A família de uma vítima de Covid-19 abriu o caixão durante o velório na cidade de Cairu, baixo-sul da Bahia, contaminando outras cinco pessoas.
A morte foi registrada na última quinta-feira (7) por síndrome respiratória aguda grave na Santa Casa de Valença, hospital do município vizinho. Como havia suspeita de Covid-19, o caixão saiu lacrado da unidade hospitalar.
A família, contudo, resolveu abrir o caixão durante o velório, mesmo com recomendações contrárias da secretaria municipal de Saúde de Cairu.
Na segunda-feira (12), saiu o resultado do exame feito pelo Laboratório Central da Bahia que confirmou que a vítima tinha sido contaminada pela Covid-19.
Diante da confirmação, a prefeitura decidiu realizar testes rápidos em todas 12 pessoas que participaram do velório.
Mas encontrou resistência em parte da família, que não aceitava o diagnóstico de Covid-19 da vítima. Até então, a cidade não havia registrado casos de infectados com pelo novo coronavírus.
Após convencer os familiares, a prefeitura realizou os testes em 12 pessoas e identificou que cinco delas estavam com Covid-19.
Em nota, a prefeitura de Cairu informou que a família da vítima recebeu “todas as informações para realização do sepultamento seguro, bem como das normas sanitárias indicadas pelos órgãos responsáveis”. Também informou que está monitorando as pessoas próximas à vítima.
“Enfermeiros, técnicos de saúde, psicólogos e assistente social da rede municipal de saúde estão oferecendo todo apoio à família e amigos da vítima. A Secretaria de Saúde lamenta pelo falecimento e deseja conforto aos familiares neste momento difícil”, disse.
Diante do cenário de isolamento social para combater o contágio por coronavírus (Covid-19) em que as aulas escolares estão suspensas, o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) buscou 27 colégios da rede privada de Mossoró para firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Em consenso, mediado pela 2ª Promotoria de Justiça da localidade, essas instituições de ensino particulares acordaram em reduzir em 20% o valor de tabela das mensalidades praticadas.
A medida valerá a partir deste mês de maio e enquanto durar a suspensão das aulas presenciais em decorrência da proibição sanitária por conta do novo coronavírus. Ocorrendo o retorno presencial, haverá a cessação do mencionado desconto, retornando os valores às mensalidades praticadas nas condições anteriores à pandemia da Covid-19.
Concordo com citado anteriormente, trantando de colégios particulares, as universidades particulares também entraria nessa medida? precisamos que o MP aprove essa medida em Natal também, pois estamos estudando via aplicativo online e pagando as mensalidades cheias, nesse momento de pandemia os empregos estão ficando escassos, com todas medidas tomadas pelos nossos gonvernantes ainda estamos em situação difícil para poder sustentar uma mensalidade.
Pq o MP num faz isso pra todo o estado ,principalmente para os municípios de Natal e Parnamirim , fica a dica é os pais dos alunos agradecem pois os serviços não estão sendo bem prestados e com isso evitaria de alguns pais não cancelarem os contratos com as escolas!
Um estudo da Trinity College Dublin, Universidade de Liverpool e Instituto de Estudo Longitudinal Irlandês (TILDA) aponta que a vitamina D auxilia na redução de casos graves e mortes de Covid-19, infecção causada contra o novo coronavírus.
O Dr. Eamon Laird e a professora Rose Anne Kenny, que escreveram a pesquisa, descobriram que a vitamina D pode reforçar a imunologia contra a SARS-CoV-2.
Houve análise de mais de 10 anos de dados europeus sobre a vitamina D, comparados com as atuais estatísticas da Covid-19. Os pesquisadores acreditam, após análise minuciosa, que os maiores números de infecções e mortes foram registrados entre populações com baixo índice de vitamina D.
Isso inclui as populações da Espanha e Itália que, apesar de estarem em latitudes baixas e terem exposição à luz do sol, têm alto nível de deficiência da vitamina D.
Comparativamente falando, países como Noruega, Finlândia e Dinamarca, que tiveram menos casos de coronavírus e mortes, têm níveis altos de vitamina D – mesmo com menos exposição ao sol, devido à suplementação e fortificação em alimentos.
A correlação entre baixo nível de vitamina D e mortes por Covid-19 é “estatisticamente relevante”, de acordo com os autores do relatório, que também fazem um apelo ao governo irlandês para que mudem as recomendações para suplementação.
“Enquanto não há atualmente resultados de testes controlados para comprovar conclusivamente que a vitamina D auxilia no resultado da Covid-19, há forte evidência circunstancial de que a vitamina D está relacionada à severidade dos casos de Covid-19, incluindo a letalidade”, afirmou o professor Kenny, da Trinity College.
