Eu falei sobre isso ontem numa videoconferência. Essa é a maior e a primeira batalha geopolítica biomédica da história. Nunca o mundo enfrentou, presenciou ou testemunhou uma batalha tão gigantesca na área de ciências biomédicas. Isso mostra o quão relevante a ciência biomédica se transformou para o futuro social, político e econômico do mundo. Nós vemos as grandes potências de ciência disputando quem tem a hegemonia da vacina que, em teoria, vai salvar o planeta dessa crise. Há interesses gigantescos e as maiores farmacêuticas do mundo envolvidos.

Eu nunca imaginei ler notícias de eficácia e segurança de vacinas primeiro em press releases de empresas, e não em trabalhos científicos. Eu nunca vi isso na minha vida. Falamos de interesses de trilhões de dólares.

Se nós tivéssemos reagido rapidamente, o Brasil teria todas as condições de ter sua própria vacina. Nós temos cientistas da área, a Fiocruz e o Butantan com toda a capacidade para isso. Se tivessem sido apoiados pelo governo com os recursos necessários, o Brasil poderia estar agora a caminho de ter sua própria vacina. Não era um cenário fora da realidade de maneira alguma.

Mas o Brasil optou, na figura de seu governo federal, de se remover da liderança dos países científicos do mundo. Nós já nos removemos da liderança econômica. Já fomos autoalijados, por decisões do nosso próprio governo, de ser um player importante na geopolítica mundial. Agora nós estamos dizendo que não temos interesse em ser um dos grandes países científicos do mundo. Nós tivemos a chance.

É só você comparar a posição científica do Brasil e da China em 1980 e olhar 40 anos depois o que aconteceu nas curvas de produção científica e investimento. Se um marciano chegasse ao mundo agora e olhasse essas informações, não iria acreditar na inversão do padrão que se deu nos últimos quarenta anos.

Não é à toa que a China já se transformou no maior investidor público de ciência do mundo, passando os EUA. Pensa nisso: antes da China ultrapassar os EUA como a maior economia do mundo, ela suplantou os americanos como o maior PIB científico do planeta.

BBC News Brasil – Podemos tirar algum aprendizado da atual pandemia para as futuras crises de saúde?

Nicolelis – Em primeiro lugar, é importante mencionar que o mundo tirou a ciência do puxadinho, que ficava no quintal, e trouxe para a sala de estar. Nós percebemos que os cientistas podem contribuir para o desenvolvimento de uma civilização mais justa, mais igual, que corra menos riscos de extinção e persiga um projeto onde o ser humano consegue se desenvolver economicamente e ter os meios de sobrevivência sem agredir o meio ambiente a ponto de colocar a própria espécie em perigo.

A minha primeira dose de esperança é que o mundo está olhando para a ciência com outros olhos nos últimos meses. A segunda é que evidentemente a ciência tem seus limites. Como diz o historiador John Barry, responsável pelo maior estudo já feito sobre a pandemia de 1918, a ciência ajudou muito, mas em momento algum ela pode dar todas as respostas. A solução de uma pandemia é essencialmente política e dependente dos estadistas que têm coragem de tomar as decisões impopulares e liderar a sociedade.

O mundo precisa de uma liderança sanitária muito mais eficiente e forte para poder guiar uma resposta global a uma pandemia como a que vivemos. Não é possível ter de novo a mesma resposta, onde cada país atira para um lado e tenta salvar sua sardinha sem ajudar o próximo. Num mundo extremamente globalizado, onde se transmite um vírus da China para Nova York em 12 ou 20 horas pela malha aeroviária, é preciso criar mecanismos de coordenação global.

A nossa sorte é que esse vírus tem uma letalidade que não é a mesma da peste bubônica, na casa dos 50%. Imagine que no mundo atual apareça um vírus, como o ebola, que se espalha com uma letalidade de 50%. Foi isso que aconteceu com a peste bubônica na Idade Média na Europa, que matou metade da população do continente.

