Adriano Imperador deve depor novamente nesta segunda-feira (26) sobre “tiro acidental”

Adriano Imperador deve depor novamente nesta segunda-feira (26) sobre “tiro acidental”

O jogador Adriano deve depor na tarde desta segunda-feira (26), às 18h.

O objetivo desta nova oitiva é esclarecer algumas dúvidas sobre o tiro que atingiu a mão da estudante Adriene Cyrilo Pinto (foto) dentro do carro do atacante.

Esta será a segunda vez que o atacante será ouvido pela polícia. No primeiro depoimento, no sábado (24) Adriano contou que foi a própria vítima que efetuou, acidentalmente, o disparo.

O caso aconteceu quando o jogador saía de uma boate, na Barra da Tijuca, Zona Oeste, acompanhado de quatro mulheres e um amigo por volta das 5h30 de sábado.

Adriano e a vítima já fizeram um exame para detectar a presença de pólvora nas mãos. Mais do que a balística, a presença ou não da substância provará se o ex-jogador da Inter de Milão é o autor dos disparos.

Segundo dados preliminares do laudo da polícia, o tiro partiu do banco de trás. O estudo conclusivo da perícia só deve ficar pronto no prazo de 20 a 30 dias.

Das seis pessoas ouvidas pela polícia, a estudante é a única que diz que o jogador estava no banco de trás do carro.

Em depoimento, Adriano contou que estava no banco do carona dianteiro de seu carro, que era dirigido pelo amigo policial.

Para o delegado é “indispensável” uma acareação entre a vítima e os outros ocupantes do carro, incluindo o jogador. A expectativa da polícia é ouvir a jovem, assim que ela receber alta do Hospital Barra D´Or, onde está internada, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. A polícia também pretende fazer uma reconstituição do caso.

Fonte: G1

Kalazans pode ser desmentido na CEI dos Contratos

O Blog teve a informação e agora veio a confirmação. Uma pessoa ligada a gestão da própria Micarla de Sousa ligou para a vereadora Sargento Regina e disse que o depoimento do secretário-chefe do Gabinete da Prefeitura Kalazans Bezerra, dado na CEI dos Contratos, não foi verdadeiro.

A pessoa que teve o nome preservado teria escutado o depoimento de Kalazans e ligado imediatamente para a parlamentar sugerindo a convocação do  presidente da Comissão Gestora do Diário Oficial do Município (DOM), Wilton Pereira da Silva, para confrontar as informações dadas por Kalazans.

De acordo com a fonte, todas as publicações do Diário Oficial do Município precisam do crivo do chefe do Gabinete. Traduzindo? Kalazans teria o conhecimento prévio de tudo que era publicado com poderes até de vetar algum tipo de publicação.

Enfermeira que matou cachorro Yorkshire disse que deu apenas "palmadas"

A enfermeira Camilla Correa Alves de Moura Araújo dos Santos, de 22 anos, acusada de espancar até a morte um cachorro da raça yorkshire, prestou depoimento nesta terça-feira, 20, e disse que deu “palmadas” na cadela Lana por ter ficado “chateada com a bagunça” que ela fez em casa, enquanto a família almoçava fora.

“Eu agi daquela forma mas não tinha noção do que isso causaria”, justificou a enfermeira para o delegado Carlos Firmino Dantas, no 1º DP de Formosa, a 275 quilômetros de Goiânia, acompanhada de dois advogados. “Não fiz (espancamento) por raiva nem por estar nervosa”, disse. “Fiz assim como se fosse uma coisa normal”. Camilla diz não se lembrar de ter lançado a cadelinha sobre o piso da área de serviço.

Ela não esclareceu, porém, como o animal foi parar no pátio do prédio, onde foi encontrado pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Segundo Camilla, a cadela desceu sozinha até o gramado e o marido, um médico do Programa de Saúde da Família, teria levado a yorkshire de volta ao apartamento e sumido com o corpo dela no dia seguinte.

Moradora recente da cidade, Camilla diz que já teve problemas com a vizinha do apartamento superior – responsável pelo vídeo que mostra a cadela sendo espancada. “Eles (vizinhos) faziam barulho e lançavam lixo na área de serviço do apartamento”, afirmou.

O depoimento demorou cerca de uma hora e Camilla chorou quando falou da filha de 1 ano e meio, que presenciou o espancamento do animal. A criança será avaliada por psicólogos nos próximos dias e o resultado poderá acabar na perda da guarda. A enfermeira saiu escoltada por policiais da delegacia.

