O mais novo boletim divulgado pela ONG Open Knowledge Brasil mantém o Rio Grande do Norte na segunda posição em transparência de dados apresentados pelos governos estaduais relativos à Covid-19.
Este foi o sétimo boletim organizado pela OKBR. O Estado potiguar alcançou a marca de 95 pontos e manteve a tendência de alta a cada semana e a evolução na transparência dos dados relacionados ao combate à pandemia.
Na primeira avaliação, o RN obteve apenas 29 pontos e foi classificado como “nível baixo” de transparência para o tema. Desde então a Controladoria-Geral do Estado e a Secretaria de Saúde têm se empenhado em oferecer um panorama amplo das ações e da situação dos recursos disponibilizados à população potiguar para a prevenção e combate ao novo coronavírus. Hoje o RN possui “nível alto”.
De acordo com a subcoordenadora de Epidemiologia da Sesap, Alessandra Lucchesi, essa nota tende a melhorar nas próximas semanas. “Estão sendo planejadas a apresentação de novos indicadores de acompanhamento fundamentais ao aprofundamento desses dados e análise dos dados pela população”.
Alessandra Lucchesi ressaltou ainda que a equipe tem se empenhado e trabalhado arduamente para fornecer instrumentos que permitam um diagnóstico capaz de subsidiar ações que atendam as demandas e desafios que se apresentam.
O trabalho executado pela equipe da Sesap é realizado com o apoio e acompanhamento da Control, responsável pela promoção da transparência pública do Executivo Estadual.
A governadora está fazendo tido o que pode para manter a população segura. Agora tem uns loucos que ouvem Bolsonaro e e acham que dinheiro tras a vida de volta, vivem na rua se contaminando e contaminhando inocentes. Se a população não tiver consciência e procurar seguir a recomendação da OMS será uma tragédia aqui no RN.
A Covid-19 papa-jerimum é tão "transparente" que, segundo projeções do governo Fatão GD, chegaremos hoje (sim, temos até a meia-noite deste 15/05) à trágica marca de 11.378 cadáveres infectados por coronavírus.
Em coletiva nesta sexta-feira(15), a Secretaria de Estado e Saúde Pública divulgou mais um boletim epidemiológico com os números do coronavírus no Rio Grande do Norte.
O Rio Grande do Norte registra 249 novos casos de coronavírus, no total de 2.786, com quase 9 mil suspeitos, 7.052 descartados e 122 mortes – cinco óbitos em comparação com o último boletim.
Num foi uma diferença muito grande não, só 11.400 %, quase igual ao que faltou concluir dos PACs e das promessas que ficaria a saúde e o RN após a copa do mundo. Rsrsrs
O primeiro caso de Covid-19 confirmado no município de Tibau do Sul, coincidentemente, é da ex-secretária de saúde e ex-primeira-dama da cidade, Leide Costa.
A própria ex-primeira dama confirmou nessa quinta-feira(14) que deu positivo. E a polêmica logo começou.
Prints de fotos de familiares em reuniões na residência dela rodam nos grupos mostrando que houve reuniões no início do mês, com direito a bebida e música.
Será que mais alguém que esteve presente vai atestar positivo para o Covid?
Se aparecer, é muito falta de compromisso com a saúde de terceiros.
O mesmo acontece aqui na praia de Barreta, todo final de semana é agromerações de pessoas bebendo e som altíssimo perturbando a paz de quem está em quarentena e todos destas farrasirresponsavelmente se exposto. Peço a polícia que dê uma passada em BARRETA para apreender esses sons e acabar com essas agromerações e a POLÍCIA DE TRÂNSITO faça brits depois das 5 horas da tarde para multar os bêbados que irresponsávelmente voltam dirigindo para as suas dirigindo seus veículos
Após diálogo com o Movimento dos Atingidos pela construção da Barragem de Oiticica e a constatação, pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), de que o Consórcio EIT/Encalso não teria condição de cumprir as exigências sanitárias e preventivas para evitar contágio da Covid-19, o Governo do Estado adiou, até o próximo dia 20, a retomada das obras do reservatório, em Jucurutu.
Em nota endereçada à Governadora Fátima Bezerra, a comunidade expôs preocupação com a atual situação de crescimento acelerado do conta´gio da Covid-19 no interior, levando em consideração que a maioria dos trabalhadores da obra sa~o moradores de Barra de Santana, a comunidade a ser realocada.
Os recursos de R$ 50 milhões destinados ao Complexo de Oiticica são provenientes das emendas impositivas da bancada federal em 2019, então não existe a possibilidade de serem contingenciados. Eles se encontram na conta da Semarh e parte já foi utilizado para pagamento de faturas.
“A questão de Oiticica e a redenção hídrica do Seridó é uma prioridade que sempre esteve pautada nas minhas principais lutas enquanto pessoa pública. E agora como governadora não é diferente. Estamos trabalhando com muito afinco e não mediremos esforços para tornar possível esse sonho da região do Seridó” enfatiza a governadora Fátima Bezerra.
Logo que o Consórcio concluir a implantação de todos protocolos e medidas preventivas quanto a contaminação por COVID-19, será feita uma vistoria com a Sesap, para atestar o cumprimento do que foi pactuado. Até que isso aconteça, a orientação ao consórcio é que garanta o pagamento do salário dos trabalhadores, uma vez que não existe nenhuma fatura em atraso.
Só na "Caixa Pregos", mesmo. Um Estado paupérrimo e uma comunidade *pobre de marré" esnobando para R$50 milhões e mais de 300 empregos diretos. E ainda por cima em se tratando de uma estrutura hídrica numa das regiões mais secas do Brasil. Governadora, pelo amor de Deus tome jeito!!!