A vitamina D é ativada a partir da absorção da luz UVB do sol e é transportada ao fígado e então ao rim, quando entra em contato com um hormônio ativo que aumenta o transporte do cálcio presente em alimentos e assegura que o cálcio é adequado para manter o esqueleto forte.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte instalou, por meio da Portaria nº 067/2020-GDG/PCRN, de 30 de março de 2020, o Gabinete Interno de Gerenciamento de Crise decorrente da emergência de saúde pública do coronavírus, que tem como uma de suas funções a análise e encaminhamento de denúncias, notícias de crime e informes relacionados à pandemia. Até o momento, foram recebidas 93 notificações, com maior incidência das ocorrências nas cidades de Natal e da Grande Natal.
Dentre os casos recebidos pelo Gabinete Interno de Gerenciamento de Crise, 23 foram considerados procedentes, quatro parcialmente procedentes, 35 improcedentes, três estão sob análise e 21 foram direcionados para as unidades policiais realizarem a averiguação preliminar. A partir das ocorrências recebidas nas delegacias, foram lavrados 14 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO’s) e instaurado um Inquérito Policial.
A maioria das notificações se refere ao descumprimento dos decretos estaduais que impõem medidas de prevenção e restrições relacionadas ao combate à covid-19, conduta que pode configurar o crime de “infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”, previsto no artigo 268, do Código Penal, que estabelece a pena de detenção de um mês a um ano, e multa.
Para viabilizar os trabalhos, foi criado um Protocolo de Tratamento das Informações, que se inicia a partir da “Verificação Preliminar de Informações” (VPI), realizada por equipe designada pelo Gabinete Interno de Gerenciamento de Crise. Caso sejam verificados indícios de infração penal, as informações são encaminhadas às delegacias municipais e distritais, para lavratura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) ou aprofundamento da investigação, com a instauração de Inquérito Policial.
Na hipótese de serem constatadas apenas infrações administrativas, o documento é direcionado à respectiva secretaria ou órgão, para providências. Caso a “Verificação Preliminar de Informações” (VPI) não identifique infrações penais ou administrativas, a denúncia é arquivada.
A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.
A juíza Carla Portela da Silva Araújo, titular da 2ª Vara Cível da Comarca de Mossoró, deferiu parcialmente pedido liminar feito por uma aluna do curso de Direito da Universidade Potiguar para determinar a redução das mensalidades contratuais no valor equivalente a 30%, tendo por base a última mensalidade cobrada, pelo período de seis meses, sob pena de multa diária de R$ 500, limitada ao valor correspondente a um ano de mensalidades.
A aluna requereu a suspensão da exigibilidade da cobrança das mensalidades até o mês de dezembro de 2020 ou até que subsistam os impactos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Caso tal pleito não fosse atendido, pediu que as parcelas a vencer fossem revistas, de forma a possibilitar o adimplemento mínimo.
Ricardo Lewandowski será o relator no Supremo do recurso impetrado pelo jornal “O Estado de S. Paulo” contra a sentença de João Otávio de Noronha, presidente do STJ, que monocraticamente decidiu que Jair Bolsonaro não é obrigado a revelar o resultado do seu exame para detecção do coronavírus.
No recurso apresentado ao STF, os advogados do jornal relatam que Noronha antes de decidir em favor de Bolsonaro já havia antecipado o seu voto em uma entrevista.
BG , tenho certeza que os admiradores do quase futuro ex -presidente concordam com a divulgação na íntegra da reunião . Dessa forma acabaríamos logo com esse problema . O Bozo , votei nele e me arrependo , pareceu-me meu abatido na sua chegada em casa . Aspecto de cansaço visível e a maior característica que algo estava errado . Ele. estava calmo e educado . O BOZO , votei nele e me arrependo , calmo e educado é sinal de algo errado . Aos admiradores sugiro paciência , calma e bom senso . O presidente vai precisar de muito ombro amigo . Keep Calm , tamô junto , afinal o importante é o Brasil ??.
como está esse país, quer dizer que agora toda reunião do Planalto tem que ser Aberta ao público ? eu imagino se fossem abrir as reuniões quando era Lula ou Dilma, definitivamente não deixam o presidente trabalhar , tudo é errado , tudo é polêmica, isso é sinal que Bolsonaro está incomodando, que está no caminho certo.
Sinceramente isso já passou de fuleiragem, só falta querer saber quantos dias ele passa pra cagar, que sacanagem essa que estão fazendo com um político honesto, se ele fosse ladrão estava todo mundo batendo palmas pra ele. Isso é imoral, deixem o cara em paz.
Mais de 50% da população adulta brasileira – ou 86 milhões de pessoas – apresenta ao menos um dos fatores que aumentam o risco de manifestações graves da Covid-19, sugere estudo feito na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Se considerados apenas os adultos com menos de 65 anos, a proporção dos suscetíveis a complicações caso venham a se infectar pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) ainda é alta: 47%.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores incluíram na análise tanto os fatores de risco apontados pelos estudos iniciais sobre a doença, em países asiáticos, quanto os observados nas pesquisas mais recentes, conduzidas na Europa e nos Estados Unidos.