O delegado pretende ouvir, agora, o bombeiro e os três PMs que estiveram no local, assim como o marido de Camilla. Firmino quer saber onde está o corpo da yorkshire para estabelecer, através da autópsia, as causas da morte.

Multa. Após o depoimento, Camilla foi multada em R$ 3 mil por crime ambiental. De acordo com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), ela terá 20 dias para apresentar defesa. A multa é administrativa e baseada no artigo 32 da lei 9.605, e artigo 29 do Decreto 6514/2008.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ohbvitoria disse:

    Queria ver esta ordinária fazer isso com pitbull…,adoraria ver a reação dela quando ela desse a primeira palmadinha nele…

  2. Aricia disse:

    Advogado, acorda. A quem acusa, cabe o ônus da prova e filmaram o assassinato da cadelinha. É claro que a área da assassina é aberta. Queria privacidade para cometer o crime? Fosse para o quarto e fechasse a porta. Se com o vídeo ela está dizendo que deu "palmadas", imagina se a coisa ficasse só na palavra. Processaria a vizinha por calúnia, cara de pau do jeito que é. Chutou a coitadinha, jogou no chão, cobriu com o balde e acabou matando e jogando da janela.A cadelinha era filhote, por isso a covardia e a crueldade, tem que ficar na cabeça das pessoas e transformar-se em rejeição a esta camila, em qualquer tempo e em qualquer lugar.  Toma vergonha, invasão de privacidade! Privacidade para cometer um crime.

  3. Wild disse:

    Nossa.. quanto barulho por causa de um "acidente" – perder a guarda da filha.. PRECISA tudo isso?

  4. Geisy disse:

    justiça   tem que ser  feita  sim pra  assassina  sem  amor ;  corpo  do cão   tem  que  aparecer  pra   fazer   AUTÒPSI

  5. Wellington Amâncio disse:

    Homo
    sapiens? Na verdade, algumas pessoas não são nada sábias! Estão sim, no topo da
    cadeia alimentar, por serem o mais selvagem dos animais; como essa enfermeira algumas
    pessoas podem muito bem e conscientemente praticar a monstruosidade de oprimir
    o indefeso justamente se baseando em sua convicção de superioridade.

    Matar
    um animal, um cãozinho, é crise de agressão também a própria sociedade como um
    todo, porque fere o valor afetivo da Estimação, aos animais; fere porque a
    imoralidade absurda da tortura e do assassinato de um cãozinho assistida pela
    criança é uma forma miasmática de corromper a educação dela bem como das crianças
    em todo Brasil que agora assistirem na TV e choram diante do crime: as
    agressões sobre o animalzinho são desta forma, “arremessadas”, primeiro sobre a
    criança que assistiu ao vivo e depois em todas as outras crianças. Matar um
    cãozinho é agredir a Infância, no que ela garante enquanto aprendizagem para a
    empatia que nos ensina a valorização da Vida e vivenciá-la com o outro, seja o
    humano ou animal, a Infância nos ensina a adotar a responsabilidade de amar
    tudo que tem vida e ou significado, a Infância nos faz saber cuidar.

    E a
    morte do cãozinho em si mesma, o que é? Algumas pessoas não desenvolveram  a empatia de se colocar no lugar de outro ser
    vivo e ainda  valorizar sua existência na
    natureza ou na sociedade. 

Acusado de matar PM Ramalho confessa crime, presta depoimento e depois vai embora andando

Está no excelente Portal BO, no Brasil vei de guerra é desse jeito, o jovem da foto CONFESSOU que matou um policial, saiu andando depois do depoimento, o futuro dele a Deus pertence, agora que tem que ser mudado essa lei urgente, isso tem. Segue reportagem:

O jovem Elder Fernandes de Araújo, de 24 anos, procurou a Delegacia de São Gonçalo do Amarante, na tarde desta quinta-feira (24), para confessar um assassinato. Ele declarou ter sido o responsável pelos disparos de arma de fogo que tiraram a vida do soldado Antônio Carlos Ramalho, no início deste mês, no Jardim Lola.

Apesar de confessar o crime, o acusado acabou sendo liberado, tendo em vista que já livrou o flagrante e não tinha mandado de prisão contra ele. De acordo com o delegado Adson Kepler, Dinho, como é mais conhecido o jovem, chegou na unidade policial de São Gonçalo do Amarante, por volta das 15h.