O Chile decretou bloqueio total para a região metropolitana de Santiago, capital do país. A medida entrará em vigor às 22h desta sexta-feira (15) e afetará 7,5 milhões de habitantes, que só poderão sair para comprar alimentos e remédios ou ir ao hospital. Para sair às ruas, os cidadãos terão que apresentar licenças temporárias individuais. Para trabalhar, será necessário um salvoconduto. Todos os idosos do país com mais de 75 anos devem ficar em isolamento obrigatório.
O Chile, que há um mês registrava uma média de 400 novos casos diários, registrou nesta semana 2.660 casos em apenas 24 horas, de acordo com informe divulgado pelo Ministério da Saúde chileno ontem (13).
O país havia preparado um “retorno seguro” às atividades, mas a explosão de casos do novo coronavírus fez com que o país tivesse que mudar de rumo. Anunciado no dia 24 de abril, o Plano Retorno Seguro consistia em uma retomada gradual e por etapas das atividades e das escolas e universidades. À época, o país registrava pouco mais de 12 mil casos e 174 mortes. Hoje, os casos confirmados ultrapassam os 34 mil e são 346 mortes até agora.
Agora, com o dobro do número de mortes, o governo chileno optou pelo bloqueio total, ou lockdown (termo em inglês usado para situações em que todas as atividades são suspensas, exceto as consideradas essenciais). É uma medida mais drástica, para tentar conter a disseminação do vírus.
O confinamento obrigatório impactará cerca de 70% das atividades da região metropolitana de Santiago. O governo informou que 14 mil efetivos das forças armadas e da polícia estarão nas ruas para garantir o cumprimento do toque de recolher, vigente das 22h às 5h, em todo o território nacional, e das medidas sanitárias de isolamento.
Cordão sanitário
Nos limites da região metropolitana de Santiago serão feitos cordões sanitários para impedir o trânsito e diminuir o risco de que a doença se espalhe a outras cidades.
O isolamento obrigatório será implementado nas 32 cidades da região metropolitana de Santiago, além de outras 6 cidades vizinhas, que são: San Bernardo, Buin, Puente Alto, Padre Hurtado, Lampa, Colina. As cidades de Iquique e Alto Hospicio, na região de Tarapacá, também estão incluídas.
“A batalha por Santiago é a batalha crucial na guerra contra o coronavírus. E é por isso que temos que suplicar, implorar, que levemos a sério todas as medidas necessárias. Que a população tenha o melhor espírito de compreensão e, acima de tudo, de colaboração, porque, de fato, o mês de maio está sendo muito duro em nosso país”, afirmou Jaime Mañalich, ministro da Saúde do Chile.
Mañalich afirmou que a quarentena obrigatória, antes para maiores de 80 anos, amanhã será regra para os maiores de 75 anos. O ministro disse que a medida é fundamental, já que 25% dos falecimentos aconteceu nessa faixa etária.
Internações e testes
Atualmente, 621 pacientes estão internados, dos quais 538 estão em ventiladores mecânicos e 118 deles estão em estado crítico. Mañalich afirmou que o país tem 553 ventiladores mecânicos disponíveis e que, nas próximas 48 horas, receberá mais aparelhos.
O Chile fez, até o momento, mais de 313 mil testes, cerca de 10,5 mil por dia nos últimos dias. Perguntado sobre a disponibilidade de insumos para as análises laboratoriais, Mañalich afirmou que o país comprou “um número importante de exames PCR para manter o ritmo de testagem que estamos tendo”.
O ministro explicou que o alto número de testagens levou alguns laboratórios privados a ficarem sem insumos e a priorizarem os testes para pessoas com casos sintomas graves, mas que o problema deve ser resolvido nos próximos dias
Alguns especialistas avaliam que o país terá um retração de 8,5% a 11% no segundo trimestre deste ano. O Fundo Monetário Internacional prevê uma retração de 4,5% no Produto Interno Bruto (PIB) do Chile em 2020.
Parabéns para eles chilenos que tem um presidente, pena para nós que colocamos na cadeira uma pessoa que não liga para o povo e sim para as vontades dele e de sua família.
A combinação de zinco com hidroxicloroquina está sendo testada em um estudo clínico randomizado como forma de prevenir a infecção pelo novo coronavírus. Reprodução/Getty Images
Um novo estudo mostrou que adicionar um suplemento de sulfato de zinco à combinação de hidroxicloroquina e azitromicina no tratamento de pacientes com Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, pode ser uma opção eficaz. De acordo com os autores, da Universidade de Nova York, essa é a primeira vez que as duas combinações – zinco, azitromicina e hidroxicloroquina contra apenas azitromicina e hidroxicloroquina – são comparadas. A pesquisa é preliminar e ainda precisa passar por revisão da comunidade científica.
Depois que Nova York se tornou o epicentro da pandemia nos Estados Unidos, os hospitais da região passaram a adotar o uso de terapias ainda em fase de teste nos pacientes com a doença, incluindo o uso de hidroxicloroquina e azitromicina. Após experimentos em laboratório indicarem uma eficácia do zinco na inibição da transcrição do RNA do Sars-Cov-2 de um efeito mais robusto quando combinado com a cloroquina ou hidroxicloroquina, alguns médicos de Nova York decidiram adicionar o zinco à combinação já utilizada de hidroxicloroquina e azitromicina em pacientes internados com Covid-19.
Os pesquisadores da Escola de Medicina Grossman, da Universidade de Nova York, decidiram então revisar os registros de pacientes tratados com a combinação tripla e a combinação dupla e comparar os resultados. Os prontuários de aproximadamente 900 pessoas infectadas foram analisados. Metade foi submetida ao tratamento de hidroxicloroquina, azitromicina e sulfato de zinco e a outra metade recebeu apenas hidroxicloroquina e azitromicina.
Os resultados mostraram que o uso da combinação tripla diminuiu a necessidade de ventilação mecânica, admissão na UTI e mortalidade ou transferência para cuidados paliativos. Também foi observado que esses pacientes tiveram uma probabilidade 1,5 vezes maior de receber alta e uma redução de 44% no risco de morte, em comparação com aqueles submetido à combinação dupla dos medicamentos.