“Inicialmente, foram incluídas no grupo de risco as pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, portadores de doenças crônicas [cardiovasculares, diabetes, hipertensão e doença pulmonar obstrutiva crônica] e os pacientes com câncer diagnosticados há menos de cinco anos. Os últimos estudos, porém, propuseram novos fatores de risco: pacientes em diálise ou outro tratamento para doença renal crônica, obesidade, asma moderada ou grave e tabagismo”, explica Leandro Rezende, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina (EPM-Unifesp) e coordenador da pesquisa, cujos resultados serão divulgados em breve na Revista de Saúde Pública.
Para estimar o tamanho do grupo de risco para Covid-19 no país, os pesquisadores da Unifesp usaram dados de 51.770 participantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013. Trata-se de um inquérito de âmbito nacional que coletou, em mais de 80 mil domicílios, dados como peso, altura, circunferência da cintura e pressão arterial – além de amostras de sangue e urina para exames laboratoriais de uma parcela dos entrevistados.
“Infelizmente, esse é o levantamento mais recente que reúne todas as informações necessárias para nossa análise. Em 2019, teve início uma nova edição da PNS, que ainda não foi concluída. Vale ressaltar que a falta de investimento público em inquéritos abrangentes como esse dificulta a realização de análises precisas para subsidiar políticas públicas em uma situação de crise, como a atual”, diz Rezende.
Segundo o pesquisador, se forem comparados os dados da PNS com os de levantamentos mais recentes, como o Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco para doenças crônicas não transmissíveis do Ministério da Saúde) de 2018, realizado nas capitais dos estados brasileiros e no Distrito Federal, nota-se que a prevalência de diabetes (de 6,9% em 2013 para 7,7% em 2018) e hipertensão (de 21,5% entre os homens para 22,1%) variou pouco na população brasileira nos últimos anos, enquanto o número de fumantes diminuiu de 14,4% para 12,1%. Por outro lado, houve um crescimento considerável na proporção de obesos (de 17,5% para 19,8%) e de pessoas com doenças crônicas associadas ao envelhecimento.
“O tamanho do grupo de risco estimado pelo nosso estudo está possivelmente subestimado, o que torna ainda mais necessária a manutenção das medidas de distanciamento físico. Pelo menos até que os estudos de soroprevalência [que estimam a parcela da população que já foi infectada e desenvolveu anticorpos contra o novo coronavírus] indiquem ser segura a flexibilização”, avalia Rezende.
Desigualdades
Entre os adultos que concluíram apenas a primeira etapa do ensino fundamental, que representam na pesquisa a parcela da população com menor nível socioeconômico, a presença de fatores de risco para Covid-19 grave foi duas vezes mais frequente do que entre os adultos com nível superior completo.
“Embora a desigualdade social no país seja um fato conhecido, nos assustamos com os números. Cerca de 80% dos adultos com baixa escolaridade podem ser incluídos no grupo de risco, enquanto entre as pessoas com nível superior essa proporção é de 46%”, conta o pesquisador. “A prevalência de doenças é maior justamente na parcela da população mais vulnerável, que mora em locais onde o distanciamento físico é difícil, tem vínculos empregatícios mais frágeis e menos acesso a serviços de saúde. É preocupante.”
Ao analisar separadamente os dados estaduais, os pesquisadores observaram que a proporção da população no grupo de risco é maior no Rio Grande do Sul (58,4%), em São Paulo (58,2%) e no Rio de Janeiro (55,8%). Já os estados com menor proporção foram Amapá (45,9%), Roraima (48,6%) e Amazonas (48,7%).
“Há duas possíveis explicações para essa diferença. Uma tem relação com a maior expectativa de vida nos estados do Sul e Sudeste, onde o nível socioeconômico da população é maior e, portanto, há mais idosos. A outra seria o menor acesso ao diagnóstico médico no Norte e Nordeste, que poderia ter enviesado os dados sobre a prevalência de doenças como diabetes e hipertensão, que, muitas vezes, são assintomáticas no início”, diz.
De todo modo, Rezende considera que os indicadores estaduais podem ser úteis para guiar os gestores públicos em suas estratégias de prevenção e controle da epidemia. “Os números atuais, por enquanto, encorajam a permanência das medidas de distanciamento físico em quase todo o país”, afirma.
O mapa de calor com os casos confirmados da covid-19 em Natal, no ano de 2020, revela áreas com concentração de casos em todas as regiões do município. Em relação ao número de casos confirmados, constatou-se 970 casos em Natal, sendo o distrito sanitário sul com o maior percentual de registros (30,12%), seguido do distrito leste (26,28%) e do distrito sanitário norte II (16,63%). Quando analisada a proporção dos óbitos por distrito sanitário, a região sul se destaca com 31,82% dos casos.