Ele prestou depoimento até às 18h. O delegado confirmou que Dinho declarou ter matado soldado Ramalho. O acusado informou que ia passando pela rua onde o policial estava e o confundiu com um segurança, que há alguns meses, tinha agredido o jovem em uma festa.

Ao se aproximar e ver que não era a pessoa que ele pensava e que o policial militar estava armado, Dinho decidiu atirar. O jovem também disse que o adolescente Pilo-Pilo estava em sua companhia no momento do crime.

Após atirar e matar o soldado Ramalho, Elder Fernandes fugiu e passou uma semana escondido na casa da avó. Depois disso, ele viajou para fora do Rio Grande do Norte e ficou escondido até esta quinta-feira. Mesmo tendo confessado, o jovem foi ouvido e liberado pela polícia.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ana disse:

    Que vergonha essa nossa justiça!!!

  2. Rezende disse:

    Isso pede o seguinte, "vamos matar". Sinceramente as vezes sinto vergonha de ser brasileiro…

  3. Guilherme disse:

    São as nossas leis, são os nossos deputados e Senadores !

  4. Robertofernandes 70 disse:

    Esse rapaz merece  mesmo é morrer!  Só espero que os direitos humanos não deem proteção a esse marginal nem a sua familia após sua morte. Pois até os direitos humanos só existe para bandido.

  5. Votz disse:

    Mas o delegado não poderia ter pedido uma prisão preventiva? 

  6. Jucielma disse:

    "o crime compensa" é só livrar o fragrante e tudo bem!!! é assim que vai continuar sendo aqui no Brasil, matam por qualquer coisa. absurdo isso!!

FOTO: Rômulo Lemos presta depoimento e delegado vai encaminhar inquérito para Justiça

Rômulo Lemos chegou à delegacia acompanhado do advogado e não falou com a imprensa
Rômulo Lemos chegou à delegacia acompanhado do advogado e não falou com a imprensa - Foto Aldair Dantas

Tribuna do Norte

O comerciante Rômulo Lemos, apontado como agressor da estudante de Direito Rhanna Diógenes em uma boate de Natal, prestou depoimento na tarde desta quinta-feira (27) na Delegacia de Defesa da Mulher, na Ribeira. O delegado Francisco Quirino, que ouviu o comerciante, disse que vai finalizar o inquérito ainda amanhã e encaminhá-lo à Justiça.

Rômulo Lemos foi ouvido durante 1h10 pelo delegado. De acordo com Francisco Quirino, o suspeito de agredir a estudante permaneceu a maior parte do tempo calado, preferindo se manifestar apenas perante a Justiça. No entanto, mesmo com o silêncio do suspeito, o delegado acredita que será possível finalizar o inquérito já na sexta-feira. Para isso, garante que vai trabalhar durante o feriado (Dia do Servidor Público), analisando as imagens originais de dentro da boate na noite da suposta agressão.

O inquérito será encaminhado para o juiz Alceu José Cicco, da 2ª Vara Criminal de Natal.

Vejam o que Pagot deixou de dizer no congresso

A Veja desta semana traz reportagem mostrando o que ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antonio Pagot, deixou de falar no seu depoimento. Lama pouco é bobagem.

Havia uma monumental expectativa em torno do depoimento, no Congresso, do ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antonio Pagot. Pilar da estrutura de corrupção montada pelo Partido da República (PR) no Ministério dos Transportes, Pagot foi afastado do cargo pela presidente Dilma Rousseff e, desde então, ameaça envolver o PT e os petistas nas denúncias de irregularidades. Se era blefe, houve quem sentisse calafrios. De renegado, Pagot passou a ser tratado com uma deferência incomum para alguém acusado de cobrar propina e superfaturar obras públicas. Foi recebido pelo chefe de gabinete da Presidência, ouviu elogios de ministros, senadores e lideranças políticas do governo. Sua “demissão sumária”, anunciada pelo Palácio do Planalto, foi substituída temporariamente por “férias”. No Congresso, Pagot falou como “diretor”, alegou desconhecer qualquer irregularidade e disse que as decisões no Dnit eram colegiadas, ou seja, precisavam ser aprovadas por todos os diretores. Portanto, se houve algo errado, o que ele desconhece, a responsabilidade seria coletiva. Sobre o PT e os petistas? Nenhuma palavra direta, ao menos por enquanto. Mas a ameaça continua – é real e gravíssima.

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