Por outro lado, fatores como o tempo médio de permanência no hospital (seis dias), o período no respirador (cinco dias) e a quantidade total de oxigênio necessária não foram alterados. Vale ressaltar que este é um estudo observacional retrospectivo e, portanto, não um ensaio clínico que busca comprovar a eficácia da intervenção. A pesquisa foi publicada em um site médico de pré-impressão na segunda-feira, 11, e ainda precisa ser revisada por pares.
“O próximo passo lógico seria fazer um estudo prospectivo para verificar se isso é válido para as pessoas às quais você está aplicando zinco e, então, procurar e comparar”, disse Joseph Rahimian, especialista em doenças infecciosas e principal pesquisador, à Agência France-Presse.
A combinação de zinco com hidroxicloroquina será testada como prevenção da Covid-19. O estudo acontece nos Estados Unidos, em trabalhadores de saúde do serviço militar. Outro estudo, em andamento na Turquia, avalia a eficácia da hidroxicloroquina em combinação com zinco e vitaminas A e D na prevenção da infecção em profissionais de saúde e suas famílias.
Os efeitos da síndrome no longo prazo ainda são desconhecidos, uma vez que a condição é nova e ainda está sendo estudada. Foto/Reprodução
Na maioria dos casos da Covid-19 em crianças são encontrados quadros assintomáticos. No entanto, um fenômeno raro pode agravar a infecção em um nível preocupante. Chamada síndrome pediátrica inflamatória multissistêmica, ou doença de Kawasaki, a condição foi identificada por médicos italianos e americanos, segundo um estudo da revista The Lancet, reportado pelo site Bloomberg.
A análise foi realizada em Bergamo, o epicentro do surto italiano do novo coronavírus, que encontrou 10 casos de infectados que demonstraram sintomas muito semelhantes à doença de Kawasaki, e que foram comparados a relatos de cerca de 90 casos semelhantes vindos de Nova York e Inglaterra.
A doença de Kawasaki é uma condição rara que geralmente afeta crianças menores de 5 anos de idade. Ela causa inflamação e inchaço dos vasos sanguíneos. Os sintomas típicos incluem febre e erupção cutânea, olhos vermelhos, lábios secos ou rachados, vermelhidão nas palmas das mãos e nas solas dos pés e glândulas inchadas.
Embora as crianças ainda permaneçam como o grupo de menor risco no desenvolvimento de complicações graves após serem infectadas pela Covid-19, a pesquisa mostra que o risco não é zero. É recomendado que a síndrome seja registrada como “doença semelhante à Kawasaki”, disseram os autores, pois os sintomas nos 10 pacientes observados no estudo foram diferentes e mais graves em comparação com os 19 casos da doença de Kawasaki reais, observados nos cinco anos anteriores.
Os tratamentos envolvem o uso de imunoglobulina intravenosa, esteroides, antibióticos e uma alta dose de aspirina. Em alguns casos graves, um respirador mecânico pode ser necessário.
O Poder360 analisou os dados de mortalidade por covid-19 no Brasil, Itália, Espanha, Estados Unidos, Reino Unido e Suécia. Foto: Unsplash
Há 1 padrão nos países com mais casos de covid-19 e dados confiáveis à disposição: a maior parte das mortes causadas pela doença é de pessoas acima de 60 anos. Nas internações, porém, é alta a proporção dos mais jovens.
O Poder360 fez o levantamento do perfil etário das vítimas do coronavírus no Brasil e em 5 países com grande número de casos diagnosticados.
Brasil
No país, pessoas com mais de 60 anos representam 69% das mortes. Os que tinham pelo menos uma comorbidade representam ⅔ dos óbitos. As estatísticas de casos escondem grande subnotificação, como já admitiu o Ministério da Saúde.
Foto: Reprodução/Poder 360
Itália
A nação, que tem quase ⅓ da população idosa, é a 3ª com mais mortes computadas até aqui. A taxa de mortalidade de 13,4% dos infectados, no entanto, é considerada irreal. O consenso é que há muito mais casos de covid-19 do que as autoridades italianas conseguiram medir.
Foto: Reprodução/Poder 360
Espanha
O padrão aqui é o mesmo da Itália: 95,2% das vítimas tinham 60 anos ou mais. Entre as internações, 68,9% estão nessa faixa. O número de jovens que precisaram de hospitalização é grande, sobrecarregando o sistema de saúde.
O país tem uma das maiores taxas de mortos por milhão de habitantes: 576.
Foto: Reprodução/Poder 360
EUA, UK E SUÉCIA
Há menos dados disponíveis sobre internações ou estado de saúde dos infectados em acompanhamento nestes países. A tendência é a mesma das nações citadas acima: a grande maioria das vítimas são idosos.
Foto: Reprodução/Poder 360
PIRÂMIDE ETÁRIA
Os infográficos abaixo mostram que o Brasil tem proporcionalmente menos idosos do que países que lideram em número de casos registrados de coronavírus. Apesar disso, são 28,7 milhões de brasileiros nessa faixa etária, contra 17,8 milhões de italianos, por exemplo. Ou seja: há vasta população em idade de risco.
Então Bolsonaro não abriu nem um hospital de campanha , né? Muito bem lembrado! Isso significa dizer que os governadores petralhas estão usando o dinheiro que ele manda pra outros fins. Não achas?
Procure se informar direito!
Gado, se um parente seu precisar de respirador, vai uma dica: não procure por hospital de campanha aberto por Bolsonaro; não procure respirador enviado por Bolsonaro.
Bolsonaro não abriu nenhum hospital de campanha. O Brasil é o país que menos testa COVID-19 no mundo. Bolsonaro só quer roubar os respiradores que os Estados compram e entregar ao sul dizendo que foi quem comprou.