Sobre a faixa etária dos contaminados, é predominante o grupo de 20 a 39 anos (42,70%) e entre 40 a 59 anos (37,80%). Em contrapartida, a faixa etária que compreende as crianças de 5 a 9 anos não têm registro da doença. Também é notório que não há grandes disparidades quanto ao número de registros por sexo, sendo 50,74% do sexo feminino e 49,26% do sexo masculino.
Já sobre os óbitos, percebe-se que o maior número pela covid-19 está presente na faixa etária entre 40 e 59 anos. Vale ressaltar também que 43,87% dos casos registrados no município foram recuperados, e que a letalidade da doença está em torno de 2,8%, inferior à taxa nacional que é de 6,8%.
É por data. Não é que não tenha nenhum, mais os casos naquela Localidade diminuiram consideravelmente e a zona norte só fez aumentar. Pelo menos é o que entendo. O mapa está datado.
Cientistas estão treinando cachorros para farejar a Covid-19. Acima: um dos cães durante o treinamento realizado pelos pesquisadores (Foto: University of Pennsylvania’s School of Veterinary Medicine)
Um grupo de especialistas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, está treinando cachorros para que eles possam “farejar” a Covid-19. A equipe pretende ensinar os animais a distinguir o cheiro de pacientes contaminados pelo novo coronavírus do daqueles que não estão infectados pelo Sars-CoV-2.
Enquanto nós humanos temos apenas 6 milhões de receptores olfativos, os cães contam com mais de 300 milhões dessas células — o que os permite detectar uma variedade enorme de aromas de forma eficaz. “Cães e seres humanos, perfeitos juntos como melhores amigos, [poderão] fornecer uma nova solução para o [diagnóstico da] Covid-19”, disse Vernon Hill, que está participando da pesquisa, em comunicado.
Os testes foram anunciados no fim de abril e devem durar três semanas. Neste período, oito cães serão expostos a amostras de saliva e urina de pessoas que testaram positivo para a Covid-19. Depois de aprenderem o “cheiro” do novo coronavírus, os cachorros deverão farejar amostras de material orgânico e identificacr se elas são positivas ou negativas para o Sars-CoV-2.
“Os cães treinados podem detectar com precisão baixas concentrações de compostos orgânicos voláteis, também conhecidos como VOCs, associados a várias doenças, como câncer de ovário, infecções bacterianas e tumores nasais. Esses VOCs estão presentes no sangue humano, saliva, urina ou respiração”, explicou Cynthia Otto, coautora do estudo.]
Se o estudo for bem sucedido, a equipe acredita que outros cães poderão ser treinados para detectar a Covid-19 — o que seria particularmente útil em locais onde aglomerações são comuns, como aeroportos e no transporte público, por exemplo. “O impacto potencial desses cães e sua capacidade de detectar a Covid-19 podem ser substanciais”, observou Otto. “Este estudo aproveitará a extraordinária capacidade dos cães para apoiar os sistemas de vigilância da Covid-19 do país, com o objetivo de reduzir a disseminação do vírus na comunidade.”
Porquê esses cientistas não treinam com o próprio nariz a farejar o Covid. Tem que por quem não tem nada a ver para se lascar. Humanóide não tem futuro mesmo. Por isso que esse coronavirus está dando de 20 a 0 em nós.
Estudo liderado pela Fiocruz (Instituto Oswaldo Cruz) indica que o novo coronavírus –causa da covid-19– já estaria circulando no Brasil em janeiro de 2020. Mais de 1 mês antes do 1º registro da doença, em 26 de fevereiro, em São Paulo.
De acordo com a Fiocruz, a transmissão do vírus já acontecia em 4 de fevereiro, muito antes dos registros oficiais, que indicam 13 de março. Ou seja, a doença já estava se propagando na época do carnaval. Quando o Brasil começou a monitorar a doença em fronteiras e aeroportos, o vírus já estava nas ruas.
A metodologia da pesquisa usa como base os registros de óbitos, além de análises dos resultados de investigação de casos de SRAG (síndrome respiratória aguda grave) por exames moleculares, disponíveis nos portais InfoGripe e MonitoraCovid-19, ambos da Fiocruz. Integraram o estudo pesquisadores da Fiocruz-Bahia, da UFES (Universidade Federal do Espírito Santo) e Udelar (Universidade da República) – no Uruguai.
De acordo com o estudo, o 1º óbito por covid-19 no Brasil foi no Rio de Janeiro, na 4ª semana epidemiológica –ou seja, de 19 a 25 de janeiro.
O 1º registro oficial de morte por Covid-19 é de 17 de março, em São Paulo. Mas nessa semana –15 a 21 de março–, segundo os registros do MonitoraCovid-19, já havia 670 mortes.
Ao jornal, o coordenador da pesquisa, Gonzalo Bello, disse que a 1ª morte foi identificada por meio de exames moleculares (RT-PCR) em estudos retrospectivos. Os resultados das amostras colhidas dos mortos e doentes identificados apenas como “SRAG” começaram a ser divulgados na última semana.