A pandemia nos ensina que precisamos viver num outro modus operandi, numa outra relação com o planeta e com a ciência. Nós precisamos pensar que quando elegemos um líder, ele não está ali apenas para as coisas mundanas do nosso país. A gente elege um líder para esses momentos de crise, onde precisamos de pessoas esclarecidas que saibam pensar fora da caixa, abandonar seus preconceitos e guiar uma nação do tamanho do Brasil para sair de uma crise que poderia ter sido ainda pior.

G1, via BBC

 

Opinião dos leitores

  1. Nicolelis previu a mesma coisa no ano passado, aí fica difícil acreditar. Parece que tem gente querendo o caos no País para poder “poder aparecer um salvador milagrosos”.
    Não precisamos negar a existência da doenças como alguns idiotas ainda existem, mas daí querer criar o caos é bem diferente.

  2. Essa turma do Consórcio Nordeste perdeu qualquer tipo de credibilidade após o caso dos respiradores que nunca foram entregues. Só o combalido RN pagou 5 milhões e nossos gestores acham que está tudo certo, não podemos aceitar este tipo de coisa.

    1. Cadê a denúncia formal, papagaio de pirata? Meses de comentários e ninguém mandou um mero email para o MP.

  3. Esse pessoal do PT, querem espalhar o terro, quanto pior melhor pra eles, pois o povo esquece-a roubalheira que eles implantaram no pais, nosso pais esta quebrado devido o desgoverno PT, pede pra esse senhor, explicar o que ele fez com os milhões que ele recebeu do ministério da saúde para instituto do cérebro.

  4. Miguel Nicollelis, um comédia do Consórcio Nordeste.
    O novo profeta do apocalipse, #SÓqueNÂO….não ao fique em casa, e sim ao trabalho,
    XÔ abutre da pseudo Ciência.

  5. Agora vai!!!!
    OUTRO MANDETA.
    OS TANQUES DE QUERRA AGORA SAI PRAS RUAS JUNTANDO CORPOS.
    Eita!!
    A meta de Fátima do PT agora bate.
    falou agora quem de fato conhece a doença.
    Esse sabe viu???

  6. Este senhor é um PeTralha e esquerdóide juramentado. Nunca digeriu o resultado das eleiçõesde 2018. Quer engessar a economia para inviabilizar o governo do Presidente Bolsonaro. Não há necessidade de "loquedau" coisa nenhuma. Basta seguir os protocolos e manter o isolamento vertical.

    1. É inveja que chama isso é?
      Estude!! Vai ter concurso em Macaiba, rafael fernandes,policia civil e PF..

    2. Passar num concurso é o topo das aspirações humanas. Peli menos aqui. Pobre país.

  7. Não adianta explicar. Nem desenhando o gado entende. Eles só entendem o estalo de chicote no lombo. É uma raça bovina teimosa e tosca por natureza.

    1. É aquele de muitos milhões de um protótipo que não funcionou na copa do mundo… E até hoje, ninguém sabe o que aconteceu…

  8. Esse é aquele cara que consumiu muito dinheiro em Macaiba pra construir um centro de pesquisa que iria ajudar o país em alguma coisa? E que prometeu na abertura da Copa do Mundo uma pessoa usando armadura robotica andar e dar um chute numa bola, e que nao aconteceu bem assim? A ciencia tem seus limites… do jeito que nao responde tudo, tambem falha…

  9. Ao mesmo tempo tem que deixar de pagar o funcionalismo publico, pois sem arrecadação não há como pagar, a começar por ele. Isso é um loroteiro.

    1. Em termos proporcionais, isso só se deu em lugares que fizeram lockdown.

  10. Ontem na numa cidade da Austrália no estado de Queensland, apareceu um caso de morte. Suficiente para 5 dias de lockdown até o poder público, rastrear o contágio. É assim que se pode controlar a pandemia

    1. É… Mas na Austrália, com certeza, ninguem fica com essa putária de discussão babaca entre esquerda e direita (aliás, a maioria esmagadora nem entende o que significa).
      Os costumes de lá não são como os de cá. As leis de la, também não. Lá, eles sabem separar a saúde pública da politicagem.

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