Cerca de 5.100 participantes da Pesquisa Participativa para o Mapeamento da Covid-19, desenvolvida pelo grupo Georisco da UFRN, no município de Natal, apresentaram um destaque tanto em termos quantitativos quanto qualitativos.
São indivíduos do grupo de risco, de acordo com o Ministério da Saúde: idosos (acima de 60 anos), diabéticos, hipertensos, portadores de insuficiência cardíaca, renal ou doenças respiratórias crônicas e profissionais da saúde. Foram quase 4.000 participantes (3.976 precisamente) que declararam algum tipo de comorbidade.
“Tanto nos bairros da Zona Leste quanto da Zona Norte apresentam muitas pessoas em grupo de risco para infecção pelo coronavírus. Os bairros de Lagoa Nova, Candelária e Capim Macio foram os destaques (principalmente porque houve mais participação desses bairros na pesquisa). Na Zona Norte, os bairros do Potengi e de Pajuçara são os principais, o que agrava a condição de epicentros da pandemia em Natal”, analisou o coordenador da pesquisa, professor Lutiane Almeida.
Já são quase 250 casos confirmados entre funcionários e cerca de 20 mil trabalhadores expostos, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde.
O rápido aumento de infecções preocupa as autoridades de saúde porque este é um segmento intensivo em mão de obra – e sua própria estrutura operacional favorece a disseminação do novo coronavírus.
O setor emprega 65 mil pessoas no Estado, calcula a procuradora do trabalho Priscila Dibi Schvarcz, que coordena o Projeto de Adequação das Condições de Trabalho nos Frigoríficos.
Por estar incluído na lista de atividades essenciais, ele não foi obrigado pelos decretos de quarentena a suspender os trabalhos.
Devido à multiplicação de casos em poucos dias, entretanto, nas duas últimas semanas pelo menos 4 fábricas tiveram de interromper a produção – total ou parcialmente.
Na quinta e sexta-feira da última semana, o Tribunal de Justiça do RS determinou a paralisação integral de um frigorífico da BRF na cidade de Lajeado e parcial de uma unidade da Minuano na mesma cidade, que deve operar com 50% da mão de obra por duas semanas.
Dias antes, a empresa Nicolini havia informado decisão de fechar por três dias a unidade em Garibaldi para limpeza das áreas internas e externas depois de registrar 60 casos de covid-19 entre os 1,5 mil funcionários. As medidas foram firmadas por meio de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT-RS).
No fim de abril, uma fábrica da JBS em Passo Fundo foi interditada pela Justiça após o registro de 62 casos entre 2,4 mil trabalhadores. A empresa havia obtido uma liminar para retomar as atividades na unidade, mas na última quinta-feira (07/05) a prefeitura de decidiu manter a interdição.
Passo Fundo, que contabiliza pouco mais de 200 mil habitantes, está “empatada” com Porto Alegre em número de mortes causadas pela covid-19 – foram 18 até o dia 11/05.
O volume de casos é cerca de metade (267) do registrado na capital (529), mas, por se tratar de um município menor, a incidência é bem mais elevada: são 135,7 casos a cada 100 mil habitantes, ante 35,8 a cada 100 mil habitantes na capital.
Trabalho ‘ombro a ombro’
A dinâmica de trabalho nos frigoríficos, por suas próprias características, favorece a disseminação do novo coronavírus, pondera a procuradora Priscila Dibi Schvarcz.
O setor é intensivo em mão de obra – são centenas e às vezes milhares de trabalhadores em algumas unidades, muitos trabalhando “ombro a ombro”, muito próximos, diante das esteiras por onde passa a proteína animal que eles têm de cortar ou desossar, por exemplo.
“Além disso, há um problema de renovação de ar principalmente nos ambientes refrigerados, em razão das próprias normas sanitárias que regulam a qualidade do produtos.”
É possível adequar os ambientes para que o ar seja renovado com maior frequência, ela ressalva, mas essa é uma medida cara.
Há ainda vários pontos do espaço físico da fábrica que favorecem aglomerações, como as salas para pausas psicofisiológica (uma medida em vigor nos frigoríficos no Brasil desde 2013, já que o trabalho no setor em geral exige muito esforço repetitivo) e os refeitórios.
Não por acaso, frigoríficos em outros países acabaram se tornando foco da doença causada pelo novo coronavírus. Nos Estados Unidos, por exemplo, a disseminação de covid-19 entre trabalhadores do setor levou empresas como a gigante Tyson Foods a paralisar temporariamente as atividades nas últimas semanas.
Deslocamento preocupa
O caso do Brasil tem uma particularidade que acaba sendo mais fator que facilita o contágio. Parte dos trabalhadores vive em municípios diferentes daqueles em que trabalham, deslocando-se até duas horas para chegar ao serviço em veículos fretados pelas empresas.
Eles se distribuem muitas vezes entre dezenas de pequenos municípios localizados no entorno das fábricas – estas frequentemente já localizadas em cidades pequenas ou médias.
O presidente da Federação dos Trabalhadores na Alimentação do RS, Paulo Madeira, calcula que mais ou menos metade da força de trabalho do setor no Estado se encaixe nesse perfil.
“Muitos estão levando a doença para suas pequenas cidades”, ressalta Priscila Schvarcz, do MPT.
Ela cita o caso de Ibirapuitã, com menos de 5 mil habitantes, que contabiliza 15 diagnósticos positivos para covid-19 e um dos maiores índices de incidência da doença no Estado: 360 para cada 100 mil habitantes.
Os primeiros casos, diz a procuradora, foram “importados” da unidade da JBS de Passo Fundo, a pouco mais de 50 km, onde alguns moradores da cidade trabalham.
Segundo a procuradora, além de Passo Fundo, Lajeado e Garibaldi, há diagnósticos com origem em frigoríficos em municípios como Encantado, Tapejara, Marau, Trindade do Sul, Carlos Barbosa e Serafina Corrêa.