Não sou fã de Bolsonaro, mas ao caro leitor que malha o Presidente por qualquer motivo, em 6-2-2020 ele fez a lei 13. 979, que já permitia a quarentena pelos governadores. Inclusive você deve ter aproveitado o carnaval, não é? A propósito, este blog não lançou uma nota sobre descobrimento do Brasil, dia da Vitória (ainda mais em Natal) e o 13 de mao.. Mas civismo é coisa brega, não é?
O importante para o governadores é que tivesse o carnaval, mesmo sabendo que nesse período seria o start para a disseminação aqui no Brasil. Agora ficam com discurso de lockdown… As contas chegando e o trabalhador e empresários quebrando…
Quem não sabia, desde novembro/dezembro, que a peste chinesa não estava prestes a se espalhar pelo Mundo? Claro, a santíssima e inquestionável tava dizendo para abraçar um chinês.
A Prefeitura de Parnamirim, através da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad) reforçou nesta segunda-feira (11), que a população continue seguindo as medidas de isolamento social. As medidas, determinadas através de decreto publicado no Diário Oficial do Município (DOM), são extremamente necessárias para evitar a disseminação do novo Coronavírus, causador da Covid-19.
De acordo com Thulianne Lopes, Coordenadora do setor de Vigilância em Saúde da Sesad, o reforço se faz necessário, principalmente, para aquelas pessoas que testaram positivo para o vírus, aquelas com casos em investigação e as que tiveram contato com esses dois grupos.
“Estamos percebendo que as pessoas estão relaxando quando às medidas de contenção do vírus. É importante frisar que o isolamento social continua sendo uma das principais medidas para evitar a propagação da doença”, disse.
A coordenadora destaca ainda que a prefeitura tem adotado várias medidas de combate ao novo vírus. A mais recente foi a determinação para o uso obrigatório de máscaras pela população. Além disso, a Prefeitura também realiza a fiscalização do cumprimento das medidas.
“Agentes da Guarda Municipal com apoio da Polícia Militar estão nas ruas para orientar a população para evitarem qualquer tipo de aglomeração e em casos necessários manter a distância mínima de um metro entre as pessoas”, acrescentou.
Como forma de potencializar essa fiscalização a Prefeitura conta ainda com um canal de denúncias que podem ser feitas através do telefone 3272-1124.
Tem que fazer uma ação conscientizadora na Petra Kelly. É só dar uma passada lá após as 16h que a prefeitura vai ver o mundo de gente caminhando tudo junto na rua… Dificulta até a passagem de veículos… Por isso que Nova Parnamirim concentra a maioria dos casos de COVID em Parnamirim. Lamentável…
Médicos do Hospital Regional Tibério Nunes, localizado em Floriano, no interior do Piauí, passaram a administrar a hidroxicloroquina para pacientes internados com Covid-19 e verificaram uma “melhora significativa” no quadro de saúde dos infectados.
O médico piauiense Sabas Vieira informou, por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, que um grupo de profissionais do estado que atua no combate ao coronavírus já recuperou cinco pacientes da instituição com uso de hidroxicloroquina e azitromicina.
O tratamento contou com a orientação da médica Marina Bucar Barjud, linha de frente no combate à doença no Hospital HM Puerta del Sur, em Madrid, na Espanha.
Segundo Vieira, o tratamento pode ser aplicado em pacientes em duas fases. Na primeira, chamada de “reaplicação viral”, quando o paciente tem febre, dor de garganta, falta de olfato ou paladar, o tratamento deve ser feito a partir do segundo dia de sintomas com hidroxicloroquina e azitromicina. Na segunda, chamada de “inflamatória”, a partir do sétimo dia de sintomas, deve ser feito com corticoterapia para evitar a terapia intensiva.
“Temos, portanto, duas janelas de oportunidade. O doutor Justino, do hospital de Floriano, já nos relatou cinco casos tratados com sucesso que não precisaram ir para UTI. Estamos treinando esses médicos para nos capacitarmos a fazer essa prescrição de forma adequada.”
Vieira esclarece ainda que não há necessidade de a população adquirir os medicamentos, que só poderão ser administrados a partir do diagnóstico positivo para Covid-19.
“Não temos evidência sólida dessa conduta, mas houve uma mudança brutal na taxa de mortalidade e queremos essa experiência no Piauí. É uma medicação segura, utilizada há muitos anos. Tivemos a taxa de mortalidade muito baixa. Com sintomas em até 48 horas, procure rapidamente o serviço de saúde para avaliação médica, não é para ninguém estocar esse medicamento. O médico vai fazer o diagnostico e tratamento adequado”, ressalta.