O coordenador do Centro de Operações e Emergência do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Estado, Marcelo Vallandro, diz que a possível interiorização da doença provocada por essa dinâmica é algo que preocupa as autoridades de saúde – por isso o contato frequente com prefeituras e vigilâncias municipais para monitorar a evolução dos casos em áreas consideradas mais críticas.
Nesse sentido, ele destaca também a importância de que os trabalhadores sigam as orientações de isolamento social e as medidas de precaução no dia a dia fora do ambiente de trabalho – o que em alguns casos não vinha acontecendo.
“A transmissão intradomiciliar também tem sido algo importante”, pontua.
O presidente da federação dos trabalhadores do setor no Estado faz coro: “Tivemos aqui um caso de trabalhador afastado (com suspeita da covid) que foi viajar em vez de cumprir os dias de isolamento domiciliar.”
Resistência no setor
O MPT publicou as primeiras recomendações para a adequação dos frigoríficos ainda no fim de março.
Entre diversos pontos, o órgão sugeria a reorganização das linhas de produção para que os trabalhadores ficassem a uma distância mínima de 1,8 metro um do outro, um rearranjo do transporte para que os funcionários que tomassem ônibus fretados não se aglomerassem na entrada e saída e para que sentassem a uma distância maior uns dos outros dentro dos veículos.
O MPT-RS também recomendava uma vigilância ativa por parte das empresas, para tentar localizar os casos no início, isolar os funcionários afetados e aqueles que tiveram contato com eles.
“Quando existe afastamento precoce, se quebra esse ciclo de contaminação exponencial – e houve muita falha nesse processo de vigilância.”
Segundo a procuradora, as empresas tiveram grande resistência em adotar as medidas inicialmente, argumentando que elas eram “obrigações inexequíveis e exageradas”.
“Mas, depois que começaram a surgir os casos, o próprio setor percebeu a importância das medidas”, completa.
No frigorífico da Nicolini em Garibaldi, diz ela, o número de casos saltou de 10 para 60 em apenas 4 dias. O Termo de Ajustamento de Conduta firmado pela empresa previa que, após os dias de fechamento, as atividades fossem retomadas com apenas 25% dos trabalhadores nesta segunda-feira (11/05).
Os 75% restantes ficarão em quarentena pelos próximos 14 dias.
‘Medo’ de trabalhar e preconceito
O caso mais problemático até o momento é o do frigorífico da JBS em Passo Fundo, que foi interditado por duas semanas pela Justiça em 24 de abril.
Antes que as atividades pudessem ser retomadas, a prefeitura do município acatou recomendação da vigilância em saúde local e impôs uma interdição cautelar por outros 15 dias na última quinta (07/05).
Em comunicado, a prefeitura afirma que “foram desrespeitadas regras sanitárias e epidemiológicas, o que pode colocar em risco a saúde de toda a população”. Além disso, teria pesado o fato de a empresa não estar monitorando devidamente todos os trabalhadores afastados.
Paulo Madeira, da Federação dos Trabalhadores na Alimentação do Estado, diz que a gerência da unidade foi uma das mais resistentes em implementar as medidas recomendadas para evitar surtos de covid-19 entre os empregados.
“Tive medo de trabalhar. Qualquer sintoma de gripe achava que tinha pegado”, diz um dos funcionários, que pediu para ter a identidade preservada.
Segundo ele, os trabalhadores não foram informados sobre os primeiros casos na unidade.
Quando começou a ver pessoas próximas sendo afastadas com a doença, ele e outros colegas chegaram a conversar com supervisores.
“Falaram que não podiam fazer nada, que também estavam com medo de trabalhar, como a gente.”
Um caso emblemático para ele foi de um funcionário da limpeza que vinha se queixando de muita dor nas costas e, posteriormente, teve o diagnóstico de covid confirmado.
“Nem febre ele teve. Às vezes essa doença não dá febre. E tem ainda aqueles assintomáticos, que não sentem nada e estão passando a doença para outras pessoas.”
Enquanto isso, em diversas cidades, trabalhadores da fábrica começaram a ser alvo de preconceito de moradores que os acusavam de estar “trazendo o vírus”.
“A gente não tem culpa, tem que trabalhar. Tem gente ignorante que diz: ‘Por que você foi?’, mas a gente precisa sustentar nossa família.”
“E a gente não gente estava lá produzindo pra essas pessoas comerem?”, acrescenta. “O que eles vão comprar no mercado é a gente que produz.”
Quando a unidade foi interditada, a sensação foi de alívio, ele conta.
O trabalhador com quem a reportagem conversou vive com outros 7 parentes em casa. Nas últimas semanas, dois testaram positivo para covid-19. Um foi hospitalizado e, na última vez em que a família conseguiu fazer contato, “com a voz já bem ruinzinha”, ele disse que teria de ser entubado.
“Depois disso, a gente não teve mais notícia, o hospital não passava informação, nada.”
Quando notificados sobre a morte, os familiares foram avisados de que teriam duas horas para velar o caixão fechado e se despedir.
“Ainda dói. A gente não quer que outras famílias passem pelo que a gente está passando.”
“Dinheiro a gente recupera, mas a vida dos nossos familiares, não. Se for necessário continuar fechada (a fábrica), que fique; se for para abrir, que seja com medidas rigorosas (de proteção).”
Questionada sobre a informação de que os funcionários não teriam sido notificados sobre os primeiros casos e sobre as observações do MPT de que parte dos frigoríficos foi resistente em adotar medidas de precaução, a JBS enviou uma nota em que afirma:
“A JBS refuta os argumentos apresentados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e a tentativa de responsabilizar a Companhia como foco de contaminação da Covid-19 em Passo Fundo (RS).
Entre os falsos argumentos presentes nos autos, pesa o fato de que o número de casos não corresponde à realidade e que, diferentemente do que informa o MPT, a unidade não apresentou 62 casos. A planta de Passo Fundo conta, conforme devidamente registrado na Vigilância Sanitária, 47 casos confirmados, sendo que desse total 20 pessoas estão curadas, e 27 seguem em recuperação, todos com acompanhamento permanente da empresa.
Também cumpre informar que não há casos de morte relacionados aos funcionários da empresa – todos os colaboradores que, infelizmente, tiveram óbitos em sua rede familiar, fizeram os testes e tiveram acompanhamento clínico. Nenhum deles apresentou sintomas e, em testes para confirmar contaminação, os resultados foram negativos.
Todas as medidas adotadas pela JBS estão de acordo com os mais altos padrões dos órgãos de saúde e em conformidade com a recomendação da Consultoria do Hospital Albert Einstein e médicos especializados contratados pela empresa para apoiar na definição dos protocolos de saúde e que estão em vigor em todas as unidades da empresa.
É relevante informar ainda que o protocolo de segurança adotado pela empresa foi avaliado e confirmada a veracidade da aplicação das medidas, conforme laudo da perícia técnica realizada por especialista em medicina do trabalho em 23 de abril de 2020.”
A BRF, por sua vez, informa que até o momento as atividades na unidade de Lajeado seguem paralisadas.
“A Companhia reforça que está muito segura do cumprimento efetivo de todas as medidas protetivas e protocolos indicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Ministério da Saúde. A empresa tem mantido uma interação muito próxima e frequente com diversos níveis de autoridades, bem como com o sindicato dos trabalhadores local e a Prefeitura da cidade, com o intuito de propor e discutir soluções que assegurem a saúde e a integridade física de seus colaboradores.
Desde o início da pandemia, a BRF já implementou uma série de ações protetivas em todas as suas operações, contando com um Comitê Permanente de Acompanhamento Multidisciplinar, composto por executivos e especialistas, como o infectologista da Universidade de São Paulo, Esper Kallas.
A empresa conta ainda com uma consultoria global especializada em gestão de riscos e com esse suporte instituiu um centro de inteligência, que, entre outras funções, possibilita estar em contato com companhias em outros países, como China, Estados Unidos e Itália, para aprender com a experiência desses países e aplicar melhores práticas, acompanhando em tempo real o que vem acontecendo na Ásia, Europa e América.
Vale ressaltar ainda que, em abril, a Companhia assinou um compromisso junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), em nível nacional, que endossa práticas de proteção aos colaboradores que já vinham sendo adotadas. Entre as iniciativas adotadas pela empresa estão o uso obrigatório de máscaras, distanciamento mínimo entre funcionários, medição de temperatura nas entradas das unidades, afastamento de colaboradores do grupo de risco e casos suspeitos, reforço de higienização em diversas áreas e nos veículos de transporte fretado e busca ativa de potencial contaminação com o intuito de mitigar a exposição ao vírus.
A empresa destaca ainda que o setor de produção de alimentos é essencial e, por esse motivo, não poupa esforços para manter seu compromisso com a saúde e segurança dos colaboradores, da cadeia produtiva e com o abastecimento à população, trabalhando de forma colaborativa com as autoridades de saúde e os municípios onde está presente.”
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) também se manifestou sobre o tema por meio de nota:
“A ABPA informa que constituiu, juntamente com seus associados, diversos comitês temáticos para o enfrentamento da crise de Covid-19, onde são definidos e constantemente atualizados protocolos para a preservação da saúde dos colaboradores e de todos os envolvidos no sistema produtivo.
Antes mesmo do início da adoção da quarentena em vários estados de todo o país, a associação se certificou de que as suas empresas associadas adotaram medidas preventivas necessárias para proteger e prevenir, ao máximo, o risco nas unidades de produção.
Essas medidas incluem o imediato afastamento de todos os colaboradores identificados como grupo de risco (com idade acima de 60 anos, doenças pré-existentes e outros), a intensificação das ações de vigilância ativa nas unidades frigoríficas e monitoria da saúde dos trabalhadores (com a verificação constante de temperatura), entre outras iniciativas.
As empresas reforçaram todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde e pelo Ministério da Saúde – grande parte destes cuidados já eram rotina. E, de forma adicional, incluiu várias outras medidas preventivas, como, por exemplo:
Aumento da rotina de higienização de todos os ambientes dentro e fora do frigorífico, como o transporte e outros; adoção de medidas contra a aglomeração, com a redistribuição de horários de refeição e contratação de mais veículos de transporte; monitoria constante do estado de saúde dos trabalhadores enquanto estão no espaço do frigorífico; reforço nas orientações de cuidados para a saúde por meio de orientações diretas, folhetos e outras formas de comunicação interna.
O nosso setor faz parte do rol de atividades essenciais ao país. Para que possamos garantir a produção de alimentos seguros e a oferta de alimentos para a população, a saúde das equipes é prioridade indiscutível.
Sabemos de nossa missão e trabalharemos para que não falte alimentos para as famílias de todo o país”.
A Minuano não respondeu ao pedido de posicionamento feito pela reportagem.
Com o objetivo de intensificar ainda mais e dar continuidade às ações de enfrentamento ao novo Coronavírus (COVID-19), a Prefeitura Municipal de Ceará-Mirim iniciou, nesta quarta-feira (13), a campanha “Ceará-Mirim unida contra o Coronavírus”. O município é destaque na Grande Natal pelo menor número de casos confirmados ao citar cidades como: Natal (908), Parnamirim (175), São Gonçalo (69), Extremoz (33), Macaíba (30), São José (27), contra 14 casos em Ceará-Mirim, dados no dia do lançamento da ação educativa.
Aliada a todas as medidas já adotadas como a instalação de pias, em diversos lugares públicos, para que a população tenha acesso à higienização adequada, desinfecção das ruas e locais com maior circulação de pessoas, entrega de máscaras e aplicação de álcool, serão iniciadas blitz de conscientização em diversos pontos estratégicos da cidade.