Pacientes curados da Covid-19 em Floriano
Em todo o estado do Piauí, de acordo com os últimos dados do boletim da secretária de Saúde, há atualmente 1.332 casos de Covid-19, 45 mortes e 236 altas médicas.
Dos casos confirmados, 299 estão internados, sendo 98 em UTIs. No Brasil já são mais de 11 mil mortos e 162.699 casos da doença.
Em Floriano, nesse domingo (10), havia 17 pacientes confirmados com Covid-19, oito recuperados e nenhum óbito. A cidade tem cerca de 57 mil habitantes.
Pra ficar bom vale até injeção na testa.
Mas já que estão politizando a doença e o remédio, seria importante contabilizar os curados por outros tratamentos tb, aí seria possivel uma comparação, pois pelo que se sabe, não existe um tratamento único, então notícias como essa tem mais o caráter de politicagem em apoio as declarações do presidente.
Que seja com Cloroquina, Ivermectina, Azitrominica, plasma, áqua, dipirona ou tilenol, que importar é salvar vidas.
O problema não é uso do medicamento, em si. Não adianta ter um remédio se a medicina não sabe como usar, ou em quais situações utilizar. A eficácia resulta na adoção de um "procedimento de tratamento" eficaz. Essa é a maior descoberta do Piauí: criar uma forma de tratamento eficaz. Para um país como o Brasil, é uma revolução
Enquanto o mundo todo diz q a droga nao resolve o problema e até prejudica os Rins e fígado, o médico Sabas diz o contrário. Sugiro ao médico publicar um artigo na Nature o mais rápido possível, provando o que diz e contrariando todo resto do mundo, do contrário será mais um fake news. Se provar terá o Nobel de Medicina.
Tinha acabado de de lê um artigo da prestigiada revista americana ( JAMA) , jourmal of the American Medical association . Publicado no dia 11/05/2020 e que corrobora com outro estudo de outra revista de grande credibilidade internacional a New England jornmal of Medicine , publicado na semana passada . Mas com essa experiência Piaiuense , já providenciei agora o cancelamento das duas assinaturas , imaginem só . As duas retratam exatamente o contrário , do que o o Piauiense diz .
Olha a cloroquina curando, não havia interesse dos pesquisadores para constatar a sua eficiência, já que em 09/04 o JB, não é médico mas tinha conhecimento da sua eficacia, então por política os testes da cura nunca foram concluidos , assim como o Anita.
Já tem estudos que informaram que não há benefício da cloroquina.
Olha a cloroquina curando, não havia interesse pela em constatar a sua eficácia, já que em 09/04 o JB, não é médico mas tinha conhecimento da sua eficacia, então por política os testes da cura nunca foram concluidos.
Por ser um estudo do tipo clínico randomizado controlado; por já envolver testes com humanos; e por ter passado pelo peer review (uma revisão independente por especialistas que não são os mesmos a assinar o artigo), trata-se de uma publicação com critérios de excelência na pesquisa científica.
O artigo, assinado por mais de 40 cientistas liderados pelo professor da Universidade de Hong Kong Kwok-Yung Yuen, mostra que a combinação tripla eliminou o coronavírus em média sete dias após o início do tratamento — tempo significativamente menor do que o grupo controle, que foi tratado apenas com lopinavir-ritonavir e precisou de 12 dias para que o vírus não pudesse mais ser detectado em teste molecular RT-PCR.
O grupo que recebeu a combinação interferon beta 1-b, lopinavir-ritonavir e ribavirin tinha 86 pacientes; e o grupo controle, 41.
Os autores também perceberam melhores resultados da combinação tripla no tempo para desaparecimento de sintomas (quatro dias, versus oito no grupo controle); e para alta do hospital (nove dias versus 14,5).
Cautela com os resultados
Os pacientes envolvidos tinham casos leves e moderados de covid-19 e receberam tratamento por 14 dias. Os efeitos adversos foram considerados leves e semelhantes nos dois grupos (relatado por cerca de metade dos participantes de cada grupo), incluindo principalmente diarreia, febre e náuseas.
Os efeitos adversos foram considerados leves e semelhantes nos dois grupos (relatado por cerca de metade dos participantes de cada grupo), incluindo principalmente diarreia, febre e náuseas.
“Apesar destes resultados animadores, precisamos confirmar em uma fase mais ampla, a 3, que o interferon beta-1b sozinho ou em combinação com outros medicamentos é eficaz em doentes mais graves”, afirmou Kwok-Yung Yuen em comunicado à imprensa.
Os resultados divulgados agora correspondem ao que é classificado como fase 2 de estudos clínicos, envolvendo algumas centenas de pacientes doentes com a patologia para a qual se busca tratamento.
Ele também é caracterizado como um estudo randomizado controlado porque as pessoas testadas foram divididas aleatoriamente em um grupo que recebe o tratamento em questão; e um grupo controle, que recebe outro tratamento — neste caso, a combinação lopinavir-ritonavir, apenas.