Além disso, a partir desta semana a Prefeitura inicia uma série de lives em seus canais oficiais de comunicação, com o objetivo de interagir e informar a população. Serão realizadas lives com temáticas da educação, saúde, recreação, infanto juvenil, alimentação saudável, condicionamento físico, entre outras.
Ainda será disponibilizado um especialista da área da saúde para prestar atendimento online, voltado exclusivamente para dúvidas e orientações em relação a COVID-19.
“Todos os dias estamos desenvolvendo estratégias para auxiliar no enfrentamento do Coronavírus. Essa campanha é mais uma ação de conscientização. Acreditamos que quanto mais informada a população estiver, mais eficaz será a prevenção. Além disso, as lives e o atendimento de saúde online serão uma forma de interagir com os cearamirinenses e manter alguns serviços em funcionamento, ainda que de forma virtual. A cidade é a menor com número de casos confirmados da Grande Natal”, comenta o prefeito de Ceará-Mirim, Júlio César.
O portal G1-RN destaca nesta quarta-feira(13) que o comerciante Gilson Freires de Araujo, de 57 anos, morreu em Natal vítima da Covid-19 após 22 dias internado. Ele não tinha comorbidades e lutou contra a doença durante quase um mês, até a noite de segunda-feira (11) quando faleceu no Hospital Municipal de Natal. A família de Gilson questiona a transferência dele do Hospital Giselda Trigueiro para o Hospital Municipal de Natal dois dias antes do óbito.
Gilson Freires Araujo foi entubado no dia 19 de abril no Hospital Giselda Trigueiro, onde permaneceu até o dia 9 de maio sendo tratado da doença em um leito com respirador. Ele apresentou sintomas da doença na semana anterior à internação e procurou ajuda em uma Unidade de Pronto Atendimento.
No dia 9 de maio o paciente foi transferido do Hospital Giselda Trigueiro, na Zona Oeste, para o Hospital Municipal de Natal, que fica na Zona Oeste da cidade. Dois dias após esse procedimento, o vendedor faleceu. Ao G1, os familiares de Gilson afirmaram que eles não foram comunicados sobre a transferência. Os parentes acreditam ainda que o deslocamento pode ter agravado o quadro do paciente.
Leia todos os detalhes aqui em reportagem completa.
O STF divulgou os exames negativos de Jair Bolsonaro para a Covid-19.
Nos laudos, como antecipou a Crusoé em março, foram usados codinomes para identificar o presidente: Airton Guedes e Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz. No exame do Lacen (laboratório central do SUS em Brasília), ele aparece como “Paciente 05”.
Enquanto o Presidente fica brincando se mostra ou não mostra os seus exames, o Brasil está derretendo com o Dollar a 6 reais, que homem despreparado é esse! Volta TEMER com o Dollar a 3,70.
Kkkkk o mito é MITO mesmo deixou todo mundo pressionado quwrendo saber e pronto
Mais uma vez os idiotas quebraram a cara
Eu apostaria que ele esta dando corda paraa hora que ele puxar nao vai escapar um
Se todos os exames deram negativo porque Bolsonaro falou de impeachment em decorrência de mostrar os exames?
Se deu tudo negativo pq demorou 2 meses pra mostrar?
É a pergunta que fica! Só pra instalar dúvida? Só pq o ego dele q nao queria mostrar? Ou por foi falsificado? Existe uma resposta e nós nunca vamos saber, mas o motivo existe, e ele é um.motivo cheio de maldade e mentira.
Alguém fez por ele, essa turma não é de confianca.
O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), anunciou no começo da tarde desta quarta-feira (13), em entrevista à TV Clube, novas medidas, mais rígidas, de combate ao coronavírus.
Entre elas, a ‘lei seca’ a partir desta sexta-feira (15), às 0h, proibindo a venda de bebidas alcoólicas em todo o estado. A comercialização fica restrita até o domingo (17).
Além da ‘lei seca’, Wellington Dias citou outras medidas mais rígidas que começam a valer a partir de sexta-feira, dia 15 de maio, e valem até o domingo, dia 17. São elas:
Suspensão do transporte intermunicipal
Novos horários de funcionamento para postos de combustível (ainda não anunciado)
Serviços de borracharias com regras de higiene e funcionamento
Bancos e lotéricas fechados
Obras de construção civil, exceto emergenciais, paradas
Barreiras nas divisas com regra de quarentena. Quem vier de outro estado ao Piauí, terá que ficar em isolamento, acompanhando por órgãos de saúde, e fazer testes de Covid-19.
Wellington explicou que o Piauí não terá, “nesse instante”, o lockdown, o bloqueio total de circulação de pessoas, uma medida mais rígida que o isolamento social. “Queremos uma oportunidade para uma alternativa intermediária, antes de uma medida como essa, do para tudo. Estamos dialogando com os prefeitos”, explicou Dias.
As novas medidas anunciadas nesta quarta, segundo o governador, devem frear o crescimento de Covid-19 no estado. São mais de 1.600 casos confirmados, com uma estimativa de 17 mil infectados, segundo uma pesquisa por amostragem, e 57 mortes.
“O objetivo é que estamos um crescimento do coronavírus, tivemos um isolamento que caiu 10 pontos (percentuais), são 180 mil pessoas a mais transitando. Queremos reduzir, ter menos 200 mil pessoas transitando, e elevar o Piauí para mais de 50% de isolamento social”, comentou Wellington, ao detalhar as novas medidas.
“Isso para ter menos propagação do coronavírus, menos pessoas adoecendo que demandam os hospitais. Chegamos nessa semana a 47% da nossa capacidade ocupada de UTI, acendeu a luz amarela. Não queremos entrar em colapso”, continuou.
Lei seca
Wellington explicou que a venda de bebida no Piauí deve reduzir a quantidade de acidentes, que têm lotado as UTIs dos hospitais. “Bares que vendem (bebida alcoólica), pessoas que se aglomeram, que estavam transitando bêbadas, entupindo as UTIs de saúde. Nesse caso, será tratado como crime. Isso nós vamos coibir”, argumentou o governador, sobre os motivos de decretar a lei seca no período.