Os pacientes são recrutados aleatoriamente para evitar que haja um viés de confirmação (uma tendência de interpretar ou orientar os resultados de modo que confirme a hipótese inicial ou as certezas do pesquisador).
Outra característica deste estudo é que ele foi open label, ou seja, tanto os pesquisadores quanto participantes tinham conhecimento dos tratamentos recebidos e não havia um grupo recebendo placebo — isto é considerado uma limitação pelos próprios autores.
Os 127 pacientes envolvidos foram diagnosticados com covid-19 através de testes e foram internados entre 10 de fevereiro e 20 de março — em Hong Kong, toda pessoa que tem resultado positivo para o novo coronavírus é hospitalizada.
O grupo teste recebeu uma combinação de lopinavir-ritonavir (400mg/100mg) e ribavirin (400mg) a cada 12 horas, além de três doses injetadas de interferon beta-1b em dias alternados; já o grupo controle recebeu apenas o lopinavir-ritonavir a cada 12 horas.
Neste período, eles continuaram recebendo tratamento padrão para covid-19, como ventilação, diálise e antibióticos.
Diferente de outras síndromes respiratórias, como Sars e Mers, em que antivirais podem combater o vírus antes do pico dos sintomas (entre 7 a 10 dias após o início), na covid-19, o aumento da carga viral coincide com a piora dos sintomas, logo nos primeiros dias da doença.
Isso é semelhante ao que ocorre com a influenza, sobre a qual já se sabe que uma combinação medicamentosa, em vez de apenas um medicamento, por ser mais eficaz. Por isso a aposta na combinação tripla interferon beta 1-b, lopinavir-ritonavir e ribavirin.
No surto de SARS em 2003, a combinação lopinavir-ritonavir (normalmente usada contra o HIV) e o ribavirin (usado contra a hepatite C) reduziu significativamente a ocorrência de insuficiência respiratória e mortes em pacientes hospitalizados. Já o interferon beta 1-b, desenvolvido para tratar da esclerose múltipla, também levou a redução da carga viral e melhora nos pulmões em testes com animais para MERS.
“Estas descobertas sugerem que o interferon beta 1-b pode ser um componente essencial desta combinação de tratamentos e válido investigá-lo mais no tratamento da covid-19”, diz a coautora Jenny Lo, do Hospital Ruttonjee, em Hong Kong.
“Os interferons são proteínas que ocorrem naturalmente, produzidas em reação a uma infecção viral. A esperança é que o interferon beta-1b aumente a capacidade do organismo de combater o novo coronavírus”
Fora da equipe responsável pela publicação no Lancet, Sarah Shalhoub, pesquisadora da Universidade Ocidental do Canadá, enviou por escrito à imprensa um comentário sobre o artigo.
“A maioria dos estudos publicados até agora foram do tipo retrospectivos ou observacionais. Portanto, esse estudo controlado e randomizado, com objetivo prospectivo, agrega um valor significativo ao acúmulo de evidências sobre tratamentos, eliminando uma série de limitações inerentes aos estudos retrospectivos. ”
“No entanto, como os autores reconhecem, são necessários estudos futuros para examinar a eficácia do interferon beta-1b sozinho ou em combinação com outros medicamentos para tratar pacientes graves com covid-19, além de uma comparação com placebo.”
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) destacou nesta segunda-feira(11) que a fila de espera por leitos de enfermaria, semi-intensivo ou de UTI no Rio Grande do Norte já conta com 32 pessoas. De acordo com o secretário adjunto da pasta, Petrônio Spinelli, isso significa dizer que o estado está superlotado, mas não entrou em colapso.
Para o pior cenário, o secretário adjunto explica que o quadro da saúde no RN será considerado “em colapso” quando um paciente com a Covid-19 – que precise de respirador – não puder ser atendido, o que geraria aumento do risco de mortes. “Quando chega paciente em pronto-socorro e não tem mais respirador aí é colapso porque a mortalidade nessa hora vai aumentar demais”.
Segundo a Sesap, as 32 pessoas na fila de espera passaram por Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou hospitais no interior do estado, que são responsáveis por solicitar as internações junto à rede estadual. São nestas unidades que os pacientes passam por uma triagem, que determina o nível de gravidade e consequentemente o grau de prioridade de atendimento. Deste grupo, duas são consideradas “prioridade 1” (muito grave) e outras oito se encaixam na “prioridade 2” (grave). Os demais são pessoas que aguardam leitos de enfermaria.
“Esses dez casos precisavam estar em hospitais, UTIs ou em leito semi-crítico. Essa demanda que está vindo da regulação de pacientes que estão em UPAs ou hospitais é o sinalizador mais importante hoje para ver a gravidade dos casos”, afirma Petrônio Spinelli.