Transporte intermunicipal suspenso
Além disso, Wellington também anunciou a suspensão do transporte intermunicipal. O transporte intermunicipal também está proibido a partir de sexta, dia 15 de maio.
“Sexta, sábado e domingo não haverá ônibus saindo de qualquer lugar do Piauí de uma cidade para outra, vamos fazer essa interdição. Somente as ambulâncias, transportes de abastecimento de carga serão permitidos”, explicou Wellington Dias.
Serviços essenciais
Wellington afirmou que na sexta, sábado e domingo haverá uma restrição dos serviços essenciais. “Farmácias, panificadores, supermercados funcionam. Postos de gasolina nós vamos restringir os horários. Borracharias vamos fazer regramento quanto à higienização. Outros serviços param: bancos, loterias e áreas da construção civil, exceto obras emergenciais”, disse.
Há também um estudo sobre a possibilidade de rodízio em algumas cidades de acordo com a placa do veículo. Na terça, quinta e sábado, apenas placas com o final ímpar. Na segunda, quarta e sexta, apenas placas com o final par podem circular.
Decretos determinam distanciamento social
Para evitar a contaminação pelo vírus, o isolamento social e medidas emergenciais foram determinadas por meio de decretos do governo do estado e das prefeituras, como na capital piauiense, para que a população fique em casa e evite ao máximo ir às ruas.
Policiais fazem abordagens nas fronteiras do estado a ônibus e veículos particulares. Escolas, universidades e a maior parte do comércio, assim como serviços públicos, suspenderam as atividades. Os decretos preveem que quem descumprir as regras pode ser penalizado com multa ou até prisão.
Absurdo. O Governador do Piaui agora vai legislar sobre matéria penal, usurpando matéria reservada a União? E ainda, como a quantidade de acidentes está aumentando com o isolamento social de quase 50%? As justificativas para o decreto são pífias. O judiciário precisa ser provocado para assegurar o exercício das liberdades individuais. Caso contrário, não demora para que seja regulado até o que se vai comer e beber.
Senhor Francisco, é isto mesmo que a esquerda quer: restringir a liberdade dos cidadãos,inclusive a liberdade de pensar. Estes "princípios" estão bem claros nos "ensinamentos" de Marx, Lênin, Stalin, Gramsci et caterva.
O argumento do "eu queria que fossse com alguém da sua família" serve para: a) censurar; b) prender; c) tirar o seu ganha-pão; d) tirar os bens que vc adquiriu; e) lhe privar de tomar decisões de caráter familiar. Tudo o que os autoritários querem (sim, e de quebra, tirar uma boa grana de isso tudo).
O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, divulgou um balanço com os recursos enviados ao Rio Grande do Norte para o enfrentamento ao Covid-19. Até o último dia 11, foram investidos R$ 78,2 milhões que contemplaram ações de atenção primária, média e alta complexidade exclusivamente ao tratamento do coronavírus.
O balanço da Saúde aponta ainda que foram enviados 130.008 testes para diagnóstico do Covid-19 e mais de 1,1 milhão de equipamentos de proteção individual para profissionais da área da saúde.
Os números divulgados apontam ainda que foram habilitados 100 leitos de UTIs com respiradores, com custo diário de R$ 1,6 mil por leito, o valor segundo o ministério é o dobro do que normalmente é repassado.
Com relação aos medicamentos, o Governo Federal informou que foram enviados 36 mil comprimidos de cloroquina, 61,6 mil de Tamiflu e 1,4 milhão de vacinas contra a gripe para a população potiguar.
Já passa de 1,5 milhão o número de recuperados da covid no mundo. A marca de 1.502.468 foi batida esta madrugada, de acordo com o site da Universidade Johns Hokpins, dos EUA, que faz a atualização online.
Os países com mais recuperados são EUA, Alemanha, Espanha, Itália e Turquia.
O Brasil aparece em oitavo lugar no ranking com mais de 72 mil curados. Subiu uma posição em relação ao levantamento de 30 de abril, quando tinha 35 mil recuperados.
Veja o ranking dos recuperados
EUA – 230,2 mil
Alemanha – 148,7 mil
Espanha – 138,9 mil
Itália – 109,0 mil
Turquia – 98,8 mil
Irã – 88,3 mil
China – 79,2 mil
Brasil – 72,5 mil
França, 57,8 mil
Rússia – 48,0 mil
Casos confirmados
Se cresceu o número de recuperados, o de casos confirmados também: já são 4,2 milhões de infectados em todo o planeta.
Só os EUA registram 1,3 milhão de pessoas com o novo coronavírus.
Em seguida vêm a Rússia com 232,2 mil, Espanha com 228 mil, Reino Unido com 227,7 mil, Itália com 221 mil e França com 178,3 mil casos registrados.
O Brasil aparece em 7º no ranking com 178,2 mil pessoas que tiveram a doença.
A governadora está fazendo tido o que pode para manter a população segura. Agora tem uns loucos que ouvem Bolsonaro e e acham que dinheiro tras a vida de volta, vivem na rua se contaminando e contaminhando inocentes. Se a população não tiver consciência e procurar seguir a recomendação da OMS será uma tragédia aqui no RN.
A Covid-19 papa-jerimum é tão "transparente" que, segundo projeções do governo Fatão GD, chegaremos hoje (sim, temos até a meia-noite deste 15/05) à trágica marca de 11.378 cadáveres infectados por coronavírus.
Essa previsão foi feita por um pesquisador da UFRN, caso o governo não tivesse adotado as medidas de distanciamento social.
Vê-se, hoje, portanto, que o governo estadual fez o que tinha que fazer.
Se o RN subiu dois pontos com todas essas trapalhadas; podemos imaginar a qualidade das demais unidades federativas !
É transparência demais chega faz medo.