Infelizmente grande parte da população tem culpa pelo cenario, o presidente é um deles. Agora, as previsões catastróficas, os desencontros de informação, a não informação, a falta de equipamentos e insumos básicos, a situação precária dos hospitais, o absurdo aluguel do hotel Barreira Roxa, a falta de reagentes no LACEM para processar os exames, entre outras mazelas, são culpa da SESAP, que não se articulou, ainda não fez nada, só promessas (vide liga do câncer), hospital da policia e por aí vai, só Deus na causa.
Bora bater perna do Alecrim pois isso é alarme da imprensa para derrubar o presidente e quebrar o comércio, falta de aviso é que não foi, agora só Deus para nos salvar.
Tipo assim: o colapso será amanhã, não hoje. Rsrs. Quase dois meses de Quarentena e o estado fez o que pra aumentar os leitos? KD o consórcio nordeste que ia declarar independência dos Estados? KD os amiguinhos comunistas chineses que não entregam os respiradores??
Cadê os EPI prometidos pelo Gov Federal. Cadê o nosso lider maior,o presidente,assumir um papel desde do inicio de conscientização ao invés de desde do primeiro dia desdenhar da pandemia.Some esses fatores aos seus que o comentário fica mais completo.
Alexandre, o fato é que estamos há dois meses com a pandemia e o governo do Estado nada ou pouco fez.
Você falou em EPI.
O governo federal não mandou?
Quanto o governo do Estado já recebeu?
Milhões e milhões.
Sem falar que empresas locais doaram máscaras e aventais.
Alexandre magno, ou vc não viu as notícias ou então viu e ta se fazendo de doido, procure , pesquise , e vc encontrará o que em verba o governo federal já enviou pra o estado , não discuta, pesquise , aí depois a gente conversa.
Cadê o governo do estado que não fiscaliza o cumprimento de seus decretos. Santa incompetência.
Em coletiva divulgada nesta segunda-feira(11), o subsecretário de saúde do Estado, Petrônio Spinelli, informou que os hospitais no Rio Grande do Norte destinados ao tratamento do novo coronavírus já se encontram em situação de superlotação.
Na capital potiguar, a rede pública já chega a 100%. Em outro exemplo, Mossoró restam apenas duas vagas em UTI. Em cenário não muito distante, o Seridó tem 75% dos leitos ocupados.
Onde estavam os gestores nesses 2 meses de quarentena? Estavam fazendo intrigas , batendo cabeças, desunidos, brigando e pensando em reeleição. Quantos leitos de UTI foram criados ou ampliados? Onde está a abertura do hospital PAPI e hospital de campanha? Ficamos em casa para achatar a curva e os gestores não fizeram absolutamente nada de concreto. Agora estamos em colapso na rede pública e privada… Ficam só com blá blá e enganando a população. Única ação de fato é fechar comércio e obrigar a população ficar em casa… Estamos ferrados!
Estamos sendo castigados pelo incentivo de luladrão pra acabar com o nosso complexo de viralatas, e priorizar construir o arena das dunas ao invés de melhores condições hospitalares, com mais UTIs. infelizmente esse erro pode nos custar muito caro, já pra luladrão e os CORRUPTOS que se beneficiaram dos desvios de verbas dessa construção, foi uma Benção. Pior que mesmo depois disso, ainda colocaram a legitima cria desse crápulas no governo
Ótima pergunta, Teresa.
Estão em reunião e fazendo debates…
É o jeito PT de administrar.
E obviamente procurando alguém p/culpar.
A taxa de pacientes curados da Covid-19 em Parnamirim saltou de 38% para 45% em um dia. Os dados foram divulgados, na tarde desta quinta-feira (7) pela Secretara Municipal de Saúde (Sesad). De acordo com o novo boletim epidemiológico, das 166 pessoas infectadas, até o momento, 75 estão com a saúde restabelecida.
Ainda de acordo com a atualização do monitoramento, o total de casos descartados subiu para 489, enquanto o número de investigados é de 278. Mais uma morte foi confirmada, totalizando cinco no município.
A Sesad explica ainda que o aumento da taxa de cura dos pacientes depende da evolução do quadro de saúde de quem foi infectado. No geral, o tempo de recuperação de um paciente acometido pela Covid-19 é de 14 dias.
No entanto, esse período pode ser maior, quando levado em consideração aqueles pacientes com comorbidades, ou seja, portadores de outras doenças.
O levantamento da secretaria evidencia também o perfil dos infectados no município. De acordo com os dados, 53% do total de infectados é de adultos entre 30 e 49 anos, enquanto 17% é de idosos acima de 60 anos.
A Prefeitura segue adotando medidas de enfrentamento ao novo Coronavírus. A mais recente foi a determinação para o uso obrigatório de máscaras pela população. A medida começou a valer na última quinta-feira (30) após decreto publicado no Diário Oficial do Município (DOM).
Idiotice dos Bolsopetismo, lembrando que isso partiu de uma fake news compartilhada pela deputada Carla zambelle mais conhecida como (chulé).